Prévia do material em texto
Orações
Se você estiver listando
várias coisas, vai precisar
usar vírgula!
Pandemia, nuvem de
gafanhotos, ciclones, o ano
de 2020 está complicado.
Separar
Está chamando alguém? Use
vírgula depois!
Ana, use a máscara!
Aposto
Sim ou Não
Vocativo
Introduziu uma explicação ou
clarificação no meio da oração?
Use vírgula.
Pedro, o meu amigo de
infância, curou-se da Covid-19.
Depois de sim ou não iniciais em
respostas, coloque sempre vírgula.
Sim, estamos preocupados com
o aumento nos casos de
coronavírus.
Coloque entre vírgulas aquilo
que estiver "quebrando" uma
frase que por si só já tem
sentido.
Eu não vou, de forma
alguma, deixar de estudar
durante o isolamento.
Quando uma oração com
função de advérbio estiver
antes da oração principal, use
vírgula. Se aparecer depois, a
vírgula é dispensada.
Se puder, fique em casa.
Elementos
Intercalação
Subordinadas
Adverbiais
Orações
Subordinadas
Adjetivas
Explicativas
Nem sempre que usamos
"que", significa que usamos
vírgula, mas quando a
informação introduzida é
acessória, coloque vírgula.
As pessoas, que não se
cuidam, podem adoecer.
Omissão
A vírgula é usada em alguns casos
para substituir uma palavra que já
tenha sido usada na frase. Mas
atenção, é uma forma pouco usual
de escrever e pode levar ao erro.
O melhor truque é não tentar
escrever dessa forma.
Eu fico em casa; ele, não.
Local e
Data
Fácil: Local,
Data. Sempre.
Patos de Minas,
02 de julho de 2020.
Desenvolvimento de teorias
científicas na Europa;
Darwinismo (acreditava na
dominação dos mais fortes sobre
os mais fracos);
Comunismo;
Determinismo (crendo que o
homem era influenciado por meio
social, sua raça e pelo momento
histórico que vivia);
Positivismo (pregava que toda
teoria deveria ter um fundamento
científico).
Contexto Histórico
Características
Objetividade e Materialismo
Cientificismo e Determinismo
Positivismo e Darwinismo
Linguagem simples e coloquial
Descrições minuciosas
Realidade e denúncia social
Temas polêmicos
Leis na natureza
Paisagens rurais
Instinto humano
Homem como produto biológico
Personagens marginalizados
Negação dos aspectos românticos
É considerado uma radicalização do
realismo. Ele envolve personagens de
qualquer classe social, os prazeres
carnais, o sensualismo e o erotismo.
Diferente do realismo, essa tendência
surge com o intuito de chocar o
público e apresentar uma nova
realidade “nua e crua”.
Representantes
Eça de Queirós (1845-1900): O Mistério da
Estrada de Sintra (1970), O Crime do Padre
Amaro (1875) e A Tragédia da Rua das Flores
(1877).
Francisco Teixeira de Queirós (1848-1919): Os
Meus Primeiros Contos (1876), Amor Divino
(1877) e Os Noivos (1879)
Júlio Lourenço Pinto (1842-1907): Margarida
(1879), Vida Atribulada (1880) e Esboços do
Natural (1882).
Abel Botelho (1854-1917): Claudina (1890), O
Barão De Lavos (1891), Os Vencidos Da Vida
(1892).
“Quando não se tem
aquilo que se gosta, é
necessário gostar-se
daquilo que se tem”
Eça de Queiroz
O Naturalismo ocorre
paralelamente ao
movimento do
Realismo. Tem início
na década de 1875
com a publicação da
obra de “O Crime do
Padre Amaro” (1875)
de Eça de Queirós.
Decadência econômica açucareira;
Crescimento do prestígio dos
estados do sul;
Descontentamento da classe
burguesa em ascensão na época;
Abolição da escravatura no Brasil,
em 1888;
Proclamação da República
brasileira, em 1889.
Contexto Histórico
Características
Linguagem coloquial
Observação da realidade
Retrato objetivo da sociedade
Evolucionismo, cientificismo e
positivismo
Descrição de ambientes e
personagens
Problemas humanos e sociais
Empenhados em escrever um retrato
fidedigno da realidade, os naturalistas
desenvolveram um estilo literário
objetivo e anatômico: o “retorno à
natureza” focalizava o lado mais
animalesco do homem, em
frequentes descrições patológicas –
doenças, hereditariedade, influências
do meio, em uma constante luta pela
sobrevivência.
Representantes
Aluísio Azevedo (1857-1913) – O mulato
(1881), Casa de Pensão (1884) e O cortiço
(1890);
Adolfo Ferreira Caminha (1867-1897) – Casa
de Pensão (1893)
O Naturalismo ocorre
paralelamente ao
movimento do
Realismo. Tem como
marco inicial a
publicação do romance
"O Mulato" (1881) do
maranhense Aluísio de
Azevedo.
“E que mais é o nosso viver nesta
espécie de mundo, senão uma ilusão entre
dois nadas: o presente e o futuro?”
Aluísio Azevedo
Texto jornalístico de cunho
informativo que tende a tratar os
fatos de forma imparcial.
Cada veículo apresenta a notícia de
acordo com a concepção ideológica
dos proprietários e/ou de seu
público alvo.
Manchete
É o título, tem como
objetivo chamar a
atenção para a
notícia.
Subtítulo Lead-Lide
Corpo do
Texto
Completa o título com
mais alguma
informação importante
e/ou chamativa.
1º parágrafo. Responde
às perguntas QUEM? O
QUÊ? ONDE? QUANDO?
Traz informações sobre o
ocorrido. COMO? POR QUÊ?
PARA QUÊ? E apresenta as
consequências.
# É curta;
# Relata fatos verdadeiros e
recentes;
# Apresenta nível de linguagem
corrente (nem muito formal nem
muito informal);
# Deve ser objetiva e impessoal;
# Narrada em 3ª pessoa;
# Sem valoração (uso de adjetivos)
# Sem opinião pessoal
Nível de utilização da notícia
(Pirâmide invertida)
C.Melo2020
Numeral
Classe de palavras que
indica o número ou
quantidade exata de seres
ou, ainda, o lugar por eles
ocupados em uma série.
Indica aumento
proporcional, por meio
de múltiplos da
quantidade tomada
como base. Ex.: dobro,
triplo, quádruplo, etc.
Designação básica dos números.
Designa o número de seres. Ex.: um,
dois, dez, vinte, etc.
Indicam a ordem dos seres
em uma sequência. Ex.:
primeiro, segundo, vigésimo,
quingentésimo, etc.
Indica diminuição proporcional, por
meio de frações da quantidade tomada
como base. Ex.: meio/metade, um
terço, um quinto, etc.
Designa o número exato de seres
pertencentes a um conjunto. Ex.: cento,
par, quarteto, novena, quinzena, grosa
(12 dúzias), etc.
Para designar papas, soberanos, séculos
e partes em que se divide uma obra,
emprega-se o ordinal até o décimo. A
partir dele, será usado o cardinal, sempre
que o numeral vier depois de um
substantivo: João Paulo II (segundo), João
XXIII (vinte e três).
Quando a ideia expressa pelo
emissor não é ressaltar a
quantidade, mas sim indicar a
espécie, trata-se de um artigo
indefinido.
→ Dirige-se diretamente ao destinatário da
mensagem.
→ Utiliza frase imperativa exclamativa.
→ Possui mensagem informativa curta.
→ Linguagem verbal formal/informal
(depende do público alvo e do seu objetivo).
→ Linguagem não verbal (imagens
coloridas, que chamem a atenção do leitor).
→ Tamanho – geralmente usa-se a folha A5
(equivalente à metade de uma folha A4).
→ Possui ampla distribuição.
Meio de divulgação de uma
ideia, evento ou marca que
pode conter uma variedade
de informações, desde
instruções sobre utensílios de
cozinha, até informações
médicas, promoções ou
tratados religiosos.
→ Título: destacado para atrair a
atenção do leitor.
→ Texto: possui argumentos
convincentes, linguagem
apelativa, dialogando com o leitor.
→ Assinatura: no canto direito
inferior – sigla do órgão ou
logotipo.
→ Imagem: chamativa, colorida,
com movimento, luz, textura, etc.
Costuma serdilapidando ou depredando
algo.
É diretamente proporcional
ao interesse apresentado por
uma história.
Depende da importância da
obra em si, das expectativas
dos fãs e do que realmente é
dito.
Há aqueles que,
intencionalmente, buscam por
essas informações antes de ter
acesso a obra.
Controle-se: Está de bobeira nas redes sociais
enquanto acompanha sua série preferida? Não
conte o que aconteceu e nem poste fotos ou
vídeos da cena em questão
Avise! Precisa muito postar sobre o que
aconteceu? Coloque um aviso antes, seja em
seu blog ou nas redes sociais.
Pergunte o que já sabem: Vai encontrar com
os amigos e é inevitável falar sobre alguma
série? Não custa nada perguntar em que ponto
eles estão - aí vocês só conversam até o ponto
que ambos acompanharam.
Designa os seres de uma
mesma espécie de forma
genérica. Ex.: cachorro,
gato, cavalo, menino,
homem, etc.
Apenas um radical Existência
independente
Existência
dependente
Classe de palavras que
nomeia os seres
animados e inanimados:
seres reais e ficcionais,
objetos, coisas, etc.
Designa os seres de uma
mesma espécie de forma
particular, individual.
Ex.: Mônica, Brasil,
Minas Gerais, Belo
Horizonte, etc.
Designa os seres
existem, independente
de outros seres (sejam
reais ou imaginários).
Ex.: lâmpada, fada,
casa, Saci, etc.
Designa os seres
existem, dependente de
outros seres para
existirem Ex.: amor,
ódio, alegria,
sofrimento, etc.
Classificação
Indicam agrupamento de
pessoas, seres, coisas,
objetos ou animais da
mesma espécie. Ex.: elenco
(atores ou artistas);
alcateia (lobos), colmeia
(abelhas), etc.
Formação Composto
Simples
Derivado
Primitivo
É aquele formado
por um único
elemento. Ex.:
tempo, sol, sofá,
navio, etc.
É aquele formado
por dois ou mais
elementos. Ex.:
guarda-chuva,
girassol,
Pernalonga, etc.
É aquele formado a
partir de outra
palavra. Ex.:
temperatura,
limoeiro, pedreira,
chuvisco, etc.
É aquele que não
deriva de nenhuma
outra palavra da
língua portuguesa.
Ex.: tempo, limão,
pedra, chuva, etc.
Gênero
Uniforme
Nomeiam bichos.
Ex.: cobra
macho/fêmea,
jacaré
macho/fêmea
Apresenta uma
única forma, tanto
para o masculino
como para o
feminino.
Nomeiam pessoas. Ex.: a
criança, a testemunha, a
vítima, o cônjuge, etc.
Indicam o sexo das pessoas
por meio do artigo. Nomeiam
pessoas. Ex.: a criança, a
testemunha, a vítima, o
cônjuge, etc.
ista, o(a) artista, etc.
Biforme
Apresenta uma
forma para o
masculino e outra
para o feminino.
Regra 1: Forma-se o feminino pela
troca das terminações –E, -O por –A:
garoto/garota, mestre/mestra.
Regra 2: Forma-se o feminino pelo
acréscimo de um –A: doutor/doutora,
juiz/juíza.
Regra 3: Forma-se o feminino pela
troca de -ÃO por –Ã, -OA, -ONA:
aldeão/aldeã, leão/leoa,
folião/foliona.
Regra 4: Forma-se o feminino pela
acréscimo das terminações –ESA, -ESSA,
-ISA, -INA, -TRIZ ao radical:
duque/duquesa, conde/condessa,
poeta/poetisa, czar/czarina, ator/atriz.
Regra 5: Forma-se o feminino usando
palavras diferentes do masculino:
boi/vaca, homem/mulher.
→ terminados -S monossílabas ou
oxítonas -ES; paroxítonas ou
proparoxítonas - invariáveis: gás/gases,
ônibus/ônibus.
→ terminados em -ÃO -ÕES, -ÃES, -ÃOS:
vão/vãos, pão/pães, limão/limões.
→ terminados em -X Invariáveis: o látex
/ os látex.
Número
Forma-se o plural acrescentando –S ao
singular dos substantivos terminados em:
-O, -A, -N, -Ã, -ÃE, -IE, -UA, -AI. Ex.:
caderno/cadernos, escola/escolas,
hífen/hifens, aldeã/aldeãs, mãe/mães,
série/séries, água/águas, pai/pais.
Simples
→ terminados em -M -NS: item/itens.
→ terminados em -R/-Z -ES:
dor/dores, raiz/raízes.
→ terminados em -AL, -EL, -OL, -UL
troca o L por IS: coral/corais,
anel/anéis, farol/faróis, paul/pauis
(pântano).
→ terminados -IL oxítonas: -IS;
paroxítonas: -EIS (sem o L):
canil/canis, fóssil/fósseis. Compostos
Igual aos simples: compostos formados
sem uso do hífen.
Ambos vão para o plural: substantivo +
adjetivo (batatas-doces); adjetivo +
substantivo (más-línguas); numeral ordinal
+ substantivo (quintas-feiras).
Somente o 1º vai para o plural:
substantivo + preposição + substantivo
(águas-de-colônia).
Somente o 2º vai para o plural: verbo +
substantivo (guarda-roupas); palavra
invariável + palavra variável (alto-
falantes); palavra repetida/imitativa (reco-
recos)
Ambos ou apenas o 1º vai para o plural:
substantivo + substantivo (bananas-maçãs
/ bananas-maçã).
Invariáveis: verbo + advérbio (os bota-
fora); verbo + substantivo plural (os saca-
rolhas); verbos com sentidos opostos (os
leva-e-traz)
Formado por uma só
palavra, acrescida de
sufixos (terminações) à
palavra alterando o seu
sentido.
Grau
Aumentativo
Acréscimo dos sufixos –ÃO,
-ZÃO, -ARÉU, -AÇO, -ARRA
ao radical: livro/livrão,
pé/pezão, bala/balaço,
boca/bocara.
Diminutivo
Acréscimo dos sufixos –INHO,
-ZINHO, -ZITO, -ITO, -ULO ao
radical: livro/livrinho,
pé/pezinho, casa/casita,
globo/glóbulo, flor/florzita.
Formado com o auxílio de
um adjetivo que indique
grandeza ou pequenez.
Aumentativo
Forma-se com o acréscimo
do adjetivo grande ou
outros de igual valor
(enorme, gigante, imensa,
colossal, etc.): livro grande,
casa enorme.
Forma-se com o acréscimo
do adjetivo pequeno ou
outros de igual valor
(minúscula, ínfima, etc.):
mesa pequena, lembrança
ínfima.
Diminutivo
Além de explicar um assunto,
também deve persuadir o
interlocutor com o objetivo de
convencê-lo de algo.
Parte que leva o leitor para
dentro do texto Mostra a
atualidade e relevância do
tema, colocando-o dentro de
um contexto.
Estratégias:
apresentação do tema;
Definição da tese;
Contexto histórico;
Exemplos concretos;
Flashes ou frases
nominais;
Dados estatísticos;
Alusão cultural;
Conceituação.
É a defesa da tese, a parte mais
importante da redação
Estratégia:
Parágrafo padrão:
Tópico frasal + Ampliação
Período que contém a síntese da
ideia que vai ser desenvolvida
no parágrafo.
Explicação;
Exemplificação;
Argumento de autoridade;
Causas e consequências;
Raciocínio lógico
Parte em que as ideias
apresentadas devem ser
finalizadas.
Evidencia o final do texto
(conectivo conclusivo);
Esclarece o ponto de
vista;
Ratifica a tese;
Estabelece diálogo com a
introdução.
Estratégias:
Promove uma reflexão;
ENEM: Proposta de
intervenção + solução
para o problema do
tema.
C.Melo2020
Texto
Serve para explicar quais os
procedimentos a executar de
forma a realizar determinada
ação, ou a aplicar determinado
produto.
Receitas culinárias;
Bulas de medicamentos;
Manuais de instrução de aparelhos
eletrônicos;
Guias e mapas rodoviários;
Editais de concursos públicos;
Manuais de jogos, dentre outros.
Instrucional
Linguagem clara e objetiva;
Verbos no imperativo ou no
infinitivo;
Informações simples e precisas;
Frases curtas;
Dá instruções que permitam ao
leitor concretizar corretamente uma
ação, mesmo que pela primeira vez.
Vai depender do gênero
textual. (Seguem dois
exemplos)
Título (nome do produto);
Descrição do produto;
Procedimentos antes do uso;
Modo de operação;
Solução de problemas.
Título (nome do prato);
Ingredientes necessários;
Modo de preparo.
Narrativo
Texto
Texto narrativo é um tipo de
texto que esboça as ações
de personagens numdeterminado tempo e espaço.
Geralmente, ele é escrito em
prosa e nele são narrados
(contados) alguns fatos e
acontecimentos.
.
Também chamada de
introdução, nessa
parte inicial o autor do
texto apresenta os
personagens, o local e
o tempo em que se
desenvolverá a trama.
É aquele que narra a história.
Dividem-se em: narrador observador,
narrador personagem e narrador
onisciente.
Grande parte da história é
desenvolvida com foco nas
ações dos personagens.
Parte do desenvolvimento
da história, o clímax designa
o momento de maior tensão,
mais emocionante da
narrativa.
Também chamada de conclusão,
ele é determinado pela parte
final da narrativa, onde a partir
dos acontecimentos, os conflitos
vão sendo resolvidos.
Trata-se da estrutura da narrativa, ou
seja, a trama em que se desenrolam as
ações. São classificados em: linear e
não linear.
São aqueles que compõem a
narrativa sendo classificados
em: personagens principais
(protagonista e antagonista)
e personagens secundários
(adjuvante ou coadjuvante).
Enredo linear: apresentado de
maneira lógica;
Enredo não linear: desenvolve-se
descontinuamente, com saltos,
antecipações, retrospectivas e
rupturas de tempo e espaço.
Local ou locais onde a
narrativa se desenvolve.
Podem ocorrer num
ambiente físico, ambiente
psicológico ou ambiente
social.
Está relacionado com a
marcação do tempo dentro
da narrativa, por exemplo,
uma data ou um momento
específico. O tempo pode
ser cronológico ou
psicológico.
Tempo cronológico: Você sabe exatamente
quando aconteceu determinado fato. O autor
deixa claro que a passagem de tempo.
Tempo psicológico: passa apenas na cabeça do
personagem e é comum que ele faça confusão
com o tempo em que se passou o fato.
Texto
Parte
As leis são regras ou
normas que determinam a
base dos direitos e deveres
em consonância com a
justiça e para o bem da
sociedade no seu conjunto.
Epígrafe: Categoria normativa da lei
(número de referência, lei federal,
estadual ou municipal) e sua localização
no tempo (data em que foi criada).
Rubrica ou Ementa: Resumo da lei
(seus motivos e objetivos); é concisa,
precisa e clara.
Preâmbulo: Indica o órgão ou
instituição competente para a prática
do ato e sua base legal.
Normativo
Preliminar
Parte
Normativa
Títulos, Capítulos e Seções: Tratam-se de agrupamentos
temáticos (como os de um livro) utilizados geralmente em leis
mais extensas.
Artigos: Enuncia a regra geral (podem apresentar subdivisão
em parágrafos, incisos e alíneas e, nesse caso, a parte principal
é chamada de caput). Curiosidade: Possui forma sequencial (do
1º ao 9º usa-se numerais ordinais e do 10 em diante, numerais
cardinais).
Parágrafos: Servem para explicar aspectos importantes da lei e
suas exceções. Curiosidade: se possuir apenas um parágrafo,
usa-se a denominação parágrafo único; caso possua mais de um,
é usado o símbolo §, seguido da numeração (segue a regra dos
ordinais e cardinais)
Incisos: Costumam ser
utilizados para descrever as
hipóteses em que a regra deve
ser aplicada. São simbolizados
por numerais romanos
sequenciais (I, II, III, IV, etc.).
Alíneas: São as subdivisões
dos incisos e normalmente
detalham hipóteses de aplicação
da regra. São simbolizados por
letras minúsculas sequenciais
(“a”, “b”, “c”, etc.).
Parte
Final
Assinatura: Sanção (aprovação)
feita pelo chefe do executivo
(presidente, governador ou
prefeito, conforme a área de
aplicação da lei).
Local e data: Capital do país (lei
federal), do estado (lei estadual)
ou nome da cidade (lei municipal)
em que a lei foi sancionada e o
dia, mês e ano.
Gêneros
Teatrais
Elementos
Características
Apresentação: faz-se a
exposição tanto dos
personagens quanto da ação a
ser desenvolvida.
Conflito: o momento em que
surge as peripécias da ação
dramática.
Desenlace: Momento de
conclusão, encerramento ou
desfecho da ação dramática.
Internos Externos
Cena: designa as mudanças
(entrada ou saída) dos
personagens.
Ato: mudança dos cenários
necessários para a
representação.
Rubrica: (ou didascálias)
Indicações cênicas.
Discurso direto: Fala dos
personagens.
# Textos encenados;
# Gênero narrativo;
# Diálogo entre personagens;
# Discurso direto;
# Atores, plateia e palco;
# Cenário, figurino e sonoplastia;
# Linguagem corporal e gestual;
# Ausência de narrador.
Tragédia: representa fato trágico, suscetível
de causar compaixão e terror.
Comédia: representação de um fato inspirado
na vida e no sentimento comum, de riso fácil,
em geral criticando os costumes.
Tragicomédia: mistura elementos trágicos e
cômicos.
Farsa: pequena peça teatral, de caráter
ridículo e caricatural.
Auto: pequena peça teatral, de conteúdo
religioso e profano.
Drama: caracterizado pela seriedade em
oposição à comédia.
Definição
Textos literários feitos com o intuito
de serem encenados ou
dramatizados. Podem ser escritos
em prosa ou verso.
Tempo: tempo real (que indica
o da representação), "tempo
dramático" (quando acontece
os fatos narrados) e o “tempo
da escrita" (indica quando foi
produzida a obra).
Espaço: o chamado “espaço
cênico” local em que será
apresentado a história;
“espaço dramático” local em
que serão desenvolvidas as
ações dos personagens.
Personagens: principais
(protagonista / antagonista);
secundários e figurantes.
Os tipos textuais, ou tipologias
textuais, são a forma sob a qual o
texto se apresenta, determinando a
estrutura padrão que o rege, bem
como cada um será construído.
Instrui o receptor com relação a
determinado procedimento sem
permitir sua liberdade de ação.
Regras de trânsito, editais de
concursos públicos, constituição,
cláusulas contratuais, leis, etc.
Texto instrucional pautado na
explicação e no método para a
concretização de uma ação,
permitindo a liberdade de atuação
do leitor.
Receita culinária, bula de
remédio, manual de instrução, etc.
Traz a exposição de um tema ou
assunto com o uso de argumentos
defendendo um determinado ponto
de vista.
Artigo de opinião, dissertação,
carta de solicitação, argumentação
ou do leitor, resenha crítica, etc.
Exposição de uma ideia usando
conceitos, comparações, definições,
descrições e informações.
Reportagem, notícia, resumo,
verbete, etc.
Aquele que narra uma história
através da sequência de fatos
contado por um narrador (elementos da
narrativa: narrador, tempo, espaço,
personagens, enredo, clímax e desfecho)
Conto, crônica, romance, novela,
fábula, etc.
Apresenta, de forma detalhada,
características de uma pessoa,
paisagem, animal, objeto, ou até
mesmo de uma emoção ou
sentimento.
Diário, relato de viagem, etc.
C.Melo2020
Tem conhecimento sobre seus
personagens, desde sentimentos,
emoções e pensamentos.
A história é geralmente narrada
em 3ª pessoa e, portanto, o
narrador não participa das ações.
No entanto, por vezes, a trama
pode ser narrada em 1ª pessoa.
Onisciente
Múltiplo
Possui opiniões e visões
diversas sobre os fatos.
Influencia o leitor para
que este tome alguma
posição. Trata-se de um
narrador seletivo onde
prevalece o discurso
indireto livre. É livre para
julgar e se posicionar
sobre os fatos da trama e
apresenta sua opinião.
Intruso
Recebe esse nome pois
ao mesmo tempo que
narra a história, critica
os personagens e
insere juízos de valor
sobre algumas ações.
Neutro
Não insere observações
sobre a trama. Ocupa-se
somente das descrições
dos personagens e da
narração da história.
Sendo assim, seu relato
é imparciale não
influencia o leitor.
.
Também chamado
de onipresente, é um
tipo de narrador que
conhece toda a história
e os detalhes da trama.
Personagem
É um tipo de narrador que
participa da história. Pode ser o
personagem principal (narrador
protagonista), ou mesmo um
personagem secundário
(narrador testemunha).
A subjetividade é uma
marca fundamental nesse tipo
de texto, uma vez que a visão
e as opiniões do narrador
estarão impregnadas de suas
emoções.
A história é narrada em 1ª
pessoa do singular ou do plural
(eu, nós).
Observador
É aquele que
conhece toda a
história, todos os
fatos que serão
narrados, porém,
não participa dela,
isto é, não é um
personagem.
É objetivo e imparcial
quanto ao desenrolar
dos acontecimentos.
Apresenta um texto
narrado em 3ª
pessoa (ele, eles).
Foco narrativo esclarece
o leitor a respeito do
ponto de vista a partir
do qual é feita a narração, é a
perspectiva, é o olhar a partir do qual a
história passará a ser narrada. Pode ser
em 1ª ou 3ª pessoa.
Tirinha
É um gênero textual que surgiu nos
Estados Unidos devido à falta de
espaço nos jornais para a publicação
de passatempos. O nome “tirinha”
remete ao formato do texto, que
parece um “recorte” de jornal.
Linguagem visual;
Linguagem verbal;
Linguagem informal, com marcar
coloquiais;
Figuras cinéticas (arte vibrante e
dinâmica que possui como principal
característica o movimento);
Metáforas visuais.
Protagonista;
Personagens secundários;
Balão de fala / pensamento;
Legenda;
Onomatopeia
Cenário.
Geralmente humorística, contudo
não é raro encontrar tirinhas
satíricas, de cunho social ou político.
Depende da finalidade e do
objetivo do autor, bem como do
público-alvo que atingem.
A princípio, as tiras tinham uma
diagramação padrão de 30 cm de largura
por 10 cm de altura. Porém, como temo,
muitos desenhistas ousaram bastante e
produziram tiras muito criativas com
diagramação diversificada. É comum
encontrarmos tiras na vertical, bem como
com um número de quadros superior a seis,
ou mesmo desalinhadas.
Curiosidade
Guerra contra os mouros;
(surgimento de Portugal – 1147)
1189 (1198) – Canção da
Ribeirinha (Paio Soares de
Taveirós);
Feudalismo (poder ligado a terra);
Teocentrismo (Deus no centro);
Cruzadas: (ordem militar e
religiosa) objetivo de difundir as
ideias da igreja católica.
Foi a primeira manifestação
literária da Língua Portuguesa;
Surgiu no século XII, em plena
idade média, período em que
Portugal estava no processo de
formação nacional;
A poesia era feita para ser cantada.
Movimento literário que surgiu na Idade
Média no século XI, na região da Provença
(sul da França) e se espalhou por toda a
Europa até seu declínio no século XIV
ç
Novelas de cavalaria:
Ciclo bretão: tem como figura central o Rei
Arthur e seus cavaleiros;
Ciclo carolíngio: a figura central é Carlos Magno
e os 12 pares da França;
Ciclo clássico: recriação de um universo com
temas greco-latinos.
Cantigas:
Líricas – Amor e amigo
Satíricas – escárnio e maldizer
Cancioneiro da Ajuda: contém 310 cantigas
(séc. XIII - XIV). Encontra-se no Palácio da
Ajuda, Lisboa.
Cancioneiro da Biblioteca Nacional:
manuscrito séc. XV – XVI, contém 1647
cantigas. Encontra-se na Biblioteca de Lisboa
Cancioneiro da Vaticana: contém 1205
cantigas; encontra-se na Biblioteca do
Vaticano (Roma). Séc. XV – XVI.
Rei
Servos
Nobreza
Clero
C.Melo2020
Cantigas
Trovadorescas
Tema amor platônico; Sua “senhor”;
eu lírico – masculino; amor cortês;
coita – inatingível; vassalagem –
relação impossível.
Tema falta do amado; elementos da
natureza; refrão; eu lírico feminino.
Tema situações da época; crítica
indireta; linguagem popular.
Temática pesada, conflitante; crítica
direta; linguagem de baixo calão.
Ritmo, repetição sonora, refrão,
paralelismo (par de estrofes – repetição de
duas estrofes com pequenas diferenças;
auxiliava na memorização das cantigas;
leixa-pren – encadeamento entre estrofes
pares e ímpares)
Era da nobreza,
escrevia e cantava. Acompanhavam os
jograis; eram cantoras
ou dançarinas; eram
constantemente
acusadas de serem
prostitutas.
Sobrevivia de arte, não era
nobre. Cantava e reproduzia
as poesias dos trovadores;
às vezes, compunha suas
próprias obras
Tinha origem nobre, ainda
que fosse um fidalgo
decadente; executava
obras alheias e também
cantava e compunha suas
canções.
C.Melo2020
Pronome
Introduz oração adjetiva. {o (a)
qual; os (as) quais}
→ O vírus que circula transmite
a Covid-19 (o qual)
Relativo
Conjunção
Integrante
Introduz oração adjetiva. (que
+ oração = isso)
→ Quero que a pandemia
termine. (quero isso)
Conjunção
Explicativa
Introduz oração coordenada
explicativa. (= porque)
→ Fique calmo; que a pandemia
há de passar. (porque)
Expletivo
Podem ser suprimidos sem
prejuízo ao sentido (trata-se de
uma partícula de realce).
→ É o coronavírus que circula
entre a população. (É e que –
podem ser suprimidos)
Frequentemente haverá, antes
do que, uma forma do verbo
ser, sendo ambos dispensáveis
para a estrutura da sentença.
Pronome
Interrogativo
Aparece em frases
interrogativas. Pode ser usado
também com o artigo: o/a que.
→ O que é a Covid-19?
“Conjunção
Adverbial”
Introduz oração adverbial.
→ Ainda que fique em casa, não
deixarei de estudar.
Faz parte de locuções adverbiais
“a que”, “já que”, “ainda que”,
etc.
Nesses casos, a classificação é
de toda a locução.
C.Melo2020
Vanguardas
→ 1ª Guerra Mundial: crítica à
arte; em guerra, a arte é inútil.
→ Estranhamento: Reflexo do
mundo; Perda das amarras
racionais; humor e seriedade.
Marcel Duchamp – “A fonte”
Representam um conjunto
de movimentos artísticos-
culturais que ocorreram em
diversos locais da Europa a
partir do início do século XX
e que influenciaram a arte
moderna mundial desde
pintura, escultura,
arquitetura, literatura,
cinema, teatro música, etc.
Europeias
→ Beleza e fé nas máquinas.
→ Exaltação: progresso, tecnologias e
guerras.
→ Movimento: velocidade; sobreposição
de imagens.
→ Moralismo rejeitado.
→ Objetivo e patriotismo.
Filippo Marinetti
Giacomo Balla
Álvaro de Campos
→ Formas geométricas – recusa a
mimese; fragmentação.
→ Multiplicidade dos ângulos:
escultórico.
→ Colagens: sensorial. – Na
literatura: quebra com a sintaxe.
Pablo Picasso
→ Expressão: pessimismo;
sentimentos ruins; angústia,
desespero, tristeza, dor e solidão.
→ Subjetivismo.
→ Estética do feio.
→ Sentimentos plásticos.
→ Deformação do real: distorção.
Cândido Portinari
Franz Kafka
→ Movimento surrealista
– André Breton: período
entre guerras.
→ influência da
psicanálise – importância
do inconsciente.
→ Subjetividade: sonhos
– fuga; ideia de
liberdade.
→ Quebra com a lógica
(despertar).
Salvador Dali (distorção)
Juan Miró (libertação)
Autorretrato
Salvador Dali
Retirantes
Cândido Portinari
Deux Personnages
(A Lecture)
Pablo Picasso
A velocidade do automóvel
Giacomo Balla
Diacrônica
A língua é reinventada a cada dia,
ela não é sempre a mesma,
palavras surgem e outras deixam
de ser usadas. Dessas
reinvenções surgem as variações
que envolvem vários aspectos
Ocorre com o
desenvolvimento da
história (também chamadade Variação Histórica).
Ex.: Pharmácia
Farmácia.
Diatópica
Está relacionada ao local em
que é desenvolvida (também
chamada de Variação
Geográfica).
Ex.: celular (Brasil) X
telemóvel (Portugal)
Diastrática É percebida segundo os
grupos ou classes sociais
envolvidos (também chamada
de Variação Social).
Ex.: gírias e jargões
Diafásica
Ocorre de acordo com o
contexto (também chamada
de Variação Situacional).
Ex.: Situações formais e
informais.
Diamésica
Diz respeito a diferenças de
oralidade e escrita (também
chamada de Variação de
Meio).
Ex.: linguagem escrita (Você
vai?) X linguagem oral (Cê
vai?)
Texto escrito, de caráter
informativo, destinado a
explicar uma palavra.
Título do verbete, palavra
que será explicada.
Aparece sempre em
destaque. Alguns
dicionários a apresentam
separada silabicamente.
Abreviação da classe de
palavras a qual está
inserida a palavra em
questão, bem como o
significado nos vários
contextos em que é
inserida.
Cada número representa
um significado diferente
da palavra.
Destinado à consulta;
Descrição sucinta dos significados;
De acesso imediato;
Organizado em ordem alfabética;
Uso de linguagem formal e objetiva;
Nível lexical elevado;
Precisão na escolha dos termos;
Ausência de subjetividade;
Simplificação das construções
sintáticas.
Texto escrito, de caráter
informativo, destinado a
consulta, o que lhe impõe
uma construção discursiva
sucinta e de acesso
imediato.
Palavra que fica em
destaque e traz o assunto
que será tratado no
verbete.
Entrada
Definição
Descrição do conceito
trabalhado capaz de
caracterizar o assunto do
verbete.
Contextualização
Especialmente histórica, ou em
termos do campo de conhecimento
científico que fornece instrumentos à
compreensão do tema; detalhamento
do conceito abordado muitas vezes
organizadas por subtítulos.
Suporte
Enciclopédias de papel
organizadas de forma
a facilitar ao máximo a
busca das entradas
relevantes.
Linguagem
Verbal: formal, padrão,
técnica, clara e acessível.
Não verbal: pode apresentar
ilustrações e infográficos.
Com o avanço da
tecnologia, passaram
a ser disponibilizadas
em formato digital.
Disponibilizadas em sites da
internet. São compostas por
hipertextos e pela presença
de hiperlinks (ligam
determinadas palavras de
um documento a outro).
Verbete de dicionário: Apresenta
uma palavra de entrada, sua classe
gramatical e vários significados para
essa palavra.
Verbete de enciclopédia: Traz
informações gerais sobre a palavra de
entrada, não informações
gramaticais, apresentando significado
para cada palavra destacada.
Palavra variável que exprime
ação, estado, mudança de estado
e fenômeno da natureza,
situando-se no tempo.
1ª conjugação: A – cantar, dançar
2ª conjugação: E – vender, por
3ª conjugação: I – pedir, ferir
C.Melo2020
Servem de Sujeito ao verbo:
1ª pessoa: eu adoeço; nós
adoecemos
2ª pessoa: tu adoeces; vós
adoeceis
3ª pessoa: ele adoece; eles
adoecem.
Singular e Plural
A Covid-19 mata.
A Covid-19 e a
Dengue matam
Propriedade que o verbo tem de
indicar a atitude do falante em
relação ao fato que comunica:
Indicativo: A Covid-19 se
espalhou pelo mundo.
Subjuntivo: Que o coronavírus
acabe logo.
Imperativo: Fique em casa!
Propriedade que tem o verbo de
localizar o fato no tempo, em
relação ao momento em que se
fala:
Presente: Fico em casa para
não me contaminar.
Pretérito: Estudei sobre o
coronavírus.
Futuro: Usarei máscara
sempre que sair de casa.
Indicam a relação entre o sujeito e a ação expressa
pelo verbo:
Ativa: o sujeito é agente do fato expresso pelo verbo,
isto é, pratica a ação. Ex.: Paula lava bem as mãos.
Passiva: o sujeito é paciente do fato expresso pelo
verbo, isto é, recebe a ação. Ex.: A máscara foi usada
por Paulo
Reflexiva: o sujeito é, ao mesmo tempo, agente e
paciente, pratica e recebe a ação. Ex.: O coronavírus
espalhou-se pelo mundo.
C.Melo2020
ç
São aqueles que possuem
as desinências normais de
sua conjugação e cuja
flexão não provoca
alterações no radical:
amo, amarei, amava,
amasse.
São aqueles cuja flexão
provoca alterações no
radical ou nas desinências:
faço, fiz, farei, fizesse.
São aqueles que não
apresentam conjugação
completa, como por
exemplos, os verbos falir,
abolir e os verbos que
indicam fenômenos
naturais, como chover,
trovejar, etc. (defectivo →
defeituoso)
São aqueles que possuem
mais de uma forma com o
mesmo valor. Geralmente,
essa característica ocorre no
particípio: matado/morto,
enxugado/enxuto.
(abundante → muito)
São aqueles que incluem
mais de um radical em sua
conjugação: verbo ser:
sou/fui; verbo ir: vou/ia.
São aqueles que se
referem a qualquer sujeito
implícito ou explícito.
Quase todos os verbos são
pessoais.
São verbos que se unem
ao verbo principal na
formação dos tempos
compostos e das locuções
verbais. Ser, estar, ter,
haver.
São aqueles que não se referem a qualquer
sujeito implícito ou explícito e são utilizados
sempre na 3ª pessoa. São verbos impessoais:
aqueles que indicam fenômenos meteorológicos
(chover, nevar, ventar, etc.); o verbo HAVER (no
sentido de existir, ocorrer, acontecer, decorrer,
fazer, realizar-se ou ser possível); e FAZER
(indicando tempo decorrido ou fenômeno
meteorológico).
Empregado para assimilar:
# Um fato que ocorre no momento em
que se fala: Os alunos estudam em
casa.
# Uma ação habitual: Lave sempre as
mãos.
# Uma verdade universal (ou dita como
tal): O importante é ter saúde.
# Fatos já passados (usa-se o presente
no lugar do pretérito para dar maior
realce à narrativa): Em 1918, o mundo
viveu uma pandemia de gripe.
# Fatos futuros não muito distantes, ou
mesmo incertos: Amanhã vou ao
mercado.
Empregado para apontar
um fato futuro em relação
ao momento em que se
fala: Usarei máscara
sempre que sair à rua.
Empregado para designar:
# Um fato contínuo, habitual, permanente: ele andava à toa.
# Um fato passado, mas de incerta localização no tempo: Era
uma vez...
# Um fato presente em relação a outro fato passado: Eu lia
quando ele chegou.
É usado para transmitir um
acontecimento certo e real.
Empregado para referir um fato já
ocorrido, concluído: Estudei sobre a
transmissão do coronavírus.
Indica uma ação passada em
relação a outro fato passado (ou
seja, é o passado do passado). Não
usara máscara, por isso não pôde
entrar no supermercado.
Empregado para assinalar:
# Um fato futuro, em relação a outro fato
passado: Eu iria à escola se não fosse a
pandemia.
# Um fato futuro, mas duvidoso, incerto:
Seria realmente agradável poder sair de casa.
# Um fato presente (nesse caso indica polidez
e, às vezes, ironia): Daria para ficar afastado?
C.Melo2020
Modo Subjuntivo
Modo Imperativo
Empregado para assimilar:
# Um fato presente, mas duvidoso,
incerto: Talvez a pandemia passe
logo... não sei
# Um desejo, uma vontade: Que as
aulas retornem é o desejo de alunos e
professores.
Empregado para indicar uma hipótese,
uma condição: Se não houvesse
isolamento social, a história seria outra.
Empregado para indicar um fato futuro já
concluído em relação a outro fato futuro:
Quando as aulas retornarem, estudarei
bastante.
É usado para transmitir
uma hipótese, dúvida ou
possibilidade.
Traz um comando positivo.
Lave bem as mãos e use
álcool emgel.
Traz um comando
negativo, uma proibição.
Não faça aglomerações.
É usado para transmitir um
pedido, ordem, súplica.
C.Melo2020
O vício está na
palavra.
São desvios gramaticais que
ocorrem por descuido ou
desconhecimento das normas
nos diferentes níveis
linguísticos: fonético,
semântico, sintático e
morfológico.
Ortoépico
Problema no lugar da
letra. Ex.: mortandela
(mortadela).
Prosódico
Problema na acentuação
(silabada). Ex.: rúbrica
(rubrica).
Gráfico Erro na grafia
(cacografia). Ex.:
naum (não).
Semântico
Erro (deslize) no
sentido. Ex.: Mordida
(picada) de pernilongo.
Estrangeirismo
Troca de idiomas. Ex.: galicismo
(francês) - menu (cardápio);
anglicismo (inglês) - sale (vender)
Desvio na
sintaxe.
Concordância
Verbal ou nominal. Ex.:
A turma gostaram
(gostou) de mim.
Regência
Uso inadequado da
preposição. Ex.: Paulo
namora com (a) Maria.
Colocação
Colocação
pronominal
inadequada. Ex.:
Não (se) trata-se
de um problema
sério.
Som
desagradável
Cacófato
Som obsceno.
Ex.: A boca dela.
(cadela)
Eco
Repetição de
terminações. Ex.:
Vicente mente,
gente
Colisão
Sons semelhantes.
Ex.: Levante-se
sério
Hiato
Vogais próximas.
Ex.: Leva a água
agora
Palavras que não
se usam mais.
Ex.: Vosmecê
Palavras novas.
Ex.: deboísmo (de
boa, numa boa)
Uso de gírias.
Ex.: demorô.
Uso de expressões
populares que vão contra a
norma culta. Ex.: Vamos
comê (comer)
Repetição
desnecessária. Ex.:
Subir lá em cima.
O vício ocorre na escrita de textos não literários, nos
quais se é exigido o uso da norma padrão culta da
língua.
Em se tratando de linguagem falada, na qual
prevalece a linguagem coloquial, temos as variações
linguísticas. Já nos textos literários, tem-se a
chamada licença poética e as figuras de linguagem.
Vídeo feito para
homenagear, criticar,
informar ou gerar humor.
Tempo determinado:
em torno de 1 minuto
Une elementos da
oralidade e escrita.
Imagem padrão – logotipo
do canal e informações
sobres os profissionais que
trabalharam na construção
do vídeo.
Título
Imagens
Estímulo visual e
ilustração do texto
falado, facilita a
compreensão da
mensagem.
Elementos
Paralinguísticos
Qualidade da voz e ritmo da fala (ajudam a
compor a melodia do texto, marcando
informações que precisam ser destacadas);
marcas de oralidade (“é mole”, “né” “hein” –
aproxima o público-alvo e dá a sensação de
uma conversa familiar); pausas (acontecem
para possibilitar a respiração), risos, gritos.
Música de
Fundo
Coopera para acentuar
o clima de ação e
agilidade do vídeo.
Elementos
Cinésicos
Mudança de ângulo de
filmagens, movimentos,
gestos e expressões faciais
– acrescentam dinamismo
às cenas..
C.Melo2020fabricado em
papel de melhor qualidade,
no tamanho A4; usa misturas
de cores mais chamativas e
não é distribuído em massa
como os panfletos, mas sim
para potenciais clientes.
Ganhou o nome devido à sua
velocidade de distribuição (flyer =
voador), mas ainda preserva a
característica básica do panfleto:
é direto e possui pouca
informação, porem a sua
qualidade é bem maior. Costuma
ser impresso em grandes
quantidades, em papéis de maior
qualidade e com um trabalho
estético mais apurado.
Tem pelo menos uma dobra (folder =
pasta, dobra). É mais refinado e exige
um maior investimento em design,
pois oferece maiores possibilidades
criativas e permite uma quantidade
maior de informações. É excelente
para apresentações corporativas,
lançamentos e descrições detalhadas
de produtos e serviços
Apresenta o mesmo encadeamento
temático do texto original;
Há a utilização de vocábulos e estilo
distintos do material fonte;
Não há comentários críticos, humor
e ironia em relação às ideias
parafraseadas;
Pode ocorrer o uso de expressões
com “isto é” ou “ou seja”.
A paráfrase consiste na
reescrita de um texto, mas
mantendo sua essência em
termos temáticos; é uma
espécie de tradução dentro
da própria língua.
A paródia estrutural ou criativa
não consiste na construção de
novos significados que remetem
ao campo temático do texto
principal.
Há semelhança e o texto
parafrástico, nesta categoria, não
discorda, mas distancia-se do
texto original, indo além da
simples reiteração. Não é paródia,
pois não há uma reescrita com
função de humorizar ou ironizar o
texto original.
Reformulação e continuidade, sendo
uma forma específica
da intertextualidade, isto é, da
reutilização e manutenção de um
discurso previamente elaborado, um
diálogo entre dois textos.
A paráfrase origina-se do
grego “para-phrasis”, que
significa repetição de uma
sentença.
A paráfrase ideológica ou
reprodutiva possui um laço
estreito com a reprodução
integral de ideias, isto é, trata-
se de quase copiar as
informações de um texto.
A habilidade primordial é a
capacidade de reelaborar
sentenças sem copiá-las
totalmente. Não se trata de um
resumo, pois não há exclusão
de informações secundárias.
“Minha terra tem palmeiras
Onde canta o sabiá.
As aves que aqui gorjeiam
Não gorjeiam como lá.
(Gonçalves Dias)
“Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá.
(Oswald de Andrade)
Desenvolvimento de teorias
científicas na Europa;
Darwinismo (acreditava na
dominação dos mais fortes sobre
os mais fracos);
Comunismo;
Determinismo (crendo que o
homem era influenciado por meio
social, sua raça e pelo momento
histórico que vivia);
Positivismo (pregava que toda
teoria deveria ter um fundamento
científico).
Contexto Histórico Características
Linguagem objetiva e impessoal
Descrição visual
Estilo ornado e culto
Preocupação com a estética
Perfeição formal
Metrificação e versificação
Preciosismo (palavras e rimas
raras)
Espírito científico
Temas da realidade cotidiana
Valorização dos temas clássicos
Preferência pelas formas poéticas
fixas (soneto)
Foi um movimento literário restrito
baseado no parnasianismo francês e
no lema “arte pela arte”. O poeta João
Penha (1838-1919) é considerado o
introdutor do movimento no país.
Representantes
João Penha (1838-1919):
Rimas (1882), Novas Rimas (1905) e Últimas
Rimas (1919).
Gonçalves Crespo (1846-1883):
Miniaturas (1870), Nocturnos (1882) e Obras
Completas (1887).
António Feijó (1859-1917):
Transfigurações (1862), Líricas e
Bucólicas (1884) e Ilha dos Amores (1897).
Cesário Verde (1855-1886):
“Nós” (1884) e a compilação póstuma de
seus poemas “O Livro de Cesário Verde”
Em Portugal, não
apresentou um projeto
consistente. Por isso,
é, comumente,
integrado à produção
do realismo-
naturalismo português
(1865-1900).
“Para alguém sou a
vida e a luz dos olhos,
E, se na Terra
existe, é porque existo”
Gonçalves Crespo
Decadência econômica açucareira;
Crescimento do prestígio dos
estados do sul;
Descontentamento da classe
burguesa em ascensão na época;
Abolição da escravatura no Brasil,
em 1888;
Proclamação da República
brasileira, em 1889.
Contexto Histórico
Características
Arte pela arte
Objetivismo e universalismo
Cientificismo e positivismo
Temas baseados na realidade
(objetos e paisagens), fatos
históricos, mitologia grega e cultura
clássica
Busca da perfeição
Sacralidade e o culto à forma
Preocupação com a estética,
metrificação, versificação
Utilização de rimas ricas e palavras
raras
Preferência por estruturas fixas
(soneto)
Descrição visual bem detalhada
Foi um estilo poético que marcou
a elite literária brasileira do final do
século XIX, já que, entre os
fundadores da Academia Brasileira de
Letras, criada em 1897, a maioria dos
poetas eram parnasianos.
Representantes
Teófilo Odorico Dias Mesquita (1854-1889):
Flores e Amoras (1874), Cantos Tropicais
(1878), Lira dos Verdes Anos (1878), A
Comédia dos Deuses (1888).
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (1865-
1918): Poesias (1888), Crônicas e Novelas
(1894), Crítica e Fantasia (1904), Ironia e
Piedade (1916), Tarde (1919).
Antônio Mariano de Oliveira (Alberto de
Oliveira – 1857-1937): Canções Romântica
(1878), Meridionais (1884), Poesias (1900),
Céu, Terra e Mar (1914).
Raimundo da Motta de Azevedo Corrêa (1859-
1911): Primeiros Sonhos (1879), Sinfonias
(1883), Versos e Verões (1887), Aleluias
(1891), Poesia (1898).
O Parnasianismo
foi contemporâneo
do Realismo e do
Naturalismo. Teve
como marco inicial
a publicação da
obra "Fanfarras",
de Teófilo Dias,
em 1882.
“Há quem me julgue perdido,
porque ando a ouvir estrelas.
Só quem ama tem ouvidos
para ouvi-las e entendê-las”
Olavo Bilac
Poema
→ Tem por finalidade expressar
sentimentos, emocionar, entreter.
→ Organiza-se em versos, que podem se
agrupar em uma ou mais estrofes.
→ Utiliza linguagem expressiva, figurada,
pessoal e subjetiva.
→ Pode apresentar palavras e expressões
em sentido conotativo e denotativo.
→ Explora a sonoridade, o ritmo e a rima
das palavras.
→ Pode apresentar palavras e expressões
repetidas.
Gênero textual que utiliza
as palavras como matéria-
-prima, organizando-as em
versos, estrofes ou prosa,
ou seja, apresenta uma
estrutura que permite
defini-lo como gênero. A
palavra poema é derivada
do verbo grego poein, que
significa “fazer, criar,
compor”.
Verso: cada uma das linhas.
Estrofe: cada um dos conjuntos
de linhas.
Métrica: contagem das sílabas
poéticas.
Rima: combinação de sons
iguais ou semelhantes nas
palavras.
Ritmo: confere sonoridade e
melodia ao poema.
Soneto: Foi criado no século XIV sendo composto
por catorze versos, dos quais dois deles são
quartetos (estrofe de 4 versos) e dois são tercetos
(estrofe de 3 versos).
Balada: Poema de narrativa de lendas e tradições,
originária dos povos do Norte da Europa,
composto de três estrofes de 8 ou 10 versos, que
finalizam com o mesmo refrão e com uma
dedicatória.
Trova: Composição poética de quatro versos de
sete sílabas cada um, rimando pelo menos o
segundo com o quarto verso. É criação popular,
que fala diretamente ao coração do povo.
Haicai: É um poema curto de origem japonesa. “hai”
(brincadeira, gracejo) e “kai”(harmonia,
realização), ou seja, representa um poema
humorístico. Composto de três versos (terceto),
sendo o primeiro e o último de 5 sílabas e o segundo
de 7, totalizando 17 sílabas poéticas.
Cordel: O texto é escrito com métrica fixa e rimas
que fazem a musicalidade dos versos; tratam dos
costumes locais, fortalecendo as identidades
regionais.
Acróstico: composição que consiste em formar uma
palavra vertical com as letras iniciais ou finais de
cada verso gerando um nome próprio ou uma
sequência significativa.
Poetrix: poema minimalista, criado por Goulart
Gomes, composto de um título e uma estrofe de três
versos com, no máximo, trinta sílabas métricas.
Poema visual: são produções literárias em
que as imagens, formas e tudo o que é
capaz de ser captado pela visão, ganham
destaque.
Poesia
Expressão das vivências negras -
alegria natural, despreocupação, prática
de magia, sentimentos de religiosidade;
A procura e/ou afirmação da identidade
negra;
Ausência de um código de cor básico e
obrigatório;
Uso de temas da vida e da população
negra resultante de vivências próprias ou
de estudos e observações conscientes;
Reprodução de ritmos negros;
Introdução na poesia de termos e
palavras do vocabulário afro-brasileiro;
Transformação e a reabilitação
semântica da linguagem.
Forte instrumento de
expressão, resistência
e libertação dos valores
negros.
Negra no Brasil
Determinação do poeta de desvencilhar-se do anonimato e
da ‘invisibilidade’ que o relegou a sua condição de descendente
de escravos ou ex-escravos;
Construção de uma epopeia negra, por meio da qual se
procede ao resgate da história do negro, (re)contada em versão
‘não oficial’;
Reversão dos valores, buscando a afirmação da identidade
negra pela inversão ideológica do universo semiótico ligado ao
negro, num quase virar do avesso as isotopias do “negro burro”,
“negro indolente” etc.;
Nova ordem simbólica, que nada mais é do que uma
consequência natural da “lei” anterior, na qual o poema se torna
o espaço da destruição de uma simbologia estereotipada
Oswaldo de Camargo (1936): é um dos
responsáveis pela inclusão da literatura negra no
circuito cultural do Brasil;
Lino Guedes (1897-1951): escreve como negro,
também sobre o negro e para o negro, num
momento de ebulição cultural e social;
Solano Trindade (1908-1974): com sua poesia
política, contestatória e marxista, dá um rumo de
grandeza à literatura negra cantando e exaltando
Zumbi dos Palmares.
Conceição Evaristo (1946): Escritora de origem
pobre e de etnia negra, seus textos trazem a
experiência de opressão e marginalidade, com forte
valorização da memória ancestral.
Nos dias de hoje, se aceitar como negro na literatura é algo
bem difícil, pois muitos ainda temem sofrer preconceitos ou
ser discriminado por suas origens, além de pensar que as
pessoas irão julgar mal seus trabalhos, por causa de um
estereótipo de que o negro não teria a capacidade de criar
tais obras. Essas barreiras estão sendo quebradas e o negro
está conseguindo se destacar nesse cenário.
Os Sinais de pontuação são
recursos prosódicos que
conferem às orações ritmo,
entoação e pausa, bem como
indicam limites sintáticos e
unidades de sentido.
Ponto Indicar o final de uma
frase declarativa.
Separar períodos.
Abreviar palavras.
Final
Dois
Pontos
Iniciar fala de personagens.
Anteceder apostos ou orações
apositivas, enumerações ou sequência
de palavras que explicam e/ou resumem
ideias anteriores.
Anteceder citação direta.
Reticências
Indicar dúvidas ou hesitação.
Interromper uma frase incompleta
sintaticamente.
Concluir uma frase gramaticalmente
incompleta com a intenção de estender
a reflexão.
Suprimir palavras em uma
transcrição.
Parênteses Isolar palavras, frases intercaladas
de caráter explicativo, datas e,
também, podem substituir a vírgula
ou o travessão.
Ponto de
Exclamação
Inicia a fala de um personagem
no discurso direto.
Indica mudança do interlocutor nos
diálogos.
Uni grupos de palavras que indicam
itinerários.
Substitui a vírgula em expressões ou
frases explicativas.
Ponto de
Interrogação
Em perguntas diretas.
Às vezes, pode ser
utilizada junto com o ponto
de exclamação para enfatizar
o enunciado.
Vírgula
Marca pausas no
enunciado, indicando que os
termos por ela separados não
formam uma unidade
sintática, apesar de estarem
na mesma oração.
Veja os casos de seu uso no
mapa conceitual sobre
vírgula.
Ponto e
Vírgula
Usado para separar os
itens de uma sequência.
Usado para separar
orações coordenadas muito
extensas ou orações
coordenadas nas quais já se
tenha utilizado a vírgula.
Aspas
Isola palavras ou
expressões que fogem à
norma culta, como gírias,
estrangeirismos,
palavrões, neologismos,
arcaísmos e expressões
populares.
Indica uma citação direta
Travessão
Após o vocativo.
Final de frases imperativas.
Após interjeições.
Após palavras ou frases de caráter
emotivo, expressivo.
...
:
.
( )
―
!
?
,
;
“ ”
Quando houver necessidade
de utilizar aspas dentro de
uma sentença onde ela já
esteja presente, usa-se a
marcação simples (').
Substitui o sujeito da
oração diretamente: eu,
tu, ele/ela, nós, vós,
eles/elas
Palavra que está ligada
ao substantivo,
podendo substituir ou
referir-se a ele direta ou
indiretamente
Doutor(a), Mestre(a)
não são pronomes de
tratamento, são títulos
acadêmicos.
Situa o termo em relação
ao tempo, posicionamento
(espaço) e no próprio texto
(referência). Este(s),
esta(s), isto, esse(s),
essa(s) isso, aquele(s),
aquela(s), aquilo.
Demonstrativo
Interrogativo
Pronomes que
criam perguntas:
Que, quem, qual,
quanto.
Indefinidos
Não se referem a algo ou alguém
de modo específico. Podem mudar
o sentido da oração de acordo com
sua posição no texto. Algum,
nenhum, todo, mudo, pouco, vário,
tanto, outro, quanto (flexionam-se
em gênero e número), alguém,
ninguém, outrem, tudo, nada, algo cada
(não se flexionam), qualquer,
quaisquer.
Tratamento
Você – informal
Senhor(a): pessoas mais velhas
Senhorita: formal, jovens solteiras
Vossa Alteza: príncipes e duque
Vossa Eminência: cardeais
Vossa Magnificência: reitores
Vossa Majestade: reis e imperadores
Vossa Meritíssima: juízes
Vossa Reverendíssima: sacerdotes
Vossa Senhoria: autoridades
Vossa Santidade: Papa
Vossa Excelência: altas autoridades
Pessoais
Possessivos
Aqueles que dão ideia de
posse: meu(s), minha(s),
teu(s), tua(s), seu(s),
sua(s), nosso(s), nossa(s)
vosso(s), vossa(s)
Concordam com o
objeto possuído, não
com a pessoa que o
possui.
Retos
Oblíquos
Exercem a função
de objeto da
oração: me, mim,
comigo, te, ti,
contigo, se, si,
consigo, o(s), a(s),
lhe(s), nos,
conosco, vos,
convosco
Relativos
Retoma um termo anterior
a ele: que, quem, onde (=
em que), aonde (= a que),
quando, o(a) qual, os(as)
quais, cujo(s), cuja(s)
(relação de posse)
São aqueles que situam
a pessoa ou a coisa
demonstrada no tempo,
espaço ou próprio texto
em relação às 3 pessoas
do discurso.
Esse(s)
Essa(s)
Isso
Indica o que está perto
da pessoa com quem se
fala.
→ Paula, empresta-me
esse álcool em gel que
está com você.
Indica futuro ou passado
próximo.
→ Esses próximos dias
serão perigosos para
quem não permanecer
em casa.
Indica informação que
já apareceu.
→ Falta de cuidado, esse
é o motivo de contágio.
Este(s)
Isto
Esta(s)
Indicao que está perto
da pessoa que fala.
→ Ana, veja estas
máscaras que estou
vendendo.
Indica o tempo presente
em relação a quem fala.
→ Esta semana não
sairei de casa.
Introduz algo a ser
mencionado.
→ Só desejo isto: que a
pandemia acabe.
Aquele(s)
Aquela(s)
Aquilo
Indica passado remoto
ou tempo referido de
modo vago.
→ Bons tempos aqueles
em que podíamos sair
livremente.
Indica o que está
distante de quem fala e
de quem ouve.
→ Olhem aquelas
pessoas andando sem
máscaras.
Utilizado para retomar o 1º
elemento de uma enunciação.
→ Pedro e Paulo se cuidam:
este, por ficar em casa; aquele
por usar máscara e higienizar
as mãos.
1ª pessoa: aquela que
fala.
2ª pessoa: aquela que
escuta;
3ª pessoa: aquela de
quem se fala
Pronomes
Elementos coesivos
# Unem duas
orações formando
períodos compostos;
# Retomam o termo
antecedente
→ Estabelece relação de
posse.
→ Concorda em gênero e
número com a coisa possuída
(cujo, cujos, cuja, cujas).
→ Não admite a posposição de
artigo (artigo não pode ser
colocado após ele).
Cujo
Onde
→ Só pode ser empregado
para indicar lugar (= lugar em
que).
→ Verbo regido da preposição
A = AONDE (= lugar a que –
pressupõe movimento)
Qual
→ Relaciona-se com o antecedente.
→ Retoma palavra que designa pessoa ou
coisa.
→ Pode ser substituído por o(a) qual,
os(as) quais.
→ Pode ser precedido das preposições A,
COM, DE, POR.
→ Pode ser empregado em casos que não
há exigência da preposição.
Que
Quanto
Quem
Relativos
→ Sempre precedido de
tudo, toda, tanto...
→ Concorda em gênero e
número com o antecedente.
→ Aceita preposição.
→ Utilizado para tudo:
pessoa, coisa, objeto, etc.
→ Sempre precedido de
artigo O(S), A(S)
→ Refere-se a um ser
personificado ou a uma
pessoa.
→ Sempre pede a
preposição A.
O pronome
é colocado
depois do
verbo.
Ênclise
→ Verbo iniciar uma oração:
Avisaram-me que a Covid-19
mata.
→ Verbo no infinitivo
impessoal, regido pela
preposição A: O Coronavírus
começou a espalhar-se pelo
Brasil.
→ Orações reduzidas de
gerúndio: Cuidando-me, não
serei contaminado.
→ Vírgula ou pontuação antes
do verbo: Enquanto durar a
pandemia, mantenho-me
isolado.
Mesóclise
O pronome
é colocado
no meio do
verbo.
→ Futuro do presente: As
aulas realizar-se-ão de forma
remota até que cesse a
pandemia.
→ Futuro do pretérito:
Convidar-lhe-ia para uma
festa, se não houvesse o
isolamento social.
Próclise
O pronome é
colocado antes
do verbo.
→ Palavras de sentido
negativo: Nada o entediava
mais do que ficar em casa o
dia todo.
→ Advérbios: Aqui se
tem casos confirmados
de Covid-19.
→ Conjunções subordinativas
(ligam duas orações): Embora
o considere muito, não posso
permitir que venha aqui.
→ Conjunções subordinativas
(ligam duas orações): Embora
o considere muito, não posso
permitir que venha aqui.
→ Pronomes Indefinidos:
Nem todos se preocupam
com o Coronavírus.
→ Pronomes
Demonstrativo:
Isso me deixa
muito triste.
→ Preposição seguida de
gerúndio: Em se tratando de
Covid-19, a prevenção é o
melhor remédio.
Refere-se ao uso dos
pronomes oblíquos átonos:
me, te, se, o(s), a(s), lhe(s),
nos, vos.
Expansionismo marítimo;
Chegada dos Portugueses ao
Brasil;
Período de colonização – não é uma
literatura propriamente brasileira,
mas escrita em terra brasileira.
Quinhentismo – relativo a 1500 –
ano do desembarque português em
terras brasileiras;
Crônicas de viagens;
Textos descritivos e informativos;
Conquista material e espiritual;
Linguagem simples;
Utilização de adjetivos.
Momento em que a cultura europeia foi introduzida no
país durante o século XVI. Note que, nesse período,
ainda não se trata de literatura genuinamente
brasileira, a qual revele visão do homem brasileiro.
ç
C.Melo2020
Carta do descobrimento: Pero Vaz
de Caminha foi escrita no ano de
1500 e publicada pela primeira vez
em 1817;
Tratado da Terra do Brasil: Pero de
Magalhães Gândavo escrito por
volta de 1570 e impresso pela
primeira vez em 1826;
Literatura
Literatura
Diálogo sobre a conversão
dos gentios: Padre Manuel da
Nóbrega: escrito em 1557 e
impresso em 1880;
Arte de Gramática da Língua
mais usada na Costa do
Brasil: Padre José de
Anchieta, 1595.
De Formação
De Informação
Religiosa e pedagógica. Tinha como objetivo a
catequização dos indígenas. Poemas, sermões e
peças teatrais para mostrar aos nativos qual a
forma correta de se vestir e se comportar e,
principalmente, abandonar as práticas religiosas
pagãs
Descreve o território colonizado.
Aspectos climáticos, espécies de
animais e plantas, paisagem,
hábitos da população nativa.
História da Província de Santa
Cruz, a que vulgarmente
chamamos Brasil: Pero de
Magalhães Gândavo: editado em
1576;
Tratado descritivo do Brasil:
Gabriel Soares de Sousa: escrito
em 1587 e impresso em 1839.
Desenvolvimento de teorias
científicas na Europa;
Darwinismo (acreditava na
dominação dos mais fortes sobre
os mais fracos);
Comunismo;
Determinismo (crendo que o
homem era influenciado por meio
social, sua raça e pelo momento
histórico que vivia);
Positivismo (pregava que toda
teoria deveria ter um fundamento
científico).
Contexto
Características
# Ênfase nas ideias socialistas e de revolução;
# Objetivismo e cientificismo;
# Preocupação com a realidade imediata de
Portugal;
# Foco na vida cotidiana e destaque para as
pessoas comuns;
# Ataque aos falsos valores;
# Rejeição ao clérigo e a monarquia;
# Negação da idealização;
# Opiniões objetivas.
Histórico
Foi um movimento artístico e cultural
desenvolvido nos anos de 1960. A
corrente criticava o Romantismo e a
estrutura social que estava em vigor
desde então. Desejava a renovação
dos valores e tentava contribuir para
que o país alcançasse os ideais
do mundo moderno.
Representantes
Antero de Quental (1842 - 1891): Odes
Modernas (1865); Bom Senso e Bom Gosto
(cartas de 1865); A Dignidade das Letras e as
Literaturas Oficiais (1865); Defesa da Carta
Encíclica de Sua Santidade Pio IX (1865);
Causas da decadência dos povos peninsulares
(1871).
José Maria de Eça de Queiroz (1845 - 1900): O
Mistério da Estrada de Sintra (1870); O Crime
do Padre Amaro (1875); A Tragédia da Rua das
Flores (1877-78); O Primo Basílio (1878); O
Mandarim (1880); A Relíquia (1887); Os Maias
(1888).
Decadência econômica açucareira;
Crescimento do prestígio dos
estados do sul;
Descontentamento da classe
burguesa em ascensão na época;
Abolição da escravatura no Brasil,
em 1888;
Proclamação da República
brasileira, em 1889.
Contexto Histórico
Características
Realidade como fundamento;
Temas do cotidiano, egoísmo, adultério;
Destaque da classe trabalhadora nas
obras;
Descrição, análise e crítica da sociedade;
Fiel no trato dos personagens, excesso de
detalhes;
Objetividade e materialismo;
Personagens analisados
psicologicamente;
Enredo em 3ª pessoa – onisciente,
imparcial e impessoal;
Marcado pelo objetivismo, pela
veracidade e pela denúncia social, o
Realismo brasileiro tem início com a
obra de Machado de Assis “Memórias
Póstumas de Brás Cubas”, publicada
em 1881.
Representantes
Machado de Assis (1839-1908) foi o principal
autor do movimento literário Realismo no
Brasil. Entre suas obras destacam-
se: Memórias Póstumasde Brás Cubas, Dom
Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires.
Raul Pompeia (1863-1895) destaca-se com
sua obra O Ateneu
Demonstração dos defeitos e
detalhes da mulher
Subordinação do amor aos
interesses sociais
Heróis são mostrados como
pessoas comuns, com defeitos,
incertezas e manias
Críticas às instituições sociais e
aos valores burgueses
Universalismo e cientificismo
Palavra puxa palavra, uma ideia
traz outra, e assim se faz um livro,
um governo ou uma revolução...
Machado de Assis
É o mecanismo que verifica
se um termo serve de
complemento a outro. A
palavra ou oração que rege
os outros chama-se Regente
e o complemento chama-se
Regido.
O termo regente é um
nome. O termo regido é
sempre o Complemento
Nominal, que é
necessariamente precedido
por uma preposição.
Adepto, alheio, favorável, indiferente,
referente, paralelo, reativo, acessível,
adequado, desfavorável, equivalente,
insensível, obediente, dentre outros.
Abstraído, capaz, incapaz, digno, constante,
indigno, passível, certeza, entre outros.
Amoroso, compatível, cruel, cuidadoso,
descontente, desleal, digno, dentre outros.
Aflito, ansioso, capaz, cruel, desrespeito,
essencial, isento, leal, útil, hábil, natural,
dentre outros.
Abundante, acessível, análogo, atenção,
conforme, isento, necessidade, receio, útil,
dentre outros.
Atenção, aversão, ávido, compaixão,
contente, diferente, grato, inclinação, receio,
dentre outros.
Note que alguns nomes
possuem mais de uma
preposição que os regem.
Portanto, para saber qual é a
regência de uma palavra para
uso mais formal da língua,
deve-se consultar o dicionário
ou a gramática.
Fica a Dica:
O termo regente é um
Verbo, que é sempre
completado por um
Objeto. O vínculo entre o
verbo e seu termo regido
pode se dar com ou sem a
presença da preposição.
Fazer carinho (VTD):
sem preposição.
Contentar, satisfazer
(VTI): preposição A.
Sorver, respirar
(VTD): sem preposição.
Pretender, desejar
(VTI): preposição A.
Prestar assistência,
ajuda (VTD): sem
preposição.
Ver: (VTI): preposição A.
Pertencer, caber: (VTI):
preposição A.
Acompanhado de
adjunto adverbial de preço
ou valor (VI): sem
complemento.
Ser custoso (VTI):
preposição A.
Acompanhados de
pronome (VTI): preposição
DE.
Sem acompanhamento
de pronome (VTD): sem
preposição.
Sempre são VTI:
preposição A.
Objeto é coisa (VTI):
preposição DE ou SOBRE.
Objeto é pessoa (VTD):
sem preposição.
Sempre são VTI:
preposição COM.
Objeto é pessoa (VTI):
preposição A.
Objeto é coisa (VTD):
sem preposição.
É bitransitivo (VTDI):
exige um complemento
sem preposição e outro
com a preposição A.
São Intransitivos (VI):
sem preposição;
Se acompanhados de
adjunto adverbial de lugar:
preposição A.
É transitivo direto (VTD):
sem preposição.
Textos narrados em 1ª pessoa;
Verbos no presente e em grande
parte no pretérito (passado);
Caráter subjetivo;
Experiências pessoais;
Presença de emissor e receptor.
Modalidade textual que
apresenta uma narração sobre
um fato ou acontecimento
marcante da vida de uma
pessoa, destacando suas
emoções e sentimentos
Ainda que não seja
necessário, geralmente
aborda o tema que será
tratado no texto.
É importante delimitá-lo,
seja um evento que
ocorreu, uma fase da vida,
uma conquista, uma
superação, ou até mesmo
uma história triste.
Pequeno trecho em que
se apresenta a ideia do
que se vai relatar.
Apresentação dos fatos
que serão narrados.
Obedece à sequência
cronológica em que eles
ocorreram.
É extremamente
importante pensar
numa conclusão para
seu relato, seja uma
questão que surgiu com
a escrita, ou mesmo
uma sugestão para as
pessoas enfrentam tal
problema.
Título
Ao produzir um
relato pessoal é
essencial estar
atentos a alguns
pontos.
Tema
Introdução Contexto
Desfecho
Quem?
Narrador e
personagens
.
O quê?
Fato que
aconteceu
.
Quando?
Tempo.
Como?
De que maneira
aconteceu.
Por quê?
O que causou o
fato.
Relato oral: presença da oralidade com
uma linguagem mais descontraída.
Relato escrito: linguagem formal é
utilizada seguindo as normas da língua
como concordâncias, pontuação,
ortografia, dentre outros
Gênero textual jornalístico de caráter
dissertativo-expositivo. Tem por objetivo
informar e levar os fatos ao leitor de uma
maneira clara, com linguagem direta.
Texto em primeira ou terceira pessoa;
Presença de títulos;
Temas sociais, políticos, econômicos;
Linguagem simples, clara e dinâmica;
Discurso direto e indireto;
Objetividade e subjetividade;
Linguagem formal;
Textos assinados pelo autor.
Título ou manchete: formulado de forma
a chamar a atenção e despertar o interesse
dos receptores. Consiste, geralmente, em
frases de efeito concisas.
Subtítulo ou título secundário:
complementa o título principal e apresenta
mais informações, ainda que breves, sobre
o que será encontrado no texto. Esse
elemento é facultativo.
Lide ou lead: primeiro parágrafo do texto
no qual são apresentadas as principais
informações da matéria. Devido ao caráter
mais detalhado da reportagem, a lide não
precisa responder todas as perguntas (O
quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por
quê?)
Corpo do texto: é o desenvolvimento da
reportagem. É o elemento do texto que vai
reunir todas as informações adquiridas pelo
repórter, como pesquisas, entrevistas,
material gráfico, etc.
Expositivas: quando apenas
apresentam os fatos de forma objetiva e
imparcial.
Opinativas: quando os fatos são
apresentados em conjunto com o ponto de
vista do repórter.
Interpretativa: quando os fatos são
analisados em conjunto com outros
elementos, sugerindo uma determinada
conclusão sobre o tema.
A reportagem não precisa ser estruturada
no modelo de pirâmide invertida, em
que os fatos mais relevantes são
apresentados por primeiro, seguidos de
suas explicações e desdobramentos.
C.Melo2020
Concisão: texto breve, sem detalhes.
Objetividade: foco no ponto chave do
conteúdo.
Argumentação: foco na coesão e
coerência para convencer o leitor.
Recomendação: serve para
recomendar ou não uma obra (daí a
necessidade de uma boa argumentação).
Texto contínuo: sem quebras de
subtítulos.
Tipo de resumo crítico, contudo
mais abrangente: permite
comentários e opiniões, inclui
julgamento de valor,
comparação com outras obras
da mesma área e avaliação da
relevância da obra em relação
às outras do mesmo gênero.
É informativa. Nela o
resenhista dá a conhecer ao
leitor um pouco sobre o
autor e sua obra, sem fazer
julgamentos.
Informa como a obra é
organizada em termos de
texto e de imagem, a que
leitor ou espectador ela se
destina, assim como o juízo
de valor que o resenhista faz
sobre a obra.
Descritiva
Introdução
Informações sobre o autor da
obra, tais como formação, local
e tempo onde viveu e outras
obras que escreveu, bem como
informação acerca do tema e
do gênero da obra, como é
feita a sua abordagem e qual a
intenção do autor.
Desenvolvimento
Conclusão
Informa se o tema é de fácil compreensão, se
a obra é interessante e se destaca dentro do
seu gênero; compara com outras obras do
mesmo autor; recomenda ou não sua leitura.
Crítica
É opinativa. Além de expor
algo a respeito do conteúdo, o
resenhista dá sua opinião de
forma crítica, influenciandoo
comportamento dos leitores.
Refletir e responder a algumas questões pode
ajudar a definir melhor o caminho a se seguir:
Gostou do livro ou filme?
Qual parte foi mais interessante?
Que relações ele pode ter com outras
obras?
Quais as principais considerações e apreciações sobre o
tema?
Sentiu que teve alguma parte que não ficou bem
explicada?
Quais as emoções geradas depois de ler o livro ou assistir
ao filme?
Brevidade: o resumo contém as ideias
principais, enquanto os pormenores são
excluídos;
Rigor e clareza: Respeita a ordem das
informações e não apresenta juízo de
valor (opinião);
Linguagem pessoal: não se copia frases
do texto, exprimem-se as ideias principais
por palavras nossas;
O texto deve ser em prosa; não deve
ser reproduzido em tópicos;
Deve ser compreensível (dispensa a
consulta no texto original).
Trata-se de um texto em que
são dispostos e apresentados
os pontos essenciais, ideias
ou fatos principais que foram
desenvolvidos no decorrer de
outro texto. Esses pontos são
expostos de forma abreviada,
sempre respeitando a ordem
em que aparecem no texto
resumido.
Indica apenas os pontos
principais do texto, não
apresentando dados
qualitativos e quantitativos,
dentre outros.
Informa suficientemente ao
leitor, para que esse possa
definir a conveniência da
leitura do texto inteiro.
Expõe finalidades,
metodologia, resultado,
conclusões, dentre outros
dados.
Indicativo
Informativo
Resumo com análise
interpretativa. (Ver resenha) Crítico
Antes de escrever:
Faça uma leitura rápida pra
compreender o texto na sua
globalidade;
Faça uma leitura lenta para
descobrir a ideia-chave ou tópico de
cada parágrafo utilizando o
sublinhado.
Fato
Central
Quem fez o quê.
Informações Responde às perguntas:
Onde? Quando? Como? Por
quê? Com quem? Para quê?
Ao escrever:
Faça uma leitura mais lenta para
memorizar e analisar, escrevendo os
vários tópicos numa folha;
Reconstrua o texto com rigor e
clareza (estruture os tópicos em forma
de parágrafo, de forma que ele tenha
sequência lógica e sentido);
Faça uma leitura de seu
resumo, fazendo a revisão
semântica e ortográfica.
Adicionais
Estratégias Apagamento: elimina partes
desnecessárias;
Generalização: reduz elementos
usando critério semântico;
Construção: substitui sequência
de fatos por um único, que pode
ser presumido a partir deles.
Queda dos sistemas de governo
tirânicos;
Ideais de liberdade e igualdade;
Formação de uma mentalidade
nacionalista;
Consolidação do pensamento
liberal;
Revolução francesa;
Revolução industrial inglesa;
Declaração universal dos Direitos
Humanos.
Contexto
Características
Manifestações
C.Melo2020
# Subjetivismo – valorização de opiniões e
expressões de pensamento individual.
# Sentimentalismo – forte expressão de
tristeza, melancolia e saudade.
# Idealização – visão ideal das coisas
perfeitas.
# Patriotismo – visa recuperar o orgulho
português e os valores da pátria.
# Culto ao fantástico – tendência à fantasia e
sonhos.
# Culto à natureza – situa-se em ambientes
naturais.
# Saudosismo – refugia-se no passado.
HistóricoNa Europa
# Romântico – do francês romaunt
designava as expressões artísticas
que contivessem aspectos da
cavalaria e da Idade Média.
# Início 1836 – publicação da obra “A
voz do profeta” de Alexandre
Herculano.
# 1837 – criação da primeira revista
romântica portuguesa – “O
Panorama”.
ªGeração
# Apresenta influências neoclássicas e certa
preocupação com questões históricas.
# Produções tendem ao subjetivismo
extremado, ao medievalismo, ao nacionalismo
e à idealização da mulher.
# Destacam-se: João de Almeida Garret
(teatro, novelas e poesias) – Viagens na Minha
Terra; Folhas Caídas. Alexandre Herculano
(poesias, romances, lendas e narrativas e
historiografia) – A volta do proscrito; Eurico, o
presbítero.
ªGeração
ªGeração
# Consolida o movimento romântico em
Portugal.
# Mal do século: negativismo, morbidez e
sentimentalismo exagerado.
# Destaca-se: Camilo Castelo Branco – Amor de
Perdição; Amor de Salvação; Queda de um Anjo,
A Bruxa do Monte Córdova; A Mulher Fatal.
# Livre dos exageros
ultrarromânticos.
# Produções apresentam
espontaneidade lírica e
musical.
# Destaca-se: Júlio Diniz – As
pupilas do senhor Reitor; Os
fidalgos da casa mourisca.
Contexto
Histórico
Chegada da família Real (1808 –
fugia das tropas francesas de
Napoleão Bonaparte);
Abertura dos portos;
Fundação do Banco do Brasil;
Criação dos tribunais das Finanças
e da Justiça;
Implantação da imprensa;
Permissão para instalação de
indústrias;
Inauguração da Biblioteca Real
com mais de 60 mil volumes;
Independência do Brasil – 1822.
Manifestações
Poesia
Prosa
1ª Geração
Indianista ou Nacionalista
2ª Geração
Ultrarromântica ou
Byroniana
3ª Geração
Condoreira
Romance Regionalista
Romance Urbano
Romance Indianista
Marcada pelos estilos de
textos, não por gerações
como na poesia.
Marco inicial a publicação do
livro de poemas de Gonçalves
de Magalhães (1811-1882),
intitulado "Suspiros poéticos
e saudades", em 1836.
C.Melo2020
O marco inicial do romance brasileiro se dá
a partir da publicação das obras “O filho do
pescador”, de Teixeira e Sousa (1843) e “A
moreninha”, de Joaquim Manuel de
Macedo (1844).
Durante o período colonial, a prosa
inexistiu. Nessa ausência de tradição, os
autores românticos partiram do nada e
fizeram suas primeiras tentativas mais
consistentes.
Teatro
O teatro no Brasil, até então, era
proveniente da Europa e tinha
como principal objetivo agradar às
elites brasileiras, que
transformavam as apresentações
em verdadeiros eventos sociais.
C.Melo2020
Indianista Características
Marcada pelo teor patriótico, de
afirmação nacional, de compreensão
do que era ser brasileiro, pela
expressão dos sentimentos mais
íntimos e dos desejos mais pessoais.
Utiliza uma linguagem poética que
passou a buscar uma proximidade com
o cotidiano das pessoas, com a
linguagem do dia a dia.
Panorama
→ Influência direta da
Independência do Brasil;
→ Nacionalismo – criação da
identidade nacional
(anticolonialista);
→ Ufanismo (orgulho exacerbado
pelo país em que nasceu);
→ Exaltação à natureza e à
pátria;
→ O índio (primeiro brasileiro)
como grande herói nacional;
→ Sentimentalismo;
Representantes
→ Domingos José Gonçalves
de Magalhães (1811-1882) –
autor de Suspiros poéticos e
Saudades, obra que dá início
ao Romantismo no Brasil
(1836);
→ Antônio Gonçalves Dias
(1823-1864) – Canção do
Exílio e Os timbiras.
Byroniana
Byronismo – atitude
amplamente cultivada
entre os poetas da segunda
geração romântica e
relacionada ao poeta inglês
Lord Byron.
Panorama
Geral Características
→ Aspecto doentio (depressivo) – mal do
século;
→ Satanismo – referência o demônio,
cerimônias demoníacas proibidas e
obscuras.
→ Inferno – prolongamento das dores e
das orgias da Terra.
→ Egocentrismo; Individualismo;
→ Excesso de subjetivismo e do
emocionalismo românticos;
→ Irracionalidade;
→ Escapismo, fantasia, culto da morte;
Pessimismo;
→ Noturnismo: ambientes fúnebres,
noturnos, misteriosos, apropriados aos
rituais satânicos e à reflexão sobre a
morte, depressão e solidão.
→ Morbidez (desejo de morrer).
Representantes
Geral
Álvares de Azevedo (1831-1852):Lira
dos vinte anos;
Casimiro de Abreu (1837-1860):
Meus oito anos;
Fagundes Varela (1841-1875):
Cântico do Calvário (para o filho
falecido prematuramente)
Condoreira
Panorama
Geral
Condor – ave que simboliza
a liberdade. Os poetas
criticavam e refletiam
sobre as condições sociais
dos escravos.
Características
→ Discursa sobre liberdade,
questões sociais,
abolicionismo;
→ Uso de exclamações,
exageros, apóstrofes;
→ Mulher presente, carnal;
→ Volta-se para o futuro,
progresso;
→ Ainda fala sobre o amor.
Representante
Castro Alves (1847 –
1871) – o “poeta dos
escravos”: Espumas
Flutuantes e Navio
Negreiro.
Indianista
Panorama
Geral
Considerando que o branco era tido
como colonizador europeu, e o negro,
como escravo africano, o índio foi
considerado como o único legítimo
representante da América, sendo ele a
expressão da nacionalidade autêntica,
de amor exacerbado à terra e defesa do
território.
Características
→ Traz à tona a vida, cultura, crença e
costumes indígenas;
→ Índio surgiu como herói,
representando o Brasil e os brasileiros,
sendo corajoso, heroico, forte e
idealizado;
→ Valorização da natureza;
→ O espeço onde ocorre a narrativa
remete ao natural, à paisagem
brasileira.
Representantes
José Martiniano de Alencar
(1829-1877) – autor de
Iracema, O Guarani e
Ubirajara.
Urbano
Retratou as experiências do
cotidiano e a vida social dos
habitantes da cidade. São os mais
lidos até hoje.
Panorama
Geral
Características
→ Grande maioria narrava uma
história que ocorria nas
capitais, na alta sociedade;
→ Fazia críticas aos costumes;
→ Heróis e heroínas desse
período faziam ou não parte
dessa alta sociedade e tinham
que superar várias barreiras
para a felicidade e a realização
do amor e do casamento.
Representantes
José Martiniano de Alencar (1829-
1877) – autor de Lucíola, Senhora,
Diva, A viuvinha, Helena.
Joaquim Manuel de Macedo (1820-
1882) – A moreninha, O moço loiro,
O forasteiro, A luneta mágica.
Manuel Antônio de Almeida (1830-
1861) – Memórias de um sargento de
milícias.
Regionalista
Panorama
Geral
Marcado pela busca do
redescobrimento do
Brasil e sua diversidade
regional e cultural.
Características
→ Passado em ambientes rurais,
mostrando costumes, valores e cultura
típica de uma região.
→ Apresenta as especificidades do clima,
costumes e língua diferentes entre si em
um país que tem impressa a diversidade.
→ Herói do campo, sertanejo, alguém
que pertence à sua terra e é o retrato
dela. É bravo e honrado, preza a moral e
os costumes de seu ambiente.
Representantes
José Martiniano de Alencar (1829-
1877) – autor de O tronco de ipê, Til e
O Gaúcho.
Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle
Taunay - “Visconde de Taunay” (1843-
1899) – Inocência; Ouro sobre azul;
Lágrimas do coração.
Bernardo Joaquim da Silva Guimarães
(1825-1884) – O Seminarista; A
escrava Isaura; O garimpeiro.
C.Melo2020
C.Melo2020
Representante
Características
Panorama Geral
O teatro no Brasil, até então, era
proveniente da Europa e tinha como
principal objetivo agradar às elites
brasileiras, que transformavam as
apresentações em verdadeiros
eventos sociais.
→ Escreveu quase 30 peças, dentre comédias, sátiras, farsas e
dramas.
→ Imprimiu um caráter brasileiro, fundando o gênero comédia de
costumes no Brasil.
→ No geral, produziu peças curtas e superficiais, contidas em um
único ato, apenas esboçando a natureza das personagens e
criando tramas, por vezes com pouca verossimilhança e
coerência.
→ É constantemente elogiado pela espontaneidade dos diálogos
e pela perspicácia no registro dos costumes.
Luís Carlos Martins Pena (1815-
1848): A família e a festa na roça; O
caixeiro da Taverna; O Judas em
sábado de aleluia; Quem casa quer
casa.
Semana de
→ 1911: fundação da revista O
Pirralho, por Oswald de Andrade.
→ 1912: chegada de Oswald da
Europa trazendo as ideias cubistas e
futuristas.
→ 1913: exposição de pintura
expressionista de Lasar Segall.
→ 1917: exposição de Anita Mafaltti –
causa o primeiro confronto aberto
entre o velho (Monteiro Lobato com o
artigo “Paranoia ou Mistificação?”) e o
novo (jovens artistas).
Manifestação artístico-cultural que
ocorreu no Theatro Municipal de São
Paulo entre os dias 11 a 18 de fevereiro
de 1922. O evento reuniu diversas
apresentações de dança, música, recital
de poesia, exposição de obras e
palestras. Foi um marco para a arte e a
intelectualidade nacional, promovendo a
divulgação da nova forma de pensar e
produzir, atualizando a inteligência
brasileira.
Industrialização paulistana;
Aumento do número de
imigrantes europeus;
Surgimento de uma burguesia
industrial ainda marginalizada
politicamente;
Política governamental voltada à
exportação do café;
O período era o da República
Velha, liderada por oligarquias do
café.
Arte brasileira demonstrava
influências europeias;
O movimento ainda era desorganizado,
sem uma linha própria.
A crítica limitou a produção dos
modernos à mera cópia do futurismo
italiano.
Influência das Vanguardas Europeias.
Os artistas que participaram eram
retratados como futuristas endiabrados,
subversores da arte, etc.
A burguesia, habituada aos modelos
estéticos europeus mais arcaicos, se
incomodou com a possível mudança.
Arte Moderna
13 de fevereiro de 1922 (segunda-
feira):
Abertura oficial do evento;
“A emoção estética da Arte Moderna”,
por Graça Aranha;
“A Pintura e a Escultura Moderna do
Brasil”, por Ronald de Carvalho;
Ernani Braga apresenta músicas com
críticas a Chopin;
Villa-Lobos apresentou peças musicais e
danças africanas.
15 de fevereiro de 1922 (quarta-feira):
Guiomar Novaes toca alguns clássicos;
Menotti del Picchia apresenta os novos
escritores: Oswald de Andrade, Mário de
Andrade e Plínio Salgado;
Mário de Andrade apresenta o manifesto
“A escrava que não era Isaura”.
17 de fevereiro de 1922 (sexta-feira):
A tranquilidade veio muito por conta das
galerias que ficaram vazias.
Revista Klaxon (1922)
Revista Estética (1924)
Movimento Pau-Brasil (1924)
Movimento Verde-Amarelo (1924)
A Revista (1925)
Manifesto Regionalista (1926)
Terra Roxa (1927)
Outras Terras (1927)
Revista de Antropofagia (1928)
Movimento Antropofágico (1928)
Estuda o significado e a
interpretação do significado de
uma palavra, de um signo, de
uma frase ou de uma expressão
em um determinado contexto.
São palavras parecidas, mas que
apresentam pequenas diferenças na
grafia.
→ Descrição (ato de descrever);
discrição (personalidade do discreto)
Estuda os sinônimos,
palavras que tem
significados semelhantes.
→ casa, residência,
moradia
Relação de oposição de
sentido entre as palavras
e expressões da língua.
(Antônimos)
Triste / feliz
Palavras que possuem a
mesma grafia e a mesma
pronúncia, mas significados
diferentes
→ cedo (advérbio de tempo);
cedo (verbo ceder)
C.Melo2020
Permite que um mesmo
nome assuma diversos
significados.
→ O gato ficou preso na
árvore.
→ Ele é um gato.
→ Pedro fez um gato na
rede elétrica.
Homônimos Perfeitos Palavras Homógrafa
s
Palavras
Homófonas
Hipônimos
Significado específico →
margarida - flor
Hiperônimos
Significado genérico →
margarida - flor
Apresentam a mesma
fonética (pronúncia igual),
mas significadose escritas
diferentes.
→ acento (sinal gráfico);
assento (cadeira, lugar)
Apresentam a mesma grafia,
mas pronúncia e significados
diferentes.
→ começo (substantivo -
início); começo (verbo
começar)
Nova afirmação do sentido
de um texto ou passagem
usando outras palavras.
→ O professor ajuda quem
muito estuda (Deus ajuda
quem cedo madruga).
25 de junho de 1857, As flores do
mal, do francês Charles
Bauderlaire;
2ª Revolução Industrial;
Crise econômica europeia;
Capitalismo liberal → pobreza e
desigualdade;
Desilusão com a realidade;
Crise da monarquia, econômica e
financeira de Portugal;
Ultimato inglês ocorre a partir de
1870 (em Portugal), quando a
Inglaterra inicia o plano
expansionista com o lema: um
domínio do Cabo do Cairo.
Contexto Histórico
Características
Rejeição ao cientificismo,
materialismo e racionalismo
Manifestações metafísicas e
espirituais
Negação ao naturalismo
Exaltação à realidade subjetiva
Sublimação
Subjetivismo
Uso de Sinestesias e aliterações
Musicalidade
O movimento Simbolista em Portugal
está intimamente ligado ao estado de
depressão que domina a sociedade.
Marco inicial publicação da
obra Oaristos (1890), livro de
poemas de Eugênio de Castro e se
estende até a proclamação da
República em 1910.
.
Representantes
Eugênio de Castro (1869-1944): Oaristos.
António Nobre (1867-1900): Torres.
Camilo Pessanha (1867-1926): Clepsidra.
“Porque o melhor,
enfim, é não viver nem
ver... Passarem sobre
mim e nada me doer!”
Camilo Pessanha
Transição de Monarquia para
República (política do café-com-
leite);
Política das Espadas e das
Oligarquias.
Guerra de Canudos (1896-1897)
Revolução Federalista (1893-
1895);
Revolta Armada (1893)
Contexto Histórico
Características
Não-racionalidade
Subjetivismo, individualismo e
imaginação
Espiritualidade e
transcendentalidade
Subconsciente e inconsciente
Musicalidade e misticismo
Linguagem subjetiva, imprecisa,
vaga, transcendental, sensorial,
fluida, onírica, libertária, expressiva,
musical, criativa, mística, misteriosa,
sensual e espiritual
Figuras de
linguagem: sinestesia, aliteração, as
sonância.
O Brasil não teve um movimento
simbolista típico, sendo essa escola
literária, no confronto com as demais,
a mais europeia dentre as que
contaram com seguidores em nossa
terra. Seu marco inicial é o ano de
1893 com a publicação de "Missal" e
"Broquéis", de Cruz e Souza.
Representantes
João da Cruz e Sousa (1861-1898): Missal
(1893), Broquéis (1893), Tropos e
fantasias (1885), Faróis (1900) e Últimos
Sonetos (1905).
Afonso Henrique da Costa Guimarães
(Alphonsos de Guimarães, 1870-1921):
Setenário das dores de Nossa Senhora
(1899), Dona Mística (1899), Kyriale
(1902), Pastoral aos crentes do amor e da
morte (1923).
Augusto dos Anjos (1884-1914): Eu
(1912)
“Sonho profundo, ó
Sonho doloroso, doloroso
e profundo sentimento!
Vai, vai nas harpas
trêmulas do vento chorar o
teu mistério tenebroso”
Cruz e Souza
Versão abreviada do argumento
central da obra;
Não inclui uma visão crítica (seja
positiva ou negativa);
Apresenta a obra de maneira a
informar e familiarizar o
espectador/leitor;
Apresenta os fatos mais marcantes
da história.
Resumo argumentativo
de uma obra escrita, de
um filme ou de uma
narração.
Sinopse Comercial, curta ou
do leitor é feita para a
relação público-obra. Revela
o evento que faz o
personagem ser instado a
agir diante de uma situação,
fazendo com que o leitor
crie conexão entre os pontos
abordados para ir em busca
de respostas.
Permitir ao leitor o acesso a
algumas ideias gerais do
texto de modo a
conscientizá-lo sobre o tema
a ser lido.
Descrição da personagem
principal;
Conflito que a personagem
enfrenta;
Aliados (se houver);
Adversários, inimigos ou
obstáculos;
O que a trama tem de
surpreendente;
Época e local da história.
Sinopse completa ou aberta é
aquela enviada aos
editores/produtores contando
ponto a ponto sobre o
livro/filme, inclusive o final
Uma boa sinopse responde a estas 7
perguntas:
Quem é o protagonista?
Qual o conflito?
Onde a história acontece?
Qual o problema a ser resolvido?
Qual o gênero do livro/filme?
Qual o caráter da personagem?
Qual o enredo do livro/filme?
Parte da gramática que estuda a
disposição das palavras na frase e
das frases no discurso.
Todo enunciado formado por
uma ou mais orações e que
produza sentido.
Período formado por apenas
uma oração (possui apenas um
verbo ou uma locução verbal).
A Covid-19 mata.
Período formado por mais de
uma oração (possui mais de
um verbo ou uma locução
verbal).
A Covid-19 é uma doença
viral e pode levar à morte.
Frase que não apresenta
verbo.
Cuidado!
Frase que apresenta verbo.
Fique em casa!
Todo enunciado que produza
sentido completo.
As aulas estão suspensas
por causa do coronavírus.
Todo enunciado, de sentido
completo ou não, que possua
verbo.
Muitos já morreram devido à
pandemia.
Termo essencial da oração
sobre o qual se faz uma
declaração.
Possui apenas um núcleo
(substantivo ou pronome).
Márcia usa máscara ao sair de
casa.
Possui mais de um núcleo
(substantivo ou pronome).
Médicos e enfermeiros
trabalham na linha de frente ao
combate do coronavírus.
Não está explícito na oração; é
determinado pela flexão número-
pessoa do verbo ou identificado
pelo contexto. Também chamado
de sujeito elíptico ou desinencial
Uso álcool em gel para higienizar
as mãos. (eu)
Fenômenos da natureza:
Choveu ontem.
Ser, estar, parecer, ficar: indicando
fenômeno da natureza.
Está frio hoje.
Fazer: indicando fenômeno da natureza
ou tempo decorrido.
→ Faz mais de dois meses que as aulas foram
suspensas.
Haver: no sentido de existir, acontecer ou
indicando tempo decorrido.
→Há dois meses estamos em isolamento social
Ser: indicando horas, distância ou datas.
→São cinco horas da tarde.
Verbos impessoais, não
possuem sujeito.
Verbos na 3ª pessoa do plural
Anunciaram muitas mortes por
coronavírus.
Verbos na 3ª pessoa do singular +
SE
Vive-se com medo do contágio.
O sujeito existe, mas não se
pode ou não se quer
determina-lo.
Aquele cujo núcleo é representado
por um nome (substantivo ou
adjetivo). Apresenta verbo de
ligação (ser, estar, permanecer,
ficar, tornar-se, andar, parecer,
virar, continuar, viver)
Ela parece doente.
Possui dois núcleos: um nome e um
verbo significativo.
As crianças já não correm livres.
(verbo + adjetivo)
Aquele cujo núcleo é um verbo
significativo (os que indicam ação
ou fenômeno da natureza); podem
ser verbos transitivos ou
intransitivos.
O coronavírus causa
insuficiência respiratória.
Tudo de uma frase que não seja
sujeito, pois é tudo o que se diz
deste.
Assim como o sujeito, é um termo
essencial da oração.
É a característica atribuída
ao sujeito por meio do verbo
de ligação. (Encontra-se
dentro do predicado).
José está doente.
Elemento que atribui uma
característica, estado ou
qualidade ao objeto.
A covid-19 deixou
Pedro debilitado.
Ainda que não seja
exigido, após o verbo
pode ser acrescentada
mais algumainformação.
Caio saiu sem máscara.
Forma de ligar o sujeito
ao predicado da oração
ou ao predicativo do
sujeito. No que respeita
à predicação, os verbos
podem ser intransitivos,
transitivos ou de
ligação.
Verbos que expressam sentido
completo.
Caio saiu.
Diretos
São aqueles cujo
complemento não exige
preposição.
Ana guardou a máscara.
Transitividade verbal
necessidade que um
verbo tem de ser
completado por algo.
Verbos que não têm
sentido sozinhos,
que precisam de
complementos.
Indiretos
São aqueles cujo
complemento exige
preposição.
Cláudia permaneceu
em casa durante a
quarentena.
Indiretos
Diretos e
São aqueles que possuem
dois complementos um sem
e outo com preposição.
Beatriz pagou a máscara
para a vendedora.
São aqueles que ligam o
sujeito ao predicativo do
sujeito.
José está doente.
Diferente dos verbos
transitivos e intransitivos, os
verbos de ligação não
expressam ação, mas
exprimem estado, mudança
ou continuidade do estado.
Após identificar o sujeito e o predicado:
Verbo Intransitivo (VI): Não precisa perguntar nada
ao verbo ou, no máximo, algo sobre circunstância
(onde, como, quando, etc.).
Verbo transitivo direto (VTD): quem? Ou O quê?
Verbo transitivo indireto (VTI): (preposição) +
quem? Ou (preposição) + quê?
Verbo transitivo direto e indireto (VTDI): O quê? Ou
Quem? (preposição) + quem? Ou (preposição) +
quê?
Completa o sentido de um
verbo transitivo direto, ou
seja, aquele cuja preposição
não é obrigatória.
Ana guardou a máscara.
São três as razões ou finalidades para o
emprego do objeto direto
preposicionado.
Clareza da frase:
Nessa luta, vencerá ao vírus a
humanidade.
Harmonia da frase:
Maria teme ao contágio por Covid-19.
Ênfase ou força da expressão:
A pessoas doentes ninguém roube.
Há uma única situação
em que o objeto direto é
preposicionado de
maneira obrigatória:
O objeto direto caracteriza-se por não
possuir preposição obrigatória, no
entanto, há alguns casos em que ele
pode apresentar-se preposicionado.
Trata-se, porém, de uma faculdade,
não obrigatoriedade.
São aqueles que se repetem
com o objetivo de chamar a
atenção. Podem ocorrer com
objetos diretos ou indiretos.
O álcool em gel, comprou-
o no mercado.
Não existe verbo com
dois objetos diretos ou
dois objetos indiretos. O
objeto pleonástico é
expresso na frase duas
vezes, sob a forma de
um pronome pessoal
oblíquo átono
Completa o sentido de um
verbo transitivo indireto, ou
seja, aquele cuja preposição
é obrigatória.
Muitas pessoas não gostam
de usar máscara.
É o termo da oração que
completa o sentido dos
verbos transitivos diretos e
transitivos indiretos, verbos
estes que não têm sentido
completo em si.
Quando ele for expresso
por pronome pessoal oblíquo tônico.
Você prometeu a mim que usaria
máscara ao sair.
Representa o recebedor,
o paciente, o alvo da
declaração expressa por
um nome.
Termo de valor adjetivo que
vem associado a um
substantivo (nome)
modificando, especificando ou
precisando o seu sentido no
contexto, em qualquer que seja
a função dele.
Adjetivo
A Covid-19 é
uma doença
grave.
Locução
Adjetiva
No mercado falta
álcool em gel.
Artigo
Um dia o mundo
estará livre do
coronavírus.
Pronomes
Adjetivos
Não esquecerei minha
máscara ao sair de
casa.
Numeral
As duas pessoas estão
contaminadas
Há carência de recursos
para se combater o
coronavírus.
Completa ASA → Adjetivo,
Substantivo Abstrato e Advérbio.
Uso obrigatório da preposição.
Acompanha, apenas, o substantivo
abstrato ou concreto.
Possui preposição apenas quando
se tratar de locução adjetiva.
É regido pelas mesmas
preposições do objeto indireto.
Difere deste apenas porque, em
vez de complementar verbos,
complementa nomes
(substantivos, adjetivos) e
alguns advérbios terminados em
-mente.
Termo da oração que
intensifica um verbo (Eles se
respeitam muito), um
adjetivo (Seu projeto é muito
interessante) ou um advérbio
(O time jogou muito mal) ou
acrescenta circunstâncias
específicas a um verbo.
Toda palavra que é advérbio
na classe gramatical é adjunto
adverbial na função sintática.
Afirmação: Ele certamente virá à reunião.
Dúvida: Talvez eu esteja contaminado.
Meio: Prefiro viajar de avião.
Fim: Estudem bastante para a prova.
Condição: Não se consegue vencer sem
esforço.
Companhia: Gosto de viajar com meus pais.
Assunto: As pessoas conversam sobre a covid-
19.
Concessão: O ginásio ficou lotado, apesar da
chuva.
Causa: Não saí de casa por medo do
coronavírus.
Modo: As lesmas andam devagar.
Instrumento: Cortei-me com a faca.
Intensidade: Fala-se muito sobre a pandemia.
Tempo: Voltarei das férias na próxima semana.
Negação: Algumas pessoas não acreditam na
vacina.
Conformidade: Devemos nos prevenir
conforme as orientações sanitárias.
Interesse: Por você, sou capaz de qualquer
coisa.
Lugar: Se puder, fique em casa.
Preço: A gasolina está sendo vendida a preços
muito altos.
Matéria: O anel que perdi era de ouro.
Acréscimo: Além da tristeza, sentia profundo
cansaço.
Nem sempre é possível apontar com
precisão a circunstância expressa
por um adjunto adverbial.
Em alguns casos, as diferentes possibilidades de
interpretação dão origem a orações sugestivas
(Entreguei-me calorosamente àquela causa –
modo ou intensidade?). Por isso, é fundamental
levar em conta o contexto em que surgem os
adjuntos adverbiais.
Termo que, acrescentado a
outro termo da oração, tem a
função de ampliar, resumir,
explicar ou desenvolver mais
o conteúdo do termo ao qual
se refere.
Assisti a um documentário
sobre Chuck Jones, criador do
Pernalonga, na TV a cabo.
Para vencer na vida, são
necessárias três qualidades:
coragem, determinação e
paciência.
O rio caudaloso, serpente
negra, traz o progresso para
as populações ribeirinhas.
Lápis, cadernos, borrachas,
canetas, todos esses objetos,
atraem a atenção das
crianças nas papelarias
(resumidor).
Na escrita, o aposto é sempre
antecedido por vírgula ou
dois-pontos; O explicativo e
comparativo são antecedidos
e seguidos por vírgula.
Termo que tem a função de
interpelar diretamente
(chamar) o interlocutor.
Por estar isolado no enunciado, não
exerce função de sujeito e nem de
predicado, aparecendo geralmente
separados do restante da oração
por meio da vírgula.
Amiga, você sabe que horas são?
Venha ver isso, pessoal!
Você sabe, Pedro, que eu te amo.
Revela qualquer informação a
respeito de um livro, filme, anime ou
série;
Quebra a experiência singular de
sentir a emoção daquele conteúdo pela
primeira vez.
Informação que afeta a tensão
ou a surpresa do filme. Uma
informação, para ser
considerada spoiler, deve ser
capaz de atrapalhar a atividade
de experienciar aquele livro,
filme ou serie pela primeira vez.
Prazer em contar algo para alguém pelo
simples fato de acharem a situação
engraçada/interessante;
Infantilidade em se satisfazer com a
irritação alheia;
Anseio por atenção, já que a novidade
desperta a curiosidade alheia;
Ingenuidade por não compreender que
pode prejudicar a experiência de consumo
dos outros.
Palavra de origem inglesa que
vem do verbo to spoil, que
significa estragar, subtrair
deteriorando, degradando,