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Orações 
Se você estiver listando 
várias coisas, vai precisar 
usar vírgula! 
 Pandemia, nuvem de 
gafanhotos, ciclones, o ano 
de 2020 está complicado. 
 
Separar 
Está chamando alguém? Use 
vírgula depois! 
Ana, use a máscara! 
 
 
Aposto 
Sim ou Não
Vocativo 
Introduziu uma explicação ou 
clarificação no meio da oração? 
Use vírgula. 
Pedro, o meu amigo de 
infância, curou-se da Covid-19. 
 
 
Depois de sim ou não iniciais em 
respostas, coloque sempre vírgula. 
 Sim, estamos preocupados com 
o aumento nos casos de 
coronavírus. 
 
Coloque entre vírgulas aquilo 
que estiver "quebrando" uma 
frase que por si só já tem 
sentido. 
Eu não vou, de forma 
alguma, deixar de estudar 
durante o isolamento. 
 
 
 
Quando uma oração com 
função de advérbio estiver 
antes da oração principal, use 
vírgula. Se aparecer depois, a 
vírgula é dispensada. 
 Se puder, fique em casa. 
Elementos 
 Intercalação 
Subordinadas 
Adverbiais 
Orações 
Subordinadas 
Adjetivas 
Explicativas 
Nem sempre que usamos 
"que", significa que usamos 
vírgula, mas quando a 
informação introduzida é 
acessória, coloque vírgula. 
 As pessoas, que não se 
cuidam, podem adoecer. 
Omissão 
A vírgula é usada em alguns casos 
para substituir uma palavra que já 
tenha sido usada na frase. Mas 
atenção, é uma forma pouco usual 
de escrever e pode levar ao erro. 
O melhor truque é não tentar 
escrever dessa forma. 
 Eu fico em casa; ele, não. 
Local e 
Data 
Fácil: Local, 
Data. Sempre. 
 Patos de Minas, 
02 de julho de 2020. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Desenvolvimento de teorias 
científicas na Europa; 
 Darwinismo (acreditava na 
dominação dos mais fortes sobre 
os mais fracos); 
 Comunismo; 
 Determinismo (crendo que o 
homem era influenciado por meio 
social, sua raça e pelo momento 
histórico que vivia); 
 Positivismo (pregava que toda 
teoria deveria ter um fundamento 
científico). 
 
Contexto Histórico 
Características
 Objetividade e Materialismo 
 Cientificismo e Determinismo 
 Positivismo e Darwinismo 
 Linguagem simples e coloquial 
 Descrições minuciosas 
 Realidade e denúncia social 
 Temas polêmicos 
 Leis na natureza 
 Paisagens rurais 
 Instinto humano 
 Homem como produto biológico 
 Personagens marginalizados 
 Negação dos aspectos românticos 
 
É considerado uma radicalização do 
realismo. Ele envolve personagens de 
qualquer classe social, os prazeres 
carnais, o sensualismo e o erotismo. 
Diferente do realismo, essa tendência 
surge com o intuito de chocar o 
público e apresentar uma nova 
realidade “nua e crua”. 
 
 
Representantes
Eça de Queirós (1845-1900): O Mistério da 
Estrada de Sintra (1970), O Crime do Padre 
Amaro (1875) e A Tragédia da Rua das Flores 
(1877). 
Francisco Teixeira de Queirós (1848-1919): Os 
Meus Primeiros Contos (1876), Amor Divino 
(1877) e Os Noivos (1879) 
Júlio Lourenço Pinto (1842-1907): Margarida 
(1879), Vida Atribulada (1880) e Esboços do 
Natural (1882). 
Abel Botelho (1854-1917): Claudina (1890), O 
Barão De Lavos (1891), Os Vencidos Da Vida 
(1892). 
 
“Quando não se tem 
aquilo que se gosta, é 
necessário gostar-se 
daquilo que se tem” 
Eça de Queiroz 
O Naturalismo ocorre 
paralelamente ao 
movimento do 
Realismo. Tem início 
na década de 1875 
com a publicação da 
obra de “O Crime do 
Padre Amaro” (1875) 
de Eça de Queirós. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Decadência econômica açucareira; 
 Crescimento do prestígio dos 
estados do sul; 
 Descontentamento da classe 
burguesa em ascensão na época; 
 Abolição da escravatura no Brasil, 
em 1888; 
 Proclamação da República 
brasileira, em 1889. 
 
Contexto Histórico 
Características
 Linguagem coloquial 
 Observação da realidade 
 Retrato objetivo da sociedade 
 Evolucionismo, cientificismo e 
positivismo 
 Descrição de ambientes e 
personagens 
 Problemas humanos e sociais 
 
Empenhados em escrever um retrato 
fidedigno da realidade, os naturalistas 
desenvolveram um estilo literário 
objetivo e anatômico: o “retorno à 
natureza” focalizava o lado mais 
animalesco do homem, em 
frequentes descrições patológicas – 
doenças, hereditariedade, influências 
do meio, em uma constante luta pela 
sobrevivência. 
 
 
Representantes
Aluísio Azevedo (1857-1913) – O mulato 
(1881), Casa de Pensão (1884) e O cortiço 
(1890); 
Adolfo Ferreira Caminha (1867-1897) – Casa 
de Pensão (1893) 
 
O Naturalismo ocorre 
paralelamente ao 
movimento do 
Realismo. Tem como 
marco inicial a 
publicação do romance 
"O Mulato" (1881) do 
maranhense Aluísio de 
Azevedo. 
 
 
 
“E que mais é o nosso viver nesta 
espécie de mundo, senão uma ilusão entre 
dois nadas: o presente e o futuro?” 
Aluísio Azevedo 
 
 
Texto jornalístico de cunho 
informativo que tende a tratar os 
fatos de forma imparcial. 
Cada veículo apresenta a notícia de 
acordo com a concepção ideológica 
dos proprietários e/ou de seu 
público alvo. 
Manchete 
É o título, tem como 
objetivo chamar a 
atenção para a 
notícia. 
Subtítulo Lead-Lide 
Corpo do 
Texto 
Completa o título com 
mais alguma 
informação importante 
e/ou chamativa. 
1º parágrafo. Responde 
às perguntas QUEM? O 
QUÊ? ONDE? QUANDO? 
Traz informações sobre o 
ocorrido. COMO? POR QUÊ? 
PARA QUÊ? E apresenta as 
consequências. 
# É curta; 
# Relata fatos verdadeiros e 
recentes; 
# Apresenta nível de linguagem 
corrente (nem muito formal nem 
muito informal); 
# Deve ser objetiva e impessoal; 
# Narrada em 3ª pessoa; 
# Sem valoração (uso de adjetivos) 
# Sem opinião pessoal 
Nível de utilização da notícia 
(Pirâmide invertida) 
C.Melo2020 
 
Numeral 
 
Classe de palavras que 
indica o número ou 
quantidade exata de seres 
ou, ainda, o lugar por eles 
ocupados em uma série. 
 
Indica aumento 
proporcional, por meio 
de múltiplos da 
quantidade tomada 
como base. Ex.: dobro, 
triplo, quádruplo, etc. 
 
Designação básica dos números. 
Designa o número de seres. Ex.: um, 
dois, dez, vinte, etc. 
 
Indicam a ordem dos seres 
em uma sequência. Ex.: 
primeiro, segundo, vigésimo, 
quingentésimo, etc. 
 
Indica diminuição proporcional, por 
meio de frações da quantidade tomada 
como base. Ex.: meio/metade, um 
terço, um quinto, etc. 
 
Designa o número exato de seres 
pertencentes a um conjunto. Ex.: cento, 
par, quarteto, novena, quinzena, grosa 
(12 dúzias), etc. 
 
Para designar papas, soberanos, séculos 
e partes em que se divide uma obra, 
emprega-se o ordinal até o décimo. A 
partir dele, será usado o cardinal, sempre 
que o numeral vier depois de um 
substantivo: João Paulo II (segundo), João 
XXIII (vinte e três). 
 
Quando a ideia expressa pelo 
emissor não é ressaltar a 
quantidade, mas sim indicar a 
espécie, trata-se de um artigo 
indefinido. 
 
 
 
→ Dirige-se diretamente ao destinatário da 
mensagem. 
→ Utiliza frase imperativa exclamativa. 
→ Possui mensagem informativa curta. 
→ Linguagem verbal formal/informal 
(depende do público alvo e do seu objetivo). 
→ Linguagem não verbal (imagens 
coloridas, que chamem a atenção do leitor). 
→ Tamanho – geralmente usa-se a folha A5 
(equivalente à metade de uma folha A4). 
→ Possui ampla distribuição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Meio de divulgação de uma 
ideia, evento ou marca que 
pode conter uma variedade 
de informações, desde 
instruções sobre utensílios de 
cozinha, até informações 
médicas, promoções ou 
tratados religiosos. 
→ Título: destacado para atrair a 
atenção do leitor. 
→ Texto: possui argumentos 
convincentes, linguagem 
apelativa, dialogando com o leitor. 
→ Assinatura: no canto direito 
inferior – sigla do órgão ou 
logotipo. 
→ Imagem: chamativa, colorida, 
com movimento, luz, textura, etc. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Costuma serdilapidando ou depredando 
algo. 
  É diretamente proporcional 
ao interesse apresentado por 
uma história. 
  Depende da importância da 
obra em si, das expectativas 
dos fãs e do que realmente é 
dito. 
  Há aqueles que, 
intencionalmente, buscam por 
essas informações antes de ter 
acesso a obra. 
 Controle-se: Está de bobeira nas redes sociais 
enquanto acompanha sua série preferida? Não 
conte o que aconteceu e nem poste fotos ou 
vídeos da cena em questão 
 Avise! Precisa muito postar sobre o que 
aconteceu? Coloque um aviso antes, seja em 
seu blog ou nas redes sociais. 
  Pergunte o que já sabem: Vai encontrar com 
os amigos e é inevitável falar sobre alguma 
série? Não custa nada perguntar em que ponto 
eles estão - aí vocês só conversam até o ponto 
que ambos acompanharam. 
 
 
 
Designa os seres de uma 
mesma espécie de forma 
genérica. Ex.: cachorro, 
gato, cavalo, menino, 
homem, etc. 
Apenas um radical Existência 
independente 
Existência 
dependente 
Classe de palavras que 
nomeia os seres 
animados e inanimados: 
seres reais e ficcionais, 
objetos, coisas, etc. 
 
Designa os seres de uma 
mesma espécie de forma 
particular, individual. 
Ex.: Mônica, Brasil, 
Minas Gerais, Belo 
Horizonte, etc. 
Designa os seres 
existem, independente 
de outros seres (sejam 
reais ou imaginários). 
Ex.: lâmpada, fada, 
casa, Saci, etc. 
Designa os seres 
existem, dependente de 
outros seres para 
existirem Ex.: amor, 
ódio, alegria, 
sofrimento, etc. 
Classificação 
Indicam agrupamento de 
pessoas, seres, coisas, 
objetos ou animais da 
mesma espécie. Ex.: elenco 
(atores ou artistas); 
alcateia (lobos), colmeia 
(abelhas), etc. 
 
 
 
 
Formação Composto 
Simples
Derivado
Primitivo
É aquele formado 
por um único 
elemento. Ex.: 
tempo, sol, sofá, 
navio, etc. 
É aquele formado 
por dois ou mais 
elementos. Ex.: 
guarda-chuva, 
girassol, 
Pernalonga, etc. 
É aquele formado a 
partir de outra 
palavra. Ex.: 
temperatura, 
limoeiro, pedreira, 
chuvisco, etc. 
É aquele que não 
deriva de nenhuma 
outra palavra da 
língua portuguesa. 
Ex.: tempo, limão, 
pedra, chuva, etc. 
 
 
 
 
 
Gênero 
Uniforme 
Nomeiam bichos. 
Ex.: cobra 
macho/fêmea, 
jacaré 
macho/fêmea 
Apresenta uma 
única forma, tanto 
para o masculino 
como para o 
feminino. 
Nomeiam pessoas. Ex.: a 
criança, a testemunha, a 
vítima, o cônjuge, etc. 
Indicam o sexo das pessoas 
por meio do artigo. Nomeiam 
pessoas. Ex.: a criança, a 
testemunha, a vítima, o 
cônjuge, etc. 
ista, o(a) artista, etc. 
Biforme 
Apresenta uma 
forma para o 
masculino e outra 
para o feminino. 
 Regra 1: Forma-se o feminino pela 
troca das terminações –E, -O por –A: 
garoto/garota, mestre/mestra. 
 Regra 2: Forma-se o feminino pelo 
acréscimo de um –A: doutor/doutora, 
juiz/juíza. 
 Regra 3: Forma-se o feminino pela 
troca de -ÃO por –Ã, -OA, -ONA: 
aldeão/aldeã, leão/leoa, 
folião/foliona. 
 
 
 Regra 4: Forma-se o feminino pela 
acréscimo das terminações –ESA, -ESSA, 
-ISA, -INA, -TRIZ ao radical: 
duque/duquesa, conde/condessa, 
poeta/poetisa, czar/czarina, ator/atriz. 
 Regra 5: Forma-se o feminino usando 
palavras diferentes do masculino: 
boi/vaca, homem/mulher. 
 
 
 
 
 
 
 
→ terminados -S  monossílabas ou 
oxítonas -ES; paroxítonas ou 
proparoxítonas - invariáveis: gás/gases, 
ônibus/ônibus. 
→ terminados em -ÃO  -ÕES, -ÃES, -ÃOS: 
vão/vãos, pão/pães, limão/limões. 
→ terminados em -X  Invariáveis: o látex 
/ os látex. 
 
 
 
 
 
Número 
Forma-se o plural acrescentando –S ao 
singular dos substantivos terminados em: 
-O, -A, -N, -Ã, -ÃE, -IE, -UA, -AI. Ex.: 
caderno/cadernos, escola/escolas, 
hífen/hifens, aldeã/aldeãs, mãe/mães, 
série/séries, água/águas, pai/pais. 
Simples 
→ terminados em -M  -NS: item/itens. 
→ terminados em -R/-Z  -ES: 
dor/dores, raiz/raízes. 
→ terminados em -AL, -EL, -OL, -UL  
troca o L por IS: coral/corais, 
anel/anéis, farol/faróis, paul/pauis 
(pântano). 
→ terminados -IL  oxítonas: -IS; 
paroxítonas: -EIS (sem o L): 
canil/canis, fóssil/fósseis. Compostos 
 Igual aos simples: compostos formados 
sem uso do hífen. 
 Ambos vão para o plural: substantivo + 
adjetivo (batatas-doces); adjetivo + 
substantivo (más-línguas); numeral ordinal 
+ substantivo (quintas-feiras). 
 Somente o 1º vai para o plural: 
substantivo + preposição + substantivo 
(águas-de-colônia). 
 Somente o 2º vai para o plural: verbo + 
substantivo (guarda-roupas); palavra 
invariável + palavra variável (alto-
falantes); palavra repetida/imitativa (reco-
recos) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Ambos ou apenas o 1º vai para o plural: 
substantivo + substantivo (bananas-maçãs 
/ bananas-maçã). 
 Invariáveis: verbo + advérbio (os bota-
fora); verbo + substantivo plural (os saca-
rolhas); verbos com sentidos opostos (os 
leva-e-traz) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Formado por uma só 
palavra, acrescida de 
sufixos (terminações) à 
palavra alterando o seu 
sentido. 
Grau 
Aumentativo 
Acréscimo dos sufixos –ÃO, 
-ZÃO, -ARÉU, -AÇO, -ARRA 
ao radical: livro/livrão, 
pé/pezão, bala/balaço, 
boca/bocara. 
Diminutivo 
Acréscimo dos sufixos –INHO, 
-ZINHO, -ZITO, -ITO, -ULO ao 
radical: livro/livrinho, 
pé/pezinho, casa/casita, 
globo/glóbulo, flor/florzita. 
Formado com o auxílio de 
um adjetivo que indique 
grandeza ou pequenez. 
Aumentativo 
Forma-se com o acréscimo 
do adjetivo grande ou 
outros de igual valor 
(enorme, gigante, imensa, 
colossal, etc.): livro grande, 
casa enorme. 
Forma-se com o acréscimo 
do adjetivo pequeno ou 
outros de igual valor 
(minúscula, ínfima, etc.): 
mesa pequena, lembrança 
ínfima. 
Diminutivo 
 
Além de explicar um assunto, 
também deve persuadir o 
interlocutor com o objetivo de 
convencê-lo de algo. 
Parte que leva o leitor para 
dentro do texto  Mostra a 
atualidade e relevância do 
tema, colocando-o dentro de 
um contexto. 
Estratégias: 
 apresentação do tema; 
 Definição da tese; 
 Contexto histórico; 
 Exemplos concretos; 
 Flashes ou frases 
nominais; 
 Dados estatísticos; 
 Alusão cultural; 
 Conceituação. 
É a defesa da tese, a parte mais 
importante da redação 
Estratégia: 
Parágrafo padrão: 
Tópico frasal + Ampliação 
Período que contém a síntese da 
ideia que vai ser desenvolvida 
no parágrafo. 
 Explicação; 
 Exemplificação; 
 Argumento de autoridade; 
 Causas e consequências; 
 Raciocínio lógico 
Parte em que as ideias 
apresentadas devem ser 
finalizadas. 
 Evidencia o final do texto 
(conectivo conclusivo); 
 Esclarece o ponto de 
vista; 
 Ratifica a tese; 
 Estabelece diálogo com a 
introdução. 
Estratégias: 
 Promove uma reflexão; 
 ENEM: Proposta de 
intervenção + solução 
para o problema do 
tema. 
C.Melo2020 
 
Texto 
 
Serve para explicar quais os 
procedimentos a executar de 
forma a realizar determinada 
ação, ou a aplicar determinado 
produto. 
 
 Receitas culinárias; 
 Bulas de medicamentos; 
 Manuais de instrução de aparelhos 
eletrônicos; 
 Guias e mapas rodoviários; 
 Editais de concursos públicos; 
 Manuais de jogos, dentre outros. 
 
 
Instrucional 
 
 Linguagem clara e objetiva; 
 Verbos no imperativo ou no 
infinitivo; 
 Informações simples e precisas; 
 Frases curtas; 
 Dá instruções que permitam ao 
leitor concretizar corretamente uma 
ação, mesmo que pela primeira vez. 
 
 
Vai depender do gênero 
textual. (Seguem dois 
exemplos) 
 
 Título (nome do produto); 
 Descrição do produto; 
 Procedimentos antes do uso; 
 Modo de operação; 
 Solução de problemas. 
 
 Título (nome do prato); 
 Ingredientes necessários; 
 Modo de preparo. 
 
Narrativo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Texto 
Texto narrativo é um tipo de 
texto que esboça as ações 
de personagens numdeterminado tempo e espaço. 
Geralmente, ele é escrito em 
prosa e nele são narrados 
(contados) alguns fatos e 
acontecimentos. 
. 
Também chamada de 
introdução, nessa 
parte inicial o autor do 
texto apresenta os 
personagens, o local e 
o tempo em que se 
desenvolverá a trama. 
É aquele que narra a história. 
Dividem-se em: narrador observador, 
narrador personagem e narrador 
onisciente. 
Grande parte da história é 
desenvolvida com foco nas 
ações dos personagens. 
 Parte do desenvolvimento 
da história, o clímax designa 
o momento de maior tensão, 
mais emocionante da 
narrativa. 
 
 Também chamada de conclusão, 
ele é determinado pela parte 
final da narrativa, onde a partir 
dos acontecimentos, os conflitos 
vão sendo resolvidos. 
 
 Trata-se da estrutura da narrativa, ou 
seja, a trama em que se desenrolam as 
ações. São classificados em: linear e 
não linear. 
 
São aqueles que compõem a 
narrativa sendo classificados 
em: personagens principais 
(protagonista e antagonista) 
e personagens secundários 
(adjuvante ou coadjuvante). 
  Enredo linear: apresentado de 
maneira lógica; 
  Enredo não linear: desenvolve-se 
descontinuamente, com saltos, 
antecipações, retrospectivas e 
rupturas de tempo e espaço. 
 
Local ou locais onde a 
narrativa se desenvolve. 
Podem ocorrer num 
ambiente físico, ambiente 
psicológico ou ambiente 
social. 
Está relacionado com a 
marcação do tempo dentro 
da narrativa, por exemplo, 
uma data ou um momento 
específico. O tempo pode 
ser cronológico ou 
psicológico. 
  Tempo cronológico: Você sabe exatamente 
quando aconteceu determinado fato. O autor 
deixa claro que a passagem de tempo. 
  Tempo psicológico: passa apenas na cabeça do 
personagem e é comum que ele faça confusão 
com o tempo em que se passou o fato. 
 
 
 
 
Texto 
Parte 
As leis são regras ou 
normas que determinam a 
base dos direitos e deveres 
em consonância com a 
justiça e para o bem da 
sociedade no seu conjunto. 
 
 Epígrafe: Categoria normativa da lei 
(número de referência, lei federal, 
estadual ou municipal) e sua localização 
no tempo (data em que foi criada). 
 Rubrica ou Ementa: Resumo da lei 
(seus motivos e objetivos); é concisa, 
precisa e clara. 
 Preâmbulo: Indica o órgão ou 
instituição competente para a prática 
do ato e sua base legal. 
 
 
Normativo 
Preliminar 
Parte 
Normativa 
 Títulos, Capítulos e Seções: Tratam-se de agrupamentos 
temáticos (como os de um livro) utilizados geralmente em leis 
mais extensas. 
  Artigos: Enuncia a regra geral (podem apresentar subdivisão 
em parágrafos, incisos e alíneas e, nesse caso, a parte principal 
é chamada de caput). Curiosidade: Possui forma sequencial (do 
1º ao 9º usa-se numerais ordinais e do 10 em diante, numerais 
cardinais). 
 Parágrafos: Servem para explicar aspectos importantes da lei e 
suas exceções. Curiosidade: se possuir apenas um parágrafo, 
usa-se a denominação parágrafo único; caso possua mais de um, 
é usado o símbolo §, seguido da numeração (segue a regra dos 
ordinais e cardinais) 
 
 Incisos: Costumam ser 
utilizados para descrever as 
hipóteses em que a regra deve 
ser aplicada. São simbolizados 
por numerais romanos 
sequenciais (I, II, III, IV, etc.). 
  Alíneas: São as subdivisões 
dos incisos e normalmente 
detalham hipóteses de aplicação 
da regra. São simbolizados por 
letras minúsculas sequenciais 
(“a”, “b”, “c”, etc.). 
 
Parte 
Final 
 Assinatura: Sanção (aprovação) 
feita pelo chefe do executivo 
(presidente, governador ou 
prefeito, conforme a área de 
aplicação da lei). 
  Local e data: Capital do país (lei 
federal), do estado (lei estadual) 
ou nome da cidade (lei municipal) 
em que a lei foi sancionada e o 
dia, mês e ano. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Gêneros 
Teatrais 
Elementos 
Características 
 Apresentação: faz-se a 
exposição tanto dos 
personagens quanto da ação a 
ser desenvolvida. 
 Conflito: o momento em que 
surge as peripécias da ação 
dramática. 
 Desenlace: Momento de 
conclusão, encerramento ou 
desfecho da ação dramática. 
 
Internos Externos 
 Cena: designa as mudanças 
(entrada ou saída) dos 
personagens. 
 Ato: mudança dos cenários 
necessários para a 
representação. 
 Rubrica: (ou didascálias) 
Indicações cênicas. 
 Discurso direto: Fala dos 
personagens. 
 
# Textos encenados; 
# Gênero narrativo; 
# Diálogo entre personagens; 
# Discurso direto; 
# Atores, plateia e palco; 
# Cenário, figurino e sonoplastia; 
# Linguagem corporal e gestual; 
# Ausência de narrador. 
 
 
 
Tragédia: representa fato trágico, suscetível 
de causar compaixão e terror. 
Comédia: representação de um fato inspirado 
na vida e no sentimento comum, de riso fácil, 
em geral criticando os costumes. 
Tragicomédia: mistura elementos trágicos e 
cômicos. 
Farsa: pequena peça teatral, de caráter 
ridículo e caricatural. 
Auto: pequena peça teatral, de conteúdo 
religioso e profano. 
Drama: caracterizado pela seriedade em 
oposição à comédia. 
 
Definição 
Textos literários feitos com o intuito 
de serem encenados ou 
dramatizados. Podem ser escritos 
em prosa ou verso. 
 Tempo: tempo real (que indica 
o da representação), "tempo 
dramático" (quando acontece 
os fatos narrados) e o “tempo 
da escrita" (indica quando foi 
produzida a obra). 
 Espaço: o chamado “espaço 
cênico” local em que será 
apresentado a história; 
“espaço dramático” local em 
que serão desenvolvidas as 
ações dos personagens. 
 Personagens: principais 
(protagonista / antagonista); 
secundários e figurantes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os tipos textuais, ou tipologias 
textuais, são a forma sob a qual o 
texto se apresenta, determinando a 
estrutura padrão que o rege, bem 
como cada um será construído. 
Instrui o receptor com relação a 
determinado procedimento sem 
permitir sua liberdade de ação. 
 Regras de trânsito, editais de 
concursos públicos, constituição, 
cláusulas contratuais, leis, etc. 
Texto instrucional pautado na 
explicação e no método para a 
concretização de uma ação, 
permitindo a liberdade de atuação 
do leitor. 
 Receita culinária, bula de 
remédio, manual de instrução, etc. 
Traz a exposição de um tema ou 
assunto com o uso de argumentos 
defendendo um determinado ponto 
de vista. 
  Artigo de opinião, dissertação, 
carta de solicitação, argumentação 
ou do leitor, resenha crítica, etc. 
Exposição de uma ideia usando 
conceitos, comparações, definições, 
descrições e informações. 
  Reportagem, notícia, resumo, 
verbete, etc. 
Aquele que narra uma história 
através da sequência de fatos 
contado por um narrador (elementos da 
narrativa: narrador, tempo, espaço, 
personagens, enredo, clímax e desfecho) 
  Conto, crônica, romance, novela, 
fábula, etc. 
Apresenta, de forma detalhada, 
características de uma pessoa, 
paisagem, animal, objeto, ou até 
mesmo de uma emoção ou 
sentimento. 
 Diário, relato de viagem, etc. 
C.Melo2020 
 
 Tem conhecimento sobre seus 
personagens, desde sentimentos, 
emoções e pensamentos. 
 A história é geralmente narrada 
em 3ª pessoa e, portanto, o 
narrador não participa das ações. 
No entanto, por vezes, a trama 
pode ser narrada em 1ª pessoa. 
 
 
 Onisciente 
Múltiplo 
Possui opiniões e visões 
diversas sobre os fatos. 
Influencia o leitor para 
que este tome alguma 
posição. Trata-se de um 
narrador seletivo onde 
prevalece o discurso 
indireto livre. É livre para 
julgar e se posicionar 
sobre os fatos da trama e 
apresenta sua opinião. 
Intruso 
Recebe esse nome pois 
ao mesmo tempo que 
narra a história, critica 
os personagens e 
insere juízos de valor 
sobre algumas ações. 
Neutro 
Não insere observações 
sobre a trama. Ocupa-se 
somente das descrições 
dos personagens e da 
narração da história. 
Sendo assim, seu relato 
é imparciale não 
influencia o leitor. 
. 
Também chamado 
de onipresente, é um 
tipo de narrador que 
conhece toda a história 
e os detalhes da trama. 
 Personagem 
É um tipo de narrador que 
participa da história. Pode ser o 
personagem principal (narrador 
protagonista), ou mesmo um 
personagem secundário 
(narrador testemunha). 
 A subjetividade é uma 
marca fundamental nesse tipo 
de texto, uma vez que a visão 
e as opiniões do narrador 
estarão impregnadas de suas 
emoções. 
 A história é narrada em 1ª 
pessoa do singular ou do plural 
(eu, nós). 
 
Observador 
É aquele que 
conhece toda a 
história, todos os 
fatos que serão 
narrados, porém, 
não participa dela, 
isto é, não é um 
personagem. 
 É objetivo e imparcial 
quanto ao desenrolar 
dos acontecimentos. 
 Apresenta um texto 
narrado em 3ª 
pessoa (ele, eles). 
 
 
 
Foco narrativo esclarece 
o leitor a respeito do 
ponto de vista a partir 
do qual é feita a narração, é a 
perspectiva, é o olhar a partir do qual a 
história passará a ser narrada. Pode ser 
em 1ª ou 3ª pessoa. 
 
 
 
 
 
Tirinha 
É um gênero textual que surgiu nos 
Estados Unidos devido à falta de 
espaço nos jornais para a publicação 
de passatempos. O nome “tirinha” 
remete ao formato do texto, que 
parece um “recorte” de jornal. 
 
  Linguagem visual; 
  Linguagem verbal; 
  Linguagem informal, com marcar 
coloquiais; 
  Figuras cinéticas (arte vibrante e 
dinâmica que possui como principal 
característica o movimento); 
  Metáforas visuais. 
 
 Protagonista; 
 Personagens secundários; 
 Balão de fala / pensamento; 
 Legenda; 
 Onomatopeia 
 Cenário. 
 
 
Geralmente humorística, contudo 
não é raro encontrar tirinhas 
satíricas, de cunho social ou político. 
  Depende da finalidade e do 
objetivo do autor, bem como do 
público-alvo que atingem. 
 
A princípio, as tiras tinham uma 
diagramação padrão de 30 cm de largura 
por 10 cm de altura. Porém, como temo, 
muitos desenhistas ousaram bastante e 
produziram tiras muito criativas com 
diagramação diversificada. É comum 
encontrarmos tiras na vertical, bem como 
com um número de quadros superior a seis, 
ou mesmo desalinhadas. 
 
Curiosidade 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Guerra contra os mouros; 
(surgimento de Portugal – 1147) 
 1189 (1198) – Canção da 
Ribeirinha (Paio Soares de 
Taveirós); 
 Feudalismo (poder ligado a terra); 
 Teocentrismo (Deus no centro); 
 Cruzadas: (ordem militar e 
religiosa) objetivo de difundir as 
ideias da igreja católica. 
 
 Foi a primeira manifestação 
literária da Língua Portuguesa; 
 Surgiu no século XII, em plena 
idade média, período em que 
Portugal estava no processo de 
formação nacional; 
 A poesia era feita para ser cantada. 
 
Movimento literário que surgiu na Idade 
Média no século XI, na região da Provença 
(sul da França) e se espalhou por toda a 
Europa até seu declínio no século XIV 
ç
 Novelas de cavalaria: 
 Ciclo bretão: tem como figura central o Rei 
Arthur e seus cavaleiros; 
 Ciclo carolíngio: a figura central é Carlos Magno 
e os 12 pares da França; 
 Ciclo clássico: recriação de um universo com 
temas greco-latinos. 
 Cantigas: 
 Líricas – Amor e amigo 
 Satíricas – escárnio e maldizer 
 
 Cancioneiro da Ajuda: contém 310 cantigas 
(séc. XIII - XIV). Encontra-se no Palácio da 
Ajuda, Lisboa. 
 Cancioneiro da Biblioteca Nacional: 
manuscrito séc. XV – XVI, contém 1647 
cantigas. Encontra-se na Biblioteca de Lisboa 
 Cancioneiro da Vaticana: contém 1205 
cantigas; encontra-se na Biblioteca do 
Vaticano (Roma). Séc. XV – XVI. 
Rei 
Servos 
Nobreza 
Clero 
C.Melo2020 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cantigas 
Trovadorescas 
 
Tema  amor platônico; Sua “senhor”; 
eu lírico – masculino; amor cortês; 
coita – inatingível; vassalagem – 
relação impossível. 
Tema  falta do amado; elementos da 
natureza; refrão; eu lírico feminino. 
 
Tema  situações da época; crítica 
indireta; linguagem popular. 
Temática pesada, conflitante; crítica 
direta; linguagem de baixo calão. 
 
 
Ritmo, repetição sonora, refrão, 
paralelismo (par de estrofes – repetição de 
duas estrofes com pequenas diferenças; 
auxiliava na memorização das cantigas; 
leixa-pren – encadeamento entre estrofes 
pares e ímpares) 
 
 
Era da nobreza, 
escrevia e cantava. Acompanhavam os 
jograis; eram cantoras 
ou dançarinas; eram 
constantemente 
acusadas de serem 
prostitutas. 
Sobrevivia de arte, não era 
nobre. Cantava e reproduzia 
as poesias dos trovadores; 
às vezes, compunha suas 
próprias obras 
Tinha origem nobre, ainda 
que fosse um fidalgo 
decadente; executava 
obras alheias e também 
cantava e compunha suas 
canções. 
C.Melo2020 
 
 
Pronome 
Introduz oração adjetiva. {o (a) 
qual; os (as) quais} 
→ O vírus que circula transmite 
a Covid-19 (o qual) 
 
Relativo
Conjunção
Integrante
Introduz oração adjetiva. (que 
+ oração = isso) 
→ Quero que a pandemia 
termine. (quero isso) 
 
Conjunção
Explicativa
Introduz oração coordenada 
explicativa. (= porque) 
→ Fique calmo; que a pandemia 
há de passar. (porque) 
 
Expletivo
Podem ser suprimidos sem 
prejuízo ao sentido (trata-se de 
uma partícula de realce). 
→ É o coronavírus que circula 
entre a população. (É e que – 
podem ser suprimidos) 
 
Frequentemente haverá, antes 
do que, uma forma do verbo 
ser, sendo ambos dispensáveis 
para a estrutura da sentença. 
 
Pronome
Interrogativo
Aparece em frases 
interrogativas. Pode ser usado 
também com o artigo: o/a que. 
→ O que é a Covid-19? 
 
“Conjunção
Adverbial”
Introduz oração adverbial. 
→ Ainda que fique em casa, não 
deixarei de estudar. 
 Faz parte de locuções adverbiais 
“a que”, “já que”, “ainda que”, 
etc. 
 Nesses casos, a classificação é 
de toda a locução. 
 
C.Melo2020 
 
 
 
 
Vanguardas
 
→ 1ª Guerra Mundial: crítica à 
arte; em guerra, a arte é inútil. 
→ Estranhamento: Reflexo do 
mundo; Perda das amarras 
racionais; humor e seriedade. 
 Marcel Duchamp – “A fonte” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Representam um conjunto 
de movimentos artísticos-
culturais que ocorreram em 
diversos locais da Europa a 
partir do início do século XX 
e que influenciaram a arte 
moderna mundial desde 
pintura, escultura, 
arquitetura, literatura, 
cinema, teatro música, etc. 
 
Europeias
 
→ Beleza e fé nas máquinas. 
→ Exaltação: progresso, tecnologias e 
guerras. 
→ Movimento: velocidade; sobreposição 
de imagens. 
→ Moralismo rejeitado. 
→ Objetivo e patriotismo. 
 Filippo Marinetti 
 Giacomo Balla 
 Álvaro de Campos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→ Formas geométricas – recusa a 
mimese; fragmentação. 
→ Multiplicidade dos ângulos: 
escultórico. 
→ Colagens: sensorial. – Na 
literatura: quebra com a sintaxe. 
 Pablo Picasso 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→ Expressão: pessimismo; 
sentimentos ruins; angústia, 
desespero, tristeza, dor e solidão. 
→ Subjetivismo. 
→ Estética do feio. 
→ Sentimentos plásticos. 
→ Deformação do real: distorção. 
 Cândido Portinari 
 Franz Kafka 
 
 
 
 
 
→ Movimento surrealista 
– André Breton: período 
entre guerras. 
→ influência da 
psicanálise – importância 
do inconsciente. 
→ Subjetividade: sonhos 
– fuga; ideia de 
liberdade. 
→ Quebra com a lógica 
(despertar). 
 Salvador Dali (distorção) 
 Juan Miró (libertação) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Autorretrato 
Salvador Dali 
Retirantes 
Cândido Portinari 
Deux Personnages 
(A Lecture) 
Pablo Picasso 
A velocidade do automóvel 
Giacomo Balla 
 
 Diacrônica 
A língua é reinventada a cada dia, 
ela não é sempre a mesma, 
palavras surgem e outras deixam 
de ser usadas. Dessas 
reinvenções surgem as variações 
que envolvem vários aspectos 
Ocorre com o 
desenvolvimento da 
história (também chamadade Variação Histórica). 
Ex.: Pharmácia  
Farmácia. 
 Diatópica 
Está relacionada ao local em 
que é desenvolvida (também 
chamada de Variação 
Geográfica). 
Ex.: celular (Brasil) X 
telemóvel (Portugal) 
Diastrática É percebida segundo os 
grupos ou classes sociais 
envolvidos (também chamada 
de Variação Social). 
Ex.: gírias e jargões 
Diafásica
Ocorre de acordo com o 
contexto (também chamada 
de Variação Situacional). 
Ex.: Situações formais e 
informais. 
Diamésica 
Diz respeito a diferenças de 
oralidade e escrita (também 
chamada de Variação de 
Meio). 
Ex.: linguagem escrita (Você 
vai?) X linguagem oral (Cê 
vai?) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Texto escrito, de caráter 
informativo, destinado a 
explicar uma palavra. 
 
Título do verbete, palavra 
que será explicada. 
Aparece sempre em 
destaque. Alguns 
dicionários a apresentam 
separada silabicamente. 
 
 
 
Abreviação da classe de 
palavras a qual está 
inserida a palavra em 
questão, bem como o 
significado nos vários 
contextos em que é 
inserida. 
 
Cada número representa 
um significado diferente 
da palavra. 
Destinado à consulta; 
Descrição sucinta dos significados; 
De acesso imediato; 
Organizado em ordem alfabética; 
Uso de linguagem formal e objetiva; 
Nível lexical elevado; 
 
 
Precisão na escolha dos termos; 
Ausência de subjetividade; 
Simplificação das construções 
sintáticas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Texto escrito, de caráter 
informativo, destinado a 
consulta, o que lhe impõe 
uma construção discursiva 
sucinta e de acesso 
imediato. 
 
Palavra que fica em 
destaque e traz o assunto 
que será tratado no 
verbete. 
 Entrada 
Definição 
Descrição do conceito 
trabalhado capaz de 
caracterizar o assunto do 
verbete. 
 
Contextualização 
Especialmente histórica, ou em 
termos do campo de conhecimento 
científico que fornece instrumentos à 
compreensão do tema; detalhamento 
do conceito abordado muitas vezes 
organizadas por subtítulos. 
Suporte 
Enciclopédias de papel 
organizadas de forma 
a facilitar ao máximo a 
busca das entradas 
relevantes. 
Linguagem 
Verbal: formal, padrão, 
técnica, clara e acessível. 
Não verbal: pode apresentar 
ilustrações e infográficos. 
Com o avanço da 
tecnologia, passaram 
a ser disponibilizadas 
em formato digital. 
Disponibilizadas em sites da 
internet. São compostas por 
hipertextos e pela presença 
de hiperlinks (ligam 
determinadas palavras de 
um documento a outro). 
Verbete de dicionário: Apresenta 
uma palavra de entrada, sua classe 
gramatical e vários significados para 
essa palavra. 
 
Verbete de enciclopédia: Traz 
informações gerais sobre a palavra de 
entrada, não informações 
gramaticais, apresentando significado 
para cada palavra destacada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Palavra variável que exprime 
ação, estado, mudança de estado 
e fenômeno da natureza, 
situando-se no tempo. 
1ª conjugação: A – cantar, dançar 
2ª conjugação: E – vender, por 
3ª conjugação: I – pedir, ferir 
 
C.Melo2020 
Servem de Sujeito ao verbo: 
1ª pessoa: eu adoeço; nós 
adoecemos 
2ª pessoa: tu adoeces; vós 
adoeceis 
3ª pessoa: ele adoece; eles 
adoecem. 
 
Singular e Plural 
 A Covid-19 mata. 
 A Covid-19 e a 
Dengue matam 
 
 
Propriedade que o verbo tem de 
indicar a atitude do falante em 
relação ao fato que comunica: 
Indicativo: A Covid-19 se 
espalhou pelo mundo. 
Subjuntivo: Que o coronavírus 
acabe logo. 
Imperativo: Fique em casa! 
 
 
Propriedade que tem o verbo de 
localizar o fato no tempo, em 
relação ao momento em que se 
fala: 
Presente: Fico em casa para 
não me contaminar. 
Pretérito: Estudei sobre o 
coronavírus. 
Futuro: Usarei máscara 
sempre que sair de casa. 
 
Indicam a relação entre o sujeito e a ação expressa 
pelo verbo: 
Ativa: o sujeito é agente do fato expresso pelo verbo, 
isto é, pratica a ação. Ex.: Paula lava bem as mãos. 
Passiva: o sujeito é paciente do fato expresso pelo 
verbo, isto é, recebe a ação. Ex.: A máscara foi usada 
por Paulo 
Reflexiva: o sujeito é, ao mesmo tempo, agente e 
paciente, pratica e recebe a ação. Ex.: O coronavírus 
espalhou-se pelo mundo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
C.Melo2020 
ç
 
São aqueles que possuem 
as desinências normais de 
sua conjugação e cuja 
flexão não provoca 
alterações no radical: 
amo, amarei, amava, 
amasse. 
 
São aqueles cuja flexão 
provoca alterações no 
radical ou nas desinências: 
faço, fiz, farei, fizesse. 
São aqueles que não 
apresentam conjugação 
completa, como por 
exemplos, os verbos falir, 
abolir e os verbos que 
indicam fenômenos 
naturais, como chover, 
trovejar, etc. (defectivo → 
defeituoso) 
São aqueles que possuem 
mais de uma forma com o 
mesmo valor. Geralmente, 
essa característica ocorre no 
particípio: matado/morto, 
enxugado/enxuto. 
(abundante → muito) 
 
São aqueles que incluem 
mais de um radical em sua 
conjugação: verbo ser: 
sou/fui; verbo ir: vou/ia. 
São aqueles que se 
referem a qualquer sujeito 
implícito ou explícito. 
Quase todos os verbos são 
pessoais. 
 
 
 
São verbos que se unem 
ao verbo principal na 
formação dos tempos 
compostos e das locuções 
verbais. Ser, estar, ter, 
haver. 
 
 
São aqueles que não se referem a qualquer 
sujeito implícito ou explícito e são utilizados 
sempre na 3ª pessoa. São verbos impessoais: 
aqueles que indicam fenômenos meteorológicos 
(chover, nevar, ventar, etc.); o verbo HAVER (no 
sentido de existir, ocorrer, acontecer, decorrer, 
fazer, realizar-se ou ser possível); e FAZER 
(indicando tempo decorrido ou fenômeno 
meteorológico). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Empregado para assimilar: 
# Um fato que ocorre no momento em 
que se fala: Os alunos estudam em 
casa. 
# Uma ação habitual: Lave sempre as 
mãos. 
# Uma verdade universal (ou dita como 
tal): O importante é ter saúde. 
# Fatos já passados (usa-se o presente 
no lugar do pretérito para dar maior 
realce à narrativa): Em 1918, o mundo 
viveu uma pandemia de gripe. 
# Fatos futuros não muito distantes, ou 
mesmo incertos: Amanhã vou ao 
mercado. 
 
Empregado para apontar 
um fato futuro em relação 
ao momento em que se 
fala: Usarei máscara 
sempre que sair à rua. 
Empregado para designar: 
# Um fato contínuo, habitual, permanente: ele andava à toa. 
# Um fato passado, mas de incerta localização no tempo: Era 
uma vez... 
# Um fato presente em relação a outro fato passado: Eu lia 
quando ele chegou. 
 
É usado para transmitir um 
acontecimento certo e real. 
 
 
Empregado para referir um fato já 
ocorrido, concluído: Estudei sobre a 
transmissão do coronavírus. 
 
 
Indica uma ação passada em 
relação a outro fato passado (ou 
seja, é o passado do passado). Não 
usara máscara, por isso não pôde 
entrar no supermercado. 
 
Empregado para assinalar: 
# Um fato futuro, em relação a outro fato 
passado: Eu iria à escola se não fosse a 
pandemia. 
# Um fato futuro, mas duvidoso, incerto: 
Seria realmente agradável poder sair de casa. 
# Um fato presente (nesse caso indica polidez 
e, às vezes, ironia): Daria para ficar afastado? 
 
C.Melo2020 
 
Modo Subjuntivo 
Modo Imperativo 
 
Empregado para assimilar: 
# Um fato presente, mas duvidoso, 
incerto: Talvez a pandemia passe 
logo... não sei 
# Um desejo, uma vontade: Que as 
aulas retornem é o desejo de alunos e 
professores. 
 
 
Empregado para indicar uma hipótese, 
uma condição: Se não houvesse 
isolamento social, a história seria outra. 
 
Empregado para indicar um fato futuro já 
concluído em relação a outro fato futuro: 
Quando as aulas retornarem, estudarei 
bastante. 
É usado para transmitir 
uma hipótese, dúvida ou 
possibilidade. 
 
Traz um comando positivo. 
Lave bem as mãos e use 
álcool emgel. 
 
Traz um comando 
negativo, uma proibição. 
Não faça aglomerações. 
É usado para transmitir um 
pedido, ordem, súplica. 
C.Melo2020 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O vício está na 
palavra. 
São desvios gramaticais que 
ocorrem por descuido ou 
desconhecimento das normas 
nos diferentes níveis 
linguísticos: fonético, 
semântico, sintático e 
morfológico. 
 
Ortoépico 
Problema no lugar da 
letra. Ex.: mortandela 
(mortadela). 
 
Prosódico 
Problema na acentuação 
(silabada). Ex.: rúbrica 
(rubrica). 
 
Gráfico Erro na grafia 
(cacografia). Ex.: 
naum (não). 
 
Semântico 
Erro (deslize) no 
sentido. Ex.: Mordida 
(picada) de pernilongo. 
 
Estrangeirismo 
Troca de idiomas. Ex.: galicismo 
(francês) - menu (cardápio); 
anglicismo (inglês) - sale (vender) 
 
Desvio na 
sintaxe. 
Concordância 
Verbal ou nominal. Ex.: 
A turma gostaram 
(gostou) de mim. 
 
Regência 
Uso inadequado da 
preposição. Ex.: Paulo 
namora com (a) Maria. 
 
Colocação 
Colocação 
pronominal 
inadequada. Ex.: 
Não (se) trata-se 
de um problema 
sério. 
 
Som 
desagradável 
Cacófato 
Som obsceno. 
Ex.: A boca dela. 
(cadela) 
Eco 
Repetição de 
terminações. Ex.: 
Vicente mente, 
gente 
Colisão 
Sons semelhantes. 
Ex.: Levante-se 
sério 
Hiato 
Vogais próximas. 
Ex.: Leva a água 
agora 
Palavras que não 
se usam mais. 
Ex.: Vosmecê 
Palavras novas. 
Ex.: deboísmo (de 
boa, numa boa) 
Uso de gírias. 
Ex.: demorô. 
Uso de expressões 
populares que vão contra a 
norma culta. Ex.: Vamos 
comê (comer) 
Repetição 
desnecessária. Ex.: 
Subir lá em cima. 
O vício ocorre na escrita de textos não literários, nos 
quais se é exigido o uso da norma padrão culta da 
língua. 
Em se tratando de linguagem falada, na qual 
prevalece a linguagem coloquial, temos as variações 
linguísticas. Já nos textos literários, tem-se a 
chamada licença poética e as figuras de linguagem. 
 
Vídeo feito para 
homenagear, criticar, 
informar ou gerar humor. 
Tempo determinado: 
em torno de 1 minuto 
Une elementos da 
oralidade e escrita. 
Imagem padrão – logotipo 
do canal e informações 
sobres os profissionais que 
trabalharam na construção 
do vídeo. 
Título 
Imagens 
Estímulo visual e 
ilustração do texto 
falado, facilita a 
compreensão da 
mensagem. 
Elementos 
Paralinguísticos 
Qualidade da voz e ritmo da fala (ajudam a 
compor a melodia do texto, marcando 
informações que precisam ser destacadas); 
marcas de oralidade (“é mole”, “né” “hein” – 
aproxima o público-alvo e dá a sensação de 
uma conversa familiar); pausas (acontecem 
para possibilitar a respiração), risos, gritos. 
Música de 
Fundo 
Coopera para acentuar 
o clima de ação e 
agilidade do vídeo. 
Elementos 
Cinésicos 
Mudança de ângulo de 
filmagens, movimentos, 
gestos e expressões faciais 
– acrescentam dinamismo 
às cenas.. 
C.Melo2020fabricado em 
papel de melhor qualidade, 
no tamanho A4; usa misturas 
de cores mais chamativas e 
não é distribuído em massa 
como os panfletos, mas sim 
para potenciais clientes. 
Ganhou o nome devido à sua 
velocidade de distribuição (flyer = 
voador), mas ainda preserva a 
característica básica do panfleto: 
é direto e possui pouca 
informação, porem a sua 
qualidade é bem maior. Costuma 
ser impresso em grandes 
quantidades, em papéis de maior 
qualidade e com um trabalho 
estético mais apurado. 
 
Tem pelo menos uma dobra (folder = 
pasta, dobra). É mais refinado e exige 
um maior investimento em design, 
pois oferece maiores possibilidades 
criativas e permite uma quantidade 
maior de informações. É excelente 
para apresentações corporativas, 
lançamentos e descrições detalhadas 
de produtos e serviços 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Apresenta o mesmo encadeamento 
temático do texto original; 
 Há a utilização de vocábulos e estilo 
distintos do material fonte; 
 Não há comentários críticos, humor 
e ironia em relação às ideias 
parafraseadas; 
 Pode ocorrer o uso de expressões 
com “isto é” ou “ou seja”. 
 
 
A paráfrase consiste na 
reescrita de um texto, mas 
mantendo sua essência em 
termos temáticos; é uma 
espécie de tradução dentro 
da própria língua. 
A paródia estrutural ou criativa 
não consiste na construção de 
novos significados que remetem 
ao campo temático do texto 
principal. 
Há semelhança e o texto 
parafrástico, nesta categoria, não 
discorda, mas distancia-se do 
texto original, indo além da 
simples reiteração. Não é paródia, 
pois não há uma reescrita com 
função de humorizar ou ironizar o 
texto original. 
Reformulação e continuidade, sendo 
uma forma específica 
da intertextualidade, isto é, da 
reutilização e manutenção de um 
discurso previamente elaborado, um 
diálogo entre dois textos. 
 
 
A paráfrase origina-se do 
grego “para-phrasis”, que 
significa repetição de uma 
sentença. 
 
 
A paráfrase ideológica ou 
reprodutiva possui um laço 
estreito com a reprodução 
integral de ideias, isto é, trata-
se de quase copiar as 
informações de um texto. 
A habilidade primordial é a 
capacidade de reelaborar 
sentenças sem copiá-las 
totalmente. Não se trata de um 
resumo, pois não há exclusão 
de informações secundárias. 
“Minha terra tem palmeiras 
Onde canta o sabiá. 
As aves que aqui gorjeiam 
Não gorjeiam como lá. 
(Gonçalves Dias) 
 
“Minha terra tem palmares 
Onde gorjeia o mar 
Os passarinhos daqui 
Não cantam como os de lá. 
(Oswald de Andrade) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Desenvolvimento de teorias 
científicas na Europa; 
 Darwinismo (acreditava na 
dominação dos mais fortes sobre 
os mais fracos); 
 Comunismo; 
 Determinismo (crendo que o 
homem era influenciado por meio 
social, sua raça e pelo momento 
histórico que vivia); 
 Positivismo (pregava que toda 
teoria deveria ter um fundamento 
científico). 
 
Contexto Histórico Características
 Linguagem objetiva e impessoal 
 Descrição visual 
 Estilo ornado e culto 
 Preocupação com a estética 
 Perfeição formal 
 Metrificação e versificação 
 Preciosismo (palavras e rimas 
raras) 
 Espírito científico 
 Temas da realidade cotidiana 
 Valorização dos temas clássicos 
 Preferência pelas formas poéticas 
fixas (soneto) 
 
Foi um movimento literário restrito 
baseado no parnasianismo francês e 
no lema “arte pela arte”. O poeta João 
Penha (1838-1919) é considerado o 
introdutor do movimento no país. 
 
 Representantes
João Penha (1838-1919): 
Rimas (1882), Novas Rimas (1905) e Últimas 
Rimas (1919). 
Gonçalves Crespo (1846-1883): 
Miniaturas (1870), Nocturnos (1882) e Obras 
Completas (1887). 
António Feijó (1859-1917): 
Transfigurações (1862), Líricas e 
Bucólicas (1884) e Ilha dos Amores (1897). 
Cesário Verde (1855-1886): 
“Nós” (1884) e a compilação póstuma de 
seus poemas “O Livro de Cesário Verde” 
 
Em Portugal, não 
apresentou um projeto 
consistente. Por isso, 
é, comumente, 
integrado à produção 
do realismo-
naturalismo português 
(1865-1900). 
“Para alguém sou a 
vida e a luz dos olhos, 
E, se na Terra 
existe, é porque existo” 
Gonçalves Crespo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Decadência econômica açucareira; 
 Crescimento do prestígio dos 
estados do sul; 
 Descontentamento da classe 
burguesa em ascensão na época; 
 Abolição da escravatura no Brasil, 
em 1888; 
 Proclamação da República 
brasileira, em 1889. 
 
Contexto Histórico 
Características
 Arte pela arte 
 Objetivismo e universalismo 
 Cientificismo e positivismo 
 Temas baseados na realidade 
(objetos e paisagens), fatos 
históricos, mitologia grega e cultura 
clássica 
 Busca da perfeição 
 Sacralidade e o culto à forma 
 Preocupação com a estética, 
metrificação, versificação 
 Utilização de rimas ricas e palavras 
raras 
 Preferência por estruturas fixas 
(soneto) 
 Descrição visual bem detalhada 
 
Foi um estilo poético que marcou 
a elite literária brasileira do final do 
século XIX, já que, entre os 
fundadores da Academia Brasileira de 
Letras, criada em 1897, a maioria dos 
poetas eram parnasianos. 
 
 
Representantes
Teófilo Odorico Dias Mesquita (1854-1889): 
Flores e Amoras (1874), Cantos Tropicais 
(1878), Lira dos Verdes Anos (1878), A 
Comédia dos Deuses (1888). 
Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac (1865-
1918): Poesias (1888), Crônicas e Novelas 
(1894), Crítica e Fantasia (1904), Ironia e 
Piedade (1916), Tarde (1919). 
Antônio Mariano de Oliveira (Alberto de 
Oliveira – 1857-1937): Canções Romântica 
(1878), Meridionais (1884), Poesias (1900), 
Céu, Terra e Mar (1914). 
Raimundo da Motta de Azevedo Corrêa (1859-
1911): Primeiros Sonhos (1879), Sinfonias 
(1883), Versos e Verões (1887), Aleluias 
(1891), Poesia (1898). 
O Parnasianismo 
foi contemporâneo 
do Realismo e do 
Naturalismo. Teve 
como marco inicial 
a publicação da 
obra "Fanfarras", 
de Teófilo Dias, 
em 1882. 
 
 
 
“Há quem me julgue perdido, 
porque ando a ouvir estrelas. 
Só quem ama tem ouvidos 
para ouvi-las e entendê-las” 
Olavo Bilac 
 
 
Poema
 
→ Tem por finalidade expressar 
sentimentos, emocionar, entreter. 
→ Organiza-se em versos, que podem se 
agrupar em uma ou mais estrofes. 
→ Utiliza linguagem expressiva, figurada, 
pessoal e subjetiva. 
→ Pode apresentar palavras e expressões 
em sentido conotativo e denotativo. 
→ Explora a sonoridade, o ritmo e a rima 
das palavras. 
→ Pode apresentar palavras e expressões 
repetidas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gênero textual que utiliza 
as palavras como matéria- 
-prima, organizando-as em 
versos, estrofes ou prosa, 
ou seja, apresenta uma 
estrutura que permite 
defini-lo como gênero. A 
palavra poema é derivada 
do verbo grego poein, que 
significa “fazer, criar, 
compor”. 
 
 Verso: cada uma das linhas. 
 Estrofe: cada um dos conjuntos 
de linhas. 
 Métrica: contagem das sílabas 
poéticas. 
 Rima: combinação de sons 
iguais ou semelhantes nas 
palavras. 
 Ritmo: confere sonoridade e 
melodia ao poema. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Soneto: Foi criado no século XIV sendo composto 
por catorze versos, dos quais dois deles são 
quartetos (estrofe de 4 versos) e dois são tercetos 
(estrofe de 3 versos). 
Balada: Poema de narrativa de lendas e tradições, 
originária dos povos do Norte da Europa, 
composto de três estrofes de 8 ou 10 versos, que 
finalizam com o mesmo refrão e com uma 
dedicatória. 
Trova: Composição poética de quatro versos de 
sete sílabas cada um, rimando pelo menos o 
segundo com o quarto verso. É criação popular, 
que fala diretamente ao coração do povo. 
 
 
 
 
Haicai: É um poema curto de origem japonesa. “hai” 
(brincadeira, gracejo) e “kai”(harmonia, 
realização), ou seja, representa um poema 
humorístico. Composto de três versos (terceto), 
sendo o primeiro e o último de 5 sílabas e o segundo 
de 7, totalizando 17 sílabas poéticas. 
Cordel: O texto é escrito com métrica fixa e rimas 
que fazem a musicalidade dos versos; tratam dos 
costumes locais, fortalecendo as identidades 
regionais. 
Acróstico: composição que consiste em formar uma 
palavra vertical com as letras iniciais ou finais de 
cada verso gerando um nome próprio ou uma 
sequência significativa. 
Poetrix: poema minimalista, criado por Goulart 
Gomes, composto de um título e uma estrofe de três 
versos com, no máximo, trinta sílabas métricas. 
 
 
 
Poema visual: são produções literárias em 
que as imagens, formas e tudo o que é 
capaz de ser captado pela visão, ganham 
destaque. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Poesia 
 
 Expressão das vivências negras - 
alegria natural, despreocupação, prática 
de magia, sentimentos de religiosidade; 
 A procura e/ou afirmação da identidade 
negra; 
 Ausência de um código de cor básico e 
obrigatório; 
 Uso de temas da vida e da população 
negra resultante de vivências próprias ou 
de estudos e observações conscientes; 
 Reprodução de ritmos negros; 
 Introdução na poesia de termos e 
palavras do vocabulário afro-brasileiro; 
 Transformação e a reabilitação 
semântica da linguagem. 
 
Forte instrumento de 
expressão, resistência 
e libertação dos valores 
negros. 
 
Negra no Brasil 
 
Determinação do poeta de desvencilhar-se do anonimato e 
da ‘invisibilidade’ que o relegou a sua condição de descendente 
de escravos ou ex-escravos; 
 Construção de uma epopeia negra, por meio da qual se 
procede ao resgate da história do negro, (re)contada em versão 
‘não oficial’; 
 Reversão dos valores, buscando a afirmação da identidade 
negra pela inversão ideológica do universo semiótico ligado ao 
negro, num quase virar do avesso as isotopias do “negro burro”, 
“negro indolente” etc.; 
Nova ordem simbólica, que nada mais é do que uma 
consequência natural da “lei” anterior, na qual o poema se torna 
o espaço da destruição de uma simbologia estereotipada 
 
 Oswaldo de Camargo (1936): é um dos 
responsáveis pela inclusão da literatura negra no 
circuito cultural do Brasil; 
 Lino Guedes (1897-1951): escreve como negro, 
também sobre o negro e para o negro, num 
momento de ebulição cultural e social; 
 Solano Trindade (1908-1974): com sua poesia 
política, contestatória e marxista, dá um rumo de 
grandeza à literatura negra cantando e exaltando 
Zumbi dos Palmares. 
 Conceição Evaristo (1946): Escritora de origem 
pobre e de etnia negra, seus textos trazem a 
experiência de opressão e marginalidade, com forte 
valorização da memória ancestral. 
 
Nos dias de hoje, se aceitar como negro na literatura é algo 
bem difícil, pois muitos ainda temem sofrer preconceitos ou 
ser discriminado por suas origens, além de pensar que as 
pessoas irão julgar mal seus trabalhos, por causa de um 
estereótipo de que o negro não teria a capacidade de criar 
tais obras. Essas barreiras estão sendo quebradas e o negro 
está conseguindo se destacar nesse cenário. 
 
 
 
 
 Os Sinais de pontuação são 
recursos prosódicos que 
conferem às orações ritmo, 
entoação e pausa, bem como 
indicam limites sintáticos e 
unidades de sentido. 
Ponto  Indicar o final de uma 
frase declarativa. 
 Separar períodos. 
 Abreviar palavras. 
 
Final 
Dois 
Pontos 
 Iniciar fala de personagens. 
 Anteceder apostos ou orações 
apositivas, enumerações ou sequência 
de palavras que explicam e/ou resumem 
ideias anteriores. 
 Anteceder citação direta. 
 
Reticências 
 Indicar dúvidas ou hesitação. 
 Interromper uma frase incompleta 
sintaticamente. 
 Concluir uma frase gramaticalmente 
incompleta com a intenção de estender 
a reflexão. 
 Suprimir palavras em uma 
transcrição. 
 
 Parênteses  Isolar palavras, frases intercaladas 
de caráter explicativo, datas e, 
também, podem substituir a vírgula 
ou o travessão. 
 
 
Ponto de 
Exclamação 
 Inicia a fala de um personagem 
no discurso direto. 
 Indica mudança do interlocutor nos 
diálogos. 
 Uni grupos de palavras que indicam 
itinerários. 
 Substitui a vírgula em expressões ou 
frases explicativas. 
 
 
Ponto de 
Interrogação 
 Em perguntas diretas. 
 Às vezes, pode ser 
utilizada junto com o ponto 
de exclamação para enfatizar 
o enunciado. 
 
 
Vírgula 
 Marca pausas no 
enunciado, indicando que os 
termos por ela separados não 
formam uma unidade 
sintática, apesar de estarem 
na mesma oração. 
 
 
Veja os casos de seu uso no 
mapa conceitual sobre 
vírgula. 
 
 
Ponto e 
Vírgula 
 Usado para separar os 
itens de uma sequência. 
 Usado para separar 
orações coordenadas muito 
extensas ou orações 
coordenadas nas quais já se 
tenha utilizado a vírgula. 
Aspas 
 Isola palavras ou 
expressões que fogem à 
norma culta, como gírias, 
estrangeirismos, 
palavrões, neologismos, 
arcaísmos e expressões 
populares. 
 Indica uma citação direta 
Travessão 
 Após o vocativo. 
 Final de frases imperativas. 
 Após interjeições. 
 Após palavras ou frases de caráter 
emotivo, expressivo. 
 
 
... 
: 
. 
( ) 
― 
! 
? 
, 
; 
“ ” 
Quando houver necessidade 
de utilizar aspas dentro de 
uma sentença onde ela já 
esteja presente, usa-se a 
marcação simples ('). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Substitui o sujeito da 
oração diretamente: eu, 
tu, ele/ela, nós, vós, 
eles/elas 
Palavra que está ligada 
ao substantivo, 
podendo substituir ou 
referir-se a ele direta ou 
indiretamente 
Doutor(a), Mestre(a) 
não são pronomes de 
tratamento, são títulos 
acadêmicos. 
Situa o termo em relação 
ao tempo, posicionamento 
(espaço) e no próprio texto 
(referência). Este(s), 
esta(s), isto, esse(s), 
essa(s) isso, aquele(s), 
aquela(s), aquilo. 
Demonstrativo 
Interrogativo 
Pronomes que 
criam perguntas: 
Que, quem, qual, 
quanto. 
Indefinidos 
Não se referem a algo ou alguém 
de modo específico. Podem mudar 
o sentido da oração de acordo com 
sua posição no texto. Algum, 
nenhum, todo, mudo, pouco, vário, 
tanto, outro, quanto (flexionam-se 
em gênero e número), alguém, 
ninguém, outrem, tudo, nada, algo cada 
(não se flexionam), qualquer, 
quaisquer. 
Tratamento 
Você – informal 
Senhor(a): pessoas mais velhas 
Senhorita: formal, jovens solteiras 
Vossa Alteza: príncipes e duque 
Vossa Eminência: cardeais 
Vossa Magnificência: reitores 
Vossa Majestade: reis e imperadores 
Vossa Meritíssima: juízes 
Vossa Reverendíssima: sacerdotes 
Vossa Senhoria: autoridades 
Vossa Santidade: Papa 
Vossa Excelência: altas autoridades 
 
Pessoais 
Possessivos 
Aqueles que dão ideia de 
posse: meu(s), minha(s), 
teu(s), tua(s), seu(s), 
sua(s), nosso(s), nossa(s) 
vosso(s), vossa(s) 
Concordam com o 
objeto possuído, não 
com a pessoa que o 
possui. 
Retos 
Oblíquos 
Exercem a função 
de objeto da 
oração: me, mim, 
comigo, te, ti, 
contigo, se, si, 
consigo, o(s), a(s), 
lhe(s), nos, 
conosco, vos, 
convosco 
Relativos 
Retoma um termo anterior 
a ele: que, quem, onde (= 
em que), aonde (= a que), 
quando, o(a) qual, os(as) 
quais, cujo(s), cuja(s) 
(relação de posse) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
São aqueles que situam 
a pessoa ou a coisa 
demonstrada no tempo, 
espaço ou próprio texto 
em relação às 3 pessoas 
do discurso. 
Esse(s) 
Essa(s) 
Isso 
Indica o que está perto 
da pessoa com quem se 
fala. 
→ Paula, empresta-me 
esse álcool em gel que 
está com você. 
Indica futuro ou passado 
próximo. 
→ Esses próximos dias 
serão perigosos para 
quem não permanecer 
em casa. 
Indica informação que 
já apareceu. 
→ Falta de cuidado, esse 
é o motivo de contágio. 
Este(s) 
Isto 
Esta(s) 
Indicao que está perto 
da pessoa que fala. 
→ Ana, veja estas 
máscaras que estou 
vendendo. 
Indica o tempo presente 
em relação a quem fala. 
→ Esta semana não 
sairei de casa. 
Introduz algo a ser 
mencionado. 
→ Só desejo isto: que a 
pandemia acabe. 
Aquele(s) 
Aquela(s) 
Aquilo 
Indica passado remoto 
ou tempo referido de 
modo vago. 
→ Bons tempos aqueles 
em que podíamos sair 
livremente. 
Indica o que está 
distante de quem fala e 
de quem ouve. 
→ Olhem aquelas 
pessoas andando sem 
máscaras. 
Utilizado para retomar o 1º 
elemento de uma enunciação. 
→ Pedro e Paulo se cuidam: 
este, por ficar em casa; aquele 
por usar máscara e higienizar 
as mãos. 
1ª pessoa: aquela que 
fala. 
2ª pessoa: aquela que 
escuta; 
3ª pessoa: aquela de 
quem se fala 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pronomes 
Elementos coesivos 
# Unem duas 
orações formando 
períodos compostos; 
# Retomam o termo 
antecedente 
→ Estabelece relação de 
posse. 
→ Concorda em gênero e 
número com a coisa possuída 
(cujo, cujos, cuja, cujas). 
→ Não admite a posposição de 
artigo (artigo não pode ser 
colocado após ele). 
Cujo 
Onde 
→ Só pode ser empregado 
para indicar lugar (= lugar em 
que). 
→ Verbo regido da preposição 
A = AONDE (= lugar a que – 
pressupõe movimento) 
 
Qual 
→ Relaciona-se com o antecedente. 
→ Retoma palavra que designa pessoa ou 
coisa. 
→ Pode ser substituído por o(a) qual, 
os(as) quais. 
→ Pode ser precedido das preposições A, 
COM, DE, POR. 
→ Pode ser empregado em casos que não 
há exigência da preposição. 
Que 
Quanto 
Quem 
Relativos 
→ Sempre precedido de 
tudo, toda, tanto... 
→ Concorda em gênero e 
número com o antecedente. 
 
→ Aceita preposição. 
→ Utilizado para tudo: 
pessoa, coisa, objeto, etc. 
→ Sempre precedido de 
artigo O(S), A(S) 
→ Refere-se a um ser 
personificado ou a uma 
pessoa. 
→ Sempre pede a 
preposição A. 
 
 
 
 
 
O pronome 
é colocado 
depois do 
verbo. 
Ênclise 
→ Verbo iniciar uma oração: 
Avisaram-me que a Covid-19 
mata. 
→ Verbo no infinitivo 
impessoal, regido pela 
preposição A: O Coronavírus 
começou a espalhar-se pelo 
Brasil. 
→ Orações reduzidas de 
gerúndio: Cuidando-me, não 
serei contaminado. 
→ Vírgula ou pontuação antes 
do verbo: Enquanto durar a 
pandemia, mantenho-me 
isolado. 
Mesóclise 
O pronome 
é colocado 
no meio do 
verbo. 
→ Futuro do presente: As 
aulas realizar-se-ão de forma 
remota até que cesse a 
pandemia. 
→ Futuro do pretérito: 
Convidar-lhe-ia para uma 
festa, se não houvesse o 
isolamento social. 
Próclise 
O pronome é 
colocado antes 
do verbo. 
→ Palavras de sentido 
negativo: Nada o entediava 
mais do que ficar em casa o 
dia todo. 
→ Advérbios: Aqui se 
tem casos confirmados 
de Covid-19. 
→ Conjunções subordinativas 
(ligam duas orações): Embora 
o considere muito, não posso 
permitir que venha aqui. 
→ Conjunções subordinativas 
(ligam duas orações): Embora 
o considere muito, não posso 
permitir que venha aqui. 
→ Pronomes Indefinidos: 
Nem todos se preocupam 
com o Coronavírus. 
→ Pronomes 
Demonstrativo: 
Isso me deixa 
muito triste. 
→ Preposição seguida de 
gerúndio: Em se tratando de 
Covid-19, a prevenção é o 
melhor remédio. 
Refere-se ao uso dos 
pronomes oblíquos átonos: 
me, te, se, o(s), a(s), lhe(s), 
nos, vos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Expansionismo marítimo; 
 Chegada dos Portugueses ao 
Brasil; 
 Período de colonização – não é uma 
literatura propriamente brasileira, 
mas escrita em terra brasileira. 
 Quinhentismo – relativo a 1500 – 
ano do desembarque português em 
terras brasileiras; 
 
 Crônicas de viagens; 
 Textos descritivos e informativos; 
 Conquista material e espiritual; 
 Linguagem simples; 
 Utilização de adjetivos. 
 
Momento em que a cultura europeia foi introduzida no 
país durante o século XVI. Note que, nesse período, 
ainda não se trata de literatura genuinamente 
brasileira, a qual revele visão do homem brasileiro. 
ç
C.Melo2020 
 Carta do descobrimento: Pero Vaz 
de Caminha  foi escrita no ano de 
1500 e publicada pela primeira vez 
em 1817; 
 Tratado da Terra do Brasil: Pero de 
Magalhães Gândavo  escrito por 
volta de 1570 e impresso pela 
primeira vez em 1826; 
 
Literatura 
Literatura 
 Diálogo sobre a conversão 
dos gentios: Padre Manuel da 
Nóbrega: escrito em 1557 e 
impresso em 1880; 
 Arte de Gramática da Língua 
mais usada na Costa do 
Brasil: Padre José de 
Anchieta, 1595. 
De Formação 
De Informação 
Religiosa e pedagógica. Tinha como objetivo a 
catequização dos indígenas. Poemas, sermões e 
peças teatrais para mostrar aos nativos qual a 
forma correta de se vestir e se comportar e, 
principalmente, abandonar as práticas religiosas 
pagãs 
Descreve o território colonizado. 
Aspectos climáticos, espécies de 
animais e plantas, paisagem, 
hábitos da população nativa. 
 
 História da Província de Santa 
Cruz, a que vulgarmente 
chamamos Brasil: Pero de 
Magalhães Gândavo: editado em 
1576; 
 Tratado descritivo do Brasil: 
Gabriel Soares de Sousa: escrito 
em 1587 e impresso em 1839. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Desenvolvimento de teorias 
científicas na Europa; 
 Darwinismo (acreditava na 
dominação dos mais fortes sobre 
os mais fracos); 
 Comunismo; 
 Determinismo (crendo que o 
homem era influenciado por meio 
social, sua raça e pelo momento 
histórico que vivia); 
 Positivismo (pregava que toda 
teoria deveria ter um fundamento 
científico). 
 
Contexto 
Características
# Ênfase nas ideias socialistas e de revolução; 
# Objetivismo e cientificismo; 
# Preocupação com a realidade imediata de 
Portugal; 
# Foco na vida cotidiana e destaque para as 
pessoas comuns; 
# Ataque aos falsos valores; 
# Rejeição ao clérigo e a monarquia; 
# Negação da idealização; 
# Opiniões objetivas. 
Histórico
Foi um movimento artístico e cultural 
desenvolvido nos anos de 1960. A 
corrente criticava o Romantismo e a 
estrutura social que estava em vigor 
desde então. Desejava a renovação 
dos valores e tentava contribuir para 
que o país alcançasse os ideais 
do mundo moderno. 
 
 Representantes
Antero de Quental (1842 - 1891): Odes 
Modernas (1865); Bom Senso e Bom Gosto 
(cartas de 1865); A Dignidade das Letras e as 
Literaturas Oficiais (1865); Defesa da Carta 
Encíclica de Sua Santidade Pio IX (1865); 
Causas da decadência dos povos peninsulares 
(1871). 
José Maria de Eça de Queiroz (1845 - 1900): O 
Mistério da Estrada de Sintra (1870); O Crime 
do Padre Amaro (1875); A Tragédia da Rua das 
Flores (1877-78); O Primo Basílio (1878); O 
Mandarim (1880); A Relíquia (1887); Os Maias 
(1888). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Decadência econômica açucareira; 
 Crescimento do prestígio dos 
estados do sul; 
 Descontentamento da classe 
burguesa em ascensão na época; 
 Abolição da escravatura no Brasil, 
em 1888; 
 Proclamação da República 
brasileira, em 1889. 
 
Contexto Histórico 
Características
 Realidade como fundamento; 
 Temas do cotidiano, egoísmo, adultério; 
 Destaque da classe trabalhadora nas 
obras; 
 Descrição, análise e crítica da sociedade; 
 Fiel no trato dos personagens, excesso de 
detalhes; 
 Objetividade e materialismo; 
 Personagens analisados 
psicologicamente; 
 Enredo em 3ª pessoa – onisciente, 
imparcial e impessoal; 
 
Marcado pelo objetivismo, pela 
veracidade e pela denúncia social, o 
Realismo brasileiro tem início com a 
obra de Machado de Assis “Memórias 
Póstumas de Brás Cubas”, publicada 
em 1881. 
 
 
Representantes
Machado de Assis (1839-1908) foi o principal 
autor do movimento literário Realismo no 
Brasil. Entre suas obras destacam-
se: Memórias Póstumasde Brás Cubas, Dom 
Casmurro, Esaú e Jacó e Memorial de Aires. 
Raul Pompeia (1863-1895) destaca-se com 
sua obra O Ateneu 
 
 Demonstração dos defeitos e 
detalhes da mulher 
 Subordinação do amor aos 
interesses sociais 
 Heróis são mostrados como 
pessoas comuns, com defeitos, 
incertezas e manias 
 Críticas às instituições sociais e 
aos valores burgueses 
 Universalismo e cientificismo 
 
Palavra puxa palavra, uma ideia 
traz outra, e assim se faz um livro, 
um governo ou uma revolução... 
Machado de Assis 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
É o mecanismo que verifica 
se um termo serve de 
complemento a outro. A 
palavra ou oração que rege 
os outros chama-se Regente 
e o complemento chama-se 
Regido. 
O termo regente é um 
nome. O termo regido é 
sempre o Complemento 
Nominal, que é 
necessariamente precedido 
por uma preposição. 
 
Adepto, alheio, favorável, indiferente, 
referente, paralelo, reativo, acessível, 
adequado, desfavorável, equivalente, 
insensível, obediente, dentre outros. 
 
Abstraído, capaz, incapaz, digno, constante, 
indigno, passível, certeza, entre outros. 
Amoroso, compatível, cruel, cuidadoso, 
descontente, desleal, digno, dentre outros. 
Aflito, ansioso, capaz, cruel, desrespeito, 
essencial, isento, leal, útil, hábil, natural, 
dentre outros. 
Abundante, acessível, análogo, atenção, 
conforme, isento, necessidade, receio, útil, 
dentre outros. 
Atenção, aversão, ávido, compaixão, 
contente, diferente, grato, inclinação, receio, 
dentre outros. 
Note que alguns nomes 
possuem mais de uma 
preposição que os regem. 
Portanto, para saber qual é a 
regência de uma palavra para 
uso mais formal da língua, 
deve-se consultar o dicionário 
ou a gramática. 
Fica a Dica: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O termo regente é um 
Verbo, que é sempre 
completado por um 
Objeto. O vínculo entre o 
verbo e seu termo regido 
pode se dar com ou sem a 
presença da preposição. 
 
 Fazer carinho (VTD): 
sem preposição. 
 Contentar, satisfazer 
(VTI): preposição A. 
 
 Sorver, respirar 
(VTD): sem preposição. 
 Pretender, desejar 
(VTI): preposição A. 
 
 Prestar assistência, 
ajuda (VTD): sem 
preposição. 
 Ver: (VTI): preposição A. 
 Pertencer, caber: (VTI): 
preposição A. 
 
 Acompanhado de 
adjunto adverbial de preço 
ou valor (VI): sem 
complemento. 
 Ser custoso (VTI): 
preposição A. 
 
 Acompanhados de 
pronome (VTI): preposição 
DE. 
 Sem acompanhamento 
de pronome (VTD): sem 
preposição. 
 
 Sempre são VTI: 
preposição A. 
 
 Objeto é coisa (VTI): 
preposição DE ou SOBRE. 
 Objeto é pessoa (VTD): 
sem preposição. 
 
 Sempre são VTI: 
preposição COM. 
 
 Objeto é pessoa (VTI): 
preposição A. 
 Objeto é coisa (VTD): 
sem preposição. 
 
 É bitransitivo (VTDI): 
exige um complemento 
sem preposição e outro 
com a preposição A. 
 
 São Intransitivos (VI): 
sem preposição; 
 Se acompanhados de 
adjunto adverbial de lugar: 
preposição A. 
 
 É transitivo direto (VTD): 
sem preposição. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  Textos narrados em 1ª pessoa; 
  Verbos no presente e em grande 
parte no pretérito (passado); 
  Caráter subjetivo; 
  Experiências pessoais; 
  Presença de emissor e receptor. 
 
Modalidade textual que 
apresenta uma narração sobre 
um fato ou acontecimento 
marcante da vida de uma 
pessoa, destacando suas 
emoções e sentimentos 
 Ainda que não seja 
necessário, geralmente 
aborda o tema que será 
tratado no texto. 
 
É importante delimitá-lo, 
seja um evento que 
ocorreu, uma fase da vida, 
uma conquista, uma 
superação, ou até mesmo 
uma história triste. 
 Pequeno trecho em que 
se apresenta a ideia do 
que se vai relatar. 
 Apresentação dos fatos 
que serão narrados. 
Obedece à sequência 
cronológica em que eles 
ocorreram. 
 É extremamente 
importante pensar 
numa conclusão para 
seu relato, seja uma 
questão que surgiu com 
a escrita, ou mesmo 
uma sugestão para as 
pessoas enfrentam tal 
problema. 
Título 
 Ao produzir um 
relato pessoal é 
essencial estar 
atentos a alguns 
pontos. 
Tema 
Introdução Contexto 
Desfecho 
Quem? 
 Narrador e 
personagens
. 
O quê? 
 Fato que 
aconteceu
. 
Quando? 
 Tempo. 
Como? 
 De que maneira 
aconteceu. 
Por quê? 
 O que causou o 
fato. 
 Relato oral: presença da oralidade com 
uma linguagem mais descontraída. 
 Relato escrito: linguagem formal é 
utilizada seguindo as normas da língua 
como concordâncias, pontuação, 
ortografia, dentre outros 
 
 
 
Gênero textual jornalístico de caráter 
dissertativo-expositivo. Tem por objetivo 
informar e levar os fatos ao leitor de uma 
maneira clara, com linguagem direta. 
 
 Texto em primeira ou terceira pessoa; 
 Presença de títulos; 
 Temas sociais, políticos, econômicos; 
 Linguagem simples, clara e dinâmica; 
 Discurso direto e indireto; 
 Objetividade e subjetividade; 
 Linguagem formal; 
 Textos assinados pelo autor. 
 
 Título ou manchete: formulado de forma 
a chamar a atenção e despertar o interesse 
dos receptores. Consiste, geralmente, em 
frases de efeito concisas. 
 Subtítulo ou título secundário: 
complementa o título principal e apresenta 
mais informações, ainda que breves, sobre 
o que será encontrado no texto. Esse 
elemento é facultativo. 
 Lide ou lead: primeiro parágrafo do texto 
no qual são apresentadas as principais 
informações da matéria. Devido ao caráter 
mais detalhado da reportagem, a lide não 
precisa responder todas as perguntas (O 
quê? Quem? Quando? Onde? Como? Por 
quê?) 
 Corpo do texto: é o desenvolvimento da 
reportagem. É o elemento do texto que vai 
reunir todas as informações adquiridas pelo 
repórter, como pesquisas, entrevistas, 
material gráfico, etc. 
 
 Expositivas: quando apenas 
apresentam os fatos de forma objetiva e 
imparcial. 
 Opinativas: quando os fatos são 
apresentados em conjunto com o ponto de 
vista do repórter. 
 Interpretativa: quando os fatos são 
analisados em conjunto com outros 
elementos, sugerindo uma determinada 
conclusão sobre o tema. 
A reportagem não precisa ser estruturada 
no modelo de pirâmide invertida, em 
que os fatos mais relevantes são 
apresentados por primeiro, seguidos de 
suas explicações e desdobramentos. 
 
C.Melo2020 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Concisão: texto breve, sem detalhes. 
 Objetividade: foco no ponto chave do 
conteúdo. 
 Argumentação: foco na coesão e 
coerência para convencer o leitor. 
 Recomendação: serve para 
recomendar ou não uma obra (daí a 
necessidade de uma boa argumentação). 
  Texto contínuo: sem quebras de 
subtítulos. 
 
 
Tipo de resumo crítico, contudo 
mais abrangente: permite 
comentários e opiniões, inclui 
julgamento de valor, 
comparação com outras obras 
da mesma área e avaliação da 
relevância da obra em relação 
às outras do mesmo gênero. 
 É informativa. Nela o 
resenhista dá a conhecer ao 
leitor um pouco sobre o 
autor e sua obra, sem fazer 
julgamentos. 
 
 Informa como a obra é 
organizada em termos de 
texto e de imagem, a que 
leitor ou espectador ela se 
destina, assim como o juízo 
de valor que o resenhista faz 
sobre a obra. 
Descritiva 
Introdução 
 Informações sobre o autor da 
obra, tais como formação, local 
e tempo onde viveu e outras 
obras que escreveu, bem como 
informação acerca do tema e 
do gênero da obra, como é 
feita a sua abordagem e qual a 
intenção do autor. 
Desenvolvimento 
Conclusão 
Informa se o tema é de fácil compreensão, se 
a obra é interessante e se destaca dentro do 
seu gênero; compara com outras obras do 
mesmo autor; recomenda ou não sua leitura. 
 
Crítica 
 É opinativa. Além de expor 
algo a respeito do conteúdo, o 
resenhista dá sua opinião de 
forma crítica, influenciandoo 
comportamento dos leitores. 
 
Refletir e responder a algumas questões pode 
ajudar a definir melhor o caminho a se seguir: 
 Gostou do livro ou filme? 
 Qual parte foi mais interessante? 
 Que relações ele pode ter com outras 
obras? 
 
 
 
 Quais as principais considerações e apreciações sobre o 
tema? 
 Sentiu que teve alguma parte que não ficou bem 
explicada? 
Quais as emoções geradas depois de ler o livro ou assistir 
ao filme? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Brevidade: o resumo contém as ideias 
principais, enquanto os pormenores são 
excluídos; 
 Rigor e clareza: Respeita a ordem das 
informações e não apresenta juízo de 
valor (opinião); 
 Linguagem pessoal: não se copia frases 
do texto, exprimem-se as ideias principais 
por palavras nossas; 
 O texto deve ser em prosa; não deve 
ser reproduzido em tópicos; 
 Deve ser compreensível (dispensa a 
consulta no texto original). 
 
Trata-se de um texto em que 
são dispostos e apresentados 
os pontos essenciais, ideias 
ou fatos principais que foram 
desenvolvidos no decorrer de 
outro texto. Esses pontos são 
expostos de forma abreviada, 
sempre respeitando a ordem 
em que aparecem no texto 
resumido. 
 
 Indica apenas os pontos 
principais do texto, não 
apresentando dados 
qualitativos e quantitativos, 
dentre outros. 
 
 Informa suficientemente ao 
leitor, para que esse possa 
definir a conveniência da 
leitura do texto inteiro. 
Expõe finalidades, 
metodologia, resultado, 
conclusões, dentre outros 
dados. 
Indicativo 
Informativo 
 Resumo com análise 
interpretativa. (Ver resenha) Crítico 
Antes de escrever: 
 Faça uma leitura rápida pra 
compreender o texto na sua 
globalidade; 
 Faça uma leitura lenta para 
descobrir a ideia-chave ou tópico de 
cada parágrafo utilizando o 
sublinhado. 
 
Fato 
Central 
 Quem fez o quê. 
Informações  Responde às perguntas: 
Onde? Quando? Como? Por 
quê? Com quem? Para quê? 
Ao escrever: 
 Faça uma leitura mais lenta para 
memorizar e analisar, escrevendo os 
vários tópicos numa folha; 
 Reconstrua o texto com rigor e 
clareza (estruture os tópicos em forma 
de parágrafo, de forma que ele tenha 
sequência lógica e sentido); 
 
 Faça uma leitura de seu 
resumo, fazendo a revisão 
semântica e ortográfica. 
 
Adicionais 
Estratégias  Apagamento: elimina partes 
desnecessárias; 
 Generalização: reduz elementos 
usando critério semântico; 
 Construção: substitui sequência 
de fatos por um único, que pode 
ser presumido a partir deles. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Queda dos sistemas de governo 
tirânicos; 
 Ideais de liberdade e igualdade; 
 Formação de uma mentalidade 
nacionalista; 
 Consolidação do pensamento 
liberal; 
 Revolução francesa; 
 Revolução industrial inglesa; 
 Declaração universal dos Direitos 
Humanos. 
 Contexto 
Características
Manifestações
C.Melo2020 
# Subjetivismo – valorização de opiniões e 
expressões de pensamento individual. 
# Sentimentalismo – forte expressão de 
tristeza, melancolia e saudade. 
# Idealização – visão ideal das coisas 
perfeitas. 
# Patriotismo – visa recuperar o orgulho 
português e os valores da pátria. 
# Culto ao fantástico – tendência à fantasia e 
sonhos. 
# Culto à natureza – situa-se em ambientes 
naturais. 
# Saudosismo – refugia-se no passado. 
 
HistóricoNa Europa 
 
# Romântico – do francês romaunt 
designava as expressões artísticas 
que contivessem aspectos da 
cavalaria e da Idade Média. 
# Início 1836 – publicação da obra “A 
voz do profeta” de Alexandre 
Herculano. 
# 1837 – criação da primeira revista 
romântica portuguesa – “O 
Panorama”. 
 
ªGeração
# Apresenta influências neoclássicas e certa 
preocupação com questões históricas. 
# Produções tendem ao subjetivismo 
extremado, ao medievalismo, ao nacionalismo 
e à idealização da mulher. 
# Destacam-se: João de Almeida Garret 
(teatro, novelas e poesias) – Viagens na Minha 
Terra; Folhas Caídas. Alexandre Herculano 
(poesias, romances, lendas e narrativas e 
historiografia) – A volta do proscrito; Eurico, o 
presbítero. 
 
ªGeração
ªGeração
# Consolida o movimento romântico em 
Portugal. 
# Mal do século: negativismo, morbidez e 
sentimentalismo exagerado. 
# Destaca-se: Camilo Castelo Branco – Amor de 
Perdição; Amor de Salvação; Queda de um Anjo, 
A Bruxa do Monte Córdova; A Mulher Fatal. 
 
# Livre dos exageros 
ultrarromânticos. 
# Produções apresentam 
espontaneidade lírica e 
musical. 
# Destaca-se: Júlio Diniz – As 
pupilas do senhor Reitor; Os 
fidalgos da casa mourisca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Contexto 
Histórico 
 Chegada da família Real (1808 – 
fugia das tropas francesas de 
Napoleão Bonaparte); 
 Abertura dos portos; 
 Fundação do Banco do Brasil; 
 Criação dos tribunais das Finanças 
e da Justiça; 
 Implantação da imprensa; 
 Permissão para instalação de 
indústrias; 
 Inauguração da Biblioteca Real 
com mais de 60 mil volumes; 
 Independência do Brasil – 1822. 
 
Manifestações
Poesia 
Prosa 
1ª Geração 
Indianista ou Nacionalista 
2ª Geração 
Ultrarromântica ou 
Byroniana 
3ª Geração 
Condoreira 
 
Romance Regionalista 
Romance Urbano 
Romance Indianista 
Marcada pelos estilos de 
textos, não por gerações 
como na poesia. 
Marco inicial a publicação do 
livro de poemas de Gonçalves 
de Magalhães (1811-1882), 
intitulado "Suspiros poéticos 
e saudades", em 1836. 
C.Melo2020 
O marco inicial do romance brasileiro se dá 
a partir da publicação das obras “O filho do 
pescador”, de Teixeira e Sousa (1843) e “A 
moreninha”, de Joaquim Manuel de 
Macedo (1844). 
 
Durante o período colonial, a prosa 
inexistiu. Nessa ausência de tradição, os 
autores românticos partiram do nada e 
fizeram suas primeiras tentativas mais 
consistentes. 
 
Teatro 
O teatro no Brasil, até então, era 
proveniente da Europa e tinha 
como principal objetivo agradar às 
elites brasileiras, que 
transformavam as apresentações 
em verdadeiros eventos sociais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
C.Melo2020 
 
 
Indianista Características 
Marcada pelo teor patriótico, de 
afirmação nacional, de compreensão 
do que era ser brasileiro, pela 
expressão dos sentimentos mais 
íntimos e dos desejos mais pessoais. 
Utiliza uma linguagem poética que 
passou a buscar uma proximidade com 
o cotidiano das pessoas, com a 
linguagem do dia a dia. 
 
Panorama 
→ Influência direta da 
Independência do Brasil; 
→ Nacionalismo – criação da 
identidade nacional 
(anticolonialista); 
→ Ufanismo (orgulho exacerbado 
pelo país em que nasceu); 
→ Exaltação à natureza e à 
pátria; 
→ O índio (primeiro brasileiro) 
como grande herói nacional; 
→ Sentimentalismo; 
 
Representantes 
→ Domingos José Gonçalves 
de Magalhães (1811-1882) – 
autor de Suspiros poéticos e 
Saudades, obra que dá início 
ao Romantismo no Brasil 
(1836); 
→ Antônio Gonçalves Dias 
(1823-1864) – Canção do 
Exílio e Os timbiras. 
 
Byroniana 
Byronismo – atitude 
amplamente cultivada 
entre os poetas da segunda 
geração romântica e 
relacionada ao poeta inglês 
Lord Byron. 
Panorama 
Geral Características 
 → Aspecto doentio (depressivo) – mal do 
século; 
→ Satanismo – referência o demônio, 
cerimônias demoníacas proibidas e 
obscuras. 
→ Inferno – prolongamento das dores e 
das orgias da Terra. 
→ Egocentrismo; Individualismo; 
→ Excesso de subjetivismo e do 
emocionalismo românticos; 
 
→ Irracionalidade; 
→ Escapismo, fantasia, culto da morte; 
Pessimismo; 
→ Noturnismo: ambientes fúnebres, 
noturnos, misteriosos, apropriados aos 
rituais satânicos e à reflexão sobre a 
morte, depressão e solidão. 
→ Morbidez (desejo de morrer). 
 
Representantes 
Geral 
Álvares de Azevedo (1831-1852):Lira 
dos vinte anos; 
Casimiro de Abreu (1837-1860): 
Meus oito anos; 
Fagundes Varela (1841-1875): 
Cântico do Calvário (para o filho 
falecido prematuramente) 
 
Condoreira 
Panorama 
Geral 
Condor – ave que simboliza 
a liberdade. Os poetas 
criticavam e refletiam 
sobre as condições sociais 
dos escravos. 
Características 
→ Discursa sobre liberdade, 
questões sociais, 
abolicionismo; 
→ Uso de exclamações, 
exageros, apóstrofes; 
→ Mulher presente, carnal; 
→ Volta-se para o futuro, 
progresso; 
→ Ainda fala sobre o amor. 
 
Representante 
Castro Alves (1847 – 
1871) – o “poeta dos 
escravos”: Espumas 
Flutuantes e Navio 
Negreiro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Indianista 
Panorama 
Geral 
Considerando que o branco era tido 
como colonizador europeu, e o negro, 
como escravo africano, o índio foi 
considerado como o único legítimo 
representante da América, sendo ele a 
expressão da nacionalidade autêntica, 
de amor exacerbado à terra e defesa do 
território. 
Características 
 → Traz à tona a vida, cultura, crença e 
costumes indígenas; 
→ Índio surgiu como herói, 
representando o Brasil e os brasileiros, 
sendo corajoso, heroico, forte e 
idealizado; 
→ Valorização da natureza; 
→ O espeço onde ocorre a narrativa 
remete ao natural, à paisagem 
brasileira. 
 
Representantes 
José Martiniano de Alencar 
(1829-1877) – autor de 
Iracema, O Guarani e 
Ubirajara. 
 
Urbano 
Retratou as experiências do 
cotidiano e a vida social dos 
habitantes da cidade. São os mais 
lidos até hoje. 
Panorama 
Geral 
Características 
→ Grande maioria narrava uma 
história que ocorria nas 
capitais, na alta sociedade; 
→ Fazia críticas aos costumes; 
→ Heróis e heroínas desse 
período faziam ou não parte 
dessa alta sociedade e tinham 
que superar várias barreiras 
para a felicidade e a realização 
do amor e do casamento. 
 
Representantes 
José Martiniano de Alencar (1829-
1877) – autor de Lucíola, Senhora, 
Diva, A viuvinha, Helena. 
Joaquim Manuel de Macedo (1820-
1882) – A moreninha, O moço loiro, 
O forasteiro, A luneta mágica. 
Manuel Antônio de Almeida (1830-
1861) – Memórias de um sargento de 
milícias. 
 
Regionalista 
Panorama 
Geral 
Marcado pela busca do 
redescobrimento do 
Brasil e sua diversidade 
regional e cultural. 
Características 
→ Passado em ambientes rurais, 
mostrando costumes, valores e cultura 
típica de uma região. 
→ Apresenta as especificidades do clima, 
costumes e língua diferentes entre si em 
um país que tem impressa a diversidade. 
→ Herói do campo, sertanejo, alguém 
que pertence à sua terra e é o retrato 
dela. É bravo e honrado, preza a moral e 
os costumes de seu ambiente. 
 
Representantes 
José Martiniano de Alencar (1829-
1877) – autor de O tronco de ipê, Til e 
O Gaúcho. 
Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle 
Taunay - “Visconde de Taunay” (1843-
1899) – Inocência; Ouro sobre azul; 
Lágrimas do coração. 
Bernardo Joaquim da Silva Guimarães 
(1825-1884) – O Seminarista; A 
escrava Isaura; O garimpeiro. 
 
C.Melo2020 
 
 
C.Melo2020 
 
 
Representante 
Características 
Panorama Geral 
O teatro no Brasil, até então, era 
proveniente da Europa e tinha como 
principal objetivo agradar às elites 
brasileiras, que transformavam as 
apresentações em verdadeiros 
eventos sociais. 
 
→ Escreveu quase 30 peças, dentre comédias, sátiras, farsas e 
dramas. 
→ Imprimiu um caráter brasileiro, fundando o gênero comédia de 
costumes no Brasil. 
→ No geral, produziu peças curtas e superficiais, contidas em um 
único ato, apenas esboçando a natureza das personagens e 
criando tramas, por vezes com pouca verossimilhança e 
coerência. 
→ É constantemente elogiado pela espontaneidade dos diálogos 
e pela perspicácia no registro dos costumes. 
 
Luís Carlos Martins Pena (1815-
1848): A família e a festa na roça; O 
caixeiro da Taverna; O Judas em 
sábado de aleluia; Quem casa quer 
casa. 
 
 
 
 
Semana de
 
→ 1911: fundação da revista O 
Pirralho, por Oswald de Andrade. 
→ 1912: chegada de Oswald da 
Europa trazendo as ideias cubistas e 
futuristas. 
→ 1913: exposição de pintura 
expressionista de Lasar Segall. 
→ 1917: exposição de Anita Mafaltti – 
causa o primeiro confronto aberto 
entre o velho (Monteiro Lobato com o 
artigo “Paranoia ou Mistificação?”) e o 
novo (jovens artistas). 
 
 
 
 
Manifestação artístico-cultural que 
ocorreu no Theatro Municipal de São 
Paulo entre os dias 11 a 18 de fevereiro 
de 1922. O evento reuniu diversas 
apresentações de dança, música, recital 
de poesia, exposição de obras e 
palestras. Foi um marco para a arte e a 
intelectualidade nacional, promovendo a 
divulgação da nova forma de pensar e 
produzir, atualizando a inteligência 
brasileira. 
 
 Industrialização paulistana; 
 Aumento do número de 
imigrantes europeus; 
 Surgimento de uma burguesia 
industrial ainda marginalizada 
politicamente; 
 Política governamental voltada à 
exportação do café; 
O período era o da República 
Velha, liderada por oligarquias do 
café. 
 Arte brasileira demonstrava 
influências europeias; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O movimento ainda era desorganizado, 
sem uma linha própria. 
 A crítica limitou a produção dos 
modernos à mera cópia do futurismo 
italiano. 
 Influência das Vanguardas Europeias. 
 Os artistas que participaram eram 
retratados como futuristas endiabrados, 
subversores da arte, etc. 
 A burguesia, habituada aos modelos 
estéticos europeus mais arcaicos, se 
incomodou com a possível mudança. 
 
 
 
 
Arte Moderna
 
 13 de fevereiro de 1922 (segunda-
feira): 
 Abertura oficial do evento; 
 “A emoção estética da Arte Moderna”, 
por Graça Aranha; 
 “A Pintura e a Escultura Moderna do 
Brasil”, por Ronald de Carvalho; 
 Ernani Braga apresenta músicas com 
críticas a Chopin; 
 Villa-Lobos apresentou peças musicais e 
danças africanas. 
 15 de fevereiro de 1922 (quarta-feira): 
 Guiomar Novaes toca alguns clássicos; 
 Menotti del Picchia apresenta os novos 
escritores: Oswald de Andrade, Mário de 
Andrade e Plínio Salgado; 
 Mário de Andrade apresenta o manifesto 
“A escrava que não era Isaura”. 
 17 de fevereiro de 1922 (sexta-feira): 
 A tranquilidade veio muito por conta das 
galerias que ficaram vazias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Revista Klaxon (1922) 
 Revista Estética (1924) 
 Movimento Pau-Brasil (1924) 
 Movimento Verde-Amarelo (1924) 
 A Revista (1925) 
 Manifesto Regionalista (1926) 
 Terra Roxa (1927) 
 Outras Terras (1927) 
 Revista de Antropofagia (1928) 
 Movimento Antropofágico (1928) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estuda o significado e a 
interpretação do significado de 
uma palavra, de um signo, de 
uma frase ou de uma expressão 
em um determinado contexto. 
São palavras parecidas, mas que 
apresentam pequenas diferenças na 
grafia. 
→ Descrição (ato de descrever); 
discrição (personalidade do discreto) 
Estuda os sinônimos, 
palavras que tem 
significados semelhantes. 
→ casa, residência, 
moradia 
Relação de oposição de 
sentido entre as palavras 
e expressões da língua. 
(Antônimos) 
Triste / feliz 
Palavras que possuem a 
mesma grafia e a mesma 
pronúncia, mas significados 
diferentes 
→ cedo (advérbio de tempo); 
cedo (verbo ceder) 
C.Melo2020 
Permite que um mesmo 
nome assuma diversos 
significados. 
→ O gato ficou preso na 
árvore. 
→ Ele é um gato. 
→ Pedro fez um gato na 
rede elétrica. 
 
Homônimos Perfeitos Palavras Homógrafa
s 
Palavras 
Homófonas 
Hipônimos 
Significado específico → 
margarida - flor 
Hiperônimos 
Significado genérico → 
margarida - flor 
Apresentam a mesma 
fonética (pronúncia igual), 
mas significadose escritas 
diferentes. 
→ acento (sinal gráfico); 
assento (cadeira, lugar) 
Apresentam a mesma grafia, 
mas pronúncia e significados 
diferentes. 
→ começo (substantivo - 
início); começo (verbo 
começar) 
Nova afirmação do sentido 
de um texto ou passagem 
usando outras palavras. 
→ O professor ajuda quem 
muito estuda (Deus ajuda 
quem cedo madruga). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 25 de junho de 1857, As flores do 
mal, do francês Charles 
Bauderlaire; 
 2ª Revolução Industrial; 
 Crise econômica europeia; 
 Capitalismo liberal → pobreza e 
desigualdade; 
 Desilusão com a realidade; 
 Crise da monarquia, econômica e 
financeira de Portugal; 
 Ultimato inglês ocorre a partir de 
1870 (em Portugal), quando a 
Inglaterra inicia o plano 
expansionista com o lema: um 
domínio do Cabo do Cairo. 
 
Contexto Histórico 
Características
 Rejeição ao cientificismo, 
materialismo e racionalismo 
 Manifestações metafísicas e 
espirituais 
 Negação ao naturalismo 
 Exaltação à realidade subjetiva 
 Sublimação 
 Subjetivismo 
 Uso de Sinestesias e aliterações 
 Musicalidade 
 
O movimento Simbolista em Portugal 
está intimamente ligado ao estado de 
depressão que domina a sociedade. 
Marco inicial publicação da 
obra Oaristos (1890), livro de 
poemas de Eugênio de Castro e se 
estende até a proclamação da 
República em 1910. 
. 
 
 
Representantes
Eugênio de Castro (1869-1944): Oaristos. 
António Nobre (1867-1900): Torres. 
Camilo Pessanha (1867-1926): Clepsidra. 
 
“Porque o melhor, 
enfim, é não viver nem 
ver... Passarem sobre 
mim e nada me doer!” 
Camilo Pessanha 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Transição de Monarquia para 
República (política do café-com-
leite); 
 Política das Espadas e das 
Oligarquias. 
 Guerra de Canudos (1896-1897) 
 Revolução Federalista (1893-
1895); 
 Revolta Armada (1893) 
 
Contexto Histórico 
Características
 Não-racionalidade 
 Subjetivismo, individualismo e 
imaginação 
 Espiritualidade e 
transcendentalidade 
 Subconsciente e inconsciente 
 Musicalidade e misticismo 
 Linguagem subjetiva, imprecisa, 
vaga, transcendental, sensorial, 
fluida, onírica, libertária, expressiva, 
musical, criativa, mística, misteriosa, 
sensual e espiritual 
 Figuras de 
linguagem: sinestesia, aliteração, as
sonância. 
 
O Brasil não teve um movimento 
simbolista típico, sendo essa escola 
literária, no confronto com as demais, 
a mais europeia dentre as que 
contaram com seguidores em nossa 
terra. Seu marco inicial é o ano de 
1893 com a publicação de "Missal" e 
"Broquéis", de Cruz e Souza. 
 
 
 
Representantes
João da Cruz e Sousa (1861-1898): Missal 
(1893), Broquéis (1893), Tropos e 
fantasias (1885), Faróis (1900) e Últimos 
Sonetos (1905). 
Afonso Henrique da Costa Guimarães 
(Alphonsos de Guimarães, 1870-1921): 
Setenário das dores de Nossa Senhora 
(1899), Dona Mística (1899), Kyriale 
(1902), Pastoral aos crentes do amor e da 
morte (1923). 
Augusto dos Anjos (1884-1914): Eu 
(1912) 
 
“Sonho profundo, ó 
Sonho doloroso, doloroso 
e profundo sentimento! 
Vai, vai nas harpas 
trêmulas do vento chorar o 
teu mistério tenebroso” 
Cruz e Souza 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Versão abreviada do argumento 
central da obra; 
 Não inclui uma visão crítica (seja 
positiva ou negativa); 
 Apresenta a obra de maneira a 
informar e familiarizar o 
espectador/leitor; 
 Apresenta os fatos mais marcantes 
da história. 
 
 
Resumo argumentativo 
de uma obra escrita, de 
um filme ou de uma 
narração. 
 Sinopse Comercial, curta ou 
do leitor é feita para a 
relação público-obra. Revela 
o evento que faz o 
personagem ser instado a 
agir diante de uma situação, 
fazendo com que o leitor 
crie conexão entre os pontos 
abordados para ir em busca 
de respostas. 
 
 Permitir ao leitor o acesso a 
algumas ideias gerais do 
texto de modo a 
conscientizá-lo sobre o tema 
a ser lido. 
   Descrição da personagem 
principal; 
  Conflito que a personagem 
enfrenta; 
  Aliados (se houver); 
  Adversários, inimigos ou 
obstáculos; 
  O que a trama tem de 
surpreendente; 
  Época e local da história. 
 
 Sinopse completa ou aberta é 
aquela enviada aos 
editores/produtores contando 
ponto a ponto sobre o 
livro/filme, inclusive o final 
 
Uma boa sinopse responde a estas 7 
perguntas: 
 Quem é o protagonista? 
 Qual o conflito? 
 Onde a história acontece? 
 Qual o problema a ser resolvido? 
 Qual o gênero do livro/filme? 
 Qual o caráter da personagem? 
 Qual o enredo do livro/filme? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Parte da gramática que estuda a 
disposição das palavras na frase e 
das frases no discurso. 
 
 
Todo enunciado formado por 
uma ou mais orações e que 
produza sentido. 
 
Período formado por apenas 
uma oração (possui apenas um 
verbo ou uma locução verbal). 
 A Covid-19 mata. 
 
Período formado por mais de 
uma oração (possui mais de 
um verbo ou uma locução 
verbal). 
 A Covid-19 é uma doença 
viral e pode levar à morte. 
 
 
Frase que não apresenta 
verbo. 
 Cuidado! 
Frase que apresenta verbo. 
 Fique em casa! 
Todo enunciado que produza 
sentido completo. 
 As aulas estão suspensas 
por causa do coronavírus. 
Todo enunciado, de sentido 
completo ou não, que possua 
verbo. 
 Muitos já morreram devido à 
pandemia. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Termo essencial da oração 
sobre o qual se faz uma 
declaração. 
 
Possui apenas um núcleo 
(substantivo ou pronome). 
 Márcia usa máscara ao sair de 
casa. 
 
Possui mais de um núcleo 
(substantivo ou pronome). 
 Médicos e enfermeiros 
trabalham na linha de frente ao 
combate do coronavírus. 
 
Não está explícito na oração; é 
determinado pela flexão número-
pessoa do verbo ou identificado 
pelo contexto. Também chamado 
de sujeito elíptico ou desinencial 
 Uso álcool em gel para higienizar 
as mãos. (eu) 
 
 Fenômenos da natureza: 
 Choveu ontem. 
 Ser, estar, parecer, ficar: indicando 
fenômeno da natureza. 
 Está frio hoje. 
 Fazer: indicando fenômeno da natureza 
ou tempo decorrido. 
→ Faz mais de dois meses que as aulas foram 
suspensas. 
 Haver: no sentido de existir, acontecer ou 
indicando tempo decorrido. 
→Há dois meses estamos em isolamento social 
 Ser: indicando horas, distância ou datas. 
→São cinco horas da tarde. 
 
Verbos impessoais, não 
possuem sujeito. 
 
Verbos na 3ª pessoa do plural 
 Anunciaram muitas mortes por 
coronavírus. 
Verbos na 3ª pessoa do singular + 
SE 
 Vive-se com medo do contágio. 
O sujeito existe, mas não se 
pode ou não se quer 
determina-lo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aquele cujo núcleo é representado 
por um nome (substantivo ou 
adjetivo). Apresenta verbo de 
ligação (ser, estar, permanecer, 
ficar, tornar-se, andar, parecer, 
virar, continuar, viver) 
 Ela parece doente. 
 
Possui dois núcleos: um nome e um 
verbo significativo. 
 As crianças já não correm livres. 
(verbo + adjetivo) 
 
Aquele cujo núcleo é um verbo 
significativo (os que indicam ação 
ou fenômeno da natureza); podem 
ser verbos transitivos ou 
intransitivos. 
 O coronavírus causa 
insuficiência respiratória. 
Tudo de uma frase que não seja 
sujeito, pois é tudo o que se diz 
deste. 
Assim como o sujeito, é um termo 
essencial da oração. 
É a característica atribuída 
ao sujeito por meio do verbo 
de ligação. (Encontra-se 
dentro do predicado). 
 José está doente. 
 
Elemento que atribui uma 
característica, estado ou 
qualidade ao objeto. 
 A covid-19 deixou 
Pedro debilitado. 
Ainda que não seja 
exigido, após o verbo 
pode ser acrescentada 
mais algumainformação. 
 Caio saiu sem máscara. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Forma de ligar o sujeito 
ao predicado da oração 
ou ao predicativo do 
sujeito. No que respeita 
à predicação, os verbos 
podem ser intransitivos, 
transitivos ou de 
ligação. 
Verbos que expressam sentido 
completo. 
 Caio saiu. 
 
Diretos
São aqueles cujo 
complemento não exige 
preposição. 
 Ana guardou a máscara. 
 
Transitividade verbal 
necessidade que um 
verbo tem de ser 
completado por algo. 
 
Verbos que não têm 
sentido sozinhos, 
que precisam de 
complementos. 
 
Indiretos
São aqueles cujo 
complemento exige 
preposição. 
Cláudia permaneceu 
em casa durante a 
quarentena. 
 Indiretos
Diretos e
São aqueles que possuem 
dois complementos um sem 
e outo com preposição. 
Beatriz pagou a máscara 
para a vendedora. 
 
São aqueles que ligam o 
sujeito ao predicativo do 
sujeito. 
 José está doente. 
 
Diferente dos verbos 
transitivos e intransitivos, os 
verbos de ligação não 
expressam ação, mas 
exprimem estado, mudança 
ou continuidade do estado. 
 
Após identificar o sujeito e o predicado: 
 Verbo Intransitivo (VI): Não precisa perguntar nada 
ao verbo ou, no máximo, algo sobre circunstância 
(onde, como, quando, etc.). 
 Verbo transitivo direto (VTD): quem? Ou O quê? 
 Verbo transitivo indireto (VTI): (preposição) + 
quem? Ou (preposição) + quê? 
 Verbo transitivo direto e indireto (VTDI): O quê? Ou 
Quem?  (preposição) + quem? Ou (preposição) + 
quê? 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Completa o sentido de um 
verbo transitivo direto, ou 
seja, aquele cuja preposição 
não é obrigatória. 
Ana guardou a máscara. 
 
São três as razões ou finalidades para o 
emprego do objeto direto 
preposicionado. 
 Clareza da frase: 
 Nessa luta, vencerá ao vírus a 
humanidade. 
 Harmonia da frase: 
 Maria teme ao contágio por Covid-19. 
 Ênfase ou força da expressão: 
 A pessoas doentes ninguém roube. 
 
 
Há uma única situação 
em que o objeto direto é 
preposicionado de 
maneira obrigatória: 
 
O objeto direto caracteriza-se por não 
possuir preposição obrigatória, no 
entanto, há alguns casos em que ele 
pode apresentar-se preposicionado. 
Trata-se, porém, de uma faculdade, 
não obrigatoriedade. 
 
 
São aqueles que se repetem 
com o objetivo de chamar a 
atenção. Podem ocorrer com 
objetos diretos ou indiretos. 
O álcool em gel, comprou-
o no mercado. 
 
Não existe verbo com 
dois objetos diretos ou 
dois objetos indiretos. O 
objeto pleonástico é 
expresso na frase duas 
vezes, sob a forma de 
um pronome pessoal 
oblíquo átono 
 
Completa o sentido de um 
verbo transitivo indireto, ou 
seja, aquele cuja preposição 
é obrigatória. 
Muitas pessoas não gostam 
de usar máscara. 
 
É o termo da oração que 
completa o sentido dos 
verbos transitivos diretos e 
transitivos indiretos, verbos 
estes que não têm sentido 
completo em si. 
 
Quando ele for expresso 
por pronome pessoal oblíquo tônico. 
Você prometeu a mim que usaria 
máscara ao sair. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Representa o recebedor, 
o paciente, o alvo da 
declaração expressa por 
um nome. 
 
 
Termo de valor adjetivo que 
vem associado a um 
substantivo (nome) 
modificando, especificando ou 
precisando o seu sentido no 
contexto, em qualquer que seja 
a função dele. 
 Adjetivo
A Covid-19 é 
uma doença 
grave. 
 
Locução
Adjetiva
No mercado falta 
álcool em gel. 
 
Artigo
Um dia o mundo 
estará livre do 
coronavírus. 
Pronomes 
Adjetivos
Não esquecerei minha 
máscara ao sair de 
casa. 
Numeral 
As duas pessoas estão 
contaminadas 
Há carência de recursos 
para se combater o 
coronavírus. 
 Completa ASA → Adjetivo, 
Substantivo Abstrato e Advérbio. 
 Uso obrigatório da preposição. 
 Acompanha, apenas, o substantivo 
abstrato ou concreto. 
 Possui preposição apenas quando 
se tratar de locução adjetiva. 
É regido pelas mesmas 
preposições do objeto indireto. 
Difere deste apenas porque, em 
vez de complementar verbos, 
complementa nomes 
(substantivos, adjetivos) e 
alguns advérbios terminados em 
-mente. 
 
 
 
Termo da oração que 
intensifica um verbo (Eles se 
respeitam muito), um 
adjetivo (Seu projeto é muito 
interessante) ou um advérbio 
(O time jogou muito mal) ou 
acrescenta circunstâncias 
específicas a um verbo. 
Toda palavra que é advérbio 
na classe gramatical é adjunto 
adverbial na função sintática. 
 Afirmação: Ele certamente virá à reunião. 
 Dúvida: Talvez eu esteja contaminado. 
 Meio: Prefiro viajar de avião. 
 Fim: Estudem bastante para a prova. 
 Condição: Não se consegue vencer sem 
esforço. 
 Companhia: Gosto de viajar com meus pais. 
 Assunto: As pessoas conversam sobre a covid-
19. 
 Concessão: O ginásio ficou lotado, apesar da 
chuva. 
 Causa: Não saí de casa por medo do 
coronavírus. 
 Modo: As lesmas andam devagar. 
 Instrumento: Cortei-me com a faca. 
 Intensidade: Fala-se muito sobre a pandemia. 
 Tempo: Voltarei das férias na próxima semana. 
 Negação: Algumas pessoas não acreditam na 
vacina. 
 Conformidade: Devemos nos prevenir 
conforme as orientações sanitárias. 
 Interesse: Por você, sou capaz de qualquer 
coisa. 
 Lugar: Se puder, fique em casa. 
 Preço: A gasolina está sendo vendida a preços 
muito altos. 
 Matéria: O anel que perdi era de ouro. 
 Acréscimo: Além da tristeza, sentia profundo 
cansaço. 
Nem sempre é possível apontar com 
precisão a circunstância expressa 
por um adjunto adverbial. 
Em alguns casos, as diferentes possibilidades de 
interpretação dão origem a orações sugestivas 
(Entreguei-me calorosamente àquela causa – 
modo ou intensidade?). Por isso, é fundamental 
levar em conta o contexto em que surgem os 
adjuntos adverbiais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Termo que, acrescentado a 
outro termo da oração, tem a 
função de ampliar, resumir, 
explicar ou desenvolver mais 
o conteúdo do termo ao qual 
se refere. 
Assisti a um documentário 
sobre Chuck Jones, criador do 
Pernalonga, na TV a cabo. 
Para vencer na vida, são 
necessárias três qualidades: 
coragem, determinação e 
paciência. 
O rio caudaloso, serpente 
negra, traz o progresso para 
as populações ribeirinhas. 
Lápis, cadernos, borrachas, 
canetas, todos esses objetos, 
atraem a atenção das 
crianças nas papelarias 
(resumidor). 
Na escrita, o aposto é sempre 
antecedido por vírgula ou 
dois-pontos; O explicativo e 
comparativo são antecedidos 
e seguidos por vírgula. 
Termo que tem a função de 
interpelar diretamente 
(chamar) o interlocutor. 
Por estar isolado no enunciado, não 
exerce função de sujeito e nem de 
predicado, aparecendo geralmente 
separados do restante da oração 
por meio da vírgula. 
Amiga, você sabe que horas são? 
Venha ver isso, pessoal! 
Você sabe, Pedro, que eu te amo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Revela qualquer informação a 
respeito de um livro, filme, anime ou 
série; 
 Quebra a experiência singular de 
sentir a emoção daquele conteúdo pela 
primeira vez. 
 
 
Informação que afeta a tensão 
ou a surpresa do filme. Uma 
informação, para ser 
considerada spoiler, deve ser 
capaz de atrapalhar a atividade 
de experienciar aquele livro, 
filme ou serie pela primeira vez. 
 
 Prazer em contar algo para alguém pelo 
simples fato de acharem a situação 
engraçada/interessante; 
 Infantilidade em se satisfazer com a 
irritação alheia; 
 Anseio por atenção, já que a novidade 
desperta a curiosidade alheia; 
 Ingenuidade por não compreender que 
pode prejudicar a experiência de consumo 
dos outros. 
 Palavra de origem inglesa que 
vem do verbo to spoil, que 
significa estragar, subtrair 
deteriorando, degradando,

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