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Segm ento: Educação Infantil Creche 9 7 8 6 5 5 7 4 2 0 1 2 6 ISBN 978-65-5742-012-6 M anual do P rofessor Editora responsável: Viviane Gonçalves Bruno Organizadora: FTD EDUCAÇÃO Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação. Segmento: Educação Infantil Bebês (0 a 1 ano e 6 meses) Creche Volume Manual do Professor D2-g22_ftd_capa_bons_amigos_creche_v1.indd All PagesD2-g22_ftd_capa_bons_amigos_creche_v1.indd All Pages 9/25/20 4:23 PM9/25/20 4:23 PM G U I A P N L D G U I A P N L D 1ª edição São Paulo, 2020 Licenciada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Psicopedagogia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Atualmente é editora de materiais didáticos. Editora responsável: Viviane Gonçalves Bruno Organizadora: FTD EDUCAÇÃO Obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação. Segmento: Educação Infantil Bebês (0 a 1 ano e 6 meses) Creche Volume Manual do Professor g22_ftd_frontis_bons_amigos_creche_v1.indd 2g22_ftd_frontis_bons_amigos_creche_v1.indd 2 10/3/20 5:20 PM10/3/20 5:20 PM G U I A P N L D Bons amigos – Creche I (Educação Infantil – Volume I – Bebês – 0 a 1 ano e 6 meses) Copyright © FTD Educação, 2020 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Bons amigos - creche I - volume I - bebês - (0 a 1 ano e 6 meses) : segmento : educação infantil: manual do professor / organizadora FTD educação; obra coletiva concebida, desenvolvida e produzida pela FTD Educação; editora responsável: Viviane Gonçalves Bruno. -- 1. ed. -- São Paulo : Editora FTD, 2020. ISBN 978-65-5742-012-6 (professor) ISBN 978-65-5742-009-6 (material digital PDF) 1. Educação Infantil I. Bruno, Viviane Gonçalves. 20-42855 CDD-372.21 Índices para catálogo sistemático: 1. Educação infantil : Creches e pré-escolas : Pedagogia : Educação 372.21 Aline Graziele Benitez - Bibliotecária - CRB-1/3129 Impresso no Parque Gráfico da Editora FTD CNPJ 61.186.490/0016-33 Avenida Antonio Bardella, 300 Guarulhos-SP – CEP 07220-020 Tel. (11) 3545-8600 e Fax (11) 2412-5375 Reprodução proibida: Art. 184 do Código Penal e Lei 9.610 de 19 de fevereiro de 1998. Todos os direitos reservados à EDITORA FTD Rua Rui Barbosa, 156 – Bela Vista – São Paulo-SP CEP 01326-010 – Tel. 0800 772 2300 Caixa Postal 65149 – CEP da Caixa Postal 01390-970 www.ftd.com.br central.relacionamento@ftd.com.br ELABORADORES DE ORIGINAIS Alessandra Dedéco Furtado Rossetto Licenciada em Pedagogia pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Mestre em Ensino de Ciências Humanas, Sociais e da Natureza pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Professora com experiência em Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Emanuele Cristina Rodrigues Gonçalves Licenciada em Pedagogia pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH-MG). Professora com experiência em Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Atualmente é educadora social na Associação Mineira de Proteção à Criança. Gislaine Moreira Matos Graduada em Musicoterapia pela Faculdade de Artes do Paraná (FAP-PR). Especialista em Educação Infantil pela Universidade Positivo. Professora com experiência em Educação Infantil. Natasha Yukari Schiavinato Nakata Licenciada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Atualmente participa da produção de projetos didáticos de Educação Infantil e desenvolve pesquisas na área de Educação Infantil. Viviane Gonçalves Bruno Licenciada em Pedagogia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Especialista em Psicopedagogia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Atualmente é editora de materiais didáticos. Zuleika Camargo Leite de Toledo Licenciada em Pedagogia pela Universidade Bandeirante de São Paulo (Uniban-SP). Especialista em Educação Infantil pelo Centro de Estudos Superiores de Londrina (Cesulon-PR). Mestre em Educação pela Universidade Estadual de Londrina (UEL-PR). Professora com experiência em Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, também atuou na formação profissional de professores da rede pública. Atualmente é professora em cursos de Pós-graduação na área de formação profissional de professores. Direção geral Ricardo Tavares de Oliveira Direção editorial adjunta Luiz Tonolli Gerência editorial Natalia Taccetti Edição Luciana Leopoldino (coord.) Preparação e revisão de textos Viviam Moreira (sup.) Gerência de produção e arte Ricardo Borges Design Daniela Máximo (coord.) Arte e produção Rodrigo Carraro Moutinho (sup.) Coordenação de imagens e textos Elaine Bueno Koga Projeto e produção editorial Scriba Soluções Editoriais Edição Alessandra R. Avanso, Denise A. dos Santos Oliveira, Juliana Santo Sosso, Mariana Cavalcante Diamante, Viviane Gonçalves Bruno Assistência editorial Isabela Ventura Silvério Biz, Taciane Marcelle Marques Colaboração técnico-pedagógica Eliana Justino Carolli Preparação e revisão Joyce Graciele Freitas, Moisés Manzano da Silva Supervisão de produção editorial Priscilla de Freitas Cornelsen Rosa Assistência de produção editorial Lorena França Fernandes Pelisson Coordenação de produção de arte Tamires Rose Azevedo Edição de arte Camila Ferreira Projeto gráfico e design Marcela Pialarissi Projeto de capa Marcela Pialarissi Fotografia de capa Marko Geber/DigitalVision/Getty Images Diagramação Dayane Aparecida Barbieri Ferreira, Laís Cristina Caldonazzo Garbelini, Leticia Nakadomari Licenciamento de recursos Erick Lopes de Almeida (coord.), Eduardo Souza Ponce Pesquisa iconográfica André Silva Rodrigues, Alessandra Roberta Arias Tratamento de imagens Johannes de Paulo g22_ftd_mp_1cbsn_p002_expediente.indd 2g22_ftd_mp_1cbsn_p002_expediente.indd 2 10/3/20 5:18 PM10/3/20 5:18 PM G U I A P N L D 3 APRESENTAÇÃO A criança é um sujeito em formação e a vivência na Creche é uma etapa de extrema importância para o desenvolvimento de habilidades que vão estimular sua compreensão e a interiorização de seus conhecimentos. É nesse espaço também que a criança começa a se preparar para a alfabetização formal e se apropriar de competências matemáticas. A Creche é um espaço de socialização e descobertas, onde o brincar e o educar devem estar em sintonia, e tem papel significativo no desenvolvimento das crianças. Nela as crian- ças têm a oportunidade de aprender, brincar, explorar, conviver, participar, expressar-se e conhecer-se, interagindo com adultos e outras crianças e conhecendo o meio em que vivem. Organizamos este Manual do Professor Impresso com o intuito de auxiliá-lo nessa etapa da Educação Infantil, apresentando sugestões para tornar o trabalho em sala de aula mais dinâmico e lúdico e o aprendizado das crianças mais significativo. Neste volume, você encontrará informações sobre a importância da Creche no desen- volvimento das crianças e identificará elementos importantes relacionados às habilida- des intelectuais, socioafetivas e motoras dessa faixa etária. Há também uma abordagem sobre a avaliação na Creche, processo pedagógico que deve acompanhar todas as conquistas e a evolução do aprendizado de cada criança. Além disso, você encontrará dicas para o dia a dia na Creche, com orientações sobre práticas que atendam às necessidades das crianças também no aspecto individual, e sugestões para adequar espaços físicos onde elas sintam-se motivadas a explorar o ambiente e a se socializarem com os demais. Abordamos também o papel dos familiares, pois essa parceria é um caminho de sucesso para garantir a adaptação e a aprendizagem das crianças. Você encontrará informações sobre literacia, indispensável para a alfabetização, que será concretizada no Ensino Fundamental, bem como orientações sobre literacia fami- liar, com sugestões de incentivo à participação dos familiares no processo decabe tornar o ambiente escolar um [...] Crianças com desenvolvimento integral saudável durante os primeiros anos de vida têm maior facilidade de se adaptarem a diferentes ambientes e de adquirirem novos conheci mentos, contribuindo para que posteriormente obtenham um bom desempenho escolar, al cancem realização pessoal, vocacional e econômica e se tornem cidadãos responsáveis. [...] Comitê científico do Núcleo Ciência pela Infância. O impacto do desenvolvimento na primeira infância sobre a aprendizagem – Estudo I. 2014. p. 3-4. Disponível em: . Acesso em: 19 set. 2020. [...] Crianças que frequentam creches, muitas permanecendo em período integral, precisam também ter seus ritmos respeitados, ter uma ou duas figuras adultas fixas de referência, e muito tempo livre, para poderem explorar os espaços, os materiais, as pessoas com quem interagem, poderem ter tempo para se descobrirem a si mesmas, respondendo aos desafi os, possibilidades apresentadas e adquirirem autonomia. A partir da criação de ambientes aconchegantes, adequados, seguros e estimulantes, os cuidadores têm a possibilidade de acompanhar e conhecer os movimentos das crianças, suas curiosidades, seus progressos e seus potenciais. [...] Nota 10: primeira infância. Rio de Janeiro: Fundação Roberto Marinho/Canal Futura. p. 63. Disponível em: . Acesso em: 19 set. 2020. Recepção, adaptação e rotina A adaptação escolar é um momento muito importante para os envolvidos, portanto deve ser entendida além da simples entrada da criança na instituição escolar. Deve-se ter em mente todo o contexto que ela vivenciar, considerando uma etapa nova, uma abordagem que apresente mudança, seja no ambiente, na aprendizagem, seja no grupo de convívio, entre outros fatores. A introdução ao novo, em qualquer idade, é carregada de ansiedade, gera certa insegurança e, para as crianças, esse processo é ainda mais intenso. Quando são introduzidas no ambiente escolar, elas se depa- ram com muitos aspectos novos com os quais deverão se adaptar, como ambiente, pessoas, atividades e regras. É uma transição para uma nova rotina, longe de suas referências anteriores. O sentimento de segu- rança se estabelece diariamente à medida que os vínculos vão se formando, e determinar um período para finalizar essa adaptação é difícil, pois depende de aspectos individuais das crianças, por exemplo, relações familiares, experiências vivenciadas, medos etc. Para se preparar melhor a fim de receber a criança e de transmitir segurança para a família, recomenda- -se à escola solicitar aos pais ou responsáveis algumas informações fundamentais ao preencher a ficha cadastral. Portanto, peça aos responsáveis que descrevam informações importantes a respeito da criança, como manias, apegos a determinados objetos, preferências ou rejeições alimentares etc. É uma maneira de iniciar bem os vínculos. Com a coleta dessas informações, o professor encarregado de recepcionar a criança estará mais prepa- rado e poderá fazer uma abordagem individualizada. Na recepção, o acolhimento com afetividade é impres- cindível, dessa forma, inclua brincadeiras que a criança aprecie e respeite seus limites, bem como sua resistência. g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 21g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 21 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D 22 espaço de trocas e estímulos, favorecendo a interação e a socialização. Nesse sentido, consideramos a organização do tempo um aspecto que deve ser planejado e flexibilizado de acordo com as características de cada instituição. Dessa forma, deve-se elaborar as rotinas como um itinerário, contemplando todos os objetivos. Nesse contexto, garante-se que a criança compreenda a rotina e as regras necessárias para obter uma convivên- cia harmoniosa, desenvolva tolerância ao esperar sua vez, aceite não ser atendida a todo momento, saiba lidar com as frustrações que naturalmente surgem. Isto é, todos esses aspectos devem ser considerados na inserção social das crianças. As crianças necessitam de rotinas estabelecidas e pensadas de maneira a atender às suas necessidades. No planejamento dessa rotina é importante prever alguns momentos para as brincadeiras livres, que devem ser conciliadas com as brincadeiras dirigidas. As crianças ainda apresentam um tempo curto de concentração e seus interesses mudam rapidamente. Isso exige planejar brincadeiras dirigidas que aumen- tem a concentração de forma gradativa, levando-as a brincar sozinhas, com seus pares, interagindo com os adultos ou com objetos. Organização do tempo processo contínuo planejamento e flexibilização rotina respeito à curiosidade e ao interesse da criança A criança aprende de diversas formas: observação, experimentação, repetição e, até mesmo, por nega- ção. Por vezes, o adulto sente necessidade de acelerar esse processo, não percebendo que essa atitude colabora negativamente para o desenvolvimento integral e saudável da criança. Nesse sentido, devemos considerar que: [...] Algumas crianças, quando estão sob grande pressão de exigências, rapidez e expectativas, tendem a recorrer a métodos que dificultam sua organização emocional e sua capacidade para perceber e sentir o mundo. Outras podem tentar desempenhar papéis que são demasia damente adultos para elas, não vivendo as alegrias e as limitações de sua idade. [...] CYPEL, Saul (Org.). Fundamentos do desenvolvimento infantil: da gestação aos 3 anos. São Paulo: Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, 2011. p. 142. Disponível em: . Acesso em: 20 set. 2020. [...] Vários estudos concluíram que nos primeiros anos de vida o processo de conexão sináp tica e a plasticidade cerebral são exuberantes, pois, diferentemente do corpo, o cérebro não aumenta tantas células depois do nascimento, mas sim faz crescer as prolongações das mesmas provocando um sistema de comunicação fenomenal. A explosão de sinapses para As crianças, mesmo ansiosas pela aquisição de autonomia, precisam se sentir seguras, amadas, acolhi- das e atendidas em suas necessidades físicas, cognitivas e emocionais. Cabe aos adultos responsáveis, tanto os de casa quanto os da escola, dar o suporte e a atenção para que isso aconteça. O potencial das crianças é gigantesco, porém suas interações e o meio ao qual pertencem ditam o ritmo que será seguido. O desenvolvimento da capacidade de aprendizado, da sociabilidade e da afetividade depende do apoio que elas podem, ou não, encontrar. É o que ensina Campos (2010): A na M ar ia P ue rt a g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 22g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 22 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D Hora da chamada Para o conhecimento de algumas letras e, posteriormente, de palavras, iniciamos pelos nomes para depois ampliarmos a outros vocabulários. Assim, confeccione pequenas placas ou crachás com as fotografias e os nomes das crianças da turma. Eles devem ser escritos em letras de imprensa maiúsculas, destacando-se a primeira letra com cor diferente das demais. Este momento auxilia a criança a aprender a reconhecer a si mesma e aos demais colegas. Você pode variar as estratégias para realizar a chamada, para explorar tanto a identidade de cada criança quanto as letras dos nomes. Solicite, por exemplo, que uma criança pegue o crachá com a fotografia e o nome de um colega e se dirija até ele para lhe entregar. Além de reconhece- rem as letras que compõem seus nomes, as crianças podem verificar quais colegas têm nomes iguais, quem faltou à aula etc. Nossa rotina A rotina é algo necessário no trabalho com crianças. Sendo assim, ao início de cada aula, apresente em um cartaz, por meio de escrita edese- nhos, as atividades que serão desenvolvidas com a turma durante o período em que estiver na escola. Isso inclui elencar o momento das aulas de Arte e de Educação Física, a hora do lanche, o momento do sono e de outras atividades. Dessa forma, as crianças compreenderão que existem momentos específicos para cada atividade do dia a dia. Reforce essa noção apon- tando sempre para os tópicos elencados no cartaz e dizendo que é hora de determinada atividade. Aproveite o cartaz de rotina para explorar noções de antes, depois, agora, ontem e hoje. 23 O desenvolvimento das habilidades das crianças pode não acontecer em ordem sequencial, pois cada criança tem suas particularidades. Então, na condição de educadores e cuidadores, é primordial que saibamos a importância do acolhimento, do elogio, da não comparação com o outro e do respeito ao que podemos nomear “tempo de cada um”. a estruturação significativa desta complexa rede neuronal permitirá o despertar paralelo de muitas habilidades sensoriais, motoras, cognitivas, sociais e emocionais que permitirão à criança integrarse ao mundo que a rodeia, crescer e desenvolverse. [...] CAMPOS, Anna Lucia. Primeira infância: um olhar desde a neuroeducação. Tradução de Eleonor Campos Beuttemmüller. Lima: Cerebrum, 2010. p. 50. Atividades permanentes Faz parte da rotina escolar das turmas de Educação Infantil desenvolver diferentes atividades utilizando diversos materiais e técnicas. Essas atividades são experiências que auxiliam as crianças a ultrapassar barreiras, promovendo o desenvolvimento cognitivo, afetivo, emocional e científico, proporcionando desco- bertas significativas e incentivadoras. Cabe ao educador ouvir com atenção as crianças, avaliar seus interes- ses, observar suas ações e elaborar atividades que lhes tragam alegria, interesse e desenvolvimento. Além disso, elas devem ser planejadas de acordo com a faixa etária das crianças. A seguir, apresentamos atividades permanentes que favorecem o desenvolvimento físico e cognitivo e a autonomia das crianças durante o período escolar, as quais o auxiliam no planejamento das aulas. g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 23g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 23 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D Hora da arte As brincadeiras artísticas são bem-vindas, uma vez que a criança em contato com instrumentos de exploração da linguagem artística pode aflorar a capacidade de levantar hipóteses na reconstrução e expli- cação das coisas, ampliando sua criatividade. Além disso, elas desenvolvem a coordenação motora ao manusear pincéis, esponjas, algodão ou as próprias mãos. O intuito das atividades artísticas é verificar a evolução das crianças no que se refere às suas habilida- des motoras e à maneira como produzem seus registros, tanto em relação aos desenhos espontâneos quanto em relação àqueles com orientações direcionadas. Para isso, mês a mês, proponha essa atividade e guarde os resultados em pastas individuais das crianças ou no portfólio. Ao final de um bimestre ou trimestre, retome as atividades comparando os registros delas e, em reuniões com os responsáveis, mostre-lhes a evolução da turma. Veja a seguir receitas de tinta e de massa de modelar caseiras para fazer e disponibilizar às crianças. Cantinho da leitura Verifique o melhor espaço para promover esse momento com as crianças. Pode ser na própria sala de aula, na biblioteca ou em um local já destinado para isso. Essa atividade permanente deve proporcionar às crianças o manuseio de livros, o contato com imagens, a contação de histórias delas e a escolha do que gostariam de ouvir. Para isso, o local precisa ser aconchegante e confortável, com tapetes emborrachados, almofadas ou outros recursos disponíveis no estabelecimento escolar. Neste período do desenvolvimento, é importante dar preferência a livros com narrativas meno- res, com destaque à leitura de imagens que as crianças podem fazer nesse período. É importante permitir a exploração de livros de diferentes texturas e materiais. Durante a leitura é possível incluir movimentos corporais, rimas e repetições que agradem e despertem interesse. Entonações vocais, brincadeiras com os dedos, efeitos sonoros diversificados tornam o momento divertido, levando a criança a ser um espectador atento e, por vezes, participativo. 24 Tinta de farinha Ingredientes • 1 xícara de farinha de trigo • 1/2 xícara de sal • 1 xícara de água • corantes alimentícios nas cores desejadas Modo de fazer Misture primeiro os ingredientes secos. Acrescente a água e misture até a tinta ficar homogênea. Separe a tinta em potes. Em cada pote, coloque o corante desejado. Mexa bem e está pronta a tinta. Tinta de gelatina Ingredientes • pó para gelatina nas cores desejadas • água suficiente para dar consistência de tinta Modo de fazer Coloque o pó para gelatina em um recipiente e adicione água aos poucos, misturando sempre, até a consistência desejada. Apenas tenha cuidado para não deixar a tinta muito líquida. Massa de modelar básica Ingredientes • 4 xícaras de farinha de trigo • 1 xícara de sal • 1 e ½ xícara de água • 2 colheres de sopa de óleo de cozinha • 1 colher de sopa de vinagre • corantes alimentícios nas cores desejadas Modo de fazer Em uma vasilha, coloque todos os ingredientes, exceto o corante. Misture-os com as mãos até que a massa fique homogênea. Separe a massa em partes, faça um pequeno buraco no centro de cada parte da massa e pingue algumas gotas do corante desejado. Amasse novamente para que o corante tinja toda a massa. Guarde as massas em potes ou sacos plásticos fechados para não ressecar. Massa de modelar sem glúten Ingredientes • ½ xícara de farinha de arroz • ¼ de xícara de sal • 6 colheres de sopa de água • 1 colher de chá de óleo de cozinha • corantes alimentícios nas cores desejadas Modo de fazer Misture os ingredientes secos. Despeje a água aos poucos e misture até obter a textura de massa de modelar. Coloque o corante na massa amassando-a bem para a cor tingi-la. Acrescente o óleo de cozinha e continue a amassar para obter uma textura homogênea. g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 24g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 24 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D Hora da música O contato com a música também deve estar presente no dia a dia das crianças. Pode ser concretizado por meio de situações que envolvam instrumentos simples que emitam sons variados, como chocalho de grãos, batuque em latas ou baldes, apitos etc. A produção de sons pode ser variada: as crianças podem explorar o próprio corpo, batendo palmas ou os pés no chão, estalando dedos, assobiando e fazendo outros sons com a boca, fazendo imitações de sons que ouvem no ambiente ou na natureza. O repertório de músicas precisa ser amplo e diversificado: obras clássicas, populares, étnicas, instrumentais etc. Dessa forma, a capacidade auditiva das crianças se aprimorará. Conforme desenvol- ve-se a fala, elas poderão auxiliar no processo de escolha das músicas, mostrando suas preferências. É preciso nortear essa ação e ofertar o que esteja planejado, reservando depois um tempo para ouvirem as músicas que escolheram. Hora do movimento As brincadeiras motoras podem ser trabalhadas com uma canção, uma cantiga de roda ou uma história. Nas brincadeiras de roda, as crianças cantam e se organizam em roda, desenvolvendo a compreen- são quanto à sintonia e ao sentido em que devem girar. É possível também desenvolver, nos espaços da escola, percursos adequados à faixa etária das crianças. Elas podem correr, andar, sentar, seguindo as orientações de brincadeiras como Seu mestre mandou. Hora da higiene Desde pequenos, é necessário considerar a importância dos hábitos de higiene para a saúde. Sendo assim, converse com as crianças sobre os benefícios desses hábitos e mantenha como rotina da aula um momento para elas escovarem os dentes após o lanche e lavarem as mãos e o rosto ao voltaremdas aulas de Arte, de Educação Física ou de qualquer outra atividade fora da sala, nas quais tenham se sujado. Solicite aos responsáveis um kit de higiene contendo uma escova de dentes, um creme dental, uma toalha de rosto, um sabonete e um pente. 25 g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 25g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 25 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D Calendário Verifique a possibilidade de construir um calendário para deixar exposto em sala de aula a fim de explorar com as crianças a sequência dos números e a passagem dos dias, das semanas e dos meses, por exemplo. Outra sugestão é apresentar algumas datas comemorativas, como as dos aniversariantes de cada mês. A cada final de aula, peça a uma das crianças que risque o respectivo dia no calendário. Alguns calendários podem apresentar informações sobre o clima. Nesse caso, pergunte à turma como está o dia e peça à criança da vez que desenhe no calendário algo que represente o clima. Varal de atividades Trata-se de um local no qual algumas das atividades das crianças são expostas para todos da turma apreciarem. Para isso, verifique o melhor lugar para pendurar um barbante e providencie prendedores para fixar os trabalhos nele. O varal também pode ser usado para pendurar trabalhos feitos com cola escolar ou tinta que necessitem secar. 26 Vamos conversar sobre a família? As interações saudáveis na primeira infância, incluindo os vínculos afetivos com familiares e cuidadores, têm impactos positivos na formação de cidadãos, já que essas experiências e oportunidades de vivenciar bons relacionamentos nos primeiros anos de vida formam um forte alicerce que gera valores, habilidades cognitivas e sociabilidade. Essa etapa é crucial para o desenvolvimento humano, pois nela acontecem importantes transformações físicas e neurológicas que, como já vimos, interferem diretamente no desen- volvimento cognitivo e social das crianças. No contexto da Educação Infantil, a criança tem a oportunidade de conviver coletivamente e ter contato com aprendizagens múltiplas, fundamentais para seu desenvolvimento integral. No entanto, cabe mencio- nar que, até ingressar nas instituições educacionais, é no ambiente familiar que a criança vai adquirir subsí- dios fundamentais para seu desempenho no contexto da Creche. Segundo o Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (1998, v. 1, p. 21-22), “as crianças cons- troem o conhecimento a partir das interações que estabelecem com as outras pessoas e com o meio em que vivem. O conhecimento não se constitui em cópia da realidade, mas sim [em] fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação.”. A família e a adaptação da criança na Creche A fase de adaptação da criança na Creche é complexa e a acolhida precisa ser planejada; família e educa- dor precisam estar preparados. Por isso, a escola deve orientar as famílias a transmitir segurança às crian- ças no momento da despedida, evitando choro. Saídas despercebidas podem gerar desespero e sentimen- to de abandono na criança, tornando a separação ainda mais traumática. Ambas, família e escola, devem estabelecer princípios baseados nos objetivos que desejam atingir, traçando metas de forma simultânea a fim de proporcionar segurança à criança. Essa parceria conjunta é um caminho de sucesso para garantir a aprendizagem. g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 26g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 26 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D Preparação inicial Envolve a criança na preparação dos materiais que serão levados à escola. Rotina Demonstrar interesse e envolvimento com a rotina educacional da criança. Cautela na separação Não sair escondido e despedir-se de forma natural. Envolvimento Mostrar à criança que toda a família também faz parte da escola. Rotina de higiene Indicar as etapas realizadas e a reação da criança. Atividades realizadas Indicar em que a criança demonstrou maior interesse. Refeições Sinalizar o que a criança aceitou ou recusou e a quantidade. 27 Diálogo é sempre fundamental em qualquer fase da vida. A família precisa compreender que é essencial conversar com a criança sobre os conteúdos que está vivenciando na escola e deve participar ativamente do processo pedagógico realizando algumas ações, como: cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente; valorizar o contato com a escola, principalmente estar presente nas reuniões e quando solicitada sua participação em eventos com interação da família; envolver-se nas atividades curriculares e extracurriculares; acompanhar as crianças em suas tarefas de casa, orientando no que for preciso. Além disso, os familiares precisam reconhecer que também são responsáveis diretamente pelo desenvolvimento pleno e integral das crianças. Quanto à escola, é fundamental mobilizar práticas que sensibilizem as famí- lias, convocando-as a caminhar de forma conjunta: escola e família em direção ao sucesso escolar das crianças. O cuidado com a rotina das crianças A rotina das crianças deve ser preservada ao máximo. O diálogo entre família e educadores é importante para entender os hábitos da criança e minimizar mudanças na transição casa-instituição escolar. Compreendendo que a interação com a família é um fator de sucesso para o desenvolvimento e aprendi- zagem, cabe à escola priorizar a história da criança, promover a troca de saberes e considerar suas vivên- cias adquiridas na relação familiar. Por isso, a instituição precisa estabelecer estratégias que possibilitem o contato direto com os familiares, o que pode ser feito disponibilizando canais de comunicação. A agenda da rotina diária é um exemplo de canal de comunicação, pois, se por um lado a escola comunica o cotidiano da criança, socializando-o com a família, por outro possibilita o acompanhamento familiar do processo de desenvolvimento da criança, tornando isso uma ponte que une a família à escola. Nela, o educador poderá registrar informações gerais e específicas, tais como: Os familiares também precisam transmitir segurança à criança ao demonstrar que confiam na institui- ção, por isso, é interessante entrevistar as famílias antes dessa acolhida e adaptação. Tanto a escola quanto os educadores podem dar dicas de como produzir um guia de adaptação escolar, fornecendo algumas orientações à família, como as mostradas a seguir. M ar ce la P ia la ri ss i g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 27g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 27 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D contribuem para o desenvolvimento dos facilitadores da alfabetização favorecem os vínculos afetivos e de amizade no seio familiar aproximam pais e filhos Ligados e conectados! O programa faz parte das políticas públicas para a educação da gestão 2019-2022 do governo federal. Acesse o site do programa e veja conteúdos em vídeos e materiais impressos para estimular a literacia familiar com as famílias das crianças. • MEC – Conta pra mim. Disponível em: . Acesso em: 21 set. 2020. 28 Vale ressaltar que essas informações são sugestões e que a escola deve sempre lançar mão de sua auto- nomia ao elaborar seus materiais em função das necessidades da instituição, das crianças e das famílias. Literacia familiar Segundo a BNCC, o início da Educação Infantil significa, na maioria das vezes, a primeira separação das crianças do contexto familiar. Essa é uma das características que tornam muito próxima a relação da escola de Educação Infantil com as famílias. A aprendizagem da criança no contexto da Educação Infantil ocorre em todos os níveis sociais e está integralmente relacionada à sua relação com o meio em que vive, porém a família é o principal referencial nesse processo. O programa Conta pra mimConta pra mim é um guia de literacia familiar voltado para os pais e/ou responsáveis e para o corpo docente. Nesse programa,justifica-se a prática da literacia familiar em razão da influência direta e diária que a família exerce no desenvolvimento da linguagem das crianças. De acordo com o guia do programa, as práticas de literacia: A literacia familiar ocorre na interação verbal no contexto da família, portanto todo tempo em que a família convive é momento de aprendizagem e compartilhamento de experiências, emoções e sentimentos. pi xe lh ea dp ho to d ig it al sk ill et / S hu tt er st oc k. co m Sy da P ro du ct io ns /S hu tt er st oc k. co m M . B us in es s Im ag es / S hu tt er st oc k. co m g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 28g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 28 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D dispor objetos e livros educativos ao alcance da criança prestar atenção na criança, compreendendo olhar, expressões, gestos e falas participar das atividades na escola perguntar à criança sobre as atividades da escola, o que aprendeu, se se divertiu, mostrando interesse por essas atividades elogiar o desempenho da criança e orientar os percursos, dando estímulos positivos acompanhar a criança nas tarefas da escola ler para a criança ler perto da criança 29 A escola pode contribuir, sensibilizando as famílias da importância dessa prática de interação e comuni- cação familiar. Reuniões, encontros, guias, entre outras estratégias podem ser acionadas a fim de ajudar os familiares nessa finalidade. O processo de alfabetização O processo formal de alfabetização está integralmente ligado ao desenvolvimento de algumas habilida- des adquiridas durante a infância. São elas: desenvolvimento cognitivo, desenvolvimento social e emocio- nal, desenvolvimento da fala e da língua e desenvolvimento de habilidades físicas e motoras. A criança da Educação Infantil pode e deve aprender certas habilidades que serão importantes na aprendizagem da leitura e da escrita. Essas características, desenvolvidas desde os primeiros anos de vida, impactam dire- tamente a forma como a criança adquire e aplica os conhecimentos aprendidos e terão papel determinante em sua trajetória escolar. Segundo consta no caderno da PNA (BRASIL, 2019, p. 22), esse aprendizado é chamado literacia emer- gente, “[...] que constitui o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados à leitura e à escrita, desenvolvido antes da alfabetização. Durante a primeira infância, seja na pré-escola, seja na famí- lia, a literacia já começa a despontar na vida da criança, ainda em um nível rudimentar, mas fundamental para a alfabetização [...]”. Nesse contexto, a criança que ainda não sabe ler convencionalmente pode fazê-lo por meio da escuta da leitura do adulto, participar de diferentes práticas de linguagem oral e escrita, ouvir histórias e quadrinhos lidos e contados, recitar poemas e parlendas, familiarizar-se com materiais impressos (livros, revistas e jornais), ainda que não possa decifrar todas e cada uma das palavras. Ou seja, ouvir ou observar um texto já é uma forma de leitura. O acesso a diversos tipos de materiais escritos, gráficos, em diferentes contextos e abordagens, propor- ciona à criança um contato inicial com algumas letras, envolvendo os nomes e os sons, passando a identi- ficar alguns sinais gráficos. “[...] Em suma, na literacia emergente incluem-se experiências e conhecimentos sobre a leitura e a escrita adquiridos de maneira lúdica e adequada à idade da criança, de modo formal ou informal, antes de aprender a ler e a escrever.” (BRASIL, 2019, p. 22). Assim como na escola, a família deve proporcionar um ambiente planejado de forma a satisfazer as necessidades da criança. Tudo deverá estar acessível a ela, não apenas os objetos pessoais, mas também os brinquedos, pois só assim o desenvolvimento possibilitará sua autonomia e sua socialização de acordo com suas singularidades. A organização desse espaço deve ser pensada tendo como princípio oferecer um lugar acolhedor e prazeroso para a criança, onde ela possa brincar, criar e recriar suas brincadeiras, sentin- do-se estimulada e independente. Nesse sentido, enfatizamos que a família deve estabelecer diálogos permanentes e constantes com as crianças, pois dessa forma elas aprendem palavras novas e ampliam seu conhecimento linguístico, cultural e social, elementos fundamentais para seu processo de alfabetização. Assim, as famílias devem: g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 29g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 29 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D 3 30 ORGANIZANDO O ANO LETIVO Na unidade 3, você vai encontrar informações para auxiliar seus planejamentos durante o ano letivo. Primei- ro, você conhecerá a estrutura dos itinerários a fim de utilizá-los da melhor maneira possível. Depois, conhece- rá, de maneira sintetizada, os conteúdos que serão desenvolvidos nos itinerários. Apresentaremos quadros com os campos de experiências e os respectivos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento para sua consulta. E, ao final, apresentaremos os panoramas referentes aos itinerários que compõem a unidade 4. Conhecendo os itinerários Cada um dos itinerários propostos na unidade 4 está organizado em quatro semanas, ou seja, em um mês. Prepare • papel kraft • caneta hidrográfica preta • bonecas • cola escolar • giz de cera Prepare • cartolina nas cores verde e branca • caneta hidrográfica preta • tesoura de pontas arredondadas • cola escolar • Cabeça, ombro, joelho e pé • Fui ao mercado • Conheço um jacaré • Boneca de lata Para cantar e brincar! Você pode entregar aos bebês revistas com figuras de rostos e corpos de pessoas para que eles possam rasgar. Separe as partes do corpo e apresente- -as aos bebês, nomeando- as. Depois, cole-as em um pedaço de papel kraft. Outra forma de fazer SEMANA 1 ITINERÁRIO CONHECENDO O CORPO 64 2 Contorno do corpo Organize os bebês sentados em roda e cante as cantigas, fazendo gestos e apontando as partes do corpo mencionadas nelas. Ao escutar as cantigas e observar os gestos, demonstrando interesse (por gestos, balbucios e/ou palavras, por exemplo), os bebês estão desenvolvendo o objetivo EI01EF02. Cante as cantigas novamente, incentivando- -os a imitar os gestos para que eles coloquem em prática o objetivo EI01CG03. Para desenvolver a atividade de contorno do corpo, com antecedência, peça às famílias dos bebês que enviem fotografias no tamanho A4 do rosto deles. Além disso, prepare o ambiente para que tenha um espaço amplo. Com a mão na massa Corte um pedaço de papel kraft em tamanho suficiente para fazer a silhueta do corpo de um bebê. Desenhe com a caneta hidrográfica a silhueta e outras partes do corpo: olhos, orelhas, boca, nariz, mãos etc. Recorte as partes do corpo, deixando-as separadas. Estenda o papel com a silhueta no chão e entregue aos bebês as bonecas. Escolha uma parte do corpo e apresente a eles dizendo o nome e mostre na boneca para que eles associem a palavra à respectiva parte do corpo. Incentive os bebês a tocar, na boneca, a parte do corpo que está sendo trabalhada. Então, cole a figura no local correto da silhueta. Depois de apresen- tar todas as partes do corpo, disponibilize giz de cera para que pintem e ilustrem o cartaz a seu modo. Auxilie-os a manipular esses objetos para traçar marcas gráficas, assim eles desenvolvem o objetivo EI01TS02. Pronto! Vem ver! Cole o cartaz finalizado em uma parede na altura dos bebês. Reúna-os sentados em frente ao cartaz para que observem a produção e deixe que se comuniquem, tocando o cartaz, fazendo gestos, balbuciando ou dizendo palavras, assim eles desenvolvem o objetivo EI01EF06. Faça alguns comentários sobre as características de cada bebê, como cor dos olhos e do cabelo, a fim de que a turma perceba que há semelhanças e diferenças entre eles. Cantar, encantar e brincar: é só começar! Nesta atividade, os bebês vão cantar e desenvolver os movimentos do corpo. A música em sala de aulatorna o ambiente mais alegre, possibilita aos bebês ampliar vocabulário, desenvolver consciência corporal, expressar emoções e explorar e perceber as possibilida- des e as limitações de seu corpo ao realizar movimentos orientados ou espontâneos, seguindo a melodia e o ritmo das canções. Com isso, os bebês desenvolvem o objetivo EI01EO02. Com a mão na massa Com antecedência, confeccione a cabeça de um jacaré. Para isso, corte duas partes retangulares, duas tiras com 2 cm de largura e duas partes, uma maior e outra menor, em formato de coração, da cartolina verde; dois círculos pequenos e duas tiras, para representar os olhos e dentes, da cartolina branca. Junte as duas partes retangulares e cole uma das extremidades. Escolha qual será a parte de cima (onde ficarão os olhos e as narinas) e cole os corações, deixando as partes arredondadas vincadas para cima. No coração maior, cole os círculos brancos nas partes arredondadas e faça os pingos Exemplo de contorno do corpo em papel kraft. Exemplo de fantoche de jacaré feito de cartolina. Ilu st ra çõ es : D ei vy C os ta g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 64g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 64 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM SEMANA 4 Relembre as semanas anteriores com os bebês: fale sobre as partes do corpo, cante as cantigas que tratam do corpo, converse com eles sobre a higiene do corpo, os objetos descobertos na sombra, os movimentos que fizeram para passar por debaixo de cadeiras e os sons produzidos com o corpo. Conta pra mim! • Pezinho Para cantar e brincar! Prepare • cesta • frutas variadas • utensílios plásticos para comer Prepare • cartolina ou papel kraft • fotografias dos bebês • papelão ou tecido de diversas cores • tesoura de pontas arredondadas • cola escolar 70 Conhecendo o gosto, o cheiro e a textura Explorar as propriedades dos alimentos e experimentá-los são ações que desenvolvem a percepção e os sentidos dos bebês em relação ao sabor, ao odor e à textura. Exercitar tais percepções e sentidos é importante para que eles descubram do que gostam, do que não gostam e pratiquem o autocuidado e a prevenção do contato com texturas e odores que alertam para o que pode fazer mal, como alimentos estragados. Assim, propo- mos uma atividade em que eles vão conhe- cer e explorar as propriedades de alguns alimentos, desenvolvendo os objetivos EI01ET01 e EI01ET03. Com a mão na massa Com antecedência, peça às famílias que enviem frutas, escolhendo aquelas possíveis de serem manuseadas pelos bebês, com textura, odor e gosto variados, e verifique se algum bebê possui restrição alimentar. Priorizar as frutas da estação é bom, pois elas apresentam maior valor nutricional e costumam custar mais barato do que as demais. Coloque as frutas em uma cesta, reúna os bebês ao redor dela, deixe que peguem as frutas e sintam a textura das cascas, percebam as cores, o tamanho e o peso. Diga o nome das frutas para eles. Na sequência, leve-os até o refeitório, sente-os à mesa, corte as frutas, deixe que eles percebam os odores e distribua um pedaço a cada bebê para que eles possam experimentar, sentindo o gosto e a textura. Experimente uma fruta para que os bebês possam imitar essa ação. Deixe que se expressem por meio de caretas, balbu- cios e palavras suas percepções (se gostam ou não) e suas necessidades (se querem mais ou se não querem mais), desenvolvendo os objetivos EI01EO04, EI01EO05 e EI01EF06. Mural do abre e fecha Nesta atividade, os bebês vão se descobrir e se reconhecer em um mural de fotografias em que deverão abrir e fechar elementos. Além de trabalhar a identidade e as noções aberto e fechado, esta atividade permite aos bebês que desenvolvam movimentos corporais e a coordenação motora. Para que seja possível confeccionar o mural, com antecedência, peça às famí- lias que enviem fotografias dos bebês, preferencialmente em que estejam de corpo inteiro. Exemplo de atividade com frutas. Com a mão na massa Cole as fotografias dos bebês na cartolina ou no papel kraft, deixando uma distância entre cada uma. Peça a ajuda dos bebês, molhando o dedo deles na cola e passando no verso da fotografia ou orientando-os para que o façam sozinhos. Recorte pedaços de papelão ou de tecidos e os cole nas laterais ou na parte superior das fotografias fazendo janelas ou cortinas que tampem as fotografias. Pronto! Vem ver! Pendure o mural em uma parede na altura dos bebês, reúna-os para que possam apreciá-lo e convide-os a abrir as janelas/cortinas para descobrir as fotografias. Eles terão de se movimentar, abaixar e esticar os braços, por exemplo, cumprindo com o obje- tivo EI01CG02. Exemplo de mural com fotografias para serem descobertas pelos bebês. Ilu st ra çõ es : Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 70g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 70 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM SEMANA 2 O que uso no meu banho A higiene corporal é muito importante e, mesmo não dominando a oralidade, os bebês conseguem transmitir sua insatisfação e incômodo em relação à higiene por meio do choro, gestos e balbucios, pois dependem do adulto para que suas necessidades sejam atendidas. Dessa forma, essa atividade propõe aos bebês que explorem os objetos de higiene de uso comum, que vivenciem o faz de conta, para que se sintam mais segu- ros e capazes de reconhecer o corpo, expressar suas sensa- ções e para que desenvolvam autonomia em momentos de higiene, de alimentação e de descanso, desenvolvendo o objetivo EI01EO05. Prepare • banheira ou bacia grande • embalagens vazias de produtos usados no banho • pedaços de espuma no tamanho aproximado de 10 cm x 10 cm • cartolina ou papel kraft • fita adesiva • caneta hidrográfica • Água na biquinha • O sapo não lava o pé Para cantar e brincar! Retome a semana anterior com os bebês, converse com eles sobre as partes do corpo e cante as cantigas que tratam desse tema. Conta pra mim! Ligados e conectados! Pesquise na internet a música Bom banho, de Mundo Bita, e coloque para os bebês ouvirem e dançarem. Com a mão na massa Organize um espaço da sala e coloque a banheira ou bacia no centro, se possível, em cima de um tapete emborrachado. Coloque os objetos que separou nesse espaço. Reúna os bebês ao redor deles e diga-lhes que vocês vão brincar de faz de conta de tomar banho. Deixe que os bebês manuseiem os objetos, comparando-os e explorando as propriedades, como as cores e as texturas, desenvolvendo o objetivo EI01ET01. Em seguida, coloque cada um dentro da banheira ou bacia e instigue-o a fazer movimentos como se estivesse tomando banho. Peça-lhe que passe o xampu na cabeça, que ensaboe a barriga, que esfregue as pernas com a bucha, e assim por diante. Esta atividade possi- bilita aos bebês participar do cuidado com o corpo, cumprindo com o objetivo EI01CG04. Pronto! Vem ver! Depois da brincadeira, utilize as embalagens de produtos do banho para produzir um cartaz. Com as crianças, fixe um exemplar de cada produto na cartolina ou no papel kraft com fita adesiva, escreva o nome de cada produto e dê um título ao cartaz, como “USAMOS NO BANHO...”. Coloque o cartaz em uma parede da sala de aula na altura dos bebês. Permita que toquem no cartaz e vá dizendo os nomes dos objetos, contando-os e associando-os ao número 1, por exemplo, “um xampu”. Você também pode mostrar aos bebês um cartão com o número para estimular a associação do número à quantidade e o reconhecimento do número. Em cena! Encena! Muitas sensações são vivenciadas e apreciadas com o corpo. Os bebês necessitam de incentivo para exploração corporal, visto que estão na descoberta de suas potencialida- des. A ludicidade é uma excelente forma de auxiliá-los nesse período, pois estimula a criatividade e a imaginação; entretanto, é preciso sempre perceber e respeitar os limites e desejos dos bebês. Reúna os bebês em roda e diga-lhes que, juntos, vocês vão participarde um teatro de sombras. Explique como será feito, que a luminosidade da sala precisa ser baixa, e passe tranquilidade a eles de modo que se sintam seguros para participar da atividade. 66 Exemplo de atividade que explora os objetos de higiene pessoal. Exemplo de brincadeira com sombra. Veja material gráfico para impressão no MPD. J or ge Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 66g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 66 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM Cantar, encantar e brincar: é só começar! Nessa seção, as atividades baseiam-se em músicas, como as cantigas populares. Ativida- des como essas tornam o aprendizado das crianças mais lúdico e significativo. Panorama dos itinerários Esse quadro apresenta as indicações dos objetivos que serão desenvolvidos pelas crianças, os objetivos de aprendizagem e o desenvolvimento da BNCC contemplados nas atividades, bem como os conteúdos de literacia, numeracia e do mundo natural e social. Com as informações desse pano- rama, você poderá fazer o planejamento anual, bimestral, trimestral ou semanal. Para cada itinerário, há um panorama de objetivos e conteúdos. 1 Prepare • brinquedo • tecido ou lençol • fotografia do brinquedo • A cobra • Tomatinho vermelho Para cantar e brincar! Com a mão na massa Prepare • recipientes higienizados • tomates-cereja maduros higienizados • papel kraft • cartolina branca • rolinho de espuma para pintura • tesoura de pontas arredondadas • papel crepom verde • caneta hidrográfica Com a mão na massa SEMANA SEMANA1 ITINERÁRIO 82 BRINCAR É BOM DEMAIS!4 Caça ao brinquedo Nesta semana, os bebês vão explorar o mundo à sua volta por meio de uma caça ao brinquedo e uma experiência com tomate-cereja. Ao brincar, os bebês adquirem e desenvolvem muitas habilidades, pois, além de vivenciarem momentos de interação, a cria ividade, sensibilidade e comunicação são es imuladas de forma diver ida e natural. Antes de iniciar a atividade, como forma de aqueci- mento e brincadeira, cante com os bebês algumas cantigas, fazendo gestos e movimentos de acordo com a letra e o ritmo, estimulando-os a imitar você e a interagir entre eles, desenvolvendo os obje ivos EI01EO02, EI01EO05, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG03, EI01TS03 e EI01EF05. Com antecedência, em um espaço da sala, esconda um brinquedo colocando o tecido ou o lençol sobre ele. Reúna os bebês e explique que vocês vão brincar de encontrar o brinquedo. Conte aos bebês como é esse brinquedo escondido, e, se iver uma fotogra- fia, mostre-a para eles. Depois de explicar a brincadeira, incentive-os a procurar o brinquedo pela sala para que se movimentem pelo espaço. Quando um dos bebês encontrar o brinquedo, bata palmas e comemore, demonstrando alegria com a descoberta. Peça aos bebês que fechem os olhos para o brinquedo ser escondido mais uma vez. Você pode ter a ajuda do bebê que achou o brinquedo na primeira rodada. Brinquem enquanto você perceber que eles estão se diver indo e demonstrando interesse. Com esta a ividade, eles desenvolvem os obje ivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02 e EI01ET04. Cantar, encantar e brincar: é só começar! Nesta atividade, os bebês serão convidados a explorar e descobrir diferentes sensações ao brincar com os toma inhos. Com antecedência, pergunte aos familiares se os bebês podem manipular e provar os tomates. Reúna-os em uma roda na sala e inicie a brincadeira cantando a música Tomatinho vermelho. Faça gestos e movimentos de acordo com a letra e o ritmo, estimu- lando-os a imitá-lo e a interagir entre eles, desenvolven- do os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO05, EI01EO06, EI01ET06, EI01CG01, EI01CG02, EI01CG03, EI01TS01, EI01TS03, EI01EF02 e EI01EF05. Bebês e professora brincando de caça ao brinquedo. Organize grupos com três ou quatro bebês cada. Eles precisam estar com as mãos limpas. Cubra o chão onde os grupos vão ficar com papel kraft. Distribua para cada grupo um recipiente com pelo menos um tomate-cereja higienizado para cada participante. Explique aos bebês que eles devem fazer o mesmo que o caminhão da can iga fez: esma- gar os tomates. Deixe-os explorar os toma inhos apertando, amassando, esfregando-os no papel, cheirando e experimentando, depois explique que os toma inhos têm a cor vermelha. Dessa forma, serão desenvolvidos os obje ivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG05, EI01ET01 e EI01ET03. Trabalhe relações de causa e efeito Bebês brincando e fazendo descobertas com tomatinhos. Ilu st ra çõ es : Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 82g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 82 10/3/20 5:40 PM10/3/20 5:40 PM 1 OI, TUDO BEM? PRAZER EM CONHECER! • Ouvir e apreciar cantigas. • Participar de brincadeira cantada. • Participar de estimulação tátil. • Reconhecer quando é chamado pelo nome. • Reconhecer os nomes dos colegas. • Reconhecer relações espaciais: em cima e embaixo. • Explorar cores, texturas e sensações. • Ouvir e apreciar textos lidos pelo professor. • Entender a importância do banho e de outros hábitos de higiene. • Compreender suas ações para facilitar o banho. • Reconhecer a própria imagem por meio de fotografia. • Reconhecer relações temporais: dia e noite. • Compreender-se como sujeito integrante de um grupo. • Brincar de dar banho em bonecos. • Desenvolver linguagem oral. • Desenvolver a coordenação motora. • Reconhecer a própria imagem refletida no espelho. • Interagir com os colegas e o professor. EI01EO03 EI01EO04 EI01EO05 EI01EO06 EI01CG04 EI01CG05 EI01TS01 EI01TS02 EI01EF01 EI01EF02 EI01EF03 EI01EF04 EI01EF06 EI01EF07 EI01ET01 EI01ET03 • Consciência fonológica e fonêmica > Reconhecimento de si ao ser chamado pelo nome. > Reconhecimento do nome dos colegas. • Desenvolvimento de vocabulário > Socialização de ideias, sentimentos e compreensões. • Compreensão oral de textos > Uso da linguagem oral para se expressar. > Audição de textos lidos pelo professor. • Produção de escrita emergente > Reconhecimento da escrita por meio de um livro. • Noções de posicionalidade, direcionalidade e medidas > Em cima e embaixo. • Noções de tempo > Dia e noite. • Descoberta da própria imagem. • Partes do corpo humano. • Características de comportamento. • Convivência. • Hábitos de higiene. • Ouvir e apreciar cantigas. • Explorar as partes do corpo por meio de cantigas, gestos e movimentos. • Participar de exploração de possibilidades corporais por meio de movimentos e gestos direcionados pelo professor. • Desenvolver a linguagem oral. • Comunicar-se por meio de diferentes linguagens. • Identificar e nomear partes do corpo. • Observar e manipular boneca de pano. • Interagir com os colegas e o professor. • Brincar com máscaras. • Desenvolver aspectos cognitivos, visuais, auditivos e táteis. • Desenvolver noções de quantidade. • Expressar a idade por meio da oralidade e usando os dedos da mão. EI01EO01 EI01EO02 EI01EO03 EI01EO05 EI01EO06 EI01CG01 EI01CG02 EI01CG03 EI01CG04 EI01CG05 EI01TS02 EI01TS03 EI01EF05 EI01EF06 EI01ET01 EI01ET04 Revisar os conteúdos trabalhados na semana anterior. • Desenvolvimento de vocabulário > Socialização de ideias, sentimentos e compreensões. > Interação com colegas e adultos. • Compreensão oral de textos > Uso da linguagem oral para se expressar. • Noções de quantidade e número > Representação da idade usando os dedos da mão. > Contagem de conjuntos com 1 elemento. > Representação de quantidade usando os dedos da mão. • Descoberta da própria imagem. • Características físicas. • Partes do corpo humano. • Características de comportamento. • Convivência. • Nome. • Idade. Literacia Conteúdos Objetivos BNCC Se m an a 1 Se m an a 2 Numeracia Mundo natural e social ITINERÁRIO PANORAMA DOS ITINERÁRIOS38 g22_ftd_m p_1cbsn_u3_itinerario_1_p038a039_panorama.indd 38 g22_ftd_m p_1cbsn_u3_itinerario_1_p038a039_panoram a.indd 38 10/3/20 5:24 PM 10/3/20 5:24 PM SEMANA 3 Retome as semanas anteriores com os bebês: fale sobre as partes do corpo, cante as cantigas que tratam do corpo, converse com eles sobre a higiene do corpo e os objetos descobertos na atividade com sombra. Conta pra mim! • Se você está contente, bata palmas • Caranguejo não é peixe Para cantar e brincar! Prepare • cadeiras em diferentes tamanhos Adicione obstáculos à brincadeira, por exemplo, almofadas, para que os bebês passem por cima deles. A brincadeira continua Para registrar a atividade, com a autorização dos responsáveis, grave o áudio/ vídeo em um CD ou salve-o em arquivo digital. Guarde o CD nos portfólios ou envie o arquivo digital às famílias para que possam acompanhar a aprendizagem e o desenvolvimento dos bebês. Vou guardar para te mostrar! 68 Mexe e remexe Ao explorar as possibilidades corporais, os bebês descobrem suas potencialidades e limites em relação aos movimentos e deslocamentos com seu corpo. A consciência corporal permite conhecer a si e aos outros, melhorando a interação e as relações com seus pares. Desse modo, propomos que, nesta atividade, os bebês movimentem-se passando por obstáculos. Com antecedência, prepare um espaço da sala de aula com uma cadeira mais alta e outra mais baixa em fila. Se possível, organize tudo sobre um tapete emborrachado para garantir a segu- rança dos bebês durante a atividade. Exemplo de bebê passando por parte de um circuito. Muitos sons divertidos Nesta atividade, os bebês vão produzir sons com o corpo. Essa é uma oportunidade para que eles reconheçam diferentes sons, explorem o próprio corpo, brinquem e se divirtam, comu- niquem-se (manifestando seus desejos e emoções), desenvolvam a audição e a percep- ção e interajam com seus pares e com o profes- sor, desenvolvendo os objetivos EI01EO06 e EI01CG01. Com a mão na massa Organize os bebês em uma roda ou espaço onde eles consigam ver você. Então, comece a produzir gestos com seu corpo e incentive-os a imitar, como dar tapinhas com as mãos na boca, bater palmas, bater pés, tapinhas com as mãos na barriga, estalar a língua etc. Assim, eles estão colocando em prática os objetivos EI01CG03 e EI01TS01. Com um suporte audiovisual, grave o áudio ou vídeo da brincadeira. Lembre-se de pedir autorização dos pais para filmar os bebês. Pronto! Vem ver! Reúna os bebês para que possam escutar o áudio/vídeo ou assisti-lo com os sons produzidos por eles. Deixe que se expressem por meio de gestos, balbucios ou falas em relação à atividade, alcançando o objetivo EI01EF06. Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Reúna os bebês sentados de frente para você e mostre-lhes a capa do livro Eu sou assim e vou te mostrar, instigando a curiosidade deles. Leia o livro, com entonação e expressividade, aponte a direção da leitura, virando as páginas calmamente, e mostre as ilustrações. Solicite aos bebês que apontem elementos nas ilustrações, como as partes do corpo ou os animais. Assim, eles desenvolvem os objetivos EI01EF03 e EI01EF04. Exemplo de professora e bebês fazendo sons com o corpo. Com a mão na massa Reúna os bebês para explicar a eles que devem se movimentar passando por debaixo das cadeiras. Faça uma demonstração, porém adapte e passe por debaixo de uma mesa, ou demonstre com ajuda de um bebê, auxiliando-o e orientando-o como deve ser feito. Em seguida, incentive um bebê de cada vez a passar debaixo da primeira cadeira (ele terá de engatinhar) e depois debaixo da segunda cadeira (provavelmente, ele terá de deslizar ou rolar pelo chão). Com esta atividade, eles desenvolvem os objetivos EI01ET04 e EI01CG02. Ilu st ra çõ es : J or ge Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 68g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 68 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 30g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 30 10/3/20 6:37 PM10/3/20 6:37 PM G U I A P N L D 31 Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Nessa seção, você fará leituras cuja proposta é contribuir para o desen- volvimento do hábito de leitura de gêneros textuais diversos, como poemas, fábulas e contos. Aproveite momentos como esse para incentivar a literacia familiar, encaminhando o livro sugerido aos familiares para interagirem, conversarem e lerem em voz alta com as crianças. Se o livro indicado não estiver disponível em sua esco- la, ele pode ser substituído por outro do mesmo tema. Atividades As atividades com títulos variados são desenvolvidas com base nos temas dos itinerários. São trabalhadas de maneira lúdica, com o objetivo de levar as crianças a interagir e a desenvolver a oralidade, o que ativará a curiosidade delas em relação ao tema e tornará as aulas mais dinâmicas e a aprendizagem mais significativa. Essas atividades podem apresentar as seguintes etapas: SEMANA 2 Inicie as atividades da semana relembrando o que os bebês aprenderam e quais atividades realizaram na semana anterior. Faça perguntas usando objetos da sala para que identifiquem as cores. Conta pra mim! • Ciranda, cirandinha Para cantar e brincar! Ligados e conectados! Pesquise na internet o vídeo As formas geométricas, de GUGUDADA, e assista com os bebês. Prepare Prepare • círculo, triângulo, quadrado e retângulo confeccionados em papelão • objetos semelhantes às figuras geométricas • papel kraft • cola escolar • papelão • papel-cartão colorido • fita de cetim ou de tecido • cola escolar • fita adesiva Fotografe os bebês produzindo a colagem e insira esses registros no portfólio. Lembre-se de pedir autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! 111 As formas no mundo As figuras geométricas estão presentes no nosso meio o tempo todo. Com imaginação, é possível observá-las em elementos da natureza e nos objetos com os quais temos contato no dia a dia. Promova essa conversa introdutória com os bebês, destacando alguns modelos e estabelecendo, por exemplo, relações entre o CD e o círculo, o guarda- napo de papel e o quadrado, e cédulas de dinheiro e retângulos. Com a mão na massa Previamente, confeccione as figuras geométricas quadrado, círculo, retângulo e triângulo em papelão. Inicie a atividade apresentando-as para os bebês e nomeando- -as enquanto faz as apresentações. Em seguida, mostre objetos do dia a dia cujo formato seja semelhante ao dessas figuras. Juntos, explorem as cores, a utilidade, as texturas e outros aspectos perceptíveis das figuras geométricas, desenvolvendo os objetivos EI01ET01 e EI01ET05. Pronto! Vem ver! Após a apresentação, confeccione um mural com os objetos que você usou ao expor o conteúdo. Cole as figuras de papelão no papel kraft e escreva o nome delas. Depois, organize o mural de modo que cada objeto esteja representando uma figura geométri- ca plana e faça referência a elas no dia a dia. Fixe o mural em um local visível e ideal para a altura dos bebês. A arte dos círculos Com a mão na massa Confeccione aros de papelão em quantidade suficiente para disponibilizar um por grupo de bebês. Recorte em papel-cartão colorido círculos de diversos tamanhos. Reúna os bebês e apresente a figura geométrica, dizendo que há diferentes tamanhos dessa figura, mostrando-os e nomeando as cores de cada um. Depois, organize os bebês em grupos de três e diga que eles vão produzir uma colagem de círculos. Permita que escolham os tamanhos e as cores de círculos que querem usar, passe a cola neles e auxilie-os a colar os círculos, um sobre o outro, desenvolvendo o objetivo EI01ET05. Aproveite para abordar noções de grande e pequeno, maior e menor, em cima e embaixo, igual e diferente, atingindo o objetivo EI01ET01. Depois, fixe as colagens feitas pelos bebês nas fitas de cetim ou de tecido e fixe-as no aro de papelão, formando um móbile de círculos. passe a cola nelese auxilie-os a colar os círculos, um sobre Depois, fixe as colagens feitas pelos bebês nas fitas Bebês manipulando figuras geométricas feitas de papelão. Círculos. Ilu st ra çõ es : F ra n M at su m ot o g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_7_p111a112.indd 111g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_7_p111a112.indd 111 10/3/20 5:47 PM10/3/20 5:47 PM Mostra o passo a passo de como realizar a atividade proposta. Com a mão na massa Apresenta a finalização da atividade, trazendo orientações de como explorá-la. Pronto! Vem ver! Em cena! Encena! Nessa seção, as crianças são convidadas a vivenciar situações que exigem atuação e interpretação cênica. As atividades po- dem envolver atuações espontâneas e/ou compartilhadas e vivenciadas entre crian- ças-crianças e crianças-professor. SEMANA 3 86 Inicie as atividades da semana relembrando com os bebês o que fizeram na semana anterior: brinquem com o chocalho e retome a história do Pinóquio. Conta pra mim! Prepare Prepare • caixa de leite, de fósforos, de sapatos e caixas de papelão em formato e tamanho diferentes • caixa com brinquedos diversos: bonecas, carrinhos etc. • cartolinas brancas • fita adesiva • velas brancas • tinta feita com gelatina de diversas cores • recipientes para colocar as tintas • rolos de espuma para pintura Em cena! Encena! Nesta semana, os bebês se divertirão com caixas e com tinta feita de gelatina, explo- rando o mundo ao seu redor e fazendo descobertas. Com a mão na massa Organize um espaço na sala e disponha o material ao alcance dos bebês. Incentive-os a explorar todos os materiais e a entrar nas caixas maiores para imaginar que estão em um veículo. Estimule a oralidade e simule o som dos meios de transporte, como as onomato- peias “bi-bi” e “brum-brum”. Incentive os bebês a empilhar, empurrar, enfileirar, desenhar nas caixas, entre outras ações. Disponibilize a caixa de brinquedos e mostre algumas ações, como colocar bonecas para dormir em caixas menores, representando camas/ berços, colocar carrinhos em caixas, representando a garagem, entre outras explorações. Entrou por uma porta, saiu por outra... Leia para os bebês resumidamente a história do livro a seguir. Trata-se da história de um homem que não sabia como dizer ao seu filho que o amava, por isso fazia invenções com caixas para o filho brincar. • KING, Stephen Michael. O homem que amava caixas. Trad. Gilda de Aquino. São Paulo: Brinque-Book, 1997. Bebê brincando em um carro feito de caixa de papelão. Durante essas brincadeiras, os bebês interagem uns com os outros, compartilhando, explorando e disputando objetos e estimulando a imaginação. Fique atento às diversas situações, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO02, EI01EO03, EI01EO04, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG03, EI01CG05, EI01TS01, EI01EF06, EI01ET02 e EI01ET04. Mostre aos bebês as caixas de fósforos, de leite e de sapatos. Explique que todas são caixas, apesar de terem tamanhos diferentes. Pegue a caixa de sapatos e a caixa de leite e diga: “Esta caixa é maior do que esta.”. Pegue a caixa de fósforos e a caixa de leite e diga: “Esta caixa é menor do que esta.”. Depois, deixe que os bebês manipulem as caixas explo- rando essas características. Estas atividades desenvolvem o objetivo EI01ET05. Bebês brincando com tinta feita com gelatina. Com a mão na massa No chão da sala, fixe cartolinas brancas com fita adesiva, em quantidade suficiente para que os bebês brinquem em duplas ou trios. Organize-os em volta das cartolinas e distribua uma vela branca para cada um deles. Estimu- le-os e auxilie-os a fazer rabiscos na cartolina com a vela. Para obter um melhor resultado, reforce os rabiscos depois. Mostre para os bebês que a cartolina está branca. Feito isso, Tinta mágica Com antecedência, faça a tinta usando gelatina de cores variadas. Para isso, é necessá- rio preparar as gelatinas separadamente e, depois, adicionar um pouco de água fervente até obter uma consistência cremosa e deixar esfriar. S or ap op U do m sr i/ S hu tt er st oc k. co m Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 86g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 86 10/3/20 5:41 PM10/3/20 5:41 PM SEMANA 4 Inicie as atividades da semana relembrando com os bebês as aprendizagens das semanas anteriores. Converse sobre as frutas que viram e experimentaram e os sabores que sentiram. Conta pra mim! • Fui ao mercado • Um, dois, feijão com arroz Para cantar e brincar! Prepare • grãos de feijão • copo descartável • algodão • recipiente com água Fotografe os bebês durante algumas etapas da atividade e insira as fotografias no portfólio. Lembre-se de pedir autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! 106 Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Nesta semana, os bebês participarão da contação de história do livro João e o Pé de Feijão e farão descobertas brincando com algodão e plantando sementes de feijão para acompanhar seu crescimento, entre outras explorações. Para a leitura do livro João e o Pé de Feijão, organize os bebês em semicírculo acomo- dados em almofadas e tapetes emborrachados. Depois, mostre a capa do livro que vai ler para eles. Leia expressivamente, mostrando sempre as ilustrações aos bebês. Use gestos e entonação adequados à história, aguçando a curiosidade deles e despertando o interes- se. Após a leitura, explore com os bebês alguns momentos da história retomando as ilus- trações: “Que planta é essa? É um pé de feijão!”; “Vocês já comeram feijão?”; “Vamos ver como a planta da história cresceu? Foi muito rápido!”; “Essa história tem um gigante! Ele é muito grande!”; “O João é mais baixo do que o gigante.”; entre outras explorações. Depois da leitura, deixe que os bebês manipulem o livro, observando as imagens, o texto, as cores e outros atributos visuais. Estimule-os a reconhecer esses aspectos e peça que mostrem quem é o João e quem é o gigante. Esses momentos desenvolvem os objetivos EI01EO04, EI01EO06, EI01CG05, EI01EF03, EI01EF04, EI01EF07, EI01EF08 e EI01EF09. Por fim, organize um cronograma para que os bebês possam realizar uma leitura itine- rante (sacola de leitura, viagem da leitura etc.), em que poderão levar o livro para casa a fim de que seus familiares leiam para eles. Você também pode selecionar outros livros que abordam a temática do itinerário para enviá-los na leitura itinerante. Cuidando do pé de feijão Inicie comentando com os bebês que algumas plantas são utilizadas para a alimenta- ção e que são alimentos saudáveis e com nutrientes importantes para nossa saúde, como o feijão. Diga o nome de outras plantas que comemos, como arroz, tomate, cenoura, frutas etc. Se possível, enquanto comenta, mostre imagens desses alimentos. Depois, convide-os a cantar e a dançar a cantiga Fui ao mercado, fazendo gestos e movimentos de acordo com o ritmo da cantiga. Estimule os bebês a imitar seus gestos e a dançar. Após a cantiga, você também pode explorar com eles a parlenda Um, dois, feijão com arroz. Essas atividades desenvolvem os objetivos EI01EO03, EI01CG01, EI01CG03, EI01EF02 e EI01EF05. Com a mão na massa Organize os bebês em roda, mostre os grãos de feijão e diga que vão fazer uma expe- riência para acompanhar essa sementinha crescer. Explique que as plantas precisam de cuidados para se desenvolver e que nesse experimento vocês vão plantar sementes Experimento com grãos de feijão. de feijão e aprender a cuidar dessa planta. Pegue um copo descartável e coloque algumas bolinhas de algodão molhadas dentro dele. Em seguida, colo- que três grãos de feijão no algodão e mostre aos bebês como ficou o experimento. Cuide para que os bebês não peguem nos grãos de feijão. Essa atividade desenvolve o objetivo EI01EO06. Ja na in a O liv ei ra / A S C Im ag en s g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_6_p106a108.indd 106g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_6_p106a108.indd 106 10/3/20 5:46 PM10/3/205:46 PM g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 31g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 31 10/3/20 6:37 PM10/3/20 6:37 PM G U I A P N L D 32 SEMANA 2 Com a mão na massa Com a mão na massa Ligados e conectados! Para explorar o tema do itinerário, pesquise na internet a canção Bichinhos do Jardim, do Grupo Balangandan, que trata sobre os animais do jardim. Cante e dance com os bebês, fazendo gestos e movimentos. 120 As asas da borboleta Nesta atividade, os bebês vão conhecer um dos animais que vive no jardim (a borboleta), desenvol- ver a coordenação motora e as noções de dentro e fora. Para iniciar, reúna-os em roda e conversem sobre a borboleta, destacando suas asas e cores. Durante a conversa, estimule-os a se expressar por gestos, balbucios e palavras para desenvolver o objetivo EI01EF06. Prepare Prepare • Borboletinha tá na cozinha • papel kraft • caneta hidrográfica preta • tinta de gelatina em 4 cores • pincéis • fita dupla face • bolinhas nas cores das tintas • papelão pintado de diferentes cores • elástico e tiaras • TNT preto, amarelo, vermelho • tesouras de pontas arredondadas • cola quente • espelho • câmera fotográfica ou celular Para cantar e brincar! Relembre a semana anterior conversando com os bebês sobre as árvores, flores e plantas do jardim. Conta pra mim! Com a caneta hidrográfica, desenhe uma borboleta em um papel kraft. Faça duas asas de cada lado e, com a participação dos bebês, pinte uma de cada cor com tinta de gelatina usando pincéis ou as mãos. Você pode deixar que os bebês brinquem com a tinta antes que pintem as asas da borboleta. Depois que a tinta secar, cole fita dupla face nas asas da borboleta e fixe-a em uma parede da sala à altura deles. Reúna os bebês para que vejam a borboleta pronta e identifique com eles as cores nas asas. Então, convide-os a decorar as asas do animal com as bolinhas coloridas, explican- do que elas devem ter as mesmas cores das asas da borboleta. Distribua as bolinhas entre eles e peça que, de dois em dois, grudem as bolinhas em uma das partes das asas da borboleta, de acordo com as cores. Acompanhe cada um dos bebês, sempre estimu- lando a correspondência da cor da asa com a cor da bolinha. Trabalhe as noções de dentro e fora, tirando e colocando as bolinhas das asas. Com essa atividade, os bebês desenvol- vem os objetivos EI01EO03 e EI01ET04. Em cena! Encena! Nesta atividade, os bebês serão convidados a se fantasiarem e encenar os sons e os movi- mentos dos animais do jardim. Com antecedência, prepare as fantasias. Para a de abelha, faça um colete com o TNT amarelo e cole nele tiras de TNT preto. Para a de joaninha, faça também um colete com o TNT vermelho e cole nele círculos de TNT preto. Para a de borbo- leta, faça os moldes das asas em papelão colorido e amarre um elástico para passar pelos braços dos bebês. Para caracterizar ainda mais as fanta- sias, faça os moldes das antenas em papelão pintado de preto e cole nas tiaras. Esses materiais podem ser substituídos por outros de sua prefe- rência, de acordo com as possibilidades. Use a criatividade. Se for possível, envolva os bebês em alguma etapa da confecção das fantasias que não ofereça risco de acidente. Colagem das bolinhas nas asas de uma borboleta. Bebês brincando de animais do jardim em frente ao espelho. Reúna os bebês em roda e converse com eles sobre os animais do jardim, nomeando- -os e destacando algumas características deles, como as cores, os movimentos, os sons que emitem etc. Então, mostre-lhes as fantasias e verifique se identificam quais animais elas caracterizam. Diga aos bebês que se eles quiserem, poderão usar as fantasias para se transformarem em animais do jardim. Respeite se algum bebê não quiser vestir a fantasia. Deixe que eles escolham o que vestir e auxilie-os no que for necessário. Depois, posicione na sala um espelho, de maneira que eles consigam observar o corpo inteiro, um de cada vez. Acompanhe os bebês a se observarem estimulando-os da seguinte maneira: Veja material gráfico para impressão no MPD. Ilu st ra çõ es : W al do m ir o N et o g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_8_p120a121.indd 120g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_8_p120a121.indd 120 10/3/20 5:50 PM10/3/20 5:50 PM Explorando cada momento... Nesse quadro são propostas algumas ativida- des para serem desenvolvidas durante a semana, a fim de trabalhar os conteúdos de literacia, numeracia e do mundo natural e social. As indi- cações estão organizadas em dois grupos: para as crianças mais novas e para as mais velhas, dentro da faixa etária de cada volume. Em algu- mas propostas, é indicado o principal objetivo de aprendizagem e desenvolvimento da BNCC que pode ser contemplado durante as atividades. Prepare Boxe que apresenta a lista de materiais necessários para desenvolver as atividades. Esse boxe apresenta dicas de cantigas relacionadas à temática da semana. As letras dessas cantigas podem ser encontradas no Material do Professor Digital (MPD). Para cantar e brincar! Entrou por uma porta, saiu por outra... Nesse boxe, você encontrará sugestões de livros literários que exploram a temática do itinerário e da semana em particular. Ligados e conectados! Boxe que apresenta dicas de sites, vídeos e áudios para serem explorados com a turma. As indicações sugeridas estão de acordo com as atividades e o tema apresentados na semana. Esse boxe tem por objetivo retomar oralmente os conteúdos da(s) semana(s) anterior(es). Conta pra mim! Explorando cada momento... Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Li te ra ci a • Disponibilize aos bebês uma porção de massa de modelar achatada. Em uma folha de papel sulfite, posicione de um lado um coelho e, de outro, uma cenoura, ambos feitos de massa de modelar. Peça aos bebês que apertem a massa com o dedo fazendo o caminho para o coelho chegar até a cenoura. • Utilizando fita adesiva ou giz de lousa, faça, no chão do pátio, cinco caminhos com diferentes traçados, como ondulação, linha reta, zigue-zague, espiral e círculo. Oriente os bebês a andar sobre os caminhos. Escolha um bebê por vez, segure uma de suas mãos e, conforme faz o percurso, diga que ele está andando em uma linha com ondulação, em linha reta, em zigue-zague, em espiral e em círculo. M un do n at ur al e so ci al • Faça previamente uma casinha em uma caixa de papelão. Recorte imagens de animais e fixe-as em papel-cartão, usando papelão como apoio na parte de trás, perpendicularmente à figura, para que fique em pé. Coloque os animais dentro da casinha de papelão. Apresente-a aos bebês e questione-os sobre quais animais podem ficar dentro de casa e quais não podem. Permita que eles retirem e coloquem os animais livremente. Você pode solicitar a um bebê de cada vez que retire ou coloque um animal na casinha. Sempre que fizer isso, pergunte a ele por que pode ficar dentro de casa e por que não pode. Aproveite e trabalhe as noções de dentro e fora. Ao longo da atividade os bebês desenvolvem o objetivo EI01ET04. N um er ac ia • Providencie alguns peixes de papel e duas bacias (também podem ser dois círculos desenhados no chão). Em uma das bacias, coloque uma quantidade maior de peixes em relação à outra. Pergunte aos bebês em qual das bacias há mais peixes e em qual há menos peixes. Permita que façam estimativas. Depois, auxilie-os na contagem dos peixes em cada bacia. • Forneça para cada bebê o desenho de uma zebra, mas sem as listras no corpo. Auxilie-os a molhar o dedo na tinta guache preta e fazer cinco linhas verticais no corpo do animal para representar as listras. Limpe os dedos dos bebês e, então, faça a contagem das listras da zebra. Incentive-os a repetir os números oralmente ou a indicar com os dedos. 98 Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Exemplo de parte do tapete sensorial dos animais. Pronto! Vemver! Com o tapete pronto, convide os bebês a explorá-lo. Conforme eles forem passando sobre os diferentes tipos de textura, diga o nome do revestimento e do animal. É neces- sário cuidar para que eles não coloquem os materiais na boca. Por fim, reúna os bebês em roda, pegue um dos quadrados do tapete e diga o nome do animal e o revestimento do corpo dele. Proceda dessa maneira com todos os animais do tapete. Ao longo desta atividade os bebês desenvolvem os objetivos EI01ET01, EI01CG02, EI01ET03, EI01ET04, EI01ET05 e EI01EO03. Entrou por uma porta, saiu por outra... Para trabalhar os sons dos animais da floresta com os bebês, leia o livro a seguir. • CATAPULTA. A natureza. Cotia: Catapulta, 2019. S ab ri na E ra s g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p097a099.indd 98g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p097a099.indd 98 10/3/20 5:44 PM10/3/20 5:44 PM g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 32g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 32 10/3/20 6:37 PM10/3/20 6:37 PM G U I A P N L D 33 Explorando cada momento... M un do na tu ra l e so ci al • Antecipadamente, peça aos responsáveis pelos bebês que filmem alguma atividade que costumam realizar sempre em família. Monte um cartaz com essas informações e, se possível, separe imagens que contemplem essas ações. Depois, elabore um mural e explore-o com os bebês. N um er ac ia • Brinque com os bebês de contar até 3 mostrando os dedos das mãos e dos pés. • Organize os bebês em roda e deixe ao seu lado as garrafas confeccionadas na atividade com o chocalho das famílias. Conte as garrafas, colocando-as no centro da roda até completar três elementos. • Continue a atividade das garrafas e mostre o número 3 para os bebês, relacionando-o à quantidade que representa. Produza moldes do número 3 em papel-cartão na medida 30 cm x 30 cm e cole texturas diferentes, como algodão, lixa, espuma etc. Inicie a atividade mostrando para os bebês a representação do número e dizendo que se trata do 3. Em seguida, incentive-os a explorar as texturas no traçado desse número. Li te ra ci a • Solicite aos responsáveis dos bebês algumas fotografias com os membros da família. Reúna a turma em um espaço da sala e apresente as fotografias. Incentive os bebês a apontar ou a dizer quem são as pessoas retratadas, como mamãe, papai, irmãos, vovó, vovô etc. Com isso, desenvolve-se o objetivo EI01EF01. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Veja material gráfico para impressão no MPD. 76 Fotografe a atividade realizada pelos bebês e guarde os registros no portfólio de cada um deles. Lembre-se de pedir a autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! Prepare • fotografias de momentos de lazer em família no tamanho 10 cm x 15 cm • garrafas PET de 500 ml • fitas adesivas em cores variadas • pedrinhas Organize os bebês em roda e explore as fotografias levando-os a descrever os momen- tos retratados. Diga os nomes das pessoas fotografadas e observe as reações deles, veri- ficando se manifestam palavras, balbuciam ou gesticulam (apontando para algo ou alguém). Com isso, eles desenvolvem os objetivos EI01EO06, EI01EF01 e EI01EF06. Com a mão na massa Coloque algumas pedrinhas nas garrafas para simular um chocalho. Se possível, peça aos bebês que o auxiliem. Depois, feche bem as garrafas e fixe em cada uma, usando a fita adesiva colorida, a fotografia de uma das famílias. Pronto! Vem ver! Distribua as garrafas por um espaço delimitado da sala de aula. Entre as garrafas, acomode os bebês e deixe que as manipulem, observem, brinquem e se desloquem pelo espaço. Verifique se eles identificam seus familiares e se, ao reconhecê-los, manifestam alguma emoção. Incentive-os também a explorar o som produzido pelas garrafas. Nesta atividade, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO03, EI01EO04, EI01CG01, EI01CG02, EI01TS01 e EI01T04. Os bebês podem levar o chocalho para casa e brincar com os familiares. A brincadeira continua Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as ativi- dades a seguir. Em vez de utilizar fotografias das famílias dos bebês, os chocalhos podem ser decorados com figuras ou adesivos, por exemplo, em formato de coração, para representar o amor da família. Outra forma de fazer g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 76g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 76 10/3/20 5:39 PM10/3/20 5:39 PM Essa seção é apresentada ao final de cada itine- rário. Por meio de atividades lúdicas e de registro, é possível avaliar os principais conteúdos trabalha- dos no itinerário e conferir o desenvolvimento do aprendizado das crianças. VOU CONTAR O QUE APRENDI Para finalizar as atividades do itinerário e avaliar o aprendizado dos bebês, realize as atividades propostas a seguir. Em cena! Encena! Nesta atividade, os bebês representarão, de forma espontânea, alguns animais enquanto cantam uma canção. Além disso, eles vão ajudar na produção de figurinos, favorecendo o desenvolvimento da criatividade. Ligados e conectados! Pesquise na internet as músicas Bicharia, de Os Saltimbancos, e Fazendinha, de Mundo Bita, para os bebês ouvirem e dançarem. Prepare • áudio ou vídeo com canção sobre animais • arco de cabelo • feltro colorido • papéis coloridos • tesoura de pontas arredondadas • tinta guache • pincel • cola quente Prepare • papel kraft • imagens de animais trabalhados no itinerário ou representações deles feitas com materiais recicláveis • cola escolar ou fita adesiva Coloque o nome de cada bebê no respectivo arco e guarde-o no portfólio. Vou guardar para te mostrar! Pronto! Vem ver! Auxilie os bebês a colocar o arco na cabeça e oriente cada um a reproduzir o som e os movimentos do animal, desenvolvendo o objetivo EI01CG03. Organize uma apresentação musical para os familiares e a comunidade escolar, em que os bebês usarão os adereços e representarão os animais por meio dos sons e dos movi- mentos que eles fazem. Exemplo de bebês representando animais. Com a mão na massa Ouça com os bebês uma canção que tenha como tema os animais e os sons que eles emitem. Você pode usar uma das canções sugeridas no boxe Ligados e conectados!. Antecipadamente, corte pedaços de feltro, ou papel colorido, em formato de orelhas, asas, olhos e outros elementos que lembrem os animais. Disponibilize aos bebês, junto do material para decoração, como tinta guache e pedaços de papel, para que façam as marcas do revestimento do corpo dos animais, como pintas, manchas e outros detalhes. Depois que os adereços estiverem prontos, deixe os bebês livres para escolherem o que desejam vestir e o que será colado por você no arco. Assim, eles desenvolvem o objetivo EI01TS02. 99 Confeccione com os bebês um quadro em papel kraft para registrar os principais conteú dos trabalhados neste itinerário. Para isso, você pode providenciar imagens dos animais ou confeccionar representações deles utilizando materiais recicláveis. Depois, fixe-os no papel kraft e disponha o quadro ao alcance dos bebês. S ab ri na E ra s g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p097a099.indd 99g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p097a099.indd 99 10/3/20 5:44 PM10/3/20 5:44 PM Esse boxe sugere outros recursos, outros suportes ou outros formatos para fazer a mesma atividade. Outra forma de fazer O boxe apresenta suges- tões de como uma atividade pode ser ampliada. A brincadeira continua Esse boxe apresenta sugestões para registrar as atividades em um portfólio. Vou guardar para te mostrar! VOU CONTAR O QUE APRENDI Veja material gráfico para impressão no MPD. Esse recurso indica que você encontra materiais gráficos no Material do Professor Digital (MPD) para complementar algumas atividades. g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 33g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p030a033.indd 33 10/3/20 6:37 PM10/3/20 6:37 PM G U I A P N L D 34 Conheça os conteúdos O aprendizado das criançasalfabetiza- ção das crianças. Sobre numeracia, há informações para que você auxilie as crianças no desenvolvimento do raciocínio matemático e na resolução de problemas do dia a dia por meio de brinca- deiras, jogos, questionamentos e outras dinâmicas lúdicas. Ao final deste volume, apresentamos os Itinerários em contextos, que indicam blocos de atividades temáticas organizadas para serem desenvolvidas durante o ano letivo. Esses itinerários contemplam jogos e brincadeiras e envolvem as artes visuais e cênicas, a música e a motricidade. Esperamos que este Manual do Professor Impresso seja uma ferramenta útil no plane- jamento de seu trabalho, nas situações vivenciadas em sala de aula e nos momentos de avaliação, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais estimulante, a fim de contribuir para o desenvolvimento integral das crianças. Desejamos a você um ótimo ano letivo! g22_ftd_mp_1cbsn_p003_apresentacao.indd 3g22_ftd_mp_1cbsn_p003_apresentacao.indd 3 10/3/20 5:19 PM10/3/20 5:19 PM G U I A P N L D 1UNIDADE A CRECHE E A CRIANÇA ..............7 Creche: espaço de descobertas .......................................7 A Creche, a criança e seu desenvolvimento ..............8 Bebês: explorando o mundo ..........................................10 A avaliação na Creche ....................................................... 13 Uma conversa entre BNCC e PNA ............................... 15 2UNIDADE O DIA A DIA NA CRECHE ........... 18 Minhas práticas diárias ....................................................18 • Recepção, adaptação e rotina .................................. 21 Atividades permanentes ................................................ 23 Vamos conversar sobre a família? .............................26 • A família e a adaptação da criança na Creche ....................................................................... 26 • O cuidado com a rotina das crianças .................... 27 • Literacia familiar .......................................................... 28 • O processo de alfabetização .................................... 29 3UNIDADE ORGANIZANDO O ANO LETIVO ......................................30 Conhecendo os itinerários .............................................30 Conheça os conteúdos .....................................................34 Campos de experiências e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da BNCC ....36 Panoramas dos itinerários .............................................38 4UNIDADE ITINERÁRIOS EM CONTEXTO ........................................54 ITINERÁRIO 1 OI, TUDO BEM? PRAZER EM CONHECER! .................................55 LITERACIA • Reconhecimento do nome . 55, 56, 59, 60, 61, 62, 63 • Reconhecimento do nome dos colegas ......55, 59, 62 • Reconhecimento de palavras .........................57, 58, 61 • Reconhecimento da escrita .......................... 55, 60, 63 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo................................................. 55, 57, 59, 61 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões ....................55, 56, 57, 58, 59, 61, 63 • Compreensão oral de história ............................. 55, 60 NUMERACIA • Contagem ..........................................................58, 60, 62 • Representação de idade .............................................. 58 • Conjunto com um elemento ................................. 58, 62 • Quantidade .............................................................. 58, 62 • Número 1 ...........................................................58, 60, 62 • Em cima e embaixo .......................................................55 • Dia e noite ....................................................................... 56 ITINERÁRIO 2 CONHECENDO O CORPO ............... 64 LITERACIA • Rima .....................................................................65, 69, 71 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo............................64, 66, 67, 68, 69, 70, 71 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões .......................................64, 66, 68, 70 • Compreensão oral de história .................................... 68 • Traçado de padrões ................................................ 64, 71 • Manipulação de instrumentos e suportes de escritas ................................................................. 64, 71 NUMERACIA • Contagem ...........................................................66, 67, 69 • Número 1 ..............................................65, 66, 67, 69, 72 • Aberto e fechado ........................................ 65, 67, 70, 71 • Tamanho ...................................................................65, 72 • Correspondência um a um ...................... 65, 66, 69, 71 • Quantidade ........................................... 65, 67, 69, 71, 72 • Número 2 ............................................................69, 71, 72 • Quebra-cabeça ................................................................71 g22_ftd_mp_1cbsn_p004a006_sumario.indd 4g22_ftd_mp_1cbsn_p004a006_sumario.indd 4 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D ITINERÁRIO 3 A CASA E A FAMÍLIA DE CADA UM .......................................73 LITERACIA • Rima ................................................................................. 78 • Reconhecimento do nome ...........................................73 • Reconhecimento do nome dos familiares ..73, 74, 76 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo................................................73, 75, 77, 79 • Compreensão oral de história ..........73, 74, 77, 80, 81 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões ........................... 73, 75, 76, 77, 79, 81 • Manipulação de instrumentos e suportes de escrita ............................................................ 74, 80, 81 NUMERACIA • Contagem ..................................................................76, 77 • Em cima e embaixo .......................................................74 • Número 3 .........................................................................76 • Reprodução de traçado de número ...........................76 • Correspondência um a um ....................................77, 80 • Mais e menos ................................................................. 78 • Maior e menor ................................................................ 78 • Dentro e fora .................................................................. 78 • Classificação por atributos ............................77, 79, 80 • Figuras geométricas planas ....................................... 78 ITINERÁRIO 4 BRINCAR É BOM DEMAIS! .............82 LITERACIA • Rima .......................................................................... 85, 89 • Reconhecimento do nome de alimentos ..........84, 90 • Reconhecimento da escrita ................................. 83, 85 • Traçado de padrões ............................................... 83, 85 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo...............................................82, 84, 86, 88 • Compreensão oral de história ............................. 83, 85 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões ........................ 82, 84, 85, 86, 88, 90 • Manipulação de instrumentos e suportes de escrita .................................................... 86 NUMERACIA • Contagem .................................................................85, 90 • Dentro e fora .................................................................. 83 • Muito e pouco ........................................................ 83, 85 • Classificação por atributos .................................. 83, 88 • Números de 1 a 4 ............................................. 85, 89, 90 • Maior e menor .........................................................dessa faixa etária se dá de maneira constante e em diferentes momentos. Para que elas reforcem e ampliem seu aprendizado diariamente, os conteúdos de literacia e numeracia são trabalhados em muitos momentos, podendo aparecer mais de uma vez nos itinerários. Apresentamos a seguir uma visão geral dos conteúdos relacionados à literacia, à numeracia e ao mundo natural e social, os quais foram contemplados no decorrer dos itinerários disponíveis na unidade 4. Desenvolvimento de vocabulário • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo. • Utilização da linguagem oral para se expressar. Compreensão oral de textos • Desenvolvimento da linguagem oral. • Compreensão de diferentes textos por meio da leitura em voz alta pelo professor. • Conhecer diferentes gêneros textuais. • Descrição de ilustrações apresentadas em textos. Consciência fonológica e fonêmica • Reconhecer rimas e aliterações. Produção de escrita emergente • Trabalhos de coordenação motora fina. • Manipulação de instrumentos para desenvolver a escrita. • Traçados de grafismos. Literacia Mundo natural e social Identidade • Nome. • Idade. • Rotina. • Amizade. Brincadeiras • Diferentes brincadeiras. • Diferentes brinquedos. • Circuitos. Corpo humano • Partes do corpo. • Movimentos do corpo. • Expressão facial. • Cuidados com o corpo. • Alimentação. Família e casa • Pessoas que moram comigo. • Nomes dos membros da família. • Cotidiano da família. • Atividades em família. • Diferentes tipos de moradia. • Cômodos da casa. • Utensílios domésticos. g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 34g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 34 10/3/20 5:34 PM10/3/20 5:34 PM G U I A P N L D 35 Numeracia Noções de tempo • Antes e depois. • Dia e noite. Noções de figuras geométricas • Figuras geométricas planas: triângulo, quadrado, círculo. • Figuras geométricas espaciais. Noções de raciocínio lógico e raciocínio matemático • Quebra-cabeça. • Classificação por atributos. • Igual e diferente. Noções de quantidade e número • Números de 1 a 5. • Correspondência um a um. • Mais e menos. • Muito e pouco. Noções de posicionalidade, direcionalidade e medidas • Dentro e fora. • Em cima e embaixo. • Perto e longe. • Aberto e fechado. • Grande e pequeno. • Maior e menor. • Cheio e vazio. Animais • Diferentes animais. • Sons dos animais. • Movimentos dos animais. • Revestimento do corpo dos animais. • Alimentação dos animais. • Filhotes. Jardim • Animais. • Plantas. • Outros elementos do jardim. Plantas • Diferentes plantas. • Frutas. • Flores. • Folhas. Ao final desta unidade, entre as páginas 38 e 53, apresentamos os panoramas detalhados com as indi- cações dos objetivos e conteúdos organizados semanalmente para cada itinerário. g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 35g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 35 10/3/20 5:34 PM10/3/20 5:34 PM G U I A P N L D 36 Campos de experiências e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento da BNCC Com o intuito de auxiliar seu planejamento diário, apresentamos a seguir os campos de experiências e seus respectivos objetivos de aprendizagem e desenvolvimento, os quais poderão ser consultados sempre que necessário. Bebês zero a 1 ano e 6 meses EI01EO01 Perceber que suas ações têm efeitos nas outras crianças e nos adultos. EI01EO02 Perceber as possibilidades e os limites de seu corpo nas brincadeiras e interações das quais participa. EI01EO03 Interagir com crianças da mesma faixa etária e adultos ao explorar espaços, materiais, objetos, brinquedos. EI01EO04 Comunicar necessidades, desejos e emoções, utilizando gestos, balbucios, palavras. EI01EO05 Reconhecer seu corpo e expressar suas sensações em momentos de alimentação, higiene, brincadeira e descanso. EI01EO06 Interagir com outras crianças da mesma faixa etária e adultos, adaptando-se ao convívio social. Campo de experiências: O eu, o outro e o nós Campo de experiências: Corpo, gestos e movimentos EI01CG01 Movimentar as partes do corpo para exprimir corporalmente emoções, necessidades e desejos. EI01CG02 Experimentar as possibilidades corporais nas brincadeiras e interações em ambientes acolhedores e desafiantes. EI01CG03 Imitar gestos e movimentos de outras crianças, adultos e animais. EI01CG04 Participar do cuidado do seu corpo e da promoção do seu bem-estar. EI01CG05 Utilizar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento, ampliando suas possibilidades de manuseio de diferentes materiais e objetos. Campo de experiências: Traços, sons, cores e formas EI01TS01 Explorar sons produzidos com o próprio corpo e com objetos do ambiente. EI01TS02 Traçar marcas gráficas, em diferentes suportes, usando instrumentos riscantes e tintas. EI01TS03 Explorar diferentes fontes sonoras e materiais para acompanhar brincadeiras cantadas, canções, músicas e melodias. g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 36g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 36 10/3/20 5:34 PM10/3/20 5:34 PM G U I A P N L D 37 BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 45-51. Disponível em: . Acesso em: 17 set. 2020. Campo de experiências: Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações EI01ET01 Explorar e descobrir as propriedades de objetos e materiais (odor, cor, sabor, temperatura). EI01ET02 Explorar relações de causa e efeito (transbordar, tingir, misturar, mover e remover etc.) na interação com o mundo físico. EI01ET03 Explorar o ambiente pela ação e observação, manipulando, experimentando e fazendo descobertas. EI01ET04 Manipular, experimentar, arrumar e explorar o espaço por meio de experiências de deslocamentos de si e dos objetos. EI01ET05 Manipular materiais diversos e variados para comparar as diferenças e semelhanças entre eles. EI01ET06 Vivenciar diferentes ritmos, velocidades e fluxos nas interações e brincadeiras (em danças, balanços, escorregadores etc.). EI01EF01 Reconhecer quando é chamado por seu nome e reconhecer os nomes de pessoas com quem convive. EI01EF02 Demonstrar interesse ao ouvir a leitura de poemas e a apresentação de músicas. EI01EF03 Demonstrar interesse ao ouvir histórias lidas ou contadas, observando ilustrações e os movimentos de leitura do adulto-leitor (modo de segurar o portador e de virar as páginas). EI01EF04 Reconhecer elementos das ilustrações de histórias, apontando-os, a pedido do adulto-leitor. EI01EF05 Imitar as variações de entonação e gestos realizados pelos adultos, ao ler histórias e ao cantar. EI01EF06 Comunicar-se com outras pessoas usando movimentos, gestos, balbucios, fala e outras formas de expressão. EI01EF07 Conhecer e manipular materiais impressos e audiovisuais em diferentes portadores (livro, revista, gibi, jornal, cartaz, CD, tablet etc.). EI01EF08 Participar de situações de escuta de textos em diferentes gêneros textuais (poemas, fábulas, contos, receitas, quadrinhos, anúncios etc.). EI01EF09 Conhecer e manipular diferentes instrumentos e suportes de escrita. Campo de experiências: Escuta, fala, pensamento e imaginação g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 37g22_ftd_mp_1cbsn_u3_p034a037.indd 37 10/3/20 5:34 PM10/3/20 5:34 PM G U I A P N L D 1 O I, T U D O B EM ? PR A ZE R EM C O N H EC ER ! •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •P ar tic ip ar d e br in ca de ir a ca nt ad a. •P ar tic ip ar d e es tim ul aç ão tá til . •R ec on he ce r q ua nd o é ch am ad o pe lo n om e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: e m c im a e em ba ix o. •E xp lo ra r c or es , t ex tu ra s e se ns aç õe s. •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •Ent en de r a im po rt ân ci a do b an ho e d e ou tr os h áb ito s de h ig ie ne . •C om pr ee nd er s ua s aç õe s pa ra fa ci lit ar o b an ho . •R ec on he ce r a p ró pr ia im ag em p or m ei o de fo to gr af ia . •R ec on he ce r r el aç õe s te m po ra is : d ia e n oi te . •C om pr ee nd er -s e co m o su je ito in te gr an te d e um gr up o. •B ri nc ar d e da r b an ho e m b on ec os . •D es en vo lv er li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •R ec on he ce r a p ró pr ia im ag em re fle tid a no e sp el ho . •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 4 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e si a o se r c ha m ad o pe lo no m e. > R ec on he ci m en to d o no m e do s co le ga s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U so d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . > A ud iç ão d e te xt os li do s pe lo p ro fe ss or . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > R ec on he ci m en to d a es cr ita p or m ei o de u m liv ro . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > Em c im a e em ba ix o. •N oç õe s de te m po > D ia e n oi te . •D es co be rt a da pr óp ri a im ag em . •P ar te s do c or po hu m an o. •C ar ac te rí st ic as d e co m po rt am en to . •C on vi vê nc ia . •H áb ito s de hi gi en e. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •E xp lo ra r a s pa rt es d o co rp o po r m ei o de c an tig as , ge st os e m ov im en to s. •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire ci on ad os p el o pr of es so r. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •C om un ic ar -s e po r m ei o de d ife re nt es li ng ua ge ns . •I de nt ifi ca r e n om ea r p ar te s do c or po . •O bs er va r e m an ip ul ar b on ec a de p an o. •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •B ri nc ar c om m ás ca ra s. •D es en vo lv er a sp ec to s co gn iti vo s, v is ua is , a ud iti vo s e tá te is . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •E xp re ss ar a id ad e po r m ei o da o ra lid ad e e us an do o s de do s da m ão . EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 4 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 5 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s em an a an te ri or . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > In te ra çã o co m c ol eg as e a du lto s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U so d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > R ep re se nt aç ão d a id ad e us an do o s de do s da m ão . > Co nt ag em d e co nj un to s co m 1 el em en to . > R ep re se nt aç ão d e qu an tid ad e us an do o s de do s da m ão . •D es co be rt a da pr óp ri a im ag em . •C ar ac te rí st ic as fís ic as . •P ar te s do c or po hu m an o. •C ar ac te rí st ic as d e co m po rt am en to . •C on vi vê nc ia . •N om e. •I da de . Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al IT IN ER Á RI O PA N O RA M A D O S IT IN ER Á RI O S 38 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_1_p038a039_panorama.indd 38g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_1_p038a039_panorama.indd 38 10/3/20 5:24 PM10/3/20 5:24 PM G U I A P N L D Semana 2 Semana 3 Semana 4 •C on ta r c on ju nt os c om 1 el em en to . •E xp re ss ar q ua nt id ad e po r m ei o da o ra lid ad e e us an do os d ed os d a m ão . •R ec on he ce r a p ró pr ia im ag em re fle tid a no e sp el ho . •R ec on he ce r a p ró pr ia im ag em p or m ei o de fo to gr af ia . EI 0 1E T0 5 •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •C om pa rt ilh ar e sp aç os e b ri nq ue do s co m o s co le ga s. •B ri nc ar d e fa z de c on ta . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •R ec on he ce r a p ró pr ia im ag em p or m ei o de fo to gr af ia . •D es en vo lv er a fe to p or m ei o do a br aç o. •R ec on he ce r m an ei ra s de d es en vo lv er a a fe tiv id ad e. •P ar tic ip ar d a co nf ec çã o de u m m ur al c om im ag en s de ab ra ço . •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •R ec on he ce r q ua nd o é ch am ad o pe lo n om e. •R ec on he ce r a e sc ri ta d o pr óp ri o no m e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •E xp lo ra r c or es , f or m as e m ov im en to s. •P ar tic ip ar d e vi vê nc ia p or m ei o da in te ra çã o co m te ci do . EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e si a o se r c ha m ad o pe lo no m e. > R ec on he ci m en to d o no m e do s co le ga s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > In te ra çã o co m c ol eg as e a du lto s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U so d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . > A ud iç ão d e te xt os li do s pe lo p ro fe ss or . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > R ec on he ci m en to d a es cr ita p or m ei o de u m liv ro . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > N úm er o 1. > R ep re se nt aç ão d e qu an tid ad e us an do o s de do s da m ão . •N om e. •C ar ac te rí st ic as d e co m po rt am en to . •C on vi vê nc ia . •A fe tiv id ad e. •D es en vo lv er a o ra lid ad e. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •C om pr ee nd er a ro tin a di ár ia d a es co la . •I nt er pr et ar im ag en s. •O bs er va r a p ró pr ia im ag em p or m ei o de fo to gr af ia . •C om pr ee nd er o s m om en to s da ro tin a es co la r. •D es en vo lv era fe tiv id ad e em m om en to s co le tiv os . •C on sc ie nt iz ar -s e so br e re gr as e c om bi na do s co m un s à tu rm a. •P ar tic ip ar d a co nf ec çã o de m ur al d e fo to gr af ia s. •V is ua liz ar e xp os iç ão d e fo to gr af ia s. •R ec on he ce r a ro tin a fa m ili ar . •R ec on he ce r o bj et os p es so ai s. •R ec on he ce r o p ró pr io n om e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •R ec on he ce r o bj et os p es so ai s do s co le ga s. •C on ta r c on ju nt os c om 1 el em en to . •R es po nd er a q ue st io na m en to s e le va nt ar h ip ót es es . •R ec on he ce r a im po rt ân ci a do s m om en to s de de sc an so . EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e si a o se r c ha m ad o pe lo no m e. > R ec on he ci m en to d o no m e do s co le ga s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > In te ra çã o co m c ol eg as e a du lto s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U so d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d e co nj un to s co m 1 el em en to . > N úm er o 1. •R ot in a es co la r. •R ot in a fa m ili ar . •O bj et os p es so ai s. •O bj et os p es so ai s do s co le ga s. •E xp re ss ão d e se nt im en to s. 39 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_1_p038a039_panorama.indd 39g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_1_p038a039_panorama.indd 39 10/3/20 5:24 PM10/3/20 5:24 PM G U I A P N L D IT IN ER Á RI O 2 C O N H EC EN D O O C O RP O •I de nt ifi ca r e n om ea r p ar te s do c or po h um an o. •P ro du zi r c ar ta z co m o c on to rn o do c or po . •R ec on he ce r q ua nd o é ch am ad o pe lo n om e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •O bs er va r o p ró pr io c or po e s ua s ca ra ct er ís tic as fís ic as . •D es en vo lv er m ov im en to s co m o c or po . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •I m ita r g es to s e m ov im en to s. •R ec on he ce r r im as e m c an tig as . •P ro du zi r s on s co m o bj et os . •C on ta r p ar te s do p ró pr io c or po . •R ec on he ce r o n úm er o 1. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •D es en vo lv er n oç õe s de a be rt o e fe ch ad o. •P er ce be r d ife re nç a de ta m an ho a o ca ri m ba r p és e m ão s. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. EI 0 1E O 0 2 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1T S0 2 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 5 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 5 •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e ri m as d as c an tig as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às p ar te s do c or po h um an o. > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita , c om o gi z de c er a. > P ro du çã o de tr aç ad os d e gr af is m os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d a qu an tid ad e da s pa rt es do c or po h um an o. > N úm er o 1. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > A be rt o e fe ch ad o. > P er ce pç ão d e di fe re nç as n os ta m an ho s do s pé s. •P ar te s do c or po hu m an o. •C ar ac te rí st ic as fís ic as . •M ov im en to s do co rp o hu m an o. •C on he ce r e n om ea r o bj et os u sa do s no b an ho . •E xp lo ra r a s pr op ri ed ad es d os o bj et os u sa do s no ba nh o. •P ar tic ip ar d e br in ca de ir as d e fa z de c on ta . •R ec on he ce r p ar te s do c or po h um an o. •P ro du zi r u m c ar ta z co m o s ob je to s us ad os n o ba nh o. •C on ta r o s ob je to s us ad os n o ba nh o fix ad os n o ca rt az . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •P ar tic ip ar d e um te at ro d e so m br as . •D es en vo lv er m ov im en to s co m o c or po . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er a a ut on om ia . •D es en vo lv er n oç õe s de a be rt o e fe ch ad o. •R ec on he ce r o n úm er o 1. EI 0 1E O 0 5 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 4 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s em an a an te ri or . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às p ar te s do c or po e à h ig ie ne . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d a qu an tid ad e de o bj et os u sa do s no b an ho . > N úm er o 1. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > A be rt o e fe ch ad o. •O bj et os u sa do s no ba nh o. •C ui da do s co m o co rp o hu m an o. •H áb ito s de hi gi en e. •M ov im en to s do co rp o hu m an o. •E xp re ss õe s fa ci ai s. Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al 40 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_2_p040e041_panorama.indd 40g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_2_p040e041_panorama.indd 40 10/3/20 5:54 PM10/3/20 5:54 PM G U I A P N L D Semana 3 Semana 4 •P ro m ov er c ui da do s co m o c or po e h áb ito s de h ig ie ne . •E xp re ss ar s en tim en to s po r m ei o de e xp re ss õe s fa ci ai s. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •P ar tic ip ar d e at iv id ad e co m o bs tá cu lo s. •D es en vo lv er m ov im en to s co m o c or po . •P ro du zi r s on s co m o c or po . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •I nt er pr et ar im ag en s. •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p or fa m ili ar es . •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •R ec on he ce r r im as e m c an tig as . •I m ita r g es to s e m ov im en to s. •P ar tic ip ar d e um a at iv id ad e de re la xa m en to . •P artic ip ar d e br in ca de ir as d e fa z de c on ta . •R ec on he ce r p ar te s do c or po h um an o. •R ec on he ce r o n úm er o 2. •C on ta r p ar te s do p ró pr io c or po . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1T S0 1 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e ri m as d as c an tig as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às p ar te s do c or po h um an o e ao s m ov im en to s co m o c or po . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > In te rp re ta çã o da s ilu st ra çõ es d e hi st ór ia s na rr ad as p el o pr of es so r e p el os fa m ili ar es . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d a qu an tid ad e da s pa rt es do c or po h um an o. > Co rr es po nd ên ci a um a u m . > N úm er o 2. •S on s pr od uz id os co m o c or po . •M ov im en to s do co rp o hu m an o. •C on he ce r e n om ea r f ru ta s. •R ec on he ce r a s pr op ri ed ad es d as fr ut as . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •P ro du zi r e e xp lo ra r u m m ur al . •D es en vo lv er n oç õe s de a be rt o e fe ch ad o. •D es en vo lv er m ov im en to s co m o c or po . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •R ec on he ce r a p ró pr ia im ag em p or m ei o de fo to gr af ia . •R ec on he ce r o s co le ga s em fo to gr af ia s e no m eá -l os . •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •R ec on he ce r r im as e m c an tig as . •I m ita r g es to s e m ov im en to s. •P ro du zi r u m c ar ta z co m tr aç ad os d e gr af is m os . •P ar tic ip ar d a m on ta ge m d e qu eb ra -c ab eç a. •R ec on he ce r p ar te s do c or po h um an o. •R ec on he ce r o n úm er o 2. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e ri m as d as c an tig as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às fr ut as e à s pa rt es d o co rp o hu m an o. > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita , c om o gi z de c er a. > P ro du çã o de tr aç ad os d e gr af is m os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > N úm er o 2. > Co rr es po nd ên ci a um a u m . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > A be rt o e fe ch ad o. •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > M on ta ge m d e qu eb ra -c ab eç a. •F ru ta s. •P ro pr ie da de s da s fr ut as . •M ov im en to s do co rp o hu m an o. Semana 2 41 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_2_p040e041_panorama.indd 41g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_2_p040e041_panorama.indd 41 10/3/20 5:54 PM10/3/20 5:54 PM G U I A P N L D IT IN ER Á RI O 3 A C A SA E A F A M ÍL IA D E C A D A U M •P ro du zi r m ób ile . •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •O bs er va r f ot og ra fia s da fa m íli a. •I de nt ifi ca r m em br os d a fa m íli a. •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •D es en vo lv er a c ur io si da de e o in te re ss e po r o uv ir hi st ór ia s co nt ad as p el o pr of es so r. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •P ar tic ip ar d a co nf ec çã o de u m li vr o da fa m íli a. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •M an ife st ar s en tim en to s. •C on he ce r a s di fe re nt es o rg an iz aç õe s fa m ili ar es . •C on he ce r e m an ip ul ar d ife re nt es li vr os . •D es en vo lv er n oç õe s de p os iç ão : e m c im a e em ba ix o. EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 4 •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d o pr óp ri o no m e. > R ec on he ci m en to d o no m e do s fa m ili ar es . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > A qu is iç ão d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s te rm os li ga do s ao s m em br os d a fa m íli a. > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > Co m pr ee ns ão o ra l d e hi st ór ia n ar ra da p el o pr of es so r. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > Em c im a e em ba ix o. •N om e. •N om e do s m em br os d a fa m íli a. •V al or iz aç ão d o co nv ív io e m fa m íli a. •D ife re nt es fo rm aç õe s fa m ili ar es . •P ro du zi r u m v ar al c om fi gu ra s qu e re pr es en ta m a ro tin a da fa m íli a. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •I de nt ifi ca r m om en to s da ro tin a fa m ili ar . •R ea liz ar le itu ra d e im ag en s. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •I de nt ifi ca r m om en to s de la ze r e d iv er sã o em fa m íli a. •P ar tic ip ar d a co nf ec çã o de u m c ho ca lh o. •R ec on he ce r m em br os d a fa m íli a em fo to gr af ia s. •E xp lo ra r s on s po r m ei o da m an ip ul aç ão d e in st ru m en to m us ic al . •C on ta r u m a u m o s el em en to s de u m a co le çã o co m a té 3 ite ns . •R el ac io na r o n úm er o à qu an tid ad e qu e re pr es en ta . •I de nt ifi ca r o n úm er o 3 na fo rm a de a lg ar is m o. •E xp lo ra r t ex tu ra s di fe re nt es . EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab alha do s na s em an a an te ri or . •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d o no m e do s fa m ili ar es . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > A qu is iç ão d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o à ro tin a fa m ili ar . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d os e le m en to s de u m a co le çã o co m a té 3 it en s. > R ec on he ce r o n úm er o 3. > R el ac io na r o n úm er o 3 à qu an tid ad e qu e el e re pr es en ta . •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Co m pr ee nd er a s eq uê nc ia d as a tiv id ad es d e um a ro tin a. •R ot in a fa m ili ar . •L az er e m fa m íli a. Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al 42 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_3_p042e043_panorama.indd 42g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_3_p042e043_panorama.indd 42 10/3/20 5:25 PM10/3/20 5:25 PM G U I A P N L D Semana 3 Semana 4 •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •D es en vo lv er a c ur io si da de e o in te re ss e po r o uv ir hi st ór ia s co nt ad as p el o pr of es so r. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •C on ta r u m a u m o s el em en to s de u m a co le çã o co m a té 3 ite ns . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •E xp lo ra r d ife re nt es te xt ur as . •I de nt ifi ca r d ife re nt es ti po s de m or ad ia . •V er ifi ca r q ue a s ca sa s sã o fe ita s de d ife re nt es m at er ia is . •P ro du zi r u m a ca sa d e pa pe lã o. •L oc om ov er -s e pe lo s es pa ço s, e xp lo ra nd o po ss ib ili da de s. •D es en vo lv er n oç õe s de p os iç ão : d en tr o e fo ra . •D es en vo lv er n oç õe s de m ai s e m en os . •D es en vo lv er n oç õe s de m ai or e m en or . •P er ce be r r im a em p oe m a. •E xp lo ra r c or es e fo rm as d ife re nt es . •D is tin gu ir fi gu ra s ge om ét ri ca s pl an as : q ua dr ad o e tr iâ ng ul o. EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > E xp lo ra çã o de r im as d e po em a. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > A qu is iç ão d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s tip os de m or ad ia . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > Co m pr ee ns ão o ra l d e hi st ór ia n ar ra da p el o pr of es so r. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d os e le m en to s de u m a co le çã o co m a té 3 it en s. > R el ac io na r o n úm er o 3 à qu an tid ad e qu e el e re pr es en ta . > Co rr es po nd ên ci a um a u m . > M ai s e m en os . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > D en tr o e fo ra . > M ai or e m en or . •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic ar e le m en to s de a co rd o co m u m o u m ai s at ri bu to s. •N oç õe s de fi gu ra s ge om ét ri ca s > Q ua dr ad o e tr iâ ng ul o. •D ife re nt es ti po s de m or ad ia s. •D ife re nt es ti po s de m at er ia is ut ili za do s na co ns tr uç ão d e ca sa s. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •R ea liz ar g es to s e m ov im en to s de a co rd o co m a m el od ia d a ca nç ão . •I de nt ifi ca r c ôm od os d e um a ca sa . •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •C om pr ee nd er a fu nç ão d os c ôm od os d e um a ca sa . •I de nt ifi ca r e n om ea r o bj et os d os c ôm od os d e um a ca sa . •M an us ea r u te ns íli os d om és tic os . •E xp lo ra r s on s po r m ei o da m an ip ul aç ão d e ut en sí lio s do m és tic os . •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •D es en vo lv er a c ur io si da de e o in te re ss e po r o uv ir hi st ór ia s co nt ad as p el o pr of es so r. •M an ip ul ar in st ru m en to s de s up or te d e es cr ita . •I de nt ifi ca r c or es p ri m ár ia s. •R ea liz ar c or re sp on dê nc ia u m a u m . •C la ss ifi ca r o bj et os d a m es m a co r. •C on ta r u m a u m o s el em en to s de u m a co le çã o co m at é 3 ite ns . EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > A qu is iç ão d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s cô m od os d a ca sa . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > Co m pr ee ns ão o ra l d e hi st ór ia n ar ra da p el o pr of es so r. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s, c om o o gi z de ce ra , p ar a o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d os e le m en to s de u m a co le çã o co m a té 3 it en s. > Co rr es po nd ên ci a um a u m . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > Em c im a. •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic ar e le m en to s de a co rd o co m u m o u m ai s at ri bu to s. •C ôm od os d a ca sa . •O bj et os e ut en sí lio s do m és tic os . 43 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_3_p042e043_panorama.indd 43g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_3_p042e043_panorama.indd 43 10/3/20 5:25 PM10/3/20 5:25 PM G U I A P N L D IT IN ER Á RI O 4 B RI N C A R É B O M D EM A IS ! •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •B ri nc ar d e pr oc ur ar u m o bj et o es co nd id o. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es lo ca r- se n o es pa ço re al iz an do d ife re nt es m ov im en to s. •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire cion ad os p el o pr of es so r. •D an ça r a o ri tm o da c an tig a. •D es en vo lv er a sp ec to s co gn iti vo s, v is ua is , a ud iti vo s e tá te is . •E xp lo ra r c or es , f or m as e m ov im en to s. •P ro du zi r p in tu ra c om s uc o de to m at e- ce re ja . •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: d en tr o e fo ra . •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •P la nt ar s em en te s de to m at e- ce re ja . EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 5 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 EI 0 1E T0 6 •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > In te ra çã o co m o s co le ga s e ad ul to s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U til iz aç ão d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > R ec on he ci m en to d a es cr ita p or m ei o de li vr o. > D es en vo lv er tr aç ad o de g ra fis m o po r m ei o m ul tis se ns or ia l. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d e ob je to s. > M ui to e p ou co . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > D en tr o e fo ra . •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os . •I nt er aç ão c om o s co le ga s e o pr of es so r. •B ri nq ue do s e br in ca de ir as . •E xp lo ra çã o de br in qu ed os . •B ri nc ad ei ra s de fa z de c on ta . •B ri nc ad ei ra c om tin ta d e to m at e- ce re ja . •P la nt io d e se m en te s. •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire ci on ad os p el o pr of es so r. •D an ça r a o ri tm o da c an tig a. •D es en vo lv er a sp ec to s co gn iti vo s, v is ua is , a ud iti vo s e tá te is . •E xp lo ra r c or es , f or m as e m ov im en to s. •E xp lo ra r s ab or es . •R ec on he ce r d ife re nt es a lim en to s. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 4 e le m en to s. •C on fe cc io na r c ho ca lh o. EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 5 EI 0 1E F0 6 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s em an a an te ri or . •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > E xp lo ra çã o de r im as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > A qu is iç ão v oc ab ul ar re la ci on ad a às fr ut as . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > In te ra çã o co m o s co le ga s e ad ul to s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U til iz aç ão d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . > A ud iç ão d e te xt os li do s pe lo p ro fe ss or . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > R ec on he ci m en to d a es cr ita p or m ei o de li vr o. > D es en vo lv im en to d e tr aç ad o de g ra fis m o po r m ei o m ul tis se ns or ia l. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d e br in qu ed os . > Co nt ag em u sa nd o os n úm er os 1 a 4. > N úm er os 1 a 4. > M ui to e p ou co . •I nt er aç ão c om o s co le ga s e o pr of es so r. •B ri nq ue do s e br in ca de ir as . •E xp lo ra çã o de br in qu ed os . •E xp lo ra çã o do s se nt id os . •C on fe cç ão d e ch oc al ho . •B ri nc ad ei ra c om o br in qu ed o pr ef er id o. Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al 44 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_4_p044a045_panorama.indd 44g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_4_p044a045_panorama.indd 44 10/3/20 5:26 PM10/3/20 5:26 PM G U I A P N L D Semana 2 Semana 3 Semana 4 •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •E xp lo ra r p al av ra s qu e ri m am . •B ri nc ar c om o b ri nq ue do p re fe ri do . EI 0 1E F0 7 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 •C om pa rt ilh ar e sp aç os e o bj et os c om o s co le ga s. •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •B ri nc ar d e fa z de c on ta . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: m ai or e m en or . •D es en vo lv er a sp ec to s co gn iti vo s, v is ua is , a ud iti vo s e tá te is . •F az er ra bi sc os c om v el a. •F az er p in tu ra c om ti nt a fe ita d e ge la tin a. •F az er ti nt a de g el at in a ju nt o co m o p ro fe ss or . •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > In te ra çã o co m o s co le ga s e ad ul to s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > A ud iç ão d e te xt os li do s pe lo p ro fe ss or . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e ve la p ar a fa ze r r ab is co s. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > M ai or e m en or . •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os . •I nt er aç ão c om o s co le ga s e o pr of es so r. •C om pa rt ilh ar es pa ço s e ob je to s. •B ri nq ue do s e br in ca de ir as . •E xp lo ra çã o do s se nt id os . •B ri nc ar e m ci rc ui to d e ob st ác ul os . •C om pa rt ilh ar e sp aç os e o bj et os c om o s co le ga s. •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •R ec on he ce r q ua nd o é ch am ad o pe lo n om e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •B ri nc ar d e pe sc aria . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er c oo rd en aç ão m ot or a. •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . •E st im ul ar a im ag in aç ão . •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire ci on ad os p el o pr of es so r. •E xp lo ra r r im as e m c an tig as e p al av ra s. •I de nt ifi ca r o s nú m er os 1 a 3 na fo rm a de a lg ar is m o. •C on ta r c on ju nt os c om a té 3 e le m en to s. EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 EI 0 1E T0 6 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e si tu aç õe s em q ue é ch am ad o pe lo n om e. > R ec on he ci m en to d o no m e do s co le ga s. > E xp lo ra çã o de r im as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > In te ra çã o co m o s co le ga s e ad ul to s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U til iz aç ão d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > R ep ro du çã o do tr aç ad o de n úm er os . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d e ob je to s. > Co nt ag em u sa nd o nú m er os 1 a 3. > N úm er os 1 a 3. > Tr aç ad o do s nú m er os 1 a 3. •I nt er aç ão c om o s co le ga s e o pr of es so r. •C om pa rt ilh ar es pa ço s e ob je to s. •B ri nq ue do s e br in ca de ir as . •B ri nc ad ei ra d e pe sc ar ia . •B ri nc ar e m ci rc ui to d e ob st ác ul os . •I m ag in aç ão . 45 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_4_p044a045_panorama.indd 45g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_4_p044a045_panorama.indd 45 10/3/20 5:26 PM10/3/20 5:26 PM G U I A P N L D IT IN ER Á RI O 5 O M U N D O D O S A N IM A IS •R ec on he ce r q ua nd o é ch am ad o pe lo n om e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •I de nt ifi ca r e n om ea r d ife re nt es a ni m ai s. •P er ce be r c ar ac te rí st ic as s im pl es d e an im ai s: c or , s om , m ov im en to s, q ua nt id ad e de p at as , e nt re o ut ra s. •I m ita r o s so ns e o s m ov im en to s de a lg un s an im ai s. •I m ita r g es to s e m ov im en to s. •C on ta r u m a u m o s el em en to s de u m a co le çã o co m a té 5 el em en to s. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •R ea liz ar tr aç ad os o nd ul ad os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •P ro du zi r e e xp lo ra r u m m ur al . •D es en vo lv er c on he ci m en to s ob re o m un do a ni m al . EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 5 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 8 •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e qu an do é c ha m ad o pe lo no m e. > R ec on he ci m en to d o no m e do s co le ga s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s an im ai s. > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U so d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . > A ud iç ão d e te xt os li do s pe lo p ro fe ss or . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > P ro du çã o de tr aç ad os d e gr af is m os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d a qu an tid ad e de a ni m ai s. > Co nt ag em u sa nd o os n úm er os 1 a 5. > N úm er os 1 a 5. > Co rr es po nd ên ci a um a u m . •N om es d os an im ai s. •S on s do s an im ai s. •H áb ita t d os an im ai s. •P ar tic ip ar d e at iv id ad e co m o bs tá cu lo s. •P er ce be r c ar ac te rí st ic as s im pl es d e an im ai s: c or , s om , m ov im en to s, q ua nt id ad e de p at as , e nt re o ut ra s. •I de nt ifi ca r e n om ea r d ife re nt es a ni m ai s. •I m ita r o s so ns e o s m ov im en to s de a lg un s an im ai s. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •R ea liz ar tr aç ad os c irc ul ar es p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es en vo lv er c on he ci m en to s ob re o m un do a ni m al . •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •D es en vo lv er n oç õe s de g ra nd e e pe qu en o. •C on ta r u m a u m o s el em en to s de u m a co le çã o co m a té 5 el em en to s. EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s em an a an te ri or . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s an im ai s. > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > P ro du çã o de tr aç ad os d e gr af is m os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d a qu an tid ad e de a ni m ai s. > Co nt ag em u sa nd o os n úm er os 1 a 5. > N úm er os 1 a 5. > Co rr es po nd ên ci a um a u m . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > G ra nd e e pe qu en o. •M ov im en to s do s an im ai s. •A tit ud es d e cu id ad o co m o s an im ai s. •E xp lo ra çã o de te xt ur as . •H áb ita t d os an im ai s. Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al 46 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_5_p046a047_panorama.indd 46g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_5_p046a047_panorama.indd 46 10/3/20 5:27 PM10/3/20 5:27 PM G U I A P N L D Semana 3 Semana 4 •Pro du zi r e e xp lo ra r u m m ur al . •R el ac io na r o s an im ai s ao s al im en to s co ns um id os p or e le s. •R el ac io na r f ilh ot es d e an im ai s às m ãe s de le s. •I de nt ifi ca r e n om ea r d ife re nt es a ni m ai s. •I de nt ifi ca r e le m en to s ig ua is e d ife re nt es . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •R ea liz ar tr aç ad os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to da e sc ri ta . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •D es en vo lv er a s no çõ es d e cu id ad o e ca ri nh o co m o s an im ai s. •C on ta r u m a u m o s el em en to s de u m a co le çã o co m a té 5 el em en to s. EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s an im ai s. > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > P ro du çã o de tr aç ad os d e gr af is m os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d a qu an tid ad e de v ez es q ue o an im al fo i a lim en ta do . > Co nt ag em u sa nd o os n úm er os 1 a 5. > N úm er os 1 a 5. > Co rr es po nd ên ci a um a u m . •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > M on ta ge m d e do m in ó. > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut o. •A du lto s e fil ho te s. •A lim en ta çã o do s an im ai s. •A tit ud es d e cu id ad o co m o s an im ai s. •P ar tic ip ar d e at iv id ad e se ns or ia l. •R ec on he ce r q ua nd o é ch am ad o pe lo n om e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •I de nt ifi ca r e n om ea r d ife re nt es a ni m ai s. •P er ce be r c ar ac te rí st ic as s im pl es d e an im ai s: c or , s om , m ov im en to s, q ua nt id ad e de p at as , e nt re o ut ra s. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •I de nt ifi ca r, se m c on ta r, co nj un to s co m m ai s e m en os el em en to s. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •R ea liz ar tr aç ad os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita p os te ri or . •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •T ra ça r c am in ho s ut ili za nd o m as sa d e m od el ar p ar a lig ar d oi s el em en to s ou c am in ha r s ob re e le s. •C on ta r u m a u m o s el em en to s de u m a co le çã o co m a té 5 el em en to s. •T ra ça r l in ha s pa ra p ro du zi r l is tr as n o de se nh o de u m a ze br a. •R ec on he ce r a ni m ai s do m és tic os e n ão d om és tic os . •P ar tic ip ar d e um a en ce na çã o es po nt ân ea . EI 0 1E O 03 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e qu an do é c ha m ad o pe lo no m e. > R ec on he ci m en to d o no m e do s co le ga s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s an im ai s. > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U so d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . > A ud iç ão d e te xt os li do s pe lo p ro fe ss or . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > P ro du çã o de tr aç ad os d e gr af is m os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d a qu an tid ad e de p ei xe s e de lin ha s fe ita s no d es en ho d e um a ze br a pa ra re pr es en ta r a s lis tr as d o co rp o do a ni m al . > Co nt ag em u sa nd o os n úm er os 1 a 5. > N úm er os 1 a 5. > M ai s e m en os . •R ev es tim en to co rp or al d os an im ai s. •A ni m ai s do m és tic os e n ão do m és tic os . •A tit ud es d e cu id ad o co m o s an im ai s. 47 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_5_p046a047_panorama.indd 47g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_5_p046a047_panorama.indd 47 10/3/20 5:27 PM10/3/20 5:27 PM G U I A P N L D IT IN ER Á RI O 6 A S PL A N TA S AO N O SS O R ED O R •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •D es en vo lv er a c ur io si da de e o in te re ss e pe la a ud iç ão de h is tó ri as c on ta da s pe lo p ro fe ss or . •P ar tic ip ar d e um a ap re se nt aç ão d e pa lit oc he s. •D es en vo lv er a sp ec to s co gn iti vo s, v is ua is , a ud iti vo s e tá te is . •C om pa rt ilh ar e sp aç os e o bj et os c om o s co le ga s. •C on he ce r e n om ea r a lg um as p la nt as . •E xp lo ra r d ife re nt es fo lh as d e pl an ta s ex pe ri m en ta nd o os c he iro s. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •E xp lo ra r o s om in ic ia l d o no m e. •E xp lo ra r o s om in ic ia l d os n om es d e fr ut as . •D es en ha r n o pa pe l u sa nd o gi z de c er a gr os so . •R ec on he ce r r el aç õe s te m po ra is : a nt es e d ep oi s. •D es en vo lv er a n oç ão d e qu an tid ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •E xp lo ra r e o bs er va r o e sp aç o co nh ec en do a s pl an ta s qu e ex is te m n a es co la . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d o so m in ic ia l d o no m e. > R ec on he ci m en to d o so m in ic ia l d os n om es d e fr ut as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às p la nt as . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U til iz aç ão d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . > A ud ição d e hi st ór ia c on ta da p el o pr of es so r. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e gi z de c er a em a tiv id ad e de de se nh o. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d e ob je to s. > Co nt ag em d os e le m en to s de u m a co le çã o co m a té 5 e le m en to s. •N oç õe s de te m po > A nt es e d ep oi s. •I nt er aç ão c om o s co le ga s e o pr of es so r. •D ife re nt es pl an ta s. •E xp lo ra çã o de pl an ta s co m di fe re nt es c he iro s. •E xp lo ra çã o e ob se rv aç ão d o es pa ço . •C on he ce r a lg um as p ar te s da s pl an ta s, c om o fo lh as e flo re s. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •D es en vo lv er a sp ec to s co gn iti vo s, v is ua is , a ud iti vo s e tá te is . •D em on st ra r a fe to p or u m re sp on sá ve l. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire ci on ad os p el o pr of es so r. •P ar tic ip ar d e at iv id ad es e m g ru po . •C on fe cc io na r u m a ár vo re c om fo lh as e ti nt a. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. EI 0 1E O 0 1 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 1 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 5 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s em an a an te ri or . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às p la nt as . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U til iz aç ão d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e gi z de c er a em a tiv id ad e de de se nh o. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d e ob je to s. > Co nt ag em d os e le m en to s de u m a co le çã o co m a té 5 e le m en to s. •I nt er aç ão c om o s co le ga s e o pr of es so r. •D ife re nt es pl an ta s. •F lo re s. •F ol ha s. Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al 48 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_6_p048a049_panorama.indd 48g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_6_p048a049_panorama.indd 48 10/3/20 5:55 PM10/3/20 5:55 PM G U I A P N L D Semana 3 Semana 4 Semana 2 •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •E xp lo ra r, ob se rv ar e in ve st ig ar o a m bi en te à s ua v ol ta ve ri fic an do a p re se nç a de p la nt as . EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 •C on he ce r e id en tif ic ar d ife re nt es fr ut as . •E xp lo ra r, ob se rv ar e c om pa ra r c ar ac te rís tic as d as fr ut as , co m o sa bo r e c he iro , a lé m d e ta m an ho , t ex tu ra e fo rm a. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •C on fe cc io na r o m ur al d as fr ut as . •E xp lo ra r r im as n os n om es d as fr ut as . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: c he io e v az io . •R ec on he ce r r el aç õe s de m ed id as : m ai or e m en or . •D es en vo lv er a sp ec to s co gn iti vo s, v is ua is , a ud iti vo s e tá te is . •R ec on he ce r d ife re nt es s ab or es , c om o do ce e a ze do . EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > E xp lo ra çã o de r im as re la ci on ad as a os n om es de fr ut as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às p la nt as . •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U til iz aç ão d a lin gu ag em o ra l p ar a se e xp re ss ar . > A ud iç ão d e hi st ór ia c on ta da p el o pr of es so r. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d e ob je to s. > Co nt ag em d os e le m en to s de u m a co le çã o co m a té 5 e le m en to s. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, d ir ec io na lid ad e e m ed id as > D en tr o e fo ra . > Ch ei o e va zi o. > M ai or e m en or . •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os . •I nt er aç ão c om o s co le ga s e o pr of es so r. •D ife re nt es pl an ta s. •F ru ta s. •G os to s e pr ef er ên ci as . •O uv ir e a pr ec ia r c on ta çã o de h is tó ri as . •O uv ir c on ta çã o de h is tó ri as fe ita p or fa m ili ar es . •D es en vo lv er a c ur io si da de e o in te re ss e pe la a ud iç ão de h is tó ri as c on ta da s pe lo p ro fe ss or . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •I nt er ag ir c om o s co le ga s e o pr of es so r. •O bs er va r o p la nt io d e gr ão s de fe ijã o. •C on he ce r a lg un s cu id ad os c om a s pl an ta s. •O bs er va r e e xp lo ra r o p re pa ro d e um a da s re fe iç õe s na e sc ol a. •P ar tic ip ar d o pr ep ar o de u m a da s re fe iç õe s na e sc ol a. •F az er e xp lo ra çã o co m a lg od ão e á gu a. •P in ta r u sa nd o al go dã o e ág ua c ol or id a. •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •R ec on he ce r a s pl an ta s na a lim en ta çã o. •P ar tic ip ar d o pl an tio d e ce bo lin ha . •E xp lo ra r, ob se rv ar e in ve st ig ar o a m bi en te à s ua v ol ta . •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 4 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1E F0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 5 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •D es en vo lvim en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o às p la nt as . •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > Co m pr ee ns ão o ra l d e hi st ór ia n ar ra da p el o pr of es so r. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e al go dã o m ol ha do e m á gu a co lo ri da e m a tiv id ad e de d es en ho . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em o ra l d e ob je to s. > Co nt ag em d os e le m en to s de u m a co le çã o co m a té 5 e le m en to s. •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os . •D ife re nt es pl an ta s. •P la nt as u sa da s na al im en ta çã o. •P la nt io d e fe ijã o e ce bo lin ha . 49 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_6_p048a049_panorama.indd 49g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_6_p048a049_panorama.indd 49 10/3/20 5:55 PM10/3/20 5:55 PM G U I A P N L D IT IN ER Á RI O 7 U M M U N D O D E C O RE S E FO RM A S •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •I de nt ifi ca r e n om ea r c or es . •M an ip ul ar ti nt as d e co re s di fe re nt es . •E xp lo ra r o s se nt id os p or m ei o de ti nt a na tu ra l. •P ar tic ip ar d e ba nh o de m an gu ei ra . •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •R ec on he ce r q ua nd o é ch am ad o pe lo n om e. •R ec on he ce r o s no m es d os c ol eg as . •C ri ar im ag en s de d ife re nt es a ni m ai s co m o s ca ri m bo s de p ar te s de s eu c or po . •P ar tic ip ar d e br in ca de ir as c om p eç as d e en ca ix e. •M an ip ul ar d ife re nt es m at er ia is . •E xp lo ra r c or es c om fi ta s de te ci do . •P ar tic ip ar d e di fe re nt es a tiv id ad es c om ti nt a. •E xp lo ra r s en tid os e c or es p or m ei o de m as sa d e m od el ar . •D es en vo lv er m ov im en to s co m o c or po . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: e m c im a e em ba ix o. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: c he io e v az io . •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: g ra nd e e pe qu en o. •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: d en tr o e fo ra . •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 5 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 5 •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d e qu an do é c ha m ad o pe lo n om e. > R ec on he ci m en to d os n om es d os co le ga s. > R ec on he ci m en to d os n om es d as c or es . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > R ec on to d e hi st ór ia . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > P ar tic ip aç ão e m b ri nc ad ei ra s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > Co m pr ee ns ão o ra l d e hi st ór ia n ar ra da pe lo p ro fe ss or . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > R ec on he ci m en to d a le tr a in ic ia l d o pr óp ri o no m e. > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, di re ci on al id ad e e m ed id as > Em c im a e em ba ix o. > G ra nd e e pe qu en o. > D en tr o e fo ra . •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os d as di fe re nt es c or es . •C or es . •P ar te s do c or po . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •I de nt ifi ca r e n om ea r a s fig ur as g eo m ét ri ca s. •M an ip ul ar d ife re nt es m at er ia is . •I de nt ifi ca r a s fig ur as g eo m ét ri ca s no d ia a d ia . •P ro du zi r m ób ile . •E xp lo ra r a s pr op ri ed ad es d os o bj et os . •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •C on he ce r e m an ip ul ar d ife re nt es li vr os . •E xp lo ra r o s se nt id os p or m ei o de e xp er iê nc ia s en so ri al . •R ea liz ar a tiv id ad es c om g iz d e ce ra . •R ea liz ar b ri nc ad ei ra s co m p ip as . •C ar im ba r f ig ur as g eo m ét ri ca s. •C ri ar im ag en s co m fi gu ra s ge om ét ri ca s. •E xp lo ra r a s po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de b ri nc ad ei ra s. •E st im ul ar o s se nt id os p or m ei o de c ho ca lh o de la ta s de m et al . •P ro du zi r e e xp lo ra r u m m ur al . EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 7 EI 0 1E F0 9 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s em an a an te ri or . •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d os n om es d as fi gu ra s ge om ét ri ca s. > R ec on he ci m en to d os n om es d as c or es . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o a co re s e fig ur as ge om ét ri ca s. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d e fig ur as . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, di re ci on al id ad e e m ed id as > M ai or e m en or . > Em c im a e em ba ix o. > Ch ei o e va zi o. > G ra nd e e pe qu en o. •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os d as fi gu ra s m ai or es e m en or es . •N oç õe s de fi gu ra s ge om ét ri ca s > Fi gu ra s ge om ét ri ca s. •C or es . •O bj et os d o co tid ia no . Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al 50 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_7_p050a051_panorama.indd 50g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_7_p050a051_panorama.indd 50 10/3/20 5:30 PM10/3/20 5:30 PM G U I A P N L D Semana 3 Semana 4 Semana 2 •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: e m c im a e em ba ix o. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: m ai or e m en or . •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: c he io e v az io . •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: g ra nd e e pe qu en o. •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os86, 87 • Reprodução de traçado de números ........................ 89 ITINERÁRIO 5 O MUNDO DOS ANIMAIS ................. 91 LITERACIA • Reconhecimento do nome ....................................92, 97 • Reconhecimento do nome dos colegas .............92, 97 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões .......................... 91, 92, 94, 95, 96, 97 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo........................... 91, 93, 94, 95, 96, 97, 98 • Compreensão oral de história ............................. 92, 98 • Traçado de padrões ................................. 92, 94, 96, 98 • Manipulação de instrumentos e suportes de escritas .........................92, 94, 96, 98, 99 NUMERACIA • Contagem .............................................91, 92, 94, 96, 98 • Números de 1 a 5 ...................................... 92, 94, 96, 98 • Grande e pequeno ......................................................... 94 • Classificação por atributos ......................................... 96 • Montagem de dominó .................................................. 96 • Mais e menos ...........................................................97, 98 • Correspondência um a um ............................ 92, 94, 95 ITINERÁRIO 6 AS PLANTAS AO NOSSO REDOR ..................................100 LITERACIA • Rima ................................................................................105 • Aliteração ........................................................................ 101 • Reconhecimento de palavras ........................... 103, 105 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo................................100, 102, 104, 106, 108 g22_ftd_mp_1cbsn_p004a006_sumario.indd 5g22_ftd_mp_1cbsn_p004a006_sumario.indd 5 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D LEITURAS COMPLEMENTARES ......................127 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................127 • Compreensão oral de história ..........................100, 106 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões ........................100, 102, 104, 106, 108 • Manipulação de instrumentos e suportes de escrita ................................... 101, 103, 107 NUMERACIA • Contagem .......................................................101, 103, 105 • Antes e depois ............................................................... 101 • Dentro e fora .................................................................105 • Cheio e vazio .................................................................105 • Maior e menor ...............................................................105 • Classificação por atributos ........................................105 • Números de 1 a 5 .......................................... 101, 103, 107 ITINERÁRIO 7 UM MUNDO DE CORES E FORMAS ..........................................109 LITERACIA • Reconhecimento do nome ...........................109, 112, 117 • Reconhecimento do nome dos colegas ..................109 • Reconhecimento de palavras ...................................... 111 • Reconhecimento da letra inicial do nome .............109 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo.......................................109, 110, 111, 112, 115 • Compreensão oral de história .................... 109, 110, 115 • Reconto de história ....................................................... 115 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões ..................................... 109, 111, 113, 115 • Manipulação de instrumentos e suportes de escrita .................................................... 112 NUMERACIA • Contagem ........................................................................ 112 • Em cima e embaixo ................................................110, 111 • Dentro e fora ...........................................................114, 116 • Grande e pequeno ............................................110, 111, 112 • Maior e menor ................................................................. 111 • Cheio e vazio .................................................................. 116 • Classificação por atributos ................... 110, 112, 114, 115 • Perto e longe ...........................................................114, 116 • Figuras geométricas ................. 111, 112, 113, 114, 115, 116 ITINERÁRIO 8 UM PASSEIO PELO JARDIM ................................... 118 LITERACIA • Rima .................................................................119, 123, 125 • Reconhecimento de palavras ..................................... 121 • Reconhecimento do som da letra inicial de nomes e palavras .................................................... 121 • Traçado de padrões ...................................................... 119 • Aquisição de vocabulário receptivo e expressivo................................... 118, 120, 122, 124, 126 • Compreensão oral de história .................................... 119 • Socialização de ideias, sentimentos e compreensões ........................... 118, 120, 122, 124, 126 NUMERACIA • Contagem .................................................119, 121, 123, 125 • Números de 1 a 5 ............................................ 119, 121, 123 • Acima e abaixo .............................................................. 119 • Dentro e fora ................................................................. 120 • Grande e pequeno ......................................................... 121 • Aberto e fechado ........................................................... 119 • Dia e noite .............................................................. 124, 125 • Cheio e vazio ................................................................. 123 • Antes e depois .............................................................. 125 • Perto e longe ...................................................118, 119, 123 g22_ftd_mp_1cbsn_p004a006_sumario.indd 6g22_ftd_mp_1cbsn_p004a006_sumario.indd 6 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 7 1 Escola Cuidado Educação A CRECHE E A CRIANÇA Creche: espaço de descobertas A escola tem como função principal reconhecer e valorizar o direito à educação das crianças. Assim, espera- -se que ela respeite e trabalhe com as culturas plurais, levando em consideração a diversidade das famílias e das comunidades, promovendo oportunidades ricas de aprendizagem para as crianças. Isso possibilitará aos educandos se guiarem pelo espírito lúdico e pela interação com seus pares. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente, todas as crianças e adolescentes são sujeitos de direitos e deveres, e cabe ao Estado garantir-lhes o desenvolvimento físico, moral e social. Nesse sentido, a escola desempenha papel essencial para o cumprimento desses direitos. A Creche, especificamente, deve ser entendida como o espaço escolar onde a criança recebe não apenas os cuidados básicos para uma vida saudável, mas também os meios que lhe proporcionam educação. Esse entendimento nem sempre preva- leceu, como atesta Barbosa (2009): [...] As pedagogias da educação infantil que emergiram no final do século XIX e no início do século XX foram constituídas por um pensamento muito próximo ao da psicologia, […] Durante muitos anos, a pedagogia para a pequena infância, em grande parte dos países, tornou-se um espaço de aplicação prática das pesquisas e conhecimentos estabelecidos prin- cipalmente pelas diferentes linhas da psicologia, porém, na creche, predominou, por muitos anos, os saberes da puericultura. [...] BARBOSA, Maria Carmen Silveira (Coord.). Práticas cotidianas na educação infantil: bases para a reflexão sobre as orientações curriculares. Brasília: UFRGS/MEC, 2009. p. 42-43. Disponível em: . Acesso. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •I de nt ifi ca r e n om ea r f ig ur as g eo m ét ri ca s. •R ea liz ar p in tu ra . •I de nt ifi ca r e n om ea r c or es . •P ro du zi r v ar al d e fig ur as g eo m ét ri ca s. •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •M an ip ul ar d ife re nt es ti po s de m at er ia is . •M an ip ul ar c en ár io d e hi st ór ia p or m ei o de fl an el óg ra fo . •O bs er va r f ig ur as g eo m ét ri ca s po r m ei o de b lo co s ló gi co s. •O bs er va r f ig ur as g eo m ét ric as c om b as e em d ife re nt es m at er ia is . •R ea liz ar d ife re nt es b ri nc ad ei ra s ex pl or an do c or es e fo rm as . •E xp lo ra r o s se nt id os . •R ea liz ar a tiv id ad e de c ol ag em . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •P ro du zi r d es en ho s co m tr aç ad os d e gr af is m os . •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: e m c im a e em ba ix o. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: m ai or e m en or . •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: g ra nd e e pe qu en o. •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d os n om es d as c or es e fig ur as g eo m ét ri ca s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > R ec on to d e hi st ór ia . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > Co m pr ee ns ão o ra l d e hi st ór ia n ar ra da . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > P ro du çã o de tr aç ad os d e gr af is m os p ar a au xi lia r n o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, di re ci on al id ad e e m ed id as > G ra nd e e pe qu en o. > M ai or e m en or . > Em c im a e em ba ix o. > P er to e lo ng e. •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os d e ta m an ho e co r. •N oç õe s de fi gu ra s ge om ét ri ca s > Fi gu ra s ge om ét ri ca s. •C or es . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er a o ra lid ad e. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •I de nt ifi ca r a s co re s no d ia a d ia . •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p el o pr of es so r. •R ea liz ar p in tu ra . •C on he ce r t éc ni ca s di fe re nt es d e pi nt ur a. •O uv ir e a pr ec ia r t ex to s lid os p or fa m ili ar es . •I de nt ifi ca r e n om ea r c or es . •I de nt ifi ca r e n om ea r a s fig ur as g eo m ét ri ca s. •I de nt ifi ca r a s fig ur as g eo m ét ri ca s no d ia a d ia . •C la ss ifi ca r o bj et os p or a tr ib ut os . •E xp lo ra r a s co re s em d ife re nt es ti po s de m at er ia is . •E xp lo ra r o s se nt id os p or m ei o de d ife re nt es m at er ia is . •D es en vo lv er o tr ab al ho e m e qu ip e. •E xp lo ra r p os si bi lid ad es c or po ra is p or m ei o de b ri nc ad ei ra s. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •R ec on he ce r r el aç õe s te m po ra is : a nt es e d ep oi s. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: c he io e v az io . •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: m ai or e m en or . •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: g ra nd e e pe qu en o. EI 0 1E O 0 2 EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d os n om es d as c or es e fig ur as g eo m ét ri ca s. •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > R ec on to d e hi st ór ia . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •C om pr ee ns ão o ra l d e te xt os > Co m pr ee ns ão o ra l d e hi st ór ia n ar ra da . •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > M an ip ul aç ão d e in st ru m en to s pa ra o de se nv ol vi m en to d a es cr ita . •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, di re ci on al id ad e e m ed id as > G ra nd e e pe qu en o. > M ai or e m en or . > A nt es e d ep oi s. > Ch ei o e va zi o. •N oç õe s de ra ci oc ín io ló gi co e ra ci oc ín io m at em át ic o > Cl as si fic aç ão p or a tr ib ut os d e co re s. •N oç õe s de fi gu ra s ge om ét ri ca s > Fi gu ra s ge om ét ri ca s. •C or es . 51 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_7_p050a051_panorama.indd 51g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_7_p050a051_panorama.indd 51 10/3/20 5:30 PM10/3/20 5:30 PM G U I A P N L D IT IN ER Á RI O 8 U M P A SS EI O P EL O J A RD IM •E xp lo ra r u m ja rd im o u es pa ço e xt er no d a es co la . •C on he ce r e le m en to s do ja rd im : á rv or es , f lo re s e ou tr as p la nt as e pe qu en os a ni m ai s. •P er ce be r c ar ac te rí st ic as d e ár vo re s, fl or es e p la nt as . •E xp lo ra r, ob se rv ar e in ve st ig ar o a m bi en te à s ua v ol ta . •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: p er to e lo ng e. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire ci on ad os p el o pr of es so r. •D es en vo lv er a c ur io si da de e o in te re ss e po r o uv ir h is tó ri as co nt ad as p el o pr of es so r. •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: a be rt o e fe ch ad o. •R ec on he ce r o s cu id ad os c om a n at ur ez a e co m pr ee nd er a im po rt ân ci a de p re se rv á- la . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •E xp lo ra r r im as c om a p al av ra ja rd im . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: a ci m a e ab ai xo . •P ar tic ip ar d o pl an tio d e flo re s. •I de nt ifi ca r a s co re s no s el em en to s do ja rd im . EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 4 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 2 EI 0 1E F0 1EI 0 1E F0 3 EI 0 1E F0 4 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E F0 8 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 4 EI 0 1E T0 5 •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > E xp lo ra çã o de r im as c om a p al av ra ja rd im . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s el em en to s do ja rd im : ár vo re s, fl or es e p la nt as . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. • Co m pr ee ns ão o ra l d e te xt os > U til iz aç ão d a lin gu ag em o ra l p ar a se ex pr es sa r. •P ro du çã o de e sc ri ta e m er ge nt e > D es en vo lv er tr aç ad o de g ra fis m o po r m ei o m ul tis se ns or ia l. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d e el em en to s en co nt ra do s no ja rd im . > Co nt ag em d e co nj un to s co m a té 5 el em en to s. > N úm er os 1 a 5. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, di re ci on al id ad e e m ed id as > P er to e lo ng e. > A be rt o e fe ch ad o. > A ci m a e ab ai xo . •E le m en to s do ja rd im . •C ar ac te rí st ic as d e ár vo re s, fl or es e ou tr as p la nt as . •P re se rv aç ão d a na tu re za . •I de nt ifi ca r a s co re s na a sa d a bo rb ol et a. •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •R ec on he ce r r el aç õe s es pa ci ai s: d en tr o e fo ra . •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire ci on ad os p el o pr of es so r. •P ar tic ip ar d e at iv id ad e de e nc en aç ão . •C on he ce r e n om ea r a ni m ai s do ja rd im . •P er ce be r c ar ac te rí st ic as d os a ni m ai s do ja rd im . •R ec on he ce r s ua im ag em n o es pe lh o. •E xp lo ra r o s so ns in ic ia is d os n om es d os b eb ês d a tu rm a as so ci an do a os s on s in ic ia is d os n om es d os a ni m ai s do ja rd im . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: g ra nd e e pe qu en o. •B ri nc ar d e im ita r a ni m ai s. EI 0 1E O 03 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 1 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s em an a an te ri or . •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > R ec on he ci m en to d os s on s in ic ia is d os no m es d os a ni m ai s do ja rd im , d o pr óp ri o no m e e do s no m es d os c ol eg as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s an im ai s do ja rd im . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d e br in qu ed os . > Co nt ag em d e co nj un to s co m a té 5 el em en to s. > N úm er os 1 a 5. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, di re ci on al id ad e e m ed id as > D en tr o e fo ra . > G ra nd e e pe qu en o. •E le m en to s do ja rd im . •C ar ac te rí st ic as d e an im ai s do ja rd im . •P re se rv aç ão d os an im ai s. Li te ra ci a Co nt eú do s O bj et iv os B N CC Semana 1 Semana 2 N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al 52 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_8_p052a053_panorama.indd 52g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_8_p052a053_panorama.indd 52 10/3/20 5:30 PM10/3/20 5:30 PM G U I A P N L D Semana 3 Semana 4 •E xp lo ra r u m ja rd im o u es pa ço e xt er no d a es co la . •C on he ce r e n om ea r e le m en to s do ja rd im . •C ol et ar e le m en to s no ja rd im o u es pa ço e xt er no d a es co la . •P er ce be r c ar ac te rí st ic as d a te rr a, d a ar ei a e da p ed ra . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •P ar tic ip ar d o pl an tio d e pl an ta s. •R ec on he ce r o s cu id ad os c om a s pl an ta s pa ra q ue e la s se de se nv ol va m . •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: c he io e v az io . •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as e p ar le nd as . •A co m pa nh ar c an tig as c om c ho ca lh o. •E xp lo ra r r im as e m p ar le nd as . •D es en vo lv er n oç õe s de q ua nt id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •R ec on he ce r r el aç õe s de d im en sã o: p er to e lo ng e. •C on st ru ir u m ja rd im fi ct íc io e p ar tic ip ar d e at iv id ad e de en ce na çã o. EI 0 1E O 03 EI 0 1E O 0 6 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1T S0 3 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 1 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 4 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s na s se m an as a nt er io re s. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > E xp lo ra çã o de r im as e m c an tig as e pa rle nd as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao s el em en to s do ja rd im . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d e m ol de s de v as os d e flo re s. > Co nt ag em d e co nj un to s co m a té 5 el em en to s. > N úm er os 1 a 5. •N oç õe s de p os ic io na lid ad e, di re ci on al id ad e e m ed id as > Ch ei o e va zi o. > P er to e lo ng e. •E le m en to s do ja rd im . •C ar ac te rí st ic as d a te rr a, d a ar ei a e da pe dr a. •C ui da do s co m a s pl an ta s. •P ro du zi r c ar ta ze s qu e re pr es en te m o d ia e a n oi te . •C on he ce r e n om ea r o q ue h á du ra nt e o di a e o qu e há à n oi te . •R ec on he ce r r el aç õe s te m po ra is : d ia e n oi te . •P er ce be r c ar ac te rí st ic as d e el em en to s do d ia e d a no ite . •D es en vo lv er a li ng ua ge m o ra l. •R ec on he ce r r el aç õe s te m po ra is : a nt es e d ep oi s. •P ar tic ip ar d e at iv id ad e pa ra c om pa rt ilh ar o q ue fa z du ra nt e o di a e à no ite . •C on he ce r a çõ es fe ita s du ra nt e o di a e à no ite . •P ar tic ip ar d e ex pl or aç ão d e po ss ib ili da de s co rp or ai s po r m ei o de m ov im en to s e ge st os d ire ci on ad os p el o pr of es so r. •D es en vo lv er a c oo rd en aç ão m ot or a. •O uv ir e a pr ec ia r c an tig as . •E xp lo ra r r im as e m c an tig as . •P ar tic ip ar d e re gi st ro d e di ár io d e aç õe s co tid ia na s. •D es en vo lv er n oç õe s de q uant id ad e. •C on ta r c on ju nt os c om a té 5 e le m en to s. •O bs er va r o c éu d ur an te o d ia e à n oi te . EI 0 1E O 03 EI 0 1C G 0 2 EI 0 1C G 03 EI 0 1C G 0 5 EI 0 1E F0 1 EI 0 1E F0 6 EI 0 1E T0 2 EI 0 1E T0 3 EI 0 1E T0 5 R ev is ar o s co nt eú do s tr ab al ha do s no d ec or re r d as s em an as 1 a 3. •C on sc iê nc ia fo no ló gi ca e fo nê m ic a > E xp lo ra çã o de r im as e m c an tig as . •D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o > D es en vo lv im en to d e vo ca bu lá ri o re la ci on ad o ao d ia e à n oi te . > So ci al iz aç ão d e id ei as , s en tim en to s e co m pr ee ns õe s. •N oç õe s de q ua nt id ad e e nú m er o > Co nt ag em d e im ag en s de e le m en to s do di a e da n oi te e d o ja rd im . > Co nt ag em d e co nj un to s co m a té 5 el em en to s. > N úm er os 1 a 5. •N oç õe s de te m po > D ia e n oi te . > A nt es e d ep oi s. •E le m en to s do d ia e da n oi te . •C ar ac te rí st ic as do s el em en to s do di a e da n oi te . •A çõ es fe ita s du ra nt e o di a e aç õe s fe ita s à no ite . 53 g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_8_p052a053_panorama.indd 53g22_ftd_mp_1cbsn_u3_itinerario_8_p052a053_panorama.indd 53 10/3/20 5:30 PM10/3/20 5:30 PM G U I A P N L D 54 4 ITINERÁRIOS EM CONTEXTOS Nas páginas a seguir, você encontrará oito itinerários que foram elaborados para este volume e suas respectivas sugestões e orientações de atividades. Para um bom desenvolvimento de suas aulas e para que as crianças alcancem uma aprendizagem signi- ficativa quanto aos conceitos a serem explorados, a cada itinerário, lembre-se de: Para auxiliar no trabalho com os itinerários e demais atividades do ano letivo, você contará também com os elementos disponibilizados no Material do Professor Digital, como os sugeridos no quadro a seguir. Nas páginas dos itinerários, você encontrará as indicações para acessar os materiais gráficos de literacia e de numeracia sugeridos para serem trabalha- dos com as crianças. • Plano de desenvolvimento. • Materiais gráficos de literacia e numeracia para impressão. > Cartões com atividades ilustradas para trabalhar com as crianças: as letras do alfabeto, os sons iniciais das palavras, os números, as quantidades, as noções de posicionalidade, direcionalidade, tempo, entre outros. > Cartões de imagens com pequenos textos para a compreensão oral de textos. > Cantigas, parlendas e trava-línguas. > Fichas para atividades de desenho e de escrita emergente. • Materiais lúdicos. > Sugestões de atividades ligadas a elementos da cultura popular nacional e regional, como brincadeiras tradicionais, histórias do folclore, festas, culinária, artesanato, entre outras. • Materiais de avaliação formativa. > Itens de avaliação com atividades que auxiliam a verificação do percurso de aprendizagem das crianças. > Fichas avaliativas de acompanhamento individual da aprendizagem e do desenvolvimento. Fazer uma leitura geral do itinerário para conhecê-lo. Providenciar os aparelhos audiovisuais necessários. Organizar antecipadamente os materiais indicados para realizar as atividades. Envolver, sempre que possível, os familiares nas atividades sugeridas. Preparar o ambiente escolar de acordo com as atividades sugeridas. Verificar no panorama os objetivos e os conteúdos que as crianças vão desenvolver durante as atividades. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p054_abertura.indd 54g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p054_abertura.indd 54 10/3/20 5:35 PM10/3/20 5:35 PM G U I A P N L D • Pezinho • A canoa virou Para cantar e brincar! COLBERT, Brandy. O banho do Caco. São Paulo: Vergara e Ribas, 2015. Neste livro, Caco, o macaquinho, compartilha seus conhecimentos sobre a hora do banho. 55 SEMANA 1 ITINERÁRIO 1 Chamada da turma Nesta semana, sugerimos trabalhar o reconhecimento do próprio nome e dos nomes dos colegas confeccionando o cartão do bebê (com nome, fotografia e carimbo do pé), que poderá ser usado para fazer a chamada todos os dias. Os cartões também podem ser usados para que os bebês se reconheçam e reconheçam a identidade dos colegas. Essa atividade coletiva permitirá aos bebês trocar informações e relacionar o nome dito pelo professor ao bebê correspondente, ou à sua imagem. Para desenvolver aspectos cognitivos e auditivos dos bebês mediante a exploração de sons, promova um momento musical usando recurso auditivo. A fim de introduzir o momento do carimbo do pé, sugerimos a cantiga Pezinho. Ao tocar os pés dos bebês, faça um gesto de carinho para estimular a sensibilidade tátil deles. Sempre que pronun- ciar o nome do bebê, aponte para ele, toque-o ou direcione-se a ele para que possa perce- ber a quem você está se referindo. Observe a reação do bebê. É importante que todos da turma sejam mencionados. Se possível, repita a identificação novamente. Essas ativida- des desenvolvem os objetivos EI01EF01, EI01EF02 e EI01EF07. OI, TUDO BEM? PRAZER EM CONHECER! Com a mão na massa Com antecedência, solicite às famílias uma fotografia do bebê. Com a tinta guache, pinte um dos pés dos bebês e carimbe-o no cartão individual feito com a cartolina. Iden- tifique o cartão com o nome de cada um deles. Na hora de carimbar, diga: “o pé está em cima do papel” e “o papel está embaixo do pé”. Faça a higienização dos pés dos bebês. Quando a tinta estiver seca, cole a fotografia do bebê ao lado da imagem do pé carimbado. Durante essa atividade, permita aos bebês que explorem as cores, as texturas e as sensações proporcionadas pelo contato com a tinta, desenvolvendo, assim, os objetivos EI01TS02 e EI01ET01. Pronto! Vem ver! Mostre o cartão para cada um dos bebês, destacando a imagem do pé, pronunciando o nome do bebê e olhando para ele. Estimule a fala do bebê conversando e motivando a interação com as imagens, com os outros bebês e com você. Depois, cole os cartões em um pedaço de papelão e fixe-o na parede, na altura dos bebês, como parte integrante da decoração da sala. Com base nesses cartões, trabalhe a identidade dos bebês a fim de que se reconheçam como sujeitos singulares, porém participantes e pertencentes a um grupo, desenvolvendo os objetivos EI01EO06, EI01EF01 e EI01EF06. Prepare • fotografia do bebê no tamanho 7 cm x 12 cm • cartolina branca • tesoura de pontas arredondadas • cola escolar • tinta guache • caneta hidrográfica • toalhas e vasilha com água • papelão Cartão do bebê. Você pode usar argila, gesso, tinta natural ou massa de biscuit para carimbar os pés ou as mãos dos bebês. Se quiser trabalhar as mãos dos bebês, crie uma versão da cantiga usando a palavra “mãozinha”. Outra forma de fazer Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Para tornar o momento do banho mais divertido, leia uma história que estimule os sentidos dos bebês. Use um livro-brinquedo, adequado à faixa etária, que possa ser molhado e que seja confeccionado em material maleável, como o livro O banho do Caco. Ao ler a história, mostre as imagens aos bebês enfatizando a importância do banho e dos hábitos de higiene, bem como as ações sugeridas pelo livro: erguer os braços para facili- tar a lavagem das axilas; fechar os olhos ao lavar os cabelos com xampu; despir-se sozi- nhos; e até mesmo brincar com a água e o sabonete durante a lavagem das mãos. Essa prática estimula a autonomia e o reconhecimento do próprio corpo. Permita aos bebês que manipulem o livro, observando as imagens, as cores e outros atributos visuais, chamando a atenção deles para esses aspectos. Esses momentos desenvolvem os obje- tivos EI01EO04, EI01CG04, EI01EF03 e EI01EF04. Lembre-se de que você encontra, no MPD, a íntegra dos textosde origem popular apresentados nos itinerários. Fr an M at su m ot o E di to ra V er ga ra e R ib as g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 55g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 55 10/3/20 5:35 PM10/3/20 5:35 PM G U I A P N L D Ligados e conectados! Pesquise na internet a música Bom banho, de Mundo Bita, para os bebês ouvirem e dançarem antes do banho. Explorando cada momento... N um er ac ia • A fim de que os bebês comecem a reconhecer o dia e a noite, faça a seguinte demonstração: apague as luzes da sala, deixando o ambiente o mais escuro possível, e diga: “Agora a noite chegou.”. Para que tenham experiências visuais, estenda um lençol e posicione uma lanterna para brincar com eles de sombra (auxilie-os a fazer as sombras com o próprio corpo ou utilizem objetos). Depois, acenda a luz, deixando o ambiente o mais claro possível, e diga: “Agora, o dia chegou.”. • Produza, com a participação dos bebês, um móbile representando o dia e a noite. Utilize um bambolê ou cabide como base do móbile, amarre fitas e produza com os bebês os elementos que ficarão pendurados: para representar o dia, recorte cartolina ou papel kraft em forma de nuvem e auxilie-os a colar algodão no interior do traçado; recorte o Sol em cartolina branca para os bebês pintarem usando espuma embebida em tinta guache; para representar a noite, recorte a Lua e as estrelas em papel prateado. Então, com o auxílio dos bebês, cole cada um dos elementos em uma fita do móbile. Pendure-o à altura dos bebês e deixe que eles o apreciem e manipulem. Essas atividades desenvolvem os objetivos EI01CG05 e EI01TS02. M un do n at ur al e so ci al • Mostre o reflexo de cada bebê e diga o nome dele, direcionando o olhar para a imagem refletida no espelho. Observe as reações do bebê ao explorar esse momento, desenvolvendo os objetivos EI01EO05 e EI01ET03. Utilize o espelho em outros momentos para explorar as características e a identidade dos bebês. • Organize uma roda ou um espaço onde seja possível acomodar a turma. Use os cartões individuais com a imagem dos bebês, mostrando cada um deles e perguntando: “Quem é? Qual é o nome dele(a)?”. Escolha um bebê para entregar o cartão ao respectivo colega da fotografia, desenvolvendo o objetivo EI01EO06. • Disponibilize toalhas, bacias, sabonetes e água, e estimule os bebês a brincar de dar banho em bonecos, promovendo o objetivo EI01EO03. Li te ra ci a • Explore cantigas em que seja possível falar o nome de cada bebê, bem como brincadeiras que possibilitem a identificação e o reconhecimento da própria imagem, desenvolvendo os objetivos EI01EO05, EI01CG04, EI01TS01, EI01EF01 e EI01EF07. • Trabalhe a conscientização sobre a importância da higienização correta das mãos. Torne o momento divertido e agradável: enquanto lava as mãos dos bebês, cante e nomeie os objetos envolvidos nessa prática rotineira, desenvolvendo o objetivo EI01CG04. • Brinque com os bebês de Cadê? Achou!, sempre falando o nome de cada um deles, desenvolvendo os objetivos EI01EF01 e EI01EF06. • Em um tapete, preferencialmente emborrachado, espalhe os cartões dos bebês produzidos na atividade Chamada da turma. Cada bebê, na vez dele, deverá pegar o cartão com a fotografia e o nome dele. Ao fazê-lo, comemore com o bebê e aponte para a fotografia e leia o nome dele para toda a turma, desenvolvendo o objetivo EI01EF01. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses 56 Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 56g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 56 10/3/20 5:35 PM10/3/20 5:35 PM G U I A P N L D SEMANA 2Boneca de pano Nesta semana, os bebês vão perceber algumas de suas características físicas e localizar algumas partes do corpo. Para aprimorar o conhecimento a respeito das partes do corpo, proponha aos bebês brincar com uma boneca de pano, identificando e completando as partes do rosto dela que estão faltando. Com antecedência, providencie ou confeccione uma boneca de pano sem os olhos, sobrancelhas, boca e nariz. Com a mão na massa Inicie cantando algumas cantigas que citam partes do corpo, como as sugeridas no boxe Para cantar e brincar!. Ao cantar, faça gestos para mostrar as partes do corpo elen- cadas, movimentando-as e incentivando os bebês a se movimentarem e a imitar você, desenvolvendo, assim, os objetivos EI01EO02, EI02EO06, EI01CG01, EI01CG02, EI02CG03, EI01TS03 e EI01EF05. Depois, apresente a boneca aos bebês e converse com eles sobre as partes que estão faltando no rosto dela. Incentive a participação de todos dizendo o nome das partes que estão faltando e permitindo aos bebês tentar identificar quais são essas partes, desenvolvendo os objetivos EI01EO03 e EI01EF06. Depois dessa exploração, faça os desenhos das sobrancelhas, dos olhos, do nariz e da boca no rosto da boneca. Ao desenhar, diga o nome dessas partes. Para envolver os bebês nessa atividade, incentive-os a apontá-las no próprio corpo, desenvolvendo o objetivo EI01EO05. Pronto! Vem ver! Com a boneca pronta, possibilite a todos os bebês brincar com ela. Permita que beijem, abracem e balancem a boneca, “para fazê-la dormir”, entre outras expressões de senti- mentos e imitações, buscando desenvolver os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO05, EI01EO06, EI01CG01, EI01CG03 e EI01CG05. Juntos, escolham um nome para a boneca. Após essa atividade, coloque a boneca de pano em um lugar visível na sala, para que os bebês possam interagir com ela em outros momentos, despertando o senso de respon- sabilidade, o cuidado, a atenção e a sociabilidade no relacionamento com o novo brinque- do da turma, desenvolvendo os objetivos EI01EO01 e EI01EO03. Brincando com máscaras Nessa atividade, para continuar aprimorando o conhecimento sobre as partes do corpo, proponha aos bebês que brinquem com máscaras, identificando e completando as partes que estão faltando. Com antecedência, produza para cada bebê uma máscara com aberturas nos olhos, usando cartolina. Com a mão na massa Entregue uma máscara para cada bebê e explore com eles as partes do rosto que estão faltando (nariz e boca), levando-os a perceber que os olhos estão vazados. Em seguida, ajude-os a desenhar e pintar a boca e o nariz, sempre enfatizando o nome dessas partes. Fixe um palito de picolé atrás de cada máscara, para que você e os bebês consigam segu- rá-las. Por meio dessas atividades, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO03, EI01EO05, EI02CG05, EI01TS02 e EI01ET04. Ligados e conectados! Procure na internet a música Dancinha do corpo, de A Turma do Seu Lobato, e coloque para os bebês cantarem e dançarem. Para retomar a semana anterior, faça a chamada usando os cartões dos bebês e cante algumas cantigas pronunciando o nome de cada um deles. Conta pra mim! • Cabeça, ombro, joelho e pé • Boneca de lata Para cantar e brincar! Prepare • boneca de pano • caneta hidrográfica Boneca de pano. Prepare • cartolina branca • tesoura de pontas arredondadas • giz de cera • palitos de picolé • fita adesiva • espelho Você pode confeccionar as máscaras usando outros materiais, como papelão. Outra forma de fazer 57 Máscaras com feições de menina e de menino. Ilu st ra çõ es : Fr an M at su m ot o g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 57g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 57 10/3/20 5:35 PM10/3/20 5:35 PM G U I A P N L D Pronto! Vem ver! Com as máscaras prontas, ajude os bebês a segurá-las no rosto. Brin- que com eles em frente ao espelho a fim de que possam ver a própria imagem, ao subir e descer a máscara, desenvolvendo os objetivos EI01EO01 e EI01CG02. Incentive-os a manipular as máscaras sozinhos. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir.Explorando cada momento... N um er ac ia • Cante com os bebês a música Parabéns pra você e, por meio da imitação de seus gestos, incentive-os a indicar, usando um dedo da mão, que vão completar 1 ano de idade. • Para exploração do tato, recorte papéis em formato de mão e cole materiais variados, como algodão, lã, espuma, areia, terra, entre outros materiais com texturas, cores e formatos diferentes. Permita aos bebês que toquem e, ao tocar cada um dos materiais, comentem as características deles usando termos, como áspero, liso, macio, duro etc., desenvolvendo os objetivos EI01ET01 e EI01ET05. • Peça aos bebês que apontem para o nariz e, então, diga que eles têm um nariz. Faça o sinal de “um” com o dedo. Repita o processo para outras partes do corpo, como boca, umbigo e pescoço. Incentive a oralidade solicitando que mostrem a quantidade com o dedo da mão. M un do n at ur al e so ci al • Providencie fotografias dos bebês e encape-as com plástico transparente resistente para protegê-las. Cole as fotografias em caixas de leite e espalhe as caixas pelo espaço da sala. Oriente os bebês a procurar a própria imagem, incentivando-os a se locomoverem pela sala. Quando um bebê encontrar a própria imagem, comemore a conquista com ele. Essa atividade desenvolve os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO05, EI01EO06, EI01CG01 e EI01CG02. • Providencie uma caixa de sapatos e cole um espelho no fundo. Depois, entregue a caixa a um bebê de cada vez para que a manipule. Oriente-o a tirar a tampa da caixa e a se ver no espelho, reconhecendo a própria imagem refletida. Incentive os bebês a fazer caretas e outras expressões faciais, desenvolvendo os objetivos EI01EO03 e EI01CG01. • Crie outras possibilidades para o trabalho com a boneca de pano, por exemplo, a mudança de roupas, do penteado no cabelo etc. Crie novas histórias e outras possibilidades de interação dos bebês com esse brinquedo, desenvolvendo o objetivo EI01EO03. Li te ra ci a • Cante e dance com os bebês cantigas que explorem as partes do corpo, como Cabeça, ombro, joelho e pé e Pezinho, fazendo gestos e movimentos de acordo com o ritmo das cantigas, de modo a desenvolver os objetivos EI01EO02, EI01CG02, EI01CG03 e EI01EF05. • Aproveite o momento da higiene corporal (banho ou troca de fraldas, por exemplo) e converse com cada um dos bebês tocando, com respeito e cuidado, algumas partes do corpo de cada um, como barriga, braços, pés, mãos e cabelos, nomeando-as, estimulando a oralidade e despertando a alegria deles, desenvolvendo, assim, os objetivos EI01EO05, EI01CG01, EI01CG04 e EI01EF06. • Mostre para os bebês fichas com imagens das partes do corpo humano. Diga o nome de cada uma dessas partes e peça a eles que repitam esses nomes, identificando cada uma dessas partes no próprio corpo ao apontar ou tocá-las, desenvolvendo os objetivos EI01EO05 e EI01CG02. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Para registrar a atividade, tire fotografias dos bebês fazendo a pintura. Em seguida, utilizando as máscaras e visualizando as próprias imagens refletidas no espelho. Insira-as no portfólio de cada um. Lembre-se de pedir autorização dos responsáveis antes de fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! 58 Veja material gráfico para impressão no MPD. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 58g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p055a058.indd 58 10/3/20 5:35 PM10/3/20 5:35 PM G U I A P N L D SEMANA 3 Para retomar os conteúdos das semanas anteriores, fale e aponte para cada bebê, chamando-o pelo nome. Cantem cantigas que explorem as partes do corpo. Conta pra mim! Prepare • tecidos diversos • chapéus, óculos coloridos e outros acessórios divertidos • espelho Prepare • papel kraft • fotografias dos bebês da atividade anterior ou outras imagens que sugiram abraços • emojis de abraços • cola escolar Registre as atividades por meio de fotografias e insira-as no portfólio. Lembre-se de pedir autorização dos responsáveis antes de fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! • Terezinha de Jesus Para cantar e brincar! Veja material gráfico para impressão no MPD. 59 Exemplos de acessórios para brincadeira de faz de conta. Em cena! Encena! Nesta semana, propomos trabalhar com os bebês a afetivi- dade e os momentos de convivência com adultos e outras crianças, com base na importância do abraço. Nessa ativida- de, os bebês vão se caracterizar usando elementos diversos para explorá-los e manipulá-los e interagir, entre si e com o professor, demostrando afetividade por meio do abraço. Explique aos bebês que uma das formas de demonstrar carinho é o abraço e demonstre o gesto, abraçando cada um deles; outra forma, é brincar juntos compartilhando brinquedos. Com a mão na massa Prepare um cantinho na sala, disponibilizando acessórios e outros materiais para os bebês escolherem. Proporcione um momento de interação e convivência da turma e auxilie os bebês a colocar os chapéus, os óculos e outros acessórios. De forma criativa, use tecido para criar fantasias. Nesse momento, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO01, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG01, EI01CG02, EI01CG05 e EI01EF06. Pronto! Vem ver! Promova um momento de abraços. Dê um abraço em cada um dos bebês e incenti- ve-os a se abraçarem (fotografe esse momento para usar na próxima atividade). Disponha um espelho na sala e oriente os bebês a olhar a própria imagem refletida. Observe as reações e as emoções expressas por eles. Por fim, faça um desfile na sala, passando os bebês um a um “pela passarela”, chamando-os pelo nome. Incentive a plateia a bater palmas, como forma de elogio e carinho uns com os outros. Essas ativi- dades permitem aos bebês desenvolver os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01EF01 e EI01EF06. Mural do abraço Nessa atividade, vocês vão produzir um Mural do Abraço com as fotografias produzi- das na atividade anterior ou com imagens de abraços. Com a mão na massa Organize os bebês em semicírculo, acomodados em almofadas e tapetes emborracha- dos. Disponha no centro do semicírculo as fotografias ou as imagens que você selecio- nou, bem como os emojis. Solicite aos bebês que encontrem as próprias fotografias, caso você as tenha disponibilizado, ou que escolham as imagens que quiserem. Converse sobre a importância do abraço e incentive-os a abraçar uns aos outros e você também. Depois, explique a eles que vocês vão fazer um Mural do Abraço. Disponha o papel kraft de forma que os bebês possam ajudar na colagem das imagens, da maneira que for possível. Essas atividades possibilitam aos bebês desenvolver os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05, EI01EF01 e EI01EF06. Pronto! Vem ver! Escolha um local na sala de aula, que possibilite o acesso dos bebês, para fixar o mural. Convide os bebês, os familiares e a comunidade escolar para apreciarem a produção coletiva da turma e incentive a todos a trocar abraços demonstrando afetividade e passando segurança e aconchego aos bebês. Cantem cantigas que Fr an M at su m ot o g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 59g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 59 10/3/20 5:36 PM10/3/20 5:36 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... Li te ra ci a Li te ra ci a N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses • Organize um espaço bem aconchegante usando colchonete e almofadas. Sente-se com os bebês, chame cada um pelo nome e ofereça um abraço com aconchego, desenvolvendo o objetivo EI01EF01. • Com antecedência, solicite aos familiares dos bebês que, no dia combinado, enviem para a escola um brinquedo da preferência deles. Na recepção dos bebês, escreva o nome de cada um em um pedaço de fita-crepe e cole no respectivo brinquedo. Ao mostrar para eles essa ação, é desenvolvido o objetivo EI01EF09. • Providencie um urso de pelúciagrande e macio e dê um nome a ele. Organize os bebês em um espaço na sala e diga que o urso de pelúcia (diga o nome escolhido) quer dar um abraço. Em seguida, fale o nome de um bebê de cada vez e oriente-o a abraçar o urso, desenvolvendo o objetivo EI01EF01. • Espalhe pelo chão os brinquedos trazidos pelos bebês. Solicite a um bebê de cada vez que pegue o brinquedo que lhe pertence e identifique com ele o nome escrito no brinquedo, desenvolvendo os objetivos EI01EF01, EI01EF06 e EI01ET04. • Providencie bonecas, animais de pelúcia e uma caixa, coloque-os espalhados pelo chão, chame um bebê por vez e dê orientações, como “pegue um brinquedo e coloque dentro da caixa” e “pegue um brinquedo e o abrace” (mostre um dos dedos da mão para que o bebê veja a quantidade), desenvolvendo o objetivo EI01ET04. Então, deixe que os bebês brinquem com os brinquedos. • Providencie bonecas e animais de pelúcia, coloque-os espalhados pelo chão, chame um bebê por vez para escolher um deles (mostre um dos dedos da mão para que o bebê veja a quantidade) e se deslocar até o brinquedo escolhido para pegar, manipular e brincar, desenvolvendo o objetivo EI01ET04. • Providencie um balde e bolinhas que não caibam na boca dos bebês. Espalhe as bolinhas pelo chão e mostre o balde para os bebês. Diga o nome de um bebê e peça a ele que traga uma bolinha para jogar no balde. Nesse momento, você também pode apontar para alguma bolinha específica, de modo que o bebê se movimente no espaço, ou pedir uma bolinha de determinada cor, trabalhando o objetivo EI01ET01. Comemore quando cada bebê colocar a bolinha no balde. Dê um abraço nele e peça que se sente perto de você. Convide outro bebê e repita essa ação até que todos tenham participado. Com essa atividade, os bebês desenvolvem também os objetivos EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05 e EI01EF01. • Providencie um tecido grande e macio. Organize os bebês em um espaço na sala e auxilie cada um a segurar uma parte do tecido. Puxe o tecido das mãos de um bebê com movimentos suaves, incentivando-o a buscar novamente o tecido. Repita com todos os bebês, desenvolvendo os objetivos EI01EO03, EI01CG02 e EI01CG05. • Providencie um tecido grande e macio. Organize os bebês em roda e em pé e auxilie cada um a segurar uma parte do tecido, deixando-o esticado. Coloque uma bola de plástico pequena sobre o tecido. Diga que agora vão fazer um trabalho em equipe e que podem balançar o tecido e brincar juntos, mas a bola não pode cair no chão, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG01, EI01CG02 e EI01CG05. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Entrou por uma porta, saiu por outra... Para trabalhar afetividade e convivência com os bebês, leia para eles o livro a seguir. • WILLIS, Jeanne; ROSS, Tony. Quero abraço, o que é que eu faço?. Tradução de Ana Maria Machado. São Paulo: Quinteto, 2018. 60 g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 60g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 60 10/3/20 5:36 PM10/3/20 5:36 PM G U I A P N L D SEMANA 4 Prepare • fotografias dos bebês em momentos de rotina escolar ou outras imagens que representem esses momentos • papel kraft • caneta hidrográfica • cola escolar • fita adesiva Retome com os bebês o que aprenderam e fizeram nas semanas anteriores. Cante algumas cantigas com eles, pronuncie os respectivos nomes, relembre as partes do corpo e acolha-os com afetividade. Conta pra mim! Prepare • fotografias dos bebês em momentos de rotina familiar • papel kraft • caneta hidrográfica • cola escolar • fita adesiva 61 Nossa rotina na escola Nesta semana, sugerimos trabalhar a rotina na escola e na família, propondo aos bebês o reconhecimento de situações cotidianas e a confecção de um mural da rotina escolar e outro da rotina familiar. Para desenvolver a integração dos bebês à rotina escolar e tornar a ativida- de mais significativa, se for possível, providencie fotografias dos bebês em diferentes momentos da rotina escolar, como a chegada à escola, a hora da alimentação e da higiene, entre outros. Caso não seja possível utilizar foto- grafias, a atividade pode ser feita com outras imagens que representem esses momentos. Nos momentos da rotina diária, é de suma importância que haja interação verbal entre os professores e os bebês. Converse com eles sobre cada momento, de modo a explicar o que está fazendo e a envolver o bebê no processo da atividade, desenvolvendo os objetivos EI01EO06 e EI01EF06. Com a mão na massa Organize os bebês em semicírculo, acomodados em almofadas e tapetes emborrachados. Mostre a eles as imagens de momentos da rotina escolar, de acordo com a sequên cia em que essas ações ocorrem durante o dia, e converse sobre esses momentos detalhadamente. Incentive os bebês a se expressarem. Dê continuidade a essa conversa ao longo da semana e, sempre que julgar necessário, trabalhe com os bebês as regras e os combinados para que tudo ocorra bem em cada um dos momentos na rotina escolar, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO04, EI01EO06 e EI01EF06. Agora, vocês vão fazer um mural da rotina escolar. Disponha o papel kraft de forma que os bebês possam ajudar na colagem das imagens, desenvolvendo os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05, EI01EF01 e EI01EF06. Pronto! Vem ver! Com as imagens coladas no mural, escreva abaixo de cada uma o momento da rotina escolar que ela representa, mostrando e explicando aos bebês. Escreva um título no mural e fixe-o na sala, na altura dos bebês, para que possam explorar o material, desen- volvendo os objetivos EI01EO06 e EI01EF07. Rotina na família Para trabalhar com os bebês a rotina familiar, será necessário o envolvimento das famílias. Elabore uma atividade sobre a rotina do bebê em casa, para ser realizada pela família. Peça aos familiares que fotografem um momento da rotina familiar. Solicite que escrevam atrás da imagem qual momento da rotina ela representa e que enviem as imagens para a escola no dia combinado. Com a mão na massa Organize os bebês em semicírculo, acomodados em almofadas e tapetes emborracha- dos. Mostre a eles as imagens de momentos da rotina familiar de cada um e converse sobre esses momentos detalhadamente, sempre se referindo ao bebê retratado pelo nome. Deixe que eles manipulem as imagens e se reconheçam nelas, desenvolvendo os objetivos EI01CG05, EI01EF06 e EI01EF07. Estimule os bebês a se expressarem sobre os momentos representados nas imagens, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO04, EI01EO06 e EI01EF06. Momentos da rotina escolar: alimentação e brincar. Raw pix el.c om/Shutterstock.com M un iq ue Bass oli/ Pulsar Imagens g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 61g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 61 10/3/20 5:36 PM10/3/20 5:36 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... Li te ra ci a • No momento da alimentação, incentive cada bebê a re conhecer a própria mamadeira ou seu copo. Apresente dois objetos, sendo um o que lhe pertence e outro de algum colega, e peça que aponte o que considera ser o próprio, promovendo os objetivos EI01EO01, EI01CG05 e EI01EF01. • Coloque em cima de uma mesa os copos de cada bebê identificados com os respectivos nomes. Então, chame um de cada vez e peça que pegue o copo de um colega e o entregue para ele, desenvolvendo os objetivos EI01EO01 e EI01EO06. • Espalhe materiais pessoais, como mochilas, bolsas e copos próximo aos bebês e peça que identifiquem quais objetos pertencem a cada um deles e quais são dos colegas, desenvolvendo os objetivos EI01EO01 e EI01EF01. N um er ac ia • Coloque em uma caixa alguns pares de brinquedos, por exemplo, duas bolas, duas bonecas etc. Sente-se com os bebês e coloque a caixa perto deles. Escolha um brinquedo da caixa e peça a um bebê que pegue o outro brinquedo que éigual àquele de dentro da mesma caixa e leve até você. Reforce que ele precisa pegar somente um objeto, sinalizando a quantidade com o dedo indicador. Repita com todos os bebês, desenvolvendo os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05, EI01EF01 e EI01ET04. • Organize os bebês em quatro grupos. Auxilie os bebês de cada grupo a retirar um pé do calçado que estejam usando e misture esses calçados perto dos bebês. Em seguida, questione quantos calçados estão faltando no pé deles, levando-os a indicar ou verbalizar “um”. Então, peça que localizem no grupo do qual fazem parte o pé do próprio calçado, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO02, EI01EO03, EI01EO04, EI01CG02, EI01CG05, EI01ET04 e EI01ET05. M un do na tu ra l e so ci al • Providencie uma música calma para promover um momento de relaxamento e deixe o ambiente com pouca incidência de luz. Certifique-se de que os bebês estejam higienizados e alimentados, ofereça o berço ou colchonete, além de objetos que utilizam para o momento do descanso, como naninhas. Fale que esse é o momento do descanso e que eles devem repousar para aproveitar os próximos momentos, desenvolvendo os objetivos EI01EO04 e EI01EO05. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses • A semana • Meu lanchinho • Boa tarde, como vai? Para cantar e brincar! Ligados e conectados! Pesquise na internet a música Depois de, de Palavra Cantada, e coloque para os bebês cantarem e dançarem. 62 Agora, vocês vão fazer um mural da rotina familiar. Disponha o papel kraft de forma que os bebês possam ajudar na colagem das imagens, desenvolvendo os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05, EI01EF01 e EI01EF06. Pronto! Vem ver! Com as imagens coladas no mural, escreva abaixo de cada uma o nome do bebê e o momento da rotina familiar que ela representa, mostrando e explicando aos bebês. Escreva um título no mural e fixe-o na sala, na altura dos bebês, para que possam explo- rar o material, desenvolvendo os objetivos EI01EO06 e EI01EF07. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 62g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 62 10/3/20 5:36 PM10/3/20 5:36 PM G U I A P N L D VOU CONTAR O QUE APRENDI Prepare • papel kraft • fotografias dos rostos dos bebês da turma • cartões de papel-cartão na cor vermelha e em formato de coração • cola escolar • tesoura de pontas arredondadas • fita adesiva • caneta hidrográfica Registre as atividades por meio de fotografias e insira-as no portfólio. Lembre-se de pedir autorização dos responsáveis antes de fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! 63 Todos no coração Nesta atividade, relembre com os bebês o que foi trabalhado durante as semanas deste itine- rário, como os momentos de reconhecimento do nome e das partes do rosto; os momentos de afetividade e interação, como os abraços; e os momentos da rotina escolar e familiar. Enquan- to realiza a atividade com os bebês, observe suas reações e se reconhecem as partes do rosto (olhos, nariz e boca) e os conjuntos com um elemento, bem como se respondem quan- tos anos têm ou quantos anos vão fazer. Disponibilize para os bebês, em uma folha de papel sulfite, o desenho da silhueta de um rosto. Para cada um dos bebês, recorte de revistas imagens com as seguintes partes: boca, olhos e nariz. Entregue as partes recortadas e oriente-os a colar completando a imagem do rosto. Torne a atividade lúdica e interativa, identificando e nomeando cada parte, antes da colagem, e cantando as cantigas sugeridas neste itinerário. Bebês se abraçando. Com a mão na massa Organize os bebês em semicírculo, acomodados em almofadas e tapetes emborracha- dos. Disponha os cartões em formato de coração e as fotografias dos bebês perto deles. Pegue um dos cartões e fale que ele é vermelho e que na sua mão tem um coração. Comente com eles o que os corações podem representar: afetividade, carinho e amor, por exemplo. Mostre as fotografias dos bebês, uma de cada vez. Para que se reconheçam e reconheçam uns aos outros, pergunte: “Quem é esse bebê? Qual é o nome dele?”; “E esse bebê aqui, quem é?”; “Quantos anos você tem/vai fazer? Mostre com o dedinho.”. Repita até contemplar todos os bebês da turma. Explore também as partes do rosto mostrando para os bebês o nariz, a boca, os olhos, entre outras partes. Deixe que eles manipulem as fotografias e se reconheçam nelas, desenvolvendo os objetivos EI01CG05, EI01EF06 e EI01EF07. Estimule os bebês a se expressarem enquanto observam e manipulam as fotografias, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO04, EI01EO06 e EI01EF06. Agora, vocês vão fazer o mural “Todos no coração” colando as fotografias dos bebês nos corações e depois no papel kraft. Disponha os corações de forma que os bebês possam ajudar na colagem das fotografias, desenvolvendo os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05, EI01EF01 e EI01EF06. Cada bebê deve ajudar a colar a própria fotografia. Depois, cole os cartões no papel kraft. Pronto! Vem ver! Com os corações colados no mural, escreva abaixo de cada um o nome do bebê, mostrando e explicando o que você está fazendo. Escreva o título “Todos no coração” no mural e fixe-o na sala, na altura dos bebês, para que possam explorar o material, desen- volvendo os objetivos EI01EO06 e EI01EF07. Por fim, promova novamente o momento do abraço para comemorar a realização da atividade. Para finalizar as atividades do itinerário e avaliar o aprendizado dos bebês, realize as atividades propostas a seguir. Fr an M at su m ot o g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 63g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_1_p059a063.indd 63 10/3/20 5:36 PM10/3/20 5:36 PM G U I A P N L D Prepare • papel kraft • caneta hidrográfica preta • bonecas • cola escolar • giz de cera Prepare • cartolina nas cores verde e branca • caneta hidrográfica preta • tesoura de pontas arredondadas • cola escolar • Cabeça, ombro, joelho e pé • Fui ao mercado • Conheço um jacaré • Boneca de lata Para cantar e brincar! Você pode entregar aos bebês revistas com figuras de rostos e corpos de pessoas para que eles possam rasgar. Separe as partes do corpo e apresente- -as aos bebês, nomeando- as. Depois, cole-as em um pedaço de papel kraft. Outra forma de fazer SEMANA 1 ITINERÁRIO CONHECENDO O CORPO 64 2 Contorno do corpo Organize os bebês sentados em roda e cante as cantigas, fazendo gestos e apontando as partes do corpo mencionadas nelas. Ao escutar as cantigas e observar os gestos, demonstrando interesse (por gestos, balbucios e/ou palavras, por exemplo), os bebês estão desenvolvendo o objetivo EI01EF02. Cante as cantigas novamente, incentivando- -os a imitar os gestos para que eles coloquem em prática o objetivo EI01CG03. Para desenvolver a atividade de contorno do corpo, com antecedência, peça às famílias dos bebês que enviem fotografias no tamanho A4 do rosto deles. Além disso, prepare o ambiente para que tenha um espaço amplo. Com a mão na massa Corte um pedaço de papel kraft em tamanho suficiente para fazer a silhueta do corpo de um bebê. Desenhe com a caneta hidrográfica a silhueta e outras partes do corpo: olhos, orelhas, boca, nariz, mãos etc. Recorte as partes do corpo, deixando-as separadas. Estenda o papel com a silhueta no chão e entregue aos bebês as bonecas. Escolha uma parte do corpo e apresente a eles dizendo o nome e mostre na boneca para que eles associem a palavra à respectiva parte do corpo. Incentive os bebês a tocar, na boneca, a parte do corpo que está sendo trabalhada. Então, cole a figura no local correto da silhueta. Depois de apresen- tar todas as partes do corpo, disponibilize giz de cera para que pintem e ilustrem o cartaz a seu modo. Auxilie-os a manipular esses objetos para traçar marcas gráficas, assimeles desenvolvem o objetivo EI01TS02. Pronto! Vem ver! Cole o cartaz finalizado em uma parede na altura dos bebês. Reúna-os sentados em frente ao cartaz para que observem a produção e deixe que se comuniquem, tocando o cartaz, fazendo gestos, balbuciando ou dizendo palavras, assim eles desenvolvem o objetivo EI01EF06. Faça alguns comentários sobre as características de cada bebê, como cor dos olhos e do cabelo, a fim de que a turma perceba que há semelhanças e diferenças entre eles. Cantar, encantar e brincar: é só começar! Nesta atividade, os bebês vão cantar e desenvolver os movimentos do corpo. A música em sala de aula torna o ambiente mais alegre, possibilita aos bebês ampliar vocabulário, desenvolver consciência corporal, expressar emoções e explorar e perceber as possibilida- des e as limitações de seu corpo ao realizar movimentos orientados ou espontâneos, seguindo a melodia e o ritmo das canções. Com isso, os bebês desenvolvem o objetivo EI01EO02. Com a mão na massa Com antecedência, confeccione a cabeça de um jacaré. Para isso, corte duas partes retangulares, duas tiras com 2 cm de largura e duas partes, uma maior e outra menor, em formato de coração, da cartolina verde; dois círculos pequenos e duas tiras, para representar os olhos e dentes, da cartolina branca. Junte as duas partes retangulares e cole uma das extremidades. Escolha qual será a parte de cima (onde ficarão os olhos e as narinas) e cole os corações, deixando as partes arredondadas vincadas para cima. No coração maior, cole os círculos brancos nas partes arredondadas e faça os pingos Exemplo de contorno do corpo em papel kraft. Exemplo de fantoche de jacaré feito de cartolina. Ilu st ra çõ es : D ei vy C os ta g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 64g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 64 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... N um er ac ia • Coloque um bebê por vez diante de um espelho, aponte partes do corpo dele em única quantidade, destacando o número 1 ao dizer “uma boca, um nariz etc.”, e deixe-o livre para tocar e sentir as partes do próprio corpo. • Manipule a boca do jacaré confeccionado anteriormente, abrindo-a e fechando-a, e dizendo as palavras aberto e fechado. Deixe que os bebês também o manipulem e auxilie-os a abrir e a fechar a boca do jacaré. • Cante com os bebês a canção A janelinha fazendo os gestos: mãos abertas na lateral do rosto no trecho em que a janelinha se abre, mãos tapando o rosto no trecho em que ela se fecha, mãos abrindo e fechando no trecho em que a janelinha abre e fecha. Incentive-os a imitar os gestos seguindo a melodia, desenvolvendo o objetivo EI01CG03. • Carimbe os pés e as mãos dos bebês em uma folha de papel sulfite utilizando tinta guache. Identifique as marcas com o nome de cada bebê e deixe secar. Então, pendure a folha em um varal na altura dos bebês para que eles possam tocar e observar as diferenças entre os tamanhos dos pés e das mãos, desenvolvendo, assim, o objetivo EI01ET05. M un do n at ur al e so ci al • Diga aos bebês que, nessa brincadeira, eles vão balançar o corpo. Então, com um bebê de cada vez, brinque de Serra, serra, serrador, em uma cadeira de balanço, ou sentado em um colchonete no chão, e interaja com eles, desenvolvendo o objetivo EI01CG02. Li te ra ci a • Explore as rimas de algumas cantigas, enfatizando as palavras que rimam e batendo palma sempre que forem entoadas. Distribua aos bebês objetos (como sinos, chocalhos e latas) para que eles possam manipulá-los e produzir sons durante as cantigas, cumprindo com o objetivo EI01TS03. • Cante com os bebês a canção Pintinho amarelinho, incentivando-os a imitar os gestos, pronunciar pequenas palavras e interagir com você e com os outros bebês, desenvolvendo os objetivos EI01CG03 e EI01EF05. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses 65 dos olhos e das narinas com a caneta hidrográfica preta. Cole as tiras brancas dentro da boca e as tiras verdes nas laterais da parte de cima e de baixo, pois elas vão servir de alças para o encaixe das mãos. Pronto! Vem ver! Visando desenvolver o objetivo EI01TS03, cante animadamente e com entonação a cantiga Eu conheço um jacaré. Utilize o jacaré confeccionado, movimentando a parte da boca, faça gestos e instigue os bebês a imitá-los e a movimentar o corpo. Além disso, aproxime a boca do jacaré das partes do corpo dos bebês, como se ele fosse comê-las, para que eles as escondam, desenvolvendo o objetivo EI01CG01. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Caso não queira produzir a cabeça do jacaré, você pode interpretá-la somente com suas mãos ao cantar e brincar com a cantiga, ou utilizar um fantoche ou palitoche. Outra forma de fazer g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 65g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 65 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM G U I A P N L D SEMANA 2 O que uso no meu banho A higiene corporal é muito importante e, mesmo não dominando a oralidade, os bebês conseguem transmitir sua insatisfação e incômodo em relação à higiene por meio do choro, gestos e balbucios, pois dependem do adulto para que suas necessidades sejam atendidas. Dessa forma, essa atividade propõe aos bebês que explorem os objetos de higiene de uso comum, que vivenciem o faz de conta, para que se sintam mais segu- ros e capazes de reconhecer o corpo, expressar suas sensa- ções e para que desenvolvam autonomia em momentos de higiene, de alimentação e de descanso, desenvolvendo o objetivo EI01EO05. Prepare • banheira ou bacia grande • embalagens vazias de produtos usados no banho • pedaços de espuma no tamanho aproximado de 10 cm x 10 cm • cartolina ou papel kraft • fita adesiva • caneta hidrográfica • Água na biquinha • O sapo não lava o pé Para cantar e brincar! Retome a semana anterior com os bebês, converse com eles sobre as partes do corpo e cante as cantigas que tratam desse tema. Conta pra mim! Ligados e conectados! Pesquise na internet a música Bom banho, de Mundo Bita, e coloque para os bebês ouvirem e dançarem. Com a mão na massa Organize um espaço da sala e coloque a banheira ou bacia no centro, se possível, em cima de um tapete emborrachado. Coloque os objetos que separou nesse espaço. Reúna os bebês ao redor deles e diga-lhes que vocês vão brincar de faz de conta de tomar banho. Deixe que os bebês manuseiem os objetos, comparando-os e explorando as propriedades, como as cores e as texturas, desenvolvendo o objetivo EI01ET01. Em seguida, coloque cada um dentro da banheira ou bacia e instigue-o a fazer movimentos como se estivesse tomando banho. Peça-lhe que passe o xampu na cabeça, que ensaboe a barriga, que esfregue as pernas com a bucha, e assim por diante. Esta atividade possi- bilita aos bebês participar do cuidado com o corpo, cumprindo com o objetivo EI01CG04. Pronto! Vem ver! Depois da brincadeira, utilize as embalagens de produtos do banho para produzir um cartaz. Com as crianças, fixe um exemplar de cada produto na cartolina ou no papel kraft com fita adesiva, escreva o nome de cada produto e dê um título ao cartaz, como “USAMOS NO BANHO...”. Coloque o cartaz em uma parede da sala de aula na altura dos bebês. Permita que toquem no cartaz e vá dizendo os nomes dos objetos, contando-os e associando-os ao número 1, por exemplo, “um xampu”. Você também pode mostrar aos bebês um cartão com o número para estimular a associação do número à quantidade e o reconhecimento do número. Em cena! Encena! Muitas sensações são vivenciadas e apreciadas com o corpo. Os bebês necessitam de incentivo para exploração corporal, visto que estão na descoberta de suas potencialida- des. A ludicidade é uma excelente forma de auxiliá-los nesse período, pois estimula a criatividade e a imaginação; entretanto, é preciso sempre perceber e respeitar oslimites e desejos dos bebês. Reúna os bebês em roda e diga-lhes que, juntos, vocês vão participar de um teatro de sombras. Explique como será feito, que a luminosidade da sala precisa ser baixa, e passe tranquilidade a eles de modo que se sintam seguros para participar da atividade. 66 Exemplo de atividade que explora os objetos de higiene pessoal. Exemplo de brincadeira com sombra. Veja material gráfico para impressão no MPD. Jo rg e Z ai ba Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067_a.indd 66g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067_a.indd 66 5/12/21 2:43 PM5/12/21 2:43 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... N um er ac ia • Faça um molde do número 1 em feltro e coloque-o em uma bacia com pouca água. Um bebê por vez deverá pegá-lo e, quando o fizer, verbalize “um” para estimular o reconhecimento do número. • Auxilie os bebês a fazer movimentos de abrir e fechar, por exemplo, feche a palma da mão e diga “fechado”; abra a palma da mão e diga “aberto”. Prossiga dessa forma com outras partes do corpo, como boca e olhos. • Confeccione cartões com o número 1 e cole texturas diferentes nos traçados (corda, graveto sem pontas ou rebarbas etc.). Distribua aos bebês, incentive-os e auxilie-os a passar o dedo sobre a textura fazendo o traçado do número. • Cole uma fita dupla face na parede na altura dos bebês e distribua uma bolinha de plástico ou de papel para cada. Solicite a dois bebês por vez que fixem a bolinha na fita. Questione quantas bolinhas eles têm, levando-os a demonstrar ou verbalizar o número 1, deixe que retirem as bolinhas da fita para brincar livremente, desenvolvendo o objetivo EI01ET04. • Dê comandos aos bebês para que façam movimentos de abrir e fechar com o corpo, como “fechem os olhos”. M un do n at ur al e so ci al • Faça caretas para os bebês (de choro, de alegria etc.), incentivando-os a imitar suas expressões faciais, desenvolvendo os objetivos EI01CG01 e EI01CG03. • Antes das refeições e quando se sujarem durante as atividades, leve os bebês para lavar as mãos e se limparem, pois, ao promover a higiene, o cuidado com o corpo e o bem-estar, eles desenvolvem o objetivo EI01CG04. • Reúna os bebês em frente a um espelho e peça-lhes que façam caretas conforme seu comando (“façam cara de choro”, por exemplo). Se for preciso, demonstre para que eles imitem e deixe-os apreciar suas expressões faciais no reflexo, desenvolvendo os objetivos EI01CG01 e EI01CG03. Li te ra ci a • No momento do banho, permita aos bebês que fechem as embalagens (de xampu, por exemplo) e, no momento da alimentação, que explorem os utensílios que vão utilizar para se alimentarem. Incentive-os a usá-los sozinhos. Assim, eles desenvolvem a coordenação motora e cumprem com o objetivo EI01CG05. • Mostre outros produtos de higiene pessoal (escova de dentes, por exemplo), diga o nome para que os bebês desenvolvam o vocabulário, deixe que os manipulem e instigue-os a mostrar em que parte do corpo eles são utilizados e a demonstrar como usá-los. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Prepare • tecidos brancos • luz de emergência ou lanterna • objetos, como carrinhos, bolas, brinquedos diversos 67 Com a mão na massa Pendure os tecidos brancos na sala de aula, como se fossem cortinas. Será necessária a quantidade mínima de dois e é importante que eles cheguem até o chão. Coloque os bebês sentados de frente para os tecidos. Então, deixe a sala com pouca luminosidade e posicio- ne a luz de emergência ou lanterna atrás dos tecidos. Convide um bebê por vez para ficar atrás do tecido com você e peça a ele que coloque um objeto para fazer a projeção. Incen- tive um ou dois bebês, a cada vez, a tentar alcançar a sombra refletida no tecido. Eles vão ter de explorar o ambiente, observando para onde devem se dirigir, retirar os obstáculos que estão no caminho (nesse caso, os tecidos), deslocando-se e movimentando o corpo para fazer a descoberta do objeto, desenvolvendo os objetivos EI01CG02 e EI01ET03. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 67g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p064a067.indd 67 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM G U I A P N L D SEMANA 3 Retome as semanas anteriores com os bebês: fale sobre as partes do corpo, cante as cantigas que tratam do corpo, converse com eles sobre a higiene do corpo e os objetos descobertos na atividade com sombra. Conta pra mim! • Se você está contente, bata palmas • Caranguejo não é peixe Para cantar e brincar! Prepare • cadeiras em diferentes tamanhos Adicione obstáculos à brincadeira, por exemplo, almofadas, para que os bebês passem por cima deles. A brincadeira continua Para registrar a atividade, com a autorização dos responsáveis, grave o áudio/ vídeo em um CD ou salve-o em arquivo digital. Guarde o CD nos portfólios ou envie o arquivo digital às famílias para que possam acompanhar a aprendizagem e o desenvolvimento dos bebês. Vou guardar para te mostrar! 68 Mexe e remexe Ao explorar as possibilidades corporais, os bebês descobrem suas potencialidades e limites em relação aos movimentos e deslocamentos com seu corpo. A consciência corporal permite conhecer a si e aos outros, melhorando a interação e as relações com seus pares. Desse modo, propomos que, nesta atividade, os bebês movimentem-se passando por obstáculos. Com antecedência, prepare um espaço da sala de aula com uma cadeira mais alta e outra mais baixa em fila. Se possível, organize tudo sobre um tapete emborrachado para garantir a segu- rança dos bebês durante a atividade. Exemplo de bebê passando por parte de um circuito. Muitos sons divertidos Nesta atividade, os bebês vão produzir sons com o corpo. Essa é uma oportunidade para que eles reconheçam diferentes sons, explorem o próprio corpo, brinquem e se divirtam, comu- niquem-se (manifestando seus desejos e emoções), desenvolvam a audição e a percep- ção e interajam com seus pares e com o profes- sor, desenvolvendo os objetivos EI01EO06 e EI01CG01. Com a mão na massa Organize os bebês em uma roda ou espaço onde eles consigam ver você. Então, comece a produzir gestos com seu corpo e incentive-os a imitar, como dar tapinhas com as mãos na boca, bater palmas, bater pés, tapinhas com as mãos na barriga, estalar a língua etc. Assim, eles estão colocando em prática os objetivos EI01CG03 e EI01TS01. Com um suporte audiovisual, grave o áudio ou vídeo da brincadeira. Lembre-se de pedir autorização dos pais para filmar os bebês. Pronto! Vem ver! Reúna os bebês para que possam escutar o áudio/vídeo ou assisti-lo com os sons produzidos por eles. Deixe que se expressem por meio de gestos, balbucios ou falas em relação à atividade, alcançando o objetivo EI01EF06. Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Reúna os bebês sentados de frente para você e mostre-lhes a capa do livro Eu sou assim e vou te mostrar, instigando a curiosidade deles. Leia o livro, com entonação e expressividade, aponte a direção da leitura, virando as páginas calmamente, e mostre as ilustrações. Solicite aos bebês que apontem elementos nas ilustrações, como as partes do corpo ou os animais. Assim, eles desenvolvem os objetivos EI01EF03 e EI01EF04. Exemplo de professora e bebês fazendo sons com o corpo. Com a mão na massa Reúna os bebês para explicar a eles que devem se movimentar passando por debaixo das cadeiras. Faça uma demonstração, porém adapte e passe por debaixo de uma mesa, ou demonstre com ajuda de um bebê, auxiliando-o e orientando-o como deve ser feito. Em seguida, incentive um bebê de cada vez a passar debaixo da primeira cadeira (ele terá de engatinhar) e depois debaixo da segunda cadeira (provavelmente, ele terá de deslizar ou rolar pelo chão). Com esta atividade, eles desenvolvem os objetivos EI01ET04 e EI01CG02. Ilu st raçõ es : J or ge Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 68g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 68 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM G U I A P N L D JANISCH, Heinz. Eu sou assim e vou te mostrar. Ilustrações de Birgit Antoni. Trad. Hedi Gnädinger. São Paulo: Brinque-Book, 2017. Os personagens da história deste livro encontram semelhanças entre o próprio corpo e o corpo dos animais. Explorando cada momento... Li te ra ci a Li te ra ci a N um er ac ia M un do na tu ra l e so ci al Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses • Cante algumas cantigas, explorando as rimas, fazendo sons com o corpo e incentivando os bebês a também fazê-los seguindo o ritmo, assim eles desenvolvem o objetivo EI01TS01. • Demonstre aos bebês algumas ações, como pular, agachar e rastejar. Incentive-os a imitar os movimentos, desenvolvendo o objetivo EI01CG03. Destaque e repita o nome das ações para que eles explorem o vocabulário. • Diga aos bebês que eles vão ter um momento de relaxamento. Um por vez, faça massagem nas mãos, nos pés, na cabeça e na barriga do bebê. Interaja com ele e deixe que comunique, por meio de gestos, balbucios ou palavras, sensações, insatisfações e emoções, desenvolvendo os objetivos EI01EO04 e EI01EO06. • Separe objetos para que os bebês brinquem de representar profissionais da saúde, como enfermeiro, dentista e médico. Organize um espaço na sala com um colchonete, reúna os bebês e escolha dois de cada vez para que representem o profissional e o paciente. Direcione a brincadeira, solicitando ao bebê representando o profissional que examine partes do corpo e que o paciente aponte para as partes examinadas, como cabeça, barriga, pescoço, pernas, pés, braços e mãos. Inverta os papéis, até que todos tenham participado. Então, deixe que explorem a brincadeira livremente, desenvolvendo os objetivos EI01EO04 e EI01EO06. • No momento do banho, coloque várias bolinhas coloridas de plástico para o bebê e peça que lhe dê duas bolinhas. Quando ele lhe der uma bolinha, diga “um” e peça a outra. Quando ele lhe der a segunda bolinha, diga “dois”. Mesmo que ele queira te dar mais bolinhas, não aceite, dizendo que você já possui duas bolinhas. Essa atividade permite desenvolver o objetivo EI01EO03. • Coloque dentro de um cesto ou de uma caixa, que os bebês consigam alcançar, alguns objetos: carrinhos pequenos, bonecas pequenas, bolinhas etc., na quantidade de dois de cada. Em seguida, faça um zigue-zague com barbante, como na brincadeira Cama de gato, na boca do cesto/caixa. Então, peça a um bebê por vez que pegue dois objetos. Repita até todos os bebês terem participado, desenvolvendo o objetivo EI01ET05. • Com lençóis ou caixas de papelão e em um local onde seja possível explorar o espaço com liberdade, organize os bebês em pequenos grupos, coloque-os nas caixas ou sobre o lençol e arraste-os por todo o local, explorando o espaço. • Fixe no teto da sala fitas coloridas, em uma altura que possibilite aos bebês a necessidade de esticar as mãos para alcançar, e incentive-os a pegá-las, movimentando as fitas. Essas atividades desenvolvem os objetivos EI01EO03 e EI01ET04. • Confeccione um cartão com o número 2, apresente-o aos bebês, permitindo que passem o dedo indicador sobre o traçado do número e juntos fixe-o em uma parede ou mural da sala de aula. • Coloque um bebê por vez diante de um espelho, aponte e conte partes do corpo dele que podem ser contadas em pares (dois braços, por exemplo), destacando o número 2, e deixe-o livre para tocar e sentir as partes do corpo. 69 Após a leitura, repasse cada página do livro, incentivando os bebês a tocar a parte do corpo que está sendo apresentada ou a imitar os animais. Permita que levem o livro para casa e separe outros de diferentes gêneros textuais, mas que abordem a temática do itinerário. Orien- te as famílias a fazer a leitura dos livros para os bebês, desenvolvendo o objetivo EI01EF08. Durante a semana, para que você possa explo- rar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Veja material gráfico para impressão no MPD. E di to ra B ri nq ue -B oo k g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 69g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 69 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM G U I A P N L D SEMANA 4 Relembre as semanas anteriores com os bebês: fale sobre as partes do corpo, cante as cantigas que tratam do corpo, converse com eles sobre a higiene do corpo, os objetos descobertos na sombra, os movimentos que fizeram para passar por debaixo de cadeiras e os sons produzidos com o corpo. Conta pra mim! • Pezinho Para cantar e brincar! Prepare • cesta • frutas variadas • utensílios plásticos para comer Prepare • cartolina ou papel kraft • fotografias dos bebês • papelão ou tecido de diversas cores • tesoura de pontas arredondadas • cola escolar 70 Conhecendo o gosto, o cheiro e a textura Explorar as propriedades dos alimentos e experimentá-los são ações que desenvolvem a percepção e os sentidos dos bebês em relação ao sabor, ao odor e à textura. Exercitar tais percepções e sentidos é importante para que eles descubram do que gostam, do que não gostam e pratiquem o autocuidado e a prevenção do contato com texturas e odores que alertam para o que pode fazer mal, como alimentos estragados. Assim, propo- mos uma atividade em que eles vão conhe- cer e explorar as propriedades de alguns alimentos, desenvolvendo os objetivos EI01ET01 e EI01ET03. Com a mão na massa Com antecedência, peça às famílias que enviem frutas, escolhendo aquelas possíveis de serem manuseadas pelos bebês, com textura, odor e gosto variados, e verifique se algum bebê possui restrição alimentar. Priorizar as frutas da estação é bom, pois elas apresentam maior valor nutricional e costumam custar mais barato do que as demais. Coloque as frutas em uma cesta, reúna os bebês ao redor dela, deixe que peguem as frutas e sintam a textura das cascas, percebam as cores, o tamanho e o peso. Diga o nome das frutas para eles. Na sequência, leve-os até o refeitório, sente-os à mesa, corte as frutas, deixe que eles percebam os odores e distribua um pedaço a cada bebê para que eles possam experimentar, sentindo o gosto e a textura. Experimente uma fruta para que os bebês possam imitar essa ação. Deixe que se expressem por meio de caretas, balbu- cios e palavras suas percepções (se gostam ou não) e suas necessidades (se querem mais ou se não querem mais), desenvolvendo os objetivos EI01EO04, EI01EO05 e EI01EF06. Mural do abre e fecha Nesta atividade, os bebês vão se descobrir e se reconhecer em um mural de fotografias em que deverão abrir e fechar elementos. Além de trabalhar a identidade e as noções aberto e fechado, esta atividade permite aos bebês que desenvolvam movimentos corporais e a coordenação motora. Para que seja possível confeccionar o mural, com antecedência, peça às famí- lias que enviem fotografias dos bebês, preferencialmente em que estejam de corpo inteiro. Exemplo de atividade com frutas. Com a mão na massa Cole as fotografias dos bebês na cartolina ou no papel kraft, deixando uma distância entre cada uma. Peça a ajuda dos bebês, molhando o dedo deles na cola e passando no verso da fotografia ou orientando-os para que o façam sozinhos. Recorte pedaços de papelão ou de tecidos e os cole nas laterais ou na parte superior das fotografias fazendo janelas ou cortinas que tampem as fotografias. Pronto! Vem ver! Pendure o mural em uma parede na altura dos bebês, reúna-os para que possam apreciá-lo e convide-os a abrir as janelas/cortinas para descobrir as fotografias. Eles terão de se movimentar, abaixar e esticar os braços, por exemplo, cumprindo com o obje- tivo EI01CG02. Exemplo de mural com fotografias para serem descobertas pelos bebês. Ilu st ra çõ es : Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.inddem: 16 set. 2020. Os saberes pautados na puericultura colocavam a Creche como espaço onde predominavam os cuidados dissociados das relações educativas. Com o passar dos anos, os estudos foram avançando e outras áreas da Ciência começaram a problematizar as práticas pedagógicas fundamenta- das em uma pedagogia que articula a educação e o cuidado. A Creche é, atualmente, um espaço coletivo que deve ser pensado e administrado de forma plural e democrática, a fim de que as práticas pedagógicas e sociais que ali acontecem tenham como objetivo a educação e o cuidado. Os direitos que as crianças possuem são regi- dos pela lei, e o espaço da instituição escolar deve propiciar meios para que estes sejam efeti- vamente validados. Durante muitos anos, o cuidado e a educação das crianças para a sociedade eram responsabilidades das mães e/ou de outras mulheres do grupo familiar. Graças às mudanças políticas e sociais, muitas delas relacionadas à emancipação das mulheres e seu ingresso no mercado de trabalho, surgiram as instituições de Educação Infantil. No início, essas instituições tinham cunho assistencialista, contudo, ao longo do tempo, tornaram-se essenciais para as comunidades, passando a ter identidade própria e a promover o desenvolvimento global da criança. Podemos definir a Creche como o primeiro ambiente que as crianças pequenas frequentam sem a presença de seus familiares ou responsáveis. Portanto, exige-se que as crianças se adaptem a um novo ambiente e a rotinas padronizadas, diferentes das vivenciadas em família. sirtravelalot/Shutterstock.com Marcela Pialarissi g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 7g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 7 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 8 A Creche consiste em um lugar de vivências, um espaço no qual as ações de cuidar e educar devem estar em sintonia, conferin- do às crianças acolhimento, segurança e socialização. Isso ocorrerá de forma efetiva se houver o engajamento de toda a comunidade escolar. É imperativo, por outro lado, que a relação entre famí- lia e escola seja fortalecida e adquira o caráter de complementariedade, pautando-se em dois pilares: o respeito e o diálogo. Ambas são agentes do desenvolvi- mento e se constituem como ambientes socialmente construídos, influenciadas pelo meio no qual estão inseri- das, atuando de forma integral e complementar nas instân- cias formativas da criança. Portanto, é na escola que os processos pedagógicos acon- tecem, e não se dão isoladamente, pois envolvem as práticas sociais. A Creche exerce grande importância no desenvolvi- mento das crianças, visto que as ações pedagógicas buscam atender às individualidades, compreender mani- festações emocionais (reconhecendo que estas consti- tuem a linguagem própria das crianças pequenas), proporcionar o desenvolvimento da autonomia e, por fim, contribuir para a formação da identidade. [...] Há, pois, duas características fundamentais do ato educativo intencional: primeiro, a de ser uma atividade humana intencional; segun- do, a de ser uma prática social. No primei- ro caso, sendo a educação uma relação de influências entre pessoas, há sempre uma intervenção voltada para fins desejáveis do processo de formação, conforme opções do educador quanto à concepção de homem e sociedade, ou seja, há sempre uma inten- cionalidade educativa, implicando escolhas, valores, compromissos éticos. [...] LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos: inquietações e buscas. Educar, n. 17, p. 153-176. Curitiba: Editora da UFPR, 2001. p. 9. Disponível em: . Acesso em: 16 set. 2020. respeito diálogo EscolaFamília Criança As garatujas são importantes produções para acompanhar o desenvolvimento infantil. Os professores da Educação Infantil lidam com diferentes práticas pedagógicas. A Creche, a criança e seu desenvolvimento Ao pensar sobre as práticas pedagógicas que envolvem as crianças pequenas, devemos levar em consi- deração que elas dependem da supervisão e do acompanhamento dos adultos. Além de estímulos e moti- vação para seu desenvolvimento cognitivo e socioafetivo, as crianças precisam de auxílio em diversas atividades que ainda não realizam de forma autônoma. Nesse sentido, a Creche exerce papel fundamental nessa fase de vida das crianças e é determinante em sua formação. Os profissionais que nela atuam necessitam estar preparados para práticas pedagógicas de natureza diversificada, nas quais permeiam elementos essenciais para o processo educativo das crianças. Entre esses elementos, destacam-se o afeto, o carinho, os cuidados básicos com a higiene, o acolhimento e a preparação para a alfabetização. Tudo isso se converge para a formação cidadã das crianças. Educar é uma prática social e na Educação Infantil – Creche e Pré-escola – o professor atua como sujei- to mediador das práticas didáticas, instigando e estimulando a curiosidade das crianças, ensinando-lhes o caminho para aprender a aprender; premissa basilar do processo de ensino-aprendizagem. Segundo Libâneo (2001), N-s ky/Shutterstock.com R ob er t K ne sc hk e/ Sh ut te rs to ck.com Marcela P ia la ris si g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 8g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 8 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 9 Direitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação InfantilDireitos de aprendizagem e desenvolvimento na Educação Infantil • ConviverConviver com outras crianças e adultos, em pequenos e grandes grupos, utilizando diferentes linguagens, ampliando o conhecimento de si e do outro, o respeito em relação à cultura e às diferenças entre as pessoas. • BrincarBrincar cotidianamente de diversas formas, em diferentes espaços e tempos, com diferentes parceiros (crianças e adultos), ampliando e diversificando seu acesso a produções culturais, seus conhecimentos, sua imaginação, sua criatividade, suas experiências emocionais, corpo- rais, sensoriais, expressivas, cognitivas, sociais e relacionais. • ParticiparParticipar ativamente, com adultos e outras crianças, tanto do planejamento da gestão da escola e das atividades propostas pelo educador quanto da realização das atividades da vida cotidiana, tais como a escolha das brincadeiras, dos materiais e dos ambientes, desenvolvendo diferentes linguagens e elaborando conhecimentos, decidindo e se posi- cionando. • ExplorarExplorar movimentos, gestos, sons, formas, texturas, cores, palavras, emoções, transfor- mações, relacionamentos, histórias, objetos, elementos da natureza, na escola e fora dela, ampliando seus saberes sobre a cultura, em suas diversas modalidades: as artes, a escrita, a ciência e a tecnologia. • ExpressarExpressar, como sujeito dialógico, criativo e sensível, suas necessidades, emoções, senti- mentos, dúvidas, hipóteses, descobertas, opiniões, questionamentos, por meio de diferentes linguagens. • Conhecer-seConhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: MEC, 2018. p. 38. Disponível em: . Acesso em: 16 set. 2020. As práticas de educação e cuidado devem ser pensadas, repensadas e mutáveis, de acor- do com a organização e as observações das experiências analisadas no espaço escolar, demandando as adequações que se fizerem necessárias. A experiência da criança no espaço da Educação Infantil deve contribuir para seu desenvolvimento de forma integral e continuada. Entretanto, o alcance desse objetivo está condi- cionado a uma série de fatores, tais como: formação dos profissionais; currículo adequa- do para cada faixa etária e voltado para a parti- cipação ativa70g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 70 10/3/20 5:37 PM10/3/20 5:37 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... Li te ra ci a Li te ra ci a • Antes de experimentarem as frutas na atividade em que os bebês descobrem o gosto, o cheiro e a textura, cante com eles a canção Meu lanchinho, explore as rimas, faça gestos e incentive-os a repeti-los, desenvolvendo o objetivo EI01CG03. • Estenda e fixe no chão um papel kraft grande, distribua giz de cera grosso, ou tinta natural, e incentive os bebês a fazer rabiscos, explorando todo o espaço, desenvolvendo o objetivo EI01TS02. Exponha o cartaz em um mural, parede da sala ou da escola. • Confeccione um quebra-cabeça grande do corpo humano (cada peça deve ter uma parte do corpo). Sente-se em roda com os bebês para montá-lo. Pegue cada peça, diga o nome da parte do corpo, incentivando-os a repeti-las ou a tocar a parte no próprio corpo, desenvolvendo o objetivo EI01EO03. M un do n at ur al e so ci al • Amarre elástico em um bambolê fazendo um trançado como na brincadeira Cama de gato. Segure o bambolê com a ajuda de outro professor, se possível, para que cada bebê passe por dentro do bambolê, realizando os movimentos necessários para passar pelo trançado de elásticos. • Com um tecido grande (pode ser um lençol de casal sem elástico), segure duas pontas, e na outra extremidade coloque o bebê deitado sobre o lençol. Brinque puxando-o pela sala, desenvolvendo o objetivo EI01CG02. • No pátio ou parquinho, brinque com os bebês no escorregador (de material e tamanho adequado à sua faixa etária), ajude-os a subir os poucos degraus, segure suas mãos para escorregar, repetindo até que todos tenham participado da brincadeira, desenvolvendo o objetivo EI01CG02. N um er ac ia • Separe bolinhas de plástico coloridas e um balde ou bacia de boca grande. Demonstre para os bebês que eles deverão jogar ou colocar duas bolinhas dentro. Auxilie-os durante a atividade, se necessário, para que desenvolvam os objetivos EI01ET04 e EI01CG05. • Separe macarrão tipo espaguete grosso e um escorredor de macarrão. Coloque o escorredor em uma mesa, distribua dois macarrões para cada bebê, e um de cada vez deve colocá-los em dois buracos do utensílio. Questione os bebês quantos macarrões receberam, incentive-os a indicar com os dedos a quantidade ou verbalizar. Essa atividade desenvolve nos bebês os objetivos EI01ET04 e EI01CG05. • Confeccione cartões com o número 2 e cole texturas diferentes nos traçados (corda, graveto sem pontas ou rebarbas etc.). Distribua aos bebês, incentive-os e auxilie-os a passar o dedo sobre a textura fazendo o traçado do número. • Separe objetos com elementos que possam ser abertos e fechados (um estojo com zíper, por exemplo). Distribua-os aos bebês e oriente-os a abri-los e a fechá-los. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Recorte as janelas/cortinas com a fotografia de cada bebê do mural e guarde nos portfólios. Vou guardar para te mostrar! 71 Conforme abre as janelas/cortinas, incentive cada bebê a reconhecer quem está nas fotografias (apontando ou nomeando) e fechar a janela/cortina se a fotografia não for a dele, desenvolvendo os objetivos EI01EO03 e EI01EF01. Quando encontrar a própria fotografia, diga algumas partes do corpo para que o bebê possa apontá-las na imagem. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 71g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 71 10/3/20 5:38 PM10/3/20 5:38 PM G U I A P N L D VOU CONTAR O QUE APRENDI Para finalizar as atividades do itinerário e avaliar o aprendizado dos bebês, realize as atividades propostas a seguir. Prepare • papel kraft • caneta hidrográfica • adesivo transparente ou acetato • cartões com partes do corpo • tesour a de pontas arredondas • cola escolar 72 Circuito com o corpo Nesta atividade, os bebês vão participar de um circuito em que terão de reconhecer as partes do corpo e executar ações. Ao se movimentarem pelo ambiente, observando imagens, descobrindo quais partes do corpo elas representam e executando movimentos com o próprio corpo, os bebês vão colocar em prática os objetivos EI01ET03 e EI01CG02. Faça um mural com os bebês juntando as imagens das silhuetas aos cartões de imagens coloridas de partes do corpo. Conforme forem colando as imagens, peça que apontem ou verbalizem cada parte do corpo e explore a quantidade em nosso corpo (duas mãos, uma boca etc.). Com a mão na massa Com antecedência, recorte pedaços de papel kraft e em cada um ilustre uma silhueta de uma parte do corpo: uma palma da mão, duas solas de pés, uma boca etc. Tente reproduzir essas partes do corpo em tamanho parecido ao dos bebês. Passe o adesivo transparente ou cole o acetato por cima (não é necessário fazer em todos, somente naqueles em que os bebês podem deixar secreções ao encostar as partes do corpo, como o da boca). Com o material pronto, organize o local para a atividade. Escolha um local amplo (como o pátio da escola) e fixe o papel kraft com as silhuetas em pontos diferentes, nas paredes na altura dos bebês e no chão. Pronto! Vem ver! Reúna os bebês e explique que eles devem passar pelo circuito, reconhecer as partes do corpo nas silhuetas e encostar as partes do próprio corpo nelas. Faça uma demonstra- ção para eles, por exemplo, na silhueta da palma da mão, encoste uma das suas mãos na imagem. Deixe-os se deslocarem pelo circuito ou auxilie-os a passar por ele. Ajude-os também a reconhecer as partes do corpo nas silhuetas. Exemplo de bebê participando de um circuito com o corpo. R og ér io C as ag ra nd e g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 72g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_2_p068a072.indd 72 10/3/20 5:38 PM10/3/20 5:38 PM G U I A P N L D • A casinha da vovó Para cantar e brincar! Prepare • bambolê • fitas de cetim de várias cores • cola quente • tesoura de pontas arredondadas • fotografias das famílias dos bebês no tamanho 10 cm x 15 cm • etiquetas adesivas ou fita-crepe • papel sulfite • caneta hidrográfica Em um momento oportuno, convide os familiares dos bebês para apreciar o móbile confeccionado. Fotografe o dia da visita e guarde os registros no portfólio de cada bebê. Lembre-se de pedir autorização para fotografar tanto os bebês quanto os familiares. Vou guardar para te mostrar! Em vez de fotografias, o móbile pode ser confeccionado com figuras de famílias recortadas de revistas e com materiais diversos, como CDs, tiras de tecido e cabides. Outra forma de fazer PARR, Todd. O livro da família. São Paulo: Panda Books, 2003. De maneira divertida, este livro mostra os diferentes tipos de família. 73 SEMANA 1 ITINERÁRIOA CASA E A FAMÍLIA DE CADA UM 3 Móbile da família Nesta atividade, os bebês participarão da produ- ção de um móbile com fotografias dos familiares. Com antecedência, solicite aos responsáveis pelos bebês que enviem fotografias de momentos de convivência familiar. Organize-os em roda e explore as fotografias com eles, buscando descrever os respectivos momentos. Faça questionamentos sobre as pessoas retratadas nas fotografias, procurando saber os nomes e o grau de parentesco, visando promover os objetivos EI01EO06, EI01EF01 e EI01EF06. Com a mão na massa Amarre uma das extremidades das fitas de cetim coloridas no bambolê. Na outra extremidade, cole as fotografias com cola quente (você pode unir uma fotografia na outra, colando-as pelo verso). Se algum dos bebês não levar fotografias, faça um desenho para representar seus familiares em uma folha de papel sulfite. Use fitas de cetim para pendu- rar também o móbile. Para finalizar, escreva em etiquetas, em letra maiúscula, o nome de cada bebê e fixe na fita de cetim correspondente à sua família. Pronto! Vem ver! Com o móbile finalizado,pendure-o em algum lugar que seja acessível para os bebês verem e tocarem. Verifique se eles se reconhecem nas fotografias e pergunte o nome das pessoas retratadas. Desse modo, eles desenvolverão os objetivos EI01EO04, EI01EF01 e EI01EF06. Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Apresente para os bebês O livro da família e leia o título, o nome do autor e a história com expressividade. Utilize dedoches, palitoches, fantoches ou bonecos na leitura e faça perguntas que desenvolvam nos bebês habilidades de assimilação e compreensão. Durante a leitura, também chame a atenção deles para as dife- renças entre as famílias representadas na história. Ao ouvir a leitura de histórias, prestando atenção às ilustrações, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EF02 e EI01EF03. Após a leitura, deixe que manuseiem o livro, desen- volvendo, assim, o objetivo EI01EF07. O livro das famílias da turma Nesta atividade, os bebês vão produzir um livro sobre a família. Essa ocasião vai abordar a diversidade e as diferentes organizações familiares com base nas famílias dos próprios bebês da turma. Aproveite o momento para ressaltar o respeito às diferenças e valorizar os comportamentos e hábitos de vários tipos de família. Exemplo de móbile da família. T ha m ir es P ar ed es E di to ra P an da B oo ks g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p073a075.indd 73g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p073a075.indd 73 10/3/20 5:38 PM10/3/20 5:38 PM G U I A P N L D Prepare • fotografias da família dos bebês • papel sulfite • cartolina colorida • cola quente • grampo plástico macho e fêmea ou fitilho • furador • enfeites (laços, fitas, adesivos) • cola de várias cores • lápis de cor ou giz de cera • caneta hidrográfica • tesoura de pontas arredondadas Explorando cada momento... Li te ra ci a N um er ac ia M un do na tu ra l e so ci al • Coloque um carrinho em cima de uma cadeira e uma boneca embaixo dela. Brinque com os bebês auxiliando, um por vez, a pegar o objeto e enfatizando onde ele se encontra. Por exemplo, “Vamos pegar o carrinho em cima da cadeira.” e “Vamos pegar a boneca embaixo da cadeira.”. Assim, eles terão a noção da localização espacial. Com essa atividade, eles desenvolvem o objetivo EI01ET04. • Solicite aos responsáveis pelos bebês que enviem fotografias das pessoas que moram com eles, como avós, irmãos e tios. Com as fotografias em mãos, aponte cada uma das pessoas da família perguntando quem é ela. Incentive-os a apontar ou verbalizar a fim de dizerem que se trata de um determinado membro da sua família, desenvolvendo, assim, o objetivo EI01EO06. • Separe dois ursos de pelúcia ou outro objeto macio. Peça a um bebê que coloque um urso de pelúcia em cima de uma cadeira. Na sequência, solicite a outro bebê que coloque o outro urso embaixo dessa cadeira. Para o terceiro bebê, peça que pegue o urso que se encontra em cima da cadeira e o coloque embaixo dela, alternando os comandos. Assim, os bebês desenvolvem o objetivo EI01ET04. • Monte uma cabana com lençóis ou mantas grandes e selecione um livro de literatura que aborde o tema trabalhado durante a semana. Organize os bebês no interior da cabana e explore com eles os elementos que compõem a capa do livro, como título, ilustração, nome do autor e nome da editora. Em seguida, leia a história e deixe-os se expressar em relação a ela, compartilhando suas impressões e desenvolvendo os objetivos EI01EF03 e EI01EF06. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses 74 Com a mão na massa Com antecedência, solicite aos responsáveis pelos bebês que enviem uma fotografia da família e informações a respeito do núcleo familiar, por exemplo, de que maneira ele é organizado, o nome de cada membro, o que mais gostam de fazer quando se reúnem e se possuem algum animal doméstico. Cada página do livro será dedicada à família de um bebê da turma. Cole a fotografia da família na parte superior de uma folha de papel sulfite e escreva abaixo as informações enviadas sobre o núcleo familiar. Em seguida, peça aos bebês que decorem a página com lápis de cor ou giz de cera. Confeccione a capa do livro com cartolina. Peça a ajuda dos bebês para enfeitá-la e escreva o título O livro das famílias da turma. Com o grampo macho e fêmea ou com o fitilho prenda as folhas de papel sulfite e a capa. Ao participar dessa atividade, os bebês desenvolverão os objetivos EI01EO03, EI01EF09 e EI01TS02. Pronto! Vem ver! Organize os bebês em roda e mostre o livro produzido para eles. Folheie-o página a página, apresentando as informações e as características de cada família. Verifique se eles reconhecem sua família e como reagem quando você a menciona. Se julgar perti- nente, pergunte a eles: “Quem são essas pessoas?”; “Onde vocês estavam?”; “Como vocês se sentiram nesse dia?”. Ao realizar essa atividade, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO04, EI01EF01 e EI01EF06. Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Exemplo de livro das famílias da turma. T ha m ir es P ar ed es g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p073a075.indd 74g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p073a075.indd 74 10/3/20 5:38 PM10/3/20 5:38 PM G U I A P N L D SEMANA 24 Inicie as atividades da semana retomando com os bebês o que eles aprenderam e fizeram na semana anterior. Relembre que moramos com nossa família. Conta pra mim! • Corre cotia • Um, dois, feijão com arroz Para cantar e brincar! Prepare • fichas com figuras que simbolizem momentos da rotina familiar do bebê, como refeições, banho, escovação dos dentes, brincadeiras e descanso • corda de varal ou barbante • prendedores de roupas • fita adesiva Se preferir, substitua as fichas com figuras por fotografias dos bebês realizando atividades diárias com os familiares. Para isso, peça aos responsáveis que enviem as fotografias com antecedência. As fotografias podem ser dispostas no tapete para que os bebês identifiquem as ações que fazem parte da rotina familiar. Outra forma de fazer 75 Varal da rotina da família As práticas dessa semana têm como objetivo trabalhar com os bebês a importância de estabelecer uma rotina diária. Organize-os em roda e mostre fichas com exemplos de atividades que fazem parte da rotina familiar, como hora de brincar, almoçar, tomar banho, dormir, entre outros. Solicite que identifiquem cada um dos momentos retratados e pergunte se eles costumam fazer essas atividades diariamente. Depois, peça que citem algumas tarefas que fazem durante o dia. Desse modo, eles estarão desenvolvendo os objetivos EI01EO06 e EI01EF06. Comente que a turma vai confeccionar um varal da rotina, onde vão ser anexadas as atividades que fazem parte do cotidiano familiar. Com a mão na massa Para a construção do varal da rotina familiar, fixe a corda de varal ou o barbante em um local da sala de aula onde a turma possa alcançá-lo. Para os bebês com mais autonomia, peça que o auxiliem a pendurar as figuras da rotina familiar utilizando os prendedores de roupas. Durante a atividade, ao participar e interagir, os bebês desenvolvem o objetivo EI01EO06 e, ao utilizar o prendedor de roupas, o objetivo EI01CG05. Pronto! Vem ver! Depois de finalizar o varal, converse novamente com os bebês sobre cada uma das ações representadas. Aponte cada ficha solicitando que identifiquem o momento retrata- do. Pergunte se costumam realizá-lo pela manhã, à tarde ou à noite. Com isso, estarão desenvolvendo o objetivo EI01EF06. Chocalho da família Em uma atividade lúdica, os bebês vão explorar foto- grafias que remetam a momentos de lazer com a família. Para isso, peça com antecedência aos responsáveis que enviem fotografias que retratem situações de lazer em família, como brincadeiras, viagem, visita a um lugar público etc. Exemplo de varal com figuras de momentos da rotina em família. Bebê explorando chocalhos feitoscom garrafas plásticas. Ilu st ra çõ es : T ha m ir es P ar ed es g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p073a075.indd 75g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p073a075.indd 75 10/3/20 5:38 PM10/3/20 5:38 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... M un do na tu ra l e so ci al • Antecipadamente, peça aos responsáveis pelos bebês que filmem alguma atividade que costumam realizar sempre em família. Monte um cartaz com essas informações e, se possível, separe imagens que contemplem essas ações. Depois, elabore um mural e explore-o com os bebês. N um er ac ia • Brinque com os bebês de contar até 3 mostrando os dedos das mãos e dos pés. • Organize os bebês em roda e deixe ao seu lado as garrafas confeccionadas na atividade com o chocalho das famílias. Conte as garrafas, colocando-as no centro da roda até completar três elementos. • Continue a atividade das garrafas e mostre o número 3 para os bebês, relacionando-o à quantidade que representa. Produza moldes do número 3 em papel-cartão na medida 30 cm x 30 cm e cole texturas diferentes, como algodão, lixa, espuma etc. Inicie a atividade mostrando para os bebês a representação do número e dizendo que se trata do 3. Em seguida, incentive-os a explorar as texturas no traçado desse número. Li te ra ci a • Solicite aos responsáveis dos bebês algumas fotografias com os membros da família. Reúna a turma em um espaço da sala e apresente as fotografias. Incentive os bebês a apontar ou a dizer quem são as pessoas retratadas, como mamãe, papai, irmãos, vovó, vovô etc. Com isso, desenvolve-se o objetivo EI01EF01. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Veja material gráfico para impressão no MPD. 76 Fotografe a atividade realizada pelos bebês e guarde os registros no portfólio de cada um deles. Lembre-se de pedir a autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! Prepare • fotografias de momentos de lazer em família no tamanho 10 cm x 15 cm • garrafas PET de 500 ml • fitas adesivas em cores variadas • pedrinhas Organize os bebês em roda e explore as fotografias levando-os a descrever os momen- tos retratados. Diga os nomes das pessoas fotografadas e observe as reações deles, veri- ficando se manifestam palavras, balbuciam ou gesticulam (apontando para algo ou alguém). Com isso, eles desenvolvem os objetivos EI01EO06, EI01EF01 e EI01EF06. Com a mão na massa Coloque algumas pedrinhas nas garrafas para simular um chocalho. Se possível, peça aos bebês que o auxiliem. Depois, feche bem as garrafas e fixe em cada uma, usando a fita adesiva colorida, a fotografia de uma das famílias. Pronto! Vem ver! Distribua as garrafas por um espaço delimitado da sala de aula. Entre as garrafas, acomode os bebês e deixe que as manipulem, observem, brinquem e se desloquem pelo espaço. Verifique se eles identificam seus familiares e se, ao reconhecê-los, manifestam alguma emoção. Incentive-os também a explorar o som produzido pelas garrafas. Nesta atividade, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO03, EI01EO04, EI01CG01, EI01CG02, EI01TS01 e EI01T04. Os bebês podem levar o chocalho para casa e brincar com os familiares. A brincadeira continua Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as ativi- dades a seguir. Em vez de utilizar fotografias das famílias dos bebês, os chocalhos podem ser decorados com figuras ou adesivos, por exemplo, em formato de coração, para representar o amor da família. Outra forma de fazer g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 76g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 76 10/3/20 5:39 PM10/3/20 5:39 PM G U I A P N L D SEMANA 3 Prepare • cartolina • palitos de picolé • palha • papel crepom marrom • tesoura de pontas arredondadas • cola escolar • caneta hidrográfica Inicie a semana retoman- do os aprendizados ante- riores. Para isso, retome com a turma a rotina diária familiar e fale da importân- cia dos momentos de diver- são em família. Conta pra mim! • Fui morar numa casinha Para cantar e brincar!BELLINGHAUSEN, Ingrid Biesemeyer. Os Três Porquinhos. São Paulo: DCL, 2006. Este livro apresenta para os bebês a história de três porquinhos que construíram, cada um, sua casa com materiais diferentes. Fotografe a realização da atividade e guarde as produções dos bebês no portfólio de cada um. Lembre-se de pedir autorização dos familiares para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! 77 Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Organize os bebês confortavelmente e explique que vão ouvir a história Os três porquinhos. Em seguida, explore com eles os elementos que compõem a capa do livro, como título, ilustração e nome do autor. Permita que os bebês se expressem em relação à capa, interagindo uns com os outros. Leia novamente o título do livro em voz alta e indique com o dedo a direção da leitura. Antes de ler a história, contextualize-a, expli- cando que se trata de três porquinhos e esclarecendo o tipo de material que cada um deles usou para construir a própria casa. Se possível, apresente alguns exemplos desses materiais e utilize dedoches, palitoches, fanto- ches ou bonecos para apresentar as personagens. Durante a leitura, aproveite também para explorar os números 1 a 3. Ao ouvir a leitura de histórias com interesse, pres- tando atenção nas ilustrações e na direção da leitura e respondendo aos questionamentos, os bebês desen- volvem os objetivos EI01EF03, EI01EF04 e EI01EF07. Por fim, permita que eles manuseiem o livro a fim de desenvolver o objetivo EI01EF07. As casas dos três porquinhos Nesta atividade, os bebês vão completar figuras das casas dos três porquinhos. Antes, porém, retome a história com eles destacando o tipo de material de cada uma das casas. Com a mão na massa Em uma cartolina, faça o desenho de três casas para que os bebês colem os elementos que repre- sentam o material de cada uma delas (palitos de picolé, palha e pedaços de papel crepom marrom). Mostre o desenho das casas e explique que eles vão ajudar a completá-las, ou seja, vão “construir” as casas dos três porquinhos. Coloque a cartolina no chão e convide um bebê por vez para realizar a atividade. Entregue primeiro um palito de picolé, deixando-o explorar a textura do material. Em seguida, auxilie-o a realizar a colagem. Repita esse procedimento com os demais mate- riais (a palha e o papel crepom marrom). Atente-se para que nenhum deles leve esses itens à boca. Durante a atividade, faça comentários remetendo esses elementos aos materiais que os porquinhos usaram na história. Finalize a atividade assim que todos os bebês tiverem participado. Pronto! Vem ver! Ao final da atividade permita que os bebês explorem mais uma vez as texturas dos mate- riais utilizados, desenvolvendo, assim, os objetivos EI01ET01 e EI01ET03. Fixe a produção no mural da escola à altura dos bebês, intitulando-o de As casas dos três porquinhos. Representação da casa dos três porquinhos. Ligados e conectados! Pesquise na internet a música A casa, de Vinicius de Moraes, e coloque-a para os bebês ouvirem e dançarem. S ab ri na E ra s E di to ra D C L g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 77g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 77 10/3/20 5:39 PM10/3/20 5:39 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... N um er ac ia • Monte duas torres, uma com várias peças de encaixe e outra com poucas. Mostre-as para os bebês e leve-os a observar que uma torre é maior e a outra é menor. Incentive-os a explorar as peças de encaixe, para desenvolver o objetivo EI01ET05. • Separe uma figura geométrica de quadrado e uma de triângulo. Em seguida, conte com os bebês a quantidade de peças, verbalizando e indicando com os dedos. Na sequência, demonstre com essas duas peças a representação de uma casa (com o triângulo em cima do quadrado). Disponibilize peças e incentive-osa construir uma casa como a que você montou. • Com antecedência, providencie imagens de animais e diferentes casas, como as representadas no poema A casa e o seu dono, de Elias José. Organize um ambiente bem confortável e declame o poema para os bebês com entonação adequada, enfatizando as rimas do texto. Interaja com eles e explore a oralidade, desenvolvendo, assim, o objetivo EI01EF02. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses M un do n at ur al e so ci al • Reúna os bebês e cante para eles a cantiga Fui morar numa casinha. Ao cantar a cantiga, faça gestos e movimentos para acompanhar a música, de modo que todos participem, desenvolvendo, assim, o objetivo EI01CG03. Em seguida, mostre para os bebês algumas imagens de moradias e explique um pouco sobre cada uma delas (casa ou prédio, construção de madeira ou de tijolos, cor da casa, entre outras características). • Selecione imagens de diferentes moradias, como iglu, oca, pau a pique, alvenaria etc. Inicie a atividade apresentando as imagens e dizendo qual é o principal material das casas. Monte um mural com as imagens e exponha-o em um local acessível para os bebês. Sempre que possível, retome as imagens e as informações sobre essas casas. Li te ra ci a 78 Prepare • caixas grandes de papelão • tesoura de pontas arredondadas • fita adesiva ou fita-crepe Casa de papelão As ações propostas nesta atividade visam desenvolver nos bebês as habilidades físi- cas, motoras, afetivas e cognitivas, além de promover momentos de descontração e brin- cadeiras coletivas. Para isso, eles vão explorar uma casa de papelão, com a qual poderão brincar e se locomover, interagindo uns com os outros para potencializar o convívio social, conforme os objetivos EI01EO01, EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06 e EI01ET03. Com a mão na massa Providencie uma caixa de papelão grande e reforce todas as laterais com fita adesiva ou fita-crepe. Em seguida, corte com a tesoura a parte superior e a inferior para possibilitar a entrada e a saída dos bebês. Organize um espaço da sala para dispor as caixas. Pronto! Vem ver! Com as casas de papelão prontas, incentive os bebês a explorá-las brincando de faz de conta, como se estivessem entrando e saindo de uma casinha. Se necessário, demonstre como eles devem fazer. Envolva os bebês em brincadeiras, como esconde-esconde, toc-toc, contação de histó- rias, brincar de dormir etc. Ao explorar o material e o espaço, abrindo e fechando as laterais da caixa, colocando objetos dentro e fora dela e fazendo-os interagir, eles desenvolverão os objetivos EI01EO02, EI01EO06, EI01CG02, EI01ET03 e EI01ET04. Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Para ampliar a atividade, os bebês podem utilizar tinta guache de várias cores, giz de cera, entre outros materiais, para enfeitar a casa de papelão. Também é possível confeccionar pequenos móveis e objetos da casa com papelão e outros materiais recicláveis para serem utilizados na brincadeira. A brincadeira continua g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 78g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p076a078.indd 78 10/3/20 5:39 PM10/3/20 5:39 PM G U I A P N L D SEMANA 4O que falta aqui? Inicie este momento cantando com os bebês a música Nossa casa, sugerida no boxe Ligados e conectados!, ou outra canção infantil que cite elementos e objetos de uma casa. Reproduza a música quantas vezes forem necessárias e incentive os bebês a dançar conforme a melodia, desenvolvendo os objetivos EI01EO06, EI01CG02 e EI01TS03. Com a mão na massa Com a mão na massa Pronto! Vem ver! Você pode confeccionar, com materiais recicláveis, uma maquete de uma casa e trabalhar com a turma o nome dos cômodos e seus respectivos objetos. Outra forma de fazer Inicie a brincadeira explicando aos bebês que em nossa casa há vários espaços, e um deles é o quarto. Diga que nele nós descan- samos ao deitar em uma cama aconchegante. 79 Prepare Prepare Ligados e conectados! Pesquise na internet a música Nossa casa, do Mundo Bita, e coloque-a para os bebês ouvirem e dançarem. • A dona aranha • Borboletinha tá na cozinha • A janelinha • imagens de objetos comuns nos cômodos de uma casa • canetas hidrográficas de várias cores • cartolina branca • cola escolar • tesoura de pontas arredondadas • fita adesiva ou fita-crepe • almofadas • colchonetes • cobertores • utensílios variados de cozinha, de plástico ou madeira • uma mesa e cadeiras com tamanho adequado para os bebês Para cantar e brincar! Inicie a semana retomando as aprendizagens anteriores. Questione os bebês, por exemplo, sobre sua casa e seus familiares, as atividades que realizam em família e os tipos de moradia. Conta pra mim! Com a caneta hidrográfica, faça o traçado de uma casa na cartolina, com quatro divi- sões para simbolizar os cômodos de uma residência. Organize os bebês em roda e mostre-lhes o desenho. Nomeie as partes da casa explican- do que são a sala, o quarto, a cozinha e o banheiro. Apresente também as imagens dos objetos da casa, previamente recortadas, e nomeie cada uma delas. Em seguida, cante a música com eles nova- mente e, conforme forem mencionando algum objeto dos cômodos da casa, mostre as imagens corres pondentes. Depois, peça-lhes que colem, com seu auxílio, as imagens de acordo com o cômodo. Com isso, os bebês desenvolvem o objetivo EI01CG05. Ao finalizar a colagem dos objetos, mostre para os bebês como a casa ficou e cite o nome de cada objeto e seu respectivo cômodo. Acrescente no cartaz o título da atividade: A casa da nossa turma. Fixe o cartaz em um lugar acessível para os bebês e, sempre que possível, explore com eles tanto o nome dos objetos quanto o nome dos cômodos. Em cena! Encena! Defina dois espaços distintos da sala de aula, um para representar a cozinha e outro para representar o quarto. Disponibilize neles os objetos referentes aos respectivos cômodos. Exemplo de desenho de casa com imagens dos cômodos. Bebês e professora encenando ações feitas em casa. Veja material gráfico para impressão no MPD. Ilu st ra çõ es : T ha m ir es P ar ed es g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p079a081.indd 79g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p079a081.indd 79 10/3/20 5:40 PM10/3/20 5:40 PM G U I A P N L D Demonstre essa ação deitando-se no colchonete. Em seguida, deixe-os brincar, encenando o que fazem no quarto deles, como dormir, brincar e guardar os brinquedos. Em seguida, apresente o espaço que representa a cozinha e explique que nesse cômodo preparamos nossa alimentação. Dessa forma, demonstre o uso dos utensílios e simule que está preparando algo em uma panela. Depois, incentive-os a também encenar situações familiares referentes a esse cômodo, como cozinhar, lavar louça e sentar-se à mesa para as refeições. Com essas atividades, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO06, EI01CG02, EI01CG03, EI01ET03 e EI01ET04. Se preferir, ofereça nesse momento alguns brinquedos, como fogões, geladeiras, bonecos, berços etc., pois auxiliarão na imaginação e na criatividade dos bebês. Outra forma de fazer Vou guardar para te mostrar! Fotografe a realização da atividade e guarde os registros no portfólio de cada bebê. Lembre-se de pedir a autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desen- volva as atividades a seguir. Explorando cada momento... Li te ra ci a Li te ra ci a N um er ac ia • Faça a leitura de um livro no tema casa para os bebês, desenvolvendo o objetivo EI01EF08. Lembre-se de mostrar a eles as palavras que está lendo, para que percebam a ordem de leitura, e faça pausas para que eles vejam as ilustrações. • Disponibilize aos bebês alguns livros com o tema casa e deixe-os manuseá-los e identificar nas ilustrações os respectivos elementos, desenvolvendo, assim, os objetivosEI01EF04 e EI01EF09. • Recorte um molde de uma casa grande em papel kraft e fixe-o no chão com fita adesiva. Em seguida, distribua giz de cera para os bebês colorirem a casa, desenvolvendo o objetivo EI01EF09. Para finalizar, fixe o trabalho no mural da sala à altura dos bebês. • Separe peças grandes de montar nas cores azul, vermelho e amarelo. Mostre as peças para os bebês e nomeie cada uma delas. Em seguida, fixe no chão, com fita adesiva, alguns pedaços de TNT nas mesmas cores. Depois, auxilie os bebês a separar as peças em cima do tecido de acordo com a cor, desenvolvendo o objetivo EI01ET05. Por fim, deixe quantidades diferentes da peça em cima dos TNTs (de 1 a 3), por exemplo, uma peça de cor azul, duas vermelhas e três amarelas. Faça a contagem das peças com os bebês. M un do n at ur al e so ci al • Organize os bebês em roda e disponibilize utensílios domésticos, como panelas, tampas, colheres, bacias, entre outros. Diga o nome de cada um desses objetos, depois permita que os bebês os explorem produzindo sons. Mostre a eles algumas ações para que possam imitar, como bater uma colher em uma tampa. Dessa forma, desenvolvem-se os objetivos EI01TS01 e EI01CG03. • Providencie vassouras, rodos (do tamanho adequado para os bebês), panos e baldes e incentive os bebês a manuseá-los. Simule com eles algumas atividades domésticas, como varrer a casa, limpar o chão e os objetos com os panos etc. Assim, desenvolve-se o objetivo EI01CG02. Comente que é importante cuidar do ambiente em que vivemos, deixando-o limpo e arrumado. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses 80 g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p079a081.indd 80g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p079a081.indd 80 10/3/20 5:40 PM10/3/20 5:40 PM G U I A P N L D VOU CONTAR O QUE APRENDI Para finalizar as atividades do itinerário e avaliar o aprendizado dos bebês, realize as atividades propostas a seguir. 81 Momentos em família Nesta atividade, os bebês vão participar de um momento de contação de história com seus familiares. Para isso, convide os responsáveis pelos bebês para comparecerem à escola em uma data agendada. Prepare Com a mão na massa Com lençóis ou outro tipo de tecido, monte uma cabana para receber os familiares. Organize o espaço com almofadas, colchonetes e tapetes. Disponibilize vários livros de literatura infantil nesse lugar e oriente os familiares a selecionar alguns deles para ler com seus filhos. Disponibilize também recursos que auxiliem na contação de histórias, como fantoches e dedoches. Participe também desse momento auxiliando os pais no que for necessário. Nesta atividade, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EF03, EI01EF04, EI01EF07 e EI01EF08. Depois dessa interação, convide os familiares a apresentar um dos livros lidos para as demais famílias, a fim de contextualizar a história e compartilhar suas impressões. Foto- grafe a atividade desse dia e, com a ajuda dos bebês, confeccionem um painel com as fotografias. Pronto! Vem ver! • lençóis ou tecidos leves • barbante • almofadas • colchões • tapetes • livros de literatura infantil • recursos para contação de histórias, como fantoches e dedoches • cartolinas • canetas hidrográficas • lápis de cor • giz de cera Família fazendo a leitura de um livro infantil. Em um segundo momento, disponibilize aos familiares kits com cartolina, canetas hidrográficas, giz de cera e lápis de cor. Oriente-os a escolher um espaço para se senta- rem com os bebês no chão da sala de aula. Juntos, eles deverão desenhar a casa em que moram. Oriente-os a conversar com os bebês durante esta atividade, fazendo comentá- rios, como: “Vamos desenhar a nossa casa. De que cor é a nossa casa?”; “A nossa casa tem portas?”; “Nossa casa tem janelas?”. Para os bebês menores, oriente os familiares a desenhar fazendo afirmações, como: “Vamos desenhar a nossa casa.”; “Ela é azul.”; “Vamos pintar nossa casa de azul.”; entre outras possibilidades. Ao final, permita que os familiares levem a atividade para casa a fim de expô-la em um lugar visível para os bebês. T ha m ir es P ar ed es g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p079a081.indd 81g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_3_p079a081.indd 81 10/3/20 5:40 PM10/3/20 5:40 PM G U I A P N L D 1 Prepare • brinquedo • tecido ou lençol • fotografia do brinquedo • A cobra • Tomatinho vermelho Para cantar e brincar! Com a mão na massa Prepare • recipientes higienizados • tomates-cereja maduros higienizados • papel kraft • cartolina branca • rolinho de espuma para pintura • tesoura de pontas arredondadas • papel crepom verde • caneta hidrográfica Com a mão na massa SEMANA SEMANA1 ITINERÁRIO 82 BRINCAR É BOM DEMAIS!4 Caça ao brinquedo Nesta semana, os bebês vão explorar o mundo à sua volta por meio de uma caça ao brinquedo e uma experiência com tomate-cereja. Ao brincar, os bebês adquirem e desenvolvem muitas habilidades, pois, além de vivenciarem momentos de interação, a criatividade, sensibilidade e comunicação são estimuladas de forma divertida e natural. Antes de iniciar a atividade, como forma de aqueci- mento e brincadeira, cante com os bebês algumas cantigas, fazendo gestos e movimentos de acordo com a letra e o ritmo, estimulando-os a imitar você e a interagir entre eles, desenvolvendo os objetivos EI01EO02, EI01EO05, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG03, EI01TS03 e EI01EF05. Com antecedência, em um espaço da sala, esconda um brinquedo colocando o tecido ou o lençol sobre ele. Reúna os bebês e explique que vocês vão brincar de encontrar o brinquedo. Conte aos bebês como é esse brinquedo escondido, e, se tiver uma fotogra- fia, mostre-a para eles. Depois de explicar a brincadeira, incentive-os a procurar o brinquedo pela sala para que se movimentem pelo espaço. Quando um dos bebês encontrar o brinquedo, bata palmas e comemore, demonstrando alegria com a descoberta. Peça aos bebês que fechem os olhos para o brinquedo ser escondido mais uma vez. Você pode ter a ajuda do bebê que achou o brinquedo na primeira rodada. Brinquem enquanto você perceber que eles estão se divertindo e demonstrando interesse. Com esta atividade, eles desenvolvem os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02 e EI01ET04. Cantar, encantar e brincar: é só começar! Nesta atividade, os bebês serão convidados a explorar e descobrir diferentes sensações ao brincar com os tomatinhos. Com antecedência, pergunte aos familiares se os bebês podem manipular e provar os tomates. Reúna-os em uma roda na sala e inicie a brincadeira cantando a música Tomatinho vermelho. Faça gestos e movimentos de acordo com a letra e o ritmo, estimu- lando-os a imitá-lo e a interagir entre eles, desenvolven- do os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO05, EI01EO06, EI01ET06, EI01CG01, EI01CG02, EI01CG03, EI01TS01, EI01TS03, EI01EF02 e EI01EF05. Bebês e professora brincando de caça ao brinquedo. Organize grupos com três ou quatro bebês cada. Eles precisam estar com as mãos limpas. Cubra o chão onde os grupos vão ficar com papel kraft. Distribua para cada grupo um recipiente com pelo menos um tomate-cereja higienizado para cada participante. Explique aos bebês que eles devem fazer o mesmo que o caminhão da cantiga fez: esma- gar os tomates. Deixe-os explorar os tomatinhos apertando, amassando, esfregando-os no papel, cheirando e experimentando, depois explique que os tomatinhos têm a cor vermelha. Dessa forma, serão desenvolvidos os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG05, EI01ET01 e EI01ET03. Trabalhe relações de causa e efeito Bebês brincando e fazendo descobertas com tomatinhos. Ilu st ra çõ es : Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 82g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 82 10/3/20 5:40 PM10/3/20 5:40 PM G U I A P N L D Pronto! Vem ver! Para registrar a atividade, fotografe os bebês durante algumas etapas e guarde as fotografiasno portfólio. Lembre-se de pedir a autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! Explorando cada momento... M un do n at ur al e so ci al Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Li te ra ci a • Separe quatro livros que os bebês possam manusear. Disponha-os em um espaço na sala e incentive os bebês a folheá-los, apreciar as imagens e compartilhá-los com os colegas, desenvolvendo os objetivos EI01CG05 e EI01EF07. Aproveite para contar em voz alta a quantidade de livros. • Em uma folha de papel sulfite, cole barbante formando duas linhas retas e entregue aos bebês para que brinquem de passar o dedo, percorrendo o traçado. Isso desenvolve o objetivo EI01CG05. • Em uma folha de papel sulfite, cole barbante formando duas linhas onduladas e entregue aos bebês para brincarem de passar o dedo, percorrendo o traçado. Isso desenvolve o objetivo EI01CG05. N um er ac ia • Brinque com os bebês com jogos de encaixe, explorando diferentes possibilidades, como encaixar as peças, agrupá-las por cor e por formato, entre outras que julgar possíveis, desenvolvendo assim os objetivos EI01CG02, EI01CG05, EI01ET01, EI01ET04 e EI01ET05. • Deixe alguns brinquedos fora de uma caixa e brinque com os bebês de guardá-los dentro da caixa, desenvolvendo os objetivos EI01CG05 e EI01ET02. Repita as palavras dentro e fora durante o processo para que os bebês associem os conceitos. • Separe vários brinquedos e organize-os em dois grupos: um com uma quantidade maior de brinquedos e outro com uma quantidade menor, sendo a diferença entre eles bem explícita. Faça uma demonstração para os bebês: com uma mão pegue uma quantidade grande de palitos e, com a outra, pegue poucos palitos. Depois, fale “muitos palitos”, mostrando a mão que contém muitos palitos, e “poucos palitos”, mostrando a mão com os poucos palitos. Em seguida, aponte para os brinquedos e questione onde há muitos brinquedos e onde há poucos. Incentive os bebês a apontar ou verbalizar, desenvolvendo o objetivo EI01ET05. • Separe com antecedência papel celofane colorido em tamanhos diferenciados. Reúna os bebês em um espaço na sala e demonstre que eles podem ver o mundo colorido através desses papéis. Em seguida, deixe-os explorar o material para aguçar os sentidos e desenvolver os objetivos EI01TS01 e EI01ET01. • Com a ajuda dos bebês, plante as sementes extraídas dos tomates espremidos, na segunda atividade, em copinhos de café. Deixe que eles peguem a terra para sentir a textura (não permita que coloquem as mãos na boca). Depois, oriente-os a colocá-la no copinho e, em seguida, dispor as sementes sobre a terra. Feito isso, auxilie-os a regar. Essas ações desenvolvem os objetivos EI01CG05, EI01ET01 e EI01ET03. 83 mostrando um tomate inteiro e depois ele amassado, bem como as marcas nos tomates ao espremê-los para fazer suco. Isso desenvolve o objetivo EI01ET02. Coloque uma cartolina branca no centro de cada grupo e peça aos bebês que passem o rolinho de espuma ou as mãos no suco de tomate, a fim de pintar a cartolina, desenvol- vendo assim os objetivos EI01CG05, EI01TS02 e EI01EF09. Depois, recorte as pinturas em formato de tomates e cole tiras de papel crepom verde para representar os galhos. Monte um mural na sala com a participação dos bebês para colar os moldes de tomates em um papel kraft. Escreva a letra da cantiga e um título para o mural e deixe exposto na altura dos bebês para apreciarem sua produção. Convide as famílias para prestigiarem o trabalho deles. Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Veja material gráfico para impressão no MPD. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 83g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 83 10/3/20 5:40 PM10/3/20 5:40 PM G U I A P N L D SEMANA 2 Inicie as atividades da semana relembrando com os bebês o que fizeram na semana anterior: brinquem de caça ao brinquedo e cantem a cantiga Tomatinho vermelho. Conta pra mim! • De abóbora faz melão Para cantar e brincar! Prepare • cadeiras de alimentação • pratos de plástico • abóbora cozida e cortada em pedaços pequenos • melão cortado em pedaços pequenos • melancia cortada em pedaços pequenos, sem sementes • imagens de abóbora, de melão e de melancia inteiros Registre fotografias de toda a atividade para compor o portfólio. Lembre-se de pedir autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! Com a mão na massa Com a mão na massa Prepare • água colorida • garrafas PET de 290 ml com tampa e higienizadas • fita adesiva colorida • tesoura de pontas arredondadas • aparelho de som e músicas infantis 84 Cantar, encantar e brincar: é só começar! Nesta semana, os bebês vão explorar diferentes sensações ao provar diversos sabores e produzir sons com um chocalho. Com antecedência, pergunte aos familiares se os bebês podem manipular e provar abóbora, melão e melancia. Antecipadamente, corte os alimentos em peda- ços pequenos e coloque, em pratos ou reci- pientes individuais, alguns pedaços de abóbora cozida, de melão e de melancia. Antes de começar a atividade, organize um espaço na sala de aula com cadeiras de alimentação. Reúna os bebês em roda e cante com eles a cantiga De abóbora faz melão. Cante com expressividade e, a cada verso, mostre a imagem do alimento menciona - do. Cante lentamente e depois acelere o ritmo, até alcançar o ritmo da cantiga original. Incentive os bebês a imitá-lo e a interagir entre eles. Esta atividade desenvolve os obje- tivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO05, EI01EO06, EI01ET06, EI01CG01, EI01CG02, EI01CG03, EI01TS01, EI01TS03, EI01EF02 e EI01EF05. Com os bebês sentados nas cadeiras de alimentação, mostre a imagem de um dos alimentos, diga o nome dele e disponha os pratos ao alcance de cada um. Incentive-os a experimentar e auxilie-os se for preciso, mas, se algum bebê se recusar, não há proble- ma. Deixe que explorem o alimento como quiserem, sentindo o cheiro, a textura, o sabor e observando as cores. Repita da mesma maneira com os demais alimentos e entre um e outro ofereça água para os bebês. Mostre novamente a imagem dos alimentos inteiros e em seguida os alimentos cortados, explicando que se trata do mesmo alimento, mas em formatos diferentes: antes e depois do corte. Estas atividades desenvolvem os objetivos EI01EO03, EI01EO05, EI01EO06, EI01CG05, EI01EF06, EI01ET01 e EI01ET02. Meu chocalho Nesta atividade, os bebês serão convidados a explorar diferentes sons e movimentos usando chocalhos que vocês confeccionarão juntos. Professora mostrando a imagem de uma melancia aos bebês. Inicie mostrando para os bebês um chocalho já pronto. Organize-os em pequenos grupos e distribua uma garrafa PET, sem a tampa, para cada um. Deixe-os explorar o objeto, desenvolvendo o objetivo EI01ET01. Em seguida, ajude um a um a colocar a água colorida dentro da garrafa. Solicite ajuda a outro professor, se for possível. Estas atividades desenvolvem os objetivos Chocalho feito com garrafa PET. EI01EO02, EI01EO03, EI01EO05, EI01EO06, EI01CG05, EI01ET03 e EI01ET04. Para finalizar, tampe a garrafa e passe a fita adesiva para lacrar bem. Se preferir, amar- re fitas coloridas ao redor dela para enfeitar. Ja na in a O liv ei ra /A S C Im ag en s Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 84g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 84 10/3/20 5:40 PM10/3/20 5:40 PM G U I A P N L D Pronto! Vem ver! Explorando cada momento... N um er ac ia M un do na tu ra l e so ci al Li te ra ci a • Com antecedência, providencie uma bola amarela e uma bola azul. Leia para os bebês o poema Jogo de bola, de Cecília Meireles, e enfatize as rimas. Na declamação do poema, use as bolas. Esta atividade desenvolve os objetivos EI01EF02 e EI01EF08. • Faça rimas com a palavra melão, usandopalavras como mamão, limão, pão e violão. Compare a palavra melão com as demais e, ao pronunciar a rima, use o chocalho. Convide os bebês a repetir usando os chocalhos. Se for possível, providencie as imagens para que as relacionem com as palavras. Assim, desenvolverão os objetivos EI01EO02, EI01CG03, EI01TS01 e EI01TS03. Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses • Em folhas de papel sulfite, cole barbante formando duas linhas onduladas e entregue aos bebês para brincarem de passar o dedo, percorrendo o traçado a fim de desenvolver o objetivo EI01CG05. • Em folhas de papel sulfite, cole barbante formando duas linhas em zigue-zague e entregue aos bebês para brincarem de passar o dedo, percorrendo o traçado a fim de desenvolver o objetivo EI01CG05. • Prepare uma caixa grande com uma abertura na parte superior para que os bebês possam colocar e tirar a mão. Dentro da caixa, coloque brinquedos diversificados. Em seguida, brinque com os bebês, um de cada vez, de pegar quatro brinquedos. Conte com eles um a um, mostrando com os dedos e verbalizando a quantidade. Esta atividade desenvolve os objetivos EI01CG05 e EI01ET02. • Providencie dois sacos plásticos transparentes. Coloque quatro lápis de cor em um deles diante dos bebês, contando oralmente e apontando a quantidade com os dedos, trabalhando assim os números 1 a 4. No outro saco plástico, coloque vários lápis de cor. Depois, mostre os dois sacos, lado a lado, dizendo “aqui tem poucos lápis” e “aqui tem muitos lápis”. • Solicite às famílias que enviem um brinquedo preferido dos bebês, exceto eletrônicos, em um dia combinado. Organize um espaço na sala para que os bebês demonstrem seus brinquedos e brinquem juntos, a fim de vivenciarem diferentes situações de interação e desenvolverem os objetivos EI01EO01, EI01EO03, EI01EO06 e EI01CG05. 85 Com os chocalhos prontos, é hora de brincar. Deixe os bebês explorarem o brinquedo como quiserem. Depois, providencie algumas músicas para incentivá-los a agitar o chocalho enquanto dançam ao ritmo delas. Estas atividades desenvolvem os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO05, EI01CG01, EI01CG02, EI01CG05, EI01TS01, EI01EF07 e EI01TS03. Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Para explorar o tema brinquedo, leia para os bebês o conto Pinóquio. Para esse momento, organize-os em semicírculo, acomodados em almofadas e tapetes emborrachados. Mostre a eles a capa do livro e leia-o expressivamente, fazendo pausas para que vejam as ilustrações. Faça gestos e use uma entonação adequada à história, aguçando a curiosidade e o interesse deles. Depois da leitura, converse sobre a mentira de Pinóquio. Deixe que os bebês manipu- lem o livro, observando as imagens, o texto, as cores e outros aspectos visuais. Estimule-os a reconhecer essas características e peça que identifiquem o Pinóquio. Com esta atividade, eles desenvolvem os objetivos EI01EO04, EI01EO06, EI01CG05, EI01EF03, EI01EF04, EI01EF07, EI01EF08 e EI01EF09. Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 85g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p082a085.indd 85 10/3/20 5:41 PM10/3/20 5:41 PM G U I A P N L D SEMANA 3 86 Inicie as atividades da semana relembrando com os bebês o que fizeram na semana anterior: brinquem com o chocalho e retome a história do Pinóquio. Conta pra mim! Prepare Prepare • caixa de leite, de fósforos, de sapatos e caixas de papelão em formato e tamanho diferentes • caixa com brinquedos diversos: bonecas, carrinhos etc. • cartolinas brancas • fita adesiva • velas brancas • tinta feita com gelatina de diversas cores • recipientes para colocar as tintas • rolos de espuma para pintura Em cena! Encena! Nesta semana, os bebês se divertirão com caixas e com tinta feita de gelatina, explo- rando o mundo ao seu redor e fazendo descobertas. Com a mão na massa Organize um espaço na sala e disponha o material ao alcance dos bebês. Incentive-os a explorar todos os materiais e a entrar nas caixas maiores para imaginar que estão em um veículo. Estimule a oralidade e simule o som dos meios de transporte, como as onomato- peias “bi-bi” e “brum-brum”. Incentive os bebês a empilhar, empurrar, enfileirar, desenhar nas caixas, entre outras ações. Disponibilize a caixa de brinquedos e mostre algumas ações, como colocar bonecas para dormir em caixas menores, representando camas/ berços, colocar carrinhos em caixas, representando a garagem, entre outras explorações. Entrou por uma porta, saiu por outra... Leia para os bebês resumidamente a história do livro a seguir. Trata-se da história de um homem que não sabia como dizer ao seu filho que o amava, por isso fazia invenções com caixas para o filho brincar. • KING, Stephen Michael. O homem que amava caixas. Trad. Gilda de Aquino. São Paulo: Brinque-Book, 1997. Bebê brincando em um carro feito de caixa de papelão. Durante essas brincadeiras, os bebês interagem uns com os outros, compartilhando, explorando e disputando objetos e estimulando a imaginação. Fique atento às diversas situações, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO02, EI01EO03, EI01EO04, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG03, EI01CG05, EI01TS01, EI01EF06, EI01ET02 e EI01ET04. Mostre aos bebês as caixas de fósforos, de leite e de sapatos. Explique que todas são caixas, apesar de terem tamanhos diferentes. Pegue a caixa de sapatos e a caixa de leite e diga: “Esta caixa é maior do que esta.”. Pegue a caixa de fósforos e a caixa de leite e diga: “Esta caixa é menor do que esta.”. Depois, deixe que os bebês manipulem as caixas explo- rando essas características. Estas atividades desenvolvem o objetivo EI01ET05. Bebês brincando com tinta feita com gelatina. Com a mão na massa No chão da sala, fixe cartolinas brancas com fita adesiva, em quantidade suficiente para que os bebês brinquem em duplas ou trios. Organize-os em volta das cartolinas e distribua uma vela branca para cada um deles. Estimu- le-os e auxilie-os a fazer rabiscos na cartolina com a vela. Para obter um melhor resultado, reforce os rabiscos depois. Mostre para os bebês que a cartolina está branca. Feito isso, Tinta mágica Com antecedência, faça a tinta usando gelatina de cores variadas. Para isso, é necessá- rio preparar as gelatinas separadamente e, depois, adicionar um pouco de água fervente até obter uma consistência cremosa e deixar esfriar. S or ap op U do m sr i/ S hu tt er st oc k. co m Jo rg e Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 86g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 86 10/3/20 5:41 PM10/3/20 5:41 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... Li te ra ci a Li te ra ci a N um er ac ia M un do n at ur al e so ci al Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses • Providencie gelatinas de sabores variados e recipientes com um pouco de água. Inicie apresentando para os bebês os ingredientes da receita e explique que vocês farão juntos uma tinta de gelatina para colorir. Despeje a gelatina em um pouco de água e mexa. Faça isso com cores variadas da gelatina. Em seguida, deixe os bebês explorarem a tinta, pintando com as mãos em um papel kraft ou no próprio corpo. A atividade auxilia no desenvolvimento dos objetivos EI01EO02, EI01EO06, EI01TS02, EI01EF08, EI01ET01 e EI01ET02. • Monte uma pista com obstáculos (almofadas, rolos de espuma, pneus encapados, cadeira, colchonete). Inicie a brincadeira fazendo uma demonstração, passando por cima das almofadas e dos rolos de espuma, entrando e saindo dos pneus encapados, passando por baixo da cadeira, rolando pelo colchonete, entre outros movimentos. Auxilie os bebês, um a um, a fazer o mesmo percurso, desenvolvendo os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EG02 e EI01ET03. • Providencie três caixas de tamanhos diferentes, de maneira que uma caiba na outra. Mostre a caixa maior e destaqueessa característica. Diga que dentro dela há uma surpresa, e então, tire a segunda caixa. Depois, mostre que a caixa é menor e que há também outra dentro dela. Deixe que os bebês manipulem as caixas e estimule-os a imitar o que você fez. Esta atividade auxilia no desenvolvimento dos objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01CG02, EI01CG05, EI01ET02 e EI01ET05. • Providencie duas bonecas ou dois carrinhos com tamanhos evidentemente diferentes, de modo que um brinquedo seja maior que o outro. Providencie também uma caixa grande onde caiba o brinquedo maior, e uma caixa pequena onde caiba o brinquedo menor. Faça uma demonstração para os bebês: guarde a boneca ou o carrinho maior na caixa maior e a boneca ou o carrinho menor na caixa menor. Enquanto guarda os brinquedos, verbalize que está guardando o maior na caixa maior e o menor na caixa menor. Depois, estimule os bebês a fazer o mesmo, guardando os brinquedos nas caixas ou apontando para você guardar. Esta atividade auxilia no desenvolvimento dos objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01CG02, EI01CG05, EI01ET02 e EI01ET05. Fotografe os bebês em diferentes etapas da atividade. Depois, guarde as fotografias no portfólio. Lembre-se de pedir autorização dos responsáveis para fotografar os bebês. Vou guardar para te mostrar! 87 passe a tinta de gelatina com o rolinho de espuma em uma parte dela, revelando os rabis- cos que não podiam ser vistos. Mostre outra cartolina branca com os rabiscos “invisíveis” da vela e outra com os rabiscos revelados com a tinta, chamando a atenção dos bebês para o antes e o depois da “mágica”. Depois, distribua as tintas de gelatina e os rolinhos de espuma e estimule os bebês a pintar a cartolina, usando as mãos, os rolinhos de espuma e as tintas, a fim de revelarem também os rabiscos feitos com a vela. Por fim, deixe o trabalho secar e fixe as pinturas no mural da sala na altura dos bebês, para que eles possam apreciar sua produção. Estas atividades desenvolvem os objetivos EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05, EI01TS02, EI01EF09, EI01ET02 e EI01ET03. Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 87g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 87 10/3/20 5:41 PM10/3/20 5:41 PM G U I A P N L D SEMANA 4 88 Inicie as atividades da semana relembrando com os bebês o que fizeram na semana anterior. Por exemplo, brinquem com caixas de diferentes tamanhos e façam pinturas com tinta de gelatina e vela. Conta pra mim! • Peixe vivo • Caranguejo não é peixe Para cantar e brincar! Prepare • bacia ou recipiente grande • água • tampas coloridas de garrafas PET • peneiras de cozinha • uma caixa para cada cor de tampa Bebês brincando de pescaria com peneiras. Pescaria Nesta semana, os bebês vão participar de uma divertida pescaria e imaginar uma aventura ao passar por um circuito de obstáculos. Com a mão na massa Organize um espaço na sala para colocar um recipiente grande, com água até a altura de um palmo abaixo da borda, aproximadamente. Feito isso, com a participação dos bebês, jogue as tampas de garrafa na água. Explique a eles que a brincadeira consiste em pescar as tampas, uma a uma, usando uma peneira. Chame, pelo nome, dois ou três bebês de cada vez para brincar. Esta atividade desenvolve os objetivos EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05 e EI01EF01. Enquanto os bebês brincam de pescar, você pode cantar as cantigas sugeridas no boxe Para cantar e brincar! ou reproduzi-las em um aparelho de som. Brinquem de pescar até todos os bebês participarem ou enquanto eles tiverem interes- se. Depois, reúna-os em roda e coloque no centro dela todas as tampas e as caixas. Comece a guardar as tampas nas caixas, separando-as por cor. Após a demonstração, estimule os bebês a fazer o mesmo para desenvolverem os objetivos EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01CG05, EI01ET01, EI01ET02, EI01ET04 e EI01ET05. É hora de aventura Com antecedência, peça aos familiares que, no dia combinado, enviem para a escola um bichinho de pelúcia dos bebês. A atividade consiste em fazer os bebês usarem a imaginação e movimentar o corpo. Produza um roteiro criativo para a atividade, a fim de conduzir a imaginação deles, por exemplo: peça que imaginem que estão em uma flores- ta e atravessarão riachos, subirão em árvores e salvarão animais. Dê os comandos com bastante entusiasmo, deixando os bebês animados. Durante a brincadeira, reproduza áudio de natureza. Você pode organizar a pescaria em bacias com diferentes objetos, para que os bebês possam circular e escolher onde brincar. Outra forma de fazer Prepare • objetos próprios para montar um circuito de obstáculos ou outros objetos disponíveis, como cadeiras, mesas, elásticos, caixas, banquinhos baixos, colchonetes e cordas • aparelho de som e áudio de natureza Bebês passando por um circuito. Com a mão na massa Elabore um circuito usando objetos próprios para isso ou outros objetos disponíveis, como cadeiras e mesas para que os bebês passem por baixo; elásticos entre duas cadei- ras para passarem por cima; caixas para passarem por dentro; banquinhos baixos para subirem neles; colchonetes para rolarem; e cordas para atravessarem. É importante garantir que os obstáculos sejam apropriados, a fim de evitar acidentes, e proteger as quinas das mesas e das cadeiras. Ilu st ra çõ es : J or ge Z ai ba g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 88g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p086a088.indd 88 10/3/20 5:41 PM10/3/20 5:41 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... Li te ra ci a Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Li te ra ci a • Cante e dance com os bebês a cantiga Peixe vivo usando os chocalhos confeccionados anteriormente. Deixe que os bebês movimentem o chocalho e o corpo livremente. Você deve chacoalhar o instrumento de acordo com o ritmo da cantiga, enfatizando as rimas. Esta atividade desenvolve os objetivos EI01CG01, EI01CG03, EI01TS01, EI01TS03 e EI01EF08. • Trabalhe a rima da palavra pescaria estimulando alguns gestos e explorando o vocabulário. Diga a palavra pescaria e, em seguida, a palavra sorria. Sorria para o bebê responder com sorriso também. Repita várias vezes. • Dê comandos para os bebês e veja se eles compreendem, fazendo os movimentos e as expressões faciais correspondentes. Encene com eles para que tenham uma referência. Diga a palavra pescaria e, em seguida, agacharia. Agache para os bebês também agacharem. Diga as palavras pescaria e sorria, depois sorria e aponte o sorriso para que eles associem. Diga as palavras pescaria e choraria. Depois, finja um choro para eles imitarem. Diga pescaria e engatinharia, depois incentive os bebês a engatinhar pelo espaço. • Cante e dance com os bebês a cantiga Peixe vivo usando os chocalhos confeccionados anteriormente. Estimule os bebês a chacoalhar os chocalhos seguindo o ritmo da cantiga. Depois, estimule-os a chacoalhar mais forte nos momentos das rimas. Esta atividade desenvolve os objetivos EI01CG01, EI01CG03, EI01TS01, EI01TS03, EI01EF08 e EI01ET06. N um er ac ia • Com antecedência, prepare massa de modelar (ingredientes: farinha de trigo, sal, água, óleo, corante alimentício ou suco em pó). Em seguida, molde os números 1, 2 e 3 com a massa de modelar e fale o nome de cada número para incentivá-los a verbalizar ou mostrar a quantidade com os dedos. Deixe-os explorar a massa de modelar, com sua supervisão, e faça bolinhas para representar essas quantidades, sempre verbalizando e mostrando com os dedos. • Com antecedência, prepare massa de modelar (ingredientes: farinha de trigo, sal, água, óleo, corante alimentício ou suco em pó). Em seguida, molde os números 1, 2 e 3 com a massa de modelar, fale o nome de cada número e incentive-os a verbalizar ou mostrar a quantidade com os dedos. Deixe-os explorar a massa de modelar, com sua supervisão,e faça bolinhas para representar essas quantidades, sempre verbalizando e mostrando com os dedos. Em seguida, estimule os bebês a modelar os números 1, 2 e 3 e a fazer bolinhas de acordo com essas quantidades. M un do n at ur al e so ci al • Com antecedência, faça uma bola usando tecido e algodão, ou espuma, em tamanho pequeno, para que os bebês manuseiem. Inicie a brincadeira demonstrando que eles não podem ficar com a bola, pois devem passá-la um para o outro. Para isso, organize-os em uma roda, bem perto um do outro, e fale os versos da brincadeira Batata quente. Se preciso, auxilie os bebês a segurar a bola e passá-la um para o outro. Quando você disser “queimou”, oriente o bebê que estiver com a bola a jogá-la para cima ou para o lado. Repita a brincadeira várias vezes, desenvolvendo os objetivos EI01EO01, EI01EO02, EI01EO03, EI01CG02 e EI01ET02. 89 Disponha os bichinhos de pelúcia ou os brinquedos pelo percurso e peça a cada bebê que pegue apenas o seu e termine o circuito com ele. Esta atividade aborda os objetivos EI01EO02, EI01EO03, EI01EO06, EI01CG02, EI01ET04 e EI01ET06. Durante a semana, a fim de explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Veja material gráfico para impressão no MPD. g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p089a090.indd 89g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p089a090.indd 89 10/3/20 5:42 PM10/3/20 5:42 PM G U I A P N L D VOU CONTAR O QUE APRENDI Para finalizar as atividades do itinerário e avaliar o aprendizado dos bebês, realize as atividades propostas a seguir. Prepare • prato ou outro recipiente • limão, abóbora, melão, melancia, laranja e maçã, todos higienizados • Meu limão, meu limoeiro Para cantar e brincar! Cine drive Para relembrar o trabalho feito com as caixas, faça um cine drive com os bebês. Com a mão na massa Prepare um carrinho para cada bebê com antecedência. Com o papelão, recorte círcu- los para representar as rodas e o volante dos carros. Depois, pinte-os com a tinta guache preta. Espere secar e fixe com fita adesiva as rodas e os volantes nas caixas grandes. Pronto! Vem ver! Organize os carros posicionando-os de frente a um projetor ou a uma televisão. Repro- duza um desenho adequado à idade dos bebês ou, se preferir, assista com eles ao vídeo indicado no boxe Ligados e conectados!. Eles devem estar em seus carrinhos e praticar o reconhecimento das quantidades 1 a 4, contando as rodas dos carrinhos. Prepare • caixas de papelão em que caibam os bebês sentados • papelão • tesoura de pontas arredondadas • tinta guache preta • pincel • fita adesiva Prepare • fotografias dos bebês com o brinquedo favorito • cartolina ou papel kraft • fita adesiva • caneta hidrográfica Ligados e conectados! Pesquise na internet o vídeo Palco dos brinquedos, do Mundo Bita, e assista a ele com os bebês. Meu limão, meu limoeiro Com antecedência, pergunte às famílias se os bebês podem manipular e provar os vegetais que serão utilizados na atividade. 90 Bebês e professora realizando a atividade Meu limão, meu limoeiro. Com antecedência, peça aos familiares uma fotografia de cada bebê com seu brinque- do favorito, a fim de confeccionar um mural. Em sala, com a ajuda dos bebês, fixe com fita adesiva as fotografias em uma cartolina ou papel kraft. Em cada fotografia, escreva o seguinte texto como legenda: “EU SOU (NOME DO BEBÊ) E O(A) (NOME DO BRINQUEDO) É MEU BRINQUEDO PREFERIDO.” Fixe com fita adesiva o mural na sala, na altura dos bebês, para que apreciem a produção. Com o mural pronto, cada bebê deverá reconhecer sua fotografia e apontá-la. Com a mão na massa Reúna os bebês em roda para cantar e dançar a cantiga Meu limão, meu limoeiro, desenvolvendo os objetivos EI01EO02, EI01CG01, EI01CG03 e EI01EF05. Ainda em roda, coloque no centro dela um prato ou outro recipiente com os vegetais citados no boxe Prepare. Pergunte para os bebês qual fruta é o limão entre os vegetais que estão no centro da roda e oriente-os a apontar ou verbalizar. Segurando o limão, explore algumas caracte- rísticas da fruta, como o formato redondo, que a faz rolar, e a cor. Explore as característi- cas dos outros vegetais também. Deixe que os bebês manipulem os vegetais enquanto conversa com eles sobre os aspectos de cada um. Faça também comparações, como qual é o mais leve, o mais pesado, os vegetais de cor semelhante, com formato que rola ou não rola etc. Para encerrar a atividade, sirva uma deliciosa limonada e mostre a trans- formação da fruta em suco. Faça também uma salada de frutas com o melão, a melancia, a laranja e a maçã. Estas atividades desenvolvem os objetivos EI01ET01 e EI01ET05. K im e R od ri gu es g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p089a090.indd 90g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_4_p089a090.indd 90 10/3/20 5:42 PM10/3/20 5:42 PM G U I A P N L D • Sítio do Seu Lobato • Lá vem o Seu Noé • A canoa virou Para cantar e brincar! Prepare • avental • feltro colorido • cola quente • velcro • tesoura de pontas arredondadas Prepare • TNT azul • tinta guache • papelão ou retalhos de papel colorido • pincel • folhas de papel sulfite • tesoura de pontas arredondadas • caneta hidrográfica preta 91 SEMANA 1 ITINERÁRIOO MUNDO DOS ANIMAIS 5 Cantar, encantar e brincar: é só começar! As práticas desta semana têm como objetivo apresentar aos bebês os animais da fazenda e do fundo do mar. Para iniciar, reúna-os ao seu redor e cante a cantiga Sítio do Seu Lobato. Enquanto canta, imite os movimentos dos animais mencionados na cantiga incentivando os bebês a fazer o mesmo, a fim de desenvolver os objetivos EI01EO06 e EI01EF02. Comente que vocês vão cantar a música novamente usando um avental de contação de histórias. Sempre que possível, amplie o repertório de animais, para além dos domésticos e conhecidos pelos bebês. Exemplo de avental com cenário e personagens da cantiga Sítio do Seu Lobato. Com a mão na massa Recorte pedaços de feltro nas medidas necessárias para a confecção do cenário do sítio do Seu Lobato. Depois, recorte os personagens, Seu Lobato e os animais, citados na cantiga. É importante recortar cinco exemplares de cada animal, por isso, eles não devem ser muito gran- des. Se considerar oportuno, você pode utilizar moldes. Em seguida, cole o velcro no avental e nos persona- gens, de forma que seja possível fixá-los ao avental. Pronto! Vem ver! Convide os bebês para acompanhar a contagem oral da quantidade de animais do sítio. Não fixe os animais com o velcro ainda, pois eles serão colocados no avental no momento de cantar a cantiga com os bebês. Ao cantar a cantiga com eles, oriente-os a apontar o fazendeiro e os animais, para que sejam posicionados no avental. Pergunte aos bebês: “Que som o pato faz?”; “Que som a vaca faz?”; “Que som o cachor- ro faz?”; “Que som a galinha faz?”, incentivando-os a reproduzir também os movimentos de cada animal, como o bater de asas da galinha. Nessa atividade, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO06, EI01EF03 e EI01CG03. No fundo do mar com a turma Nesta atividade, os bebês vão identificar animais que vivem no fundo do mar. Reúna- -os em roda e proponha uma conversa sobre o fundo do mar. Faça perguntas como: “Quem já foi à praia?”; “Você pode contar como ela era?”; “Será que existem animais no fundo do mar? Quais?”. Comente com os bebês que vocês vão confeccionar juntos um mural representando o fundo do mar e os animais que vivem lá. Em seguida, cante a cantiga A canoa virou e faça gestos, atraindo a atenção deles. Com a mão na massa Com o TNT, produza um mural do fundo do mar com algas, corais e pedrinhas feitos de papelão ou retalhos de papel colorido. Separe uma folha de papel sulfite para cada bebê. Em seguida, com o pincel, passe a tinta na palma da mão dele e ajude-o a posicionar a mão sobre a folha branca, como se fosse um carimbo. Para a montagem do mural, recorte os carimbos da palma da mão de cada bebê e decore-os para transformá-losem peixe e em outros animais do fundo do mar. Desenhe o olho e a boca com caneta hidrográfica preta. Permita aos bebês escolherem onde posicionar os animais do fundo do mar no mural. Para isso, o mural deve estar à altura dos bebês. Ao partici- parem da composição do mural, os bebês desenvolvem o objetivo EI01TS02. Exemplo de mural do fundo do mar. Veja material gráfico para impressão no MPD. As imagens dos animais também podem ser recortadas de revistas ou impressas da internet e fixadas no avental com o velcro. Outra forma de fazer Ilu st ra çõ es : S ab ri na E ra s g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p091a092.indd 91g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p091a092.indd 91 10/3/20 5:42 PM10/3/20 5:42 PM G U I A P N L D Depois que o mural ficar em exposição, retire os animais do fundo do mar e cole-os em uma folha de papel sulfite. Peça aos bebês que decorem a folha imitando um aquário (com algas, pedrinhas etc.). Guarde a produção no portfólio de cada bebê. Vou guardar para te mostrar! Você também pode confeccionar os animais do fundo do mar carimbando os pés dos bebês. Outra forma de fazer LITTLE PEARL BOOKS. Amiguinhos da fazenda. Blumenau: Todolivro, 2020. Este livro apresenta os animais da fazenda de forma divertida, combinando a narrativa com a ludicidade dos dedoches. Explorando cada momento... Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Li te ra ci a • Em uma folha de papel sulfite, desenhe ou cole a figura de um pato de um lado da folha e o lago do outro, ligando-os por um tracejado ondulado. Peça aos bebês que passem o dedo pelo traçado. Você pode passar tinta guache na ponta do dedo dos bebês e pedir a eles que repitam o movimento, desenvolvendo o objetivo EI01TS02. • Em um pedaço de papelão, cole macarrões de formato tubular, na vertical, com intervalo de 3 centímetros entre eles. Na parte de baixo do papelão, desenhe um beija-flor, e na parte de cima, uma flor. Providencie um barbante de tamanho suficiente para passar pelos macarrões. Solicite aos bebês que trancem o barbante pelo caminho entre o beija-flor e a flor. M un do na tu ra l e so ci al • Disponibilize pratos de papel, tinta guache e diferentes imagens de animais aos bebês. Oriente-os a pintar o prato de papel e auxilie-os a colar a imagem do animal no prato. Em partes diferentes da sala de aula e à altura dos bebês, organize murais representando uma fazenda, uma floresta, o fundo do mar etc. Entregue os pratos aos bebês, pergunte qual animal está representado e peça que apontem ou que expressem oralmente em qual dos espaços esse animal vive. Feito isso, cole o prato no hábitat. Com os murais montados, converse com os bebês sobre esses animais e as características deles. Juntos, reproduzam sons e movimentos dos animais. N um er ac ia • Providencie um retângulo de papelão e, usando cola quente, fixe cinco tampas de garrafa PET com a abertura para cima. Entregue pequenos pompons ou bolinhas de papel para os bebês e peça a eles que os encaixem nas tampas, desenvolvendo assim o objetivo EI01CG05. À medida que colocam os pompons, conte em voz alta com eles, recitando os números 1 a 5. 92 Pronto! Vem ver! Cante novamente a cantiga e diga o nome de cada bebê no verso “eu tirava (nome do bebê) do fundo do mar”, apontando para o peixe ou animal que o bebê dispôs no mural do fundo do mar. Dessa forma, eles podem reconhecer o próprio nome e o dos colegas. Nessa proposta, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EF01 e EI01EF06. Sim, sim, Salabim! Conta uma história pra mim! Convide os bebês a ouvir a história Amiguinhos da fazenda. Posicione-os ao seu redor e diga a eles que conhece- rão a vida de alguns animais da fazen- da. Inicie a contação com entonação e expressividade adequadas. Para chamar a atenção dos bebês, você pode usar os dedoches dos animais citados no livro. Ao longo da história, apresente o personagem da vez e coloque-o para “conversar” com os bebês, fazendo uma breve apresentação e contando um pouco da vida dele na fazenda. Oriente os bebês a apontar determinados personagens e a imitar os sons deles, desenvolvendo os objetivos EI01EF04 e EI01EF05. Ao interagirem com os colegas e expressarem-se sobre a história, eles desenvolvem os objetivos EI01EO03, EI01EF03, EI01EF06 e EI01EF08. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. E di to ra T od ol iv ro g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p091a092.indd 92g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p091a092.indd 92 10/3/20 5:42 PM10/3/20 5:42 PM G U I A P N L D SEMANA 2 93 Movimentando-se como os animais As atividades desta semana têm como objetivo apresentar aos bebês os sons e os movimentos dos animais. Inicie perguntando como o sapo se movimenta e peça a eles que o imitem. Repita esse procedimento quanto a outros animais, como cobra, leão, canguru, centopeia etc. Dessa maneira, os bebês estarão preparados para brincar no circuito que será construído a seguir. Com a mão na massa Organize um circuito na sala de aula em formato de U, sendo uma ponta o início e a outra o final do trajeto. Em seguida, posicione os objetos selecionados de maneira a criar obstáculos no trajeto que os bebês vão percorrer, a fim de que eles se movimentem como os animais: rastejando-se, andando apoiado em quatro membros, saltando, entre outros movimentos. Prepare • A cobra • Grilo Inicie as atividades da semana relembrando os bebês o que eles aprenderam e fizeram na semana anterior. Ao relembrarem os nomes dos animais, aproveite para recordar com eles os números 1 a 5, contando os animais um a um. • bambolês • almofadas • colchonetes • caixas de papelão • barbante • cadeiras infantis • fita adesiva • cartolina • figuras de animais • cola escolar Para cantar e brincar! Conta pra mim! Usando cartolina, faça cartões com figuras de animais que se locomovem de diversas formas: apoiado em dois membros, como a galinha; saltando, como o sapo; apoiado em quatro membros, como o cavalo; rastejando-se, como a cobra. Não é preciso identificar cada tipo, apenas colar as imagens nos cartões. Fixe cada cartão próximo ao respectivo obstáculo, ou seja, de acordo com o movimento do animal que os bebês terão de repro- duzir para ultrapassar o obstáculo. Pronto! Vem ver! Com o circuito pronto, convide os bebês a percorrê-lo imitando os movimentos dos animais nos cartões. Para os bebês menores, faça adaptações no circuito considerando o estágio motor em que eles se encontram. Assim, você pode priorizar, por exemplo, animais que rastejam ou caminham apoiados em quatro membros, ou disponibilizar apoios ao longo do percurso para que os bebês menores tentem se levantar; represen- tando, assim, um animal que caminha apoiado em dois membros. Durante o trajeto, oriente os bebês a se expressarem como os animais, imitando os sons e os movimentos deles. Com essa proposta, os bebês desenvolvem os objetivos EI01EO02, EI01CG02, EI01CG03 e EI01ET04. Cama de gato dos animais Nesta atividade, os bebês vão reconhecer os animais e desenvolver a coordenação motora, além de trabalhar as noções de grande e pequeno. Exemplo de circuito. Você pode combinar o percurso com experimentação de texturas pelo tato, colocando os bebês para caminhar sobre folhas de árvore, engatinhar sobre tapetes felpudos etc. Outra forma de fazer S ab ri na E ra s g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p093a094.indd 93g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p093a094.indd 93 10/3/20 5:43 PM10/3/20 5:43 PM G U I A P N L D Li te ra ci a M un do n at ur al e so ci al N um er ac ia 94 Explorando cada momento... Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Com a mão na massa Coloque no cesto animais de brinquedo com diferentes texturas e tamanhos. Nesta etapa, os bebês podem participar colocando alguns brinquedos. Na parte superiorda criança; infraestrutura adequada e segura – que favoreça rotinas pertinentes de higiene, ludicidade, alimentação e aprendizagens –; e a distribuição de turmas com número adequado de crianças por sala. A criança tem o direito de brincar conhecer-se expressar participar conviver explorar Educar e cuidar são tarefas complexas, pois a criança traz inquietações que se modificam conforme seu processo de desenvolvimento. Sabe-se que há várias áreas do conhecimento que estudam as concepções acerca da infância e que concernem às mudanças físicas, biológicas, psicológicas e sociais que ocorrem em grande velocidade nessa fase. Para garantir o respeito ao modo como aprendem e se desenvolvem, a Base Nacional Comum Curri- cular (BNCC) define seis direitos essenciais das crianças que devem ser levados em consideração. São eles: M ar ce la P ia la ri ss i g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 9g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 9 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 10 Bebês: explorando o mundo Ao considerar a primeira infância, estamos nos referindo aos três primeiros anos de vida, período em que a atividade cerebral e o desenvolvimento emocional são intensos e fundamentais para a criança. A maturação cerebral de maneira adequada influencia no desenvolvimento da aprendizagem, e as mudanças ocorrem à medida que aprende, tanto em níveis molecular, celular e estrutural como no comportamental. Respeitar a natureza da criança é indispensável no processo de ensino-aprendizagem, uma vez que é necessário haver coerência entre esse processo e o desenvolvimento funcional do sistema nervoso. O contrário disso pode marcar de forma negativa a relação da criança com o aprendizado. Por mais evidente que isso possa parecer, ainda é um dado negligenciado em algumas práticas pedagógicas. As rodas de conversa promovem interação e socialização. Quando a criança inicia sua vida escolar, ela deve encontrar um lugar de acolhimento para que a adaptação ocorra de maneira gradativa e se sinta segura para estabelecer novos vínculos. Na fase da infância, os estímulos são intensos, e as crianças que crescem recebendo estímulos positivos, nos quais estão inclusos atenção e afeto de seus cuidadores, tendem a desenvolver mais seu potencial de habilida- des cognitivas, sociais e emocionais. A educação intencional se dá a todo momento no espaço escolar. Por exemplo, ao permitir às crianças que brinquem livremente, o professor deverá organizar o espaço, estar com elas no desenvolvimento das ações, criar situações e observar como interagem com os colegas e como resolvem (ou não) os conflitos que surgem. O ambiente escolar deve promover por meio de ações pedagó- gicas e intencionais, trocas e estímulos que favoreçam a inte- ração e a socialização das crianças. Nesse sentido, as rodas de conversa se destacam, uma vez que promovem intera- ção e socialização. O educador da Creche deve levar em conta e respei- tar o ritmo de cada criança, tornar-se uma referência para elas, promover rotinas que propiciem a explora- ção dos espaços e escolher materiais adequados a cada atividade proposta. As crianças que frequentam creches – em especial aquelas que permanecem em período integral – precisam ter a oportunidade de observar as pessoas com quem interagem, de descobrir a si mesmas e de responder aos novos desafios que ampliem suas possibili- dades e desenvolvam sua autonomia. Os ambientes do espaço escolar devem ser pensados e criados de maneira a serem aconchegantes, adequados, seguros e estimu- lantes, onde as crianças possam ser acompanhadas e observadas, e onde também os profissionais envol- vidos no processo possam planejar ações pedagógicas para estimular movimentos, curiosidades, progres- sos e potencialidades das crianças. A escola é um espaço de formação do indivíduo, onde as crianças desenvolvem percepções de mundo, por meio de ações educativas carregadas de intencionalidade. Nesse sentido, compreende-se que [...] o ambiente desejável para o bom aprender dentro da escola é aquele que se baseia na criança e num conjunto mais amplo de suas habilidades, incluindo a capacidade de seguir as instruções, a capacidade de comunicar desejos, necessidades e pensamentos verbalmente, além de poder exercitar o entusiasmo e a curiosidade pelo conhecimento, sem deixar de lado a capacidade de ser sensível aos sentimentos das outras crianças. Essa formação do aprendiz se inicia na educação infantil e representa seus primeiros passos firmes rumo à sua trajetória de vida acadêmica. Nesse percurso, o educador infantil tem um papel maior do que apenas conduzir seu aprendiz, pois ele medeia descobertas e prepara seu aluno a aprender a aprender, uma tarefa que deve ser cumprida com responsabilidade, dedicação e acima de tudo conhecimento. MIGUEL, Anna Carolina; CARDOSO, Bruno; SHOLL-FRANCO, Alfred. Treinamento e capacitação de professores e profissionais da educação: importância para o ensino infantil. In: BARR, Marcia Alvaro (Org.). Nerurociências e educação na primeira infância: progressos e obstáculos. Brasília: Senado Federal, Comissão de Valorização da Primeira Infância e Cultura da Paz, 2016. p. 117-118. D G Li m ag es /S hutte rstock.com g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 10g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 10 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D No que se refere ao desenvolvimento das habilidades de comunicação, pode-se dizer que o cérebro do bebê vai adquirindo controle da análise dos sons que ele percebe (produzidos pelos outros ou por ele mesmo) e das ações parti- culares dos movimentos da boca, como assoprar e colocar a língua para fora. Desde o nascimento, as crianças possuem potencial de comunica- ção. Em seus primeiros meses, a linguagem do bebê é praticamente não verbal, de maneira que o choro é sua forma de se comunicar, demonstrando insatisfação, desconforto, fome, necessidades fisioló- gicas, dores etc. O ambiente em que ele está inserido interfere direta- mente no desenvolvimento da linguagem, e elementos como vínculos afetivos, estímulos e exposição ao mundo letrado contribuem positiva- mente para um bom desenvolvimento da linguagem e da comunicação. A linguagem verbal será desenvolvida de acordo com as experiências cultu- rais em que os bebês estão expostos. Por volta dos 6 meses, eles começam a imitar alguns sons da fala, e a aprendizagem acontece com rapidez, pois nessa fase eles começam a discriminar de maneira mais eficiente os fonemas da língua materna. Assim, o bebê vai ampliando seu vocabulário gradativamente, repetin- do palavras. Aos 9 meses, eles pronunciam duas ou três palavras e conseguem compreender uma proibição. Nesse período, os bebês compreendem os sons da linguagem e associam nomes a objetos. Aos 12 meses, aproximadamente, ocorre uma maturação importante em áreas do cérebro relacionadas ao desenvolvimento da linguagem, e o bebê amplia seu vocabulário com novas palavras, geral- mente associadas à sua rotina e às suas experiências. 11 O vínculo afetivo é fundamental para o desenvolvimento socioemocional e cognitivo. Os estímulos positivos garantem um desenvolvimento prazeroso e saudável. A infância é uma fase muito importante para o desenvolvimento humano. Nela, a criança adquire habili- dades intelectuais, socioafetivas e motoras para crescer de forma plena e saudável. Do ponto de vista neurológico, o desenvolvimento é um processo sequencial e contínuo, em que as habilidades adquiridas pelas crianças ampliam-se das mais simples para as mais complexas. Vale salientar que, nos primeiros anos de vida, essas aquisições acontecem de maneira muito acelerada, por isso profissionais da educação e familiares devem estar atentos e preparados para garantir à criança que se desenvolva física e intelectualmente. Nas rotinas de cuidado, como a alimentação, a higiene, as brincadeiras e a contação de histórias, o víncu- lo afetivo transmitido do adulto para a criançado cesto, amarre a ponta do fio de malha e trance-o por toda a abertura, formando uma trama. Pronto! Vem ver! Explique aos bebês que eles deverão passar as mãos por entre os fios e retirar um brinquedo. Sempre que fizerem uma retirada, pergunte que animal é aquele e que som ele faz. Incentive-os a imitar o som do animal e, se possível, os movimentos dele. Depois, pergunte aos bebês se esse animal é grande ou pequeno, desenvolvendo o objetivo EI01ET05. Explore as texturas enquanto faz as comparações, pedindo aos bebês que apertem e sintam como é a superfície do brinquedo. Questione-os também se gostam ou não desse animal, permitindo que se expressem. Esta atividade promove o desenvolvimento motor e as habilidades de comunicação dos bebês, alcançando os obje- tivos EI01EO03, EI01EF06, EI01ET04, EI01CG03 e EI01CG05. Durante a semana, para que você possa explorar e aprofundar alguns conteúdos, desenvolva as atividades a seguir. Exemplo da brincadeira cama de gato com animais. • Organize uma contação de histórias para os bebês usando fantoches. Para a encenação, você pode utilizar uma caixa de papelão decorada ou um varal com lençol para representar o teatro e as cortinas. Providencie dois fantoches, o leão e o rato, e apresente a fábula O leão e o ratinho. Esta atividade possibilita aos bebês desenvolverem o objetivo EI01EF03. • Mostre aos bebês a figura de um caracol e apresente a eles o formato de sua concha. Entregue a cada bebê uma caixinha com areia, feijão ou outro elemento que cubra o fundo dela, e um pincel. Em seguida, peça a eles que reproduzam o formato da concha do caracol usando o pincel. Nesta atividade, os bebês desenvolvem o objetivo EI01TS02. • Diga aos bebês que alguns animais vão se mudar para encontrar a família. Prepare dois ambientes no chão da sala: um que se pareça com uma cidade e outro, com uma floresta. Coloque cinco imagens de animais que voam no ambiente da cidade. Faça o movimento do voo dos animais, um a um, saindo da cidade para a floresta e conte com os bebês: “Um animal já foi para a floresta”; “Agora outro. Ou seja, dois animais já foram para a floresta.”, e assim por diante. Se possível, substitua as imagens por brinquedos de pelúcia ou de plástico. • Apresente aos bebês figuras de animais, atentando para que, nelas, os animais mantenham a proporção em relação ao tamanho. Apresente sempre duas figuras para os bebês, questionando-os: “Qual é o animal grande?”; “Qual é o animal pequeno?”. Nesta atividade os bebês desenvolvem o objetivo EI01ET05. • Diga aos bebês que eles vão ajudar alguns animais que voam a encontrar a casa deles. Separe um hábitat para cada um deles, por exemplo, a colmeia para a abelha, a flor para o beija-flor etc. Providencie cinco figuras de animais que voam e peça a ajuda dos bebês para contar quantas delas já conseguiram voltar para casa. Leve os animais, um a um, ao espaço a que pertencem, fazendo a encenação. Peça aos bebês que reproduzam com os dedos as quantidades 1 a 5. • Providencie, por exemplo, um coelho de pelúcia em tamanho real. Peça aos bebês que deem um nome a ele. Depois, explique que é preciso tratar os animais com muito cuidado, porque são seres vivos. Deixe que os bebês se expressem em relação aos cuidados com os animais. Mostre que, ao fazer carinho, eles não devem puxar, apertar etc. Por fim, permita que os bebês interajam com o brinquedo, demonstrando os cuidados com os animais. Se tiver oportunidade, apresente aos bebês o animal coelho, possibilitando, assim, que coloquem em prática os cuidados que devem ter com os animais. Prepare • caixa ou cesto de roupas • fio de malha • animais de brinquedos Veja material gráfico para impressão no MPD. S ab ri na E ra s g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p093a094.indd 94g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p093a094.indd 94 10/3/20 5:43 PM10/3/20 5:43 PM G U I A P N L D SEMANA 3 Inicie as atividades da semana relembrando os bebês do que eles aprenderam e fizeram nas semanas anteriores. Leve-os a recordar que os animais vivem em espaços diferentes, emitem sons e têm movimentos próprios. Conta pra mim! Prepare • caixas de sapato • estilete • bolinhas de plástico • tecido ou papel camurça • imagens de animais • imagens dos filhotes desses animais • cola escolar • fita adesiva grossa • tesoura de pontas arredondadas 95 Encontrando os familiares Ao longo desta semana, os bebês vão associar o filhote ao respectivo animal adulto, desenvolvendo a observação de características; trabalhar as noções de dentro e fora; e conhecer a alimentação de alguns animais. Organize os bebês em roda e proponha uma conversa sobre os filhotes dos animais. Faça perguntas como: “Quem já viu um filhote de cachorro ou de gato?”; “Como ele era?”; “Será que todos os animais têm filhotes?”. Permita que se expressem por meio de gestos, balbucios ou falas, desenvolvendo, assim, o objetivo EI01EF06. Exemplo de par formado por animal adulto e filhote. Com a mão na massa Nesta atividade, os bebês vão agrupar os filhotes ao animal adulto (mãe). Para isso, encape caixas de sapato com papel camurça ou tecido e cole, em frente de cada uma delas, as imagens de um animal adulto. Depois, cole as imagens dos filhotes desses animais em bolinhas de plástico. Desenhe um círculo na tampa das caixas e corte-o com o auxílio de um estilete, fazendo um buraco por onde os bebês passarão as bolinhas. Pronto! Vem ver! Coloque as caixas e as bolinhas sobre um tapete e convide os bebês para levar cada filhote à respectiva mãe. Durante a atividade, os bebês deverão observar o animal na bolinha para colocá-la na caixa com a imagem do animal adulto (mãe) correspondente. Para isso, peça aos bebês que observem as características dos animais e auxilie-os na compreensão de que os filhotes se parecem com os animais adultos em alguns aspectos, como ter pelos ou penas, quatro ou duas patas etc. Oriente os bebês a encontrar um animal por vez. Ao reconhecerem o filhote, eles devem mostrar ao professor e aos cole- gas de qual animal adulto ele veio, apontando ou expressando-se oralmente. O que eles gostam de comer? O objetivo desta atividade é levar os bebês a compreender que os animais também se alimentam e têm hábitos alimentares próprios. Para isso, monte com os bebês um mural dos alimentos dos animais. Exemplo de mural dos alimentos dos animais. Prepare • papel kraft • barbante • saquinhos plásticos • prendedores de roupa • fita adesiva • imagens de animais • amostras de alimentos desses animais Ilu st ra çõ es : S ab ri na E ra s g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p095a096.indd 95g22_ftd_mp_1cbsn_u4_itinerario_5_p095a096.indd 95 10/3/20 5:43 PM10/3/20 5:43 PM G U I A P N L D Explorando cada momento... Bebês em torno de 0 a 10 meses Bebês em torno de 11 a 18 meses Li te ra ci a • Organize uma contação de história espontânea. Distribua em um tapete diferentes brinquedos que possam ser usados como personagens de uma história. Ao longo da história, peça aos bebês que escolham os personagens que participarão e construa a história com a ajuda deles. Com essa atividade, os bebês desenvolvem o objetivo EI01EF03. • Faça com os bebês a brincadeira da Caixa de areia. Cubra o fundo de uma caixa de papelão com areia e, na tampa, coloque um grafismo a ser reproduzido; você pode fazer um traçado em zigue-zague, um caracol, uma onda, um círculo etc. Peça aos bebês que utilizem um pincel ou a ponta do dedo para reproduzir na areia o que está na tampa, desenvolvendo o objetivo EI01TS02. N um er ac ia • Distribua em um tapete alguns pares iguais de figuras de animais. Mostre uma das figuras e peça a um bebê por vez que encontre a figura igual àquela. Nesta brincadeira, os bebês desenvolvem os objetivos EI01CG05 e EI01ET05. • Em uma caixa de sapato, fixe na tampa a figura do rosto de um animal e faça um furo na boca ou no bico dessa figura. Providencie um alimento, oué essencial para que ela se sinta atendida em suas necessi- dades físicas e emocionais. Esse vínculo afetivo torna-se a base para a segurança emocional da criança nessa fase inicial da vida. Os estímulos lúdicos desde os primeiros meses de vida auxiliam a criança a explorar de forma sensorial os diferentes objetos e a descobrir o mundo ao seu redor, o que ocorre quando a proposta é vivenciada com pessoas de seus relacionamentos. As brincadeiras proporcionam alegria, favorecem o desenvolvimento da criatividade e da imaginação e ajudam a superar desafios em diferentes habilidades motoras, intelectuais, cognitivas e afetivas. A criança nessa faixa etária depende de forma expressiva do acompanhamento do adulto na manutenção de sua vida. fi zk es /S hu tt er st oc k. co m pixelheadphoto digitalskillet/Shutterstock.com g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 11g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 11 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 12 Repetindo diferentes estímulos sensoriais, motores e linguísticos, as crianças dessa faixa etária se desenvolvem com segurança e prazer, ampliando assim sua habilidade mental, seu controle emocional e sua curiosidade e facilitando sua aprendizagem e sua imaginação. Os estímulos precisam ser agradáveis, aumentando a qualidade das experiências vivenciadas e a aquisição de ferramentas para o desenvolvimento infantil. Fonte de pesquisa: BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Políticas de Saúde. Departamento de Atenção Básica. Saúde da criançaSaúde da criança: acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil. Brasília: Ministério da Saúde, 2002. p. 82-88, 99-100. Desenvolvimento motor dos bebês O desenvolvimento motor nessa fase é intenso e desafiador. Em geral, buscando apoio, o bebê fica em pé sozinho, caminha segurando em algum lugar com as duas mãos, larga ou pega objetos quando solicitado e segura objetos com movimento de pinça. A função sensorial se alia à função motora, o que permite alcançar objetos. É nessa fase que o bebê começa a engatinhar, depois, a ficar em pé com apoio e, gradativamente, inicia a marcha. Há os que não engatinham, e esse salto não significa que o desenvolvimento do bebê esteja errado. Podem apoiar-se nos antebraços, levantar a cabeça quando estão de bruços, permanecer sentados com apoio, pegar objetos de forma voluntária e estender as mãos quando lhes oferecem algo. Manipulam objetos com mais firmeza e brincam com eles. Tem como marco importante nessa fase aprender a andar e a falar, que serão consolidados e aprimorados na fase seguinte. Fazem preensão voluntária das mãos, viram a cabeça na direção de uma voz ou de um objeto sonoro, seguindo o som com os olhos atentos. 4 meses 9meses6 meses 12 a 18 meses 8 meses Fo to s: T er na vs ka ia O lg a A lib ec /S hu tt er st oc k. co m , M . B us in es s Im ag es /S hu tt er st oc k. co m , M . B us in es s Im ag es /S hu tt er st oc k. co m , B ri co la ge /S hu tt er st oc k. co m , A nt on io G ui lle m /S hu tt er st oc k. co m g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 12g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 12 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 13 A avaliação na Creche A avaliação na Educação Infantil deve ter como objetivo observar o desenvolvimento das crianças para que seja possível intervir no processo de ensino-aprendizagem de acordo com as necessidades individuais e do grupo, Dessa forma, a avaliação deve estar em sintonia com o planejamento pedagógico didático do professor. Para Carneiro (2010, p. 6) A avaliação na educação infantil consiste no acompanhamento do desenvolvimento in- fantil e, por isso, precisa ser conduzida de modo a fortalecer a prática docente no sentido de entender que avaliar a aprendizagem e o desenvolvimento infantil implica sintonia com o planejamento e o processo de ensino. Por isso, a forma, os métodos de avaliar e os instru- mentos assumem um papel de extrema importância, tendo em vista que contribuem para a reflexão necessária por parte dos profissionais acerca do processo de ensino. CARNEIRO, Maria da Penha Aparecida Klug Basilio. Processo avaliativo na Educação Infantil. Monografia (Pós-graduação em Educação Infantil). 45 f. Escola Superior Aberta do Brasil, Vila Velha, 2010. p. 6. [...] investigador, de esclarecedor, de organizador de experiências significativas de aprendizagem. Seu compromisso é o de agir refletidamente, criando e recriando alternati- vas pedagógicas adequadas a partir da melhor observação e conhecimento de cada um dos alunos, sem perder a observação do conjunto e promovendo sempre ações interativas [...] HOFFMANN, Jussara. Avaliar para promover: as setas do caminho. 15. ed. Porto Alegre: Mediação, 2014. p. 20. Por meio das observações, a avaliação formativa permite ao educador que monitore e repense suas práticas a fim de adequá-las às necessidades singulares e plurais das crianças. A BNCC ressalta a importância de observar e registrar a trajetória de aprendizagem e desenvolvimento de cada criança e do grupo enquanto participam das experiências propostas. Os registros podem incluir materiais produzidos pelos professores e pelas crianças (relatórios, desenhos, fotografias, vídeos e textos), eles são importantes instrumentos para compartilhar o desenvolvimento das crianças com seus familiares, além de favorecer às crianças que revisitem suas vivências. Vamos apresentar a seguir dicas de como realizar dois dos tipos de registros: o portfólio e o relatório. A avaliação baseada em portfólio permite, segundo Shores e Grace (2001), o acompanhamento do desen- volvimento socioemocional, físico e escolar das crianças. Além disso, professores e alunos podem rever suas ações ao longo do período de registro do portfólio. Nesse sentido, o portfólio, como ferramenta avaliativa na Educação Infantil, reúne as atividades e expe- riências das crianças e se configura como um instrumento norteador do trabalho docente. A construção do portfólio varia de acordo com o professor e com a instituição de ensino. Há portfólios que registram o período de um bimestre ou trimestre letivo e há os anuais, por exemplo. Além disso, o professor pode optar por incluir frases curtas e explicativas contextualizando o leitor, a coordenação e os pais e/ou responsáveis a respeito das atividades descritas nele. Depois de determinar a estrutura do portfólio e o período de registro das atividades, é importante definir as atividades que farão parte dele. Vale lembrar que, mais do que um material de apreciação estética, o A avaliação é um processo associado às práticas pedagógicas fundamentais, que busca o acompanha- mento do desenvolvimento da criança de acordo com sua fase, além proporcionar ao educador a análise do trabalho pedagógico, no qual ele consegue perceber se o caminho selecionado foi adequado ou se será preciso pensar em novas possibilidades de abordagem didática. O processo de avaliação pedagógica deve levar em conta o olhar atento do educador no acompanhamen- to das conquistas e aprendizagens, em cada uma das nuances do desenvolvimento e das potencialidades inerentes a cada criança. Avaliar é uma tarefa complexa e desafiadora, exigindo um trabalho de qualidade que prevê o mapeamento e a análise das aprendizagens. O papel do professor nesse sentido corresponde ao de g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 13g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 13 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 14 Modelo de relatório de acompanhamento do desenvolvimento de bebês (zero a 1 ano e 6 meses) Nome da criança Idade Turma A va lia çã o in ic ia l Trimestre NÃO executa Executa com DIFICULDADE Executa com FACILIDADE D es en vo lv im en to f ís ic o Fixa o olhar e segue objetos. Senta com apoio. Senta sem apoio. Engatinha. Pega objetos usando o movimento de pinça. Engatinha e pode andar com apoio. Fica em pé sem apoio. Andacom apoio. Anda sem apoio. Corre ou sobe degraus. • Título • Nome da criança • Nome da escola • Período de registro • Turma • Fotografia da criança Comentários específicos do professor ou relatório final. Apresentar um texto explicativo para contextualizar o leitor. O QUE É PORTFÓLIO? COMENTÁRIOS CAPA Atividades selecionadas, acompanhadas de relatórios de avaliação. ATIVIDADES Considerando que o desenvolvimento das crianças não é linear, vale ter em mãos um relatório individual com aspectos do desenvolvimento infantil que devem ser observados nas crianças ao longo do período de registro. Esses relatórios podem conter observações diárias a respeito das descobertas, dos avanços, dos conflitos e das conquistas de cada criança, e devem ser anexados ao portfólio para que façam parte da avaliação delas. Veja a seguir um modelo de estrutura de relatório com sugestões de habilidades a serem avaliadas no decorrer do trimestre, ou em outro período predefinido, quanto ao desenvolvimento dos bebês. portfólio demonstra sistematicamente para a família o desenvolvimento da criança. Assim, é possível escolher atividades que demonstrem, por exemplo, o desenvolvimento psicomotor da criança, como traça- dos e desenhos livres. A seguir, apresentamos um modelo de estrutura de portfólio projetado para caderno de cartografia. P ol in a To m to so va / S hu tt er st oc k. co m g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 14g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 14 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 15 So ci ab ili da de Interage com brinquedos e pode ter um predileto. Aceita a companhia de outras crianças, mas brinca isoladamente. H ab ili da de s lin gu ís ti ca s Faz sons (lalação). Reproduz sílabas repetidas com significado (primeiras palavras). Usa palavras com significado. Responde a perguntas verbais simples. Canta e imita sons. O bs er va çõ es É importante que a avaliação não seja vista como uma ação classificatória ou punitiva. A criança precisa perceber que seus progressos são valorizados, suas descobertas são importantes, assim a intervenção para esse desenvolvimento avançará com qualidade. Uma conversa entre BNCC e PNA A Política Nacional de Alfabetização (PNA) tem a finalidade de elevar a qualidade da alfabetização e combater o analfabetismo em todo o território brasileiro, seja ele funcional, seja absoluto. A elaboração da PNA surge para melhorar os processos de alfabetização no Brasil e, consequentemente, seus resultados, tanto para a vida das crianças quanto para os números obtidos em avaliações educacionais em níveis nacional e internacional. A BNCC objetiva garantir que aprendizagens essenciais sejam desenvolvidas nos contextos educacio- nais, democratizando o processo de ensino-aprendizagem em escolas públicas e privadas. Esse documen- to exerce função norteadora para que o educador desenvolva de forma segura seu planejamento didático, levando em consideração os objetivos essenciais de aprendizagem previstos para que a criança adquira conhecimentos para exercer e atuar em diversas práticas sociais. Tendo em vista que toda criança tem o direito de aprender e de se desenvolver plenamente, documentos como BNCC e PNA convergem para um objetivo comum: assegurar que as aprendizagens essenciais sejam desenvolvidas no intuito de alfabetizar todas as crianças até o final 2º ano do Ensino Fundamental. A seguir, apresentamos os principais pontos de convergência entre BNCC e PNA para a Educação Infantil. A compreensão das propostas da BNCC e da PNA para a Educação Infantil BNCC PNA Eixos de sustentação da prática pedagógica • As interações com pessoas e objetos em diferentes contextos e situações, que favorecem a ampliação do repertório cultural das crianças. • As brincadeiras, pois é brincando que as crianças representam o mundo e simulam as relações existentes. • As práticas artísticas e físicas combinadas às práticas precursoras de alfabetização atribuem ludicidade à aprendizagem e desenvolvem a atenção, a memória e o poder de concentração das crianças. • O treino musical reforça a consciência fonêmica e a leitura, auxiliando no processo de alfabetização. Intencionalidade educativa • É trabalho do professor refletir, selecionar, organizar, planejar, mediar e monitorar as práticas e interações que vão promover o aprendizado e o desenvolvimento das crianças. • O professor é o agente responsável por identificar os problemas de aprendizagem dos alunos e acompanhar suas conquistas e aprendizagens. g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 15g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 15 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 16 Acompanhar o processo de aprendizagem e desenvolvimento • Avaliar é uma ação pertinente aos fazeres pedagógicos, que inclui duas tarefas: > acompanhar o desenvolvimento das crianças; > acompanhar o trabalho pedagógico realizado. • Avaliação formativa, com foco em avaliações padronizadas sobre o desempenho dos alunos. Rotina • A rotina traduzirá em atividades práticas tudo o que está previsto no currículo alinhado à BNCC para a Educação Infantil. • A rotina de aprendizagem é um elemento essencial para o engajamento das crianças nas atividades de alfabetização. Cultura escrita • É tarefa da Educação Infantil garantir às crianças o acesso à cultura escrita e leitora, para que elas percebam os usos e funções sociais da leitura e da escrita e criem o desejo de fazer parte dessa cultura. • A Educação Infantil deve proporcionar condições mínimas para que a alfabetização possa ocorrer com êxito no 1º ano do Ensino Fundamental. Para o processo de alfabetização, é importante que a criança esteja familiarizada com o mundo dos textos. Na Educação Infantil, a cultura escrita se dá por meio de brincadeiras com a sonoridade das pala- vras e do manuseio de diferentes materiais impressos, por exemplo. A competência leitora figura como eixo central nesses documentos norteadores. Por sua vez, a leitura é essencial para a vivência e o sucesso escolar de todas as crianças e deve ser introduzida o quanto antes na vida das crianças. Antes de se tornar leitores, elas precisam ser expostas a práticas letradas para que o gosto pela leitura seja despertado, por isso, família, cuidadores e professores devem lançar mão de ativida- des que estimulem o interesse das crianças por livros e outras fontes de leitura. Contudo, é no contexto familiar que a criança vivencia os primeiros contatos com o universo letrado. Na Educação Infantil, as crianças são expostas a métodos e estratégias didáticas que têm como objetivo desenvolver habilidades de leitura, para isso é importante identificar como ocorre a aquisição formal da compreensão leitora. Os processos cognitivos que nos conduzem à compreensão leitora são de natureza consciente e inconsciente e os níveis de consciência das diversas camadas linguísticas (fonológica, morfológica, semântica, sintática, pragmática) são classificados em leitores aprendizes e em leitores maduros, assim como em não leitores. As especificidades da alfabetização exigem a intervenção de profissionais preparados, que conheçam os aspectos linguísticos e cognitivos envolvidos e assim possam auxiliar as crianças a enfrentar as inúmeras dificuldades desse processo. No contexto da alfabetização, a literacia se destaca, portanto compreendê-la é essencial para o êxito do processo ensino-aprendizagem. O termo literacia é importado da literatura anglo-saxônica (literacy) e diz respeito ao “conjunto das habilidades da leitura e da escrita (identificação das palavras escritas, conheci- mento da ortografia das palavras, aplicação aos textos dos processos linguísticos e cognitivos de compreen- são)” (MORAIS, 2013, p. 4). A leitura é um marco no que compete à comunicação por intermédio da leitura e da escrita, porém somente ela não habilita a formação de leitores competentes. Sendo assim, é necessá- rioo desenvolvimento de outras habilidades, como o amplo conhecimento de vocabulário. Para melhor conceituar a literacia nos apoiamos no caderno da PNA que diz: Literacia é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes relacionados à leitura e à escrita, bem como sua prática produtiva. Pode compreender vários níveis: desde o mais básico, como o da literacia emergente, até o mais avançado, em que a pessoa que já é capaz de ler e escrever faz uso produtivo, eficiente e frequente dessas capacidades, empregando-as na aquisição, na transmissão e, por vezes, na produção do conhecimento [...]. BRASIL. Ministério da Educação. PNA Política Nacional de Alfabetização. Brasília: MEC, SEALF, 2019. p. 21. Disponível em: . Acesso em: 17 set. 2020. g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 16g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 16 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D 17 [...] A literacia numérica diz respeito às habilidades de matemática que permitem resolver problemas da vida cotidiana e lidar com informações matemáticas. O termo “literacia matemática” originou-se do inglês numerical literacy, popularizado como numeracy, e em português se convencionou chamar numeracianumeracia [...]. BRASIL. Ministério da Educação. PNA Política Nacional de Alfabetização. Brasília: MEC, SEALF, 2019. p. 24. Disponível em: . Acesso em: 17 set. 2020. O processo de alfabetização é constituído pelo ensino das habilidades de leitura e escrita, em que o indi- víduo se torna capaz de codificar e decodificar qualquer palavra proveniente da sua língua. Porém, o obje- tivo é maior que esse, pois o indivíduo deve se tornar capaz de ler, escrever textos com autossuficiência e compreensão, sendo ele capaz de leituras e escritas cada vez mais complexas, produzindo e transmitindo novos conhecimentos. As práticas de literacia familiar são de grande importância para o desenvolvimento das crianças. Além de propiciar momentos agradáveis de interação e afetividade, atuam com impacto no futuro da trajetória escolar. Essas práticas, incorporadas ao cotidiano – como leitura e audição de livros de histórias, manuseio de livros ilustrados, narrativas e conversas de temas variados; ao contato com instrumentos gráficos, como lápis, giz de cera, pincéis, papéis etc., que estimulam as tentativas de escrita; aos jogos e às brincadeiras que envolvam o mundo das letras e dos números, e a tantas outras possibilidades – podem perpetuar a progressão escolar. Ao pensar no processo de escolarização, entendemos que o indivíduo deve adquirir algumas habilidades básicas, como: ler, escrever e resolver operações matemáticas. As habilidades matemáticas, compreendidas como numeracia, vão além da contagem e do reconhecimento dos números, abrangendo o desenvolvimento de diferentes noções que auxiliarão as crianças a resolver situações do cotidiano. Nesse sentido, o caderno da PNA mostra que: [...] A cognição matemática tem demonstrado que, ao contrário do que se pensava, as crianças pequenas já possuem e desenvolvem habilidades matemáticas desde muito cedo. O senso numérico é a capacidade que o indivíduo tem de compreender rapidamente, aproximar e ma- nipular quantidades numéricas. É uma capacidade básica elementar e inata de reconhecer, representar, comparar, estimar, julgar magnitudes não verbais, somar e subtrair números sem a utilização de recursos de contagem, e está presente em todo ser humano, perceptível já no primeiro ano de vida. Por outro lado, as habilidades secundárias dependem de ensino explícito, as quais incluem o conceito de número, a contagem e a aritmética – cálculo e proble- mas verbais (DEHAENE, 1997; DEHAENE; COHEN, 1995). [...] BRASIL. Ministério da Educação. PNA Política Nacional de Alfabetização. Brasília: MEC, SEALF, 2019. p. 25. Disponível em: . Acesso em: 17 set. 2020. Contemplando a numeracia, essa coleção proporcionará, por meio de brincadeiras, jogos, questiona- mentos e outras dinâmicas lúdicas, a oportunidade de desenvolver com as crianças o raciocínio matemáti- co para resolver situações do dia a dia. Tais situações compreendem conceitos e habilidades com números que, mesmo iniciado antes do acesso à escola, têm sua continuidade em sala de aula, cuja complexidade avança de acordo com conhecimentos e habilidades desenvolvidos. As brincadeiras e os jogos impactam o desenvolvimento social e cognitivo das crianças em suas apren- dizagens de forma significativa. As brincadeiras dirigidas influenciam significativamente a aquisição de habilidades acadêmicas, pois quando há estruturação no ambiente, incorporando objetivos de aprendiza- gens ou mesmo modificando os jogos, as oportunidades de aprendizagens são aumentadas. Sendo assim, a coleção tem o intuito de proporcionar brincadeiras, jogos, atividades e outras situações que explorem conhecimentos elementares de numeracia adequados à faixa etária da criança da Educação Infantil. Esses conhecimentos englobam noções de quantidade e número, noções de posicionamento, dire- cionalidade e medidas e noções de tempo, formas geométricas elementares e raciocínio lógico e raciocínio matemático. g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 17g22_ftd_mp_1cbsn_u1_p007a017.indd 17 10/3/20 5:21 PM10/3/20 5:21 PM G U I A P N L D O mobiliário precisa ter elementos adequados à faixa etária, como prateleiras, cabides ou armários; mesas e cadeiras; almofadas e colchonetes; relógio; calendário. Os utensílios de uso pessoal devem ser periodicamente higienizados, como as canecas e/ou garrafas para beber água e as mamadeiras, e devem ser identificados com os respectivos nomes. Cantinhos podem ser criados para as interações, se houver espaço estrutural suficiente para comportá-los, como um cantinho para leitura com livros de fácil acesso para as crianças. O espelho é item indispensável, pois ele dá suporte para as atividades que têm como objetivo o desenvolvimento da identidade. A sala de aula da Creche deve atender às necessidades físicas dos bebês. Sala de aula 18 2 O DIA A DIA NA CRECHE Minhas práticas diárias Todo o espaço da Creche deve ser pensado e estruturado para atender às necessidades e individualida- des das crianças, mas também seu aspecto social deve ser sempre levado em consideração. As crianças pequenas que gradativamente vão aprimorando suas habilidades necessitam de novos desafios e estímu- los para seu desenvolvimento integral, e o espaço escolar deve contribuir para esse aprimoramento. A aprendizagem na primeira infância é predominantemente influenciada pelo ambiente do qual a criança faz parte, pois é nele que acontecem suas interações. Vale ressaltar que, para esse desenvolvimento acon- tecer de forma integral e saudável, é necessária a presença de cuidados referentes a nutrição, saúde e higiene, e de afetividade, segurança, estímulos e atenção. A oferta de educação de qualidade também é essencial, além da somatória de todos esses elementos, com flexibilidade de adaptar qualquer um deles caso seja necessário a fim de fornecer uma boa base para o desenvolvimento saudável. O desenvolvimento do indivíduo é um processo dinâmico e maleável que ocorre por fa tores genéticos, condições do meio no qual está inserido e em função de seu próprio com portamento e ao modo como interage com aqueles fatores. Cada criança tem uma bagagem genética, uma espécie de “código” biológico, que não é determinante para a maioria das funções, mas que influencia os modos como ela irá responder às mudanças que acontecem no ambiente em que se encontra. [...] Comitê científico do Núcleo Ciência pela Infância. O impacto do desenvolvimento na primeira infância sobre a aprendizagem – Estudo I. 2014. p. 6. Disponível em: .Acesso em: 19 set. 2020. Os ambientes também devem ser estruturados para assegurar o direito das crianças à educação e ao cuidado, estimulando a criatividade e, a exploração do mundo no qual estão inseridas, e proporcionando possibilidades para a apropriação e transformação da cultura nas diferentes linguagens e maneiras de inte- rações com o meio. A organização e o planejamento são de suma importância para que todos esses pontos sejam avaliados e atendidos. Essa mesma estrutura física pode tanto promover a ampliação quanto a restrição das possibilidades de desenvolvimento das crianças. Na Creche, as características físicas dos espaços devem ser organizadas com base em princípios lúdicos, onde seja possível potencializar as vivências e interações entre as crianças e os adultos. Os bebês precisam da presença constante do adulto, dos espaços físicos estruturados e de uma rotina planejada para se sentirem seguros e protegidos, além de um profissional que observe suas reações e seu desenvolvimento. Conforme a divisão por faixa etária, é importante para cada turma ter a própria sala de atividades, sempre respeitando a quantidade máxima recomendada de crianças por adulto. Deve ser um espaço onde elas se sintam estimuladas a explorar o ambiente e a se socializar sem perder sua privacidade. Fo rg et P at ri ck /S ag ap ho to .c om / A la m y/ Fo to ar en a g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 18g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 18 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D Organizar, ao alcance das mãos, todos os pertences de uso individual, como roupas, lenço umedecido, fraldas e pomadas para assaduras. Precisa haver colchonetes ou berços higienizados periodicamente. É importante sempre lavar as mãos das crianças após as trocas. Os lençóis, assim como qualquer outro objeto utilizado para esse momento, devem ser de uso individual e estar limpos. Depois de cada troca é essencial higienizar o trocador com álcool. Fazer a higiene pessoal do bebê antes que ele durma. É importante que o educador higienize as mãos com água e sabão antes e depois das trocas. Deve ser um ambiente com baixa iluminação e silencioso, que promova aconchego, porém que permita aos bebês perceberem que ainda é dia. É preciso ter chuveiro ou outro espaço para banhos. Retirar babadores, excesso de casacos, calçados e roupas apertadas. Logo após as refeições, o educador deve fazer a higiene bucal nos bebês utilizando gaze e água ou escova apropriada à faixa etária. O educador deve observar constantemente os bebês, garantindo a segurança deles. O fraldário deve priorizar a segurança dos bebês. A sala de relaxamento é importante para a rotina dos bebês. Fraldário Sala de relaxamento 19 A higiene das crianças que frequentam a Educação Infantil é uma das responsabilidades do educador. Além de contribuir para a saúde e o bem-estar, os momentos de higiene favorecem o relacionamento afeti- vo entre as crianças e os adultos. É importante que estes momentos sejam anunciados aos bebês dizendo, por exemplo, que será a hora de trocá-lo, de lavar as mãos, entre outros cuidados. Durante as trocas e os banhos, o educador pode conversar e interagir com o bebê por meio do toque e de brincadeiras. O fraldário deve ser estruturado de forma que facilite as trocas de fraldas e de roupas e o banho. Além disso, esse espaço deve garantir sempre a segurança dos bebês. O sono é uma necessidade fisiológica para promover a aprendizagem e a regulação das emoções e do crescimento. O tempo de sono varia conforme a idade das crianças. Os bebês dormem várias vezes durante o dia e pode acontecer de mais de um bebê não dormir nos horários estipulados pela escola. Por isso, é essencial considerar as características de cada criança, bem como suas mudanças conforme crescem. O importante é garantir que cada bebê descanse de acordo com sua necessidade. Ainda quanto ao sono, deve-se considerar a higiene, no sentido de que a criança deve estar preparada para esse momento, estipulando um horário adequado e regular – após o almoço, por exemplo –, o que, eventualmente, pode não acontecer. Esse horário do sono diurno dura em média duas horas. Portanto, recomenda-se fazer a criança perceber uma rotina envolvendo a hora de dormir e o momento de despertar, estando ela bem-nutrida, vestindo roupas confortáveis e com higiene corporal adequada. na ta -l un at a/ S hu tt er st oc k. co m E du ar do Z ap pi a/ P ul sa r Im ag en s g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 19g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 19 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D Pode haver brinquedos e podem ser desenvolvidas atividades que aprimoram a coordenação motora ampla. Pode haver horta e outros locais que permitam atividades e brincadeiras de contato com a natureza. Os bebês podem fazer percursos apropriados para desenvolver a mobilidade e interagir com diversos cenários. Os ambientes externos auxiliam no desenvolvimento da autonomia dos bebês. Ambientes externos Bebês em início de introdução alimentar podem fazer as refeições na sala de aula. Refeitório Nos momentos de refeição, as crianças serão estimuladas a alimentar-se sozinhas, sob supervisão, manipulando os talheres. Deve ser seguro e limpo. Os bebês em início de introdução alimentar podem ser alimentados no colo do educador. Pode ser coletivo, com mobiliário adequado ao tamanho da criança e que atenda às normas de segurança. Devem ser oferecidos alimentos saudáveis e diversificados, com cardápio elaborado por nutricionista. Os alimentos são ofertados em pratos, copos e talheres individuais. 20 Os ambientes externos podem ser elaborados conforme a estrutura física da Creche, de modo que promovam a boa experiência, uma vez que qualquer espaço onde as crianças realizam as atividades não pode ser considerado neutro. Fatores como organização funcional e estética devem ser avaliados, pois eles interferem na qualidade das ações desenvolvidas pelas crianças. Além disso, elementos que as instigam a manipular, produzir, interagir, imaginar e explorar devem ser considerados. Ou seja, são muitas as possibi- lidades de garantir que as crianças tenham os momentos de alegria, descobertas, partilha e aprendizado. Os momentos de refeição oferecem ótimas oportunidades de aprendizagem, formação cultural e social e promoção da saúde. Portanto, é importante que o educador os planeje de forma que as crianças sintam prazer durante as refeições, ao interagir com seus pares, manusear os talheres e ao cuidar da higiene pessoal. Oferecer alimentos saudáveis, diversificados e naturais, incentivando o consumo deles, é fundamental para desenvolver bons hábitos alimentares nos bebês de até 1 ano. Além disso, as refeições devem ser ofertadas conforme as crianças demonstrarem fome, e a quantidade de alimentos a ser oferecida é deter- minada pela criança, pois ela tem autocontrole da ingestão. Ji m W es t/ A la m y/ Fo to ar en a Fe rn an do F av or et to /C ri ar Im ag em g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 20g22_ftd_mp_1cbsn_u2_p018a029.indd 20 10/3/20 5:23 PM10/3/20 5:23 PM G U I A P N L D 21 Nessa faixa etária as crianças estão descobrindo o mundo, e, para que isso ocorra da melhor maneira possível, é necessário lhes garantir tempo livre e engajá-las no processo de investigação, o que deve ser contínuo. A criança vivencia esse processo de forma ativa, dando continuidade às suas experiências. Portanto, se ela for apresentada a uma quantidade excessiva de estímulos, sem ter tempo livre suficiente para assimilá-los, ela reagirá de forma passiva e sofrerá estresse. Tanto a curiosidade quanto o interesse da criança conferem mais sentido às suas experimentações e aprendizagens. A observação e a experimentação devem ser consideradas primordiais a fim de que aten- dam às necessidades dos envolvidos sem traumas. Assim, ao professor