Prévia do material em texto
<p>MEMBRO DA REDE</p><p>ILUMNO</p><p>Disciplina: Anatomia dos Sistemas Humanos</p><p>Sistema Articular</p><p>Prof. Dr. Murilo Khede Lamego</p><p>murilo-lamego@uva.br</p><p>mailto:murilo-lamego%40uva.br</p><p>Introdução</p><p>• As articulações são definidas como a junção</p><p>ou união principalmente entre dois ou mais</p><p>ossos, mas também entre osso e cartilagem</p><p>ou até mesmo entre cartilagens.</p><p>• As articulações nem sempre estão associadas</p><p>ao movimento; portanto, existe uma</p><p>classificação funcional:</p><p>Classificação Funcional</p><p>Sinartroses: Articulações sem movimento.</p><p>Exemplo: articulações entre os ossos do crânio.</p><p>Anfiartroses: Articulações com pouco</p><p>movimento, ou seja, movimento limitado.</p><p>Exemplo: articulação entre os corpos vertebrais</p><p>(discos intervertebrais).</p><p>Diartroses: Articulações com amplo movimento.</p><p>Exemplo: ombro.</p><p>Si</p><p>FIGURA 3.1 A, Articulações por continuidade (sinartroses - Si) e B, Articulações por contiguidade (diartroses - Di).</p><p>Classificação de acordo com o tecido</p><p>interposto</p><p>• Articulações fibrosas: Ossos e/ou cartilagens são unidos por tecido conjuntivo</p><p>fibroso.</p><p>• Articulações cartilaginosas: Ossos e/ou cartilagens são unidos por cartilagem</p><p>hialina ou fibrocartilagem.</p><p>• Articulações sinoviais: Ossos e/ou cartilagens são unidos por meio de uma</p><p>cápsula articular e separados por um líquido. Este tipo é denominado articulação</p><p>por contiguidade ou proximidade, pois existe um pequeno espaço entre os ossos</p><p>e/ou cartilagens, a cavidade articular, ocupado pelo líquido sinovial</p><p>Articulações Fibrosas</p><p>• As articulações podem ser divididas em quatro</p><p>tipos:</p><p>• Suturas</p><p>• Sindesmoses</p><p>• Gonfoses</p><p>• Esquindilese</p><p>Suturas</p><p>Localizadas no crânio e possuem um grau de</p><p>movimentação muito pequeno ou quase nulo.</p><p>Podem ser nomeadas por meio da descrição</p><p>dos nomes dos ossos que se articulam (por</p><p>exemplo, sutura temporoparietal), ou por</p><p>meio da relação com os planos do corpo (por</p><p>exemplo, sutura sagital).</p><p>Três grupos - suturas</p><p>• Planas: Ossos encaixados através de uma linha</p><p>reta.</p><p>• Serrátil ou denteada: Ossos encaixados por</p><p>meio de uma linha tortuosa mais pontiaguda</p><p>ou mais abaulada, respectivamente.</p><p>Escamosa: Ossos parcialmente sobrepostos.</p><p>A</p><p>FIGURA 3.2 Tipos de sutura: (A) denteada, (B) plana, (C)</p><p>serrátil e (D) escamosa</p><p>Sindesmoses</p><p>• Uma união através de um ligamento.</p><p>• São representadas por uma membrana</p><p>formada por tecido conjuntivo fibroso</p><p>• Diferem das suturas por apresentarem maior</p><p>quantidade de tecido conjuntivo fibroso</p><p>interposto.</p><p>Exemplo de articulação fibrosa do tipo sindesmose (Si): membrana interóssea</p><p>radioulnar no antebraço. Osso rádio (R) e osso ulna (U).</p><p>Gonfoses</p><p>• é a articulação específica entre os cientes e a</p><p>mandíbula e as maxilas.</p><p>• As raízes dentárias encaixam-se nos alvéolos</p><p>dentários (cavidades nos ossos descritos) e o</p><p>que os une é a presença de um ligamento</p><p>formado por tecido conjuntivo fibroso, ou</p><p>ligamento periodontal</p><p>Articulação fibrosa do tipo gonfose (setas) entre os alvéolos dentários e as raízes dentárias</p><p>na mandíbula.</p><p>Esquindilese</p><p>é uma articulação</p><p>específica entre uma</p><p>ranhura ou fenda de um</p><p>osso e uma crista ou</p><p>saliência de outro osso,</p><p>como observado entre</p><p>uma goteira na base do</p><p>osso vômer e uma crista</p><p>no corpo do esfenoide</p><p>Articulações Cartilaginosas</p><p>Neste tipo, o tecido responsável pela união entre</p><p>os ossos é uma cartilagem.</p><p>Possuem mobilidade reduzida; porém, são mais</p><p>móveis do que as articulações fibrosas.</p><p>Quando o tecido interposto é uma cartilagem</p><p>hialina, são denominadas sincondroses, e</p><p>quando o tecido interposto é uma</p><p>fibrocartilagem, são denominadas sínfises.</p><p>Sincondroses</p><p>• Podem ser divididas em temporárias e</p><p>permanentes.</p><p>• As sincondroses temporárias estão presentes nas</p><p>cartilagens epifisárias. Quando o crescimento</p><p>cessa, estas regiões desaparecem porque se</p><p>ossificam.</p><p>nao• As sincondroses permanentes</p><p>desaparecem com o passar do tempo.</p><p>Fl G U RA 3.10 Exe m p lo de arde ulaç ão c arti lag i nosa do ti po sinco n d rose tem porári a: a p resen ç a de d isc o c a rti lag i noso epifi sário ou</p><p>cartilagem de conjugação na metáfise dos ossos longos: fêmur (A), tibia (B) e úmero (C).</p><p>FIGURA 3.11 Exemplos de articulações cartilaginosas entre as três divisões do osso estemo: manúbrio (M), corpo (O) e processo</p><p>xifoide (PX). Uma sincondrose permanente (manubri oeste mal - ME) e temporária: (xifoestemal - XE) não mais visível entre o corpo e</p><p>processo xifoide do esterno.</p><p>Sínfises</p><p>• A união entre os ossos é realizada através de</p><p>uma fibrocartilagem que é resistente.</p><p>Possuem movimentos limitados e são</p><p>medianas, ou seja, estão no centro do corpo</p><p>Exemplo de articulação cartilaginosa do tipo sínfise: a sínfise púbica (seta). Acetábulo (A); ílio (I);</p><p>ísquio (Is) e púbis (P).</p><p>Exemplo de articulação cartilaginosa do tipo sínfise: a sínfise intercorpovertebral (setas</p><p>delgadas). Corpos vertebrais (C) e medula espinhal (setas espessas).</p><p>Aplicação clínica 1</p><p>Os discos intervertebrais são estruturas localizadas entre os corpos vertebrais que amortecem os movimentos realizados pela coluna vertebral. Fatores como movimentos incorretos, posturas</p><p>indesejadas e sobrepeso podem causar lesões no anel fibroso do disco. Se houver ruptura, o extravasamento do núcleo pulposo pode comprimir a medula espinal ou as raízes nervosas provocando</p><p>muita dor. Esta condição édenominada hérnia discai.</p><p>Hérnia de disco lombar com extravazamento</p><p>do núcleo pulposo (setas).</p><p>Disco intercorpovertebral</p><p>Articulações Sinoviais</p><p>As articulações sinoviais podem ser classificadas</p><p>como diartroses, ou seja, articulações</p><p>verdadeiras.</p><p>São as mais comuns, e a maioria está localizada</p><p>no esqueleto apendicular;</p><p>São articulações de locomoção que permitem</p><p>movimentos precisos e uniformes, mas, ao</p><p>mesmo tempo, com estabilidade e potência.</p><p>Articulações Sinoviais I</p><p>• Cápsula articular: A cápsula veda a articulação e</p><p>possui uma membrana interna, a membrana</p><p>sinovial, que é responsável pela produção do</p><p>líquido sinovial</p><p>• Cavidade articular: É delimitada pela cápsula</p><p>articular. É um espaço virtual que contém o líquido</p><p>sinovial</p><p>• Líquido sinovial ou sinóvia: Líquido viscoso</p><p>responsável pela lubrificação da articulação e pela</p><p>nutrição da cartilagem articular.</p><p>• Cartilagem articular: Presente nas superfícies</p><p>articulares, é responsável pela diminuição do atrito</p><p>durante os movimentos</p><p>• Estruturas de suporte: São acessórios que</p><p>permitem uma melhoria na eficiência dos</p><p>movimentos. São elas: ligamentos, bolsas</p><p>sinoviais, lábios articulares, meniscos e discos.</p><p>FIGURA. 3.16 Características de uma articulação sinovial. Cápsula articular (Ca): membrana sinovial (em vermelho); cartilagem</p><p>articular (em azul-claro) e cavidade articular ocupada pelo líquido sinovial (Cv).</p><p>Ligamentos e bolsas sinoviais</p><p>• Os ligamentos são responsáveis pela</p><p>estabilização da articulação, evitando</p><p>movimentos indesejáveis. Normalmente,</p><p>realizam a união entre dois ossos.</p><p>• As bolsas sinoviais amortecem o impacto dos</p><p>movimentos. Possuem líquido sinovial em seu</p><p>interior e funcionam como "almofadas". São</p><p>deformáveis e permitem o deslizamento de</p><p>tendões.</p><p>0 termo bolsa tem origem no grego: Bursa: couro, pele; e Bous: boi. Portanto, quando as bolsas sinoviais sofrem um processo de inflamação, este processo é denominado bursite. As bursítes</p><p>provocam dor e limitação dos movimentos e ocorrem mais frequentemente no ombro. As causas são uso excessivo de maneira crônica, artrite reumatoide ou infecções, mas, em alguns casos, é</p><p>idiopática, ou seja, de causa desconhecida.</p><p>Lábios articulares, meniscos e discos</p><p>• Lábios articulares - faixas de cartilagem presentes</p><p>nas margens das superfícies articulares que</p><p>aumentam a superfície articular para o melhor</p><p>encaixe ou congruência entre os ossos.</p><p>• Os meniscos e discos são estruturas</p><p>cartilaginosas que, além de diminuírem o</p><p>impacto dos movimentos, melhoram a coaptação</p><p>entre os ossos.</p><p>FIGURA 3.31 Visão anterior da articu ação do joe ho mostrando o ligamento patelar (*) e cs meniscos lateral (ML) e med al</p><p>(MM).</p><p>Fêmur (F); tíbia (T)</p><p>FIGURA 3.32 Visão posterior da articulação do joelho mostrando o ligamento cruzado posterior (*) e os meniscos lateral (ML) e medial</p><p>(MM). Fêmur (F); fíbula (Fi) e tíbia (T).</p><p>Artrose</p><p>Algumas articulações podem sofrer um processo de desgaste denominado artrose. Entre suas causas estão o sobrepeso e o uso excessivo ou indevido da articulação. Uma das regiões mais</p><p>atingidas é o joelho. Com a diminuição do espaço interarticular, os segmentos entram em contato. Inicialmente, a lesão ocorre nas cartilagens articulares. Porém, com a evolução, as partes ósseas</p><p>entram em atrito provocando a formação de projeções ósseas denominadas osteófitos que são popularmente conhecidos como "bicos de papagaio".</p><p>Classificação das articulações sinoviais</p><p>• As articulações sinoviais são classificadas de acordo com a forma de</p><p>encaixe dos ossos, ou seja, a forma das superfícies ósseas que se</p><p>articulam.</p><p>• Isso irá determinar os movimentos que a articulação poderá</p><p>realizar. Estes movimentos podem ser realizados em torno de três</p><p>eixos: longitudinal, látero-lateral e anteroposterior.</p><p>• As articulações monoaxiais são aquelas que realizam movimentos</p><p>em torno de um único eixo de movimento.</p><p>• As biaxiais possibilitam movimentos em dois eixos e as triaxiais são</p><p>articulações que realizam movimentos em todos os eixos de</p><p>movimento, possuindo três graus de liberdade.</p><p>Relacionando o eixo com o plano de secção e o movimento permitido</p><p>EIXO PLANO MOVIMENTO</p><p>Longitudinal Transversal Rotação interna (medial); Rotação externa (lateral)</p><p>Lãtero-Lateral Sagital mediano Flexão; Extensão</p><p>Anteroposterior Frontal Adução; Abdução</p><p>Os eixos estão relacionados</p><p>perpendicularmente com os movimentos</p><p>realizados. Por exemplo, ao flexionarmos o</p><p>antebraço, o movimento é anteroposterior,</p><p>realizado ao longo do eixo látero-lateral</p><p>(perpendicular ao movimento, formando um</p><p>ângulo de 90°.</p><p>Classificação morfológica e funcional</p><p>das articulações sinoviais</p><p>• Plana ou artrodia: Possui as superfícies</p><p>articulares planas ou quase planas que</p><p>permitem pequenos movimentos de</p><p>deslizamento, mas não realizados ao longo</p><p>dos eixos.</p><p>Exemplo: intercarpais, intertarsais, sacroilíaca</p><p>FIGURA 3.20 Visão dorsal da mão em corte coronal indicando algumas das suas articulações: intercarpais (*); carpometacárpicas</p><p>(setas) e radiocárpica (RC) ou do punho.</p><p>FIGURA 3.22 Secção parassagrtal do pé indicando algumas das suas articulações: intertarsais (*); tarsometatársica (seta espessa) e</p><p>talocrural ou do tornozelo (TC). Osso calcâneo (Ca): tálus (Ta) e tíbia (Ti).</p><p>FIGURA. 3.23 Visão anterior da pelve óssea feminina (à esquerda) e masculina (à direita) com a indicação das articulações</p><p>sacroilíacas (setas delgadas pretas): das sínfises púbicas (Si) e das articulações intercorpovertebrais (setas espessas).</p><p>Classificação morfológica e funcional</p><p>das articulações sinoviais</p><p>• Gínglimo angular: Possui um encaixe em</p><p>forma de dobradiça. Por seu aspecto, permite</p><p>somente movimentos como uma porta que</p><p>abre ou fecha. Portanto, movimentos de</p><p>flexão e extensão.</p><p>Exemplo: cotovelo (úmero-ulnar)</p><p>interfalângicas.</p><p>e</p><p>FIGURA 3.24 Articulação do cotovelo entre os ossos úmero (U), rádio (R) e ulna (UI) do tipo sinovial gínglimo angular ou “em</p><p>dobradiça" e articulação radioulnar proximal (RU) do tipo sinovial gínglimo lateral. Observar a cartilagem articular envolvendo a região de</p><p>articulação da epífise distai do úmero (*) e parte da cavidade articular (seta espessa).</p><p>Classificação morfológica e funcional</p><p>das articulações sinoviais</p><p>• Trocoide ou gínglimo lateral: possui o encaixe</p><p>entre os ossos em forma de pivô. Por seu</p><p>aspecto cilíndrico, permite movimentos</p><p>rotacionais.</p><p>Exemplo: rádio-ulnar proximal e atlanto-axial</p><p>mediana.</p><p>FIGURA 3.25 Articulação entre o atlas (A) e o processo odontóide (PO) do áxis (atlantoaxial) do tipo sinovial gínglimo lateral ou</p><p>troco ide (AA). Laringe (La) e llaringofaringe (LF).</p><p>Biaxiais</p><p>• Elipsoide: Possui superfícies articulares</p><p>fusiformes, ou seja, uma côncava e outra</p><p>convexa, com a forma de uma bola de futebol</p><p>americano ou a forma de uma elipse. Com esta</p><p>morfologia, permite os movimentos de</p><p>flexão/extensão (eixo látero-lateral) e de</p><p>adução/abdução (eixo anteroposterior).</p><p>• Exemplo: punho (radiocarpal),</p><p>metacarpofalângicas, metatarsofalângicas.</p><p>• Selar: Possui superfície articular em forma de sela (do latim sellaris,</p><p>relativo ao assento, à cadeira). As superfícies articulares apresentam</p><p>concavidade em um sentido e convexidade no outro; ou seja, encaixe</p><p>recíproco côncavo-convexo nas duas faces articulares.</p><p>• Assim, os movimentos possíveis são adução/abdução (eixo</p><p>anteroposterior) e flexão/extensão (eixo látero-lateral). Exemplo:</p><p>carpometacarpal do polegar (trapézio e o primeiro metacarpo) e</p><p>esternoclavicular.</p><p>• Algumas destas articulações são chamadas condilares, pois possuem as</p><p>superfícies articulares em forma de côndilos (do grego kóndylos, junção,</p><p>nó).</p><p>• Exemplo: articulação temporomandibular (ATM), a articulação entre os</p><p>côndilos do occipital e o atlas e a articulação do joelho</p><p>Embora o joelho seja classificado como uma articulação condilar, morfologicamente, essa articulação pode ser classificada funcionalmente como um gínglimo angular, pois realiza os</p><p>movimentos de flexão e extensão (eixo látero-lateral), já que a rotação (ao longo do eixo longitudinal) é muito pequena. Este movimento de rotação ocorre devido ã diferença de tamanho entre os</p><p>côndilos femorais.</p><p>FIGURA 3.26 Articulação do joelho em corte parassag tal mostrando a cavidade articular (seta delgada) entre a pate a (Pa) e o fêmur</p><p>(Fe) e a mesma cavidade articular (seta espessa) entre o fêmur e a tíbia (Ti). As cartilagens articulares da patela e do fêmur estão</p><p>identificadas (*).</p><p>Triaxiais</p><p>Esferoide: São articulações que possuem três</p><p>graus de liberdade e; portanto, realizam</p><p>movimentos nos três eixos: flexão/extensão,</p><p>adução/abdução e rotação interna (medial) e</p><p>rotação externa (lateral).</p><p>Uma das superfícies articulares possui forma</p><p>de esfera que se encaixa em um receptáculo.</p><p>Exemplo: ombro e quadril</p><p>FIGURA 3.27 Articulação do ombro (escapuloumeral) do tipo sinovial esferoide. Observar sua cavidade articular (CA). Escápula (E) e</p><p>úmero (U).</p><p>FIGURA 3.28 Articulação do ombro (escapuloumeral) mostrando sua cápsula articular (*) Escápula (E) e úmero (U).</p><p>FIGURA 3.29 Articulação do quadril (coxofemoral) em corte parassagital mostrando o osso do quadril (OQ) e a cabeça do fêmur (C)</p><p>revestida pela cartilagem articu ar e o ligamento da cabeça do fémur (seta). Co una vertebral (GV).</p><p>• As articulações esferoides realizam um movimento denominado</p><p>circundução, que é a combinação dos movimentos realizados por</p><p>esta articulação.</p><p>• Luxação é um termo utilizado para o deslocamento de um osso do</p><p>seu eixo de articulação. Pode ocorrer em várias articulações.</p><p>• A luxação da articulação acromioclavicular é uma das lesões mais</p><p>comuns do ombro.</p><p>• Embora possua alta incidência, principalmente traumática, não há</p><p>consenso no tratamento. O método mais aceito é a imobilização;</p><p>porém, existem controvérsias.</p><p>t.</p><p>FIGURA 3.17 Classificação morfológ ca e func onal das art culações sinoviais (A) Articulação sinovial p ana; per exemp o. entre os</p><p>osses do carpo: (B) articulação sincval gínglimo angular (eixo transversa -Tr: por exemplo, articulação do cotovelo); (C) articulação</p><p>sinovial trocoide ou gínglimo lateral (eixo longitud nal - seta; por exemplo, articulação rácio-ulnar proximal) e; (D) articu ação sinovial</p><p>condilar (eixo transversal - Tr; por exemplo, articulação do joelho). Rádio (R); ulna (U); úmero (Um); fêmur (F); tíbia (T).</p><p>E F G</p><p>FIGURA 3.18 Classificação morfológica e funcional das articulações sinoviais. (E) Articulação sinovial selar; por exemplo, entre o</p><p>trapézio e o primeiro metacarpo; (F) articulação sinovial elipsoide (articulação do punho) e; (G) articulação sinovial esferoide; por</p><p>exemplo, articulação do ombro. Trapézio (T); rádio (R); úmero (U); escápula</p><p>(E).</p>