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<p>CURSO DE FARMÁCIA</p><p>CLEISON SANTOS DA COSTA</p><p>RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DISPENSAÇÃO DE</p><p>MEDICAMENTOS</p><p>SÃO FELIPE – BA</p><p>2024</p><p>CLEISON SANTOS DA COSTA</p><p>RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM DISPENSAÇÃO DE</p><p>MEDICAMENTOS</p><p>Relatório do Estágio Supervisionado em</p><p>Dispensação de medicamentos</p><p>apresentado como requisito obrigatório</p><p>para a obtenção da pontuação necessária</p><p>na disciplina de Estágio Supervisionado</p><p>em Dispensação de Medicamentos.</p><p>Orientador: Prof. Ms. Flávia Soares Lassie.</p><p>SÃO FELIPE-BA</p><p>2024</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 APRESENTAÇÃO ................................................................................................... 4</p><p>2 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 6</p><p>3 ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO...............................................................................9</p><p>4 ESTUDOS DE CASO..............................................................................................18</p><p>5 TERMO DE VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO............................................................19</p><p>6 CONSIDERAÇÕES FINAIS..................................... ..............................................20</p><p>7 REFERÊNCIAS ......................................................................................................21</p><p>APRESENTAÇÃO</p><p>O período do estágio é essencial para completar o conhecimento do graduando em</p><p>Farmácia, pois são múltiplas as funções de um profissional farmacêutico e na</p><p>atividade prática, oportunizada pelo estágio é que se alinha conhecimentos teóricos</p><p>acadêmicos com a realidade profissional.</p><p>A oportunidade do estágio proporciona ao graduando a percepção sobre como, de</p><p>fato, acontece o desenvolvimento das atividades em farmácia, mostrando na</p><p>realidade os parâmetros para o crescimento da profissão e, por, proporcionar ao</p><p>graduando em Farmácia, contato com a realidade na qual irá atuar, por meio das</p><p>observações e ações no campo de estágio, desenvolve em cada futuro Farmacêutico</p><p>a ampla visão do seu campo de atuação profissional, promovendo autorreflexão e</p><p>crítica sobre a realidade desse campo profissional de atuação futura.</p><p>O estágio acaba sendo um processo de aprendizagem prática que mostra como será</p><p>a atmosfera da rotina, do cotidiano profissional, de quem escolheu o ramo de</p><p>Farmácia e revela que nesse ramo todo e qualquer setor funcional a que se queira</p><p>atuar sempre se revelará primeiramente enquanto instituição de práticas de valores</p><p>e princípios em saúde particular e coletiva.</p><p>E, que é dependente de políticas públicas mais eficientes e mais organizadas e</p><p>diretas, menos faltosa com os recursos dos quais necessitam os cidadãos usuários</p><p>dos serviços públicos de saúde.</p><p>Ao vivenciar durante o Estágio um pouco da rotina de manutenção da dispensação</p><p>de medicamentos na rede pública do município de São Felipe – BA, deu para</p><p>perceber que a dispensação de medicamentos ao público não possui autonomia total,</p><p>mas em muitos aspectos está ligada a Secretária Municipal de Saúde, existindo todo</p><p>um processo, uma hierarquia de processamento e execução das atividades</p><p>administrativas, sanitaristas e operacional.</p><p>O objetivo deste Estágio Supervisionado é propiciar ao graduando experiência prática</p><p>do exercício profissional Farmacêutico, oportunizando uma visão do campo de</p><p>trabalho mais ampla e percepção acerca das relações humanas envolvidas, bem</p><p>como, sobre a importância de um trabalho de guarda e dispensação de</p><p>medicamentos que seja pautado nos valores éticos.</p><p>De tudo que se pode falar acerca do estágio em dispensação de medicamentos</p><p>marca significativamente o chamado a ser ético, enquanto farmacêutica em formação</p><p>que estou, e sobre o quanto, cada vez mais, isso será forte na atuação profissional</p><p>porque medicação pode curar ou danificar a saúde e promover saúde humana é algo</p><p>de grande honra, respeito e responsabilidade.</p><p>Está no campo de estágio foi de grande importância, atuando junto a um profissional</p><p>que acumula vasta experiência como farmacêutico e que compreende e aplica as</p><p>regras e princípios necessários na área de dispensação de medicamentos, podendo</p><p>observar e vivenciar o dia a dia, saber como acontece na prática a rotina em um</p><p>balcão de dispensação e também os bastidores como: aquisição dos medicamentos,</p><p>burocracias, sistema de dispensação e, se tratando de um sistema gratuito de</p><p>dispensação perceber possibilidades e desafios que o farmacêutico enfrentar e que</p><p>tem que saber como lidar.</p><p>Priorizando sempre o melhor atendimento com acolhimento e empatia a cada usuário</p><p>também paciente.</p><p>Dispensar medicamento foi mais que entregar remédio na quantidade certa foi bem</p><p>mais, foi entregar o melhor, enquanto profissional, entregar acolhimento e esperança</p><p>a pessoas que se encontram enfermas e muitas vezes, vulneráveis.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>O Farmacêutico pode atuar em múltiplas funções, porém a experiência do Estágio</p><p>Supervisionado III nos foi oportunizado atuar na dispensação de medicamentos na</p><p>rede pública de assistência à saúde do município de São Felipe – BA.</p><p>As atividades desenvolvidas durante este período de estágio visaram basicamente</p><p>otimizar a adesão ao tratamento prescrito pelos médicos aos pacientes, orientando e</p><p>esclarecendo aos pacientes sobre seu tratamento e farmacoterapia. Oferecendo aos</p><p>pacientes medicamento eficazes e seguros, esclarecendo sobre importância de</p><p>observar reações adversas e se relacionando com pacientes e demais profissionais</p><p>envolvidos no sistema de fornecimento de medicamentos gratuitos, compreendendo</p><p>dinâmica social administrativa desse processo de dispensação de medicamento ao</p><p>cidadão.</p><p>O estágio aconteceu no setor de dispensação gratuita de medicamentos no município</p><p>de São Felipe – BA. durante dez dias e totalizou oitenta horas onde pude acompanhar</p><p>fatos ocorridos por parte dos pacientes/usuários e estratégias de atuação por parte</p><p>do Farmacêutico responsável e colaboradores do setor de dispensação.</p><p>Com a ao oportunidade de estar atuando junto a um farmacêutico pude aprimorar</p><p>conhecimentos, ampliar minha visão e formar uma postura profissional pela</p><p>oportunidade de compreender acerca de princípios éticos e leis norteadoras que</p><p>precisam ser levadas em consideração por serem essenciais a manutenção da ordem</p><p>e das boas práticas em farmácia e, assim o estágio é sem dúvida o momento mais</p><p>significante e prazeroso para o futuro profissional farmacêutico que desde a forma de</p><p>se vestir até o comportamento vai sendo moldado, formando passo a passo o</p><p>profissional que se espera.</p><p>ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO</p><p>No dia trinta de abril de dois mil e vinte e quatro encontrei com o Farmacêutico</p><p>Rogério em uma sala na Secretária Municipal de Saúde onde foi combinado e</p><p>ajustado as regras sobre como aconteceria o Estágio Supervisionado em</p><p>Dispensação de Medicamentos e ele me recebeu muito bem, fornecendo-me as</p><p>orientações e condições para início do estágio.</p><p>E, em quinze de maio de dois mil e vinte e quatro por volta de oito da manhã cheguei</p><p>à sala de dispensação de medicamentos que se localiza na Rua Góes Calmon S/N</p><p>Centro de São Felipe – BA. Me apresentei, a atendente do balcão de dispensa e ela</p><p>confirmou que estava informada acerca da chegada dos estagiários a partir daquela</p><p>data foi muito solicita nos mostrou toda a sala, instalações, sistema de operação e</p><p>funcionamento, medicamentos disponíveis para dispensação e observei que havia</p><p>uma pequena fila de pessoas aguardando do lado de fora, e, inclusive, eram todos</p><p>ou a maioria idosos. O estágio</p><p>teve fim no dia seis de junho de dois mil e vinte e</p><p>quatro.</p><p>Quanto as instalações verifiquei que se trata de uma sala única sem divisórias, um</p><p>pouco abafada sem muita luminosidade e circulação de ar. E, apesar da sala de</p><p>dispensação ficar no mesmo prédio da Secretária Municipal de Saúde os usuários</p><p>não desfrutam de recepção para espera da sua vez, ficando sob a marquise do prédio</p><p>enquanto aguardam e de pé.</p><p>Ainda me chamou a atenção, o fato de não ser fornecida nenhum tipo de embalagem</p><p>dos remédios que são entregues diretamente nas mãos do usuário. Cheguei a</p><p>presenciar um senhor que sem portar bolsa ou bolsos nas vestes solicitou</p><p>embalagem, mas não havia mesmo no local para fornecimento.</p><p>Em conformidade com Leite et.al. (2017) o panorama indica a necessidade de</p><p>investimentos dos municípios na criação de condições adequadas para que o acesso</p><p>crescente a medicamentos e afirma ainda que apesar de na atualidade ainda não ser</p><p>totalmente satisfatório o sistema de dispensação de medicamentos o contexto atual</p><p>é muito mais avançado e animador do que a alguns anos atrás. E que serviços de</p><p>dispensação de medicamentos organizados apropriadamente reúnem oportunidades</p><p>e fundamentos para influenciar de modo decisivo os resultados em saúde dos</p><p>usuários de medicamentos.</p><p>A atendente me disse que eu já poderia começar a ajudar já que estava ali para isso,</p><p>rindo me instruiu a colocar na prateleira alguns medicamentos que estavam em</p><p>caixas de papelão no chão, caixas ainda lacradas que haviam acabado de chegar</p><p>para reposição.</p><p>Questionando, descobri que existe um intervalo de tempo que geralmente acontece</p><p>na reposição de estoque de medicamento, inclusive os de uso contínuo. Sendo muito</p><p>comum vez ou outra o paciente não encontrar o medicamento necessário de que</p><p>precisa tendo que aguardar alguns dias até a reposição.</p><p>A outro colega foi dada a missão de organizar a fila de espera e chamar um a um os</p><p>usuários para que apresentasse suas demandas e fossem atendidos.</p><p>Observei que o Farmacêutico responsável chega um pouquinho mais tarde por voltas</p><p>das nove horas, mas todas as pessoas são atendidas e tem as suas dúvidas acerca</p><p>de seu tratamento medicamentoso sanadas com afetuosidade e respeito.</p><p>A busca da maioria dos pacientes/usuários digo usuários porque 90% já retiram a</p><p>medicação na sala de dispensação de maneira contínua e são medicações</p><p>principalmente para controle de comorbidades como: hipertensão, diabetes,</p><p>colesterol alto, medicações de uso contínuo. E, alguns outros casos são pacientes</p><p>de primeiro acesso a sala de dispensação, ou buscando por analgésicos, antitérmicos</p><p>e antibióticos.</p><p>No segundo momento preferi observar como se dava a dispensação dos</p><p>medicamentos, queria me dedicar a escutar os pacientes e suas principais queixas</p><p>que eram: “Não sei ler a bula.” “Não tenho ninguém para explicar como tomar direito</p><p>o remédio” ou “Quando não encontra remédio aqui fica difícil ter dinheiro pra</p><p>comprar.” Nesses momentos o Farmacêutico, bem como, o atendente muito</p><p>afetuosos, chegando a colocar esparadrapo com desenhos nas caixas das</p><p>medicações com símbolos para que os pacientes pudessem compreender que</p><p>determinado medicamento deveria ser consumido durante o dia símbolo de sol e</p><p>durante a noite símbolo de lua. Nessa simples atitude percebi tamanha empatia.</p><p>Enquanto participei do estágio percebi que ainda é uma realidade constante a</p><p>questão da automedicação que é a administração de medicamentos sem orientação</p><p>ou prescrição médica. O hábito de automedicar-se pode provocar danos à saúde ou</p><p>mesmo mascarar sintomas de doenças mais graves conforme Souza, Silva e Neto</p><p>(2008).</p><p>Por ser o farmacêutico o profissional que conhece os aspectos do medicamento e</p><p>que, portanto, pode dar uma informação privilegiada às pessoas que o procuram, na</p><p>farmácia. Diante deste contexto, tornam-se necessárias medidas preventivas de</p><p>modo a contribuir para a diminuição diária de riscos causados pela automedicação e</p><p>consequentemente tornar visível a conscientização da população quanto ao perigo</p><p>dos efeitos adversos que certos medicamentos podem causar, ainda em</p><p>conformidade com Souza, Silva e Neto (2008).</p><p>Na oportunidade de estar no campo de estágio foi perceptível em muitas vezes a</p><p>chegada de pacientes que acostumados a retirar medicamentos e por aparentemente</p><p>ter amizade estabelecida com o despachante dizer que: “Demorei a conseguir nova</p><p>consulta como médico no intervalo de tempo entre uma consulta e outra, comprei um</p><p>medicamento analgésico para conseguir suportar as dores.” Ou tomei o analgésico</p><p>tal por conta própria para tal dor aí como a dor persistia é que procurei o médico.”</p><p>Nessas falas que ouvia sempre me provocou inquietação até que questionei</p><p>sutilmente a duas pacientes se: Acredita que um simples analgésico pode ser</p><p>perigoso para a saúde, visto que dores e mal-estar não devem ser camuflados, mas</p><p>investigados.</p><p>Em ambos os casos me foi dito mais ou menos a mesma resposta que se a tudo que</p><p>se sentir de sintoma, qualquer dorzinha já for ao médico para ele investigar e</p><p>prescrever viverá perdendo tempo e se desgastando e perdendo tempo.</p><p>Percebi que a automedicação é algo corriqueiro e que, principalmente as pessoas do</p><p>interior, das localidades mais distantes do centro urbano, seja por desinformação ou</p><p>dificuldade de consultar o médico aparentemente são as que mais se automedicam.</p><p>O URM é o principal objetivo da dispensação. A orientação deve incluir informações</p><p>em linguagem clara e objetiva, suficientes para o uso e armazenamento adequados,</p><p>além de coibir a automedicação e o abandono do tratamento (LYRA JUNIOR;</p><p>MARQUES, 2012).</p><p>O Manual de Orientação ao Farmacêutico aponta as atividades relacionadas a</p><p>dispensação e as responsabilidades do farmacêutico.</p><p>Conduta do profissional farmacêutico frente a paciente de Pressão Arterial</p><p>elevada</p><p>Com toda certeza observando o histórico da Ficha de Controle da paciente descrita</p><p>na questão é possível explicar o porquê de suas queixas de dores de cabeça que lhe</p><p>causa desconforto, a tal ponto, de pedir ajuda a farmacêutica atendente na</p><p>dispensação para que lhe indicasse novo medicamento anti-hipertensivo.</p><p>Essa comorbidade chamada de hipertensão é uma doença endêmica no Brasil e</p><p>digna apenas de controle.</p><p>Uma tabela de valores de Pressão Arterial como esta da paciente supracitada indica</p><p>mesmo que por seu histórico a paciente se encontra em um quadro de hipertensão</p><p>digna de intervenção medicamentosa mais intensa e rigorosa para prevenir</p><p>problemas de saúde mais graves decorrentes dessa comorbidade primeira. Contudo</p><p>como podemos constatar na Resolução 499/2008 não cabe ao profissional</p><p>Farmacêutico prescrever ou sugerir outro medicamento para paciente com</p><p>hipertensão em descontrole por apenas acreditar que esse ou aquele será o</p><p>medicamento mais eficaz, cabendo ao profissional da medicina fazê-lo.</p><p>A importância da presença da Ficha de Controle de Pressão Arterial nas</p><p>farmácias que ofertem esse serviço farmacêutico e a Resolução (RDC) que traz</p><p>esse embasamento:</p><p>Conforme Resolução 499/2008 o farmacêutico deverá, ao aferir a pressão arterial,</p><p>esclarecer ao usuário que o procedimento tem o propósito de prevenir enfermidades</p><p>ou monitorar o tratamento farmacológico e ter o cuidado de anotar os resultados da</p><p>verificação da pressão arterial que não poderão ser fornecidos como diagnóstico</p><p>clínico, tampouco utilizados como parâmetros para a indicação ou prescrição de</p><p>medicamentos. E, no caso de observação de qualquer alteração dos níveis</p><p>pressóricos, o usuário deverá ser aconselhado a procurar a devida assistência</p><p>médica.</p><p>O Farmacêutico é um profissional que lida diretamente como despacho de</p><p>medicamentos sendo o responsável pela garantia do acesso a medicamentos de</p><p>forma segura e</p><p>eficaz, e sempre deve orientar e esclarecer aos pacientes sobre a</p><p>importância do uso racional do produto</p><p>No sistema processual de competências do farmacêutico está inserido o cuidado ao</p><p>paciente e, isso envolve desde o desenvolvimento, a produção de medicamentos, a</p><p>compra, distribuição e garantia de qualidade até o acompanhamento e a avaliação</p><p>dos resultados. Contudo, indicar, supor, sugerir e muito menos prescrever outro</p><p>medicamento, pois não é dado ao Farmacêutico instruções acadêmicas durante sua</p><p>formação que o respalde para tal função.</p><p>Cabe ao Farmacêutico ações que visem otimizar a farmacoterapia Ele responde pela</p><p>dispensação dos medicamentos padronizados em conformidade com os protocolos</p><p>clínicos e as diretrizes farmacêuticas, bem como realiza educação medicamentosa e</p><p>em promoção de saúde.</p><p>Sobre a dispensação de medicamentos a Resolução 44/09 estabelece que</p><p>estabelecimento farmacêutico deve assegurar ao usuário o direito à informação e</p><p>orientação quanto ao uso de medicamentos. E, que medicamentos sujeitos à</p><p>prescrição somente podem ser dispensados mediante apresentação da respectiva</p><p>receita.</p><p>Sendo assim a conduta da Maria Eduarda frente ao caso exposto seria tentar</p><p>entender se a medicação já prescrita está sendo utilizada corretamente pela paciente</p><p>em dose e horários adequados e regularmente. E, fornecer todas as orientações</p><p>sobre o uso adequado da medicação, sugerindo o retorno regular ao médico e não</p><p>interferindo com prescrição de outro produto medicamentoso, até porque analisando</p><p>a tabela de acompanhamento dos valores da pressão arterial não se observa um</p><p>descontrole tão relevante.</p><p>Dessa forma conforme as Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial (2020) os</p><p>pacientes continuam sendo classificados como hipertensos com níveis de PA acima</p><p>de 140/90 mmHg, e indivíduos com PAS entre 120 e 139 mmHg e PAD entre 80 a 89</p><p>mmHg são classificados como portadores de PA normal ou pré-hipertensos, sendo</p><p>que tais pessoas apresentam risco cardiovascular mais elevado em comparação com</p><p>a PA ótima ou normal. Diante disso, os pré-hipertensos, mesmo ainda considerados</p><p>como não hipertensos, deveriam ser mais bem avaliados e estratificados. Alguns</p><p>exames complementares não invasivos são capazes de avaliar o impacto da PA sobre</p><p>o vaso, analisando o dano vascular precoce, não apenas em populações de</p><p>hipertensos, mas também em pré-hipertensos.</p><p>Diante do que fica exposto na literatura vigente das legislações em dispensação de</p><p>medicamentos, enquanto ação do profissional farmacêutico Maria Eduarda agirá</p><p>corretamente ao aferir a P.A. com paciente em descanso por alguns minutos e</p><p>fornecendo-lhe toda informação técnica necessária acerca do uso contínuo e correto</p><p>da medicação prescrita através do médico responsável.</p><p>A conduta da estagiária as orientações que deveria fornecer ao paciente sobre</p><p>os medicamentos dispensados pelo Programa Farmácia Popular</p><p>Ao analisarmos a conduta da estagiária apontada na situação problema precisamos</p><p>recorrer a literatura e analisando sua conduta em disseminar informações acerca do</p><p>Programa de Farmácia Popular fica evidente a assertiva conduta da estagiária.</p><p>Conforme o Ministério da Saúde (2019) o Programa Farmácia Popular do Brasil -</p><p>PFPB é um programa do Governo Federal que visa complementar a disponibilização</p><p>de medicamentos utilizados na Atenção Primária à Saúde, por meio de parceria com</p><p>farmácias e drogarias da rede privada credenciadas ao PFPB e municipais, o cidadão</p><p>poderá obter medicamentos nas farmácias e drogarias credenciadas ao programa</p><p>que ainda disponibiliza alguns medicamentos gratuitos e também oferece</p><p>medicamentos de forma subsidiada para dislipidemia, rinite, doença de Parkinson,</p><p>glaucoma e fraldas geriátricas. Nesses casos, o Ministério da Saúde paga parte do</p><p>valor dos medicamentos e o cidadão paga o restante.</p><p>Conforme a Decreto 5.090/04 a Fundação Oswaldo Cruz será a executora das ações</p><p>inerentes à aquisição, estocagem, comercialização e dispensação dos</p><p>medicamentos, podendo para tanto firmar convênios com a União, Estados, Distrito</p><p>Federal e Municípios, sob a supervisão direta e imediata do Ministério da Saúde e o</p><p>Ministério da Saúde poderá firmar convênio com entidades públicas e privadas,</p><p>visando à instalação e implantação de novos serviços de disponibilização de</p><p>medicamentos e insumos, mediante ressarcimento, tão somente, de seus custos de</p><p>produção ou aquisição.</p><p>Sendo assim, fica evidente que Paula agiu corretamente ao promover informação</p><p>para a paciente Claudia acerca da existência do Programa Farmácia Popular, afinal</p><p>um Programa Social como este só atingirá seu objetivo se alcançar as pessoas,</p><p>impactando e facilitando o acesso as medicações de que cada cidadão necessita e</p><p>uma das atribuições do farmacêutico é justamente informar meios aos pacientes de</p><p>facilitar a continuidade de seu tratamento medicamentoso.</p><p>O surgimento do Programa Farmácia Popular do Brasil e seus objetivos:</p><p>O Programa de Farmácia Popular no Brasil foi criado em 13 de abril de 2004, pela</p><p>Lei nº 10.858, e regulamentado pelo Decreto nº 5.090, de 20 de maio de 2004. A</p><p>legislação autoriza a Fundação Oswaldo Cruz a disponibilizar medicamentos</p><p>mediante ressarcimento, através de unidades próprias.</p><p>Conforme o Manual Básico da Farmácia Popular (2005) o Programa Farmácia</p><p>Popular do Brasil tem como um dos seus principais objetivos a ampliação do acesso</p><p>da população aos medicamentos básicos e essenciais, diminuindo, assim, o impacto</p><p>do preço dos remédios no orçamento familiar.</p><p>Trata-se de uma política pública social de suporte para que seja garantido aos</p><p>cidadãos brasileiros a dispensação de medicamentos eficazes gratuitos ou com</p><p>valores até noventa por cento mais barato, de modo, a garantir a continuidade do</p><p>tratamento medicamentoso necessário a restauração da saúde.</p><p>Sendo uma Política Pública de facilitação do acesso dos cidadãos brasileiros a</p><p>medicamentos este Programa chegou a alguns anos e vem atingindo pouco a pouco</p><p>seus objetivos, dentre eles o principal é garantir que nenhuma pessoas doente</p><p>permaneça sem tratamento medicamentoso por falta de recursos financeiros para</p><p>aquisição de seus remédios, por isso, precisa ser informada a população acerca da</p><p>existência e importância desse programa que é para todos os brasileiros que dessa</p><p>Política cidadã necessite.</p><p>Diante disso, torna-se necessário difundir a informação sobre como funciona tal</p><p>Programa de aquisição facilitada de remédios em Farmácias cadastradas no</p><p>Programa Farmácia Popular do Brasil, a fim de alcançar os objetivos de ligar pessoas</p><p>necessitas e política de acesso.</p><p>Elaboração de treinamento e assuntos que abordaria:</p><p>Elaboraria um roteiro para treinamento de funcionários com base no que dita as leis</p><p>vigentes em normatização para legal atuação farmacêutica onde destaco a RDC</p><p>44/2009 quanto ao cumprimento da legislação sanitária vigente e aplicável às</p><p>farmácias e drogarias, bem como dos Procedimentos Operacionais Padrão (Pops) do</p><p>estabelecimento.</p><p>Abordaria ainda sobre a importância do autocuidado, incluídas instruções de higiene</p><p>pessoal e de ambiente, saúde, conduta e elementos básicos em microbiologia,</p><p>relevantes para a qualidade dos produtos e serviços oferecidos aos usuários, além</p><p>da questão do uso e descarte de EPIs, de acordo com o Plano de Gerenciamento de</p><p>Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS. Além disso, treinaria os funcionários</p><p>acerca de sobre procedimentos a serem adotados em caso de acidente e episódios</p><p>envolvendo riscos à saúde dos funcionários ou dos usuários das farmácias e</p><p>drogarias.</p><p>E, ainda com base na RDC 44/2009 outros pontos poderiam ser discutidos em meio</p><p>ao treinamento profissional para atuação em farmácia que seria: Somente podem ser</p><p>adquiridos produtos regularizados junto à</p><p>Anvisa, conforme legislação vigente. O</p><p>nome, o número do lote e o fabricante dos produtos adquiridos devem estar</p><p>discriminados na nota fiscal de compra e serem conferidos no momento do</p><p>recebimento.</p><p>Somente é permitido o recebimento de produtos que atendam aos critérios definidos</p><p>transportados conforme especificações do fabricante e condições estabelecidas na</p><p>legislação sanitária específica e no momento do recebimento deverá ser verificado o</p><p>bom estado de conservação, a legibilidade do número de lote e prazo de validade e</p><p>a presença de mecanismo de conferência da autenticidade e origem do produto, além</p><p>de observadas outras especificidades legais e regulamentares vigentes sobre rótulo</p><p>e embalagem, a fim de evitar a exposição dos usuários a produtos falsificados,</p><p>corrompidos, adulterados, alterados ou impróprios para o uso.</p><p>Caso haja suspeita de que os produtos sujeitos às normas de vigilância sanitária</p><p>tenham sido falsificados, corrompidos, adulterados, alterados ou impróprios para o</p><p>uso, estes devem ser imediatamente separados dos demais produtos, em ambiente</p><p>seguro e diverso da área de dispensação, devendo a sua identificação indicar</p><p>claramente que não se destinam ao uso ou comercialização.</p><p>Sobre a questão da Dispensação de Medicamentos Antimicrobianos o farmacêutico</p><p>possui papel fundamental na promoção do uso racional de antimicrobianos e deve</p><p>contribuir no combate às infecções e à resistência bacteriana.</p><p>Assim, é essencial que o profissional domine o disposto na RDC Anvisa nº 20/2011,</p><p>que regulamenta o controle de medicamentos à base de substâncias antimicrobianas.</p><p>E, segundo a RDC 20/11 embora não exista exatidão e receita específica em cor</p><p>distinta por exemplo é essencial que toda receita de antimicrobiano de uso oral,</p><p>dermatológico, ginecológico, oftálmico e otorrinolaringológico, incluindo os</p><p>manipulados, deve conter: nome do medicamento prescrito sob a forma de DCB,</p><p>concentração, forma farmacêutica, dose, frequência e duração do tratamento,</p><p>quantidade a ser fornecida, orientação sobre o uso correto do medicamento e</p><p>instruções adicionais.</p><p>Também haveria no treinamento dos funcionários observação a cerca da Portaria</p><p>344/98 que aprova o Regulamento Técnico sobre Substâncias e Medicamentos</p><p>sujeitos a Controle Especial. A portaria conceitua droga e entorpecente e dita: Droga</p><p>como substância ou matéria-prima que tenha finalidade medicamentosa ou sanitária.</p><p>E, Entorpecente como substância que pode determinar dependência física ou</p><p>psíquica e no tocante a tipos de receitas exigidas para a dispensação de</p><p>medicamentos de controle especial dita que:</p><p>Notificação de Receita documento padronizado destinado à notificação da</p><p>prescrição de medicamentos: a) entorpecentes (cor amarela), b)</p><p>psicotrópicos (cor azul) e c) retinóides de uso sistêmico e</p><p>imunossupressores (cor branca). A Notificação concernente aos dois</p><p>primeiros grupos (a e b) deverá ser firmada por profissional devidamente</p><p>inscrito no Conselho Regional de Medicina, no Conselho Regional de</p><p>Medicina Veterinária ou no Conselho Regional de Odontologia; a</p><p>concernente ao terceiro grupo (c), exclusivamente por profissional</p><p>devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina.</p><p>(PORTARIA, 344/98. P. 04)</p><p>Ainda conforme orientação da portaria 344/98. O Formulário da Receita de Controle</p><p>Especial deverá ser preenchido em duas vias, apresentando, obrigatoriamente, em</p><p>destaque em cada uma das vias os dizeres: "1ª via - Retenção da Farmácia ou</p><p>Drogaria" e "2ª via - Orientação ao Paciente".</p><p>Portaria 344/98 Sobre a Portaria e o uso do SNGPC:</p><p>O Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados é um sistema</p><p>eletrônico que monitora as movimentações de entrada, compras e transferências,</p><p>saída, vendas, transformações, transferências e perdas de medicamentos</p><p>comercializados em farmácias e drogarias privadas do país, particularmente os</p><p>medicamentos sujeitos à Portaria 344/98 que regulamenta a movimentação de</p><p>entorpecentes, psicotrópicos e microbianos.</p><p>O sistema aceita que um Farmacêutico seja Responsável Técnico por mais de um</p><p>estabelecimento. Para isso, deverá estar cadastrado em cada um dos CNPJ e possuir</p><p>o perfil “sngpc-empresa” atribuído pelos gestores de segurança de cada</p><p>estabelecimento.</p><p>Quem deve ser cadastrado como Responsável Legal pessoa física designada em</p><p>estatuto, contrato social ou ata, incumbida de representar, ativa e passivamente, nos</p><p>atos judiciais e extrajudiciais, o Agente Regulado - pessoa jurídica. Já o Responsável</p><p>Técnico pessoa física legalmente habilitada para a adequada cobertura das diversas</p><p>espécies de processos de produção e prestação de serviços nas empresas, em cada</p><p>estabelecimento. No caso do SNGPC deve ser sempre um farmacêutico.</p><p>Assim, o farmacêutico responsável técnico é profissional farmacêutico legalmente</p><p>habilitado e inscrito no Conselho Regional de Farmácia, nos termos da lei, incumbido</p><p>de promover assistência técnica à farmácia ou drogaria. E, Representante Legal</p><p>pessoa física ou jurídica investida de poderes legais para praticar atos em nome do</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoainformacao/perguntasfrequentes/fiscalizacaoemonitoramento/sngpc/</p><p>https://www.gov.br/anvisa/pt-br/acessoain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Regulado, preposto de gerir ou administrar seus negócios no âmbito da</p><p>Anvisa.</p><p>Os medicamentos sujeitos à Portaria 344/98 deve ficar sob responsabilidade do</p><p>farmacêutico:</p><p>A Portaria 344/98 aprova o Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos</p><p>sujeitos a controle especial. E, em seu artigo 67 preconiza que as substâncias</p><p>constantes nesse regulamento saber: psicoativo, entorpecentes e antimicrobianos.</p><p>Deverão ser obrigatoriamente guardados sob chave ou outro dispositivo que ofereça</p><p>segurança, em local exclusivo para este fim, sob a responsabilidade do farmacêutico</p><p>ou químico responsável, quando se tratar de indústria farmoquímica.</p><p>Já a Resolução 20/11 dispõe sobre o controle de medicamentos à base de</p><p>substâncias classificadas como antimicrobianos, de uso sob prescrição, isoladas ou</p><p>em associação. E, traz no seu artigo segundo que as farmácias e drogarias privadas,</p><p>assim como as unidades públicas de dispensação municipais, estaduais e federais</p><p>que disponibilizam medicamentos mediante ressarcimento, a exemplo das unidades</p><p>do Programa Farmácia Popular do Brasil, devem dispensar os medicamentos</p><p>contendo as substâncias antimicrobianas desta Resolução, isoladas ou em</p><p>associação, mediante retenção de receita e escrituração nos termos desta</p><p>Resolução.</p><p>E, ainda, o artigo vinte e seis da (RESOLUÇÃO 20/11, Art. 26) prevê o seguinte: “O</p><p>descumprimento das disposições contidas nesta Resolução constitui infração</p><p>sanitária, nos termos da Lei nº. 6.437, de 20 de agosto de 1977, sem prejuízo das</p><p>responsabilidades civil, administrativa e penal cabíveis.”</p><p>Diante do que é observado na legislação vigente para o profissional farmacêutico</p><p>cabe ao profissional a boa guarda, armazenamento e responsabilidade na</p><p>dispensação dos medicamentos especiais a saber: aqueles classificados como sendo</p><p>antimicrobianos, alucinógenos e psicoativo.</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>A oportunidade do estágio é um período ímpar no processo de formação profissional</p><p>de Graduação em Farmácia porque é quando é possível sentir a atmosfera dos</p><p>desafios e das positividades desta profissão.</p><p>Quando durante o estágio estive, aprendendo e promovendo a dispensação de</p><p>medicamentos sob a supervisão do farmacêutico responsável pela farmacia campo</p><p>do estágio percebi que não é um ato tão simples dispensar medicamentos não se</p><p>trata apenas de entregar os medicamentos aos pacientes, é muito mais que isso, é</p><p>interagir com pessoas, orientar, informar, promover boas práticas de saúde, é</p><p>também contribuir significativamente para que o tratamento medicamentoso seja</p><p>seguido promovendo, assim, o resultado esperado, combatendo as enfermidades.</p><p>Aprendi com o estágio que cada paciente é único e que a empatia e o acolhimento</p><p>se fazem tão necessário no momento da dispensação das medicações. Que a</p><p>gentileza de, por exemplo, fornecer apenas uma sacolinha para o paciente da</p><p>farmácia pública pode ser um ato tão considerável. Observei que a maioria dos</p><p>pacientes na fila da dispensação na farmácia pública são adultos ou idosos, e que,</p><p>tentar não atrasar o atendimento é significativo e essencial. Ainda compreendi o quão</p><p>importante é a presença do farmacêutico dentro de uma farmacia da rede pública ou</p><p>não. Porque é ele, o farmacêutico que poderá explicar com propriedade a função,</p><p>princípio ativo e uso adequado de cada medicamento sem contar que a este</p><p>profissional os pacientes dedicam maior credibilidade.</p><p>Assim o período do estágio foi de grande valor a minha formação acadêmica</p><p>profissional farmacêutica, pois ampliou meu conhecimento e me revelou mais uma</p><p>vertice da linda profissão que escolhi pra vida.</p><p>TERMO DE VALIDAÇÃO DO ESTÁGIO</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde, Portaria, 344/98. Brasília, 1998.</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde. Decreto 5.090/04. Brasília, 2004.</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Farmácia Popular do Brasil:</p><p>Manual Básico. Brasília, 2005.</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde, Portaria 498/98. Brasília, 2008.</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde, Resolução44/09. Brasília,2009.</p><p>BRASIL, Ministério da Saúde, Portaria, 20/11. Brasília, 2011.</p><p>ALESSI, A. LUCENA J. G. AVEZUM. A. Diretrizes brasileiras de</p><p>hipertensão arterial. Rev. Arquivos Bras. de Cardiologia. 2020.</p><p>LYRA JÚNIOR, BD.P. MARQUES, T.C. Bases da Dispensação Racional</p><p>de Medicamentos para Farmacêuticos. São Paulo: Pharmabooks, 2012.</p><p>PROGRAMA FARMÁCIA POPULAR. Disponível em:</p><p>https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/sectics/farmacia-popular. Acesso em:</p><p>13 de junho de 2024.</p><p>Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados. Disponível</p><p>em:</p><p>www.gov.br/anvisa/ptbr/acessoainformacao/perguntasfrequentes/monitoramento</p><p>/sng pc. Acesso em: 13 de junho de 2024.</p>

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