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<p>DOL - 243669.5 - Direito Ambiental - 2024.2</p><p>Avaliação On-Line 3 (AOL 3) - Questionário</p><p>Avaliação On-Line 3 (AOL 3) - Questionário</p><p>Fabricio de Sousa Dreyer</p><p>Nota final</p><p>Enviado em: 21/10/24 23:20 (BRT)</p><p>10/10</p><p>Conteúdo do exercício</p><p>Conteúdo do exercício</p><p>1. Pergunta 1</p><p>1/1</p><p>(CESPE – 2015 – TJ-DF – Juiz de Direito Substituto - Adaptada) Antônio depositou, a céu aberto, resíduos tóxicos</p><p>em terreno de sua propriedade. Embora a área fosse cercada e houvesse placas de sinalização informando a</p><p>presença de material tóxico, o acesso ao terreno era fácil, consentido e costumeiro. Joaquim, um morador que</p><p>não conhecia bem a vizinhança, passou pelo local e sofreu, por conduta não dolosa, graves queimaduras</p><p>decorrentes do contato com os resíduos tóxicos, pois, ao ver esse material, ficou curioso, se aproximou e tocou.</p><p>Acerca dessa situação hipotética, assinale a opção correta à luz do entendimento do STJ.</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Correta:</p><p>A conduta de Antônio enquadra-se no conceito de dano ambiental e a ela devem ser aplicados o princípio do</p><p>poluidor-pagador e a responsabilidade objetiva por risco integral.</p><p>Resposta correta</p><p>Não é aplicável ao caso a teoria do risco integral, uma vez que Joaquim era um estranho que não tinha qualquer</p><p>relação jurídico-contratual com Antônio, a lesão foi cometida a indivíduo e não ao meio ambiente e foram</p><p>colocadas placas de sinalização indicando a presença de material tóxico.</p><p>Se Antônio tivesse depositado os resíduos na condição de agente de entidade estatal, sua responsabilidade seria</p><p>de natureza subjetiva, sendo necessário provar culpa lato sensu para que o Estado respondesse por condutas</p><p>comissivas de seus agentes, causadoras de dano ao meio ambiente.</p><p>Aplica-se ao caso a teoria do risco integral, de modo que Antônio deverá responder pelos danos sofridos por</p><p>Joaquim, a menos que fique comprovada a culpa exclusiva da vítima ou a ocorrência de caso fortuito ou força</p><p>maior.</p><p>Caso Antônio tivesse depositado os resíduos de agente de entidade estatal e não como particular, sua provável</p><p>responsabilidade obedeceria ao regime do risco administrativo.</p><p>2. Pergunta 2</p><p>1/1</p><p>Considerando as responsabilidades civil e administrativa no direito ambiental, assinale a alternativa correta:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>O cometimento de nova infração ambiental pelo mesmo infrator, no período de cinco anos, contados da</p><p>lavratura de auto de infração anterior devidamente confirmado em julgamento, conduz na aplicação da multa</p><p>em dobro, no caso de cometimento da mesma infração.</p><p>Pela Lei 6.938/81, que instituiu a Política Nacional do Meio Ambiente, o conceito de poluidor vincula-se à pessoa</p><p>física ou jurídica, de direito público ou privado, diretamente responsável por atividade causadora de degradação</p><p>ambiental.</p><p>Correta:</p><p>A prescrição da pretensão punitiva na esfera administrativa não desobriga a reparação aos danos ambientais.</p><p>Resposta correta</p><p>Prescreve em três anos a ação da administração objetivando apurar a prática de infrações contra o meio</p><p>ambiente, contada da data da prática do ato, ou, no caso de infração permanente ou continuada, do dia em que</p><p>esta tiver cessado, salvo nos carros de prescrição intercorrente e quando o fato objeto da infração também</p><p>constituir crime.</p><p>Incide a prescrição no procedimento de apuração do auto de infração paralisado por mais de cinco anos,</p><p>pendente de julgamento ou despacho, cujos autos serão arquivados de ofício ou mediante requerimento da</p><p>parte interessada, sem prejuízo da apuração da responsabilidade funcional decorrente da paralisação.</p><p>3. Pergunta 3</p><p>1/1</p><p>(CESPE – 2016 – Juiz de Direito/AM) O fiscal de determinado órgão ambiental constatou que um madeireiro</p><p>cortava árvores de espécies protegidas. O madeireiro apresentou autorização para cortar exemplares que</p><p>apresentavam risco de queda, mas, dado o excesso de espécimes cortados, o fiscal considerou que a situação</p><p>configurava tanto infração administrativa como crime ambiental. Considerou, ainda, após exame da autorização,</p><p>que o documento estava em desacordo com as normas ambientais aplicáveis, inclusive por vício de</p><p>competência.</p><p>Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta acerca de infrações ambientais e poder de polícia.</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>É correto afirmar que o órgão de lotação do fiscal é o Ibama.</p><p>Cabem ao fiscal a lavratura de auto de infração ambiental e a instauração tanto do processo administrativo</p><p>quanto do inquérito criminal contra o madeireiro.</p><p>Correta:</p><p>Se deixar de proceder à apuração mediante processo administrativo próprio, o fiscal poderá ser</p><p>corresponsabilizado pelo corte ilegal das árvores.</p><p>Resposta correta</p><p>Para a lavratura do auto de infração, é desnecessário análise do elemento subjetivo do madeireiro, pois a</p><p>responsabilidade civil por dano ambiental é objetiva.</p><p>A concessão de autorização e desacordo com as normas ambientais só configura crime se tiver havido dolo do</p><p>servidor que a concedeu.</p><p>4. Pergunta 4</p><p>1/1</p><p>(FCC – PGM – João Pessoa-PB- Procurador Municipal – ADAPTADA) A reincidência genérica na prática de</p><p>infração administrativa ambiental é __________________, ensejando a aplicação de ______________ em _________.</p><p>Complete as lacunas com as formas corretas.</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Circunstância agravante, sanção de multa em grau apreciado discricionariamente, órgão sancionador.</p><p>Circunstância agravante, sanção de multa, triplo.</p><p>Qualquer influência, sanção, nova infração.</p><p>Circunstância agravante, livre apreciação, órgão sancionador.</p><p>Correta:</p><p>Circunstância agravante, sanção de multa, em dobro.</p><p>Resposta correta</p><p>5. Pergunta 5</p><p>1/1</p><p>(CESPE – 2016 – Prefeitura de Salvador – BA – Procurador do Município – 2ª. Classe - Adaptada) O rompimento</p><p>da barragem de uma empresa de mineração provocou o vazamento de um bilhão de litros de resíduos de lama</p><p>tóxica, a qual percorreu vários quilômetros, atingiu várias cidades nos arredores e inundou casas, provocando o</p><p>desabrigamento de várias famílias. Em razão disso, o MP entrou com ACP contra a empresa, a fim de buscar</p><p>indenização pelos danos ambientais causados à coletividade e, além disso, o ressarcimento dos prejuízos</p><p>materiais e morais sofridos pelos moradores.</p><p>Com referência a essa situação hipotética, assinale a opção correta.</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>A responsabilidade pelo dano ambiental poderá ser afastada caso fique comprovado em juízo que foram obtidas</p><p>pela empresa todas as licenças ambientais para operação das atividades de mineração.</p><p>Caso a empresa seja condenada a ressarcir os danos ambientais causados, o valor terá de ser depositado em um</p><p>fundo para ressarcimento dos particulares que se habilitarem na fase de execução da sentença.</p><p>Correta:</p><p>De acordo com a teoria do risco integral, não basta a ocorrência do ato ilícito para a configuração da obrigação</p><p>de indenizar por parte da empresa mineradora, sendo necessária a configuração do nexo causal entre o evento</p><p>danoso e o dano causado.</p><p>Resposta correta</p><p>Caso fique comprovado que, além do rompimento da barragem, fortes chuvas concorreram para a inundação</p><p>das casas, ter-se-á uma excludente de responsabilidade que afastará a obrigação da empresa de indenizar os</p><p>danos sofridos.</p><p>O MP tem legitimidade exclusiva para pleitear indenização por danos à coletividade.</p><p>6. Pergunta 6</p><p>1/1</p><p>(UFPR – 2011 – ITAIPU BINACIONAL – Advogado) A empresa ECO-CEL, líder nacional na produção de celulose</p><p>branqueada, lançou resíduos químicos altamente poluentes em curso d’água nas proximidades do município de</p><p>Curitiba. Tal fato, além de deixar a água imprópria para consumo, acarretou a morte de uma série de espécimes</p><p>da fauna local e afetou a saúde das pessoas, que, inadvertidamente, fizeram uso da água contaminada. Diante do</p><p>exposto, é correto afirmar:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>A responsabilidade penal da empresa ECO-GEL, pessoa jurídica, exclui a responsabilidade penal das pessoas</p><p>físicas, autoras, coautoras, ou partícipes do mesmo</p><p>fato, e é objetiva no caso em tela, já que as águas merecem</p><p>uma proteção especial do Direito Ambiental.</p><p>Correta:</p><p>Para apurar a responsabilidade penal da empresa ECO-CEL, será relevante observar se a conduta foi realizada</p><p>por decisão de seu representante legal ou contratual, ou de seu órgão colegiado, no interesse ou benefício da</p><p>empresa.</p><p>Resposta correta</p><p>Caso o lançamento desses resíduos tenha sido acidental, ficará caracterizada uma excludente em matéria de</p><p>responsabilidade civil ambiental, já que a empresa não deve assumir todos os riscos da atividade.</p><p>A aplicação de sanção administrativa pelo ato lesivo ao meio ambiente e à saúde da população afasta a</p><p>obrigação de reparar os danos causados, bem como a responsabilização penal da empresa.</p><p>A responsabilidade civil da empresa ECO-CEL, pessoa jurídica, é subjetiva em relação aos bens ambientais</p><p>difusos e objetiva em relação aos sujeitos vítimas da contaminação.</p><p>7. Pergunta 7</p><p>1/1</p><p>O Informativo 714, do STF, dispõe:</p><p>“É admissível a condenação de pessoa jurídica pela prática de crime ambiental, ainda que absolvidas as pessoas</p><p>físicas ocupantes de cargo de presidência ou de direção do órgão responsável pela prática criminosa. Com base</p><p>nesse entendimento, a 1ª Turma, por maioria, conheceu, em parte, de recurso extraordinário e, nessa parte, deu-</p><p>lhe provimento para cassar o acórdão recorrido. Neste, a imputação aos dirigentes responsáveis pelas condutas</p><p>incriminadas (Lei 9.605/98, art. 54) teria sido excluída e, por isso, trancada a ação penal relativamente à pessoa</p><p>jurídica. Em preliminar, a Turma, por maioria, decidiu não apreciar a prescrição da ação penal, porquanto</p><p>ausentes elementos para sua aferição. Pontuou-se que o presente recurso originara-se de mandado de</p><p>segurança impetrado para trancar ação penal em face de responsabilização, por crime ambiental, de pessoa</p><p>jurídica (RE 548181/PR, rel. Min. Rosa Weber, 6.8.2013).</p><p>No mérito, anotou-se que a tese do STJ, no sentido de que a persecução penal dos entes morais somente poderia</p><p>ocorrer se houvesse, concomitantemente, a descrição e imputação de uma ação humana individual, sem o que</p><p>não seria admissível a responsabilização da pessoa jurídica, afrontaria o art. 225, § 3º, da CF. Sublinhou-se que,</p><p>ao se condicionar a imputabilidade da pessoa jurídica à da pessoa humana, estar-se-ia quase que a subordinar a</p><p>responsabilização jurídico-criminal do ente moral à efetiva condenação da pessoa física. Ressaltou-se que, ainda</p><p>que se concluísse que o legislador ordinário não estabelecera por completo os critérios de imputação da pessoa</p><p>jurídica por crimes ambientais, não haveria como pretender transpor o paradigma de imputação das pessoas</p><p>físicas aos entes coletivos. Vencidos os Ministros Marco Aurélio e Luiz Fux, que negavam provimento ao</p><p>extraordinário. Afirmavam que o art. 225, § 3º, da CF não teria criado a responsabilidade penal da pessoa</p><p>jurídica. Para o Min. Luiz Fux, a mencionada regra constitucional, ao afirmar que os ilícitos ambientais</p><p>sujeitariam “os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas”, teria apenas imposto</p><p>sanções administrativas às pessoas jurídicas. Discorria, ainda, que o art. 5º, XLV, da CF teria trazido o princípio</p><p>da pessoalidade da pena, o que vedaria qualquer exegese a implicar a responsabilidade penal da pessoa jurídica.</p><p>Por fim, reputava que a pena visaria à ressocialização, o que tornaria impossível o seu alcance em relação às</p><p>pessoas jurídicas (RE 548181/PR, rel. Min. Rosa Weber, 6.8.2013).”</p><p>O texto citado versa sobre:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>A necessidade de avaliar o nexo de causalidade entre a pessoa física e a jurídica, para imputar a pena à pessoa</p><p>física.</p><p>Correta:</p><p>A responsabilização da pessoa jurídica de forma isolada, ou seja, sem a necessidade de imputação simultânea do</p><p>delito a qualquer pessoa física.</p><p>Resposta correta</p><p>A necessidade de responsabilizar a pessoa jurídica juntamente com a física.</p><p>A impossibilidade da responsabilização da pessoa jurídica.</p><p>A responsabilização da pessoa física, primeiramente, e depois, da pessoa jurídica.</p><p>8. Pergunta 8</p><p>1/1</p><p>(Advogado da Sabesp/SP – 2014 – FCC) Ao promover a ampliação de uma de suas Estações de Tratamento de</p><p>Esgoto, sem a prévia obtenção de Licença de Instalação, a empresa TEM S.A. ocasionou danos ao meio ambiente.</p><p>Esta conduta acarretará:</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>responsabilidade Civil da TEM S.A., subjetivamente; responsabilidade Penal da TEM S.A. e seus dirigentes,</p><p>objetivamente, por ampliar obra potencialmente poluidora sem licença; e responsabilidade Administrativa da</p><p>TEM S.A., com provável imposição de multa.</p><p>apenas responsabilidade Administrativa da TEM S.A., tendo em vista que a conduta descrita configura uma</p><p>infração administrativa e que a prática de uma única conduta não poderá gerar mais de uma consequência</p><p>jurídica, sob pena de ofensa ao princípio do non bis in idem.</p><p>Correta:</p><p>responsabilidade Civil da TEM S.A., objetivamente; responsabilidade Penal da TEM S.A. e seus dirigentes,</p><p>subjetivamente, por ampliar obra potencialmente poluidora sem licença; e responsabilidade Administrativa da</p><p>TEM S.A., com provável imposição de multa.</p><p>Resposta correta</p><p>apenas responsabilidade Civil da TEM S.A., tendo em vista que a conduta descrita configura um ilícito civil e que</p><p>a prática de uma única conduta não poderá gerar mais de uma consequência jurídica, sob pena de ofensa ao</p><p>princípio do non bis in idem.</p><p>apenas responsabilidade Penal da TEM S.A. e seus dirigentes, tendo em vista que a conduta descrita configura</p><p>um crime ambiental e que a prática de uma única conduta não poderá gerar mais de uma consequência jurídica,</p><p>sob pena de ofensa ao princípio do non bis in idem.</p><p>9. Pergunta 9</p><p>1/1</p><p>(Procurador do Estado – PGE/PR – PUC – 2015) Considerando a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal e</p><p>do Superior Tribunal de Justiça, assinale a afirmativa CORRETA sobre o regime jurídico dos danos ao patrimônio</p><p>ambiental e sua responsabilização.</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Embora no âmbito da responsabilidade administrativa seja dispensável a apuração da culpa na infração</p><p>ambiental, à responsabilidade civil decorrente de danos ambientais aplica-se, como regra, a denominada teoria</p><p>subjetivista.</p><p>O princípio da precaução não foi acolhido pela Constituição vigente, ainda que se constitua como uma</p><p>importante norma para evitar a ocorrência de danos ambientais graves e irreversíveis.</p><p>Em conformidade ao princípio da precaução, para que sejam adotadas medidas precaucionais, a falta de certeza</p><p>científica absoluta exige a demonstração do risco atual e iminente de danos que podem sobrevir pelo</p><p>desempenho de determinada atividade econômica.</p><p>No que toca à pessoa jurídica, o direito positivo brasileiro não acolhe a denominada tríplice responsabilidade</p><p>por ação ou omissão lesiva ao meio ambiente, restringindo-a ao campo da responsabilidade civil e</p><p>administrativa.</p><p>Correta:</p><p>Em ação civil pública, a necessidade de reparação integral da lesão causada ao meio ambiente permite a</p><p>cumulação de obrigações de fazer, de não fazer e de indenizar.</p><p>Resposta correta</p><p>10. Pergunta 10</p><p>1/1</p><p>Vejamos a seguinte jurisprudência:</p><p>“É da jurisprudência do Tribunal, firmada em casos semelhantes – relativos a crimes ambientais, que “o</p><p>interesse da União para que ocorra a competência da Justiça Federal prevista no art. 109, IV, da Carta Magna,</p><p>tem de ser direto e específico”, não sendo suficiente o “interesse genérico da coletividade, embora aí também</p><p>incluído genericamente o interesse da União” (RE nº 166.943, 1ª T., 03.03.1995, Moreira; 300.244, 1ª T.,</p><p>20.11.2001, Moreira; 404.610, 16.09.2003, Pertence; 336.251, 09.06.2003, Pertence; HC nº 81.916, 2ª T., Gilmar,</p><p>RTJ 183/3). No caso, não há falar em lesão aos serviços da entidade autárquica responsável pela fiscalização</p><p>(STF, RE nº 502.915/SP, Rel. Min. Sepúlveda Pertence, DJU 27.04.2007, p. 69)”.</p><p>Se tivermos a situação hipotética em que um rio do Estado de</p><p>Santa Catarina foi poluído por uma empresa que</p><p>teve seus barris de rejeitos rompidos; é sabido que não atingiu nenhum interesse da União, de autarquia e de</p><p>empresas públicas; mas prejudicou a população que mora nas cidades à margem do rio. O julgamento do caso</p><p>deverá ser de qual competência, conforme a jurisprudência apresentada?</p><p>Ocultar opções de resposta</p><p>Da Justiça Estadual, pois o dano ambiental é apenas local.</p><p>Correta:</p><p>Da Justiça Estadual, pois não atingiu nenhum interesse dos entes federais.</p><p>Resposta correta</p><p>Da Justiça Federal, pois este rio prejudicou as cidades que estão à margem.</p><p>Da Justiça Federal, pois cabe ao Ibama averiguar os danos ambientais.</p><p>Da Justiça Estadual, pois todos os órgãos fiscalizatórios são estaduais.</p>