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<p>Artes Visuais e pesquisa</p><p>Você vai estudar a pesquisa em Artes Visuais e a sua dimensão teórico-prática na construção de</p><p>conhecimento sobre o fazer artístico e a valoração da arte.</p><p>Profa. Adriana Sanajotti Nakamuta</p><p>1. Itens iniciais</p><p>Propósito</p><p>Compreender a prática da pesquisa em Artes Visuais como instrumento de produção de conhecimento sobre</p><p>objetos artísticos, práticas culturais e monumentos históricos, e como dimensão didático-pedagógica é</p><p>fundamental para a elaboração de projetos em ambientes escolares e outros espaços de aprendizagem.</p><p>Objetivos</p><p>Identificar o histórico e o status quo da pesquisa em Artes Visuais no Brasil.</p><p>Reconhecer a estruturação de um projeto de pesquisa em Artes Visuais.</p><p>Formular novas formas de escrita em projetos de pesquisa em arte</p><p>Introdução</p><p>A delimitação de uma pergunta sobre o que será abordado é necessária para toda pesquisa. É essa pergunta</p><p>que conduzirá todo o processo e será responsável pela motivação à procura de respostas. Neste conteúdo,</p><p>você será provocado a entender o que é a pesquisa em Artes Visuais. Para isso, vamos identificar dados e</p><p>informações que podem contribuir para a sua busca por respostas, para a organização de documentos e para</p><p>a criação de interpretações necessárias sobre a prática artística e a atribuição do valor de arte aos objetos</p><p>culturais. Vamos lá!</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Logotipo do cadastro e-MEC.</p><p>1. Pesquisa em arte nas universidades e centros de pesquisa no Brasil</p><p>Pesquisas em Artes Visuais nas universidades brasileiras</p><p>Neste vídeo, confira como as Artes Visuais se constituíram como área de conhecimento e campo científico de</p><p>pesquisa.</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.</p><p>Pesquisador, você sabe do que precisa? Escolher um assunto, delimitar um objeto, criar perguntas e investigar</p><p>sobre elas. Reúna dados e estude as informações coletadas. Depois, veja se é capaz de responder algumas</p><p>perguntas sobre o que aprendeu.</p><p>Vamos lá!</p><p>Demonstração</p><p>Qual e como é o cenário das pesquisas sobre Artes Visuais realizadas no Brasil?</p><p>Essa informação pode ser encontrada em qualquer lugar? Com qualquer um? Não! Essa busca deve ser feita</p><p>nas academias, nas universidades.</p><p>O Cadastro Nacional de Cursos e Instituições</p><p>de Educação Superior, do Ministério da</p><p>Educação (Cadastro e-MEC), é um importante</p><p>instrumento de pesquisa para o levantamento</p><p>dos cursos vigentes. Tomando como premissa</p><p>os cursos de bacharelado, por meio da palavra-</p><p>chave “Artes Visuais” chega-se a um panorama</p><p>composto por 27 cursos de bacharelado em</p><p>atividade, ofertados em 13 estados, além do</p><p>Distrito Federal: Bahia, Espírito Santo, Goiás,</p><p>Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará,</p><p>Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro,</p><p>Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.</p><p>A seguir, é possível verificar a localização e o</p><p>componente curricular de alguns casos</p><p>selecionados. Confira exemplos de graduações</p><p>em instituições públicas e componentes curriculares, de acordo com o cadastro e-MEC.</p><p>Região Sudeste - MG, RJ e SP</p><p>Vamos começar localizando a região Sudeste no mapa a seguir.</p><p>Mapa do Brasil, com destaque para a região Sudeste.</p><p>Agora, veremos exemplos de graduações em instituições públicas desta região e seus respectivos</p><p>componentes curriculares.</p><p>1</p><p>Universidade Federal de São João del Rei - UFSJ - Minas Gerais</p><p>Nome do curso: Artes Aplicadas</p><p>Componentes curriculares: Português Instrumental; Fundamentos da Comunicação; Estudos</p><p>Transdisciplinares; Modelagem Bi e Tridimensional; Desenho de Observação e Expressão; História</p><p>Geral da Arte; Química Inorgânica; História da Arte Moderna; Segurança no Trabalho e Meio</p><p>Ambiente; Modelagem e Conformação Cerâmicas; Modelagem do Corpo Humano; Design e</p><p>Expressão Artística; Computação; História da Arte Brasileira; Ciência dos Materiais; Moldagem;</p><p>Modelagem; Cerâmica; Arte Contemporânea; Cooperativismo e Economia Solidária; Gestão de</p><p>Pequenos Empreendimentos; Legislação Trabalhista e Empresarial; Edição Gráfica e Eletrônica;</p><p>Marketing, Vendas e Distribuição; Organização da Produção; Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).</p><p>2Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ - Rio de Janeiro</p><p>Nome do curso: Artes Visuais - Escultura</p><p>Componentes curriculares: Oficina de Criação; Oficina de Fôrmas; Desenho Artístico; Teoria da</p><p>Imagem; Metodologia da Pesquisa; Estética; Oficina de Criação; Modelo Vivo; Representações 3D;</p><p>Escultura; Teorias da Arte Contemporânea; Exposição; Escrita de Artista; Arte: Ecologias (Top. Exp.);</p><p>Tópicos Experimentais; Arte e Subjetividade; Desenho Anatômico; Desenho Artístico; Criação da</p><p>Forma; Cultura Brasileira; Mercado de Arte; Arte, Curador e Instituições; Geometria Descritiva;</p><p>Perspectiva; Preservação de Bens Culturais; Fotografia; Computação Gráfica nas Artes; Libras; Figura</p><p>Humana; Arte Pública; Performance; Videoarte; Arte Digital; Escultura Cênica; Polímeros; Cerâmica;</p><p>Escultura em Madeira; Escultura em Pedra; Escultura em Metal; História da Arte; Arte no Brasil.</p><p>3</p><p>Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - São Paulo</p><p>Nome do curso: Artes Visuais</p><p>Componentes curriculares: Práticas de Oficina; Pintura; Desenho Artístico; Modelagem; História da</p><p>Arte; Arte Fotográfica; Escultura; Cerâmica; Gravura; Metodologia de Pesquisa em Artes Visuais;</p><p>História da Arte Brasileira; Fundamentos Filosóficos da Arte Educação; Plástica; Computação Gráfica;</p><p>Desenho de Propaganda; Desenho Animado; Preservação e Restauro I: Fundamentos e conceitos;</p><p>Processos Pedagógicos Voltados para o Corpo na Arte; Política Educacional: Organização da</p><p>Educação Brasileira; Psicologia e Educação; Escola e Cultura; Libras e Educação de Surdos.</p><p>Região Sul - RS e SC</p><p>Vamos começar localizando a região Sul no mapa a seguir.</p><p>Mapa do Brasil, com destaque para a região Sul.</p><p>Agora, veremos exemplos de graduações em instituições públicas desta região e seus respectivos</p><p>componentes curriculares.</p><p>1</p><p>Universidade Federal de Pelotas - UFPel - Rio Grande do Sul</p><p>Nome do curso: Artes Visuais</p><p>Componentes curriculares: Ateliê de Materiais Expressivos; Ateliê de Processos Criativos;</p><p>Fundamentos da Linguagem Visual; Fundamentos do Desenho; Introdução à Arte Contemporânea;</p><p>Introdução às Artes Visuais; Técnicas de Leitura e Produção de Texto; Teorias da Arte; Filosofia da</p><p>Arte e da Cultura; Iconologia da Arte; Percepção Tridimensional; Desenho da Figura Humana;</p><p>Introdução à Escultura; Introdução à Gravura; Introdução à Pintura; Introdução à Fotografia;</p><p>Semiótica; Análise da Produção Artística; Pesquisa em Arte; Prática Profissional; Projeto de</p><p>Graduação em Artes Visuais.</p><p>2Universidade Federal do Rio Grande - FURG - Rio Grande do Sul</p><p>Nome do curso: Artes Visuais</p><p>Componentes curriculares: História, Teoria e Crítica da Arte; Metodologia da Pesquisa; Introdução à</p><p>Bidimensionalidade; Fundamentos Sociofilosóficos da Arte e da Educação; Fundamentos e Prática da</p><p>Docência e da Criação Visual; Vanguardas e Neovanguardas: Rupturas e Transformações do Corpo;</p><p>Introdução ao Desenho Gráfico; Oficina de Materiais em Artes Visuais; Produção Textual; Processos</p><p>de Criação e Análise de Imagem; Introdução à Imagem em Movimento; Introdução à Fotografia;</p><p>Introdução à Tridimensionalidade; História, Teoria e Crítica da Arte Contemporânea; Elaboração de</p><p>Projetos em Arte; Análise e Produção de Textos em Arte; Ateliê de Orientação de Projeto em Poéticas</p><p>Visuais.</p><p>3</p><p>Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC - Santa Catarina</p><p>Nome do curso: Artes Visuais</p><p>Componentes curriculares: Teoria e História da Arte; Introdução à Fotografia; Introdução à Linguagem</p><p>Gráfica; Introdução à Linguagem Pictórica; Introdução ao Desenho; Introdução à Linguagem</p><p>Tridimensional; Linguagem Fotográfica; Processo Gráfico; Processo Pictórico; Desenho como</p><p>Expressão; Fazer Cerâmico; Laboratório de Criatividade; Multimeios; Linguagem Escultórica; Imagem</p><p>e Movimento; Estética e Crítica da Arte; Representações Pictóricas; Instalação Multimídia; Poéticas</p><p>do Desenho; Arte e Cultura; Interlocuções Pictóricas; Desenho Digital; Pesquisa em Artes Visuais;</p><p>Arte e Agendamentos</p><p>em Ciências Sociais. Rio de Janeiro:</p><p>Record, 2004.</p><p>RAUSCHER, B. Cruzamentos gráficos. Laboratório de imagens impressas e projetadas. Revista OuvirEVer,</p><p>Uberlândia, n. 6, p. 63-75, 2009.</p><p>RAUSCHER, B. Memorial ilustrado de uma professora-pesquisadora-artista-etc. Universidade Federal de</p><p>Uberlândia, 2019.</p><p>TVARDOVSKAS, L. S. Teoria e crítica feminista nas Artes Visuais. Anais do XXVI Simpósio Nacional de História,</p><p>ANPUH, São Paulo, jul. 2011.</p><p>ZAMBONI, S. A pesquisa em Arte: um paralelo entre Arte e Ciência. Campinas: Autores Associados, 2012.</p><p>Artes Visuais e pesquisa</p><p>1. Itens iniciais</p><p>Propósito</p><p>Objetivos</p><p>Introdução</p><p>1. Pesquisa em arte nas universidades e centros de pesquisa no Brasil</p><p>Pesquisas em Artes Visuais nas universidades brasileiras</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Demonstração</p><p>Região Sudeste - MG, RJ e SP</p><p>Universidade Federal de São João del Rei - UFSJ - Minas Gerais</p><p>Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ - Rio de Janeiro</p><p>Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - São Paulo</p><p>Região Sul - RS e SC</p><p>Universidade Federal de Pelotas - UFPel - Rio Grande do Sul</p><p>Universidade Federal do Rio Grande - FURG - Rio Grande do Sul</p><p>Fundação Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC - Santa Catarina</p><p>Região Centro-Oeste – GO e MS</p><p>Universidade Federal de Goiás - UFG - Goiás</p><p>Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS - Mato Grosso do Sul</p><p>Região Nordeste – BA e PB</p><p>Universidade Federal da Bahia - UFBA - Bahia</p><p>Universidade Federal de Pernambuco - UFPE - Pernambuco</p><p>Comentário</p><p>Mão na massa</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>2. As Artes Visuais e os grupos de pesquisadores no Brasil</p><p>Projeto de pesquisa em Artes Visuais</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Demonstração</p><p>Região Norte - PA</p><p>Universidade Federal do Pará (PA)</p><p>Região Nordeste - AL, BA, CE, MA, PB e SE</p><p>Instituto Federal de Alagoas – Matriz (AL)</p><p>Universidade do Estado da Bahia (BA)</p><p>Universidade Federal da Bahia (BA)</p><p>Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (BA)</p><p>Instituto Federal do Ceará – Reitoria (CE)</p><p>Universidade Federal do Maranhão (MA)</p><p>Universidade Federal da Paraíba (PB)</p><p>Universidade Federal de Sergipe (SE)</p><p>Região Centro-Oeste - DF e MS</p><p>Universidade de Brasília (DF)</p><p>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (MS)</p><p>Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (MS)</p><p>Região Sudeste - ES, MG, RJ e SP</p><p>Universidade Federal do Espírito Santo (ES)</p><p>Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET) (MG)</p><p>Universidade do Estado de Minas Gerais (MG)</p><p>Universidade Federal de Juiz de Fora (MG)</p><p>Universidade Federal de Minas Gerais (MG)</p><p>Colégio Pedro II (RJ)</p><p>Universidade do Estado do Rio de Janeiro (RJ)</p><p>Universidade Federal Fluminense (RJ)</p><p>Universidade de Sâo Paulo (SP)</p><p>Universidade Estadual de Campinas (SP)</p><p>Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) (SP)</p><p>Universidade Federal de São Paulo (SP)</p><p>Região Sul - PR, RS e SC</p><p>Universidade Federal do Paraná (PR)</p><p>Universidade Estadual do Paraná (PR)</p><p>Universidade Estadual de Maringá (PR)</p><p>Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR)</p><p>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (RS)</p><p>Universidade Federal de Santa Maria (RS)</p><p>Universidade Federal do Rio Grande (RS)</p><p>Universidade do Estado de Santa Catarina (SC)</p><p>Associações de apoio à pesquisa</p><p>ANPAP</p><p>CBHA</p><p>FAEB</p><p>ANPAP</p><p>CBHA</p><p>FAEB</p><p>Aumento e incrementos nos currículos</p><p>Composições dos cursos</p><p>Fontes de pesquisa</p><p>Impacto da produção científica</p><p>Linhas de pesquisa</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Mão na massa</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>3. Pesquisa, prática artística e docência</p><p>Premissas</p><p>Pesquisa e pesquisadoras</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Demonstração</p><p>O fazer artístico</p><p>A aplicação prática da pesquisa em artes</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Mão na massa</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>4. Conclusão</p><p>Considerações finais</p><p>Podcast</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Explore +</p><p>Referências</p><p>Culturais; Performance; Artes Midiáticas; Animação Digital; Interfaces Gráficas.</p><p>Região Centro-Oeste – GO e MS</p><p>Vamos começar localizando a região Centro-Oeste no mapa a seguir.</p><p>Mapa do Brasil, com destaque para a região Centro-Oeste.</p><p>Agora, veremos exemplos de graduações em instituições públicas desta região e seus respectivos</p><p>componentes curriculares.</p><p>1</p><p>Universidade Federal de Goiás - UFG - Goiás</p><p>Nome do curso: Artes Visuais</p><p>Componentes curriculares: Desenho; Campo Tridimensional; História da Arte; Poéticas Visuais</p><p>Contemporâneas; Circuitos da Arte; Cerâmica; Fotografia; Arte Brasileira; Pintura; Poéticas do</p><p>Desenho; Arte Contemporânea; Arte e Tecnologia; Teoria da Imagem e Cultura Visual; Performance e</p><p>Poéticas do Corpo; Arte e Vídeo; Curadoria; Expografia e Montagem; Serigrafia; Arte na América</p><p>Latina; Litografia.</p><p>2</p><p>Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS - Mato Grosso do Sul</p><p>Nome do curso: Artes Visuais</p><p>Componentes curriculares: Arte Brasileira; Arte e Linguagem; Estética e Teoria da Arte; Fundamentos</p><p>da Cultura e Cultura Brasileira; Fundamentos do Desenho e da Imagem Digital; Fundamentos da</p><p>Linguagem Visual; História da Arte; Fotografia; Vídeo; Arte Digital; Cerâmica; Desenho Digital;</p><p>Desenho Artístico; Escultura; Gravura; Pintura; Gestão em Artes Visuais; Pesquisa em Arte.</p><p>Região Nordeste – BA e PB</p><p>Vamos começar localizando a região Nordeste no mapa a seguir.</p><p>Mapa do Brasil, com destaque para a região Nordeste.</p><p>Agora, veremos exemplos de graduações em instituições públicas desta região e seus respectivos</p><p>componentes curriculares.</p><p>1</p><p>Universidade Federal da Bahia - UFBA - Bahia</p><p>Nome do curso: Artes Plásticas</p><p>Componentes curriculares: História da Arte; História da Arte Brasileira; Pintura; Teoria e Técnica da</p><p>Pintura; Composição Decorativa; Conservação e Restauração de Obra de Arte; Teoria da Percepção</p><p>Visual; História da Arte Contemporânea; Metodologia do Projeto.</p><p>2</p><p>Universidade Federal de Pernambuco - UFPE - Pernambuco</p><p>Nome do curso: Artes Visuais</p><p>Componentes curriculares: História da Arte; História da Arte Brasileira; Argila; Arte Ambiental; Arte e</p><p>Antropologia; Arte e Diversidade Étnico-Cultural; Arte e Sociedade; Arte, Gênero e Sexualidade; Arte</p><p>Urbana; Crítica da Arte Contemporânea; Desenho; Estética; Estudo da Performance; Fotografia e</p><p>Arte, Fotografia e Corpo; Gravura; História da Arte Latino Americana; História da Fotografia no Brasil;</p><p>História das Técnicas Artísticas; Iniciação às Técnicas de Estamparia; Imagens Virtuais; Montagem de</p><p>Exposição; Pintura; Quadrinhos; Poéticas do Corpo; Semiótica da Arte; Tridimensionalidade.</p><p>Os dados levantados e apresentados até aqui nos ajudam na compreensão, a partir do recorte: instituições</p><p>públicas e bacharelado em Artes Visuais, da distribuição dessa oferta de formação no território nacional,</p><p>como o mapa que segue.</p><p>Levantamento realizado no e-MEC a partir do filtro: bacharelados em Artes Visuais</p><p>no Brasil.</p><p>Veja que há maior concentração de ofertas de cursos de bacharelado em artes nas regiões Sudeste e Sul,</p><p>seguidas das regiões Centro-Oeste e Nordeste. Na região Norte, apenas o estado do Pará apresentou oferta</p><p>de graduação, dentro do recorte de levantamento aqui apresentado.</p><p>Certamente surgem perguntas a partir da verificação desses dados. É sobre a potencialidade de tais dados</p><p>que vamos colocar a “mão na massa” a partir de agora, ou seja, construindo um cenário de práticas de</p><p>pesquisa a partir dos dados apresentados até aqui.</p><p>Comentário</p><p>Vale ressaltar que uma pesquisa quantitativa se torna importante pela potencialidade da verificação das</p><p>informações e “compreensão profunda de certos fenômenos sociais apoiados no pressuposto da maior</p><p>relevância do aspecto subjetivo da ação social”. (Goldenberg, 2004, p. 49).</p><p>O contexto nos trouxe novas perguntas, certo? Então, vamos lá.</p><p>Podemos prosseguir com uma pergunta norteadora: em que medida esses dados levantados no e-MEC</p><p>refletem o cenário de pesquisas em artes nas universidades do Brasil?</p><p>Mão na massa</p><p>Questão 1</p><p>No Cadastro Nacional de Cursos e Instituições de Educação Superior, do Ministério da Educação, é possível</p><p>verificar os cursos vigentes no país. No caso de artes visuais, o levantamento aponta que:</p><p>A</p><p>27 cursos de licenciatura estão espalhados pelas 27 unidades federativas.</p><p>B</p><p>27 cursos de bacharelado estão espalhados pelas 27 unidades federativas.</p><p>C</p><p>27 cursos de licenciatura são ofertados em 13 estados e Distrito Federal.</p><p>D</p><p>27 cursos de bacharelado são ofertados em 13 estados e Distrito Federal.</p><p>E</p><p>27 cursos de bacharelado oferecidos exclusivamente na região Sudeste.</p><p>A alternativa D está correta.</p><p>O Cadastro e-MEC é um importante instrumento de pesquisa para o levantamento dos cursos vigentes.</p><p>Sobre os cursos de artes visuais, chega-se a um panorama de 27 cursos de bacharelados em atividade,</p><p>ofertados em 13 estados, além do Distrito Federal: Bahia, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso</p><p>do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.</p><p>Questão 2</p><p>A oferta de cursos de bacharelado em artes visuais no Brasil:</p><p>A</p><p>Concentra-se na região Norte do Brasil.</p><p>B</p><p>Inexiste na iniciativa pública.</p><p>C</p><p>Prioriza a formação clássica, de influência francesa.</p><p>D</p><p>Ocorre principalmente no eixo Sudeste-Sul do Brasil.</p><p>E</p><p>Não possuem Conceito de Curso satisfatório.</p><p>A alternativa D está correta.</p><p>Com base nos dados levantados sobre os cursos de bacharelado em artes visuais, observa-se uma</p><p>incidência de oferta maior no eixo Sudeste-Sul. Obviamente, pode haver uma predominância de alguns</p><p>segmentos em outras regiões, como arte-educação ou licenciatura em artes visuais no Norte e Nordeste,</p><p>mas a questão está baseada no levantamento feito dos cursos de bacharelado.</p><p>Questão 3</p><p>No Cadastro do E-Mec é possível verificar que há 27 cursos de bacharelado em artes visuais em atividade no</p><p>Brasil. A partir desse panorama, podemos verificar a:</p><p>A</p><p>Concentração dos cursos na região Nordeste.</p><p>B</p><p>Concentração dos cursos nas regiões Nordeste e Sudeste.</p><p>C</p><p>Concentração dos cursos na região Centro-Oeste.</p><p>D</p><p>Concentração dos cursos nas regiões Sul e Norte.</p><p>E</p><p>Concentração dos cursos nas regiões Sul e Sudeste.</p><p>A alternativa E está correta.</p><p>Há maior concentração de ofertas de cursos de bacharelado em Artes nas regiões Sudeste e Sul, seguidas</p><p>das regiões Centro-Oeste e Nordeste. Na região Norte, apenas o estado do Pará apresentou oferta de</p><p>graduação, segundo o cadastro E-mec.</p><p>Questão 4</p><p>A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estipula sete competências específicas para o campo “Linguagens</p><p>e suas Tecnologias” na etapa do ensino médio. Dentre elas está a mobilização de práticas de linguagem no</p><p>universo digital, considerando suas dimensões técnicas, críticas, criativas, éticas e estéticas. Assinale a</p><p>alternativa que traz uma linguagem especificamente digital:</p><p>A</p><p>Vídeos</p><p>B</p><p>Pinturas</p><p>C</p><p>Gravuras</p><p>D</p><p>Performances</p><p>E</p><p>Podcasts</p><p>A alternativa E está correta.</p><p>A transmissão de áudios, conhecidos como podcasts, pode ser considerada uma linguagem do universo</p><p>digital, passível de utilização no conjunto de linguagens e tecnologias. Um exemplo sobre o tema é a</p><p>iniciativa do SP-Arte, com seus episódios sobre a arte brasileira em formato de podcasts.</p><p>Questão 5</p><p>Considere o texto a seguir:</p><p>“Como uma pesquisa em Arte, e especialmente em Artes Plásticas, pode encontrar espaço, no campo das</p><p>Ciências Humanas, ao lado de disciplinas patenteadas como a História da Arte ou a Estética, em outros</p><p>termos, disciplinas que visam um avanço do conhecimento e que, quanto a seus métodos, se esmeram</p><p>notadamente em manipular conceitos em vez de pincéis ou tesouras? Esta é uma das questões que a</p><p>presente comunicação se propõe a abordar. Assim, apegar-me-ei mais particularmente a situar o uso que se</p><p>faz do conceito em Artes Plásticas, pois um pesquisador em Artes Plásticas, a despeito de alguns, utiliza os</p><p>conceitos. Longe de desdenhá-los, ele os usa e os trabalha. Mas ele os trabalha de maneira diferente. Em</p><p>troca, é diferentemente</p><p>trabalhado por eles. Por que razões? Porque ele trabalha também (no) o campo do</p><p>sensível. Um pesquisador em Artes Plásticas, com efeito, opera sempre, por assim dizer, entre conceitual e</p><p>sensível, entre teoria e prática. entre razão e sonho. Mas que a palavra entre, aqui, absolutamente não nos</p><p>iluda, pois, para nosso pesquisador, se trata de operar no constante vaivém entre esses diferentes registros”.</p><p>LANCRI, Jean. Modestas proposições sobre as condições de uma pesquisa em Artes Plásticas na</p><p>universidade. O meio como ponto zero. Porto Alegre: UFRGS, 2002.</p><p>Considerando o exposto no texto, é correto afirmar que o(a) pesquisador(a) em artes:</p><p>A</p><p>Ignora os conceitos.</p><p>B</p><p>Trabalha na dimensão objetiva.</p><p>C</p><p>Faz uso apenas da prática.</p><p>D</p><p>Alia conceitos à sensibilidade.</p><p>E</p><p>Preocupa-se apenas com a poética.</p><p>A alternativa D está correta.</p><p>Diferentemente de outros campos do conhecimento, a Arte, mais especificamente a pesquisa sobre essa</p><p>temática, trata indissociavelmente da relação entre objetividade e subjetividade, dada a peculiaridade da</p><p>obra de arte, dos objetos artísticos e dos juízos de valores relacionados à estética e ao gosto. Com isso,</p><p>alia conceitos teóricos e métodos à sensibilidade.</p><p>Questão 6</p><p>Para a iniciar a elaboração de um projeto de pesquisa nas Artes é fundamental haver:</p><p>A</p><p>Uma questão.</p><p>B</p><p>Uma obra de arte.</p><p>C</p><p>Um(a) artista.</p><p>D</p><p>Uma hipótese.</p><p>E</p><p>Uma conclusão.</p><p>A alternativa A está correta.</p><p>Todos os itens dizem sobre um projeto em Artes, mas somente uma questão norteadora, uma dúvida, uma</p><p>pergunta, é capaz de mobilizar a viabilidade de elaboração de um projeto. Ou seja, para toda pesquisa é</p><p>necessária a identificação de uma questão.</p><p>Agora, confira a resolução comentada de todas as questões do Mão na massa!</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>Questão 1</p><p>Um projeto de pesquisa em artes visuais é composto por etapas de pesquisa. Entretanto, para iniciar a</p><p>elaboração de um projeto de pesquisa, é necessário:</p><p>A</p><p>Um(a) artista a ser investigado.</p><p>B</p><p>Uma hipótese a ser confirmada.</p><p>C</p><p>Uma metodologia de análise.</p><p>D</p><p>Uma obra de arte a ser analisada.</p><p>E</p><p>Uma questão norteadora.</p><p>A alternativa E está correta.</p><p>Os elementos elencados podem ser objetos de análise em um projeto em Artes, mas somente uma questão</p><p>norteadora, uma dúvida, uma pergunta, é capaz de mobilizar a viabilidade de elaboração de um projeto.</p><p>Questão 2</p><p>Conforme Fortin e Gosselin (2014, p. 1), a pesquisa nas artes engloba três tipos diferentes de abordagens: a</p><p>pesquisa sobre artes, para as artes e em artes. Assinale a alternativa que contém a relação correta entre o</p><p>tipo de pesquisa e seu respectivo exemplo:</p><p>A</p><p>Pesquisa em artes – compreende determinada técnica para desenvolvimento de estudos e treinos para</p><p>aprimoramento de menor impacto.</p><p>B</p><p>Pesquisa sobre artes – compreende o impacto dos dispositivos eletrônicos entre dançarinos e iluminação.</p><p>C</p><p>Pesquisa em artes – tem por resultado tanto um produto textual quanto uma obra de arte.</p><p>D</p><p>Pesquisa para artes – compreende a biografia de determinado artista para análise do contexto histórico social</p><p>da época.</p><p>E</p><p>Pesquisa sobre artes – é exclusiva para doutorados, tem por resultado produtos textuais que fazem grande</p><p>uso de imagens.</p><p>A alternativa C está correta.</p><p>A pesquisa em artes tem o duplo esforço de considerar não apenas a reflexão sobre a obra escrita como</p><p>também apresentar o resultado prático, ou seja, a obra em si. Trata-se de um dos grandes esforços dessa</p><p>área que associa objetividade e subjetividade, pois o artista também cumpre o papel de pesquisador.</p><p>2. As Artes Visuais e os grupos de pesquisadores no Brasil</p><p>Projeto de pesquisa em Artes Visuais</p><p>Neste vídeo, apresentamos um exemplo de projeto de pesquisa no campo da arte e explicamos como pode</p><p>ser feita a divulgação dessa pesquisa. Não perca!</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.</p><p>Para o desenvolvimento de um projeto de pesquisa em Artes Visuais, é importante compreender a sua</p><p>relevância dentro do campo científico. É por meio da observação/análise pelos pares – ou pelos grupos que se</p><p>estruturam no Brasil – que se torna possível verificar se uma pergunta formulada para dar início a uma</p><p>pesquisa, aquela que você iniciou esse estudo, a viabilidade técnica e as fontes existentes estão alinhadas ao</p><p>cenário nacional de investigação.</p><p>Em resumo, é preciso ter em mente:</p><p>Como e de que maneira minha pesquisa contribui para a área de artes?</p><p>Quais os impactos dos resultados obtidos para a produção de conhecimento sobre/das artes?</p><p>Vamos compreender dois pontos importantes:</p><p>As especificidades de um projeto de pesquisa em artes.</p><p>O cenário de grupos e linhas e das associações de divulgação dos resultados de pesquisa em artes do</p><p>Brasil.</p><p>É importante, então, saber o que anda sendo pesquisado, não é verdade? Vamos lá!</p><p>Demonstração</p><p>De acordo com censo realizado em 2016 pelo CNPq, dentre 147.392 linhas de pesquisa registradas, 5% se</p><p>concentraram em linguística, letras e artes. No repositório digital da CAPES foram encontrados registros de</p><p>78.463 resultados de dissertações sob a palavra-chave “Artes Visuais”, sendo 57.841 dissertações de</p><p>mestrado e 17.984 teses de doutorado. Em 2019, foram registrados 5112 trabalhos.</p><p>CNPq</p><p>O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico − CNPq −, fundação pública</p><p>vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, tem como principais</p><p>atribuições fomentar a pesquisa científica, tecnológica e de inovação e promover a formação de recursos</p><p>humanos qualificados para a pesquisa, em todas as áreas do conhecimento.</p><p>Na busca pelo Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil, do CNPq, a palavra-chave “Artes Visuais” retornou</p><p>91 linhas de pesquisa registradas, distribuídas por 60 grupos, em diferentes universidades.</p><p>Confira a seguir a relação dos grupos e linhas de pesquisas registradas na base de dados do CNPq.</p><p>Região Norte - PA</p><p>Veja a seguir os grupos e linhas de pesquisas da região Norte registrados na base de dados do CNPq.</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade Federal do Pará (PA)</p><p>Grupo de Estudo e Pesquisa em Arte, Cultura e Interdisciplinaridade na Amazônia – CABANA</p><p>Arte, Educação e Poéticas Visuais na Amazônia</p><p>Estudos de Literatura, Tradução e Imagem</p><p>Artes Visuais</p><p>Arte, Corpo e Conhecimento</p><p>Artes Visuais e Conhecimento Artístico-estético</p><p>NELAA – Núcleo de Estudos em Literaturas e Artes Anglófonas</p><p>Literatura, Artes Visuais e Performance</p><p>Grupo de Pesquisa Arte, Memórias e Acervos na Amazônia</p><p>Processos Educacionais em Artes Visuais</p><p>Crítica e Historiografia da Arte na Amazônia</p><p>Teorias e Interfaces Epistêmicas em Artes</p><p>Região Nordeste - AL, BA, CE, MA, PB e SE</p><p>Veja a seguir os grupos e linhas de pesquisas da região Nordeste registrados na base de dados do CNPq.</p><p>Instituto Federal de Alagoas – Matriz (AL)</p><p>Lambe-lambe Digital: as Mil Faces do Mundo</p><p>Processos de Criação e Produção de Artes Visuais</p><p>Universidade do Estado da Bahia (BA)</p><p>Grupo de Pesquisa Acessibilidade Arte – GAA</p><p>Acessibilidade e Linguagem</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade Federal da Bahia (BA)</p><p>Design e Arquitetura no Universo das Artes Visuais</p><p>Arte e Design: Processos, Teoria e História</p><p>História e Teoria da Arte</p><p>MAMETO - Matéria, Memória e conceito em Poéticas Visuais Contemporâneas</p><p>Processos criativos em Artes Visuais</p><p>Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (BA)</p><p>[Re]image – Grupo de Pesquisa em Artes Visuais</p><p>Artes Visuais, Memória e Educação</p><p>Espaço e Estética na Arte Contemporânea</p><p>Poéticas e Processos Artísticos Contemporâneos</p><p>Teoria, História e Crítica da Arte</p><p>Grupo de Pesquisa e Extensão LEIA</p><p>Cinema e Educação</p><p>Instituto Federal do Ceará – Reitoria (CE)</p><p>LIREMCULT – Grupo de Estudo e Pesquisa em Literatura, Regionalismo e Memória</p><p>Literatura, Arte e Cidade</p><p>Universidade Federal do Maranhão (MA)</p><p>Literatura e Outras Artes</p><p>Literatura e Artes Visuais</p><p>GEPIPA – Grupo de Pesquisa a Imagem sobre o Papel</p><p>Processos Fotográficos Alternativos</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade Federal da Paraíba</p><p>(PB)</p><p>Grupo de Pesquisa em Ensino de Artes Visuais</p><p>Cultura Visual: Trânsitos e Encontros Teóricos/Poéticos /Pedagógicos</p><p>Cultura Visual e Educação para as Relações Étnico-Raciais</p><p>Ensino das Artes Visuais no Brasil</p><p>Processos de Ensino e Aprendizagem das Artes</p><p>Visuais em Diferentes Contextos</p><p>Acervos de Arte Contemporânea e o Campo das Artes Visuais</p><p>Cultura e Artes na Contemporaneidade</p><p>Museologia, Memória Social e Patrimônio Cultural</p><p>Universidade Federal de Sergipe (SE)</p><p>Grupo de Pesquisa em História da Arte</p><p>Antropologia da Arte</p><p>Região Centro-Oeste - DF e MS</p><p>Veja a seguir os grupos e linhas de pesquisas da região Centro-Oeste registrados na base de dados do CNPq.</p><p>Universidade de Brasília (DF)</p><p>Transviações: Visualidade e Educação</p><p>Cultura Visual Queer & Educação</p><p>Currículo & Histórias</p><p>Escritura: Linguagem e Pensamento</p><p>Estética e Produção do Sentido</p><p>Textualidades Contemporâneas: Processos de Hibridação</p><p>Literatura e Outras Áreas do Conhecimento</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (MS)</p><p>Tradução, Literatura e Cultura</p><p>Literatura Comparada, Intermidialidade e Tradução</p><p>Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (MS)</p><p>Núcleo de Investigação de Fenomenologia em Arte (NINFA/UFMS)</p><p>Arte como Mediação na Diversidade</p><p>Ensino e Aprendizagem em Artes Visuais</p><p>Artes Visuais, Educação Especial e Processos Inclusivos</p><p>Formação de Professores de Artes Visuais</p><p>Práticas Pedagógicas em Artes Visuais</p><p>Vigotski: Fundamentos e Práticas de Ensino, Arte e Emancipação Humana</p><p>Região Sudeste - ES, MG, RJ e SP</p><p>Veja os grupos e linhas de pesquisas da região Sudeste registrados na base de dados do CNPq.</p><p>Universidade Federal do Espírito Santo (ES)</p><p>LEENA – Laboratório de Extensão e Pesquisa em Artes</p><p>Processos de Criação nas Artes Visuais</p><p>Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET) (MG)</p><p>Corpo, Movimento e Tecnologia: Núcleo de Pesquisa e Experimentação em Poéticas do Corpo e do</p><p>Movimento</p><p>Corpo e Tecnologia</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade do Estado de Minas Gerais (MG)</p><p>Teorias e Práticas Artísticas</p><p>Dimensões Teóricas e Práticas da Produção Artística</p><p>Mediação em Arte e Cultura: Teorias e Práticas</p><p>Processos de Formação, Mediação e Recepção</p><p>Universidade Federal de Juiz de Fora (MG)</p><p>O Acervo de Artes Visuais do MAMM/UFJF</p><p>A Coleção de Artes Visuais de Murilo Mendes</p><p>Grupo de Pesquisa em Ciência Cognitiva e Semiótica</p><p>Tradução Intersemiótica</p><p>Universidade Federal de Minas Gerais (MG)</p><p>Caligrafias e Escrituras: Diálogo e Intertexto no Processo Escritural na Arte Contemporânea</p><p>Artes Plásticas, Visuais e Interartes</p><p>Intermidialidade</p><p>Bureau de Estudos sobre a Imagem e o Tempo</p><p>Convergência entre Arte e a Arquitetura</p><p>Estudo Crítico e Histórico da Temporalidade das Imagens</p><p>Colégio Pedro II (RJ)</p><p>Núcleo de Estudos e Práticas em Arte e Educação – NEPArtE</p><p>Práticas Pedagógicas e Formação Docente em Artes Visuais</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade do Estado do Rio de Janeiro (RJ)</p><p>LAPA – Laboratório de Artes e Políticas da Alteridade</p><p>Arte, Cultura e Relações Étnico-Raciais</p><p>Arte, Políticas da Alteridade e Cultura Popular</p><p>Literaturas, Artes Visuais e Formação de Professores</p><p>Literatura, Teoria e História</p><p>Literatura e Formação de Professores</p><p>Universidade Federal Fluminense (RJ)</p><p>Prática Artística e Experiência Cotidiana</p><p>Estética</p><p>Universidade de Sâo Paulo (SP)</p><p>Grupo de Pesquisa em Impressões Fotográficas</p><p>Edição Fotográfica</p><p>Reprodução de Obras de Arte</p><p>GPARTEDU − Grupo de Pesquisa Arte na Educação, na Formação de Professores e no Currículo</p><p>Escolar</p><p>Metodologia e Epistemologia da Arte</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade Estadual de Campinas (SP)</p><p>Cultura e Memória: Diálogos de Permanência e Inovação</p><p>Espaço, Estética e Memória: Articulações Transdisciplinares em Arte, Arquitetura e Técnica</p><p>Estratégias Expositivas do Desenho em Arte Contemporânea</p><p>Poéticas Visuais e Processos de Criação</p><p>Poéticas Visuais e Processos de Criação</p><p>Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP) (SP)</p><p>GREIMO − Grupo de Estudos Interdisciplinares sobre a Modernidade</p><p>Relações entre Literatura e Pintura</p><p>Universidade Federal de São Paulo (SP)</p><p>Grupo de Estudos Arte Ásia</p><p>Arte Japonesa</p><p>Região Sul - PR, RS e SC</p><p>Veja os grupos e linhas de pesquisas da região Sul registrados na base de dados do CNPq.</p><p>Universidade Federal do Paraná (PR)</p><p>Artes Visuais: Teoria, Educação e Poética</p><p>Teoria, História e Crítica de Arte</p><p>Teoria, História e Educação em Artes Visuais</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade Estadual do Paraná (PR)</p><p>Eikos: Imagem e Experiência Estética</p><p>Artemis (Arte, Memória e Identidades)</p><p>NAVIS – Núcleo de Artes Visuais</p><p>Artes e Ficção</p><p>História das Artes Visuais</p><p>Universidade Estadual de Maringá (PR)</p><p>ARTEI − Arte, Educação e Imagens</p><p>Estudos da Imagem e da Cultura Visual</p><p>Universidade Estadual de Ponta Grossa (PR)</p><p>INTERART – Interação entre Arte, Ciência e Educação: Diálogos e Interfaces com as Artes</p><p>Artes Visuais: Produção e Criação</p><p>Estudos Interdisciplinares da Imagem</p><p>Formação de Professores e Ensino de Ciências</p><p>Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (RS)</p><p>CELinA – Coletivo de Estudos em Linguagens e Artes</p><p>Arte, Educação e Cultura</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade Federal de Santa Maria (RS)</p><p>Pesquisa em Artes: Momentos Específicos</p><p>Arte, Design e Novas Tecnologias</p><p>História, Crítica e Teoria da Arte</p><p>CINECIRCO</p><p>Artes Visuais</p><p>Imediações entre Arte e Cultura Visual: Pedagogias Culturais e Produção de Sentido</p><p>Poéticas Visuais e Produção de Sentido</p><p>Universidade Federal do Rio Grande (RS)</p><p>AVE – Artes Visuais em Estudo</p><p>Arte, Ambiente, Natureza e Comunidade</p><p>Arte-Educação não Formal</p><p>Design Gráfico no Contexto das Artes Visuais</p><p>Exposições de Arte: Curadoria e Ação Educativa</p><p>História, Teoria e Crítica da Arte e da Cultura Visual</p><p>Arte, Corpo, Ensino</p><p>Artes Visuais e Processos Educativos</p><p>Dimensões Artísticas e Documentais da Obra de Arte</p><p>Processo de Produção Artística</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Universidade do Estado de Santa Catarina (SC)</p><p>Linguagem, Estética e Processos Culturais</p><p>Literatura, Artes Visuais, Música</p><p>Estudos Irlandeses</p><p>Literatura</p><p>No mapa abaixo, podemos observar a distribuição territorial dos grupos de pesquisa no Brasil.</p><p>Representação cartográfica da distribuição de grupos de pesquisa em Artes Visuais</p><p>no Brasil.</p><p>Veja que há maior concentração de grupos de pesquisa nas regiões Sudeste, Sul e Nordeste. Na região Norte,</p><p>apenas o estado do Pará oferece grupos e linhas de pesquisa, dentro do recorte de levantamento aqui</p><p>apresentado.</p><p>É possível também visualizar as temáticas abordadas nas linhas de pesquisa, por ordem de recorrência. Veja a</p><p>seguir.</p><p>•</p><p>•</p><p>Gráfico: Temáticas abordadas nas linhas de pesquisa, por ordem de recorrência.</p><p>As temáticas de pesquisa identificadas nas linhas estão distribuídas neste gráfico, por ordem de maior e</p><p>menor ocorrência. Observe que temos uma predominância de pesquisas na área de história, teoria e crítica de</p><p>arte. Isso é um reflexo das estruturas curriculares e da formação dos grupos e dos pesquisadores no Brasil.</p><p>A criação da área de apoio à pesquisa em artes dentro do CNPq foi profundamente beneficiada pela atuação</p><p>do então técnico da instituição, Silvio Zamboni, que buscava a oficialização da área de artes como campo de</p><p>pesquisa científica.</p><p>As pesquisas em Artes estão inseridas na grande área de Linguística, Letras e Artes no sistema de pesquisa</p><p>nacional.</p><p>Logotipos da Capes e do CNPq.</p><p>A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal</p><p>de Nível Superior (CAPES), fundação do</p><p>Ministério da Educação (MEC), também é um</p><p>órgão importante para compreender a</p><p>estruturação das pesquisas em artes</p><p>fomentadas pela CAPES. Esta desempenha</p><p>papel fundamental na expansão e na</p><p>consolidação da pós-graduação stricto</p><p>sensu (mestrado e doutorado) em todos os</p><p>estados da Federação. Em 2007, passou</p><p>também a atuar na formação de professores da</p><p>educação básica, ampliando o alcance de</p><p>suas</p><p>ações na formação de pessoal qualificado, no</p><p>Brasil e no exterior.</p><p>“No que tange à área de Artes, enfrentamentos</p><p>ocorrem em relação à valorização da área em</p><p>defesa de sua especificidade, especialmente na garantia de recursos para o desenvolvimento das pesquisas”</p><p>(Capes, 2020).</p><p>Muitas informações, não é verdade? Até aqui, aprendemos que para fazer uma pesquisa não basta apenas ter</p><p>uma ideia e escrever sobre ela. Existem grupos de pesquisa, linhas de pesquisa, um campo inteiro de estudos</p><p>para organizar e conhecer.</p><p>O desafio agora é montar o seu próprio currículo e pensar: se eu precisasse me filiar a alguma área, qual seria?</p><p>Vamos colocar a mão na massa.</p><p>Associações de apoio à pesquisa</p><p>Visto a exposição do panorama dos grupos e das linhas de pesquisa, bem como suas temáticas no Brasil,</p><p>vamos conhecer associações de apoio à pesquisa como:</p><p>ANPAP</p><p>Associação Nacional de Pesquisadores em</p><p>Artes Plásticas</p><p>CBHA</p><p>Comitê Brasileiro de História da Arte</p><p>FAEB</p><p>Federação de Arte/Educadores do Brasil</p><p>Segundo descrição em seu site (2020), a Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (ANPAP)</p><p>é uma entidade de natureza científico-artístico-educativa, sem fins lucrativos, que congrega pesquisadores,</p><p>centros e instituições para promover, desenvolver e divulgar pesquisas no campo das artes plásticas e visuais.</p><p>Foi fundada em 1987, a partir de mobilizações do então técnico do CNPq, Silvio Zamboni, no meio acadêmico</p><p>das artes. Cruz (2012) aponta que:</p><p>Silvio Zamboni</p><p>Historiador e crítico de Arte, foi técnico analista no CNPq, responsável pela criação da área de Artes</p><p>nesse Conselho.</p><p>Conforme Zamboni, em meados de 1980 o CNPq não dispunha de uma área de Artes, e as pesquisas</p><p>acabavam por ampliar o volume de trabalhos junto às Ciências Humanas e Sociais. Muitos trabalhos</p><p>chegavam ao CNPq, às vezes mal formulados, em parte devido ao pouco conhecimento dos</p><p>procedimentos necessários para solicitar auxílio à referida agência. Também, porque em grande parte os</p><p>solicitantes não respondiam ao perfil científico e tecnológico atendido pelo CNPq; ou por falta de</p><p>tradição e recursos humanos capacitados na área, o que acabou por determinar a precariedade inicial</p><p>das atividades de pesquisa em Artes.</p><p>(Cruz, 2012, p. 6)</p><p>Diante de tal contexto, Zamboni alertou sobre a urgência de se criar uma associação que respaldasse as</p><p>pesquisas em artes no Brasil. Confira as principais:</p><p>ANPAP</p><p>A ANPAP foi fundada como espaço de articulação do saber científico em Artes, como também de</p><p>articulação política em prol da inserção e consolidação das Artes no espaço social da pesquisa</p><p>científica no País.</p><p>Por meio de encontros nacionais, publicações de boletins, anais e realização de editais de submissão</p><p>de trabalhos científicos, a ANPAP contribui com a pesquisa em Artes e sua divulgação.</p><p>CBHA</p><p>Fundado em 1972, o Comitê Brasileiro de História da Arte (CBHA) é uma associação de professores e</p><p>pesquisadores dedicados a estudos no campo da História da Arte brasileira e internacional.</p><p>Filiado ao Comité International d'Histoire de l'art (CIHA), o CBHA busca estabelecer condições de</p><p>intercâmbio com pesquisadores e instituições internacionais e estimular, por meio de seus colóquios</p><p>anuais, a divulgação das pesquisas realizadas por seus membros, promovendo a comunicação e a</p><p>troca de conhecimentos entre a disciplina e campos correlatos.</p><p>FAEB</p><p>A Federação de Arte/Educadores do Brasil (FAEB), conforme descrito em seu site (2020), congrega</p><p>ações de professores e pesquisadores responsáveis por uma significativa produção de conhecimento</p><p>referente a temas da educação básica, do ensino superior e da pós-graduação, bem como dos</p><p>processos educativos informais e não formais das áreas artísticas (Artes Visuais, Dança, Música e</p><p>Teatro). É a primeira entidade civil voltada para a pesquisa e o ensino das áreas artísticas, em âmbito</p><p>nacional, congregando associações e uma rede de representantes estaduais em todas as regiões do</p><p>País, vinculados/as às redes de educação municipal, estadual, universidades e institutos federais,</p><p>além de professores que atuam em contextos de educação não formal.</p><p>Segundo o site da ConFAEB (2020), a FAEB foi criada em 1987 e, desde então, lidera movimentos em</p><p>prol das Artes Visuais, Dança, Música e Teatro na educação brasileira. Contribuiu em</p><p>encaminhamentos com parlamentares da constituinte de 1988 e com o Conselho Federal de</p><p>Educação durante a elaboração das diretrizes para o ensino superior e básico.</p><p>A Federação representa o Brasil junto ao Conselho Latino-Americano de Educação pela Arte (CLEA),</p><p>junto à International Society for Education through Art (InSEA) e junto à Organização Ibero-americana</p><p>de Educação pela Arte (OIE). Dialoga assim com uma rede de entidades que almejam o fortalecimento</p><p>da criação artística e o acesso à cultura.</p><p>Desde 1988, realiza anualmente o Congresso Nacional da Federação de Arte/Educadores do Brasil</p><p>(ConFAEB), evento acadêmico que reúne profissionais do campo da Arte/Educação.</p><p>Devido às medidas de isolamento social impostas pela pandemia de Covid-19, que inviabilizou a</p><p>realização de eventos na modalidade presencial em 2020, a diretoria da FAEB decidiu, como</p><p>procedimento agregador e fortalecedor da rede de atuação no país, a realização online de Encontros</p><p>Regionais da FAEB (ENREFAEB), sendo o ENREFAEB Nordeste o primeiro encontro.</p><p>ANPAP, CBHA e FAEB representam as associações onde os pesquisadores da área de artes se reúnem,</p><p>compartilham interesses e lutam pela consolidação da área.</p><p>Começamos pelo levantamento dos cursos e chegamos às associações. O que isso representa dentro de uma</p><p>prática de pesquisa em artes? Quatro pontos importantes devem ser considerados:</p><p>1</p><p>Aumento e incrementos nos currículos</p><p>A existência dos cursos – aumento e incrementos nos currículos – refletem a formação de</p><p>pesquisadores em artes no Brasil e a maneira como estão abrigados nas universidades. Vale</p><p>destacar que há inúmeros cursos de licenciatura em artes – públicos ou privados – dedicados à</p><p>formação do docente que atuará, especialmente, no ensino básico.</p><p>2</p><p>Composições dos cursos</p><p>As composições dos cursos, suas especificidades, levaram a organização de grupos de pesquisa</p><p>com especialidades vinculadas aos seus docentes-pesquisadores. São nítidas as características que</p><p>diferem uns dos outros e, ao mesmo tempo, percebe-se uma tendência de cursos e grupos de</p><p>pesquisa dedicados aos processos artísticos – estudos das poéticas visuais, nos quais se inclui a</p><p>produção do artista-pesquisador – e da história e crítica de arte.</p><p>3Fontes de pesquisa</p><p>Verificar as fontes de pesquisa (e-Mec, CAPES, CNPq, ANPAP, CBHA, ConFAEB), com o</p><p>levantamento dos dados quantitativos e qualitativos, demonstra a possibilidade de compreensão do</p><p>“cenário” da pesquisa em artes no Brasil e nos mostra questões práticas que podem ser levantadas,</p><p>como, por exemplo, qual o impacto de pesquisas nessa área na sociedade.</p><p>4</p><p>Impacto da produção científica</p><p>Pensando em resultados e no impacto da produção científica no campo das Artes para a sociedade,</p><p>temos exemplos claros de quesitos, como: o conhecimento de artistas e obras desconhecidos da</p><p>história da arte; a revisão de parâmetros que conduziram o estudo da arte até o presente momento,</p><p>centrado nos modelos europeus, que deixaram de fora muitas produções artísticas de grande</p><p>relevância, como a produção eclética do século XIX; o reconhecimento da importância dos elementos</p><p>artísticos e decorativos para a Hhistória da arte, compreendendo a sua relevância para conhecimento</p><p>dos usos, costumes e cultura de determinadas épocas; entre tantas outras possíveis e necessárias.</p><p>Inúmeros, milhares de projetos de pesquisa já foram desenvolvidos dentro das universidades, centros de</p><p>pesquisa e instituições educacionais tendo como objeto de pesquisa a arte. Divulgados pelas associações,</p><p>periódicos, livros e eventos científicos, os projetos de pesquisa em arte são desenvolvidos, em grande parte,</p><p>no âmbito dos processos de pós-graduação (mestrado e doutorado), pós-doutorado e por pesquisadores</p><p>independentes.</p><p>São formulados dentro das premissas de metodologias científicas para elaboração de projetos – introdução,</p><p>justificativa, objetivos, revisão bibliográfica, resultados esperados, cronograma e bibliografia – e contam,</p><p>como especificidade desse tipo de projeto, com a subjetividade como premissa de produção de</p><p>conhecimento.</p><p>Linhas de pesquisa</p><p>Confira neste vídeo as possibilidades de linhas de pesquisa no campo das Artes Visuais e como escolher sua</p><p>linha.</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.</p><p>Mão na massa</p><p>Questão 1</p><p>Sobre as agências federais de fomento à pesquisa, assinale a alternativa que traz a associação correta entre</p><p>agência e respectivo objetivo:</p><p>A</p><p>ANPAP − entidade de natureza científico-artístico-educativa, sem fins lucrativos, que congrega</p><p>pesquisadores.</p><p>B</p><p>CAPES − desempenha papel fundamental na expansão e consolidação da pós-graduação stricto sensu</p><p>(mestrado e doutorado).</p><p>C</p><p>CNPq – associa professores e pesquisadores dedicados a estudos no campo da história da arte brasileira e</p><p>internacional.</p><p>D</p><p>CAPES − estimula, por meio de seus colóquios anuais, a divulgação das pesquisas realizadas no Brasil.</p><p>E</p><p>FAEB − lidera movimentos em prol das artes visuais, dança, música e teatro na educação brasileira.</p><p>A alternativa B está correta.</p><p>Cabe à CAPES recomendar a abertura de cursos de pós-graduação no Brasil, na modalidade stricto</p><p>sensu (mestrado e doutorado), como os programas de artes visuais. A mesma agência ainda é responsável</p><p>pelo acompanhamento desses cursos, por meio de avaliações periódicas. Um dos quesitos avaliados é a</p><p>divulgação científica dos resultados de pesquisa em periódicos científicos. Existem periódicos importantes</p><p>na área, como a Revista ARS, da Universidade de São Paulo, a Arte &; Ensaios, da Universidade Federal do</p><p>Rio de Janeiro, e áreas relacionadas como a Revista Educação e Cultura Contemporânea, da Universidade</p><p>Estácio de Sá.</p><p>Questão 2</p><p>A Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi fundada em 1808, quando o Príncipe Regente Dom João VI</p><p>instituiu a Escola de Cirurgia da Bahia − primeiro curso universitário do Brasil. Ainda no século XIX, incorporou</p><p>a Academia de Belas Artes, fundada em 17 de dezembro de 1877. Sobre o ensino e pesquisa em artes</p><p>plásticas na UFBA podemos afirmar que:</p><p>A</p><p>Oferece duas opções de bacharelado (artes plásticas e design) e uma opção em licenciatura (desenho e</p><p>plástica).</p><p>B</p><p>Dentre os grupos de pesquisa ativos está o MAMETO, dedicado à pesquisa sobre processos criativos em artes</p><p>visuais.</p><p>C</p><p>Em 1978, a instituição implantou o curso de especialização em conservação e restauração de bens culturais</p><p>móveis.</p><p>D</p><p>Em 1968, a Academia de Belas Artes se integrou ao sistema de ensino superior da universidade por meio do</p><p>Plano de Reestruturação da UFBA.</p><p>E</p><p>A Escola de Belas Artes agregou instituições particulares que existiam em Salvador, como o Conservatório de</p><p>Música e a Escola de Belas Artes Dona Carmen Trápaga Simões.</p><p>A alternativa B está correta.</p><p>O curso está entre os mais antigos do Brasil e abriga grupos de pesquisa relacionados aos processos</p><p>criativos. Essa é uma das premissas da pesquisa em artes, pois investiga-se não apenas o objeto em si,</p><p>mas os processos que envolvem sua concepção e construção. É parte dos propósitos da pesquisa nessa</p><p>área, que busca compreender a gramática das artes visuais, por meio de investigações sobre a criação e</p><p>criatividade.</p><p>Questão 3</p><p>No Brasil, a institucionalização da pesquisa nas Artes teve seu início na década de 1970. Trata-se de um</p><p>obstáculo para o trabalho dos(as) pesquisadores(as) nesse campo de conhecimento:</p><p>A</p><p>A pouca variedade de temas de pesquisa.</p><p>B</p><p>A implementação da Base Nacional Comum Curricular.</p><p>C</p><p>O diminuto reconhecimento da arte como saber científico.</p><p>D</p><p>A impossibilidade de escrever sobre processos subjetivos.</p><p>E</p><p>A ausência de instituições de ensino em arte no Brasil.</p><p>A alternativa C está correta.</p><p>Ao contrário de outras áreas, a área de artes ainda passa por dificuldades de reconhecimento e de fomento</p><p>de recursos para o desenvolvimento de pesquisa. Isso se deve à ausência de divulgação, pela comunidade</p><p>científica de um modo geral, da importância da arte para a sociedade e, mais especificamente, para a</p><p>formação do indivíduo. O conhecimento produzido sobre as artes é tão importante quando outros</p><p>conhecimentos, como os relacionados à saúde e às engenharias, pois se trata de memória, história,</p><p>identidade na cultura material de um povo.</p><p>Questão 4</p><p>Os estudos científicos em artes visuais são impactados pelo pequeno reconhecimento da arte como saber</p><p>científico. Nessa área, podemos verificar que a maioria das linhas de pesquisa se concentra em:</p><p>A</p><p>História, teoria e crítica da arte.</p><p>B</p><p>Design, cultura visual e memória.</p><p>C</p><p>Arte-educação, criação e produção.</p><p>D</p><p>Novas tecnologias, mediação e cidade.</p><p>E</p><p>Epistemologia, natureza e estética.</p><p>A alternativa A está correta.</p><p>Um levantamento das linhas de pesquisa em artes visuais aponta que um grande número de estudos</p><p>científicos se debruça sobre as linhas de pesquisa de história, teoria e crítica da arte.</p><p>Questão 5</p><p>Sobre a Universidade Federal do Paraná (UFPA) e o ensino e pesquisa em artes plásticas na UFBA, podemos</p><p>afirmar que:</p><p>A</p><p>Oferece duas opções de bacharelado (artes plásticas e design) e uma opção em licenciatura (desenho e</p><p>plástica).</p><p>B</p><p>Conta com duas linhas de pesquisa: teoria, história e crítica de arte; e teoria, história e educação em artes</p><p>visuais.</p><p>C</p><p>Conta com uma linha de pesquisa: artes visuais: teoria, educação e poética.</p><p>D</p><p>Oferece três linhas de pesquisa: teoria, história e crítica de arte; e teoria, história e educação em artes visuais;</p><p>e arte, design e novas recnologias.</p><p>E</p><p>Conta com duas linhas de pesquisa: arte, ambiente, natureza e comunidade; e arte-educação não formal.</p><p>A alternativa E está correta.</p><p>A UFPA conta com o grupo artes visuais: teoria, educação e poética e com duas linhas de pesquisa: teoria,</p><p>história e crítica de arte; e teoria, história e educação em artes visuais.</p><p>Questão 6</p><p>Conforme Fortin e Gosselin (2014, p. 1), a pesquisa nas artes engloba três tipos diferentes de abordagens: a</p><p>pesquisa sobre artes, para as artes e em artes. Assinale a alternativa que contém a relação correta entre o</p><p>tipo de pesquisa e seu respectivo exemplo:</p><p>A</p><p>Pesquisa em artes – compreende determinada técnica para desenvolvimento de estudos e treinos para</p><p>aprimoramento de menor impacto.</p><p>B</p><p>Pesquisa sobre artes – compreende o impacto dos dispositivos eletrônicos entre dançarinos e iluminação.</p><p>C</p><p>Pesquisa em artes – tem por resultado tanto um produto textual quanto uma obra de arte.</p><p>D</p><p>Pesquisa para artes – compreende a biografia de determinado artista para análise do contexto histórico social</p><p>da época.</p><p>E</p><p>Pesquisa sobre artes – é exclusiva para doutorados, tem por resultado produtos textuais que fazem grande</p><p>uso de imagens.</p><p>A alternativa C está correta.</p><p>No campo das Artes Visuais, diferentes abordagens contribuem para compreensão das obras de arte e</p><p>objetos artísticos. No caso da pesquisa em Artes, cabe não apenas o trabalho escrito com reflexões, mas</p><p>também o próprio processo de elaboração e constituição da obra.</p><p>Agora, confira a resolução comentada de todas as questões do Mão na massa!</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>Questão 1</p><p>UFMT − 2017 − UFMT − Técnico em Assuntos Educacionais</p><p>A primeira coluna apresenta perguntas às quais um projeto de pesquisa deve responder e a segunda coluna,</p><p>os elementos do projeto. Numere a segunda coluna de acordo com a primeira.</p><p>1. Quem e onde pesquisar?</p><p>2. O que pesquisar?</p><p>3. Por que pesquisar?</p><p>4. Para que pesquisar?</p><p>5. Como pesquisar?</p><p>6. Quando pesquisar?</p><p>( ) Cronograma</p><p>( ) Justificativa</p><p>( ) Dados de identificação e tema</p><p>( ) Objetivo geral</p><p>( ) Problema e embasamento teórico</p><p>( ) Objetivos específicos e método</p><p>Assinale a alternativa que contém a sequência correta:</p><p>A</p><p>6, 3, 4, 2, 5, 1.</p><p>B</p><p>4, 1, 3, 5, 6, 2.</p><p>C</p><p>6, 3, 1, 4, 2, 5</p><p>D</p><p>3, 2, 5, 4, 1, 6.</p><p>E</p><p>1, 3, 5, 6, 4, 2.</p><p>A alternativa C está correta.</p><p>Os cinco pontos</p><p>de um projeto de pesquisa dizem respeito ao seguinte: o cronograma trata de quando será</p><p>realizado o projeto (6); a justificativa, a importância da pesquisa (3); a identificação do projeto (temática)</p><p>(1); o que atingir (4); o problema da investigação (2); e a maneira como será realizada a pesquisa, o método</p><p>(5).</p><p>Questão 2</p><p>Conforme Ferreiro e Teberosky (1986), a psicogênese da escrita relaciona-se à formulação de hipóteses a</p><p>respeito do código linguístico, desenvolvendo através dos níveis pré-silábico, silábico, silábico-alfabético,</p><p>alfabético. Considerando o enunciado, assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre nível de</p><p>desenvolvimento e seu respectivo aspecto:</p><p>A</p><p>Alfabético – não ocorre diferenciação entre escrita e desenho.</p><p>B</p><p>Silábica – compreende o uso social da escrita: comunicação.</p><p>C</p><p>Pré-silábica – preocupação com as questões ortográficas.</p><p>D</p><p>Silábica – não relaciona a escrita com a fala.</p><p>E</p><p>Alfabética – compreende o uso social da escrita: comunicação.</p><p>A alternativa E está correta.</p><p>Um projeto de pesquisa apresenta a comunicação, de forma escrita, dos resultados obtidos a partir de uma</p><p>questão (pergunta) motivadora.</p><p>3. Pesquisa, prática artística e docência</p><p>Premissas</p><p>As interseções entre pesquisa, prática artística e docência no campo das Artes Visuais são mais comuns do</p><p>que imaginamos. É possível localizarmos, com muita frequência, pesquisadores que investigam a sua própria</p><p>criação, o seu próprio fazer artístico. Nesse exercício quase “autobiográfico” ou de “autoavaliação” podemos</p><p>observar trajetórias de pesquisa de artistas-professores e de professores-investigadores.</p><p>Pesquisa e pesquisadoras</p><p>Assista neste vídeo a uma entrevista com uma pesquisadora atuante em grupos de pesquisa e projetos</p><p>culturais. Descubra como é possível realizar uma boa pesquisa em Artes Visuais no Brasil e como é trabalhar</p><p>com o fazer artístico como área de conhecimento.</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.</p><p>“(...) pesquisa em Arte é qualquer pesquisa que se desenvolva no campo da Arte. Ora, a Arte, enquanto área</p><p>do conhecimento humano, abarca um amplo espectro de expressões e manifestações” (Zamboni, 2012, p. 05),</p><p>mas há uma, em específico, que se dedica ao trabalho em criação artística feito por artistas que buscam</p><p>atingir no final o produto, a obra de arte. Claro que dentro dessas pesquisas também se enquadram aquelas</p><p>ligadas à história e teoria da arte, à curadoria, à arte-educação, à restauração, à sociologia da arte,</p><p>espalhadas pelo Brasil, como já vimos na conformação dos grupos de pesquisas, associadas às formações em</p><p>Artes Visuais. Mas aquelas dedicadas a atingir um produto, a obra, não apenas a escrita, são nosso ponto de</p><p>destaque.</p><p>A pesquisa que investiga o objeto de arte, com base na própria existência da coisa em si, com fontes</p><p>secundárias de pesquisa − como manuais, arquivos textuais e iconográficos (imagens) − e apoiada em guias,</p><p>tratados, coleções, revistas e livros, representam parte dos projetos de pesquisa em artes nas universidades.</p><p>Desde a criação dos primeiros grupos consolidados no Brasil, são desenvolvidas pesquisas com resultados</p><p>apresentados em periódicos e eventos científicos, mas apresentaremos as que tiveram como resultado</p><p>esperado a conclusão de uma obra. É sobre essa tipologia de projeto que vamos estudar.</p><p>Demonstração</p><p>Xeroperformance, de 1980, é uma obra bidimensional do artista plástico pernambucano Paulo Bruscky, fruto</p><p>das suas pesquisas e produções sobre as possibilidades criativas de arte-xerox. Ele é considerado um dos</p><p>grandes nomes da arte contemporânea em Pernambuco e da renovação artística nesse cenário, explorando</p><p>um instrumento da época – a máquina de xerox – entre outras como radiografias e eletrocardiogramas. É fruto</p><p>de uma geração que se dedica à arte conceitual no Brasil, com pesquisas tecnológicas e políticas.</p><p>Xeroperformance, de Paulo Bruscky, 1980.</p><p>O corpo, elemento importante nessa obra, é parte da produção e meio da ação. Na imagem, vemos a obra</p><p>sempre produzida e o produto final. Mas também é preciso considerar que a própria ação, a performance, é a</p><p>obra.</p><p>Esse é o campo das Artes Visuais nos anos 1980, ampliado com possibilidades emergentes com questões</p><p>tecnológicas, conceituais e políticas, para além das questões históricas e historiográficas.</p><p>Paulo Bruscky, com essa obra/performance, questiona não apenas os processos, mas a própria arte. Coloca</p><p>em debate a cópia e o original, a reprodutibilidade, o ser humano e a máquina, os novos tempos e os novos</p><p>dilemas. E como isso aparecerá nas pesquisas em artes? Em teses, dissertações, artigos e, principalmente,</p><p>com mobilizações de grupos e nas associações, nos coletivos de artes e nas novas expografias e exposições.</p><p>Pierre Baqué, em Metodologias comparadas da pesquisa universitária em Artes Plásticas e em Artes Aplicadas</p><p>(2002), investiga o que é uma tese em artes plásticas. Para ele, corresponde a:</p><p>[...] um trabalho de pesquisa universitária e artística que traz uma resposta prática e teórica a uma</p><p>questão bem circunscrita relativa às Artes Plásticas. Factualmente, resultam disso dezenas ou trezentas</p><p>páginas de texto ‘erudito’ e um conjunto de obras (pinturas, esculturas, desenhos, objetos diversos,</p><p>filmes, fotos, multimídia etc). Texto e obra constituem um todo coerente, rigoroso e artístico, apesar de</p><p>sua heterogeneidade.</p><p>(Fabris apud Baqué, 2002, p. 177)</p><p>O que Bruscky e outros artistas da mesma geração, dos anos 1980, mostram?</p><p>Palavra e ação estão intimamente associadas. A performance reinventa a linguagem poética no campo das</p><p>Artes Visuais, no qual, além do texto e da obra, a ação, o corpo, o espetáculo e o instante (dentro do efêmero)</p><p>passam a promover um movimento importante de cultura e textos. As exposições vão recepcionar as</p><p>temáticas políticas e sociais, o abstracionismo, as performances, as tecnologias e, sobretudo, as novas</p><p>demandas de um campo em ebulição.</p><p>PaLarva, obra também de Bruscky, é um livro de artista, ou seja, uma obra nesse formato. Uma caixa de</p><p>madeira, em forma de livro, com papéis picados (recortados) e, ao centro, um ovo de pedra preciosa. Marca</p><p>uma das características das produções de Bruscky, centrada na ideia de arte como informação. Ao propor um</p><p>livro de artista, ele também questiona o conteúdo desses objetos e do valor das informações. É meio de</p><p>narrar/escrever por meio da própria obra.</p><p>PaLarva, de Paulo Bruscky, 1992.</p><p>O fazer artístico</p><p>Como seria o fazer artístico como processo de conhecimento? Vejamos o caso das obras da artista plástica</p><p>mineira Beatriz Rauscher, que tem em sua trajetória de pesquisa inicial a herança prática da xilogravura,</p><p>redimensionada em termos teóricos e conceituais, em sua dissertação de mestrado, para grandes imagens</p><p>plotadas e projetadas de troncos de árvores. Veja que a madeira, matriz da técnica de xilogravura, agora é</p><p>fonte principal e imagética da pesquisa da artista.</p><p>Imaterial e frágil, de Beatriz Rauscher, 2004.</p><p>Sem título. Quase fotografia, de Beatriz Rauscher, 1995.</p><p>Segundo a artista,</p><p>[...] o tema das relações entre natureza e cultura e as temáticas dedicadas à problematizarão do espaço</p><p>urbano são focos de interesse de pesquisa circunscritos no campo das Poéticas Visuais.</p><p>(Rauscher, 2009, p. 63)</p><p>De um processo relativamente “simples”, como a xilogravura, a artista busca compreender e questionar a</p><p>gráfica contemporânea. Gravar, imprimir e multiplicar são conceitos-ações que a artista problematiza em sua</p><p>pesquisa ao mesmo tempo em que apresenta esses resultados. Assim são as imagens de troncos de madeira</p><p>plotadas e projetadas que acabamos de ver.</p><p>Para ela, o grande questionamento está centrado em “será possível, ainda hoje, pensar na subversão, no</p><p>alargamento ou no deslocamento do conceito de gravura? Qual é o estado da questão?”</p><p>Em resposta, Rauscher afirma que se propôs a “indagar a impressão, a indagar a projeção e a indagar a</p><p>própria imagem, sob o enfoque dos processos híbridos e, desse modo, colocar questões específicas dos</p><p>processos e técnicas da gráfica</p><p>contemporânea, capitais para a reflexão das Artes Visuais na</p><p>contemporaneidade” (Rauscher, 2009, p.74).</p><p>Elevador (obra de intervenção em espaço público), de Beatriz Rauscher, 2001.</p><p>Em uma prática institucional expositiva, como seria pensar na pesquisa que fomenta [aplica] os resultados</p><p>obtidos em e/ou sobre artes em atividades culturais para grande público?</p><p>Um ótimo exemplo são os estudos recentes de revisões historiográficas com pesquisas de historiadoras</p><p>feministas da Arte “que fizeram um amplo trabalho de recuperação de nomes de mulheres artistas para uma</p><p>tentativa de inclusão no discurso tradicional da disciplina” (Tvardovkas, 2011, p. 4), uma vez que essa</p><p>“literatura artística” foi assentada, prioritariamente, na valorização do “artista/homem gênio”.</p><p>Segundo Luana Tvordovskas, “variadas pesquisadoras investiram em compreender tanto a ausência das</p><p>artistas mulheres nos cânones da História da Arte quanto recuperar os nomes de artistas notáveis, buscando</p><p>igualar em seus discursos os valores de suas produções” (2011, p. 01, grifo nosso).</p><p>Exposição de artistas mulheres no MASP, 2019.</p><p>A aplicação prática desses estudos tem</p><p>resultado em exposições que ocorreram em</p><p>muitos museus brasileiros. É o caso da agenda</p><p>de exposições de 2019 do Museu de Arte de</p><p>São Paulo Assis Chateaubriand, MASP, na</p><p>cidade de São Paulo, referentes à “Tarsila</p><p>Popular”, “Lina Bo Bardi”, “Djanira da Motta e</p><p>Silva”, entre outras, vinculadas ao programa</p><p>expositivo de temática História das mulheres,</p><p>Histórias feministas.</p><p>Veja algumas exposições de Tarsila Popular:</p><p>O Mamoeiro, de Tarsila do Amaral, 1925.</p><p>Quadros: O lago 1929 e Manacá 1927 na exposição Tarsila Popular no MASP, em São</p><p>Paulo, 2019.</p><p>Embora Tarsila seja uma artista, mulher, bastante conhecida, expoente do movimento modernista brasileiro,</p><p>ela esteve ao lado de outras mulheres artistas pouco conhecidas para o grande público. O mérito dessa</p><p>mostra e de outras que se dedicaram ao tema foi proporcionar conhecimento artístico e histórico à sociedade</p><p>sobre a existência dessas artistas e, sobretudo, revisitar os paradigmas da história da arte assentados na</p><p>ideia de artista homem e gênio.</p><p>A aplicação prática da pesquisa em artes</p><p>Acompanhe neste vídeo como é realizada a aplicação do resultado de pesquisa no campo da cultura.</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Acesse a versão digital para assistir ao vídeo.</p><p>Mão na massa</p><p>Questão 1</p><p>Sobre a escrita nas pesquisas em artes, avalie cada afirmativa a seguir e, então, assinale a alternativa que</p><p>indica somente as afirmativas corretas.</p><p>I. A escrita é um lugar de incorporação de conhecimento sensível, bem como conhecimento teórico.</p><p>II. A escrita criativa dispensa o caráter fictício, não sendo assim considerada pela poética artística, mas sim</p><p>pela dimensão científica do fazer arte.</p><p>III. Escritos autoetnográficos geralmente não se concentram tanto na história objetiva, mas visam comunicar</p><p>aspectos da experiência pessoal do autor.</p><p>IV. A parte escrita de um trabalho acadêmico nas artes pode incluir todos os tipos de narrativas e textos</p><p>criativos.</p><p>Assinale a alternativa correta:</p><p>A</p><p>I, III e IV.</p><p>B</p><p>I, apenas.</p><p>C</p><p>III e IV.</p><p>D</p><p>III, apenas.</p><p>E</p><p>II e III.</p><p>A alternativa A está correta.</p><p>Nos resultados da pesquisa em artes, apresentados no formato de obra e no de escrita, são apresentadas</p><p>questões subjetivas, conhecimento sensível que demonstra o processo do artista, além do conhecimento</p><p>teórico-conceitual. Cabe a essa escrita os recursos dos métodos para o desenvolvimento de pesquisa, mas</p><p>também narrativas com textos criativos, que demonstrem mais claramente as intenções do autor/artista.</p><p>Questão 2</p><p>IDECAN − 2016 − SEARH − RN − Professor − Pedagogia − Anos Iniciais (Adaptado)</p><p>Sobre o desenvolvimento da escrita, analise as afirmativas a seguir.</p><p>I. É através da linguagem falada que a escrita vai se desenvolver, e o ato de desenhar é um estímulo.</p><p>II. Cabe à pedagogia desenvolver atividades que proporcionem o desenvolvimento da escrita, com práticas</p><p>pedagógicas que provocam experiências estimuladoras.</p><p>III. A escrita é inata a todos os seres humanos; ou seja, não precisa ser ensinada ou estimulada de qualquer</p><p>maneira.</p><p>Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):</p><p>A</p><p>I, II e III.</p><p>B</p><p>I, apenas.</p><p>C</p><p>I e II, apenas.</p><p>D</p><p>II, apenas.</p><p>E</p><p>II e III, apenas.</p><p>A alternativa C está correta.</p><p>Desenhar é uma ação, uma parte de desenvolvimento criativo e motor, que pode ser estimulado desde os</p><p>primeiros anos escolares. O ato de desenhar – registrar por meio de inscrições e não apenas por palavras −</p><p>é uma forma de comunicação e criação de histórias e memórias importantes para a formação do indivíduo.</p><p>Questão 3</p><p>Sobre a Federação de Arte/Educadores do Brasil (FAEB), é correto afirmar que:</p><p>A</p><p>Congrega apenas ações educativas formais de professores e pesquisadores em artes no Brasil.</p><p>B</p><p>Desde 1988 realiza anualmente o Congresso Nacional da Federação de Arte/Educadores do Brasil (ConFAEB).</p><p>C</p><p>Desde 2018 realiza os Encontros Regionais da FAEB (ENREFAEBs), sendo o ENREFAEB Nordeste o primeiro</p><p>encontro.</p><p>D</p><p>Representa o Brasil no Comité International d'Histoire de l'art (CIHA), buscando estabelecer condições de</p><p>intercâmbio com pesquisadores e instituições internacionais.</p><p>E</p><p>Foi fundada em 1987, a partir de mobilizações do então técnico do CNPq, Silvio Zamboni, responsável pela</p><p>criação da área de Artes nesse instituto.</p><p>A alternativa B está correta.</p><p>A criação da ConFAEB representou um importante esforço coletivo para representação das pesquisas em</p><p>arte-educação no Brasil, especialmente na representação de pautas coletivas e de realização de eventos</p><p>para atualização de dados e compartilhamento dos resultados das pesquisas em desenvolvimento no País.</p><p>Seus eventos são realizados anualmente, com chamada pública para participação dos arte educadores e</p><p>pesquisadores em Artes no Brasil e no exterior.</p><p>Questão 4</p><p>Sobre a criação da área de Artes no CNPq e a concentração das linhas de pesquisa, julgue cada afirmativa a</p><p>seguir como verdadeira (V) ou falsa (F) e, então, assinale a alternativa correta:</p><p>I. A criação da área de Artes no CNPq ocorreu na década de 1980, a partir dos esforços da ANPAP, fundada na</p><p>década de 1970, por iniciativa do corpo docente da USP.</p><p>II. Em 2016, o censo do CNPq apontou que 5% das linhas de pesquisa registradas concentraram-se em</p><p>linguística, letras e artes.</p><p>III. A pesquisa em artes no Brasil conta com o apoio de associações como a ANPAP, o CBHA e a FAEB.</p><p>IV. A pesquisa em arte no Brasil tem como desafio consolidar-se como saber científico que apresenta suas</p><p>próprias especificidades.</p><p>A</p><p>F-V-V-V.</p><p>B</p><p>F-V-F-V.</p><p>C</p><p>F-F-V-V.</p><p>D</p><p>V-V-F-V.</p><p>E</p><p>V-F-V-V.</p><p>A alternativa A está correta.</p><p>Apenas o item I está incorreto, pois a criação da área de artes no CNPq não ocorreu por esforço da ANPAP</p><p>e do corpo docente da USP.</p><p>Questão 5</p><p>FGV − 2016 − SME − SP − Professor – Arte</p><p>Assinale a afirmativa que caracteriza corretamente os pressupostos das pesquisas contemporâneas em</p><p>cultura visual.</p><p>A</p><p>A educação em cultura visual busca fornecer uma definição do que é arte, distinguindo-a dos artefatos que</p><p>não almejam expressar o belo.</p><p>B</p><p>O ensino e aprendizagem da cultura visual deslocam seu foco de interesse para o estudo formal da obra, seu</p><p>estilo e estrutura de composição.</p><p>C</p><p>Em função do caráter transdisciplinar do campo da cultura visual, a arte deixa de ter natureza ou valor</p><p>distintivo, reduzindo-se a artefato cultural.</p><p>D</p><p>Os currículos da cultura visual a apresentam como construção social, abordável a partir de perspectivas</p><p>inclusivas.</p><p>E</p><p>A cultura visual deve ser extraída do contexto geral da cultura, e, ao fazê-lo, evidencia as qualidades</p><p>essenciais da arte e do objeto estético.</p><p>A alternativa D está correta.</p><p>A alternativa correta, item d, trata da construção social como base dos currículos da cultura visual e,</p><p>especialmente, as perspectivas inclusivas em pesquisas contemporâneas em artes visuais.</p><p>Questão 6</p><p>IBADE − 2019 − Prefeitura de Vilhena − RO − Professor − Pedagogia</p><p>Sobre a Base Nacional Comum Curricular</p><p>(BNCC), pode-se afirmar que é:</p><p>A</p><p>Um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens</p><p>essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da educação básica.</p><p>B</p><p>Uma lei que visa assegurar os direitos de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos da Educação Superior,</p><p>em conformidade com o que preceitua o Plano Nacional de Educação (PNE).</p><p>C</p><p>Um documento normativo que se aplica à educação escolar e à educação não formal, tal como a define o § 1º</p><p>do Artigo 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996).</p><p>D</p><p>Um pacto que está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana</p><p>integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado na Constituição</p><p>Federal Brasileira de 1988.</p><p>E</p><p>Um pacto que está orientado pelos princípios éticos, políticos e estéticos que visam à formação humana</p><p>integral e à construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, como fundamentado na Bíblia</p><p>Sagrada.</p><p>A alternativa A está correta.</p><p>Com nome de Base, refere-se a um documento normativo e consultivo que deve guiar as atividades</p><p>pedagógicas, metodológicas e teórico-conceituais nos processos de ensino e aprendizagem, organizado a</p><p>partir das etapas/modalidades da educação básica.</p><p>Acompanhe no vídeo a seguir a demonstração de um projeto de pesquisa que investiga o fazer artístico e</p><p>que questiona elementos expositivos e/ou do universo da apreciação/valoração da arte.</p><p>Verificando o aprendizado</p><p>Questão 1</p><p>Considere o texto a seguir:</p><p>“De casca de árvore e cascas de crustáceos a teias de bicho-da-seda e respiração humana, a natureza molda</p><p>o design inovador e os processos de produção de Neri Oxman. Como designer, arquiteta e diretora fundadora</p><p>do The Mediated Matter Group no MIT Media Lab, Oxman desenvolveu não apenas novas maneiras de pensar</p><p>sobre materiais, objetos, edifícios e métodos de construção, mas também novas estruturas para colaborações</p><p>interdisciplinares − e até mesmo interespécies. Sua abordagem pioneira, a qual ela chama de “ecologia dos</p><p>materiais”, reúne ciência de materiais, tecnologias de fabricação digital e design orgânico para criar novas</p><p>possibilidades para o futuro. Embora individualmente essas obras sejam belas e revolucionárias, juntas elas</p><p>apresentam uma nova filosofia de projetar, fazer − e até desfazer − o mundo ao nosso redor.”</p><p>Texto descritivo da exposição “Neri Oxman: material ecology”, no Museum of Modern Art (MoMA), 14 de maio</p><p>a 18 de outubro de 2020.</p><p>Considerando o texto que traz um breve exemplo da interdisciplinaridade das Artes com demais campos de</p><p>conhecimento, podemos afirmar que:</p><p>A</p><p>A arte distingue-se de outras linguagens por não ser científica, apesar de educativa em sua subjetividade.</p><p>B</p><p>A ciência precisa se adequar aos padrões estéticos artísticos, rompendo com as metodologias tradicionais de</p><p>pesquisa.</p><p>C</p><p>A produção artística pode ser uma forma de linguagem científica que complementa ou desconstrói parâmetros</p><p>objetivos.</p><p>D</p><p>Os designs científicos diferenciam-se da poética artística por dispensarem contextos sociais de produção.</p><p>E</p><p>Somente através da beleza a ciência pode ser visualmente compreensível, mesmo que carregada de</p><p>complexidade.</p><p>A alternativa C está correta.</p><p>A alternativa correta nos mostra que a pesquisa em Arte e sobre Arte tem como fio condutor o paradoxo</p><p>entre subjetividade e objetividade.</p><p>Questão 2</p><p>Instituto Federal do Espírito Santo – 2013 − Professor do Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico.</p><p>Segundo Edgard de Assis Carvalho, no artigo “Arte-Ciência, religação indispensável para a educação no</p><p>século XXI”, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), ao promover</p><p>os quatro pilares da educação para o século XXI em torno de quatro formas de aprendizagem: conhecer, fazer,</p><p>viver junto e ser, estava imbuída da ideia de que a humanidade não pode ser concebida como um meio de</p><p>obter lucros e vantagens para poucos, mas como um fim a ser construído por todos e para todos. Contudo,</p><p>traduzir esses pilares para a sala de aula não constitui uma tarefa fácil. Marque a alternativa que NÃO</p><p>apresenta obstáculos para que a ideia apregoada pela Unesco se efetive no campo da educação:</p><p>A</p><p>Fragmentação do ensino e condicionamento da educação às condições do mercado.</p><p>B</p><p>Separação da cultura científica da cultura das humanidades.</p><p>C</p><p>Manutenção de certezas reconhecidas pela ciência moderna.</p><p>D</p><p>Repetição de atividades para o adestramento do pensamento.</p><p>E</p><p>Conexão entre sociedade e indivíduo, consciente e inconsciente, Arte e Ciência.</p><p>A alternativa E está correta.</p><p>A busca pela educação que conecta o indivíduo às demandas da contemporaneidade deve se pautar na</p><p>conexão entre sociedade e indivíduo.</p><p>4. Conclusão</p><p>Considerações finais</p><p>“A pesquisa em Arte e sobre a Arte traz em si o paradoxo da subjetividade como fio condutor de um</p><p>pensamento estruturado pela objetividade” (Freddi, 2011, p.02). Vimos que a demanda/oferta de cursos que</p><p>formam pesquisadores em/sobre Artes espalham-se pelo Brasil, com particularidades nacionais e regionais. A</p><p>partir deles, grupos e associações foram sendo estruturados e organizados para constituição da área, ao</p><p>mesmo tempo em que em defesa de pautas para valorização do conhecimento que se produz sobre as artes.</p><p>Associações como ANPAP, CBHA e FAEB fomentam a divulgação dos resultados de pesquisa em artes no</p><p>Brasil. Articulam demandas e fortalecem os espaços dedicados à publicação dos resultados das pesquisas.</p><p>Pesquisadores-artistas, pesquisadores-historiadores e críticos e pesquisadores-curadores cumprem papéis</p><p>importantes na sociedade para a valorização da cultura, a formação crítica do indivíduo e a produção de</p><p>conhecimento científico sobre as artes.</p><p>Podcast</p><p>Agora, ouça o professor Rodrigo Rainha apresentar um balanço sobre a pesquisa em Artes Visuais e seu</p><p>impacto na educação.</p><p>Conteúdo interativo</p><p>Acesse a versão digital para ouvir o áudio.</p><p>Explore +</p><p>Para saber mais sobre os assuntos tratados, assista ao vídeo:</p><p>Conversa com um artista – Nuno Ramos e Manuel Costa Pinto −, no Canal Café Filosófico, da TV</p><p>Cultura. O vídeo está disponível no YouTube.</p><p>Pesquise na internet as obras já expostas na Bienal de São Paulo, em seu site oficial.</p><p>Referências</p><p>ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE PESQUISADORES EM ARTES PLÁSTICAS. ANPAP. Sobre a ANPAP. Consultado na</p><p>internet em: 19 dez. 2020.</p><p>BAQUÉ, P. Metodologias comparadas da pesquisa universitária em Artes Plásticas e em Artes Aplicadas. In:</p><p>BRITES, B. et al. O meio como ponto zero: metodologia da pesquisa em artes plásticas. Porto Alegre: UFRGS e</p><p>PPGAV/IA/UFRGS, 2002.</p><p>BRUSCKY, P. Xeroperformance. 1980. In: XAVIER, M. M. de F. Piada explicada: imagem e humor em uma</p><p>pesquisa em poéticas visuais. Porto Alegre: Instituto de Artes, UFRGS, abril 2011.</p><p>•</p><p>CONGRESSO NACIONAL DA FEDERAÇÃO DE ARTE/EDUCADORES DO BRASIL. CONFAEB. Apresentação.</p><p>Consultado na internet em: 19 dez. 2020.</p><p>COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR. CAPES. Informação institucional.</p><p>Consultado na internet em: 19 dez. 2020.</p><p>CRUZ, M. X. As artes no campo científico brasileiro: o processo de inserção da área junto ao CNPq, no sistema</p><p>de pós-graduação (CAPES) e a construção da ANPAP. Seminário de Pesquisa em Educação da Região Sul, v.</p><p>9, 2012.</p><p>FEDERAÇÃO DE ARTE/EDUCADORES DO BRASIL. FAEB. Sobre a FAEB. Consultado na internet em: 19 dez.</p><p>2020.</p><p>FERREIRO, E.; TEBEROSKY, A.; LICHTENSTEIN, D. M. Psicogênese da língua escrita. Rio de Janeiro: Artmed,</p><p>1986.</p><p>FORTIN, S.; GOSSELIN, P. Considerações metodológicas para a pesquisa em Arte no meio acadêmico. ARJ −</p><p>Art Research Journal/Revista de Pesquisa em Artes, c. 1, n. 1, pág. 1-17, 2014.</p><p>FREDDI, H. E. da S. A poética e o pesquisador: reflexões sobre as reverberações subjetivas na pesquisa</p><p>acadêmica em Artes. Revista Belas Artes, v. 6, p. 1-11, 2011.</p><p>GOLDENBERG, M. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa</p>

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