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<p>Plantão Unidade de Pronto Atendimento</p><p>Professora: FRANCÍLIO DE CARVALHO OLIVEIRA</p><p>Discente: Moisés Rebouças Marques Neto</p><p>Curso: MEDICINA</p><p>Turma: 39</p><p>Teresina, 14 de Outubro de 2024</p><p>No plantão de uma Unidade de Pequeno Porte de uma cidade do</p><p>interior do Estado, dá entrada uma vítima de ferimento por arma</p><p>branca (faca) nos dois hemitórax, que apresenta sinal evidente de</p><p>perfuração à exploração digital (detectado ar e sangue na cavidade,</p><p>bilateralmente). O paciente chega vivo à unidade, com queda rápida da</p><p>pressão arterial, taquipnéia e cianose. Disponível na unidade apenas</p><p>material para ressuscitação cardiopulmonar. Não existe na unidade kit</p><p>específico para drenagem torácica sob selo d'água. O que sugere nesta</p><p>situação? Qual seria sua opinião?</p><p>Diante dessa situação crítica, é crucial manter a via aérea do</p><p>paciente aberta e protegida, assegurando uma ventilação eficaz e</p><p>administrando oxigênio suplementar, caso necessário, deve se considerar a</p><p>intubação endotraqueal, em seguida, deve-se controlar a hemorragia</p><p>aplicando pressão direta sobre quaisquer feridas externas e usando</p><p>curativos estéreis e compressivos.</p><p>Em primeira análise, uma medida temporária para aliviar o</p><p>pneumotórax, devido à ausência de um kit específico para drenagem</p><p>torácica sob selo d'água, pode ser a descompressão torácica com agulha,</p><p>utiliza-se uma agulha de grande calibre (14-16G), inserida no segundo</p><p>espaço intercostal na linha médio-clavicular. Além disso, é vital iniciar a</p><p>reposição volêmica com cristalóides (como solução salina ou Ringer</p><p>lactato) para tratar a hipotensão, monitorando continuamente a pressão</p><p>arterial e a perfusão.</p><p>Em um segundo momento, deve ser organizada a transferência</p><p>imediata do paciente para um centro de trauma ou hospital com capacidade</p><p>de realizar procedimentos cirúrgicos de emergência, a estabilização inicial é</p><p>crucial, mas o paciente precisará de cuidados definitivos que não estão</p><p>disponíveis na unidade.</p><p>Rafael, um paciente de 30 anos, chegou à emergência após um</p><p>acidente automobilístico, apresentando ferimentos torácicos e instabilidade</p><p>hemodinâmica, a Dra. Paula, responsável pelo atendimento, avaliou a</p><p>situação e constatou dificuldade respiratória, cianose e taquipneia, ela</p><p>garantiu a permeabilidade da via aérea, administrou oxigênio suplementar</p><p>e, ao suspeitar de pneumotórax, realizou uma descompressão torácica com</p><p>uma agulha de 14G, a pressão arterial de Rafael estava em 85/50 mmHg, e</p><p>a enfermeira Ana controlou as feridas enquanto iniciava a reposição</p><p>volêmica com solução salina, após estabilizar o paciente, a equipe</p><p>organizou sua transferência para um centro de trauma, notificando o</p><p>hospital sobre a necessidade de cuidados cirúrgicos.</p><p>Referências Bibliográficas</p><p>1. American College Of Surgeons. Committee on Trauma. Advanced</p><p>Trauma Life Support (ATLS) Student Course Manual. 10. ed. Chicago:</p><p>American College of Surgeons, 2018.</p><p>2. World Health Organization. Basic Emergency Care: Approach to the</p><p>Acutely Ill and Injured. Geneva: World Health Organization, 2018.</p>

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