Prévia do material em texto
<p>MARISE SOARES</p><p>RELATÓRIO DO</p><p>ESTÁGIO II ENSINO FUNDAMENTAL</p><p>UNOPAR/ANHANGUERA</p><p>LICENCIATURA EM PEDAGOGIA</p><p>ITABIRITO</p><p>2024</p><p>Itabirito</p><p>2024</p><p>RELATÓRIO DO</p><p>ESTÁGIO II ENSINO FUNDAMENTAL</p><p>Relatório apresentado à</p><p>UNOPAR/ANHAGUERA como requisito parcial</p><p>para o aproveitamento da disciplina de</p><p>ESTÁGIO OBRIGATORIO II ENSINO</p><p>FUNDAMENTAL, do curso de LICENCIATURA</p><p>EM PEDAGOGIA .</p><p>MARISE SOARES</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO................................................................................................ .....3</p><p>2 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS ...................................................... 4</p><p>3 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) ......... 6</p><p>4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA .................. 8</p><p>5 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE ...................... 10</p><p>6 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS</p><p>PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 12</p><p>7 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA ........ 14</p><p>8 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS</p><p>PELO PROFESSOR ........................................................................................ 16</p><p>9 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO</p><p>ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA .......................................................... 18</p><p>10 RELATO DA OBSERVAÇÃO ........................................................................... 20</p><p>11 PLANOS DE AULA .......................................................................................... 23</p><p>12 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR ...34</p><p>13 RELATO DA REGÊNCIA ................................................................................. 35</p><p>14 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO ........................................................................ 39</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................................... 40</p><p>REFERÊNCIAS ...................................................................................................... 41</p><p>3</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>Estágio é o momento em que os estudantes têm a oportunidade de observar,</p><p>aprender na prática, todas as aprendizagens adquiridas ao longo do curso. Dessa</p><p>maneira, ele é importantíssimo para a formação do profissional, principalmente para</p><p>a pedagogia, pois através dele o educando formar-se-á um professor investigador,</p><p>reflexivo, pesquisador, capaz de produzir conhecimentos, transformar, adaptar a sua</p><p>prática pedagógica, bem como aprender a lidar com situações diversas da realidade</p><p>escolar, que não são apresentadas nos livros, mas sim adquiridas através das</p><p>experiências. Como nos ensina Paulo Freire: “É que ninguém caminha sem aprender</p><p>a caminhar, sem aprender a fazer o caminho caminhando, sem aprender a refazer, a</p><p>retocar o sonho por causa do qual a gente se pôs a caminhar.” (FREIRE, 1992,</p><p>p.79).</p><p>O objetivo desse estágio foi aproximar a teoria e a realidade escolar, visualiza</p><p>suas ações e suas problemáticas, vivenciar os conhecimentos adquiridos durante o</p><p>curso, assim como refletir sobre quais práticas escolher e como agir dentro de uma</p><p>instituição educativa. Portanto o estágio tem uma carga horária obrigatória de 20</p><p>horas de observação e 80 horas de prática, com orientação do docente responsável.</p><p>Desta forma o presente relatório mostra a prática do estágio obrigatório desenvolvido</p><p>em uma escola estadual, na turma de 2º ano, com 17 alunos na faixa etária de oito a</p><p>nove anos de idade, no município de Itabirito/Minas Gerais, cuja carga horária/sala</p><p>de aula, totalizou 80 horas, sob orientação da professora Gabriela Cristina Silva Vaz.</p><p>4</p><p>2 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS</p><p>A interdisciplinaridade é um movimento que busca integrar diferentes</p><p>disciplinas e conhecimentos, promovendo uma abordagem mais ampla e</p><p>holística no processo de ensino e aprendizagem. Ao invés de abordar os</p><p>conteúdos de forma isolada, a interdisciplinaridade busca estabelecer</p><p>conexões entre as disciplinas, permitindo uma compreensão mais profunda e</p><p>contextualizada dos temas estudados.</p><p>Essa abordagem articuladora no processo ensino-aprendizagem</p><p>permite aos estudantes desenvolverem habilidades de pensamento crítico,</p><p>análise e síntese, além de promover uma visão mais integrada e aplicada do</p><p>conhecimento. A interdisciplinaridade também estimula a criatividade e a</p><p>resolução de problemas complexos, preparando os alunos para enfrentar</p><p>desafios do mundo real.</p><p>Ao adotar a interdisciplinaridade, os educadores podem enriquecer a</p><p>experiência de aprendizagem dos alunos, tornando o ensino mais significativo</p><p>e relevante. Isso pode ser alcançado por meio de projetos, estudos de caso e</p><p>atividades que envolvam a colaboração entre diferentes disciplinas,</p><p>proporcionando uma visão mais abrangente e interconectada do</p><p>conhecimento.</p><p>A interdisciplinaridade, portanto, desempenha um papel crucial como</p><p>movimento articulador no processo ensino-aprendizagem, promovendo uma</p><p>educação mais integrada, dinâmica e alinhada com as demandas da</p><p>sociedade contemporânea. O principal objetivo da interdisciplinaridade</p><p>é conferir ferramentas para enriquecer a visão de mundo dos alunos. A partir</p><p>dessa abordagem, indivíduos de todas as idades compreendem que um</p><p>mesmo fato ou tema pode ser observado e estudado a partir de diferentes</p><p>pontos de vista. A interdisciplinaridade implica, portanto, alguma</p><p>reorganização do processo de ensino/aprendizagem e supõe um trabalho</p><p>continuado de cooperação dos professores envolvidos.</p><p>A interdisciplinaridade anseia a passagem de uma concepção fragmentada</p><p>para uma concepção unitária, para isso precisa de uma escola participativa,</p><p>5</p><p>com uma visão ampla e não fragmentada, que se torne espaço de reflexão,</p><p>de trocas de conhecimentos e clareza nos objetivos.</p><p>Dicas para pôr a interdisciplinaridade em prática</p><p>1. Aposte em um bom planejamento;</p><p>2. Permita que os professores tenham flexibilidade;</p><p>3. Aposte em atividades lúdicas;</p><p>4. Utilize recursos digitais;</p><p>5. Adote materiais didáticos com proposta interdisciplinar. A metodologia do</p><p>trabalho interdisciplinar supõe atitude e método, envolvendo integração de</p><p>conteúdos; passando de uma percepção fragmentária para uma concepção</p><p>unitária do conhecimento; superando a dicotomia entre ensino e pesquisa,</p><p>ponderando sobre o estudo e a pesquisa, a partir do apoio das diversas</p><p>ciências.</p><p>6</p><p>3 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)</p><p>O Projeto Político Pedagógico de uma escola é antes de tudo um</p><p>instrumento ideológico, político, que visa, sobretudo, a gestão dos resultados de</p><p>aprendizagem, através da projeção, da organização, e acompanhamento de todo o</p><p>universo escolar. Desta forma, buscamos analisar o Projeto Político Pedagógico de</p><p>uma escola de ensino fundamental, verificando como é abordada a educação</p><p>inclusiva e quais as ações são planejadas para atender os estudantes com</p><p>deficiência.</p><p>O estudo busca através de análise documental tecer um panorama sobre</p><p>a educação inclusiva no contexto escolar. Para tanto, utilizamos à análise do Projeto</p><p>Político Pedagógico (PPP) de uma escola de ensino fundamental da rede pública do</p><p>município de Itabirito/MG, visando identificar de que forma a educação inclusiva é</p><p>abordada no PPP e como a mesma está sendo tratada neste espaço.</p><p>Ao analisar o PPP da escola, contatamos que o processo pedagógico do</p><p>aluno não caminha em forma linear ou apenas dentro da sala de aula, mas também</p><p>se dá pelo resultado da interação social deste sujeito com o meio em que vive.</p><p>Sendo assim, o PPP trás uma escola que proporciona um amplo campo de vivência</p><p>para práticas</p><p>educativas e de socialização. Além disso, outros recursos pedagógicos</p><p>são citados como a sala do audiovisual, laboratório de ciências, laboratório de</p><p>linguagem, matemática, informática, sala de pilates e de recursos.</p><p>A sala de recursos é direcionada para alunos com necessidades</p><p>especiais de estimulação, e assim, contribui para seu desenvolvimento social,</p><p>intelectual e de aprendizagem. A sala funciona em turno inverso ao horário normal</p><p>de aula do aluno e conta com um professor especializado para o desenvolvimento</p><p>das atividades. Quanto ao processo avaliativo a escola apresenta um método</p><p>especializado e adaptado para a avaliação de alunos especiais conforme suas</p><p>dificuldades, que se diferem em anos iniciais e finais. Com isso, concluímos que o</p><p>PPP da escola é sempre um processo inconcluso, pois, precisa estar de acordo com</p><p>o momento social e histórico, em contingência com o mundo em constante</p><p>transformação.</p><p>7</p><p>Sendo assim, o presente PPP analisado nos afirma estas questões</p><p>ao abranger tanto a história da escola e de seu território quanto as particularidades</p><p>implantadas</p><p>no processo de avaliação e na estrutura da escola para atender os alunos. Disposto</p><p>pelo PPP do EE Professor Tibúrcio não se preocupa apenas em educar as crianças,</p><p>mas também visa cumprir o seu compromisso com a sociedade. A escola possui</p><p>uma rica história e cultura que tem contribuído para o desenvolvimento de sua</p><p>comunidade escolar. A administração escolar e os professores compreendem a</p><p>importância do seu compromisso com a sociedade e esforçam-se por cumpri-lo,</p><p>proporcionando uma educação de qualidade às crianças.</p><p>A comunidade escolar desempenha um papel importante na formação</p><p>podendo participar diretamente na elaboração de abordagens principalmente nos</p><p>conselhos de classe.</p><p>Partindo do princípio onde o papel social de uma escola é criar um</p><p>ambiente seguro e inclusivo onde os alunos se sintam valorizados e</p><p>respeitados. O princípio está enraizado no PPP e essa ideia de que os alunos</p><p>aprendem melhor quando se sentem apoiados e aceites pelos seus colegas e</p><p>professores. É por isso que a escola da prioridade à criação de um ambiente seguro</p><p>e inclusivo para todos os alunos.</p><p>8</p><p>4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA</p><p>A escola disponibiliza uma grande diversidade de materiais didáticos,</p><p>que são utilizados no propósito de facilitar as aulas do dia-a-dia, e faz com que haja</p><p>um engajamento melhor dos alunos; tais materiais são: Dvds, data shows,</p><p>computadores, rádios, notebooks, violões, teclados, telescópios, quadro branco,</p><p>tabelas, jogos, bolas esportivas, ilustrações, cartazes, murais, mapas, entre outros.</p><p>E muitos desses equipamentos são digitais, isso prova que há um enriquecimento na</p><p>escola em relação a aprendizagem.</p><p>Boa parte desses materiais vieram de programas do Fundo Nacional</p><p>do Desenvolvimento e Educação (FNDE) , dentre eles, os elétricos, digitais, musicais</p><p>e científicos. Já a outra parte foram produzidos na própria escola pelos profissionais</p><p>que já passaram por ela, ou então comprados com verbas arrecadadas no passar</p><p>dos anos.</p><p>Tais equipamentos são utilizados com frequência, mediante ao tipo de</p><p>disciplina ou aula em que será utilizado; por exemplo, os mapas artesanais são</p><p>proveitosos especialmente na aula de Geografia; já os jogos e as bolas esportivas</p><p>podem ser usados particularmente nas aulas de Educação Física. Por isso existe</p><p>uma classificação de como serão utilizados os instrumentos didáticos, pois eles tem</p><p>uma qualidade única em cada disciplina.</p><p>Ao escolher um conteúdo o professor pode considerar o nível de</p><p>desenvolvimento da turma, como também o interesse e as necessidades previstas,</p><p>sempre indo de acordo com seu plano de aula ou sua metodologia, pois comumente</p><p>as aulas realizadas utilizam muito da escrita no quadro, mas, evidencia-se que o</p><p>lúdico hoje em dia é essencial e atrativo por isso acabam chamando a atenção do</p><p>aluno referente ao assunto apresentado pelo profissional.</p><p>Tais equipamentos além de terem esta utilidade nas aulas diárias, são</p><p>preciosos em outros momentos, como: palestras, festividades, entre outros. A</p><p>educação de alunos com necessidades especiais requer uma atenção especial, já</p><p>que é necessário fornecer a estes alunos as experiências educacionais adequadas</p><p>para que possam alcançar seu potencial máximo.</p><p>9</p><p>Por isso é fundamental a utilização do recurso ideal para que se torne mais simples</p><p>e fácil tal aprendizagem; por exemplo; jogo da memória, computadores, instrumentos</p><p>pedagógicos modificados, quadro sensorial ,etc.</p><p>Grande parte desses materiais são guardados de acordo com sua</p><p>tipicidade em locais diferentes; os elétricos são distribuídos entre a sala de</p><p>informática e a sala de instrumentos musicais; já os pedagógicos na sala da</p><p>coordenação e na sala de AEE. Ambas as salas são próximas umas das outras, o</p><p>que facilita o manuseamento para todas as partes, os materiais didáticos são</p><p>utilizados com frequência, mas há uma rotina e um planejamento para o uso de cada</p><p>material pedagógico, na utilização de alguns deles é necessário a mediação da</p><p>professora, uso de tais materiais como a leitura dos livros de historinha,</p><p>apresentação do teatro com fantoches são realizados ao ar livre em baixo da árvore</p><p>ou no pátio da escola.</p><p>É muito importante aprendizagem ao ar livre, faz que a criança</p><p>experimente outros contextos da realidade melhora desenvolvimento intelectual,</p><p>além de incentivar o pensamento crítico, criatividade, trabalho em grupo e a</p><p>inteligência emocional.</p><p>Sendo os recursos considerados pelo professor materiais</p><p>apropriados para cada tema de acordo grau de percepção da criança, alcançando o</p><p>interesse dos alunos, a adequação as habilidades que se quer desenvolver</p><p>cognitivas, afetivas e psicomotoras; baixo custo e manipulação acessível e qualidade</p><p>de atração.</p><p>As atividades propostas além das salas de aula a escola proporciona</p><p>uma área que contém um playground, utilizamos está área de lazer em muitos</p><p>momentos para disciplinas educativas, principalmente para a interação social e</p><p>dinâmica, visando o comportamento da criança.</p><p>Em parte muito do material é de origem familiar, com o apoio dos</p><p>pais, pois de acordo com a diversidade dos temas muito do material é produzido. O</p><p>que ganha muita aceitação no meio dos alunos, são aulas práticas, onde boa parte</p><p>desses materiais são utilizados para que haja uma melhor explicação do conteúdo</p><p>proposto pelo professor.</p><p>10</p><p>5 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE</p><p>Entrevista e relatório: Tive o prazer de conversar com a</p><p>professora Gabriela Cristina Silva Vaz para discutir sua vasta experiência em</p><p>formação e educação. Gabriela formou-se no ano 2004 e desde então tem realizado</p><p>diversas especializações para aprimorar seus conhecimentos e habilidades</p><p>na área de educação.</p><p>A professora compartilhou que fez vários cursos ao longo dos anos</p><p>para desenvolver seus conhecimentos. Ela mencionou que concluiu cursos</p><p>especializados em educação no campo, o que lhe permitiu obter uma compreensão</p><p>mais profunda das necessidades e desafios únicos enfrentados pelos alunos rurais.</p><p>Além disso, ela também fez cursos de literatura infantil, o que a ajudou a incorporar</p><p>a narração de histórias e outros métodos criativos em suas estratégias de ensino.</p><p>Quando questionada sobre os locais onde já trabalhou, a</p><p>professora responsável contou que já trabalhou em diversas instituições que vão</p><p>desde escolas públicas até universidades privadas. Ela enfatizou que</p><p>trabalhar em diferentes ambientes lhe deu uma perspectiva diversificada e lhe</p><p>proporcionou a oportunidade de trabalhar com estudantes de diversas</p><p>origens. O extenso</p><p>treinamento e experiência de Gabriela permitiram-lhe</p><p>desenvolver um estilo de ensino que é ao mesmo tempo envolvente e impactante.</p><p>Em nossa entrevista, perguntei sua opinião sobre a disciplina que</p><p>leciona, a mesma ensina uma variedade de matérias para seus alunos, incluindo</p><p>matemática, ciências e leitura. Quando questionada sobre a sua visão sobre as</p><p>disciplinas que leciona, ela expressou uma profunda paixão por cada uma delas,</p><p>sublinhando a importância de construir uma base sólida nestas disciplinas desde</p><p>cedo. Porém frisou ter como foco o ensino de matemática para alunos do</p><p>ensino fundamental, apesar de lecionar outras disciplinas na educação infantil</p><p>I.</p><p>Ela expressou que a matemática é uma disciplina que pode ser</p><p>desafiadora para os alunos, mas é essencial para a sua vida diária. Acredita que</p><p>ensinar matemática não envolve apenas ensinar fórmulas e equações, mas</p><p>também ajuda a desenvolver o pensamento crítico e a capacidade de resolução de</p><p>problemas. Além disso, a professora ressalta que é importante criar um ambiente de</p><p>aprendizagem positivo para os alunos, onde eles se sintam à vontade para fazer</p><p>11</p><p>perguntas e cometer erros. Segundo ela, os alunos aprendem melhor quando estão</p><p>engajados e interessados no assunto. Para conseguir isso, ela incorpora várias</p><p>técnicas de ensino, como recursos visuais, discussões em grupo e atividades</p><p>práticas. Gabriela conheceu as diversas metodologias e técnicas de ensino que hoje</p><p>incorpora em suas aulas. Ela também teve a oportunidade de trabalhar com</p><p>professores experientes que forneceram orientação e mentoria valiosas.</p><p>A formação dela ajudou-a a tornar-se uma professora apaixonada e</p><p>dedicada, explorando constantemente novas formas de envolver os seus alunos</p><p>e tornar a aprendizagem divertida e interativa. Ela acredita que ensinar é um</p><p>processo de aprendizagem ao longo da vida e continua participando de</p><p>workshops e conferências para aprimorar suas habilidades e</p><p>conhecimentos. Concluindo sua formação como pedagoga, ela desempenhou um</p><p>papel significativo durante seus quatro anos de formação na instituição.</p><p>12</p><p>6 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS</p><p>PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS</p><p>De acordo com o Ministério da Educação, que consta nos</p><p>Parâmetros Curriculares Nacionais, a aplicação dos temas transversais</p><p>Contemporâneos é obrigatória. Esses temas são formados por valores e conceitos</p><p>básicos de democracia e cidadania e seguem questões necessárias para a</p><p>sociedade contemporânea.</p><p>Os assuntos como ética, saúde, meio ambiente, orientação sexual,</p><p>trabalho e consumo e a pluralidade cultural, economia, cidadania e civismo, são</p><p>apenas alguns dos assuntos relacionados diretamente com a sociedade. Esses</p><p>temas são de extrema importância já na educação infantil que faz parte dos</p><p>primeiros anos de vida da criança.</p><p>O uso de bons hábitos, regras dentro e fora de sala de aula,</p><p>alimentação saudável, cuidado com o meio ambiente, higiene, saúde, a</p><p>importância do respeito as culturas e etnias e também não podemos esquecer o uso</p><p>das redes sociais com responsabilidade são os principais temas abordados e</p><p>trabalhados. Esses e tantos outros assuntos que estimulam a aprendizagem e</p><p>colaboram para a formação dos alunos em seres melhores e mais conscientes</p><p>estão presentes nos planos de aula da escola. Essas atividades interdisciplinares,</p><p>estão relacionadas diretamente com o aluno e as famílias envolvida das, por isso</p><p>são assuntos de alta relevância para a formação social do aluno.</p><p>A instituição aborda esse conteúdo didático no dia a dia,</p><p>porém, o estabelecimento educacional não conta com uma equipe multidisciplinar</p><p>de apoio. Os professores desenvolvem atividades com materiais que se</p><p>encontram disponíveis na própria escola. O corpo docente procura</p><p>diversificar essa atividades incluindo em seu plano de aula, passeios e visitas</p><p>investigativas para que os alunos ficam de frente com a realidade desses temas tão</p><p>presente na vida de cada um. A Coordenadora apontou para o fato de que</p><p>tais temas são de suma importância não somente para o processo cognitivo</p><p>dos alunos, como também para uma aprendizagem que venha agregar e impactar</p><p>na vida futura deles como cidadão que cumpre seu dever e que exige o que é seu</p><p>por direito. Os temas transversais atuam como eixo unificador, em torno do qual</p><p>organizam-se as disciplinas, devendo ser trabalhados de modo coordenado e não</p><p>13</p><p>como um assunto descontextualizado nas aulas. O que importa é que os alunos</p><p>possam construir significados e conferir sentido àquilo que aprendem.</p><p>TCT são temas que contextualizam o que está sendo ensinado na</p><p>sala de aula, abordando assuntos do interesse dos estudantes e de relevância para</p><p>o desenvolvimento da sociedade e dos próprios alunos enquanto cidadãos. Os</p><p>temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das</p><p>relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a</p><p>experiência do/a estudante, temas da atualidade, assim como, conteúdos</p><p>tradicionais, criando eixos geradores de saberes, o professor pode usar, por</p><p>exemplo, literatura infanto-juvenil ou pedir aos alunos para que façam pesquisa e</p><p>redação. É sempre importante trabalhar esses temas transversais no Ensino</p><p>Fundamental, na rotina da sala de aula, integrando-os com outros assuntos.</p><p>14</p><p>7 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA</p><p>Um dos principais desafios da BNCC para as escolas é a elaboração de um</p><p>novo currículo. Ele deve considerar as aprendizagens apontadas pela BNCC como</p><p>essenciais e, ao mesmo tempo, precisa refletir a identidade da instituição. Uma dica</p><p>é elaborar o currículo de forma colaborativa. A criação de uma Base Nacional</p><p>Comum Curricular tem o objetivo de garantir aos estudantes o direito de aprender</p><p>um conjunto fundamental de conhecimentos e habilidades comuns – de norte a sul,</p><p>nas escolas públicas e privadas, urbanas e rurais de todo o país.</p><p>Em síntese, a BNCC aponta que a Educação Básica brasileira deve promover</p><p>a formação e o desenvolvimento humano global dos alunos, para que sejam</p><p>capazes de construir uma sociedade mais justa, ética, democrática, responsável,</p><p>inclusiva, sustentável e solidária.</p><p>Mesmo em tempos de pandemia, a implementação da Base Nacional Comum</p><p>Curricular segue avançando. Na Educação Infantil e no Ensino Fundamental, por</p><p>exemplo, 100% das escolas estaduais e 82% das municipais já concluíram a</p><p>reelaboração de seus currículos escolares A BNCC torna alguns pontos prioritários</p><p>para o Ensino Fundamental brasileiro, a exemplo da valorização cultural, da</p><p>comunicação ampla, do incentivo ao pensamento científico entre os estudantes, do</p><p>autoconhecimento e do acesso plural à tecnologia.</p><p>BNCC indica com precisão quais as competências que todos os alunos</p><p>devem desenvolver, por sua vez as instituições de ensino e educadores precisam se</p><p>adequar a esse parâmetro. É tendo clareza de onde precisamos chegar que ações</p><p>de melhoria podem ser construídas para o alinhamento de todo o sistema de ensino.</p><p>Já no ensino fundamental, a BNCC prioriza outros aspectos sociais, como a</p><p>valorização cultural, a comunicação ampla, o estudo do pensamento científico, o</p><p>autoconhecimento e o acesso plural à tecnologia.</p><p>A escola tem o papel social de formar cidadãos conectando o conhecimento</p><p>às vivências de cada aluno. Na própria sala de aula, os estudantes tem a</p><p>oportunidade de socializar com indivíduos de outras etnias, classes sociais, idades,</p><p>etc. Isso ajuda a fazer com que eles aprendam a reconhecer e respeitar a</p><p>diversidade. O panejamento do ensino é um instrumento que permite a organização</p><p>e a gestão dos recursos disponíveis, como tempo, espaço, pessoal e materiais. Além</p><p>disso, o planejamento escolar envolve a definição de metas e estratégias para que a</p><p>15</p><p>educação seja oferecida de forma mais eficiente e adequada às necessidades dos</p><p>estudantes. Para a escola atingir bons resultados na aprendizagem dos educandos,</p><p>são necessários planejamento, avaliação e aperfeiçoamento das suas próprias</p><p>ações pedagógicas, a fim de que o processo educacional seja qualitativo.</p><p>A alta qualidade de ensino gera impactos na motivação e no</p><p>engajamento dos alunos. Em uma escola que oferece um ensino de qualidade, as</p><p>crianças recebem estímulos que contribuem para aumentar o interesse e o</p><p>envolvimento delas no processo de aprendizagem. Um dos primeiros passos para</p><p>aprender a como ter um bom desempenho escolar é estabelecer metas alcançáveis.</p><p>Isso significa definir objetivos realistas para suas notas finais. Além disso, é</p><p>importante dividir essas metas em pequenos objetivos, mensuráveis de modo que</p><p>você possa acompanhar o seu progresso.</p><p>16</p><p>8 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS</p><p>PELO PROFESSOR</p><p>Na E.E. Professor Tibúrcio, a avaliação de cada aluno se dá pelo professor</p><p>com base no cotidiano de cada criança. bem como em atividades</p><p>pedagógicas planejadas com antecedência. As Diretrizes Curriculares Nacional da</p><p>Educação Infantil atua como norteadora das práticas pedagógicas e tem como</p><p>parâmetro os campos de saberes utilizados no parecer descritivo de cada</p><p>aluno.</p><p>O parecer descritivo é elaborado a cada trimestre e nele consta as</p><p>avaliações que são separadas e divididas em saberes que são eles: O eu, o Outro e</p><p>o Nós; que é o campo que avalia a socialização e a efetividade. Corpo, Gestos e</p><p>Movimentos além da avaliação da coordenação motora ampla, avalia também as</p><p>formas diversificadas de sentimentos e sensações através da dança, do movimento</p><p>com o corpo, das brincadeiras. Traços, sons, cores e formas: que são sons que faz</p><p>com o corpo, criações musicais e sonoras. Escuta, fala, pensamento e imaginação:</p><p>que é a expressão de ideias e sentimentos vividos através da linguagem oral e</p><p>escrita e por fim, Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações: que é</p><p>a questão de transformação da natureza e tudo o que nela há portanto, a avaliação</p><p>na educação infantil é contínua, trata se de um processo de ensino e</p><p>aprendizagem pautada na observação, que é o principal instrumento de</p><p>avaliação.</p><p>Na escola as avaliações são feitas pelos professores regentes</p><p>em um documento elaborado tendo em vista que os anos iniciais vão do 1º ao 5º</p><p>ano (estudantes com 6 a 10 anos de idade). Os anos finais se dividem entre 6º a 9º</p><p>ano (de 11 a 14 anos). Nos anos iniciais, o foco está na alfabetização da criança e</p><p>no desenvolvimento das linguagens e das habilidades sociais, cognitivas e motoras.</p><p>A BNCC muda as avaliações regulares, também chamadas de avaliações</p><p>formativas. Elas consistem em propostas avaliativas capazes de melhorar o</p><p>processo de ensino a partir dos dados coletados na aplicação de provas e outros</p><p>instrumentos. O objetivo é identificar dificuldades de aprendizagem para a correção</p><p>rápida. A avaliação diagnóstica é realizada com o objetivo de entender a realidade</p><p>de cada aluno, bem como o seu ritmo, as habilidades e dificuldades de</p><p>aprendizagem. Ou seja, esse tipo de avaliação escolar busca “diagnosticar” o que o</p><p>17</p><p>aluno sabe e o que ele não sabe, compreendendo as dores e as necessidades de</p><p>cada um.</p><p>Está relacionada a uma metodologia do diagnóstico. Uma forma de</p><p>diagnosticar é determinar o nível de domínio dos conteúdos previstos. Outra forma,</p><p>de avaliar é verificar se os alunos adquiriram conhecimento e habilidades previstas,</p><p>a fim de orientar o ensino-aprendizagem, as avaliações são contínuas sendo</p><p>realizadas em sala de aula, na forma de atividades orais e/ou escritas, trabalhos de</p><p>pesquisa, seminários, tarefas, como também a participação em atividades extra sala.</p><p>Os principais instrumentos de avaliação de competências são a observação</p><p>e a conversa com o aluno. Por meio da observação e da conversa, normalmente, os</p><p>educadores coletam informações que lhes permitem aferir o desenvolvimento de</p><p>competências pelos alunos, os melhores métodos de avaliação para seus alunos</p><p>são prova objetiva, prova dissertativa, trabalho em grupo, debate, autoavaliação,</p><p>seminário, observação de aluno como método de avaliação, relatório individual.</p><p>Avaliação Integradora é uma avaliação cognitiva e institucional que avalia</p><p>individualmente se o ganho de conhecimento por parte do estudante está sendo</p><p>contínuo e progressivo, e como o conhecimento está sendo elaborado e consolidado</p><p>nas áreas básicas e específicas, importantes para o desenvolvimento final do aluno.</p><p>18</p><p>9 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO</p><p>ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA</p><p>O relato analítico sobre a atuação da equipe pedagógica pode ser</p><p>feito em uma disciplina de estágio. Um exemplo é acompanhar um professor em sala</p><p>de aula ou um gestor na coordenação da escola e, posteriormente, relatar sobre o</p><p>que se observou nesse processo. Por meio do acompanhamento pedagógico, o</p><p>professor e o coordenador pedagógico se informam sobre as necessidades e</p><p>dificuldades de cada aluno. Além disso, esse processo ajuda a escola a definir</p><p>melhores formas de conduzir o ensino. Devido à sua importância, preparamos um</p><p>guia completo sobre esse assunto.. O acompanhamento pedagógico pode ser</p><p>definido como um modo de avaliação individual do desempenho pedagógico dos</p><p>estudantes, ou seja, um plano de ação para alunos com baixo rendimento. O</p><p>acompanhamento escolar oferece ao aluno uma atenção especializada, dando a ele</p><p>exatamente o que precisa de modo personalizado. Com o acompanhamento</p><p>pedagógico, o professor consegue identificar quais são as maiores dificuldades dos</p><p>alunos e alinhar sua metodologia sempre que preciso.</p><p>Essa adaptação da abordagem cria um processo de aprendizagem</p><p>muito mais fluido e eficiente. Toda vez que uma nova dificuldade aparece, o</p><p>acompanhamento pedagógico vem com uma forma diferente de ensinar o mesmo</p><p>conteúdo para que o aluno supere esse desafio. Essa sensação de vitória é valiosa</p><p>para que o estudante enxergue seu próprio potencial e também se prepare para as</p><p>avaliações e exames vestibulares que vem a seguir.</p><p>Com o acompanhamento pedagógico, o professor consegue</p><p>identificar quais são as maiores dificuldades dos alunos e alinhar sua metodologia</p><p>sempre que preciso. Essa adaptação da abordagem cria um processo de</p><p>aprendizagem muito mais fluido e eficiente.</p><p>Além disso, o aluno sente que está recebendo o suporte que precisa</p><p>da escola e melhora sua relação com ela. A instituição de ensino cria uma dinâmica</p><p>pedagógica muito mais humanizada, que acolhe o estudante em cada desafio que</p><p>ele enfrenta. além de auxiliar diretamente, é servir como ponte de comunicação dos</p><p>19</p><p>alunos com os professores ou mesmo estreitar essa relação. Assim, a equipe</p><p>pedagógica, informada de que determinado estudante passa por dificuldades em</p><p>alguma disciplina, pode planejar melhor formas para ajudá-lo.</p><p>Por meio do acompanhamento pedagógico, o professor e o</p><p>coordenador pedagógico se informam sobre as necessidades e dificuldades de cada</p><p>aluno. Além disso, esse processo ajuda a escola a definir melhores formas de</p><p>conduzir o ensino. Devido à sua importância, preparamos um guia completo sobre</p><p>esse assunto.</p><p>Uma equipe pedagógica faz parte da gestão escolar, mais</p><p>especificamente a gestão pedagógica, sendo um dos pilares para garantir a</p><p>qualidade do processo de ensino e da aprendizagem. A gestão escolar pedagógica</p><p>é responsável por organizar todo o sistema acadêmico, configurando a atividade</p><p>principal de uma escola. Assim,</p><p>a rotina dos pedagogos tem por objetivo organizar</p><p>suas demandas e atribuições dentro da escola, reconsiderando-as, a partir do seu</p><p>papel de formadores, e priorizá-las, possibilitando-lhes a garantia do atendimento</p><p>integral à comunidade escolar onde atuam.</p><p>20</p><p>10 RELATO DA OBSERVAÇÃO</p><p>Relato da observação da prática docente na sala de 2º ano do</p><p>Ensino Fundamental. OBSERVAÇÃO I Data: 26/04/24 Primeiro contato com a</p><p>escola: nesse primeiro momento foi possível conversar com a diretora da escola</p><p>sobre o objetivo do estágio. Visita à sala escolhida para a realização da observação.</p><p>Observação da prática docente: as observações foram realizadas na sala do 2° ano</p><p>do Ensino Fundamental. No primeiro momento a professora recebeu as crianças à</p><p>porta da sala, ao estarem em seus lugares fizeram uma oração. Em seguida, foram</p><p>retomados os conhecimentos das aulas anteriores, tais conhecimentos tinham como</p><p>temática o Folclore. A história do Saci foi reproduzida através de CD. Após a</p><p>audição, a palavra foi ‘estudada’ no quadro: quantidade de letras, letras inicial e final,</p><p>divisão silábica. Em seguida, foi realizada atividade de escrita no caderno abordando</p><p>as características do personagem e de seu nome. Registro dos aspectos</p><p>observados: as atividades escolhidas propõem um trabalho efetivo de leitura e</p><p>escrita. A temática é abordada de forma atraente para as crianças, respeitam seu</p><p>nível de aprendizagem e com mediação da educadora; são orientadas também</p><p>pelas propostas do Pacto Nacional para a Alfabetização na Idade Certa- PNAIC, do</p><p>qual ela recebe formação uma vez por mês.</p><p>OBSERVAÇAO II Data: 29/04/24 Observação da prática docente: no</p><p>primeiro momento a professora recebeu as crianças à porta da sala, ao estarem em</p><p>seus lugares fizeram uma oração. Em seguida, foram retomados os conhecimentos</p><p>da aula anterior, tais conhecimentos tinham como temática o Folclore. A história do</p><p>Curupira foi contada através de livro com as crianças dispostas no Cantinho da</p><p>Leitura. Após a contação, as crianças puderam conversar sobre o que acharam da</p><p>história. Após a leitura, foi dado início as atividades de leitura e escrita, a começar</p><p>pelo estuda da palavra Curupira no quadro. Em seguida foi realizada a atividade que</p><p>consistia em observar uma gravura com o personagem e destacar através da</p><p>escrita, elementos que compunham a cena. Registro dos aspectos observados: a</p><p>atividade impressa é colada no caderno. O enunciado é feito pela criança fazendo</p><p>uso da letra cursiva. A educadora procura atender de forma individualizada as</p><p>crianças, passando de carteira em carteira, atendendo às solicitações. Conversa</p><p>com a professora orientadora na escola sobre sua prática docente: durante o</p><p>21</p><p>intervalo das aulas foi possível conversar com a professora sobre sua prática</p><p>docente. A mesma cursou Pedagogia com formação como orientadora na</p><p>Universidade Estadual de Minas Gerais. Fez especialização na Faculdade Integrada</p><p>de Patos – Atua como professora há 9 anos, trabalhando a princípio em escolas</p><p>particulares do município de Minas Gerais e há 6 na Escola Estadual Professor</p><p>Tibúrcio. Atualmente, faz Mestrado em Psicanálise em Educação. No município</p><p>participa do curso de formação para professores alfabetizadores, o PNAIC – Plano</p><p>Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. A formação acontece uma vez por mês</p><p>com professores orientadores de estudo formados pelo Pró- Letramento.</p><p>OBSERVAÇAO III Data: 30/04/24 Observação da prática docente:</p><p>no primeiro momento a professora recebeu as crianças à porta da sala, ao estarem</p><p>em seus lugares fizeram uma oração. Dando continuidade a temática Folclore, foram</p><p>retomados os conhecimentos com as crianças através de conversa. A história da</p><p>Iara foi contada através de livro com texto rimado para as crianças. Mais uma vez as</p><p>crianças puderam expor suas opiniões sobre a história para em seguida realizar a</p><p>atividade proposta para o dia. A atividade consistia na leitura de imagem para</p><p>construção de texto. A gravura apresentava a Iara e o Boto. A correção da atividade</p><p>foi realizada de forma individual com a reescrita do texto realizada pela professora.</p><p>Conversa com a professora orientadora na escola sobre os desafios de sua prática</p><p>docente: durante o intervalo foi possível conversar com a professora acerca dos</p><p>desafios e dificuldades que ela enfrenta no dia a dia. Segundo relato, a professora</p><p>diz gostar muito do que faz e procura fazer com responsabilidade de seu papel na</p><p>sociedade enquanto formadora de cidadãos. Dificuldades como distância, falta de</p><p>materiais como computadores e impressora1 para fazer as atividades e carência de</p><p>uma melhor estrutura, assim como a manutenção do prédio dificultam a elaboração</p><p>de atividades mais dinâmicas.</p><p>OBSERVAÇÃO IV Data: 02/05/24 Observação da prática docente:</p><p>No primeiro momento a professora recebeu as crianças à porta da sala, ao estarem</p><p>em seus lugares fizeram uma oração. Entrando no eixo temático Saúde e Qualidade</p><p>de Vida a professora deu início à aula resgatando os conhecimentos prévios das</p><p>crianças a respeito das sensações que podemos ter com partes de nosso corpo. A</p><p>temática proposta era “os sentidos”. Em seguida foi desenvolvida atividade</p><p>relacionada que consistia na leitura do texto “Percebendo”. Após a leitura coletiva,</p><p>as crianças identificaram os nomes dos órgãos dos sentidos a partir da intervenção</p><p>22</p><p>da professora. No segundo momento foi feita uma pequena interpretação do mesmo</p><p>texto.</p><p>Plano de aula 1</p><p>Plano de aula de Matemática 2º ano do fundamental - Sistema de numeração decimal (09/05/2024)</p><p>Tema Sistema de numeração decimal. Brincando de colecionar e reaproveitando</p><p>sucatas.</p><p>Unidade</p><p>temática Números</p><p>Objetos de</p><p>conhecimento</p><p>Leitura, escrita, comparação e ordenação de números de até três ordens pela</p><p>compreensão de características do sistema de numeração decimal (valor</p><p>posicional e papel do zero)</p><p>Habilidade da</p><p>BNCC</p><p>(EF02MA02) Fazer estimativas por meio de estratégias diversas a respeito da</p><p>quantidade de objetos de coleções e registrar o resultado da contagem desses</p><p>objetos (até 1000 unidades).</p><p>Objetivos</p><p> Compreender o conceito de ordens no sistema de numeração decimal.</p><p> Formar coleções de dezenas e centenas.</p><p> Compor números naturais com até três ordens.</p><p>Conteúdo</p><p> Sistema de numeração decimal</p><p> Classe das unidades simples</p><p> Ordens das unidades, dezenas e centenas</p><p>Duração 50 a 100 minutos</p><p>Recursos</p><p>didáticos</p><p> 1 cópia da folha de atividades para cada aluno.</p><p> Lousa ou quadro</p><p> Caneta para lousa ou giz.</p><p> Kit de material (quantidades e material podem ser adaptados) :</p><p>o 150 tampinhas</p><p>o 15 caixas de creme dental</p><p>o 1 caixa de sapato</p><p>Metodologia</p><p>Preparação e organização da sala</p><p>O professor formará grupos em que a quantidade de alunos e os critérios para a</p><p>divisão da turma são de sua opção. A quantidade de kits de material, número de</p><p>alunos em classe, espaço físico ou mesmo opções didático-pedagógicas são</p><p>fatores que influenciam nesta decisão.</p><p>Contextualização e sondagem</p><p>11 PLANOS DE AULA 23</p><p>Para começar a atividade, estimule uma conversa sobre coleção de objetos e</p><p>agrupamentos. Nesta etapa o professor faz uma sondagem sobre os conhecimentos</p><p>prévios dos alunos acerca das ideias de unidade e dezena.</p><p>Pode ser oportuno questionar os alunos se eles têm o hábito de colecionar algo. Se</p><p>sim, perguntar sobre a quantidade e qual o objeto da coleção. É uma boa oportunidade</p><p>para trazer a vivência do aluno para a prática escolar.</p><p>Início da atividade</p><p>Leia o seguinte texto:</p><p>“Ronaldo é um grande fã de futebol e, este ano, decidiu colecionar as figurinhas dos</p><p>jogadores e times do Campeonato Brasileiro de Futebol. Para seu controle, ele anota em</p><p>um caderno a quantidade total de figurinhas que ele já tem. Depois da última compra,</p><p>Ronaldo fez a seguinte anotação: uma centena, quatro dezenas e oito unidades.“</p><p>Anote estas quantidades na lousa.</p><p>Distribuição dos materiais</p><p>Comece distribuindo as tampinhas para os grupos em quantidades iguais. Nesse</p><p>momento, aproveite para trabalhar o conceito da unidade, onde cada tampinha</p><p>equivale a 1 unidade. Uma vez terminada a primeira etapa, passe para a distribuição</p><p>das caixas de creme dental. Explique aos alunos que, uma vez que eles guardem 10</p><p>tampinhas dentro da caixa de creme dental, esta passará a representar a quantidade</p><p>de 1 dezena. Por último, distribua as caixas de sapato que representarão 1 centena, a</p><p>partir do momento que for preenchida com as 10 caixas de creme dental, já cheias</p><p>com 10 tampinhas cada.</p><p>Aproveite para explorar ao máximo o princípio multiplicativo e a base 10 do nosso</p><p>sistema decimal. É um bom momento para o aluno vivenciar a formação de uma</p><p>centena a partir da coleção de 10 dezenas, que por sua vez foram formadas por</p><p>coleções de 10 unidades.</p><p>Atividade problematizadora</p><p>A tarefa consiste na reprodução das quantidades da coleção de Ronaldo.</p><p>Reserve um momento para que os alunos se familiarizem com o material. Podem</p><p>surgir dúvidas em relação ao conceito das quantidades e suas representações. Pode</p><p>ser interessante escrever na lousa:</p><p> 1 tampinha = 1 unidade;</p><p> 1 caixa de creme dental cheia com dez tampinhas = 1 dezena;</p><p> 1 caixa de sapato cheia com 10 caixas de creme dental = 1 centena.</p><p>Retome o exemplo de Ronaldo e associe cada tampinha à 1 figurinha do álbum.</p><p>Acompanhe o desenvolvimento da atividade circulando pela sala de aula, observando</p><p>e fornecendo suporte, se necessário. Aproveite para fazer a avaliação atitudinal dos</p><p>alunos em sua iniciativa, distribuição das tarefas no grupo, debates de opiniões,</p><p>liderança.</p><p>É esperado que os alunos consigam montar as dezenas com certa facilidade. Ao fim</p><p>da atividade, os grupos devem ter montado:</p><p> 1 caixa de sapato (centena) contendo dez caixas de creme dental com dez</p><p>24</p><p>tampinhas cada;</p><p> 4 caixas de creme dental (dezenas) avulsas, cheias com dez tampinhas cada;</p><p> 8 tampinhas avulsas (unidades).</p><p>Conclusão e formalização do conceito</p><p>Troque os kits de material entre os grupos e peça para que confiram se as</p><p>quantidades dos colegas estão corretas, através de contagem. Lembre-os que não</p><p>é uma competição e sim uma cooperação.</p><p>Podem haver nas caixas de creme dental, variações nas quantidades em algumas</p><p>poucas unidades. Esses erros podem ter como fonte alguma distração na hora de</p><p>formar a dezena e não necessariamente é uma falha na compreensão do conceito</p><p>de dezena.</p><p>Após a conferência, o professor formaliza o conceito de ordens no sistema</p><p>decimal, onde uma ordem maior é formada por uma coleção de dez anteriores.</p><p>“No sistema de numeração decimal, cada algarismo ocupa uma posição chamada de</p><p>ordem. As unidades estão na primeira ordem.</p><p>A segunda ordem fica à esquerda, são as dezenas. Cada dezena é formada por dez</p><p>unidades.</p><p>A terceira ordem fica à esquerda da segunda, são as centenas. Cada centena é</p><p>formada por dez dezenas.”</p><p>O professor pode escrever na lousa a quantidade da proposta esquematizando</p><p>unidades, dezenas e centenas e fazendo sua decomposição:</p><p>C D U</p><p>1 4 8 = 1 centena, 4 dezenas e 8 unidades.</p><p>É interessante oferecer outros exemplos numéricos. Caso ainda haja tempo,</p><p>escreva outros números na lousa e peça para que os alunos os formem com o</p><p>material.</p><p>Atividade de fixação</p><p>Os alunos responderão as atividades propostas na folha de atividades.</p><p>Avaliação</p><p>A avaliação do desempenho dos alunos é realizada em dois momentos:</p><p>1 - Atitudinal. Por observação durante a atividade.</p><p>2 - Pela resolução das atividades em folha.</p><p>Referências</p><p> Sistema de Numeração Decimal</p><p> História dos números: origem e evolução dos números</p><p> Números: o que são, história e conjuntos</p><p>25</p><p>26</p><p>Plano de aula 2</p><p>Plano de aula - Matemática 2º ano do fundamental - Adição e subtração (10/05/2024)</p><p>Tema Operações de adição e subtração</p><p>Unidade temática Números</p><p>Objetos do</p><p>conhecimento</p><p>Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração</p><p>(juntar, acrescentar, separar, retirar)</p><p>Habilidade da</p><p>BNCC</p><p>(EF02MA06) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração,</p><p>envolvendo números de até três ordens, com os significados de juntar,</p><p>acrescentar, separar, retirar, utilizando estratégias pessoais ou</p><p>convencionais.</p><p>Objetivos</p><p> Efetuar cálculos de adição e subtração com números de até três</p><p>ordens.</p><p> Significar a adição como processos de juntar e acrescentar.</p><p> Significar a subtração como processos de separar e retirar.</p><p>Conteúdo Operações de adição e subtração.</p><p>Duração 50 minutos</p><p>Recursos didáticos</p><p> Uma cópia da folha de atividades por aluno.</p><p> Lousa e caneta para lousa.</p><p> Conjunto de esferas coloridas. (Ou outros objetos colecionáveis</p><p>coloridos)</p><p> Caixa ou sacola para a urna.</p><p> Conjuntos de jogos de varetas. (Pode-se utilizar canudos coloridos)</p><p>Metodologia</p><p>Somando os sorteados</p><p>Em uma caixa ou sacola que sirva de urna, coloque as esferas coloridas e</p><p>defina uma pontuação para cada cor. Você pode utilizar dezenas inteiras ou</p><p>números naturais diversos. Escreva na lousa a correspondência destes</p><p>valores.</p><p>Ao retirar uma esfera, os alunos devem anotar a cor e o seu valor no</p><p>caderno. Após a segunda esfera sorteada, eles deverão somar estes</p><p>valores e anotá-los.</p><p>O jogo continua com o professor sorteando as próximas esferas. A cada</p><p>etapa, os alunos somam a quantidade obtida a quantidade anterior. É</p><p>interessante que o professor realize as operações na lousa, a cada etapa.</p><p>O partida termina quando todas as esferas tiverem sido sorteadas.</p><p>A subtração das varetas</p><p>Forme as duplas para cada partida. A ideia é a mesma do jogo tradicional</p><p>de varetas. Cada jogador deve retirar uma vareta sem deixar as outras se</p><p>moverem. Defina uma quantidade de pontos iniciais, por exemplo 100.</p><p>Como na atividade anterior, cada cor vale uma pontuação. A cada vareta</p><p>retirada, os alunos realizam as subtrações no caderno. Vence a partida</p><p>aquele que retirar mais pontos ou chegar a zero primeiro.</p><p>Atividade de fixação</p><p>27</p><p>Os alunos responderão as atividades propostas na folha de atividades.</p><p>Avaliação</p><p>A avaliação do desempenho dos alunos é realizada em dois momentos:</p><p>1 - Por observação durante a aula.</p><p>2 - Pela resolução das atividades em folha.</p><p>Referências</p><p> Propriedades da adição</p><p> Subtração</p><p>28</p><p>29</p><p>Plano de aula 3</p><p>Plano de aula de Português (2º ano do Ensino Fundamental) - Leitura/escuta (13/05/2024)</p><p>Tema Gênero textual tirinhas</p><p>Práticas de</p><p>linguagem Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)</p><p>Objetos de</p><p>conhecimento Leitura de imagens em narrativas visuais</p><p>Habilidades</p><p>(EF15LP14) Construir o sentido de histórias em quadrinhos e tirinhas,</p><p>relacionando imagens e palavras e interpretando recursos gráficos (tipos</p><p>de balões, de letras, onomatopeias).</p><p>Objetivos Compreensão de texto: entender a mensagem transmitida nos textos das</p><p>tirinhas.</p><p>Conteúdo Compreensão de tirinhas.</p><p>Duração Aproximadamente duas horas e meia.</p><p>Recursos</p><p>didáticos</p><p> Recortes de imagens de personagens de tirinhas e de desenhos</p><p>animados;</p><p> Recortes de partes de quadrinhos e de balõezinhos das falas</p><p>separadamente (os balões devem ter formatos variados e poucas</p><p>palavras);</p><p> Recortes de palavras e onomatopeias;</p><p> Impressão de balõezinhos de falas sem nada escrito;</p><p> Folhas brancas, cola e tesoura.</p><p>Metodologia</p><p>Depois de, em aulas anteriores, o professor ter explicado as características das</p><p>tirinhas e ter apresentado e lido com os alunos, algumas tirinhas, nesta aula o</p><p>professor desafia a turma a construir as suas próprias tirinhas.</p><p>Construção das tirinhas:</p><p>O professor seleciona previamente o material necessário. O material selecionado</p><p>deve ser distribuído para os alunos, que devem ser organizados em pequenos</p><p>grupos. O professor deve garantir que entrega a cada grupo material variado, para</p><p>que todos tenham o necessário para criar a sua própria tirinha.</p><p>O professor explica aos alunos que eles próprios, com orientação do professor,</p><p>farão uma ou mais tirinhas com o material disponível, colando em uma folha</p><p>a</p><p>sua montagem.</p><p>Terminado esse trabalho, a tarefa tem uma segunda parte, que consiste em</p><p>mudar os alunos de grupo para que eles apresentem a tirinha montada aos outros</p><p>colegas.</p><p>Avaliação Participação e esforço dos alunos.</p><p>Referências</p><p>Veja também no Toda Matéria:</p><p>Histórias em Quadrinhos</p><p>Onomatopeia</p><p>30</p><p>Plano de aula 4</p><p>Plano de aula de Português (2º ano do Ensino Fundamental) – Escrita (14/05/2024)</p><p>Tema Gênero textual cartaz</p><p>Práticas de</p><p>linguagem Escrita (compartilhada e autônoma)</p><p>Objetos de</p><p>conhecimento Escrita compartilhada</p><p>Habilidades</p><p>(EF02LP18) Planejar e produzir cartazes e folhetos para divulgar eventos</p><p>da escola ou da comunidade, utilizando linguagem persuasiva e elementos</p><p>textuais e visuais (tamanho da letra, leiaute, imagens) adequados ao</p><p>gênero, considerando a situação comunicativa e o tema/assunto do texto.</p><p>Objetivos Aprender a produzir cartazes.</p><p>Conteúdo Produção de cartaz.</p><p>Duração Aproximadamente duas horas e meia.</p><p>Recursos</p><p>didáticos</p><p> Cartolinas brancas;</p><p> Jornais e revistas velhos;</p><p> Lápis e borracha;</p><p> Caixas de lápis de cor, giz de cera e/ou de canetinhas;</p><p> Tesoura e cola.</p><p>Metodologia</p><p>Divida a turma em grupos e proponha a produção de cartazes com temas</p><p>previamente selecionados pelo professor.</p><p>Aproveite algum evento que esteja sendo planejado pela escola ou alguma</p><p>data comemorativa do mês, cujos cartazes podem servir de</p><p>conscientização para alguma temática ou homenagem a alguém.</p><p>O professor deve orientar, mas deixar espaço para que os alunos deem as</p><p>suas ideias quanto à mensagem que gostariam de transmitir, as imagens</p><p>que irão utilizar, cores e letras para compor um cartaz que atinja o público</p><p>esperado.</p><p>Finalizado o projeto, os alunos executam a confecção dos seus cartazes -</p><p>desenhando ou recortando e colando imagens, frases, letras, conforme a</p><p>criatividade.</p><p>Depois de prontos, os cartazes devem ser afixados pela escola.</p><p>Avaliação Participação e esforço dos alunos.</p><p>Referências Veja também no Toda Matéria:</p><p>O Cartaz como Gênero Textual</p><p>31</p><p>Plano de aula 5</p><p>Plano de aula de Artes: (2º ano do Ensino Fundamental) - Jogo do espelho (15/05/2024)</p><p>Tema Jogo do espelho</p><p>Unidade</p><p>temática Teatro</p><p>Dimensões do</p><p>conhecimento Processos de criação e expressão.</p><p>Habilidades</p><p>(EF15AR20) Experimentar o trabalho colaborativo, coletivo e autoral em</p><p>improvisações teatrais e processos narrativos criativos em teatro,</p><p>explorando desde a teatralidade dos gestos e das ações do cotidiano até</p><p>elementos de diferentes matrizes estéticas e culturais.</p><p>(EF15AR21) Exercitar a imitação e o faz de conta, ressignificando objetos</p><p>e fatos e experimentando-se no lugar do outro, ao compor e encenar</p><p>acontecimentos cênicos, por meio de músicas, imagens, textos ou outros</p><p>pontos de partida, de forma intencional e reflexiva.</p><p>Objetivos</p><p> Treinar a concentração, observação, equilíbrio e mímica.</p><p> Se colocar no outro.</p><p> Pensar em gestos criativos</p><p> Estimular a autonomia, criação e expressividade.</p><p>Conteúdo Dinâmica em duplas com jogo de imitação.</p><p>Duração 1 aula</p><p>Recursos</p><p>didáticos</p><p> Apresentação oral</p><p> Espaço amplo</p><p>Metodologia</p><p>A turma será dividida em duplas.</p><p>Os participantes deverão se posicionar um de frente do outro em cada</p><p>dupla.</p><p>Um deles criará movimentos, enquanto o outro irá imitar esses gestos</p><p>como se fosse um reflexo no espelho.</p><p>Para isso, os gestos do que imita devem ser executados no lado oposto</p><p>do que comanda. Ou seja, se o que comanda levantar o braço esquerdo, o</p><p>que imita deverá levantar o braço direito.</p><p>Avaliação A avaliação se dará através da observação do processo artístico das</p><p>crianças, seu interesse e também da execução de modo geral.</p><p>Referências -</p><p>32</p><p>Plano de aula 6</p><p>Plano de aula de Artes (2º ano do Ensino Fundamental) - Ponto, linhas e formas (15/05/2024)</p><p>Tema Colagem</p><p>Unidade temática Artes visuais</p><p>Dimensões do</p><p>conhecimento Processos de criação, crítica e expressão.</p><p>Habilidades</p><p>(EF15AR02) Explorar e reconhecer elementos constitutivos das artes visuais</p><p>(ponto, linha, forma, cor, espaço, movimento etc.).</p><p>(EF15AR04) Experimentar diferentes formas de expressão artística (desenho,</p><p>pintura, colagem, quadrinhos, dobradura, escultura, modelagem, instalação, vídeo,</p><p>fotografia etc.), fazendo uso sustentável de materiais, instrumentos, recursos e</p><p>técnicas convencionais e não convencionais.</p><p>(EF15AR05) Experimentar a criação em artes visuais de modo individual, coletivo</p><p>e colaborativo, explorando diferentes espaços da escola e da comunidade.</p><p>(EF15AR06) Dialogar sobre a sua criação e as dos colegas, para alcançar</p><p>sentidos plurais.</p><p>Objetivos</p><p> Conhecer elementos gráficos diversos.</p><p> Apresentar obras de arte, aumentando o repertório imagéticos dos alunos</p><p>e alunas.</p><p> Estimular a criação e expressividade a partir do conhecimento adquirido.</p><p>Conteúdo Apresentação, reflexão e criação de trabalhos artísticos.</p><p>Duração 2 a 3 aulas</p><p>Recursos didáticos</p><p> Apresentação em lousa (pode ser feita também em power point, com</p><p>computador e projetor)</p><p> Papéis (priorizar os papéis com maior gramatura)</p><p> Tesoura, cola e outros materiais artísticos.</p><p> Barbantes e outras linhas.</p><p>Metodologia</p><p>Apresentar aula teórica sobre o que é ponto, os tipos de linhas (contínua,</p><p>tracejada, reta, curva), os tipos de formas (orgânicas e geométricas e suas</p><p>variedades).</p><p>Apresentar trabalhos artísticos que evidenciem esses elementos e fazer leitura de</p><p>imagens. Exemplos de artistas: Pollock, Kandinsky, Aldemir</p><p>Martins, Signat, Seraut. Também podem ser apresentados trabalhos geométricos</p><p>de diversas etnias indígenas ou africanas.</p><p>Explicar de que maneira as linhas, pontos e formas surgem nas obras.</p><p>Estimular os alunos e alunas a criarem suas próprias obras de arte usando tais</p><p>elementos. Podem ser feitos trabalhos abstratos.</p><p>Os materiais usados pelos alunos podem variar desde lápis, giz e canetinha até</p><p>colagens usando barbantes e linhas para materializar as linhas e formas.</p><p>Avaliação A avaliação se dará através da observação do processo artístico das crianças,</p><p>seu interesse e também da produção final.</p><p>Referências -</p><p>33</p><p>34</p><p>12 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR</p><p>No dia 08/05/24, apresentei os planos de aula desenvolvidos para as</p><p>disciplinas de matemática, português, ciências e história à Professora Gabriela</p><p>Cristina Silva Vaz. A reunião foi marcada com antecedência para discutirmos e</p><p>revisarmos o conteúdo planejado para as próximas semanas.</p><p>Ao iniciar a apresentação, expliquei a estrutura dos planos de aula,</p><p>detalhando os objetivos específicos de cada aula, os conteúdos a serem abordados,</p><p>as metodologias propostas e as atividades previstas para promover a interatividade</p><p>dos alunos. Destaquei a relevância de cada tópico e como eles se integravam ao</p><p>objetivo geral da disciplina.</p><p>Durante a apresentação, o Professor demonstrou interesse e fez</p><p>questionamentos pontuais sobre a abordagem dos temas, incentivando uma reflexão</p><p>mais aprofundada sobre a melhor forma de transmitir o conteúdo aos alunos. Suas</p><p>observações foram pertinentes e contribuíram para aprimorar os planos de aula,</p><p>sugerindo ajustes na sequência didática e recursos pedagógicos a serem utilizados.</p><p>Além disso, o Professor enfatizou a importância da avaliação</p><p>formativa e sugeriu estratégias para avaliar o aprendizado dos alunos ao longo das</p><p>aulas. Suas recomendações foram valiosas para garantir uma abordagem mais</p><p>abrangente e adequada às necessidades do grupo.</p><p>Ao final da apresentação, o Professor expressou satisfação com o</p><p>trabalho realizado, ressaltando a relevância dos temas propostos e a organização</p><p>dos planos de aula. Ficou acordado que farei os ajustes sugeridos e que</p><p>continuaremos a discussão para garantir a qualidade do processo de ensino.</p><p>Considero a reunião produtiva, pois as contribuições do Professor</p><p>foram fundamentais para aprimorar os planos de aula, tornando-os mais eficazes e</p><p>alinhados aos objetivos pedagógicos da disciplina.</p><p>35</p><p>13 RELATO DA REGÊNCIA</p><p>Minha experiência</p><p>de estágio, ocorreu em uma escola estadual.</p><p>Por ser a mesma sala do semestre anterior, no estágio de regência pude</p><p>observar de perto a evolução dos alunos em questão de aprendizagem em</p><p>português, matemática e história. Estar acompanhando a evolução e a</p><p>maturidade de cada um, foi uma experiência extremamente gratificante.</p><p>Pude amadurecer no meu aprendizado e da mesma forma colocar em</p><p>prática maneiras de ensinar. Muitas destas maneiras pude estudar e refletir</p><p>em sala de aula para que depois eu mesma pudesse desenvolver métodos e</p><p>aplicá-los.</p><p>Percebi que, alguns métodos são falhos e, muitas vezes</p><p>ultrapassados: não funcionam com as crianças que aprendem português e</p><p>matemática de agora. Exemplos como: como deixar o aluno sem nenhum tipo</p><p>de interação, utilizar apenas o método repetitivo oral, não promove nenhuma</p><p>forma de aprendizado.</p><p>O que funciona mesmo são aulas diversificadas, onde ao mesmo</p><p>tempo em que se ensina o conteúdo, facilita-o, deixando o aluno em contato</p><p>direto com a cultura. É como se funcionasse como “um tele transporte” para o</p><p>país da língua falada.</p><p>Quando eu penso em ensinar algo, me vem na cabeça, o que eu</p><p>poderia introduzir de cultura e de costumes para que aquele momento seja de</p><p>total entrega e percepção por parte de alunos e por minha própria parte. Deve</p><p>ser algo prazeroso que façam com que eles tenham vontade de falar, de</p><p>pesquisar.</p><p>Eles adoram músicas. Tiveram a ideia fazer uma nova versão de uma</p><p>música brasileira, isso para se ter a dimensão da criatividade. Claro que pra</p><p>isso é necessário outros mecanismos, mas já valeu a pena, porque eu percebi</p><p>que atividades que são interessantes tornam-se uma espécie de “alavanca”</p><p>para que estes alunos ultrapassem o aprendizado para além das salas de</p><p>aula.</p><p>36</p><p>Métodos repetitivos, como só áudio, deixam os alunos entediados e</p><p>logo eles perdem o foco. O que funciona mesmo é diversificar as aulas.</p><p>Deixando o mais interessante possível, para que haja envolvimento.</p><p>Interação, jogos, funcionam muito. Além de unir a sala de aula, faz com</p><p>que as aulas tornem uma direção mais divertida e mais interessante.</p><p>A minha dificuldade girou em torno de avaliar o tipo de atividade que</p><p>mais combine com cada grupo. É muito complicado definir isso. Muitas vezes</p><p>erramos. Pois devem ser avaliadas características particulares de cada sala.</p><p>A imposição não é uma boa maneira de ensino, ainda mais em português e</p><p>matemática. O “cativar” é a palavra chave para ter alunos interessados. Logo</p><p>no começo bateu um nervosismo, mas a vontade e a evolução que os alunos</p><p>vão tendo durante a aprendizagem, e isso vai nos deixando encantado, com</p><p>sede de lhes ensinar. Assim, comecei a colocar a imaginação na frente de</p><p>todo o medo, e desenvolvi jogos na língua alemã, filmes (que mostram a</p><p>cultura do país onde se fala a língua), falamos muito sobre as principais crises</p><p>atuais e históricas, tudo isso com o intuito de deixa o aluno mais incorporado</p><p>na língua que está sendo ensinada.</p><p>Dicas, como: carteiras em círculo, tecnologia e ensino, dentre outros,</p><p>me ajudaram e muito, para que a aula tivesse um rendimento espetacular.</p><p>Onde até os próprios alunos se sentiam mais a vontade (já que vivemos na</p><p>Era da tecnologia de ponta).</p><p>Parte do sucesso da minha “turminha” se deve ao numero pequeno de</p><p>alunos, o que facilita a vida do professor, e mais ainda a vida do aluno, que</p><p>terá mais tempo para sanar dúvidas, e o professor que poderá dar muito mais</p><p>atenção ao mesmo.</p><p>Enfim, a prática do que a teoria nos diz foi aplicada. Agora, nos resta</p><p>leva-las e adequá-las nas experiências que virão ao longo desse caminho que</p><p>será cheio de ensino, aprendizado.</p><p>A experiência que o estágio de regência me proporcionou foi um tanto</p><p>enriquecedora, tanto para meu perfil profissional, quanto para o de ser</p><p>humano, e graças este enriquecimento pessoal, minha experiência foi</p><p>também um tanto surpreendente.</p><p>37</p><p>No momento em que fui para a sala de aula para lecionar, pude</p><p>perceber de maneira concreta, como as teorias se aplicam e também, foi</p><p>nesse período que resgatei o amor pela profissão.</p><p>No meu primeiro dia estava muito nervosa. Aos poucos fui relaxando e</p><p>me sentindo segura. O estágio foi um período marcante, pois com ele</p><p>desenvolvi habilidades e passei a ter um posicionamento mais firme perante o</p><p>público, superando o medo. Hoje me sinto um pouco mais confiante para</p><p>adentrar nessa nova realidade que me espera, porém sentirei saudades do</p><p>que vivenciei durante esse período de regência.</p><p>Pular do estágio de observação para o de regência me causou um</p><p>certo desespero, noites sem dormir com medo de não ser capaz de passar</p><p>por mais essa fase. Com o andamento de meu estágio, pude perceber que</p><p>esta experiência não foi apenas boa, mas sim excelente para o meu</p><p>crescimento pessoal e profissional.</p><p>Comecei a entender a importância de ter um estágio durante o curso</p><p>de graduação pelo simples fato de nos preparar para o que iremos encontrar</p><p>após o término do curso. Hoje em dia encontramos diversos tipos de</p><p>professores que não nos espelhamos e devemos ser o oposto destes, durante</p><p>o curso nós aprendemos como ser um bom profissional, pois vemos os dois</p><p>pontos de vista ao mesmo tempo: professor e aluno.</p><p>Um momento em que nunca vou esquecer na minha vida será a</p><p>primeira vez que entrei em uma sala de aula e me olharam com olhos de</p><p>interesse naquilo que eu podia passar. Confesso que fiquei muito nervosa e</p><p>dei muitas gaguejadas na primeira aula, mas com o tempo, pude conhecer</p><p>minha turma e, desta forma, estabelecer um vínculo para que não sentisse</p><p>mais a pressão de estar na posição de "sabe tudo".</p><p>Quando pensamos em professores já assimilamos logo em seguida: o</p><p>professor conhece todo o conteúdo, sabe toda a matéria, mas nos</p><p>esquecemos de que um dia o professor já foi aluno e que nem tudo aquilo</p><p>que passa aos alunos é algo que tenha conhecimento profundo. Comigo, por</p><p>exemplo, foi assim. Ao fazer minhas apresentações a turma, deixei claro que</p><p>assim como eles também era aluna e que quaisquer dúvidas que eu não</p><p>soubesse esclarecer na hora era para todos compreenderem e que</p><p>pesquisaria posteriormente para explicar.</p><p>38</p><p>Muitas vezes preparei uma aula e não dei nem metade, outras vezes</p><p>preparei algo que não ocupou metade do tempo planejado. Nessas horas é</p><p>necessário conhecer nossa turma para que haja um improviso sem deixar de</p><p>ser interessante ou digno de credibilidade.</p><p>Enfim, enfrentei meu medo de encarar uma sala de aula repleta de</p><p>olhinhos curiosos, estudei mais do que nunca para ser o meu melhor, procurei</p><p>atender as expectativas de todos aqueles que frequentavam minhas aulas e</p><p>espero ter sido bem sucedida. Acredito que o estágio de regência tenha sido</p><p>maravilhoso para mim, pois agora ao pensar em assumir uma sala de aula</p><p>não precisarei mais ter o medo que tinha. Ansiedade? Claro! Isso nunca irá</p><p>me abandonar, mas não aquela ruim e sim a boa, aquela em que estarei com</p><p>um friozinho gostoso na barriga preparada para mais uma jornada de</p><p>conhecimento onde irei buscar cada vez mais sabedoria.</p><p>Eu, MARISE SOARES, RA 33005751, matriculado no 5º semestre do Curso de</p><p>LICENCIATURA EM PEDAGOGIA da modalidade a Distância da UNOPAR/ANHANGUERA</p><p>realizei as atividades de ESTÁGIO OBRIGATÓRIO 11- ENSINO FUNDAMENTAL na escola E.E.</p><p>PROFESSOR TIBURCIO, cumprindo as atividades e a carga horária previstas no respectivo</p><p>Plano de Trabalho.</p><p>��w��ÍÀ</p><p>��8rÃfsrÃÓl9Jl�lt&éssF#í;l1Pº�.�16</p><p>Decreto SEE - MG NO 6.995 de ?rr:�/j3</p><p>Resolução n°5.398 de 06/0.!,,35</p><p>Ensino Fundamental de 1"cei 8,'),::.no</p><p>Rua Rodrigues Silva,186. Vila Gonçalo</p><p>1;EP :1��Q .Jt\abirlto. MG</p><p>· i;l�tHt3S611224</p><p>Scanned with CamScann1er</p><p>39</p><p>14 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO</p><p>https://v3.camscanner.com/user/download</p><p>40</p><p>CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>A experiência vivenciada foi importante para perceber que quando o</p><p>profissional se encontra e se entende na condição de</p><p>docente, mesmo que</p><p>exercendo sua futura profissão em condição de estagiário, perde um pouco o medo</p><p>do novo ele busca, mesmo que em curto tempo relacionar os conhecimentos</p><p>adquiridos teóricos com a prática pedagógica que realizará durante o estágio,</p><p>trocando também nesse período se qualificar buscando novas formas de ensino, a</p><p>partir da realidade dos alunos. Sempre fiquei me perguntando se saberia e se</p><p>conseguiria ensinar uma criança no processo de alfabetização, em que muitas das</p><p>crianças ingressam sem saber ler, ou identificar as letras do alfabeto, por exemplo.</p><p>Fica evidente que em um curso de formação de professores a prática deve estar</p><p>atrelada a teórica estudada nas disciplinas teóricas, como também que a formação</p><p>inicial não vai suprir todas as necessidades do professor no dia-a-dia na escola.</p><p>Então, essas vivências, reforçam que é fundamental investir em formação</p><p>continuada, em estudos que ajudem a melhorar a, aperfeiçoando o saber nem</p><p>sempre adquiridos na graduação, mas ao longo da profissão aonde, se possa</p><p>assegurar uma educação de qualidade e menos desigual para todos.</p><p>41</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros curriculares nacionais. Secretaria De</p><p>Educação Fundamental. Brasília: MEC / SEF, 1998. Disponível em: . Acessado em: mar. 2021</p><p>BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Senado Federal</p><p>Secretaria Especial De Editoração E Publicações Subsecretaria De Edições</p><p>Técnicas. Brasília. 2005. Disponível em: . Acessado em:</p><p>abril. 2021. BRASIL. DECRETO N° 9.099, DE 18 DE JULHO DE 2017. Dispõe sobre</p><p>o Programa Nacional do Livro e do Material Didático. Brasília, DF. Jul. 2017.</p><p>Disponível em: . Acessado em: abril. 2021.</p><p>BRASIL. LEI Nº 11.788, DE 25 DE SETEMBRO DE 2008. Dispõe sobre o estágio de</p><p>estudantes. Brasília, DF. set. 2008. Disponível em: . Acessado</p><p>em: abril. 2021. D'ANDRÉA, M. J. Os jogos na alfabetização. Portal da Educação.</p><p>São Paulo. Disponível em: . Acessado em: abril. 2021. DI GIORGI, C. A. G.; MILITÃO,</p><p>S. C. N.; MILITÃO, A. N.; PERBONI, F.; RAMOS, R. C.; LIMA, V. M. M.; LEITE, Y. U.</p><p>F. Uma proposta de aperfeiçoamento do PNLD como política pública: o livro didático</p><p>como capital cultural do aluno/família. Rio de Janeiro. 2014. Disponível em: .</p><p>Acessado em: abril. 2021. FREIRE, P. Pedagogia da esperança: Um reencontro com</p><p>a pedagogia do oprimido. Paz e Terra, 1992. SOARES, M. RUBIO, J. A Utilização da</p><p>Música no Processo de Alfabetização. Revista Eletrônica Saberes da Educação,</p><p>Volume 3. 2012. Disponível em: Acessado em: mar. 2021.</p><p>CURY, C. R. J. Direito à educação: direito à igualdade, direto à diferença. Cadernos</p><p>de Pesquisa. São Paulo, n. 116, p. 245-262, jul. 2002.</p><p>FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.</p><p>FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia Saberes necessários á prática educativa.</p><p>25. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1987.</p>