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<p>19</p><p>INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL</p><p>CAMPUS VACARIA</p><p>RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO</p><p>VACARIA</p><p>2016</p><p>RELATÓRIO DE ESTAGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO</p><p>Relatório de estágio curricular supervisionado apresentado como requisito parcial para conclusão do curso Técnico em Agropecuária do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Campus Vacaria.</p><p>VACARIA</p><p>2016</p><p>VERÔNICA BORGES DE CARVALHO</p><p>RELATÓRIO DE ESTAGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO</p><p>Relatório de estágio curricular supervisionado apresentado como requisito parcial para conclusão do curso Técnico em Agropecuária do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia Campus Vacaria.</p><p>Orientador: Dra. Geraldine de Andrade Meyer.</p><p>Aprovado em ____/ Março / 2016.</p><p>______________________________________________</p><p>Orientador: Dra. Geraldine de Andrade Meyer</p><p>______________________________________________</p><p>______________________________________________</p><p>Dedico este relatório aos meus pais José e Ione, minha irmãs Narita e Carolina e minhas sobrinhas Naomy e Bibiana. Também ao supervisor de estágio Eng. Agro. Cezar Tibola e prof. Dra. Geraldine de Andrade Meyer.</p><p>AGRADECIMENTOS</p><p>Agradeço a Deus pela oportunidade de me fazer uma pessoa determinada e que luta pelos seus sonhos, sempre. Ao Instituto de Educação Ciência e Tecnologia campus Vacaria, seu núcleo de professores, direção, coordenação e demais funcionários. A Cooperativa Tritícola Mista Vacariense Ltda. (Cooperval) pelo espaço para realização do estágio e aprendizado conquistado.</p><p>“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; Se não houver flores, valeu a sombra das folhas; Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”. (Henfil)</p><p>LISTA DE QUADROS</p><p>Quadro 1: Produto comercial, ingrediente ativo e suas porcentagens e produtos utilizados no tratamento de sementes de milho. Vacaria, 2015. 11</p><p>Quadro 2: Produto comercial, ingrediente ativo e suas porcentagens e produtos utilizados no tratamento de sementes de soja. Vacaria, 2105. 13</p><p>Quadro 3: Produto comercial, ingrediente ativo e suas porcentagens e produtos utilizados no tratamento de sementes de feijão. Vacaria, 2105. 15</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO 9</p><p>2 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA 10</p><p>3 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE SEMENTES 11</p><p>3.1 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE SEMENTES DE MILHO 11</p><p>3.1.1 Produtos utilizados 11</p><p>3.1.2 Variedades tratadas 11</p><p>3.1.3 Processo de tratamento 12</p><p>3.1.4 Principais moléstias de sementes de milho 12</p><p>3.2 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE SEMENTES DE SOJA 12</p><p>3.2.1 Produtos utilizados 12</p><p>3.2.2 Variedades tratadas 13</p><p>3.2.3 Processo de tratamento 14</p><p>3.2.4 Principais moléstias de sementes de soja 14</p><p>3.3 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE FEIJÃO 14</p><p>3.3.1 Produtos utilizados 14</p><p>3.3.2 Variedades tratadas 15</p><p>3.3.3 Processo de tratamento 15</p><p>3.3.4 Principais moléstias de sementes de feijão 15</p><p>4 CUIDADOS COM MANUSEIO DE AGROTÓXICOS E DESCARTE DE EMBALAGENS 17</p><p>5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 18</p><p>REFERÊNCIAS 19</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>Em uma lista de 120 países em desenvolvimento, o Brasil registrou um aumento em sua produtividade agrícola ente os anos de 1988 e 2008 de 123,7% nesse período. A área plantada também cresceu 47,9 milhões de hectares com produção de 144,1 milhões de toneladas (FUNDO INTERNACIONAL DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA - FIDA, 2010).</p><p>Isso se deu com o avanço da tecnologia no campo. Felizmente esses avanços têm sido tais que atualmente se pode obter, manter e avaliar no caso, a qualidade de sementes com relativa facilidade para benefício da agricultura. O tratamento de sementes auxilia a estabilidade da planta e serve como diferente modo de ação em áreas na fase inicial das culturas (REVISA PIONER DUPONT, 2015).</p><p>O presente estágio teve início em 14 de setembro de 2015, somando um total de 360 horas na Cooperativa Tritícola Mista Vacariense Ltda – Cooperval, atuando na área de tratamento industrial de sementes de milho, soja e feijão. As atividades de rotina acompanhadas e desempenhadas com o objetivo do preparo e cuidados com a semente antes do plantio. No presente relatório se avalia a importância do uso de produtos, de tratar as sementes com esses produtos e o que acarreta na produção utilizando sementes tratadas.</p><p>2 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA</p><p>Fundada em 15 de novembro de 1958, a cooperativa surge pela motivação de 12 produtores que construíram a sede para encontros dos primeiros associados. As culturas de trigo e centeio de duplo propósito, motiva a cooperativa para a construção do armazém graneleiro, visando o armazenamento de grãos de trigo. Na década de 70 grandes mudanças na agricultura com o uso de insumos e maquinas agrícolas, aumentando as culturas de trigo no inverno e soja no verão. Nos anos 80 a cultura do milho entra para melhoramento nas condições de plantio. Na década de 90, as adesões para plantio direto revoluciona a agricultura na região de Vacaria, facilitando a utilização de tecnologia e menos agressão ao meio ambiente. A cooperativa tem como intenção se elevar a condição de “referência em organização, uso de tecnologias e gestão no agronegócio” (COOPERVAL, 2010).</p><p>3 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE SEMENTES</p><p>3.1 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE SEMENTES DE MILHO</p><p>3.1.1 Produtos utilizados</p><p>A seguinte tabela apresenta os produtos utilizados, com seus princípios ativos e classe.</p><p>Quadro 1: Produto comercial, ingrediente ativo e suas porcentagens e produtos utilizados no tratamento de sementes de milho. Vacaria, 2015.</p><p>Produto Comercial</p><p>Ingrediente Ativo %</p><p>Classe</p><p>Bendazol®</p><p>Benzimidazol 50,0</p><p>Fungicida sistêmico</p><p>Biozyme®</p><p>Extrato natural e micronutrientes</p><p>Fertilizante foliar</p><p>Cellerate®</p><p>Molibdênio/zinco/fosforo</p><p>Fertilizante foliar</p><p>Cropstar®</p><p>Imidacloprido 15,0</p><p>Tiodicarbe 45,0</p><p>Inseticida sistêmico de contato e ingestão</p><p>Mofotil®</p><p>Tiofanato Metílico 50,0</p><p>Fungicida sistêmico</p><p>Much® 600</p><p>Imidacloprido 60</p><p>Inseticida sistêmico</p><p>Rocks®</p><p>Bifentrina 13,5</p><p>Imidacloprido 16,5</p><p>Inseticida de contato e ingestão</p><p>Stimulante®</p><p>Cinetina 0,009</p><p>Ácido giberélico 0,005</p><p>Indol-ilbutírico 0,005</p><p>Regulador de crescimento vegetal</p><p>Fonte: Verônica Borges de Carvalho (Vacaria, 2016).</p><p>3.1.2 Variedades tratadas</p><p>Dentre os cereais cultivados no Brasil, o milho é mais expressivo, com cerca de 54,37 milhões de toneladas de grão produzidos, em uma área de 12,93 milhões de hectares aproximadamente (CONAB, 2015). O período de crescimento e desenvolvimento é afetado pela umidade do solo, temperatura, radiação solar e foto período. A época de semeadura no sul do Brasil são nos meses de agosto e setembro (EMBRAPA - Milho e Sorgo). No presente estagio, as cultivares tratadas são de sementes hibridas. Podendo ser simples, que são sementes resultados de cruzamentos entre duas linhagens puras, duplo, que é o cruzamento de duas linhagens simples e os triplos, resultado do cruzamento de uma linhagem pura e um hibrido simples. (AGROLINK, 2015)</p><p>3.1.3 Processo de tratamento</p><p>A medição de produtos equivale a quantidade de grãos tratados. As sementes de milho são fornecidas aos produtores em sacas de 40 kg ou 1000 kg (bags). A seguir, um exemplo de pedido de tratamento de milho:</p><p>Variedade: DKB 240 Pro = 162 sc</p><p>Produtos utilizados: Stimulante 200ml/sc</p><p>Bendazol 100ml/sc</p><p>Água 50ml/sc</p><p>3.1.4 Principais moléstias de sementes de milho</p><p>Durante a germinação, a semente pode ser atacada por fungos de solo ou por aqueles associados a semente. Como resultado, pode haver o apodrecimento da semente e a morte da plântula, ocorrendo um estande de plantas desuniformes. Os danos causados por patógenos que parasitam o sistema radicular nas plantas de milho podem passar despercebido. Porém, nos casos severos, os sintomas manifestam-se nos órgãos aéreos, como consequência interfere nos processos de absorção de agua e nutrientes (REIS, 2004).</p><p>3.2 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE SEMENTES DE SOJA</p><p>3.2.1 Produtos utilizados</p><p>A seguinte tabela apresenta os produtos utilizados, com seus princípios ativos e classe:</p><p>Quadro 2: Produto comercial, ingrediente ativo e suas porcentagens e produtos utilizados no tratamento de sementes de soja. Vacaria, 2105.</p><p>Produto comercial</p><p>Princípio ativo %</p><p>Classe</p><p>Biozyme®</p><p>Extrato natural e micronutrientes</p><p>Fertilizante foliar</p><p>CoMo®</p><p>Cobalto 1,5</p><p>Molibdênio 15</p><p>Fósforo 17,7</p><p>Fertilizante foliar</p><p>Fitoplus®</p><p>Cobalto 1,5</p><p>Molibdênio15</p><p>Fertilizante foliar</p><p>Standak Top®</p><p>Piraclostrobina 2,5</p><p>Tiofanato Metílico 2,25</p><p>Fipronil 2,5</p><p>Fungicida/inseticida</p><p>Fonte: Verônica Borges de Carvalho (Vacaria, 2016).</p><p>Pó- secante: Para melhor secagem e absorção do produto liquido, permitindo o embalamento imediato, sem formação de aglomerados de sementes e/ou absorção pela embalagem.</p><p>Polímeros: Color Seed – Garante a formação de um filme protetor sobre a semente, fixando os produtos, melhorando o escoamento, evitando a perda de materiais antes do plantio, protege o operador e dando cor a semente tratada (verde ou vermelho).</p><p>3.2.2 Variedades tratadas</p><p>As variedades são conjuntos de plantas que apresentam certa variabilidade, mas com características genéticas comuns. Quando se considera a população, esse tipo de material é geneticamente estável e, por essa razão, com os devidos cuidados em sua multiplicação, as sementes podem ser reutilizadas por várias gerações em sucessivas safras, sem nenhuma perda de seu potencial produtivo. A soja tem grande variabilidade genética, tanto no ciclo vegetativo quanto no reprodutivo, condições ambientais também influenciam a produção. A época de plantio da soja no sul do Brasil tem início no mês de setembro, algumas cultivares tardias tem seu plantio nos meses de outubro a dezembro (Embrapa- Soja e Sorgo). As variedades tratadas no presente estágio são fornecidas pelos produtores (própria), ou comprada de empresas. As sementes eram distribuídas em sacas de 1000 kg. (bags), sempre contendo em seu verso, a cultivar, nome do produtor, peneira de plantio e o lote da semente.</p><p>3.2.3 Processo de tratamento</p><p>A empresa utiliza para o tratamento uma máquina industrial, onde tem capacidade de realizar o tratamento com o mínimo de operação humana. Ela apresenta um painel analógico, onde se programa a quantidade de grãos que serão tratados e o produto a ser utilizado. Posteriormente, faz a medição do produto e a capacidade de sementes em tratamento, podendo assim, obter sementes de qualidades e prontas para plantio.</p><p>3.2.4 Principais moléstias de sementes de soja</p><p>Entre os principais fatores que limitam o rendimento da soja são as doenças, aproximadamente 40 causadas por fungos, bactérias, nematoides e vírus. As perdas anuais de produção por doenças são estimadas em cerca de 15% e 20%, entre a grande maioria transmitida por patógenos através das sementes, e por tanto, o uso de sementes sadias e/ou o tratamento de sementes é essencial para a redução e proteção das perdas (EMBRAPA SOJA, 2004).</p><p>3.3 TRATAMENTO INDUSTRIAL DE FEIJÃO</p><p>3.3.1 Produtos utilizados</p><p>A seguinte tabela apresenta os produtos utilizados, com seus princípios ativos e classe.</p><p>Quadro 3: Produto comercial, ingrediente ativo e suas porcentagens e produtos utilizados no tratamento de sementes de feijão. Vacaria, 2105.</p><p>Produto comercial</p><p>Princípio ativo %</p><p>Classe</p><p>Biozyme®</p><p>Extrato natural e micronutrientes</p><p>Fertilizante foliar</p><p>CoMo®</p><p>Cobalto 1,5</p><p>Molibdênio 15</p><p>Fósforo 17,7</p><p>Fertilizante foliar</p><p>Fitoplus®</p><p>Cobalto 1,5</p><p>Molibdênio 15</p><p>Fertilizante foliar</p><p>Standak Top®</p><p>Piraclostrobina 2,5</p><p>Tiofanato Metílico 2,26</p><p>Fipronil 2,5</p><p>Fungicida/inseticida</p><p>Fonte: Verônica Borges de Carvalho. Vacaria, 2016.</p><p>3.3.2 Variedades tratadas</p><p>As épocas recomendadas são baseadas em três períodos, o chamado das ‘aguas’ que são nos meses de setembro a novembro, o de ‘seca’ que vai de janeiro a março, e o terceira época ou outono-inverno que são nos meses de maio e junho. No presente estagio, as variedades de semente de feijão tratadas foram Tu Iu Iu, Uirapuru, Stilo e Milenio, sendo duas cultivares de feijão preto e duas de feijão branco.</p><p>3.3.3 Processo de tratamento</p><p>O processo de tratamento de sementes de feijão também era feito na máquina industrial, onde tem capacidade de realizar o tratamento com o mínimo de operação humana. Ela apresenta um painel analógico, onde se programa a quantidade de grãos que serão tratados e o produto a ser utilizado. Posteriormente, faz a medição do produto e a capacidade de sementes em tratamento, podendo assim, obter sementes de qualidades e prontas para plantio.</p><p>3.3.4 Principais moléstias de sementes de feijão</p><p>A ocorrência de doenças é uma das principais causas de redução de produtividade do feijoeiro. Transmitida por fungos, bactérias, vírus e nematoides, as doenças dependendo das condições ambientais, podem causar perda total de produção, depreciar a qualidade do produto ou até inviabilizar determinadas áreas de cultivo. (EMBRAPA ARROZ E FEIJÃO, 2016).</p><p>4 CUIDADOS COM MANUSEIO DE AGROTÓXICOS E DESCARTE DE EMBALAGENS</p><p>*Usar somente produtos registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O número de registro está no rótulo do produto.</p><p>*Usar equipamentos de proteção individual (EPI), para que não haja intoxicação no manuseio dos produtos.</p><p>*Não fazer misturas em tanques de um ou dois produtos iguais ou distintos, proibido por lei (Introdução Normativa do MAPA n° 46 de julho de 2002).</p><p>*Observar o período de carência do produto, principalmente no controle de pragas e doenças.</p><p>*Ler com atenção o rótulo e a bula dos produtos e seguir com atenção todos os cuidados para o descarte adequado de cada embalagem.</p><p>*Fazer a devolução dos frascos no prazo de um ano após a compra, nos postos autorizados indicado na nota fiscal de compra do produto, conforme legislação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA Lei 9.970 de 06/06/200; Decreto n° 4070 de 04/01/2002).</p><p>5 CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Por fim, a semente é um organismo vivo que leva consigo o potencial produtivo de uma espécie, sendo sua qualidade essencial para que se possa alcançar patamares cada vez maiores. Diante dos conhecimentos adquiridos e atividades realizadas, o presente estágio tem o incentivo de proporcionar ao aluno conhecimentos técnicos na área ao qual se identifica. Ao se deparar com uma lavoura pronta para colheita, não se imagina que por traz, houve um grande trabalho que começa com o tratar a devida semente para o plantio. Conhecimentos sobre a importância do uso de produtos e suas funções no tratamento e nos primeiros dias de emergência da planta, armazenamento e cuidados fundamentais com o manuseio de agrotóxicos e quando se colhe uma semente de qualidade para devidos fins (sementes ou grãos).</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>CONAB. Companhia Nacional de Abastecimento. Estudo da Safra. Disponível em http://www.conab.gov.br/conabweb/download/safra/estudo_safra.pdf. Acesso em: 15 dezembro 2015.</p><p>COOPERVAL. Cooperativa Tritícola Mista Vacariense Ltda. Disponível em www.cooperval.com.br. Acesso em: 15 dezembro de 2015.</p><p>EMBRAPA. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Arroz e feijão. Sistemas de produção. Disponível em https://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Feijao/FeijaoPrimSegSafraSulMG/doencas.htm. Acesso em: 10 fevereiro 2016.</p><p>_____. Tecnologia e produção de soja no Brasil. Sistema de produção Embrapa. Disponível em http://www.cnpso.embrapa.br/produçãosoja/doença.htm. Acesso em 12 fevereiro 2016.</p><p>FIDA. Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola – XA. 13/10/2010.</p><p>PIONER DUPONT SEMENTES DO BRASIL. Informativo. Publicação 2015.</p><p>REIS, E. M.; CASA, R, T.; BRESOLIN, A. C. R. Manual de diagnose e controle de doenças de milho. 2. Ed. rev. Atual. Lages: Grapel, 2004.</p><p>XAVIER. Moacir. Culturas anuais milho e soja. Trabalho acadêmico. Vacaria, 2014.</p>