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<p>@magisleticia</p><p>TABELAS DE TRIBUTÁRIO</p><p>(@magisleticia – permitido o compartilhamento)</p><p>CTN</p><p>CONCEITOS</p><p>TRIBUTO → PRESTAÇÃO PECUNIÁRIA COMPULSÓRIA + MOEDA OU CUJO VALOR NELA</p><p>SE POSSA EXPRIMIR + NÃO CONSTITUA SANÇÃO DE ATO ILÍCITO + LEI + COBRADA POR</p><p>ATIVIDADE ADM PLENAMENTE VINCULADA</p><p>NATUREZA</p><p>JURÍDICA DO</p><p>TRIBUTO</p><p>Determinada pelo FATO GERADOR, sendo irrelevante a denominação, demais</p><p>características formais, e a destinação legal de sua arrecadação.</p><p>ESPÉCIES</p><p>Impostos, taxas e contribuições de melhoria (Corrente tripartite)</p><p>+ contribuições especiais e empréstimos compulsórios (Pentapartite – STF)</p><p>CLASSIFICAÇÃO</p><p>Vinculados (contraprestação/referibilidade a alguma atividade estatal- taxas,</p><p>contribuições de melhoria) e não vinculados (impostos)</p><p>Finalidade fiscal, extrafiscal e parafiscal (destinado a entidade)</p><p>Reais e pessoais (características individuais do contribuinte)</p><p>COMPETÊNCIA</p><p>INDELEGÁVEL, salvo funções de arrecadar ou fiscalizar tributos (capacidade tributária) ou</p><p>executar leis, serviços, atos ou decisões adms., conferida por uma PJ de direito público a</p><p>outra</p><p>Compreende as garantias e privilégios processuais</p><p>NÃO CONSTITUI DELEGAÇÃO de competência o cometimento, a pessoas de direito</p><p>privado, do encargo ou da função de ARRECADAR tributos</p><p>LIMITAÇÕES DA</p><p>COMPETÊNCIA</p><p>Legalidade, irretroatividade, limitações ao tráfego, imunidades constitucionais (recíproca,</p><p>religiosa, partidária, de papel/cultural), uniformidade no território nacional, vedação à</p><p>distinção em razão da procedência ou destino.</p><p>LEGISLAÇÃO</p><p>TRIBUTÁRIA</p><p>Base de cálculo – se modificada e tornada mais onerosa, equipara-se à majoração – deve-</p><p>se observar a legalidade; não é majoração a atualização do valor monetário.</p><p>Tratados e convenções internacionais revogam ou modificam a legislação interna, e serão</p><p>observados pela que lhes sobrevenha</p><p>NORMAS</p><p>COMPLEMENTARES</p><p>• ATOS NORMATIVOS expedidos pelas autoridades administrativas</p><p>• DECISÕES dos órgãos singulares ou coletivos de jurisdição adm, a que a LEI atribua</p><p>EFICÁCIA NORMATIVA</p><p>• Práticas reiteradamente observadas pelas autoridades administrativas</p><p>• Convênios que entre si celebrem a U, os E, o DF e os M</p><p>VIGÊNCIA</p><p>Atos normativos expedidos pelas autoridades</p><p>adms</p><p>Data da sua publicação</p><p>Decisões dos órgãos singulares ou coletivos</p><p>de jurisdição adm a que a lei atribua eficácia</p><p>normativa</p><p>30 dias após a data da sua publicação</p><p>Convênios Na data neles prevista</p><p>Impostos sobre patrimônio ou a renda 1º dia do exercício seguinte à publicação</p><p>APLICAÇÃO DA LEI</p><p>IMEDIATAMENTE FATOS GERADORES FUTUROS E AOS PENDENTES</p><p>A ATO OU FATO</p><p>PRETÉRITO</p><p>Quando EXPRESSAMENTE INTERPRETATIVA, excluída a</p><p>aplicação de penalidade à infração dos dispositivos</p><p>interpretados</p><p>ATO NÃO DEFINITIVAMENTE JULGADO</p><p>• deixe de defini-lo como infração</p><p>• deixe de tratá-lo como contrário a qualquer exigência, desde</p><p>@magisleticia</p><p>que não fraudulento e não implicado em falta de pgto. de</p><p>tributo</p><p>• lhe comine penalidade menos severa que a prevista na lei</p><p>vigente ao tempo da sua prática</p><p>INTERPRETAÇÃO E</p><p>INTEGRAÇÃO</p><p>ANALOGIA → PRINCIPIOS GERAIS DE DIREITO TRIBUTÁRIO → PRINCÍPIOS GERAIS DE</p><p>DIREITO PÚBLICO → EQUIDADE</p><p>ANALOGIA NÃO pode resultar na EXIGÊNCIA DE TRIBUTO NÃO PREVISTO em lei.</p><p>EQUIDADE NÃO pode resultar na DISPENSA DE PAGAMENTO DE TRIBUTO DEVIDO</p><p>Princípios gerais de direito privado utilizam-se para pesquisa da definição, conteúdo e</p><p>alcance de seus institutos/conceitos/formas, mas NÃO dos efeitos tributários</p><p>LITERALMENTE</p><p>SUSPENSÃO OU EXCLUSÃO do crédito tributário</p><p>Outorga de ISENÇÃO</p><p>DISPENSA do cumprimento de obrigações tributárias</p><p>ACESSÓRIAS</p><p>OBRIGAÇÃO</p><p>TRIBUTÁRIA</p><p>Principal ou acessória- se acessória, pelo simples fato da sua inobservância, converte-se</p><p>em principal relativamente à penalidade pecuniária</p><p>FATO GERADOR</p><p>Situação de fato, desde o momento em que se verifiquem as</p><p>circunstâncias materiais necessárias a que produza os efeitos</p><p>que normalmente lhe são próprios</p><p>Situação jurídica, desde o momento em que esteja</p><p>definitivamente constituída</p><p>SUJ. ATIVO PJ de dir. público titular da competência</p><p>SUJ. PASSIVO</p><p>Contribuinte (relação pessoal e direta com o FG) ou responsável</p><p>(não contribuinte, obrigação expressa em LEI)</p><p>Solidariedade → interesse comum ou designação por lei; não</p><p>comporta benefício de ordem; a interrupção favorece ou</p><p>prejudica os demais.</p><p>Domicílio → eleição. Na falta, residência habitual, sede,</p><p>estabelecimento, repartições, ligar da situação dos bens ou dos</p><p>atos/fatos.</p><p>RESPONSABILIDADE</p><p>Lei pode atribuir de modo expresso a resp. pelo crédito tributário a 3ª pessoa,</p><p>vinculada ao FG da obrigação, excluindo a resp. do contribuinte ou atribuindo-a a este</p><p>em caráter supletivo.</p><p>PESSOAL DOS</p><p>SUCESSORES</p><p>Adquirente/remitente, pelos tributos dos bens adquiridos /remidos</p><p>Sucessor e meeiro pelos tributos devidos pelo de cujus até a data da</p><p>partilha ou adjudicação</p><p>Espólio pelos tributos devidos até a abertura da sucessão</p><p>A pessoa que adquirir de outra fundo de comércio ou estabelecimento</p><p>e CONTINUAR a respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão</p><p>social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos</p><p>devidos até à data do ato (abrange multas moratórias e punitivas):</p><p>• INTEGRALMENTE, se o alienante CESSAR a exploração</p><p>• SUBSIDIARIAMENTE com o alienante, se este prosseguir na</p><p>exploração ou iniciar em 6 meses a contar da alienação, nova</p><p>atividade no mesmo ou em outro ramo</p><p>NÃO SE APLICA em alienação judicial em falência ou rec. judicial, salvo</p><p>se o adquirente for sócio, controlada do devedor, parente até 4º grau</p><p>do devedor/sócio ou agente com objetivo de fraudar a sucessão.</p><p>@magisleticia</p><p>TERCEIROS</p><p>Impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal</p><p>pelo contribuinte, respondem SOLIDARIAMENTE (ATECNIA DA</p><p>EXPRESSÃO- SUBSIDIÁRIA) nos atos em que intervierem ou pelas</p><p>omissões de que forem responsáveis: pais, tutores e curadores,</p><p>administradores de bens, inventariante, síndico e comissão, tabelião,</p><p>escrivães, serventuários, sócios na liquidação de sociedade de pessoas.</p><p>PESSOALMENTE responsáveis pelos créditos correspondentes a</p><p>obrigações tributárias resultantes de atos praticados com EXCESSO DE</p><p>PODERES ou INFRAÇÃO DE LEI, CONTRATO SOCIAL ou ESTATUTOS: as</p><p>pessoas acima, os mandatários, prepostos e empregados, diretores,</p><p>gerentes ou representantes de PJ de direito privado</p><p>INFRAÇÕES</p><p>A resp. independe da intenção do agente ou do responsável e da</p><p>efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato; é pessoal ao</p><p>agente.</p><p>É excluída pela DENÚNCIA ESPONTÂNEA + pgto. do tributo e juros de</p><p>mora (não pode ser apresentada após medida de fiscalização)</p><p>CRÉDITO</p><p>TRIBUTÁRIO</p><p>LANÇAMENTO</p><p>Proced. adm. tendente a verificar a ocorrência do FG da obrigação</p><p>correspondente, determinar a matéria tributável, calcular o montante</p><p>do tributo devido, identificar o sujeito passivo e propor a aplicação da</p><p>penalidade cabível; vinculado e obrigatório.</p><p>Em regra, aplica-se a lei da época do FG, salvo lei posterior que tenha</p><p>instituído novos critérios de apuração/fiscalização, ampliado poderes</p><p>de investigação das autoridades adms., ou outorgado ao crédito</p><p>maiores garantias/privilégios, exceto para o efeito de atribuir resp.</p><p>tributária a terceiros</p><p>Direito de constituir da Fazenda decai em 5 anos; cobrança prescreve</p><p>em 5 anos, interrompidos por: despacho do juiz que ordenar a citação</p><p>em execução fiscal; protesto judicial; qualquer ato judicial que</p><p>constitua em mora o devedor; qualquer ato inequívoco, ainda que</p><p>extrajudicial, que importe em reconhecimento do débito pelo devedor.</p><p>MODALIDADES</p><p>• DECLARAÇÃO → presta à autoridade adm. infos</p><p>sobre matéria de fato, indispensáveis à sua</p><p>efetivação</p><p>• HOMOLOGAÇÃO → suj. passivo tem dever de</p><p>antecipar o pagamento sem prévio exame da</p><p>autoridade adm, que deve homologá-lo (condição</p><p>resolutória ulterior); 5 anos do FG, salvo dolo, fraude</p><p>ou simulação, ou ausência de antecipação do pgto</p><p>(1º dia do ano seguinte)</p><p>• OFÍCIO → lei, declaração não prestada, deixar de</p><p>atender a esclarecimento, falsidade/erro/omissão/</p><p>inexatidão, dolo/fraude/simulação.</p><p>SUSPENSÃO</p><p>Moratória; depósito do montante integral; reclamações e recursos, do</p><p>processo tributário adm; medida liminar em MS ou de tutela</p><p>antecipada, em outras espécies de ação judicial; parcelamento.</p><p>EXTINÇÃO</p><p>Pgto; compensação, transação e remissão (lei); prescrição e</p><p>decadência; conversão de depósito em renda; pgto. antecipado e</p><p>homologação do lançamento; consignação em pgto; decisão adm.</p><p>irreformável, na órbita adm, que não mais possa ser objeto de ação</p><p>anulatória; decisão judicial transitada; dação em pgto de bens imóveis.</p><p>@magisleticia</p><p>TRIBUTOS</p><p>IMPOSTOS</p><p>U</p><p>II, IE, IOF, IPI, IR, ITR, IGF; Imposto residual (LC); Imposto Extraordinário; Empréstimo</p><p>Compulsório (LC)</p><p>Executivo pode alterar alíquotas: II, IE, IPI e IOF</p><p>IR – Generalidade, universalidade, progressividade</p><p>Aquisição da disponibilidade econômica ou jurídica, independente da denominação,</p><p>localização, condição jurídica, nacionalidade da fonte, origem e forma de percepção</p><p>(pecúnia non olet); lei pode atribuir à fonte pagadora a condição de responsável pela</p><p>retenção e recolhimento.</p><p>IPI – Seletivo, não-cumulativo, impacto reduzido sobre aquisição de bens de capital</p><p>Produto submetido a qqlr operação que lhe modifique a natureza ou finalidade, ou o</p><p>aperfeiçoe para o consumo; seletivo e não cumulativo.</p><p>ITR – Progressivo (de forma a desestimular manutenção de propriedades</p><p>improdutivas); não incide sobre pequenas glebas rurais exploradas por proprietário</p><p>que não possua outro imóvel</p><p>Se o município fiscalizar e cobrar, pode ficar com 100% do valor; caso contrário, tem</p><p>direito a 50%</p><p>IOF Ouro (como ativo financeiro ou cambial)– alíquota mínima 1%</p><p>30% para o E ou DFT; 70% para o M de origem</p><p>ICMS, ITCMD, IPVA</p><p>ITCMD – Imóveis cabe ao Estado do bem; móveis cabe ao Estado onde se processar o</p><p>inventário ou tiver domicílio o doador.</p><p>LC regula a competência – se o doador/de cujus tiver domicílio no exterior</p><p>Restituição → prescricional de 5 anos, com juros não capitalizáveis a</p><p>partir do trânsito da decisão que a determinar e correção do pgto.</p><p>indevido; 2 anos a prescrição da ação anulatória da decisão adm. que</p><p>denegar a restituição, interrompido pelo início da ação judicial e</p><p>reiniciado pela metade a partir da intimação feita ao representante da</p><p>Fazenda.</p><p>EXCLUSÃO Isenção (lei) e anistia</p><p>GARANTIAS E</p><p>PRIVILÉGIOS DO</p><p>CRÉDITO</p><p>A cobrança judicial do crédito tributário NÃO é sujeita a concurso de credores ou</p><p>habilitação em falência, recuperação judicial, concordata, inventário ou arrolamento</p><p>A extinção das obrigações do falido requer prova de quitação de todos os tributos</p><p>ADMINISTRAÇÃO</p><p>VEDADA a divulgação pela Fazenda, de info obtida em razão do ofício sobre a situação</p><p>econômica ou financeira do sujeito passivo sobre a natureza e o estado de seus</p><p>negócios/atividades, exceto:</p><p>• requisição de autoridade judiciária;</p><p>• solicitação de autoridade adm., comprovada a instauração regular de processo adm por</p><p>prática de infração;</p><p>• representações fiscais para fins penais;</p><p>• inscrições na dívida ativa da Fazenda Pública;</p><p>• parcelamento ou moratória.</p><p>@magisleticia</p><p>E</p><p>ICMS – não-cumulativo; poderá ser seletivo</p><p>A isenção ou não incidência não implicará crédito p/ compensação e acarretará</p><p>anulação do crédito relativo às operações anteriores.</p><p>Não incide sobre operações que destinem a OUTROS ESTADOS PETRÓLEO, inclusive</p><p>LUBRIFICANTES, COMBUSTÍVEIS LÍQUIDOS E GASOSOS dele derivados, e ENERGIA</p><p>ELÉTRICA (salvo incidência, 1 única vez, quando definida por LC)</p><p>LC define contribuintes, substituição tributária, regime de compensação, regular a</p><p>forma como isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados</p><p>PETRÓLEO GÁS NATURAL E OUTROS</p><p>Cabe ao estado onde ocorrer</p><p>o consumo</p><p>Entre contribuintes Destinadas a não</p><p>contribuinte</p><p>Repartido entre estados de</p><p>origem e de destino</p><p>Estado de origem</p><p>IPVA – podem alíquotas diferenciadas em função do tipo e utilização</p><p>ITCMD ICMS IPVA</p><p>SF fixa</p><p>alíquotas</p><p>MÁXIMAS</p><p>ALÍQUOTAS</p><p>INTERESTADUAIS E</p><p>DE EXPORTAÇÃO</p><p>ALÍQUOTAS</p><p>OPERAÇÕES INTERNAS</p><p>SF fixa</p><p>alíquotas</p><p>MÍNIMAS</p><p>LC Iniciativa do PR ou</p><p>1/3 SF +</p><p>Aprovação da</p><p>Maioria Absoluta +</p><p>Resolução do SF</p><p>MÍNIMAS</p><p>Iniciativa 1/3 SF +</p><p>Aprovação Maioria Absoluta</p><p>+ Resolução do SF</p><p>MÁXIMAS</p><p>Iniciativa Maioria Absoluta +</p><p>Aprovação 2/3 SF +</p><p>Resolução SF</p><p>M</p><p>ITBI – não incide sobre a transmissão para subscrição de capital de PJ ou</p><p>incorporação/fusão de uma PJ por outra, SALVO se atividade preponderante a venda</p><p>ou locação de propriedade imobiliária ou cessão de direitos relativos à aquisição</p><p>(+50% receita operacional nos 2 anos antes e depois da aquisição)</p><p>IPTU – poderá ser progressivo em razão do valor do imóvel e ter alíquotas diferentes</p><p>de acordo com a localização e o uso</p><p>Não incide sobre templos de qualquer culto, ainda que sejam apenas locatárias do</p><p>imóvel</p><p>Requisito 2 melhoramentos – SALVO se imóvel localizado em área considerada pela lei</p><p>local como urbanizável/de expansão urbana (constantes de loteamentos aprovados</p><p>destinados à habitação, indústria ou comércio)</p><p>Incide sobre APP; não incide sobre imóvel objeto de invasão.</p><p>ISS</p><p>TAXAS</p><p>Exercício REGULAR do PODER DE POLÍCIA -desde que o órgão fiscalizador esteja</p><p>estruturado e a fiscalização regularmente exercida</p><p>Utilização, EFETIVA OU POTENCIAL -sendo de utilização compulsória, sejam postos à sua</p><p>disposição mediante atividade adm em efetivo funcionamento-, de SERVIÇO PÚBLICO</p><p>ESPECÍFICO -destacável em unidades autônomas- E DIVISÍVEL -suscetível de utilização</p><p>separadamente-, prestado ao contribuinte ou POSTO A SUA DISPOSIÇÃO</p><p>CONTRIBUIÇÕES</p><p>DE MELHORIA</p><p>Instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária,</p><p>tendo como limite total a despesa realizada e como limite individual o acréscimo de valor</p><p>que da obra resultar para cada imóvel beneficiado</p><p>30 dias, para impugnação pelos interessados dos elementos publicados do projeto/obra</p><p>@magisleticia</p><p>CONTRIBUIÇÕES</p><p>ESPECIAIS</p><p>EMPRÉSTIMOS</p><p>COMPULSÓRIOS</p><p>União!!!</p><p>Guerra externa ou sua iminência, calamidade pública que exija auxílio federal impossível</p><p>de atender com os recursos orçamentários disponíveis (CTN)</p><p>REPARTIÇÃO DAS RECEITAS TRIBUTÁRIAS</p><p>RESIDUAL 20% p/ Estados e DF</p><p>ITR 100% pro Município se for por ele fiscalizado e cobrado</p><p>50% pro Município se não fiscalizar e cobrar</p><p>IR e IPI</p><p>21,5% ao Fundo de Participação dos Estados e do DF</p><p>22,5% ao Fundo de Participação dos Municípios</p><p>3% para programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte, Nordeste e</p><p>Centro-Oeste, através de suas instituições financeiras de caráter regional, assegurado ao</p><p>SEMIÁRIDO DO NORDESTE METADE dos recursos destinados à Região</p><p>1% ao Fundo de Participação dos Municípios, entregue no 1º decêndio de dezembro</p><p>1% ao Fundo de Participação dos Municípios, entregue no 1º decêndio de julho</p><p>1% ao Fundo de Participação dos Municípios, entregue no 1º decêndio de setembro</p><p>IPI</p><p>10% aos Estados e ao DF, proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de</p><p>produtos industrializados (limitado a 20% por Estado)</p><p>Desses 10%, repasse de 25% aos Municípios</p><p>CIDE</p><p>COMBUSTÍVEIS</p><p>29% para os Estados e o DF; desses 29%, repasse de 25% aos Municípios</p><p>IPVA 50% pro Município dos veículos licenciados em seus territórios</p><p>ICMS</p><p>25% pro Município sobre o transporte interestadual e intermunicipal e sobre comunicação,</p><p>distribuídos assim:</p><p>65%, no mínimo, na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de</p><p>mercadorias e nas prestações</p><p>de serviços, realizadas em seus territórios;</p><p>até 35% conforme LEI ESTADUAL, sendo 10% baseado em indicadores de melhoria nos</p><p>resultados de APRENDIZAGEM e de aumento da EQUIDADE, considerado o nível</p><p>socioeconômico dos educandos</p><p>CF</p><p>PRINCÍPIOS</p><p>Capacidade contributiva</p><p>Anterioridade (anual, nonagesimal)</p><p>Vedação ao tratamento desigual</p><p>Irretroatividade</p><p>Vedação ao confisco</p><p>Vedação à limitação de tráfego</p><p>EXCEÇÃO À ANTERIORIDADE EXCEÇÃO À NOVENTENA</p><p>EC p/ despesas extraordinárias</p><p>II, IE, IOF, IEG</p><p>IPI</p><p>CS, ICMS combustíveis</p><p>EC p/ despesas extraordinárias</p><p>II, IE, IOF, IEG</p><p>IR</p><p>BC do IPVA e IPTU</p><p>@magisleticia</p><p>LC</p><p>Conflitos de competência;</p><p>Limitações constitucionais ao poder de tributar;</p><p>NORMAS GERAIS de legislação tributária, especialmente sobre:</p><p>Definição de tributos e de suas espécies, bem como, em relação aos impostos, dos fatos</p><p>geradores, bases de cálculo e contribuintes;</p><p>Obrigação, lançamento, crédito, prescrição e decadência;</p><p>Adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas soc. cooperativas;</p><p>Tratamento diferenciado e favorecido para as ME e para as EPP</p><p>EMPRÉSTIMOS</p><p>COMPULSÓRIOS</p><p>UNIÃO mediante LC</p><p>Despesas extraordinárias, decorrentes de calamidade pública, de guerra externa ou sua</p><p>iminência</p><p>Investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional, observada a</p><p>ANTERIORIDADE</p><p>CS E CIDE</p><p>CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS, de INTERVENÇÃO NO DOMÍNIO ECONÔMICO e de INTERESSE</p><p>DAS CATEGORIAS PROFISSIONAIS OU ECONÔMICAS</p><p>UNIÃO</p><p>NOVENTENA DAS CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS</p><p>CONTRIBUIÇÃO DE</p><p>ILUMINAÇÃO PÚBLICA</p><p>Municípios e DF; pode ser cobrada na fatura de consumo de energia elétrica</p><p>LEI 6830/80 – EXECUÇÃO FISCAL</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Dívida ativa tributária e não tributária</p><p>Inscrição suspende a prescrição por 180d ou até a distribuição da execução fiscal</p><p>CDA pode ser emendada ou substituída até a decisão de 1ª instância (S. 392, STJ - A</p><p>Fazenda Pública pode substituir a CDA até a prolação da sentença de embargos, quando</p><p>se tratar de correção de erro material ou formal, vedada a modificação do sujeito</p><p>passivo da execução)</p><p>Presunção de certeza e liquidez</p><p>Se, antes da decisão de 1ª instância, a inscrição de Dívida Ativa for, a qualquer título,</p><p>cancelada, a execução fiscal será extinta, sem qualquer ônus para as partes</p><p>PROCESSO</p><p>Executado citado p/ PAGAR A DÍVIDA em 5 dias com os juros e multa OU GARANTIR A</p><p>EXECUÇÃO</p><p>O despacho do Juiz, que ordenar a citação, INTERROMPE a prescrição</p><p>CITAÇAO</p><p>Por CORRREIO COM AR – considera-se feita na data da ENTREGA da</p><p>carta OU, se omitida, 10d após a entrega da carta à agência postal</p><p>Se o AR não retorna em 15d da entrega à agência postal, faz a citação</p><p>por OFICIAL ou EDITAL</p><p>Edital publicado 1x no órgão oficial com o prazo de 30d</p><p>Ausente do país citado por edital com prazo de 60d</p><p>Garantia da execução:</p><p>→ depósito em dinheiro; produz mesmos efeitos da penhora</p><p>→ fiança bancária ou seguro garantia;</p><p>→ nomear bens à penhora, próprios ou oferecidos por terceiros e aceitos pela Fazenda</p><p>Ordem da penhora:</p><p>Dinheiro → título da dívida pública, bem como título de crédito, que</p><p>tenham cotação em bolsa → PEDRAS E METAIS PRECIOSOS → imóveis</p><p>→ NAVIOS E AERONAVES → veículos → móveis ou semoventes →</p><p>direitos e ações.</p><p>@magisleticia</p><p>PENHORA Excepcionalmente, poderá recair sobre estabelecimento comercial,</p><p>industrial ou agrícola, plantações ou edifícios em construção</p><p>INTIMAÇÃO ao executado, mediante PUBLICAÇÃO, no órgão oficial, do</p><p>ato de juntada do termo ou do auto de penhora; intima o cônjuge, se</p><p>recair sobre imóvel.</p><p>Intimação PESSOALMENTE se, na citação feita pelo correio, o AR não</p><p>contiver a assinatura do executado, ou de seu representante legal</p><p>EMBARGOS</p><p>30d contados:</p><p>• do depósito</p><p>• da juntada da prova da fiança bancária ou seguro garantia</p><p>• da intimação da penhora (publicação ou pessoalmente)</p><p>Só depois de garantida a execução (salvo hipossuficiência)</p><p>3 testemunhas</p><p>Não será admitida reconvenção, NEM COMPENSAÇÃO, e as exceções, salvo as de</p><p>suspeição, incompetência e impedimentos, serão arguidas como matéria preliminar</p><p>Impugnação aos embargos em 30d, seguido de designação da AIJ (caso necessária)</p><p>Não apresentados ou rejeitados os embargos, o 3º que prestou garantia poderá, em 15d,</p><p>remir o bem ou pagar a dívida.</p><p>ARREMATAÇÃO</p><p>Leilão público, precedido de edital; devedor intimado pessoalmente da data (S.121, STJ)</p><p>Prazo de 10 a 30d entre as datas de publicação do edital e do leilão</p><p>A fazenda poderá adjudicar os bens penhorados, antes do leilão, peço preço da</p><p>avaliação, ou findo o leilão, pelo preço da avaliação (se não houver licitante) ou em</p><p>igualdade de condições com a melhor oferta (em 30d)</p><p>OUTRAS</p><p>DISPOSIÇÕES</p><p>Das sentenças de 1ª instância proferidas em execuções de valor igual ou inferior a 50</p><p>Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional - ORTN, só se admitirão EMBARGOS</p><p>INFRINGENTES, que serão deduzidos, em 10 dias PERANTE O MESMO JUÍZO, e de</p><p>declaração (5d)</p><p>A discussão judicial da Dívida Ativa da Fazenda só é admissível em EXECUÇÃO FISCAL,</p><p>SALVO as hipóteses de MS, de REPETIÇÃO DO INDÉBITO ou ANULATÓRIA DO ATO</p><p>DECLARATIVO da dívida, esta precedida do depósito preparatório do valor do débito.</p><p>A propositura, pelo contribuinte, da ação anulatória (?) importa em RENÚNCIA AO</p><p>PODER DE RECORRER NA ESFERA ADMINISTRATIVA E DESISTÊNCIA DO RECURSO ACASO</p><p>INTERPOSTO.</p><p>PRESCRIÇÃO</p><p>INTERCORRENTE</p><p>O Juiz suspenderá o curso da execução, enquanto não for localizado o devedor ou</p><p>encontrados bens sobre os quais possa recair a penhora, e, nesses casos, não correrá o</p><p>prazo de prescrição. Decorrido 1 ano sem que seja localizado o devedor ou encontrados</p><p>bens penhoráveis, ordenará o arquivamento dos autos. Se da decisão que ordenar o</p><p>arquivamento tiver decorrido o prazo prescricional, o juiz, ouvida a Fazenda, poderá, de</p><p>ofício, reconhecer a prescrição intercorrente e decretá-la de imediato.</p><p>LEI 8397/92 – CAUTELAR FISCAL</p><p>DISPOSIÇÕES</p><p>Requerida contra o sujeito passivo de crédito tributário ou não tributário</p><p>Quando o devedor tenta se ausentar, aliena bens, deixa de pagar, elide o pagamento,</p><p>contrai ou tenta contrair dívidas que comprometam a liquidez do seu patrimônio, tenta</p><p>por seus bens em nome de 3º, possui débitos, inscritos ou não em Dívida Ativa, que</p><p>somados ultrapassem 30% do seu patrimônio conhecido, tem sua inscrição no cadastro</p><p>de contribuintes declarada inapta, pelo órgão fazendário ou pratica outros atos que</p><p>dificultem ou impeçam a satisfação do crédito.</p><p>@magisleticia</p><p>Na hipótese de PJ, a indisponibilidade recairá somente sobre os bens do ativo</p><p>permanente, podendo ser estendida aos bens do acionista controlador e aos dos que</p><p>em tenham poderes para fazer a empresa cumprir suas obrigações fiscais</p><p>PROCEDIMENTO</p><p>O Juiz concederá liminarmente a medida cautelar fiscal, dispensada a Fazenda Pública</p><p>de justificação prévia e de prestação de caução.</p><p>15d p/ contestar</p><p>Concedida em procedimento preparatório, deverá a Fazenda propor a execução judicial</p><p>CDA em 60d da data em que a exigência se tornar irrecorrível na esfera administrativa</p><p>A cautelar conservará sua eficácia durante o período de suspensão do crédito, mas</p><p>cessará se não for executada em 30d ou não for proposta a execução</p><p>Da sentença que decretar a medida cautelar fiscal caberá APELAÇÃO, SEM EFEITO</p><p>SUSPENSIVO, salvo se o requerido oferecer garantia</p><p>LC 24/75 – CONVÊNIOS DE ICMS</p><p>APLICAÇÃO</p><p>Isenções (e respectivas prorrogações e extensões), redução da base de cálculo,</p><p>devolução do tributo, concessão de créditos presumidos, incentivos ou favores fiscais ou</p><p>financeiro-fiscais</p><p>Condições gerais em que se poderão conceder, unilateralmente, anistia, remissão,</p><p>transação, moratória, parcelamento e ampliação do prazo de recolhimento do ICMS</p><p>REUNIÕES</p><p>• Convocados representantes de todos</p><p>os E e DF</p><p>• Sob a presidência de representantes do Governo federal</p><p>• Realizadas com a presença de representantes da MAIORIA das UF</p><p>• Concessão de benefícios dependerá SEMPRE da decisão UNÂNIME dos</p><p>REPRESENTADOS</p><p>• Revogação (total ou parcial) depende de aprovação de 4/5 dos presentes</p><p>• Resolução publicada em 10d do DOU</p><p>OBS.: No caso dos ausentes, devem ratificar expressa ou tacitamente o convênio; caso</p><p>contrário, será considerado rejeitado</p><p>CONVÊNIOS</p><p>Podem dispor que a aplicação de qualquer de suas cláusulas seja limitada a uma ou a</p><p>algumas UF’s</p><p>15d da publicação p/ Executivo de cada UF publicar DECRETO RATIFICANDO ou não</p><p>(válido inclusive para os que não compareceram à reunião); findo o prazo, 10d p/</p><p>publicar as ratificações no DOU</p><p>Entram em vigor no 30º dia após a publicação das ratificações no DOU</p><p>A inobservância acarreta a nulidade do ato e ineficácia do crédito fiscal/imposto</p><p>Obs.: É constitucional a lei estadual ou distrital que, com amparo em convênio do</p><p>CONFAZ, conceda remissão de créditos de ICMS oriundos de benefícios fiscais</p><p>anteriormente julgados inconstitucionais. STF. Plenário. RE 851421/DF, Rel. Min.</p><p>Roberto Barroso, julgado em 17/12/2021 (RG – Tema 817) (Info 1042).</p><p>ISENÇÃO ICMS não se aplica à Zona Franca de Manaus</p>