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Língua Inglesa III
The Subjunctive Mood
Material Teórico
Responsável pelo Conteúdo:
Profa. Ms. Silvana Nogueira da Rocha
Revisão Textual:
Prof. Esp. Bruno Reis. 
5
• Introdução
• Present Subjunctive
• Past Subjunctive
• Inversion
Em nossos estudos, procuramos sempre unir as explicações gramaticais com exemplos detalhados, que 
são sempre traduzidos ou explicados, para que não reste a menor dúvida na apreensão dos conteúdos.
Para ter um bom aproveitamento das informações sobre os tópicos gramaticais, é importante que 
você leia toda a parte teórica apresentada na Unidade, preste bastante atenção aos exemplos dados, 
faça todos os exercícios sugeridos nas atividades de sistematização e de aprofundamento, e leia 
também o material complementar, que serve para ampliar seus conhecimentos.
É muito importante também assistir à Apresentação Narrada e à Videoaula, que sintetizam e ampliam 
conceitos importantes sobre o tema da Unidade.
Lembre-se de que aprender um novo idioma é uma tarefa árdua, mas não impossível, desde que 
você cumpra com suas tarefas e horas de estudo. Não há fórmulas mágicas que façam milagres, 
a não ser seu próprio esforço e perseverança. Para isso, organize uma rotina de trabalho e evite 
acumular conteúdos e realizar atividades no último minuto. Em caso de dúvidas, utilize a ferramenta 
“Mensagens” ou “Fórum de dúvidas” para entrar em contato com seu(sua) tutor(a).
Iniciaremos mais uma etapa de nossos estudos. Desta vez, vamos 
estudar uma estrutura um pouco mais complexa da Língua Inglesa: o 
modo subjuntivo (Subjunctive Mood).
Você pode notar que, cada vez mais, avançamos um passo na 
obtenção de novos conhecimentos e podemos dizer que estamos 
com uma boa bagagem de informações sobre várias estruturas da 
Língua Inglesa.
Você perceberá, ao final desta unidade, que muito já foi aprendido 
sobre o inglês: Simple Present, Past Tenses, Simple Future e, agora, 
com uma pitada de requinte, você poderá ampliar seus conhecimentos 
sobre o Subjunctive Mood.
The Subjunctive Mood
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Unidade: The Subjunctive Mood
Contextualização
“If I were two-faced, would I be wearing this one?” 
Abraham Lincoln
“At that moment, I had the most desperate wish that she were dead.” 
Harrison Ford as Rusty Sabich in Presumed Innocent (1990)
“If music be the food of love, play on.” 
Twelfth Night, William Shakespeare
Frases ditas por pessoas ilustres!
No primeiro caso, temos uma oração que começa com if, que é contrária aos fatos: “Se eu 
fosse uma pessoa de duas caras, eu estaria usando esta?”
No segundo caso, temos uma oração que expressa um desejo: “Naquele momento, eu tinha 
o desejo mais desesperado que ela estivesse morta.” 
E, finalmente, no terceiro caso: “Se a música for o alimento do amor, toque-a.”
Os verbos sublinhados were e be estão no modo subjuntivo. 
Achou diferente a estrutura? Você já se deparou com alguma delas em seus estudos sobre a 
Língua Inglesa? Se sim, ótimo! Vamos recordar certos detalhes. E, se você ainda não teve contato 
com o modo subjuntivo, vamos começar agora e aprofundar nossos conhecimentos então!
Are you ready? 
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Introdução
O modo subjuntivo, na gramática inglesa, é usado em declarações que não descrevem fatos 
objetivos ou conhecidos. Ele faz parte do irrrealis mood.
Bem, e o que é irrealis mood?
Vamos conceituar o realis mood e o irrealis mood para ficar mais fácil.
O realis mood é um modo gramatical usado principalmente para expressar o que o falante 
considera ser um estado conhecido, como em uma oração declarativa: Eu falo português (I 
speak Portuguese); Eu sou feito de carne e osso (I am made of flesh and bone), entre outras.
Conforme exemplos dados, podemos dizer que a maioria das línguas tem um realis mood, 
chamado de modo indicativo. Já ouviu falar no modo indicativo na Língua Portuguesa, não é 
mesmo? Claro que sim!
Em contrapartida, o irrealis mood (do qual faz parte o modo subjuntivo) é usado para 
expressar algo que não é conhecido.
Um exemplo bem simples para fazer distinção entre o realis mood e o irrealis mood é visto 
em orações como: He works (“Ele trabalha”) e It is necessary that he work (“É necessário que 
ele trabalhe”). 
Na primeira oração, o verbo works corresponde ao presente do indicativo (realis mood), 
usado para fazer uma afirmação direta sobre o mundo real. Na segunda oração, o verbo work 
está no modo subjuntivo, que é o irrealis mood propriamente dito.
Portanto, na segunda oração, o verbo work não expressa necessariamente um fato sobre o 
mundo real, mas se refere ao que seria um estado desejável ou estado de coisas desejáveis.
Orações como If I loved you (“Se eu amasse você”), May I love you (“Pudesse eu amar 
você”) são exemplos do modo subjuntivo. 
Vale lembrar que o modo subjuntivo (subjunctive mood) também é chamado de modo 
conjuntivo (conjunctive mood) e é sempre usado de várias maneiras em orações dependentes.
Dentre os seus vários usos, podemos citar eventos hipotéticos ou improváveis, que expressam 
opiniões ou emoções, ou que fazem solicitações polidas.
Lembre-se, no entanto, de que o modo subjuntivo, na Língua Inglesa, não é frequentemente 
obrigatório. Veja os exemplos a seguir:
He suggested that Paul eat an apple.
(“Ele sugeriu que Paul comesse uma maçã.”) 
He suggested that Paul should eat an apple. *Outra possibilidade
(“Ele sugeriu que Paul deveria comer uma maçã.”)
Paul should eat an apple. *Outra possibilidade
(“Paul deveria comer uma maçã.”)
Fo
nt
e:
 T
hi
nk
st
oc
k/
G
et
ty
 Im
ag
es
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Unidade: The Subjunctive Mood
Perceba que Paul não está comendo uma maçã: foi sugerido que ele comesse uma. O verbo 
eat está no modo subjuntivo e, portanto, não segue a regra do presente, em que as terceiras 
pessoas do singular dever tem um -s acrescido ao final do verbo. Você se lembra da regra do 
Simple Present?
A outra possibilidade para se expressar, conforme exemplo mostrado, poderia ser o uso do 
verbo modal should (ainda não estudado). 
Agora observe o outro exemplo:
Paul eats an apple
(“Paul come uma maçã.”) 
Agora Paul come uma maçã. O verbo eat está no tempo 
presente, no modo indicativo, diferente do exemplo anterior.
Há ainda casos que podem ser considerados arcaicos, 
mas devem ser mencionados, pois são encontrados em 
textos literários, e você, como um futuro profissional das 
Letras, deve ter conhecimento de tudo.
Observe o exemplo a seguir:
“And if he be not able to bring a lamb, then he shall bring for his trespass...” Leviticus 5:7, KJV
(“E se ele não for capaz de trazer um cordeiro, então ele deverá trazer pela sua transgressão...” 
Levitíco 5:7, Bíblia versão King James)
Perceba que o verbo be está no modo subjuntivo, no caso, negativo (be not). Diferente, 
não é mesmo? 
Veja outros casos:
I shall ensure that he leave immediately. *Subjuntivo
(“Eu deverei ter certeza de que ele parta imediatamente.”) 
I’ll make sure (that) he leaves immediately.
(“Eu me certificarei de que ele parta imediatamente.”)
Podemos dizer que o modo subjuntivo, no primeiro exemplo dado, é mais comum em 
romances (gramáticas dos romances), que exigem certos tipos de construções com orações 
dependentes. Soa, na verdade, muito formal. Normalmente, dá-se opção para construções 
menos formais, como mostrado no segundo exemplo.
No entanto, ele sempre é uma dificuldade no processo de aprendizado das línguas.
Fo
nt
e:
 T
hi
nk
st
oc
k/
G
et
ty
 Im
ag
es
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Veja mais um exemplo em que o seu uso é considerado arcaico ou demasiadamente formal:
If I be found guilty, I shall be arrested.
(“Se eu for culpado, deverei ser preso.”)
O mais comum é usar If I am found guilty, I shall be arrested. Ou seja, optar pelo modo indicativo.
No entanto, você deve atentar para o fato de que há expressões fixas bastante comuns que 
utilizam essa estrutura do subjuntivo. 
Talvez seja mais comum o uso após whether (“se”), quando significa no matter whether (“não 
importa se”). Veja o exemplo a seguir: 
Whether they be friend or foe, we shall give them shelter.(“Não importa se são amigos ou inimigos, nós lhes daremos abrigo.”) 
Muitas informações sobre esse modo verbal, não é mesmo? Mas ainda não terminou. Vamos 
aprofundar um pouco mais o assunto.
Em quais outros casos podemos encontrar o modo subjuntivo?
Em afirmações que são contrárias aos fatos, tais como If I were a giraffe – subjunctive mood 
(“Se eu fosse uma girafa”), que é distinto de I am a human being. – indicative mood (“Eu sou 
um ser humano.”). 
As afirmações no modo subjuntivo frequentemente ocorrem em orações dependentes, 
tais como o exemplo anterior If I were a giraffe..., pois outra oração é necessária para 
completar o raciocínio. 
No inglês moderno, a forma do verbo no modo subjuntivo pode, em muitos casos, ter uma 
correspondente no modo indicativo. Talvez, por essa razão, os subjuntivos não são características 
tão visíveis na gramática inglesa.
Podemos dizer que, para a maioria dos verbos no modo subjuntivo, a única distinção encontrada 
é na terceira pessoa do singular, que perde o -s final do verbo. Veja os exemplos a seguir:
It is necessary that he see a doctor. *Subjuntivo
(“É necessário que ele consulte um médico.”) 
Enquanto, no modo indicativo, deveríamos acrescentar o -s ao final do verbo (he sees), no 
modo subjuntivo, isso não é necessário. 
Atenção especial, no entanto, deve ser dada ao verbo to be (“ser, estar”), pois ele não 
apresenta apenas uma forma no subjuntivo.
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Unidade: The Subjunctive Mood
Observe os exemplos a seguir:
Present Subjunctive:
I suggest that they be removed.
(“Eu sugiro que eles sejam removidos.”)
Past Subjunctive: 
If they were rich, they would donate much money to charity institutions.
(“Se eles fossem ricos, doariam muito dinheiro a instituições de caridade.”)
Esses dois tempos do subjuntivo não têm conexão específica, em significado, com o tempo 
presente e passado.
A terminologia varia, pois, às vezes, o que é chamado aqui de presente do subjuntivo (Present 
Subjunctive), é referido simplesmente como “o subjuntivo”, e a forma were pode ser entendida 
como uma alternativa de was do que como o passado do subjuntivo (Past Subjunctive).
Outro caso em que as formas do presente do subjuntivo são distintas do modo indicativo é 
quando são negadas. Observe os exemplos:
I recommend they not enter the competition * Subjunctive
(“Recomendo que eles não entrem na competição.”)
I hope they do not enter the competition * Indicative
(“Espero que eles não entrem na competição.”)
Perceba que os termos “indicativo” e “subjuntivo” são usados simplesmente como nomes 
para as formas que os verbos têm. 
Present Subjunctive 
O presente do subjuntivo é idêntico ao bare infinitive e ao imperative (ainda não estudados), 
que serão explorados em outras unidades ao longo dos nossos estudos de Língua Inglesa.
Retomando as diferenças entre o indicativo e o subjuntivo: a principal diferença entre eles é a 
ausência do -s final do verbo nas terceiras pessoas do singular (he, she, it). Memorize mais uma 
vez essas informações, conforme os exemplos a seguir:
Present Indicative: 
I own a small business downtown.
(“Eu possuo um pequeno negócio no centro da cidade.”)
11
 
You own a profitable business downtown.
(“Você possui um negócio lucrativo no centro da cidade.”)
 
He owns a big property in the countryside.
(“Ele possui uma grande propriedade no interior.”)
She owns a very famous beauty parlor downtown.
(“Ela possui um salão de beleza muito famoso no centro da cidade.”) 
It owns a very cozy place to sleep in.
(“Ele possui um lugar muito aconchegante para dormir.”) 
*it: um animal, por exemplo.
We own the most interesting books about oceanic life. 
(“Nós possuímos os livros mais interessantes sobre vida oceânica.”)
 
You own the most pleasant movies about that actor.
(“Vocês possuem os filmes mais agradáveis sobre aquele ator.”)
They own a very stylish bistro downtown.
(“Eles possuem um bistrô muito estiloso no centro da cidade.”)
Present Subjunctive: 
(that) I own
(that) you own
(that) he own
(that) she own
(that) it own
(that) we own
(that) you own
(that) they own
Os dois modos são também bastante distintos quando estão na forma negativa:
Present Indicative: 
I don’t own a small business downtown.
(“Eu não possuo um pequeno negócio no centro da cidade.”)
You don’t own a profitable business downtown. 
(“Você não possui um negócio lucrativo no centro da cidade.”) 
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Unidade: The Subjunctive Mood
He doesn’t own a big property in the countryside. 
(“Ele não possui uma grande propriedade no interior.”) 
She doesn’t own a very famous beauty parlor downtown. 
(“Ela não possui um salão de beleza muito famoso no centro da cidade.”)
It doesn’t own a very cozy place to sleep in. 
(“Ele não possui um lugar muito aconchegante para dormir.”) 
We don’t own the most interesting books about oceanic life. 
(“Nós não possuímos os livros mais interessantes sobre vida oceânica.”) 
Present Subjunctive: 
(that) I not own 
(that) you not own 
(that) he not own 
(that) she not own 
(that) it not own 
(that) we not own
(that) you not own
(that) they not own
No entanto, com o verbo to be, os dois modos são bastante distintos. Veja os exemplos:
Present Subjunctive: 
(that) I be 
(that) you be 
(that) he be
(that) she be
(that) it be 
(that) we be 
(that) you be 
(that) they be
Present Indicative: 
I am
You are
He is
She is
It is
We are
You are
They are
O principal uso do presente do subjuntivo na Língua Inglesa, chamado tamém de mandative 
(jussive subjunctive), ocorre em that-clauses. 
A palavra that, no entanto, às vezes, pode ser omitida. Nessas orações dependentes, os 
verbos normalmente utilizados são insist (“insistir”), suggest (“sugerir”), demand (“exigir”), 
prefer (“preferir”). Há também adjetivos, como necessary (“necessário”), desirable (“desejável”) 
e substantivos, como recommendation (“recomendação”) e necessity (“necessidade”).
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Veja alguns exemplos com os verbos:
I insist (that) he leave now.
(“Eu insisto que ele saia agora.”)
 
He suggested (that) she eat a big bowl of soup. 
(“Ele sugeriu que ela comesse uma grande tigela de sopa.”)
We demanded (that) it be done yesterday.
(“Nós exigimos que fosse feito ontem.”)
They prefer (that) we stay there.
(“Eles preferem que fiquemos lá.”)
Agora exemplos com adjetivos:
It’s necessary (that) you not disturb who is studying.
(“É necessário que você não perturbe quem está estudando.”)
It might be desirable (that) you not publish the story.
(“Pode ser desejável que você não publique a história.”) 
Agora exemplos com substantivos:
I support the recommendation (that) they not be punished.
(“Eu apoio a recomendação de que eles não sejam punidos.”)
I see the necessity (that) she be forgiven.
(“Eu vejo a necessidade de que ela seja perdoada.”)
Podem também fazer parte da oração as expressões in order that (“a fim de”) e so that (“para 
que”). Veja os exemplos a seguir:
I braked in order that the car stay on the road.
(“Eu freei a fim de que o carro ficasse na estrada.”)
I am putting your dinner in the oven in order that it keep warm.
(“Estou colocando seu jantar no forno a fim de que se mantenha aquecido.”)
He wrote it in his diary in order that he remember.
(“Ele escreveu isso no seu diário a fim de que se lembre.”) 
I traveled abroad so that he forget me.
(“Eu viajei para o exterior para que ele me esquecesse.”) 
A forma é chamada present subjunctive porque faz lembrar o presente do indicativo, mas não 
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Unidade: The Subjunctive Mood
porque há a necessidade de se referir ao tempo presente. A mesma forma pode ser usada em 
orações que se referem ao passado e ao futuro, ou a um tempo hipotético.
Note que há casos em que, após algumas palavras, tanto o indicativo como o subjuntivo 
podem ser usados, mas haverá mudança de significado. Observe os exemplos a seguir: 
Indicative:
I insist that he is here. 
(“Eu insisto que ele está aqui.”) 
*Uma afirmação para o fato de que “ele está aqui”, ou seja, você insiste em dizer que 
“ele estáaqui”.
Subjunctive:
I insist that he be here 
(“Eu insisto que ele esteja aqui.”)
*Uma exigência para que “ele esteja aqui”, ou seja, uma condição que deve ser realizada.
Vale também ressaltar que o subjuntivo não é normalmente usado após verbos como hope 
(esperar) e expect (esperar), ou após verbos que usam uma sintaxe diferente, como want (querer).
Normalmente, não dizemos: I want that he wash up (“Quero que ele se lave”), pois a sintaxe 
típica é I want him to wash up (“Quero que ele se lave”).
Outro caso em que o subjuntivo pode ser utilizado é após conjunções, tais como unless 
(“a menos que”), until (“até”), whoever (“quem quer que”), wherever (“onde quer que”), etc. 
Observe os exemplos a seguir:
I shall not do it unless I be instructed.
(“Eu não deverei fazer isso a menos que eu seja instruído.”)
I won’t talk to him until he apologize me for having done that.
(“Eu não falarei com ele até que ele peça desculpas por ter feito aquilo.”)
 
Whoever he be, he shall not go unpunished.
(“Quem quer que ele seja, não deveria ficar impune.”)
O presente do subjuntivo é, às vezes, encontrado em uma oração principal com a força de um 
desejo ou um imperativo da terceira pessoa e tais formas podem ser analisadas alternativamente, 
inclusive como imperativos. 
 Isso é muito comum atualmente em frases prontas, tais como God bless you (Bless you), que 
significa “Deus te abençoe”, “Que Deus te abençoe”, dita quando alguém espirra, por exemplo. 
Veja outros casos:
15
God save the Queen.
(“Deus salve a Rainha.”)
Heaven forbid!
(“Deus me livre!”)
Peace be with you.
(“Que a paz esteja com você.”) 
Truth be told.
(“Que a verdade seja dita.”)
So be it.
(“Que assim seja.”)
 
Long live the Queen!
(“Viva a Rainha!”) 
Past Subjunctive 
O subjuntivo passado existe como uma forma distinta apenas para o verbo to be. Veja, nos 
exemplos a seguir, as diferenças entre o passado do indicativo e o passado do subjuntivo para 
esse verbo:
Past Subjunctive: 
(if) I were 
(if) you were 
(if) he were
(if) she were
(if) it were 
(if) we were
(if) you were
(if) they were
Past Indicative: 
I was
You were
He was
She was 
It was 
We were
You were 
They were
Podemos dizer que ele é usado basicamente para as orações condicionais (Conditional 
Sentences). Veja os exemplos a seguir:
Indicative:
I insist that he is here. 
(“Eu insisto que ele está aqui.”) 
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Unidade: The Subjunctive Mood
*Uma afirmação para o fato de que “ele está aqui”, ou seja, você insiste em dizer que 
“ele está aqui”.
Subjunctive:
I insist that he be here 
(“Eu insisto que ele esteja aqui.”)
*Uma exigência para que “ele esteja aqui”, ou seja, uma condição que deve ser realizada.
If I were a badger, I would choose that color.
(“Se eu fosse um pincel, escolheria aquela cor.”)
 
He would let us know if he were planning to arrive late.
(“Ele nos avisaria se estivesse planejando chegar tarde.”) 
Vale ressaltar que a forma indicativa was pode ser igualmente usada nas orações desse tipo, 
mas were é, preferencialmente, usado em inglês formal. Veja os exemplos anteriores, tendo a 
forma do subjuntivo substituída pelo modo indicativo:
If I was a badger, I would choose that color.
(“Se eu fosse um pincel, escolheria aquela cor.”)
 
He would let us know if he was planning to arrive late.
(“Ele nos avisaria se estivesse planejando chegar tarde.”) 
Você deve atentar, no entanto, para a seguinte informação: quando der preferência para 
a forma invertida, sem o emprego da conjunção if, não é possível usar o was. Veja os 
exemplos a seguir:
Were he you, he wouldn’t forgive her. *Inversion
= If he were you, he wouldn’t forgive her.
(“Fosse ele você, não a perdoaria.”)
Were I you, I would stay here. *Inversion
= If I were you, I would stay here.
(“Fosse eu você, ficaria aqui.”)
 
É muito comum utilizar o past subjunctive após suppose (“supor”), as if (“como se”), as 
though (“como se”) e unless (“a menos que”).
Suppose that I were there now.
(“Suponha que eu estivesse lá agora.”) 
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She acts as if she were the manager of the bank.
(“Ela age como se fosse a gerente do banco.”)
 
She looks as though she were going to kill him.
(“Ela está parecendo como se estivesse indo matá-lo.”)
He wouldn’t go unless he were missing her a lot.
(“Ele não iria a menos que estivesse sentindo muita falta dela.”)
Outros casos em que o past subjunctive é bastante usado:
I wish he were here now.
(“Queria que ele estivesse aqui.”)
If only the door were unlocked.
(“Se ao menos a porta estivesse destrancada.”)
I would rather she were released.
(“Preferiria que ela fosse liberada.”)
No entanto, também é possível usar o present subjunctive no lugar do past subjunctive no 
último exemplo dado. Teríamos: I would rather she be released.
De acordo com o Random House College Dictionary, embora o modo subjuntivo were pareça 
estar desaparecendo do discurso de muitos falantes, seu uso é ainda uma marca que mostra um 
elevado nível de instrução por parte de quem usa.
Inversion
Certos subjuntivos também podem ser distintos dos indicativos pela possibilidade da inversão 
(inversion) com o sujeito. Veja os casos a seguir:
Had I sung = If I had sung
(“Tivesse eu cantado”) = (“Se eu tivesse cantado”)
Had she seen him = If she had seen him
(“Tivesse ela o visto”) = (“Se ela o tivesse visto”)
Had he written = If he had written
(“Tivesse ele escrito”) = (“Se ele tivesse escrito”)
Um uso bastante comum da inversão pode ser observado em May God bless you (“Que 
Deus te abençoe”), mas há outros casos em que ela acontece. Veja os exemplos a seguir:
 
18
Unidade: The Subjunctive Mood
Inversion with “should”: 
Should you feel hungry, please open the cupboard and get some crackers.
= If you (should) feel hungry, please open the cupboard and get some crackers. 
(“Se você sentir fome, por favor, abra o armário da cozinha e pegue algumas bolachas.”)
 
Inversion with “were” as Simple Past Subjunctive: 
Were you here, I’d tell you the truth.
= If you were here, I’d tell you the truth.
(“Se você estivesse aqui, eu lhe diria a verdade.”)
 
Inversion with “were” in compound forms: 
Were he to shoot, he would regret later.
= If he were to shoot, he would regret later.
= If he shot, he would regret later.
(“Se ele atirasse, se arrependeria mais tarde.”)
Inversion equivalent to “no matter”:
Be they friend or foe.
= No matter whether they be friend or foe
(“Sejam eles amigos ou inimigos.”) 
Be he alive or be he dead.
= No matter whether he be alive or dead.
(“Esteja ele vivo ou morto.”)
Inversion equivalent to “even if”:
Be it ever so humble, there’s no place like home. 
= Even if it be so humble, there’s no place like home.
(“Mesmo que seja humilde, não há nenhum lugar como o lar.”)
Agora que estudamos o modo subjuntivo, devemos treinar sempre essas estruturas, pois, 
como são complexas, acabam ficando esquecidas na memória. 
Lembre-se de consultar sempre o Material Complementar para ampliar seus conhecimentos 
sobre os tópicos estudados e voltar às explicações na Unidade toda vez que ficar em dúvida 
sobre algo. 
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Material Complementar
Seguem algumas dicas de leitura e consulta para você aprimorar seus estudos sobre a estrutura 
estudada na unidade: 
O Dicionário Oxford Escolar Para Estudantes Brasileiros, com CD-ROM, para você tirar 
dúvidas dos significados das palavras e treinar a pronúncia também. Basta instalar o CD-ROM 
no seu computador!
A tão famosa gramática de Raymond Murphy, bastante útil para iniciantes, pois traz vários 
tópicos gramaticais importantes já estudados. Certamente, complementará seus conhecimentos 
acerca do idioma. Caso alguma informação não tenha ficado muito clara, recorra às explicações 
e exemplos do livro. Além disso, ao final das unidades, você encontrará uma série de exercícios 
com resposta. Assim, seu esquema de self-study ficará muito mais eficiente. 
Um livro bastante útil sobre os verbos em inglês é o 501 English Verbs. Apresenta os verbos 
conjugados em todos os modos: indicativo,imperativo e, inclusive, o subjuntivo, que foi o tema 
desta unidade. Vale a pena conferir!
E, finalmente, sites para treinar a pronúncia e tirar dúvidas sobre os mais variados tópicos 
gramaticais da Língua Inglesa. 
Aproveite todas as dicas sugeridas. Elas deixarão seus estudos muito mais completos.
Dicionário Oxford Escolar Para Estudantes Brasileiros.
MURPHY, Raymond. Essential grammar in use: a self-study reference and practice 
book for elementary students of English. 2ed. New York: University Press, 2007.
 BEYER JR, T.R. 501 English verbs. New York: Barron’s Educational Series, 1998.
 » http://www.onelook.com/ 
 » http://www.teclasap.com.br/ 
 » http://www.rachelsenglish.com/ 
http://www.onelook.com/
http://www.teclasap.com.br/ 
http://www.rachelsenglish.com/ 
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Unidade: The Subjunctive Mood
Referências
MCCARTHY, M.; CARTER, R. Cambridge grammar of English: a comprehensive guide. 
São Paulo: Cambridge do Brasil, 2006.
MURPHY, R. Essential grammar in use: a self-study reference and practice book for 
elementary students of English. 3.ed. Cambridge: Cambridge do Brasil, 2007.
Bibliografia Complementar
AZAR, B. S.; HAGEN, S. A. Understanding and using English grammar. 4.ed. Pearson 
/ Longman, 2009. Disponível em: http://ebookbrowse.com/understanding-and-using-english-
grammar-with-answer-key-and-audio579-pdf-d402536157 Acesso em: 
CRYSTAL, D.; SPRES St. M. Spell it out: the singular story of English. Profile editor. 
(e-book)
FERRO, J. Around the world: introdução à leitura em lingual inglesa. 2.ed. Curitiba: 
IBPEX, 2009. (e-book) 
LAPKOSKI, G.A.O. Do texto ao sentido: teoria e prática de leitura em língua inglesa. 
Curitiba: IBPEX, 2011. (e-book) 
SIQUEIRA, V.L. O verbo inglês: teoria e prática. São Paulo: Ática, 2007. (e-book)
21
Anotações
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Campus Liberdade
Rua Galvão Bueno, 868
CEP 01506-000
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Tel: (55 11) 3385-3000
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