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<p>.,</p><p>ABC DA ANALISE</p><p>DE SOLOS E FOLHAS</p><p>Editora Agronô111ica CERES Ltda</p><p>São Paulo, SP</p><p>ABC DA ANÁLISE DE SOLOS E FOLHAS</p><p>AMOSTRAG1ªM, INTERPRETAÇÃO E</p><p>SUGESTOES DE ADUBAÇAO</p><p>E. MALA VOLTA</p><p>CENTRO DE ENERGIA NUCLEAR NA AGRICULTURA</p><p>UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO</p><p>PIRACICABA, SÃO PAULO</p><p>1992</p><p>Editora Agronômica CERES Ltda</p><p>São Paulo, SP</p><p>CAPA: A lei da Ecologia e da fertilidade do solo - a lei do</p><p>1nínim0 de Liehig</p><p>COMPOSIÇÃO: Marcelo Martins Zomignani</p><p>Fone: (0192) 43.6849</p><p>CAMPINAS (SP)</p><p>Editado pela</p><p>Editora Agronômica CERES Ltda</p><p>R. Martim Francisco, 414</p><p>CEP 01226.000 - São Paulo SP</p><p>Edição_Ceres XL (62)</p><p>I S B N 85-318-0004-8</p><p>Dados Internacionais de Catalogaç-ão na Publicação (CIP)</p><p>(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)</p><p>92- 1994</p><p>Malavolta, E., 1926-</p><p>ABC da a~álise de s~los e folhas: amostragem,</p><p>interpretaçao e sugestoes de adubação/ E. Mala</p><p>volta. -- são Paulo: Agronômica Ceres, 1992.</p><p>1. Diagnóstico foliar 2. Solos - Análise - Brasil</p><p>I. Titulo.</p><p>CDD- 631.49B1</p><p>lndlcea par11 catálogo slaternátlco:</p><p>l, Bra&il : Solp& ; Análi&e 631,4981</p><p>2, Solo& ; Bra&il I A~•li&o 6~1.4981</p><p>DIREITOS RESERVADOS</p><p>IMPRESSO NO BRASIL</p><p>É PROÍBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL, POR QUAISQUER</p><p>MEIOS DE REPRODUÇÃO, -SEM AUTORIZAÇÃO ESCRITA DO AlJfOR E</p><p>EDITORA</p><p>Apresentação</p><p>A credito que as primeiras análises de terra para fins de</p><p>recomendação de adubação foram feitas no In stituto Agronômico de</p><p>~ampinas (IAC) . No fim do século passado D. Pedro II trouxe da</p><p>Austria o sábio F. W. Dafert que foi o primeiro diretor do</p><p>Agronômico. Em um dos seus estudos., "Estrumes artificiaes na</p><p>cultura do café", depois de indicar várias fórmulas gerais, Dafert</p><p>escreveu (respeitada a ortografia) "Em caso de u1na composição</p><p>anormal do solo (falta unilateral de seus c01nponentes, etc. ) será</p><p>preciso 1nod~ficar as formulas supra reproduzidas. Convém, sempre</p><p>que houver motivo de acreditar-se na presença du,na tal an-omalía</p><p>( cafezais velhos, terrenos exgottados por cultura de canna, etc)</p><p>mandar mnostras das respectivas terras ao Instituto Agronô1nico</p><p>que as analisará e que fornecerá aos lavradores as informações a</p><p>respeito." Ainda é atual a nota do roâa-pé: "Cha1na1nos nesta</p><p>ocasião a attenção dos lavradores para o facto que taes analises</p><p>exigem bastante tempo e trabalho e que por isso deve1n ter um pouco</p><p>de paciência, enquanto o pessoal do Instituto só conta tres chimicos.</p><p>Entrarmn nos ultimas mezes perto de 200 mnostras no laboratorio e</p><p>houve fazendeiros que já depois de 3 dias reclamarmn o resultado!"</p><p>Cerca de 60 anos depois começou-se a faz·er análises 1e</p><p>folhas para avaliação do estCJ;do nutricional, também co1n o cafeeiro.</p><p>A iniciativa foi devida a pesquisadores do IBEC Research lnstifute</p><p>que, 1nediante convênio, instalaram o laboratório no IAC:</p><p>Mais de meio século, portanto, separa o início_ das análises</p><p>de terra do começo das análises de folha.</p><p>M_uita água passou sob a ponte.</p><p>Multiplicaram- se as pesq·uisas e os laboratórios, tanto os</p><p>oficiais quanto os pnrticulnres para fazer as análises.</p><p>1=-01·a111 obtiLtos fJt1t.i1·ões f'n ,·n ns n11nlises de te1·1·a e pa1·a as</p><p>a,111 l ises de _fol /1a q 1,e pe1·11,z it i,, .fnz e,·-se 1·eco1-11 end ações d e adubação,</p><p>avaliação do estado 111,t1·icionnl dns 111nis dive,·sns cultu1·as e ajuste</p><p>110s p1·og,·n111ns de adi,bação.</p><p>O ng,·icu 1 to,· pode, pois, i, til izn.1·-se d as d i, as .f e1·1·n1nen tns,</p><p>as a11álises d e solo e n de _f'o/l1n. Desse 111odo _fa1·á n calage1n</p><p>e1np1·egando a dose ce1·ta de co1·1·etivo ou n gessn.ge1n, se indicada.</p><p>Aplica1·á a. c7ua.ntidade de 111.nc1·0 o·u 111ic1·on·ut1·ientes exigida pela</p><p>cultu1·a, ne111 1n.ais e ne1n 1nenos .. 1e1·á po1· isso u,n.a possibilidade</p><p>1naio1· de obte1· o espe1·ndo e 1ne1·ecido l·uc1·0 do seu es_fo1·ço.</p><p>Este liv1·in ho, esc1·ito de ,nodo 1n.ais si1nples possível</p><p>destina-se a ajuda1· o n.g1·iculto1~ o extencio11ista e os técnicos de</p><p>modo ge1·al a colhe1· 1n.elho1· as a1n.ost1·as de te1·1·a e de .folhas,</p><p>inte1·p1·eta1· os 1·esultados e usá-los na p1·ática. C1·íticas e sugestões</p><p>se,·ão bem 1·ecebidas.</p><p>Piracicaba, 13 de Agosto de 1992.</p><p>E. Malavolta</p><p>" IND ICE</p><p>,</p><p>CAPITULO I - SOLO • • • • • • • • • • • • • • • • ... 09</p><p>,,</p><p>1. O QUE E E PARA QUE SERVE • • • • • • • • • • • • • 09</p><p>,,</p><p>2. COMO SE FAZ A ANALISE • • • • • • • • • • • • • • 10</p><p>3. COMO SE FAZ A AMOSTRAGEM • • • • • • • • • • • 15</p><p>3.1. O que é gleba homogênea ou uniforme • • • • • • • 15</p><p>3.1.1. Solo propriamente dito • • • • • • • • • • • • • 16</p><p>3.1.2. Cultura • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 17</p><p>3.1.2.1. Ct1lturas temporárias • • • • • • • • • • • • 18</p><p>3.1.2.2. Culturas perenes • • • • • • • • • • • • • • 18</p><p>3.2. Amostra simples e composta, subamostra e amostra. 18</p><p>3.3. Formulário • • • • • • .. • • • • • • • • • • • • • • • 19</p><p>3.4. Antes da semeadura, reform,1 ou plantio de</p><p>qualquer cultura • • • • .. • • • • • • t ' ' ' t t t t • 21</p><p>3.5. Soqueiras de cana • • .. • • • • • • ·• • • • • • • • • 25</p><p>3.5.1. Espaçamento tradicional (1,30 - 1,40 m) • • • • 27</p><p>3.5.1.1. Depois do primeiro ·corte • • • • • • • • • 27</p><p>3.5.1.2. Depois dos de~ais cortes • • • • • • • • • 27</p><p>3.5.2. Espaçamento de 0,9 - 1,1 m • • • • • • • • • • 30</p><p>3.5.2.1. Depois do primeiro corte· • • • • • • • • • 30</p><p>3.5.2.2. Depois dos demais cortes • • • • • • • • • .30</p><p>3.6. Geral • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • 30</p><p>3,7, Perenes formadas • • • • • • • • • t • • • • • • • • 32</p><p>3,7,1, Cafeeiro • • • • • • ' t • • • • • • • • • • • • • 34</p><p>" ' 3,7,1,1. Epocfl • • • ' • • • . t • • • • • • • • • ' • 34</p><p>3,7,1,2, Local , • • ' • • • • ' • ' • ' • • • • • ' • 34</p><p>3,7,1,3, Profundid ,lde • • • • t ' • • • • • • • • • • 34</p><p>3.7,1,4, Número • , • • • • • • • • • • • • • • • • 34</p><p>3, 7.2, Outras culturas perenes • • • ~ • • • • • • • • • 34</p><p>3.7,3. Geral • • , , • ' t • • • • • ' • • ' • • • ' • • 35</p><p>4. COMO INTERPRETAR OS RESULTADOS ,,</p><p>OU O QUE DIZEM OS NUMEROS ..... • • • . . . 35</p><p>5. COMO USAR OS RESULTADO DAS ANÁLISES ... 48</p><p>5.1. Cana-planta • • • • • • • • • • • • • • • • • •</p><p>5.2. Citrus em produção • • • • • • • • • • • • • •</p><p>. . . 48</p><p>. . . 53</p><p>6. FECHO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56</p><p>,,</p><p>7. ALGUMAS TABELAS UTEIS • • • • • • • • • •</p><p>7.1. Conversão de formas de macronutrientes • • •</p><p>7.2. Transt"ormação do teor do elemento no adubo</p><p>. . . 58</p><p>. . . 58.</p><p>em quantidade de fertilizante . . . . . . . . . . . . . . 59</p><p>7.3. Cálculo de t"órmulas de ad·ubós · . . . . . . . . . . . 59</p><p>. .</p><p>7.4. Distribuição de adubos e ·espaçamento . . . . . . . . 66</p><p>. . .</p><p>CAPÍTULO .2-- FOLHAS . , , .. , . , . . . . . . . . . . 71</p><p>-1. INTRODUÇAO ... • • • • • • • • • • • • • • • • . . . 71</p><p>2. AMOSTRAGEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 76</p><p>-3. INTERPRETAÇAO .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 85</p><p>4. uso . . . . . . . . . . . • • • • . . . . . . . . . . . . . 99</p><p>4,1. Culturas temporárias • • • • . . . . . . . . . . . . . 99</p><p>4,2. Culturas perenes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101</p><p>S. LITERATURA CONSULTADA , ........ . • • • 110</p><p>CAPÍTULO 3 • SUGESTÕES GERAIS</p><p>Í>E A~UBAÇÁO . , , . , . ,. , ~ . .- . . . . . , . . . . . 111</p><p>R~lação dos Laboratórios de Análise de Solos . . . . . ~ . 115 .</p><p>;'</p><p>CAPITULO I</p><p>SOLO</p><p>1. O QUE É E PARA QUE SERVE</p><p>As J)la11t ,1s 11cccss it ,1111 JJar,1 viver t1111a lis ta de 21 cle1ne11tos :</p><p>Orgâ 11icos : ca rl)o110 (C), l1idrogê11io (H), e oxigê11io (O)</p><p>Mi11cr,1i s :</p><p>• 111acro11t1tric11tcs - 11itrogê11io (N), fósforo (P),</p><p>}JOtáss io (K), cálcic.) (Ca), 111ag11ésio (Mg), e11xofre</p><p>(S)</p><p>• 111icro11utric11tcs - l1oro (B), cloro (CI), cobalto (Co ),</p><p>cobre (Ct1), ferro (Fc), 111a11ga11ês (M11), 1nolibdê11io</p><p>(Mo), 11íquel (Ni), selê11io (Se), silício (Si), sódio</p><p>(Na) e zi11eo (Z11).</p><p>· Os ·c1c111c11tos õrgâ11icos 11ao devc111 ser objeto de preocupação,</p><p>pois o ar e a ágt1a· os for11e_ce111. Os 111i11erais vê1n do solo e, qua11do o</p><p>solo 11.ão é capaz de for11eçê-los_</p><p>= + . 01.,</p><p>_ 4,0 O</p><p>- 4 + 0, 7 X 1 0 =</p><p>= ::~ X 100 = 85%</p><p>V%• O,?.-\~ 100 • 10%</p><p>6,7</p><p>Co1110 ,, prática di, gessi1ge1,1 ai11da 11ão está be111 estudada qua11to</p><p>- 62 -</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>a da calage111, 11ão se dispõe de t11na equação gerada pela pesquisa que</p><p>per111ita , co111 base 11a a11álise do solo e1n profu11didade calcula-se a dose</p><p>de gesso a t1sa r. Há vários critérios qtt1e, e11tre ta11to, pode1n ser usados.</p><p>U 111 deles é o segui11te:</p><p>(1) a gessé1ge111 é feit,1 qt1a11do a a111os tra de solo 11a profu11didade</p><p>de 21-40 ot1 26-50 c111 111ostrar que:</p><p>• a satt1ração e111 alu111í11io é 1naior que 20%, ou;</p><p>• a participação do Ca r1a CTC efetiva for 1ne11or que</p><p>60%; a partici1Jação do Ca 11a CTC efetiva é dada</p><p>JJclo cálculo:</p><p>meq Ca/. 3</p><p>Ca% CTCe = 110º cm x 100</p><p>meq AI+ K + Ca + Mg11 OOcm3</p><p>(2) cada 111eq de AI a 11et1tralizar 11a profu11didade de 21-40 ou</p><p>25-60 c111 exige 2,5 to11elad:as de gesso por hectare.</p><p>(3) a dose de gesso a usar é dada pela equação:</p><p>n.g. = (0,6 CTCe - meq Ca/100 cm3</p><p>) x 2,5 ou,</p><p>n.g. = (meq Al/100 cm3</p><p>- 0,2 x CTCe) x 2,5 onde,</p><p>n.g. = necessidade de gesso por ha.</p><p>No caso presc11te a saturação e111 Al é de 85%, 111aior que a</p><p>tolerada, porta11to. A partici1lação do Ca 11a CTC é a segui11te:</p><p>CTCe = 0,05 (K) + 0,5 (Ca) + O, 15 (Mg) + 4,0 (AI)</p><p>= 4, 7 meq/100 cm3</p><p>Ca% CTCe = ~:; x 100 = 10,6"' 11%</p><p>"Cabe", porta11to, ~1 gessage111. A dose a l1sar será:</p><p>n.g. = (0,6 x 4, 7 - 0,5) x 2,5 = 5,8 t/ha ou,</p><p>n.g. = (4 - 0,2 x 4,7) x 2,5 = 7,6 t/ha</p><p>Deve-se preferir a dose 111e11or.</p><p>5.2. Citrus e1n prodttção</p><p>Si1JlfJ)eccu os segt1i11tcs dndos:</p><p>- 53-</p><p>Solo</p><p>pH ................. 4,9</p><p>P (µg/c1113 ) . . . . . . . . . . . . .15</p><p>K 111eq/l OOc1113</p><p>. . . • . . . . . . O, 15</p><p>Ca • • • • • • • • • • • • • • • .. 3,00</p><p>.1 ,5</p><p>.5,0</p><p>Mg . . . . . . . . . . . . . . . .</p><p>H + AI . . . . . . . . . . . . . .</p><p>CTC 1neq/ l 00 c1113</p><p>. . • . . . . .</p><p>S ou SB . . . . . . . . . . . . .</p><p>. 9,6</p><p>.4,6</p><p>V % . . . . . . . . . • • • . . . . . 48%</p><p>A reco1ne11dação oficial 11ara a adt1bação dos citrt1s c111 prodt1ção 110</p><p>Estado de São Paulo está 11a Tabela 9.</p><p>Os segt1i11tes passos deve1n ser dados:</p><p>(1) fazer u111a esti111ativa da co ll1eita pote11cial 111t1ltiplica11do o 11ú111ero</p><p>de caixas de 40,8 Kg por pla11ta pelo 11ú111ero de pla11tas por l1ectare;</p><p>st1po1tl1a-se por exe111plo, qt1e se trate de u111 po111ar de Pêra/li1não</p><p>cravo e, que cada pla11ta possa dar 4 caixas l1ave11do 21 O pés por</p><p>l1ectare;</p><p>4 x 21 O= 840 caixas de 40,8 Kg/ha</p><p>(2) a dose de N 11ão depe11de da a11álise de solo; 11a Tabela 6, colu11a</p><p>da esquerda, e11tra-se 11a li11l1a "Ot1tras lara11jas e Taití"; e111 baixo</p><p>de N(2) e11co11tra-se o 11ú111ero</p><p>150 g por caixa</p><p>será 11ccessário aplicar, pois,</p><p>840 x 150 = 126.000 gramas ou</p><p>126 Kg de N/ha</p><p>(3) o t.eor de P é 15, qt1e se e11co11tra 11a faixa 7 - 15 da Tabela 6;</p><p>c111baixo dele acl1a-sc</p><p>1e111-se, e11lão</p><p>840 x 60 = 50.400 gramas ou 50 Kg P20s/ha</p><p>(4) o teor de K do sc>lo é 0,15 111eq/lOOc1113 o qt1al está 11a faixa</p><p>0,08 - 0,15 da tabela 6; a dose de K20 é</p><p>120g K20/calxa;</p><p>o total a a11licilr scrii, e111 1 lia,</p><p>- 54 -</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>840 x 120 = 1 00. 800 gramas ou</p><p>1 00 kg K20/ha</p><p>(5) as doses totais são, porta11to,</p><p>126 Kg N</p><p>50 Kg P20s e</p><p>1 00 Kg K20 por hectare;</p><p>(6)essas doses, c11treta11to são divididas e111 3aplicações o que dá,</p><p>para cada 11111a dcl,1s,</p><p>126/3= 42 Kg N</p><p>50/3 = 17 KgP20s e</p><p>1 00/3 = 33 Kg K20</p><p>(7) os 3 c.lc111e11tos guarda111 a pro1)orção</p><p>2,4:1 :1,3</p><p>obtida dividi11do-sc</p><p>42 por 17 e 42 por 33;</p><p>eslar?io 11a relação 1111111a fór111ula cot\1</p><p>15-6-8</p><p>(8) c111prcga 11do-sc essa f ór111t1la, cada a1)licação será de</p><p>1000:150::x42</p><p>x =</p><p>1</p><p>.O~~;</p><p>42</p><p>= 280 Kg/ ha</p><p>(9) co111 e111 c,,d,1 l1,1 l1,i 21 O }lia 11t(1s essa dose deve-se ser</p><p>dividid~1 por esse 11ú111ero</p><p>~~~ = 1,33 Kg ou 1.333 g/pé</p><p>11,1s dL1,1s ,11)lic1,çõcs rcsl1111tcs devo-se repe tir essa qt1a11tidade</p><p>(10) cilric11lld P205 11i1 11ri111cir11 ~•11lic,1ção jL111to co111 113 da</p><p>dsc ll1tl de N e de K20;1111s d1111s él}Jlicações segui11tes</p><p>i,s,tri11 flJlC1111s N e K20; ,,esse caso a pri111eira aplicação</p><p>scri,1 de</p><p>42 Kg N 60 Kg P20s e 33 Kg K20</p><p>-55-</p><p>Solo</p><p>-os ele111e11tos e 11co11tra111-se 11a J)rOJ)orçao</p><p>0,8:1 :1,3</p><p>qt1e pode ser e11co11trada, J)Or exc.111plo, 11a fó r111t1la</p><p>8:10:13;</p><p>dose por ha seria</p><p>1.000:80: :x:42</p><p>1.000.t 42 525 K /I</p><p>X =</p><p>80</p><p>= g 1a Oll</p><p>525 -, 5 K ,</p><p>210=-, gporpe</p><p>as duas aplicações resta11les scria111 de</p><p>42 Kg N e 33 Kg de K20</p><p>o que correspo11de, t1sa11do-se a fór111ula,</p><p>15:0:20, a</p><p>1.000: 150::x.42</p><p>= 1 . 000 X 42 = 280 K /h X</p><p>150</p><p>g a OU</p><p>~~~ = 1.333 g/pé</p><p>Aceita-se geral1nc11le qt1e a calagc111 para cit,·1.,s e111 produção</p><p>deve ser feita para ati11gir V%=70%. Aco11t.ecc, c11treta11to, que o cultivo</p><p>e a grade leve 11ão i11cor1)ora111 o calcário abaixo de 10 c111. Ad111iti11do</p><p>que se e1111Jrcguc .t1111 Cétlcário co111 90% de PRNT te111-se:</p><p>9,6 (70 - 48) O 5 2 5 1 , . /h n. e. =</p><p>90</p><p>x , = , t ca cario a</p><p>Neste caso, 1)ort,111l011dc i, i>roft111did,,de de. 0-10 c111.</p><p>6. FECHO</p><p>Co11vé111 lc111br,,r sc1111)re q\1e:</p><p>(1) ,1 ,,dul>,ação cc>111eç1, c111 ,\ 1,1,iílisc de terr,1, co11ti11t1a co111 a</p><p>correção d;, acidez e tc r111i11ft cc>11111 111>lic1,ção dc) ,1dt1bo. E qttc,</p><p>(2) ,, ,,11,ilisc de tcrr,, c</p><p>g de P correspondem a 1 meq de P03</p><p>4</p><p>;</p><p>Por regra de 3 tc111-se:</p><p>0,01032:1 ::0,0006:x</p><p>1 X 0,0006 -3</p><p>X= 0101032 = 0,058 meq de P0</p><p>4</p><p>11oo cm3</p><p>Há laboratórios q11e dão os teores de l)Otássio 110 solo e111 partes</p><p>por 111ill1ão o q11e corres1)011dc, por exe111plo, a 111g de K por Kg já que</p><p>e1n 1 Kg J1á 1 111ilJ1ão de 111g. Qt1a11tos 111eq/ lOO c1113 de K te111 11111 solo</p><p>qtte aJJresc11lou 60 pJlll1 de K? Sttpo11l1a- se que de11sidade apare11te do</p><p>solo seja 1,3. Sabe-se q11c:</p><p>d = dc11sidadc</p><p>p</p><p>d= - onde,</p><p>V</p><p>P = JlCS c111 gr,1111as V = vol11111e e111 c1113</p><p>Os 100 c1113 dcvc111 JlCS,ar:</p><p>- 68 -</p><p>1,3 = 1 ~o</p><p>p:a130 gramas</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>Nesse peso 11,í :</p><p>1 .000:60:: 130:x</p><p>60 X 130</p><p>x = 1.000 = 7,8 mg de K</p><p>De acordo co111 a Ta bela 7, 1 1neq de K corrcspo11de a</p><p>0 ,0390 g de K = 39 mg de K</p><p>7.2. Transformação do teor do elemento no adubo em</p><p>quantidade de fertilizante</p><p>A Tabela 11 dá os teores de e le111e11tos 110s pri11cipais adubos e</p><p>os fatores qt1c deve111 111t1lti1)lica r a dose desejada para se ter o peso de</p><p>adubo a aplicar. Ad1nita-se qtte se 11cccssita for11ecer 120 Kg de N, 60</p><p>Kg de P20s e 120 Kg de K20 t1sa11do st1lfato de a1nô11io, superfosfato</p><p>triplo e cloreto de potássio.</p><p>Será 11ecessá rio t1sar:</p><p>s11lfato de a111ô11io - 120 x 5 = 600 Kg</p><p>super triJJlo - 60 x 2,27 = 136 Kg</p><p>cloreto de potássio - 120 x 1,67 = 200 Kg</p><p>7.3. Cálculo de fórmulas de adubos</p><p>A Tabela 12 ajt1da a calct1lar as qua11tidades de adubos que deve1n</p><p>ser 111isturadas para se ter 1 to11elada de fór111ula.</p><p>Co1110 preparar 1 to11cl,1d,1 de 12-6-12 11sa11do-sc</p><p>s11lfato de a111ô11io co111 20% de N</p><p>superfosfato t.ri1)lo co111 44% de P20s e</p><p>cloreto de l)Otássio co111 60% de K20 ?</p><p>12-6-12 qt1er dizer q11e a f(Sr11111l,1 tc111</p><p>12% de N ( o }lri 111ei r() 11ú111ero)</p><p>6% de P20s ( () segt111do 11ú111ero) e</p><p>12% de K20 ( o tcrcci1·() 11ú111ero)</p><p>Prc t1r,1-sc 11,1 co lt111,1 d,a cs 44 2,27</p><p>St1s1Je11são 6:30:0 30 3,33</p><p>St1s1Jc11são 10:30:0 30 3,33</p><p>Tcr1110 f os f1• t.c.> 18 5,55</p><p>Ft>s111;,g 18 5,55</p><p>(1) P20~ solúvel cm ácido cítrico n 2%, relnçfi(l 1;100,</p><p>- 60 -</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>Tabela 11. Fatores de co11versão do teor de ele1nento 110 adubo em</p><p>qua11tidade de fcrti liz.a 11t.e. ( co11tinuação)</p><p>% do Fator de</p><p>Elc1ne11to Adubo ele1ne11to Multipli-</p><p>-caçao</p><p>Cloreto de potássio 60 1,67 ,,,--...</p><p>o Nitrato de potássio 46 2,17</p><p>N</p><p>~ Salitre potássico 14 7,14 .....__,,</p><p>o Sulfato de potássio 50 2,00 ·-VJ Sulf. de potássio e VJ</p><p>'~ , .</p><p>22 4,54 ...... 111ag11es 10 o</p><p>c::i..c .</p><p>.</p><p>Fari11ha de ossos 25 4,00</p><p>Fosfato 11atural 25 4,00</p><p>,,,--... . 30 3,33 ~</p><p>u F. parcial1ne11te acidulado 25 4,00 .....__,,</p><p>o Gesso 20 5,00 ·-u - superfosfato si111ples 20 5,00 '~ u sttperfosfato triplo 10 10,00</p><p>Fos1nag 18 5 5.5</p><p>'</p><p>,</p><p>,,,--... Oxido de 1nag11ési o 50 2,00</p><p>01)</p><p>Nitrato de 1nag11ésio 10 · :E 10,00 .....__,,</p><p>Sulfato de 1nag11ésio 10 10,00 o .</p><p>Sulfato dttplo de postássio e ·-VJ</p><p>'º , .</p><p>11 = 111ag11es10 9,09 OI)</p><p>Ter1nofosfato ~ 9 11,11</p><p>~ Fos111ag 3,5 28,57</p><p>•</p><p>Fosfato parcial111e11te aciidt1lado 6 16,70</p><p>Gesso 17 6,00 ,,,--...</p><p>St1lfato de a111ô11io 24 V'J 4,16 ..._,</p><p>o Sulf. de 111ag11ésio 16 6,25</p><p>e!:: Sul f. de potássio 18 5,55 o</p><p>~ Sul f. de llotássio e 111i1g11ésio 22 4,50 = UJ S11perfosfato ~i111pl es 12 8,33</p><p>Fos111ag 11 9,09</p><p>-61-</p><p>1</p><p>~</p><p>1</p><p>Tabela 12. Tabela para calcular quilos de adubos necessários para fazer uma tonelada de mistura.</p><p>Porcenta- Porcentagem do elemento no adubo</p><p>gemdo</p><p>elemento 6 8 12 14 16 18 20 27 30 45 46 48 50 60</p><p>na mistura</p><p>1 167 125 88 72 63 56 50 38 34 23 ?? 21 20 17 _,_,</p><p>.., 333 250 167 143 125 111 100 75 66 45 44 42 40 33</p><p>_,</p><p>3 500 375 250 215 188 167 150 112 100 67 66 62 60 50</p><p>4 667 500 333 286 250 222 200 150 134 90 88 83 80 67</p><p>5 833 625 417 357 313 278 250 186 167 112 109 104 100 83</p><p>6 1000 750 soo 429 375 333 300 223 200 134 131 125 120 100</p><p>7 875 583 500 438 389 350 260 234 156 152 146 140 117</p><p>8 1000 667 572 soo 444 400 297 267 178 174 167 160 133</p><p>9</p><p>.</p><p>750 200 196 188 180 150</p><p>643 563 500 450 334 300</p><p>10 833 714 625 556 500 370 334 223 220 208 200 167</p><p>11 917 786 688 611 550 410 367 245 240 229 220 183</p><p>12 1000 857 750 667 600 445 400 267 261 250 240 200</p><p>13 929 813 722 650 482 434 290 283 271 260 217</p><p>14 1000 875 778 700 520 467 312 305 292 280 233</p><p>15 938 833 750 556 500 334 327 313 300 250</p><p>16 1000 889 800 593 534 356 348 334 320 267</p><p>(J)</p><p>o -o</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>deve-se })Or isso tISélr 600Kg de st1l f,1to de a1nô11io. Rcpcti11do-sc o</p><p>1)rocedi111e11to 1),lré1 12 (% de K20 11a fór111 t1la) e 60 (% de K20 110 cloreto</p><p>de J)Otássio) e 11co11tra-se 2()0 qt1ilos de cloreto 11a 1nistura. O 11ú1nero</p><p>44, % de P20s 110 st1pe rt ri I)lo 11ão está 11a Ta bela 9 011de o 1nais próxi1no</p><p>é 45. No c ruza111e11to da l1()rizo11tal qt1c sa i de 6 co1n a vertical que desce</p><p>de 45 acl1a-se o 11ú111cro 134 qt1e levaria a u111 Jlequc110 e rro. Pode-se</p><p>1Joré111 calct1lar a qt1a11tid,1de certa de s ttJJertri1llo por regra de 3 i11versa :</p><p>44: 134:: 45:x</p><p>X= 134 X 45 = 137 Kg</p><p>44</p><p>A fór11111la ser,í co111posta de</p><p>sulfato de a111ô11io - 600 Kg</p><p>st11Jertri1Jlo - 137</p><p>cloreto de (JOtássio - 200</p><p>so111a - 937 Kg</p><p>Para 1.000 Kg falta1i1, pois</p><p>1000</p><p>937</p><p>63 Kg</p><p>Esses 63 Kg que falta111 para fecl1ar a fór1nula pode111 e11trar co1no</p><p>carga ou c11cl1i111e11to: calcário, gesso, torta, etc.</p><p>Outro exe111plo: preparar 1 to11elada de 20-5-20 usa11do-se</p><p>fosfato dia111ô11ico (DAP)</p><p>,.</p><p>t1re1a . . . . . . . . . -. .</p><p>• • • • .18% de N e 44%</p><p>. .... 45% de N</p><p>cloreto de }Jotássio . . . . . . . . .60% de 1otássio) correspo11de111 167 Kg de clc.lreto de 1>otâssio. É claro que,</p><p>1>ar11 ter o dobro de K20 111, 111islt1ra, te111-so qlte usar 2 vezes essa</p><p>q ua 11tidi1dc</p><p>-63-</p><p>Solo</p><p>167 x 2 = 334 de cloreto de potássio</p><p>A fór111t1l,1 deve ter 5% de P20s for11ccid()S 1-,e lo DAP qt1e possui</p><p>44% de fósforo: a Tabela 12 dá o 11ú111cro 45 1)róx i1110 de 44, ao qual</p><p>correspo11de111 112 Kg do adt1bo. Por regra de 3 i11vcrsa vc111:</p><p>44: 112: :45:x</p><p>x = 112 x 45 = 114 Kg de DAP</p><p>44</p><p>O DAP ( de acordo co111 a. Tabela 8 te111 18% de N). Essa qua11-</p><p>tidadc calculada para for11ecer P20s te111, porta11to:</p><p>100:18::114:x</p><p>x = 20 Kg de N</p><p>Co1no a fón11t1la deve ter 20% de N, ou seja, 200 Kg/to11elada, falta111</p><p>200</p><p>-20</p><p>180 Kg de N</p><p>por to11elada ou 18% de N. A colt111a da esquerda da Tabela 12 ter111i11a e111</p><p>16. A horizo11tal 9ue sai desse valor cruza a vertical</p><p>baixada de 45 ( = % de</p><p>N 11a uréia) 110 11ú1nero 356. Por regra de 3 te111-se:</p><p>16:356:: 18:x</p><p>356 X 18 400 K d , . x =</p><p>16</p><p>= g e ureia</p><p>A 1nistura será, porta11to, feita de</p><p>, .</p><p>ureia</p><p>DAP</p><p>Cloreto ~e potássio</p><p>s01na</p><p>Para fecl1ar a fór111L1la falt;1ri;1111, pois</p><p>1000</p><p>-848</p><p>152 ~g</p><p>400Kg</p><p>114 Kg</p><p>334 Kg</p><p>848 Kg</p><p>o que é c11chi111e11to de111s1siado. OL1s1is as OJlções? Pode-se te11tar o ltso</p><p>de 11ítrato de a1nô11io co111 33% de N e111 vez de 11réia. A Tabela 12 11ão</p><p>dá 18% (co1no se viu) e 11e111 33%. Dá o 11ú111ero 9, 111etade de 18 e 30%</p><p>-64-</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>qt1c cst,í J)e rto de 33. O cn1z.1 111e11to l1a bitt1al correspo11de a 30() Kg. Te1n-se,</p><p>poré111, qi1e t1sar o dobro ot1 sej;1,</p><p>600 Kg</p><p>Usa11do a regra de J i11versa vc 111</p><p>30:600::33:x</p><p>600 x 33 . 660 K d . t d " . X= -</p><p>30</p><p>= g e nitra o e amon10</p><p>A fór111ula 20-5-20 seria e11tão co1111)osta de</p><p>11itrato de a111ô11io</p><p>DAP</p><p>cloreto de potássio</p><p>So111a</p><p>660 Kg</p><p>114 Kg</p><p>334 Kg</p><p>1108 Kg</p><p>Por co11segt1i11te "estourou". E agora? U111 pouco de álgebra ajuda</p><p>a resolver o proble111a. Te111-sc qtte usar 2 adubos 11itroge11ados e1n vez</p><p>de 1. Faze11clo uréia = x e sulfato de a111ô11io = y te111-se que os 2 ju11tos</p><p>deve111 cobrir a difere11ça.</p><p>1.000 Kg = peso desejado</p><p>- (114 + = peso de DAP</p><p>334) = JJeso de cloreto de potássio,</p><p>por1éltll0,</p><p>•</p><p>OU SCJa:</p><p>1 . 000 - ( 11 4 + 334) = 1 . 000 - 448 = 552 Kg</p><p>X+ y = 552 (1)</p><p>Esses 552 Kg dos dois ,1dt1bos deve111 for11ecer 180 Kg de N, isto é,</p><p>X X 0,45 + Y X 0,20 = 180 (2)</p><p>011dc 0,45 e 0,20 corrcs1lo11dc111 élOS teores JlCrcet1tt1ais de N 11a uréia e 110</p><p>sulfalt) de ,1111ô11io, rcs1Jcctiv111,1c11tc,</p><p>45 20 -:roõ • 0,45 e 100 • 0,20</p><p>Na cqta,,çno (1) lira -se os vnlor·es de K:</p><p>- 65 -</p><p>Solo</p><p>X= 552 - y</p><p>qt1c é st1bstitt1ído 11a eqt1ação (2)</p><p>(552 - y) X 0,45 + y X 0,20 = 180</p><p>248 - 0,45y + 0,20y = 180</p><p>-0,45y + 0,20y :;= 180 - 248</p><p>-0,25y = -68</p><p>0,25y = 68</p><p>y =</p><p>68</p><p>= 272 Kg de sulfato de amônia</p><p>0,25</p><p>substitui11do o valor de y 11a eqt1ação (1) ve111</p><p>X+ 272 = 552</p><p>X= 552 - 272</p><p>x = 280 Kg de uréia</p><p>A co111posição de 20-5-20 será, porl'a11to,</p><p>, .</p><p>ureia</p><p>sulfa to de a111ô11io</p><p>DAP</p><p>cloreto de J)Olássio</p><p>So1na</p><p>280 Kg</p><p>272Kg</p><p>114 Kg</p><p>334 Kg</p><p>1000 Kg</p><p>7.4. Distribuição de adubos e espaçamento</p><p>A T,1 bela 13 ajt1d,1 11,1 detcr111i11ação da qt1a11tidade de adubo a</p><p>aplic,1r 11as cultt1ras pla11tadas c111 li11l1a.</p><p>Seja o caso da ca 11a de ,tçúca r l) la 11t,1da 110 espaça 111e11to</p><p>lradicio11al de 1,30 111 de qt1,1l deve receber 800 Kg/l1a da fór111ula</p><p>5-20-15 110 sulco de pla11tio: })rocura-se 11a colt111a "Qt1ilos de adt1bo por</p><p>l1cclarc" a dose a ,lJ)lic,1r, ou seja 800: Tira11do-sc t1111a l1orizo11tal ela</p><p>c11co11trará a vcrlícal baix,,da de 1,30 111 e111 1.040. E11tão cada 10 111 de</p><p>s ulco dcvc1n receber 1040 gr,1111,1s Oll 10.400 g JJOr 100 111. No caso da</p><p>soq ucira 11 111cs111 cspaç,1111c11~0 o adttbo é distribttído e111 2 lados. Se,</p><p>por c,cc1J1pJ, f orcJJ) us,1dos 8()0 Kg de fór1nt1la 1 S-0-15, a dose de 1.040</p><p>gra1nas por J.(J 111elr</p><p>-</p><p>' a</p><p>,,,</p><p>CAPITUL02</p><p>FOLHAS</p><p>-1. INTRODUÇAO</p><p>Co1110 já foi visto, a adt1bação</p><p>co111eça co111 a a11álisc de solo,</p><p>co11tin ,,a co111 a correção d a ,1cidcz e</p><p>Jer111i11a qt1a11do se aplica o adt1bo.</p><p>Esta é, 11a verdade, a regra geral.</p><p>E11treta11lo, alé111 da a11álisc de solo pode-se - e deve-se - recorrer</p><p>a11alisc de folhas co1110 t1111a ferra111e11ta a 1nais para se fazer u1na</p><p>adt1bação adeqt1ada.</p><p>Co11vé111 deixar claro desde logo que a a11álise de folhas não</p><p>st1bstitt1i a a11álise de solo; a111bas se co1nple1ne11ta1n for11ecendo</p><p>i11for111ações 111ais úteis ao agricultor.</p><p>Por qt1c se a11alisa a f oll1a?</p><p>E11trc todos os órgãos da pla11ta-raiz, caule, ra1nos, folhas e frutos,</p><p>a folha é o que reflete 111ell1or o estado 11t1tricio11al, isto é, a folha é o</p><p>órgão que i11dica 111elhor se a ct1ltt1ra está be111 ot1 1nal ali111e11tada. U1na</p><p>J)la11ta bc111 ali111c11tada c111 111acro ot1 111icro11utrie11tes possui 11as suas</p><p>folhas todos os ele111e11tos e111 qua11tidades e proporções adequadas se11do</p><p>por isso ca1)az de dar produções altas e co111pe11sadoras do po11to de vista</p><p>eco11ô111ico. Por ot1tro lado t1111a pla11ta 111al ali1ne11tada e111 1nacro e</p><p>111icro11ulrie11tes terá 11as suas foll1as u1n ou 1nais ele1ne11tos e1n qua11-</p><p>tidades i11suficic11tes para dar coll1eitas altas e re1nu11eradoras. U1na</p><p>pla11ta J)Oderá ser 111al ali111e11tada se u111 ou 111ais ele111e11tos estiver</p><p>presc11tc 11as f oll1as e111 qua11tidades ou proporções excessivas ou tóxicas .</p><p>•</p><p>Foi visto que 110 caso da a11álise de solo a a1nostra de terra é levada</p><p>ao laboratório 011de os div.crsos 11t1trie11tes são extraídos co111 soluções</p><p>( ou por resi11a) qt1e proct1ra111 i111itar o que a raiz faz 110 ca111po. Os</p><p>11utric11tes são extraídos e depois a11al isados. Qt1a11do se faz a a11álise das</p><p>folhas a própria pla11ta ft111cio11a co1110 solução extratora 110 próprio</p><p>ca1111lo. Essas foll1as são levadas ao laboratório e aí a11alisadas: se a</p><p>a11álisc 1nostrar que o teor ot1 co11cc11tração de t1111 ele1ne11to está baixo</p><p>fic,t-sc sabc11do qt1e a falta do 111es1110 poderá estar co11dicio11a11do ql1e a</p><p>prodt1ção t,1111bé111 estej,1 baix,,. Se estiver 111l1ito alto Oll excessivo a</p><p>co.ll1eiti1 poder,i est,,r baixa llorqt1e o teor do ele111e11to é tóxico ou</p><p>provocou a fs1lta de ot1tro: assi111, llor exe111plo, l1111 excesso de potássio</p><p>-71-</p><p>Folhas ------------~:....:. _____________ _</p><p>(K) fa z co111 qt1e o teor de 111ag11ésio (Mg) di111i11u,t,</p><p>:::></p><p>o</p><p>o</p><p>a:</p><p>a..</p><p>Nível cr ít ico</p><p>infer ior</p><p>A</p><p>Faixa de</p><p>deficiência</p><p>Folhas</p><p>AI im entação de luxo</p><p>B</p><p>TEOR FOLIAR</p><p>• • • N 1vel cr1t1co</p><p>.</p><p>super ior</p><p>Toxidez ou</p><p>e . ' . desequ1l1br10</p><p>Figura 2. Relação geral entre teor foliar e produção.</p><p>E11tre o scg111e11to A e o B l1á t1111a faixa, geral111e11te estreita à qual</p><p>corrcspo11de a 111aior J)rodt1ção. Ess,1 faixa é cl1a111ada de</p><p>• 11ível crítico i11fcrior ot1</p><p>• teor li111iar ou</p><p>• teor adeqt1ado;</p><p>é defi11ida por dois 11ú111cros ct1jos valores serão vistos 111ais tarde. Se o teor</p><p>e11co11lrada 11a a11álise da folha estiver abaixo desses 11ú111eros a produção</p><p>estará li1nitada pela falta do ele111c11to. Se o teor coi11cidir isto sig1tifica qt1e</p><p>a pla11ta está be11111utrida pois o solo (011 ad11bo) fon1ece11-o e111 q11a11tidade</p><p>adequada.</p><p>E11tre o scg111e11lo B e o seg111c11to C, Jlor st1a vez, l1,i 11111a ot1tra</p><p>faixa cujo co1n1lri111c11to dcJJC11dc do cle111c11lo: llara 1111s co1110 o N, é</p><p>1naior; para outros, co111(> o boro (B) é 111,,is cst.reita. Ela é cl1,,111ada de</p><p>11ível crítico superior e t,1111bé111 é d,1d,1 Jl(>r 2 11ú111eros. Se ,l a11,ilise de</p><p>-74-</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>Í() l11,1 i11dica r teores J)róx i111()S () t1111é1iorcs (]ttc (>S</p><p>-</p><p>qua11do falta t1111 dado ele111e11to 110 solo e o adubo 11ão</p><p>o f o r 11 e c e , a p 1 a 11 t a p o d e 1n os t r a r s i 11 to 111 a s d e</p><p>deficiê11cia ott de fo1ne; qt1a11do isso aco11tece geral-</p><p>111e11te é 111uito tarde 1)ara corrigir 111edia11te a adttbação</p><p>e a coll1eita fica prejudic.ada; a a11álise da foll1a pode</p><p>ser feita a11tes qt1e o si11to111a apareça, qua11do a pla11ta</p><p>está ai 11da co111 "f o 111e esco11dida 11 11es te caso é e111 geral</p><p>possível fazer a correção 1nedia11te o e111prego do</p><p>adt1bo, seja 110 solo ott direta111e11te 11as foll1as; há casos</p><p>e1n qt1e os si11to1n,1s de falta ot1 excesso de dois ele111e11-</p><p>tos são 111t1ito parecidos o qttc difict1lta ot1 i111pos </p><p>sibilita 11 idc11tific,1ção visttal; é o que aco11tece, por</p><p>cxc111plo, COlll dois si11to111as lllltito COl\lllllS 118S lara11-</p><p>j c i ras, o s de f,alla de 111,a11ga11ês e de zi11co; a a11álise da</p><p>foll1a tira 11 dúvid,1;</p><p>- 75 -</p><p>Folhas</p><p>• • s 111t o111as causadl)S J)Or doe11ças e J)ra gas</p><p>às vezes dadas doe11ças, e 111es 1110 pragas , pode111 causar</p><p>s i11to111as parecidos co1n os de falta de u111 ot1 outro</p><p>11t1trie11te; a a11,ilise da foll1a per111ite fa zer o dia g11ós tico;</p><p>e111 se t.rata11do de defic iê11cia o teor deverá estar aba ixo</p><p>do 11ívcl crítico i11ferio r; e111 se trata11do, poré1n, de t1 111a</p><p>111oléstia ou de t1111a praga, deve-se e11co11trar teor ade</p><p>quado; u111 exe111plo é o .ataqt1e de P/1.on1a (ft111go) 110</p><p>cafeeiro que provoca si11to111as parec id os co 111 os</p><p>causados pela dcficiê11cia de boro (B).</p><p>2. AMOSTRAGEM</p><p>Co11vé111 repetir o q11e foi dito co111 respeito á a11álise de solo : "a</p><p>a11álise 11ão é 1nelhor que a a111ostra". Tradução: se a a111ostra de foll1a</p><p>11ão correspo11der à:</p><p>• folha adequada</p><p>,</p><p>• epoca certa</p><p>• 11ú1nero suficie11te</p><p>ela 11ão será represe11tativa e 11ão refletirá correta111e11te o estado 11utricio11al</p><p>da cultura.</p><p>Diz-se que a folha adequada é recé111 111adura. Isto porque 11as</p><p>folhas 11ovas e1n cresci111e11to, o teor do ele1ne11to é "diluído", isto é, fica</p><p>me11or. Nas folhas 111ais velhas ao co11trário, o teor do ele1ne11to te11de a</p><p>"conce11trar-se", isto é, a crescer.</p><p>Co11for1ne foi esclarecido,. ao se a11alisar a folha se faz u1na</p><p>co1nparação e11tre o teor do ele1ne11to 11a a1nostra e o teor do mesmo e1n</p><p>folhas padro11izadas. Padro11izadas qua11to ao tipo, época e 11ú111ero. Os</p><p>valores dos padrões fora1n geral1ne11te obtidos analisando-se folhas de</p><p>plantas alta1ne11te produtivas 11as quais qua11tidades e proporções dos</p><p>eleme11tos são considerados adequados: é que, se 11ão fosse1n adequados</p><p>tais pla11tas 11ão seria1n alta111e11te produtivas, para i11ício da co11versa.</p><p>Que são pla11tas alta1ne11te produtivas? São aquelas que dão colheitas</p><p>maiores que as 1nédias brasileiras de produtividade. Exe111plos: o re11-</p><p>di1ne11to 1nédio de 1nilho 110 Brasil ai11da por volta de 2.000 _Kg/ha; u1n</p><p>1nilharal da11do 8 1nil Kg por ha pode ser co11siderado co1no alta1ne11te</p><p>produtivo. E1n 1nédia o Brasil produz 9 sacas de café por ha: u1n cafezal</p><p>que dá 3.{) ou 40 sacas é alta1ne11te produtivo. A produtividade 1nédia da</p><p>ca11a é 70 to11eladas por ha, 1nédia de -~ cortes: u1n ca11avial que e1n 5</p><p>cortes deu 90 toneladas/ha pode ser co11siderado alta1ne11te produtivo.</p><p>Os po1nares brasileiros dão 400-500 caixas/ha de lara11ja: u111a</p><p>-76 -</p><p>A BC da Análise de Solos e Folhas</p><p>prodt1tivid:1de de 1.000-1.500 c,1ixas J)Ode ser co11s idcrada a]ta . E ass i1n</p><p>J)O r dia11t e.</p><p>Pé1ra fi11s de co111J),1ração te111-sc, pois qt1e a111os trar fo ]has do</p><p>111c.s1no 111odo qt,c se procedet1 co111 os padrões . Caso co11trário a</p><p>co1111)aração 11oderá leva r ,l rest1ltados errados .</p><p>A Tabela l 111os tra, p,1ra as 11ri11ci11ais ct1l tt1ras qt1al o tipo de folha ,</p><p>c111 qt1c éJ)oca e e111 qt1e. 11ú111ero dcve111 ser coll1idas para a a11á lise. As</p><p>Figuras 3 a 5 explica111 111ell1or o tipo de f oll1a que deve ser retirada. ·</p><p>Aco11tece às vezes que é 11ecessário fazer a a111ostrage111 fo ra1n da</p><p>época padro11izada. Nesse caso 11ão se pode usar os va lores já deter-</p><p>1ni11ados para fazer o julga111e11to ot1 i11terpretar os resultados ( co1no se</p><p>verá 111ais adia11te ). Esta s itt1,1ção ocorre qt1a11do aparece1n 110 ca1npo</p><p>_pla11tas 111e11os dese11volvidas ot1 co111 si11to111as (geral1ne11te 11a própria</p><p>folha) de a11or111alidade. Se isso aco11tecer deve-se fa zer o segui11te:</p><p>• ide11ti ficar J)la11tas "11or111a is",</p><p>• ide11tificar J)la11tas "a11or111ais" ,</p><p>• coll1er das J)l,111tas "11or111ais" foll1as tão parecidas</p><p>co111 aqt1elas qt1e de ve111 ser a111ostradas qua11to</p><p>possível,</p><p>• fazer o 111es1110 11as pla11tas "a11or111ais".</p><p>Os resultados da a11álise de fo Ilias das pla11tas "11or1nais" co11s</p><p>titue111 u111 "·padrão i11ter110" para se fazer a co1nparação: se as folhas das</p><p>pla11tas "a11or111ais" 111ostrarc111 teores 1nais baixos do ele111e11lo X co1t</p><p>clui-se que este está deficic11lc. Se, ao co11trário, o teor do ele1ne11to Y</p><p>estiver 1nais alto, a cat1sa da a11or111alidade poderá ser excesso ou toxidez</p><p>do 1nes1no.</p><p>Qua11,Jo se tratou da a111ostrage1n de solo foi esclarecido que ela</p><p>deve obedecer o co11ceito de áreas l10111ogê11eas. O 111es1110 co11ceito te1n</p><p>qt1c ser respeil'ado 11a a111ostrage111 de foll1as. E ai11da 111ais. Não se deve:</p><p>• 1nistt1rar foll1as de variedades difere11tes;</p><p>• 110 caso de cultt1ras pere11es e11xertadas 11ão se 111is</p><p>l t1rar foll1,1s de J>la11tas qtte te11l1a111 copa Oll porta</p><p>e11xer10 difere11tes;</p><p>• e1n 11e11l1t1111 c,lS() são 111islt1rad,1s foll1,1s de id,1dc</p><p>di ferc11te;</p><p>• e111 se lr,1t,111do de ct1Jlt1r,1s JJerc11es 11ão se pode</p><p>c oloc ,1r 11 ,1 111 cs111,, a111os lr,1 foll1a s d e ra1110s</p><p>prodtaliV(>S e Í()ll1,1s de r,tlll()S 11ão JJrodtttivos .</p><p>- 77 -</p><p>Folhas</p><p>Ta bela 1. Rcco1,1e1tdações l)ara a111ostragc111 oca Ti1>0 de foll1 a</p><p>-------------------------Cercais------------------------</p><p>Meio do</p><p>1>crfilha1,1c11 to</p><p>A1>areci111c11 to</p><p>do cabelo</p><p>Dois 111escs</p><p>depois da</p><p>se111cad11ra</p><p>Folha rccé111 111adt1ra q11 c</p><p>for111a "Y" c111 rela ção à folha</p><p>11ova e c11ros ta e</p><p>abaixo da es1>iQa</p><p>Pri111c ira foll1a rccé111</p><p>a111a d 11rccida</p><p>Nú111cro</p><p>de</p><p>foi lias i 1)</p><p>50</p><p>30</p><p>30</p><p>---------------------- Essê11ci as FI ores ta is -- ---- ---- -- ------ -- -- -</p><p>Eucalipto Verão - 011to110 Rccé111 111ad11ras, ra111 os . , .</p><p>J> fl 111 a fl OS</p><p>Pi11us Verão - 011to110 lde111</p><p>Seri11gucira Verã011ta,</p><p>la11ça111c11to rccé111</p><p>a111ad11rccido (verde), pla11tas</p><p>a 111cia s0111bra, q11atro folhas</p><p>1>or pla11ta, u1t1a de cada</p><p>0011to cardeal</p><p>Ca1·ceiro Verão - 011to110 JQ 01142 1>ar de 1·01has de ra1,10s</p><p>produtivos, à 1t1cia ai t11ra, u111a</p><p>foll1a de cada po11to cardeal ou</p><p>1 1>ar de cada lado do rc11011e</p><p>-- ------------------------ Fibrosas --------- -------- ---- ----</p><p>Algodoeiro I11ício ílores</p><p>ci111c11to</p><p>Li111bo de 1·01has adjacc11tcs a</p><p>"111acas"</p><p>-- -------- ---- ------------ Forra !!:eiras ----- -------------------</p><p>Gra111 í11cas</p><p>• cgu111111osas</p><p>Clll f!CraJ</p><p>-78-</p><p>. , .</p><p>llllClO</p><p>florcsci111c11lo</p><p>Pri111avcra -</p><p>Vcrãc.></p><p>l11 ícic.></p><p>tl orcsci111c11 lc.></p><p>Pla11ta i11tcira</p><p>, . '</p><p>ll1Cl10S ra IZCS)</p><p>Rccé111 111aduras ott toda a</p><p>1>artc aérea i"'1>ortc baixo</p><p>Rccé111 111adt1ras a rlc aérea ' t>orte baixo</p><p>40</p><p>40</p><p>40</p><p>40</p><p>40</p><p>30</p><p>30</p><p>30</p><p>30</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>T,t \)ela 1. Rcc0 de coll1 eita</p><p>-- -- -- --- ----- ---- ---- ---- Frlt t í [eras -- ---- ---- ---- ---- ---- ---</p><p>Abacax i V crã</p><p>co111 bordas da base 1>aral clas;</p><p>a11~lise da foll1a i11tcira ou da</p><p>uorcã o da base csbra11a11ica da</p><p>Ba11a11cira FI orcsc i111 c11 to Foll1a III (abaixo e 01>osta às</p><p>flores; 1> orção 111cd ia11a (1 O</p><p>.</p><p>c111 larg11ra verde</p><p>Ci tr11 s Verão 2ª fol l1a de1>ois do fr11to, t1111a</p><p>foll1a de cada vo11to cardeal</p><p>Macieira Pri111avera - l11tciras 11a 1>arte 111cdia11a de</p><p>Verão ra111os do a110</p><p>Ma111oeiro F I orcsci 111 lcta111c11tc</p><p>d ese11volv ida '1 i111bo ,</p><p>1'Aa11gueira Fl oresci111c11 to ? ª - 011 3ª 11,1 base da 1>a11íct1la</p><p>.</p><p>de llorcs</p><p>-------------------------- Horlalicas -------------------------</p><p>Alface For111ação da Folha cxtcr11a</p><p>Cabeça</p><p>T 0111a te iro Fl oresci111c11 to 4ª 1·01I1a a 1>artir da 1>011ta</p><p>ou 1º 1·r11 to</p><p>111a d tiro --</p><p>Nú111cro</p><p>de</p><p>foll1as '1</p><p>50</p><p>50</p><p>40</p><p>40</p><p>40</p><p>60</p><p>40</p><p>40</p><p>- -~-----~--~-----</p><p>~</p><p>-------------------------- Lcí!tt111i11osas de grãos -----------------------</p><p>Feijão l11ício lloração Pri111cira foll1a a111adt1rccida a 60</p><p>t>artir da 1>011ta .</p><p>Soja Fi111 do flores- ld,c111, 1>ecíolo cxclt1ído 60</p><p>c i111c11 to</p><p>- - - --~~~---~~----- - -- -</p><p>--- ---- -------------- ----- Saca ri 11a s ÓS . -g Cílll J 11 ,l Çíl O</p><p>(ca11a-J>la11la) o tt</p><p>brolar.ã011ta rccé1\1</p><p>111adt1r,1 1 'co1111>ccíolo</p><p>Porção 111cdia11,1 sc111 11ervt1ra</p><p>1>ri11ci 1>al d,1 t'oll1a + 3 (foll1r.i111ll1a co111 ,1 região</p><p>da i11scr</p><p>ta is são: B, Cl, Ct1, Fe, M11, Mo e Z11.</p><p>Macro q11er dizer g1·ande: esses ele111e11tos acha111 11a planta em</p><p>111aior proporção. Se11 teor é dado er11 porce11tage1n (% ).</p><p>Micro qt1er dizer pequeno: e11co11tra1n-se e1n 1neuor proporção e</p><p>o seu teor é dado e111 partes l)Or 111ilhão (pp111).</p><p>Tê111lo 110 caso dos 111acr co1110 110 dos 1nicro11utrie11tes os teores</p><p>( 011 co11ce11lrações, qltc é n 111es111n coisa) 1·efere111-se se111p,re à 1natéria</p><p>seca (111.s.) d,1 foll1a. Ol1 seja os teores são expressivos como uma</p><p>fração da foll1a seca 11,, estltfa a 70- 80ºC 011de perde pratica1neute</p><p>toda 11 t1111idi,dc.</p><p>-85-</p><p>Folhas</p><p>Exc1111)los:</p><p>( 1) Í()ll1,1s de c,1fcciro de ,ill él J)f );</p><p>qt1cr dizer qt1c c111 100 gra111 ,1s de foll1as cxistc111 3 gra1nas de</p><p>11itrogê11io; ,is 97 gr,1111,1s qt1c falt,1111 J)ar,1 co111J)lctar 100 são</p><p>co11s titt1ídas de</p><p>Ca rbo110 ( C) . . . . . . . . . . . . 40</p><p>Hidrogê11io (H) . . . . . . . . . .12</p><p>Oxigê11io (O) . . . . . . . . . . . .40</p><p>ot1tros 111acro11t1trie11t es + 111icro11t1trie11tcs - 5</p><p>(2) as 111es111as foll1as te111 60 111)111 de B, ot1 seja, cada Kg de f oll1a</p><p>seca co11té111 60 111iligra111as de boro; isto J)Orqt1e</p><p>1 Kg = 1.000.000 miligramas (mg)</p><p>Co1no tra11sfor111ar % c111 p1)111?</p><p>1 % = 1 g por 100 g</p><p>= 10 g por 1.000 g ou por Kg,</p><p>porta11to</p><p>= 10 X 1.000 = 10.000 pptl1</p><p>E11tão, se as folt1as de cafeeiro posst1e111 3% de N elas terão:</p><p>3 X 10.000 = 30.000 ppm N;</p><p>e11tão, para tra11sfon11ar teor % c111 PIJ111 basta multiplica1· por 10.000. Se,</p><p>ao co11trário, prete11de-se tra11sfor111ar pp111 e111 % te111-se qt1e dividir por</p><p>10.000. Assi111, 60 pp111 de B correspo11de111 a</p><p>60 / 10.000 = 0,006% de B</p><p>Os teores de 111acro e 111icro 11t1tric11tes são se111pre expressos 11a</p><p>for111a cle1ne11tar, N, P, K, B, Cu, Z11, etc.</p><p>"Co11tcúdo" 11ão é a 111es1na coisa que "teor" ot1 co11ce11tração. O</p><p>valor corres11011de11te ,10 co11teúdo de t1111 ele111e11to qualqt1er refere-se a</p><p>u1n órgão, p,1rte de t1111 órgão ot1 t1111a pla11ta i11teira. Assi111, teor ou</p><p>co11ce11tração de N ott B é dado e111 relação a 100 g ot1 a 1 Kg, res1)ec</p><p>tiva111e11tc. O co11teúdo desses ele111e11los seria ,1 qt1a11tidade deles exis</p><p>tc11lc e1n u1na f olt1a.</p><p>Co1110 se viu 11a a11álise de solo os teores dos ele111e11los correspo11-</p><p>dc1n às fonnas "dis11011íveis", isto é, for111a qt1e as J)la11las pode111 aproveitar</p><p>e tlão ao teor "total" dos 111es1110s. Assi111, 11or cxe111plo, se o teor de P</p><p>djspoa)ívcJ JlO solo for de 10 111icrogr,1111ns 11or ce11tí1,1etro Clíbico (~tg/c1113)</p><p>o ioor total seria possivc l1)1c11le 1 O vezes 1,1,1ior. No c,1s0 di,s ,111iilises de</p><p>folha , c11treta,1to, os teores sã sc11111rc os totais.</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>N t1111a 111cs 111;1 a I\l()St r,1 de solo o teor de dado ele111e11to, fósforo</p><p>11()f cxc1111)lo, J)()de1·á \1ariar de acordo co111 o extrator e111pregado: t11n</p><p>})()de e 1111111ú111c.ro qt1e a ide11tifica e o</p><p>qual , e111 geral, vai JJar,1 a 111c111ória de t1111co111pt1tador;</p><p>(2) sc.cage111 - caso vc11l1a ú111ida;</p><p>( 3) 111oagc111 - 11t1lvcri2S rcst1llé1dos, ,1gric11ltor, 011 o E11ge11l1eiro</p><p>Agrô11111 que o assist,1, ofici,11 ot1 11artic11lar111e11tc, deve verificar se os</p><p>111cs111os corrcsp11dc111 ,1l1 es1Jeré1d(). Ex11lic,111do 111ell1or: s111lo11l1,1 q11c</p><p>se trate S rcst1lt,1dos i11diqt1c111 t.corcs 111t1it.o llaixos de</p><p>K (potássi IJotássio, JJC)os 111étodos de detcr111i11ação</p><p>usados dificil111c11tc ,11J,1rccc c.</p><p>1,50-1,90 2,00-3 ,00</p><p>F óst'oro (P) cla 3. 111tcri) rctação dos s d ,lÔ()S de a11,ílisc: dt· fc, 111,1, 111a)</p><p>Class ifi l·açãgê11ic> (N) r (K) (C,t) l'rc (S) sas Nitrogê11ic> (N) r (P) (K) (Mg) f rll1,1, 1nacro11t1lric11tcs.</p><p>(C</p><p>Cobre Ferro Ma11ga11ês Molibdê11io Zinco</p><p>ficação 'B' i'cu·J 'Fe·, i'M11, (Mo 'Zn·J 1 1</p><p>. Ih- , ------------------------------ partes por 1111 ao I pp111, ------------------------------</p><p>---------------------------------------- Es ti 111u la 11tes ------ ---- ---- ---- ---- ---- --- --------- --</p><p>Baixo qLac se f,,z é scgt1i11tc:</p><p>J)l,t11ti - ,tJ)lic,,-sc 11é1rtc d o P20s o p,,rto O\l lc)do K20</p><p>ci)bcrtiaríl .. lll>lic,, .. so t> rost1i11tc cio N o rcsta11tc do 1lllro tor l>1\ixo de N O\l de l</p><p>falta for o fósforo 11ão se pode</p><p>pe11sar e1n cobertura, exceto 110 caso de cuituras 011de se faz a chegada</p><p>de terra: o raciocí11io é o 1nes1110 descrito para o N e o K20. Se c11treta11to,</p><p>a prática de cl1egada de terra 11ão foi i11dicada, o que se te111 a fazer é</p><p>au1ne11tar a dose de P20s pro1)orcio11al111e11te 110 pla11tio segui11te. Isto se</p><p>deve ao fato que o fósforo, ao co11trário do N e do K, é fixado 110 solo</p><p>de 1nodo que o seu uso e111 cobertura provavel111e11te 11ão levaria ao</p><p>objetivo de corrigir a deficiê11cia c11co11trada</p><p>Se o teor c11co11trado for o adequado, prossegue-se co1n o</p><p>progra111a de adubação.</p><p>Caso o teor seja 1naior que o ;1dequado di111i1111i-se a dose</p><p>p1ogra1nada para a coberl.tara de N e de K20 proporcio11al111c11tc ao</p><p>excesso. Se o teor estiver cxagerad,1111e11te ,1lto i11dica11do deseq11ilíbrio</p><p>ou toxídez o ele1ne11to deverá ser 0111itido 110 a110 segt1i11tc.</p><p>Sc111pre que 11eccssário, o ,tgricultor deverá Jlroc11rar o E1ige-</p><p>1Jheiro Agrô1101no que o ítj1Jd,1r1i 11a 10111,ada da decisão a reSJ)eito d,1</p><p>111odifícação 110 progra1ní1 de íldtib,1ção.</p><p>- 100 -</p><p>•</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>4.2. Culturas perenes</p><p>No caso : N = 0,30 x: 120 = 36 Kg/ lia</p><p>K20 = 0,20 x 96 = 20 Kg/11,l</p><p>•</p><p>P,tr,, fs,zer o ajltsle 110 11rogra111,\ de ad\1b~1ção te111-se que saber</p><p>qltais ,os 11ívcis 1tdeql1;1dos 11ãa 111le11,,s 0111 l1111 111ês 111as dura11te todo o</p><p>a1}0. E - i111lic{,r a, pri111eira dose de N e de K20 e todo</p><p>P20s</p><p>-101-</p><p>' ~</p><p>~</p><p>1</p><p>1</p><p>1</p><p>'</p><p>'</p><p>'</p><p>1</p><p>'</p><p>' '</p><p>'</p><p>Tabela 5. Recomendações de adubação para citros em produção, em função da análise de solo e folha(l)_</p><p>~2) Espécie ou P resi11a, µg/c1n3 K trocável, 1neq/ l OOc1n3</p><p>variedade '</p><p>0-6 7-15 16-40 >40 O - 0,07 0,08 - 0,16 - >0,30</p><p>. 0,15 0,30</p><p>g/caixa(3) ---------- P20s g/caixa(3) ---------- K20, g/caixa roa,tável.</p><p>No cafeeiro e111 11rod\1ção o raciocí11io ó o 111es1110, ape11as os</p><p>11ú111cros é q\ae v,,ri,1111. As doses roc{1111e11dadas pelo exti11to IBC achain-</p><p>- 103 -</p><p>1</p><p>., " •</p><p>~</p><p>1</p><p>•</p><p>Tabela 6. Teores foliares de macronutrientes e micronutrientes adequados para citros (l)_</p><p>.:: Elemento 1</p><p>.1 11</p><p>]</p><p>'</p><p>'</p><p>'•</p><p>N</p><p>' ' •</p><p>' p ,,</p><p>'</p><p>~, K</p><p>-</p><p>il Ca</p><p>,, Mg</p><p>!I s</p><p>Mês</p><p>.. ·-</p><p>Jan 11 M.ar 1 Mai 1 Jul 1 Set 1 Nov</p><p>----- -- ----- ------------------------ % -------- ---------------------------</p><p>2,40-2,60 2,40-2,60 2,40-2,60 2,20-2,40 2,00-2,50 2,30-2,60</p><p>o, 12-i0,1'6 0.,12-0, 17 0,11-0, 15 0,11-0,15 o, 12-0, 15 0,13-0,16</p><p>1.,18-1.,50 1 00-140 , ., 1,00-1,40 1,00-1,40 1,00-1,20 1,30-1,60</p><p>3.,00-4,00 3,50-4,00 4,50-5,00 3,00-4,00 3,00-4,50 4,00-4,50</p><p>0,30-0,40 0,25-0,30 0,20-0,25 0,20-0,30 0,25-0,30 0,30-0,35</p><p>-- ------------------------- o, ?0-0,25 ------------------------------</p><p>Elemento</p><p>B</p><p>Cu</p><p>Fe</p><p>Mn</p><p>Zn</p><p>Mês</p><p>Jan Mar Mai Jul Set N ov</p><p>----------------------------------- % ------------------------ -----------</p><p>60-110 60-140 80-120 60-100 60-120 60-120</p><p>------------------------------ 10-30 ------------------------------</p><p>150-300 130-300 250-400 150-3()0 200-300 150-300</p><p>------------------------------ ? 5-50 ------------------------------</p><p>------------------------------ 1 5-50 -------------- -------------- --</p><p>(l) Produção entre 1.200 e 1.400 caixas/ha. Folhas de ramos frutíferos do fluxo de primavera, 3 - 7 meses de idade (segunda folha depois</p><p>do fr,uto).</p><p>1</p><p>J</p><p>::r</p><p>~</p><p>(J)</p><p>ABC da Análise de ,Solos e Folhas</p><p>se 11a Tal)el,1 7, ad111iti11do-sc 2.000 C</p><p>11as qua11tidades e proporções exigidas</p><p>~ - . . - ~</p><p>tc111-sc qu'c ·· recorrcr aos aôu·bos -111i11crais ·e, qua11do viável t·éc11ica e</p><p>eco~10111ita111e11te~ a"ôs-a•dúbqs· orgâ1iicos.·</p><p>.</p><p>Os adi1bos dcvc1J1,_ JJois cob~i~ ~ difcre11ça· e11trc:</p><p>. . - . - - - - .</p><p>• qua11tidad~s exig-~das, pela c~ltura e</p><p>•</p><p>. . -</p><p>• qt1a~1ti_d_ades-qt1c o solo 11odc for11ecer</p><p>•</p><p>OU SCJa:</p><p>• adt1bo = ( cxigê11cia - fo·r11eci111e11to) x F, 011de Fé u111</p><p>Íé1tor 111ajor que 1,0 visto qt1e 11a prática a pla11ta 11ão</p><p>co11segt1e a1Jrovcitar de 100% do adt1bo aplicado</p><p>devido às IJcrdas _JJOr volatilização (caso do</p><p>11itrogê11io ), lavagc111 (11itrogê11io, 11otássio, e11xofre</p><p>e _ boro JJfit1ci11al111c11te), fixação (caso de fósforo e</p><p>dos 111icro11t1 I ric11tcs ).</p><p>Par,l s,1bcr qt1,111lo o solo é ca JJaZ de for11ecer, te111-se qtte recorrer</p><p>ã aiiálise quí111ica Clll qt1c os elc111c11t·os são extr,1ídos de l1111 111odo</p><p>seJ1iclltaJl"6 ito que ;1s ri1izes fazo111 110 ca111110 o dopais deter111i11ado~ 11as</p><p>suas qua11tídades,</p><p>A a11álisc d(l solo serve 1,i11d1,, 11nr,, se verificar se há acidez</p><p>superficial ou sL1bsu11erfici11l ,, qi111 l di fiot1ltt\ O\l i11111ede o cresci111e11to</p><p>das raiz~s fi1ze11du co111 qi1c ,, Cl1lt \1r1, 1111rov,oite 1111)rio solo, de se11volve111-se 111c11os e tor11a11do a</p><p>J)la11ta 111ais se11sívcl i1 seca. A acid cz de stlJJerfície se corrige co1n a</p><p>calage111 e acidez de s t1lJs t1perfície se corrige co111 a gessage111.</p><p>A a11álise de solo é i11diSJ)e 11síívcl para qt1c se tire o 1naior</p><p>proveito J)oss ível do adul,o aplicado e seja t1sada a fór111t1la certa 11a</p><p>qua11tidadc adcqt1ada:</p><p>• 110 pla11tio de cercais é ll1tlito COllllllll tlsa r-sc a</p><p>fr111t1la, 111e11os rica Clll fósforo e J)Otássio;</p><p>• 110s po111ares e111 produção é co111u111 t1sar-se a</p><p>fór11iula 12-6-12 ot1 20-5-20; o raciocí11io a11terior se</p><p>aJJlica; co111 o te111po o solo poderá e11riquecer-se e111</p><p>fósforo e potássio; 11esse caso dura11te u1na ou 111ais</p><p>safras é 111uito possível que se possa dispe11sar o t1so</p><p>do fósforo e c111pre_gar-sc 111e11os })Otássio; aqui</p><p>fa111bé111 a a11íílise do solo dirá co1110 proceder;</p><p>• de pouco ot1 11ada adia11ta adubar se o solo for 1nt1ito</p><p>ácido e 11ccessitar de correção· pela calagc111; para</p><p>saber se isso aco11tccc tc111-se que a11alisá-lo.</p><p>Vê-se, pois, qt1c a a11álisc de solo é i11dispe11sávcl para se adubar</p><p>be1n e tirar do adt1bo o 111aior lt1cro possível. O di11l1eiro e111pregado 11a</p><p>a11álise de solo deve ser co11siderado co1110 u111 i11vesti111e11to que pode</p><p>re11der anais qt1e qualqt1cr i11vcrsã do 111ercado fi11a11ceiro c111 ter111os</p><p>de ga11l1 11a produtividade, J>~lo t1so ad_cqt1ado de corretivos e de</p><p>adubos.</p><p>2. COMO SE FAZ A ANÁLISE</p><p>Na a11álisc de solo 11,i t1111a divEsão de traball10, a saber:</p><p>(1) o agricultr tira a a111os tra de terra qt1e re1)rcsc11la a glel>a;</p><p>(2) o labornlório a11alisa;</p><p>(3) e> E11gc11l1eiro Agrô11n10 (li às vezes o 1>ró11rio laboratório</p><p>ou agricullr) recl>111e11cla n ca lage111, n gossngo111 e n ndt1bnção</p><p>que qcvn ser feita.</p><p>A scquô11c in de> tral,nllto é II so,g,ainto:</p><p>- 10 -</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>~ agricu ltor</p><p>~ amostra</p><p>laboratório registro</p><p>preparo</p><p>extração</p><p>.__ ________ _,I labor~ .___ª_n_á-li-se-~ _ resultados . ----- -</p><p>Engº Agrº, laboratório,</p><p>agricultor interpretação</p><p>recomendações</p><p>Vê-se, pois, que o agricultor inicia o processo: sem amostra não</p><p>há análise e nem recomendação. E, obter uma amostra representativa é</p><p>sem dúvida a tarefa mais difícil. A responsabilidade do agricultor é por</p><p>isso muito grande. É a maior entre todas as fases da sequência.</p><p>Ninguém pode melhorar uma amostra de terra mal tirada. É por isso</p><p>que se diz que "a análise não é melhor que a amostra".</p><p>Os laboratórios empregam os melhores produtos químicos, usa1n</p><p>equipamento refinado, fazem registro, cálculos e boletins de resultados</p><p>através de computadores: se a amostra não for representativa 1nelhor</p><p>será não fazer ludo isso.</p><p>Que determinações são feitas no laboratório? Rotineiramente são</p><p>feitas as seguintes amílises:</p><p>(1) pH - é uma medida da acidez do solo;</p><p>em São Paulo o solo é tratauo por m,1u solução diluída</p><p>de cloreto de cálcio (CaCh) 0,01 M) o em seguida se</p><p>determina a concentração de íons de hidrogêÍlia (Ir)</p><p>na suspensão; outros lílboratórios \tsnm âg\1a destilada</p><p>cm lugar do cloreto de cnkio; qunndo se en1prega</p><p>CaCI2 os resultados são menores, em toruo de 0,6</p><p>unidades de pH; assim, por exemplo o pH 4,0 e1n</p><p>cloreto de cnlcio corresponde 11 4,6 em água;</p><p>(2) matériu orgânica - a matéria orgfiniça (lo solo é oxidada por</p><p>meio de ácido sulfúrico e outros reagentes: te1n-se</p><p>assim o teor de carbonu (C) que mulliplicadQ pelo</p><p>fator 1,72 dá a porçentagem de matéria orgâniça; o</p><p>- 11-</p><p>Solo</p><p>teor de 1naléria orgâ11ica ju11ta111e11le co1n o pH dão</p><p>u111a idéia da dispo11ibilidadc de 11itrogê11io (N) do</p><p>solo; de u111 111odo geral, dividi11do-se o teor de C por</p><p>20 tc111-sc o teor de N;</p><p>(3) fósforo disponível - c111 São Paulo t1sa-se o 1nétodo da resi11a</p><p>qt1c extrai o fósforo (P) dispo11ível; os resultados</p><p>aparccc111 c111 111icrogra111as por ce11tí1netro cúbico</p><p>(µg/c1n</p><p>3</p><p>); 110s outros &tados a extração do P é feita</p><p>por t1111a 111istura de ácidos clorídrico e sulfúrico; os</p><p>valores obtidos pelas soluções ácidas, são quase</p><p>se1nprc 111ais baixos, salvo se o solo recebeu adubação</p><p>co111 fosfato 11alural: a 111istura de ácidos dissolve o</p><p>fosfato 11atural da a111ostra de solo, "i11flacio11a11do" o</p><p>resultado, da11do teores 111ais altos que 11ão correspo11-</p><p>de111 ao P rcal1ne11te dispo11ívcl para a pla11ta;</p><p>( 4) potássio, cálcio e magnésio trocáveis - a resi11a extrai, ju11to</p><p>co111 o P, o potássio (K~), o cálcio (C1 +z) e o 111ag11ésio</p><p>(Mg+2</p><p>)·ciispo11íveis, cujos teores são expressos co1no</p><p>1nilieqt1ivale11tes por 100 c1n3 de solo; e1n outros Es</p><p>tados são usadas s·oiuções diluídas de ácidos ou sais;</p><p>( 5) acidez potencial ou H + AI (hidrogênio + alumínio) - o</p><p>abaixa111e11to do pH da solução ta1npão (SMP) 111ede</p><p>os teores dos dois cle111e11tos; pode ser usada ta111bé111</p><p>u1na solução de acetato de cálcio N co1n pH 7; os</p><p>teores são dados co1110 111iliequivale11les de W + AI+3</p><p>por 100 c1113 de solo;</p><p>(6) alumínio trocável - o teor de Al+3 trocável, expresso co1110</p><p>111ilicquivalc11tes/lOOc1113 de solo, é u111a i11dicação da</p><p>acidez; a extração é feita 111edia11tc cloreto de potássio</p><p>(KCl N).</p><p>As partíct1lps de solo (111atéria orgâ11ica + argila) tê111 cargas</p><p>11cgalivas (-) que alrae111 clc111c11tos co111. .carga de si11al co11trârio,</p><p>cátio11s (K+, ca+</p><p>2</p><p>, Mg+</p><p>2</p><p>e A1+3 1>ri11ci1lal111e11te). O. 11ú111ero dessas</p><p>cargas íllJl)lCl)tn COlll O pH. PQSS\lClll\ la1,1l>é111 ca,rgas J)OSitivns ( +) que</p><p>alrac,11 clc111c1ltos co1l1 cnrgn~ 11cgotivns çotll(l o fús(oro (H2P04 ·) e o</p><p>c11xofrc (S04-</p><p>2</p><p>); qt1n11lo 111nis boiXl> o 1>H (= 111nior acidez) t11nior o</p><p>11ú1•1cro dcssns çnrgn~. A fig\1rn 1 ó \1111n ro1>res911tnçi\o si111plificada.</p><p>A qun11tidnde do oorg1is 11ogn1 ivns ocu11ndns 1>or c1itio11s defi11e a</p><p>cn1>ncidndc do trocn on1iô11ion (lo·slo q\10 crosco co111 o teor do 111atéria</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>o rgâ 11ica e e.l a argila: é a CTC. A qt1a11tida</p><p>das foll1a s exige o co11l1eci1ne11to da</p><p>variação 110s teores Í O -Pro d u tiv idé1dc</p><p>sacas bcncf. /h,1 ------------------- Kg/ha --------------------</p><p>10</p><p>15</p><p>20</p><p>25</p><p>30</p><p>170</p><p>200</p><p>240</p><p>280</p><p>320</p><p>34</p><p>50</p><p>60</p><p>70</p><p>80</p><p>Tabela 8. Adubação do cat·eciro em função</p><p>da análise de solo.(IBC)</p><p>Fósforo (1) Potássio</p><p>ppm P no solo dose meq/100 g</p><p>10 zero > 0,30 zero</p><p>(1) P extraído pelo duplo ácido (Mel1lich)</p><p>-106 -</p><p>1</p><p>. ~</p><p>0</p><p>~</p><p>1</p><p>'</p><p>Tabela 9. Variação anual nos teores foliares do cafeeiro .</p><p>.</p><p>Mês</p><p>Elemento</p><p>Jan Mar Mai Jul Set Nov</p><p>------------------------------------------ --------- Po rcen ta ge 1n ------ --- --- -- ----- ----- - - - - - -------- -- - - - - - -- -- - -</p><p>.</p><p>N 2,80 - 3,10 2,60 - 3,10 2,80 - 3, 10 2,60 - 2,90 2,80 - 3,20 2,80 - 3,20</p><p>p 0,17-0,19 0,15 - 0,19 0,14-0,19 O, 12 - 0,16 0,14 - 0,16 0,16 - 0,19</p><p>K 2,20 - 2,50 1,90 - 2,40 2,00 - 2,40 1,50 - 1,90 ,, ?O - ? 50 ...,, ..., ..., , 2,40-3,10</p><p>.</p><p>Ca 1,00 - 1,30 1,50 - 1,80 1,20 - 1,80 1, 10 - 1,60 1,30 - 1,90 1,20 - 1,50</p><p>Mg 0,27 - 0,35 0,36 - 0,40 0,34 - 0,40 0,28 - 0,36 0,32 - 0,40 0,31 - 0,38</p><p>s 0,18 -0,23 0,21 - 0,24 0,18 - 0,21 o, 15 - 0,18 0,19 - 0,24 O, 16 - 0,23</p><p>-------------------------------------------------- Partes por 111ilhão --------------------------------------------------</p><p>B 50-90 60-80 50-70 40-70 50 - 60 50- 80</p><p>Cu ------------------------------ 1 O - 15 ------------------------------</p><p>Fe 120 - 200 110 - 300 200 - 400 250 - 300 250 - 350 120 - 250</p><p>Mn 100 - 150 100 - 200 110 - 180 110 - 250 170 - 240 70 - 200</p><p>Mo --------------------------- O, 1 O - O, 15 -------------------------- --</p><p>Zn 10-20 12- 20 10 -20 8 - 12 10 -18 10 - 15</p><p>h</p><p>CI)</p><p>o</p><p>fü-</p><p>h</p><p>::J</p><p>tl), -cn·</p><p>Q</p><p>(/)</p><p>a -a</p><p>(/)</p><p>J</p><p>s=</p><p>tl)</p><p>(/)</p><p>1</p><p>~</p><p>2</p><p>1</p><p>~</p><p>T-abela 10 - Sugestões de adubação para café ( 1 módulo) usando análise de solo e folha (1)</p><p>Mat. Org. % P µg/c1n3 K % CTC</p><p>Aplicação 4 20 4</p><p>--------------------------------------- kg/ha -- -----------------------------------------</p><p>N P20s K-,O -.</p><p>11 Fixa 20 20 20 20 10 o 30 20 10</p><p>21 Fixa 20 20 20 -- -- -- 30 20 10</p><p>•</p><p>31 Variável 30 20 20 -- -- -- 20 20 10</p><p>41 Variável 30 20 -- -- -- -- 20 -- --</p><p>Total 100 80 60 20 10 o 100 60 30</p><p>(1) P extraído pela resina - A dose de P205 poderá ser parcelada, se conveniente.</p><p>Mínimo de 1 módulo para produção menor ou igual a 10 sacas beneficáadas/ha e depois de recepa ou decote até 1,20 m.</p><p>Máximo de 4 módulos para produções iguais ou maiores que 40 sacas/ha.</p><p>A3ª e 4ª aplicações são variáveis e podem ser anuladas ou alteradas para mais ou menos de acôrdo com nova previsão de colheita, vegetação</p><p>e análise de folhas. Para N menor que 2,3% na folha, empregar 1,5 da dose, entre 2,3 e 3,0% apli car dose normal e acima de 3,0% cancelar</p><p>o N. Para o K menor que 1,5% aplicar 1,5 da dose, de 1,5% a 2,2% dose normal e mais que 2,2% não aplicar K.</p><p>Preparado em colaboração com o Eng. Agr. J. Peres Romero</p><p>~</p><p>~</p><p>ru</p><p>(/)</p><p>.</p><p>l</p><p>-.&.</p><p>~</p><p>1</p><p>Tabela 11 - Doses de macronutrientes secundários e de micro (1)</p><p>•</p><p>Mg % CTC S-S04 pp111 B pptn Z11 pp1n</p><p>Aplicação - 20 0,6 4</p><p>1</p><p>o</p><p>--</p><p>o</p><p>b</p><p>OJ o</p><p>fü-</p><p>)::.</p><p>::,</p><p>O), --. (/')</p><p>CD</p><p>Q</p><p>(b</p><p>(J)</p><p>o -a</p><p>(/')</p><p>CD</p><p>~</p><p>s=</p><p>tu</p><p>(/')</p><p>Folhas</p><p>5. LITERATURA CONSULTADA</p><p>GRUPO PAULISTA DE ADUBAÇÂO E CALAGEM PARA</p><p>CITRUS . 1990. Recomendações de adubação e</p><p>calagem para citrus no Estado de São Paulo. Laranja</p><p>(Cordeirópolis) 3.(11) : 14p. 12 tabs .</p><p>INSTITUTO BRASILEIRO DO CAFÉ. 1985. Cultura do Café</p><p>no Brasil - Manual de !Recomendações. 5ª ed. 1 nst. Sras.</p><p>do Café. Rio de Janeiro. 580 P.</p><p>MALAVOL TA, E.; G. C . VITTI & S .A. OLIVEIRA. 1989.</p><p>- 110 -</p><p>Avaliação do Estado Nutricional das Plantas - Princípios</p><p>e Aplicações. Associação Brasileira para Pesquisa da</p><p>Potassa e do Fosfato. Piracicaba. 201 p.</p><p>,,.</p><p>CAPITUL03</p><p>- - * SUGESTOES GERAIS DE ADUBAÇAO</p><p>As s t1ges tões 111í11i111as (Tal)c la 1) são t1111 111ód t1l (), C()11for111 e a</p><p>a11álise de solo. Adt1baÇ()es de 2 o t1 111ais 111ódt1los são st1 geridas de</p><p>acordo co 111 a idade, J)rodt1tividade, 111ai()rcs cxigê11cias 11t1tric io11ais da</p><p>ct1ltt1ra e J)ri11c i1Jal111c11te él difcre11ça 110 bc11cfício/ct1 sto .</p><p>A CXJ)criê11cia do })rÓJ)rio i11tercssado, bc111 co1110 a orie11tação</p><p>téc11ica-eco11ô111ica do E11gc11l1ciro Agrô1101110 local, dcvc111 ser co11sult</p><p>adas.</p><p>No caso de solos co111 teor a lt () de P e K (Pa e Ka) J)rovavel111e11te</p><p>a adt1bação 11ão será lt1crativa, faze11c.io-se a1)e11as co1110 restituição para</p><p>111a11ter a fertilidade, se for })Ossíve!.</p><p>A reciclage111 de toda 111atéria orgâ11ica dispo11ível , deve ser feita,</p><p>es1)ecial111e11te, 11as áreas 111ais J)()bres da 1)ro1)riedadc.</p><p>No caso de J)la11tio de 1)ere11es, 1)ast,1ge11s, ca1)i11eiras e florestais ,</p><p>JJode-se t1sar alé111 d,1s corretivas 11ccessárias, s0111e11te o P20s co11tido</p><p>110s adt1bos si1111)les, co1110 o stt})Crfosfato 11a dose 111édia de 500 Kg/ha,</p><p>dc1Jc11dc11do da a11álisc.</p><p>Cobertt1ras 11ilroge11adas (111í11i1110 de 40 Kg N/l1a) deve111 ser</p><p>feitas e111 ct1lluras le111porárias, exceto soja (lcgu111i11osas).</p><p>Classificação das pri11ciJJ,1is ct1ltt1ras:</p><p>A - Pla11tio de perc11cs, soja, a111e11doi111, feijão e1n solos de</p><p>111ell1or fertilidade.</p><p>B - Mes111as ct1ltt1ras de A, c111 solos 11ão corrigidos ot1 pobres e111</p><p>geral.</p><p>C - Pla11t io algodão, 111il l1(> e ot1 tros cerca is, l1ortaliças, ca11a</p><p>J)l,111t a, florestais e or11,1111c11tais.</p><p>D - Col,ertt1r,t c111 citr</p><p>ca11,1-soc,1, etc. Essas ct1ltt1ras pode111 dis1)e11sar o</p><p>P20s e111 C: • >: • :-: ,: ':.:.:.:. :-: •:.:' :-:-: ': •: •: •: • :-: . : . : . : . : . : . : . : . : . : . : ':.:. :-: • :-: •:';,:.;,:. :-: •: •:': •: • :-: . : . :-:-:.' . 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' . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.•.·.·.· ·.·.·.·.•,· ·.·.·.·.·.·.-.·.·.·.•.•········· .·.·.· •.·.·.· ·.•.·.·.·.·. ·.•.·.·.·,· ·,· . ·.•,•.·,· ·.·.· ·.•.• ····· ·······. ·.· ...... •. ·.•.·.·.-.·.•.•.·.·.·.·.•.•.•.·.·.· ......... ·.· ·.·.• ·.•.•.·.·.· .......... •,•.•.• ·.·.•.·.•.•.•.•.··········· ·.·.·. ·.•.•.·.· ·.· ·.· ·.·.·.·.·.·</p><p>Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e</p><p>Fruticultura</p><p>EMBRAPNCNPMF</p><p>,</p><p>LABORATORIO CONFERTIL IND. COM .</p><p>DE FERTILIZANTES</p><p>Comissão Executiva do Plano da Lavoura</p><p>Cacaueira -</p><p>CEPLAC/CEPEC</p><p>,</p><p>LABORATORIO BARFERTIL - Bahia Fer</p><p>tilizantes Ltda.</p><p>,</p><p>LABORATORIO MUTIFERTIL FERTILIZAN</p><p>TES LTDA.</p><p>Empresa de Pesquisa Agropecuária da Bahia</p><p>-EPABA</p><p>Laboratório de Análise e Controle de</p><p>Qualidade - LAQUA'S</p><p>Universidade Estadual da Bahia- UNEB -</p><p>F acuidade de Agronomia do Médio São Fran</p><p>cisco - FAMESF</p><p>Rua Embrapa s/n - Caixa Postal, 7 - Fone</p><p>{075) 7211210 - Telex 75.2074 - CEP 44380,</p><p>Cruz das Almas</p><p>R dos Pontos, s/n - Sítio N.S. da Conceicão -</p><p>~</p><p>CEP 44350 - Governador Mangabeira</p><p>Km 22 Rodovia llhéus/ltabuna - Caixa Postal,</p><p>7 - Fone (073) 214.3258 - Telex 73.2157 -</p><p>CEP 45.600, ltabuna</p><p>Rod BA 502 km 02 - Caixa Postal 396 - Centro</p><p>Industrial Subaé - CEP 44.100 - Fone (075)</p><p>221 .3267 - Telex 752343 -Feira de Santana</p><p>Rod. BR 324 Km 89 - Conceição do Jacuípe</p><p>- CEP : 44.245. Fone: (075) 243-2220 -</p><p>Telex:752443</p><p>UEP Barreiras, Km 15 Rodovia Bar</p><p>r eiras/S.Desidério - Caixa Postal 024 - Fone</p><p>(recado) (073) 811.1540 - CEP 47.800, Bar-</p><p>• reiras</p><p>Rua dos Bandeirantes, 68 - 19 andar -</p><p>(Matatú) - Salvador - Fone (071) 233.3304 -</p><p>CEP 40.000</p><p>Av. Edgard Chastinet s/n (São Geraldo) -</p><p>[Fones (075) 811.2362 - 811 .2248 - CEP</p><p>48.500, Juazeiro</p><p>... · ,• ................ · .......................... ,• ......... ·.• ............ ' ........... ' ........................................ •, .. · ......... •,• ..... · ... •,•,. •'• .. · .... '•'• ... •, .. •, ............ •, · ... ·, •, •, •, •, •, '• · .. • .•....... • .... • ................. ' •' ,·.' .. . . .'-. ' . 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" ." .. ,,, .............. •. ,,,.,,, .. ,, .,,, , .. ....... , . ........... . .. , ........... .... .. .... .. .. ... ..... ... . , .............. ............ ........................ .. .,. ....... , ....................... ...... .... .... .</p><p>UFC- Centro de Cíênclas Agrárias Av. Mister Hull s/nQ Caixa Postal 354 • For-</p><p>1aleza</p><p>RAIS - Recursos, Análises e Investigações de Av. da Universidade, 1985 • Bairro Benfica -</p><p>Solos Ltda. Fortaleza</p><p>DENOCS / 2º Delegacia Regional R . dos Tabajaras, 11 • Fortaleza</p><p>115</p><p>Sugestões Gerais de Adubação</p><p>CENTRO NACIONAL DE PESQUISA DE</p><p>HOSTALIÇAS/EMBRAPA</p><p>SOLOQUÍMICA-ANÁLISE DE SOLO LTDA.</p><p>BOLSA DE MERCADORIA</p><p>LABORATÓRIO RAFAEL AMBRÓSIO</p><p>LABORATÓRIO DE ANÁLISES QUÍMICAS</p><p>DO SOLO - EMCAPA</p><p>LABORATÓRIO DE SOLOS -EMCAPA</p><p>DF 180 (antiga DF-3) Km 11 - Caixa Postal</p><p>07-0218 - Fazenda Tamanduá - CEP 70.359</p><p>- Fones 556-5011 /556-5611 - Responsável:</p><p>Rui Rezende Fontes</p><p>CRS 511 - Bloco "B" - Entrada 49 - CEP</p><p>70.361 - Fone (061) 242-5166 - Brasília -</p><p>Responsável: Paulo Cesar Vasconcelos Fur</p><p>tado</p><p>SAIN - Parque Rural -Ed. CEPA - CEP 70.760</p><p>Fone (061) 274-6280 - Responsável: Jordalino</p><p>D. Mazzon</p><p>Centro Agropecuário da Unive rs id ade</p><p>Federal do ES - COUFES - CEP 29.500 -</p><p>Fone (027) 552 .1389 -Alegre</p><p>Caixa Postal, 62 - CEP 29.900 - Fones (027)</p><p>264 -2977/ 264-2763 - Linhares</p><p>Responsável: Antonio Fulim</p><p>Faz. Experimental de Venda Nova do Imi</p><p>grante CEP 29.375 - Fone (027) 248.1182-</p><p>Venda Nova do Imigrante</p><p>········· ·· ···· ················ ················· ······ ······· ·· ·· ·· ········· ·· · ····· ·· ·········· · ·· ··· ·········· ···· ············· · ·········· ························ ·· · ·. · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · · · · · · · · ·· ·· · · · · ·· -· · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · -· · · ·· · · · ·. · · · · · · · · · · · · · ··· · · · · · ·· ·· · · · · · ···········ao· · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·. · · · ·· · · -· · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · · · · · · · · ·· · ·. · · · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · · · · · · · · · ·· ·•:-:♦:-:-:•: •:•:-:❖:•:-:-: •:•: •:•:·:-:-:•: • :•:-:-:•:•:•:•:-:•: -:-:-:-:•: •:• :•: -:•:-:•: •:-:- :-:-:•:•:•:•:-:-:.:-:-:-:-:• :•:•:•:•:•:• :•: • :•: • :•:• :•: . ·. . •. •:•:•:•:•:•:-:-:-:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:-:-:-:•:•:•:-:•:-:•:•:•:•:•:-:•:•:-:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:-:•:•:•:•:•:·:•:•:•:•:•:•: -:•:•:•:-•. ······· ··· ···· · ···· ············· ······· · ·· · ········ ····· ·· ······ ···· ···· · ······· ·· ·· · ······ ·· ··········· ····· ··················· ············· · ···•,• · ~=-:•:-:.:•:•:•:•:•:•:•:•:•·•:•:•:•:•: ♦:- : •:-: •:•:-:• :•:• :•:•:•: •:•:•'.·'. •'.•'.•:•:•:•:•:•:-:•: -:- : •:•:•:•:•:•:•:•'.·'.•'.•'.•:•:-:-:-:•:•: •:-: • :•:•:•:•:-:• :•. •.•:• .•:• : · .-:::,.-:•. • :-:- : - : •:-:-:•:•:•:•: • : -:,:-:-:•:•: • :•:•:•:•:-:-:, :•:-:-:•:•:•:· :•:• : •:•:•:•:•: •:•:• :• : •:•:•:•:•: • :•:•:•:-:•: •:•:•:•:•:•:•:-:,:- : ,:•:-:•:•:•:• :•:•.·'.·</p><p>ESCOLA AGROTÉCNICA DE RIO VERDE</p><p>FUNDAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE</p><p>RIO VERDE</p><p>ESCOLA DE AGRONOMIA DE ITUMBIARA</p><p>- FUNDAÇÃO DE ENSINO DE ITUMBIARA</p><p>FUNDAÇÃO INTEGRADA DE ENSINO SU</p><p>PERIOR - FIMES</p><p>TERRAQUÍMICA LTDA</p><p>,</p><p>S01,.0CRIA LABORATORIO AGROPE-</p><p>CU.ARIO LTDA</p><p>GOIANÉSIA ÁLCOOL L TDA</p><p>,</p><p>EMPRESA GOJANA DE PESQUISA</p><p>AGROPECUÁRIA - EMGOPA</p><p>COOPERATIVA MISTA 00$</p><p>PRODUTORES RURAIS DO SUDOESTE</p><p>GOfANO - COMIGO</p><p>116</p><p>Rod. Sul GO Km 01 -CEP 75.900-Fone (062)</p><p>621 -1500 - Rio Verde - Responsável: Gilberto</p><p>Queiróz</p><p>Fazenda Fontes do Saber - CEP 75.900 -</p><p>Fone (062) 621-1839 - Rio Verde -</p><p>Responsável:</p><p>Elihu Santos</p><p>Av. de Furnas 55 - CEP 75.500 - Fone (062)</p><p>431-3609 - ltumbiara - Responsável: Carlos</p><p>Alberto Fagundes Carvalho</p><p>Av. 21 s/n Setor Aeroporto - CEP 75.330 -</p><p>Fone (062) 661 -1970 - Mineiros -</p><p>Responsável: Regina Maria Parmesan</p><p>Toledo</p><p>Av. Cariri, 140 Jardim Diamantino - CEP</p><p>7 4.573 - Fones (062) 223-1033/233-0429 -</p><p>Goiânia - Responsável: Francisco Bertrano</p><p>Silva</p><p>Rua 102, 72 Setor Sul - CEP 74.083 - Fone</p><p>(062) 223-1508 - Goiânia - Responsável:</p><p>Emlval E. da Rocha e Orlando C. de Castro</p><p>'</p><p>Rua 35, 290 Bairro Carrilho - CEP 76.380 -</p><p>Fone (062) 741-1542 - Goianésia -</p><p>Responsável: Rosaira Torres Reis</p><p>Rua Jornalista Geraldo Valle, 1 O - Caixa Pos</p><p>tal 49 - CEP 74.21 o - Fones (062) 261 -</p><p>5296/261-5509 - Goiânia - Responsável:</p><p>Hélio Afonso Meneses</p><p>BR 060 km 427 - Caixa Postal 195 - CEP</p><p>75.900 - Fone (062) 621 -3322 - Rio Verde</p><p>Responsável: Vanlas de Almeida Barros</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>ESCOLA DE AGRONOMIA DA U .F.G. Campus da Samambaia Rod . GO Nova</p><p>Veneza Km 08 - Caixa Postal 131 - CEP</p><p>74.000 - Fone (062) 205-1600 - Goiânia -</p><p>_________________ Rêsponsável: Jo:..:e:..:....I C-=-=-ec:..:.í ___ lio:,___ _____ _</p><p>LABORATÓRIO DA SAGR I A -GO EM</p><p>URUACU/GO</p><p>•</p><p>LABORATÓRI O DA SAGRIA -GO EM</p><p>PORANGATU/GO</p><p>Sindicato Rural de Uruacu - Rua Ouintino</p><p>Bocaiúva, 18 - CEP 76 .40Ô - Fone {062) 751 -</p><p>1987 - Uruacu - Responsável: Ivo Rodrigues</p><p>•</p><p>de Souza</p><p>Av. do Lago, 700 - CEP 76.550 - Fone (062)</p><p>771 -1027 "Sindicato Rural"- - Porangatu -</p><p>Res onsável: Job Carneiro Vanderle</p><p>....................... · ...................... . .. .... ............... ' ...... .. ... .. .. .. .. . .. .. ' . . . . . . . . . .... ' .. ',• ............................ 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MA·RA· NHAO·. · · · · .. · ................. ·.·.·.·· · · ...... ... ..... .... ·.·.·.·.•. · · · · · · · · .. . . ·.• .·.·.·.·.· .·.· .· .· .·.· ... ·,•. ·. · .. •.-: •····· .·.·.· .·.· ... ·.· .·.·.·.· .· ·,· .·. ·.· .·. ·.·.· .· ... ·.·.·.·.·.·.·.·.· .·. ·.· ... · .·.· .·.·. . . . . . . .· . .·.···•······· .· .· . •.•,•.· .·. ·.· .. ·.·.· .·.·.·. ·.·. :-. ·.·.·. ·.· .·.·. ·.·. ······ .·.·.· .·. ·.•.· ··•:• :-:-:-.• .·.· ... ·.·.· .. · ... ·.· .. ·.· .· .·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.· .... ·.·.·.·.·•·.·.······•····························•·······································• . . .. ·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.·.•.•,•.·.·.·.·.·.·,· ... .. ·.·.·.·.·.·.·.·.·.•,·.·.•.•,·.·.·.· ... . .. ·•·•·•·.·.·.·•·.·.·.·.·.·.·.· • :-:-: . ;. : ,: . :-: . :-:-: . :, :, •. 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Fernando C . da Costa s/n - CEP 78.098 -</p><p>Fone (065) 314-8605 -Cuiabá- Responsável:</p><p>Oscarlina Lucia dos Santos Weber</p><p>R. Carmindo de campos, 1550 - CEP 78.040</p><p>- Fone {065) 322-3893 - Cuiabá -</p><p>Responsável: José Joaquim de Souza Neto</p><p>Rua do Pintado s/n - Ponte Nova - Caixa</p><p>Postal 941 - CEP 78.150 - Fone (065) 381-</p><p>5022 - Responsável: José Alcântara Figueira</p><p>. • . • . • •.•.• 1 J I i I i • i i i 1 1 1 O 1 . j 1 • i i i j i J i i i i • i i $ i . i i $ i $$ti i i i J i i 111 j $ i f f + i j i i I i $ f f 1 1 i i f 1 $ & f f ♦ i j 11 1 i i J j i f I f i I i f I i f ♦ 11 $ i i i f 1 1 1 1 1 1 1 i I f f f f i i i i i •.•.•.•.•.•.•.u.•.•.•.•.u.1. • . 1. • . 1. • . • . • . • . • . 1 •</p><p>1</p><p>. •.' .</p><p>1</p><p>•</p><p>1</p><p>•</p><p>1</p><p>•</p><p>1</p><p>. • • . . . . . . •: • .... :-: •: •: • ............ ,' .............•............. · ....... · .... ,' ......... · .. ,' ,' ............. · ............. · ........... • ...... ,' .. ,' ............... · ........... ,' .............. ,' .' ............ ,' .......... .' ........................ ,' .' ,' ,' ...... ,' ................................................................. .</p><p>· =-= · :-: •: · : · · · · · · · •: · :-:-=-:-=-: •:-:-:-: • :-: · = · · ·: •: •: • = •: • =-: • :-=-: • :-: •: •:-:,;.: ·: ·: • :-: •: •:-= • :-:-= •: •: •: ··u· · · ·A:T· · o-:G· · · · .R .. os·· ·s· · ·o:. ·o .. :o·· · ·: •·s· ··o tr • =-:-:-: • = ·: • = · :-: • =-: • :-: •: •: • = • :-:-: •: • :-=-= •: · · · · · ·: ·: ·: •: ·= •: • = · = · = •:,:. = · = •: • > = · = •: •= •: • = · = · = · = · =-=-=-= ............ • :-:-:-:-. •: •: •: ·: •: ,' .................. ,' .' ,' .... ,' ..... · ,' ...... .' ........ ,' .... ,' .. ,' .' ,'....... . ,' ,' .· . . . . .·• . . . . . . 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' ....... · .................. ,' ............... · ........... · ............... · ....... ·. · ..... · ....... · ....................... · ... · ... · ... · ..... ·. ·. · ... · ... ·. ·. · ..... · ............. · ....... · ....... ·.</p><p>· · · · · .. · · · · .. · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · · · · ·· · · .. · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · .. · .. ·N· .. · .. · .. s. · · · · .. · · · · · · ·R· · A ·· · · · · · · · .. ·· · · · · .. · · · · .. · · · · · · ·. · .. · · · · · · · ... · · .. · · · · · · · · · · · · · ·. · · ·. · · · .... · ·· · · ·. ·. ·. ·· ·· · · ·. · · · · ·. · · · · · · .... · · · · · · ·. · · · · · · ·· ·. · · · ·. :-: •: ·= ·: ·: ·= ·: ·: · = ·: ·: ·: ·: ·: · = ·: ·: ·: ·: ·: ·: · = · = ·: ·: · = · = ·: ·: ·: ·: ·: ·: ·: ·: ·: ·: · = ·: •: ·: ·: •: · = ·: ·: ·: · = ·: ·: ·: ·: •: ·: ·: ·: ·: · = ·: ·: · = ·: ·: ·: •:M 1 ·A: • :·G E · :1 s.·: ·: ·: ·: ·: ·: · = ·: · :-: ·: · = ·: · = · · ·: ·: ·: ·: ·: · · · :-: ·: ·: · = ·: ·: ·: · :•: · :•: ·: ·: ·: ·: · :-: · = ·: ·: ·: ·: · :•: ·: ·: ·: · = · = · = ·: ·: · :•: ·: ·: ·: •: · = ·= · = ·. · :-</p><p>·: •: • = · = • :•: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: • = •: • = · = •: •: •: •: •: • :•: • :•: •: •: • = •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: • = •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: •: • :•: •: . . . :•. . . . : :•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:·:·:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:• ····· ··· ·· ·· ····· ··· ······ ····· ······· ···· ·· ············· ···· ····· · .............. .... ... . ································ ····· ······· ·· ··············· ····· ···························································································.-.·.·.·····.-.·.·.················································· .. •.·.·.•·····························································································································································</p><p>Centro Nacional de Pesquisa de Gado de</p><p>Leite - CNPGL/EMBRAPA - Laboratório de</p><p>Solos e Plantas</p><p>Centro Nacional de Pesquisa de Milho e</p><p>Sorgo - CNPMS/EMBRAPA - Laboratório de</p><p>Solos e Plantas</p><p>Cooperativa Regional dos Cafeicultores de</p><p>São Sebastião do Paraíso Ltda. - Laboratório</p><p>Regional de Fertilidade do Solo</p><p>Cooperativa Regional dps Cafeicultores em</p><p>Guaxupé - COOXUPE - Laboratório de</p><p>Análises "João Carlos pereira de Freita~"</p><p>Empresa de PesqulsAAgropecut\rla de Minas</p><p>Gerais - EPAMIG - Centro Reglnal de</p><p>Pesquisa do Triângulo e Alto Para11aíb~ -</p><p>CRTP - Laboratório de fertilidade do Solo.</p><p>Rod. MG 133 - Km 42 - CEP 36.155 - Cel</p><p>Pacheco - Fone (032) 212.8550 (R. 155)</p><p>Rod. MG 424, km 45 -Caixa Postal 151 -CEP</p><p>35.700-Sete Lagoas -Fones (031) 921.5644</p><p>e 921.5466 (A. 147)</p><p>Rua Carlos Mumic, 140 - Caixa Postal 24 -</p><p>CEP 37.950 - São Sebastião do Paraíso -</p><p>Fones {035) 531 .2450 e 531 .2455 (R. 29)</p><p>Rua Manoel Joaquim Magalhães Gomes, 400</p><p>- Caixa Postal 104 -CEP. 37.800 - Guaxupé</p><p>MG - Fones (035) 551 .1000 (R. 258) e</p><p>551 .1744 (PABX) .</p><p>Rua Afonso Ratto, s/n - ~ixa Postal 351 - CEP</p><p>38.060 - Uberaba - MG - Fone (034) 333.6699</p><p>(R.42)</p><p>117</p><p>Sugestões Gerais de Adubação</p><p>Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas</p><p>Gerais - EPAMIG - Centro Regional de</p><p>Pesquisa do Norte de Minas - Laboratório de</p><p>Ferti lidade do Solo.</p><p>Escola Agrícola de Araçuaí - HAGROP -</p><p>Laboratório de Análise do Solo.</p><p>Escola Superior de Agricultura de Lavras -</p><p>ESAL - Departamento de Ciência do Solo -</p><p>Instituto de Química "John H. Wheelock" -</p><p>Laboratório de Fertilidade do Solo.</p><p>Fundação Educacional de Machado - Escola</p><p>Superior de Agricultura e Ciências de</p><p>Machado - ESACMA - Departamento de</p><p>Química e Solos</p><p>Fundação de Ensino e Tecnologia de Alfenas</p><p>- Faculdade de Ciências Agr árias -</p><p>laboratório de Fertilidade do Solo e Análise</p><p>Foliar</p><p>MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E REFOR</p><p>MA AGRÁRIA. DIVISÃO DE LABORATÓRIO</p><p>VEGETAL/SNAD - LABORATÓRIO DE</p><p>SOLOS</p><p>ANÁLISE QUÍMICA DE SANTO ANTONIO</p><p>DO AMPARO</p><p>,</p><p>MINISTERIO DA AGRICULTURA E REFOR</p><p>MA AGRÁRIA. DIVISÃO DE LABORATÓRIO</p><p>VEGETAL/ SNAD - LABORATÓRIO DE</p><p>SOLO$</p><p>Patureba Fertilizantes ltda. - laboratório de</p><p>Fertilidade do Solo</p><p>Secretaria de Estado d~ Agricultura e</p><p>Pecuária de Minas Gerais - Superintendência</p><p>Agropecuária - CIAP - Diretoria de Química</p><p>Agrícola</p><p>Universidade Federal de Vicosa - UFV -</p><p>~</p><p>Centro de Ciências Agrárias - Departamento</p><p>de Solos - Laboratório de Fertilidade do Solo</p><p>Universidade Federal de Uberlândia - Depar</p><p>tamento de Agronomia - Laboratório de</p><p>Análise do Solo</p><p>FUNDAÇÃO EDUCACIONAL P~RA O</p><p>DESENVOLVIMENTO DA CIENCIA ,</p><p>AGRARIA</p><p>PRODUZA - LABORA TRIO DE ANÁLISE DE</p><p>SOLOS</p><p>LABORATÓRIOS DE ANÁLISES DE SOLOS</p><p>DE SERRA DOS AIMORÉS .</p><p>,</p><p>LABOAATORIO SOLOFERTIL LTDA.</p><p>118</p><p>Caixa Postal 12 - CEP 39.440 - Janaúba - MG</p><p>- Fone (038} 821.1263</p><p>Caixa Postal 17 - CEP 39.600 - Araçuaí - M G.</p><p>Caixa Postal 37 - CEP 37.200 - Lavras - MG</p><p>- Fone (035) 821 .3700 (R. 326)</p><p>Praça Olegário Maciel, 25 - CEP 37.750 -</p><p>Machado - Fone (035) 931 .1866 (R .2 1)</p><p>Caixa Postal 23 - CEP 37 .130 -Alfenas - Fone</p><p>(035) 921 .1977</p><p>BR 116 - KM 526 - CEP 35.300 - Caratinga -</p><p>Fone (033) 321 .2489</p><p>Rua José Carlos de Carvalho, 22 - CEP</p><p>37.262 - Santo Antonio do Amparo - Fone</p><p>(035) 863.1100</p><p>Alameda do Café, 1000 - Caixa Postal 194 ou</p><p>195 - CEP 37.100 - Varginha - Fone (035}</p><p>214.1911</p><p>BR 365 - Km 406, s/n - CEP 38.700 - Patos</p><p>de Minas - Fone (034) 821 .7000 (R.35)</p><p>Rodovia BR-040 - Km 688 (Anexo à CEASA</p><p>M G) - Caixa Postal 1279 (BH) - CEP 32 .000</p><p>- Contagem - Fone (031) 353.5466 (R. 43)</p><p>Avenida Peter Henry Rolfs, s/n - CEP 36.570</p><p>- Viçosa - Fones (031) 899.2630 e 899.2639</p><p>Campus Umuarama - Bloco B - Caixa Postal</p><p>593 - CEP 38.400 - Uberlândia - Fone (034)</p><p>232.7512</p><p>Av. Tutunas, 720 - Bairro Mercês - CEP</p><p>38.060 - Fone (034) 333-1188 - Uberaba -</p><p>Responsável : João Chrisostomo Pedroso</p><p>Neto</p><p>Rua Concórdia, 381 - CEP 39.800 - Fones</p><p>(033) 521-2909/521-6805 - Teófilo Otoni -</p><p>Responsável: Sílvio Esteves Santos</p><p>Acesso da BR 418, s/n - CEP 39.868 - Fones</p><p>(033) 625-1284/625 -1232 - Serra dos</p><p>Aimorés - Responsável: Solange de Lima</p><p>Dias Oliveira</p><p>Av. Getúlio Vargas, 1970 - CEP 38.400 - Fone</p><p>(034) 238-3266 - Uberlândla - Responsável:</p><p>Edno Barroso Ramos</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>LABORATÓRIO DE ANÁLI SES DE SOLO</p><p>DE VIÇOSA L TOA</p><p>NITRO-SOLO</p><p>FUNDAÇÃO EDUCACIONAL M O NTES</p><p>CLAROS (ESCOLA TÉCNI CA)</p><p>REPRESENTANTE REGIONAL DE MON</p><p>T~~S '?LARO~ - Colégio Agrícola Núcleo de</p><p>C1enc1as Agrarias da UFMG</p><p>Rua Alberto Pacheco, 90 - CEP 36 .570 - Fone</p><p>(031 ) 891 -1558 - Viçosa - Responsável: Braz</p><p>de Feli o</p><p>Rua 8 . Rossi , 137-A - 8 . S. Benedito - CEP</p><p>38.020 - Fone (034) 336-2716 - Uberaba -</p><p>Responsável: Carlos Adão</p><p>Pça. ltapetininga, 200 - B. Alto São João -</p><p>CEP 39.400 - Fone (038) 221 -1964 - Montes</p><p>Claros - Responsável: Maria Nilda Martins</p><p>Ramalho</p><p>Av. Osmanio Barbosa - CEP 39.400 - Fones</p><p>(038) 215-1650/215 -1911 - Fax (038) 215-</p><p>1784 - Montes Claros - Responsável: Pedro</p><p>Augusto Veloso Neto</p><p>COORDENADORIA REGIONAL DA Rod. Augusto Montenegro, Km 7 s/n - CEP</p><p>AMAZÔNIA 66.600 - Fone (091) 248-1800 R.196 - Fax</p><p>(091) 235-1078 - Belém - Responsável: Gilberto</p><p>Carvalho Pereira</p><p>EMBRAPA - LABORATÓRIO DE SOLOS Trav. Enéas Pinheiro s/n - Caixa Postal 98 -</p><p>Bairro do Marco - CEP 66.600 - Fone (091)</p><p>226-6622 R. 19 - Belém</p><p>FUNDACÃO FAC . AGRON. LUIZ</p><p>MENEGU.EL - LABORATÓRIO DE SOLOS</p><p>I</p><p>SOCIEDADE RURAL DE MARINGA -</p><p>LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE SOLOS</p><p>UNIVERSIOADE ESTADUAL DE MARINGÁ</p><p>- DEPARTAMENTO DE AGRONOMIA</p><p>IAPAR - LABORATÓRIO DE ANÁLISE DE</p><p>SOLOS</p><p>ASSOCIACÃO EST. ORIENT. E ASSIST. . ,</p><p>RURAL - ASSESSOAR - LABORATORIO DE ,</p><p>ANALISE DE SOLO</p><p>ORG. COOP. DO ESTADO DO PARANÁ -,</p><p>OCEPAR - LABORATORIO DE SOLOS</p><p>IAPAR - LABORATÓRIO DE SOLOS DE</p><p>CASCAVEL</p><p>GHELLERE - LABORATÓRIO SEMENTES ,</p><p>S/C LTDA - DEPARTAMENTO DE ANALISE</p><p>DE SOLOS</p><p>,</p><p>IAPAR - L.ABORATORIO DE SOLOS E TEC.</p><p>VEGETAL</p><p>I</p><p>SOCIEDADE; RURAL NORTE DO PARANA</p><p>- LABORATÔRIO DE SOLOS</p><p>Rod. BR 369 Km 54 - Caixa Postal 261 - CEP</p><p>86.360 - Fone (0437) 42-1123 - Bandeirantes</p><p>- Responsável: Juares Barbosa Tomé Jr.</p><p>Av. Colômbia s/n Pd . Exp. Pres. Emílio G.</p><p>Médici - Caixa Postal 1558 - CEP 87.040 -</p><p>Fone (0442) 23 -3901 - Maringá -</p><p>Responsável: Magda Teresa de A. Moreira</p><p>Caixa Postal, 331 -CEP 87.100 - Fone (0442)</p><p>26-2727 - Maringá - Responsável: Antonio</p><p>Carlos S. da Costa</p><p>Av. João Bento, 486 - CEP 87.300 - Fone</p><p>(0448) 22-1535 - Campo Mourão -</p><p>Responsável lzídio Biasi Reale</p><p>Rua Gal. Osório, 500- Caixa Postal 124 - CEP</p><p>85.600 - Fone (0465) 23-4744 - Francisco</p><p>Beltrão - Responsável: Doraci Carbanilha de</p><p>Souza</p><p>Rod . BR 467, km 19 - Caixa Postal 1203 - CEP</p><p>85.800 - Fone (0452) 23-3536 - Cascavel -</p><p>Responsável: Edson Feliciano de Oliveira</p><p>Av. Piquiri, 389 - Caixa Postal 543 - CEP</p><p>85.800 - Fone (0452) 23-0445 - cascavel -</p><p>Responsável: Paulo Roberto Seibel</p><p>Rua Farroupilha, 12 - caixa Postal 007 - CEP</p><p>85.880 - Fone (0445) 65.1468 - São Miguel</p><p>do Iguaçu - Responsável: Lliete Ghellere Gar</p><p>cia Miranda</p><p>Rod Celso Garcia Cid Km 375 - caixa Postal</p><p>1331 - CEP 86.001 - Fone (0432) 26-1525 R.</p><p>213 - Responsável: Marcos A. Pavan</p><p>Caixa Postal 398 - CEP 86.065 - Fone (0432)</p><p>38-5276 - Londrina - Responsável: Parker</p><p>119</p><p>Sugestões Gerais de Adubação</p><p>LABORSAOLO CENTRAL DE ANAL.</p><p>AGRONOMICA - LABORATÓRIO DE</p><p>SOLOS</p><p>UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CaixaPostal6001 -CEP86.015-Fone(0432)</p><p>LONDRINA - DEPARTAMENTO DE 27-5151 R. 555 - Londr ina - Responsável:</p><p>AGRONOMIA ____ Osmar Rodrigues Brito</p><p>R . Clara Nunes, 22 - Caixa Postal 5084 - ~EP</p><p>86.065 - Fone (0432) 38-5738 - Londrina -</p><p>Responsável: Ro berto Antunes Fioretto</p><p>!NST. TECNOLOGIA DO ESTADO DO</p><p>PARANÁ - TECPAR - LABORATÓRIO DE</p><p>FERT. DO SOLO .</p><p>Rua dos Funcionários, 1357 - Caixa Postal</p><p>357 - CEP 80.001 - Fone (041) 252-6211 -</p><p>Curitiba - Responsível: Haroldo Bod:>:iak</p><p>UNIV ERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - Rua dos Funcior.ários s/n - Juveve - Caixa</p><p>SETOR DE CIÊNCl.~S AGRÁRIAS Postal 672 - CEP 80.030 - Fone (041) 252-</p><p>3422 R . 44 - Curitiba - Responsável : An tonio</p><p>__________________ C_arlos Vargas Mota ________ _</p><p>-</p><p>FUNDAÇAO UNIVERSIDADE ESTADUAL Praça Santos Andrade s/n - Caixa Postal 992</p><p>DE PONTA GROSSA - SETOR DE - CEP84.100 - Fone(0422)24-3966 - Ponta A</p><p>CIENCIAS EXATAS E NATURAIS Grossa - Responsável: Luiz Cláudio Paula</p><p>Souza</p><p>, ,</p><p>IAP.~R - LABORATORIO DE ANALISE DE Rua Ne$tor Guimarães , 166 - CEP 84.040 -</p><p>SOLOS Fone (0422) 24-7844 - Ponta Grossa -</p><p>Responsável: Oswaldo lssao Horiuchi</p><p>· •:•:•:•:-:-:- :-:-:-:-: :-:-:-:-:-:-:-:.:-:-:-:-:-:-:-:-:-:♦:-:-:-:•:·:•:•:-:-:-: -:-:-:-:-:-: -:•:•:•:-:-:-: -:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:- :-:-:•:-:-:-:-:-:-: --:-:- :-:- :-:-:-:-:-:-. -:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:-: -:- :-:-:-:-:-:-:-:-:-:-:,:-:-:-:-:-:-:-:-:- :-:-:-:-:-:•:-:-:-:-: -:-:-:-:,:•:•:•:•:•:•:·:•:•:•:•:•: • :•:•:•:•:•: •:• : • :•:•:•:•</p><p>: : : : : : : : : : : : :: : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : :: : : : : : : : : : =::::: :: : : : : : : : =::::::::::::::::::: :: :: : : :: : :: : : :::::::::::: :: : :: : : : : : : : : : : : : ::: : : : : : ·p .. :e··.· :0 ·N· · · AM. · · ·a·.· :uc· ·: : o :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::=::::::::::::::::::::::::;:::::::·</p><p>+ •••••••••••••• ••••• • ••••••••• • • • • • • ••••••• •••••••••••• • ••• ' ••••••••••••••• •••••• • • • • •••• • ••••••• •••••••••• '. • ••• •••••••••••••••• • • • • .r::'I . . . . . . . . . . .. · ....................................... + •••••••••••• • ••••• • • • • ••• • ••• ••••••••••• • • ••••••••• • •• • ••• • ••• • • •••••• • ••• • ••••••• • • • •• . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ' ..................................... · ......... · ............................... · ............... -. · ..................... · ......... · ....................................... · ........................... · ..................................... · ........................... .</p><p>,</p><p>EMBRAPA - CPA. Trop. Semi Arido BR 428, km 152 - Zon::1 Rural - CEP 56 .300</p><p>- Fone (081 )961 -4411 - Petrolina _____________________ _..;.. _ _;__ ____________ _</p><p>J:>rojetos Técnicos Ltda. · Labor. de Solos e</p><p>Agua ------</p><p>Universidade Federal Rural de Pernambuco -</p><p>UFRPE - Departamento de Agronomia</p><p>. ' '</p><p>LABORATÓRiO DA EMBRAPA - SNLCS</p><p>Rua Santana, 486, Casa Forte - CEP 50.000</p><p>- Fone (08í) 441-1346 -Recife</p><p>Av. Dom Manoel de Medeiros, s/n - Dois</p><p>1 rmãos - CEP 52051 - Recife</p><p>Rua Antonio Falcão, 402 , Boa Viagem - CEP</p><p>• • . . . . . • • . . . . . . . . • ..•..•........• . ..•..•.. ••. . ..........•.•.• . ....... ·º· .. . . ... . .. ...... ........ ..... . •.....•... . .•.•• . . ........ . ...... ·º· ........................ .</p><p>:•:-;,: .:-:-:-:-:•:•:•: • :•:•:•:-:•:•:•:-:•:•:• :•:•:•:• :-:-:-·-:-:•:•:•:•:•:❖:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•: •:•: •:-:- :-:•:•: •:•:•: •:•:•:• :•:• :•:•:•:•:•:•:•:•:•:••:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•: :-:•:•:•:•:-:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•.•:•:•:•:•:•:•:•:•·•:•···•:•:-:•·············•:•··· ·· ·· · · ·· · · ·· -·~ · ·· · · ·· ·· · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·· · · · · · · · · · · · · · · · · · · · · ·· ·· · ·. · · · · · ·. ·· · · ·. ·. ·· ·. ·. ·. ·· ·. ·. ·. ·. ·. ·· ·· ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. · ·piA· ·ut·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. · ..... ·. ·. · ..... · ....... · ......... · ...................... · .................. · ..... :-. •: ................. : ·: .. ·= · .</p><p>50.000 - Fone (081) 225-0231 - Recife</p><p>. · ..... · ...... ,• ... · ..... · ............. · •.......... · ............. · ... · ... · ... · ....•.... · .· ... · ......... · .· .· ....•........ · ..................... · .· .·.. . . ' . . ' ....................... · ... • ............................................................................................ : • .. •: ... : • ............ . ········ · ··· · ·· ···· ·········· ············ · ····· ··· · ·· · ········ · ··· ······· ·· . ' ·· · ··· ····· · ··· ····· ·············· ·· · ····· ····· ············· · · ·······.· .. . . · .· .· .· ... · ... · .· ......• · .· ... · ............. · ....... · .·</p><p>.......... · ............. ....................... · ...... ,• ....... · ............. ·....•........ . . . . . . .................... · .................................................................................................... : •: • ..... •: • ........ • :•: •: •: • . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ........ .. .............. . .. .. .. .. . .... . ....... .. .... ·.·.·.· ... .</p><p>• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • ' • • • • • •: •e• e' • e•,• e' •e• e' e• e'.':· e• e•.' e• e• a' e• e•:•+ e •te• e• e • s •: •e•: • e'.': ' :•.' e• e• e' e 'O.' O • e•:• e•: • e•,•.",' s •e•," s • e' •;,•e• e• O z •O,',',•+,• e• .'," ,'O,' e•:•: · : • .".'</p><p>1</p><p>•a",'."</p><p>1</p><p>• • • • • • • • • • • • • • • • • • •' • • • • •• ,</p><p>DNOCS -ANALISES DE SOLOS Rua Benjamim Constant 2037 - Caixa Postal</p><p>64 - CEP 64.000 - Fone {086) 222-4811</p><p>Teresina - Responsável: A:lson Coelho</p><p>Ramalho</p><p>,</p><p>UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUI - Bairro lninga - CEP 64.000 - Fone (086) 232-</p><p>FUFPI - Centro de Ciências Agrárias 1223 R. 22 -Teresi11a</p><p>Laboratório de Engenharia Agrícola de Solos</p><p>.. • ,I' • • •• • , •• • • . , ' / , ••••• ,• -', •'•' •• •' • • ••• • · •• • • .• ••• • • • •••••••• • ••••••••• • ••••• • , ·• • •••••••••• • • • •••• ,•. •, . .......... . . ....... . ........ . • ••••••••••••• • • • •• ,• ..... • •• ,•,• ••••••••••••• • •• ,• •• ,• ••••••••• • •••• ,• •••••••••••••••••• ••••• ••••••••••••••••••••• • ••• •</p><p>~ ..... ////.-.. ., .. ,•,· ..... /, ...... ....... ............. .... .... ... ............ ... ...... ......... ' .. . .... ..... ... ....... .. . ····· ... ,•.·.· •,• ·.· .. ... ................... . •,, .. ,",•/ / .,• ... · ......... ,• ... · ..... · .... ,• ,• ..... · .· ... · .. •' .· .· ..... · ........................... ·.· .· .· .· .· ................. -· .· ........ ............ ........................................................ ' ....... ................... · ................... · ................... .</p><p>1/,, ·¼· · · · ,, ·· ··,, · •· / ·· .,.-~ · · ·· ·· · · ·• ·• •· ·· • ·· ·· · · · · ·· · · · · · · · · · · ·· .. · · ···· · · · · · · · · ·· ·· ·· .... ·· ...... · · .. 'RJO· ··DE· ··J· "AN E IRO···· .. ·················· .. ···· .. ············ .. ······ · · · ·. ·. ·. ·. ·. ·. ·. · · ·. · ... · · · · · · · · · · · · · · · ·. · · · · · · ·. · · · · · · · · · · · · ·. · · ·· · · · ·· ~, ·w . % %e lotas/RS - l_fl.BORATÓRIO DE SOLOS, Rua Lobo da Costa, 447 - CEP 96.060 - Fone</p><p>AGUA E CALCARIOS (0532) 25 -2633 R. 41</p><p>Sta. Cruz do Sul/RS - LABORATÓRIO DE Rua Cel Oscar Jost 1551 - Caixa Postal 236</p><p>SOLOS - CEP 96.800 - Fone (051 ) 713-10 11 R . 42 ---- --- ----------- -·--</p><p>Passo Fundo/AS - CNPT-EMBRAPA Rod. BR 285 - Km 174 - Caixa Postal 569 -</p><p>Fone (054) 313.1244</p><p>Passo Fundo/AS - Dept9 Solos - UPF</p><p>,</p><p>CAMPUS UNIVERSITARIO - Caixa Postal</p><p>566 - Fone (054) 313.2000 - ----------- - - ---</p><p>Pelotas/RS - CNPFT-EMBRAPA</p><p>Pelot.as/RS - Deptº Solos UFPel</p><p>-----------·- - ---</p><p>Porto Alegre/AS - Deptº Solos UFRGS</p><p>Porto Alegre/AS - S.A . - IPAGRO</p><p>Rio Grande/AS - C.A.P. - FERTISUL</p><p>Rod. BR 392 - Km 16 - Caixa Postal 403 -</p><p>Foné (0532) 21 .2122</p><p>,</p><p>CAMPUS UNIVERSITARIO - ex.Postal 354 -</p><p>Fone (0532) 21.2033 ·</p><p>Av. Bento Goncalves, 7712 - Caixa Postal 776</p><p>></p><p>- Fone (0512) 36.5011 ---------</p><p>Rua Gonçalves Dias, 570 - Fone (0512)</p><p>33.5411</p><p>Rua Aquidaban, 692 - Caixa Postal 5.34 - Fone</p><p>(0532) 32.1192 ---------------- -----'------------,:----------</p><p>CAMPUS UNIVERSITÁRIO - Caixa Postal</p><p>272 - Fone (055) 226. 1676</p><p>Santa Maria/AS - Dept9 Solos - UFSM</p><p>Santo Rosa/RS - COTAIROSA</p><p>Santo Angelo/RS - S.A. - FUNDAMES</p><p>Av. Expedicionário \Veber, 3084 - Caixa Pos t</p><p>al, 185 - Fone (055) 512.3011</p><p>Av. Missões, 393 - Caixa Postal 258 - For.e</p><p>- ---------·-------!.(0_5_5..:.....) 3_1_2 ___ .2__;_63~---------</p><p>Uruguaiana/RS - Faz. Zoot., Vet. e Agro - Rod. BR 472 - Km 7 - Caixa Postal 143 - Fone</p><p>PUC (055)412 .4445</p><p>7.i>.•.•; ....... ...•.... ~ •... . ... , .... .. • , ...•.................... ' . .......... ......... ..... ...... ............... . . .</p><p>/ .......................... .. ... .. ' . ' ........... ' ... ' ......... ' .... ' ........... ' .. ' . . .... ' .. .... .. .......... ,•.· .. ······ .. .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. .. .</p><p>, ~ . '/✓✓ •••••••••••••••••• •••••• •••••••• ••• ' .... • ••• •• • '.' •• • •••• ••• • •••••• •• ' •• •• - ,,,. • ' ••••• ' •• •• •• • • ' • ' •••••••••••••••• • ·················•·,•·· ··· ····· •.• •,• ., ••.•••• \',; ,, • ~ ~-»',: ' ~•:•=-·····•:•:•=·=•:•=·=•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:-:-:•:•:•:•=·=•:•:•:•:•=·=·=•:•:•:•:•:•:•:•:•=·=•:•:•.·:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•:•=9 ·0·. ·N·0.·o.· ··N· .lA:•:•:•:•:•:•=·=·=·=•:•:•:•:•:•:•=•:•:•:•:•:•:•······=•:•=···························•:•.•:• ··•:~.-:,,,,",~·•·❖:;o:,-~· ... ,,❖ .. . ., .. .. .. ..... ... . ...... ' .. ............. . ' .......... '.'.. ...... ..... . ' '' .... .. ...•... ' .. ...... ·•····· .. ,•,•,•·,··········•·o..•,•.-..-..·.···''•.,</p><p>.•• ,,,~,,., • ~ ~::::· .· .· ....... ,• ........... ,• ......... · ... · ............. · ..... · .• .............................................. ' ... ' ...... ' .... ' · ... '' .... ' . . . . .... '· ... •, ............... ' ........... •, ..... ·.. . . . . . ..... .._ . , .... ·. ...... •,' •.;,_ "'«' '-... :-.: ·"' . . .. .. ' .. . ..... ...... ...... . .. ' ..... .. .. ........... ....... .... ... . ... '. .. . . ' . . .... '.' .. .. .... ,•,•, .. . ·····•· .•.····················· ... . ..... . '"'•'' .-... . ~, ,..... ..,, ½'•···································································································································· ,• •. ·.· .. · .• •, •• ,•.-..... ,• .. 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Morandini - Fone {016)</p><p>729.2994</p><p>Via Anhanguera - Km 397 - Caixa Postal 39 -</p><p>CEP 14580 - Guará - Responsável: Quím.</p><p>Olga Keiko Okubo - Fone (016) 831 .1145</p><p>Av. 23, 822 - CEP 14.790 - Guaíra -</p><p>Responsável: Quím. Conceição A. F. Batista</p><p>__________ _ ______ - ..:_F.=..:on:..:..:e:_(0173) 32.2106 e 31 .2160</p><p>COPLANA - COOP. PLANT. DE CANA DA</p><p>ZONA DE GUARI BA - Depto . Agrícola -</p><p>Laboratório de Solos .</p><p>Rua José Mazzi, 1450 - Caixa Postal 48 - CEP</p><p>14.840 - Guariba - Responsável: Eng. Agr.</p><p>Moacyr Fogaça de Aguiar Jr. - Fone (0163)</p><p>FUND. EDUC. DE BARRETOS-INTEC</p><p>Laboratório de Solos</p><p>51 .1521</p><p>- Av. Prof. Roberto Frade Monte, 389 - Caixa</p><p>Postal 16 - CEP 14780 - BARRETOS -</p><p>Responsável: Quim. Miriam Katib - Fone</p><p>(0173) 22.6411</p><p>123</p><p>Sugestões Gerais de Adubação</p><p>COLABA - COOP.LATI CÍNIOS AGRÍCOLAS</p><p>BATATAi$ LTDA - Laboratório de Análise de</p><p>Solo</p><p>INSTITUTO DE QUÍMI CA DA LJNESP -</p><p>Seção de Apoio Técnico</p><p>FA C . CIÉNCIAS AGRÁRIAS E</p><p>V ETERINÁRIAS - CAMPUS lJNESP -</p><p>Laboratório de Fertilidade do Solo</p><p>PRO-PLAN FERTILIZANTES E DEFEN</p><p>SIVOS L TOA. - Laboratório de Análise-s</p><p>Químicas</p><p>SEVERÍNIA AGRiCUL TURA E COMÉRIO</p><p>L TOA - Laboratório de Química Agrícola</p><p>ASSOCIACÃO FORl'JEC. DE CANA DA - .</p><p>REGIAO DE CATANDUVA - Laboratório de</p><p>Solos Fertilidade e Fol iar</p><p>COOPERATIVA DE CAFEICUI_TORES</p><p>AGROPECUARISTAS L TOA</p><p>R. Amador de Barros, 1269 - Caixa Post~I 41</p><p>- CEP 14300 - BATATAi$ - Responsavel:</p><p>Eng. Agr. Geraldo Borges Por to - F-'one {016)</p><p>761.3500 R.11 0</p><p>R. Prof. Fíancisco Degni s/n - Caixa Postal</p><p>35 5 - C EP 14800 - ARARAQUARA -</p><p>Responsável: Quím. Maria Cristina Passos</p><p>Sartori - Fone (0162) 32.0444 R. 160</p><p>Rod . Carlos Tonanni Km 5 - CEP 14870 -</p><p>JABOTI CABAL_ - Responsável: Eng . Agr.</p><p>Manoel E. Ferreira -Fone (0163) 22 .081 4 R.</p><p>249</p><p>Rod. Feliciano Salles Cunha, Km 473 - caixa</p><p>P os ta l 13 1 - C E P 15150 - M ONTE</p><p>APRAZÍVEL- Responsável: Quím . Tereza</p><p>Cristina C. Vivi - Fone (0172) 75.1977</p><p>Rod . Assis Chateubriand, km 155 - zoria rural</p><p>- Caixa Postal 02 - CEP 15400 - OLIMPIA -</p><p>Responsável: Quím. Adalberto Voltare ll i -</p><p>Fone {0172) 81 .1913</p><p>R. Antonio Giro l, 20 - CEP 15800 - CATAN</p><p>DUVA - Responsável: Quím. Roberto Zim </p><p>mermann - Fone {0175) 22 .6101 R. C-2</p><p>Av. Santos Dumont, 3100- D. Industrial - CEP</p><p>14.400 - Fone: {016) 722 -5000 - Telex:</p><p>165866 - Franca - Responsável: Eliza Tomoe</p><p>Harada</p><p>INSTITUTO DE TECNOLOGIA E RuaCampodoBrito, 371 - CEP49.000 - ~one</p><p>PESQUISAS DE SERGIPE - ITPS (079) 224-7300 - Aracaju - Responsavel:</p><p>Raimundo Nonato Vieira Aracajú</p><p>EMBRAPA Av. Beira Mar 3.250 - CEP 49.000 - Fone</p><p>{079) 231-9116 - Responsável : Lafayette</p><p>Franco Sobral</p><p>124</p><p>,</p><p>ABC DA ADUBACÃO</p><p>•</p><p>EDITORA AGRONôMICA CERES L TOA.</p><p>'\ • A •</p><p>A eco log ia p roteg ida pela moderna tecnologia agronom1ca.</p><p>Ao uso racional dos insumos agrícolas, na campanha contra a forme e</p><p>'' falsos ecologistas".</p><p>Edições ''CERES''</p><p>1954 - Elementos de Quí mica Ag rícola - E. Malavolta</p><p>1956 - ABC da Adu bação - 11? ed. - E. Malavolta</p><p>1957 - Elementos de Irrigação - G. B . Barreto</p><p>1958 - Inset icidas e seu emprego no combate às pragas - 1 ~ ed. - F. M.</p><p>Mariconi</p><p>1959 - Manual de Química Agríco la - 1~ ed. - E. Malavolta</p><p>1962 - ABC da Adubação - 21? ed. - E. Malavolta</p><p>1963 - Inseticidas e seu em prego no combate às pragas - 2~ ed. - F. M.</p><p>Mariconi</p><p>1967 - Manual de Química Agrícola - 2~ ed. - E_. Malavolta</p><p>1968 - Manual de Fi topatologia - 1 ~ ed. - F. Gall i e outros</p><p>1970 - ABC da Adubação - 3~ ed. - E. Malavolta</p><p>1970 - Manual de Entomologia - D. Gallo e outros</p><p>1970 - As saúvas - F. M. Mariconi</p><p>1970 - Princípios de Nutrição Foliar - P. N. Camargo</p><p>1971 - Manual de Fruticultura - S. Simão</p><p>1972 - Manual de Olericultura - F. A. R. Filgueira</p><p>1972 - Manual de Apicultura - J. M. F. Camargo e outros</p><p>1973 - Conservação d.:~ grãos armazenados - D. Puzzi</p><p>1974 - Poluição e Agricultura - E. C. Ferraz</p><p>1974 - Manual de Mecanização Agrícola - L. G. Mialhe</p><p>1975 - Manual da Ciência do Solo - L. S. Vieira</p><p>1975 - Manual de Zootecnia - A. P. Torres e W. R. Jardim</p><p>1976 - Alimentos e alimentação do gado bovino - W. R. Jardim</p><p>1976 - Manual de Ecologia dos Insetos - S. Silveira e outros</p><p>1976 - Manual de Taxonomia Vegetal - 1. D. de Gemtchújnicov</p><p>1976 - Manual de Química Agrícola - 1 vol. - E, Malavolta e outros</p><p>1977 - Manual de Armazenamento de grãos - D. Puzzi</p><p>1977 - Manual das Sementes - F. F. de Toledo e J. Marcos Filho</p><p>1977 - Manual de Herbicidas - K. V. Hertwig</p><p>1977 - Manual de Inseticidas - O. Nakano e outros</p><p>1978 - Manual do Entomologia Agrf cola - D. Gallo e outros</p><p>1978 - Doenças do Trigo e seu controle - Y. R. Mehta</p><p>1978 - Manual de Fltopatologia - 2, ed. - 1 vol. - F. Galli e outros</p><p>1979 - ABC da Adubação - 4f ed. - E. Malavolta</p><p>1979 - Dicionário de Fitopatologla e Micologla - A. P. Vlégas</p><p>1979 - Manual de Edafologia - 1 f ed. - E. J. Klehl</p><p>1980 ElemE: ntos de Nutrição Mineral - 1.;i ed. - E. Malavol ta</p><p>1980 Manual de Fitopatologia - 2</p><p>20240507_104357651</p><p>20240507_104401297</p><p>20240507_104430486</p><p>20240507_104436561</p><p>20240507_104445769</p><p>20240507_104450760</p><p>20240507_104459396</p><p>20240507_104503529</p><p>20240507_104510868</p><p>20240507_104514299</p><p>20240507_104531735</p><p>20240507_104538309</p><p>20240507_104709761</p><p>20240507_104715364</p><p>20240507_104726232</p><p>20240507_104730110</p><p>20240507_105110163</p><p>20240507_105116403</p><p>20240507_105133673</p><p>20240507_110155267</p><p>20240507_110403263</p><p>20240507_110407459</p><p>20240507_110420624</p><p>20240507_110426010</p><p>20240507_110443209</p><p>20240507_110447774</p><p>20240507_110456330</p><p>20240507_110500154</p><p>20240507_110638775</p><p>20240507_110643292</p><p>20240507_110657304</p><p>20240507_110701252</p><p>20240507_110723260</p><p>20240507_110729159</p><p>20240507_110738783</p><p>20240507_110742547</p><p>20240507_110751080</p><p>20240507_110755207</p><p>20240507_110804869</p><p>20240507_110809556</p><p>20240507_110820578</p><p>20240507_110824532</p><p>20240507_110837375</p><p>20240507_110841860</p><p>20240507_110853900</p><p>20240507_110856744</p><p>20240507_110909397</p><p>20240507_110912455</p><p>20240507_110922149</p><p>20240507_110926370</p><p>20240507_111251548</p><p>20240507_111255834</p><p>20240507_111306221</p><p>20240507_111311744</p><p>20240507_111318095</p><p>20240507_111321773</p><p>20240507_111327201</p><p>20240507_111332907</p><p>20240507_111339100</p><p>20240507_111342465</p><p>20240507_111350262</p><p>20240507_111355671</p><p>20240507_111402676</p><p>20240507_111406047</p><p>20240507_111415197</p><p>20240507_111419191</p><p>20240507_111426570</p><p>20240507_111429772</p><p>20240507_111435485</p><p>20240507_111441666</p><p>20240507_111447151</p><p>20240507_111450203</p><p>20240507_111455956</p><p>20240507_111459220</p><p>20240507_111505116</p><p>20240507_111509295</p><p>20240507_111517639</p><p>20240507_111524001</p><p>20240507_111530914</p><p>20240507_111536196</p><p>20240507_111543381</p><p>20240507_111546683</p><p>20240507_111552554</p><p>20240507_111555408</p><p>20240507_111600645</p><p>20240507_111603689</p><p>20240507_111609370</p><p>20240507_111612400</p><p>20240507_111617962</p><p>20240507_111620935</p><p>20240507_111627605</p><p>20240507_111630781</p><p>20240507_111636625</p><p>20240507_111639617</p><p>20240507_111646305</p><p>H• -</p><p>- +</p><p>H• 50.;2</p><p>~ Mg•2</p><p>w</p><p>(!)</p><p>ratóriS qt1c, alé111 dr,1lriS ofici,tis ot1 })élrlict1larcs, alé111 da s</p><p>li11,1, fazc111 l,L111l)é111 ot1lr,1s: c11xofrc {S- S04, cx</p><p>l)rcsso c111 µg/c1113 ota 1>1>111), l>oro (B), cobre (Ctt), ferro (Fe), 111a11ga11ês</p><p>(M11) e zi11co (Z11), to-se as 11o r</p><p>ce11tage 11s de are ia, li111 e argila )) is as 1\1cs 111 as ll1c darão i11fo r111açõcs</p><p>út eis 1)ara o 111a11cjo do sc> lo. É rcc 111 c11d,ivc l ta1\1l)é111 clos acertos détS reco111e11dações de</p><p>,1dt1b,1ção l);1sc,1d;1s 11t1111;1 ~,111oslr,1 tão pcqt1c11a.</p><p>Para se cc)11scgt1ir t1111a boa ,1111ostr,1 scguc111 algu111as</p><p>rcco111c11d,1çõcs rclir,,das da pcsqt1is,1 e apoiadas 110 bo111 sc11so.</p><p>3.1. O que é gleba l1omogênea ou uniforme</p><p>N,1 ,1111oslr,1 de solo 11ão se dcvc111 111istur,1r coisas diferc11tcs:</p><p>• t1111;1 glcl),l 11;1 b,1ix,1d,1 pode ser diferc11tc da outra 110</p><p>IOJ)O d,l CllCOSl,1;</p><p>• u111 l,1ll1ão qt1c recebeu c,1l,1gc111 deve ser diferc11te de</p><p>ot1tro que 11ão g1·ati~, - c111 lcrre11os co111 declive S,lS Oll CO lll C,lr,1ct e rís ti c,1s</p><p>i11lcr111cd i,i ria.</p><p>(3) C1· -glcb,is CLtjos solS le.11)1,1111 cores difc.rc11tcs deverão ser</p><p>a lll()SI radas SCJ),l r,1di1111e11 le.</p><p>( 4) l)1·en,,gc1n - ver 101>ogra f i,1.</p><p>(5) J>1·f"t1nclicl,,clc- 11ão 111is lL1rar a111slr,1s de Slo de t1111,1 glcb,1</p><p>c111 (f LIC ,l rocl1,1 cslcj,1 ,l l 111 de J)ro ft111drd ,1dc co111 a de</p><p>()lllro Clll qt1c e.la ,11>arcç,1 ,, 111eiitçãc>, c,,l,,gc111 e g:ess,1ge1n - 11ã se 1>odc 1\1is tl1r,1r</p><p>,1111slras de glcll,IS qt1c rcccl,c r,1111 c,1l,1gc111 co1\1 as de</p><p>(}lllras qtlC llfl O f~zcra111; O lllCSl\10 se dig,1 COlll</p><p>rcs1)c il ll gcssagc111 e l1 ndL1b,1ção, f)ri11c i1)al111e11lc ,1</p><p>, . . .</p><p>Ísfalad,1, a J)slr,1r se1),1r,1d,1111c11le se o l,11\1,111)10 i11dic,1r.</p><p>(8) E1·siãslr,1 de glcbns crodid,1s co111 ;1 de</p><p>t1lr,1s bc111 C11sc.rv,1d,1s.</p><p>A Figt1r,1 2 d,í t1111 cxc1111)I d e se1),1r,1ção de glcll,IS.</p><p>- 16-</p><p>' . . .</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>' '</p><p>-</p><p>•</p><p>- • As</p><p>- - -</p><p>.. - ... .</p><p>. - -- ..</p><p>A1</p><p>•</p><p>VARZEA</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>'</p><p>•</p><p>'</p><p>1</p><p>'</p><p>-</p><p>ESPIGAO</p><p>\ A4 .</p><p>•</p><p>. . .</p><p>.... - - -</p><p>Figura 2. Divisão do tcrre110 em glebas de acordo con1 os acidc11tcs</p><p>ou uso para a coleta das sub-amostras por caminhamento</p><p>em zig-zag. (Fo11te: Malavolta & Romero, 1975)</p><p>3.1.2. Cultura</p><p>Se as glebas 11ão fora111 cultivad,1s a11tes, o prese11te ite111 11ão</p><p>cabe. O agric.ultor fic,1 11a dcpc11dê11cia ,1pe11as dos critérios a11teriores.</p><p>E11lreta11to, a vegetação 11ativ,1 podcr,í d,1r ,1lgu1na i11dicação da fer</p><p>tilidade rclativ,1 e, porta11to, da d-versidade eve11tual: 11ão se deve, por</p><p>exe111plo, 111isturar terra 011dc l1á 111uito caruru ou beldroega co1n a de</p><p>outro local 011de predo111i11a a gra111a sed,1, o· carrapicl10 ou a barba-de</p><p>bode ou o sapé.</p><p>Prestar ate11ção 110s scgui11tes po11tos:</p><p>. -17-</p><p>Solo</p><p>3.1.2.1. Culturas tc n1 porá rias</p><p>(1) a111ostrar sc1)arada111c11tc t,crras de ct1ltt1ras difcrc11tcs.</p><p>(2) 11ão 111isturar 1\0 caS() de lllllél Cllllttra íl l\lOS lrns Clll qt1c a lllCS lllí1</p><p>foi cultivada co11ti11t1a111c111 c co111 a ele ottlra g lcl1;1 c111 qt1c se</p><p>fez</p><p>a rotação.</p><p>(3) a111ostrar sc1)arada111c11tc te rras de t1111a 111cs111a cultura c 111 qt1e</p><p>se fez o cultivo co11,1c11c io11al e de glcl1as 011dc fo i fe ito o</p><p>ct1ltivo 111í11i1110 ou J)la11tio direto.</p><p>(4) 110 caso da ca11a de açúcar 11ão 111isturar terras de variedades</p><p>,1111ostr,1s de ()-20 c111 e, sc1larada111e11te as 10 st1ba111ostras</p><p>de 21- 40c111, c111 t1111 b,1lde d0 e depois</p><p>col()C,lr 1>,1rtc 11,,s c,1ixi11l1,1,s ota s,lC(>S de J)l,ístico dcvida111e11te</p><p>•</p><p>idc111 i fic,,dos, c11cl1c11d(>-l)S co1111)lct,1111e11te;</p><p>(5) ll,ar,, rctir,,r</p><p>,1s st1b,,111oslr,,s deve-se r,,s1),1r lcvc111e11tc a</p><p>st11>crfícic do Slll(> llélr,, rc111ovcr restos vegetais, 11cdras e</p><p>ot1tr(>S detritos;</p><p>(6) ,, rclir,,d,, d,, st1b,1111ostr,, é fcit,1 llor 111cio de trado ou tubo de</p><p>,iço; deve-se d,1r 1>rcfcrê11cia ,,os trados que retira1n se111pre o</p><p>111cs1110 volt1111e de lcrr,, 11,1 Jlrofu11did,1dc desejada;</p><p>-21-</p><p>Solo</p><p>FERTIGRAMA SOLO - 4/84</p><p>Eng?' Ag~s José Peres Romero . Prof. E. Malavolta</p><p>(Adaptado de Alvim e Cabala)</p><p>Nome ..T t1 S /!. ,, J e. r, e. //o 17 o;,, a' E!. S n / ~ e,_,. ....</p><p>_______ -..:__ 1 --------=-~---- - _ Cultura \;,a~ 4 - ª ~ - 4 e. ""'</p><p>Propriedade f; v iJl't i cq A-if"' co/q Gleba Ser t-aixc> de 11itrogê11ic), cs1)cr,111do-sc qt1c o fcSsforo a1)licado 110</p><p>stalcrtcs C)ll 1,1,1is. A c,1lagc111 ta1,1l>é111 é feita</p><p>a11tcs do l)l,111tili o f(Ss f() rr111c se vê 11,1 T,1l>c.l,1 3, dcvc111 ser fc.itos 3 ft1ros 11,1 li11l1,1</p><p>J)l,111t,1d,1 c11trc ,1s tot1ccir,1s cort,1d,1s e 7 ft1ros 11,1 c11trcli11l1a.</p><p>(2) s ft1ros dcve111 ter 25 c111 de })rft111didé1dc.</p><p>(3) 11,1 Fig11r,1 6 ,11>,1rc.cc ,l loc,1liz,1çâ C111 ,1té 50 11,,.</p><p>(5) ,a lcrr,, de lds é 111is111r,1str,1gc111 deve~ lll'llrir tdo o l,1ll1ãxi111id,1dcs de., c,,rrc,1dorcs</p><p>(>li de cslr,1das.</p><p>(7) l)(>dc-sc c11111i 1111,,r 11 t,1ll1íl c111 zigz,,g 011 c111 X 011 11ívcl</p><p>él 1110s1 r;, lld() -S(.~ llCSSC c.·,,s() d i vcrs,,s fllélS.</p><p>3.5.1.2. Dcpc>is dc>s dcn1n is cortes</p><p>( 1) élS S()(lllCir,,s rcc.·cllClll él ,l: ·t,30 - ·t,4() r11)</p><p>- 28 -</p><p>J.</p><p>E</p><p>o</p><p>V</p><p>• o</p><p>1</p><p>~</p><p>1</p><p>Tabela 3. Amostragem de solo para soqueiras de cana (números de furos) ( l)</p><p>Corte Sulco de Plantio E11treli11ha Sulco de adubação</p><p>da soca</p><p>---------------------------Espaçame11to de 1,30 - 1,40 m ---------------------------</p><p>Depois do primeiro 3 7 o</p><p>Depois dos seguintes 3 5 2</p><p>.</p><p>. ,.</p><p>---------------------------Espaça111ento de O, 90 - 1, 1 O 1n ---------------------------</p><p>Depois do primeiro 4</p><p>Depois dos seguintes 5</p><p>(1) Profundidade: sulco de plantio e entrelinha -25 cm</p><p>sulco de adubação da soca - 10 cm</p><p>Números de subamostras por talhão uniforme</p><p>multiplicar por 10 o número de furos indicados</p><p>Amostra composta: reunião de todas as subamostras.</p><p>6</p><p>5</p><p>:h</p><p>CI)</p><p>(")</p><p>fü-</p><p>:h</p><p>::J</p><p>ru, -vi'</p><p>(t)</p><p>Q</p><p>(t)</p><p>(/)</p><p>o -o</p><p>(J)</p><p>(t)</p><p>~</p><p>5=</p><p>ru</p><p>(J)</p><p>Solo</p><p>1)r r.</p><p>3.5.2. Es1iaçamento de 0,9 - 1,1 1n</p><p>Neste cas a c11treli11l1a se co11ft111c.lc co 111 lt1 g,1 r c.l e adt1l)ação de</p><p>soqt1cira, c111ação d,1 soca tc111 10 c111 de</p><p>prof tt 11c.l i e.la c.l e.</p><p>(3) 1)roccc.lcr co11for111c itc.11s ( 4) ,1 (7) e.lo itc111 3.5.1.1.</p><p>3.6. Geral</p><p>c,,c.líl 4 ,lllOS )\O Cí\S() ele Ctllltll'é\S é\llll,liS Oll 11,l rc fortllél de</p><p>ca11avi,1is e.leve-se a111(>slrar c111 1)roft111c.lic.l,1c.lc 111,1ior, a saber:</p><p>(1) anuais - 21 - 40 cm</p><p>(2) cana - 26 - 50 cm</p><p>O fi111 J)ri11ciJ)íll dessa ;1111(>str,1gc111 é vcrific,1r se 11,i ,1cidcz st1b</p><p>StlJ)C.rfic i,1l (= J)Ot1co C,1 e tllltito Al) qtae deve ser corrigida co111 a</p><p>gcss,1ge111. Alé111 diss(> d~i ~, i11dicação da cotllJ)actação st1bst1perficial</p><p>que deve ser co11trolada 1)el,1 Sll\)so l,1gc111.</p><p>-30-</p><p>A</p><p>8</p><p>e</p><p>1</p><p>1</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>1</p><p>4</p><p>1</p><p>i</p><p>3</p><p>1</p><p>4</p><p>1</p><p>5</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>Oepoi s do 12 corte</p><p>1 1</p><p>1 1</p><p>5 1 1</p><p>1 1 1 6</p><p>l</p><p>.</p><p>1 1</p><p>7 1 1</p><p>1</p><p>1 1</p><p>8 1 1 1 1 9 1</p><p>1 1</p><p>1 10 1</p><p>1 1</p><p>1 1 1</p><p>Depois dos cortes seguintes</p><p>l 1 1</p><p>1 1 1</p><p>1</p><p>1 1 6</p><p>1 1 1</p><p>7</p><p>1 1</p><p>1 1 8 1</p><p>1 1</p><p>1</p><p>9 1</p><p>1 1 1</p><p>10 1 1</p><p>1 1 1 l</p><p>1 1 1</p><p>Figura 7. A- csquc111a da localizaçãtl dt1 adubo 110 pla11tio e nas socas</p><p>B - locais de a,11t1strager11 (furos) dept)is do 1° corte (sulco e</p><p>c11trcli11l1a)</p><p>C- locais de a111tlstragcn1 (furt1s) depois dos cortes seguintes</p><p>(Espaçamc11to: (),90 - 1, 10 m)</p><p>-31-</p><p>Solo</p><p>3. 7. Pere11es for111adas</p><p>As ct1ltt1ras J)crc11cs são J)la111adas c111 s t1l cos ot1 cov,1s . A11tes do</p><p>J)la11li rccc l)c 111 ca lage 111 e I1s ,,czcs gt· ssage 111 c111 ,irca l lal , a la11ço</p><p>co111 i11corJ)Or,1ção. Não é co111t1111 fa ze r-se fos f,1tagc111 e J)Olassage111</p><p>(a1Jlicação a la11ço scet1ida de i11c .rJ)o ra çã) a11tcs do JJla11tio, devido ao</p><p>cttsto elevado dessas JJráticas. Por isso freqt1c11tc111c11te a terra da cova</p><p>ott sttlco é corrigida 11a acidez e a1Jrese11ta ,1l tos 11íveis de fertilidade, o</p><p>que 11ão aco11tecc co111 a terra da c 11treli11l1a ott do 111e io da rtta.</p><p>Dt1ra11te a fase de. for111ação e 11as JJla11tas adt1ltas e111 JJlc11a</p><p>1Jrodt1ção o adubo é colocado e111 faixas, JJarte debaixo da copa e IJarte</p><p>fora dela 11a direção d,1 e11trcli11l1a. Essas faixas vão fica11do cada vez</p><p>111ais largas à 111cdida qtte ,, JJla11ta cresce JJode11do, co111 o tc111po</p><p>tocar-se: qt1a11do isso aco11tece a ct1ltt1ra fica adt1bada JJratica111e11te e111</p><p>á re.a tota 1 .</p><p>. .</p><p>Co1110 regra geral a faix,1 ac.lt1l)ada te.111 t1111a largttra igt1al ao raio</p><p>d,1 COJJa e 111ctadc cst,í JJara Í 110 cttltivo ott co111 a grad,1ge111 leve. Os</p><p>adubos 11itrogc11,1dos, st1lf,1to e. 11itr,1t1110 scr,í cx1Jlic.ado 111ais adia11tc. Co111 rcs1Jcito à acidez</p><p>deve-se ter J)rc.se11te qtte a lllCSill,l JJOdcr,i ter qttc ser corrigid,1 e111 áreél</p><p>cada vez 111nior co111 o fi111 de criar co11diçõcs IJara o desc11volvi111c11to</p><p>das rnizcs 11a l1orizo11lal e 11,1 vertic,11.</p><p>,</p><p>E cl,1ro qtte qt1a11lo 111ais ,,de11sad se tis ladJ)a, N(> c·,1st) atc Í()ll1a", ,1</p><p>superfície fica collerl,l JJCl,,s Í()ll1;1s (lllC c11e1\1 e. ,ts r,,izcs são cxtre111,1-</p><p>111c11lc Slll)crficiais, 11ão se ÍílZCllr scre111 dcs11cccssá ri,1s - (> 111a lc> 11ão cresce 1\1,1is.</p><p>- 32 -</p><p>1</p><p>t</p><p>1</p><p>1</p><p>t</p><p>1</p><p>1</p><p>1 r2</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>entre</p><p>l ln ho</p><p>/</p><p>T</p><p>r</p><p>raio do copo</p><p>1</p><p>1</p><p>1</p><p>1</p><p>faixo</p><p>; adubada</p><p>:/</p><p>1------1</p><p>1</p><p>/_</p><p>projeção do</p><p>copo</p><p>Figura 8. À n1edida que a pla11ta cresce a faixa adubada fica cada</p><p>vc:t n1ais larga.</p><p>- 33 -</p><p>Solo</p><p>Nesse caso, ri111eira adt1b,1ção de1)ois da coll1eita o que at1111e11ta o aproveita1ne11to.</p><p>3.7.1.2. Local</p><p>A11t1al111e11te 110 111eio da faixa adt1bada, o qt1e correspo11de à</p><p>projeção</p><p>da copa (ver Figt1ra 8).</p><p>Cada 2 a110s ,1111ostrar o 111cio da rt1a.</p><p>3.7.1.3. Profundidade</p><p>As a111ostras da faixa adubada são se111prc tiradas 11a profu11-</p><p>didadc de 0-20 c111; alé111 disso pode-se tirar ta111bé111 a 0-1 O c111.</p><p>A a111ostrage111 110 111eio da rt1a, cada 2 a110s, ta111bé111 o é.</p><p>Cada 4 a110s, ta11to 110 111cio da faixa adt1bada qua11to 110 111eio da</p><p>rua deve-se coll1er a111ostras 111ais 1)rofu11das, 21-40 c111.</p><p>3.7.1.4. Número</p><p>Deve-se segt1ir o critério geral de glcl)a l10111ogê11ca ou t111ifor111e:</p><p>(1) 1 O st1 b,11110s t ras c111 gle bas de él té 50 lia, co111bi11adas 11u111a</p><p>, .</p><p>él 1110S l f,l ll lllCél;</p><p>(2) 11fio 111 islt1 ra r ( c,tS() das .a111ost r,1gc11s dos 2 e 4 a11os) terra de</p><p>Slll)Crfícic C()l\l tcrr,l de Stll)Slll)Crf ície.</p><p>3. 7 .2. Otttras cttl tttras perenes</p><p>St11)õc111-sc qt1c ,1 ,1dt1b,1ção tc11l1,1 sido fcit,1 do 111odo i11dicado 110</p><p>i11ício do i(Clll 3.7.</p><p>- 34 -</p><p>,</p><p>(1) Epl0u11clid,1cle e 11ú111e1·0</p><p>Ver ilc11s 3.7.1.2. a 3.7.1.4.</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>3.7.3. Geral</p><p>As 10 s t1ba111ostr,1s são coll1idas ca 111i11l1a11do-se e111 zig- zag, e1n</p><p>X ot1 e11111ível c111 rt1as 1)aralcl,1s, co1110 i11dicado e111 3.5.1 .1. (6) e (7) .</p><p>4. COMO INTERPRETAR OS RESULTADOS OU O</p><p>QUE DIZEM OS NÚMEROS</p><p>Os laboratórios c11via111 os rest1ltados das a11álises e111 geral usa11-</p><p>do u111 i1111)rcsso de co111putador que co11stitui o boleti111.</p><p>Ao recebê-lo o pri111eiro ct1idado do agricultor, se 11ecessário</p><p>ajt1dado }JOr u111 E11gc11l1ei ro Agrô1101no, é verificar se os resultados</p><p>11 bate II a proxi111ada 111e11te C()t11 o CSJ)erado e111 fu11ção do for111ulário</p><p>(itc111 3.3). Se os rest1ltados correspo11de111 ao esperado 11ada há para</p><p>fazer. Pode, e11treta11to, haver desacordo: foi feita t11na calage111 pesada</p><p>111as o J)H co11ti11ua baixo o 111es1110 st1cede11do co1n a satt1ração e1n bases</p><p>(V%); o po111ar de lara11ja det1 1.500 caixas por hectare e 110 e11ta11to o</p><p>teor de K é 111uito baixo; o cafezal produziu ape11as 10 sacas</p><p>be11eficiadas por l1ectarc 111as os teqrcs de P, K e V% estão 1nuito altos;</p><p>o ca 11avia l deu 100 to11eladas de ca11a por hectare co1n 1nédia de 5 cortes</p><p>e o teor de K 110 solo está próxi1110 de 0,0.</p><p>O }')ri111eiro í111peto do agricttltor é pe11sar que o laboratório errou.</p><p>Todo 111t111do pode errar. Os laboratórios, e11treta11to, cerca111-se de</p><p>cttidados JJara evitar erros: cada batelada de a111ostras é aco111pa11l1ada</p><p>por t1111a a111oslra Iladrão; caso o rest1ltado da últi111a 11ão correspo11da</p><p>ao esperado, todas as a111ostras são rea11alisadas. Ot1tros laboratórios</p><p>i11trodt1ze111 110 progra111a de co111pt1tador qt1e vai fazer o boleti111 de</p><p>dct.er111i11,1d,1s reações: pH ,1lto deve corres1lo11der a V% ta111bé 111 alto,</p><p>por cxc1111llo. Se iss() 11ão ,lC()11tcccr o co111Jlt1tador rejeita o rest1ltado</p><p>e ,1 ,111,ílisc é refeita. Se a a111ostra for aco1111l,111l1ada Jlelos dados do</p><p>f o r111 t1 I á rio o JJróp ri o la bor,1 tório terá 111e l l1ores co11d ições para</p><p>avali,ar os rcst1I ttados a1Jare11te111e11te discrepa11tes</p><p>ot1 co11tr,1dil(>ri()S se C(>11fir1110111, lc111-sc t1111a i11dicação de qt1e a</p><p>,1111ostr,1 11ã(> é rc1Jrcsc11l,1t.iv,1. E, c11lão, deve-se co111eçar lt1do de</p><p>11ovo: volt,1r ,ao ca111po, tirar as 11111ostras 001110 se deve, e 111a11dá-las</p><p>,l labratório. Podcr,i ,1co11tcccr, JlOf cxc1111Jlo, qtae o JlH co11ti11t1e</p><p>-35-</p><p>Solo</p><p>l)aixo e.111l,oré1 a ca lagc 111 te11l1a sido feita. Ex1Jlicé1çõcs</p><p>calcári{) de 111á qt1alidade, ca lcá ri 111al a1,Ii cad.</p><p>, .</p><p>})OSS 1 Ve tS :</p><p>St11)011l1a-se, 1)oré111 , qt1c tt1d es t,í de ,lCarccc111 as i11t e rpre tações dos</p><p>Estados br,1silciros.</p><p>Q11c qt1cr dizer "Mt1ito Baixo", "Baixo", "Médio", "Alto" e "Muito</p><p>Alto" ? Essas ex1Jrcssõcs estão rclacio11adas co111 coll1eitas qtte se CSJ)Cra</p><p>obter de acordo co111 ess,1 classificação co1110 se vê 11a Figura 9.</p><p>"coll1cita relativa" quer dizer J)rodt1ção obtida sc111 adição do</p><p>elc.111c.11to (ou sc111 correção da acidez) dividida pela colheita</p><p>obtida co111 adição do 111cs1110 ( 011 co1n correção da acidez)</p><p>vezes 100;</p><p>se o solo aprcsc11tar u111 teor "111t1ito baixo", do cle111e11to (ou</p><p>111t1ita acidez) a coll1eit:a qttc se pode obter se111 ttsá-lo 11a</p><p>adt1bação (ou sc111 corrigir ,1 acidez) varia e11tre:</p><p>Oe70%</p><p>d,1 obtid,1 qt1a11d ot1 de se corrigir a acidez J)ois, o</p><p>solo te111 co11diçõcs de J)rod.t1zir:</p><p>100°/o</p><p>de coll1cila relativa.</p><p>Co111 }J,l r,111do-sc os 11ú 111c r</p><p>diluído (Mcl1licl1 ota Caroli11,1 d11111 textt1r,1 do sc>lc>: d,1í ,1 11eccssidadc</p><p>de se f,1zcr ,l ,111áliso físic60</p><p>Tabela 4. Interpretação dos resultados de análise de solo.</p><p>Mat. N p K Ca Mg Ca+Mg S-S04 B</p><p>Org.</p><p>- - 16 >80 - - >5,0 - -</p><p>3,0 - >16 - >1,0 >4,0 - -</p><p>-</p><p>s10 s45</p><p>. s2,0 - - - - - -</p><p>- - 11-20 45-90 - - 2,1-5,0 - -</p><p>- - >20 >90 - - >5,0 - -</p><p>3,0 >0,15 >20 >60 >4,0 >1,0 >5 - -</p><p>'</p><p>(t)</p><p>Q..</p><p>(t)</p><p>(/)</p><p>o -o</p><p>CJ)</p><p>(l)</p><p>~</p><p>~</p><p>ru</p><p>CJ)</p><p>1</p><p>~</p><p>1</p><p>Es- Interpre-</p><p>tado tação</p><p>GO médio</p><p>s 20%ar~la e,</p><p>21-40</p><p>41-60</p><p>>60</p><p>Alto</p><p>s 20% argila</p><p>21-40</p><p>41-60</p><p>>60</p><p>MA Baixo</p><p>& Médio</p><p>PE Alto</p><p>MG Baixo</p><p>Arenoso</p><p>Médio</p><p>Argiloso</p><p>Médio</p><p>Arenoso</p><p>Tabela 4. Interpretação dos resulta dos de análise de solo. (continuação)</p><p>Mat. N p K Ca Mg Ca+Mg S-S04 B Cu</p><p>Org.</p><p>25-50 - - - - - -</p><p>- - 12,1-18 - 0,5-1,2 0,1-0,3 - - - -- - 10,1-14 - 1,0-2,5 0,2-0,6 - - - -</p><p>- - 6,1-8 - 2,0-5,0 0,4-1,2 - - - -</p><p>- - 2,1-3 - - - - - - -</p><p>- - - >50 - - - - 0,5-1,0 0,7</p><p>- - >18 - >1,2 >0,3 - - - -</p><p>- - >14 - >2,5 >0,6 - - - -</p><p>- - >8 - >5,0 >1,2 - - - -</p><p>- - >3 - - - - - - -</p><p>- - 30 >150 - - >5,0 - - -</p><p>sl,5 - -</p><p>s45 sl,5 s0,5 - - - -</p><p>- - s20 - - - - - - -</p><p>- - slO - - - - - - -</p><p>5 . - - - - - -- - -</p><p>1,~3,0 - - 46-80 1,6-4,0 0,6-1,0 - - - -</p><p>- - 21-30 - - - - - - -</p><p>Fe Mn</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- 5</p><p>- -</p><p>- --</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>Zn</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>1</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>(/)</p><p>a -Q</p><p>Estado Interpre-</p><p>tação</p><p>MG Médio</p><p>Argiloso.</p><p>Alto</p><p>Arenoso</p><p>Médio</p><p>Argiloso</p><p>.</p><p>RJ Baixo</p><p>Médio</p><p>Alto</p><p>Muito alto</p><p>RS Llmitante</p><p>& Muito baixo</p><p>se Baixo</p><p>Médio</p><p>Suficiente</p><p>Alto</p><p>SP Muito baixo</p><p>Baixo</p><p>Médio</p><p>Suficiente</p><p>1</p><p>Alto</p><p>~</p><p>1</p><p>Tabela 4. Interpretação dos resultados de análise de solo. (continuação)</p><p>Mat. N p K Ca</p><p>Org.</p><p>Mo o Ca+Mg S-S04 B Cu</p><p>- - 11-20 - - - - - - -</p><p>- - 6-10 - - - - - - -</p><p>>3,0 - - >80 >4,0 >1,0 - - - -</p><p>- - >30 - - - - - - -</p><p>- - >20 - - - - - - -</p><p>- - >10 - - - - - - -.</p><p>sl,O - slO s45 - - s2,0 - - -</p><p>1,0-2,0 11-20 46-90</p><p>.</p><p>2,1-ó,O - - - - - -</p><p>>2,0 - 21-30 91-135 - - - - - -</p><p>- >30 >135 - - >10,0 - - -</p><p>- - - s20 - - - - - -.</p><p>21-40 - - - - - - - - -</p><p>5,1 - - >120 >4,0 >1,0 >5,0 >5,0 >0,3 -</p><p>- - 6 0,07 - - - - - -</p><p>1,5 0,075 7-15 0,08-0,15 - 0,4 - - - -</p><p>1,5-2,5 0,075-0,125 16-40 0,16-0,30 - 0,5-0,8 - - - -</p><p>2,5 0,125 41-80 0,31-0,60 - 0,8 - - - -</p><p>- - 80 0,60 - - - - - -</p><p>Fe Mn</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>- -</p><p>Zn</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>0,5</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>~</p><p>O)</p><p>()</p><p>2-</p><p>):,.</p><p>:::s</p><p>O), -rn·</p><p>(t)</p><p>Q</p><p>(1)</p><p>(J)</p><p>a -a</p><p>(/)</p><p>(t)</p><p>~</p><p>3=</p><p>O)</p><p>(/)</p><p>1</p><p>~ o</p><p>1</p><p>Interpretação</p><p>Limitante</p><p>Muito Baixo</p><p>Baixo</p><p>Médio</p><p>Suficiente</p><p>Alto</p><p>Tabela 5. Interpretação dos teores de P no RS & SC.</p><p>Teor de argila % Solos</p><p>alagados</p><p>>55 41-55 26-40 11 - 25 ~10</p><p>------------------------------------------------- ppm --------------------------------------------------</p><p>6,0 >9,0 >14,0 >18,0 >24,0 >6,0</p><p>>8,0 >12,0 >18,0 >24,0 >30,0 -</p><p>(/)</p><p>o -o</p><p>1</p><p>~</p><p>"'!'4</p><p>1</p><p>Estado</p><p>AJ</p><p>BA</p><p>Tabela 6. Interpretação dos resultados de análise de solo, componentes da acidez e outros.</p><p>Interpretação pH CTC</p><p>H-,O - CaC12 H+AJ AJ m SB efet . pH 7,0 V%</p><p>Fortemente ácido 7,8 - - - - - - - -</p><p>Pouco nocivo - - - 1,0 - - - - -</p><p>Acidez elevada 5,0 - - - - - - - -</p><p>Acidez média 5,1-6,0 - - - - - - --</p><p>Acidez fraca 6,1-6,9 - - - - - - - -</p><p>Neutralidade 7,0</p><p>.</p><p>- - - - - - --</p><p>Alcalinidade fraca 7,1-7,4 - - - - - -- -</p><p>Alcalinidade elevada 8,0 - - - - - -- -</p><p>Baixo 1,0 - - - - -</p><p>Na</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>-</p><p>)).</p><p>Cl)</p><p>o</p><p>fü-</p><p>)).</p><p>::J</p><p>O), -v;·</p><p>(t)</p><p>o..</p><p>(t)</p><p>(.J)</p><p>o -o</p><p>(/)</p><p>(t)</p><p>J s:</p><p>O)</p><p>(/)</p><p>1 .</p><p>t Tabela 6.. Interpretação dos resultados de análise de solo, componentes da acidez e outros. (continuação)</p><p>1</p><p>Estado Interpretação DH CTC</p><p>H-,O - CaCI2 H+Al AI</p><p>'</p><p>m SB efet. DH 7,0 V% Na</p><p>' CE Acidez elevada 10,0 - - -- - - -</p><p>'</p><p>Acidez média 5,0-5,9 - - -- - - - - -</p><p>' Acidez ·fraca 6,0--6,9 - - - - - - -- -</p><p>' ' '</p><p>' Neutro 7,0 1 - - - - -- - - -'</p><p>'</p><p>'</p><p>Alcalinidade fraca 7,1-7,8 - - - - -- - - -</p><p>' Alcalinidade elevada >7,8 - - - - - - - - -</p><p>Pouco nocivo - - - 1,0 - - - - - -' - - -</p><p>Solos salinos - - - - - - - - - 15</p><p>.</p><p>Solos alcalinos >15 - - - - -- - - -.</p><p>ES Acidez Ver CE - - - - - - - - -</p><p>Baixo 0,3 - - - - --- - -</p><p>Baixo - - - - - 5,5 >10,0 >0,30 Alto - -- - -- -,</p><p>' .</p><p>Baixo 80 -</p><p>Muito alto - - - - >50 - - - - -</p><p>GO Fortemente ácido 7,6 - - - - - - - - -</p><p>Baixo - - - - 50 - - - >60 -</p><p>MA Acidez VerGO - - - - - - - - -</p><p>Alumínio - - ·- Ver CE '</p><p>- - - - - -</p><p>PE Fortemente ácido 7,0 - - - - - - - - -</p><p>F racamente alcalino 7,1-7,8 - - - - - - - - -</p><p>Alcalino 7,0 - - - - - - - - -</p><p>Alumínio - - - Ver CE - - - - - -</p><p>Solos salinos - - - - - - - - - 15</p><p>Solos sódicos - - - - - - - - - >15</p><p>MG Acidez elevada 7,8 - - - - - - - - -</p><p>Muito baixo - - - - - - - - s 25 -</p><p>Baixo - - s 2,S - 20 2,0 2,5 4,5 26- 50 -</p><p>Médio - - 2,6-5,0 - 21--40 2,1-5,0 2,5-ó,O 4,6- 10,0 51-70 -</p><p>Alto - - >5,0 - 41-óO >5,0 >6,0 >10,0 71-90 -</p><p>M uito alto - - - - >60 - - - >90 -</p><p>(/)</p><p>a -a</p><p>Tabela 6. Interpretação dos resultados de análise de solo, componentes da acidez e outros. (continuação)</p><p>Estado Interpretação pH CTC</p><p>H20 CaCI2 H+Al AI m SB efet. pH 7,0 V% Na</p><p>RJ Extremamente ácido 4,4 - - - - - - - - -</p><p>Fortemente ácido 4,4-5,3 - - - - - - - - -</p><p>Moderadamente ácido 5,4 6,5 - - - - - - - - -</p><p>Praticamente neutro 6,6-7,3 - - - - - - - - -</p><p>Moderadamente alcalino 7,4 8,3 - - - - - - - - -</p><p>Fortemente alcalino 8,3 - - - - - - - - -</p><p>Baixo - - - s0,.3 - - - - - -</p><p>Alto - - - >Ü,3 - - - - - -</p><p>RS Limitante - - - - - - - - - -</p><p>& Muito baixo 6,0 - - - - - - - - -</p><p>'</p><p>SP Muito alto - s4,3 - - - - - - >90 -</p><p>Alto 4,4-5,0 - - - - - - - 71-90 -</p><p>Médio 5,1-5,5 - - - - - - - 51-90 -</p><p>1 Baixo 5,6-6,0 - - - - - - - 26-50 -</p><p>~ Muito baixo >6,0 - - - - - - - s25 -</p><p>1</p><p>h</p><p>co o</p><p>~</p><p>h</p><p>::J</p><p>tl), -u5·</p><p>(t)</p><p>Q_</p><p>(t)</p><p>(/)</p><p>a -a</p><p>(/)</p><p>(t)</p><p>~ -:::r-</p><p>tl)</p><p>(/)</p><p>S olo</p><p>Tab e la 7. O que querem dizer os n(11ncros d ,1s tabe las 4, 5 e 6 .</p><p>Estado</p><p>AL, BA, ES, MG,</p><p>RJ , RS&SC e SP</p><p>ES, SP</p><p>Todc)s, 111e11os SP e</p><p>BA</p><p>SP e Ba</p><p>AL, CE, ES, GO,</p><p>MA&PE, MG, RJ,</p><p>RS&SC</p><p>SP</p><p>Todos</p><p>RS&SC</p><p>GO, RS&SC</p><p>- 46 -</p><p>Matéria orgâ11ica</p><p>N</p><p>p</p><p>K</p><p>K</p><p>Ca e Mg</p><p>S-S04</p><p>Signflcado</p><p>Matéria orgâ11ica c 111 %</p><p>Nitrogê11io e111 %</p><p>Fós foro, e111 pptn (partes</p><p>por 111ilhão ), extraído co1n</p><p>dt1plo ácido (Me l1lic l1 1</p><p>011 "Caroli11a do Norte" ,</p><p>HCl 0,05N + H2S04</p><p>0,025N)</p><p>Fósforo, e111 µg</p><p>( 111icro gra111as) por c1n3</p><p>,</p><p>extraído co111 res i11a</p><p>Potássio trocável e1n</p><p>pp111, extraído co111 duplo</p><p>ácido</p><p>Potássio trocável e1n</p><p>111iliequivale11tes (111eq)</p><p>})Or 100 c1113</p><p>, extraído</p><p>•</p><p>COlll res111a</p><p>Cálcio (Ca) e 111ag11ésio</p><p>(Mg) trocáveis e1n</p><p>1neq/l OOc1113 extraído co111</p><p>dt1plo</p><p>ácido ot1 resi11a (SP)</p><p>E11xofre (S) st1lfat.o (S04)</p><p>Clll }Jplll</p><p>B, Ct1, M11, Z11 B - boro c111 1)p111,</p><p>extraído co111 ágt1a</p><p>qt1e11te; Ct1, M11 e Z11 e111</p><p>})p111, ext.raído co111 dt1plo</p><p>ácido</p><p>ABC da Análise de Solos e Folhas</p><p>Tabela 7. O que querem dizer os números das tabelas 4, 5 e 6.</p><p>( continuação)</p><p>Estado Característ ica Signficado</p><p>Todos pH Índice 1)H, medida da</p><p>acidez do solo =</p><p>1 --</p><p>(fI')</p><p>loga rítimo do inverso da</p><p>concen tração de íons</p><p>hidrogênio (H+ )</p><p>AL, BA, PE, ES, MA, AI Alumínio trocável em</p><p>RJ ineq/100 cm3</p><p>, extraído com</p><p>KCI N</p><p>MG . H+AI Hidrogênio + a lumínio</p><p>trocáveis ot1 acidez poten-</p><p>cial, medida a pH 7,0 em</p><p>meq/100 cm3</p><p>ES, GO, MG m Saturação em a lumínio =</p><p>. Al x 100</p><p>K+Ca+Mg+Al</p><p>MG SB Soma de bases = K + Ca +</p><p>Mg em meq/100 cm 3</p><p>ES&MG CTC Capacidade de Troca</p><p>Catiônica em meq/100 cm 3</p><p>Efetiva = K+Ca+Mg+Al</p><p>pH7 = H+Al+K+Ca+Mg</p><p>ES, MG, SP V</p><p>~</p><p>Indice de sa tt1ração em</p><p>SB</p><p>bases= crc·~ 100 =</p><p>K+Ca+Mg_</p><p>-~ 100</p><p>fl+Al+K+Ca+Mg</p><p>CE&PE Na Sódio trocáve l</p><p>Na = .\· 100</p><p>K+C 0,30</p><p>~</p><p>N - P20s - K20 kg/ha</p><p>O - 6 - 20-120-100 120-120-801 20-120-100 20-120-80</p><p>7 -15 20-100-100 20-100-80 20-100-100 20-100-80</p><p>16 - 40 20-80-100 20-80-80 20-80-100 20-80-80</p><p>> 40 20-60-100 20-60-80 20-60-1000 20-60-80</p><p>Tabela 9. Reco111e1~dações de adubação para citrus e111 produção (l)_</p><p>Espécie P resina ~tg/cm3</p><p>...</p><p>K trocável meq/lOOcm-'</p><p>ou N (2) 0-6 7-15 16-40 >40 0-0,07 0,08-0, 15 0,16-0,30 ~0,30 variedade</p><p>g/cx</p>