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<p>DISCIPLINAS</p><p>APOSTILA</p><p>APOIO ADMINISTRATIVO EDUCACIONAL</p><p>MATEMÁTICA;</p><p>LÍNGUA PORTUGUESA;</p><p>CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS;</p><p>HISTÓRIA E GEOGRAFIA DO ACRE;</p><p>NOÇÕES DE INFORMÁTICA;</p><p>68.99942-2471 DUDU PRÉ-CONCURSOSPREDUDU</p><p>PÓS-EDITAL</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 1</p><p>1 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 2</p><p>2 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>EXEMPLO</p><p>GÊNEROS</p><p>TEXTUAIS</p><p>GÊNEROS</p><p>TEXTUAIS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 3</p><p>3 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Polissemia é um fato linguístico em que</p><p>uma palavra que pode ter vários</p><p>significados. Por exemplo, a palavra</p><p>mangueira significa árvore da manga e</p><p>tubo de borracha que usamos para jogar</p><p>água.</p><p>Quando falamos a palavra mangueira,</p><p>sabemos qual o seu significado de acordo</p><p>com o contexto em que ela está sendo</p><p>usada.</p><p>A palavra polissemia é a junção do</p><p>grego polis, que significa "muitos", e</p><p>de sema, de "significado".</p><p>MESMA PALAVRA COM CLASSE GRAMATICAL IGUAL</p><p>ASSUMINDO SENTIDOS DIFERENTES.</p><p>GÊNEROS</p><p>TEXTUAIS</p><p>GÊNEROS</p><p>TEXTUAIS</p><p>GÊNEROS</p><p>TEXTUAIS</p><p>POLISSEMIA</p><p>PONTO PONTO PONTO</p><p>PONTO</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 4</p><p>4 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O que é ironia?</p><p>Ironia é uma figura de linguagem que utiliza</p><p>palavras com sentido oposto para dar ênfase</p><p>ao discurso. Como esse recurso estilístico</p><p>recorre à combinação de ideias e pensamentos,</p><p>é classificado como uma figura de</p><p>pensamento.</p><p>A palavra ironia tem origem grega (euroneia) e</p><p>significa dissimulação, fingimento.</p><p>Para entender melhor esse conceito, vejamos</p><p>um exemplo:</p><p>Doutor, agradeço o fato de ser tão atencioso</p><p>comigo. Tenho certeza que esteve atento a</p><p>tudo o que disse.</p><p>O falante gostaria de transmitir seu</p><p>desapontamento para o fato de falar com um</p><p>médico que não prestou atenção na sua</p><p>conversa. Para mostrar isso, utilizou a palavra</p><p>“atencioso”, mas com o sentido de “desatento”,</p><p>e “atento”, com o sentido de “distraído”.</p><p>Exemplos de ironia</p><p>1. Aqueles eram os empregados que todo</p><p>patrão queria ter: ágeis como as preguiças.</p><p>2. Que tal falar mais alto para os vizinhos</p><p>também participarem na nossa conversa?</p><p>3. A reunião de amanhã começa meia hora</p><p>mais tarde, mas como você é muito pontual,</p><p>pode vir no mesmo horário para chegar a</p><p>tempo.</p><p>4. Sempre delicada, derruba tudo o que</p><p>encontra pelo caminho.</p><p>A ambiguidade é a duplicidade de sentidos que</p><p>uma palavra pode apresentar. Há a</p><p>ambiguidade lexical e a ambiguidade</p><p>estrutural.</p><p>A ambiguidade LEXICAL ocorre quando uma</p><p>palavra tem sentidos diferentes e, mesmo em</p><p>um contexto, nem sempre conseguimos</p><p>compreender, com precisão, o seu sentido.</p><p>Exemplo de ambiguidade lexical: O cachorro</p><p>do vizinho causa problemas sempre.</p><p>Nessa frase, a palavra cachorro pode ter o</p><p>sentido de animal (o cachorro que pertence ao</p><p>vizinho) ou pode ter o sentido de um mau-</p><p>caráter (comparação do vizinho a um</p><p>cachorro).</p><p>A ambiguidade ESTRUTURAL ocorre quando a</p><p>posição das palavras numa oração podem</p><p>resultar numa oração com sentido ambíguo,</p><p>impreciso.</p><p>Exemplo de ambiguidade estrutural: Ajudei</p><p>a colega exausta no final do dia.</p><p>Nessa frase, não conseguimos compreender</p><p>com precisão quem estava exausta, eu ou a</p><p>colega. Se a frase fosse "Exausta, ajudei a</p><p>colega no final do dia." ou "Ajudei a colega,</p><p>que estava exausta, no final do dia." não</p><p>haveria ambiguidade.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 5</p><p>5 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Pelo fato de reunir mais do que uma</p><p>interpretação possível, a ambiguidade pode</p><p>gerar um desentendimento no discurso,</p><p>motivo pelo qual deve ser evitada nos</p><p>discursos formais.</p><p>No entanto, a ambiguidade é um recurso muito</p><p>utilizado nos textos poéticos, uma vez que</p><p>oferece maior expressividade ao texto. Além</p><p>disso, também é usado nos textos publicitários</p><p>para garantir o humor. Neste caso, quando seu</p><p>uso é intencional, a ambiguidade é</p><p>considerada uma figura de linguagem. Mas,</p><p>quando surge por descuido, a ambiguidade é</p><p>considerada um vício de linguagem.</p><p>Os pressupostos são informações</p><p>implícitas adicionais, facilmente</p><p>compreendidas devido a palavras ou</p><p>expressões presentes na frase que</p><p>permitem ao leitor compreender essa</p><p>informação implícita. O enunciado</p><p>depende dessa pressuposição para que</p><p>faça sentido. Assim, o pressuposto é</p><p>verdadeiro e irrefutável.</p><p>Exemplos de pressupostos:</p><p>- Decidi deixar de comer carne.</p><p>Pressuposto: A pessoa comia carne</p><p>antes.</p><p>- Finalmente acabei minha monografia.</p><p>Pressuposto: Demorou algum tempo para</p><p>terminar a monografia.</p><p>- Alunos que estudam de manhã</p><p>costumam ter melhor rendimento.</p><p>Pressuposto: Há alunos que não estudam</p><p>de manhã.</p><p>- Desde que ela mudou de casa, nunca</p><p>mais a vi.</p><p>Pressuposto: Costumava vê-la antes dela</p><p>mudar de casa.</p><p>Marcas linguísticas que facilitam a</p><p>identificação de pressupostos:</p><p>• Verbos que indicam fim,</p><p>continuidade, mudança e</p><p>implicações: começar, continuar,</p><p>parar, deixar, acabar, conseguir,...</p><p>• Advérbios: felizmente, finalmente,</p><p>ainda, já, depois, antes,...</p><p>• Pronome introdutório de orações</p><p>subordinadas adjetivas: que</p><p>• Locuções que indicam</p><p>circunstâncias: depois que, antes</p><p>que, desde que, visto que,...</p><p>A coesão textual é a conexão linguística que</p><p>permite a amarração das ideias dentro de um</p><p>texto. Ela permite a eficiência na transmissão</p><p>da mensagem ao interlocutor e, por</p><p>consequência, o seu entendimento.</p><p>A coesão necessita de recursos, como</p><p>palavras e expressões, que têm como objetivo</p><p>estabelecer a interligação entre os segmentos</p><p>do texto. Esses recursos são chamados de</p><p>elementos de coesão.</p><p>A coesão pode ser compreendida pelas</p><p>relações linguísticas, como os advérbios,</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 6</p><p>6 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>pronomes, o emprego de conectivos,</p><p>sinônimos, dentre outros, os quais são usados</p><p>para evitar que palavras anteriormente</p><p>mencionadas sejam repetidas.</p><p>Coesão referencial</p><p>É o vínculo que existe entre palavras, orações</p><p>e as diferentes partículas do texto por meio de</p><p>um referente.</p><p>Nesse tipo de coesão, os elementos de coesão</p><p>anunciam, ou retomam as frases, sequências</p><p>e palavras que indicam conceitos e fatos. Isso</p><p>pode ocorrer através da anáfora ou catáfora.</p><p>A anáfora faz referência a uma informação</p><p>mencionada no texto anteriormente, ou seja,</p><p>ela retoma um componente textual. Também</p><p>pode ser chamada de elemento anafórico.</p><p>A catáfora, por sua vez, antecipa um</p><p>componente textual, sendo chamada de</p><p>elemento catafórico.</p><p>Elementos de coesão referencial</p><p>Os principais mecanismos da coesão</p><p>referencial ocorrem por meio</p><p>de elipse e reiteração.</p><p>Exemplo de coesão referencial por</p><p>elipse: Vamos à praia no domingo. Você nos</p><p>acompanha?</p><p>Neste tipo de coesão, um elemento do texto é</p><p>retirado e evita a repetição: Vamos à praia no</p><p>domingo. Você nos acompanha (à praia)?</p><p>Exemplo de coesão por</p><p>reiteração: Aprendizado é dedicação.</p><p>Aprendizado é plantar o conhecimento todos</p><p>os dias.</p><p>Neste tipo de coesão, é possível repetir o</p><p>elemento lexical ou mesmo usar sinônimos.</p><p>Coesão sequencial</p><p>É a maneira como os fatos se organizam no</p><p>tempo do texto. Para isto, são utilizadas</p><p>relações semânticas que ligam as orações e</p><p>os parágrafos à medida que o texto é descrito.</p><p>Elementos de coesão sequencial</p><p>A coesão sequencial pode ocorrer</p><p>(soluções) que</p><p>a equação terá.</p><p>Para determinar o delta usamos a seguinte</p><p>fórmula:</p><p>Passo a Passo</p><p>Para resolver uma equação do 2º grau, usando</p><p>a fórmula de Bhaskara, devemos seguir os</p><p>seguintes passos:</p><p>1º Passo: Identificar os coeficientes a, b e c.</p><p>Nem sempre os termos da equação aparecem</p><p>na mesma ordem, portanto, é importante saber</p><p>identificar os coeficientes, independente da</p><p>sequência em que estão.</p><p>O coeficiente a é o número que está junto ao</p><p>x2, o b é o número que acompanha o x e o c é</p><p>o termo independente, ou seja, o número que</p><p>aparece sem o x.</p><p>2º Passo: Calcular o delta.</p><p>Para calcular as raízes é necessário conhecer</p><p>o valor do delta. Para isso, substituímos as</p><p>letras na fórmula pelos valores dos</p><p>coeficientes.</p><p>Podemos, a partir do valor do delta, saber</p><p>previamente o número de raízes que terá a</p><p>equação do 2º grau. Ou seja, se o valor de Δ for</p><p>maior que zero (Δ > 0), a equação terá duas</p><p>raízes reais e distintas.</p><p>Se ao contrário, delta for menor que zero (Δ</p><p>o</p><p>resultado da porcentagem e queremos</p><p>conhecer o valor que corresponde ao todo</p><p>(100%).</p><p>Usando a regra de três, temos:</p><p>Podemos ainda resolver o problema</p><p>transformando a porcentagem em número</p><p>decimal:</p><p>30% = 0,3</p><p>Então é só resolver a seguinte equação:</p><p>Assim, 30% de 300 é igual a 90.</p><p>3) 90 corresponde a quanto por cento de 360?</p><p>Podemos resolver esse problema escrevendo</p><p>na forma de fração:</p><p>Ou ainda, podemos resolver usando regra de</p><p>três:</p><p>Desta forma, 90 corresponde a 25% de 360.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 63</p><p>63 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Juros simples é um acréscimo calculado</p><p>sobre o valor inicial de uma aplicação</p><p>financeira ou de uma compra feita a crédito,</p><p>por exemplo.</p><p>O valor inicial de uma dívida, empréstimo ou</p><p>investimento é chamado de capital. A esse</p><p>valor é aplicada uma correção, chamada de</p><p>taxa de juros, que é expressa em porcentagem.</p><p>Os juros são calculados considerando o</p><p>período de tempo em que o capital ficou</p><p>aplicado ou emprestado.</p><p>Exemplo</p><p>Um cliente de uma loja pretende comprar uma</p><p>televisão, que custa 1000 reais à vista, em 5</p><p>parcelas iguais. Sabendo que a loja cobrará</p><p>uma taxa de juros de 6% na compra, qual o</p><p>valor de cada parcela e o valor total que o</p><p>cliente irá pagar?</p><p>Ao parcelamos esse valor em cinco meses, se</p><p>não houvesse juros, pagaríamos 200 reais por</p><p>mês (1000 divididos por 5). Mas foi acrescido</p><p>6% a esse valor, então temos:</p><p>Desta forma, teremos um acréscimo de R$</p><p>12,00 ao mês, ou seja, cada prestação será de</p><p>R$ 212,00. Isso significa que, no final,</p><p>pagaremos R$ 60,00 a mais do valor inicial.</p><p>Logo, o valor total da televisão será de R$</p><p>1060,00.</p><p>Fórmula: como calcular o juros</p><p>simples?</p><p>A fórmula para calcular os juros simples é</p><p>expressa por:</p><p>J = C . i . t</p><p>Onde,</p><p>J: juros</p><p>C: capital</p><p>i: taxa de juros. Para substituir na fórmula, a</p><p>taxa deverá estar escrita na forma de número</p><p>decimal. Para isso, basta dividir o valor dado</p><p>por 100.</p><p>t: tempo. A taxa de juros e o tempo devem se</p><p>referir à mesma unidade de tempo.</p><p>Podemos ainda calcular o montante, que é o</p><p>valor total recebido ou devido, ao final do</p><p>período de tempo. Esse valor é a soma dos</p><p>juros com valor inicial (capital).</p><p>Sua fórmula será:</p><p>M = C + J → M = C + C . i . t</p><p>Da equação acima, temos, portanto, a</p><p>expressão:</p><p>M = C . (1 + i . t)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 64</p><p>64 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Exemplo 1</p><p>Quanto rendeu a quantia de R$ 1200,00,</p><p>aplicado a juros simples, com a taxa de 2% ao</p><p>mês, no final de 1 ano e 3 meses?</p><p>Sendo:</p><p>C = 1200</p><p>i = 2% ao mês = 0,02</p><p>t = 1 ano e 3 meses = 15 meses (tem que</p><p>transformar em meses para ficar na mesma</p><p>unidade de tempo da taxa de juros.</p><p>J = C . i . t = 1200 . 0,02 . 15 = 360</p><p>Assim, o rendimento no final do período será</p><p>de R$ 360,00.</p><p>Exemplo 2</p><p>Um capital de R$ 400,00, aplicado a juros</p><p>simples com uma taxa de 4% ao mês, resultou</p><p>no montante de R$ 480,00 após um certo</p><p>tempo. Qual foi o tempo da aplicação?</p><p>Considerando,</p><p>C = 400</p><p>i = 4% ao mês = 0,04</p><p>M = 480</p><p>temos:</p><p>A regra de três é um processo matemático</p><p>para a resolução de muitos problemas que</p><p>envolvem duas ou mais</p><p>grandezas diretamente,</p><p>ou inversamente proporcionais.</p><p>Nesse sentido, na regra de três simples, é</p><p>necessário que três valores sejam</p><p>apresentados, para que assim, descubra o</p><p>quarto valor.</p><p>Com a regra de três composta podemos</p><p>determinar um valor desconhecido quando</p><p>relacionamos três ou mais grandezas.</p><p>Em outras palavras, a regra de três permite</p><p>descobrir um valor não identificado, por meio</p><p>de outros três ou mais valores conhecidos.</p><p>Regra de Três Simples</p><p>A regra de três simples é uma proporção entre</p><p>duas grandezas, por exemplo: velocidade e</p><p>tempo, venda e lucro, mão de obra e</p><p>produção…</p><p>Para resolver uma regra de três simples,</p><p>escrevemos a proporção entre as razões das</p><p>grandezas, com uma letra para representar o</p><p>valor desconhecido, desta forma:</p><p>Se as grandezas forem diretas (aumentando</p><p>uma, a outra também aumenta, e vive e versa)</p><p>a proporção é mantida. Se as grandezas forem</p><p>indiretas (aumentando uma, a outra diminui, e</p><p>vive e versa) inverte-se uma razão.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 65</p><p>65 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Multiplicam-se os meios pelos extremos</p><p>(multiplicação cruzada), assim:</p><p>Por último, isola-se o valor desconhecido para</p><p>determinar seu valor.</p><p>Regra de Três Composta</p><p>A regra de três composta, permite descobrir</p><p>um valor a partir de três ou mais valores</p><p>conhecidos, analisando a proporção entre três,</p><p>ou mais grandezas.</p><p>Escrevem-se as razões de cada grandeza, com</p><p>uma letra para o valor desconhecido.</p><p>15 4 5</p><p>x 3 2</p><p>Fazemos a razão com o x igual ao produto das</p><p>demais:</p><p>Esta razão com o valor desconhecido deve ser</p><p>comparada com as outras. Caso a grandeza</p><p>seja inversamente proporcional, invertemos a</p><p>razão.</p><p>Multiplicam-se as razões, isolando o valor</p><p>desconhecido e determinando seu valor.</p><p>Grandezas Diretamente Proporcionais</p><p>Duas grandezas são diretamente</p><p>proporcionais quando, o aumento de uma</p><p>implica no aumento da outra na mesma</p><p>proporção.</p><p>Grandezas Inversamente Proporcionais</p><p>Duas grandezas são inversamente</p><p>proporcionais quando, o aumento de uma</p><p>implica na redução da outra.</p><p>Exemplos de Regra de Três Simples</p><p>Exemplo 1</p><p>Para fazer o bolo de aniversário utilizamos 300</p><p>gramas de chocolate. No entanto, faremos 5</p><p>bolos. Qual a quantidade de chocolate que</p><p>necessitaremos?</p><p>Inicialmente, é importante agrupar as</p><p>grandezas da mesma espécie em duas</p><p>colunas, a saber:</p><p>1 bolo 300 g</p><p>5 bolos x</p><p>Nesse caso, x é a nossa incógnita, ou seja, o</p><p>quarto valor a ser descoberto. Feito isso, os</p><p>valores serão multiplicados de cima para baixo</p><p>no sentido contrário:</p><p>1x = 300 . 5</p><p>1x = 1500 g</p><p>Logo, para fazer os 5 bolos, precisaremos</p><p>de 1500 g de chocolate ou 1,5 kg.</p><p>Note que se trata de um problema</p><p>com grandezas diretamente proporcionais, ou</p><p>seja, fazer mais quatro bolos, ao invés de um,</p><p>aumentará proporcionalmente a quantidade</p><p>de chocolate acrescentado nas receitas.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 66</p><p>66 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Exemplo 2</p><p>Para chegar em São Paulo, Lisa demora 3</p><p>horas numa velocidade de 80 km/h. Assim,</p><p>quanto tempo seria necessário para realizar o</p><p>mesmo percurso numa velocidade de 120</p><p>km/h?</p><p>Da mesma maneira, agrupam-se os dados</p><p>correspondentes em duas colunas:</p><p>80 km/h 3 horas</p><p>120 km/h x</p><p>Observe que ao aumentar a velocidade, o</p><p>tempo do percurso diminuirá e, tratando-se</p><p>de grandezas inversamente proporcionais.</p><p>Em outras palavras, o aumento de uma</p><p>grandeza, implicará na diminuição da outra.</p><p>Diante disso, invertemos os termos da coluna</p><p>para realizar a equação:</p><p>120 km/h 3 horas</p><p>80 km/h x</p><p>120x = 240</p><p>x = 240/120</p><p>x = 2 horas</p><p>Logo, para fazer o mesmo trajeto aumentando</p><p>a velocidade o tempo estimado será de 2</p><p>horas.</p><p>Exemplo de Regra de Três Composta</p><p>Para ler os 8 livros indicados pela professora</p><p>para realizar o exame final, o estudante precisa</p><p>estudar 6 horas durante 7 dias para atingir sua</p><p>meta.</p><p>Porém, a data do exame foi antecipada e, ao</p><p>invés de 7 dias para estudar, o estudante terá</p><p>apenas 4 dias. Assim, quantas horas ele terá</p><p>de estudar por dia, para se preparar para o</p><p>exame?</p><p>Primeiramente, agruparemos numa tabela, os</p><p>valores fornecidos acima:</p><p>Livros Horas Dias</p><p>8 6</p><p>7</p><p>8 x 4</p><p>Observe que ao diminuir o número de dias,</p><p>será necessário aumentar o número de horas</p><p>de estudo para a leitura dos 8 livros.</p><p>Portanto, trata-se de grandezas inversamente</p><p>proporcionais e, por isso, inverte-se o valor dos</p><p>dias para realizar a equação:</p><p>Livros Horas Dias</p><p>8 6 4</p><p>8 x 7</p><p>6/x = 8/8 . 4/7</p><p>6/x = 32/56 = 4/7</p><p>6/x = 4/7</p><p>4 x = 42</p><p>x = 42/4</p><p>x = 10,5 horas</p><p>Logo, o estudante precisará estudar 10,5</p><p>horas por dia, durante os 4 dias, a fim de</p><p>realizar a leitura dos 8 livros indicados pela</p><p>professora.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 67</p><p>67 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A teoria dos conjuntos é um ramo da</p><p>matemática que estuda a coleção de objetos,</p><p>chamados de elementos.</p><p>Dessa forma, os elementos (que podem ser</p><p>qualquer coisa: números, pessoas, frutas) são</p><p>indicados por letra minúscula e definidos</p><p>como um dos componentes do conjunto.</p><p>Exemplo: o elemento “a” ou a pessoa “x”.</p><p>Enquanto os elementos do conjunto são</p><p>indicados por letra minúscula, os conjuntos,</p><p>são representados por letras maiúsculas e,</p><p>normalmente, com chaves { }.</p><p>Além disso, os elementos são separados por</p><p>vírgula ou ponto e vírgula, por exemplo:</p><p>A = {a, e, i, o, u}</p><p>Representação dos conjuntos</p><p>Um conjunto pode ser representado de</p><p>algumas maneiras. Cada uma delas têm</p><p>vantagens e desvantagens, a depender do</p><p>problema ou da situação em sejam usados.</p><p>Diagrama de Euler-Venn</p><p>No modelo de Diagrama de Euler-Venn</p><p>(Diagrama de Venn), os conjuntos são</p><p>representados graficamente. Imagens como</p><p>círculos, elipses e retângulos formam uma</p><p>área que “guarda” seus elementos.</p><p>Esta figura plana fechada é chamada de</p><p>diagrama.</p><p>Os diagramas de Venn são úteis para</p><p>representar conjuntos disjuntos (nenhum</p><p>elemento em comum), assim como, conjuntos</p><p>com elementos que se repetem.</p><p>Representação de conjuntos na forma tabular</p><p>A forma tabular utiliza os símbolos de chaves</p><p>{ } para representar conjuntos. Seus elementos</p><p>devem estar separados por vírgulas.</p><p>Exemplos</p><p>A = {1, 3, 9, 12, 17}</p><p>B = {João, Luíza, Fernando, Lívia}</p><p>Representação de conjuntos por uma</p><p>propriedade</p><p>Um conjunto pode ser representado por uma</p><p>regra que define uma característica comum</p><p>em seus elementos.</p><p>Exemplos</p><p>A = {x / x é uma vogal} lemos: “O conjunto A é</p><p>formado pelos elementos x, tal que x é uma</p><p>vogal”.</p><p>B = {x / x é múltiplo de 3} lemos: “O</p><p>conjunto B é formado pelos elementos x, tal</p><p>que x pertença aos números naturais e seja um</p><p>múltiplo de 3.”</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 68</p><p>68 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Relação de Pertinência</p><p>A relação de pertinência é um conceito muito</p><p>importante na "Teoria dos Conjuntos".</p><p>Ela indica se o elemento pertence ( ) ou não</p><p>pertence ( ) ao determinado conjunto, por</p><p>exemplo:</p><p>D = {w,x,y,z}</p><p>Logo,</p><p>(w pertence ao conjunto D)</p><p>(j não pertence ao conjunto D)</p><p>Isso significa que a pertinência é uma relação</p><p>entre elementos e conjuntos.</p><p>Relação de Inclusão</p><p>A relação de inclusão aponta se tal conjunto</p><p>está contido (C), não está contido (Ȼ) ou se um</p><p>conjunto contém (Ɔ), algum subconjunto.</p><p>Exemplo:</p><p>A = {a,e,i,o,u}</p><p>B = {a,e,i,o,u,m,n,o}</p><p>C = {p,q,r,s,t}</p><p>Logo,</p><p>A C B (A está contido em B, ou seja, todos os</p><p>elementos de A estão em B).</p><p>C Ȼ B (C não está contido em B, pois os</p><p>elementos dos conjuntos são diferentes).</p><p>B Ɔ A (B contém A, pois todos elementos de A</p><p>estão em B).</p><p>Conjunto Vazio</p><p>O conjunto vazio é o conjunto em que não há</p><p>elementos; é representado por duas chaves</p><p>{ } ou pelo símbolo Ø. Note que o conjunto</p><p>vazio está contido (C) em todos os conjuntos.</p><p>União, Intersecção e diferença entre conjuntos</p><p>As operações entre conjuntos são</p><p>fundamentais para a solução de problemas.</p><p>Cada operação possui suas características e</p><p>regras.</p><p>União de conjuntos</p><p>A união, representada pela letra (U),</p><p>corresponde a junção dos elementos de dois</p><p>ou mais conjuntos, sem repetir elementos</p><p>comuns.</p><p>Exemplo</p><p>A = {1, 2, 3, 4}</p><p>B = {3, 4, 5, 6}</p><p>Logo,</p><p>A U B = {1, 2, 3, 4, 5, 6}</p><p>Repare que os algarismos 3 e 4 foram</p><p>representados uma única vez, mesmo estando</p><p>presentes em A e B.</p><p>Ao utilizar diagramas de Venn, a união é</p><p>representada pelo preenchimento de toda</p><p>imagem, não importando se são ou não</p><p>disjuntos.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 69</p><p>69 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Intersecção de conjuntos</p><p>A intersecção, representada pelo símbolo (∩),</p><p>corresponde aos elementos em comum de</p><p>dois ou mais conjuntos.</p><p>Assim, a intersecção é um novo conjunto,</p><p>formado apenas pelos elementos que se</p><p>repetem nos conjuntos iniciais.</p><p>Exemplo</p><p>C = {a, b, c, d, e}</p><p>D = {d, e, f, g, h}</p><p>Logo,</p><p>C ∩ D = {d, e}</p><p>Ao utilizar diagramas de Venn, a intersecção é</p><p>representada pintando apenas a área onde os</p><p>conjuntos estejam sobrepostos.</p><p>Essa área “guarda” apenas os elementos</p><p>repetidos.</p><p>Diferença de conjuntos</p><p>A diferença corresponde ao conjunto de</p><p>elementos que estão no primeiro conjunto, e</p><p>não aparecem no segundo,</p><p>Exemplo</p><p>A = {a, b, c, d, e} - B = {b, c, d, f, g}</p><p>Logo,</p><p>A - B = {a, e}</p><p>Veja que a operação retirou os elementos</p><p>comuns que existem em B.</p><p>Na forma de diagrama, representamos como:</p><p>A - B está representado pela parte cinza.</p><p>Atenção!</p><p>A subtração não é comutativa, ou seja, B - A</p><p>não é igual à A - B.</p><p>B - A = {f, g}</p><p>Igualdade dos Conjuntos</p><p>Na igualdade dos conjuntos, os elementos de</p><p>dois conjuntos são idênticos, por exemplo, nos</p><p>conjuntos A e B:</p><p>A = {1,2,3,4,5}</p><p>B = {3,5,4,1,2}</p><p>Logo,</p><p>A = B (A igual a B).</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 70</p><p>70 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Gráficos são representações visuais de dados,</p><p>como coluna, linha, pizza e área. Eles</p><p>desempenham um papel essencial no</p><p>cotidiano, sendo encontrados em jornais,</p><p>revistas e internet.</p><p>Sua compreensão é fundamental,</p><p>especialmente em exames como concursos,</p><p>vestibulares e Enem, que frequentemente os</p><p>utilizam.</p><p>São ferramentas visuais que ajudam a mostrar</p><p>padrões, tendências e comparações em dados</p><p>quantitativos e qualitativos ao longo do tempo.</p><p>Eles são amplamente empregados em várias</p><p>áreas de estudo, como matemática,</p><p>estatística, geografia, economia e história,</p><p>para facilitar a interpretação e tornar os dados</p><p>mais acessíveis.</p><p>Gráfico de Colunas</p><p>Também conhecido como “Gráfico de Barra”,</p><p>eles são usados para comparar quantidades</p><p>ou mesmo demostrar valores pontuais de</p><p>determinado período. As colunas podem surgir</p><p>de duas maneiras:</p><p>Horizontal:</p><p>Vertical:</p><p>Gráficos de Linha</p><p>Também chamado de “Gráfico de Segmento”,</p><p>ele é usado para apresentar valores</p><p>(sequência numérica) em determinado espaço</p><p>de tempo. Ou seja, mostra as evoluções ou</p><p>diminuições de algum fenômeno.</p><p>Gráfico Pizza</p><p>Também chamado de “Gráfico de Setores”,</p><p>esse modelo recebe esse nome, pois tem a</p><p>forma de uma pizza, ou seja, é circular. Eles</p><p>são utilizados para reunir valores a partir de</p><p>um todo, segundo o conceito de</p><p>proporcionalidade.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 71</p><p>71 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Gráfico de Área</p><p>Esse tipo de gráfico é utilizado para demostrar</p><p>as alterações ou comparar valores ao longo de</p><p>um tempo. Ele é formado por um conjunto de</p><p>linhas e pontos, onde a área é preenchida.</p><p>Histograma</p><p>O Histograma é uma ferramenta de análise de</p><p>dados</p><p>que apresenta diversos retângulos</p><p>justapostos (barras verticais).</p><p>Por esse motivo, ele se assemelha ao gráfico</p><p>de colunas, entretanto, o histograma não</p><p>apresenta espaço entre as barras.</p><p>Ele é muito utilizado na área da estatística,</p><p>sendo um importante indicador para a</p><p>distribuição de dados.</p><p>Segundo sua representação gráfica, eles são</p><p>classificados em:</p><p>• Histogramas Simétricos: composto de</p><p>uma frequência mais alta (no centro) e</p><p>que gradualmente vai diminuindo</p><p>conforme se aproxima das bordas.</p><p>• Histogramas Assimétricos: apresenta</p><p>somente um ponto mais alto, sendo que</p><p>o resto dos retângulos são</p><p>assimétricos.</p><p>• Histograma Despenhadeiro: nesse tipo,</p><p>a representação parece incompleta, ao</p><p>ser usado quando alguns dados são</p><p>eliminados.</p><p>• Histograma com Dois Picos: nesse</p><p>caso, temos duas análises de dados</p><p>distintas que apresentam dois picos</p><p>(pontos maiores).</p><p>• Histograma Platô: no centro da figura</p><p>nota-se a aproximação das frequências,</p><p>formando uma figura menos desigual.</p><p>• Histograma Retângulos Isolados:</p><p>também chamado de “ilha isolada”,</p><p>esse caso de histograma apresenta</p><p>lacunas, que por sua vez, indicam uma</p><p>anormalidade ou erros no processo.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/estatistica-conceito-fases-metodo/</p><p>Página 72</p><p>72 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Infográficos</p><p>Os infográficos representam a união de uma</p><p>imagem com um texto informativo. As</p><p>imagens podem conter alguns tipos de</p><p>gráficos.</p><p>Da mesma maneira que os gráficos, eles</p><p>facilitam a compreensão sobre um tema. Esse</p><p>tipo de ferramenta é muito utilizado no meio</p><p>jornalístico e ainda, nos livros didáticos.</p><p>Diagramas</p><p>Exemplo de Diagrama</p><p>Os diagramas são tipos de representações</p><p>gráficas, que demostram, por exemplo, um</p><p>esquema ou uma maquete.</p><p>Também são usados para simplificar uma</p><p>ideia ou conceito, e, portanto, facilitam na</p><p>interpretação do tema.</p><p>Geralmente incluem linhas, setas, desenhos,</p><p>etc. São muito utilizados na área das</p><p>estatísticas e administração.</p><p>Elementos dos gráficos</p><p>Alguns elementos importantes incluídos nos</p><p>gráficos são:</p><p>• Título: geralmente possuem um título a</p><p>respeito da informação que será</p><p>apresentada.</p><p>• Fonte: muitos gráficos, sobretudo os da</p><p>área de estatística, apresentam a fonte,</p><p>ou seja, de onde as informações foram</p><p>retiradas. Também podem apresentar o</p><p>ano de publicação da fonte referida.</p><p>• Números: estes são essenciais para</p><p>comparar as informações dadas pelos</p><p>gráficos. A maioria deles utilizam</p><p>números, seja para indicar quantidade</p><p>ou tempo (mês, ano, trimestre).</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 73</p><p>73 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>• Legendas: grande parte dos gráficos</p><p>apresentam legendas que auxiliam na</p><p>leitura das informações apresentadas.</p><p>Junto a ela, cores que destacam</p><p>diferentes informações, dados ou</p><p>períodos, são utilizadas.</p><p>Tabelas</p><p>As tabelas são usadas para organizar algumas</p><p>informações ou dados. Da mesma forma que</p><p>os gráficos, elas facilitam o entendimento, por</p><p>meio de linhas e colunas que separam os</p><p>dados.</p><p>Sendo assim, são usadas para melhor</p><p>visualização de informações em diversas</p><p>áreas do conhecimento. Também são muito</p><p>frequentes em concursos e vestibulares.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 74</p><p>74 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 75</p><p>75 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 76</p><p>76 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 77</p><p>77 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 78</p><p>78 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 79</p><p>79 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 80</p><p>80 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O princípio fundamental da contagem,</p><p>também chamado de princípio multiplicativo, é</p><p>utilizado para encontrar o número de</p><p>possibilidades para um evento constituído de</p><p>n etapas. Para isso, as etapas devem ser</p><p>sucessivas e independentes.</p><p>Se a primeira etapa do evento possui x</p><p>possibilidades e a segunda etapa é constituída</p><p>de y possibilidades, então existem x . y</p><p>possibilidades.</p><p>Portanto, o princípio fundamental da</p><p>contagem é a multiplicação das opções dadas</p><p>para determinar o total de possibilidades.</p><p>Esse conceito é importante para a análise</p><p>combinatória, área da Matemática que reúne</p><p>os métodos para resolução de problemas que</p><p>envolvem a contagem e, por isso, é muito útil</p><p>na investigação de possibilidades para</p><p>determinar a probabilidade de fenômenos.</p><p>Exemplo 1</p><p>João está em um hotel e pretende ir visitar o</p><p>centro histórico da cidade. Partindo do hotel</p><p>existem 3 linhas de metrô que levam ao</p><p>shopping e 4 ônibus que se deslocam do</p><p>shopping para o centro histórico.</p><p>De quantas maneiras João pode sair do hotel</p><p>e chegar até o centro histórico passando pelo</p><p>shopping?</p><p>Solução: O diagrama de árvore ou árvore de</p><p>possibilidades é útil para analisar a estrutura</p><p>de um problema e visualizar o número de</p><p>combinações.</p><p>Observe como a constatação das</p><p>combinações foi feita utilizando o diagrama</p><p>de árvore.</p><p>Se existem 3 possibilidades de sair do hotel e</p><p>chegar até o shopping, e do shopping para o</p><p>centro histórico temos 4 possibilidades, então</p><p>o total de possibilidades é 12.</p><p>Outra maneira de resolver o exemplo seria pelo</p><p>princípio fundamental da contagem, efetuando</p><p>a multiplicação das possibilidades, ou seja, 3 x</p><p>4 = 12.</p><p>Exemplo 2</p><p>Um restaurante possui em seu cardápio 2</p><p>tipos de entradas, 3 tipos de pratos principais</p><p>e 2 tipos de sobremesas. Quantos menus</p><p>poderiam ser montados para uma refeição</p><p>com uma entrada, um prato principal e uma</p><p>sobremesa?</p><p>Solução: Utilizaremos a árvore de</p><p>possibilidades para entender a montagem dos</p><p>menus com entrada (E), prato principal (P) e</p><p>sobremesa (S).</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 81</p><p>81 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Pelo princípio fundamental da contagem,</p><p>temos: 2 x 3 x 2 = 12. Portanto, poderiam ser</p><p>formados 12 menus com uma entrada, um</p><p>prato principal e uma sobremesa.</p><p>A teoria da probabilidade é o campo da</p><p>Matemática que estuda experimentos ou</p><p>fenômenos aleatórios. Através dela, é possível</p><p>analisar as chances de um determinado</p><p>evento ocorrer.</p><p>Um experimento aleatório é aquele que não é</p><p>possível conhecer qual resultado será</p><p>encontrado antes de realizá-lo.</p><p>Quando calculamos a probabilidade, estamos</p><p>associando um grau de confiança à ocorrência</p><p>dos resultados possíveis de experimentos,</p><p>cujos resultados não podem ser determinados</p><p>antecipadamente. Assim, a probabilidade é a</p><p>medida da chance de algo acontecer.</p><p>O cálculo da probabilidade associa a</p><p>ocorrência de um resultado a um valor que</p><p>varia de 0 a 1 e, quanto mais próximo de 1</p><p>estiver o resultado, maior é a certeza da sua</p><p>ocorrência.</p><p>Um exemplo de experimento aleatório é jogar</p><p>um dado para o alto. Ao cair, não é possível</p><p>prever com total certeza qual das 6 faces</p><p>estará voltada para cima.</p><p>O cálculo da probabilidade é uma divisão entre</p><p>a quantidade de casos favoráveis à ocorrência</p><p>do evento e o total de casos possíveis.</p><p>No exemplo do dado, se queremos conhecer a</p><p>probabilidade da face 2 estar voltada para</p><p>cima, este é o único caso favorável. O número</p><p>total de casos possíveis é seis, por ser a</p><p>quantidade de faces no dado.</p><p>A probabilidade de sair a face 2 é:</p><p>1 / 6 = 0,16666 …</p><p>Em porcentagem, são aproximadamente</p><p>16,6%.</p><p>Para facilitar o cálculo da probabilidade,</p><p>podemos recorrer a uma fórmula que nos</p><p>auxilia a organizar as informações.</p><p>Fórmula da Probabilidade</p><p>Em um fenômeno aleatório, as possibilidades</p><p>de ocorrência de um evento são igualmente</p><p>prováveis.</p><p>Sendo assim, podemos encontrar a</p><p>probabilidade de ocorrer um determinado</p><p>resultado através da divisão entre o número de</p><p>eventos favoráveis e o número total de</p><p>resultados possíveis:</p><p>Sendo:</p><p>P(A): probabilidade da ocorrência de um</p><p>evento A.</p><p>n(A): número de casos favoráveis ou, que nos</p><p>interessam (evento A).</p><p>n(Ω): número total de casos possíveis.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 82</p><p>82 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O resultado calculado também é conhecido</p><p>como probabilidade teórica.</p><p>Para expressar a probabilidade na forma de</p><p>porcentagem, basta multiplicar o resultado por</p><p>100.</p><p>Exemplo 1</p><p>Se lançarmos um dado perfeito, qual a</p><p>probabilidade de sair um número menor que 3?</p><p>Resolução</p><p>Sendo o dado perfeito, todas as 6 faces têm a</p><p>mesma chance de caírem voltadas para cima.</p><p>Vamos então, aplicar a fórmula da</p><p>probabilidade.</p><p>Para isso, devemos considerar que temos 6</p><p>casos possíveis (1, 2, 3, 4, 5, 6) e que o evento</p><p>"sair um número menor que 3" tem 2</p><p>possibilidades, ou seja, sair o número 1 ou 2.</p><p>Assim, temos:</p><p>Para responder na forma de uma</p><p>porcentagem, basta multiplicar por 100.</p><p>Portanto, a probabilidade de sair um número</p><p>menor que 3 é de 33%.</p><p>Exemplo 2</p><p>O baralho de cartas é formado por 52 cartas</p><p>divididas em quatro naipes (copas, paus, ouros</p><p>e espadas) sendo 13 de cada naipe. Dessa</p><p>forma, se retirar uma carta ao acaso, qual a</p><p>probabilidade de sair uma carta do naipe de</p><p>paus?</p><p>Solução</p><p>Ao retirar uma carta ao acaso, não podemos</p><p>prever qual será esta carta. Sendo assim, esse</p><p>é um experimento aleatório.</p><p>Neste caso, temos 13 cartas de paus que</p><p>representam o número de casos favoráveis.</p><p>Substituindo esses valores na fórmula da</p><p>probabilidade, temos:</p><p>Ou, multiplicando o resultado por 100:</p><p>Espaço Amostral</p><p>O espaço amostral é o conjunto de todos os</p><p>resultados possíveis obtidos a partir de um</p><p>experimento aleatório.</p><p>Por exemplo, ao retirar ao acaso uma carta de</p><p>um baralho, o espaço amostral corresponde às</p><p>52 cartas que compõem este baralho.</p><p>Da mesma forma, o espaço amostral ao lançar</p><p>uma vez um dado, são as seis faces que o</p><p>compõem:</p><p>Ω = {1, 2, 3, 4, 5, 6}.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 83</p><p>83 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A quantidade de elementos em um conjunto</p><p>chama-se cardinalidade, expressa pela letra n</p><p>seguida do símbolo do conjunto entre</p><p>parênteses. Assim, a cardinalidade do espaço</p><p>amostral do experimento lançar um dado é</p><p>n(Ω)=6.</p><p>O espaço amostral é composto de cada</p><p>resultado possível. Ao lançar uma moeda o</p><p>espaço amostral será:</p><p>Ω = {cara, coroa}</p><p>Sua cardinalidade, o número de elementos, é</p><p>igual a 2.</p><p>n(Ω) = e</p><p>Em muitas situações é importante descrever</p><p>os elementos do espaço amostral, como nos</p><p>exemplos da moeda e do dado. Cada um</p><p>destes resultados é um ponto amostral do</p><p>conjunto universo.</p><p>Se cada um dos pontos amostrais, ou,</p><p>resultados possíveis, possuírem a mesma</p><p>probabilidade de ocorrer, dizemos que este</p><p>espaço amostral é equiprovável.</p><p>Como exemplo, tomemos uma urna com 4</p><p>esferas de mesmo tamanho e de cores:</p><p>amarela, azul, preta e branca. Ao sortear uma</p><p>ao acaso, qual a probabilidade de sortear a</p><p>bola de uma cor qualquer?</p><p>Sendo um experimento honesto, todas as</p><p>cores possuem a mesma chance de serem</p><p>sorteadas, sendo o espaço amostral</p><p>equiprovável.</p><p>Uma vez definidos o que é experimento</p><p>aleatório e espaço amostral, para calcular uma</p><p>probabilidade, é preciso fazer uma pergunta.</p><p>Esta pergunta define o conceito de evento</p><p>Eventos na probabilidade</p><p>Evento é qualquer subconjunto do espaço</p><p>amostral de um experimento aleatório.</p><p>Voltemos ao exemplo do lançamento de um</p><p>dado de seis faces. Podemos definir o</p><p>seguinte evento:</p><p>Qual a probabilidade de sair um número par?</p><p>O conjunto evento seria: A={2,4,6} de</p><p>cardinalidade n(A)=3</p><p>Para um mesmo experimento podemos definir</p><p>muitos eventos e calcular a probabilidade que</p><p>ocorram. Há alguns tipos especiais de</p><p>eventos.</p><p>Evento certo</p><p>O conjunto do evento é igual ao espaço</p><p>amostral, ou seja, possuem os mesmos</p><p>elementos.</p><p>Exemplo</p><p>Em uma delegação feminina de atletas, uma</p><p>ser sorteada ao acaso e ser mulher. Como a</p><p>probabilidade é de 100%, o evento é certo.</p><p>Evento impossível</p><p>O conjunto do evento é vazio.</p><p>Exemplo</p><p>Imagine que temos uma caixa com bolas</p><p>numeradas de 1 a 20 e que todas as bolas são</p><p>vermelhas.</p><p>O evento "tirar um número maior que 30" é</p><p>impossível, visto que o maior número na caixa</p><p>é 20.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 84</p><p>84 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Evento complementar</p><p>Os conjuntos de dois eventos formam todo o</p><p>espaço amostral, sendo um evento</p><p>complementar ao outro.</p><p>Exemplo</p><p>No experimento lançar uma moeda, o espaço</p><p>amostral é Ω = {cara, coroa}.</p><p>Seja o evento A sair cara, A={cara}, o evento B</p><p>sair coroa é complementar ao evento A, pois,</p><p>B={coroa}. Juntos formam o próprio espaço</p><p>amostral.</p><p>Evento mutuamente exclusivo</p><p>Os conjuntos dos eventos não possuem</p><p>elementos em comum. A intersecção entre os</p><p>dois conjuntos é vazia.</p><p>Exemplo</p><p>Seja o experimento lançar um dado, os</p><p>seguintes eventos são mutuamente</p><p>exclusivos</p><p>A: ocorrer um número menor que 5, A={1, 2, 3, 4}</p><p>B: ocorrer um número maior que 5, A={6}</p><p>A análise combinatória ou combinatória é a</p><p>parte da Matemática que estuda métodos e</p><p>técnicas que permitem resolver problemas</p><p>relacionados com contagem.</p><p>Muito utilizada nos estudos sobre</p><p>probabilidade, ela faz a análise das</p><p>possibilidades e das combinações possíveis</p><p>entre um conjunto de elementos.</p><p>Princípio Fundamental da Contagem</p><p>O princípio fundamental da</p><p>contagem, também chamado de princípio</p><p>multiplicativo, postula que:</p><p>Quando um evento é composto por n etapas</p><p>sucessivas e independentes, de tal modo que</p><p>as possibilidades da primeira etapa é x e as</p><p>possibilidades da segunda etapa é y, resulta no</p><p>número total de possibilidades de o evento</p><p>ocorrer, dado pelo produto (x) . (y).</p><p>Em resumo, no princípio fundamental da</p><p>contagem, multiplica-se o número de opções</p><p>entre as escolhas que lhe são apresentadas.</p><p>Exemplo</p><p>Uma lanchonete vende uma promoção de</p><p>lanche a um preço único. No lanche, estão</p><p>incluídos um sanduíche, uma bebida e uma</p><p>sobremesa. São oferecidas três opções de</p><p>sanduíches: hambúrguer especial, sanduíche</p><p>vegetariano e cachorro-quente completo.</p><p>Como opção de bebida, pode-se escolher 2</p><p>tipos: suco de maçã ou guaraná. Para a</p><p>sobremesa, existem quatro opções: cupcake</p><p>de cereja, cupcake de chocolate, cupcake de</p><p>morango e cupcake de baunilha.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 85</p><p>85 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Considerando todas as opções oferecidas, de</p><p>quantas maneiras um cliente pode escolher o</p><p>seu lanche?</p><p>Solução</p><p>Podemos começar a resolução do problema</p><p>apresentado construindo uma árvore de</p><p>possibilidades, conforme ilustrado abaixo:</p><p>Acompanhando o diagrama, podemos</p><p>diretamente contar quantos tipos diferentes</p><p>de lanches podemos escolher. Assim,</p><p>identificamos que existem 24 combinações</p><p>possíveis.</p><p>Podemos ainda resolver o problema usando o</p><p>princípio multiplicativo. Para determinar as</p><p>diferentes possibilidades de lanches, basta</p><p>multiplicar o número de opções de</p><p>sanduíches, bebidas e sobremesa.</p><p>Total de possibilidades: 3.2.4 = 24</p><p>Portanto, temos 24 tipos diferentes de</p><p>lanches para escolher na promoção.</p><p>Aprenda mais sobre princípio fundamental da</p><p>contagem.</p><p>Tipos de Combinatória</p><p>O princípio fundamental da contagem pode ser</p><p>usado na maioria dos problemas relacionados</p><p>com contagem. Entretanto, em algumas</p><p>situações seu uso torna a resolução muito</p><p>trabalhosa.</p><p>Desta maneira, usamos algumas técnicas para</p><p>resolver problemas com determinadas</p><p>características. Basicamente há três tipos de</p><p>agrupamentos: arranjos, combinações e perm</p><p>utações.</p><p>Antes de conhecermos melhor esses</p><p>procedimentos de cálculo, precisamos definir</p><p>uma ferramenta muito utilizada em problemas</p><p>de contagem, o fatorial.</p><p>O fatorial de um número natural é definido</p><p>como o produto deste número por todos os</p><p>seus antecessores. Utilizamos o</p><p>símbolo para indicar o fatorial de um número.</p><p>Define-se ainda que o fatorial de zero é igual a</p><p>1.</p><p>Exemplo</p><p>O! = 1</p><p>1! = 1</p><p>3! = 3.2.1 = 6</p><p>7! = 7.6.5.4.3.2.1 = 5 040</p><p>10! = 10.9.8.7.6.5.4.3.2.1 = 3 628 800</p><p>Note que o valor do fatorial cresce</p><p>rapidamente, conforme cresce o número.</p><p>Então, frequentemente usamos simplificações</p><p>para efetuar os cálculos de análise</p><p>combinatória.</p><p>Arranjos</p><p>Nos arranjos, os agrupamentos dos elementos</p><p>dependem da ordem e da natureza dos</p><p>mesmos.</p><p>Para obter o arranjo simples de n elementos</p><p>tomados, p a p (p ≤ n), utiliza-se a seguinte</p><p>expressão:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/principio-fundamental-da-contagem/</p><p>https://www.todamateria.com.br/principio-fundamental-da-contagem/</p><p>Página 86</p><p>86 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Exemplo</p><p>Como exemplo de arranjo, podemos pensar na</p><p>votação para escolher um representante e um</p><p>vice-representante de uma turma, com 20</p><p>alunos. Sendo que o mais votado será o</p><p>representante e o segundo mais votado o vice-</p><p>representante.</p><p>Dessa forma, de quantas maneiras distintas a</p><p>escolha poderá ser feita? Observe que nesse</p><p>caso, a ordem é importante, visto que altera o</p><p>resultado.</p><p>Logo, o arranjo pode ser feito de 380 maneiras</p><p>diferentes.</p><p>Permutações</p><p>As permutações são agrupamentos</p><p>ordenados, onde o número de elementos (n)</p><p>do agrupamento é igual ao número de</p><p>elementos disponíveis.</p><p>Note que a permutação é um caso especial de</p><p>arranjo, quando o número de elementos é igual</p><p>ao número de agrupamentos. Desta maneira, o</p><p>denominador na fórmula do arranjo é igual a 1</p><p>na permutação.</p><p>Assim a permutação é expressa pela fórmula:</p><p>Exemplo</p><p>Para exemplificar, vamos pensar de quantas</p><p>maneiras diferentes 6 pessoas podem se</p><p>sentar em um banco com 6 lugares.</p><p>Como a ordem em que irão se sentar é</p><p>importante e o número de lugares é igual ao</p><p>número de pessoas, iremos usar a</p><p>permutação:</p><p>Logo, existem 720 maneiras diferentes para</p><p>as 6 pessoas sentarem neste banco.</p><p>Combinações</p><p>As combinações são subconjuntos onde a</p><p>ordem dos elementos não é importante,</p><p>entretanto, são caracterizadas pela natureza</p><p>dos mesmos.</p><p>Assim, para calcular uma combinação simples</p><p>de n elementos tomados p a p (p ≤ n), utiliza-</p><p>se a seguinte expressão:</p><p>Exemplo</p><p>A fim de exemplificar, podemos pensar na</p><p>escolha de 3 membros para formar uma</p><p>comissão organizadora de um evento, dentre</p><p>as 10 pessoas que se candidataram.</p><p>De quantas maneiras distintas essa comissão</p><p>poderá ser formada?</p><p>Note que, ao contrário dos arranjos, nas</p><p>combinações a ordem dos elementos não é</p><p>relevante. Isso quer dizer que escolher: Maria,</p><p>João e José, é equivalente a escolher: João,</p><p>José e Maria.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 87</p><p>87 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Observe que para simplificar os cálculos,</p><p>transformamos o fatorial de 10 em produto,</p><p>mas conservamos o fatorial de 7, pois, desta</p><p>forma, foi possível simplificar com o fatorial de</p><p>7 do denominador.</p><p>Assim, existem 120 maneiras distintas formar</p><p>a comissão.</p><p>Probabilidade e Análise Combinatória</p><p>A probabilidade permite analisar ou calcular as</p><p>chances de obter determinado resultado</p><p>diante de um experimento aleatório. São</p><p>exemplos as chances de um determinado</p><p>número sair em um lançamento de dados, ou,</p><p>a possibilidade de ganhar na loteria.</p><p>A partir disso, a probabilidade é determinada</p><p>pela razão entre o número de casos favoráveis</p><p>e número de casos possíveis, apresentada</p><p>pela seguinte expressão:</p><p>Sendo:</p><p>P (A): probabilidade de ocorrer um evento A;</p><p>n (A): número de resultados favoráveis</p><p>n (Ω): número total de resultados possíveis</p><p>Para encontrar o número de casos possíveis e</p><p>favoráveis, muitas vezes necessitamos</p><p>recorrer às fórmulas estudadas em análise</p><p>combinatória.</p><p>Exemplo</p><p>Qual a probabilidade de um apostador ganhar</p><p>o prêmio máximo da mega-sena, fazendo uma</p><p>aposta mínima, ou seja, apostar exatamente</p><p>nos seis números sorteados?</p><p>Talão da mega-sena</p><p>Solução</p><p>Como vimos, a probabilidade é calculada pela</p><p>razão entre os casos favoráveis e os casos</p><p>possíveis. Nesta situação, temos apenas um</p><p>caso favorável, ou seja, apostar exatamente</p><p>nos seis números sorteados.</p><p>Já o número de casos possíveis é calculado</p><p>considerando que serão sorteados, ao acaso,</p><p>6 números, não importando a ordem, de um</p><p>total de 60 números.</p><p>Para fazer esse cálculo, usaremos a fórmula</p><p>de combinação, conforme indicado abaixo:</p><p>Assim, existem 50 063 860 modos distintos de</p><p>sair o resultado. A probabilidade de</p><p>acertarmos então será calculada como:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 88</p><p>88 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A geometria plana ou euclidiana é a parte da</p><p>matemática que estuda as figuras que não</p><p>possuem volume.</p><p>A geometria plana também é chamada de</p><p>euclidiana, uma vez que seu nome representa</p><p>uma homenagem ao geômetra Euclides de</p><p>Alexandria, considerado o “pai da geometria”.</p><p>Curioso notar que o termo geometria é a união</p><p>das palavras “geo” (terra) e “metria” (medida);</p><p>assim, a palavra geometria significa a "medida</p><p>de terra".</p><p>Conceitos de Geometria Plana</p><p>Alguns conceitos são de suma importância</p><p>para o entendimento da geometria plana, a</p><p>saber:</p><p>Ponto</p><p>Conceito adimensional, uma vez que não</p><p>possui dimensão. Os pontos determinam uma</p><p>localização e são indicados com letras</p><p>maiúsculas.</p><p>Reta</p><p>A reta, representada por letra minúscula, é</p><p>uma linha ilimitada unidimensional (possui o</p><p>comprimento como dimensão) e pode se</p><p>apresentar em três posições:</p><p>• Horizontal</p><p>• Vertical</p><p>• Inclinada</p><p>Dependendo da posição das retas, quando</p><p>elas se cruzam, ou seja, possuem um ponto</p><p>em comum, são chamadas de retas</p><p>concorrentes.</p><p>Por outro lado, as que não possuem ponto em</p><p>comum, são classificadas como retas</p><p>paralelas.</p><p>Segmento de Reta</p><p>Diferente da reta, o segmento de reta é</p><p>limitado pois corresponde a parte entre dois</p><p>pontos distintos.</p><p>A semirreta é limitada somente num sentido,</p><p>visto que possui início e não possui fim.</p><p>Plano</p><p>Corresponde a uma superfície</p><p>plana</p><p>bidimensional, ou seja, possui duas</p><p>dimensões: comprimento e largura. Nessa</p><p>superfície que se formam as figuras</p><p>geométricas.</p><p>Ângulos</p><p>Os ângulos são formados pela união de dois</p><p>segmentos de reta, a partir de um ponto</p><p>comum, chamado de vértice do ângulo. São</p><p>classificados em:</p><p>• ângulo reto (Â = 90º)</p><p>• ângulo agudo (0º</p><p>• ângulo obtuso (90º</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/retas/</p><p>https://www.todamateria.com.br/segmento-de-reta/</p><p>https://www.todamateria.com.br/angulos/</p><p>Página 89</p><p>89 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Área</p><p>A área de uma figura geométrica expressa o</p><p>tamanho de uma superfície. Assim, quanto</p><p>maior a superfície da figura, maior será sua</p><p>área.</p><p>Perímetro</p><p>O perímetro corresponde a soma de todos os</p><p>lados de uma figura geométrica.</p><p>Figuras da Geometria Plana</p><p>Triângulo</p><p>Polígono (figura plana fechada) de três lados,</p><p>o triângulo é uma figura geométrica plana</p><p>formada por três segmentos de reta.</p><p>Segundo a forma dos triângulos, eles são</p><p>classificados em:</p><p>• triângulo equilátero: possui todos os</p><p>lados e ângulos internos iguais (60°);</p><p>• triângulo isósceles: possui dois lados e</p><p>dois ângulos internos congruentes;</p><p>• triângulo escaleno: possui todos os</p><p>lados e ângulos internos diferentes.</p><p>No tocante aos ângulos que formam os</p><p>triângulos, eles são classificados em:</p><p>• triângulo retângulo: possui um ângulo</p><p>interno de 90°;</p><p>• triângulo obtusângulo: possui dois</p><p>ângulos agudos internos, ou seja,</p><p>menor que 90°, e um ângulo obtuso</p><p>interno, maior que 90°;</p><p>• triângulo acutângulo: possui três</p><p>ângulos internos menores que 90°.</p><p>Quadrado</p><p>Polígono de quatro lados iguais, o quadrado ou</p><p>quadrilátero é uma figura geométrica plana</p><p>que possuem os quatro ângulos congruentes:</p><p>retos (90°).</p><p>Retângulo</p><p>Figura geométrica plana marcada por dois</p><p>lados paralelos no sentido vertical e os outros</p><p>dois paralelos, no horizontal. Assim, todos os</p><p>lados do retângulo formam ângulos reto (90°).</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/poligonos/</p><p>https://www.todamateria.com.br/triangulo-equilatero/</p><p>https://www.todamateria.com.br/triangulo-isosceles/</p><p>https://www.todamateria.com.br/triangulo-escaleno/</p><p>https://www.todamateria.com.br/triangulo-retangulo/</p><p>Página 90</p><p>90 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Círculo</p><p>Figura geométrica plana caracterizada pelo</p><p>conjunto de todos os pontos de um plano. O</p><p>raio (r) do círculo corresponde a medida da</p><p>distância entre o centro da figura até sua</p><p>extremidade.</p><p>Trapézio</p><p>Chamado de quadrilátero notável, pois a soma</p><p>dos seus ângulos internos corresponde a 360º,</p><p>o trapézio é uma figura geométrica plana.</p><p>Ele possui dois lados e bases paralelas, donde</p><p>uma é maior e outra menor. São classificados</p><p>em:</p><p>• trapézio retângulo: possui dois ângulos</p><p>de 90º;</p><p>• trapézio isósceles ou simétrico: os</p><p>lados não paralelos possuem a mesma</p><p>medida;</p><p>• trapézio escaleno: todos os lados de</p><p>medidas diferentes.</p><p>Losango</p><p>Quadrilátero equilátero, ou seja, formado por</p><p>quatro lados iguais, o losango, com o</p><p>quadrado e o retângulo, é considerado</p><p>um paralelogramo.</p><p>Ou seja, é um polígono de quatro lados os</p><p>quais possuem lados e ângulos opostos</p><p>congruentes e paralelos.</p><p>A Geometria Espacial é a parte da matemática</p><p>que estuda formas com três dimensões. Ela se</p><p>ocupa de objetos que ocupam espaço, como</p><p>cubos e esferas. De modo geral, a Geometria</p><p>Espacial pode ser definida como o estudo</p><p>da geometria no espaço.</p><p>A Geometria Espacial é bastante utilizada em</p><p>campos de estudo como: arquitetura,</p><p>engenharia e design, onde é fundamental para</p><p>projetar e construir estruturas, criar modelos</p><p>tridimensionais e realizar cálculos precisos de</p><p>volumes e áreas.</p><p>Além disso, a Geometria Espacial desempenha</p><p>um papel importante em ciências naturais e</p><p>engenharia, como na astronomia para mapear</p><p>o espaço e na geologia para modelar terrenos.</p><p>É fundamental em sistemas de navegação,</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/paralelogramo/</p><p>Página 91</p><p>91 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>como o GPS, para calcular posições e rotas, e</p><p>também é aplicada em áreas como a medicina</p><p>para criar imagens detalhadas do corpo</p><p>humano.</p><p>Outro campo de estudo da geometria lida com</p><p>figuras planas, como triângulos e círculos. A</p><p>geometria plana estuda figuras com duas</p><p>dimensões.</p><p>Características da Geometria Espacial</p><p>A Geometria Espacial estuda os objetos que</p><p>possuem mais de duas dimensões e ocupam</p><p>lugar no espaço. Por sua vez, esses objetos</p><p>são conhecidos como “sólidos geométricos”</p><p>ou “figuras geométricas espaciais”.</p><p>Dessa forma, a geometria espacial pode</p><p>determinar, por meio de cálculos, o volume</p><p>destes objetos, ou seja, o espaço ocupado por</p><p>eles.</p><p>Contudo, o estudo das estruturas das figuras</p><p>espaciais e suas inter-relações é determinado</p><p>por alguns conceitos básicos, a saber:</p><p>• Ponto: conceito fundamental a</p><p>todos os subsequentes, uma vez que</p><p>todos sejam, em última análise,</p><p>formados por inúmeros pontos. Por sua</p><p>vez, os pontos são infinitos e não</p><p>possuem dimensão mensurável</p><p>(adimensional). Portanto, sua única</p><p>propriedade garantida é sua</p><p>localização.</p><p>• Reta: composta por pontos, é infinita</p><p>nos dois lados e determina a distância</p><p>mais curta entre dois pontos</p><p>determinados.</p><p>• Linha: possui algumas semelhanças</p><p>com a reta, ao ser igualmente infinita</p><p>para cada lado, contudo, têm a</p><p>propriedade de formar curvas e nós</p><p>sobre si.</p><p>• Plano: é outra estrutura infinita que</p><p>se estende em todas as direções.</p><p>Figuras Geométricas Espaciais</p><p>Segue abaixo alguns dos sólidos geométricos</p><p>mais conhecidos:</p><p>Cubo</p><p>O cubo é um hexaedro regular composto de 6</p><p>faces quadradas, 12 arestas e 8 vértices.</p><p>Sendo a a medida da aresta:</p><p>Volume do cubo</p><p>Área lateral do cubo</p><p>Área total do cubo</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 92</p><p>92 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Paralelepípedo</p><p>O paralelepípedo é formado por 6 faces</p><p>retangulares, 12 arestas e 8 vértices. Diferente</p><p>do cubo, as medidas das arestas do</p><p>comprimento, da largura e da altura, não</p><p>possuem necessariamente a mesma medida.</p><p>Sendo: L a medida da largura, c do</p><p>comprimento e a da altura.</p><p>Volume do paralelepípedo</p><p>Área total do paralelepípedo</p><p>Prisma</p><p>O Prisma é um poliedro composto por duas</p><p>faces paralelas que formam as bases, que por</p><p>sua vez, podem ser triangulares,</p><p>quadrangulares, pentagonais, hexagonais ou,</p><p>qualquer outro polígono.</p><p>Além das bases, o prima é composto de altura,</p><p>lados, vértices e arestas unidos por</p><p>paralelogramos. De acordo com sua</p><p>inclinação, os prismas podem ser retos,</p><p>aqueles onde a aresta e a base fazem um</p><p>ângulo de 90°, ou os oblíquos, compostos de</p><p>ângulos diferentes de 90°.</p><p>Os prismas recebem nomes conforme o</p><p>polígono de suas bases.</p><p>Volume do prisma</p><p>O volume de todo prisma é a multiplicação</p><p>entre a medida de sua área da base pela sua</p><p>altura (h).</p><p>A altura h do prisma é a distância entre suas</p><p>bases.</p><p>Área do prisma</p><p>O cálculo da área da base depende do polígono</p><p>que forma suas bases. Já a área lateral é a</p><p>soma das áreas dos retângulos que formam</p><p>sua lateral.</p><p>Prisma triangular</p><p>É o prisma cujas bases são triângulos.</p><p>No caso particular em que a base é</p><p>um triângulo equilátero, temos:</p><p>Volume:</p><p>Área total:</p><p>Onde:</p><p>é a medida da aresta da base e h é a</p><p>altura do prisma.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 93</p><p>93 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Prisma hexagonal</p><p>É o prisma onde a base é um hexágono.</p><p>No caso particular onde a base é um hexágono</p><p>regular, temos:</p><p>Volume</p><p>Área lateral</p><p>Área das bases (das duas juntas)</p><p>Pirâmide</p><p>A pirâmide é um poliedro composto por uma</p><p>base (triangular, pentagonal, quadrada,</p><p>retangular, paralelogramo) e um vértice</p><p>(vértice da pirâmide) que une todas as faces</p><p>laterais triangulares.</p><p>Sua altura corresponde a distância entre o</p><p>vértice e sua base. Quanto à sua inclinação</p><p>podem ser classificadas em retas (ângulo de</p><p>90°) ou oblíquas (ângulos diferentes de 90°).</p><p>Volume da pirâmide</p><p>De forma geral, o volume da pirâmide é</p><p>calculado pela multiplicação entre a área da</p><p>base e sua altura, dividindo o resultado por 3.</p><p>O cálculo da área da base depende do polígono</p><p>que forma esta base.</p><p>Área da pirâmide</p><p>A medida da área da pirâmide é a soma da</p><p>área de sua base mais sua lateral.</p><p>Vale lembrar que as laterais das pirâmides são</p><p>formadas por triângulos.</p><p>As pirâmides recebem nomes conforme o</p><p>polígono de suas bases.</p><p>Cilindro</p><p>O cilindro é uma forma espacial arredondada,</p><p>por isso, não é considerado um poliedro. É</p><p>formado por duas bases circulares e paralelas.</p><p>A distância entre suas bases é sua altura.</p><p>Sendo, r o raio da base e h a altura.</p><p>Volume do cilindro</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 94</p><p>94 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Área do cilindro</p><p>A área total é formada pela soma das áreas</p><p>das duas bases com sua área lateral.</p><p>Onde:</p><p>Esfera</p><p>A esfera é um sólido geométrico de forma</p><p>arredondada, não sendo um poliedro.</p><p>Volume da esfera</p><p>Área da esfera</p><p>Cone</p><p>O cone é um sólido de revolução formado por</p><p>uma base circular e um ponto fora desta base.</p><p>O ponto que não pertence ao plano da base é</p><p>o vértice do cone.</p><p>Sendo, r o raio da base e h a altura e g a</p><p>geratriz.</p><p>Volume do cone</p><p>Área da lateral do cone</p><p>Área da base do cone</p><p>Sólidos de Platão</p><p>Os sólidos platônicos são poliedros especias,</p><p>eles são formados por faces iguais. Todas as</p><p>faces destes sólidos são polígonos regulares.</p><p>Tetraedro</p><p>O Tetraedro é um poliedro regular composto</p><p>de 4 faces triangulares, 6 arestas e 4 vértices.</p><p>Volume do tetraedro</p><p>Área total do tetraedro</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 95</p><p>95 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Dodecaedro</p><p>O Dodecaedro é um poliedro regular composto</p><p>de 12 faces pentagonais regulares, 30 arestas</p><p>e 20 vértices.</p><p>Volume do dodecaedro</p><p>Aproximadamente, o volume do dodecaedro é:</p><p>Área total do dodecaedro</p><p>Aproximadamente, a área do dodecaedro é:</p><p>Octaedro</p><p>O Octaedro é um poliedro regular de 8 faces</p><p>triangulares, sendo todas triângulos</p><p>equiláteros. Ele possui 12 arestas congruentes</p><p>e 6 vértices.</p><p>Volume do octaedro</p><p>Aproximadamente, o volume do octaedro é:</p><p>Área do octaedro</p><p>Aproximadamente, a área do octaedro é:</p><p>Icosaedro</p><p>O Icosaedro é um poliedro convexo composto</p><p>de 20 faces triangulares, 30 arestas e 12</p><p>vértices.</p><p>Volume do Icosaedro</p><p>Aproximadamente, o volume do icosaedro é:</p><p>Área do Icosaedro</p><p>Aproximadamente, a área do octaedro é:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 96</p><p>96 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 97</p><p>97 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>(A MAIOR DO ACRE)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 98</p><p>98 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O Tratado de Ayacucho, também</p><p>denominado de Tratado da Amizade, foi</p><p>assinado entre Brasil e Bolívia no dia 27 de</p><p>março e selado em 23 de novembro de 1867,</p><p>na cidade boliviana de La Paz. Assinaram o</p><p>tratado o então presidente boliviano, General</p><p>Mariano Melgarejo e o Imperador</p><p>brasileiro, Dom Pedro II.</p><p>O Tratado de Ayacucho prescrevia uma</p><p>revisão nos limites geopolíticos estabelecidos</p><p>pelos tratados anteriores, a partir dos quais, a</p><p>fronteira da Bolívia chegava às regiões dos</p><p>atuais estados do Acre, Rondônia e parte do</p><p>Amazonas, indo até o rio Madeira, próximo a</p><p>atual cidade de Humaitá, município do Estado</p><p>do Amazonas. Futuramente, o Tratado seria</p><p>utilizado para justificar o poderio boliviano na</p><p>região do atual Estado do Acre, gerando um</p><p>conflito denominado de Revolução</p><p>Acreana (1899).</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.infoescola.com/biografias/dom-pedro-ii/</p><p>https://www.infoescola.com/historia/revolucao-acreana/</p><p>https://www.infoescola.com/historia/revolucao-acreana/</p><p>Página 99</p><p>99 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>(27/03/1867),</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 100</p><p>100 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Relevo</p><p>O território acriano é quase todo recoberto por</p><p>formações de planície, que raramente alcançam 300</p><p>metros de altitude. A planície amazônica alcança a</p><p>porção sul do estado e as altitudes muito baixas fazem</p><p>com que alguns autores classifiquem essa formação</p><p>como uma depressão relativa.</p><p>Nas terras mais ao sul do estado, o relevo permanece</p><p>plano, no entanto as altitudes são um pouco mais</p><p>elevadas. Os terrenos acrianos são formados</p><p>essencialmente por rochas sedimentares, com</p><p>predominância de arenitos.</p><p>Clima</p><p>O clima característico do Acre é o EQUATORIAL, que</p><p>apresenta durante todo o ano altas temperaturas e</p><p>elevada umidade. Os moradores locais classificam</p><p>as estações do ano em verão e inverno. Os meses</p><p>chuvosos, de setembro a maio correspondem</p><p>ao inverno, que ao contrário do que poderíamos</p><p>imaginar, ainda possui altas temperaturas. O verão, nos</p><p>meses de junho, julho e agosto é o verão, a estação</p><p>mais seca, embora ocasionalmente ainda ocorram</p><p>chuvas.</p><p>O clima apresenta baixa amplitude térmica – ou seja,</p><p>as temperaturas variam pouco entre a mínima e a</p><p>máxima. O estado tem um dos mais altos índices</p><p>pluviométricos – volume de chuvas – do país, que</p><p>ultrapassam os 2.100 milímetros anuais.</p><p>Hidrografia</p><p>Os rios acreanos, possuem grande importância</p><p>para a navegação, transporte de mercadorias e</p><p>pessoas e para a fixação das populações</p><p>ribeirinhas. Os principais rios do Acre são:</p><p>RIO ABUNÃ, RIO ACRE, RIO ACURAUA, RIO</p><p>AMÔNIA, RIO ANTIMARI, RIO ARARA, RIO</p><p>ATIMARI, RIO AUTIMARI, RIO AZUL, RIO</p><p>BAGÉ, RIO BRANCO, RIO BREU, RIO</p><p>CAETÉ, RIO CASSIRIAN, RIO CHAMBUICO,</p><p>RIO CHANDLESS, RIO DAS MINAS, RIO DO</p><p>MOURA OU PARANÁ DA VIÚVA, RIO DO</p><p>OURO, RIO ENVIRA, RIO ESPALHA, RIO</p><p>GREGÓRIO, RIO HUMAITÁ, RIO HUMITÁ,</p><p>RIO IACO, RIO INÁ, RIO IQUIRI, RIO ITUIXI</p><p>OU IQUIRI, RIO JAMINAUA, RIO</p><p>JAMINAUÁ, RIO JORDÃO, RIO JURITIPARI,</p><p>RIO JURUÁ, RIO JURUÁ- MIRIM, RIO</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.infoescola.com/geografia/planicie-amazonica/</p><p>https://www.infoescola.com/geologia/rochas-sedimentares/</p><p>https://www.infoescola.com/geografia/estacoes-do-ano/</p><p>https://www.infoescola.com/clima/inverno/</p><p>https://www.infoescola.com/clima/amplitude-termica/</p><p>Página 101</p><p>101 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>JURUÁ-MIRIM, RIO JURUPARI, RIO</p><p>LIBERDADE, RIO MACAPÁ, RIO MACAUÃ,</p><p>RIO MOA, RIO MOACO, RIO MURU, RIO</p><p>NOVO, RIO OURO PRETO, RIO PURUS, RIO</p><p>SANTA ROSA, RIO TAMBORIACO, RIO</p><p>TARAUACÁ, RIO TARAUCÁ, RIO TEJO, RIO</p><p>XAPURI, RIO XIPAMANU, RIOZINHO DO</p><p>ANDIRÁ, RIOZINHO DO ROLA,</p><p>Em razão do grande volume de chuvas e</p><p>da farta rede fluvial, a vegetação</p><p>do</p><p>Acre é exuberante. É revestido por</p><p>densa FLORESTA EQUATORIAL DE</p><p>TERRA FIRME. É significativamente rica</p><p>em seringueiras, o que lhe garante o</p><p>primeiro lugar do país em produção de</p><p>borracha.</p><p>De acordo com dados publicados pelo</p><p>IBGE em 2005, os tipos de vegetação</p><p>do estado do Acre podem ser divididos</p><p>da seguinte maneira:</p><p>Região da Floresta</p><p>Ombrófila Densa (Floresta</p><p>Pluvial Tropical)</p><p>Tipo de vegetação constituída</p><p>basicamente de árvores de porte entre</p><p>20 e 50 metros (meso e</p><p>macrofanerófitos), além de lianas e</p><p>epífitos. Distribui-se em áreas de clima</p><p>ombrotérmico, ou seja, praticamente</p><p>sem período seco, com precipitações</p><p>acima de 2.300 mm e temperaturas</p><p>médias anuais, geralmente, entre 22°C e</p><p>23°C. No Estado do Acre, as variações</p><p>altimétricas possibilitaram separar em</p><p>três formações:</p><p>• Floresta Ombrófila Densa Aluvial;</p><p>• Floresta Ombrófila Densa das</p><p>Terras Baixas;</p><p>• Floresta Ombrófila Densa</p><p>Submontana.</p><p>Região da Floresta</p><p>Ombrófila Aberta</p><p>(Faciações da Floresta</p><p>Densa)</p><p>Ainda situado na faixa de clima</p><p>ombrotérmico, esse tipo de vegetação</p><p>diferencia-se por adaptar-se a um curto</p><p>período seco (dois a três meses). Apesar</p><p>de constituída por meso e</p><p>macrofanerófitos, como na Floresta</p><p>Densa, tem uma dominância de formas</p><p>biológicas de fanerófitas rosuladas e</p><p>lianas lenhosas. Já foi considerado uma</p><p>tipologia vegetal de transição</p><p>entre floresta amazônica e florestas das</p><p>áreas extra-amazônicas. No Brasil,</p><p>costuma aparecer nos espaços</p><p>intermediários ao sul do Vale</p><p>do Amazonas, entre o domínio da</p><p>Floresta Ombrófila Densa e a Floresta</p><p>Estacional Semidecidual e o Cerrado. No</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.infoescola.com/geografia/vegetacao-do-acre/</p><p>https://www.infoescola.com/geografia/vegetacao-do-acre/</p><p>https://www.infoescola.com/biomas/florestas-equatoriais/</p><p>https://www.infoescola.com/biomas/floresta-ombrofila/</p><p>https://www.infoescola.com/plantas/plantas-lenhosas/</p><p>https://www.infoescola.com/biomas/floresta-amazonica/</p><p>https://www.infoescola.com/amazonas/</p><p>https://www.infoescola.com/ecologia/floresta-estacional/</p><p>https://www.infoescola.com/ecologia/floresta-estacional/</p><p>https://www.infoescola.com/geografia/cerrados/</p><p>Página 102</p><p>102 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Acre, por conta dos mesmos critérios</p><p>altimétricos da região anterior,</p><p>identificou-se duas formações</p><p>(configurando distintas faciações com</p><p>bambus, com palmeiras e com cipós):</p><p>• Floresta Ombrófila Aberta Aluvial;</p><p>• Floresta Ombrófila Aberta das</p><p>Terras Baixas.</p><p>Região da Campinarana</p><p>Esse tipo de vegetação, no Brasil, é</p><p>encontrado apenas na Amazônia,</p><p>expandindo-se a partir da sua porção</p><p>ocidental norte, onde foi mencionada</p><p>inicialmente nas bacias do alto rio Negro</p><p>e médio rio Branco, mas que ocorre</p><p>também como disjunções ecológicas,</p><p>dispersas por toda a Hileia, do Acre ao</p><p>Pará, interiorizando-se ainda</p><p>pela Colômbia e Venezuela. Seu nome,</p><p>significa “falso campo”, e possui</p><p>vegetação quase sempre adaptada a</p><p>solos encharcados.</p><p>O aquífero está posicionado nas bacias do Marajó</p><p>(PA), Amazonas, Solimões (AM) e Acre --todas na</p><p>região amazônica--, chegando até a bacias</p><p>subandinas. Para se ter ideia, a reserva de água</p><p>equivale a mais de 150 quatrilhões de litros. “Daria</p><p>para abastecer o planeta por pelo menos 250</p><p>anos”, estimou Matos.</p><p>O aquífero exemplifica a má distribuição do volume</p><p>hídrico nacional com relação à concentração</p><p>populacional. Na Amazônia, vive apenas 5% da</p><p>população do país, mas é a região que concentra</p><p>mais da metade de toda água doce existente no</p><p>Brasil.</p><p>Os geoglifos do Acre são estruturas de terra</p><p>escavadas no solo e formadas por valetas e</p><p>muretas que representam figuras geométricas</p><p>de diferentes formas. Esses recintos foram</p><p>encontrados na região sudoeste da Amazônia</p><p>Ocidental, mais predominantemente na porção</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.infoescola.com/colombia/</p><p>https://www.infoescola.com/venezuela/</p><p>Página 103</p><p>103 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>leste do Estado do Acre, estando localizados</p><p>em áreas de interflúvios, nascentes de</p><p>igarapés e várzeas, associados em sua</p><p>maioria aos rios Acre e Iquiri. No Acre,</p><p>foram identificados mais de 300 sítios</p><p>arqueológicos do tipo geoglifo que estão</p><p>compostos por 410 estruturas de terra,</p><p>números que vem aumentando, devido ao</p><p>desenvolvimento de pesquisas</p><p>arqueológicas no Estado.</p><p>O estudo dessas estruturas de terra cada vez</p><p>mais confirma que o processo de ocupação e</p><p>povoamento da região amazônica, no primeiro</p><p>milênio da era cristã, foi empreendido por</p><p>grupos indígenas numerosos e com grande</p><p>capacidade tecnológica para modificar o</p><p>ambiente de terra firme e várzea,</p><p>imprimindo na paisagem características de</p><p>sua identidade.</p><p>Depressão da Amazônia Ocidental</p><p>Corresponde a uma enorme área de origem</p><p>sedimentar no oeste da Amazônia, com altitudes</p><p>em torno de 200 m, apresentando uma superfície</p><p>aplainada, atravessada ao centro pelas águas do</p><p>rio Amazonas.</p><p>Depressão do Rio Amazonas</p><p>PLANÍCIE DO RIO AMAZONAS</p><p>Corresponde a uma faixa que acompanha as</p><p>margens do rio Amazonas e de alguns de seus</p><p>afluentes. Está delimitada por terrenos do</p><p>Planalto da Amazônia Oriental, a leste, e da</p><p>depressão da Amazônia Ocidental, a oeste;</p><p>sua área mais ampla situa-se na ilha de</p><p>Marajó.</p><p>Constitui a área de superfície mais baixa do relevo,</p><p>com altitudes aproximadas de 200 metros,</p><p>comportando extensas áreas alagadas e de</p><p>inundações, assim como formas de acumulações</p><p>(planícies e terraços fluviais).</p><p>Depressão da Amazônia Ocidental</p><p>Planície do Rio Amazonas</p><p>12 23</p><p>Ocupa a maior extensão territorial do estado</p><p>do Acre.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 104</p><p>104 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Os primeiros habitantes do estado do</p><p>foram os ÍNDIOS APURINÃS.</p><p>Na língua nativa dos índios Apurinãs, Acre</p><p>significa “AQUIRI” - “RIO DOS JACARÉS”.</p><p>TRONCOS LINGUÍSTICOS</p><p>No Acre, os indígenas estão divididos em dois</p><p>grandes troncos indígenas:</p><p>a) Aruaque ou Aruak, que dominavam a bacia</p><p>do Rio Purus;</p><p>b) Panos, que dominavam a região do rio</p><p>Juruá.</p><p>OBS: alguns estudiosos já o dividem em</p><p>TRÊS grupos:</p><p>➢ PANO</p><p>➢ ARUAK</p><p>➢ ARAWÁ.</p><p>Os povos indígenas representam a</p><p>biodiversidade e a riqueza da cultura</p><p>amazônica. Seus saberes transcendem as</p><p>inovações tecnológicas e se perpetuam nos</p><p>tempos atuais.</p><p>As políticas públicas voltadas à preservação</p><p>da identidade e cultura das populações</p><p>tradicionais são uma das frentes de atuação</p><p>dos governos federal e estadual. O território</p><p>acreano é composto por 15 ETNIAS e</p><p>outras três não contactadas – os chamados</p><p>“índios isolados”</p><p>As etnias são:</p><p>➢ Jaminawa</p><p>➢ Manchineri</p><p>➢ Huni Kuin (Kaxinawá)</p><p>➢ Kulina</p><p>➢ Ashaninka</p><p>➢ Shanenawa</p><p>➢ Yawanawá</p><p>➢ Katukina</p><p>➢ Sayanawa</p><p>➢ Jaminawa-Arara</p><p>➢ Apolima-Arara</p><p>➢ Shawãdawa</p><p>➢ Poyanawa</p><p>➢ Nukini</p><p>➢ Nawas e</p><p>➢ os “isolados”.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 105</p><p>105 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>As cidades pioneiras, segundo COY (1995), são</p><p>aquelas localidades de caráter urbano, que</p><p>surgiram de forma planejada ou espontânea,</p><p>paralelamente ao processo de ocupação da</p><p>fronteira agrícola nos últimos 30 anos.</p><p>No Acre podemos elencar como cidades pioneiras,</p><p>Acrelândia, Capixaba e Bujari e os povoados</p><p>e/ou núcleos rurais dos projetos de colonização.</p><p>O local onde hoje está assentada a cidade de Acrelândia</p><p>era a vila de apoio do projeto de Colonização Redenção,</p><p>que fora criado pelo governo estadual em 1986. Já o</p><p>lugarejo onde se localiza o</p><p>município de Capixaba já foi</p><p>sede de seringal, mas a povoação que deu origem a</p><p>cidade foi formado, principalmente de famílias que</p><p>migraram do Espírito Santo para o Mato Grosso e de lá</p><p>para o Acre. Os primeiros capixabas chegaram por volta</p><p>de 1973, quando a "corrida pelas terras" se intensificou</p><p>em direção à Amazônia Ocidental. E o município de</p><p>Bujari também emancipado em 1992, originou do</p><p>povoado de uma fazenda e mais tardiamente de um</p><p>Núcleo de Apoio Rural Integrado (NARI) (MORAIS,</p><p>2.000).</p><p>A abertura das rodovias de penetração</p><p>concomitantemente aos projetos de colonização do</p><p>INCRA e do governo estadual, foram responsáveis</p><p>também pelo revigoramento e surgimento de vilas e</p><p>povoados, e/ou surgimento da cidade pioneira.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 106</p><p>106 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Os geógrafos Milton Santos e Maria Laura Silveira,</p><p>elaboraram em 2001 uma proposta de divisão regional</p><p>baseada na difusão diferencial dos meios técnicos-</p><p>científicos-informacionais e nas heranças do passado,</p><p>resultando no que se chamou de quatro Brasis. A</p><p>regionalização divide o país em região Concentrada,</p><p>Centro-Oeste, Nordeste e Amazônia.</p><p>A divisão regional leva em consideração os aspectos</p><p>socioeconômicos e o meio geográfico, destacando a</p><p>articulação do território brasileiro inserido como uma</p><p>economia periférica no capitalismo globalizado. A partir</p><p>da difusão histórica das técnicas, busca analisar os</p><p>fluxos que ocorrem através da infraestrutura que dá</p><p>suporte as redes de informação, mercadorias, capitais e</p><p>pessoas.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 107</p><p>107 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 108</p><p>108 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 109</p><p>109 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 110</p><p>110 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 111</p><p>111 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 112</p><p>112 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>BANDEIRA DO ACRE</p><p>A bandeira do Acre é um dos símbolos oficiais do</p><p>estado do Acre, Brasil. A bandeira atual foi</p><p>instituída pela lei nº 1.170 de 1995, adotando o</p><p>desenho da Bandeira do Estado Independente do</p><p>Acre (Decreto nº 2, de 15 de julho de 1899),</p><p>modificada pela Resolução n. 5, de 24 de janeiro</p><p>de 1921, do Governo do Território Federal do Acre.</p><p>A faixa governamental usada pelo chefe do</p><p>executivo acreano é feita seguindo as cores da</p><p>bandeira e também ostenta a estrela vermelha.</p><p>Seu desenho consiste em um retângulo de</p><p>proporção largura-comprimento de 7:10 divido por</p><p>uma linha diagonal da parte inferior esquerda (lado</p><p>do mastro) para a superior direita. A parte superior</p><p>esquerda é amarela com uma estrela vermelha no</p><p>canto, a parte inferior direita é verde.</p><p>As cores principais da bandeira (verde e amarelo)</p><p>são as mesmas da bandeira do Brasil e são uma</p><p>representação da integração do estado com o</p><p>Brasil, separadamente cada cor tem um significado</p><p>específico:</p><p>A cor AMARELA, que representa a paz;</p><p>A cor VERDE, a esperança.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 113</p><p>113 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A estrela vermelha no canto superior esquerdo,</p><p>chamada de "estrela solitária", representa o</p><p>sangue dos bravos que lutaram pela a anexação</p><p>da área do atual estado do Acre ao Brasil.</p><p>A bandeira foi adotada oficialmente pelo</p><p>governador EPAMINONDAS JÁCOME.</p><p>O nome Acre surgiu de “Aquiri”, que significa “rio dos</p><p>jacarés” na língua nativa dos índios Apurinãs, os</p><p>habitantes originais da região banhada pelo rio que</p><p>empresta o nome ao estado. Os exploradores da região</p><p>transcreveram o nome do dialeto indígena, dando</p><p>origem ao nome Acre.</p><p>Os primeiros habitantes da região eram os índios,</p><p>até 1877, quando imigrantes nordestinos</p><p>arregimentados por seringalistas para trabalhar na</p><p>extração do látex, devido aos altos preços da borracha</p><p>no mercado internacional, iniciaram a abertura de</p><p>seringais. Este território, antes pertencente à Bolívia e</p><p>ao Peru, foi aos poucos sendo ocupado por brasileiros.</p><p>O imigrantes avançaram pelas vias hidrográficas do rio</p><p>Acre, Alto-Purus e Alto-Juruá, o que aumentou a</p><p>população de local de brancos em cerca de quatro</p><p>vezes em um ano.</p><p>Buscando garantir o domínio da área, os bolivianos</p><p>instituíram a cobrança de impostos sobre a extração da</p><p>borracha e a fundação da cidade de Puerto Alonso.</p><p>Após conflitos armados a cidade foi retomada por</p><p>brasileiros e rebatizada como Porto Acre.</p><p>A revolta dos brasileiros diante destas medidas resultou</p><p>em conflitos que só tiveram fim com a assinatura do</p><p>Tratado de Petrópolis em 17 de novembro de 1903, no</p><p>qual o Brasil adquiriu o território do Acre.</p><p>O Tratado do Rio de Janeiro, assinado em 8 de</p><p>setembro de 1909, estabeleceu as fronteiras</p><p>atuais do estado do Acre. O Tratado foi firmado</p><p>entre o Brasil e o Peru.</p><p>Pelo Tratado foi reduzido em 40 000 km² o território do</p><p>Acre estabelecido no Tratado de Petrópolis, que se</p><p>estendia até as cabeceiras do rio Purus</p><p>Na região de fronteira com o Peru também houve</p><p>controvérsias quanto aos limites territoriais. Em</p><p>setembro de 1903, os peruanos foram expulsos das</p><p>áreas ocupadas, sendo resolvido o impasse territorial</p><p>em 8 de setembro de 1909, tendo como representante</p><p>nas negociações o Barão do Rio Branco, então Ministro</p><p>das Relações Exteriores.</p><p>Unificada a partir de 1920, a administração do Acre</p><p>passou a ser exercida por um governador nomeado pelo</p><p>Presidente da República.</p><p>Até que em 15 de Junho de 1962 foi sancionada pelo</p><p>Presidente da República João Goulart a Lei 4.070, que</p><p>elevou o Acre a categoria de Estado.</p><p>E em Outubro de 1962 foi eleito o primeiro governador</p><p>do Estado do Acre, José Augusto de Araújo.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_setembro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/8_de_setembro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1909</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Acre</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_dos_Estados_Unidos_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_do_Peru</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Tratado_de_Petr%C3%B3polis</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabeceira</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Purus</p><p>Página 114</p><p>114 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre tem se</p><p>destacado como uma das principais ferramentas</p><p>utilizadas para orientar as políticas públicas da</p><p>Amazônia, definindo as potencialidades e fragilidades</p><p>do território.</p><p>No Acre, o ZEE foi instituído por meio do Decreto nº</p><p>503 de 06 de abril de 1999. A sua trajetória de</p><p>construção consistiu de duas fases, a primeira fase</p><p>chamada de ZEE-AC Fase I, que ocorreu entre</p><p>1999 a 2000, período em que foi elaborado</p><p>um diagnóstico do Estado do Acre e teve como</p><p>resultado produtos cartográficos na escala de</p><p>1.000.000.</p><p>A maior parte das informações do ZEE-AC Fase I foi</p><p>baseada em dados secundários, aproveitando e</p><p>sistematizando</p><p>por justaposição ou conexão.</p><p>Exemplo de coesão sequencial por</p><p>justaposição:</p><p>Ricardo é, com certeza, a melhor escolha.</p><p>Além disso, conhece os meandros da</p><p>empresa.</p><p>A coesão sequencial por justaposição ocorre</p><p>para dar sequência ao texto no ordenamento</p><p>temporal, espacial e de assunto.</p><p>Exemplo de coesão sequencial por conexão:</p><p>Acordou tarde, de forma que perdeu o ônibus.</p><p>Nesse tipo de coesão, as conjunções, como</p><p>neste caso, estabelecem uma relação entre as</p><p>orações.</p><p>A coesão referencial é um mecanismo de</p><p>coesão textual que colabora com a</p><p>textualidade através do uso de elementos</p><p>coesivos. Ela conecta as diversas partes de</p><p>um texto sejam palavras, orações e períodos.</p><p>Trata-se de um recurso coesivo que ocorre</p><p>quando um termo ou expressão que já foi</p><p>citado no texto é retomado por meio de outro</p><p>termo que o substitui.</p><p>O que foi mencionado anteriormente é</p><p>chamado de referente textual, enquanto o</p><p>termo que o remete é denominado de</p><p>correferente.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 7</p><p>7 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Sua função é extremamente importante para a</p><p>coerência textual visto que permite que o leitor</p><p>identifique os termos referidos no texto.</p><p>Exemplo: Sara saiu essa manhã de</p><p>casa. Ela foi trabalhar na loja e mais tarde foi</p><p>ao curso de dança.</p><p>De acordo com o exemplo, o termo "ela"</p><p>retoma o sujeito "Sara", evitando assim, a</p><p>repetição desnecessária.</p><p>Classificação</p><p>A coesão referencial pode ocorrer de diversas</p><p>maneiras e os mecanismos mais utilizados</p><p>são: a anáfora, a catáfora, a elipse e a</p><p>reiteração.</p><p>Anáfora</p><p>A anáfora retoma o referente por meio de um</p><p>elemento coesivo que pode ser: artigos,</p><p>advérbios, pronomes e numerais. Nesse caso,</p><p>o referente textual já foi mencionado</p><p>anteriormente no texto.</p><p>"De uma coisa tenho certeza: essa narrativa</p><p>mexerá com uma coisa delicada: a criação de</p><p>uma pessoa inteira que na certa está tão viva</p><p>quanto eu. Cuidai dela porque meu poder é só</p><p>mostrá-la para que vós a reconheçais na rua,</p><p>andando de leve por causa da esvoaçada</p><p>magreza."</p><p>(A hora da estrela de Clarice Lispector)</p><p>Os termos destacados retomam o referente</p><p>que foi citado anteriormente no texto: "pessoa</p><p>inteira".</p><p>Catáfora</p><p>A catáfora, diferente da anáfora, antecipa o</p><p>referente, ou seja, o referente textual surge</p><p>após o elemento coesivo. Geralmente, ela é</p><p>empregada por meio de pronomes</p><p>demonstrativos e indefinidos.</p><p>"Há três coisas que não podem ser</p><p>escondidas por muito tempo: o sol, a lua e a</p><p>verdade". (Buda)</p><p>No exemplo acima, o correferente antecede o</p><p>referente por meio da expressão "três coisas".</p><p>Elipse</p><p>A elipse é a omissão de um ou mais termos da</p><p>frase, no entanto, que são facilmente</p><p>identificáveis pelo leitor. Ela é bastante</p><p>utilizada para evitar a repetição</p><p>desnecessária.</p><p>"Eu canto porque o instante existe</p><p>e a minha vida está completa.</p><p>Não sou alegre nem sou triste:</p><p>sou poeta."</p><p>(Trecho do poema Motivo de Cecília Meireles)</p><p>No exemplo acima temos a omissão do</p><p>pronome “Eu” na terceira linha do poema: (Eu)</p><p>Não sou alegre nem sou triste.</p><p>Reiteração</p><p>A reiteração corresponde a repetição de</p><p>elementos referenciais no texto. Ela pode</p><p>ocorrer por meio repetição do mesmo item</p><p>lexical, por termos sinônimos ou mesmo por</p><p>nomes genéricos (coisa, gente, negócio, etc.)</p><p>“Cada um é responsável por todos. Cada um é</p><p>o único responsável. Cada um é o único</p><p>responsável por todos.” (Antoine de Saint-</p><p>Exupéry)</p><p>Argumentação é um recurso da</p><p>linguagem usado na defesa de um ponto</p><p>de vista acerca de um assunto em</p><p>situações de debate e discussão de</p><p>ideias.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 8</p><p>8 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>"Argumentação consiste em uma atividade</p><p>discursiva (falada ou escrita) utilizada no</p><p>intuito de influenciar determinado</p><p>interlocutor por meio de argumentos. Os</p><p>argumentos demandam uma estrutura</p><p>composta por:</p><p>a) apresentação e organização de ideias;</p><p>b) estruturação do raciocínio em defesa de</p><p>um ponto de vista (tese)."</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 9</p><p>9 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>São escritas com X:</p><p>bruxa, capixaba, caxumba, faxina, rixa,</p><p>roxo, xaxim, xícara, xenofobia, graxa,</p><p>laxante, xale, xaxim, relaxar,</p><p>almoxarifado, vexame</p><p>Escrevem-se com CH:</p><p>brecha, broche, chalé, chicória, cachimbo, chope,</p><p>chuchu, fachada, deboche, fantoche, piche, mochila,</p><p>pechincha, flecha, linchar, chute, bochecha, ficha</p><p>Regras de uso da letra X:</p><p>1) Depois de ditongos (duas vogais pertencentes à</p><p>mesma sílaba):</p><p>caixa, frouxo, deixar, queixa, paixão, faixa, desleixo,</p><p>rouxinol, baixo, baixe</p><p>la, eixo, abaixo.</p><p>2) Quando a primeira sílaba da palavra é EN:</p><p>enxurrada, enxotar, enxugar, enxada, enxergar, enxof</p><p>re, engraxar, enxaqueca, enxerto, enxame, enxoval</p><p>Obs.: As palavras enchente e encher não seguem o</p><p>mesmo processo, pois são derivadas de cheio. O</p><p>mesmo acontece com encharcar, que vem</p><p>de charco; enchapelar, derivada de chapéu;</p><p>e enchiqueirar, que vem de chiqueiro.</p><p>3) Palavras de origem indígena ou africana e palavras</p><p>inglesas aportuguesadas:</p><p>xavante, xingar, xará, xampu, Xangai</p><p>4) Após a sílaba ME</p><p>mexilhão, mexer, mexerica, mexerico,</p><p>mexicano, remexer</p><p>Exceção: mecha (de cabelo)</p><p>IMPORTANTE:</p><p>Há casos em que ocorrem palavras de mesmo som,</p><p>mas com grafia e sentido diferentes. São as chamadas</p><p>palavras homófanas. Veja alguns exemplos:</p><p>- tacha (mancha, defeito ou pequeno prego) /</p><p>taxa (imposto, tributo)</p><p>- coxo (imperfeito, capenga) / cocho (vasilha para alimentar</p><p>animais)</p><p>- xeque (lance do jogo de xadrez) / cheque (ordem de</p><p>pagamento)</p><p>- broxa (pincel para pintura de parede) / brocha (pequeno</p><p>prego)</p><p>- xácara (narrativa popular em verso) /</p><p>chácara (propriedade rural)</p><p>- xá (título do antigo soberano do Irã) / chá (infusão,</p><p>bebida)</p><p>VERBOS EM -ISAR E -IZAR + SUPER</p><p>Não se perde por escrever corretamente. Mas os</p><p>dicionários nem sempre estão à mão para dirimir</p><p>dúvidas. Na hora do sufoco, tem-se que partir para uma</p><p>solução de cabeça. E aí, quando o problema é decidir</p><p>entre o S ou Z dos verbos da 1ª conjugação terminados</p><p>em isar ou izar, pode ser útil este lembrete: a diferença</p><p>está na palavra de que eles derivam.</p><p>Primeiramente, os verbos em ISAR são derivados</p><p>de nomes (radicais) terminados em -is [com</p><p>respectivos sufixos ou desinências, conforme o</p><p>caso]. Aqui “ar” não é sufixo: é sim a terminação</p><p>verbal da 1ª conjugação, que agregada a um</p><p>radical terminado em -is forma os “verbos em isar”</p><p>de que estamos tratando. Para exemplificar:</p><p>agregando-se “ar” ao substantivo anis tem-se o</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 10</p><p>10 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>verbo ANISAR; a íris, IRISAR e assim por diante. Para</p><p>distinguir esses verbos daqueles escritos com Z</p><p>(de izar), pode-se fazer sua associação com o</p><p>substantivo aparentado. Se o nome é grafado com IS, o</p><p>verbo também o será:</p><p>alisar / liso</p><p>analisar / análise</p><p>avisar / aviso</p><p>bisar / bis</p><p>divisar / divisão</p><p>frisar / friso, frisa</p><p>guisar / guisado</p><p>paralisar / paralisia</p><p>pesquisar / pesquisa</p><p>pisar / piso</p><p>precisar / precisão, preciso</p><p>visar / visão</p><p>No entanto, escreve-se deslizar e balizar porque estes</p><p>verbos vêm de deslize e baliza, respectivamente.</p><p>Os verbos terminados em IZAR, por sua vez, formam-</p><p>se de nomes (adjetivos, principalmente) aos quais se</p><p>agrega o sufixo -izar, que significa "tornar, transformar</p><p>em". Assim sendo, de visual + izar formamos visualizar;</p><p>de neutro, neutralizar; de tranquilo, tranquilizar; de</p><p>harmonia, harmonizar.</p><p>Nessa passagem são feitas adaptações gráficas</p><p>(acréscimo, eliminação ou mudança de letras) exigidas</p><p>pela gramática, com as quais normalmente</p><p>os estudos já realizados no Estado.</p><p>Essa sistematização gerou documentos técnicos</p><p>relacionados aos temas: (i) Recursos Naturais e Meio</p><p>Ambiente, (ii) Ocupação Territorial e Subsídio a</p><p>Gestão e, (iii) Indicativo para Gestão Territorial,</p><p>publicados em 3 volumes.</p><p>O Zoneamento Ecológico-Econômico do Acre</p><p>Fase II, elaborado no período de</p><p>2003 a 2006, expressa uma visão</p><p>estratégica do governo e da sociedade no</p><p>planejamento regional e gestão do território</p><p>acreano, bem como a formulação de políticas</p><p>públicas com a construção do Mapa de Gestão na</p><p>escala 1:250.000 e cruzamento de informações</p><p>dos eixos de Recursos Naturais, Socioeconomia e</p><p>Cultural-Político.</p><p>É de grande valia e legitimidade as propostas e</p><p>indicações de política pública contidas no ZEE-AC</p><p>pelo fato de sua elaboração ter contado com a</p><p>colaboração dos diversos segmentos sociais</p><p>presentes na sociedade acreana e das parcerias</p><p>institucionais da esfera federal, estadual, municipal.</p><p>A elaboração do ZEE Fase II permite avanços em</p><p>relação ao planejamento e execução de ações</p><p>relacionadas às Políticas Públicas, permitindo maior</p><p>eficácia das ações e eficiência na aplicação correta</p><p>dos recursos públicos, além do aprimoramento dos</p><p>instrumentos de participação da sociedade para a</p><p>formulação de políticas públicas, na incorporação da</p><p>dimensão Cultural e Político, no âmbito dos estudos</p><p>desenvolvidos e, no detalhamento das informações</p><p>com a utilização do Sistema de Informações</p><p>Geográficas, na escala 1:250.000, tendo como base</p><p>cartográfica a escala 1:100.000, o que favorece o</p><p>planejamento territorial dos diversos ambientes</p><p>presentes no Acre</p><p>As informações foram sistematizadas em um</p><p>Documento Síntese e, de forma mais detalhada, numa</p><p>Coleção Temática, Cartas Geográficas, Mapas</p><p>Temáticos e Cartogramas, e tendo como produto</p><p>principal o Mapa de subsídios à Gestão</p><p>Territorial. Outras publicações foram lançadas a</p><p>partir do ZEE-AC Fase II.</p><p>O Documento Síntese do ZEE Fase II, privilegia o</p><p>uso das informações à maioria dos leitores e permite</p><p>aos gestores públicos e sociedade acreana o acesso</p><p>a um conjunto de informações e orientações,</p><p>sistematizadas e atualizadas sobre o Estado. Estudos</p><p>específicos foram preparados por especialistas nos</p><p>diversos temas e foram publicados, na íntegra, em</p><p>uma série intitulada Coleção Temática do ZEE.</p><p>Além dos documentos técnicos, o Guia do ZEE –</p><p>Resumo Educativo, procura usar uma linguagem</p><p>ainda mais acessível, tendo como público,</p><p>principalmente, os estudantes universitários e</p><p>secundaristas. Outros materiais educativos, também</p><p>estão sendo difundido nas escolas, através da Mochila</p><p>do Educador Ambiental, que contempla os jogos</p><p>ambientais do ZEE-AC.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 115</p><p>115 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>R$ 1038,00</p><p>2022</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 116</p><p>116 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Brasão do estado do Acre é um dos símbolos</p><p>oficiais desta unidade federativa. O lema</p><p>presente na borda do brasão, Nec Luceo</p><p>Pluribus Impar, significa “Não brilho diferente</p><p>dos outros”.</p><p>Conhecendo mais sobre o Brasão do</p><p>Estado do Acre</p><p>O Brasão do Acre é um dos símbolos oficiais</p><p>do estado com o desenvolvimento inicial</p><p>executado no início do século passado. Entre</p><p>suas principais referências está a Queda da</p><p>Bastilha (REVOLUÇÃO FRANCESA),</p><p>representada pelo boné Vermelho que está</p><p>acima da marca para identificar os Jacobinos.</p><p>Possui ainda dois ramos de café e tabaco,</p><p>entrelaçadas por espadas de punho que</p><p>ilustram a força e a disposição em defender</p><p>sua terra. No centro do escudo, um leopardo</p><p>simboliza a ferocidade, agilidade e a força.</p><p>Atrás do animal, uma seringueira representa</p><p>a riqueza acreana.</p><p>A inscrição do latim NEC LUCEO PLURIBUS</p><p>IMPAR, diz respeito a expressão “Não</p><p>Inferior a Muitas Estrelas”, outra referência</p><p>ao estado francês através da figura do Rei Sol</p><p>Luis XIV. A obrigatoriedade da adoção do</p><p>símbolo foi pela Lei Estadual 1.173, assinada</p><p>pelo governador Orleir Cameli.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 117</p><p>117 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 118</p><p>118 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 119</p><p>119 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 120</p><p>120 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 121</p><p>121 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 122</p><p>122 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 123</p><p>123 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A quarentena é um local criptografado que serve</p><p>para armazenar arquivos sob suspeita que podem</p><p>apresentar algum tipo de malware ainda não</p><p>reconhecido pelo antivírus. Assim, caso haja</p><p>alguma ameaça, o arquivo não poderá infectar o</p><p>sistema operacional do aparelho.</p><p>Um FIREWALL é um dispositivo de segurança da</p><p>rede que monitora o tráfego de rede de entrada e</p><p>saída e decide permitir ou bloquear tráfegos</p><p>específicos de acordo com um conjunto definido</p><p>de regras de segurança.</p><p>FILTRAGEM DE PACOTES</p><p>Para compreender, é importante saber que cada</p><p>pacote possui um cabeçalho com diversas</p><p>informações a seu respeito, como endereço IP de</p><p>origem, endereço IP do destino, tipo de serviço,</p><p>tamanho, entre outros. O Firewall então analisa</p><p>estas informações de acordo com as regras</p><p>estabelecidas para liberar ou não o pacote (seja</p><p>para sair ou para entrar na máquina/rede),</p><p>podendo também executar alguma tarefa</p><p>relacionada, como registrar o acesso (ou tentativa</p><p>de) em um arquivo de log.</p><p>FIREWALL DE APLICAÇÃO OU PROXY DE SERVIÇOS</p><p>O firewall de aplicação, também conhecido</p><p>como proxy de serviços (proxy services) ou</p><p>apenas proxy é uma solução de segurança que</p><p>atua como intermediário entre um computador</p><p>ou uma rede interna e outra rede, externa -</p><p>normalmente, a internet. Geralmente instalados</p><p>em servidores potentes por precisarem lidar com</p><p>um grande número de solicitações, firewalls deste</p><p>tipo são opções interessantes de segurança</p><p>porque não permitem a comunicação direta entre</p><p>origem e destino. A imagem a seguir ajuda na</p><p>compreensão do conceito. Perceba que em vez de</p><p>a rede interna se comunicar diretamente com a</p><p>internet, há um equipamento entre ambos que</p><p>cria duas conexões:</p><p>entre a rede e o proxy; e entre o proxy e a</p><p>internet. Observe:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 124</p><p>124 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Com o Firewall UTM, os usuários da sua rede são</p><p>protegidos com vários recursos, como antivírus,</p><p>filtragem de conteúdo, filtragem de e-mail e web,</p><p>anti-spam e entre outros, permitindo que uma</p><p>organização consolide seus serviços de segurança</p><p>de TI em um dispositivo, potencialmente</p><p>simplificando a proteção da sua rede privada.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 125</p><p>125 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>As extensões de arquivos são SUFIXOS</p><p>que</p><p>designam seu formato e principalmente a função</p><p>que desempenham no computador. Na plataforma</p><p>Windows, por exemplo, todo tipo de arquivo tem</p><p>sua extensão, que o difere dos demais dentre</p><p>milhões existentes em cada máquina.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 126</p><p>126 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 127</p><p>127 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 128</p><p>128 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 129</p><p>129 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>DE FORMA CÍCLICA</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 130</p><p>130 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Criptografia é a prática de codificar e</p><p>decodificar dados. Quando os dados são</p><p>criptografados, é aplicado um algoritmo para</p><p>codificá-los de modo que eles não tenham mais o</p><p>formato original e, portanto, não possam ser lidos.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 131</p><p>131 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O Microsoft Office 365 é uma versão do pacote</p><p>Office da Microsoft que roda diretamente no</p><p>seu navegador, ou seja, é inteiramente online.</p><p>Dessa forma, o serviço dispensa qualquer tipo</p><p>de instalação, bastando criar uma conta,</p><p>realizar algumas configurações e começar a</p><p>criar textos, editar planilhas e gerar</p><p>apresentações de slides.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 132</p><p>132 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O que é VPN?</p><p>Uma VPN, ou Virtual Private Network, é</p><p>literalmente o que o nome diz, uma rede privada</p><p>virtual. Um serviço de rede intermediário opcional entre</p><p>o usuário e a internet, que oferece ferramentas</p><p>adicionais de criptografia e navegação sigilosa.</p><p>Em situações normais, toda vez que você se conecta à</p><p>internet, você é identificado pelo seu número de IP, e</p><p>boa parte de seus dados (excluindo os mais</p><p>sensíveis) trafegam abertamente. Com uma rede</p><p>privada, o usuário pode se proteger e não pode ser</p><p>facilmente identificado. Trata-se de um serviço</p><p>essencial para quem de fato não pode usar a Web</p><p>normalmente, como dissidentes</p><p>políticos ou profissionais de segurança.</p><p>Criptografia é a prática de codificar e decodificar</p><p>dados. Quando os dados são criptografados, é aplicado</p><p>um algoritmo para codificá-los de modo que eles não</p><p>tenham mais o formato original e, portanto, não possam</p><p>ser lidos. Os dados só podem ser decodificados ao</p><p>formato original com o uso de uma chave de</p><p>decriptografia específica. As técnicas de codificação</p><p>constituem uma parte importante da segurança dos</p><p>dados, pois protegem informações confidenciais de</p><p>ameaças que incluem exploração por malware e acesso</p><p>não autorizado por terceiros. A criptografia de dados é</p><p>uma solução de segurança versátil: pode ser aplicada a</p><p>um dado específico (como uma senha) ou, mais</p><p>amplamente, a todos os dados de um arquivo, ou ainda</p><p>a todos os dados contidos na mídia de armazenamento.</p><p>Como a criptografia de dados protege os usuários</p><p>de computadores</p><p>Em geral, você geralmente tem contato com a</p><p>criptografia de dados quando precisa inserir</p><p>informações de identificação pessoal em um formulário</p><p>da Web. Sites financeiros, do governo, de escolas e de</p><p>compras costumam criptografar seus dados para ajudar</p><p>na proteção contra roubo e fraude. Sempre verifique se</p><p>os formulários que você preenche na Web são seguros</p><p>e se os seus dados serão criptografados. Observe se:</p><p>O URL da página da Web começa com "https": isso</p><p>indica que seus dados serão criptografados e</p><p>transferidos por meio de um protocolo seguro.</p><p>Aparece um ícone de cadeado, geralmente no canto</p><p>inferior esquerdo ou inferior direito da tela do navegador.</p><p>Ao clicar no ícone de cadeado, você consegue ver os</p><p>detalhes de segurança do site. Assim como você espera</p><p>que os dados confidenciais que insere em um site de</p><p>terceiros sejam criptografados e protegidos, os dados</p><p>em seu computador de casa também precisam ser</p><p>protegidos. Arquivos, senhas, e-mails e backups de</p><p>dados devem ser criptografados para que estejam a</p><p>salvo de hackers e ladrões. Existem soluções de</p><p>segurança versáteis para criptografar e armazenar</p><p>informações confidenciais.</p><p>Códigos maliciosos (Malware)</p><p>Códigos maliciosos (malware) são</p><p>programas especificamente desenvolvidos</p><p>para executar ações danosas e atividades</p><p>maliciosas em um computador.</p><p>MAN</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://tecnoblog.net/264079/como-descobrir-o-endereco-ip-de-um-roteador/</p><p>Página 133</p><p>133 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>VÍRUS</p><p>Vírus é um programa ou parte de um programa de</p><p>computador, normalmente malicioso, que se propaga</p><p>inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de</p><p>outros programas e arquivos.</p><p>Para que possa se tornar ativo e dar continuidade ao</p><p>processo de infecção, o vírus depende da execução do</p><p>programa ou arquivo hospedeiro, ou seja, para que o</p><p>seu computador seja infectado é preciso que um</p><p>programa já infectado seja executado.</p><p>Worm</p><p>Worm é um programa capaz de se propagar</p><p>automaticamente pelas redes, enviando cópias de si</p><p>mesmo de computador para computador.</p><p>Diferente do vírus, o worm não se propaga por meio da</p><p>inclusão de cópias de si mesmo em outros programas</p><p>ou arquivos, mas sim pela execução direta de suas</p><p>cópias ou pela exploração automática de</p><p>vulnerabilidades existentes em programas instalados</p><p>em computadores.</p><p>Spyware</p><p>Spyware é um programa projetado para monitorar as</p><p>atividades de um sistema e enviar as informações</p><p>coletadas para terceiros.</p><p>Alguns tipos específicos de programas spyware são:</p><p>Keylogger: capaz de</p><p>capturar e armazenar as</p><p>teclas digitadas pelo usuário</p><p>no teclado do computador.</p><p>Sua ativação, em muitos</p><p>casos, é condicionada a</p><p>uma ação prévia do usuário,</p><p>como o acesso a</p><p>um site específico de</p><p>comércio eletrônico ou</p><p>de Internet Banking.</p><p>Screenlogger: similar ao keylogger,</p><p>capaz de armazenar a posição do cursor</p><p>e a tela apresentada no monitor, nos</p><p>momentos em que o mouse é clicado,</p><p>ou a região que circunda a posição onde</p><p>o mouse é clicado. É bastante utilizado</p><p>por atacantes para capturar as teclas</p><p>digitadas pelos usuários em teclados</p><p>virtuais, disponíveis principalmente</p><p>em sites de Internet Banking.</p><p>Adware: projetado</p><p>especificamente para apresentar</p><p>propagandas. Pode ser usado</p><p>para fins legítimos, quando</p><p>incorporado a programas e</p><p>serviços, como forma de</p><p>patrocínio ou retorno financeiro</p><p>para quem desenvolve</p><p>programas livres ou presta</p><p>serviços gratuitos. Também pode</p><p>ser usado para fins maliciosos,</p><p>quando as propagandas</p><p>apresentadas são direcionadas,</p><p>de acordo com a navegação do</p><p>usuário e sem que este saiba que</p><p>tal monitoramento está sendo</p><p>feito.</p><p>Backdoor</p><p>Backdoor é um programa que permite o</p><p>retorno de um invasor a um computador</p><p>comprometido, por meio da inclusão de</p><p>serviços criados ou modificados para este fim.</p><p>Pode ser incluído pela ação de outros códigos</p><p>maliciosos, que tenham previamente infectado</p><p>o computador, ou por atacantes, que exploram</p><p>vulnerabilidades existentes nos programas</p><p>instalados no computador para invadi-lo.</p><p>Licensed to</p><p>Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 134</p><p>134 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Cavalo de troia (Trojan)</p><p>Cavalo de troia, trojan ou trojan-horse, é um programa</p><p>que, além de executar as funções para as quais foi</p><p>aparentemente projetado, também executa outras</p><p>funções, normalmente maliciosas, e sem o</p><p>conhecimento do usuário.</p><p>Exemplos de trojans são programas que você recebe ou</p><p>obtém de sites na Internet e que parecem ser apenas</p><p>cartões virtuais animados, álbuns de fotos, jogos e</p><p>protetores de tela, entre outros. Estes programas,</p><p>geralmente, consistem de um único arquivo e</p><p>necessitam ser explicitamente executados para que</p><p>sejam instalados no computador.</p><p>Rootkit</p><p>Rootkit um conjunto de</p><p>programas e técnicas que</p><p>permite esconder e assegurar</p><p>a presença de um invasor ou</p><p>de outro código malicioso em</p><p>um computador</p><p>comprometido.</p><p>O ransomware é um tipo de malware que</p><p>sequestra o computador da vítima e cobra um valor</p><p>em dinheiro pelo resgate, geralmente usando</p><p>a moeda virtual bitcoin, que torna quase</p><p>impossível rastrear o criminoso que pode vir a</p><p>receber o valor. Este tipo de "vírus sequestrador"</p><p>age codificando os dados do sistema operacional</p><p>de forma com que o usuário não tenham mais</p><p>acesso.</p><p>Como os criminosos instalam o</p><p>ransomware?</p><p>A difícil detecção de um ransomware e seus disfarces</p><p>são os fatores que o tornam tão perigoso. A praga pode</p><p>infectar o seu PC de diversas maneiras, através de sites</p><p>maliciosos, links suspeitos por e-mail, ou instalação de</p><p>apps vulneráveis. O ransomware também pode</p><p>aparecer também em links enviados por redes sociais,</p><p>meio muito utilizado para espalhar vírus atualmente.</p><p>Sniffer (farejador, em tradução livre) é um software ou</p><p>hardware que permite ao usuário “farejar” ou monitorar</p><p>o tráfego de internet em tempo real, capturando todos</p><p>os dados que entram e saem de um computador.</p><p>Criptografe seus dados com uma VPN</p><p>Depois de configurar sua solução de segurança</p><p>preferida, é hora de pensar em criptografia. Essa é a</p><p>melhor proteção contra sniffers, porque mesmo que um</p><p>malware desse tipo infecte sua máquina, os dados</p><p>criptografados são inúteis ao controlador do sniffer.</p><p>Phishing é um dos tipos de crimes virtuais existentes</p><p>na internet. Nele, criminosos se aproveitam de brechas</p><p>em sistemas e da falta de cuidados dos usuários para</p><p>roubar dados bancários, senhas, informações pessoais,</p><p>documentos particulares e também dinheiro.</p><p>Trata-se de uma tentativa de fraude praticada</p><p>pela internet, cujo único propósito é conseguir</p><p>informações confidenciais como: nome de usuário,</p><p>senha, códigos de acesso, números de conta corrente</p><p>ou dados de cartão de crédito.</p><p>O termo Spam, abreviação em inglês de "spiced ham"</p><p>(presunto condimentado), é uma mensagem eletrônica</p><p>não-solicitada enviada em massa. Na sua forma mais</p><p>popular, um spam consiste numa mensagem de correio</p><p>eletrônico com fins publicitários.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>http://www.techtudo.com.br/artigos/noticia/2012/05/o-que-e-bitcoin.html</p><p>https://www.avast.com/pt-br/c-how-to-turn-on-wifi-encryption-in-your-router-settings</p><p>https://www.mediapost.com.br/blog/como-aumentar-as-vendas-pela-internet-gastando-pouco/?utm_source=Blog&utm_medium=Redes+sociais&utm_campaign=Blog24102017&utm_content=rsbg</p><p>Página 135</p><p>135 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 136</p><p>136 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O atalho Ctrl + F tem a função de pesquisa. Na grande</p><p>maioria dos programas, incluindo o navegador. .</p><p>Uma fórmula do Excel sempre começa</p><p>com um sinal de igual (=)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 137</p><p>137 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>▪ Independentemente do sinal de núm, um valor</p><p>é arredondado para cima quando está longe do zero. Se</p><p>núm for um inteiro ímpar, não há arredondamento.</p><p>Copie os dados de exemplo da tabela a seguir e cole-os</p><p>na célula A1 de uma nova planilha do Excel. Para as</p><p>fórmulas mostrarem resultados, selecione-as, pressione</p><p>F2 e pressione Enter. Se precisar, você poderá ajustar as</p><p>larguras das colunas para ver todos os dados</p><p>Retorna o núm arredondado para o inteiro par mais</p><p>próximo. Esta função pode ser usada para processar</p><p>itens que aparecem em pares. Por exemplo, um</p><p>engradado aceita fileiras de um ou dois itens. O</p><p>engradado está cheio quando o número de itens,</p><p>arredondado para mais até o par mais próximo,</p><p>preencher sua capacidade.</p><p>▪ Independentemente do sinal de núm, um valor</p><p>será arredondado quando for diferente de zero. Se núm</p><p>for um inteiro par, não haverá arredondamento.</p><p>Copie os dados de exemplo da tabela a seguir e cole-os</p><p>na célula A1 de uma nova planilha do Excel. Para as</p><p>fórmulas mostrarem resultados, selecione-as, pressione F2</p><p>e pressione Enter. Se precisar, você poderá ajustar as</p><p>larguras das colunas para ver todos os dados.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 138</p><p>138 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Retorna o número de série da data atual. O número de</p><p>série é o código de data/hora usado pelo Excel para</p><p>cálculos de data e hora.</p><p>A função HOJE é útil quando você precisa ter a data</p><p>atual exibida em uma planilha, independentemente de</p><p>quando a pasta de trabalho for aberta. Ela também é útil</p><p>para o cálculo de intervalos. Por exemplo, se você souber</p><p>que alguém nasceu em 1963, poderá usar a seguinte</p><p>fórmula para descobrir a idade dessa pessoa a partir do</p><p>aniversário deste ano:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 139</p><p>139 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Retorna o menor valor k-ésimo do conjunto de</p><p>dados. Use esta função para retornar valores com</p><p>uma posição específica relativa em um conjunto de</p><p>dados.</p><p>▪ Matriz Obrigatório. Uma matriz ou intervalo</p><p>de dados numéricos cujo menor valor k-ésimo você</p><p>deseja determinar.</p><p>▪ K Obrigatório. A posição (a partir do menor)</p><p>na matriz ou intervalo de dados a ser fornecido.</p><p>Retorna o maior valor k-ésimo de um conjunto de dados.</p><p>Você pode usar esta função para selecionar um valor de</p><p>acordo com a sua posição relativa. Por exemplo, você</p><p>pode usar MAIOR para obter o primeiro, o segundo e o</p><p>terceiro resultados.</p><p>▪ Matriz Obrigatório. A matriz ou intervalo de</p><p>dados cujo maior valor k-ésimo você deseja determinar.</p><p>▪ K Obrigatório. A posição (do maior) na matriz</p><p>ou intervalo de célula de dados a ser fornecida.</p><p>▪</p><p>▪</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 140</p><p>140 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Para usar a função, escolha uma célula, onde você</p><p>gostaria de exibir o resultado. Em seguida</p><p>insira =NÚM.CARACT(A1)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 141</p><p>141 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 142</p><p>142 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Definição</p><p>A computação em nuvem é um modelo de entrega</p><p>de serviços que envolve o uso de recursos de</p><p>computação por meio da Internet (a “nuvem”) para</p><p>oferecer serviços, armazenar dados e executar</p><p>aplicativos. Nesse modelo, os</p><p>recursos de TI são</p><p>fornecidos como um serviço sob demanda, e os</p><p>usuários podem acessá-los e gerenciá-los pela web.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 143</p><p>143 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Vantagens</p><p>• Redução de custos: A computação em</p><p>nuvem permite que as empresas</p><p>paguem apenas pelos recursos que</p><p>realmente usam, o que pode levar a</p><p>uma economia significativa em</p><p>comparação com a manutenção de</p><p>uma infraestrutura de TI interna.</p><p>• Escalabilidade: A capacidade de</p><p>aumentar ou diminuir os recursos de TI</p><p>de acordo com as necessidades</p><p>permite que as empresas se adaptem</p><p>rapidamente a picos de demanda ou</p><p>mudanças nas operações.</p><p>• Acessibilidade: A nuvem oferece</p><p>acesso remoto a recursos e dados,</p><p>permitindo que os funcionários</p><p>acessem aplicativos e informações de</p><p>qualquer lugar com conexão à Internet.</p><p>• Resiliência e Recuperação de</p><p>Desastres: Muitos provedores de</p><p>nuvem oferecem redundância e backup</p><p>de dados, garantindo alta</p><p>disponibilidade e recuperação de</p><p>desastres.</p><p>• Flexibilidade: A computação em nuvem</p><p>oferece uma flexibilidade que permite</p><p>às empresas escalar seus recursos</p><p>conforme necessário, o que pode</p><p>ajudar a atender às demandas</p><p>flutuantes de negócios.</p><p>• Eficiência: A computação em nuvem</p><p>pode ajudar as empresas a melhorar a</p><p>eficiência de seus processos de</p><p>negócios, automatizando tarefas e</p><p>liberando tempo para as equipes se</p><p>concentrarem em atividades mais</p><p>estratégicas.</p><p>• Inovação Rápida: A nuvem oferece</p><p>acesso a serviços e tecnologias de</p><p>ponta, permitindo que as empresas</p><p>inovem mais rapidamente.</p><p>Desvantagens</p><p>• Dependência de um provedor de</p><p>serviços: A computação em nuvem</p><p>requer que as empresas confiem em um</p><p>provedor de serviços para fornecer e</p><p>manter sua infraestrutura e aplicativos.</p><p>• Segurança e Privacidade: A segurança</p><p>dos dados e da privacidade é uma</p><p>preocupação, e as empresas precisam</p><p>confiar nos protocolos de segurança do</p><p>provedor de nuvem.</p><p>• Custos Adicionais: Enquanto a nuvem</p><p>pode ser econômica em muitos casos,</p><p>custos adicionais podem surgir com uso</p><p>excessivo ou falta de gerenciamento</p><p>eficaz.</p><p>• Complexidade: A computação em</p><p>nuvem pode ser complexa, o que pode</p><p>exigir treinamento e recursos</p><p>especializados para gerenciar e usar</p><p>com eficácia.</p><p>• Perda de Controle: Ao migrar para a</p><p>nuvem, as empresas podem perder</p><p>parte do controle sobre sua</p><p>infraestrutura e dados.</p><p>• Latência: Em algumas aplicações</p><p>sensíveis à latência, a execução na</p><p>nuvem pode resultar em atrasos</p><p>inaceitáveis.</p><p>• Dependência de Conectividade: A</p><p>acessibilidade depende da</p><p>disponibilidade de uma conexão à</p><p>Internet, o que pode ser um problema</p><p>em áreas com conectividade limitada.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 144</p><p>144 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Principais Modelos de Arquitetura de Serviços</p><p>de Nuvem:</p><p>IaaS (Infraestrutura como Serviço): provedor</p><p>de serviços em nuvem fornece uma</p><p>infraestrutura de computação virtualizada,</p><p>incluindo recursos como servidores,</p><p>armazenamento, redes e outros elementos</p><p>necessários para a execução de aplicativos.</p><p>Exemplos: Amazon Web Services (AWS)</p><p>EC2, AWS S3, AWS RDS, Google Compute</p><p>Engine, Google Cloud Storage.</p><p>PaaS (Plataforma como Serviço): fornece uma</p><p>plataforma completa para a criação de</p><p>aplicativos e serviços, o que inclui recursos de</p><p>desenvolvimento e implantação de aplicativos,</p><p>além de ferramentas e serviços que permitem</p><p>o desenvolvimento, teste e execução de</p><p>software de maneira eficiente e simplificada,</p><p>liberando desenvolvedores das</p><p>complexidades da infraestrutura.</p><p>Exemplos: Google App Engine, Heroku,</p><p>AWS Elastic Beanstalk, MS Azure App</p><p>Service.</p><p>SaaS (Software como Serviço): o provedor de</p><p>serviços oferece aplicativos hospedados em</p><p>seus servidores e os disponibiliza aos clientes</p><p>através da Internet. Os clientes acessam os</p><p>aplicativos por meio de navegadores web ou</p><p>aplicativos específicos fornecidos pelo</p><p>provedor.</p><p>Exemplos: Microsoft Office 365, Google</p><p>Workspace (Docs, Sheets, Drive, etc.).</p><p>O que são IaaS, PaaS, SaaS?</p><p>Modelos de Implantação de Computação em</p><p>Nuvem:</p><p>Nuvem Pública: os recursos de computação</p><p>são de propriedade de um provedor de</p><p>serviços em nuvem e são compartilhados por</p><p>várias empresas e usuários, sendo acessíveis</p><p>pela Internet.</p><p>Nuvem Privada: é dedicada exclusivamente a</p><p>uma única organização. Pode ser hospedada</p><p>no local (on-premises) ou por um provedor de</p><p>serviços externo.</p><p>Nuvem Híbrida: A nuvem híbrida combina</p><p>recursos da nuvem pública e privada,</p><p>permitindo que dados e aplicativos se movam</p><p>entre essas duas infraestruturas.</p><p>Nuvem Comunitária: é compartilhada por</p><p>várias organizações com interesses comuns,</p><p>como requisitos de segurança ou</p><p>regulamentações.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 145</p><p>145 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>ARMAZENAMENTO EM NUVEM</p><p>CLOUD STORAGE, OU ARMAZENAMENTO</p><p>EM NUVEM</p><p>É um termo que se refere a um ambiente</p><p>online disponibilizado por um provedor, para</p><p>que uma pessoa ou empresa possa armazenar</p><p>os seus dados pessoais ou corporativos. Esse</p><p>ambiente permite que, além de MANTER</p><p>BACKUP em dispositivos físicos, você possa</p><p>criar cópias em nuvem, garantindo maior</p><p>escalabilidade, segurança e redundância.</p><p>Esses serviços podem ser públicos, privados</p><p>ou híbridos, comercializados como um serviço</p><p>ou instalado por meio da compra</p><p>de storages ou servidores próprios para essa</p><p>finalidade. Um exemplo prático</p><p>de Cloud Storage é o Google Drive e o</p><p>Dropbox, provedores que disponibilizam</p><p>armazenamento e o compartilhamento de</p><p>arquivos entre os usuários de maneira</p><p>pública.</p><p>Exemplos de computação em nuvem</p><p>em diversas áreas.</p><p>Google Maps: é possível acessar o mapa de ruas</p><p>e imagens de satélite do mundo todo a partir do</p><p>navegador</p><p>Dropbox: um dos principais serviços do mundo em</p><p>armazenamento e compartilhamento de arquivos</p><p>na nuvem</p><p>Google Docs: documentos de texto, planilhas e</p><p>outros arquivos podem ser criados, editados e</p><p>compartilhados na nuvem, sem precisar salvá-los</p><p>em uma pasta de seu computador</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 146</p><p>146 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Spotify: o download de músicas em mp3 parecia</p><p>ser a última evolução do mercado fonográfico, mas</p><p>agora há serviços como o Spotify, em que as</p><p>músicas estão na nuvem, de modo que podemos</p><p>ouvi-las sem precisar baixá-las</p><p>Youtube: bem antes do Spotify, o Youtube</p><p>revolucionou a maneira como os usuários</p><p>compartilham vídeos na web. Agora, não</p><p>precisamos mais fazer pesados uploads e</p><p>downloads, pois os arquivos ficam na nuvem: basta</p><p>assisti-los no site ou aplicativo</p><p>Netflix: enquanto no Youtube qualquer usuário</p><p>pode publicar seus vídeos amadores, o Netflix é</p><p>um serviço na nuvem para grandes produções</p><p>como séries, filmes e documentários.</p><p>Qual a sua diferença para o Cloud</p><p>Computing?</p><p>Os termos cloud storage e cloud computing</p><p>são frequentemente usados como sinônimos.</p><p>Mas, por mais que tenham muito em comum e</p><p>sejam derivados da mesma fonte, são</p><p>conceitos totalmente diferentes.</p><p>Como vimos, o cloud storage permite carregar</p><p>e salvar dados por meio da internet para</p><p>servidores baseados em nuvem. Depois disso,</p><p>você e outros usuários autorizados podem</p><p>prosseguir e acessar as informações de</p><p>diversos dispositivos e a qualquer momento.</p><p>O cloud computing, ou computação em</p><p>nuvem, por outro lado, é a tecnologia que usa</p><p>a conectividade</p><p>em larga escala para</p><p>hospedar e disponibilizar os mais diversos</p><p>recursos computacionais, que inclui</p><p>armazenamento, memória e processamento</p><p>de informações e programas.</p><p>SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO</p><p>Segurança da informação é uma série de</p><p>ações adotadas estrategicamente para</p><p>controlar e evitar riscos de roubo, danos e</p><p>perdas dos dados, dispositivos, servidores,</p><p>sistemas e redes. Sua função é identificar,</p><p>registrar e combater as ameaças que surgem</p><p>no meio do caminho.</p><p>As iniciais dos princípios básicos de</p><p>Segurança da Informação formam a palavra</p><p>DICA – é importante memorizar essa palavra</p><p>para lembrar, com mais facilidade, na hora de</p><p>resolver as questões de provas.</p><p>DISPONIBILIDADE</p><p>É o que garante que os dados e sistemas</p><p>estejam disponíveis para pessoas</p><p>autorizadas no momento em que se tornar</p><p>necessário.</p><p>INTEGRIDADE</p><p>É o que garante a veracidade das</p><p>informações, indicando que os dados não</p><p>podem ser alterados sem autorização.</p><p>CONFIDENCIALIDADE</p><p>É o que garante o acesso das informações</p><p>apenas às pessoas autorizadas, ou seja, não</p><p>disponibiliza esse acesso a indivíduos,</p><p>entidades ou processos não autorizados.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 147</p><p>147 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>AUTENTICIDADE</p><p>É o que garante a verdadeira autoria da</p><p>informação, ou seja, que os dados são de fato</p><p>provenientes de determinada fonte.</p><p>CRIPTOGRAFIA</p><p>De forma simples, a criptografia é uma área da</p><p>Segurança da Informação que contempla um</p><p>conjunto de técnicas para ocultar um</p><p>determinado dado ou informação de</p><p>terceiros. A criptografia é um método utilizado</p><p>para cifrar mensagens, impossibilitando que</p><p>pessoas não autorizadas acessem o seu</p><p>conteúdo. Ela pode ser SIMÉTRICA ou</p><p>ASSIMÉTRICA.</p><p>CRIPTOGRAFIA SIMÉTRICA</p><p>A CRIPTOGRAFIA SIMÉTRICA trabalha</p><p>apenas com a CHAVE PRIVADA. Ela é usada</p><p>para codificar e decodificar a mensagem, nos</p><p>2 sentidos, garantindo a confidencialidade dos</p><p>dados.</p><p>Esse tipo de criptografia garante apenas o</p><p>princípio da confidencialidade, uma vez que</p><p>ela impede que pessoas não autorizadas, ou</p><p>seja, que não possuam a chave privada da</p><p>codificação, tenham acesso à mensagem.</p><p>CRIPTOGRAFIA ASSIMÉTRICA</p><p>Por outro lado, a CRIPTOGRAFIA</p><p>ASSIMÉTRICA trabalha com 2 chaves:</p><p>pública e privada. A chave pública é utilizada</p><p>para codificar a mensagem, enquanto a chave</p><p>privada é utilizada para decodificá-la.</p><p>A criptografia assimétrica garante a</p><p>autenticidade e o não-repúdio, uma vez que</p><p>fica claro que o emissor foi o responsável pelo</p><p>envio da mensagem. Além disso, preserva</p><p>também a integridade da informação contra</p><p>modificações indevidas.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 148</p><p>148 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O que é Assinatura Digital ?</p><p>A Assinatura Digital é uma potente ferramenta</p><p>que permite que pessoas possam assinar</p><p>documentos digitalmente, não sendo</p><p>necessário nenhum papel físico ou caneta,</p><p>possuindo a mesma eficácia jurídica do que</p><p>uma assinatura realizada fisicamente.</p><p>Mas como funciona a Assinatura Digital?</p><p>Bom, primeiramente temos que saber que a</p><p>assinatura digital garante a autenticidade e</p><p>a irretratabilidade do emissor, além</p><p>da integridade da mensagem.</p><p>Irretratabilidade: é a propriedade que</p><p>garante a impossibilidade de o emissor negar</p><p>a autoria de determinada mensagem ou</p><p>transação.</p><p>Na ASSINATURA DIGITAL faz-se uso de um</p><p>par de chaves, sendo uma chave pública e</p><p>outra privada. O rementente utiliza sua chave</p><p>privada para criptografar a mensagem, e o</p><p>destinatário utiliza a chave pública do</p><p>remetente para verificar a autenticidade da</p><p>mensagem, descriptografando-a.</p><p>O que é Certificado Digital?</p><p>Certificado Digital é um documento</p><p>eletrônico, assinado por uma terceira pessoa</p><p>confiável, chamada Autoridade</p><p>Certificadora, a qual realiza a vinculação de</p><p>determinada chave pública a uma entidade</p><p>(pessoa ou empresa).</p><p>Autoridade Certificadora</p><p>Autoridade Certificadora, que é uma</p><p>empresa credenciada a emitir, distribuir,</p><p>renovar, revogar e gerenciar certificados</p><p>digitais, emite um certificado com os dados do</p><p>titular, atrelando uma chave pública ao</p><p>usuário, de maneira que essa chave seja</p><p>baseada na chave privada da pessoa.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 149</p><p>149 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>CAPÍTULO I</p><p>DISPOSIÇÕES PRELIMINARES</p><p>Art. 1º Esta Lei dispõe sobre o tratamento de dados</p><p>pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa</p><p>natural ou por pessoa jurídica de direito público ou</p><p>privado, com o objetivo de proteger os direitos</p><p>fundamentais de liberdade e de privacidade e o livre</p><p>desenvolvimento da personalidade da pessoa natural.</p><p>Parágrafo único. As normas gerais contidas nesta Lei</p><p>são de interesse nacional e devem ser observadas pela</p><p>União, Estados, Distrito Federal e</p><p>Municípios. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Art. 2º A disciplina da proteção de dados pessoais tem</p><p>como fundamentos:</p><p>I - o respeito à privacidade;</p><p>II - a autodeterminação informativa;</p><p>III - a liberdade de expressão, de informação, de</p><p>comunicação e de opinião;</p><p>IV - a inviolabilidade da intimidade, da honra e da</p><p>imagem;</p><p>V - o desenvolvimento econômico e tecnológico e a</p><p>inovação;</p><p>VI - a livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do</p><p>consumidor; e</p><p>VII - os direitos humanos, o livre desenvolvimento da</p><p>personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania</p><p>pelas pessoas naturais.</p><p>Art. 3º Esta Lei aplica-se a qualquer operação de</p><p>tratamento realizada por pessoa natural ou por pessoa</p><p>jurídica de direito público ou privado,</p><p>independentemente do meio, do país de sua sede ou do</p><p>país onde estejam localizados os dados, desde que:</p><p>I - a operação de tratamento seja realizada no território</p><p>nacional;</p><p>II - a atividade de tratamento tenha por objetivo a oferta</p><p>ou o fornecimento de bens ou serviços ou o tratamento</p><p>de dados de indivíduos localizados no território nacional;</p><p>ou (Redação dada pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>III - os dados pessoais objeto do tratamento tenham sido</p><p>coletados no território nacional.</p><p>§ 1º Consideram-se coletados no território nacional os</p><p>dados pessoais cujo titular nele se encontre no</p><p>momento da coleta.</p><p>§ 2º Excetua-se do disposto no inciso I deste artigo o</p><p>tratamento de dados previsto no inciso IV do caput do</p><p>art. 4º desta Lei.</p><p>Art. 4º Esta Lei não se aplica ao tratamento de dados</p><p>pessoais:</p><p>I - realizado por pessoa natural para fins exclusivamente</p><p>particulares e não econômicos;</p><p>II - realizado para fins exclusivamente:</p><p>a) jornalístico e artísticos; ou</p><p>b) acadêmicos, aplicando-se a esta hipótese os arts. 7º</p><p>e 11 desta Lei;</p><p>III - realizado para fins exclusivos de:</p><p>a) segurança pública;</p><p>b) defesa nacional;</p><p>c) segurança do Estado; ou</p><p>d) atividades de investigação e repressão de infrações</p><p>penais; ou</p><p>IV - provenientes de fora do território nacional e que não</p><p>sejam objeto de comunicação, uso compartilhado de</p><p>dados com agentes de tratamento brasileiros ou objeto</p><p>de transferência internacional de dados com outro país</p><p>que não o de proveniência, desde que o país de</p><p>proveniência proporcione grau de proteção de dados</p><p>pessoais adequado ao previsto nesta Lei.</p><p>§ 1º O tratamento de dados pessoais previsto no inciso</p><p>III será regido por legislação específica, que deverá</p><p>prever medidas proporcionais e estritamente</p><p>necessárias ao atendimento do interesse público,</p><p>observados o devido processo legal, os princípios gerais</p><p>de proteção e os direitos do titular previstos nesta Lei.</p><p>§ 2º É vedado o tratamento dos dados a que se refere o</p><p>inciso III do caput deste artigo por pessoa de direito</p><p>privado, exceto em procedimentos</p><p>sob tutela de pessoa</p><p>jurídica de direito público, que serão objeto de informe</p><p>específico à autoridade nacional e que deverão</p><p>observar a limitação imposta no § 4º deste artigo.</p><p>§ 3º A autoridade nacional emitirá opiniões técnicas ou</p><p>recomendações referentes às exceções previstas no</p><p>inciso III do caput deste artigo e deverá solicitar aos</p><p>responsáveis relatórios de impacto à proteção de dados</p><p>pessoais.</p><p>§ 4º Em nenhum caso a totalidade dos dados pessoais</p><p>de banco de dados de que trata o inciso III</p><p>do caput deste artigo poderá ser tratada por pessoa de</p><p>direito privado, salvo por aquela que possua capital</p><p>integralmente constituído pelo poder</p><p>público. (Redação dada pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Art. 5º Para os fins desta Lei, considera-se:</p><p>I - dado pessoal: informação relacionada a pessoa</p><p>natural identificada ou identificável;</p><p>II - dado pessoal sensível: dado pessoal sobre origem</p><p>racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política,</p><p>filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso,</p><p>filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida</p><p>sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado</p><p>a uma pessoa natural;</p><p>III - dado anonimizado: dado relativo a titular que não</p><p>possa ser identificado, considerando a utilização de</p><p>meios técnicos razoáveis e disponíveis na ocasião de</p><p>seu tratamento;</p><p>IV - banco de dados: conjunto estruturado de dados</p><p>pessoais, estabelecido em um ou em vários locais, em</p><p>suporte eletrônico ou físico;</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 150</p><p>150 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>V - titular: pessoa natural a quem se referem os dados</p><p>pessoais que são objeto de tratamento;</p><p>VI - controlador: pessoa natural ou jurídica, de direito</p><p>público ou privado, a quem competem as decisões</p><p>referentes ao tratamento de dados pessoais;</p><p>VII - operador: pessoa natural ou jurídica, de direito</p><p>público ou privado, que realiza o tratamento de dados</p><p>pessoais em nome do controlador;</p><p>VIII - encarregado: pessoa indicada pelo controlador e</p><p>operador para atuar como canal de comunicação entre</p><p>o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade</p><p>Nacional de Proteção de Dados</p><p>(ANPD); (Redação dada pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019) Vigência</p><p>IX - agentes de tratamento: o controlador e o operador;</p><p>X - tratamento: toda operação realizada com dados</p><p>pessoais, como as que se referem a coleta, produção,</p><p>recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução,</p><p>transmissão, distribuição, processamento,</p><p>arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação</p><p>ou controle da informação, modificação, comunicação,</p><p>transferência, difusão ou extração;</p><p>XI - anonimização: utilização de meios técnicos</p><p>razoáveis e disponíveis no momento do tratamento, por</p><p>meio dos quais um dado perde a possibilidade de</p><p>associação, direta ou indireta, a um indivíduo;</p><p>XII - consentimento: manifestação livre, informada e</p><p>inequívoca pela qual o titular concorda com o tratamento</p><p>de seus dados pessoais para uma finalidade</p><p>determinada;</p><p>XIII - bloqueio: suspensão temporária de qualquer</p><p>operação de tratamento, mediante guarda do dado</p><p>pessoal ou do banco de dados;</p><p>XIV - eliminação: exclusão de dado ou de conjunto de</p><p>dados armazenados em banco de dados,</p><p>independentemente do procedimento empregado;</p><p>XV - transferência internacional de dados: transferência</p><p>de dados pessoais para país estrangeiro ou organismo</p><p>internacional do qual o país seja membro;</p><p>XVI - uso compartilhado de dados: comunicação,</p><p>difusão, transferência internacional, interconexão de</p><p>dados pessoais ou tratamento compartilhado de bancos</p><p>de dados pessoais por órgãos e entidades públicos no</p><p>cumprimento de suas competências legais, ou entre</p><p>esses e entes privados, reciprocamente, com</p><p>autorização específica, para uma ou mais modalidades</p><p>de tratamento permitidas por esses entes públicos, ou</p><p>entre entes privados;</p><p>XVII - relatório de impacto à proteção de dados</p><p>pessoais: documentação do controlador que contém a</p><p>descrição dos processos de tratamento de dados</p><p>pessoais que podem gerar riscos às liberdades civis e</p><p>aos direitos fundamentais, bem como medidas,</p><p>salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco;</p><p>XVIII - órgão de pesquisa: órgão ou entidade da</p><p>administração pública direta ou indireta ou pessoa</p><p>jurídica de direito privado sem fins lucrativos legalmente</p><p>constituída sob as leis brasileiras, com sede e foro no</p><p>País, que inclua em sua missão institucional ou em seu</p><p>objetivo social ou estatutário a pesquisa básica ou</p><p>aplicada de caráter histórico, científico, tecnológico ou</p><p>estatístico; e (Redação dada pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>XIX - autoridade nacional: órgão da administração</p><p>pública responsável por zelar, implementar e fiscalizar o</p><p>cumprimento desta Lei em todo o território</p><p>nacional. (Redação dada pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Art. 6º As atividades de tratamento de dados pessoais</p><p>deverão observar a boa-fé e os seguintes princípios:</p><p>I - finalidade: realização do tratamento para propósitos</p><p>legítimos, específicos, explícitos e informados ao titular,</p><p>sem possibilidade de tratamento posterior de forma</p><p>incompatível com essas finalidades;</p><p>II - adequação: compatibilidade do tratamento com as</p><p>finalidades informadas ao titular, de acordo com o</p><p>contexto do tratamento;</p><p>III - necessidade: limitação do tratamento ao mínimo</p><p>necessário para a realização de suas finalidades, com</p><p>abrangência dos dados pertinentes, proporcionais e não</p><p>excessivos em relação às finalidades do tratamento de</p><p>dados;</p><p>IV - livre acesso: garantia, aos titulares, de consulta</p><p>facilitada e gratuita sobre a forma e a duração do</p><p>tratamento, bem como sobre a integralidade de seus</p><p>dados pessoais;</p><p>V - qualidade dos dados: garantia, aos titulares, de</p><p>exatidão, clareza, relevância e atualização dos dados,</p><p>de acordo com a necessidade e para o cumprimento da</p><p>finalidade de seu tratamento;</p><p>VI - transparência: garantia, aos titulares, de</p><p>informações claras, precisas e facilmente acessíveis</p><p>sobre a realização do tratamento e os respectivos</p><p>agentes de tratamento, observados os segredos</p><p>comercial e industrial;</p><p>VII - segurança: utilização de medidas técnicas e</p><p>administrativas aptas a proteger os dados pessoais de</p><p>acessos não autorizados e de situações acidentais ou</p><p>ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou</p><p>difusão;</p><p>VIII - prevenção: adoção de medidas para prevenir a</p><p>ocorrência de danos em virtude do tratamento de dados</p><p>pessoais;</p><p>IX - não discriminação: impossibilidade de realização do</p><p>tratamento para fins discriminatórios ilícitos ou abusivos;</p><p>X - responsabilização e prestação de contas:</p><p>demonstração, pelo agente, da adoção de medidas</p><p>eficazes e capazes de comprovar a observância e o</p><p>cumprimento das normas de proteção de dados</p><p>pessoais e, inclusive, da eficácia dessas medidas.</p><p>CAPÍTULO II</p><p>DO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS</p><p>Seção I</p><p>Dos Requisitos para o Tratamento de Dados Pessoais</p><p>Art. 7º O tratamento de dados pessoais somente poderá</p><p>ser realizado nas seguintes hipóteses:</p><p>I - mediante o fornecimento de consentimento pelo</p><p>titular;</p><p>II - para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória</p><p>pelo controlador;</p><p>III - pela administração pública, para</p><p>o tratamento e uso</p><p>compartilhado de dados necessários à execução de</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 151</p><p>151 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou</p><p>respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos</p><p>congêneres, observadas as disposições do Capítulo IV</p><p>desta Lei;</p><p>IV - para a realização de estudos por órgão de pesquisa,</p><p>garantida, sempre que possível, a anonimização dos</p><p>dados pessoais;</p><p>V - quando necessário para a execução de contrato ou</p><p>de procedimentos preliminares relacionados a contrato</p><p>do qual seja parte o titular, a pedido do titular dos dados;</p><p>VI - para o exercício regular de direitos em processo</p><p>judicial, administrativo ou arbitral, esse último nos</p><p>termos da Lei nº 9.307, de 23 de setembro de 1996 (Lei</p><p>de Arbitragem) ;</p><p>VII - para a proteção da vida ou da incolumidade física</p><p>do titular ou de terceiro;</p><p>VIII - para a tutela da saúde, exclusivamente, em</p><p>procedimento realizado por profissionais de saúde,</p><p>serviços de saúde ou autoridade sanitária; (Redação</p><p>dada pela Lei nº 13.853, de 2019) Vigência</p><p>IX - quando necessário para atender aos interesses</p><p>legítimos do controlador ou de terceiro, exceto no caso</p><p>de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do</p><p>titular que exijam a proteção dos dados pessoais; ou</p><p>X - para a proteção do crédito, inclusive quanto ao</p><p>disposto na legislação pertinente.</p><p>§ 1º (Revogado). (Redação dada pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019) Vigência</p><p>§ 2º (Revogado). (Redação dada pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019) Vigência</p><p>§ 3º O tratamento de dados pessoais cujo acesso é</p><p>público deve considerar a finalidade, a boa-fé e o</p><p>interesse público que justificaram sua disponibilização.</p><p>§ 4º É dispensada a exigência do consentimento</p><p>previsto no caput deste artigo para os dados tornados</p><p>manifestamente públicos pelo titular, resguardados os</p><p>direitos do titular e os princípios previstos nesta Lei.</p><p>§ 5º O controlador que obteve o consentimento referido</p><p>no inciso I do caput deste artigo que necessitar</p><p>comunicar ou compartilhar dados pessoais com outros</p><p>controladores deverá obter consentimento específico do</p><p>titular para esse fim, ressalvadas as hipóteses de</p><p>dispensa do consentimento previstas nesta Lei.</p><p>§ 6º A eventual dispensa da exigência do consentimento</p><p>não desobriga os agentes de tratamento das demais</p><p>obrigações previstas nesta Lei, especialmente da</p><p>observância dos princípios gerais e da garantia dos</p><p>direitos do titular.</p><p>§ 7º O tratamento posterior dos dados pessoais a que</p><p>se referem os §§ 3º e 4º deste artigo poderá ser</p><p>realizado para novas finalidades, desde que observados</p><p>os propósitos legítimos e específicos para o novo</p><p>tratamento e a preservação dos direitos do titular, assim</p><p>como os fundamentos e os princípios previstos nesta</p><p>Lei. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Art. 8º O consentimento previsto no inciso I do art. 7º</p><p>desta Lei deverá ser fornecido por escrito ou por outro</p><p>meio que demonstre a manifestação de vontade do</p><p>titular.</p><p>§ 1º Caso o consentimento seja fornecido por escrito,</p><p>esse deverá constar de cláusula destacada das demais</p><p>cláusulas contratuais.</p><p>§ 2º Cabe ao controlador o ônus da prova de que o</p><p>consentimento foi obtido em conformidade com o</p><p>disposto nesta Lei.</p><p>§ 3º É vedado o tratamento de dados pessoais mediante</p><p>vício de consentimento.</p><p>§ 4º O consentimento deverá referir-se a finalidades</p><p>determinadas, e as autorizações genéricas para o</p><p>tratamento de dados pessoais serão nulas.</p><p>§ 5º O consentimento pode ser revogado a qualquer</p><p>momento mediante manifestação expressa do titular,</p><p>por procedimento gratuito e facilitado, ratificados os</p><p>tratamentos realizados sob amparo do consentimento</p><p>anteriormente manifestado enquanto não houver</p><p>requerimento de eliminação, nos termos do inciso VI</p><p>do caput do art. 18 desta Lei.</p><p>§ 6º Em caso de alteração de informação referida nos</p><p>incisos I, II, III ou V do art. 9º desta Lei, o controlador</p><p>deverá informar ao titular, com destaque de forma</p><p>específica do teor das alterações, podendo o titular, nos</p><p>casos em que o seu consentimento é exigido, revogá-lo</p><p>caso discorde da alteração.</p><p>Art. 9º O titular tem direito ao acesso facilitado às</p><p>informações sobre o tratamento de seus dados, que</p><p>deverão ser disponibilizadas de forma clara, adequada</p><p>e ostensiva acerca de, entre outras características</p><p>previstas em regulamentação para o atendimento do</p><p>princípio do livre acesso:</p><p>I - finalidade específica do tratamento;</p><p>II - forma e duração do tratamento, observados os</p><p>segredos comercial e industrial;</p><p>III - identificação do controlador;</p><p>IV - informações de contato do controlador;</p><p>V - informações acerca do uso compartilhado de dados</p><p>pelo controlador e a finalidade;</p><p>VI - responsabilidades dos agentes que realizarão o</p><p>tratamento; e</p><p>VII - direitos do titular, com menção explícita aos direitos</p><p>contidos no art. 18 desta Lei.</p><p>§ 1º Na hipótese em que o consentimento é requerido,</p><p>esse será considerado nulo caso as informações</p><p>fornecidas ao titular tenham conteúdo enganoso ou</p><p>abusivo ou não tenham sido apresentadas previamente</p><p>com transparência, de forma clara e inequívoca.</p><p>§ 2º Na hipótese em que o consentimento é requerido,</p><p>se houver mudanças da finalidade para o tratamento de</p><p>dados pessoais não compatíveis com o consentimento</p><p>original, o controlador deverá informar previamente o</p><p>titular sobre as mudanças de finalidade, podendo o</p><p>titular revogar o consentimento, caso discorde das</p><p>alterações.</p><p>§ 3º Quando o tratamento de dados pessoais for</p><p>condição para o fornecimento de produto ou de serviço</p><p>ou para o exercício de direito, o titular será informado</p><p>com destaque sobre esse fato e sobre os meios pelos</p><p>quais poderá exercer os direitos do titular elencados no</p><p>art. 18 desta Lei.</p><p>Art. 10. O legítimo interesse do controlador somente</p><p>poderá fundamentar tratamento de dados pessoais para</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9307.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9307.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 152</p><p>152 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>finalidades legítimas, consideradas a partir de situações</p><p>concretas, que incluem, mas não se limitam</p><p>a:</p><p>I - apoio e promoção de atividades do controlador; e</p><p>II - proteção, em relação ao titular, do exercício regular</p><p>de seus direitos ou prestação de serviços que o</p><p>beneficiem, respeitadas as legítimas expectativas dele</p><p>e os direitos e liberdades fundamentais, nos termos</p><p>desta Lei.</p><p>§ 1º Quando o tratamento for baseado no legítimo</p><p>interesse do controlador, somente os dados pessoais</p><p>estritamente necessários para a finalidade pretendida</p><p>poderão ser tratados.</p><p>§ 2º O controlador deverá adotar medidas para garantir</p><p>a transparência do tratamento de dados baseado em</p><p>seu legítimo interesse.</p><p>§ 3º A autoridade nacional poderá solicitar ao</p><p>controlador relatório de impacto à proteção de dados</p><p>pessoais, quando o tratamento tiver como fundamento</p><p>seu interesse legítimo, observados os segredos</p><p>comercial e industrial.</p><p>Seção II</p><p>Do Tratamento de Dados Pessoais Sensíveis</p><p>Art. 11. O tratamento de dados pessoais sensíveis</p><p>somente poderá ocorrer nas seguintes hipóteses:</p><p>I - quando o titular ou seu responsável legal consentir,</p><p>de forma específica e destacada, para finalidades</p><p>específicas;</p><p>II - sem fornecimento de consentimento do titular, nas</p><p>hipóteses em que for indispensável para:</p><p>a) cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo</p><p>controlador;</p><p>b) tratamento compartilhado de dados necessários à</p><p>execução, pela administração pública, de políticas</p><p>públicas previstas em leis ou regulamentos;</p><p>c) realização de estudos por órgão de pesquisa,</p><p>garantida, sempre que possível, a anonimização dos</p><p>dados pessoais sensíveis;</p><p>d) exercício regular de direitos, inclusive em contrato e</p><p>em processo judicial, administrativo e arbitral, este</p><p>último nos termos da Lei nº 9.307, de 23 de setembro</p><p>de 1996 (Lei de Arbitragem) ;</p><p>e) proteção da vida ou da incolumidade física do titular</p><p>ou de terceiro;</p><p>f) tutela da saúde, exclusivamente, em procedimento</p><p>realizado por profissionais de saúde, serviços de saúde</p><p>ou autoridade sanitária; ou (Redação dada pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019) Vigência</p><p>g) garantia da prevenção à fraude e à segurança do</p><p>titular, nos processos de identificação e autenticação de</p><p>cadastro em sistemas eletrônicos, resguardados os</p><p>direitos mencionados no art. 9º desta Lei e exceto no</p><p>caso de prevalecerem direitos e liberdades</p><p>fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados</p><p>pessoais.</p><p>§ 1º Aplica-se o disposto neste artigo a qualquer</p><p>tratamento de dados pessoais que revele dados</p><p>pessoais sensíveis e que possa causar dano ao titular,</p><p>ressalvado o disposto em legislação específica.</p><p>§ 2º Nos casos de aplicação do disposto nas alíneas “a”</p><p>e “b” do inciso II do caput deste artigo pelos órgãos e</p><p>pelas entidades públicas, será dada publicidade à</p><p>referida dispensa de consentimento, nos termos do</p><p>inciso I do caput do art. 23 desta Lei.</p><p>§ 3º A comunicação ou o uso compartilhado de dados</p><p>pessoais sensíveis entre controladores com objetivo de</p><p>obter vantagem econômica poderá ser objeto de</p><p>vedação ou de regulamentação por parte da autoridade</p><p>nacional, ouvidos os órgãos setoriais do Poder Público,</p><p>no âmbito de suas competências.</p><p>§ 4º É vedada a comunicação ou o uso compartilhado</p><p>entre controladores de dados pessoais sensíveis</p><p>referentes à saúde com objetivo de obter vantagem</p><p>econômica, exceto nas hipóteses relativas a prestação</p><p>de serviços de saúde, de assistência farmacêutica e de</p><p>assistência à saúde, desde que observado o § 5º deste</p><p>artigo, incluídos os serviços auxiliares de diagnose e</p><p>terapia, em benefício dos interesses dos titulares de</p><p>dados, e para permitir: (Redação dada pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019) Vigência</p><p>I - a portabilidade de dados quando solicitada pelo</p><p>titular; ou (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>II - as transações financeiras e administrativas</p><p>resultantes do uso e da prestação dos serviços de que</p><p>trata este parágrafo. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>§ 5º É vedado às operadoras de planos privados de</p><p>assistência à saúde o tratamento de dados de saúde</p><p>para a prática de seleção de riscos na contratação de</p><p>qualquer modalidade, assim como na contratação e</p><p>exclusão de beneficiários. (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019) Vigência</p><p>Art. 12. Os dados anonimizados não serão</p><p>considerados dados pessoais para os fins desta Lei,</p><p>salvo quando o processo de anonimização ao qual</p><p>foram submetidos for revertido, utilizando</p><p>exclusivamente meios próprios, ou quando, com</p><p>esforços razoáveis, puder ser revertido.</p><p>§ 1º A determinação do que seja razoável deve levar em</p><p>consideração fatores objetivos, tais como custo e tempo</p><p>necessários para reverter o processo de anonimização,</p><p>de acordo com as tecnologias disponíveis, e a utilização</p><p>exclusiva de meios próprios.</p><p>§ 2º Poderão ser igualmente considerados como dados</p><p>pessoais, para os fins desta Lei, aqueles utilizados para</p><p>formação do perfil comportamental de determinada</p><p>pessoa natural, se identificada.</p><p>§ 3º A autoridade nacional poderá dispor sobre padrões</p><p>e técnicas utilizados em processos de anonimização e</p><p>realizar verificações acerca de sua segurança, ouvido o</p><p>Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais.</p><p>Art. 13. Na realização de estudos em saúde pública, os</p><p>órgãos de pesquisa poderão ter acesso a bases de</p><p>dados pessoais, que serão tratados exclusivamente</p><p>dentro do órgão e estritamente para a finalidade de</p><p>realização de estudos e pesquisas e mantidos em</p><p>ambiente controlado e seguro, conforme práticas de</p><p>segurança previstas em regulamento específico e que</p><p>incluam, sempre que possível, a anonimização ou</p><p>pseudonimização dos dados, bem como considerem os</p><p>devidos padrões éticos relacionados a estudos e</p><p>pesquisas.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9307.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9307.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 153</p><p>153 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>§ 1º A divulgação dos resultados ou de qualquer excerto</p><p>do estudo ou da pesquisa de que trata o caput deste</p><p>artigo em nenhuma hipótese poderá revelar dados</p><p>pessoais.</p><p>§ 2º O órgão de pesquisa será o responsável pela</p><p>segurança da informação prevista no caput deste artigo,</p><p>não permitida, em circunstância alguma, a transferência</p><p>dos dados a terceiro.</p><p>§ 3º O acesso aos dados de que trata este artigo será</p><p>objeto de regulamentação por parte da autoridade</p><p>nacional e das autoridades da área de saúde e</p><p>sanitárias, no âmbito de suas competências.</p><p>§ 4º Para os efeitos deste artigo, a pseudonimização é</p><p>o tratamento por meio do qual um dado perde a</p><p>possibilidade de associação, direta ou indireta, a um</p><p>indivíduo, senão pelo uso de informação adicional</p><p>mantida separadamente pelo controlador em ambiente</p><p>controlado e seguro.</p><p>Seção III</p><p>Do Tratamento de Dados Pessoais</p><p>de Crianças e</p><p>de Adolescentes</p><p>Art. 14. O tratamento de dados pessoais de crianças e</p><p>de adolescentes deverá ser realizado em seu melhor</p><p>interesse, nos termos deste artigo e da legislação</p><p>pertinente.</p><p>§ 1º O tratamento de dados pessoais de crianças deverá</p><p>ser realizado com o consentimento específico e em</p><p>destaque dado por pelo menos um dos pais ou pelo</p><p>responsável legal.</p><p>§ 2º No tratamento de dados de que trata o § 1º deste</p><p>artigo, os controladores deverão manter pública a</p><p>informação sobre os tipos de dados coletados, a forma</p><p>de sua utilização e os procedimentos para o exercício</p><p>dos direitos a que se refere o art. 18 desta Lei.</p><p>§ 3º Poderão ser coletados dados pessoais de crianças</p><p>sem o consentimento a que se refere o § 1º deste artigo</p><p>quando a coleta for necessária para contatar os pais ou</p><p>o responsável legal, utilizados uma única vez e sem</p><p>armazenamento, ou para sua proteção, e em nenhum</p><p>caso poderão ser repassados a terceiro sem o</p><p>consentimento de que trata o § 1º deste artigo.</p><p>§ 4º Os controladores não deverão condicionar a</p><p>participação dos titulares de que trata o § 1º deste artigo</p><p>em jogos, aplicações de internet ou outras atividades ao</p><p>fornecimento de informações pessoais além das</p><p>estritamente necessárias à atividade.</p><p>§ 5º O controlador deve realizar todos os esforços</p><p>razoáveis para verificar que o consentimento a que se</p><p>refere o § 1º deste artigo foi dado pelo responsável pela</p><p>criança, consideradas as tecnologias disponíveis.</p><p>§ 6º As informações sobre o tratamento de dados</p><p>referidas neste artigo deverão ser fornecidas de maneira</p><p>simples, clara e acessível, consideradas as</p><p>características físico-motoras, perceptivas, sensoriais,</p><p>intelectuais e mentais do usuário, com uso de recursos</p><p>audiovisuais quando adequado, de forma a proporcionar</p><p>a informação necessária aos pais ou ao responsável</p><p>legal e adequada ao entendimento da criança.</p><p>Seção IV</p><p>Do Término do Tratamento de Dados</p><p>Art. 15. O término do tratamento de dados pessoais</p><p>ocorrerá nas seguintes hipóteses:</p><p>I - verificação de que a finalidade foi alcançada ou de</p><p>que os dados deixaram de ser necessários ou</p><p>pertinentes ao alcance da finalidade específica</p><p>almejada;</p><p>II - fim do período de tratamento;</p><p>III - comunicação do titular, inclusive no exercício de seu</p><p>direito de revogação do consentimento conforme</p><p>disposto no § 5º do art. 8º desta Lei, resguardado o</p><p>interesse público; ou</p><p>IV - determinação da autoridade nacional, quando</p><p>houver violação ao disposto nesta Lei.</p><p>Art. 16. Os dados pessoais serão eliminados após o</p><p>término de seu tratamento, no âmbito e nos limites</p><p>técnicos das atividades, autorizada a conservação para</p><p>as seguintes finalidades:</p><p>I - cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo</p><p>controlador;</p><p>II - estudo por órgão de pesquisa, garantida, sempre que</p><p>possível, a anonimização dos dados pessoais;</p><p>III - transferência a terceiro, desde que respeitados os</p><p>requisitos de tratamento de dados dispostos nesta Lei;</p><p>ou</p><p>IV - uso exclusivo do controlador, vedado seu acesso</p><p>por terceiro, e desde que anonimizados os dados.</p><p>CAPÍTULO III</p><p>DOS DIREITOS DO TITULAR</p><p>Art. 17. Toda pessoa natural tem assegurada a</p><p>titularidade de seus dados pessoais e garantidos os</p><p>direitos fundamentais de liberdade, de intimidade e de</p><p>privacidade, nos termos desta Lei.</p><p>Art. 18. O titular dos dados pessoais tem direito a obter</p><p>do controlador, em relação aos dados do titular por ele</p><p>tratados, a qualquer momento e mediante requisição:</p><p>I - confirmação da existência de tratamento;</p><p>II - acesso aos dados;</p><p>III - correção de dados incompletos, inexatos ou</p><p>desatualizados;</p><p>IV - anonimização, bloqueio ou eliminação de dados</p><p>desnecessários, excessivos ou tratados em</p><p>desconformidade com o disposto nesta Lei;</p><p>V - portabilidade dos dados a outro fornecedor de</p><p>serviço ou produto, mediante requisição expressa, de</p><p>acordo com a regulamentação da autoridade nacional,</p><p>observados os segredos comercial e</p><p>industrial; (Redação dada pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>VI - eliminação dos dados pessoais tratados com o</p><p>consentimento do titular, exceto nas hipóteses previstas</p><p>no art. 16 desta Lei;</p><p>VII - informação das entidades públicas e privadas com</p><p>as quais o controlador realizou uso compartilhado de</p><p>dados;</p><p>VIII - informação sobre a possibilidade de não fornecer</p><p>consentimento e sobre as consequências da negativa;</p><p>IX - revogação do consentimento, nos termos do § 5º do</p><p>art. 8º desta Lei.</p><p>§ 1º O titular dos dados pessoais tem o direito de</p><p>peticionar em relação aos seus dados contra o</p><p>controlador perante a autoridade nacional.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 154</p><p>154 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>§ 2º O titular pode opor-se a tratamento realizado com</p><p>fundamento em uma das hipóteses de dispensa de</p><p>consentimento, em caso de descumprimento ao</p><p>disposto nesta Lei.</p><p>§ 3º Os direitos previstos neste artigo serão exercidos</p><p>mediante requerimento expresso do titular ou de</p><p>representante legalmente constituído, a agente de</p><p>tratamento.</p><p>§ 4º Em caso de impossibilidade de adoção imediata da</p><p>providência de que trata o § 3º deste artigo, o</p><p>controlador enviará ao titular resposta em que poderá:</p><p>I - comunicar que não é agente de tratamento dos dados</p><p>e indicar, sempre que possível, o agente; ou</p><p>II - indicar as razões de fato ou de direito que impedem</p><p>a adoção imediata da providência.</p><p>§ 5º O requerimento referido no § 3º deste artigo será</p><p>atendido sem custos para o titular, nos prazos e nos</p><p>termos previstos em regulamento.</p><p>§ 6º O responsável deverá informar, de maneira</p><p>imediata, aos agentes de tratamento com os quais tenha</p><p>realizado uso compartilhado de dados a correção, a</p><p>eliminação, a anonimização ou o bloqueio dos dados,</p><p>para que repitam idêntico procedimento, exceto nos</p><p>casos em que esta comunicação seja</p><p>comprovadamente impossível ou implique esforço</p><p>desproporcional. (Redação dada pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019) Vigência</p><p>§ 7º A portabilidade dos dados pessoais a que se refere</p><p>o inciso V do caput deste artigo não inclui dados que já</p><p>tenham sido anonimizados pelo controlador.</p><p>§ 8º O direito a que se refere o § 1º deste artigo também</p><p>poderá ser exercido perante os organismos de defesa</p><p>do consumidor.</p><p>Art. 19. A confirmação de existência ou o acesso a</p><p>dados pessoais serão providenciados, mediante</p><p>requisição do titular:</p><p>I - em formato simplificado, imediatamente; ou</p><p>II - por meio de declaração clara e completa, que indique</p><p>a origem dos dados, a inexistência de registro, os</p><p>critérios utilizados e a finalidade do tratamento,</p><p>observados os segredos comercial e industrial,</p><p>fornecida no prazo de até 15 (quinze) dias, contado da</p><p>data do requerimento do titular.</p><p>§ 1º Os dados pessoais serão armazenados em formato</p><p>que favoreça o exercício do direito de acesso.</p><p>§ 2º As informações e os dados poderão ser fornecidos,</p><p>a critério do titular:</p><p>I - por meio eletrônico, seguro e idôneo para esse fim;</p><p>ou</p><p>II - sob forma impressa.</p><p>§ 3º Quando o tratamento tiver origem no consentimento</p><p>do titular ou em contrato, o titular poderá solicitar cópia</p><p>eletrônica integral de seus dados pessoais, observados</p><p>os segredos comercial e industrial, nos termos de</p><p>regulamentação da autoridade nacional, em formato</p><p>que permita a sua utilização subsequente, inclusive em</p><p>outras operações de tratamento.</p><p>§ 4º A autoridade nacional poderá dispor de forma</p><p>diferenciada acerca dos prazos previstos nos incisos I e</p><p>II do caput deste artigo para os setores específicos.</p><p>Art. 20. O titular dos dados tem direito a solicitar a</p><p>revisão de decisões tomadas unicamente com base em</p><p>tratamento automatizado de dados pessoais que afetem</p><p>seus interesses, incluídas as decisões destinadas a</p><p>definir</p><p>o seu perfil pessoal, profissional, de consumo e</p><p>de crédito ou os aspectos de sua</p><p>personalidade. (Redação dada pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019) Vigência</p><p>§ 1º O controlador deverá fornecer, sempre que</p><p>solicitadas, informações claras e adequadas a respeito</p><p>dos critérios e dos procedimentos utilizados para a</p><p>decisão automatizada, observados os segredos</p><p>comercial e industrial.</p><p>§ 2º Em caso de não oferecimento de informações de</p><p>que trata o § 1º deste artigo baseado na observância de</p><p>segredo comercial e industrial, a autoridade nacional</p><p>poderá realizar auditoria para verificação de aspectos</p><p>discriminatórios em tratamento automatizado de dados</p><p>pessoais.</p><p>§ 3º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Art. 21. Os dados pessoais referentes ao exercício</p><p>regular de direitos pelo titular não podem ser utilizados</p><p>em seu prejuízo.</p><p>Art. 22. A defesa dos interesses e dos direitos dos</p><p>titulares de dados poderá ser exercida em juízo,</p><p>individual ou coletivamente, na forma do disposto na</p><p>legislação pertinente, acerca dos instrumentos de tutela</p><p>individual e coletiva.</p><p>CAPÍTULO IV</p><p>DO TRATAMENTO DE DADOS PESSOAIS PELO</p><p>PODER PÚBLICO</p><p>Seção I</p><p>Das Regras</p><p>Art. 23. O tratamento de dados pessoais pelas pessoas</p><p>jurídicas de direito público referidas no parágrafo único</p><p>do art. 1º da Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011</p><p>(Lei de Acesso à Informação) , deverá ser realizado</p><p>para o atendimento de sua finalidade pública, na</p><p>persecução do interesse público, com o objetivo de</p><p>executar as competências legais ou cumprir as</p><p>atribuições legais do serviço público, desde que:</p><p>I - sejam informadas as hipóteses em que, no exercício</p><p>de suas competências, realizam o tratamento de dados</p><p>pessoais, fornecendo informações claras e atualizadas</p><p>sobre a previsão legal, a finalidade, os procedimentos e</p><p>as práticas utilizadas para a execução dessas</p><p>atividades, em veículos de fácil acesso,</p><p>preferencialmente em seus sítios eletrônicos;</p><p>II - (VETADO); e</p><p>III - seja indicado um encarregado quando realizarem</p><p>operações de tratamento de dados pessoais, nos</p><p>termos do art. 39 desta Lei; e (Redação dada pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019) Vigência</p><p>IV - (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>§ 1º A autoridade nacional poderá dispor sobre as</p><p>formas de publicidade das operações de tratamento.</p><p>§ 2º O disposto nesta Lei não dispensa as pessoas</p><p>jurídicas mencionadas no caput deste artigo de instituir</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Msg/VEP/VEP-288.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm#art1</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm#art1</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Msg/VEP/VEP-288.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 155</p><p>155 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>as autoridades de que trata a Lei nº 12.527, de 18 de</p><p>novembro de 2011 (Lei de Acesso à Informação) .</p><p>§ 3º Os prazos e procedimentos para exercício dos</p><p>direitos do titular perante o Poder Público observarão o</p><p>disposto em legislação específica, em especial as</p><p>disposições constantes da Lei nº 9.507, de 12 de</p><p>novembro de 1997 (Lei do Habeas Data) , da Lei nº</p><p>9.784, de 29 de janeiro de 1999 (Lei Geral do Processo</p><p>Administrativo) , e da Lei nº 12.527, de 18 de novembro</p><p>de 2011 (Lei de Acesso à Informação) .</p><p>§ 4º Os serviços notariais e de registro exercidos em</p><p>caráter privado, por delegação do Poder Público, terão</p><p>o mesmo tratamento dispensado às pessoas jurídicas</p><p>referidas no caput deste artigo, nos termos desta Lei.</p><p>§ 5º Os órgãos notariais e de registro devem fornecer</p><p>acesso aos dados por meio eletrônico para a</p><p>administração pública, tendo em vista as finalidades de</p><p>que trata o caput deste artigo.</p><p>Art. 24. As empresas públicas e as sociedades de</p><p>economia mista que atuam em regime de concorrência,</p><p>sujeitas ao disposto no art. 173 da Constituição</p><p>Federal , terão o mesmo tratamento dispensado às</p><p>pessoas jurídicas de direito privado particulares, nos</p><p>termos desta Lei.</p><p>Parágrafo único. As empresas públicas e as sociedades</p><p>de economia mista, quando estiverem</p><p>operacionalizando políticas públicas e no âmbito da</p><p>execução delas, terão o mesmo tratamento dispensado</p><p>aos órgãos e às entidades do Poder Público, nos termos</p><p>deste Capítulo.</p><p>Art. 25. Os dados deverão ser mantidos em formato</p><p>interoperável e estruturado para o uso compartilhado,</p><p>com vistas à execução de políticas públicas, à prestação</p><p>de serviços públicos, à descentralização da atividade</p><p>pública e à disseminação e ao acesso das informações</p><p>pelo público em geral.</p><p>Art. 26. O uso compartilhado de dados pessoais pelo</p><p>Poder Público deve atender a finalidades específicas de</p><p>execução de políticas públicas e atribuição legal pelos</p><p>órgãos e pelas entidades públicas, respeitados os</p><p>princípios de proteção de dados pessoais elencados no</p><p>art. 6º desta Lei.</p><p>§ 1º É vedado ao Poder Público transferir a entidades</p><p>privadas dados pessoais constantes de bases de dados</p><p>a que tenha acesso, exceto:</p><p>I - em casos de execução descentralizada de atividade</p><p>pública que exija a transferência, exclusivamente para</p><p>esse fim específico e determinado, observado o</p><p>disposto na Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011</p><p>(Lei de Acesso à Informação) ;</p><p>II - (VETADO);</p><p>III - nos casos em que os dados forem acessíveis</p><p>publicamente, observadas as disposições desta Lei.</p><p>IV - quando houver previsão legal ou a transferência for</p><p>respaldada em contratos, convênios ou instrumentos</p><p>congêneres; ou (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>V - na hipótese de a transferência dos dados objetivar</p><p>exclusivamente a prevenção de fraudes e</p><p>irregularidades, ou proteger e resguardar a segurança e</p><p>a integridade do titular dos dados, desde que vedado o</p><p>tratamento para outras finalidades. (Incluído pela Lei</p><p>nº 13.853, de 2019) Vigência</p><p>§ 2º Os contratos e convênios de que trata o § 1º deste</p><p>artigo deverão ser comunicados à autoridade nacional.</p><p>Art. 27. A comunicação ou o uso compartilhado de</p><p>dados pessoais de pessoa jurídica de direito público a</p><p>pessoa de direito privado será informado à autoridade</p><p>nacional e dependerá de consentimento do titular,</p><p>exceto:</p><p>I - nas hipóteses de dispensa de consentimento</p><p>previstas nesta Lei;</p><p>II - nos casos de uso compartilhado de dados, em que</p><p>será dada publicidade nos termos do inciso I</p><p>do caput do art. 23 desta Lei; ou</p><p>III - nas exceções constantes do § 1º do art. 26 desta</p><p>Lei.</p><p>Parágrafo único. A informação à autoridade nacional de</p><p>que trata o caput deste artigo será objeto de</p><p>regulamentação. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Art. 28. (VETADO).</p><p>Art. 29. A autoridade nacional</p><p>já estamos</p><p>familiarizados. Para exemplificar:</p><p>robô -> robotizar;</p><p>simpático -> simpatizar;</p><p>permeável -> permeabilizar;</p><p>ênfase -> enfatizar;</p><p>padrão -> padronizar;</p><p>catequese -> catequizar.</p><p>Exemplos diversos:</p><p>álcool - Pessoas alcoolizadas estragaram a festa.</p><p>canal - Todos os recursos foram canalizados para</p><p>essa obra.</p><p>estéril - O médico mandou esterilizar os instrumentos.</p><p>formal - Formalizamos o acordo.</p><p>industrial - Eles industrializam tubos e conexões.</p><p>local - Precisamos localizar os documentos.</p><p>oficial - O noivado será oficializado no domingo.</p><p>poético - Quero poetizar minhas horas.</p><p>urbano - Urbanizar a periferia é sua promessa.</p><p>UM SUPER-HOMEM SUPER-RICO</p><p>São duas as situações em que o hífen é usado com o</p><p>prefixo super: apenas diante de substantivo ou adjetivo</p><p>que começa com R ou com H. Nem mesmo diante de</p><p>palavra iniciada por vogal ou por s o hífen é necessário</p><p>– a ligação aí é direta. Palavras-lembrete: super-</p><p>homem e super-rico.</p><p>Escreva, portanto: revista superinteressante,</p><p>pessoa superdinâmica, trabalho superdidático,</p><p>ar supersaturado, avião supersônico. E admita que</p><p>você é um superpai, uma supermãe, um</p><p>filho superamado ou uma avó superlegal!</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 11</p><p>11 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Super-homem escreve-se com hífen,</p><p>porque a palavra homem começa por h.</p><p>Assim, a regra é a seguinte: utiliza-se o hífen quando</p><p>o segundo elemento começa por h ou pela mesma</p><p>vogal com que termina o prefixo, nas formações com</p><p>os prefixos ante-, anti-, contra-, entre-, extra-, hiper-,</p><p>infra-, intra-, sobre-, sub-, super-, supra-, ultra-.</p><p>Vejamos outros exemplos: anti-higiénico, sub-</p><p>hepático, ultra-hiperbólico, extra-humano,</p><p>Supermulher escreve-se sem hífen, porque a palavra</p><p>mulher começa por m. A regra é a seguinte: com os</p><p>prefixos hiper- inter- e super-, quando o segundo</p><p>elemento começa por qualquer letra que não seja r,</p><p>não se utiliza o hífen. Eis outros exemplos:</p><p>hiperativo, hipervalorizar, interação, superestrato,</p><p>superlotar.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 12</p><p>12 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 13</p><p>13 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>DISCURSO DIRETO E INDIRETO</p><p>O discurso direto é a maneira de dizer,</p><p>de forma exata, a fala de uma personagem. No</p><p>discurso direto, o narrador dá uma pausa na</p><p>sua narração e passa a citar fielmente a fala</p><p>do personagem. O objetivo desse tipo de</p><p>discurso é transmitir autenticidade e</p><p>espontaneidade. Assim, o narrador se</p><p>distancia do discurso, não se</p><p>responsabilizando pelo que é dito.</p><p>Exemplos de Discurso Direto:</p><p>Os alunos repetiam: "Professor,</p><p>prometo responder os deveres até amanhã!".</p><p>O professor respondeu: "Estarei</p><p>aguardando!"</p><p>Após o intervalo, o professor ligou para</p><p>os pais de um aluno:</p><p>— Alô, Bom dia! Com quem falo?</p><p>— Bom dia, aqui é a sra Beatriz — respondeu</p><p>com tom de simpatia.</p><p>O discurso indireto é a reprodução da</p><p>fala de uma personagem, por meio do</p><p>narrador.</p><p>Quando estamos lendo um livro, por</p><p>exemplo, e temos um diálogo entre</p><p>personagens, o discurso direto aparece</p><p>quando a personagem fala por conta própria,</p><p>com suas próprias palavras. Já o discurso</p><p>indireto aparece quando o narrador fala pela</p><p>personagem.</p><p>Observação: Há, também, o discurso indireto</p><p>livre, que é um tipo de discurso misto, em que</p><p>se associam as características do discurso</p><p>direto e do indireto.</p><p>"Impossível dar cabo daquela praga.</p><p>Estirou os olhos pela campina, achou-se</p><p>isolado. Sozinho num mundo coberto de</p><p>penas, de aves que iam comê-lo. Pensou na</p><p>mulher e suspirou. ‘Coitada de Sinhá Vitória,</p><p>novamente nos descampados, transportando</p><p>o baú de folha’."</p><p>EMPREGO DAS CLASSES</p><p>GRAMATICAIS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 14</p><p>14 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 15</p><p>15 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 16</p><p>16 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>POIS DEPOIS DO VERBO</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 17</p><p>17 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 18</p><p>18 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 19</p><p>19 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Essa voz verbal aparece quando o verbo</p><p>reflexivo indica reciprocidade, ou seja, quando</p><p>dois ou mais sujeitos praticam a ação ao</p><p>mesmo tempo que também são pacientes.</p><p>EX. Maria e Pedro amam-se.</p><p>VOZ REFLEXIVA RECÍPROCA</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 20</p><p>20 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 21</p><p>21 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O PROFESSOR DE MATEMÁTICA</p><p>REPROVOU O ALUNO.</p><p>TERMOS ACESSÓRIOS DA ORAÇÃO</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 22</p><p>22 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Período Composto</p><p>O período composto é formado por mais do que uma</p><p>oração e pode ser classificado em Período composto</p><p>por Coordenação e Período composto por</p><p>Subordinação.</p><p>Há tantas orações quanto o número de verbos</p><p>existentes no período, ou seja, oração = número de</p><p>verbos. A Sintaxe dos períodos compostos estuda a</p><p>função e a relação entre os períodos e a sua lógica.</p><p>Período composto por Coordenação</p><p>No período composto por coordenação a oração não</p><p>exerce função sintática com relação a outras orações,</p><p>ou seja, ela é independente ou absoluta.</p><p>Exemplos:</p><p>• Acordei/, tomei café/ e apanhei o ônibus.</p><p>• Viu o filme,/ mas não compreendeu o enredo.</p><p>Orações Coordenadas Sindéticas e Assindéticas</p><p>As orações coordenadas podem ser Sindéticas ou</p><p>Assindéticas, mediante o uso ou não de conjunção.</p><p>Exemplos:</p><p>• Acordei/, tomei café/ e apanhei o ônibus. (duas</p><p>orações coordenadas assindéticas e uma oração</p><p>coordenada sindética “e apanhei o ônibus.”)</p><p>• Viu o filme/ mas não compreendeu o enredo. (uma</p><p>oração coordenada assindética e uma oração</p><p>coordenada sindética “mas não compreendeu o</p><p>enredo.”)</p><p>Classificação das Orações Coordenadas Sindéticas</p><p>• Aditivas - exprimem ideia de soma. Exemplo:</p><p>Faço natação e judô.</p><p>• Adversativas - exprimem ideia de adversidade,</p><p>contrariedade. Exemplo: Vou ao</p><p>casamento, todavia não posso ficar para a festa.</p><p>• Alternativas - exprimem ideia de alternância,</p><p>escolha. Exemplo: Vamos ao cinema</p><p>hoje, quer você queira quer não.</p><p>• Conclusivas - exprimem ideia de conclusão.</p><p>Exemplo: Está chovendo, portanto, não vamos</p><p>ao parque.</p><p>• Explicativas - exprimem ideia de explicação,</p><p>justificação. Exemplo: Estou atrasado, na</p><p>verdade, adormeci.</p><p>Período composto por Subordinação</p><p>No período composto por subordinação a oração</p><p>exerce função</p><p>poderá solicitar, a</p><p>qualquer momento, aos órgãos e às entidades do poder</p><p>público a realização de operações de tratamento de</p><p>dados pessoais, informações específicas sobre o</p><p>âmbito e a natureza dos dados e outros detalhes do</p><p>tratamento realizado e poderá emitir parecer técnico</p><p>complementar para garantir o cumprimento desta</p><p>Lei. (Redação dada pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Art. 30. A autoridade nacional poderá estabelecer</p><p>normas complementares para as atividades de</p><p>comunicação e de uso compartilhado de dados</p><p>pessoais.</p><p>Seção II</p><p>Da Responsabilidade</p><p>Art. 31. Quando houver infração a esta Lei em</p><p>decorrência do tratamento de dados pessoais por</p><p>órgãos públicos, a autoridade nacional poderá enviar</p><p>informe com medidas cabíveis para fazer cessar a</p><p>violação.</p><p>Art. 32. A autoridade nacional poderá solicitar a agentes</p><p>do Poder Público a publicação de relatórios de impacto</p><p>à proteção de dados pessoais e sugerir a adoção de</p><p>padrões e de boas práticas para os tratamentos de</p><p>dados pessoais pelo Poder Público.</p><p>CAPÍTULO V</p><p>DA TRANSFERÊNCIA INTERNACIONAL DE DADOS</p><p>Art. 33. A transferência internacional de dados pessoais</p><p>somente é permitida nos seguintes casos:</p><p>I - para países ou organismos internacionais que</p><p>proporcionem grau de proteção de dados pessoais</p><p>adequado ao previsto nesta Lei;</p><p>II - quando o controlador oferecer e comprovar garantias</p><p>de cumprimento dos princípios, dos direitos do titular e</p><p>do regime de proteção de dados previstos nesta Lei, na</p><p>forma de:</p><p>a) cláusulas contratuais específicas para determinada</p><p>transferência;</p><p>b) cláusulas-padrão contratuais;</p><p>c) normas corporativas globais;</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9507.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9507.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9784.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9784.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9784.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art173</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constituicao.htm#art173</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 156</p><p>156 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>d) selos, certificados e códigos de conduta regularmente</p><p>emitidos;</p><p>III - quando a transferência for necessária para a</p><p>cooperação jurídica internacional entre órgãos públicos</p><p>de inteligência, de investigação e de persecução, de</p><p>acordo com os instrumentos de direito internacional;</p><p>IV - quando a transferência for necessária para a</p><p>proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou</p><p>de terceiro;</p><p>V - quando a autoridade nacional autorizar a</p><p>transferência;</p><p>VI - quando a transferência resultar em compromisso</p><p>assumido em acordo de cooperação internacional;</p><p>VII - quando a transferência for necessária para a</p><p>execução de política pública ou atribuição legal do</p><p>serviço público, sendo dada publicidade nos termos do</p><p>inciso I do caput do art. 23 desta Lei;</p><p>VIII - quando o titular tiver fornecido o seu</p><p>consentimento específico e em destaque para a</p><p>transferência, com informação prévia sobre o caráter</p><p>internacional da operação, distinguindo claramente esta</p><p>de outras finalidades; ou</p><p>IX - quando necessário para atender as hipóteses</p><p>previstas nos incisos II, V e VI do art. 7º desta Lei.</p><p>Parágrafo único. Para os fins do inciso I deste artigo, as</p><p>pessoas jurídicas de direito público referidas no</p><p>parágrafo único do art. 1º da Lei nº 12.527, de 18 de</p><p>novembro de 2011 (Lei de Acesso à Informação) , no</p><p>âmbito de suas competências legais, e responsáveis, no</p><p>âmbito de suas atividades, poderão requerer à</p><p>autoridade nacional a avaliação do nível de proteção a</p><p>dados pessoais conferido por país ou organismo</p><p>internacional.</p><p>Art. 34. O nível de proteção de dados do país</p><p>estrangeiro ou do organismo internacional mencionado</p><p>no inciso I do caput do art. 33 desta Lei será avaliado</p><p>pela autoridade nacional, que levará em consideração:</p><p>I - as normas gerais e setoriais da legislação em vigor</p><p>no país de destino ou no organismo internacional;</p><p>II - a natureza dos dados;</p><p>III - a observância dos princípios gerais de proteção de</p><p>dados pessoais e direitos dos titulares previstos nesta</p><p>Lei;</p><p>IV - a adoção de medidas de segurança previstas em</p><p>regulamento;</p><p>V - a existência de garantias judiciais e institucionais</p><p>para o respeito aos direitos de proteção de dados</p><p>pessoais; e</p><p>VI - outras circunstâncias específicas relativas à</p><p>transferência.</p><p>Art. 35. A definição do conteúdo de cláusulas-padrão</p><p>contratuais, bem como a verificação de cláusulas</p><p>contratuais específicas para uma determinada</p><p>transferência, normas corporativas globais ou selos,</p><p>certificados e códigos de conduta, a que se refere o</p><p>inciso II do caput do art. 33 desta Lei, será realizada</p><p>pela autoridade nacional.</p><p>§ 1º Para a verificação do disposto no caput deste</p><p>artigo, deverão ser considerados os requisitos, as</p><p>condições e as garantias mínimas para a transferência</p><p>que observem os direitos, as garantias e os princípios</p><p>desta Lei.</p><p>§ 2º Na análise de cláusulas contratuais, de documentos</p><p>ou de normas corporativas globais submetidas à</p><p>aprovação da autoridade nacional, poderão ser</p><p>requeridas informações suplementares ou realizadas</p><p>diligências de verificação quanto às operações de</p><p>tratamento, quando necessário.</p><p>§ 3º A autoridade nacional poderá designar organismos</p><p>de certificação para a realização do previsto</p><p>no caput deste artigo, que permanecerão sob sua</p><p>fiscalização nos termos definidos em regulamento.</p><p>§ 4º Os atos realizados por organismo de certificação</p><p>poderão ser revistos pela autoridade nacional e, caso</p><p>em desconformidade com esta Lei, submetidos a</p><p>revisão ou anulados.</p><p>§ 5º As garantias suficientes de observância dos</p><p>princípios gerais de proteção e dos direitos do titular</p><p>referidas no caput deste artigo serão também</p><p>analisadas de acordo com as medidas técnicas e</p><p>organizacionais adotadas pelo operador, de acordo com</p><p>o previsto nos §§ 1º e 2º do art. 46 desta Lei.</p><p>Art. 36. As alterações nas garantias apresentadas como</p><p>suficientes de observância dos princípios gerais de</p><p>proteção e dos direitos do titular referidas no inciso II do</p><p>art. 33 desta Lei deverão ser comunicadas à autoridade</p><p>nacional.</p><p>CAPÍTULO VI</p><p>DOS AGENTES DE TRATAMENTO DE DADOS</p><p>PESSOAIS</p><p>Seção I</p><p>Do Controlador e do Operador</p><p>Art. 37. O controlador e o operador devem manter</p><p>registro das operações de tratamento de dados</p><p>pessoais que realizarem, especialmente quando</p><p>baseado no legítimo interesse.</p><p>Art. 38. A autoridade nacional poderá determinar ao</p><p>controlador que elabore relatório de impacto</p><p>à proteção</p><p>de dados pessoais, inclusive de dados sensíveis,</p><p>referente a suas operações de tratamento de dados, nos</p><p>termos de regulamento, observados os segredos</p><p>comercial e industrial.</p><p>Parágrafo único. Observado o disposto no caput deste</p><p>artigo, o relatório deverá conter, no mínimo, a descrição</p><p>dos tipos de dados coletados, a metodologia utilizada</p><p>para a coleta e para a garantia da segurança das</p><p>informações e a análise do controlador com relação a</p><p>medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de</p><p>risco adotados.</p><p>Art. 39. O operador deverá realizar o tratamento</p><p>segundo as instruções fornecidas pelo controlador, que</p><p>verificará a observância das próprias instruções e das</p><p>normas sobre a matéria.</p><p>Art. 40. A autoridade nacional poderá dispor sobre</p><p>padrões de interoperabilidade para fins de portabilidade,</p><p>livre acesso aos dados e segurança, assim como sobre</p><p>o tempo de guarda dos registros, tendo em vista</p><p>especialmente a necessidade e a transparência.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm#art1</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm#art1</p><p>Página 157</p><p>157 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Seção II</p><p>Do Encarregado pelo Tratamento de Dados</p><p>Pessoais</p><p>Art. 41. O controlador deverá indicar encarregado pelo</p><p>tratamento de dados pessoais.</p><p>§ 1º A identidade e as informações de contato do</p><p>encarregado deverão ser divulgadas publicamente, de</p><p>forma clara e objetiva, preferencialmente no sítio</p><p>eletrônico do controlador.</p><p>§ 2º As atividades do encarregado consistem em:</p><p>I - aceitar reclamações e comunicações dos titulares,</p><p>prestar esclarecimentos e adotar providências;</p><p>II - receber comunicações da autoridade nacional e</p><p>adotar providências;</p><p>III - orientar os funcionários e os contratados da</p><p>entidade a respeito das práticas a serem tomadas em</p><p>relação à proteção de dados pessoais; e</p><p>IV - executar as demais atribuições determinadas pelo</p><p>controlador ou estabelecidas em normas</p><p>complementares.</p><p>§ 3º A autoridade nacional poderá estabelecer normas</p><p>complementares sobre a definição e as atribuições do</p><p>encarregado, inclusive hipóteses de dispensa da</p><p>necessidade de sua indicação, conforme a natureza e o</p><p>porte da entidade ou o volume de operações de</p><p>tratamento de dados.</p><p>§ 4º (VETADO). (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019) Vigência</p><p>Seção III</p><p>Da Responsabilidade e do Ressarcimento de</p><p>Danos</p><p>Art. 42. O controlador ou o operador que, em razão do</p><p>exercício de atividade de tratamento de dados pessoais,</p><p>causar a outrem dano patrimonial, moral, individual ou</p><p>coletivo, em violação à legislação de proteção de dados</p><p>pessoais, é obrigado a repará-lo.</p><p>§ 1º A fim de assegurar a efetiva indenização ao titular</p><p>dos dados:</p><p>I - o operador responde solidariamente pelos danos</p><p>causados pelo tratamento quando descumprir as</p><p>obrigações da legislação de proteção de dados ou</p><p>quando não tiver seguido as instruções lícitas do</p><p>controlador, hipótese em que o operador equipara-se ao</p><p>controlador, salvo nos casos de exclusão previstos no</p><p>art. 43 desta Lei;</p><p>II - os controladores que estiverem diretamente</p><p>envolvidos no tratamento do qual decorreram danos ao</p><p>titular dos dados respondem solidariamente, salvo nos</p><p>casos de exclusão previstos no art. 43 desta Lei.</p><p>§ 2º O juiz, no processo civil, poderá inverter o ônus da</p><p>prova a favor do titular dos dados quando, a seu juízo,</p><p>for verossímil a alegação, houver hipossuficiência para</p><p>fins de produção de prova ou quando a produção de</p><p>prova pelo titular resultar-lhe excessivamente onerosa.</p><p>§ 3º As ações de reparação por danos coletivos que</p><p>tenham por objeto a responsabilização nos termos</p><p>do caput deste artigo podem ser exercidas</p><p>coletivamente em juízo, observado o disposto na</p><p>legislação pertinente.</p><p>§ 4º Aquele que reparar o dano ao titular tem direito de</p><p>regresso contra os demais responsáveis, na medida de</p><p>sua participação no evento danoso.</p><p>Art. 43. Os agentes de tratamento só não serão</p><p>responsabilizados quando provarem:</p><p>I - que não realizaram o tratamento de dados pessoais</p><p>que lhes é atribuído;</p><p>II - que, embora tenham realizado o tratamento de</p><p>dados pessoais que lhes é atribuído, não houve violação</p><p>à legislação de proteção de dados; ou</p><p>III - que o dano é decorrente de culpa exclusiva do titular</p><p>dos dados ou de terceiro.</p><p>Art. 44. O tratamento de dados pessoais será irregular</p><p>quando deixar de observar a legislação ou quando não</p><p>fornecer a segurança que o titular dele pode esperar,</p><p>consideradas as circunstâncias relevantes, entre as</p><p>quais:</p><p>I - o modo pelo qual é realizado;</p><p>II - o resultado e os riscos que razoavelmente dele se</p><p>esperam;</p><p>III - as técnicas de tratamento de dados pessoais</p><p>disponíveis à época em que foi realizado.</p><p>Parágrafo único. Responde pelos danos decorrentes da</p><p>violação da segurança dos dados o controlador ou o</p><p>operador que, ao deixar de adotar as medidas de</p><p>segurança previstas no art. 46 desta Lei, der causa ao</p><p>dano.</p><p>Art. 45. As hipóteses de violação do direito do titular no</p><p>âmbito das relações de consumo permanecem sujeitas</p><p>às regras de responsabilidade previstas na legislação</p><p>pertinente.</p><p>CAPÍTULO VII</p><p>DA SEGURANÇA E DAS BOAS PRÁTICAS</p><p>Seção I</p><p>Da Segurança e do Sigilo de Dados</p><p>Art. 46. Os agentes de tratamento devem adotar</p><p>medidas de segurança, técnicas e administrativas aptas</p><p>a proteger os dados pessoais de acessos não</p><p>autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de</p><p>destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer</p><p>forma de tratamento inadequado ou ilícito.</p><p>§ 1º A autoridade nacional poderá dispor sobre padrões</p><p>técnicos mínimos para tornar aplicável o disposto</p><p>no caput deste artigo, considerados a natureza das</p><p>informações tratadas, as características específicas do</p><p>tratamento e o estado atual da tecnologia,</p><p>especialmente no caso de dados pessoais sensíveis,</p><p>assim como os princípios previstos no caput do art. 6º</p><p>desta Lei.</p><p>§ 2º As medidas de que trata o caput deste artigo</p><p>deverão ser observadas desde a fase de concepção do</p><p>produto ou do serviço até a sua execução.</p><p>Art. 47. Os agentes de tratamento ou qualquer outra</p><p>pessoa que intervenha em uma das fases do tratamento</p><p>obriga-se a garantir a segurança da informação prevista</p><p>nesta Lei em relação aos dados pessoais, mesmo após</p><p>o seu término.</p><p>Art. 48. O controlador deverá comunicar à autoridade</p><p>nacional e ao titular a ocorrência de incidente de</p><p>segurança que possa acarretar risco ou dano relevante</p><p>aos titulares.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Msg/VEP/VEP-288.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 158</p><p>158 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>§ 1º A comunicação será feita em prazo razoável,</p><p>conforme definido pela autoridade nacional, e deverá</p><p>mencionar, no mínimo:</p><p>I - a descrição da natureza dos dados pessoais</p><p>afetados;</p><p>II - as informações sobre os titulares envolvidos;</p><p>III - a indicação das medidas técnicas e de segurança</p><p>utilizadas para a proteção dos dados, observados os</p><p>segredos comercial e industrial;</p><p>IV - os riscos relacionados ao incidente;</p><p>V - os motivos da demora, no caso de a comunicação</p><p>não ter sido imediata; e</p><p>VI - as medidas que foram ou que serão adotadas para</p><p>reverter ou mitigar os efeitos do prejuízo.</p><p>§ 2º A autoridade nacional verificará a gravidade do</p><p>incidente e poderá, caso necessário para a salvaguarda</p><p>dos direitos dos titulares, determinar ao controlador a</p><p>adoção de providências, tais como:</p><p>I - ampla divulgação do fato em meios de comunicação;</p><p>e</p><p>II - medidas para reverter ou mitigar os efeitos do</p><p>incidente.</p><p>§ 3º No juízo de gravidade do incidente, será avaliada</p><p>eventual comprovação</p><p>de que foram adotadas medidas</p><p>técnicas adequadas que tornem os dados pessoais</p><p>afetados ininteligíveis, no âmbito e nos limites técnicos</p><p>de seus serviços, para terceiros não autorizados a</p><p>acessá-los.</p><p>Art. 49. Os sistemas utilizados para o tratamento de</p><p>dados pessoais devem ser estruturados de forma a</p><p>atender aos requisitos de segurança, aos padrões de</p><p>boas práticas e de governança e aos princípios gerais</p><p>previstos nesta Lei e às demais normas regulamentares.</p><p>Seção II</p><p>Das Boas Práticas e da Governança</p><p>Art. 50. Os controladores e operadores, no âmbito de</p><p>suas competências, pelo tratamento de dados pessoais,</p><p>individualmente ou por meio de associações, poderão</p><p>formular regras de boas práticas e de governança que</p><p>estabeleçam as condições de organização, o regime de</p><p>funcionamento, os procedimentos, incluindo</p><p>reclamações e petições de titulares, as normas de</p><p>segurança, os padrões técnicos, as obrigações</p><p>específicas para os diversos envolvidos no tratamento,</p><p>as ações educativas, os mecanismos internos de</p><p>supervisão e de mitigação de riscos e outros aspectos</p><p>relacionados ao tratamento de dados pessoais.</p><p>§ 1º Ao estabelecer regras de boas práticas, o</p><p>controlador e o operador levarão em consideração, em</p><p>relação ao tratamento e aos dados, a natureza, o</p><p>escopo, a finalidade e a probabilidade e a gravidade dos</p><p>riscos e dos benefícios decorrentes de tratamento de</p><p>dados do titular.</p><p>§ 2º Na aplicação dos princípios indicados nos incisos</p><p>VII e VIII do caput do art. 6º desta Lei, o controlador,</p><p>observados a estrutura, a escala e o volume de suas</p><p>operações, bem como a sensibilidade dos dados</p><p>tratados e a probabilidade e a gravidade dos danos para</p><p>os titulares dos dados, poderá:</p><p>I - implementar programa de governança em</p><p>privacidade que, no mínimo:</p><p>a) demonstre o comprometimento do controlador em</p><p>adotar processos e políticas internas que assegurem o</p><p>cumprimento, de forma abrangente, de normas e boas</p><p>práticas relativas à proteção de dados pessoais;</p><p>b) seja aplicável a todo o conjunto de dados pessoais</p><p>que estejam sob seu controle, independentemente do</p><p>modo como se realizou sua coleta;</p><p>c) seja adaptado à estrutura, à escala e ao volume de</p><p>suas operações, bem como à sensibilidade dos dados</p><p>tratados;</p><p>d) estabeleça políticas e salvaguardas adequadas com</p><p>base em processo de avaliação sistemática de impactos</p><p>e riscos à privacidade;</p><p>e) tenha o objetivo de estabelecer relação de confiança</p><p>com o titular, por meio de atuação transparente e que</p><p>assegure mecanismos de participação do titular;</p><p>f) esteja integrado a sua estrutura geral de governança</p><p>e estabeleça e aplique mecanismos de supervisão</p><p>internos e externos;</p><p>g) conte com planos de resposta a incidentes e</p><p>remediação; e</p><p>h) seja atualizado constantemente com base em</p><p>informações obtidas a partir de monitoramento contínuo</p><p>e avaliações periódicas;</p><p>II - demonstrar a efetividade de seu programa de</p><p>governança em privacidade quando apropriado e, em</p><p>especial, a pedido da autoridade nacional ou de outra</p><p>entidade responsável por promover o cumprimento de</p><p>boas práticas ou códigos de conduta, os quais, de forma</p><p>independente, promovam o cumprimento desta Lei.</p><p>§ 3º As regras de boas práticas e de governança</p><p>deverão ser publicadas e atualizadas periodicamente e</p><p>poderão ser reconhecidas e divulgadas pela autoridade</p><p>nacional.</p><p>Art. 51. A autoridade nacional estimulará a adoção de</p><p>padrões técnicos que facilitem o controle pelos titulares</p><p>dos seus dados pessoais.</p><p>CAPÍTULO VIII</p><p>DA FISCALIZAÇÃO</p><p>Seção I</p><p>Das Sanções Administrativas</p><p>Art. 52. Os agentes de tratamento de dados, em razão</p><p>das infrações cometidas às normas previstas nesta Lei,</p><p>ficam sujeitos às seguintes sanções administrativas</p><p>aplicáveis pela autoridade nacional: (Vigência)</p><p>I - advertência, com indicação de prazo para adoção de</p><p>medidas corretivas;</p><p>II - multa simples, de até 2% (dois por cento) do</p><p>faturamento da pessoa jurídica de direito privado, grupo</p><p>ou conglomerado no Brasil no seu último exercício,</p><p>excluídos os tributos, limitada, no total, a R$</p><p>50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais) por infração;</p><p>III - multa diária, observado o limite total a que se refere</p><p>o inciso II;</p><p>IV - publicização da infração após devidamente apurada</p><p>e confirmada a sua ocorrência;</p><p>V - bloqueio dos dados pessoais a que se refere a</p><p>infração até a sua regularização;</p><p>VI - eliminação dos dados pessoais a que se refere a</p><p>infração;</p><p>VII - (VETADO);</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>Página 159</p><p>159 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>VIII - (VETADO);</p><p>IX - (VETADO).</p><p>X - suspensão parcial do funcionamento do banco de</p><p>dados a que se refere a infração pelo período máximo</p><p>de 6 (seis) meses, prorrogável por igual período, até a</p><p>regularização da atividade de tratamento pelo</p><p>controlador; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XI - suspensão do exercício da atividade de tratamento</p><p>dos dados pessoais a que se refere a infração pelo</p><p>período máximo de 6 (seis) meses, prorrogável por igual</p><p>período; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XII - proibição parcial ou total do exercício de atividades</p><p>relacionadas a tratamento de dados. (Incluído pela Lei</p><p>nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 1º As sanções serão aplicadas após procedimento</p><p>administrativo que possibilite a oportunidade da ampla</p><p>defesa, de forma gradativa, isolada ou cumulativa, de</p><p>acordo com as peculiaridades do caso concreto e</p><p>considerados os seguintes parâmetros e critérios:</p><p>I - a gravidade e a natureza das infrações e dos direitos</p><p>pessoais afetados;</p><p>II - a boa-fé do infrator;</p><p>III - a vantagem auferida ou pretendida pelo infrator;</p><p>IV - a condição econômica do infrator;</p><p>V - a reincidência;</p><p>VI - o grau do dano;</p><p>VII - a cooperação do infrator;</p><p>VIII - a adoção reiterada e demonstrada de mecanismos</p><p>e procedimentos internos capazes de minimizar o dano,</p><p>voltados ao tratamento seguro e adequado de dados,</p><p>em consonância com o disposto no inciso II do § 2º do</p><p>art. 48 desta Lei;</p><p>IX - a adoção de política de boas práticas e governança;</p><p>X - a pronta adoção de medidas corretivas; e</p><p>XI - a proporcionalidade entre a gravidade da falta e a</p><p>intensidade da sanção.</p><p>§ 2º O disposto neste artigo não substitui a aplicação de</p><p>sanções administrativas, civis ou penais definidas na Lei</p><p>nº 8.078, de 11 de setembro de 1990, e em legislação</p><p>específica. (Redação dada pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>§ 3º O disposto nos incisos I, IV, V, VI, X, XI e XII</p><p>do caput deste artigo poderá ser aplicado às entidades</p><p>e aos órgãos públicos, sem prejuízo do disposto na Lei</p><p>nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, na Lei nº 8.429,</p><p>de 2 de junho de 1992, e na Lei nº 12.527, de 18 de</p><p>novembro de 2011. (Promulgação partes vetadas)</p><p>§ 4º No cálculo do valor da multa de que trata o inciso II</p><p>do caput deste artigo, a autoridade nacional poderá</p><p>considerar o faturamento total da empresa ou grupo de</p><p>empresas, quando não dispuser do valor do faturamento</p><p>no ramo de atividade empresarial em que ocorreu a</p><p>infração, definido pela autoridade nacional, ou quando o</p><p>valor for apresentado de forma incompleta ou não for</p><p>demonstrado de forma inequívoca e idônea.</p><p>§ 5º O produto da arrecadação das multas aplicadas</p><p>pela ANPD, inscritas ou não em dívida ativa, será</p><p>destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos de</p><p>que tratam o art. 13 da Lei nº 7.347, de 24 de julho de</p><p>1985, e a Lei nº 9.008, de 21 de março de</p><p>1995. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 6º As sanções previstas nos incisos X, XI e XII</p><p>do caput deste artigo serão aplicadas: (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>I - somente após já ter sido imposta ao menos 1 (uma)</p><p>das sanções de que tratam os incisos II, III, IV, V e VI</p><p>do caput deste artigo para o mesmo caso concreto;</p><p>e (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>II - em caso de controladores submetidos a outros</p><p>órgãos e entidades</p><p>com competências sancionatórias,</p><p>ouvidos esses órgãos. (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>§ 7º Os vazamentos individuais ou os acessos não</p><p>autorizados de que trata o caput do art. 46 desta Lei</p><p>poderão ser objeto de conciliação direta entre</p><p>controlador e titular e, caso não haja acordo, o</p><p>controlador estará sujeito à aplicação das penalidades</p><p>de que trata este artigo. (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>Art. 53. A autoridade nacional definirá, por meio de</p><p>regulamento próprio sobre sanções administrativas a</p><p>infrações a esta Lei, que deverá ser objeto de consulta</p><p>pública, as metodologias que orientarão o cálculo do</p><p>valor-base das sanções de multa. (Vigência)</p><p>§ 1º As metodologias a que se refere o caput deste</p><p>artigo devem ser previamente publicadas, para ciência</p><p>dos agentes de tratamento, e devem apresentar</p><p>objetivamente as formas e dosimetrias para o cálculo do</p><p>valor-base das sanções de multa, que deverão conter</p><p>fundamentação detalhada de todos os seus elementos,</p><p>demonstrando a observância dos critérios previstos</p><p>nesta Lei.</p><p>§ 2º O regulamento de sanções e metodologias</p><p>correspondentes deve estabelecer as circunstâncias e</p><p>as condições para a adoção de multa simples ou diária.</p><p>Art. 54. O valor da sanção de multa diária aplicável às</p><p>infrações a esta Lei deve observar a gravidade da falta</p><p>e a extensão do dano ou prejuízo causado e ser</p><p>fundamentado pela autoridade nacional. (Vigência)</p><p>Parágrafo único. A intimação da sanção de multa diária</p><p>deverá conter, no mínimo, a descrição da obrigação</p><p>imposta, o prazo razoável e estipulado pelo órgão para</p><p>o seu cumprimento e o valor da multa diária a ser</p><p>aplicada pelo seu descumprimento.</p><p>CAPÍTULO IX</p><p>DA AUTORIDADE NACIONAL DE PROTEÇÃO DE</p><p>DADOS (ANPD) E DO CONSELHO NACIONAL DE</p><p>PROTEÇÃO DE DADOS PESSOAIS E DA</p><p>PRIVACIDADE</p><p>Seção I</p><p>Da Autoridade Nacional de Proteção de Dados</p><p>(ANPD)</p><p>Art. 55-A. Fica criada a Autoridade Nacional de Proteção</p><p>de Dados</p><p>(ANPD), autarquia de natureza especial, dotada de aut</p><p>onomia técnica e decisória, com patrimônio próprio e</p><p>com sede e foro no Distrito Federal. (Redação dada</p><p>pela Lei nº 14.460, de 2022)</p><p>Art. 55-C. A ANPD é composta de: (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>I - Conselho Diretor, órgão máximo de</p><p>direção; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8112cons.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8112cons.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8429.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L8429.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12527.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#promulgacao</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/L13709compilado.htm#art65..</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>Página 160</p><p>160 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>II - Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais</p><p>e da Privacidade; (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>III - Corregedoria; (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>IV - Ouvidoria; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>V - (revogado); (Redação dada pela Lei nº 14.460,</p><p>de 2022)</p><p>V-A - Procuradoria; e (Incluído pela Lei nº 14.460,</p><p>de 2022)</p><p>VI - unidades administrativas e unidades especializadas</p><p>necessárias à aplicação do disposto nesta</p><p>Lei. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Art. 55-D. O Conselho Diretor da ANPD será composto</p><p>de 5 (cinco) diretores, incluído o Diretor-</p><p>Presidente. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>§ 1º Os membros do Conselho Diretor da ANPD serão</p><p>escolhidos pelo Presidente da República e por ele</p><p>nomeados, após aprovação pelo Senado Federal, nos</p><p>termos da alínea ‘f’ do inciso III do art. 52 da</p><p>Constituição Federal, e ocuparão cargo em comissão do</p><p>Grupo-Direção e Assessoramento Superiores - DAS, no</p><p>mínimo, de nível 5. (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>§ 2º Os membros do Conselho Diretor serão escolhidos</p><p>dentre brasileiros que tenham reputação ilibada, nível</p><p>superior de educação e elevado conceito no campo de</p><p>especialidade dos cargos para os quais serão</p><p>nomeados. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 3º O mandato dos membros do Conselho Diretor será</p><p>de 4 (quatro) anos. (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>§ 4º Os mandatos dos primeiros membros do Conselho</p><p>Diretor nomeados serão de 2 (dois), de 3 (três), de 4</p><p>(quatro), de 5 (cinco) e de 6 (seis) anos, conforme</p><p>estabelecido no ato de nomeação. (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 5º Na hipótese de vacância do cargo no curso do</p><p>mandato de membro do Conselho Diretor, o prazo</p><p>remanescente será completado pelo</p><p>sucessor. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>Art. 55-E. Os membros do Conselho Diretor somente</p><p>perderão seus cargos em virtude de renúncia,</p><p>condenação judicial transitada em julgado ou pena de</p><p>demissão decorrente de processo administrativo</p><p>disciplinar. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 1º Nos termos do caput deste artigo, cabe ao Ministro</p><p>de Estado Chefe da Casa Civil da Presidência da</p><p>República instaurar o processo administrativo</p><p>disciplinar, que será conduzido por comissão especial</p><p>constituída por servidores públicos federais</p><p>estáveis. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 2º Compete ao Presidente da República determinar o</p><p>afastamento preventivo, somente quando assim</p><p>recomendado pela comissão especial de que trata o §</p><p>1º deste artigo, e proferir o julgamento. (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Art. 55-F. Aplica-se aos membros do Conselho Diretor,</p><p>após o exercício do cargo, o disposto no art. 6º da Lei nº</p><p>12.813, de 16 de maio de 2013. (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Parágrafo único. A infração ao disposto no caput deste</p><p>artigo caracteriza ato de improbidade</p><p>administrativa. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>Art. 55-G. Ato do Presidente da República disporá sobre</p><p>a estrutura regimental da ANPD. (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 1º Até a data de entrada em vigor de sua estrutura</p><p>regimental, a ANPD receberá o apoio técnico e</p><p>administrativo da Casa Civil da Presidência</p><p>da</p><p>República para o exercício de suas</p><p>atividades. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>§ 2º O Conselho Diretor disporá sobre o regimento</p><p>interno da ANPD. (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>Art. 55-H. Os cargos em comissão e as funções de</p><p>confiança da ANPD serão remanejados de outros</p><p>órgãos e entidades do Poder Executivo</p><p>federal. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Art. 55-I. Os ocupantes dos cargos em comissão e das</p><p>funções de confiança da ANPD serão indicados pelo</p><p>Conselho Diretor e nomeados ou designados pelo</p><p>Diretor-Presidente. (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>Art. 55-J. Compete à ANPD: (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>I - zelar pela proteção dos dados pessoais, nos termos</p><p>da legislação; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>II - zelar pela observância dos segredos comercial e</p><p>industrial, observada a proteção de dados pessoais e do</p><p>sigilo das informações quando protegido por lei ou</p><p>quando a quebra do sigilo violar os fundamentos do art.</p><p>2º desta Lei; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>III - elaborar diretrizes para a Política Nacional de</p><p>Proteção de Dados Pessoais e da</p><p>Privacidade; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>IV - fiscalizar e aplicar sanções em caso de tratamento</p><p>de dados realizado em descumprimento à legislação,</p><p>mediante processo administrativo que assegure o</p><p>contraditório, a ampla defesa e o direito de</p><p>recurso; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>V - apreciar petições de titular contra controlador após</p><p>comprovada pelo titular a apresentação de reclamação</p><p>ao controlador não solucionada no prazo estabelecido</p><p>em regulamentação; (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>VI - promover na população o conhecimento das normas</p><p>e das políticas públicas sobre proteção de dados</p><p>pessoais e das medidas de segurança; (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>VII - promover e elaborar estudos sobre as práticas</p><p>nacionais e internacionais de proteção de dados</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>Página 161</p><p>161 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>pessoais e privacidade; (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>VIII - estimular a adoção de padrões para serviços e</p><p>produtos que facilitem o exercício de controle dos</p><p>titulares sobre seus dados pessoais, os quais deverão</p><p>levar em consideração as especificidades das</p><p>atividades e o porte dos responsáveis; (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>IX - promover ações de cooperação com autoridades de</p><p>proteção de dados pessoais de outros países, de</p><p>natureza internacional ou</p><p>transnacional; (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>X - dispor sobre as formas de publicidade das</p><p>operações de tratamento de dados pessoais,</p><p>respeitados os segredos comercial e</p><p>industrial; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>XI - solicitar, a qualquer momento, às entidades do</p><p>poder público que realizem operações de tratamento de</p><p>dados pessoais informe específico sobre o âmbito, a</p><p>natureza dos dados e os demais detalhes do tratamento</p><p>realizado, com a possibilidade de emitir parecer técnico</p><p>complementar para garantir o cumprimento desta</p><p>Lei; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XII - elaborar relatórios de gestão anuais acerca de suas</p><p>atividades; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>XIII - editar regulamentos e procedimentos sobre</p><p>proteção de dados pessoais e privacidade, bem como</p><p>sobre relatórios de impacto à proteção de dados</p><p>pessoais para os casos em que o tratamento</p><p>representar alto risco à garantia dos princípios gerais de</p><p>proteção de dados pessoais previstos nesta</p><p>Lei; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XIV - ouvir os agentes de tratamento e a sociedade em</p><p>matérias de interesse relevante e prestar contas sobre</p><p>suas atividades e planejamento;</p><p>(Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XV - arrecadar e aplicar suas receitas e publicar, no</p><p>relatório de gestão a que se refere o inciso XII</p><p>do caput deste artigo, o detalhamento de suas receitas</p><p>e despesas; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>XVI - realizar auditorias, ou determinar sua realização,</p><p>no âmbito da atividade de fiscalização de que trata o</p><p>inciso IV e com a devida observância do disposto no</p><p>inciso II do caput deste artigo, sobre o tratamento de</p><p>dados pessoais efetuado pelos agentes de tratamento,</p><p>incluído o poder público; (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>XVII - celebrar, a qualquer momento, compromisso com</p><p>agentes de tratamento para eliminar irregularidade,</p><p>incerteza jurídica ou situação contenciosa no âmbito de</p><p>processos administrativos, de acordo com o previsto no</p><p>Decreto-Lei nº 4.657, de 4 de setembro de</p><p>1942; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XVIII - editar normas, orientações e procedimentos</p><p>simplificados e diferenciados, inclusive quanto aos</p><p>prazos, para que microempresas e empresas de</p><p>pequeno porte, bem como iniciativas empresariais de</p><p>caráter incremental ou disruptivo que se</p><p>autodeclarem startups ou empresas de inovação,</p><p>possam adequar-se a esta Lei; (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XIX - garantir que o tratamento de dados de idosos seja</p><p>efetuado de maneira simples, clara, acessível e</p><p>adequada ao seu entendimento, nos termos desta Lei e</p><p>da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do</p><p>Idoso); (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XX - deliberar, na esfera administrativa, em caráter</p><p>terminativo, sobre a interpretação desta Lei, as suas</p><p>competências e os casos omissos; (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XXI - comunicar às autoridades competentes as</p><p>infrações penais das quais tiver</p><p>conhecimento; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>XXII - comunicar aos órgãos de controle interno o</p><p>descumprimento do disposto nesta Lei por órgãos e</p><p>entidades da administração pública</p><p>federal; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XXIII - articular-se com as autoridades reguladoras</p><p>públicas para exercer suas competências em setores</p><p>específicos de atividades econômicas e</p><p>governamentais sujeitas à regulação;</p><p>e (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>XXIV - implementar mecanismos simplificados, inclusive</p><p>por meio eletrônico, para o registro de reclamações</p><p>sobre o tratamento de dados pessoais em</p><p>desconformidade com esta Lei. (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 1º Ao impor condicionantes administrativas ao</p><p>tratamento de dados pessoais por agente de tratamento</p><p>privado, sejam eles limites, encargos ou sujeições, a</p><p>ANPD deve observar a exigência de mínima</p><p>intervenção, assegurados os fundamentos, os</p><p>princípios e os direitos dos titulares previstos no art. 170</p><p>da Constituição Federal e nesta Lei. (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 2º Os regulamentos e as normas editados pela ANPD</p><p>devem ser precedidos de consulta e audiência públicas,</p><p>bem como de análises de impacto</p><p>regulatório. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>§ 3º A ANPD e os órgãos e entidades públicos</p><p>responsáveis pela regulação de setores específicos da</p><p>atividade econômica e governamental devem coordenar</p><p>suas atividades, nas correspondentes esferas de</p><p>atuação, com vistas a assegurar o cumprimento de suas</p><p>atribuições com a maior eficiência e promover o</p><p>adequado funcionamento dos setores regulados,</p><p>conforme legislação específica, e o tratamento de dados</p><p>pessoais, na forma desta Lei. (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>§ 4º A ANPD manterá fórum permanente de</p><p>comunicação, inclusive por meio de cooperação técnica,</p><p>com órgãos e entidades da administração pública</p><p>responsáveis pela regulação de setores específicos da</p><p>atividade econômica e governamental, a fim de facilitar</p><p>as competências regulatória, fiscalizatória e punitiva da</p><p>ANPD. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>Página 162</p><p>162 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>§ 5º No exercício das competências de que trata</p><p>o caput deste artigo, a autoridade competente deverá</p><p>zelar pela preservação do segredo empresarial e do</p><p>sigilo das informações, nos termos da</p><p>lei. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 6º As reclamações colhidas conforme o disposto no</p><p>inciso V do caput deste artigo poderão ser analisadas</p><p>de forma agregada, e as eventuais providências delas</p><p>decorrentes poderão ser adotadas de forma</p><p>padronizada. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>Art. 55-K. A aplicação das sanções previstas nesta Lei</p><p>compete exclusivamente à ANPD, e suas competências</p><p>prevalecerão, no que se refere à proteção de dados</p><p>pessoais, sobre as competências correlatas de outras</p><p>entidades ou órgãos da administração</p><p>pública. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Parágrafo único. A ANPD articulará sua atuação com</p><p>outros órgãos e entidades com competências</p><p>sancionatórias</p><p>e normativas afetas ao tema de proteção</p><p>de dados pessoais e será o órgão central de</p><p>interpretação desta Lei e do estabelecimento de normas</p><p>e diretrizes para a sua</p><p>implementação. (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>Art. 55-L. Constituem receitas da</p><p>ANPD: (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>I - as dotações, consignadas no orçamento geral da</p><p>União, os créditos especiais, os créditos adicionais, as</p><p>transferências e os repasses que lhe forem</p><p>conferidos; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>II - as doações, os legados, as subvenções e outros</p><p>recursos que lhe forem destinados; (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>III - os valores apurados na venda ou aluguel de bens</p><p>móveis e imóveis de sua propriedade; (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>IV - os valores apurados em aplicações no mercado</p><p>financeiro das receitas previstas neste</p><p>artigo; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>V - (VETADO); (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>VI - os recursos provenientes de acordos, convênios ou</p><p>contratos celebrados com entidades, organismos ou</p><p>empresas, públicos ou privados, nacionais ou</p><p>internacionais; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>VII - o produto da venda de publicações, material</p><p>técnico, dados e informações, inclusive para fins de</p><p>licitação pública. (Incluído pela Lei nº 13.853,</p><p>de 2019)</p><p>Art. 55-M. Constituem o patrimônio da ANPD os bens e</p><p>os direitos: (Incluído pela Lei nº 14.460, de 2022)</p><p>I - que lhe forem transferidos pelos órgãos da</p><p>Presidência da República; e (Incluído pela Lei nº</p><p>14.460, de 2022)</p><p>II - que venha a adquirir ou a incorporar. (Incluído</p><p>pela Lei nº 14.460, de 2022)</p><p>Art. 56. (VETADO).</p><p>Art. 5 7. (VETADO).</p><p>Seção II</p><p>Do Conselho Nacional de Proteção de Dados</p><p>Pessoais e da Privacidade</p><p>Art. 58. (VETADO).</p><p>Art. 58-A. O Conselho Nacional de Proteção de Dados</p><p>Pessoais e da Privacidade será composto de 23 (vinte e</p><p>três) representantes, titulares e suplentes, dos</p><p>seguintes órgãos: (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>I - 5 (cinco) do Poder Executivo federal; (Incluído pela</p><p>Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>II - 1 (um) do Senado Federal; (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>III - 1 (um) da Câmara dos Deputados; (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>IV - 1 (um) do Conselho Nacional de</p><p>Justiça; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>V - 1 (um) do Conselho Nacional do Ministério</p><p>Público; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>VI - 1 (um) do Comitê Gestor da Internet no</p><p>Brasil; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>VII - 3 (três) de entidades da sociedade civil com</p><p>atuação relacionada a proteção de dados</p><p>pessoais; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>VIII - 3 (três) de instituições científicas, tecnológicas e</p><p>de inovação; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>IX - 3 (três) de confederações sindicais representativas</p><p>das categorias econômicas do setor</p><p>produtivo; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>X - 2 (dois) de entidades representativas do setor</p><p>empresarial relacionado à área de tratamento de dados</p><p>pessoais; e (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>XI - 2 (dois) de entidades representativas do setor</p><p>laboral. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 1º Os representantes serão designados por ato do</p><p>Presidente da República, permitida a</p><p>delegação. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 2º Os representantes de que tratam os incisos I, II, III,</p><p>IV, V e VI do caput deste artigo e seus suplentes serão</p><p>indicados pelos titulares dos respectivos órgãos e</p><p>entidades da administração pública. (Incluído</p><p>pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>§ 3º Os representantes de que tratam os incisos VII, VIII,</p><p>IX, X e XI do caput deste artigo e seus</p><p>suplentes: (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>I - serão indicados na forma de</p><p>regulamento; (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>II - não poderão ser membros do Comitê Gestor da</p><p>Internet no Brasil; (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>III - terão mandato de 2 (dois) anos, permitida 1 (uma)</p><p>recondução. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>§ 4º A participação no Conselho Nacional de Proteção</p><p>de Dados Pessoais e da Privacidade será considerada</p><p>prestação de serviço público relevante, não</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2022/Lei/L14460.htm#art7</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>Página 163</p><p>163 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>remunerada. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>Art. 58-B. Compete ao Conselho Nacional de Proteção</p><p>de Dados Pessoais e da</p><p>Privacidade: (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>I - propor diretrizes estratégicas e fornecer subsídios</p><p>para a elaboração da Política Nacional de Proteção de</p><p>Dados Pessoais e da Privacidade e para a atuação da</p><p>ANPD; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>II - elaborar relatórios anuais de avaliação da execução</p><p>das ações da Política Nacional de Proteção de Dados</p><p>Pessoais e da Privacidade; (Incluído pela Lei</p><p>nº 13.853, de 2019)</p><p>III - sugerir ações a serem realizadas pela</p><p>ANPD; (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>IV - elaborar estudos e realizar debates e audiências</p><p>públicas sobre a proteção de dados pessoais e da</p><p>privacidade; e (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>V - disseminar o conhecimento sobre a proteção de</p><p>dados pessoais e da privacidade à</p><p>população. (Incluído pela Lei nº 13.853, de</p><p>2019)</p><p>Art. 59. (VETADO).</p><p>CAPÍTULO X</p><p>DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS</p><p>Art. 60. A Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 (Marco</p><p>Civil da Internet) , passa a vigorar com as seguintes</p><p>alterações:</p><p>“Art. 7º ..................................................................</p><p>.......................................................................................</p><p>X - exclusão definitiva dos dados pessoais que tiver</p><p>fornecido a determinada aplicação de internet, a seu</p><p>requerimento, ao término da relação entre as partes,</p><p>ressalvadas as hipóteses de guarda obrigatória de</p><p>registros previstas nesta Lei e na que dispõe sobre a</p><p>proteção de dados pessoais;</p><p>..............................................................................” (NR)</p><p>“Art. 16. .................................................................</p><p>.......................................................................................</p><p>II - de dados pessoais que sejam excessivos em relação</p><p>à finalidade para a qual foi dado consentimento pelo seu</p><p>titular, exceto nas hipóteses previstas na Lei que dispõe</p><p>sobre a proteção de dados pessoais.” (NR)</p><p>Art. 61. A empresa estrangeira será notificada e</p><p>intimada de todos os atos processuais previstos nesta</p><p>Lei, independentemente de procuração ou de</p><p>disposição contratual ou estatutária, na pessoa do</p><p>agente ou representante ou pessoa responsável por sua</p><p>filial, agência, sucursal, estabelecimento ou escritório</p><p>instalado no Brasil.</p><p>Art. 62. A autoridade nacional e o Instituto Nacional de</p><p>Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira</p><p>(Inep), no âmbito de suas competências, editarão</p><p>regulamentos específicos para o acesso a dados</p><p>tratados pela União para o cumprimento do disposto</p><p>no § 2º do art. 9º da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de</p><p>1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) ,</p><p>e aos referentes ao Sistema Nacional de Avaliação da</p><p>Educação Superior (Sinaes), de que trata a Lei nº</p><p>10.861, de 14 de abril de 2004 .</p><p>Art. 63. A autoridade nacional estabelecerá normas</p><p>sobre a adequação progressiva de bancos de dados</p><p>constituídos até a data de entrada em vigor desta Lei,</p><p>consideradas a complexidade das operações de</p><p>tratamento e a natureza dos dados.</p><p>Art. 64. Os direitos e princípios expressos nesta Lei não</p><p>excluem outros previstos no ordenamento jurídico pátrio</p><p>relacionados à matéria ou nos tratados internacionais</p><p>em que a República Federativa do Brasil seja parte.</p><p>Art. 65. Esta Lei entra em vigor: (Redação</p><p>dada pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>I - dia 28 de dezembro de 2018, quanto aos arts. 55-A,</p><p>55-B, 55-C, 55-D, 55-E, 55-F, 55-G, 55-H, 55-I, 55-J, 55-</p><p>K, 55-L, 58-A e 58-B; e (Incluído pela Lei nº</p><p>13.853, de 2019)</p><p>I-A – dia 1º de agosto de 2021, quanto aos arts. 52, 53</p><p>e 54; (Incluído pela Lei nº 14.010, de 2020)</p><p>II - 24 (vinte e quatro) meses após a data de sua</p><p>publicação, quanto aos demais</p><p>artigos. (Incluído pela Lei nº 13.853, de 2019)</p><p>Brasília , 14 de agosto de 2018; 197º da Independência</p><p>e 130º da República.</p><p>MICHEL TEMER</p><p>Torquato Jardim</p><p>Aloysio Nunes Ferreira Filho</p><p>Eduardo Refinetti Guardia</p><p>Esteves Pedro Colnago Junior</p><p>Gilberto Magalhães Occhi</p><p>Gilberto Kassab</p><p>Wagner de Campos Rosário</p><p>Gustavo do Vale Rocha</p><p>Ilan Goldfajn</p><p>Raul Jungmann</p><p>Eliseu Padilha</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L12965.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L12965.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm#art9%C2%A72</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9394.htm#art9%C2%A72</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.861.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.861.htm</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2020/Lei/L14010.htm#art20</p><p>https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2019-2022/2019/Lei/L13853.htm#art2</p><p>Página 164</p><p>164 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 165</p><p>165 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>As pessoas jurídicas pertencentes a Administração</p><p>Direta exerce suas atribuições de maneira centralizada,</p><p>ou seja, exercem suas competências a qual a</p><p>Constituição Federal lhe atribuiu sem intermédio de</p><p>outras Pessoas jurídicas. Também são conhecidos por</p><p>Entes Políticos, pois possuem Poder Legiferante, ou</p><p>seja, capacidade política, Poder Legislativo Próprio, pois</p><p>criam suas próprias leis mediante suas casas</p><p>legislativas dentro de suas competências dada pela</p><p>Contituição Federal.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 166</p><p>166 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 167</p><p>167 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Descentralização por Outorga (por Serviços ou</p><p>Legal)</p><p>A descentralização por outorga ocorre quando o</p><p>ente federativo transfere tanto a titularidade quanto</p><p>o exercício de determinada competência. Tal</p><p>descentralização é feita por meio de lei, sendo por</p><p>intermédio de tal instituto que as entidades da</p><p>Administração Indireta são criadas. Quatro são as</p><p>entidades, conforme veremos mais a fundo em</p><p>momento posterior, sendo elas as autarquias, as</p><p>fundações públicas, as empresas públicas e as</p><p>sociedades de economia mista. No caso das</p><p>autarquias, a criação se dará diretamente por meio</p><p>de lei. Nas demais entidades, a lei apenas</p><p>autorizará a respectiva criação.</p><p>Descentralização por Delegação (por</p><p>Colaboração ou Negocial)</p><p>A descentralização por delegação ocorre quando</p><p>apenas o exercício da competência é transferido à</p><p>outra entidade, ficando a titularidade com o ente</p><p>originalmente competente. Através dela, as</p><p>concessionárias, permissionárias e autorizatárias</p><p>assumem o exercício de algumas atividades</p><p>administrativas. Se a descentralização for para</p><p>uma concessionária ou permissionária, dizemos</p><p>que a transferência do exercício é por prazo certo,</p><p>oportunidade em que teremos a licitação prévia e</p><p>a formalização de um contrato administrativo. Caso</p><p>a descentralização ocorra para uma autorizatária,</p><p>tal procedimento poderá ocorrer por prazo</p><p>indeterminado, uma vez que a característica do</p><p>instituto é a precariedade e a possibilidade de</p><p>revogação à qualquer tempo pelo Poder Público.</p><p>Aprofundaremos bem esse ponto quando</p><p>estivermos estudando os serviços públicos.</p><p>FIQUE ATENTO!</p><p>Na descentralização por outorga não há prazo</p><p>determinado e é sempre feito mediante uma lei, já</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 168</p><p>168 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>na descentralização por delegação há sempre um</p><p>prazo determinado e é feito mediante um ato ou</p><p>um contrato que ao fim a titularidade volta a ser</p><p>Ente.</p><p>DESCENTRALIZAÇÃO TERRITORIAL OU</p><p>GEOGRÁFICA</p><p>Entende-se por descentralização</p><p>territorial ou geográfica uma entidade</p><p>local com território delimitado, possuindo</p><p>personalidade jurídica própria de direito</p><p>público e com capacidade de</p><p>autoadministração para exercer um número</p><p>elevado de encargos públicos de interesse</p><p>de uma coletividade. Seria, a grosso modo, a</p><p>situação dos territórios federais do Brasil.</p><p>PRINCÍPIO DA LEGALIDADE</p><p>O princípio da legalidade está previsto</p><p>expressamente no artigo 37 da Constituição</p><p>Federal, sendo aplicável às administrações</p><p>públicas direta e indireta, de todos os Poderes e</p><p>todas as esferas de governo.</p><p>Este princípio nasceu com o Estado de Direito, que</p><p>impõe a atuação administrativa nos termos da lei.</p><p>É o Estado que cria as leis, mas ao mesmo tempo</p><p>deve submeter-se a elas. A sociedade não quer um</p><p>governo de homens, mas um governo de leis.</p><p>A legalidade apresenta dois significados distintos.</p><p>O primeiro aplica-se aos administrados, isto é, às</p><p>pessoas e às organizações em geral. Conforme</p><p>dispõe o inciso II do artigo 5º da CF/88, ninguém</p><p>será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma</p><p>coisa senão em virtude de lei. Dessa forma, para</p><p>os administrados, tudo o que não for proibido será</p><p>permitido.</p><p>O segundo sentido do princípio da legalidade é</p><p>aplicável à Administração e decorre diretamente do</p><p>art. 37, caput, da CF/88, impondo a atuação</p><p>administrativa somente quando houver previsão</p><p>legal.</p><p>Portanto, a Administração só poderá agir</p><p>quando houver previsão legal. Por esse motivo,</p><p>ele costuma ser chamado de princípio da estrita</p><p>legalidade.</p><p>PRINCÍPIO DA IMPESSOALIDADE</p><p>O princípio da impessoalidade, também</p><p>apresentado expressamente na CF/88, apresenta</p><p>dois sentidos:</p><p>O primeiro significado do princípio da</p><p>impessoalidade, decorre um princípio implícito: o</p><p>princípio da finalidade. Dessa forma, todo ato da</p><p>Administração deve ser praticado visando à</p><p>satisfação do interesse público (sentido amplo) e</p><p>da finalidade para ele especificamente prevista em</p><p>lei (sentido estrito). Se não for assim, o ato será</p><p>inválido.</p><p>Exemplificando, podemos analisar o caso da</p><p>remoção de servidor público, que tem como</p><p>finalidade específica adequar o número de</p><p>servidores nas diversas unidades administrativas</p><p>de um órgão. Caso seja aplicada com o intuito de</p><p>punir um servidor que desempenha mal suas</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 169</p><p>169 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>funções, o ato atendeu apenas ao sentido amplo,</p><p>pois punir um servidor que trabalhe mal tem</p><p>interesse público. Contudo, o ato é nulo, por desvio</p><p>de finalidade, uma vez que a lei não estabelece</p><p>esta finalidade para a transferência.</p><p>No segundo sentido, devemos lembrar que a</p><p>Constituição Federal estabelece que todos são</p><p>iguais perante a lei (art. 5º, caput), sendo que</p><p>eventuais tratamentos diferenciados só podem</p><p>ocorrer quando houver previsão legal.</p><p>A Constituição Federal apresenta diversas</p><p>referências a esta aplicação do princípio da</p><p>impessoalidade como o art. 37, II, que exige a</p><p>aprovação prévia em concurso público para a</p><p>investidura em cargo ou emprego público,</p><p>permitindo que todos possam disputar-lhes com</p><p>igualdade; o art. 37, XXI, que exige processo de</p><p>licitação pública para a contratação de obras,</p><p>serviços, compras e alienações, assegurando</p><p>igualdade de condições a todos os concorrentes; o</p><p>art. 175, que também exige licitação pública para</p><p>as permissões e concessões de serviço público; eo</p><p>art. 100 que trata do regime de precatórios judiciais</p><p>para o pagamento dos débitos das fazendas</p><p>públicas.</p><p>PRINCÍPIO DA MORALIDADE</p><p>O princípio da moralidade, que também está</p><p>previsto de forma expressa no caput do art. 37 da</p><p>Constituição Federal, impõe que o administrador</p><p>público não dispense os preceitos éticos que</p><p>devem estar presentes em sua conduta. Dessa</p><p>forma, além da legalidade, os atos administrativos</p><p>devem subordinar-se à moralidade administrativa.</p><p>Devemos considerar, portanto, que um ato até</p><p>pode ser legal, mas se for imoral, é possível a sua</p><p>anulação. Com isso, a moralidade administrativa</p><p>ganha um sentido jurídico, permitindo até mesmo</p><p>o controle judicial do ato. Com isso, caso a</p><p>autoridade administrativa atue de forma imoral, o</p><p>ato poderá ser anulado pelo Poder Judiciário.</p><p>Não significa, pois, que os princípios da legalidade</p><p>e da moralidade são indissociáveis. Na verdade,</p><p>eles estão muito relacionados, sendo que, na maior</p><p>parte das vezes, as pessoas acabam infringindo os</p><p>dois simultaneamente. Diga-se, muitos atos</p><p>imorais são também ilegais e muitos atos ilegais</p><p>também são imorais.</p><p>Assim, podemos observar uma atuação</p><p>administrativa legal, porém imoral. Por exemplo,</p><p>pode não existir nenhuma lei proibindo um agente</p><p>público de nomear o seu cônjuge para exercer um</p><p>cargo em comissão no órgão em que trabalha, ou</p><p>seja, o ato foi legal. Contudo, tal ato mostra-se</p><p>imoral, pois a conduta ofende os bons princípios e</p><p>a honestidade.</p><p>Com base nos princípios previstos no caput do art.</p><p>37, o Supremo Tribunal Federal firmou</p><p>entendimento sobre a vedação do nepotismo na</p><p>Administração Pública, sendo que o fundamento</p><p>decorre diretamente da Constituição, não havendo</p><p>necessidade de lei específica para disciplinar a</p><p>vedação. Vejamos:</p><p>Súmula Vinculante nº 13 - A nomeação de</p><p>cônjuge, companheiro ou parente em linha reta,</p><p>colateral ou por afinidade, até o terceiro grau,</p><p>inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor</p><p>da mesma pessoa jurídica investido em cargo de</p><p>direção, chefia ou assessoramento, para o</p><p>exercício de cargo em comissão ou de confiança</p><p>ou, ainda, de função gratificada na administração</p><p>pública direta e indireta em qualquer dos Poderes</p><p>da União, dos estados, do Distrito Federal e dos</p><p>municípios, compreendido o ajuste mediante</p><p>designações recíprocas, viola a Constituição</p><p>Federal.</p><p>PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE</p><p>O princípio da publicidade, previsto</p><p>taxativamente no artigo 37 da Constituição</p><p>Federal, apresenta duplo sentido:</p><p>A exigência de publicação em órgãos oficiais</p><p>como requisito de eficácia: os atos</p><p>administrativos gerais que produzirão efeitos</p><p>externos ou os atos que impliquem ônus para o</p><p>patrimônio público devem ser publicados em</p><p>órgãos oficiais, a exemplo do Diário Oficial da</p><p>União ou dos estados, para terem eficácia</p><p>(produção de efeitos jurídicos).</p><p>A exigência de transparência da atuação</p><p>administrativa: o princípio da transparência deriva</p><p>do princípio da indisponibilidade do interesse</p><p>público, constituindo um requisito indispensável</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 170</p><p>170 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>para o efetivo controle da Administração Pública</p><p>por parte dos administrados.</p><p>PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA</p><p>Este é o “mais jovem” princípio constitucional, inserido</p><p>pela EC19/1998 no artigo 37 pela Emenda</p><p>Constitucional 19/1998 como decorrência da reforma</p><p>gerencial, iniciada em 1995 com o Plano Diretor da</p><p>Reforma do Aparelho do Estado (PDRAE). Assim, a</p><p>eficiência diz respeito a uma atuação da administração</p><p>pública com excelência, fornecendo serviços públicos</p><p>de qualidade à população, com o menor custo possível</p><p>(desde que mantidos os padrões de qualidade) e no</p><p>menor tempo.</p><p>O princípio da eficiência segundo a doutrino possui dois</p><p>aspectos:</p><p>Em relação ao modo de atuação do agente público:</p><p>espera-se a melhor atuação possível, a fim de obter os</p><p>melhores resultados.</p><p>Como consequência desse primeiro sentido, foram</p><p>introduzidas pela EC 19/1998 a exigência de avaliação</p><p>especial de desempenho para aquisição de</p><p>estabilidade e a possibilidade de perda de cargo público</p><p>(flexibilização da estabilidade) em decorrência da</p><p>avaliação periódica de desempenho.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 171</p><p>171 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Na história brasileira, a administração pública</p><p>nasce com a Independência do país (1822).</p><p>Nesse período o padrão administrativo se</p><p>resumia basicamente em dois formatos</p><p>combinados: centralizado – por parte da</p><p>metrópole portuguesa, que regulamentava as</p><p>atividades gerenciais nos grandes centros</p><p>produtivos; e descentralizado na estrutura</p><p>local de governo – marcada pelo</p><p>patrimonialismo.</p><p>Desde este período o Brasil passou por</p><p>diversos processos de modernização que</p><p>tiveram como marca essencial a</p><p>burocratização das instituições</p><p>administrativas. Para facilitar a compreensão</p><p>das reformas que ocorreram de lá pra cá é</p><p>importante conhecer um pouco melhor</p><p>os modelos da administração pública:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 172</p><p>172 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Patrimonialista</p><p>O patrimonialismo se trata de uma forma de</p><p>dominação tradicional. A dominação</p><p>tradicional, por sua vez, é definida</p><p>pela crença na tradição, ou seja, as leis são</p><p>o conjunto de costumes de determinada</p><p>sociedade e quem as determina são os</p><p>membros de uma linhagem que dispõe do</p><p>poder.</p><p>O patrimonialismo se traduz nas relações</p><p>pessoais que definem quem será responsável</p><p>pelas atividades/cargos administrativos. Ou</p><p>seja, há uma profunda confusão entre o que é</p><p>público e o que é privado.</p><p>Para exemplificar, no Estado monárquico – em</p><p>que o poder é centralizado na figura do rei –</p><p>são os auxiliares do rei (nobres) que possuem</p><p>o controle dos meios administrativos.</p><p>O século XV inaugurou o desenvolvimento do</p><p>capitalismo ao redor do mundo. Junto desse</p><p>processo nasceu o Estado moderno (que se</p><p>aproxima da concepção de Estado que temos</p><p>hoje em dia). Ainda que esta nova estrutura</p><p>estatal seja marcada pela separação entre o</p><p>público e o privado, as práticas</p><p>patrimonialistas não se esgotaram.</p><p>Nossa sociedade não é mais governada por</p><p>reis e sua nobreza, mas há muitos políticos e</p><p>funcionários públicos que se beneficiam</p><p>pessoalmente de seus cargos, como o que</p><p>chamamos de práticas de nepotismo.</p><p>O patrimonialismo contribui para a ineficiência,</p><p>má gestão, corrupção e clientelismo à medida</p><p>que as relações públicas administrativas são</p><p>marcadas por privilégios pessoais e interesses</p><p>privados. Nesse sentido, há uma manipulação</p><p>que transforma o público em privado,</p><p>prejudicando os princípios da administração</p><p>pública.</p><p>Burocrático</p><p>O modelo burocrático se trata da crença na</p><p>razão (dominação racional-legal): as leis são</p><p>elaboradas a partir de normas mais coerentes</p><p>com a realidade social. Além disso, os</p><p>responsáveis pela elaboração das leis passam</p><p>por critérios de escolha mais fundamentados</p><p>como, por exemplo, eleições.</p><p>Portanto a figura do burocrata passa a ser</p><p>mais profissional e há uma divisão clara entre</p><p>o que é individual e privado e o que é público</p><p>e de interesse coletivo. A preocupação central</p><p>do modelo burocrático está no controle dos</p><p>processos da administração pública.</p><p>Os princípios do modelo burocrático:</p><p>Há três “princípios” que orientam o modelo</p><p>burocrático:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 173</p><p>173 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A padronização e a racionalidade do</p><p>funcionamento da máquina pública permitem</p><p>algumas vantagens como a redução de custos,</p><p>a eficiência, precisão e rapidez na execução</p><p>dos procedimentos. Por outro lado, o modelo</p><p>burocrático levado ao extremo pode gerar</p><p>alguns transtornos como a perda do</p><p>sentido/significado do trabalho, redução da</p><p>flexibilidade pessoal e organizacional e</p><p>resistência à mudança.</p><p>No Brasil, o governo de Getúlio Vargas, a</p><p>partir da década de 1930, tornou-se referência</p><p>na aplicação do modelo burocrático dentro da</p><p>administração pública.</p><p>Gerencial</p><p>O modelo gerencial da administração pública</p><p>vem sendo discutido nas últimas décadas, a</p><p>fim de superar o “engessamento” provocado</p><p>pela burocratização. Trata-se de um modelo</p><p>normativo (baseado em leis), que concentra</p><p>esforços no controle dos resultados da</p><p>máquina pública.</p><p>O modo de atuação do modelo gerencial parte</p><p>da definição clara de quais são os objetivos da</p><p>administração pública, além de prezar pela</p><p>autonomia dos gestores e funcionários</p><p>públicos. Outro ponto importante é</p><p>a flexibilização e descentralização da</p><p>gestão, reduzindo os níveis hierárquicos que</p><p>marcam o modelo burocrático.</p><p>A proposta é que o modelo gerencial incentive</p><p>e internalize na rotina da administração</p><p>pública procedimentos que levem em</p><p>consideração a atuação coletiva (diferentes</p><p>agentes sociais) na elaboração de políticas</p><p>públicas e a participação social nos processos</p><p>de tomada de decisão. Além disso, é desejável</p><p>a competição dentro das organizações</p><p>públicas e entre organizações públicas e</p><p>privadas a fim de garantir a prestação de</p><p>serviços com maior qualidade.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.clp.org.br/a-importancia-da-participacao-social-para-a-boa-gestao-publica-mlg2/?utm_source=referral&utm_medium=organic&utm_campaign=blog-mlg</p><p>Página 174</p><p>174 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Manter as rotinas do setor de compras bem</p><p>definidas é essencial para o sucesso de</p><p>qualquer empresa, já que elas impactam</p><p>diretamente na lucratividade de um negócio.</p><p>Afinal, é uma gestão de compras eficiente que</p><p>permite controlar melhor o estoque, aproveitar</p><p>as oportunidades de mercado e economizar</p><p>sintática com relação a outras orações,</p><p>uma vez que se relacionam entre si.</p><p>Exemplos:</p><p>• Não entendi/ o que você quis dizer com isso.</p><p>• Vou sair/ para esquecer o acontecimento.</p><p>Classificação das Orações Subordinadas</p><p>Orações Subordinadas Substantivas</p><p>Exercem função de substantivo.</p><p>Exemplo:</p><p>• É urgente/ que você ligue para a escola.</p><p>• Lembre-se/ de fazer as compras.</p><p>Orações Subordinadas Adjetivas</p><p>Exercem função de adjetivo.</p><p>Exemplo:</p><p>Não gosto de pessoas/ que estão sempre a reclamar.</p><p>As matérias/ que são mais difíceis/ exigem mais de nós</p><p>Orações Subordinadas Adverbiais</p><p>Exercem função de advérbio.</p><p>Exemplo:</p><p>"Enquanto um burro fala,/ o outro abaixa a orelha."</p><p>O pudim da avó é tão saboroso/ quanto o da mãe.</p><p>Período Composto por Coordenação e por</p><p>Subordinação</p><p>O período composto por coordenação e por</p><p>subordinação é formado por uma oração</p><p>principal, por uma ou mais orações</p><p>subordinadas e por uma ou mais orações</p><p>coordenadas.</p><p>Somente existe oração principal em relação à</p><p>oração subordinada, nunca em relação à oração</p><p>coordenada.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 23</p><p>23 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Exemplos:</p><p>• Espero/ que você não se atrase/ e me ajude</p><p>com o jantar.</p><p>• Vamos esconder-nos/ quando ele chegar/ e</p><p>cantar.</p><p>Na primeira oração, temos:</p><p>• Oração principal: Espero</p><p>• Oração subordinada: que você não se atrase</p><p>• Oração coordenada: e me ajude com o jantar.</p><p>Enquanto na segunda oração, temos:</p><p>• Oração principal: Vamos esconder-nos</p><p>• Oração subordinada: quando ele chegar</p><p>• Oração coordenada: e cantar.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 24</p><p>24 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 25</p><p>25 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 26</p><p>26 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>ANOTAÇÕES</p><p>_____________________________________</p><p>_____________________________________</p><p>_____________________________________</p><p>_____________________________________</p><p>_____________________________________</p><p>_____________________________________</p><p>_____________________________________</p><p>_____________________________________</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 27</p><p>27 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 28</p><p>28 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 29</p><p>29 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>a + a</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 30</p><p>30 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>VERBO MANGAR</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 31</p><p>31 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 32</p><p>32 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 33</p><p>33 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 34</p><p>34 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 35</p><p>35 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>FIGURAS DE LINGUAGEM</p><p>FIGURAS DE LINGUAGEM são palavras ou</p><p>expressões que destoam da linguagem denotativa. Elas</p><p>podem ser classificadas como: FIGURAS DE</p><p>PALAVRAS (ou SEMÂNTICAS), de</p><p>PENSAMENTO, de sintaxe ou de som. As figuras de</p><p>linguagem são usos de palavras ou expressões com</p><p>sentido conotativo.</p><p>1 - Figuras de palavras ou semânticas: são figuras de</p><p>linguagem que exploram o sentido conotativo de</p><p>palavras ou expressões. São formadas por meio de</p><p>proximidade, associação, comparação ou similaridade</p><p>entre os termos. Assim, as principais figuras semânticas</p><p>da língua portuguesa são:</p><p>1.1 – Metáfora: baseia-se em uma comparação</p><p>implícita, sem o elemento comparativo (“como” ou “tal</p><p>qual”, por exemplo), em que uma característica de</p><p>determinada coisa é atribuída ao elemento metaforizado</p><p>(sentido figurado).</p><p>Ex.: Ela é uma cobra.</p><p>Maria Rita é uma flor.</p><p>1.2 – Comparação (ou Símile): a símile, ao contrário</p><p>metáfora, faz uma\ comparação explícita, porque aponta</p><p>que existe uma semelhança específica e objetiva entre os</p><p>dois elementos comparados (usa conectivos</p><p>comparativos).</p><p>Ex.: Ela é perigosa como uma cobra.</p><p>Maria Rita é cheirosa como uma flor.</p><p>1.3 – Metonímia: figura de linguagem que tem a ver</p><p>com semelhanças. Ela ocorre quando um único nome é</p><p>citado para representar um todo referente a ele. Ou seja,</p><p>o todo é substituído por uma parte, o autor substitui a</p><p>obra, a marca substitui o produto.</p><p>Ex.: Não tenho teto ainda. (uma casa)</p><p>Amo ler Paulo Coelho. (a obra dele)</p><p>1.4 - Catacrese: uma palavra, acessível, é usada para</p><p>denominar outra, de denominação científica.</p><p>Ex.: Ela embarcou ontem.</p><p>O dente de alho está podre.</p><p>1.5 – Sinestesia: mistura as sensações (paladar, tato,</p><p>audição...) na comunicação.</p><p>Ex.: Você viu os gritos dele? (visão/audição)</p><p>Ela tem uma voz tão doce. (audição/paladar)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 36</p><p>36 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>1.6 – Perífrase: quando um nome ou termo é substituído</p><p>por alguma característica marcante sua ou por algum</p><p>fato que o tenha tornado célebre.</p><p>Ex.: Fui à cidade maravilhosa. (Rio de Janeiro)</p><p>Conheci a Xuxa. (Maria das Graças)</p><p>1.7 – Antonomásia: quando uma expressão é</p><p>característica inerente de um célebre.</p><p>Ex.: Conheci a Rainha dos Baixinhos.</p><p>O Rei do Futebol morreu.</p><p>1.8 – Eufemismo: ameniza situações dolorosas,</p><p>constrangedoras, por meio de palavras sutis. É utilizado</p><p>quando se deseja dar um tom mais leve para uma</p><p>expressão.</p><p>Ex.: Ela fez a passagem há dois anos.</p><p>Rita bateu as botas tão rápido.</p><p>1.9 – Hipérbole: é o exagero na expressão.</p><p>Ex.: “Por você eu largo tudo / Vou mendigar, roubar,</p><p>matar / Até nas coisas mais banais / Pra mim é tudo ou</p><p>nunca mais” (Exagerado — Cazuza)</p><p>Estou morrendo de sono.</p><p>1.10 - Pleonasmo: ocorre quando se repete uma palavra</p><p>ou expressão na mesma frase com o mesmo significado.</p><p>Do ponto de vista da gramática, ele é considerado um</p><p>vício de linguagem (deixando a frase redundante).</p><p>Entretanto, na literatura, costuma ser usado para dar</p><p>ênfase.</p><p>Ex.: Assim que amanhecer o dia irei trabalhar.</p><p>Entra aqui dentro só um pouquinho, amigo!</p><p>1.11 – Anáfora: recurso utilizado para dar mais ênfase</p><p>à mensagem, por meio da repetição de palavras. Ela</p><p>acontece de forma sucessiva no começo das frases,</p><p>versos ou períodos.</p><p>Ex.: “É preciso amor pra poder pulsar</p><p>É preciso paz pra poder sorrir</p><p>É preciso a chuva para florir”</p><p>(Tocando em Frente — Almir Sater)</p><p>1.12 - Ambiguidade ou Anfibologia: figura de</p><p>linguagem muito utilizada no meio artístico, de forma</p><p>poética e literária. Porém, em textos técnicos</p><p>recursos financeiros.</p><p>Mas, apesar de serem extremamente</p><p>importantes, alguns empresários deixam as</p><p>tarefas deste departamento de lado, o que é</p><p>uma grande falha estratégica.</p><p>Se você não quer cometer este erro e ainda</p><p>deseja transformar as necessidades em</p><p>oportunidades de economia, precisa conferir o</p><p>artigo que nós, da Naked Nuts, criamos para</p><p>você. Vamos nessa?</p><p>Rotinas do setor de compras: afinal, o que é</p><p>setor de compras?</p><p>O setor de compras é a área responsável por</p><p>adquirir os insumos, bens e produtos</p><p>essenciais para o funcionamento da empresa.</p><p>Porém, este processo não é tão simples</p><p>quanto parece, já que estamos falando do</p><p>ponto de partida para que os fluxos da</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 175</p><p>175 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>empresa funcionem até a chegada do produto</p><p>ao consumidor final.</p><p>Portanto, é crucial que as compras junto</p><p>aos fornecedores sejam feitas de forma</p><p>estratégica visando a quantidade ideal, o</p><p>momento certo e o menor preço.</p><p>Quais são as funções do setor de compras?</p><p>Quando falamos sobre rotinas do setor de</p><p>compras, você pode imaginar que basta que os</p><p>profissionais comprem produtos e matérias-</p><p>primas quando acabar o estoque, não é?</p><p>Contudo, as funções e os objetivos do setor de</p><p>compras vão muito além disso.</p><p>Confira agora as atribuições deste</p><p>departamento:</p><p>adquirir mercadorias de acordo com a</p><p>quantidade e o critério de qualidade</p><p>demandado pela empresa pelo menor custo</p><p>possível;</p><p>solicitar cotações e negociar com</p><p>fornecedores;</p><p>estabelecer e manter um bom relacionamento</p><p>com os fornecedores parceiros;</p><p>fazer a gestão de fornecedores por meio de</p><p>cadastros, homologação e avaliação;</p><p>buscar constantemente melhores serviços e</p><p>produtos;</p><p>emitir pedidos de compras;</p><p>analisar resultados de compras e identificar</p><p>oportunidades de redução de custos.</p><p>Como funciona o setor de compras?</p><p>O setor funciona por meio de um processo de</p><p>compras, que deve ser seguido antes e depois</p><p>da aquisição de qualquer produto.</p><p>Basicamente, as rotinas do setor de compras</p><p>acontecem desta seguinte forma:</p><p>Primeiro, os demais departamentos da</p><p>empresa solicitam ao setor de compras a</p><p>aquisição de um determinado item, seja para a</p><p>fabricação de produtos ou para o uso dentro</p><p>da organização.</p><p>Em seguida, o setor de compras avalia as reais</p><p>necessidades de tais itens para garantir que o</p><p>gasto seja feito de forma consciente e sem</p><p>prejudicar o orçamento da empresa.</p><p>Depois, é preciso buscar fornecedores, coletar</p><p>preços e comparar. O objetivo é garantir as</p><p>melhores condições de compra, sem abrir mão</p><p>da qualidade.</p><p>Por fim, ao receber as mercadorias, é</p><p>necessário conferir o material e armazená-lo</p><p>corretamente.</p><p>Quais são as rotinas do setor de compras?</p><p>Agora que você já tem uma noção maior de</p><p>como funciona este departamento, nós vamos</p><p>explicar cada uma das etapas que fazem parte</p><p>das rotinas do setor de compras:</p><p>Análises de dados e verificações</p><p>Cabe ao setor de compras manter os dados da</p><p>empresa, dos seus produtos e serviços e dos</p><p>fornecedores atualizados. Também é</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://blog.nakednuts.com.br/fornecedores-produtos-naturais/</p><p>https://blog.nakednuts.com.br/processo-compras-passo-a-passo/</p><p>https://blog.nakednuts.com.br/processo-compras-passo-a-passo/</p><p>Página 176</p><p>176 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>importante acompanhar as quantidades de</p><p>produtos disponíveis em estoque.</p><p>Recebimento e análise dos pedidos de</p><p>compras</p><p>Os demais departamentos da empresa fazem</p><p>as requisições de compras e é preciso analisar</p><p>as necessidades de fazer tais aquisições.</p><p>Para isso, o profissional deve analisar o</p><p>estoque para comprovar se a solicitação irá</p><p>atender as necessidades dos colaboradores e</p><p>da empresa.</p><p>Solicitação de aprovação</p><p>As solicitações são encaminhadas aos líderes</p><p>para que aprovem o orçamento para efetuar</p><p>determinada compra.</p><p>Cotações com fornecedores</p><p>A partir daí começa a busca pelos melhores</p><p>fornecedores, que oferecem produtos de</p><p>qualidade e por boas condições de compra.</p><p>Nesta etapa, é preciso realizar cotações com</p><p>diferentes empresas para encontrar aquela</p><p>que melhor atenda as necessidades da</p><p>empresa.</p><p>Escolha dos fornecedores</p><p>Após a cotação, é preciso escolher o melhor</p><p>fornecedor de acordo com o preço, qualidade</p><p>do produto, prazo de entrega e frete.</p><p>É preciso optar pela empresa que oferece</p><p>preços baixos, mas que ao mesmo tempo</p><p>fornece produtos com a qualidade necessária</p><p>para atender o seu público-alvo.</p><p>Negociação</p><p>Mesmo após ter escolhido entre diferentes</p><p>propostas, é preciso negociar para garantir as</p><p>melhores condições. Para isso, vale aplicar</p><p>algumas técnicas de compras na hora de</p><p>negociar com os fornecedores.</p><p>Emissão de pedido de compra e pagamento</p><p>Com o fim das negociações, é hora de enviar o</p><p>pedido de compra ao fornecedor escolhido,</p><p>com detalhes sobre os produtos e quantidades</p><p>que serão adquiridos. Em seguida, solicitar a</p><p>emissão de fatura para pagá-la.</p><p>Recebimento e atualização de estoque</p><p>Assim que os produtos chegarem na empresa,</p><p>é preciso conferir a mercadoria adquirida para</p><p>certificar que o pedido foi entregue</p><p>corretamente e se não há avarias.</p><p>Caso tudo esteja de acordo com os protocolos</p><p>da empresa, é só direcionar os itens para seus</p><p>respectivos setores para que sejam guardados</p><p>corretamente e atualizar o estoque.</p><p>Acompanhamento de pós-compra</p><p>E não acaba por aí! Com o recebimento dos</p><p>pedidos, chega o momento de salvar o</p><p>histórico da compra.</p><p>Anote as perspectivas em relação ao negócio</p><p>efetuado, por exemplo, se a entrega foi feita</p><p>dentro do prazo ou se a qualidade estava de</p><p>acordo com o esperado. Essa etapa ajudará</p><p>nas futuras negociações!</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://blog.nakednuts.com.br/quais-tipos-sistema-controle-estoque/</p><p>https://blog.nakednuts.com.br/como-encontrar-fornecedores/</p><p>https://blog.nakednuts.com.br/como-encontrar-fornecedores/</p><p>https://blog.nakednuts.com.br/tecnicas-compras/</p><p>Página 177</p><p>177 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>ROTINAS ADMINISTRATIVAS</p><p>As rotinas administrativas são os processos</p><p>que fazem com que o dia a dia burocrático das</p><p>empresas corram de forma fluida. Aqui o</p><p>termo burocrático não tem o sentido pejorativo</p><p>que costumeiramente é atribuído a ele.</p><p>Os processos, com seus respectivos passos e</p><p>maneiras específicas de executá-los, são</p><p>fundamentais para que a estrutura</p><p>administrativa de um departamento corra</p><p>bem.</p><p>De forma mais prática, estamos falando de</p><p>pagamentos, preparação e envio de</p><p>documentações, atendimento, registro de</p><p>pontos etc.</p><p>Quais são as rotinas de uma empresa?</p><p>Toda empresa tem, pelo menos, os seguintes</p><p>departamentos: recursos humanos, marketing</p><p>e vendas, produção e financeiro. Portanto, é</p><p>comum que as rotinas administrativas sejam</p><p>compostas por:</p><p>• elaboração de relatórios semanais;</p><p>• agendamento de reuniões com</p><p>acionistas;</p><p>• emissão de notas fiscais;</p><p>• lançamento de despesas no sistema;</p><p>• agendamento de pagamentos;</p><p>• controle de ponto dos funcionários.</p><p>Conforme a gente se aprofunda na</p><p>compreensão de uma empresa e conhece seu</p><p>mercado, tipo de negócio e nicho, percebe que</p><p>algumas rotinas administrativas são</p><p>particulares e não existem em outros ramos.</p><p>O departamento de logística, por exemplo, não</p><p>existe na maior parte dos escritórios de</p><p>advocacia.</p><p>Então toda empresa desenvolve sua rotina</p><p>conforme as necessidades percebidas. Mas é</p><p>comum que todas elas possuam os itens</p><p>mencionados acima em seu cotidiano.</p><p>Qual é a importância de ter uma rotina</p><p>administrativa bem estruturada?</p><p>A verdade é que sem organização é quase</p><p>impossível qualquer atividade dar certo ou ir</p><p>para frente e, quando vai, ocorre alguma</p><p>intercorrência</p><p>no meio do caminho. Assim, fica</p><p>cada vez mais difícil para os negócios</p><p>atingirem seus objetivos.</p><p>Prova disso são os dados coletados pelo</p><p>SEBRAE, em que 55% das empresas</p><p>fracassaram porque os empresários não</p><p>elaboraram um bom plano de negócios.</p><p>E, claramente, como profissional você não vai</p><p>querer trabalhar em um ambiente que não</p><p>prospera, não é mesmo?</p><p>Assim, os resultados de um negócio</p><p>dependem de rotinas administrativas bem</p><p>estruturadas, garantindo que todos os setores</p><p>estejam na mesma página e as tarefas diárias</p><p>corram como o esperado.</p><p>Quais são os pilares das rotinas</p><p>administrativas?</p><p>Para que as rotinas administrativas ocorram</p><p>de forma eficiente, é necessário contar com o</p><p>apoio de algumas áreas. São elas: gestão</p><p>financeira, gestão de pessoas, marketing e</p><p>atendimento ao cliente.</p><p>O primeiro pilar é a gestão financeira,</p><p>responsável pelos recursos financeiros da</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://descomplica.com.br/tudo-sobre-carreiras/como-organizar-uma-empresa/</p><p>https://www.sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/UFs/SP/Anexos/causa_mortis_2014.pdf</p><p>https://www.sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/UFs/SP/Anexos/causa_mortis_2014.pdf</p><p>https://descomplica.com.br/tudo-sobre-carreiras/o-que-e-gestao-financeira/</p><p>https://descomplica.com.br/tudo-sobre-carreiras/o-que-e-gestao-financeira/</p><p>Página 178</p><p>178 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>empresa. Nela são estabelecidos</p><p>os pagamentos e fluxo de caixa.</p><p>Em seguida temos a gestão de pessoas,</p><p>responsável por recrutar e reter os talentos</p><p>dos negócios. Nesse setor em especial</p><p>existem diversas atividades administrativas,</p><p>como ordem de pagamentos, análise de</p><p>desempenho, contratação e demissão etc.</p><p>No marketing, a estratégia é atrair pessoas</p><p>para consumir os recursos da empresa. Aqui</p><p>as rotinas englobam a comunicação,</p><p>campanhas, pesquisa de público alvo, entre</p><p>outras diversas atividades.</p><p>Por fim, é no atendimento ao cliente que a</p><p>empresa pode manter um diálogo com os</p><p>clientes, compreendendo suas maiores</p><p>dúvidas, efetuando vendas, solucionando</p><p>reclamações, dando sugestões — o que não</p><p>faltam nesta etapa são rotinas</p><p>administrativas.</p><p>Como elaborar as rotinas administrativas?</p><p>Não tem segredo, é só observar o que o</p><p>mercado requer pra uma empresa ter sucesso</p><p>na área e observar a organização com olhar</p><p>intraempreendedor.</p><p>Ou seja, é essencial que tanto os</p><p>administradores como os auxiliares</p><p>administrativos saibam a importância que têm</p><p>e a diferença que fazem.</p><p>E pra se sentir uma pessoa administradora</p><p>competente e confiante, a bagagem</p><p>acadêmica faz toda a diferença.</p><p>O que é ética?</p><p>Antes de entender sobre ética profissional,</p><p>vamos compreender o conceito de ética. A</p><p>palavra ética deriva do grego (éthos), que</p><p>significa “propriedade do caráter”. Trazendo</p><p>para o contexto atual, ética pode ser definida</p><p>como um conjunto de princípios e valores que</p><p>norteiam o comportamento em sociedade de</p><p>um indivíduo.</p><p>A ética está ligada ao caráter, tratando de uma</p><p>conduta interior que reflete no exterior do</p><p>indivíduo. A pessoa ética age dentro dos</p><p>padrões corretos e cumpre o que é exigido em</p><p>sociedade sem prejudicar o próximo.</p><p>O que é ética profissional?</p><p>Quando falamos em ética profissional,</p><p>estamos falando sobre um conjunto de</p><p>normas, condutas e valores que orientam o</p><p>comportamento e as atividades de um</p><p>profissional. A conduta ética traz benefícios</p><p>individuais ao colaborador, que conquista</p><p>mais reconhecimento, confiança e</p><p>credibilidade perante seus líderes e colegas de</p><p>trabalho. Ao mesmo tempo, também contribui</p><p>para a empresa, auxiliando na realização de</p><p>atividades e processos internos e melhorando</p><p>a produtividade, o cumprimento de metas e o</p><p>clima organizacional.</p><p>O indivíduo que tem ética profissional</p><p>desempenha as atividades de sua profissão e</p><p>cumpre com suas exigências, seguindo</p><p>princípios pré-determinados pela sociedade e</p><p>pelo grupo de profissionais que representa sua</p><p>profissão.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://descomplica.com.br/tudo-sobre-carreiras/o-que-faz-auxiliar-administrativo/?utm_source=blogCarreiras&utm_medium=linkPost&utm_campaign=blogPostCarreiras</p><p>https://descomplica.com.br/tudo-sobre-carreiras/o-que-faz-auxiliar-administrativo/?utm_source=blogCarreiras&utm_medium=linkPost&utm_campaign=blogPostCarreiras</p><p>https://penser.com.br/lideranca-tudo-que-voce-sempre-quis-saber/</p><p>Página 179</p><p>179 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Código de ética profissional</p><p>De maneira geral, a ética nem sempre trata de</p><p>um conjunto de leis e normas formais,</p><p>obrigatórias. Contudo, quando se trata da ética</p><p>profissional, normalmente, ela é regida por</p><p>códigos de conduta e estatutos que são</p><p>criados por conselhos de representação de</p><p>classe. Estes são comumente responsáveis</p><p>por fiscalizar a aplicação dos códigos de</p><p>ética.</p><p>O código de ética padroniza o exercício da</p><p>profissão e as condutas que devem ser</p><p>seguidas. Seu objetivo é garantir tanto a</p><p>segurança dos profissionais, como da</p><p>população que entra em contato com eles. Os</p><p>profissionais que não respeitam os princípios</p><p>estabelecidos podem ser punidos.</p><p>Embora existam elementos éticos universais,</p><p>como a responsabilidade, competência e</p><p>honestidade, é importante lembrar que cada</p><p>profissão tem um código de ética próprio, que</p><p>varia conforme a área de atuação.</p><p>Para que os profissionais ajam conforme os</p><p>valores e princípios éticos da empresa em que</p><p>trabalham, também é interessante que ela</p><p>tenha seu próprio código de ética, também</p><p>conhecido como código de conduta ética</p><p>organizacional. Ele garante o bom</p><p>funcionamento dos processos de trabalho</p><p>dentro da empresa e auxilia no alcance de</p><p>seus objetivos estratégicos, servindo para que</p><p>o comportamento dos colaboradores esteja de</p><p>acordo com a postura da organização, além de</p><p>facilitar a adaptação de novas contratações e</p><p>servir como um manual de boa convivência.</p><p>Qual a importância da ética</p><p>profissional?</p><p>Como mencionamos algumas vezes, a ética</p><p>profissional permite que a empresa e o</p><p>colaborador se desenvolvam. Mas, podemos</p><p>dizer que a primeira vantagem de ser ético está</p><p>em ter uma consciência tranquila. Saber que</p><p>você age corretamente e não está</p><p>prejudicando outras pessoas, no mínimo,</p><p>garante um bem-estar mental e também</p><p>social, algo que nada pode ocupar o lugar.</p><p>O profissional ético é mais valorizado pelas</p><p>empresas e têm mais oportunidades de</p><p>carreira. Além da competência técnica, valores</p><p>profissionais como a honestidade, a</p><p>humildade, a prudência e o respeito ao</p><p>próximo são requisitos de quem consegue se</p><p>destacar no trabalho e ganhar a confiança e a</p><p>admiração de seus colegas e chefes.</p><p>No caso das empresas, quando há</p><p>colaboradores éticos é possível garantir um</p><p>ambiente mais harmonioso, com profissionais</p><p>engajados, comprometidos e satisfeitos.</p><p>Além disso, as empresas também devem agir</p><p>com ética, pois sua ausência afeta</p><p>negativamente sua imagem, podendo, até</p><p>mesmo, gerar riscos à sua reputação.</p><p>Como ser mais ético no</p><p>trabalho: 10 dicas de ética</p><p>profissional</p><p>Muitos colaboradores desejam adotar uma</p><p>postura mais ética, principalmente quando</p><p>entendem a importância da ética profissional.</p><p>Não à toa, os trabalhadores que conseguem</p><p>estabelecer boas relações com seus líderes e</p><p>colegas de trabalho, têm uma postura</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 180</p><p>180 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>adequada e entregam resultados mais</p><p>eficientes obtêm mais sucesso em suas</p><p>carreiras. Contudo, não são todos os</p><p>profissionais que sabem como desenvolver</p><p>sua ética profissional. Sabendo disso,</p><p>separamos dez dicas abaixo para ajudar os</p><p>profissionais que desejam embarcar nessa</p><p>jornada. Confira!</p><p>1. Seja honesto</p><p>É importante sempre falar a verdade, não dizer</p><p>mentiras nem ficar omitindo questões</p><p>importantes. Além disso, você também deve</p><p>assumir a responsabilidade sobre os erros que</p><p>cometer. Afinal, é melhor aprender com os</p><p>erros do que dar desculpas ou procurar outro</p><p>culpado para suas próprias falhas.</p><p>O profissional ético tem a honestidade entre</p><p>suas principais características, algo que o</p><p>confere mais credibilidade e confiança.</p><p>Portanto, seja sempre sincero, com os outros</p><p>e consigo mesmo, cumprindo as normas da</p><p>empresa e respeitando seus princípios</p><p>pessoais.</p><p>2. Seja humilde</p><p>Outra características que está entre os valores</p><p>profissionais do trabalhador ético é a</p><p>humildade. Independente da posição que</p><p>ocupa na hierarquia, dos conhecimentos e</p><p>habilidades que possui, do tempo de empresa</p><p>ou do nível em que se encontra, nenhuma</p><p>pessoa é melhor do que outra. Além disso, ser</p><p>humilde e flexível é indispensável para</p><p>o trabalho em equipe.</p><p>Portante, seja humilde, respeitoso, cordial e</p><p>evite julgamentos. Dessa maneira, você</p><p>contribui para o bom convívio entre colegas no</p><p>ambiente empresarial.</p><p>3. Tenha comprometimento</p><p>A responsabilidade e o comprometimento são</p><p>requisitos mínimos. Por isso, mal se</p><p>configuram como características a mais. Na</p><p>realidade, é dever do colaborador ser</p><p>responsável e comprometido.</p><p>Assim, quando o colaborador tem ética</p><p>profissional, ele cumpre seus objetivos em dia,</p><p>se empenhando para buscar os melhores</p><p>resultados para a empresa. Como</p><p>consequência, ele contribui para o</p><p>desenvolvimento de sua carreira.</p><p>Leia Mais: Entenda a importância de</p><p>desenvolver a assiduidade.</p><p>4. Saiba fazer e receber</p><p>críticas</p><p>Muitas pessoas não sabem receber críticas,</p><p>muito menos fazê-las. Mas, se você quer</p><p>crescer e se dar bem no trabalho, precisa</p><p>aprender a criticar sem ofender e a interpretar</p><p>as críticas que receber de maneira construtiva.</p><p>Caso precise oferecer um feedback a alguém,</p><p>nunca haja por impulso. Reflita antes se é</p><p>realmente necessário o que vai dizer e</p><p>descubra qual a melhor maneira de fazê-lo.</p><p>Se for receber uma crítica, procure extrair o</p><p>melhor dela. Não leve para o lado pessoal.</p><p>Encare como uma forma de encorajamento</p><p>para evoluir.</p><p>5. Não prometa se você não</p><p>pode cumprir</p><p>Se você não pode entregar um resultado ou</p><p>cumprir com o prazo de determinada</p><p>demanda, não prometa que vai fazer. Muitas</p><p>pessoas não pensam direito antes de fazer</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://penser.com.br/trabalho-em-equipe/</p><p>https://penser.com.br/assiduidade/</p><p>https://penser.com.br/assiduidade/</p><p>https://penser.com.br/importancia-do-feedback/</p><p>Página 181</p><p>181 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>combinados. Algumas vezes, o cálculo é tão</p><p>mal feito que acabam jogando suas próprias</p><p>responsabilidades nas mãos de outra pessoa.</p><p>Seja sincero e honesto com o outro e consigo</p><p>mesmo para combinar entregas e prazos</p><p>justos que não comprometam sua</p><p>credibilidade e ética profissional.</p><p>6. Tenha prudência</p><p>A prudência é outro valor profissional que deve</p><p>ser cultivado. O colaborador prudente sabe</p><p>separar sua vida profissional da pessoal. Além</p><p>disso, ele também sabe diferenciar as relações</p><p>pessoais dos profissionais, não permitindo</p><p>que suas opiniões atrapalhem a convivência</p><p>com colegas de trabalho, que deve ser sempre</p><p>amena e equilibrada.</p><p>Não deixe que inimizades atrapalhem seu</p><p>desempenho ou interfiram negativamente em</p><p>sua relação com os colegas. Priorize a</p><p>realização do seu trabalho. E lembre-se de</p><p>sempre respeitar a hierarquia que existe em</p><p>sua empresa.</p><p>7. Guarde informações</p><p>sigilosas</p><p>Existem empresas que trabalham com</p><p>informações extremamente confidenciais e</p><p>sigilosas. Nesses casos, geralmente, o</p><p>profissional ético concorda em respeitar o</p><p>sigilo quando assina o contrato de trabalho.</p><p>Portanto, ser sigiloso e cauteloso é importante</p><p>não somente para cultivar a ética profissional,</p><p>mas também para manter o emprego.</p><p>8. Respeite a privacidade de</p><p>seus colegas</p><p>A ética profissional também envolve o trato</p><p>com o colega de trabalho. Nunca mexa no que</p><p>não é seu, seja a gaveta, o computador, o</p><p>material de trabalho, os objetos pessoais ou,</p><p>até mesmo, a comida do seu colega de</p><p>trabalho. Da mesma maneira que você deseja</p><p>ter sua privacidade, o outro também precisa</p><p>que a dele seja desrespeitada.</p><p>9. Reconheça o mérito do</p><p>outro</p><p>Reconhecer quando um colega teve bons</p><p>resultados e apresentou um desempenho</p><p>acima do esperado é uma maneira de</p><p>desenvolver a ética profissional. Aprenda a</p><p>reconhecer o trabalho e os méritos dos outros</p><p>sem esperar nada em troca. Elogios sinceros</p><p>podem e devem ser usados, mas cuidado para</p><p>não parecer um bajulador.</p><p>10. Evite fofocas</p><p>A última, mas não menos importante, dica</p><p>parece óbvia, mas nem todas as pessoas a</p><p>seguem: evitar fofocas. Lembrando que você</p><p>deve não somente não fazer fofocas,</p><p>julgamentos e comentários ofensivos, mas</p><p>também precisa ficar bem distante</p><p>deles. Mesmo as “brincadeirinhas” que</p><p>aparentam ser mais inofensivas podem</p><p>magoar e prejudicar pessoas.</p><p>Caso você tenha algum problema com alguém,</p><p>converse com essa pessoa e esclareça a</p><p>situação. E, se errar, reconheça seu erro e peça</p><p>desculpas. Dessa forma, é possível conservar</p><p>o bom clima no ambiente de trabalho.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://penser.com.br/vida-pessoal-e-profissional/</p><p>Página 182</p><p>182 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Diversas profissões exigem o chamado “sigilo</p><p>profissional”, por ser uma garantia da</p><p>segurança das informações trocadas entre o</p><p>cliente/paciente e o prestador do serviço.</p><p>Podemos citar como exemplo o sigilo</p><p>profissional da terapia, em que psicólogos e</p><p>psiquiatras se comprometem com não</p><p>divulgar o que é falado nas sessões.</p><p>O sigilo é uma forma de garantir a segurança</p><p>do próprio cliente ou paciente, que compartilha</p><p>informações privadas para a efetividade do</p><p>serviço, mas que espera em troca o segredo</p><p>dos tópicos discutidos.</p><p>Entre advogado e cliente, o sigilo profissional</p><p>é de extrema importância. Quando quebrado o</p><p>sigilo, o advogado pode ser</p><p>responsabilizado penal (por crime), civil (por</p><p>danos) e eticamente (por infração disciplinar).</p><p>Previsão Legal</p><p>O sigilo profissional do advogado é previsto</p><p>em vários dispositivos legais:</p><p>• Constituição Federal;</p><p>• Código de Processo Penal;</p><p>• Código de Processo Civil;</p><p>• Código Penal;</p><p>• Código Civil;</p><p>• Estatuto da Advocacia e da OAB;</p><p>• Código de Ética e Disciplina da OAB.</p><p>Previsão Ética</p><p>Dentro da Ética Profissional, o sigilo está</p><p>previsto tanto no Código de Ética e Disciplina</p><p>quanto no Estatuto de Advocacia e da OAB. No</p><p>primeiro (Código de Ética e Disciplina), há um</p><p>capítulo inteiro para o tema – o Capítulo</p><p>VII, arts. 35 a 38. No segundo (Estatuto de</p><p>Advocacia e da OAB), há previsão em arts.</p><p>esparsos, dentre os quais pode-se destacar</p><p>o 7° (XIX – que defende o direito de um</p><p>advogado se negar a testemunhar contra</p><p>cliente) e o 34 (VII – que define o</p><p>descumprimento do sigilo como uma infração</p><p>ética).</p><p>Rol de proteção do Sigilo Profissional</p><p>Qual conteúdo é considerado parte do sigilo</p><p>profissional? Quais são as informações que o</p><p>advogado não pode divulgar?</p><p>• Toda comunicação entre advogado e</p><p>cliente;</p><p>• Tudo que o advogado venha a descobrir</p><p>no exercício da profissão;</p><p>• Tudo que o advogado venha a descobrir</p><p>desempenhando funções na OAB.</p><p>Sendo assim, o sigilo profissional do</p><p>advogado não está restrito à sua relação com</p><p>o cliente. Enquanto membro da OAB, o</p><p>profissional também deve guardar segredo</p><p>acerca de reuniões ou deliberações que</p><p>presencie. Quando desempenhar função</p><p>de mediador, conciliador ou árbitro,</p><p>(extrajudicialmente) o advogado também deve</p><p>respeitar o sigilo das informações conhecidas.</p><p>Exceções ao Sigilo</p><p>O sigilo</p><p>profissional, contudo, não é um</p><p>conceito absoluto, que engloba todas as</p><p>informações que o advogado conheça no</p><p>exercício da profissão. As exceções são muito</p><p>cobradas nas provas da OAB. São hipóteses</p><p>de quebra do sigilo:</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 183</p><p>183 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>• Grave ameaça à vida: como, por</p><p>exemplo, o cliente que revela intenção</p><p>de realizar um crime contra a vida;</p><p>• Grave ameaça à honra: como, por</p><p>exemplo, o cliente que revela intenção</p><p>de infringir o direito de imagem de</p><p>outrem;</p><p>• Defesa própria: como a legítima defesa</p><p>do advogado, quando, por exemplo, o</p><p>cliente ameaçar sua vida ou sua</p><p>dignidade.</p><p>O conceito de “grave ameaça” é relativo e traz</p><p>problemas de interpretação, mas deve sempre</p><p>implicar a possível infração de direitos. Ainda</p><p>assim, a quebra do sigilo é uma faculdade,</p><p>cabendo ao advogado decidir se vale a pena</p><p>quebrar o segredo.</p><p>Consequências da Violação do Sigilo</p><p>Nos casos em que o advogado é obrigado a</p><p>manter o sigilo e não o faz, há consequências</p><p>e responsabilizações.</p><p>Responsabilização Ética</p><p>O descumprimento de sigilo é uma infração</p><p>disciplinar da ética profissional, previsto</p><p>no art. 34, VII do Código de Ética. Sendo assim,</p><p>é passível de punição disciplinar.</p><p>Responsabilização Criminal</p><p>O descumprimento de sigilo também é um</p><p>crime, previsto no art. 325 do CP, cabendo a</p><p>punição estatal. No caso, a pena seria</p><p>a detenção de seis meses a dois anos ou a</p><p>multa.</p><p>Relacionamento interpessoal é um conceito</p><p>do âmbito da sociologia e psicologia que</p><p>significa uma relação entre duas ou mais</p><p>pessoas. Este tipo de relacionamento é</p><p>marcado pelo contexto onde ele está inserido,</p><p>podendo ser um contexto familiar, escolar,</p><p>de trabalho ou de comunidade.</p><p>O relacionamento interpessoal implica uma</p><p>relação social, ou seja, um conjunto de normas</p><p>comportamentais que orientam as interações</p><p>entre membros de uma sociedade. O conceito</p><p>de relação social, da área da sociologia, foi</p><p>estudado e desenvolvido por Max Weber.</p><p>O conteúdo de um relacionamento</p><p>interpessoal pode ocorrer em vários níveis e</p><p>envolver diferentes sentimentos como o amor,</p><p>compaixão, amizade e valores</p><p>compartilhados.</p><p>Por outro lado, pode ser marcado por outras</p><p>situações como litígios, disputas, inimizades,</p><p>ou outras formas de conflito interpessoal. Os</p><p>conflitos surgem de divergências e falhas de</p><p>comunicação entre dois ou mais indivíduos.</p><p>Relacionamento interpessoal no trabalho</p><p>No contexto das organizações, o</p><p>relacionamento interpessoal é de extrema</p><p>importância. Um relacionamento interpessoal</p><p>positivo contribui para um bom ambiente na</p><p>empresa, o que pode resultar em um aumento</p><p>da produtividade.</p><p>No contexto de trabalho, o relacionamento</p><p>interpessoal saudável é alcançado quando as</p><p>pessoas conhecem a si mesmas, quando são</p><p>capazes de se colocar no lugar dos outros e</p><p>demonstrar empatia.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 184</p><p>184 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Também é importante que as pessoas</p><p>expressem as suas opiniões de forma clara e</p><p>direta sem ofender o outro (assertividade),</p><p>sejam cordiais e ajam de maneira ética.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 185</p><p>185 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 186</p><p>186 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 187</p><p>187 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 188</p><p>188 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>1.1) Nos nomes de pessoas físicas,</p><p>considera-se o último sobrenome e</p><p>depois, o prenome.</p><p>Vamos exemplificar para ficar mais fácil</p><p>de entender.</p><p>O nome da pessoa é João Pereira da</p><p>Silva será arquivado como:</p><p>Silva, João Pereira da</p><p>O nome Maria Estela Gonzaga será</p><p>arquivada como:</p><p>Gonzaga, Maria Estela</p><p>Ficando assim o arquivamento em</p><p>ordem alfabética:</p><p>Gonzaga, Maria Estela</p><p>Silva, João Pereira da</p><p>Obs.: Se por acaso tiverem sobrenomes</p><p>iguais a ordenação será feita pelo</p><p>prenome.</p><p>Silva, João Pereira da</p><p>Silva, Marcelo Fernando da</p><p>1.2) Preposição e artigos devem ser</p><p>desconsiderados.</p><p>Pedro Sousa de Araújo</p><p>Fica,</p><p>Araújo, Pedro Sousa de</p><p>Saulo Tavares da Silva</p><p>Fica,</p><p>Silva, Saulo Tavares da</p><p>Obs.: Se for sobrenome estrangeiro e</p><p>estiver em maiúscula deve ser</p><p>considerada.</p><p>Leonardo Da Vinci</p><p>Fica,</p><p>Da Vinci, Leonardo</p><p>Alessandro Del Piero</p><p>Fica,</p><p>Del Piero, Alessandro</p><p>1.3) Títulos não acompanha os</p><p>nomes, ficando entre parênteses no</p><p>final.</p><p>Presidente Fernando Collor de Melo</p><p>Fica,</p><p>Melo, Fernando Collor de (Presidente)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 189</p><p>189 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>1.4) Sobrenomes compostos de</p><p>substantivo e adjetivo ou ligados por</p><p>hífen ou iniciados com Santo, São e</p><p>Santa não devem ser separados.</p><p>Camilo Castelo Branco</p><p>Fica,</p><p>Castelo Branco, Camilo</p><p>Pedro Souza-Araújo</p><p>Fica,</p><p>Souza-Araújo, Pedro</p><p>Marcos Vinícius Santa Cruz</p><p>Fica,</p><p>Santa Cruz, Marcos Vinícius</p><p>1.5) Grau de parentesco como Filho,</p><p>Neto, Júnior e etc… não separa.</p><p>Jorge Henrique Borges Filho</p><p>Fica,</p><p>Borges Filho, Jorge Henrique</p><p>1.6) Nomes estrangeiros são</p><p>considerados pelo último sobrenome,</p><p>com exceção dos espanhóis e dos</p><p>orientais.</p><p>Kamala Harris</p><p>Fica,</p><p>Harris, Kamala</p><p>1.7) Nomes de língua espanhola:</p><p>ordenação pelo penúltimo</p><p>sobrenome, mas os dois últimos</p><p>sobrenomes deverão ser</p><p>transportados para o início.</p><p>Roberto Gómez Bolaños</p><p>Fica,</p><p>Gómes Bolaños, Roberto</p><p>1.8) Nomes orientais, chineses,</p><p>japoneses, coreanos ou árabes, por</p><p>exemplo, permanece inalterado.</p><p>Hiramatsu Takashi</p><p>Permanece,</p><p>Hiramatsu Takashi</p><p>1.9) Se o prenome estiver abreviado</p><p>precede os nomes de mesma letra.</p><p>M. Costa e Murilo Costa</p><p>Fica,</p><p>Costa, M.</p><p>Costa, Murilo</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 190</p><p>190 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>1.10) Empresas permanece</p><p>inalterado, mas se tiver artigo vai</p><p>para o final dentro de parênteses.</p><p>Vivo</p><p>Permanece,</p><p>Vivo</p><p>A Tribuna</p><p>Fica,</p><p>Tribuna (A)</p><p>1.11) Nos nomes de eventos, a</p><p>numeração vai por final e entre</p><p>parênteses.</p><p>Segundo Encontro Nacional dos</p><p>Estudantes</p><p>Fica,</p><p>Encontro Nacional dos Estudantes</p><p>(Segundo)</p><p>ATENÇÃO: No método alfabético os</p><p>números são escritos por extenso.</p><p>O Protocolo compreende um conjunto de</p><p>operações que possibilita o controle do fluxo</p><p>documental (local por onde passa os</p><p>documentos no órgão/instituição), viabilizando</p><p>a sua recuperação e o acesso à informação.</p><p>Portanto, Protocolo é o setor responsável pelo</p><p>recebimento, registro, distribuição, tramitação</p><p>e expedição de documentos.</p><p>O protocolo pode ser Centralizado e</p><p>descentralizado</p><p>Centralizado: Os documentos e atividades de</p><p>controle ficam em um único local na</p><p>organização</p><p>Descentralizado: Os documentos e</p><p>atividades de controle ficam dentro de cada</p><p>departamento. A descentralização dos</p><p>arquivos correntes obedece basicamente a</p><p>dois critérios: centralização das atividades de</p><p>controle (protocolo) e descentralização de</p><p>arquivos; e descentralização das atividades de</p><p>controle (protocolo) e dos arquivos.</p><p>Vamos ver separadamente cada atividade</p><p>de controle:</p><p>Recebimento:</p><p>Como o próprio nome diz, é onde se recebe os</p><p>documentos e onde se separa o que é oficial e</p><p>o que é pessoal.</p><p>Os pessoais são encaminhados aos seus</p><p>destinatários.</p><p>Já os oficiais podem sem ostensivos e</p><p>sigilosos. Os ostensivos são abertos e</p><p>analisados, anexando mais informações e</p><p>assim encaminhados aos seus destinos e os</p><p>sigilosos são enviados diretos para seus</p><p>destinatários.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 191</p><p>191 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Registro:</p><p>Todos os documentos recebidos devem ser</p><p>registrados eletronicamente com seu número,</p><p>nome do remetente, data, assunto dentre</p><p>outras informações.</p><p>Depois do registro o documento é numerado</p><p>(autuado) em ordem de chegada.</p><p>Depois de analisado o documento ele</p><p>é classificado em uma categoria de</p><p>assunto para que possam ser achados. Neste</p><p>momento pode-se ate dar um código a ele.</p><p>Distribuição:</p><p>Também conhecido como movimentação, é a</p><p>entrega para seus destinatários internos da</p><p>empresa. Caso fosse para fora da empresa</p><p>seria feita pela expedição.</p><p>Tramitação:</p><p>A tramitação são procedimentos formais</p><p>definidas pela empresa. É o caminho que o</p><p>documento percorre desde sua entrada na</p><p>empresa até chegar ao seu destinatário</p><p>(cumprir sua função).Todas as etapas devem</p><p>ser seguidas sem erro para que o protocolo</p><p>consiga localizar o documento. Quando os</p><p>dados são colocados corretamente, como</p><p>datas e setores em que o documento</p><p>caminhou por exemplo, ajudará a agilizar a</p><p>sua localização.</p><p>Expedição de documentos:</p><p>A expedição é por onde sai o documento.</p><p>Deve-se verificar se faltam folhas ou anexos.</p><p>Também deve numerar e datar a</p><p>correspondência no original e nas cópias, pois</p><p>as cópias são o acompanhamento da</p><p>tramitação do documento na empresa e serão</p><p>encaminhadas ao arquivo. As originais são</p><p>expedidas para seus destinatários.</p><p>Preservação e conservação</p><p>de documentos de arquivo.</p><p>Conceitos:</p><p>Preservação:</p><p>O conceito de preservação envolve as</p><p>atividades de conservação,</p><p>armazenamento e restauração dos</p><p>documentos. Preservação deve ser</p><p>entendida como um conceito amplo,</p><p>que abrange todas as medidas</p><p>necessárias para a salvaguarda da</p><p>integridade dos documentos</p><p>arquivísticos pelo tempo que for</p><p>necessário.</p><p>Através da preservação pode-se</p><p>prevenir a deterioração e danos em</p><p>documentos, por meio de adequado</p><p>controle ambiental e/ou tratamento</p><p>físico e/ou químico.</p><p>Técnicas</p><p>de preservação: Climatização,</p><p>desacidificação, encapsulação e</p><p>fumigação;</p><p>Climatização: Adequação climática do</p><p>ambiente.</p><p>Desacidificação: elevar o Ph do papel</p><p>Encapsulação: Encapsular os</p><p>documentos entre folhas de poliéster</p><p>transparente</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 192</p><p>192 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Fumigação: Expor os documentos a</p><p>vapores químicos para matar insetos e</p><p>fungos</p><p>Conservação:</p><p>A conservação busca estender a vida</p><p>útil do documento, procurando mantê-</p><p>lo o mais próximo possível do estado</p><p>físico em que foi criado, ou seja, tem</p><p>como objetivo controlar as causas de</p><p>degradação de documentos para que</p><p>ele dure o máximo de tempo possível.</p><p>É um conjunto de ações estabilizadoras</p><p>que visam desacelerar o processo de</p><p>degradação de documentos ou objetos,</p><p>por meio de controle ambiental e de</p><p>tratamentos específicos (higienização,</p><p>reparos e acondicionamento).</p><p>Temos a conservação preventiva e</p><p>curativa</p><p>Preventiva: (antes do dano). Na</p><p>conservação preventiva ela toma</p><p>medidas preventivamente para manter</p><p>o documento, como temperatura</p><p>ambiente por exemplo.</p><p>Curativa: (depois do dano). Ações para</p><p>deter um processo de dano já presente</p><p>ou esteja frágil e esteja se deteriorando</p><p>rapidamente, podendo as vezes alterar</p><p>o aspecto do documento. Ex.: Estabilizar</p><p>um metal corroído.</p><p>Técnicas de conservação:</p><p>Desinfestação, higienização ou Limpeza,</p><p>alisamento e restauração (ou reparo);</p><p>Desinfecção: É o conjunto de técnicas</p><p>responsáveis por eliminar micro-</p><p>organismos, como fungos e bactérias,</p><p>de documentos e de espaços de guarda.</p><p>Desinfestação: Combater insetos. O</p><p>mais eficiente é a fumigação que é um</p><p>tratamento químico.</p><p>Higienização ou Limpeza: Depois da</p><p>fumigação. Pode ser usado uma escova</p><p>adequada, aspirador de pó ou um pano</p><p>macio.</p><p>Alisamento: Passar a ferro.</p><p>Restauração: Recuperar o documento</p><p>caso esteja com dano.</p><p>Restauração:</p><p>A restauração, deve ser entendida como</p><p>um conjunto de medidas que objetivam</p><p>a estabilização ou a reversão de danos</p><p>físicos ou químicos adquiridos pelo</p><p>documento ao longo do tempo e do</p><p>uso, intervindo de modo a não</p><p>comprometer sua integridade e seu</p><p>caráter histórico. Desse modo, as</p><p>técnicas de restauração e conservação</p><p>têm como objetivo maior a preservação</p><p>dos documentos.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 193</p><p>193 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Outras definições que caíram em</p><p>concursos:</p><p>• Tratamento constituído de</p><p>intervenções mecânicas e</p><p>químicas, estruturais e/ou</p><p>estéticas, com a finalidade de</p><p>revitalizar um bem cultural,</p><p>resgatando seus valores</p><p>históricos e artísticos.</p><p>• É uma intervenção mediante</p><p>procedimentos que possam</p><p>devolver o estado original ou</p><p>o estado mais próximo do</p><p>original do documento, com</p><p>o mínimo de prejuízo à</p><p>integridade estética e</p><p>histórica, conservando sua</p><p>personalidade</p><p>Técnicas de restauração: Banho de</p><p>gelatina, laminação, tecido com pasta de</p><p>amido, silking e encapsulação.</p><p>Banho de gelatina: mergulhar os</p><p>documentos em banho de gelatina ou</p><p>cola, aumentando sua resistência sem</p><p>danificar o documento, mas este</p><p>processo pode atrair fungos ou insetos.</p><p>Laminação: Também é conhecida como</p><p>velatura, que é fazer uma reforço de</p><p>papel ou tecido para reforçar o papel</p><p>danificado, tornando o documento</p><p>imune à ação de fungos, pragas e</p><p>insetos.</p><p>Tecido com pasta de amido: Usado tecidos</p><p>finos, mas também pode atrair fungos e insetos</p><p>e alterar o documento como nitidez e</p><p>flexibilidade.</p><p>Silking: Também é usado tecido fino</p><p>aumentando a durabilidade do documento.</p><p>Encapsulação: Processo de preservação no</p><p>qual o documento é protegido entre folhas de</p><p>poliéster transparente, cujas bordas são</p><p>seladas. De todas as técnicas esta é a mais fácil</p><p>de aplicar.</p><p>Para a restauração dos documentos, são</p><p>necessárias operações que envolvam as</p><p>seguintes ferramentas:</p><p>Desumidificador: Diminuir a umidade do</p><p>ambiente.</p><p>Exaustor: renova o ar do ambiente</p><p>Vaporizador: aumenta a umidade do</p><p>ambiente.</p><p>Fatores de degradação do papel:</p><p>Internos (intrínsecos): São inerentes a</p><p>composição do papel proveniente do processo</p><p>industrial como o tipo de fibra, resíduos</p><p>químicos, partículas metálicas, tinta dentre</p><p>outros.</p><p>Externos (extrínsecos): São agentes físicos,</p><p>químicos e biológicos encontrados no</p><p>ambiente onde se encontra o documento.</p><p>Documentos textuais terão suas fibras</p><p>enfraquecidas se forem expostos à variação de</p><p>temperatura.</p><p>Agentes físicos: temperatura, luminosidade e</p><p>umidade.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 194</p><p>194 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Agentes Químicos: poluição atmosférica,</p><p>oleosidades, tintas e gorduras</p><p>Agentes biológicos: insetos, roedores, micro-</p><p>organismo e o próprio manuseio do ser</p><p>humano.</p><p>Os procedimentos não recomendados pelo</p><p>Conselho Nacional de arquivo – Conarq</p><p>quando o acervo arquivístico for danificado</p><p>com água:</p><p>• Não expor os documentos ao sol, para não causar</p><p>danos às fibras.</p><p>• Não congelar películas cinematográficas e</p><p>documentos fotográficos;</p><p>• Não utilizar água com cloro nas fitas magnéticas.</p><p>• Não secar discos no interior da embalagem.</p><p>• Não congelar documentos em suporte</p><p>magnético;</p><p>• Não colocar documentos fotográficos e películas</p><p>cinematográficas encharcadas em ambientes com</p><p>desumidificadores;</p><p>• Não utilizar lâmpadas como fonte de calor para</p><p>acelerar a secagem dos documentos em papel.</p><p>O histórico escolar é um documento oficial que</p><p>registra a trajetória acadêmica de um</p><p>estudante ao longo de sua vida escolar. Este</p><p>registro é fundamental para comprovar a</p><p>formação educacional do aluno, incluindo</p><p>informações sobre as disciplinas cursadas,</p><p>notas obtidas, frequência e, em alguns casos,</p><p>atividades extracurriculares. O histórico escolar</p><p>é exigido em diversas situações, como</p><p>matrículas em novas instituições de ensino,</p><p>processos seletivos e até mesmo para a</p><p>obtenção de empregos.</p><p>O histórico escolar desempenha um papel</p><p>crucial na vida acadêmica e profissional do</p><p>estudante. Ele serve como um comprovante da</p><p>formação e do desempenho do aluno,</p><p>permitindo que instituições de ensino e</p><p>empregadores avaliem suas habilidades e</p><p>conhecimentos. Além disso, o histórico escolar</p><p>pode influenciar a concessão de bolsas de</p><p>estudo e a participação em programas de</p><p>intercâmbio, tornando-se um documento</p><p>estratégico para o futuro do estudante.</p><p>Um histórico escolar típico inclui informações</p><p>como nome completo do aluno, data de</p><p>nascimento, nome da instituição de ensino,</p><p>série ou ano cursado, disciplinas, notas finais,</p><p>carga horária e, em alguns casos, a assinatura</p><p>do responsável pela instituição. É importante</p><p>que esses dados sejam apresentados de forma</p><p>clara e organizada, facilitando a leitura e a</p><p>compreensão por parte de quem analisa o</p><p>documento.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 195</p><p>195 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O Censo Escolar configura-se como a principal</p><p>ferramenta para coleta de informações</p><p>referentes à educação básica, consolidando-se</p><p>como uma das pesquisas estatísticas</p><p>educacionais mais importantes no país.</p><p>“O Censo Escolar é o principal instrumento de</p><p>coleta de informações da educação básica e a</p><p>mais importante pesquisa estatística</p><p>educacional brasileira. É coordenado pelo Inep</p><p>e realizado em regime de colaboração entre as</p><p>secretarias estaduais e municipais de educação</p><p>e com a participação de todas as escolas</p><p>públicas e privadas do país.”</p><p>Sendo assim, a data de referência para as</p><p>escolas informarem os dados educacionais ao</p><p>Censo Escolar acontece anualmente, mais</p><p>especificamente toda última quarta-feira do</p><p>mês de maio, em conformidade com as</p><p>diretrizes previstas na Portaria MEC nº</p><p>264/07.</p><p>Em resumo, a pesquisa estatística engloba os</p><p>distintos estágios e modalidades da Educação</p><p>Básica e profissional, tais como:</p><p>• Ensino regular (educação infantil, ensino</p><p>fundamental e médio);</p><p>• Educação especial – modalidade</p><p>substitutiva;</p><p>• Jovens e Adultos (EJA);</p><p>• Educação profissional (cursos técnicos e</p><p>cursos de formação inicial continuada</p><p>ou qualificação profissional).</p><p>Qual a finalidade do Censo Escolar?</p><p>Em resumo, o Censo Escolar possui como</p><p>objetivo a identificação do quadro da</p><p>educação no país mediante a coleta de</p><p>informações junto às escolas.</p><p>Ao final da coleta de dados, pode-se ter uma</p><p>visão e compreender a situação educacional do</p><p>país, das unidades federativas, dos municípios</p><p>e do Distrito Federal, bem como das escolas. E</p><p>a partir disso, pode-se verificar questões</p><p>importantes como a efetividade das políticas</p><p>públicas, por exemplo.</p><p>De acordo com o Inep:</p><p>“A compreensão da situação educacional</p><p>ocorre por intermédio de um conjunto amplo</p><p>de indicadores que possibilitam monitorar o</p><p>desenvolvimento da educação brasileira, como</p><p>o Índice de Desenvolvimento da Educação</p><p>Básica (ldeb), as taxas de rendimento e de fluxo</p><p>escolar, a distorção idade-série, entre outros,</p><p>que servem de referência para as metas do</p><p>Plano Nacional da Educação (PNE), que podem</p><p>ser acompanhadas no Observatório do PNE.</p><p>Todos esses indicadores são calculados com</p><p>base nos dados do Censo Escolar.”</p><p>Como é realizado o Censo Escolar?</p><p>No que tange a coleta de dados das escolas,</p><p>ela possui caráter declaratório e é dividida em</p><p>duas etapas. Além disso, vale ressaltar que as</p><p>informações são declaradas pelas escolas</p><p>através do Sistema Educacenso.</p><p>1ª etapa: Matrícula Inicial</p><p>Neste momento acontece a coleta de</p><p>informações referente à questões como: locais</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://download.inep.gov.br/educacao_basica/educacenso/legislacao_documentos/2011/portaria_n264_dia_nacional_censo_2007.pdf</p><p>https://download.inep.gov.br/educacao_basica/educacenso/legislacao_documentos/2011/portaria_n264_dia_nacional_censo_2007.pdf</p><p>https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar</p><p>https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/ideb</p><p>https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/ideb</p><p>https://www.observatoriodopne.org.br/</p><p>http://censobasico.inep.gov.br/censobasico/#/</p><p>Página 196</p><p>196 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>de ensino, docentes, gestores, turmas, alunos e</p><p>profissionais escolares em sala de aula.</p><p>2ª etapa: Informações sobre a Situação do</p><p>Aluno</p><p>Aqui, a escola deve fornecer insumos que</p><p>exponham o rendimento e</p><p>movimento (transferências/evasão) escolar dos</p><p>alunos ao final do ano letivo.</p><p>Deveres e responsabilidades das escolas</p><p>De acordo com o Inep:</p><p>“Com relação às responsabilidades das escolas</p><p>relativas aos procedimentos de preenchimento</p><p>do Censo Escolar, é importante enfatizar que os</p><p>dados declarados pelas unidades escolares</p><p>devem ter como base os registros</p><p>administrativos e acadêmicos de cada escola</p><p>(ficha de matrícula, diário de classe, livro de</p><p>frequência, histórico escolar, sistemas</p><p>eletrônicos de acompanhamento, diário do</p><p>professor, regimento escolar, projeto político-</p><p>pedagógico, documentos de modulação de</p><p>professores e de enturmação, dentre outros).</p><p>Essa exigência é fundamental para a garantia</p><p>da fidedignidade dos dados declarados.”</p><p>A importância do Censo Escolar</p><p>O Censo Escolar possibilita a análise do cenário</p><p>como um todo. Em suma, com ele é importante</p><p>ponderar sobre questões como:</p><p>• Qual o cenário em que minha escola</p><p>está inserida?</p><p>• Os índices de captação e permanência</p><p>de alunos estão apresentando</p><p>resultados satisfatórios ao longo dos</p><p>anos?</p><p>• Quais são os pontos onde minha escola</p><p>está deixando a desejar?</p><p>• Os níveis de evasão de alunos estão em</p><p>uma crescente?</p><p>• O que pode ser realizado para</p><p>melhorar o desempenho na captação?</p><p>• Qual a situação atual dos meus</p><p>concorrentes? As estratégias adotadas</p><p>estão apresentando</p><p>resultados satisfatórios?</p><p>Dessa forma, após responder essas questões</p><p>será possível obter uma visão sistêmica dos</p><p>seus processos educacionais. Ou seja, um</p><p>panorama do que precisa ser melhorado, bem</p><p>como os que podem ser potencializados.</p><p>Acesso aos resultados</p><p>Em síntese, a divulgação dos resultados ocorre</p><p>por meio do Diário Oficial da União (DOU). Os</p><p>resumos e notas são disponibilizados em uma</p><p>seção específica no site do Inep.</p><p>Os dados disponibilizados pelo Censo</p><p>permitem a realização de inferências acerca do</p><p>cenário educacional. Assim, é possível que as</p><p>instituições de ensino visualizem as principais</p><p>alterações ocorridas.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar</p><p>https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar</p><p>https://www.gov.br/inep/pt-br/areas-de-atuacao/pesquisas-estatisticas-e-indicadores/censo-escolar</p><p>Página 197</p><p>197 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A escrituração escolar é um documento muito</p><p>importante porque registra tudo o que</p><p>acontece na escola, em ordem cronológica.</p><p>Este procedimento de registro deve estar no</p><p>livro apropriado.</p><p>A secretaria é o setor responsável pela</p><p>escrituração escolar, cabendo ao secretário e</p><p>seus auxiliares</p><p>o registro das ocorrências de</p><p>acordo com a ordem e a sequência dos</p><p>acontecimentos.</p><p>Estes documentos serão comprovatórios de</p><p>algum fato ou acontecimento. Por este motivo</p><p>é fundamental ter muito cuidado e</p><p>responsabilidade para evitar equívocos e</p><p>garantir que o documento permaneça</p><p>fidedigno.</p><p>Transferência Escolar</p><p>A documentação para a transferência é</p><p>necessária para a passagem do aluno para</p><p>outra escola ou para a recepção de alunos</p><p>vindos de outra instituição escolar.</p><p>A transferência pode acontecer em três</p><p>momentos distintos: durante o ano letivo, após</p><p>o término do ano letivo ou ex-ofício (realizado</p><p>por imperativo legal ou em razão do cargo ou</p><p>da função).</p><p>Vamos a cada uma das situações:</p><p>1. Durante o ano letivo: Quando a</p><p>transferência ocorre durante o ano</p><p>letivo, o preenchimento do histórico</p><p>escolar deve ser observado com muita</p><p>atenção.</p><p>2. Após a conclusão do ano letivo: neste</p><p>caso, a escola de origem deve expedir o</p><p>histórico escolar, preenchido com as</p><p>especificações cabíveis e acompanhado</p><p>pelo certificado de conclusão de curso</p><p>do aluno, se for curso de formação</p><p>profissional.</p><p>3. Transferência ex-ofício: quando ela é</p><p>efetivada em qualquer época do ano e</p><p>independe da existência de vagas e</p><p>também em qualquer época do ano.</p><p>Ocorre quando se tratar de servidor</p><p>público federal, civil ou militar ou seu</p><p>dependente. Ela pode ser requerida por</p><p>razão de remoção ou transferência de</p><p>ofício, o que acarreta mudança de</p><p>domicílio para outro município.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 198</p><p>198 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A ata é um texto técnico que consiste em</p><p>relatar e expor as discussões realizadas em</p><p>reuniões, assembleias ou sessões, podendo ser</p><p>um documento formal ou informal.</p><p>A ata é um texto de modalidade técnica de</p><p>características expositivas. Ela possui como</p><p>finalidade o registro de reuniões, sessões ou</p><p>assembleias. Ela pode ser feita de forma</p><p>informal ou formal. A ata informal consiste</p><p>apenas em seguir uma estrutura com as</p><p>especificações padrões de: local, data, pessoas</p><p>envolvidas e conteúdo da reunião. Já a ata</p><p>formal apresenta, além dos elementos citados,</p><p>o registro em cartório, dando ao texto um valor</p><p>jurídico.</p><p>Resumo sobre ata</p><p>• A ata é um texto técnico expositivo em</p><p>que se faz um registro de discussões</p><p>feitas em assembleias, reuniões e</p><p>sessões.</p><p>• Apresenta a seguinte estrutura: título;</p><p>data, hora e local da reunião; descrição</p><p>da reunião; objetivos da reunião;</p><p>pessoas envolvidas e assinatura de cada</p><p>uma.</p><p>• Tem como principal característica: uso</p><p>da linguagem denotativa; predomínio</p><p>da função referencial (o foco é a</p><p>informação a ser transmitida);</p><p>imparcialidade e exatidão da</p><p>mensagem; e predomínio da norma-</p><p>padrão da língua portuguesa.</p><p>• Sua correção, durante a escrita, é feita</p><p>pelo uso do termo “digo” seguido da</p><p>correção. Já em um texto finalizado,</p><p>usa-se a expressão “em tempo” ao final.</p><p>O que é uma ata?</p><p>A ata é um texto expositivo de modalidade</p><p>técnica que tem como finalidade</p><p>registrar discussões realizadas em assembleias,</p><p>reuniões e sessões. Por ser considerada um</p><p>documento de redação oficial, a ata pode</p><p>possuir valor jurídico (ata formal), e sua</p><p>estrutura é um pouco mais rígida que outras</p><p>modalidades de textos não técnicos.</p><p>Como produzir uma ata?</p><p>A ata é um texto técnico e, por isso, possui uma</p><p>estrutura relativamente rígida, com poucas</p><p>alterações. Assim, do ponto de vista estrutural,</p><p>a ata tem os seguintes elementos:</p><p>• título;</p><p>• data, hora e local da reunião;</p><p>• corpo do texto;</p><p>• objetivos da reunião e pessoas</p><p>presentes;</p><p>• assinatura.</p><p>A ata pode ser feita de duas formas:</p><p>• Ata formal: consiste em um documento</p><p>com valor jurídico e, por isso, é</p><p>registrada em cartório. Ela apresenta a</p><p>desvantagem de ser mais burocrática,</p><p>no entanto, é mais confiável justamente</p><p>por possuir valor jurídico.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.portugues.com.br/redacao/redacao-tecnica.html</p><p>Página 199</p><p>199 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>• Ata informal: não é registrada em cartório,</p><p>seguindo apenas a estrutura vista acima,</p><p>com a descrição detalhada dos</p><p>acontecimentos.</p><p>Quais as características de uma ata?</p><p>A ata apresenta as características do texto técnico,</p><p>isto é:</p><p>• uso da linguagem denotativa;</p><p>• predomínio da função referencial (o foco é</p><p>a informação a ser transmitida);</p><p>• imparcialidade e exatidão da mensagem;</p><p>• predomínio da norma-padrão da língua</p><p>portuguesa.</p><p>Como é feita a correção de uma ata?</p><p>A ata não pode ser rasurada, e, dessa forma,</p><p>quando um erro ocorrer, deve-se utilizar o</p><p>termo “digo” seguido da informação correta.</p><p>Porém, caso a ata já tenha sido concluída,</p><p>deve-se utilizar a expressão “em tempo”</p><p>seguida da correção ao final. Vejamos os</p><p>exemplos abaixo.</p><p>→ Exemplo com correção durante a escrita</p><p>A reunião começou cinco minutos após o</p><p>horário, digo, a reunião começou no horário</p><p>combinado.</p><p>→ Exemplo de correção ao final da escrita</p><p>Os funcionários concordaram com a nova</p><p>divisão e as datas estipuladas para o</p><p>pagamento. Em tempo, a data estabelecida</p><p>teve de ser alterada por conta de um feriado.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.portugues.com.br/redacao/funcao-referencial.html</p><p>e redações</p><p>ela é considerada um vício (e deve ser evitada). Ela</p><p>ocorre quando uma frase fica com duplo sentido,</p><p>confundindo a interpretação.</p><p>Ex.: “Um primo contou ao outro que sua mãe estava</p><p>doente.”</p><p>1.13 - Simbologia: o conceito é bem simples: trata-se</p><p>do uso de simbologias para indicar alguma coisa.</p><p>Ex.: A pomba branca simboliza a paz.</p><p>2 - Figuras sintáticas (ou de construção)</p><p>2.1 – Elipse: consiste na omissão de um termo sem que</p><p>a frase tenha seu sentido alterado.</p><p>Ex.: Minha casa, bonita. (é)</p><p>Exijo respeito. (eu)</p><p>2.2 – Zeugma: é basicamente o mesmo que a elipse,</p><p>com a diferença de que ele é específico para omitir</p><p>nomes ou verbos citados anteriormente</p><p>Ex.: O meu pai era paulista; meu avô, pernambucano.</p><p>2.3 - Silepse: é quando há concordância com uma ideia,</p><p>e não com uma palavra — ou seja, ela é feita com um</p><p>elemento implícito. Pode ocorrer nos seguintes âmbitos:</p><p>de gênero, de número e de pessoa.</p><p>Ex.: O Tocantins é bonita.</p><p>A gente somos inúteis.</p><p>2.4 - Hipérbato ou Inversão: é um recurso de inversão</p><p>da ordem direta da frase (sujeito-verbo-objeto-</p><p>complementos).</p><p>Ex.: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um</p><p>povo heroico o brado retumbante” (Hino Nacional —</p><p>Joaquim Osório Duque Estrada)</p><p>2.5 - Polissíndeto: é a repetição de conectivos ligando</p><p>termos da oração ou períodos. Normalmente, as</p><p>conjunções coordenativas são repetidas, entre elas, o “e”</p><p>é a mais comum.</p><p>Ex.: E o olhar estaria ansioso esperando / E a cabeça ao</p><p>sabor da mágoa balançada / E o coração fugindo e o</p><p>coração voltando / E os minutos passando e os minutos</p><p>passando…”</p><p>(Olhar para Trás — Vinícius de Moraes)</p><p>2.6 - Assíndeto: Ocorre quando um conectivo é excluído</p><p>da frase (como o “e”), a fim de trazer uma sequência de</p><p>informações. Geralmente, é substituído por uma vírgula.</p><p>É o contrário do que ocorre com o polissíndeto.</p><p>Ex.: “Tem que ser selado, registrado, carimbado /</p><p>Avaliado, rotulado se quiser voar! / Se quiser voar / Pra</p><p>Lua: a taxa é alta / Pro Sol: identidade / Mas já pro seu</p><p>foguete viajar pelo universo / É preciso meu carimbo</p><p>dando o sim / Sim, sim, sim”</p><p>(Carimbador Maluco — Raul Seixas)</p><p>2.7 – Anacoluto: trata-se de uma alteração na estrutura</p><p>da frase, a qual é interrompida por algum elemento</p><p>inserido de forma “solta”. Alguns estudiosos defendem</p><p>que o anacoluto é um erro gramatical.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 37</p><p>37 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Ex.: Umas carabinas que guardava atrás do guarda-</p><p>roupa, a gente brincava com elas, de tão imprestáveis.</p><p>(José Lins do Rego)</p><p>3 - Figuras de pensamento</p><p>3.1 – Antítese: é o contraste que ocorre quando os</p><p>termos estão bem próximos e acentuam a expressividade</p><p>do período. Oposição de ideias.</p><p>Ex.: Não existiria som se não houvesse o silêncio. Não</p><p>haveria luz, se não fosse a escuridão. A vida é mesmo</p><p>assim, dia e noite, não e sim.”</p><p>(Certas Coisas — Lulu Santos)</p><p>3.2 - Paradoxo: Apesar de ser parecido com a antítese,</p><p>o paradoxo é uma figura de linguagem usada para</p><p>transmitir sentidos opostos em uma mesma construção</p><p>sintática. As duas ideias devem estar na mesma frase</p><p>para expressar essa contradição lógica e, geralmente,</p><p>estão lado a lado.</p><p>Ex.: Aquela feia bonita se sente!</p><p>3.3 - Gradação ou Clímax: é uma figura de linguagem</p><p>que propõe a organização das palavras de acordo com a</p><p>progressão — ascendente ou descendente — dos</p><p>conceitos.</p><p>Ex.: “Mais dez, mais cem, mais mil e mais um bilião,</p><p>uns cingidos de luz, outros ensanguentados.”</p><p>(Ocidentais — Machado de Assis)</p><p>3.4 - Personificação ou Prosopopeia: é atribuir</p><p>características humanas e qualidades a objetos</p><p>inanimados e irracionais. Também parece pouco usual,</p><p>mas acontece mais do que imaginamos. É comum</p><p>conceder sentimentos, ações, sensações e gestos físicos</p><p>e de fala a objetos.</p><p>Ex.: “As casas espiam os homens / Que correm atrás das</p><p>mulheres” (Carlos Drummond de Andrade)</p><p>3.5 - Ironia: É utilizada para se expressar de forma</p><p>sarcástica ou bem-humorada, além de servir como</p><p>disfarce ou dissimulação.</p><p>Ex: Jurema é muito inteligente: tirou nota zero em quase</p><p>todas as provas.</p><p>3.6 – Apóstrofe: figura utilizada para invocação ou</p><p>chamamento. Também é usada para indicar surpresa,</p><p>indignação ou outro sentimento.</p><p>Ex.: “Oh! Deus, perdoe este pobre coitado / Que de</p><p>joelhos rezou um bocado / Pedindo pra chuva cair sem</p><p>parar” (Súplica Cearense — Luiz Gonzaga)</p><p>3.7 – Alusão: é um recurso utilizado para fazer</p><p>referência ou citação, relacionando uma ideia a outra —</p><p>o que pode ocorrer de forma explícita ou não. Ao fazer</p><p>referência a um acontecimento, pessoas, personagens ou</p><p>outros trabalhos, a alusão ajuda no entendimento da ideia</p><p>que se deseja passar.</p><p>Ex.: Eles estavam apaixonados como Romeu e Julieta.</p><p>3.8 – Quiasmo: ocorre quando existe um cruzamento de</p><p>palavras (ou expressões), fazendo com que elas se</p><p>repitam. Geralmente é usado para enfatizar algum feito.</p><p>Ex.: Cheguei triste e fatigado, fatigado e triste eu vinha.</p><p>Obs.: Há umas figuras sonoras:</p><p>1 – Cacofonia: a junção de duas palavras (as últimas</p><p>sílabas de uma + as sílabas iniciais da outra) pode tornar</p><p>o som diferente e criar um novo significado — ela é</p><p>percebida ao falar, com o som fazendo parecer algo</p><p>diferente do que realmente foi dito.</p><p>Ex.: Alma minha gentil, que te partiste. (maminha)</p><p>Eu beijei a boca dela. (cadela)</p><p>2 – Onomatopeia: imita sons, ruídos.</p><p>Ex.: “Passa, tempo, tic-tac, tic-tac, passa, hora, chega</p><p>logo, tic-tac, tic-tac, e vai-te embora”.</p><p>(O Relógio — Vinícius de Moraes)</p><p>3 – Aliteração: é quando se faz a repetição do som de</p><p>uma consoante na mesma frase. É usada para dar ênfase</p><p>ao texto e para criar trava-línguas. Ela tem a sonoridade</p><p>como base, o que ajuda a ditar o ritmo.</p><p>Ex.: Lá vem o pato / Pata aqui, pata acolá / Lá vem o</p><p>pato / Para ver o que é que há”</p><p>(O Pato — Vinícius de Moraes)</p><p>4 – Assonância: é parecida com a aliteração, mas ocorre</p><p>quando existe a repetição da vogal tônica ou de sílabas</p><p>com as mesmas consoantes e vogais distintas. Como no</p><p>exemplo a seguir, em que há repetição das mesmas</p><p>consoantes com vogais diferentes:</p><p>Ex.: “É a moda da menina muda, da menina trombuda,</p><p>que muda de modos e dá medo”</p><p>(Moda da Menina Trombuda — Cecília Meireles)</p><p>5 – Paronomásia: Consiste no uso de palavras iguais ou</p><p>com sons semelhantes, mas que têm sentidos diferentes.</p><p>Ex.: “Enquanto é tão cedo / Tão cedo / Enquanto for…</p><p>um berço meu / Enquanto for… um terço meu / Serás</p><p>vida… bem-vinda / Serás viva… bem viva / Em mim”</p><p>(Realejo — O Teatro Mágico)</p><p>Obs.: Um exemplo de como ela é utilizada no cotidiano</p><p>é o velho provérbio “quem casa, quer casa”, no qual a</p><p>mesma palavra diz respeito ao casamento e à moradia.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 38</p><p>38 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>As funções da linguagem são formas de</p><p>utilização da linguagem segundo a intenção do</p><p>falante.</p><p>Elas são classificadas em seis tipos:</p><p>➢ FUNÇÃO REFERENCIAL,</p><p>➢ FUNÇÃO EMOTIVA,</p><p>➢ FUNÇÃO POÉTICA,</p><p>➢ FUNÇÃO FÁTICA,</p><p>➢ FUNÇÃO CONATIVA E</p><p>➢ FUNÇÃO METALINGUÍSTICA.</p><p>Cada uma desempenha um papel relacionado</p><p>com os elementos presentes na</p><p>Comunicação: emissor, receptor, mensagem,</p><p>código, canal e contexto. Assim, elas</p><p>determinam o objetivo dos atos</p><p>comunicativos.</p><p>Embora haja uma função que predomine,</p><p>vários tipos de linguagem podem estar</p><p>presentes num mesmo texto.</p><p>Função Referencial ou</p><p>Denotativa</p><p>Também chamada de função informativa, a</p><p>função referencial tem como objetivo</p><p>principal informar, referenciar algo.</p><p>Voltada para o contexto da comunicação, esse</p><p>tipo</p><p>de texto é escrito na terceira pessoa</p><p>(singular ou plural) enfatizando seu caráter</p><p>impessoal.</p><p>Como exemplos de linguagem referencial</p><p>podemos citar os materiais didáticos, textos</p><p>jornalísticos e científicos. Todos eles, por meio</p><p>de uma linguagem denotativa, informam a</p><p>respeito de algo, sem envolver aspectos</p><p>subjetivos ou emotivos à linguagem.</p><p>Exemplo de função referencial</p><p>Na passada terça-feira, dia 22 de setembro de</p><p>2015, o real teve a maior desvalorização da</p><p>sua história. Nesse dia foi preciso</p><p>desembolsar R$ 4,0538 para comprar um</p><p>dólar. Recorde-se que o Real foi lançado há</p><p>mais de 20 anos, mais precisamente em julho</p><p>de 1994.</p><p>Função Emotiva ou Expressiva</p><p>Também chamada de função expressiva, na</p><p>função emotiva o emissor tem como objetivo</p><p>principal transmitir suas emoções,</p><p>sentimentos e subjetividades por meio da</p><p>própria opinião.</p><p>Esse tipo de texto, escrito em primeira pessoa,</p><p>está voltado para o emissor, uma vez que</p><p>possui um caráter pessoal.</p><p>Como exemplos podemos destacar: os textos</p><p>poéticos, as cartas, os diários. Todos eles são</p><p>marcados pelo uso de sinais de pontuação, por</p><p>exemplo, reticências, ponto de exclamação,</p><p>etc.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 39</p><p>39 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Exemplo de função emotiva</p><p>Meus amores, tenho tantas saudades de vocês</p><p>… Mas não se preocupem, em breve a mamãe</p><p>chega e vamos aproveitar o tempo perdido</p><p>bem juntinhos. Sim, consegui adiantar a</p><p>viagem em uma semana!!! Isso quer dizer que</p><p>tenho muito trabalho hoje e amanhã.... Quando</p><p>chegar, quero encontrar essa casa em ordem,</p><p>combinado?!?</p><p>Função Poética</p><p>A função poética é característica das obras</p><p>literárias que possui como marca a utilização</p><p>do sentido conotativo das palavras.</p><p>Nessa função, o emissor preocupa-se de que</p><p>maneira a mensagem será transmitida por</p><p>meio da escolha das palavras, das expressões,</p><p>das figuras de linguagem. Por isso, aqui o</p><p>principal elemento comunicativo é a</p><p>mensagem.</p><p>Note que esse tipo de função não pertence</p><p>somente aos textos literários. Também</p><p>encontramos a função poética na publicidade</p><p>ou nas expressões cotidianas em que há o uso</p><p>frequente de metáforas (provérbios, anedotas,</p><p>trocadilhos, músicas).</p><p>Exemplo de função poética</p><p>Apesar de não ter frequentado a escola, dizia</p><p>que a avó era um poço de sabedoria. Falava de</p><p>tudo e sobre tudo e tinha sempre um provérbio</p><p>debaixo da manga.</p><p>Função Fática</p><p>A função fática tem como objetivo</p><p>estabelecer ou interromper a comunicação de</p><p>modo que o mais importante é a relação entre</p><p>o emissor e o receptor da mensagem. Aqui, o</p><p>foco reside no canal de comunicação.</p><p>Esse tipo de função é muito utilizada nos</p><p>diálogos, por exemplo, nas expressões de</p><p>cumprimento, saudações, discursos ao</p><p>telefone, etc.</p><p>Exemplo de função fática</p><p>— Consultório do Dr. João, bom dia!</p><p>— Bom dia! Precisava marcar uma consulta</p><p>para o próximo mês, se possível.</p><p>— Hum, o Dr. tem vagas apenas para a</p><p>segunda semana. Entre os dias 7 e 11, qual a</p><p>sua preferência?</p><p>— Dia 8 está ótimo.</p><p>Função Conativa ou Apelativa</p><p>Também chamada de apelativa, a função</p><p>conativa é caracterizada por uma linguagem</p><p>persuasiva que tem o intuito de convencer o</p><p>leitor. Por isso, o grande foco é no receptor da</p><p>mensagem.</p><p>Essa função é muito utilizada nas</p><p>propagandas, publicidades e discursos</p><p>políticos, de modo a influenciar o receptor por</p><p>meio da mensagem transmitida.</p><p>Esse tipo de texto costuma se apresentar na</p><p>segunda ou na terceira pessoa com a</p><p>presença de verbos no imperativo e o uso do</p><p>vocativo.</p><p>Exemplos de função conativa</p><p>• Vote em mim!</p><p>• Entre. Não vai se arrepender!</p><p>• É só até amanhã. Não perca!</p><p>Função Metalinguística</p><p>A função metalinguística é caracterizada pelo</p><p>uso da metalinguagem, ou seja, a linguagem</p><p>que se refere a ela mesma. Dessa forma, o</p><p>emissor explica um código utilizando o próprio</p><p>código.</p><p>Um texto que descreva sobre a linguagem</p><p>textual ou um documentário cinematográfico</p><p>que fala sobre a linguagem do cinema são</p><p>alguns exemplos.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 40</p><p>40 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Nessa categoria, os textos metalinguísticos</p><p>que merecem destaque são as gramáticas e</p><p>os dicionários.</p><p>Exemplo de função metalinguística</p><p>Escrever é uma forma de expressão gráfica.</p><p>Isto define o que é escrita, bem como</p><p>exemplifica a função metalinguística.</p><p>Funções da Linguagem e</p><p>Comunicação</p><p>Abaixo, você encontra um diagrama com as</p><p>funções da linguagem e sua relação com os</p><p>elementos da comunicação:</p><p>Vícios de linguagem são desvios gramaticais</p><p>que ocorrem por descuido ou</p><p>desconhecimento das normas nos diferentes</p><p>níveis linguísticos: fonético, semântico,</p><p>sintático ou morfológico.</p><p>Os vícios de linguagem são:</p><p>• PLEONASMO VICIOSO</p><p>• SOLECISMO</p><p>• BARBARISMO</p><p>• AMBIGUIDADE</p><p>• ECO</p><p>• CACÓFATO</p><p>• HIATO</p><p>• COLISÃO</p><p>• PLEBEÍSMO</p><p>• GERUNDISMO</p><p>Pleonasmo vicioso, também chamado de</p><p>redundância, é a repetição de uma informação</p><p>desnecessária na frase.</p><p>EXEMPLO: Vamos entrar para dentro de casa.</p><p>(entrar já supõe que seja para dentro)</p><p>Solecismo é o erro de sintaxe, muito comum</p><p>nas linguagens orais.</p><p>Reúne os erros de concordância (singular e</p><p>plural), regência verbal ou nominal e a</p><p>utilização de termos no lugar de outros</p><p>corretos gramaticalmente.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 41</p><p>41 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>EXEMPLO: Vamos no Cinema.</p><p>(Vamos ao cinema.)</p><p>Barbarismo é o uso incorreto da palavra ou do</p><p>enunciado. Ele ocorre nos níveis fonéticos</p><p>(erros de pronúncia), morfológicos</p><p>(irregularidade na palavra) e semânticos</p><p>(significados) da língua. São classificados em:</p><p>• Silabada: mudança do acento tônico de</p><p>alguma sílaba da palavra, por exemplo:</p><p>gratuíto em vez de gratuito.</p><p>• Cacoépia: pronúncia incorreta de uma</p><p>palavra, por exemplo: pobrema em vez</p><p>de problema.</p><p>• Cacografia: erros de ortografia, por</p><p>exemplo: geito em vez de jeito.</p><p>Ambiguidade, também chamado de</p><p>anfibologia, ocorre quando, num determinado</p><p>enunciado, há duplicidade de sentidos, o que</p><p>dificulta o entendimento do texto pelo ouvinte.</p><p>EXEMPLO: Roberto estava com Maria falando</p><p>de sua mãe. (a mãe de quem?)</p><p>No eco, ocorrem rimas nos textos em prosa,</p><p>porque há palavras com a mesma terminação.</p><p>Os textos em prosa são os que não se</p><p>estruturam como os poemas.</p><p>EXEMPLO: Certamente, realizamos o</p><p>trabalho calmamente e alegremente.</p><p>O cacófato ou cacofonia ocorre a nível</p><p>fonético da língua. Ele apresenta uma</p><p>construção sintática onde surgem sons</p><p>engraçados, desagradáveis ou mesmo que</p><p>confundem o ouvinte.</p><p>EXEMPLO: Vi ela ontem pela manhã (viela); Eu</p><p>amo ela (moela).</p><p>O hiato é uma sequência de vogais</p><p>sonoramente desagradável.</p><p>EXEMPLO: Pode escolher: ou eu ou ela!</p><p>A colisão é uma sequência de consoantes</p><p>sonoramente desagradável.</p><p>EXEMPLO: O cultivo coletivo</p><p>das comunidades camponesas.</p><p>O plebeísmo é um vício de linguagem que</p><p>consiste na utilização de termos coloquiais</p><p>(gírias e palavras de baixo calão) ou de</p><p>expressões informais.</p><p>EXEMPLO: Conseguiu falar com o cara?</p><p>(indivíduo)</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 42</p><p>42 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O gerundismo é o uso exagerado do gerúndio.</p><p>Isso acontece quando essa forma nominal é</p><p>utilizada no lugar de uma conjugação mais</p><p>adequada em termos gramaticais.</p><p>EXEMPLO: Vou estar te telefonando logo no</p><p>início das promoções. (Telefonarei logo no</p><p>início das promoções.)</p><p>Figuras de linguagem são recursos</p><p>linguísticos utilizados a fim de oferecer mais</p><p>expressividade ou ênfase</p><p>ao discurso. Por</p><p>esse motivo, são muito utilizadas nos textos</p><p>poéticos.</p><p>Já os vícios de linguagem são desvios das</p><p>construções da língua, os quais interferem na</p><p>expressividade da linguagem.</p><p>Dessa maneira, se o erro for intencional, trata-</p><p>se de uma figura de linguagem e não de um</p><p>vício de linguagem.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 43</p><p>43 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é</p><p>a maneira pela qual o Poder Público redige</p><p>comunicações oficiais e atos normativos. Neste</p><p>Manual, interessa-nos tratá-la do ponto de vista da</p><p>administração pública federal.</p><p>A redação oficial não é necessariamente árida e</p><p>contrária à evolução da língua. É que sua finalidade</p><p>básica – comunicar com objetividade e máxima</p><p>clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se</p><p>faz da língua, de maneira diversa daquele da</p><p>literatura, do texto jornalístico, da</p><p>correspondência particular etc.</p><p>Apresentadas essas características fundamentais</p><p>da redação oficial, passemos à análise</p><p>pormenorizada de cada um de seus atributos.</p><p>Fundamentalmente, esses atributos decorrem da</p><p>Constituição, que dispõe, no art. 37: “A</p><p>administração pública direta, indireta, de qualquer</p><p>dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito</p><p>Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios</p><p>de legalidade, impessoalidade, moralidade,</p><p>publicidade e eficiência (...)”. Sendo a publicidade,</p><p>a impessoalidade e a eficiência princípios</p><p>fundamentais de toda a administração pública,</p><p>devem igualmente nortear a elaboração dos atos e</p><p>das comunicações oficiais.</p><p>CLAREZA</p><p>A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto</p><p>oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que</p><p>possibilita imediata compreensão pelo leitor. Não</p><p>se concebe que um documento oficial ou um ato</p><p>normativo de qualquer natureza seja redigido de</p><p>forma obscura, que dificulte ou impossibilite sua</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 44</p><p>44 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>compreensão. A transparência é requisito do</p><p>próprio Estado de Direito: é inaceitável que um</p><p>texto oficial ou um ato normativo não seja</p><p>entendido pelos cidadãos. O princípio</p><p>constitucional da publicidade não se esgota na</p><p>mera publicação do texto, estendendo-se, ainda, à</p><p>necessidade de que o texto seja claro.</p><p>Para a obtenção de clareza, sugere-se:</p><p>a) utilizar palavras e expressões simples, em seu</p><p>sentido comum, salvo quando o texto versar sobre</p><p>assunto técnico, hipótese em que se utilizará</p><p>nomenclatura própria da área;</p><p>b) usar frases curtas, bem estruturadas; apresentar</p><p>as orações na ordem direta e evitar intercalações</p><p>excessivas. Em certas ocasiões, para evitar</p><p>ambiguidade, sugere-se a adoção da ordem inversa</p><p>da oração;</p><p>c) buscar a uniformidade do tempo verbal em todo</p><p>o texto;</p><p>d) não utilizar regionalismos e neologismos;</p><p>e) pontuar adequadamente o texto;</p><p>f) explicitar o significado da sigla na primeira</p><p>referência a ela; e</p><p>g) utilizar palavras e expressões em outro idioma</p><p>apenas quando indispensáveis, em razão de serem</p><p>designações ou expressões de uso já consagrado</p><p>ou de não terem exata tradução. Nesse caso, grafe-</p><p>as em itálico, conforme orientações do subitem</p><p>10.2 deste Manual.</p><p>PRECISÃO</p><p>O atributo da precisão complementa a clareza e</p><p>caracteriza-se por:</p><p>a) articulação da linguagem comum ou técnica para</p><p>a perfeita compreensão da ideia veiculada no</p><p>texto;</p><p>b) manifestação do pensamento ou da ideia com as</p><p>mesmas palavras, evitando o emprego de</p><p>sinonímia com propósito meramente estilístico; e</p><p>c) escolha de expressão ou palavra que não confira</p><p>duplo sentido ao texto.</p><p>É indispensável, também, a releitura de todo o</p><p>texto redigido. A ocorrência, em textos oficiais, de</p><p>trechos obscuros provém principalmente da falta</p><p>da releitura, o que tornaria possível sua correção.</p><p>Na revisão de um expediente, deve-se avaliar se ele</p><p>será de fácil compreensão por seu destinatário. O</p><p>que nos parece óbvio pode ser desconhecido por</p><p>terceiros. O domínio que adquirimos sobre certos</p><p>assuntos, em decorrência de nossa experiência</p><p>profissional, muitas vezes, faz com que os</p><p>tomemos como de conhecimento geral, o que nem</p><p>sempre é verdade. Explicite, desenvolva, esclareça,</p><p>precise os termos técnicos, o significado das siglas</p><p>e das abreviações e os conceitos específicos que</p><p>não possam ser dispensados.</p><p>A revisão atenta exige tempo. A pressa com que</p><p>são elaboradas certas comunicações quase sempre</p><p>compromete sua clareza. “Não há assuntos</p><p>urgentes, há assuntos atrasados”, diz a máxima.</p><p>Evite-se, pois, o atraso, com sua indesejável</p><p>repercussão no texto redigido.</p><p>A clareza e a precisão não são atributos que se</p><p>atinjam por si sós: elas dependem estritamente das</p><p>demais características da redação oficial,</p><p>apresentadas a seguir.</p><p>Objetividade</p><p>Ser objetivo é ir diretamente ao assunto que se</p><p>deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias.</p><p>Para conseguir isso, é fundamental que o redator</p><p>saiba de antemão qual é a ideia principal e quais</p><p>são as secundárias.</p><p>Procure perceber certa hierarquia de ideias que</p><p>existe em todo texto de alguma complexidade: as</p><p>fundamentais e as secundárias. Essas últimas</p><p>podem esclarecer o sentido daquelas, detalhá-las,</p><p>exemplificá-las; mas existem também ideias</p><p>secundárias que não acrescentam informação</p><p>alguma ao texto, nem têm maior relação com as</p><p>fundamentais, podendo, por isso, ser dispensadas,</p><p>o que também proporcionará mais objetividade ao</p><p>texto.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 45</p><p>45 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A objetividade conduz o leitor ao contato mais</p><p>direto com o assunto e com as informações, sem</p><p>subterfúgios, sem excessos de palavras e de ideias.</p><p>É errado supor que a objetividade suprime a</p><p>delicadeza de expressão ou torna o texto rude e</p><p>grosseiro.</p><p>Tradicionalmente, o emprego dos pronomes de</p><p>tratamento adota a segunda pessoa do plural, de</p><p>maneira indireta, para referenciar atributos da pessoa</p><p>à qual se dirige. Na redação oficial, é necessário atenção</p><p>para o uso dos pronomes de tratamento em três</p><p>momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e</p><p>no corpo do texto. No vocativo, o autor dirige-se ao</p><p>destinatário no início do documento. No corpo do</p><p>texto, pode-se empregar os pronomes de tratamento</p><p>em sua forma abreviada ou por extenso. O</p><p>endereçamento é o texto utilizado no envelope que</p><p>contém a correspondência oficial.</p><p>A seguir, alguns exemplos de utilização de pronomes de</p><p>tratamento no texto oficial.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 46</p><p>46 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Em comunicações oficiais, está abolido o uso de</p><p>Digníssimo (DD) e de Ilustríssimo (Ilmo.).</p><p>Evite-se o uso de “doutor” indiscriminadamente. O</p><p>tratamento por meio de Senhor confere a formalidade</p><p>desejada.</p><p>Na identificação do signatário, o cargo ocupado</p><p>por pessoa do sexo feminino deve ser flexionado</p><p>no gênero feminino.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 47</p><p>47 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 48</p><p>48 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações</p><p>dirigidas a autoridades</p><p>estrangeiras, que</p><p>atendem a rito e tradição próprios.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 49</p><p>49 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>a) nome: nome da autoridade que as expede,</p><p>grafado em letras maiúsculas, sem negrito. Não se</p><p>usa linha acima do nome do signatário;</p><p>b) cargo: cargo da autoridade que expede o</p><p>documento, redigido apenas com as iniciais</p><p>maiúsculas.; e</p><p>c) alinhamento: a identificação do signatário</p><p>deve ser centralizada na página. Recomenda-se</p><p>não deixar a assinatura em página isolada do</p><p>expediente.</p><p>EXEMPLO DE OFÍCIO</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 50</p><p>50 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 51</p><p>51 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Os conjuntos numéricos reúnem diversos</p><p>conjuntos cujos elementos são números. Eles</p><p>são formados pelos números naturais,</p><p>inteiros, racionais, irracionais, reais e</p><p>complexos.</p><p>O ramo da matemática que estuda os</p><p>conjuntos numéricos é a Teoria dos</p><p>Conjuntos. Cada conjunto possui</p><p>características gerais e propriedades</p><p>específicas.</p><p>Eles surgiram e se desenvolveram conforme a</p><p>necessidade humana e, sua história, caminha</p><p>com a história da Matemática.</p><p>Confira abaixo as características de cada um</p><p>deles, tais como: conceito, símbolo e</p><p>subconjuntos.</p><p>O conjunto dos números naturais é</p><p>representado por N. Ele reúne os números que</p><p>usamos para contar (incluindo o zero) e é</p><p>infinito.</p><p>No conjunto dos naturais, há apenas números</p><p>positivos (além do zero). Nele, um novo</p><p>número sempre pode ser obtido ao adicionar</p><p>uma unidade ao número anterior.</p><p>N* = {1, 2, 3, 4, 5..., n, ...} ou N* = N – {0}:</p><p>conjuntos dos números naturais não-nulos, ou</p><p>seja, sem o zero.</p><p>Np = {0, 2, 4, 6, 8..., 2n, ...}, em que n ∈ N:</p><p>conjunto dos números naturais pares.</p><p>Ni = {1, 3, 5, 7, 9..., 2n+1, ...}, em que n ∈ N:</p><p>conjunto dos números naturais ímpares.</p><p>P = {2, 3, 5, 7, 11, 13, ...}: conjunto dos números</p><p>naturais primos.</p><p>O conjunto dos números inteiros é</p><p>representado por Z. Reúne os elementos dos</p><p>números naturais (N) e seus opostos. Assim,</p><p>conclui-se que N é um subconjunto de Z,</p><p>assim, N ⊂ Z (N está contido em Z).</p><p>É possível obter sempre um sucessor, ao</p><p>adicionar uma unidade ao elemento anterior.</p><p>Também é possível obter sempre um</p><p>antecessor, ao subtrair uma unidade do</p><p>anterior.</p><p>O conjunto dos inteiros é infinito, tanto no</p><p>sentido dos negativos como dos positivos.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/numeros-naturais/</p><p>https://www.todamateria.com.br/numeros-inteiros/</p><p>Página 52</p><p>52 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>• Z* = {..., –4, –3, –2, –1, 1, 2, 3, 4, ...} ou</p><p>Z* = Z – {0}: conjuntos dos números</p><p>inteiros não-nulos, ou seja, sem o zero.</p><p>• Z+ = {0, 1, 2, 3, 4, 5, ...}: conjunto dos</p><p>números inteiros e não-negativos. Note</p><p>que Z+ = N.</p><p>• Z*+ = {1, 2, 3, 4, 5, ...}: conjunto dos</p><p>números inteiros positivos e sem o</p><p>zero.</p><p>• Z – = {..., –5, –4, –3, –2, –1, 0}: conjunto</p><p>dos números inteiros não-positivos.</p><p>• Z*– = {..., –5, –4, –3, –2, –1}: conjunto</p><p>dos números inteiros negativos e sem o</p><p>zero.</p><p>O conjunto dos números racionais é</p><p>representado por Q. Reúne todos os números</p><p>que podem ser escritos na forma:</p><p>,</p><p>sendo a e b números inteiros e b ≠ 0.</p><p>Q = {0, ±1, ±1/2, ±1/3, ..., ±2, ±2/3, ±2/5, ..., ±3,</p><p>±3/2, ±3/4, ...}</p><p>Note que todo número inteiro é também</p><p>número racional. Assim, Z é um subconjunto</p><p>de Q.</p><p>Importante ressaltar que as dízimas</p><p>periódicas são números racionais. Elas são</p><p>números decimais que se repetem após a</p><p>vírgula, por exemplo: 1,4444444444... Embora</p><p>possua infinitas casas decimais, pode ser</p><p>escrito como a fração 13/9.</p><p>• Q* = subconjunto dos números</p><p>racionais não-nulos, formado pelos</p><p>números racionais sem o zero.</p><p>• Q+ = subconjunto dos números</p><p>racionais não-negativos, formado pelos</p><p>números racionais positivos e o zero.</p><p>• Q*+ = subconjunto dos números</p><p>racionais positivos, formado pelos</p><p>números racionais positivos, sem o</p><p>zero.</p><p>• Q– = subconjunto dos números</p><p>racionais não-positivos, formado pelos</p><p>números racionais negativos e o zero.</p><p>• Q*– = subconjunto dos números</p><p>racionais negativos, formado pelos</p><p>números racionais negativos, sem o</p><p>zero.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/numeros-racionais/</p><p>Página 53</p><p>53 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>O conjunto dos números irracionais é</p><p>representado por I. Reúne os números</p><p>decimais não exatos com uma representação</p><p>infinita e não periódica, por exemplo:</p><p>3,141592... ou 1,203040...</p><p>Os números irracionais não contêm os</p><p>racionais. São conjuntos sem intersecção.</p><p>O conjunto dos números reais é representado</p><p>por R. Esse conjunto é formado pelos números</p><p>racionais (Q) e irracionais (I). Assim, temos</p><p>que R = Q ∪ I (união entre os racionais e os</p><p>irracionais).</p><p>Além disso, N, Z, Q e I são subconjuntos de R.</p><p>• R*= {x ∈ R│x ≠ 0}: conjunto dos números</p><p>reais não-nulos.</p><p>• R+ = {x ∈ R│x ≥ 0}: conjunto dos</p><p>números reais não-negativos.</p><p>• R*+ = {x ∈ R│x > 0}: conjunto dos</p><p>números reais positivos.</p><p>• R– = {x ∈ R│x ≤ 0}: conjunto dos</p><p>números reais não-positivos.</p><p>• R*– = {x ∈ R│x</p><p>Veja que usamos parênteses no segundo</p><p>número para que o sinal da adição não fique</p><p>“colado” ao negativo, apenas para organizar e</p><p>não ficarem dois sinais juntos.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 55</p><p>55 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Neste caso, o sinal de positivo pode ser</p><p>omitido, desta forma:</p><p>Para somar um número positivo e um negativo,</p><p>o que fazemos na prática é subtrair seus</p><p>valores, prevalecendo o sinal do maior</p><p>número.</p><p>Na soma de 3 + (- 4) os sinais são diferentes,</p><p>assim subtraímos seus valores:</p><p>Como o número de maior valor é negativo, a</p><p>resposta também é negativa, desta forma:</p><p>Regra de sinais para soma e subtração</p><p>Quando são sinais iguais, somam-se os</p><p>valores e o sinal é repetido.</p><p>Quando são sinais diferentes, subtraem-se os</p><p>valores e se utiliza o sinal do maior.</p><p>Multiplicação e divisão de números inteiros</p><p>Para multiplicar ou dividir números inteiros, a</p><p>princípio, as operações devem ser realizadas</p><p>considerando apenas seus valores.</p><p>O resultado será positivo ou negativo,</p><p>dependendo apenas dos sinais serem iguais</p><p>ou diferentes. Ao multiplicar ou dividir</p><p>números inteiros de mesmo sinal o resultado</p><p>será sempre positivo.</p><p>Nos casos de multiplicar ou dividir números</p><p>com sinais diferentes, o resultado será sempre</p><p>negativo.</p><p>Regra de sinais para multiplicação e divisão</p><p>Quando são sinais iguais, o resultado é</p><p>sempre positivo. O que significa dizer que na</p><p>multiplicação e na divisão "menos com menos</p><p>dá mais".</p><p>Quando são sinais diferentes, o resultado é</p><p>sempre negativo. O que significa dizer que na</p><p>multiplicação e na divisão "mais com menos</p><p>dá menos".</p><p>Aprenda mais sobre números inteiros.</p><p>Sinais antes de parênteses</p><p>No caso de sinais antes de expressões entre</p><p>parênteses seguimos as regras:</p><p>Sinal positivo (+) antes dos parênteses: os</p><p>sinais dos termos são mantidos iguais.</p><p>Sinal negativo (-) antes dos parênteses: os</p><p>sinais são trocados.</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>https://www.todamateria.com.br/numeros-inteiros/</p><p>Página 56</p><p>56 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>As equações de primeiro grau são sentenças</p><p>matemáticas que estabelecem relações de</p><p>igualdade entre termos conhecidos e</p><p>desconhecidos, representadas sob a forma:</p><p>ax+b = 0</p><p>Donde a e b são números reais, sendo a um</p><p>valor diferente de zero (a ≠ 0) e x representa o</p><p>valor desconhecido.</p><p>O valor desconhecido é chamado</p><p>de incógnita que significa "termo a</p><p>determinar". As equações do 1º grau podem</p><p>apresentar uma ou mais incógnitas.</p><p>As incógnitas são expressas por uma letra</p><p>qualquer, sendo que as mais utilizadas são x,</p><p>y, z. Nas equações do primeiro grau, o</p><p>expoente das incógnitas é sempre igual a 1.</p><p>As igualdades 2.x = 4, 9x + 3 y = 2 e 5 = 20a +</p><p>b são exemplos de equações do 1º grau. Já as</p><p>equações 3x2+5x-3 =0, x3+5y= 9 não são deste</p><p>tipo.</p><p>O lado esquerdo de uma igualdade é chamado</p><p>de 1º membro da equação e o lado direito é</p><p>chamado de 2º membro.</p><p>Como resolver uma equação de primeiro</p><p>grau?</p><p>O objetivo de resolver uma equação de</p><p>primeiro grau é descobrir o valor</p><p>desconhecido, ou seja, encontrar o valor da</p><p>incógnita que torna a igualdade verdadeira.</p><p>Para isso, deve-se isolar os elementos</p><p>desconhecidos em um dos lados do sinal de</p><p>igual e os valores constantes do outro lado.</p><p>Contudo, é importante observar que a</p><p>mudança de posição desses elementos deve</p><p>ser feita de forma que a igualdade continue</p><p>sendo verdadeira.</p><p>Quando um termo da equação mudar de lado</p><p>do sinal de igual, devemos inverter a operação.</p><p>Assim, se tiver multiplicando, passará</p><p>dividindo, se tiver somando, passará</p><p>subtraindo e vice-versa.</p><p>Exemplo</p><p>Qual o valor da incógnita x que torna a</p><p>igualdade 8x - 3 = 5 verdadeira?</p><p>Solução</p><p>Para resolver a equação, devemos isolar o x.</p><p>Para isso, vamos primeiro passar o 3 para o</p><p>outro lado do sinal de igual. Como ele está</p><p>subtraindo, passará somando. Assim:</p><p>8x= 5 + 3</p><p>8x = 8</p><p>Agora podemos passar o 8, que está</p><p>multiplicando o x, para o outro lado dividindo:</p><p>x = 8/8</p><p>x = 1</p><p>Outra regra básica para o desenvolvimento</p><p>das equações de primeiro grau determina o</p><p>seguinte:</p><p>Se a parte da variável ou a incógnita da</p><p>equação for negativa, devemos multiplicar</p><p>todos os membros da equação por –1. Por</p><p>exemplo:</p><p>– 9x = – 90 . (-1)</p><p>9x = 90</p><p>x = 10</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 57</p><p>57 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>A equação do segundo grau recebe esse</p><p>nome porque é uma equação polinomial cujo</p><p>termo de maior grau está elevado ao</p><p>quadrado. Também chamada de equação</p><p>quadrática, é representada por:</p><p>Numa equação do 2º grau, o x é a incógnita e</p><p>representa um valor desconhecido. Já as</p><p>letras a, b e c são chamadas coeficientes da</p><p>equação.</p><p>Os coeficientes são números reais e o</p><p>coeficiente a tem que ser diferente de zero,</p><p>pois do contrário passa a ser uma equação do</p><p>1º grau.</p><p>Resolver uma equação de segundo grau,</p><p>significa determinar os valores reais de x, que</p><p>tornam a equação verdadeira. Esses valores</p><p>são denominados raízes da equação.</p><p>Uma equação do segundo grau possui no</p><p>máximo duas raízes reais.</p><p>Equações do 2º Grau Completas e</p><p>Incompletas</p><p>As equações do 2º grau completas são</p><p>aquelas que apresentam todos os</p><p>coeficientes, ou seja a, b e c são diferentes de</p><p>zero (a, b, c ≠ 0).</p><p>Por exemplo, a equação 5x2 + 2x + 2 = 0 é</p><p>completa, pois todos os coeficientes são</p><p>diferentes de zero (a = 5, b = 2 e c = 2).</p><p>Uma equação do segundo grau</p><p>é incompleta quando b = 0 ou c = 0 ou b = c =</p><p>0.</p><p>Exemplo 1 — equações do 2° grau incompletas</p><p>•</p><p>•</p><p>•</p><p>Exemplo 2</p><p>Determine os valores de x que tornam a</p><p>equação 4x2 - 16 = 0 verdadeira.</p><p>Solução:</p><p>A equação dada é uma equação incompleta do</p><p>2º grau, com b = 0. Para equações deste tipo,</p><p>podemos resolver, isolando o x. Assim:</p><p>Note que a raiz quadrada de 4 pode ser 2 e - 2,</p><p>pois esses dois números elevados ao</p><p>quadrado resultam em 4.</p><p>Assim, as raízes da equação 4x2 - 16 = 0</p><p>são x = - 2 e x = 2</p><p>Exemplo 3</p><p>Encontre o valor do x para que a área do</p><p>retângulo abaixo seja igual a 2.</p><p>Solução:</p><p>A área do retângulo é encontrada</p><p>multiplicando-se a base pela altura. Assim,</p><p>devemos multiplicar os valores dados e igualar</p><p>a 2.</p><p>(x - 2) . (x - 1) = 2</p><p>Licensed to Thawan Gomes - thawan_ac@hotmail.com - HP1696448548</p><p>Página 58</p><p>58 DUDU PRÉ-CONCURSOS</p><p>Agora vamos multiplicar todos os termos:</p><p>x . x - 1 . x - 2 . x - 2 . (- 1) = 2</p><p>x2 - 1x - 2x + 2 = 2</p><p>x2 - 3x + 2 - 2 = 0</p><p>x2 - 3x = 0</p><p>Após resolver as multiplicações e</p><p>simplificações, encontramos uma equação</p><p>incompleta do segundo grau, com c = 0.</p><p>Esse tipo de equação pode ser resolvida</p><p>através da fatoração, pois o x se repete em</p><p>ambos os termos. Assim, iremos colocá-lo em</p><p>evidência.</p><p>x . (x - 3) = 0</p><p>Para o produto ser igual a zero, ou x = 0 ou (x -</p><p>3) = 0. Contudo, substituindo x por zero, as</p><p>medidas dos lados ficam negativas, portanto,</p><p>esse valor não será resposta da questão.</p><p>Então, temos que o único resultado possível é</p><p>(x - 3) = 0. Resolvendo essa equação:</p><p>x - 3 = 0</p><p>x = 3</p><p>Desta forma, o valor do x para que a área do</p><p>retângulo seja igual a 2 é x = 3.</p><p>Fórmula de Bhaskara</p><p>Quando uma equação do segundo grau é</p><p>completa, usamos a Fórmula de</p><p>Bhaskara para encontrar as raízes da equação.</p><p>A fórmula é apresentada abaixo:</p><p>Fórmula do Delta</p><p>Na fórmula de Bhaskara, aparece a letra</p><p>grega Δ (delta), chamada discriminante da</p><p>equação, pois conforme o seu valor é possível</p><p>saber qual o número de raízes</p>

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