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<p>Sumário teórico</p><p>DUPLO HOMICÍDIO QUALIFICADO</p><p>De uma forma geral, um crime pode ser compreendido como</p><p>uma ação humana proibida por meio de lei, de maneira que tal ato</p><p>pode ser punível com uma certa pena. Essas infrações acontecem</p><p>quando, por exemplo, ocorre uma violação da vida humana, do</p><p>patrimônio, da saúde pública ou da liberdade pessoal. Entre os crimes</p><p>tipificados no Código de Processo Penal (CPP) está o de homicídio,</p><p>com pena de 6 a 20 anos (ANDREUCCI, 2021). Somente em 2019, no</p><p>Brasil, ocorreram quase 48 mil assassinatos, o que mostra a relevância</p><p>do estudo e da análise desse crime por meios periciais, sociais e</p><p>jurídicos. Embora a definição de homicídio seja relativamente simples,</p><p>tal ato contém diversas variantes que podem atenuar ou aumentar a</p><p>pena (BACILA, 2016).</p><p>Nesse sentido, o homicídio pode ser doloso, em que o indivíduo tem a</p><p>intenção de matar o outro; ou culposo, em que o indivíduo não tem a</p><p>intenção de cometer tal ato. Paralelamente, é possível haver</p><p>qualificadoras que correspondem a agravantes do crime como o</p><p>pagamento pelo homicídio; motivos fúteis; uso de venenos, fogos,</p><p>explosivos ou outro meio cruel para o assassinato; uso de</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 1/8</p><p>emboscadas; ou utilizando meios como ocultação para uma possível</p><p>impunidade ou vantagem de outro crime (VELHO; GEISER;</p><p>ESPÍNDULA, 2013). Além disso, o número de mortes resultantes da</p><p>ação infratora (duplo homicídio ou triplo homicídio, por exemplo)</p><p>também influencia na pena que, juntamente às qualificadoras, podem</p><p>aumentar a pena de 12 a 30 anos de reclusão (BACILA, 2016).</p><p>Em casos de crimes, entre eles o de homicídio, é necessária uma</p><p>avaliação pericial acerca da cena de crime. A perícia compreende um</p><p>amplo conjunto de análises técnicas baseadas em preceitos científicos</p><p>com o intuito de fornecer provas para serem utilizadas na esfera</p><p>judicial (ANDREUCCI, 2021). Tais procedimentos técnico-científicos</p><p>são realizados por peritos, que podem exercer o seu ofício na perícia</p><p>médico-legal ou criminalística. Essas atividades estão reguladas por</p><p>um conjunto de artigos presente no CPP, que incluem os artigos 149,</p><p>158-184 e 275-281 (BITTAR, 2021).</p><p>Nesse sentido, atividades periciais podem ser feitas em indivíduos</p><p>vivos ou em cadáveres de modo a avaliar lesões corporais, conjunções</p><p>carnais, causa e tempo de morte e identificação humana. A perícia</p><p>pode ser realizada em cenas de crime com o intuito de recuperar</p><p>projéteis, coletar insetos possivelmente relacionados ao crime, revelar</p><p>impressões digitais e sangue, além de recolher esperma e materiais</p><p>para a identificação genética de indivíduos provavelmente relacionados</p><p>ao crime. Cabe salientar que as atividades periciais não se restringem</p><p>somente a essas ações, mas sim a várias outras questões que</p><p>necessitem de esclarecimento técnico-científico em procedimentos</p><p>judiciais (COSTA FILHO, 2015).</p><p>Ao chegar em uma cena de crime, o perito pode encontrar vários</p><p>vestígios que podem estar relacionados ao ato infracional. Tais</p><p>vestígios são conhecidos como corpo de delito e compreendem uma</p><p>vasta gama de elementos materiais que serão avaliados pelo perito a</p><p>fim de obter conclusões técnico-científicas sobre o caso (ANDREUCCI,</p><p>2021). Assim, a análise do corpo de delito é crucial e, por isso,</p><p>obrigatória, em infrações penais que resultem em vestígios (art. 158 do</p><p>CPP) a fim de determinar a materialidade do crime, acidente ou</p><p>suicídio (BITTAR, 2021).</p><p>Entre os diversos tipos de conhecimentos que podem ser aplicados</p><p>para a elucidação técnico-científica estão a tanatologia forense, a</p><p>toxicologia forense, a entomologia forense, a genética forense e a</p><p>biologia forense. A tanatologia forense estuda os eventos e os sinais de</p><p>morte com o intuito de identificar a causa e o intervalo post-mortem.</p><p>Por sua vez, a toxicologia forense está relacionada à análise de</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 2/8</p><p>substâncias e secreções coletadas de crimes, auxiliando na</p><p>identificação de compostos relacionados à infração penal (VELHO;</p><p>GEISER; ESPÍNDULA, 2013).</p><p>A genética forense e a entomologia forense fazem parte do grande</p><p>conjunto de subáreas incluídas na biologia forense.</p><p>A genética forense é o estudo do material genético encontrado em</p><p>secreções vestigiais a fim de identificar ou relacionar indivíduos com o</p><p>material coletado (SANTOS, 2018). A entomologia forense atua no</p><p>estudo de insetos encontrados em cenas de crime, auxiliando na</p><p>detecção de compostos presentes em cadáveres e na determinação do</p><p>intervalo post-mortem. Cabe salientar que essas áreas não estão</p><p>somente restritas a tais finalidades, apresentando um amplo escopo de</p><p>atuação relacionado a outras áreas em subáreas de forma dinâmica</p><p>(BITTAR, 2021).</p><p>O desenvolvimento e a aplicação da genética para o auxílio em</p><p>investigações forenses são recentes. Na década de 1980 aconteceram</p><p>os primeiros registros do seu uso, sendo utilizada parar resolver uma</p><p>disputa imigratória no Reino Unido. As análises de evidências</p><p>avaliando o ácido desoxirribonucleico (DNA) em casos criminais foram,</p><p>primeiramente, utilizadas em 1986, inocentando um indivíduo que</p><p>confessou um assassinado de duas mulheres no Reino Unido e</p><p>identificando o seu real assassino. No decorrer dos últimos anos, o uso</p><p>da genética tem um importante papel na área forense, pois se tornou</p><p>uma prova técnico-científica robusta e confiável na identificação de</p><p>indivíduos (GOODWIN; LINACRE; HADI, 2011).</p><p>O DNA é uma longa fita dupla, constituído por bases de nucleotídeos</p><p>encontradas no interior das células envolvidas pela membrana nuclear.</p><p>Com base na sua extração, amplificação e sequenciamento é possível</p><p>identificar um indivíduo, sendo essa uma das ferramentas mais</p><p>utilizadas na genética forense. Além do DNA nuclear, também se pode</p><p>encontrar o DNA mitocondrial que está contido no interior das</p><p>mitocondriais. Esse DNA é de origem materna e bastante utilizado em</p><p>casos nos quais o DNA nuclear está degradado (NELSON;</p><p>LEHNINGER; COX, 2012).</p><p>É importante salientar que as análises realizadas pelo geneticista</p><p>forense podem variar consideravelmente, dependendo do material</p><p>coletado em cenas de crime, testes de parentesco e identificações de</p><p>restos mortais. Em alguns casos, pode até ser usado para a análise de</p><p>DNA de plantas e de animais, incluindo insetos e microrganismos</p><p>(GOODWIN; LINACRE; HADI, 2011). Todavia, após a preparação da</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 3/8</p><p>amostra, os materiais são, geralmente, analisados utilizando as</p><p>mesmas técnicas e os métodos que incluem reação em cadeia da</p><p>polimerase (PCR) e eletroforese, de modo a identificar as suas</p><p>sequências curtas repetidas em tandem (STRs) ou polimorfismos de</p><p>base única (SNPs) (NELSON; LEHNINGER; COX, 2012).</p><p>As STRs compreendem as regiões do DNA que apresentam pequenas</p><p>sequências repetidas de nucleotídeos (entre 2 a 4 bases) em certos</p><p>intervalos do material genético que variam entre indivíduos, ao passo</p><p>que as SNPs são várias sequência repetidas de apenas um</p><p>nucleotídeo no DNA. Dessa forma, as STRs variam de indivíduo para</p><p>indivíduo, podendo ser utilizadas para identificar ou relacionar um</p><p>indivíduo a um certo material genético (CORTE-REAL; VIERA, 2015).</p><p>Cabe salientar que as amostras submetidas às análises da genética</p><p>forense apresentam concentrações muito baixas de DNA, de forma</p><p>que por meio da PCR é possível um aumento expressivo na</p><p>concentração do material genético possibilitando, assim, a análise da</p><p>amostra através da eletroforese, que identifica os padrões de</p><p>nucleotídeos presentes no material em questão (VAN OORSCHOT et</p><p>al., 2010).</p><p>Atualmente, há um grande volume de amostras recuperadas de cenas</p><p>de crime ou coletadas como amostras de referências de suspeitos e</p><p>vítimas para a análise do perfil genético em laboratórios forenses.</p><p>Nesse sentido, o papel do profissional forense dentro do processo</p><p>investigativo é comparar amostras recuperadas de cenas de crime com</p><p>a de prováveis suspeitos e vítimas, resultando em um relatório que</p><p>pode ser apresentado como prova técnico-científica na esfera judicial</p><p>(GOODWIN; LINACRE; HADI, 2011).</p><p>Além de ferramentas genéticas, outra alternativa para a avaliação de</p><p>cenas de crime se dá pelo uso da entomologia forense, que utiliza</p><p>como objeto de estudo as interações de insetos com cenas de crime.</p><p>Isso acontece porque durante o processo de decomposição ocorre</p><p>uma colonização por sucessivas classes de diferentes insetos</p><p>possibilitando uma estimativa de intervalo post-mortem (MONA et al.,</p><p>2019).</p><p>Os insetos têm ciclos de vida constantes e predeterminados, que foram</p><p>relatados extensivamente na literatura de forma que cada espécie tem</p><p>uma sequência única de metamorfose. Cabe salientar que após a sua</p><p>coleta em cenas de crime, os insetos devem ser maturados em um</p><p>ambiente controlado, em condições de temperatura, umidade e</p><p>fotoperíodo, por exemplo, controladas, para que a estimativa do</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 4/8</p><p>intervalo post-mortem possa ser determinada de maneira acurada</p><p>(VELHO; GEISER; ESPÍNDULA, 2013).</p><p>Entre as espécies necrófagas, as moscas da classe Diptera e os</p><p>besouros da classe Coleoptera são considerados os mais importantes</p><p>agentes colonizadores de cadáveres. Isso se deve ao fato de que os</p><p>estágios imaturos desses insetos utilizam material em decomposição</p><p>como fonte de alimento para o seu desenvolvimento. Dessa forma, por</p><p>meio da identificação acurada das espécies e do desenvolvimento de</p><p>larvas e insetos encontrados em cenas de crime é possível obter</p><p>dados importantes sobre a cena de crime e uma estimativa do intervalo</p><p>post-mortem (MONA et al., 2019).</p><p>A avaliação do estágio de putrefação dos restos mortais pode ser</p><p>associada a diferentes tipos de insetos em seus respectivos estágios</p><p>de desenvolvimento. Estudos demonstram que a matéria morta fresca</p><p>atrai moscas (Calliphoridae) nos primeiros 3 meses (PUJOL-LUZ;</p><p>ARANTES; CONSTANTINO, 2008). Com a subsequente</p><p>decomposição da matéria orgânica, outras espécies de moscas são</p><p>atraídas, principalmente as da classe Sarcophagidae. Besouros da</p><p>classe Coleoptera são atraídos no período de 4 a 8 meses de</p><p>decomposição, ao passo que ácaros podem ser encontrados no</p><p>período de 1 a 12 meses (GONÇALVES, 2014).</p><p>Embora os ciclos de vida dos insetos sejam fixos e previsíveis, certos</p><p>fatores ambientais podem encurtar ou prolongar o seu tempo de</p><p>maturação. As principais variações que podem afetar o</p><p>desenvolvimento de insetos são a temperatura e a umidade. Em</p><p>regiões ou estações de maior temperatura ocorre um maior</p><p>desenvolvimento da fauna cadavérica, ao passo que a condição</p><p>inversa reduz o seu desenvolvimento (PUJOL-LUZ; ARANTES;</p><p>CONSTANTINO, 2008). Além disso, outras condições também podem</p><p>afetar a maturação de insetos como, por exemplo, a presença de</p><p>sombras, a quantidade de chuva e a presença de drogas no cadáver.</p><p>Assim, cabe ao perito avaliar a cena de crime a fim de observar</p><p>possíveis fatores que possam influenciar no desenvolvimento de</p><p>insetos caso seja empregado algum estudo relativo ao campo da</p><p>entomologia forense (MONA et al., 2019).</p><p>Cabe salientar que os insetos podem auxiliar em outros aspectos</p><p>como, por exemplo, verificar se o local de morte de um indivíduo é o</p><p>mesmo da cena de crime. Diferentes espécies de insetos habitam</p><p>uma respectiva região, havendo diferenças na sua distribuição em</p><p>pontos geográficos distintos (GONÇALVES, 2014). Para tanto, em</p><p>delitos decorrentes do translado do cadáver do local do crime para</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 5/8</p><p>outra localidade, é possível verificar tal mudança do cadáver</p><p>comparando os insetos encontrados na sua fauna cadavérica com os</p><p>insetos encontrados no local em que o corpo foi localizado.</p><p>Por sua vez, a análise do perfil químico de insetos que colonizam um</p><p>certo cadáver pode ser utilizada para verificar a presença de possíveis</p><p>drogas ou outros compostos de interesse forense no cadáver (PUJOL-</p><p>LUZ; ARANTES; CONSTANTINO, 2008). Estudos recentes também</p><p>demonstram o potencial de insetos para a identificação de suspeitos</p><p>relacionados a uma cena de crime. Com base nessas possíveis</p><p>aplicações da entomologia forense para a avaliação técnico-científica</p><p>de cenas de crime é possível verificar que esse campo de estudo é</p><p>extremamente vasto e tão importante quanto a avaliação de materiais</p><p>genéticos, as impressões digitais e a análise balística (MONA et al.,</p><p>2019).</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>ANDREUCCI, R. A. Manual de direito penal. São Paulo: Saraiva,</p><p>2021.</p><p>BACILA, C. A. Introdução ao direito penal e à criminologia.</p><p>Curitiba:InterSaberes, 2016.</p><p>BARBOSA, R.; ROMANO, L. História e importância da genética na</p><p>área forense. Saúde em Foco, v. 10, p. 300-307, 2018.</p><p>BITTAR, N. Medicina legal e noções de criminalística. Indaiatuba:</p><p>Foco, 2021.</p><p>CANEPARO, M. F. C. et al. Entomologia médico-criminal. Estudos de</p><p>Biologia, v. 34, n. 83, p. 215-223, 2012.</p><p>CORTE-REAL, F.; VIEIRA, D. N. Princípios de genética forense.</p><p>Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2015.</p><p>COSTA FILHO, P. E. G. Medicina legal e criminalística. 2. ed. Lisboa:</p><p>LeYa, 2015.</p><p>GONÇALVES, R. E. M. Entomologia forense e cronotanatognose:</p><p>insetos de importância médico-legal. Brazilian Journal of Forensic</p><p>Sciences, Medical Law and Bioethics, v. 3, n. 3, p. 200-207, 2014.</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 6/8</p><p>GOODWIN, W.; LINACRE, A.; HADI, S. An introduction to forensic</p><p>genetics. Chichester: John Wiley & Sons, 2011.</p><p>LIMA, L. F. C.; FIGUEIRA JUNIOR, E.; PERCORARO, P. V. B. F.</p><p>Viabilidade da utilização de DNA dental na identificação humana em</p><p>corpos carbonizados. Revista Interdisciplinar do Direito, v. 10, n. 2,</p><p>p. 458-463, 2017.</p><p>MIRANDA, G. H. B.; COSTA, K. A.; LUZ, J. R. P. Vestígios</p><p>entomológicos. Campinas: Millenium, 2013.</p><p>MONA, S. et al. Forensic entomology: a comprehensive review.</p><p>Advancements in Life Sciences, v. 6, n. 2, p. 48-59, 2019.</p><p>NELSON, D. L.; LEHNINGER, A. L.; COX, M. M. Lehninger principles</p><p>of biochemistry. 6. ed. Nova York: Macmillan, 2012.</p><p>PINHEIRO, D. et al. Variáveis na estimativa do intervalo pós-morte por</p><p>métodos de entomologia forense. Enciclopédia Biosfera, v. 8, n. 14,</p><p>p. 1442-1458, 2012.</p><p>PINTO, L. B.; CAPUTO, I. G. C.; PEREIRA, M. M. I. Importância do</p><p>DNA em investigações forenses: análise de DNA mitocondrial.</p><p>Brazilian Journal of Forensic Sciences, Medical Law and</p><p>Bioethics, v. 6, n. 1, p. 84-107, 2016.</p><p>PUJOL-LUZ, J. R.; ARANTES, L. C.; CONSTANTINO, R. Cem anos da</p><p>entomologia forense no Brasil (1908-2008). Revista Brasileira de</p><p>Entomologia, v. 52, p. 485-492, 2008.</p><p>SANTOS, A. E. As principais linhas da biologia forense e como</p><p>auxiliam na resolução de crimes. Revista Brasileira de</p><p>Criminalística, v. 7, n. 3, p. 12-20, 2018.</p><p>SANTOS, W. E. Papel dos besouros (Insecta, Coleoptera) na</p><p>entomologia forense. Revista Brasileira de Criminalística, v. 3, n. 2,</p><p>p. 36-40, 2014.</p><p>SOUSA, J. M.; QUEIROZ, P. R. M. Coleta e preservação de vestígios</p><p>biológicos para análises criminais por DNA. Ensaios de Ciências</p><p>Biológicas, Agrárias e da Saúde, v. 16, n. 3, p. 99-115, 2012.</p><p>SOUZA, C. S.; NASCIMENTO, F. L. Feminicídio e a pandemia de</p><p>covid-19: perícia criminal e a tipificação do crime de violência de</p><p>gênero no direito. Boletim de Conjuntura, v. 6, n. 17, p. 111-134,</p><p>2021.</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 7/8</p><p>VAN OORSCHOT, R. A. H. et al. Forensic</p><p>trace DNA: a review.</p><p>Investigative genetics, v. 1, n. 1, p. 1-17, 2010.</p><p>VELHO, J. A.; GEISER, G. C.; ESPÍNDULA, A. Ciências forenses:</p><p>uma introdução às principais áreas da criminalística moderna.</p><p>Campinas: Millenium, 2013.</p><p>Anterior Próximo </p><p>U2 </p><p>05/09/2024, 16:24 Duplo Homicídio Qualificado :: Plataforma A</p><p>https://estacio.grupoa.education/sagah/object/default/86089619 8/8</p>