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<p>12/08</p><p>Fraturas em Buco Maxilo Facial</p><p>1. Fraturas de Mandíbula</p><p>• Alterações oclusais (dentes não se encaixam mais);</p><p>• Desvio a abertura (pressão nos músculos);</p><p>• Faixa de movimentação alterada;</p><p>• Dor localizada;</p><p>• Lacerações (corte), equimose ou hematoma (sangue</p><p>espalhado);</p><p>• Déficits neurossensoriais do nervo alveolar inferior</p><p>(fragmento de osso lesionou o osso);</p><p>• Alterações no contorno facial ou formato da arcada;</p><p>• Sangue no meato acústico externo;</p><p>• Mobilidade dos segmentos ósseos ou degraus que</p><p>sejam palpáveis;</p><p>Podem ocorrer lesões isoladas ou em associação com outras</p><p>fraturas faciais.</p><p>50% dos pacientes com trauma maxilofacial tem pelo menos</p><p>uma fratura mandibular associada, e 33% de lesões no terço</p><p>médio da face ocorrem em conjunto com as fraturas</p><p>mandibulares. Miloro, 2008; Fonseca, 2014.</p><p>➢ Etiologia (depende do local estudado).</p><p>o Grandes centros, acidentes de trânsito,</p><p>desportivos, agressão física).</p><p>As fraturas podem ser de mandíbulo podem ser classificadas</p><p>como de côndilo, coronóide, ramo, ângulo, corpo, sínfise,</p><p>processo alveolar.</p><p>Fratura de côndilo geralmente ocorre por meio de quedas em</p><p>que o paciente cai de mento (queixo) no chão.</p><p>Fratura de ângulo geralmente acontece quando o paciente há</p><p>siso incluso.</p><p>ABERTA</p><p>Fratura exposta (interna e externamente).</p><p>FECHADA</p><p>Não ocorre lesão nos tecidos externos.</p><p>SIMPLES traço único.</p><p>COMPOSTA vários traços de fratura.</p><p>PARCIAL OU INCOMPLETA fratura em galho verde (osso quebra,</p><p>mas está pendurado por algum motivo).</p><p>COMINUTIVA vários fragmentos (estilhaços de osso geralmente</p><p>ocorre por fratura ou ferimento por arma de fogo).</p><p>12/08</p><p>FRATURA DIRETA</p><p>Fratura no local onde ocorreu o trauma.</p><p>FRATURA INDIRETA</p><p>Fratura distante do local onde ocorreu o trauma (ex quando</p><p>o paciente cai de mento (queixo) geralmente o impacto da</p><p>queda irradia para o côndilo).</p><p>FRATURAS FAVORÁVEIS</p><p>Não ocorre deslocamento dos fragmentos na ação muscular.</p><p>- Quando o traço de fratura está contra a ação muscular.</p><p>Paciente abre a boca normalmente, não se consegue notar</p><p>fraturas.</p><p>FRATURA DESFAVORÁVEIS</p><p>Ocorre deslocamento dos fragmentos na ação muscular.</p><p>- Quando o traço de fratura está a favor da ação muscular.</p><p>Paciente abre a boca com deslocamento, se consegue notar</p><p>a fratura.</p><p>ACESSO INTRAORAL</p><p>Acesso por dentro da boca em mandíbula.</p><p>ACESSO EXTRAORAL</p><p>Acesso por fora da boca em mandíbula.</p><p>ACESSO CIRÚRGICO</p><p>➢ Intrabucal</p><p>➢ Extrabucal</p><p>TRATAMENTO</p><p>➢ Fixação rígida:</p><p>o Permite função mastigatória;</p><p>o Melhor conforto, higiene e nutrição;</p><p>➢ Fixação não rígida:</p><p>o Permite função mastigatória;</p><p>o Bloqueio maxilo-mandibular obrigatório;</p><p>BARRA DE ERICH utilizada quando há necessidade de limitar o</p><p>movimento maxilo mandibular.</p><p>PLACAS DE RECONSTRUÇÃO quando precisa-se reconstruir uma</p><p>estrutura grande ou para fraturas com perda óssea.</p><p>PLACAS E PARAFUSOS são diferentes em tamanho, disponíveis</p><p>no tamanho mini, micro. O tamanho depende da região pois</p><p>são utilizadas em áreas mais delicadas.</p><p>12/08</p><p>METÁLICO titânio comercialmente puro.</p><p>ABSORVÍVEIS Co-polimeros Bio-inertes, indicada apenas em</p><p>crianças.</p><p>2. Fraturas em Terco medio</p><p>da Face</p><p>Começaram a ser estudados por René Le Fort, em 1901.</p><p>Aumentaram consideravelmente nas últimas três décadas.</p><p>• Aprimoramento da tecnologia automotiva;</p><p>• Violência física;</p><p>• Aprimoramento físico dos esportistas;</p><p>LE FORT I</p><p>Fratura horizontal.</p><p>LEFORT II</p><p>Fratura piramidal.</p><p>LEFORT III</p><p>Disjunção crânio-facial.</p><p>LE FORT I LE FORT II LE FORT III</p><p>Má oclusão Má oclusão Má oclusão</p><p>Terço médio</p><p>alargado</p><p>(deslocamento da</p><p>espinha nasal)</p><p>Nariz e arco</p><p>dental se movem</p><p>juntos (fratura</p><p>nasal e maxilar)</p><p>Mobilidade</p><p>dentária</p><p>Maxila móvel Epistaxe</p><p>(sangramento</p><p>nasal)</p><p>Face alongada e</p><p>achatada</p><p>Edema Edema facial e</p><p>peri-orbital</p><p>Sangramento</p><p>Equimose facial Equimose Perda de</p><p>consciência (pode</p><p>afetas base do</p><p>crânio)</p><p>- Hemorragia</p><p>subconjuntival</p><p>Rinorreia Liquórica</p><p>- Parestesia</p><p>suborbitária</p><p>Epistaxe</p><p>- Rinorreia Liquórica</p><p>(secreção em</p><p>nariz)</p><p>Edema facial e</p><p>peri-orbital</p><p>- - Parestesia</p><p>suborbitária</p><p>Fraturas de Le Fort são fraturas conjugadas (associadas) ou</p><p>somente fratura de maxila. Fratura que sejam isoladas como</p><p>fratura nasal, fratura de órbita não entram na classificação de</p><p>Le Fort, são lesões isoladas e classificadas de acordo com o</p><p>osso afetado.</p><p>- Fratura horizontal.</p><p>- Começa na base da abertura piriforme correndo pelos seios</p><p>maxilares, bilateralmente, até a porção inferior da apófise</p><p>pterigóide do osso esfenóide.</p><p>12/08</p><p>- Fratura piramidal.</p><p>- Trauma na região da sutura fronto-nasal, onde a fratura</p><p>desce pelo assoalho infraorbital, correndo para a parte posterior</p><p>da maxila, até a fosse pterigomaxilar.</p><p>- Disjunção crânio-facial.</p><p>- Trauma na região da sutura fronto-nasal desce pelo assoalho</p><p>da órbita, osso lacrimal, correndo pela sutura fronto-zigomática</p><p>passando pela parede posterior da maxila alcançando a fossa</p><p>pterigóide.</p><p>- Fraturas de Le Fort.</p><p>- Fixação interna rígida (uso de placas e parafusos).</p><p>Cirurgia</p><p>Paraendodontica</p><p>“Apicectomia é a cirurgia dos mil detalhes”</p><p>A endodontia tem uma taxa de sucesso elevada (78%) porém</p><p>quando há falhas no tratamento é comum uma divergência</p><p>em relação a melhor conduta clínica.</p><p>CAUSAS DO INSUCESSO</p><p>• Infiltração apical-total;</p><p>• Obturação incompleta;</p><p>• Canal não obturado;</p><p>• Ponta de Ag removida indevidamente;</p><p>• Erro operatório - total;</p><p>• Perfuração de raiz;</p><p>• Extravasamento extenso;</p><p>• Instrumento fraturado;</p><p>• Erro na seleção do caso – total;</p><p>• Reabsorção radicular externa;</p><p>• Consistência de lesão periapical periodontal;</p><p>• Desenvolvimento de cisto apical;</p><p>• Dente despolpado adjacente;</p><p>• Canal acessório não obturado;</p><p>Quando fazer? O retratamento já foi tentado? Por que</p><p>retratar? Quando retratar?</p><p>PRIMEIRA OPÇÃO DE TRATAMENTO</p><p>Indicações:</p><p>Infecções intraradiculares ineficientes, selamentos coronários</p><p>ineficientes, obturação indevida, perfurações pequenas.</p><p>Vantagens: Mantém o dente natural em função e utiliza de</p><p>procedimentos menos invasivos.</p><p>Dentes com insucesso ao tratamento endodôntico</p><p>Retratamento Cirurgia</p><p>Paraendodôntica</p><p>Implante</p><p>Prótese</p><p>Exodontia</p><p>Curetagem</p><p>Apicectomia</p><p>Retratamento</p><p>com</p><p>Retrobturação</p><p>12/08</p><p>Desvantagens: Pode não remover totalmente a infecção ou</p><p>vedação incompleta do canal.</p><p>Abertura de janela óssea para remoção dos possíveis agentes</p><p>infecciosos causais presentes na porção apical da raiz.</p><p>Terminologia: cirurgia perirradicular; cirurgia apical, cirurgia</p><p>periapical.</p><p>Prognóstico: taxa de sucesso (55-65%). Conscientizar é uma</p><p>tentativa de tratamento. Em casos de insucesso, o dente</p><p>estará condenado = indicação de exodontia.</p><p>Indicações:</p><p>1. Problemas anatômicos que impedem desbridamento</p><p>/obturação;</p><p>Curvatura radicular grave</p><p>2. Fratura horizontal da raiz com necrose;</p><p>3. Acidentes, complicações e iatrogenias no tratamento</p><p>endodôntico;</p><p>Extravasamento do material obturador</p><p>4. Grandes lesões periapicais que não regridem;</p><p>5. Persistência de sintomatologia após obturação do</p><p>canal e/ou insucesso no tratamento (mais de uma</p><p>vez);</p><p>6. Material que impeça o tratamento ou retratamento</p><p>INFLAMATÓRIO X DESENVOLVIMENTO</p><p>O ápice dentário pode estar associado a lesão cística em duas</p><p>situações:</p><p>Lesão inflamatória > causa</p><p>Lesão de desenvolvimento em que o ápice de dentes</p><p>adjacentes estejam em íntimo contato.</p><p>12/08</p><p>CIRURGIA PERIAPICAL</p><p>Aspectos anatômicos (fossa nasal, seio maxilar, artéria palatina).</p><p>• Curetagem periapical;</p><p>• Apicectomia;</p><p>CURETAGEM PERIAPICAL</p><p>Cirurgia periapical deve ser realizada em região apical.</p><p>APICECTOMIA</p><p>Tratamento endodôntico aquém do ápice radicular.</p><p>CIRURGIA PERIAPICAL – RETROGADAS</p><p>Apicectomia com Obturação retrógada</p><p>Tratamento endodôntico muito aquém do ápice radicular.</p><p>Retroinstrumentação e obturação retrógada</p><p>Impossibilidade de endodontia via coronária.</p><p>É a curetagem cirúrgica de tecido periapical patológico.</p><p>INDICAÇÕES:</p><p>• Quando queremos acelerar o processo de reparo</p><p>ósseo e o retratamento esta satisfatório.</p><p>• Nos casos de sobreobturação, extravasamento de</p><p>material obturador.</p><p>É a curetagem do tecido periapical patológico seguida da</p><p>remoção cirúrgica do ápice radicular.</p><p>• De 2 a 33 mm do ápice radicular;</p><p>• Corte radicular “levemente biselado para vestibular”</p><p>ou 90º;</p><p>• Utilizar ponta diamantada tronco cônica (3070, 4138);</p><p>• Tradicionalmente realizada em bisel;</p><p>• De 30 ou 45º:</p><p>o Vantagens: facilidade de visualização do</p><p>extremo apical; acesso direto ao forame;</p><p>o Desvantagens: há um aumento na chance</p><p>de microinfiltração apical;</p><p>Tendência atual:</p><p>• Ressecção apical com broca em 90º com o longo</p><p>eixo dentário;</p><p>o Vantagens: redução da microinfiltração</p><p>apical; remoção de menor quantidade de</p><p>tecido dentário;</p><p>o Desvantagens: dificuldade de acesso e de</p><p>visualização do conduto radicular;</p><p>12/08</p><p>Consiste na:</p><p>• Curetagem periapical;</p><p>• Amputação do ápice radicular (2 a 3 mm, biselado</p><p>ou em 90º);</p><p>• Selamento do extremo radicular por via apical;</p><p>CIRURGIA PERIAPICAL</p><p>→ Vedamento do ápice;</p><p>→ Reinserção do ligamento periodontal;</p><p>→ Regeneração do osso alveolar;</p><p>CIRURGIA PERIAPICAL</p><p>EXAME CLÍNICO</p><p>- Oportunidade de obturação do conduto radicular, quando</p><p>possível.</p><p>- Avaliação da oclusão.</p><p>EXAME RADIOGRÁFICO</p><p>- Processo periapical;</p><p>- Raiz;</p><p>- Periodonto;</p><p>- Qualidade da endodontia;</p><p>“Tomografia de feixe cônico podem esclarecer suspeitas de</p><p>fraturas radiculares não observáveis de maneira adequeda nas</p><p>tomadas raiográficas; melhor delimitação anatômica”.</p><p>IMEDIATO</p><p>- Medicação;</p><p>- Recomendações gerais;</p><p>- Controle do edema;1</p><p>MEDIATO</p><p>- Acompanhamento clínico;</p><p>- Acompanhamento radiográfico:</p><p>- 1 mês;</p><p>- 3 meses;</p><p>- 6 meses;</p><p>- Anual;</p><p>INCISÃO DE PARTSCH</p><p>INCISÃO DE NEUMANN OU L ABERTO</p><p>INCISÃO DE NEUMANN</p><p>Cirurgia Periapical:</p><p>1. Desenho do retalho;</p><p>2. Incisão e divulsão mucoperiosteal;</p><p>12/08</p><p>OSTEOCTOMIA (OBJETIVOS)</p><p>- Localizar o ápice radicular;</p><p>- Propiciar acesso a lesão periapical;</p><p>1. Paciente sexo masculino, 32 anos.</p><p>Queixa principal: cai de moto.</p><p>Suspeita de fratura de maxila (Le Fort 1)</p><p>Acesso intraoral, deslocamento da maxila, placas e parafusos</p><p>e barra de Erich para não perder referência.</p><p>2. Paciente sexo masculino, 46 anos.</p><p>Queixa principal: elevador caiu no meu rosto.</p><p>Suspeita de Le Fort III.</p><p>Acesso coronal, deslocamento da inserção do cabelo, acesso</p><p>subciliar e um pouco de acesso infraorbitário, mais fixação</p><p>com as placas de tamanho devido para as áreas.</p>