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Prova N1 HAM VII 2023-1

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Isabella

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Questões resolvidas

Criança de dois meses de idade é admitida em pronto atendimento. Mãe refere tosse similar a grito de foca e dificuldade para respirar iniciados há cerca de 2 horas. Ao exame: criança no colo da mãe, bastante chorosa, irritada, hipocorada leve, retração de fúrcula e tiragem subdiafragmática moderadas, estridor audível sem estetoscópio, saturação 91% em ar ambiente. Pulsos cheios, perfusão capilar periférica imediata. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Tax 39°C. Em relação a esse quadro é CORRETO afirmar que:

a) o tratamento inclui uso de epinefrina nebulizada.
b) trata-se de quadro de doença de parênquima.
c) o uso de corticoide inalatório faz parte do tratamento.
d) essa criança deve ser posicionada na maca imediatamente.
e) deve ser iniciada antibioticoterapia de largo espectro.

Uma criança de 4 anos de idade é trazida ao pronto atendimento pelo serviço de emergência. Eles referem que a criança estava em uma van escolar que sofreu uma batida frontal. Estava utilizando somente cinto abdominal. A criança encontra-se bastante sonolenta, de despertar difícil e falando palavras desconexas. Sua frequência cardíaca está em 160bpm, saturação 93% em ar ambiente e pressão arterial 80x40mmHg. Os pulsos periféricos estão finos e a perfusão capilar periférica é de 5 segundos. Após iniciar oxigenoterapia suplementar e puncionar um acesso venoso, sua PRIORIDADE deve ser:

a) prescrever concentrado de hemácias 10ml/kg.
b) realizar expansão com soro fisiológico 0,9% 20ml/kg.
c) proceder a intubação orotraqueal após sedação.
d) realizar expansão com soro glicosado 5% 20ml/kg.
e) iniciar epinefrina em bomba de infusão 0,1mcg/kg/min.

Sua equipe é chamada para atender uma criança de 7 anos que se encontra internada há 48 horas com quadro de meningite bacteriana. Ela já se encontra em oxigenoterapia por máscara a 10L/min. A enfermagem está preocupada pois ela parou de responder e está cianótica. Ao chegar vocês notam a criança com padrão respiratório irregular, frequência respiratória 7irpm, frequência cardíaca 78bpm e saturação 65%. Após iniciar a ventilação assistida a saturação sobe para 98%, porém a criança não assume padrão respiratório regular. Sua próxima conduta DEVE SER:

a) manter a ventilação assistida até que o paciente assuma padrão regular.
b) iniciar as manobras de ressuscitação cardiopulmonar 15:2.
c) proceder a intubação orotraqueal e acoplar o paciente à ventilação mecânica.
d) manter a oxigenação com máscara não reinalante aumentando fluxo para 15L/min.
e) iniciar ventilação não invasiva com FiO2 de 100%.

Você está atendendo uma criança de 6 anos de idade com história prévia de asma. Ele apresenta uma frequência respiratória de 40irpm e uma frequência cardíaca de 134bpm. Sua pressão arterial é normal. A saturimetria em ar ambiente está em 90%, subindo para 95% em oxigenoterapia por máscara a 10L/min. A ausculta revela sibilos expiratórios difusos e uso de musculatura acessória com tiragem intercostal e subdiafragmática. Ao classificar o grau de dificuldade respiratória desse paciente você define por:

a) Desconforto respiratório leve.
b) Desconforto respiratório moderado.
c) Insuficiência respiratória.
d) Parada respiratória iminente.
e) Desconforto respiratório importante.

Você está tratando um bebê de 2 meses internado para tratamento de condição viral que cursa com taquipneia e esforço leves. Ao exame físico apresenta sibilância em ambos os hemitórax. O estado geral está preservado. A saturação se mantém acima de 94% com O2 suplementar em cateter nasal a 1L/min. Em seu tratamento, considerando a condição clínica mais provável, é CORRETO afirmar que:

a) A aspiração de secreções nasais deve ser realizada de rotina em todos os pacientes.
b) O uso de beta 2 inalatório é obrigatório em seu manejo e tratamento.
c) O uso de corticosteroides endovenosos altera o curso da doença, estando indicado.
d) A saturação alvo desse paciente deve ser acima de 98%.
e) O suporte ventilatório deve ser trocado caso haja piora importante do padrão respiratório.

Uma criança de 4 anos de idade é trazida à emergência devido à palidez intensa e sudorese. Os pais referem que ela esteve gripada na semana anterior, tendo sido diagnosticada com COVID-19. O quadro atual se iniciou do dia anterior. Ao exame: responsiva ao chamado, pálida, sudorética. Verbaliza com dificuldade quando chamada. Taquipneica leve, crepitações finas à ausculta. Saturação 95% com O2 em máscara 10L/min. FC 160bpm. Ritmo cardíaco regular em 2 tempos. Pulsos finos, perfusão capilar periférica 4 segundos. PA 70x30mmHg. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Ausência de lesões pelo corpo. Tax 37°C. A CAUSA PROVÁVEL para a instabilidade hemodinâmica dessa criança é:

a) Choque hipovolêmico.
b) Choque neurogênico.
c) Choque séptico.
d) Choque cardiogênico.
e) Hipóxia refratária.

Uma criança de 10 anos é atendida em pronto atendimento de hospital terciário. Os pais referem tosse seca de início há 2 dias, com piora progressiva. Em sua avaliação ela está consciente, com fala entrecortada. À ausculta apresenta sibilos difusos em ambos os hemitórax. Você percebe tiragem intercostal e subdiafragmática, além de frequência respiratória de 40irpm. A saturação está em 95% com O2 em máscara 10L/min. Após realizar beta 2 agonista inalatório, ipatrópio e metilprednisolona o quadro se mantém. Assinale a conduta MAIS APROPRIADA a ser tomada a seguir.

a) Sulfato de magnésio endovenoso.
b) Repetir beta 2 agonista inalatório.
c) Aumentar a dose de metilprednisolona.
d) Realizar corticoide inalatório.
e) Indicar intubação orotraqueal.

Uma criança de 5 anos de idade é diagnosticada com descompensação hemodinâmica. Sua perfusão periférica está lentificada e seus pulsos periféricos são de difícil palpação. Sua pressão arterial no momento é de 90x50mmHg. Ao classificar a patologia dessa criança, você a classifica como:

a) choque compensado.
b) choque hipotensivo.
c) choque moderado.
d) choque leve.
e) choque descompensado.

Uma criança de 4 anos foi intubada devido à insuficiência respiratória secundária à uma pneumonia aspirativa. Após cerca de uma hora de início da ventilação mecânica ela apresentou queda de saturação até 60% e palidez cutaneomucosa importante. Os pulsos de mantém palpáveis e a pressão arterial é 90x50mmHg. Descreva abaixo as possíveis causas para esse quadro.

Gestante com 35 semanas, apresentou sangramento vaginal intenso e bradicardia fetal, sendo indicada cesárea de urgência. O líquido amniótico era sanguinolento, e o bebê chorou forte ao nascer, com tônus adequado. O tempo INDICADO para o clampeamento do cordão é:

a) de até 30 segundos.
b) de 30 a 60 segundos.
c) de 60 a 180 segundos.
d) imediato.
e) aguardar até que o cordão umbilical pare de pulsar.

Gestante de 25 anos não realizou pré-natal, idade gestacional de 38 semanas, feto único, bolsa rota há 36 horas. Na sala de parto, após o nascimento, o RN apresentou, imediatamente ao nascer, hipotonia e choro fraco. A CONDUTA IMEDIATA para este recém-nascido (RN) é:

a) deixar o RN junto à mãe e avaliar a vitalidade periodicamente.
b) solicitar ao obstetra que faça 2 estímulos e definir conduta após estímulos feitos.
c) clampear o cordão umbilical após 30” e realizar os passos iniciais da reanimação.
d) clampear de imediato o cordão umbilical e realizar os passos iniciais da reanimação.
e) Realizar clampeamento tardio do cordão umbilical com o RN monitorizado.

Um recém-nascido de 38 semanas apresenta respiração adequada e tônus muscular em flexão ao nascimento, mas banhado em líquido amniótico meconial fluido. Com base nesse caso RESPONDA AOS QUESTIONAMENTOS ABAIXO. A) Existe indicação de aspiração de vias aéreas superiores neste caso? Justifique.

B) Quais as condutas imediatamente após o nascimento deste recém-nascido até o final de sua 1ª (primeira) hora de vida?

Dentre as alternativas abaixo, QUAL A CONDUTA ADEQUADA segundo as recomendações do ALSO?

a) Realizar cesárea.
b) Articular fórceps para extração fetal.
c) Dar alta e orientar retorno na fase ativa do trabalho de parto.
d) Iniciar ocitocina na bomba de infusão.
e) Realizar analgesia para acelerar o trabalho de parto.

A droga de PRIMEIRA ESCOLHA para profilaxia de hemorragia pós-parto é:

a) acido tranexamico.
b) misoprostol.
c) metilergometrina.
d) ocitocina.
e) terbutalina.

Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE as condutas a serem tomadas com esta paciente com vistas a prevenir a hemorragia pós-parto.

a) Proteger o períneo com uma compressão durante o período expulsivo do trabalho de parto.
b) Permitir o fechamento das lacerações por segunda intenção sempre que estas forem extensas.
c) Após a dequitação da placenta, sempre fazer uma curetagem intrauterina.
d) Ministrar 5 unidade de ocitocina IM no pós-parto imediato.
e) Realizar episiotomia médio lateral.

Assinale, dentre as alternativas abaixo, o nome CORRETO dado a essa manobra.

a) Manobra de Mc Robert’s e Rubin I.
b) Manobra de Morrissou modificada.
c) Manobra de Rubin II e Woods.
d) Manobra de Mc Robert’s e Rubin II.
e) Manobra Woods reversa ou manobra do parafuso.

REALIZAÇÃO DESSA MANOBRA TEM O OBJETIVO DE:

a) liberar o ombro do bebê.
b) rodar o dorso do bebê para anterior.
c) extrair a cabeça do bebê.
d) extrair as pernas do bebê.
e) desprender o abdome do bebê.

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Questões resolvidas

Criança de dois meses de idade é admitida em pronto atendimento. Mãe refere tosse similar a grito de foca e dificuldade para respirar iniciados há cerca de 2 horas. Ao exame: criança no colo da mãe, bastante chorosa, irritada, hipocorada leve, retração de fúrcula e tiragem subdiafragmática moderadas, estridor audível sem estetoscópio, saturação 91% em ar ambiente. Pulsos cheios, perfusão capilar periférica imediata. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Tax 39°C. Em relação a esse quadro é CORRETO afirmar que:

a) o tratamento inclui uso de epinefrina nebulizada.
b) trata-se de quadro de doença de parênquima.
c) o uso de corticoide inalatório faz parte do tratamento.
d) essa criança deve ser posicionada na maca imediatamente.
e) deve ser iniciada antibioticoterapia de largo espectro.

Uma criança de 4 anos de idade é trazida ao pronto atendimento pelo serviço de emergência. Eles referem que a criança estava em uma van escolar que sofreu uma batida frontal. Estava utilizando somente cinto abdominal. A criança encontra-se bastante sonolenta, de despertar difícil e falando palavras desconexas. Sua frequência cardíaca está em 160bpm, saturação 93% em ar ambiente e pressão arterial 80x40mmHg. Os pulsos periféricos estão finos e a perfusão capilar periférica é de 5 segundos. Após iniciar oxigenoterapia suplementar e puncionar um acesso venoso, sua PRIORIDADE deve ser:

a) prescrever concentrado de hemácias 10ml/kg.
b) realizar expansão com soro fisiológico 0,9% 20ml/kg.
c) proceder a intubação orotraqueal após sedação.
d) realizar expansão com soro glicosado 5% 20ml/kg.
e) iniciar epinefrina em bomba de infusão 0,1mcg/kg/min.

Sua equipe é chamada para atender uma criança de 7 anos que se encontra internada há 48 horas com quadro de meningite bacteriana. Ela já se encontra em oxigenoterapia por máscara a 10L/min. A enfermagem está preocupada pois ela parou de responder e está cianótica. Ao chegar vocês notam a criança com padrão respiratório irregular, frequência respiratória 7irpm, frequência cardíaca 78bpm e saturação 65%. Após iniciar a ventilação assistida a saturação sobe para 98%, porém a criança não assume padrão respiratório regular. Sua próxima conduta DEVE SER:

a) manter a ventilação assistida até que o paciente assuma padrão regular.
b) iniciar as manobras de ressuscitação cardiopulmonar 15:2.
c) proceder a intubação orotraqueal e acoplar o paciente à ventilação mecânica.
d) manter a oxigenação com máscara não reinalante aumentando fluxo para 15L/min.
e) iniciar ventilação não invasiva com FiO2 de 100%.

Você está atendendo uma criança de 6 anos de idade com história prévia de asma. Ele apresenta uma frequência respiratória de 40irpm e uma frequência cardíaca de 134bpm. Sua pressão arterial é normal. A saturimetria em ar ambiente está em 90%, subindo para 95% em oxigenoterapia por máscara a 10L/min. A ausculta revela sibilos expiratórios difusos e uso de musculatura acessória com tiragem intercostal e subdiafragmática. Ao classificar o grau de dificuldade respiratória desse paciente você define por:

a) Desconforto respiratório leve.
b) Desconforto respiratório moderado.
c) Insuficiência respiratória.
d) Parada respiratória iminente.
e) Desconforto respiratório importante.

Você está tratando um bebê de 2 meses internado para tratamento de condição viral que cursa com taquipneia e esforço leves. Ao exame físico apresenta sibilância em ambos os hemitórax. O estado geral está preservado. A saturação se mantém acima de 94% com O2 suplementar em cateter nasal a 1L/min. Em seu tratamento, considerando a condição clínica mais provável, é CORRETO afirmar que:

a) A aspiração de secreções nasais deve ser realizada de rotina em todos os pacientes.
b) O uso de beta 2 inalatório é obrigatório em seu manejo e tratamento.
c) O uso de corticosteroides endovenosos altera o curso da doença, estando indicado.
d) A saturação alvo desse paciente deve ser acima de 98%.
e) O suporte ventilatório deve ser trocado caso haja piora importante do padrão respiratório.

Uma criança de 4 anos de idade é trazida à emergência devido à palidez intensa e sudorese. Os pais referem que ela esteve gripada na semana anterior, tendo sido diagnosticada com COVID-19. O quadro atual se iniciou do dia anterior. Ao exame: responsiva ao chamado, pálida, sudorética. Verbaliza com dificuldade quando chamada. Taquipneica leve, crepitações finas à ausculta. Saturação 95% com O2 em máscara 10L/min. FC 160bpm. Ritmo cardíaco regular em 2 tempos. Pulsos finos, perfusão capilar periférica 4 segundos. PA 70x30mmHg. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Ausência de lesões pelo corpo. Tax 37°C. A CAUSA PROVÁVEL para a instabilidade hemodinâmica dessa criança é:

a) Choque hipovolêmico.
b) Choque neurogênico.
c) Choque séptico.
d) Choque cardiogênico.
e) Hipóxia refratária.

Uma criança de 10 anos é atendida em pronto atendimento de hospital terciário. Os pais referem tosse seca de início há 2 dias, com piora progressiva. Em sua avaliação ela está consciente, com fala entrecortada. À ausculta apresenta sibilos difusos em ambos os hemitórax. Você percebe tiragem intercostal e subdiafragmática, além de frequência respiratória de 40irpm. A saturação está em 95% com O2 em máscara 10L/min. Após realizar beta 2 agonista inalatório, ipatrópio e metilprednisolona o quadro se mantém. Assinale a conduta MAIS APROPRIADA a ser tomada a seguir.

a) Sulfato de magnésio endovenoso.
b) Repetir beta 2 agonista inalatório.
c) Aumentar a dose de metilprednisolona.
d) Realizar corticoide inalatório.
e) Indicar intubação orotraqueal.

Uma criança de 5 anos de idade é diagnosticada com descompensação hemodinâmica. Sua perfusão periférica está lentificada e seus pulsos periféricos são de difícil palpação. Sua pressão arterial no momento é de 90x50mmHg. Ao classificar a patologia dessa criança, você a classifica como:

a) choque compensado.
b) choque hipotensivo.
c) choque moderado.
d) choque leve.
e) choque descompensado.

Uma criança de 4 anos foi intubada devido à insuficiência respiratória secundária à uma pneumonia aspirativa. Após cerca de uma hora de início da ventilação mecânica ela apresentou queda de saturação até 60% e palidez cutaneomucosa importante. Os pulsos de mantém palpáveis e a pressão arterial é 90x50mmHg. Descreva abaixo as possíveis causas para esse quadro.

Gestante com 35 semanas, apresentou sangramento vaginal intenso e bradicardia fetal, sendo indicada cesárea de urgência. O líquido amniótico era sanguinolento, e o bebê chorou forte ao nascer, com tônus adequado. O tempo INDICADO para o clampeamento do cordão é:

a) de até 30 segundos.
b) de 30 a 60 segundos.
c) de 60 a 180 segundos.
d) imediato.
e) aguardar até que o cordão umbilical pare de pulsar.

Gestante de 25 anos não realizou pré-natal, idade gestacional de 38 semanas, feto único, bolsa rota há 36 horas. Na sala de parto, após o nascimento, o RN apresentou, imediatamente ao nascer, hipotonia e choro fraco. A CONDUTA IMEDIATA para este recém-nascido (RN) é:

a) deixar o RN junto à mãe e avaliar a vitalidade periodicamente.
b) solicitar ao obstetra que faça 2 estímulos e definir conduta após estímulos feitos.
c) clampear o cordão umbilical após 30” e realizar os passos iniciais da reanimação.
d) clampear de imediato o cordão umbilical e realizar os passos iniciais da reanimação.
e) Realizar clampeamento tardio do cordão umbilical com o RN monitorizado.

Um recém-nascido de 38 semanas apresenta respiração adequada e tônus muscular em flexão ao nascimento, mas banhado em líquido amniótico meconial fluido. Com base nesse caso RESPONDA AOS QUESTIONAMENTOS ABAIXO. A) Existe indicação de aspiração de vias aéreas superiores neste caso? Justifique.

B) Quais as condutas imediatamente após o nascimento deste recém-nascido até o final de sua 1ª (primeira) hora de vida?

Dentre as alternativas abaixo, QUAL A CONDUTA ADEQUADA segundo as recomendações do ALSO?

a) Realizar cesárea.
b) Articular fórceps para extração fetal.
c) Dar alta e orientar retorno na fase ativa do trabalho de parto.
d) Iniciar ocitocina na bomba de infusão.
e) Realizar analgesia para acelerar o trabalho de parto.

A droga de PRIMEIRA ESCOLHA para profilaxia de hemorragia pós-parto é:

a) acido tranexamico.
b) misoprostol.
c) metilergometrina.
d) ocitocina.
e) terbutalina.

Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE as condutas a serem tomadas com esta paciente com vistas a prevenir a hemorragia pós-parto.

a) Proteger o períneo com uma compressão durante o período expulsivo do trabalho de parto.
b) Permitir o fechamento das lacerações por segunda intenção sempre que estas forem extensas.
c) Após a dequitação da placenta, sempre fazer uma curetagem intrauterina.
d) Ministrar 5 unidade de ocitocina IM no pós-parto imediato.
e) Realizar episiotomia médio lateral.

Assinale, dentre as alternativas abaixo, o nome CORRETO dado a essa manobra.

a) Manobra de Mc Robert’s e Rubin I.
b) Manobra de Morrissou modificada.
c) Manobra de Rubin II e Woods.
d) Manobra de Mc Robert’s e Rubin II.
e) Manobra Woods reversa ou manobra do parafuso.

REALIZAÇÃO DESSA MANOBRA TEM O OBJETIVO DE:

a) liberar o ombro do bebê.
b) rodar o dorso do bebê para anterior.
c) extrair a cabeça do bebê.
d) extrair as pernas do bebê.
e) desprender o abdome do bebê.

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<p>DISCIPLINA: HABILIDADES VII AVALIAÇÃO N1</p><p>DATA: _____ / ____ /2023 VALOR: 15 pontos</p><p>NOME: _______________________________________________________________</p><p>INSTRUÇÕES:</p><p>- SUA PROVA CONSTA DE DEZESSEIS QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA E</p><p>QUATRO QUESTÕES DISCURSIVAS, COM VALOR DE 0,75 PONTO CADA.</p><p>- RESPONDA A PROVA UTILIZANDO CANETA AZUL OU PRETA. QUESTÕES A</p><p>LÁPIS NÃO SERÃO CONSIDERADAS. PASSE SUAS RESPOSTAS PARA O</p><p>GABARITO. CUIDADO PARA NÃO RASURAR.</p><p>- NÃO UTILIZE CORRETIVO.</p><p>BOA PROVA!</p><p>QUESTÕES PALS</p><p>Questão 1</p><p>Criança de dois meses de idade é admitida em pronto atendimento. Mãe refere tosse</p><p>similar a grito de foca e dificuldade para respirar iniciados há cerca de 2 horas. Ao exame:</p><p>criança no colo da mãe, bastante chorosa, irritada, hipocorada leve, retração de fúrcula e</p><p>tiragem subdiafragmática moderadas, estridor audível sem estetoscópio, saturação 91%</p><p>em ar ambiente. Pulsos cheios, perfusão capilar periférica imediata. Pupilas isocóricas e</p><p>fotorreagentes. Tax 39°C.</p><p>Em relação a esse quadro é CORRETO afirmar que:</p><p>a) o tratamento inclui uso de epinefrina nebulizada.</p><p>b) trata-se de quadro de doença de parênquima.</p><p>c) o uso de corticoide inalatório faz parte do tratamento.</p><p>d) essa criança deve ser posicionada na maca imediatamente.</p><p>e) deve ser iniciada antibioticoterapia de largo espectro.</p><p>JUSTIFICATIVA: Trata-se de quadro clássico de laringite, obstrução de via aérea alta.</p><p>A criança apresenta saturação abaixo de 94%, o que configura critério de gravidade,</p><p>indicando uso de nebulização com epinefrina. O melhor local para sua permanência é em</p><p>sua posição de conforto, no colo da mãe. Não existe indicação de uso de antibioticoterapia</p><p>ou corticoide inalatório.</p><p>Questão 2</p><p>Uma criança de 4 anos de idade é trazida ao pronto atendimento pelo serviço de</p><p>emergência. Eles referem que a criança estava em uma van escolar que sofreu uma batida</p><p>frontal. Estava utilizando somente cinto abdominal. A criança encontra-se bastante</p><p>sonolenta, de despertar difícil e falando palavras desconexas. Sua frequência cardíaca está</p><p>em 160bpm, saturação 93% em ar ambiente e pressão arterial 80x40mmHg. Os pulsos</p><p>periféricos estão finos e a perfusão capilar periférica é de 5 segundos.</p><p>Após iniciar oxigenoterapia suplementar e puncionar um acesso venoso, sua</p><p>PRIORIDADE deve ser:</p><p>a) prescrever concentrado de hemácias 10ml/kg.</p><p>b) realizar expansão com soro fisiológico 0,9% 20ml/kg.</p><p>c) proceder a intubação orotraqueal após sedação.</p><p>d) realizar expansão com soro glicosado 5% 20ml/kg.</p><p>e) iniciar epinefrina em bomba de infusão 0,1mcg/kg/min.</p><p>JUSTIFICATIVA: Trata-se de choque hipovolêmico hemorrágico secundário ao trauma.</p><p>Nesse caso a prioridade inicial é realizar expansão com soro fisiológico 0,9% 20ml/kg,</p><p>repetindo até 3 vezes. Se não houver resposta indicar transfusão de concentrado de</p><p>hemácias. Soro glicosado 5% não é utilizado para expansão. Essa criança não tem</p><p>indicação de intubação orotraqueal. Epinefrina em infusão contínua deve ser iniciada se</p><p>não houver resposta após expansões e hemotransfusão.</p><p>Questão 3</p><p>Sua equipe é chamada para atender uma criança de 7 anos que se encontra internada há</p><p>48 horas com quadro de meningite bacteriana. Ela já se encontra em oxigenoterapia por</p><p>máscara a 10L/min. A enfermagem está preocupada pois ela parou de responder e está</p><p>cianótica. Ao chegar vocês notam a criança com padrão respiratório irregular, frequência</p><p>respiratória 7irpm, frequência cardíaca 78bpm e saturação 65%. Após iniciar a ventilação</p><p>assistida a saturação sobe para 98%, porém a criança não assume padrão respiratório</p><p>regular.</p><p>Sua próxima conduta DEVE SER:</p><p>a) manter a ventilação assistida até que o paciente assuma padrão regular.</p><p>b) iniciar as manobras de ressuscitação cardiopulmonar 15:2.</p><p>c) proceder a intubação orotraqueal e acoplar o paciente à ventilação mecânica.</p><p>d) manter a oxigenação com máscara não reinalante aumentando fluxo para</p><p>15L/min.</p><p>e) iniciar ventilação não invasiva com FiO2 de 100%.</p><p>JUSTIFICATIVA: Trata-se de insuficiência respiratória, provavelmente distúrbio de</p><p>controle, com resposta após início de ventilação assistida. Nesse caso está indicada a</p><p>instalação de via aérea definitiva (intubação orotraqueal), e a seguir acoplar paciente à</p><p>ventilação mecânica.</p><p>Questão 4</p><p>Você está atendendo uma criança de 6 anos de idade com história prévia de asma. Ele</p><p>apresenta uma frequência respiratória de 40irpm e uma frequência cardíaca de 134bpm.</p><p>Sua pressão arterial é normal. A saturimetria em ar ambiente está em 90%, subindo para</p><p>95% em oxigenoterapia por máscara a 10L/min. A ausculta revela sibilos expiratórios</p><p>difusos e uso de musculatura acessória com tiragem intercostal e subdiafragmática.</p><p>Ao classificar o grau de dificuldade respiratória desse paciente você define por:</p><p>a) Desconforto respiratório leve.</p><p>b) Desconforto respiratório moderado.</p><p>c) Insuficiência respiratória.</p><p>d) Parada respiratória iminente.</p><p>e) Desconforto respiratório importante.</p><p>JUSTIFICATIVA: Paciente com desconforto respiratório: saturimetria abaixo de 94% em</p><p>ar ambiente e uso de musculatura acessória. A classificação desconforto respiratório</p><p>importante não existe dentro do protocolo do PALS.</p><p>Questão 5</p><p>Você está tratando um bebê de 2 meses internado para tratamento de condição viral que</p><p>cursa com taquipneia e esforço leves. Ao exame físico apresenta sibilância em ambos os</p><p>hemitórax. O estado geral está preservado. A saturação se mantém acima de 94% com O2</p><p>suplementar em cateter nasal a 1L/min.</p><p>Em seu tratamento, considerando a condição clínica mais provável, é CORRETO afirmar</p><p>que:</p><p>a) A aspiração de secreções nasais deve ser realizada de rotina em todos os pacientes.</p><p>b) O uso de beta 2 inalatório é obrigatório em seu manejo e tratamento.</p><p>c) O uso de corticosteroides endovenosos altera o curso da doença, estando indicado.</p><p>d) A saturação alvo desse paciente deve ser acima de 98%.</p><p>e) O suporte ventilatório deve ser trocado caso haja piora importante do padrão</p><p>respiratório.</p><p>JUSTIFICATIVA: Trata-se de quadro de bronquiolite viral aguda, condição em que é</p><p>sabido que há pouca resposta ao uso de beta 2 inalatório, que só deve ser mantido caso a</p><p>resposta ao seu uso seja clara. O uso de corticosteroide inalatórios endovenosos não está</p><p>indicado. A aspiração de secreções nasais deve ser realizada sempre que houver secreções</p><p>nasais que não responderem com lavagem com soro fisiológico, e não de rotina em todos</p><p>os pacientes. A saturação alvo é acima de 94%. Casos em que haja piora do padrão</p><p>respiratório com o suporte ventilatório em uso configuram necessidade de outro suporte</p><p>ventilatório, incluindo eventual intubação traqueal.</p><p>Questão 6</p><p>Uma criança de 4 anos de idade é trazida à emergência devido à palidez intensa e</p><p>sudorese. Os pais referem que ela esteve gripada na semana anterior, tendo sido</p><p>diagnosticada com COVID-19. O quadro atual se iniciou do dia anterior. Ao exame:</p><p>responsiva ao chamado, pálida, sudorética. Verbaliza com dificuldade quando chamada.</p><p>Taquipneica leve, crepitações finas à ausculta. Saturação 95% com O2 em máscara</p><p>10L/min. FC 160bpm. Ritmo cardíaco regular em 2 tempos. Pulsos finos, perfusão capilar</p><p>periférica 4 segundos. PA 70x30mmHg. Pupilas isocóricas e fotorreagentes. Ausência de</p><p>lesões pelo corpo. Tax 37°C.</p><p>A CAUSA PROVÁVEL para a instabilidade hemodinâmica dessa criança é:</p><p>a) Choque hipovolêmico.</p><p>b) Choque neurogênico.</p><p>c) Choque séptico.</p><p>d) Choque cardiogênico.</p><p>e) Hipóxia refratária.</p><p>JUSTIFICATIVA: Trata-se de provável choque cardiogênico secundário à miocardite</p><p>viral secundária a COVID-19. A história em conjunto com a taquicardia importante e</p><p>crepitações finas à ausculta respiratória corroboram a hipótese.</p><p>Questão 7</p><p>Uma criança de 10 anos é</p><p>atendida em pronto atendimento de hospital terciário. Os pais</p><p>referem tosse seca de início há 2 dias, com piora progressiva. Em sua avaliação ela está</p><p>consciente, com fala entrecortada. À ausculta apresenta sibilos difusos em ambos os</p><p>hemitórax. Você percebe tiragem intercostal e subdiafragmática, além de frequência</p><p>respiratória de 40irpm. A saturação está em 95% com O2 em máscara 10L/min. Após</p><p>realizar beta 2 agonista inalatório, ipatrópio e metilprednisolona o quadro se mantém.</p><p>Assinale a conduta MAIS APROPRIADA a ser tomada a seguir.</p><p>a) Sulfato de magnésio endovenoso.</p><p>b) Repetir beta 2 agonista inalatório.</p><p>c) Aumentar a dose de metilprednisolona.</p><p>d) Realizar corticoide inalatório.</p><p>e) Indicar intubação orotraqueal.</p><p>JUSTIFICATIVA: Trata-se de quadro de obstrução de via aérea inferior, diagnóstico</p><p>provável crise asmática, apresentando desconforto respiratório moderado. Pelo protocolo</p><p>do Suporte Avançado de Vida da American Heart Association e Protocolo GINA, a</p><p>próxima conduta seria a infusão de sulfato de magnésio endovenoso.</p><p>Questão 8</p><p>Uma criança de 5 anos de idade é diagnosticada com descompensação hemodinâmica.</p><p>Sua perfusão periférica está lentificada e seus pulsos periféricos são de difícil palpação.</p><p>Sua pressão arterial no momento é de 90x50mmHg.</p><p>Ao classificar a patologia dessa criança, você a classifica como:</p><p>a) choque compensado.</p><p>b) choque hipotensivo.</p><p>c) choque moderado.</p><p>d) choque leve.</p><p>e) choque descompensado.</p><p>JUSTIFICATIVA: Trata-se de choque compensado, uma vez que a pressão arterial pelo</p><p>protocolo do Suporte Avançado de Vida se encontra normal para a idade, apesar de sinais</p><p>clínicos de choque. PA sistólica alvo para essa criança: 80mmHg. (70 + 2x5).</p><p>Questão 9</p><p>Uma criança de 4 anos foi intubada devido à insuficiência respiratória secundária à uma</p><p>pneumonia aspirativa. Após cerca de uma hora de início da ventilação mecânica ela</p><p>apresentou queda de saturação até 60% e palidez cutaneomucosa importante. Os pulsos</p><p>de mantém palpáveis e a pressão arterial é 90x50mmHg. Descreva abaixo as possíveis</p><p>causas para esse quadro.</p><p>RESPOSTA PADRÃO ESPERADA:</p><p>Descrever o mnemônico DOPE.</p><p>Deslocamento de tubo orotraqueal</p><p>Obstrução de tubo orotraqueal</p><p>Pneumotórax</p><p>Falha de equipamento</p><p>Questão 10</p><p>Um paciente de seis meses é atendido com história de prostração intensa iniciada há 12</p><p>horas. Ele apresentou vários episódios de diarreia líquida antes da admissão hospitalar. A</p><p>mãe refere que o quadro se iniciou após dar leite de vaca in natura para a criança. O</p><p>lactente está pouco reativo e muito pálido. Ao exame você nota pulsos finos, perfusão</p><p>lentificada e pressão arterial 65x35mmHg. A saturação está em 95% com O2 em máscara</p><p>a 10L/min.</p><p>Descreva abaixo os próximos passos de sua conduta.</p><p>RESPOSTA PADRÃO ESPERADA:</p><p>Realizar protocolo ABCDE.</p><p>Manejo de choque hipovolêmico.</p><p>Expansão com SF0,9% 20ml/kg, repetir até 3 vezes.</p><p>Se não houver resposta, iniciar epinefrina contínua, dose 0,1mcg/kg/min.</p><p>Manter reavaliação contínua.</p><p>NALS</p><p>Questão 11</p><p>RN a termo nasce de parto vaginal em apnéia e com hipotonia generalizada. Após os</p><p>passos iniciais no berço aquecido, permanece em apneia e com bradicardia. Iniciada a</p><p>ventilação com pressão positiva (VPP) com máscara facial e oxigênio (O2) a 21%. Após</p><p>3 ciclos de VPP, todos com técnica correta, a expansibilidade torácica é adequada e a</p><p>frequência cardíaca é de 65 bpm.</p><p>De acordo com as recomendações para reanimação deste RN em sala de parto, a conduta</p><p>CORRETA a ser iniciada imediatamente é:</p><p>a) checar a saturação de O2 para ajustar a concentração de oxigênio ofertada (Fio2).</p><p>b) manter VPP com balão e máscara, e aumentar a Fio2 para 100%.</p><p>c) intubar o RN, manter a FiO2 em 60% e seguir com mais um ciclo de VPP.</p><p>d) manter VPP com balão e máscara, aumentar PIP e seguir com mais um ciclo de</p><p>VPP.</p><p>e) Intubar o RN, reduzir FiO2 para 21% e realizar mais um ciclo de VPP.</p><p>JUSTIFICATIVA: Segundo Protocolo de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira</p><p>de Pediatria para Recém-nascidos > 34 semanas as indicações de ventilação através de</p><p>cânula traqueal em sala de parto incluem: VPP com máscara não efetiva, ou seja, se após</p><p>a correção de possíveis problemas técnicos, a FC permanece <100 bpm; VPP com</p><p>máscara prolongada, ou seja, se o RN não retoma a respiração espontânea; e aplicação de</p><p>massagem cardíaca. A FiO2 a ser utilizada é a mesma que estava sendo utilizada antes da</p><p>intubação, e deve ser ajustada de acordo com a saturação.</p><p>Questão 12</p><p>Gestante com 35 semanas, apresentou sangramento vaginal intenso e bradicardia fetal,</p><p>sendo indicada cesárea de urgência. O líquido amniótico era sanguinolento, e o bebê</p><p>chorou forte ao nascer, com tônus adequado.</p><p>O tempo INDICADO para o clampeamento do cordão é:</p><p>a) de até 30 segundos.</p><p>b) de 30 a 60 segundos.</p><p>c) de 60 a 180 segundos.</p><p>d) imediato.</p><p>e) aguardar até que o cordão umbilical pare de pulsar.</p><p>JUSTIFICATIVA: Segundo Protocolo de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira</p><p>de Pediatria para Recém-nascidos > 34 semanas logo após a extração completa do produto</p><p>conceptual do útero materno, se o RN ≥34 semanas começa a respirar ou chorar e</p><p>apresenta tônus muscular em flexão, considera-se que sua vitalidade está adequada,</p><p>independentemente do aspecto do líquido amniótico. No RN com boa vitalidade,</p><p>recomenda-se clampear o cordão no mínimo 60 segundos após o nascimento.</p><p>Enquanto aguarda-se para clampear e cortar o cordão, o neonato pode ser posicionado no</p><p>abdome ou tórax materno, tomando-se cuidado para evitar a perda da temperatura</p><p>corporal.</p><p>Questão 13</p><p>Gestante de 25 anos não realizou pré-natal, idade gestacional de 38 semanas, feto único,</p><p>bolsa rota há 36 horas. Na sala de parto, após o nascimento, o RN apresentou,</p><p>imediatamente ao nascer, hipotonia e choro fraco.</p><p>A CONDUTA IMEDIATA para este recém-nascido (RN) é:</p><p>a) deixar o RN junto à mãe e avaliar a vitalidade periodicamente.</p><p>b) solicitar ao obstetra que faça 2 estímulos e definir conduta após estímulos</p><p>feitos.</p><p>c) clampear o cordão umbilical após 30” e realizar os passos iniciais da reanimação.</p><p>d) clampear de imediato o cordão umbilical e realizar os passos iniciais da</p><p>reanimação.</p><p>e) Realizar clampeamento tardio do cordão umbilical com o RN monitorizado.</p><p>JUSTIFICATIVA: Segundo Protocolo de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira</p><p>de Pediatria para Recém-nascidos > 34 semanas em RN que não começa a respirar logo</p><p>após o nascimento, o clampeamento tardio do cordão retarda o início dos procedimentos</p><p>de reanimação, em especial da VPP. Não existem evidências de benefícios do</p><p>clampeamento tardio nessa situação. Estudos em modelos animais sugerem que o</p><p>clampeamento do cordão após o início da respiração é importante para que a transição da</p><p>circulação fetal para a neonatal ocorra de maneira adequada. Quando o clampeamento é</p><p>feito antes do início da respiração, o enchimento das câmaras esquerdas do coração não</p><p>é feito pela circulação placentária e tampouco pela circulação proveniente dos pulmões,</p><p>uma vez que a resistência vascular pulmonar ainda é elevada. No RN que não está com</p><p>boa vitalidade ao nascer, sugere-se fazer o estímulo tátil no dorso, de modo delicado e no</p><p>máximo duas vezes, para ajudar a iniciar a respiração antes do clampeamento imediato</p><p>do cordão.</p><p>Questão 14</p><p>Recém-nascido de 35 semanas e 2 dias, nasceu de parto cesárea apresentando choro forte</p><p>e tônus em flexão.</p><p>Sobre esta sala de parto, RESPONDA AOS QUESTIONAMENTOS ABAIXO.</p><p>A) Qual o tempo indicado para clampeamento do cordão umbilical neste recém-nascido?</p><p>RESPOSTA: 60 a 180 segundos (1 a 3 minutos).</p><p>B) O que indica Golden Hour e quais seus benefícios? Cite 2.</p><p>RESPOSTA: A hora de ouro (“golden hour”) é a primeira hora da mãe com o seu recém-</p><p>nascido. A hora de ouro promove a continuação do vínculo que começou durante a</p><p>gestação e ajuda o bebê nesta transição do útero para o mundo.</p><p>Na hora de ouro, o ideal é colocar</p><p>o filho imediatamente na altura do abdômen ou mais</p><p>próximo do peito da mulher. Nesse contato, o bebê sente o cheiro da mãe, sente seu calor</p><p>e seus batimentos cardíacos, o que traz benefícios como a liberação de hormônios, facilita</p><p>a amamentação, diminui as chances de hipotermia e favorece a colonização através da</p><p>microbiota materna.</p><p>A hora de ouro pode ser feita independente da via de parto. Não é recomendada caso o</p><p>bebê esteja com dificuldade respiratória ou apresente alguma outra alteração clínica que</p><p>exija cuidados imediatos.</p><p>Ajusta temperatura corporal do RN, aumenta a sua frequência cardíaca, melhora a</p><p>saturação de O2 e favorece glicemia adequada, além de estimular o vínculo com a mãe e</p><p>a amamentação.</p><p>C) O que mudaria se este recém-nascido tivesse nascido banhado em mecônio espesso?</p><p>RESPOSTA: Nada muda.</p><p>Como a presença de líquido amniótico meconial pode indicar sofrimento fetal e aumentar</p><p>o risco de a reanimação ser necessária, a equipe responsável pelos cuidados ao RN deve</p><p>contar com pelo menos um médico apto a intubar e indicar massagem cardíaca e</p><p>medicações.</p><p>Na vigência de líquido amniótico meconial, independentemente de sua viscosidade, a</p><p>aspiração das vias aéreas no momento do desprendimento do polo cefálico não deve ser</p><p>realizada.</p><p>Na vigência de líquido amniótico meconial, independentemente de sua viscosidade, se o</p><p>RN ≥34 semanas logo após o nascimento está respirando ou chorando e o tônus muscular</p><p>está em flexão, ele apresenta boa vitalidade e deve continuar junto da parturiente.</p><p>D) Cite uma indicação de VPP na sala de parto, se fosse necessário.</p><p>RESPOSTA: Frequência cardíaca <100, apneia ou gasping.</p><p>Questão 15</p><p>Um recém-nascido de 38 semanas apresenta respiração adequada e tônus muscular em</p><p>flexão ao nascimento, mas banhado em líquido amniótico meconial fluido.</p><p>Com base nesse caso RESPONDA AOS QUESTIONAMENTOS ABAIXO.</p><p>A) Existe indicação de aspiração de vias aéreas superiores neste caso? Justifique.</p><p>Na vigência de líquido amniótico meconial, independentemente de sua viscosidade, a</p><p>aspiração das vias aéreas no momento do desprendimento do polo cefálico não deve ser</p><p>realizada.</p><p>Na vigência de líquido amniótico meconial, independentemente de sua viscosidade, se o</p><p>RN ≥34 semanas logo após o nascimento não está respirando ou chorando ou não inicia</p><p>movimentos respiratórios regulares e/ou o tônus muscular está flácido, é necessário levá-</p><p>lo à mesa de reanimação e realizar os passos iniciais, com ênfase na manutenção da</p><p>normotermia e das vias aéreas pérvias. A aspiração de boca e narinas está reservada</p><p>apenas ao RN em que há suspeita de obstrução de vias aéreas por excesso de secreções.</p><p>B) Quais as condutas imediatamente após o nascimento deste recém-nascido até o final</p><p>de sua 1ª (primeira) hora de vida?</p><p>RESPOSTA: Colocar o filho imediatamente na altura do abdômen ou mais próximo do</p><p>peito da mulher. Manter normotermia. Colocar RN em seio materno para sugar. Manter</p><p>monitorização clínica contínua.</p><p>Contato pele a pele sobre abdome ou tórax materno, cobri-lo com campo aquecido,</p><p>clampeamento tardio do cordão umbilical, Golden Hour, avaliação para Escala de Apgar</p><p>no 1º e 5º minutos de vida sem afastá-lo da mãe, estímulo à amamentação.</p><p>ALSO</p><p>Questão 16</p><p>Primigesta, 40 semanas de gestação, foi admitida para assistência ao trabalho de parto.</p><p>Estava com 7 cm de dilatação, feto no plano – 1 de de Lee, BCF 120, bolsa rota com</p><p>líquido claro e apresenta 2 contrações de 20 segundos durante 10 minutos no momento</p><p>de sua admissão. Foi reavaliada após 3 horas e estava com a mesma dilatação e as mesmas</p><p>contrações. O BCF era 125bpm.</p><p>Dentre as alternativas abaixo, QUAL A CONDUTA ADEQUADA segundo as</p><p>recomendações do ALSO?</p><p>a) Realizar cesárea.</p><p>b) Articular fórceps para extração fetal.</p><p>c) Dar alta e orientar retorno na fase ativa do trabalho de parto.</p><p>d) Iniciar ocitocina na bomba de infusão.</p><p>e) Realizar analgesia para acelerar o trabalho de parto.</p><p>JUSTIFICATIVA: A paciente acima encontra se em distocia de trabalho de parto e,</p><p>seguindo as recomendações do ALSO (minemonimo dos6 P) devemos estimular as</p><p>contrações através de: mudança de decúbito, hidratação, amniorrexe ou infusão de</p><p>ocitocina. Não existe indicação neste momento para realização de cesárea. O feto está</p><p>alto e não existe dilatação suficiente para articular fórceps. Não pode ser realizada alta</p><p>médica em uma paciente que encontra se com bolsa rota. A analgesia de parto atrasa</p><p>o trabalho de parto. Assim sendo, inciar infusão de ocitocina é a opção correta.</p><p>Questão 17</p><p>A hemorragia pós-parto é a principal causa de mortalidade materna no mundo,</p><p>responsável por 27% dos óbitos em puérperas. Para preveni-la algumas medidas podem</p><p>ser tomadas, incluindo condutas médicas e medicações.</p><p>A droga de PRIMEIRA ESCOLHA para profilaxia de hemorragia pós-parto é:</p><p>a) acido tranexamico.</p><p>b) misoprostol.</p><p>c) metilergometrina.</p><p>d) ocitocina.</p><p>e) terbutalina.</p><p>JUSTIFICATIVA: Após todo parto deve ser administrado 2 ampolas de ocitocina IM para</p><p>prevenção de hemorragia pos parto.</p><p>Questão 18</p><p>Uma gestante de 40 semanas é admitida em trabalho de parto. O pré-natal é completo e</p><p>ela não apresenta fatores de risco identificados.</p><p>Assinale a alternativa que representa CORRETAMENTE as condutas a serem tomadas</p><p>com esta paciente com vistas a prevenir a hemorragia pós-parto.</p><p>a) Proteger o períneo com uma compressão durante o período expulsivo do</p><p>trabalho de parto.</p><p>b) Permitir o fechamento das lacerações por segunda intenção sempre que estas</p><p>forem extensas.</p><p>c) Após a dequitação da placenta, sempre fazer uma curetagem intrauterina.</p><p>d) Ministrar 5 unidade de ocitocina IM no pós-parto imediato.</p><p>e) Realizar episiotomia médio lateral.</p><p>JUSTIFICATIVA: Dentre as condutas de manejo ativo para prevenção de hemorragia pos</p><p>parto destacamos a proteção do períneo com uma compressa para prevenção d laceração</p><p>primal. Caso aconteça lacerações, estas devem ser suturadas. Curagm uterina após</p><p>dequitação da placenta é indicada se houver suspeita de retenção placentária. A</p><p>quantidade de ocitocina administrada IM no pos parto para prevenção de atonia uterina</p><p>são 10 unidades. Episiotomia não deve ser realizada para prevenção de hemorragia.</p><p>Questão 19</p><p>A.G.S., feminino, 23 anos, solteira, estudante, G1P0A0, IG 38,2 semanas, comparece à</p><p>maternidade municipal queixando-se de dor em baixo ventre e perda de liquido claro de</p><p>grande volume há duas horas. Não refere outros sintomas. Relata diagnostico de diabetes</p><p>gestacional. Nega outras comorbidades. Nega outras intercorrências durante a gestação.</p><p>A paciente foi admitida e internada na maternidade. O parto foi conduzido por via vaginal.</p><p>Durante a sua realização houve difícil extração do feto, com dificuldade no</p><p>desprendimento dos ombros. Foi realizada a manobra representada na figura abaixo.</p><p>Assinale, dentre as alternativas abaixo, o nome CORRETO dado a essa manobra.</p><p>a) Manobra de Mc Robert’s e Rubin I.</p><p>b) Manobra de Morrissou modificada.</p><p>c) Manobra de Rubin II e Woods.</p><p>d) Manobra de Mc Robert’s e Rubin II.</p><p>e) Manobra Woods reversa ou manobra do parafuso.</p><p>JUSTIFICATIVA: Manobra de Mc Robert’s e Rubin I. São manobras utilizadas para</p><p>desprendimento do ombro impactado na sinfise pubica durante uma distocia de ombros.</p><p>Questão 20</p><p>Uma gestante é admitida em trabalho de parto, já em período expulsivo. Ao realizar sua</p><p>avaliação você percebe que o bebê encontra-se em posição pélvica. Foi realizada a</p><p>manobra demonstrada na figura abaixo.</p><p>A REALIZAÇÃO DESSA MANOBRA TEM O OBJETIVO DE:</p><p>a) liberar o ombro do bebê.</p><p>b) rodar o dorso do bebê para anterior.</p><p>c) extrair a cabeça do bebê.</p><p>d) extrair as pernas do bebê</p><p>e) desprender o abdome do bebê.</p><p>JUSTIFICATIVA: Manobra de rotação do tronco para desprendimento do ombro do bebê</p><p>em parto pélvico.</p>

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