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Gabarito Sistema de classificação do DSM e CID

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Questões resolvidas

Sobre o uso do DSM-5, assinale a alternativa correta.

D. Ele deve ser tratado como um instrumento de apoio ao entendimento clínico do profissional, complementando seus achados clínicos, visto que é possível a existência ou não de um diagnóstico.

Com relação a esse assunto, analise as afirmacoes a seguir. I. Uma das limitações do DSM-5 é que ele é um instrumento focado na taxonomia dos transtornos, oferecendo descrições muito breves. II. O DSM-5 apresenta critérios diagnósticos altamente amplos, que fazem com que o número de pessoas diagnosticadas seja maior. III. Ele é um instrumento desenvolvido com a finalidade de ser uma lista, em que o clínico somente marca os critérios presentes. Está correto o que se afirma em:

A. I e III, apenas.
B. II, apenas.
C. III, apenas.

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Questões resolvidas

Sobre o uso do DSM-5, assinale a alternativa correta.

D. Ele deve ser tratado como um instrumento de apoio ao entendimento clínico do profissional, complementando seus achados clínicos, visto que é possível a existência ou não de um diagnóstico.

Com relação a esse assunto, analise as afirmacoes a seguir. I. Uma das limitações do DSM-5 é que ele é um instrumento focado na taxonomia dos transtornos, oferecendo descrições muito breves. II. O DSM-5 apresenta critérios diagnósticos altamente amplos, que fazem com que o número de pessoas diagnosticadas seja maior. III. Ele é um instrumento desenvolvido com a finalidade de ser uma lista, em que o clínico somente marca os critérios presentes. Está correto o que se afirma em:

A. I e III, apenas.
B. II, apenas.
C. III, apenas.

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<p>Sistema de classificação do DSM e CID</p><p>Desafio</p><p>O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5ª edição, o chamado DSM-V (em inglês, Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders) foi publicado em 2013 pela Associação Americana de Psiquiatria (APA). O DSM-V é utilizado especialmente por psicólogos e psiquiatras para diagnosticar e classificar os transtornos mentais.</p><p>No vídeo abaixo, você vai saber mais sobre os critérios de inclusão de transtornos nesse manual, bem como sobre as questões que foram revisadas e sobre as mudanças introduzidas do DSM-IV para o DSM-V.</p><p>O sistema classificatório adotado pela CID é composto por classes e subclasses. A CID, diferentemente do DSM, engloba diversas condições relacionadas à saúde, não estando focada somente em transtornos mentais, como é o caso do DSM. Esses sistemas existem para que as informações sejam padronizadas e a comunicação entre profissionais facilitada.</p><p>Imagine a seguinte situação:</p><p>a) Se a decisão para incluir esse novo transtorno depressivo dependesse somente de você, o que você avaliaria para justificar a inclusão ou não no novo manual?</p><p>b) Considerando que sua inclusão gere mais diagnósticos, para qual finalidade eles serviriam?</p><p>Padrão de resposta esperado</p><p>a) Para a inclusão ou não do novo transtorno, seria necessário verificar se foram coletados dados suficientes. É possível defender a inclusão do diagnóstico na revisão do DSM, visto que os sintomas geram sofrimento e prejuízo em várias áreas da vida do paciente e que sua incidência é significativa na população. A inclusão desse novo diagnóstico também poderia facilitar a atuação clínica, visto que as manifestações desse novo diagnóstico serão especificadas e diferenciadas de outros transtornos que compartilham características depressivas. Dessa maneira, sua inclusão auxilia os clínicos na tomada de decisão de tratamentos e criação de planos terapêuticos, trazendo benefícios e não somente um aumento no número de casos diagnosticados.</p><p>b) O aumento de diagnósticos seria resultado de identificações dessa condição na população. Espera-se que o diagnóstico sirva para o paciente conhecer melhor sua condição, para se conhecer o curso do transtorno (prognóstico), sua cronicidade e quais os tratamentos mais indicados para o transtorno, permitindo ao clínico o desenvolvimento de um plano terapêutico.</p><p>Exercícios</p><p>1. O DSM-5 é um manual utilizado principalmente por profissionais da saúde mental, como psicólogos e psiquiatras. Ele abrange classificações de grupos de sintomas em transtornos, sistematizados por seções com características comuns.</p><p>Sobre o uso do DSM-5, assinale a alternativa correta.</p><p>D. Ele deve ser tratado como um instrumento de apoio ao entendimento clínico do profissional, complementando seus achados clínicos, visto que é possível a existência ou não de um diagnóstico.</p><p>Justificativa: O DSM-5 deve ser tratado como uma ferramenta complementar, visto que nem sempre um paciente vai fechar critérios para diagnóstico ou mesmo apresentar sintomas.</p><p>Ele configura sinais, sintomas e manifestações, mas espera-se que o clínico tenha conhecimento o suficiente para saber quando é necessário o uso de algum diagnóstico, se há diagnóstico diferencial ou se não há diagnóstico. Ou seja, ele não é somente uma lista, a qual se vai marcando; a atenção e o olhar clínico precisam existir antes de uma busca incessante de diagnóstico, visto que também pode existir a possibilidade de não haver um.</p><p>Também só deve ser utilizado quando necessário, e não é uma das únicas ferramentas utilizadas na prática clínica, visto que o próprio DSM-5 disponibiliza ferramentas de investigação clínica.</p><p>Para além do DSM-5, temos a CID-11, que também poderá ser utilizada assim que oficialmente traduzida. O DSM-5 e a CID-11 têm diferenças, principalmente na questão da abrangência: o DSM é mais específico e a CID é mais ampla. No entanto, o DSM conta, principalmente, com uma descrição abrangente dos diagnósticos, da prevalência, do prognóstico e dos dados de aspectos clínicos.</p><p>2. O uso do DSM-5 e da CID-11 se dão, principalmente, por meio dos clínicos, quando estes estão lidando com queixas que podem configurar suspeita de diagnóstico de transtorno mental. Em relação ao diagnóstico clínico, utilizando-se dessas ferramentas, a pressa em fechar um diagnóstico não é recomendada.</p><p>Analise as afirmações a seguir e, em seguida, assinale a alternativa correta.</p><p>D. Diagnósticos nem sempre estarão presentes por diversos motivos, como a falta de sintomas para fechamento de critério ou reações normais a estressores.</p><p>Justificativa: Um diagnóstico nem sempre precisa estar presente em pessoas que buscam um psicólogo. Por vezes, a pessoa não apresenta sintomas suficientes para um diagnóstico, suas reações são esperadas quando ligadas a um evento estressor; ou a pessoa pode, ainda, desejar resolver problemas pontuais ou desenvolver suas capacidades e seu autoconhecimento.</p><p>Quando há diagnóstico, os sintomas não são os únicos aspectos avaliados; não deve existir ligação com condições médicas ou medicamentos (substâncias) e a pessoa tem de apresentar prejuízo e sofrimento significativo.</p><p>Em relação à pressa e à brevidade, elas podem atrapalhar o processo diagnóstico. Quando o clínico não obtém dados suficientes e fecha um diagnóstico, ele pode estar propenso a falsos positivos e negativos.</p><p>A identificação de uma condição patológica o mais cedo possível pode ter implicações no desenvolvimento futuro da pessoa e no processo de tratamento, mas seu prognóstico não será influenciado pela brevidade de ser diagnóstico. Isso pode causar até falsos positivos e, consequentemente, a pessoa receberá tratamentos para algo que não possui.</p><p>3. Ao lidar com diagnósticos de transtornos mentais, algumas características devem ser consideradas, como a frequência, a intensidade e a duração dos sintomas. Além disso, é necessário pensar no desenvolvimento, no curso do transtorno e em diferentes tipos de cronicidade.</p><p>Diante do exposto, considere as afirmações a seguir.</p><p>I. O diagnóstico diferencial diz respeito à diferenciação entre dois diagnósticos que compartilham características. Ele é utilizado quando o clínico fica em dúvida se os sintomas podem ter outra origem.</p><p>II. O prognóstico diz respeito a um estado anterior, em que a pessoa ainda não apresentava os sintomas. Ele inclui os fatores de risco para o desenvolvimento de um transtorno.</p><p>III. O traço patológico faz parte das características de um transtorno de personalidade. Ou seja, se o indivíduo apresenta traços ansiosos, ele sempre terá algum transtorno ansioso.</p><p>Está correto o que se afirma em:</p><p>A. I, apenas.</p><p>Justificativa: O diagnóstico diferencial se refere à distinção entre duas condições com características semelhantes.</p><p>O prognóstico se refere aos desfechos mais prováveis do desenvolvimento e do curso de uma doença. Ele pode apresentar diferentes níveis de cronicidade (agudo, crônico) e auxiliar o profissional a verificar se tem características favoráveis ou não quando há a inserção de um tratamento.</p><p>O traço patológico é uma manifestação, um sinal ou um sintoma que possui caráter desadaptativo, mas ele pode existir por si só, não fechando critérios para um diagnóstico, mas tendo suas características (por exemplo: traço de personalidade mais voltada a si versus transtorno de personalidade narcisista).</p><p>4. A revisão e modificação dos manuais é um tema recorrente, visto que a CID está em sua 11ª versão de revisão e o DSM, em sua 5ª edição. Em cada revisão, podem ser alteradas, incluídas ou excluídas informações e diagnósticos previamente estabelecidos.</p><p>Com base nisso, analise as afirmações a seguir.</p><p>I. A manifestação de sintomas e sinais dos diagnósticos cresce e se desenvolve cada vez mais, gerando a necessidade de inclusão de novas categorias e códigos.</p><p>II. Para ser excluído dos manuais, um diagnóstico precisa deixar de se manifestar em uma grande parte da população.</p><p>III. A alteração de diagnósticos se dá após a avaliação do avanço da área científica, da utilidade clínica e para acompanhar o</p><p>avanço da sociedade.</p><p>Está correto o que se afirma em:</p><p>C. III, apenas.</p><p>Justificativa: A inclusão, exclusão e alteração de diagnósticos se dá de forma a acompanhar novas evidências científicas acerca dos transtornos e sintomas, além de buscar acompanhar o desenvolvimento da sociedade como um todo e manter a utilidade clínica do diagnóstico.</p><p>A inclusão ou não de novos diagnósticos é feita somente quando se identifica tal necessidade. Por vezes, com o avanço científico, novas condições podem ser identificadas. Isso não significa que elas não existiam antes e que não traziam sofrimento, mas apenas lembra que o desenvolvimento anterior da área não era capaz de identificá-las, seja por falta de recursos ou estudos.</p><p>Para a exclusão de um diagnóstico, entende-se que ele não se encontra mais de acordo com o avanço da sociedade e não é algo que traz sofrimento e prejuízo, mesmo que ainda se manifeste de alguma forma na população.</p><p>5. O DSM-5 e a CID-11, naturalmente, têm limitações. Porém, para além das limitações, especialistas em saúde mental e profissionais da saúde tecem algumas críticas quanto ao uso, aos desenvolvimento e às características do DSM-5.</p><p>Com relação a esse assunto, analise as afirmações a seguir.</p><p>I. Uma das limitações do DSM-5 é que ele é um instrumento focado na taxonomia dos transtornos, oferecendo descrições muito breves.</p><p>II. O DSM-5 apresenta critérios diagnósticos altamente amplos, que fazem com que o número de pessoas diagnosticadas seja maior.</p><p>III. Ele é um instrumento desenvolvido com a finalidade de ser uma lista, em que o clínico somente marca os critérios presentes.</p><p>Está correto o que se afirma em:</p><p>B. II, apenas.</p><p>Justificativa: Entende-se que os critérios não são específicos o suficiente. Por essa razão, o número de pessoas com transtornos mentais se torna mais elevado.</p><p>O DSM-5 é focado da descrição abrangente dos critérios e das características diagnósticas e não tem o objetivo de ser uma lista a ser completada, e sim uma ferramenta complementar, para auxiliar na tomada de decisão clínica.</p><p>image1.jpeg</p>

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