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CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DO SISTEMA DIGESTÓRIO, ENDOCRINO E RENAL

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Mony Silva

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<p>UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ</p><p>TECNÓLOGO RADIOLOGIA</p><p>SIMONE DE BRITO SILVA</p><p>RELATÓRIO AULA PRÁTICA:</p><p>CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DO SISTEMA DIGESTÓRIO</p><p>ENDÓCRINO E RENAL</p><p>Caetité-BA</p><p>2024</p><p>SIMONE DE BRITO SILVA</p><p>RELATÓRIO AULA PRÁTICA</p><p>CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DO SISTEMA DIGESTÓRIO</p><p>ENDÓCRINO E RENAL</p><p>Relatório apresentado ao curso de Tecnólogo</p><p>Radiologia da Universidade Norte do Paraná</p><p>como um dos pré-requisitos para avaliação da</p><p>disciplina de Ciências Morfofuncionais do</p><p>Sistema Digestório Endócrino e Renal.</p><p>Caetité-Ba</p><p>2024</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>O sistema digestório é composto por órgãos que atuam juntos para permitir a absorção</p><p>da maior quantidade de nutrientes possível dos alimentos ingeridos. Ele é formado pelos</p><p>seguintes órgãos: boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado, intestino grosso e</p><p>ânus. Ele é responsável por processar aquilo que ingerimos para que os nutrientes sejam</p><p>absorvidos pelo organismo.</p><p>Língua: A língua é um órgão constituído de músculo e revestido de mucosa e que está</p><p>relacionado à deglutição, ao paladar e à fala, faz parte do aparelho digestório, e sua função</p><p>está relacionada à deglutição, ao paladar e à fala. A língua é um órgão muscular pertencente</p><p>ao sistema digestivo localizado na cavidade oral dos seres humanos e de muitos outros</p><p>animais vertebrados. A língua desempenha um papel importante na articulação das palavras</p><p>durante a fala, pois permite a modulação do fluxo de ar para produzir diferentes sons da fala.</p><p>A língua também é responsável por enviar informações sensoriais ao cérebro, ajudando na</p><p>percepção de sabores e na detecção de texturas dos alimentos. É um órgão altamente flexível</p><p>e adaptável, capaz de uma ampla gama de movimentos.</p><p>Faringe: A língua é um órgão muscular pertencente ao sistema digestivo localizado na</p><p>cavidade oral dos seres humanos e de muitos outros animais vertebrados, desempenha um</p><p>papel importante na articulação das palavras durante a fala, pois permite a modulação do</p><p>fluxo de ar para produzir diferentes sons da fala. A língua também é responsável por enviar</p><p>informações sensoriais ao cérebro, ajudando na percepção de sabores e na detecção de</p><p>texturas dos alimentos. É um órgão altamente flexível adaptável, capaz de uma ampla gama</p><p>de movimentos. Sua função é fazer a ligação do nariz e da boca á laringe e ao esôfago.</p><p>A nasofaringe: é a porção localizada mais superiormente, que faz a comunicação</p><p>posterior com a cavidade nasal.</p><p>A orofaringe é a porção intermediária, que faz a comunicação com a boca.</p><p>Laringofaringe: localizada na porção inferior do órgão, faz a comunicação com a</p><p>laringe, que pertence ao sistema respiratório, em seguida, se comunica com a abertura do</p><p>esôfago.</p><p>Esôfago: é um órgão musculoso que conecta a região da faringe ao estômago. Ele se</p><p>localiza posteriormente à traquéia, anteriormente à coluna vertebral, e atravessa o</p><p>diafragma em frente à aorta, ele é responsável por levar a comida ingerida até o estômago. O</p><p>órgão está localizado entre o extremo inferior da laringofaringe e se estende até a parte</p><p>superior do estômago. Para ilustrar melhor, podemos dizer que o esôfago atravessa o</p><p>pescoço e toda a região do tórax, terminando na parte superior do abdômen.</p><p>Estomago: O estômago é um órgão de papel muito importante na digestão dos</p><p>alimentos, pois é o órgão que continua o processo de digestão depois que o bolo alimentar</p><p>(alimento mastigado e misturado à saliva) passa pelo esôfago. É caracterizado por ser</p><p>um órgão dilatado e se encontra entre o esôfago e o duodeno, é dividido em cinco</p><p>regiões: Cárdia, fundo, corpo, antro e piloro. A principal função do estômago é transformar</p><p>o bolo alimentar em quimo (massa pastosa de caráter ácido) e iniciar a digestão das</p><p>proteínas através da produção de suco gástrico, além de absorver pequenas quantidades de</p><p>água e as substâncias dissolvidas nela.</p><p>Intestino Delgado: O intestino delgado é um órgão tubular com cerca de seis metros de</p><p>comprimento, presente no sistema digestório. É nele que ocorre a absorção de grande parte</p><p>dos nutrientes e da água. Nesse órgão, o alimento sofre a ação das substâncias produzidas</p><p>pelo pâncreas e pelo fígado, e há a absorção de grande parte dos nutrientes e da água.</p><p>Intestino Grosso: O intestino grosso é um órgão do sistema digestório relacionado com</p><p>a absorção da água e formação das fezes. Ele pode ser dividido em: ceco, cólon ascendente,</p><p>cólon transverso, cólon descendente, cólon sigmóide, reto, e ânus. Destaca-se por ser um</p><p>órgão mais dilatado e também mais curto que o intestino delgado. Apresenta uma grande</p><p>quantidade de bactérias, fundamentais para o funcionamento adequado do órgão, é a porção</p><p>final do sistema digestório, tendo como funções: Absorção de água e eletrólitos; Eliminação</p><p>dos resíduos da digestão por meio da formação e eliminação das fezes.</p><p>Glândulas acessórias (fígado e pâncreas): O fígado é o segundo maior órgão do corpo e</p><p>a maior glândula, e está situado abaixo do diafragma. Ele tem uma grande variedade de</p><p>funções e muitas delas são vitais para a vida, como síntese de bile, armazenamento de</p><p>glicogênio e produção do fator de coagulação. É o local onde os nutrientes absorvidos no</p><p>trato digestivo são processados e armazenados para a utilização por outros órgãos.</p><p>As funções do fígado incluem:</p><p>– Secreção;</p><p>– Síntese de sais biliares;</p><p>– Síntese de proteínas plasmáticas;</p><p>– Armazenamento de nutrientes;</p><p>– Desintoxicação;</p><p>– Metabolismo de carboidratos;</p><p>– Metabolismo lipídico;</p><p>– Metabolismo de proteínas.</p><p>Pâncreas: É uma glândula mista, que produz enzimas digestivas e hormônios. Ele tem</p><p>funções endócrinas e exócrinas:</p><p>- A porção endócrina consiste nas ilhotas dispersas de Langherans, que secretam os</p><p>hormônios insulina e glucagon no sangue;</p><p>- A porção exócrina é parte da glândula, e consiste em células acinares pancreáticas que</p><p>secretam enzimas digestivas em pequenos dutos entrelaçados entre as células. As enzimas</p><p>pancreáticas incluem amilase, tripsina, peptidase e lipase. As secreções pancreáticas são</p><p>controladas pelos hormônios secretina e colecistoquinina.</p><p>Sistema Endócrino: O Sistema Endócrino é o conjunto de glândulas responsáveis</p><p>pela produção dos hormônios que são lançados no sangue e percorrem o corpo até chegar</p><p>aos órgãos-alvo sobre os quais atuam. Junto com o sistema nervoso, o sistema endócrino</p><p>coordena todas as funções do nosso corpo, O sistema endócrino tem como função coordenar</p><p>e integrar a atividade das células em todo o organismo. Esse sistema faz isso por meio da</p><p>regulação das funções celular e orgânica e pela manutenção da homeostasia (manutenção de</p><p>um meio interno constante) durante toda a vida.As principais glândulas do sistema endócrino</p><p>são o hipotálamo, a hipófise, a tireóide, as paratireóides, as células das ilhotas pancreáticas,</p><p>as glândulas adrenais, os testículos no homem e os ovários nas mulheres.</p><p>Hipotálamo: O hipotálamo é uma região do encéfalo que produz importantes hormônios</p><p>e também atua na regulação da temperatura, sede e apetite do indivíduo, está localizado sob</p><p>o tálamo e é considerado o elo integrador entre o sistema nervoso e o sistema endócrino,</p><p>suas principais funções são: Regula a temperatura, a sede e o apetite. Fabrica hormônios que</p><p>atuam estimulando e inibindo a ação da hipófise. Produzem ocitocina e hormônio</p><p>antidiurético, dois hormônios que são liberados pelo neuro-hipófise.</p><p>O hormônio antidiurético atua na reabsorção de água.</p><p>A ocitocina atua na contração do útero no momento do parto e secreção de leite pelas</p><p>glândulas mamárias.</p><p>Hipófise: A hipófise, uma glândula do tamanho de uma ervilha localizada na base do</p><p>cérebro, produz diversos hormônios. Cada um destes hormônios afeta uma parte específica</p><p>do corpo (órgão-alvo ou tecido-alvo). Visto que a hipófise controla a função da maioria das</p><p>outras glândulas endócrinas, ela é freqüentemente conhecida como glândula mestra, Por sua</p><p>vez, a hipófise é controlada em grande parte pelo hipotálamo, uma região do cérebro situada</p><p>imediatamente acima da hipófise.</p><p>Tireóide: A</p><p>tireóide é uma glândula que regula a função de órgãos importantes como o</p><p>coração, o cérebro, o fígado e os rins, ela produz os hormônios T3 (triiodotironina) e T4</p><p>(tiroxina). Dessa forma, garante o equilíbrio do organismo. A glândula possui forma de</p><p>borboleta (com dois lobos) e se localiza na parte anterior do pescoço, logo abaixo do Pomo</p><p>de Adão.</p><p>Paratireóides: são quatro glândulas que ficam no pescoço, atrás da tireóide, cuja</p><p>função é controlar os níveis de cálcio no sangue por meio da produção do hormônio</p><p>paratireoideano ou paratormônio (PTH). Em suas funções, segundo Tirapelli, as glândulas</p><p>tireóides e paratireóides são independentes. As glândulas paratireóides secretam o</p><p>paratormônio, que é essencial para a vida e estimula a reabsorção de cálcio no intestino, nos</p><p>ossos e também diminui a eliminação de cálcio pelos rins, aumentando o número no sangue.</p><p>Adrenal: As glândulas adrenais ou suprarrenais se localizam logo acima dos rins. Essas</p><p>pequenas glândulas chegam a pesar não mais que 10g na fase adulta, mas são responsáveis</p><p>pela produção de uma série de hormônios ou neurotransmissores. Têm duas principais</p><p>regiões que produzem diferentes substâncias: o córtex e a medula. As glândulas adrenais são</p><p>formadas por duas partes. Medula: A parte interna secreta hormônios, como adrenalina</p><p>(epinefrina), que ajudam a controlar a pressão arterial, a freqüência cardíaca, a produção de</p><p>suor e outras atividades que também são reguladas pelo sistema nervoso simpático.</p><p>Timo: O timo é uma glândula macia, bilobulada e encapsulada. Ele é encontrado</p><p>no mediastino superior e na porção anterior do mediastino inferior, próximo ao pericárdio,</p><p>O timo é o local onde os precursores hematopoiéticos sofrem maturação em células T. Pró-</p><p>linfócitos vão migrar da medula óssea e entrar na glândula tímica na junção corticomedular.</p><p>Testículos: Os testículos são as glândulas sexuais (gônadas) masculinas e fazem parte</p><p>do sistema reprodutor do homem, juntamente com o epidídimo, próstata, ductos</p><p>deferentes, vesículas seminais e pênis. Localizam-se logo atrás do pênis, dentro de uma bolsa</p><p>músculo-cutânea, a bolsa escrotal. Sua função é produzir espermatozóides e testosterona, o</p><p>principal hormônio masculino, que determina o surgimento das características sexuais</p><p>masculinas secundárias, como a distribuição de pelos pelo corpo, o engrossamento da voz,</p><p>entre outras.</p><p>Próstata: A próstata é uma glândula do sistema genital masculino, localizada na frente</p><p>do reto e embaixo da bexiga urinária. O tamanho da próstata varia com a idade. Em homens</p><p>mais jovens, tem aproximadamente o tamanho de uma noz, mas pode ser muito maior em</p><p>homens mais velhos. A função da próstata é produzir o fluído que protege e nutre os</p><p>espermatozóides no sêmen, tornando-o mais líquido. Logo atrás da próstata, estão às</p><p>glândulas denominadas vesículas seminais, que produzem a maior parte do líquido para o</p><p>sêmen. A uretra, que transporta a urina e o sêmen para fora do corpo através do pênis,</p><p>atravessa o centro da próstata.</p><p>Os ovários: são as gônadas femininas, localizadas bilateralmente na pelve, em situação</p><p>intraperitoneal, os ovários ocupam um papel central na vida das mulheres em idade</p><p>reprodutiva, já que têm uma grande influência na homeostasia hormonal e na função</p><p>reprodutiva, Eles produzem os hormônios, incluindo o estrogênio, que estimula o preparo</p><p>endometrial, e libera um óvulo a cada ciclo menstrual para uma possível fertilização.</p><p>Próstata: A próstata é uma glândula do sistema genital masculino, localizada na frente</p><p>do reto e embaixo da bexiga urinária. O tamanho da próstata varia com a idade. Em homens</p><p>mais jovens, tem aproximadamente o tamanho de uma noz, mas pode ser muito maior em</p><p>homens mais velhos. A função da próstata é produzir o fluído que protege e nutre os</p><p>espermatozóides no sêmen, tornando-o mais líquido. Logo atrás da próstata, estão às</p><p>glândulas denominadas vesículas seminais, que produzem a maior parte do líquido para o</p><p>sêmen. A uretra, que transporta a urina e o sêmen para fora do corpo através do pênis,</p><p>atravessa o centro da próstata.</p><p>Os ovários: são as gônadas femininas, localizadas bilateralmente na pelve, em situação</p><p>intraperitoneal, os ovários ocupam um papel central na vida das mulheres em idade</p><p>reprodutiva, já que têm uma grande influência na homeostasia hormonal e na função</p><p>reprodutiva, Eles produzem os hormônios, incluindo o estrogênio, que estimula o preparo</p><p>endometrial, e libera um óvulo a cada ciclo menstrual para uma possível fertilização.</p><p>Próstata: A próstata é uma glândula do sistema genital masculino, localizada na frente</p><p>do reto e embaixo da bexiga urinária. O tamanho da próstata varia com a idade. Em homens</p><p>mais jovens, tem aproximadamente o tamanho de uma noz, mas pode ser muito maior em</p><p>homens mais velhos. A função da próstata é produzir o fluído que protege e nutre os</p><p>espermatozóides no sêmen, tornando-o mais líquido. Logo atrás da próstata, estão às</p><p>glândulas denominadas vesículas seminais, que produzem a maior parte do líquido para o</p><p>sêmen. A uretra, que transporta a urina e o sêmen para fora do corpo através do pênis,</p><p>atravessa o centro da próstata.</p><p>Os ovários: são as gônadas femininas, localizadas bilateralmente na pelve, em situação</p><p>intraperitoneal, os ovários ocupam um papel central na vida das mulheres em idade</p><p>reprodutiva, já que têm uma grande influência na homeostasia hormonal e na função</p><p>reprodutiva, Eles produzem os hormônios, incluindo o estrogênio, que estimula o preparo</p><p>endometrial, e libera um óvulo a cada ciclo menstrual para uma possível fertilização.</p><p>Pâncreas: O pâncreas é uma glândula responsável pela secreção de suco pancreático e</p><p>também pela produção de dois hormônios: a insulina e o glucagon. O suco pancreático é</p><p>lançado no intestino delgado, onde participa do processo de digestão de carboidratos,</p><p>lipídios e proteínas.</p><p>O pâncreas é uma glândula mista, ou seja, apresenta uma porção endócrina e uma</p><p>porção exócrina. Possui a função de produzir algumas importantes substâncias:</p><p>A porção endócrina é responsável por produzir insulina e glucagon.</p><p>A porção exócrina é responsável por produzir suco pancreático.</p><p>Sistema Urinário: O sistema urinário, ou aparelho urinário, é o sistema responsável por</p><p>produzir, armazenar temporariamente e eliminar a urina, um composto que garante a</p><p>eliminação de substâncias que estão em excesso no organismo e resíduos oriundos do</p><p>metabolismo, O sistema urinário, ou aparelho urinário, é o sistema responsável por produzir,</p><p>armazenar temporariamente e eliminar a urina, um composto que garante a eliminação de</p><p>substâncias que estão em excesso no organismo e resíduos oriundos do metabolismo.</p><p>Ureter: um órgão muscular que conduz a urina do rim até a bexiga. Assim como os rins,</p><p>são em número de dois. Cada um mede aproximadamente 25 cm. O ureter atravessa</p><p>obliquamente a parede da bexiga, de modo que se forme uma válvula que impede o refluxo da</p><p>urina.</p><p>Bexiga urinaria: um órgão muscular que conduz a urina do rim até a bexiga. Assim</p><p>como os rins, são em número de dois. Cada um mede aproximadamente 25 cm. O ureter</p><p>atravessa obliquamente a parede da bexiga, de modo que se forme uma válvula que impede o</p><p>refluxo da urina. A bexiga se localiza na parte inferior do abdômen (sínfise púbica) – nos</p><p>homens, situa-se logo à frente do reto; nas mulheres, à frente da vagina e abaixo do útero.</p><p>Uretra masculina: A uretra masculina é um órgão de cerca de 20 cm de comprimento e</p><p>se estende da bexiga até o óstio externo da uretra. Ela é responsável tanto pela micção</p><p>quanto pela ejaculação, podendo ser dividida em três porções: a uretra prostática, a uretra</p><p>membranosa e a uretra esponjosa.</p><p>Uretra feminina: A uretra feminina é mais simples que a masculina: localiza-se logo</p><p>atrás do púbis e antes da vagina. Na mulher, a uretra é mais curta com certa de 5 cm de</p><p>comprimento e 8 mm de diâmetro, A uretra é um órgão que garante que a urina seja levada</p><p>da bexiga para o meio externo, na mulher a uretra é exclusiva do sistema</p><p>urinário.</p><p>Sistema Urinário Masculino: é o sistema responsável pela formação da urina. A urina é</p><p>produzida nos rins, passa pelos ureteres é armazenada temporariamente na bexiga e</p><p>posteriormente lançada para o exterior do corpo via uretra. A formação da urina ocorre na</p><p>região dos rins chamadas de nefros. No homem, apresenta outra função além da eliminação</p><p>da urina, servindo também de passagem ao sêmen durante a ejaculação.</p><p>Sistema Urinário Feminino: a uretra apresenta medida bem menor, em torno de 4 cm,</p><p>estando localizada na região que fica atrás da sínfise púbica e terminando entre o clitóris e a</p><p>vagina. Nas mulheres, outra característica da uretra é que ela passa pelo chamado</p><p>diafragma urogenital e apresenta diversas glândulas para uretrais que auxiliam na</p><p>lubrificação necessária para o ato sexual, é formado somente por órgãos excretores, que</p><p>trabalham para a filtração do sangue, retirando substâncias tóxicas que foram liberadas no</p><p>metabolismo celular do organismo.</p><p>CONCLUSÃO</p><p>O trato digestório e os órgãos anexos constituem o sistema digestório. O trato digestório</p><p>é um tubo oco que se estende da cavidade bucal ao ânus, sendo também chamado de canal</p><p>alimentar ou trato gastrintestinal. As estruturas do trato digestório incluem: Boca, Faringe,</p><p>Esôfago, Estômago, Intestino Delgado, Intestino Grosso, Reto e Ânus.</p><p>Sistema endócrino é formado por glândulas endócrinas que liberam secreções</p><p>denominadas hormônios. Além das glândulas endócrinas, alguns órgãos também são</p><p>responsáveis por produzir hormônios, atuando de maneira secundária como órgãos</p><p>endócrinos. Os hormônios são lançados na corrente sanguínea, sendo transportados para</p><p>todas as partes do corpo, entretanto, agem apenas nos tecidos e órgãos-alvo. O sistema</p><p>endócrino garante juntamente ao sistema nervoso, a regulação de diferentes atividades do</p><p>organismo. O sistema urinário exerce funções importantes na excreção de substâncias do</p><p>organismo através da urina. No entanto, podemos ir além, já que o sistema urinário contribui</p><p>para a homeostase orgânica ao ajustar e regular o volume, a composição de íons e o pH do</p><p>ambiente interno, eliminando produtos residuais do metabolismo. O sistema digestório, por</p><p>sua vez, trabalha com a degradação dos alimentos em moléculas pequenas para que possam</p><p>atravessar a membrana plasmática das células, fornecendo a energia necessária para</p><p>garantir o funcionamento celular. Já o sistema endócrino coordena diversas funções no</p><p>organismo, através da liberação de substâncias na corrente sanguínea conhecidas como</p><p>hormônios, que, por sua vez, as levam para todas as partes do corpo. Os hormônios afetam o</p><p>metabolismo, regulam o crescimento e o desenvolvimento do organismo, e ainda influenciam</p><p>os processos reprodutivos. O sistema sensorial envolve o estudo de como as variações de</p><p>temperatura podem influenciar nosso organismo e também como os impulsos nervosos estão</p><p>envolvidos nas sensações de dor, visão e audição.</p><p>REFERENCIAS:</p><p>CONSTANZO, L. Fisiologia. 5. ed. São Paulo: Elsevier, 2014.</p><p>GOLAN, D. E. et al. Princípio de farmacologia: a base fisiopatológica da farmacoterapia. 2.</p><p>ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogam, 2012.</p><p>JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 12. ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2013.</p><p>MACHADO, A. Neuroanatomia funcional. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2006.</p><p>SHERWOOD, L. Fisiologia humana das células aos sistemas. 7. ed. São Paulo: Cengage</p><p>Learning, 2011.</p><p>TORTORA, G. J.; NIELSEN, M. Princípios de anatomia humana. 12. ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2013.</p><p>UNQUEIRA, L. C; CARNEIRO, J. Histologia básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan,</p><p>JACOB, S. W; FRANCONE, C. S; LOSSOW, W. J. Anatomia e Fisiologia Humana. 5ª edição.</p><p>Editora Guanabara.</p><p>DANGELO & FATTINI. Anatomia Humana. Sistêmica e segmentar. 3ª edição. Atheneu.</p><p>REECE et al. Biologia de Campbell. 10ª edição. Artmed.</p><p>MOORE, K. L; DALLEY, A. F; AGUR, A. M. R. Moore - Anatomia Orientada para a Clínica.</p><p>7ª ed. Guanabara Koogan.</p><p>Frank H.Netter MD: Atlas of Human Anatomy, 5th Edition, Elsevier Saunders.</p><p>Chummy S.Sinnatamby: Last’s Anatomy Regional and Applied, 12th Edition, Churchill</p><p>Livingstone Elsevier.</p><p>Richard L. Drake, A. Wayne Vogl, Adam. W.M. Mitchell: Gray’s Anatomy for Students, 2nd</p><p>Edition, Churchill Livingstone Elsevier.</p><p>Gray’s Anatomy of the Human Body. 20th ed. Philadelphia: Lea &Febiger, 1918; New York:</p><p>bartleby.com, 2000.</p><p>National Cancer Institute: Thymus Cancer. MedlinePlus (accessed 16/01/2016).</p><p>Anagnostou V. et al: Innervation of the Human Thymus and Spleen – an Overview. Brain</p><p>Immune Media Ltd (accessed 17/01/2016).</p><p>The Editors of Encyclopædia Britannica: Major histocompatibility complex (MHC).</p><p>Encyclopædia Britannica, Inc. (accessed 17/01/2016).</p><p>Anastasiadis K. and Ratnatunga C.: The Thymus Gland. (accessed 17/01/2016).</p><p>What is thymus cancer? American Cancer Society, Inc. (accessed 16/01/2016).</p><p>"ACOB, Francone e Lossow. Anatomia e Fisiologia Humana. 5ª Edição, pág. 441.</p><p>REECE, Jane B.; URRY, Lisa A.; CAIN, Michael L. ; WASSERMANN, Steven A.; MINOR,</p><p>Peter V. Biologia de Campbell. 10 edição. Artmed. Pág. 979.</p><p>JUNQUEIRA & CARNEIRO. Histologia Básica. 12º Edição. Pág. 368.</p><p>UNIMED. Ardência ao urinar: o que pode ser? Disponível em:</p><p>https://www.unimedfortaleza.com.br/blog/cuidar-de-voce/ardencia-ao-urinar-o-que-pode-ser.</p><p>JÚNIOR, Archimedes Nardoza; FILHO, Miguel Zerati; REIS, Rodolfo Borges dos. Urologia</p><p>Fundamental. São Paulo: Planmark, 2010.</p><p>UFRGS. Sistema urinário. Disponível em:http://www.ufrgs.br/livrodehisto/pdfs/10Urinar.pdf.</p><p>USP.Fisiologia.Disponívelem:https://midia.atp.usp.br/impressos/redefor/EnsinoBiologia/Fisi</p><p>o_2011_2012/Fisiologia_v2_semana03.pdf."</p><p>Veja mais sobre "Sistema urinário" em: HTTPS://brasilescola. uol.com. br/biologia/sistema-</p><p>excretor.htm</p>

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