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AVA - POL ATENÇÃO SAUDE CRIANÇA E ADOLESCENTE UNIDADE 1

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Questões resolvidas

Atualmente o Brasil possui cerca de 60,5 milhões de crianças e adolescentes (de 0 a 19 anos), que estão concentrados demograficamente na região Sudeste do País, chegando ao total de 18,6 milhões. As regiões Norte e Nordeste superam o número de crianças e adolescentes quando comparadas às outras regiões do país. A partir dessa afirmação, assinale a alternativa incorreta.

a. O crescimento e desenvolvimento nas regiões Norte e Nordeste brasileiras é bastante desafiador, principalmente relacionado aos indicadores sociais.
b. A região Sudeste apresenta desafios como a violência e o trabalho infantil, que prejudicam o crescimento e o desenvolvimento das crianças e adolescentes.
c. Quanto maior o desenvolvimento social local, maiores serão as dificuldades de desenvolvimento enfrentadas pela população infanto-juvenil.
d. Nas áreas rurais as concentrações de crianças e adolescentes são inferiores às áreas urbanas.
e. Os dados estatísticos revelam aumento no número de crianças indígenas, ou seja, há uma preocupação com a assistência adequada a estes povos de maneira equitativa.

A alta taxa de homicídios de adolescentes no Brasil traduz as condições sociais vulneráveis em que nossas crianças e adolescentes se encontram. Segundo a UNICEF (2014), em 2014, a cada dia, 30 crianças e adolescentes foram assassinados. As vítimas têm cor, classe social e endereço. São em sua maioria meninos negros, pobres, que vivem nas periferias e áreas metropolitanas das grandes cidades. Diante essa informação, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta. Estes apontamentos não deixam dúvida do abismo social existente no Brasil e como nossas crianças e adolescentes são amplamente atingidos por estes aspectos (sociais, econômicos, raciais, entre outros). PORQUE As políticas sociais e de saúde necessitam trabalhar os aspectos de vulnerabilidade de forma intersetorial, abrangendo o levantamento das necessidades de acordo com a realidade de cada região brasileira.

a. As duas assertivas são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.
b. As duas assertivas são verdadeiras, sendo que a segunda justifica a primeira.
c. A primeira assertiva é falsa e, portanto, não é justificada pela segunda.
d. As duas assertivas são faltas, pois não detalham a questão da marginalidade infantil.
e. A primeira assertiva é verdadeira e a segunda é falsa.

Analisando o gráfico a seguir a respeito da proporção de óbitos em crianças de 0 a 5 anos de idade por doença diarreica aguda segundo as Grandes Regiões brasileiras, entre 1991 a 2011, assinale a alternativa INCORRETA.

a. Observa-se que em 20 anos este indicador diminuiu consideravelmente, passando de 9,3% dos óbitos de crianças menores de 5 anos, em 1991, para 1,6% em 2011.
b. A queda do indicador foi mais significativa nas Regiões Sul e Sudeste, sendo na Região Sul onde foi registrado o menor valor (0,7%), em 2011.
c. O gráfico demonstra a queda dos óbitos infantis por doença diarreica, o que pode estar relacionado a uma maior proporção de crianças vivendo em domicílios com saneamento adequado.
d. As Regiões Norte e Nordeste apresentaram maior proporção de mortes por doença diarreica aguda em crianças, sendo 2,7% e 2,3%, respectivamente, em 2011.
e. As Regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores percentuais de óbitos em 2001, provavelmente refletindo as condições sanitárias.

Ao nos depararmos com os índices de morbimortalidade entre crianças, adolescentes e jovens brasileiros, verificam-se números expressivos de grupos de causas de mortes, de acordo com a faixa etária. Sendo assim, assinale a alternativa INCORRETA.

a. Na faixa entre 15 e 29 anos de idade há um crescimento da letalidade violenta bem maior que no resto da população.
b. As taxas de homicídios e mortes em acidentes de trânsito, conhecidas como causas externas, são mais expressivas em jovens do sexo masculino.
c. As mortes por doenças imunopreviníveis é bastante comum entre adolescentes do sexo feminino.
d. A baixa cobertura vacinal de crianças menores de cinco anos relaciona-se ao aumento do número de casos de adoecimento e mortes nesse grupo etário.
e. Doenças do aparelho respiratório, como as pneumonias, são bastante comuns entre crianças menores de cinco anos.

A Caderneta de Saúde da Criança utiliza como parâmetros para avaliação do crescimento de crianças (menores de 10 anos) os seguintes gráficos: perímetro cefálico (de zero a 2 anos), peso para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos), comprimento/estatura para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos), índice de massa corporal (IMC) para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos). (BRASIL, 2012). A respeito dessa temática, assinale a alternativa correta:

a. O Ministério da Saúde adota o Sistema de Informação Hospitalar (SIH) como base de dados para este controle.
b. O crescimento infanto-juvenil depende exclusivamente de fatores genéticos, ou seja, filhos de pais altos deverão apresentar maiores comprimentos do que aqueles de menor estatura.
c. O crescimento e desenvolvimento psicomotor de uma criança é a principal medida de que suas necessidades essenciais de afeto estão sendo atendidas.
d. O cronograma de visitas de rotina proposto pelo Ministério da Saúde para as crianças que não foram classificadas como de alto risco é feito mensalmente apenas no primeiro ano de vida.
e. Essa avaliação deve ser realizada periodicamente, a fim de detectar precocemente riscos de desnutrição e obesidade infantis e agir preventivamente, evitando os agravos que podem decorrer dos distúrbios alimentares.

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Questões resolvidas

Atualmente o Brasil possui cerca de 60,5 milhões de crianças e adolescentes (de 0 a 19 anos), que estão concentrados demograficamente na região Sudeste do País, chegando ao total de 18,6 milhões. As regiões Norte e Nordeste superam o número de crianças e adolescentes quando comparadas às outras regiões do país. A partir dessa afirmação, assinale a alternativa incorreta.

a. O crescimento e desenvolvimento nas regiões Norte e Nordeste brasileiras é bastante desafiador, principalmente relacionado aos indicadores sociais.
b. A região Sudeste apresenta desafios como a violência e o trabalho infantil, que prejudicam o crescimento e o desenvolvimento das crianças e adolescentes.
c. Quanto maior o desenvolvimento social local, maiores serão as dificuldades de desenvolvimento enfrentadas pela população infanto-juvenil.
d. Nas áreas rurais as concentrações de crianças e adolescentes são inferiores às áreas urbanas.
e. Os dados estatísticos revelam aumento no número de crianças indígenas, ou seja, há uma preocupação com a assistência adequada a estes povos de maneira equitativa.

A alta taxa de homicídios de adolescentes no Brasil traduz as condições sociais vulneráveis em que nossas crianças e adolescentes se encontram. Segundo a UNICEF (2014), em 2014, a cada dia, 30 crianças e adolescentes foram assassinados. As vítimas têm cor, classe social e endereço. São em sua maioria meninos negros, pobres, que vivem nas periferias e áreas metropolitanas das grandes cidades. Diante essa informação, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta. Estes apontamentos não deixam dúvida do abismo social existente no Brasil e como nossas crianças e adolescentes são amplamente atingidos por estes aspectos (sociais, econômicos, raciais, entre outros). PORQUE As políticas sociais e de saúde necessitam trabalhar os aspectos de vulnerabilidade de forma intersetorial, abrangendo o levantamento das necessidades de acordo com a realidade de cada região brasileira.

a. As duas assertivas são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.
b. As duas assertivas são verdadeiras, sendo que a segunda justifica a primeira.
c. A primeira assertiva é falsa e, portanto, não é justificada pela segunda.
d. As duas assertivas são faltas, pois não detalham a questão da marginalidade infantil.
e. A primeira assertiva é verdadeira e a segunda é falsa.

Analisando o gráfico a seguir a respeito da proporção de óbitos em crianças de 0 a 5 anos de idade por doença diarreica aguda segundo as Grandes Regiões brasileiras, entre 1991 a 2011, assinale a alternativa INCORRETA.

a. Observa-se que em 20 anos este indicador diminuiu consideravelmente, passando de 9,3% dos óbitos de crianças menores de 5 anos, em 1991, para 1,6% em 2011.
b. A queda do indicador foi mais significativa nas Regiões Sul e Sudeste, sendo na Região Sul onde foi registrado o menor valor (0,7%), em 2011.
c. O gráfico demonstra a queda dos óbitos infantis por doença diarreica, o que pode estar relacionado a uma maior proporção de crianças vivendo em domicílios com saneamento adequado.
d. As Regiões Norte e Nordeste apresentaram maior proporção de mortes por doença diarreica aguda em crianças, sendo 2,7% e 2,3%, respectivamente, em 2011.
e. As Regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores percentuais de óbitos em 2001, provavelmente refletindo as condições sanitárias.

Ao nos depararmos com os índices de morbimortalidade entre crianças, adolescentes e jovens brasileiros, verificam-se números expressivos de grupos de causas de mortes, de acordo com a faixa etária. Sendo assim, assinale a alternativa INCORRETA.

a. Na faixa entre 15 e 29 anos de idade há um crescimento da letalidade violenta bem maior que no resto da população.
b. As taxas de homicídios e mortes em acidentes de trânsito, conhecidas como causas externas, são mais expressivas em jovens do sexo masculino.
c. As mortes por doenças imunopreviníveis é bastante comum entre adolescentes do sexo feminino.
d. A baixa cobertura vacinal de crianças menores de cinco anos relaciona-se ao aumento do número de casos de adoecimento e mortes nesse grupo etário.
e. Doenças do aparelho respiratório, como as pneumonias, são bastante comuns entre crianças menores de cinco anos.

A Caderneta de Saúde da Criança utiliza como parâmetros para avaliação do crescimento de crianças (menores de 10 anos) os seguintes gráficos: perímetro cefálico (de zero a 2 anos), peso para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos), comprimento/estatura para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos), índice de massa corporal (IMC) para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos). (BRASIL, 2012). A respeito dessa temática, assinale a alternativa correta:

a. O Ministério da Saúde adota o Sistema de Informação Hospitalar (SIH) como base de dados para este controle.
b. O crescimento infanto-juvenil depende exclusivamente de fatores genéticos, ou seja, filhos de pais altos deverão apresentar maiores comprimentos do que aqueles de menor estatura.
c. O crescimento e desenvolvimento psicomotor de uma criança é a principal medida de que suas necessidades essenciais de afeto estão sendo atendidas.
d. O cronograma de visitas de rotina proposto pelo Ministério da Saúde para as crianças que não foram classificadas como de alto risco é feito mensalmente apenas no primeiro ano de vida.
e. Essa avaliação deve ser realizada periodicamente, a fim de detectar precocemente riscos de desnutrição e obesidade infantis e agir preventivamente, evitando os agravos que podem decorrer dos distúrbios alimentares.

Prévia do material em texto

<p>POLÍTICA DE ATENÇÃO À SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE</p><p>UNIDADE 1</p><p>PERGUNTA 1</p><p>A mortalidade infantil consiste na avaliação do número de mortes de crianças no primeiro ano de vida,</p><p>sendo, portanto, um indicador potente de análise territorial e de desenvolvimento social. Nesse sentido,</p><p>marque a alternativa incorreta a respeito desse indicador de saúde.</p><p>a</p><p>.</p><p>Países desenvolvidos tendem a apresentar os melhores resultados do indicador de mortalidade</p><p>infantil.</p><p>b</p><p>.</p><p>Países em desenvolvimento tendem a apresentar taxas de mortalidade infantil maiores.</p><p>c</p><p>.</p><p>Países desenvolvidos, como vários europeus, apresentam a mortalidade infantil ascendente,</p><p>verificada pelo aumento no número de idosos quando comparado ao Brasil, por exemplo.</p><p>d</p><p>.</p><p>O território de nascimento de uma criança influencia diretamente nas taxas de mortalidade infantil.</p><p>e</p><p>.</p><p>O continente africano apresenta diversos países com a taxa de mortalidade infantil alarmante,</p><p>demonstrando as escassas condições sociais e econômicas desses territórios.</p><p>PERGUNTA 2</p><p>Atualmente o Brasil possui cerca de 60,5 milhões de crianças e adolescentes (de 0 a 19 anos), que estão</p><p>concentrados demograficamente na região Sudeste do País, chegando ao total de 18,6 milhões. As</p><p>regiões Norte e Nordeste superam o número de crianças e adolescentes quando comparadas às outras</p><p>regiões do país. A partir dessa afirmação, assinale a alternativa incorreta.</p><p>a</p><p>.</p><p>O crescimento e desenvolvimento nas regiões Norte e Nordeste brasileiras é bastante desafiador,</p><p>principalmente relacionado aos indicadores sociais.</p><p>b</p><p>.</p><p>A região Sudeste apresenta desafios como a violência e o trabalho infantil, que prejudicam o</p><p>crescimento e o desenvolvimento das crianças e adolescentes.</p><p>c</p><p>.</p><p>Quanto maior o desenvolvimento social local, maiores serão as dificuldades de</p><p>desenvolvimento enfrentadas pela população infanto-juvenil.</p><p>d</p><p>.</p><p>Nas áreas rurais as concentrações de crianças e adolescentes são inferiores às áreas urbanas.</p><p>e</p><p>.</p><p>Os dados estatísticos revelam aumento no número de crianças indígenas, ou seja, há uma</p><p>preocupação com a assistência adequada a estes povos de maneira equitativa.</p><p>PERGUNTA 3</p><p>A vulnerabilidade infantil demonstra situações que determinam socialmente o processo saúde-doença de</p><p>crianças e jovens em fase de desenvolvimento. Muitas vezes, os serviços de saúde não conseguem</p><p>responder adequadamente às necessidades dessa população. A partir desse cenário, analise as</p><p>assertivas e assinale a resposta correta.</p><p>I. O desenvolvimento infantil está intimamente ligado à interação entre a aprendizagem e a maturação,</p><p>aos níveis físico, social, emocional e intelectual.</p><p>II. Podemos entender a vulnerabilidade como sendo uma maior exposição dos indivíduos a problemas</p><p>relacionados com a ausência do suprimento de algumas necessidades básicas, como segurança, contexto</p><p>familiar, alimentação saudável.</p><p>III. Crianças indígenas possuem maior vulnerabilidade se comparadas àquelas que vivem na zona urbana,</p><p>onde os índices regionais de mortalidade infantil também são maiores.</p><p>IV. A vulnerabilidade infantil está atrelada às condições raciais, sociais, econômicas e educacionais,</p><p>contudo, essas condições não expõem os indivíduos ao adoecimento, pois a presença de agentes</p><p>etiológicos como vírus, bactérias, protozoários e fungos é essencial para o aumento da mortalidade</p><p>infantil.</p><p>a.</p><p>Todas as afirmativas estão corretas.</p><p>b.</p><p>Apenas as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>c.</p><p>As afirmativas II, III e IV estão corretas.</p><p>d.</p><p>A afirmativa IV é a única incorreta.</p><p>e.</p><p>As afirmativas I e IV estão incorretas.</p><p>PERGUNTA 4</p><p>A alta taxa de homicídios de adolescentes no Brasil traduz as condições sociais vulneráveis em que</p><p>nossas crianças e adolescentes se encontram. Segundo a UNICEF (2014), em 2014, a cada dia, 30 crianças</p><p>e adolescentes foram assassinados. As vítimas têm cor, classe social e endereço. São em sua maioria</p><p>meninos negros, pobres, que vivem nas periferias e áreas metropolitanas das grandes cidades. Diante</p><p>essa informação, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta.</p><p>Estes apontamentos não deixam dúvida do abismo social existente no Brasil e como nossas crianças e</p><p>adolescentes são amplamente atingidos por estes aspectos (sociais, econômicos, raciais, entre outros).</p><p>PORQUE</p><p>As políticas sociais e de saúde necessitam trabalhar os aspectos de vulnerabilidade de forma</p><p>intersetorial, abrangendo o levantamento das necessidades de acordo com a realidade de cada região</p><p>brasileira.</p><p>a.</p><p>As duas assertivas são verdadeiras, mas a segunda não justifica a primeira.</p><p>b.</p><p>As duas assertivas são verdadeiras, sendo que a segunda justifica a primeira.</p><p>c.</p><p>A primeira assertiva é falsa e, portanto, não é justificada pela segunda.</p><p>d.</p><p>As duas assertivas são faltas, pois não detalham a questão da marginalidade</p><p>infantil.</p><p>e.</p><p>A primeira assertiva é verdadeira e a segunda é falsa.</p><p>PERGUNTA 5 ERRADA</p><p>Analisando o gráfico a seguir a respeito da proporção de óbitos em crianças de 0 a 5 anos de idade por</p><p>doença diarreica aguda segundo as Grandes Regiões brasileiras, entre 1991 a 2011, assinale a alternativa</p><p>INCORRETA.</p><p>a</p><p>.</p><p>Observa-se que em 20 anos este indicador diminuiu consideravelmente, passando de 9,3% dos</p><p>óbitos de crianças menores de 5 anos, em 1991, para 1,6% em 2011.</p><p>b</p><p>.</p><p>A queda do indicador foi mais significativa nas Regiões Sul e Sudeste, sendo na Região Sul onde foi</p><p>registrado o menor valor (0,7%), em 2011.</p><p>c</p><p>.</p><p>O gráfico demonstra a queda dos óbitos infantis por doença diarreica, o que pode estar</p><p>relacionado a uma maior proporção de crianças vivendo em domicílios com saneamento</p><p>adequado.</p><p>d</p><p>.</p><p>As Regiões Norte e Nordeste apresentaram maior proporção de mortes por doença diarreica aguda</p><p>em crianças, sendo 2,7% e 2,3%, respectivamente, em 2011.</p><p>e</p><p>.</p><p>As Regiões Norte e Nordeste apresentaram os maiores percentuais de óbitos em 2001,</p><p>provavelmente refletindo as condições sanitárias.</p><p>PERGUNTA 6</p><p>Ao nos depararmos com os índices de morbimortalidade entre crianças, adolescentes e jovens</p><p>brasileiros, verificam-se números expressivos de grupos de causas de mortes, de acordo com a faixa</p><p>etária. Sendo assim, assinale a alternativa INCORRETA.</p><p>a</p><p>.</p><p>Na faixa entre 15 e 29 anos de idade há um crescimento da letalidade violenta bem maior que no</p><p>resto da população.</p><p>b</p><p>.</p><p>As taxas de homicídios e mortes em acidentes de trânsito, conhecidas como causas externas, são</p><p>mais expressivas em jovens do sexo masculino.</p><p>c</p><p>.</p><p>As mortes por doenças imunopreviníveis é bastante comum entre adolescentes do sexo</p><p>feminino.</p><p>d</p><p>.</p><p>A baixa cobertura vacinal de crianças menores de cinco anos relaciona-se ao aumento do número</p><p>de casos de adoecimento e mortes nesse grupo etário.</p><p>e</p><p>.</p><p>Doenças do aparelho respiratório, como as pneumonias, são bastante comuns entre crianças</p><p>menores de cinco anos.</p><p>PERGUNTA 7</p><p>“Durante muito tempo a infância foi marginalizada pela sociedade e no seio familiar, subjugada à vontade</p><p>e poderio adultos, ficando, inclusive, numa situação de invisibilidade social, visto que não era vista como</p><p>um ator social (LELIS, 2014)”. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é um marco na história da</p><p>cidadania de meninos e meninas brasileiras, pois:</p><p>I. Garante direitos e deveres a crianças e adolescentes, determinando à família, à sociedade, à</p><p>comunidade e ao Estado a corresponsabilidade pela sua proteção social.</p><p>II. Garante os deveres do Estado em relação às políticas de saúde voltadas para crianças e adolescentes,</p><p>eximindo o dever da família.</p><p>III. Garante direitos e deveres a crianças e adolescentes até 19 anos incompletos, determinando à família,</p><p>à sociedade, à comunidade e ao Estado a corresponsabilidade pela sua proteção social.</p><p>IV. Garante os deveres do Estado e da Escola em relação às políticas de saúde voltadas para crianças e</p><p>adolescentes, eximindo as famílias de classes sociais baixas.</p><p>a.</p><p>Apenas a afirmativa I está correta.</p><p>b.</p><p>As afirmativas II, III e IV estão corretas.</p><p>c.</p><p>Apenas as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>d.</p><p>As afirmativas I e IV são as únicas corretas.</p><p>e.</p><p>Apenas as afirmativas III e IV estão corretas.</p><p>PERGUNTA 8</p><p>No Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) são dispostos artigos sobre a proteção integral à criança e</p><p>ao adolescente a partir da Lei n° 8.069, de 13 de julho de 1990. A respeito do ECA, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a</p><p>.</p><p>Nos casos expressos em lei, não se aplica este Estatuto às pessoas entre 18 e 21 anos de idade.</p><p>b</p><p>.</p><p>O Conselho Tutelar é órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela</p><p>sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente definidos</p><p>nesta Lei.</p><p>c</p><p>.</p><p>O ECA define que cada município deverá ter, no mínimo, um conselho formado por três</p><p>conselheiros.</p><p>d</p><p>.</p><p>Estes conselheiros devem ser membros da comunidade, residir no município, ter idade maior de 18</p><p>anos e ter reconhecida idoneidade moral.</p><p>e</p><p>.</p><p>Cabe a estes conselheiros atender e aconselhar pais, crianças e adolescentes, visando sempre a</p><p>proteção dos direitos da criança e do adolescente, recolhendo a criança para um abrigo após</p><p>qualquer denúncia de maus-tratos.</p><p>PERGUNTA 9</p><p>Como um membro da sociedade, o enfermeiro deve denunciar o não cumprimento do ECA. Deve ainda,</p><p>como alguém que presta cuidados à criança e ao adolescente, tratá-los com respeito e dignidade. Diante</p><p>disso, analise as proposições a seguir.</p><p>I. O enfermeiro deverá notificar o conselho tutelar ao presenciar uma criança em situação de risco, tendo</p><p>o discernimento da maneira correta de como garantir os direitos à proteção da vida e à saúde da mesma.</p><p>II. O enfermeiro deverá apoiar pais ou responsáveis para que participem ativamente do tratamento de</p><p>suas crianças e adolescentes, informando-lhes sobre os procedimentos aos quais serão submetidos.</p><p>III. O enfermeiro da atenção terciária deverá encaminhar para a unidade básica de saúde a criança vítima</p><p>de violência doméstica, solicitando ao enfermeiro da atenção básica para que faça a notificação dos</p><p>abusos e maus-tratos.</p><p>IV. O enfermeiro escolar deverá orientar e auxiliar crianças e adolescentes com seus problemas de saúde,</p><p>que vão desde questões como o início da vida sexual até dores de barriga.</p><p>V. O enfermeiro e sua equipe são os membros da equipe de saúde que permanecem em contato direto</p><p>com o paciente e sua família por mais tempo durante a internação hospitalar, dessa forma, devem</p><p>assegurar que todos os direitos de seus pacientes sejam assegurados e que estes sejam tratados com</p><p>dignidade e respeito.</p><p>a.</p><p>Apenas a IV está incorreta.</p><p>b.</p><p>I, II e III estão corretas.</p><p>c.</p><p>Todas estão corretas.</p><p>d.</p><p>Apenas a III está incorreta.</p><p>e.</p><p>Apenas I, II e V estão corretas.</p><p>PERGUNTA 10</p><p>“A Caderneta de Saúde da Criança utiliza como parâmetros para avaliação do crescimento de crianças</p><p>(menores de 10 anos) os seguintes gráficos: perímetro cefálico (de zero a 2 anos), peso para a idade (de</p><p>zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos), comprimento/estatura para a idade (de zero a 2 anos, de 2</p><p>a 5 anos e de 5 a 10 anos), índice de massa corporal (IMC) para a idade (de zero a 2 anos, de 2 a 5 anos e</p><p>de 5 a 10 anos)”. (BRASIL, 2012). A respeito dessa temática, assinale a alternativa correta.</p><p>a</p><p>.</p><p>O Ministério da Saúde adota o Sistema de Informação Hospitalar (SIH) como base de dados para</p><p>este controle.</p><p>b</p><p>.</p><p>O crescimento infanto-juvenil depende exclusivamente de fatores genéticos, ou seja, filhos de pais</p><p>altos deverão apresentar maiores comprimentos do que aqueles de menor estatura.</p><p>c</p><p>.</p><p>O crescimento e desenvolvimento psicomotor de uma criança é a principal medida de que suas</p><p>necessidades essenciais de afeto estão sendo atendidas.</p><p>d</p><p>.</p><p>O cronograma de visitas de rotina proposto pelo Ministério da Saúde para as crianças que não</p><p>foram classificadas como de alto risco é feito mensalmente apenas no primeiro ano de vida.</p><p>e</p><p>.</p><p>Essa avaliação deve ser realizada periodicamente, a fim de detectar precocemente riscos de</p><p>desnutrição e obesidade infantis e agir preventivamente, evitando os agravos que podem</p><p>decorrer dos distúrbios alimentares.</p><p>Pergunta 1</p><p>Pergunta 2</p><p>Pergunta 3</p><p>Pergunta 4</p><p>Pergunta 5 ERRADA</p><p>Pergunta 6</p><p>Pergunta 7</p><p>Pergunta 8</p><p>Pergunta 9</p><p>Pergunta 10</p>

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