Prévia do material em texto
<p>Vamos falar de</p><p>FARMACOLOGIA?</p><p>Gov. Mangabeira-BA</p><p>2024</p><p>______________</p><p>CRONOGRAMA I E II BIMESTRE</p><p>Cronograma De Notas</p><p>I BIMESTRE</p><p>Avaliação: 7,0pts</p><p>Casos clínicos: 1,0pts</p><p>Atividades complementares: 2,0pts</p><p>EMENTA</p><p>Fornecer aos alunos(a) uma base sólida de</p><p>conhecimentos teóricos e práticos para a</p><p>compreensão e aplicação dos princípios</p><p>farmacológicos na prática clínica e na atuação em</p><p>equipe multidisciplinar .</p><p>O QUE É FARMACOLOGIA</p><p>PRA VOCÊ?</p><p>O QUE É FARMACOLOGIA CLÍNICA?</p><p>(do grego: fármacon = droga; logia = estudo)</p><p>FARMACOLÓGIA- CIÊNCIA MULTIDICIPLINAR</p><p>❖ Biomedicina</p><p>❖ Enfermagem</p><p>❖ Radiologia</p><p>❖ Nutrição</p><p>FARMACOLOGIA CLÍNICA</p><p>A farmacologia clinica é a disciplina dedicada a otimização</p><p>do uso de medicamentos nos pacientes maximizando</p><p>seus benefícios terapêuticos ou profiláticos e garantindo</p><p>ao mesmo tempo, que os efeitos adversos sejam</p><p>minimizados.</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>❖ É definida como a ciência que estuda a natureza e as propriedades dos</p><p>fármacos e principalmente ação dos medicamentos aplicando esses</p><p>conhecimentos na pratica clínica;</p><p>❖ Na antiguidade, a origem das doenças, eram quase sempre atribuída às</p><p>causas sobrenaturais como castigo dos deuses ou infringida por outros</p><p>espíritos sob a forma de intenções ruins como mau-olhado;</p><p>❖ As plantas medicinais, utilizadas há milhares de anos, servem de base para</p><p>estudos na produção de novos medicamentos;</p><p>❖ Embora a Farmacologia tenha sido reconhecida como ciência no final do</p><p>século XIX, na Alemanha, ela trouxe vários esclarecimento para as dúvidas</p><p>dos cientistas da época;</p><p>PAPOULA</p><p>SONÍFERAS</p><p>HISTÓRICO DA FARMACOLOGIA</p><p>INÍCIO DA QUÍMICA</p><p>SINTÉTICA</p><p>NOVAS DROGAS</p><p>BARBITÚRICOS, ANESTÉSICOS LOCAIS</p><p>ANTIMICROBIANOS (penicilina)</p><p>SÉCULO XX</p><p>Cada nova classe de fármaco</p><p>que aparecia trouxe aos</p><p>farmacologista um novo desafio,</p><p>e foi então que a farmacologia</p><p>estabeleceu sua identidade e</p><p>seu status entre as ciências</p><p>biomédicas</p><p>EVOLUÇÃO DA</p><p>FARMACOLOGIA</p><p>COMO APLICAR OS CONHECIEMNTOS NA</p><p>PRÁTICA CLÍNICA</p><p>Avaliar o ser humano por um olhar</p><p>psicossomal</p><p>❑ A Farmacologia envolve conhecimentos necessários para</p><p>embasar o profissional de saúde na discursão a respeito dos</p><p>efeitos de medicamentos no nosso organismo;</p><p>❑ Auxiliando principalmente no conhecimento do mecanismo</p><p>pelo qual os agentes químicos afetam as funções dos</p><p>sistemas biológicos.</p><p>SUBDIVISÕES</p><p>❖ Farmacognosia: estudo da matéria-prima em seu estado natural;</p><p>❖ Farmacotécnica: preparo, purificação e conservação dos medicamentos;</p><p>❖ Farmacogenética: relação entre a genética e a ação dos fármacos, assim</p><p>como das alterações genéticas provocadas por fármacos;(Talidomida)</p><p>❖ Toxicologia: ações tóxicas provocadas por fármacos e agentes químicos;</p><p>❖ Farmacogenômina: é baseada no estudo genético do indivíduo para</p><p>estabelecer a melhor terapia medicamentosa;</p><p>❖ Farmacoepidemiologia: estudo dos efeitos dos fármacos em nível</p><p>populacional.</p><p>https://oglobo.globo.com/saude/medicina/noticia/2024/02/29/dipirona-por-que-o-medicamento-e-liberado-no-brasil-mas-proibido-</p><p>nos-eua.ghtml</p><p>agranulocitose</p><p>UTILIZAÇÃO</p><p>Profilática: O medicamento tem ação preventiva contra doenças. Exemplo: As</p><p>vacinas podem atuar na prevenção de doenças;</p><p>Terapêutica: O medicamento tem ação curativa, pode curar a patologia.</p><p>Exemplo: Os antibióticos têm ação terapêutica, curando as doenças;</p><p>Paliativo: O medicamento tem capacidade de diminuir os sinais e sintomas da</p><p>doença, mas não promove a cura. Exemplo: Os anti-hipertensivos diminuem a</p><p>pressão arterial, mas não curam a hipertensão arterial; os antitérmicos e</p><p>analgésicos diminuem a febre e a dor, porém não curam a patologia causadora</p><p>dos sinais e sintomas;</p><p>Diagnóstica: O medicamento auxilia no diagnóstico, elucidando exames</p><p>radiográficos. Exemplo: Os contrastes são medicamentos que, associado aos</p><p>exames radiográficos, auxiliam em diagnósticos de patologias.</p><p>RADIOS FÁRMACOS</p><p>• Os radiofármacos são compostos radioativos que</p><p>contêm um radionuclídeo (isótopo radioativo) ligado</p><p>a uma molécula não-radioativa. O radionuclídeo</p><p>emite radiação e a molécula não-radioativa tem</p><p>afinidade biológica com um órgão ou sistema</p><p>específico. Os radiofármacos são utilizados em</p><p>medicina nuclear para diagnóstico e terapia de</p><p>várias doenças.</p><p>CAMINHO DA DROGA</p><p>FARMACODINÂMICA</p><p>FARMACOCINÉTICA</p><p>ADME</p><p>FARMACOCINÉTICA</p><p>ABSORÇÃO</p><p>❖ Até chegar ao seu sítio de ação o medicamento precisa atravessar diversas</p><p>membranas biológicas, as quais apresentam estruturas específicas</p><p>transmembranas capazes de possibilitar esse tráfego para dentro das</p><p>células.</p><p>❖ Assim, um composto químico, para se difundir através dessas membranas,</p><p>dependerá de suas propriedades físico-químicas de miscibilidade em um meio</p><p>predominantemente oleoso.</p><p>Estrutura Celular PROPRIEDADE DOS FARMÁCOS</p><p>+Lipossolúvel = Facilidade de interagir com a</p><p>estrutura das células. MELHOR ABSORSÃO</p><p>+ Hidrossolúvel = Maior dificuldade de</p><p>absorção</p><p>https://www.labnetwork.com.br/noticias/o-monitoramento-de-drogas-terapeuticas-ante-o-consumo-de-benzodiazepinicos/</p><p>INDEPENDENTE DA VIA DE ADM QUE É UTILIZADA</p><p>A MAIORIA DOS FARMÁCOS TEM COMO DESTINO</p><p>FINAL A CORRENTE SANGUINEA.</p><p>PESQUISA PARA</p><p>CONCEITOS DE:</p><p>❖ Medicamentos x Remédios</p><p>❖ Droga</p><p>❖ Dose</p><p>❖ Posologia</p><p>❖ Medicamento Oficinal e manipulados</p><p>❖ Forma farmacêutica</p><p>❖ Princípio ativo</p><p>❖ Efeito Adverso ou Indesejado</p><p>❖ Medicamento Placebo</p><p>❖ Medicamentos fitoterápicos</p><p>❖ Medicamentos Simples</p><p>❖ Medicamento Composto</p><p>❖ Medicamento de Uso Externo</p><p>❖ Medicamentos de Uso Interno</p><p>ENTREGAR DIA: 23/08/2024</p><p>DIGITALIZADO CONFORME A ABNT (ATUAL) COM CAPA E CONTRA CAPA</p><p>TRABALHO EM GRUPO DE ATÉ 5 COMPONENTES</p><p>NA VIDA, VITÓRIAS E DERROTAS ACONTECERÃO.</p><p>O QUE NÃO É ACEITÁVEL NUNCA, É DESISTIR.</p><p>No entanto, os medicamentos similares podem ter um nome</p><p>fantasia e uma embalagem diferente do medicamento de</p><p>referência</p><p>COMO AGEM</p><p>OS FÁRMACOS?</p><p>“ação dos fármacos deve ser explicada em termos de</p><p>interações químicas convencionais entre fármacos e</p><p>tecidos”</p><p>Paul Ehrlich</p><p>FARMACOCINÉTICA</p><p>ADME</p><p>FARMACODINÂMICA</p><p>CAMINHO DA DROGA</p><p>FARMACODINÂMICA</p><p>FARMACOCINÉTICA</p><p>ADME</p><p>METABOLISMO NO FIGADO</p><p>A biotransformação (metabolismo) das drogas que ocorre no</p><p>fígado envolve dois tipos de reações bioquímicas, conhecidos</p><p>como? reações de fase I e de fase II (ou metabolismo I, e, metabolismo II)</p><p>As reações de fase I consistem principalmente em oxidação, redução ou</p><p>hidrólise, e, os produtos, com frequência, são mais reativos quimicamente,</p><p>entretanto, essas reações químicas podem resultar na inativação de um</p><p>fármaco. Após as reações da Fase I, alguns medicamentos também podem</p><p>se tornar mais tóxicos ou carcinogênicos do que a droga original. Muitas</p><p>enzimas hepáticas participam da biotransformação das drogas da fase I,</p><p>incluindo o sistema citocromo P-450</p><p>REAÇÃO DE FASE 1</p><p>Sistema Citocromo P-450 (CYP)</p><p>O sistema citocromo P-450 (CYP) é uma superfamília de proteínas que oxidam substâncias para as tornar</p><p>mais polares e hidrossolúveis. Estas proteínas atuam em duas funções importantes em animais:</p><p>❖ Biossíntese de esteroides, ácidos graxos e ácidos e sais biliares</p><p>❖ Metabolismo de substratos endógenos e uma grande variedade de exógenos, como toxinas e drogas.</p><p>O sistema CYP é responsável pela maioria do metabolismo de</p><p>drogas. Por exemplo, a enzima CYP3A4 atua no fígado, catalisando a</p><p>oxidação de compostos xenobióticos como fármacos e toxinas,</p><p>possibilitando assim a sua eliminação do organismo. No entanto, a</p><p>oxidação de algumas substâncias pelo sistema CYP pode ter</p><p>consequências negativas:</p><p>A oxidação do paracetamol pelo sistema CYP</p><p>aumenta a produção de NAPQI, que pode</p><p>causar um processo irreversível de lesão</p><p>hepatocelular. A intoxicação por paracetamol</p><p>é o principal causador de insuficiência</p><p>hepática.</p><p>N-acetil-p-benzo-quinona-imina.</p><p>Os medicamentos com atividade sobre o sistema CYP também</p><p>podem interagir entre si quando administrados concomitantemente,</p><p>afetando o clearance sistêmico</p><p>de um dos fármacos e resultando em</p><p>redução da efetividade ou aumento da toxicidade do medicamento</p><p>afetado.</p><p>Sistema Citocromo P-450 (CYP)</p><p>As reações na fase II englobam a conjugação com</p><p>alguma substância endógena (p. ex., ácido</p><p>glucurônico, sulfato, glicina); essas reações são</p><p>sintéticas. Os metabólitos formados nas reações</p><p>sintéticas são mais polares e, portanto, mais</p><p>prontamente excretados pelos rins (na urina) e</p><p>pelo fígado (na bile) que aqueles formados por</p><p>reações não sintéticas.</p><p>REAÇÃO DE FASE 2</p><p>Genericamente, estas reações são expressas por:</p><p>A + B → C</p><p>Exemplos de reações de síntese ou de adição:</p><p>1º) Reagem o carbono e o gás oxigênio para a formação do dióxido de</p><p>carbono (gás carbônico):</p><p>C + O2 → CO2</p><p>Bile A bile é uma secreção produzida pelo fígado</p><p>com várias funções, incluindo:</p><p>❖ Auxiliar na digestão de gorduras e</p><p>vitaminas lipossolúveis</p><p>❖ Neutralizar o ácido gástrico que chega ao</p><p>duodeno</p><p>❖ Emulsificar a gordura para que possa ser</p><p>absorvida na parte distal do intestino</p><p>❖ Absorver gorduras e vitaminas</p><p>❖ Armazenar nutrientes</p><p>❖ Excretar bilirrubina e colesterol em</p><p>excesso</p><p>❖ Atuar como bactericida</p><p>❖ Eliminar toxinas, substâncias presentes</p><p>em drogas e bilirrubina</p><p>RELAÇÕES DE DOSE–RESPOSTA</p><p>❑ A farmacodinâmica de um fármaco pode ser quantificada pela relação entre a</p><p>dose (concentração) do fármaco e a resposta do organismo (do paciente) a</p><p>este fármaco.</p><p>❑ O esperado é que a relação de dose resposta esteja estreitamente</p><p>relacionada com a relação de ligação fármaco-receptor, isso é importante</p><p>para muitas combinações de fármaco-receptor.</p><p>❑ Partimos do princípio que a resposta a um fármaco é proporcional à</p><p>concentração de receptores que estão ligados (ocupados) pelo fármaco.</p><p>Como a farmacodinâmica analisa a ação dos fármacos?</p><p>Conforme a propriedade do fármaco e a administração do medicamento:</p><p>oral, intravenosa, cutânea, os efeitos podem ser locais, em áreas específicas do corpo a serem</p><p>tratadas.</p><p>Os efeitos desejáveis estudados estão:</p><p>•Interação com enzimas;</p><p>•Interação com proteínas estruturais e transportadoras;</p><p>•Interações com canais iônicos;</p><p>•Ligações com os receptores hormonais, neuromoduladores e neurotransmissores;</p><p>•Ruptura da membrana celular do parasita.</p><p>Adição química;</p><p>Aumento da</p><p>probabilidade de</p><p>mutação das</p><p>células;</p><p>Dano fisiológico</p><p>induzido;</p><p>Doenças induzidas</p><p>por medicamentos;</p><p>Ações simultâneas</p><p>diferentes;</p><p>Potencialização ou</p><p>inibição</p><p>indesejável de</p><p>substâncias;</p><p>Reações de</p><p>hipersensibilidade.</p><p>Os efeitos indesejáveis analisados</p><p>CONCEITOS</p><p>Antagonismo competitivo: ambos os fármacos se ligam</p><p>aos mesmos receptores (reversível ou irreversível).</p><p>Antagonismo fisiológico: substâncias de ações opostas</p><p>tendem anular uma o efeito da outra.</p><p>RECEPTORES</p><p>❖ Qualquer componente macromolecular funcional do organismo que venha</p><p>interagir com o agente químico e possa ter sua função biológica modulada</p><p>ou alterada;</p><p>❖ Um receptor biológico (geralmente proteína) alvo pode interagir com</p><p>fármacos e produzir um efeito. E quanto mais complexos for a interação</p><p>fármaco-receptor, mais intenso será a resposta;</p><p>❖ Essa resposta é o que é o que chamamos de transdução do sinal, ou</p><p>seja, o fármaco é o sinal que, ao ligar no receptor, se propaga no interior</p><p>da célula. Mas como saber quais são os</p><p>alvos terapêuticos um fármaco</p><p>busca dentro do organismo?</p><p>Podemos, então, dividir todos os receptores biológicos</p><p>em 4 grandes grupos:</p><p>•Receptor do tipo canal iônico .</p><p>•Receptor do tipo de acoplamento à proteína G.</p><p>•Receptores do tipo enzimático.</p><p>•Receptores do tipo nuclear.</p><p>No estudo</p><p>da farmacodinâmica alguns</p><p>fatores do paciente devem</p><p>ser levados em consideração</p><p>para os estudos de efeito,</p><p>sendo eles:</p><p>Idade; Predisposição genética;</p><p>Administração de outros</p><p>medicamentos;</p><p>Ocorrência de disfunções e</p><p>distúrbios.</p><p>Fatores relevantes</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3: CRONOGRAMA I E II BIMESTRE</p><p>Slide 4: Cronograma De Notas</p><p>Slide 5: EMENTA</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8: FARMACOLÓGIA- CIÊNCIA MULTIDICIPLINAR</p><p>Slide 9: FARMACOLOGIA CLÍNICA</p><p>Slide 10: INTRODUÇÃO</p><p>Slide 11: PAPOULA SONÍFERAS</p><p>Slide 12: HISTÓRICO DA FARMACOLOGIA</p><p>Slide 13: EVOLUÇÃO DA FARMACOLOGIA</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16: SUBDIVISÕES</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18: UTILIZAÇÃO</p><p>Slide 19: RADIOS FÁRMACOS</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21: CAMINHO DA DROGA</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25: Estrutura Celular</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42: COMO AGEM OS FÁRMACOS?</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p><p>Slide 45: CAMINHO DA DROGA</p><p>Slide 46</p><p>Slide 47</p><p>Slide 48</p><p>Slide 49: METABOLISMO NO FIGADO</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51: Sistema Citocromo P-450 (CYP)</p><p>Slide 52</p><p>Slide 53</p><p>Slide 54</p><p>Slide 55</p><p>Slide 56: Bile</p><p>Slide 57</p><p>Slide 58</p><p>Slide 59</p><p>Slide 60</p><p>Slide 61</p><p>Slide 62</p><p>Slide 63</p><p>Slide 64</p><p>Slide 65</p><p>Slide 66</p><p>Slide 67</p><p>Slide 68</p><p>Slide 69</p><p>Slide 70</p><p>Slide 71</p><p>Slide 72</p><p>Slide 73</p>