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<p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação</p><p>Tributária II</p><p>Autor:</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>16 de Janeiro de 2023</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>1</p><p>Sumário</p><p>1 - Guerra Fiscal, uma Breve Introdução ........................................................................................................ 3</p><p>2 - Lei Complementar 24/75 - Convênios ...................................................................................................... 4</p><p>3 - Lei Complementar 160/2017 ................................................................................................................. 12</p><p>Questões Comentadas ...................................................................................................................................... 18</p><p>Lista de Questões .............................................................................................................................................. 54</p><p>Gabarito ........................................................................................................................................................... 70</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>2</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>Olá! Tudo tranquilo na primeira aula? Sei que ela foi extensa, mas trata-se de um assunto que é</p><p>fundamental, juntamente com a lei Kandir, para o entendimento de toda a legislação tributária de</p><p>qualquer Estado.</p><p>Mesmo que lhe pareça um pouco confuso no início, aos poucos você vai entender melhor como funciona o</p><p>ICMS. É como um quebra-cabeça de muitas peças que deve ser construído com paciência. Para preencher</p><p>mais um pedaço desse quebra-cabeça, hoje veremos a lei complementar 24/75, que trata dos convênios do</p><p>ICMS e a LC 160/2017, que aborda a remissão de créditos tributários objeto de incentivos fiscais</p><p>concedidos à revelia do CONFAZ.</p><p>Persista. Lute. Sustente. Sei que a vida de concurseiro não é fácil, porém também sei dos benefícios que</p><p>uma aprovação lhe proporcionará. Foco, força e fé.</p><p>Sem mais delongas.... vamos nessa?</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>3</p><p>1 - Guerra Fiscal, uma Breve Introdução</p><p>Muito se fala hoje em dia sobre a “Guerra fiscal”. Você sabe realmente o que é isso?</p><p>Vimos na aula anterior que o ICMS é um imposto estadual e que os Estados têm competência para instituir</p><p>por lei suas alíquotas internas, desde que respeitado o limite mínimo da alíquota interestadual (12%).</p><p>Imagine que você tenha uma empresa que fabrica cerveja e quer expandir seus negócios construindo uma</p><p>nova fábrica no nordeste. Para isso você precisa tomar uma decisão: em qual Estado a fábrica deve operar?</p><p>Obviamente que existem “n” fatores para essa tomada de decisão: fatores logísticos, climáticos,</p><p>tributários…</p><p>Sabendo que sua fábrica gerará por volta de 1000 empregos diretos e uns 2000 empregos indiretos, você</p><p>recebe a ligação de dois homens importantes: o Governador de Pernambuco e o Governador de Alagoas. O</p><p>primeiro prometeu que, caso você decida se instalar em Pernambuco, irá lhe conceder um benefício fiscal</p><p>que reduzirá a alíquota efetiva do ICMS sobre a cerveja para apenas 5% (através de crédito presumido). O</p><p>segundo, cônscio da importância de levar sua fábrica para Alagoas, promete um benefício fiscal que</p><p>reduzirá a alíquota da cerveja a 3% (através de crédito presumido) e ainda lhe garante isenção total por um</p><p>período de 2 anos.</p><p>Ignorando os demais fatores não tributários para a tomada de decisão, em qual Estado você iria instalar</p><p>sua fábrica? Alagoas, né?</p><p>Esse fato que narrei demonstra um exemplo bem sucinto de como funciona a Guerra Fiscal, que defino</p><p>como uma disputa entre Estados (no caso do ICMS) para atrair investimentos através de incentivos fiscais.</p><p>Não cabe aqui analisar os malefícios dessa “Guerra”, mas deixamos um pequeno comentário: quem perde</p><p>com isso é o nosso país devido a quantidade enorme de recursos que deixam de entrar nos cofres públicos.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>4</p><p>2 - Lei Complementar 24/75 - Convênios</p><p>Dispõe a CF/88 em seu art. 155, §2º, XII, que trata do ICMS:</p><p>XII - Cabe à Lei Complementar:</p><p>g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal,</p><p>isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.</p><p>Como visto, a CF/88 estabeleceu que quaisquer benefícios fiscais relativos ao ICMS dependem de</p><p>deliberação dos Estados e do DF e que a concessão desses benefícios seja regulamentada por lei</p><p>complementar. Por isso foi recepcionada a LC 24/75 que dispõe sobre as regras dos convênios para a</p><p>concessão de isenções e quaisquer outros benefícios fiscais acerca do ICMS. Essa lei complementar tem por</p><p>objetivo acabar com a Guerra Fiscal entre os Estados pois impede que os mesmos ofereçam benefícios</p><p>fiscais ao seu bel prazer com o intuito de atrair as grandes empresas para seus territórios renunciando</p><p>parte de sua receita tributária.</p><p>Os convênios celebrados entre as Unidades Federativas, através do Confaz (Conselho Nacional de Política</p><p>Fazendária, o qual é composto pelos 27 Secretários de Estado de Fazenda e um representante da Fazenda</p><p>Nacional), devem ser respeitados por todas as Unidades da Federação como veremos adiante.</p><p>A doutrina classifica os convênios em autorizativos ou impositivos.</p><p>Os convênios autorizativos, como o próprio nome diz, não obrigam os Estados a conceder benefícios.</p><p>Normalmente se iniciam com os seguintes dizeres: “Ficam os Estados e o Distrito Federal autorizados a</p><p>conceder a isenção nas...”. Para que o benefício passe a valer deve ser incorporado à Lei ou ao</p><p>Regulamento estadual.</p><p>Os convênios impositivos não precisam ser internalizados, incorporados, à legislação tributária estadual.</p><p>Após cumpridas as formalidades, aplicam-se a todos os Estados signatários e normalmente se iniciam com</p><p>os seguintes dizeres: “concede isenção do imposto na saída de …”.</p><p>Fique ligado! Esse assunto já foi abordado pela FGV na prova do ICMS RJ/2010, como veremos nas</p><p>questões adiante.</p><p>Antes da lei complementar 101/2000, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o Supremo Tribunal Federal</p><p>(STF) não admitia a distinção entre convênio autorizativo e impositivo, devendo ser obrigatoriamente</p><p>cumprido pelo Ente Federativo para que fosse mantida a harmonia das normas relativas ao ICMS,</p><p>ainda que na sua edição ele fosse denominado explicitamente de uma ou outra forma. É o teor da decisão</p><p>do STF em sede do RE 96.545/SP.</p><p>Entretanto, com o advento da LC 101/00, os Estados e o Distrito Federal (DF) devem condicionar a</p><p>concessão ou não do incentivo ou benefício fiscal à previsão orçamentária, devendo a concessão se</p><p>adequar às contas do Ente, independente do que dispõe o Convênio celebrado. Assim, na prática,</p><p>todo Convênio passou a ser autorizativo, uma vez que o Ente apenas irá cumpri-lo se o disposto no</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>5</p><p>texto do Convênio for compatível com suas contas públicas. Porém, para sua prova, tenha em mente que a</p><p>doutrina ainda faz essa distinção!</p><p>Tenha cuidado! Essa classificação entre convênio impositivo ou autorizativo não está prevista na LC 24/75:</p><p>é uma classificação meramente doutrinária!</p><p>Após essa breve introdução, vamos destrinchar essa LC 24/75?</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados</p><p>Poder Executivo de, no</p><p>mínimo, três quintos das unidades da federação.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>34</p><p>Comentários:</p><p>(a) Correto. Trata-se de transcrição literal do art. 10 da LC 24/75.</p><p>(b) Falso. Qualquer prorrogação de um benefício fiscal deve passar pelo rito como se uma nova concessão</p><p>fosse.</p><p>(c) Falso. Invenção da banca. Se um benefício fiscal for concedido de maneira contrária à LC 24/75 o ato</p><p>será considerado nulo e o imposto deverá ser devolvido, se for o caso. Veja:</p><p>Art. 8º - A inobservância dos dispositivos desta Lei acarretará, cumulativamente:</p><p>I - a nulidade do ato e a ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento</p><p>recebedor da mercadoria;</p><p>Il - a exigibilidade do imposto não pago ou devolvido e a ineficácia da lei ou ato que</p><p>conceda remissão do débito correspondente.</p><p>(d) Falso. Maldade! Os dispositivos da LC 24/75 não se aplicam aos benefícios fiscais concedidos a</p><p>estabelecimentos localizados na Zona Franca de Manaus pelo Estado do Amazonas (não é na região Norte</p><p>toda!!!). Assim, o Estado do Amazonas pode conceder benefício à Zona Franca de Manaus sem depender</p><p>do CONFAZ. Vejamos:</p><p>Art. 15 - O disposto nesta Lei não se aplica às indústrias instaladas ou que vierem a</p><p>instalar-se na Zona Franca de Manaus, sendo vedado às demais Unidades da Federação</p><p>determinar a exclusão de incentivo fiscal, prêmio ou estímulo concedido pelo Estado do</p><p>Amazonas.</p><p>(e) Falso. Basta que um estado não ratifique o convênio (rejeite) que o mesmo será considerado rejeitado.</p><p>A ratificação para concessão de benefícios deve ser unânime.</p><p>Gabarito: Letra A.</p><p>16. (SEFAZ-SC/ FEPESE/ 2010/Adaptada) Assinale a alternativa correta.</p><p>a) Somente por convênios poderá ser efetuada redução da base de cálculo do ICMS, ou concedida</p><p>devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao contribuinte, a</p><p>responsável ou a terceiros, não se aplicando tal regra à concessão de créditos presumidos.</p><p>b) Quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no Imposto de</p><p>Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, dos quais resulte apenas redução, direta ou indireta, do</p><p>respectivo ônus, poderão ser concedidos através de regulamento estadual, desnecessária a celebração de</p><p>convênio para tal fim.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>35</p><p>c) A concessão dos benefícios previstos no art. 1º da LC 24/75 dependerá sempre de decisão unânime dos</p><p>Estados representados, mas sua revogação total ou parcial dependerá de aprovação de três quintos, pelo</p><p>menos, dos representantes presentes.</p><p>d) As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviços</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo</p><p>Distrito Federal, segundo o disposto na Lei Complementar no 24/75.</p><p>Comentários:</p><p>(a) e (b) Falsos. Já vimos que tanto o crédito presumido como os incentivos que resultem diminuição ou</p><p>eliminação do ICMS devem ser concedidos via convênio.</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>III - à concessão de créditos presumidos;</p><p>IV - à quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos</p><p>com base no Imposto de Circulação de Mercadorias, dos quais resulte redução ou</p><p>eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus;</p><p>(c) Falso. O único erro da alternativa foi afirmar que para revogação de um benefício o quórum deve ser de</p><p>3/5 dos presentes, quando na verdade deve der de 4/5.</p><p>(d) Correto. É o que vemos debatendo durante toda a aula: benefícios relativos ao ICMS devem ser</p><p>dispostos em convênio.</p><p>Gabarito: Letra D.</p><p>17. (SEFAZ-RJ/FGV/2008) Nos termos do art. 1º da Lei Complementar 24/75, as isenções do imposto</p><p>sobre operações relativas à circulação de mercadorias serão concedidas ou revogadas nos termos de</p><p>convênios, celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. E, nos termos do parágrafo</p><p>único desse artigo, essa regra também é aplicável aos seguintes institutos de direito tributário:</p><p>a) redução da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer outros</p><p>incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>36</p><p>b) redução da base de cálculo; diferimentos; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou</p><p>não do tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer</p><p>outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções.</p><p>c) redução da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer outros</p><p>incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções; prorrogação de prazos para pagamento do imposto.</p><p>d) redução da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer outros</p><p>incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções; benefícios fiscais relativos aos demais tributos estaduais.</p><p>e) redução da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; benefícios fiscais</p><p>relativos ao imposto sobre produtos industrializados; quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou</p><p>financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de mercadorias, dos quais resulte</p><p>redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações e às extensões das isenções.</p><p>Comentários:</p><p>Primeiramente reproduziremos mais uma vez o art. 1º, que acredito que vocês já tenham percebido a sua</p><p>importância. Após isso vamos verificar o que está errado em cada alternativa.</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>I - à redução da base de cálculo;</p><p>II - à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao</p><p>contribuinte, a responsável ou a terceiros;</p><p>III - à concessão de créditos presumidos;</p><p>IV - à quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos</p><p>com base</p><p>no Imposto de Circulação de Mercadorias, dos quais resulte redução ou</p><p>eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus;</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>37</p><p>V - às prorrogações e às extensões das isenções vigentes nesta data.</p><p>Vamos analisar as alternativas agora:</p><p>(a) Correto. Todas as possibilidades descritas pelo examinador estão de acordo com o art. 1º.</p><p>(b) Falso. Diferimento não é benefício fiscal e não se encontra no art. 1º.</p><p>(c) Falso. Prorrogação no prazo de pagamento também não é benefício fiscal pois não diminui o valor a ser</p><p>recolhido aos cofres públicos.</p><p>(d) Falso. Lembre-se mais uma vez que a LC 24/75 só se aplica ao ICMS, logo os benefícios fiscais relativos</p><p>aos demais tributos estaduais estão fora do alcance da referida lei.</p><p>(e) Falso. Mais uma vez. Benefícios fiscais relativos ao IPI não estão no campo de atuação da LC 24/75.</p><p>Gabarito: Letra A.</p><p>18. (SEFAZ-AC/CESPE/2006) Na hipótese de o chefe do Poder Executivo do estado do Acre editar um</p><p>decreto que estabeleça uma isenção do ICMS não prevista em qualquer convênio celebrado entre as</p><p>unidades da Federação, surgirão automáticas consequências jurídicas. Essas consequências não incluem</p><p>a</p><p>a) anulabilidade do decreto.</p><p>b) ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento recebedor da mercadoria e beneficiado com o</p><p>decreto.</p><p>c) exigibilidade de eventual imposto não pago em razão do decreto.</p><p>d) exigibilidade de eventual imposto devolvido em razão do decreto.</p><p>Comentários:</p><p>Questão um tanto quanto maldosa. Caso o Acre conceda isenção sem previsão em convênio, seu ato será</p><p>nulo e não anulável conforme prevê a alternativa (a). Sei que isso não mede muito conhecimento de</p><p>legislação tributária, mas não podemos brigar com a banca.... As demais alternativas estão todas no art. 8º.</p><p>Gabarito: Letra A.</p><p>19. (SEFAZ-GO/FCC/2018) A Constituição Federal estabelece, na alínea “g” do inciso XII do § 2º do seu</p><p>art. 155, que cabe à lei complementar federal regulamentar a forma como, mediante deliberação dos</p><p>Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. A</p><p>Lei Complementar nº 24/75 faz a regulamentação determinada no texto constitucional. De acordo com</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>38</p><p>esta Lei Complementar, se um Estado brasileiro desejar conceder isenção no âmbito do ICMS, é preciso</p><p>que ele obtenha autorização para tanto, em reuniões do CONFAZ, para as quais tenham sido convocados</p><p>representantes</p><p>a) da maioria dos Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um dos</p><p>Estados, que a totalidades das Unidades da Federação convidadas esteja presente a elas, e que a decisão</p><p>pela concessão do benefício seja tomada por, pelo menos, quatro quintos dos Estados representados.</p><p>b) da maioria dos Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes do governo federal,</p><p>que quatro quintos das Unidades da Federação convidadas esteja presente a elas, e que a decisão pela</p><p>concessão do benefício seja tomada por unanimidade dos Estados representados.</p><p>c) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um dos</p><p>Estados, que a maioria das Unidades da Federação esteja presente a elas, e que a decisão pela concessão</p><p>do benefício seja tomada por, pelo menos, quatro quintos dos Estados representados.</p><p>d) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes do governo federal, que a</p><p>maioria das Unidades da Federação esteja presente a elas, e que a decisão pela concessão do benefício</p><p>seja tomada por unanimidade dos Estados representados.</p><p>e) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um dos</p><p>Estados, que quatro quintos das Unidades da Federação esteja presente a elas, e que a decisão pela</p><p>concessão do benefício seja tomada por, pelo menos, três quartos dos Estados representados.</p><p>Comentários:</p><p>Para a concessão do benefício da isenção todos os Estados e o DF devem ser convocados. A reunião se dá</p><p>com a presença da maioria simples dos Estados/DF sob presidência de um representante do Governo</p><p>Federal. Entretanto, a concessão da isenção deve se dar por unanimidade. Vans</p><p>(a) Falso. (...) da maioria dos Estados e do Distrito Federal (a convocação deve ser de todos os Estados/DF),</p><p>sob a presidência rotativa do representante de um dos Estados (a presidência é de representante do</p><p>Governo Federal), que a totalidades das Unidades da Federação convidadas esteja presente a elas (a</p><p>presença exigida é da maioria simples e não de todos os Estados/DF), e que a decisão pela concessão do</p><p>benefício seja tomada por, pelo menos, quatro quintos (a decisão deve ser unânime) dos Estados</p><p>representados .</p><p>(b) Falso. (...) da maioria dos Estados e do Distrito Federal (a convocação deve ser de todos os Estados/DF),</p><p>sob a presidência de representantes do governo federal, que quatro quintos das Unidades da Federação</p><p>convidadas esteja presente a elas (a presença exigida é da maioria simples e não de todos os Estados/DF),</p><p>e que a decisão pela concessão do benefício seja tomada por unanimidade dos Estados representados.</p><p>(c) Falso. (...) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um</p><p>dos Estados (a presidência é de representante do Governo Federal), que a maioria das Unidades da</p><p>Federação esteja presente a elas, e que a decisão pela concessão do benefício seja tomada por, pelo</p><p>menos, quatro quintos (a decisão deve ser unânime) dos Estados representados.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>39</p><p>(d) Correto. Agora sim temos todos os elementos corretos!</p><p>(e) Falso. (...) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um</p><p>dos Estados (a presidência é de representante do Governo Federal), que quatro quintos das Unidades da</p><p>Federação esteja presente a elas (a presença exigida é da maioria simples e não de todos os Estados/DF), e</p><p>que a decisão pela concessão do benefício seja tomada por, pelo menos, três quartos (a decisão deve ser</p><p>unânime) dos Estados representados.</p><p>Gabarito: Letra D.</p><p>20. (SEFAZ-SC/FCC/2018) Conforme estabelece a Lei Complementar nº 24/1975, a inobservância dos</p><p>dispositivos na referida lei acarretará, cumulativamente a:</p><p>a) perda do mandato eletivo e a inelegibilidade do chefe do Poder Executivo estadual, quando este for</p><p>responsável pelo ato antijurídico praticado.</p><p>b) nulidade do ato, a ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento recebedor da mercadoria, a</p><p>exigibilidade do imposto não pago ou devolvido e a ineficácia da lei ou ato que conceda remissão do débito</p><p>correspondente.</p><p>c) desconsideração dos negócios jurídicos realizados, entre o remetente e o destinatário da mercadoria, a</p><p>vedação ao crédito e a aplicação de penalidade pecuniária a título de multa agravada, no valor de 150% do</p><p>valor da operação.</p><p>d) perda do mandato e a inelegibilidade a cargo público por 4 anos ao prefeito municipal que conceder</p><p>benefícios relacionados à sua parcela na receita do imposto de circulação de mercadorias.</p><p>e) pena de reclusão de um a quatro anos e multa, sem prejuízo da obrigação de restituir aos cofres públicos</p><p>o valor do dano ao erário, aos signatários do ato ilícito.</p><p>Comentários:</p><p>A lei complementar 24/75 não impôs qualquer tipo de perda de mandato eletivo, multa ou reclusão, o que</p><p>deixam incorretas as alternativas (a), (c), (d) e (e). Para acertar a questão bastava o conhecimento ao art.</p><p>8º abaixo transcrito.</p><p>Art. 8º - A inobservância dos dispositivos</p><p>desta Lei acarretará, cumulativamente:</p><p>I - a nulidade do ato e a ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento</p><p>recebedor da mercadoria;</p><p>Il - a exigibilidade do imposto não pago ou devolvido e a ineficácia da lei ou ato que</p><p>conceda remissão do débito correspondente.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>40</p><p>Gabarito: Letra B.</p><p>21. (PGE-MT/FCC/2016) De acordo com o CTN, as isenções de tributos devem ser concedidas por meio de</p><p>lei. No caso específico do ICMS, ainda, a Constituição Federal determina que cabe à lei complementar</p><p>regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e</p><p>benefícios fiscais serão concedidos e revogados, sendo que, até a presente data, é a Lei Complementar</p><p>nº 24/75 que atende a essa determinação constitucional.</p><p>Com base no que dispõe a Constituição Federal e a referida Lei Complementar nº 24/75, se, por exemplo,</p><p>um Estado da região Nordeste solicitar autorização do CONFAZ para conceder isenção do ICMS em</p><p>determinadas operações internas com mercadorias,</p><p>a) será considerado deferido o pleito do Estado solicitante, se a maioria simples das unidades federadas</p><p>presentes votar pelo seu deferimento.</p><p>b) mas o Estado de Mato Grosso, embora devidamente convocado, não enviar representante à reunião do</p><p>CONFAZ em que essa matéria será deliberada, considerar-se-á automaticamente indeferido o pedido do</p><p>Estado solicitante, ainda que a maioria dos Estados esteja representada na reunião.</p><p>c) será considerado deferido o pleito do Estado solicitante, se quatro quintos do total das unidades</p><p>federadas que compõem o CONFAZ votar pelo seu deferimento.</p><p>d) e o Estado de Mato Grosso enviar representante à reunião do CONFAZ em que essa matéria será</p><p>deliberada, mas for o único a votar contra o pleito do Estado solicitante, embora as demais 25 unidades</p><p>federadas presentes votem a favor, esse pleito será considerado indeferido.</p><p>e) será considerado deferido o pleito do Estado solicitante, se quatro quintos das unidades federadas</p><p>presentes votar pelo seu deferimento.</p><p>Comentários:</p><p>Mais uma questão que pede o quórum necessário para concessão e revogação de benefícios fiscais</p><p>relacionados ao ICMS. Relembre:</p><p>ATO QUÓRUM MÍNIMO</p><p>Convocação 100% dos Estados/DF</p><p>Realização do CONFAZ Maioria</p><p>Aprovação Unanimidade dos Estados presentes</p><p>Revogação 4/5 dos Estados presentes</p><p>Rejeição Apenas 1 Estado/DF</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>41</p><p>(a) Falso. Para a aprovação do pleito 100% dos Estados/DF deve concordar e não apenas a maioria simples.</p><p>(b) Falso. Se determinado Estado/DF não comparecer à reunião não tem problema! O importante é que</p><p>tenhamos a maioria dos Estados/DF representados e que esses aprovem por unanimidade o pleito.</p><p>(c) e (e) Falsos. A aprovação deve se dar por unanimidade e a revogação por 4/5.</p><p>(d) Correto. Perfeito! Para a concessão de um benefício de ICMS devemos ter a unanimidade de votos a</p><p>favor do benefício. Se apenas um Estado/DF não concordar o benefício não será aprovado.</p><p>Gabarito: Letra D.</p><p>22. (SEFAZ-PI/FCC/2015) A Constituição Federal e a Lei Complementar 24, de 1975, relativamente ao</p><p>Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de</p><p>Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação − ICMS, estabelecem que</p><p>a) os Estados federados poderão fixar as alíquotas das operações e prestações internas sujeitas ao imposto,</p><p>em qualquer percentual, por meio de lei ordinária estadual, de forma livre e autônoma, desde que</p><p>observada, como limite, a alíquota máxima prevista em Resolução do Senado Federal.</p><p>b) os Estados federados poderão autorizar, mediante lei ordinária estadual, independentemente de</p><p>convênio, que o contribuinte que promova saída de mercadoria em operação interna isenta, mantenha o</p><p>crédito de ICMS relativo às operações anteriores.</p><p>c) os Estados de determinada região do Brasil poderão conceder isenção do imposto nas operações</p><p>internas com determinada mercadoria, por meio de lei ordinária estadual de cada Estado,</p><p>independentemente de convênio, sendo necessário, no entanto, que, para operações interestaduais, a</p><p>medida esteja prevista em convênio celebrado e ratificado por todos os Estados brasileiros.</p><p>d) será rejeitado o convênio que não for expressa ou tacitamente ratificado pelo Poder Executivo de todas</p><p>as Unidades da Federação presentes à reunião, e desde que as Unidades ausentes tenham sido</p><p>regularmente convocadas para a ela comparecer.</p><p>e) todos e quaisquer incentivos ou favores fiscais, ou financeiro-fiscais, serão concedidos nos termos de</p><p>convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal.</p><p>Comentários:</p><p>(a) Falso. Como vimos na aula anterior os Estados podem fixar suas alíquotas internas de ICMS, porém</p><p>devem respeitar o limite mínimo (não máximo) previsto pelo Senado Federal. Hoje os Estados só podem</p><p>estabelecer alíquotas inferiores a 12% com aprovação do CONFAZ.</p><p>(b) e (c) Falsos e (e) Correta. A isenção bem como qualquer benefício fiscal de ICMS só pode ser concedida</p><p>por convênio tanto em operações interestaduais quanto em operações internas.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>42</p><p>(d) Falso. A ratificação deve se dar por todos os Estados/DF e não só por aqueles que estiverem presentes</p><p>à reunião.</p><p>Gabarito: Letra E.</p><p>23. (TCM-GO/FCC/2015) A Constituição Federal, na alínea “g” do inciso XII de seu § 2º estabelece que</p><p>“cabe à lei complementar: ... g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito</p><p>Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados”.</p><p>A concessão e revogação dos incentivos e benefícios fiscais ocorre nas reuniões do Conselho Nacional e</p><p>Política Fazendária − CONFAZ − em conformidade com a disciplina estabelecida na Lei Complementar nº</p><p>24/1975. De acordo com essa lei complementar,</p><p>a) a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão de quatro quintos dos Estados representados</p><p>nas reuniões do CONFAZ.</p><p>b) a revogação, total ou parcial, de benefícios dependerá de aprovação de três quartos, pelo menos, dos</p><p>representantes presentes nas reuniões do CONFAZ.</p><p>c) as reuniões do CONFAZ somente se realizarão com a presença de representantes de todas as Unidades</p><p>da Federação.</p><p>d) a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão majoritária dos Estados representados nas</p><p>reuniões do CONFAZ.</p><p>e) as reuniões do CONFAZ se realizarão com a presença de representantes da maioria das Unidades da</p><p>Federação.</p><p>Comentários:</p><p>Mais uma questão que pede quórum. Fique ligado!</p><p>(a) e (d) Falsos. Falou em concessão de benefício do ICMS falou em unanimidade!</p><p>(b) Falso. Para a revogação é necessário 4/5 dos Estados/DF.</p><p>(c) Falso e (e) Correto. Para que haja reunião do CONFAZ devem estar presentes a maioria dos Estados/DF,</p><p>ou seja, 14 Estados/DF.</p><p>Gabarito: Letra E.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>43</p><p>24. (SEFAZ-RS/CESPE/2019) A CF prevê que cabe aos estados federados e ao Distrito Federal, mediante</p><p>deliberação e por meio de lei complementar, regulamentar a concessão e revogação de isenções,</p><p>incentivos e benefícios fiscais relativos ao ICMS. A Lei Complementar n.º 24/1975, que trata de</p><p>convênios sobre ICMS, dispensou a celebração desses convênios sobre</p><p>a) as anistias de multas relativas ao ICMS.</p><p>b) as reduções da base de cálculo do ICMS.</p><p>c) as devoluções totais ou parciais do ICMS ao contribuinte.</p><p>d) as concessões de créditos presumidos</p><p>de ICMS.</p><p>e) as isenções do ICMS.</p><p>Comentários:</p><p>Perceba que a anistia de multas não está prevista no artigo 1º da LC 24/75.</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>I - à redução da base de cálculo;</p><p>II - à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao</p><p>contribuinte, a responsável ou a terceiros;</p><p>III - à concessão de créditos presumidos;</p><p>IV - à quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos</p><p>com base no Imposto de Circulação de Mercadorias, dos quais resulte redução ou</p><p>eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus;</p><p>V - às prorrogações e às extensões das isenções vigentes nesta data.</p><p>Gabarito: Letra A.</p><p>25. (SEFAZ-RS/CESPE/2019) O governo de determinado estado da Federação, ao contrário dos governos</p><p>dos demais estados, não publicou decreto ratificando convênio de eficácia nacional que havia revogado</p><p>isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias. O referido convênio foi</p><p>aprovado por 21 dos 25 representantes de estados da Federação que estavam presentes à reunião. O</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>44</p><p>representante do estado da Federação que não publicou o decreto ratificando o convênio não estava</p><p>presente à deliberação.</p><p>Nessa situação hipotética, de acordo com dispositivos da Lei Complementar Federal n.º 24/1975, esse</p><p>convênio</p><p>a) não obriga o referido estado, devido à ausência da ratificação expressa por meio de decreto.</p><p>b) obriga o referido estado, porque a ratificação será considerada tácita e porque foi atendido o quórum</p><p>deliberativo.</p><p>c) não obriga o referido estado, em razão do descumprimento do quórum deliberativo.</p><p>d) obriga o referido estado se, a qualquer tempo, vier a publicar o decreto de ratificação.</p><p>e) não obriga o referido estado, porque o seu representante não estava presente à reunião deliberativa.</p><p>Comentários:</p><p>Para a revogação de convênio de isenção é necessária a aprovação de 4/5 dos presentes à reunião. Como</p><p>estiveram presentes 25 Estados/DF, bastavam 20 concordarem. Como o Estado em questão não publicou</p><p>Decreto retificando ou ratificando o Convênio considera-se sua aprovação tácita por parte deste Estado.</p><p>Assim, o Estado em questão está obrigado a cumprir o referido Convênio mesmo não tendo comparecido à</p><p>reunião.</p><p>Gabarito: Letra B.</p><p>26. (SEFAZ-BA/FCC/2019) A Lei Complementar nº 24, de 1975, em sua redação atual, estabelece que as</p><p>isenções, as reduções de base de cálculo e os créditos presumidos</p><p>a) referentes aos tributos estaduais somente poderão ser concedidos mediante lei específica, e desde que</p><p>anteriormente tenha sido aprovado convênio entre os Estados e a União, permitindo tal gasto tributário.</p><p>b) e quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no ICMS, dos</p><p>quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus, serão concedidos ou revogados</p><p>nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal, cuja aprovação</p><p>dependerá de ratificação expressa ou tácita de todos os Estados e do Distrito Federal.</p><p>c) relativos ao ICMS, ao IPVA e ao ITCMD somente poderão ser concedidos mediante lei específica e</p><p>posterior aprovação no CONFAZ, mediante aprovação unânime de todas as Unidades da Federação.</p><p>d) poderão ser concedidos, desde setembro de 2017, sem a necessidade de prévio convênio entre os</p><p>Estados, e sem a necessidade de seguir os controles previstos sobre renúncias de receitas, desde que não</p><p>tenham como objetivo estimular ou incrementar a Guerra Fiscal entre os Estados e os Municípios.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>45</p><p>e) e quaisquer outros incentivos ou favores tributários, concedidos com base nos impostos estaduais, dos</p><p>quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus, serão concedidos ou revogados</p><p>nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados, Distrito Federal e União, cuja aprovação</p><p>dependerá de ratificação expressa ou tácita de três quintos dos representantes presentes na reunião.</p><p>Comentários:</p><p>A LC 24/75 se refere apenas aos benefícios fiscais no âmbito do ICMS e não a todos os tributos, o que faz</p><p>com que as alternativas (a), (c) e (e) estejam erradas.</p><p>A letra (d) é totalmente o oposto do que aprendemos: a LC 24/75 prevê necessidade de Convênio para</p><p>concessão de quaisquer benefícios ficais relativos ao ICMS.</p><p>Gabarito: Letra B.</p><p>27. (SEFAZ-AL/CESPE/2020) Acerca de ICMS, julgue o item a seguir:</p><p>Determinado estado celebrou convênio com outros estados prevendo a redução da base de cálculo do</p><p>ICMS para determinado setor de peças automobilísticas. A ratificação do convênio pelo chefe do Poder</p><p>Executivo estadual, por meio de decreto, é condição necessária e suficiente para internalização do</p><p>benefício de redução de base de cálculo no ordenamento jurídico daquele estado.</p><p>Comentários:</p><p>A questão afirma que o convênio foi celebrado, o que nos leva a crer que todas as suas etapas foram</p><p>cumpridas como por exemplo a ratificação por todos os Estados.</p><p>O que a questão quer saber é se após o convênio entrar em vigor automaticamente estará valendo para</p><p>aquele Estado simplesmente pelo fato de tê-lo ratificado quando de sua aprovação nacional.</p><p>Para que um Convênio autorizativo aprovado passe a valer dentro de determinado Estado é necessário,</p><p>além da sua óbvia aprovação nacional, um Decreto internalizando à legislação estadual aquele benefício</p><p>(redução de BC, no caso) autorizado. Desta forma não podemos afirmar que o Convênio estará vigente no</p><p>Estado mesmo após a sua ratificação nacional.</p><p>Gabarito: Falso.</p><p>28. (SEFAZ-AL/CESPE/2020) Acerca de ICMS, julgue o item a seguir:</p><p>Isenções, incentivos e benefícios fiscais alusivos ao ICMS devem ser concedidos ou revogados</p><p>mediante deliberação dos estados e do Distrito Federal, por meio de convênio, nos termos de lei</p><p>complementar.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>46</p><p>Comentários:</p><p>Perfeito. Redação do art. 1º da LC 24/75.</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Gabarito: Verdadeiro.</p><p>29. (Câmara Municipal de Piracicaba/VUNESP/2019) A concessão de isenção do ICMS, no sistema</p><p>tributário nacional, depende</p><p>a) de convênio celebrado entre as unidades da federação.</p><p>b) de lei ordinária federal autorizativa.</p><p>c) de lei complementar municipal.</p><p>d) exclusivamente de lei ordinária estadual.</p><p>e) de resolução do Senado Federal.</p><p>Comentários:</p><p>Mais uma questão que pede o entendimento do art. 1º da LC 24/75.</p><p>Gabarito: A.</p><p>30. (Procurador Jurídico - SANASA/FCC/2019) Suponha que o Estado de São Paulo pretenda implementar</p><p>um programa de incentivo a indústrias de determinado setor produtivo, prevendo, entre outras</p><p>medidas, isenção da cobrança de ICMS, durante 5 anos, condicionada à realização de novos</p><p>investimentos no Estado e geração de um determinado número de postos de trabalho. Alguns</p><p>Municípios paulistas, contudo, insurgiram-se contra a medida, alegando potencial perda de receita</p><p>tributária. De acordo com o regramento estabelecido na Constituição Federal de 1988, tal alegação mm</p><p>conformidade com a Constituição Federal de 1988, está correto</p><p>o que consta de</p><p>a) é procedente, pois a isenção gerará prejuízo aos Municípios que participam da repartição do produto da</p><p>arrecadação de ICMS, no percentual mínimo de 25%, sendo, ademais, vedada a concessão de isenção por</p><p>período superior ao do mandato do Governador.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>47</p><p>b) decorre do fato de que isenções ou benefícios envolvendo ICMS aplicam-se, automaticamente, a</p><p>impostos de competência dos Municípios, nos termos da lei complementar instituidora, razão pela qual</p><p>estes também precisam aprovar o benefício.</p><p>c) é descabida, pois se trata de imposto de competência de outro ente federado, ao qual é destinada a</p><p>integralidade da arrecadação, ficando a cargo deste, observada a legislação de regência, decidir acerca da</p><p>concessão de isenções e outros benefícios fiscais.</p><p>d) decorre da potencial perda da receita proveniente da participação dos Municípios no produto da</p><p>arrecadação de ICMS, porém não impede a concessão do benefício pelo Estado, desde que o mesmo tenha</p><p>sido aprovado por deliberação unânime dos Estados e do Distrito Federal, nos termos previstos em lei</p><p>complementar que regula a matéria.</p><p>Comentários:</p><p>(a) Falso. 25% da receita do ICMS é destinada aos Municípios, porém a competência do imposto e sua</p><p>fiscalização continuam sendo estaduais. Os Municípios não podem alegar perda de receita de um imposto</p><p>que não lhes compete. Ademais não há limite para a concessão da isenção.</p><p>(b) Falso. A aprovação de benefício fiscal referente ao ICMS depende da aprovação de Convênio em que</p><p>todos os Estados são convocados. Os municípios não são convocados e não fazem parte do CONFAZ.</p><p>(c) Falso. O ICMS é repartido entre Estados e Municípios não havendo que se falar em integralidade para os</p><p>Estados.</p><p>(d) Correto. “Faz parte” que os Municípios percam receita de ICMS uma vez que compete aos Estados,</p><p>conforme LC 24/75, definir benefícios fiscais referente ao ICMS.</p><p>Gabarito: D.</p><p>31. (CLDF/FCC/2018) Para evitar ou limitar a chamada “Guerra Fiscal” entre os Estados, a Lei distrital no</p><p>1.254/1996 estabelece que as isenções relativas ao ICMS somente serão concedidas ou revogadas, nos</p><p>termos da Lei Complementar no 24/1975. A disciplina estabelecida pela referida Lei Complementar</p><p>também se aplica à</p><p>a) prorrogarão ou antecipação do prazo de recolhimento do imposto</p><p>b) instituição ou revogação de obrigação acessória, que cause ônus ou benefício, sem natureza econômica</p><p>ou financeira, ao contribuinte</p><p>c) elevação ou redução de alíquota, por meio de lei, ainda que dentro dos limites estabelecidos pelo</p><p>Senado Federal e pelo regramento constitucional.</p><p>d) devolução total ou parcial, condicionada ou não, direta ou indireta, do imposto a contribuinte,</p><p>responsável ou terceiro.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>48</p><p>e) instituição de regime de substituição tributária com retenção antecipada do imposto.</p><p>Comentários:</p><p>(a), (b), (c) e (e) Falsos. Prazo de recolhimento do ICMS, obrigações acessórias modificação de alíquota</p><p>interna e instituição de regime de ST são objetos da legislação estadual sem necessidade de Convênio</p><p>CONFAZ.</p><p>(d) Correto. De acordo com o art. 1º, parágrafo único, II.</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>II - à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao</p><p>contribuinte, a responsável ou a terceiros;</p><p>Gabarito: D.</p><p>32. (TCE-PA/CESPE/2016) No que concerne ao ICMS e às disposições constitucionais pertinentes à</p><p>concessão de exonerações fiscais, julgue o item subsecutivo.</p><p>A concessão de isenções, incentivos e benefícios fiscais pelos estados depende de prévia aprovação de</p><p>convênio interestadual, o que abrange a concessão de diferimento no pagamento de débitos de imposto</p><p>sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviço de transporte interestadual</p><p>e intermunicipal e de comunicação, ainda que inexista redução do valor devido.</p><p>Comentários:</p><p>Falso. Diferimento, como iremos estudar em aulas posteriores, é um tipo de substituição tributária em que</p><p>se transfere o lançamento e o recolhimento do imposto para uma etapa posterior da cadeia tributária. A LC</p><p>24/75 não exige Convênio para instituir substituição tributária.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>49</p><p>Gabarito: Falso.</p><p>33. (TCE-RJ/FCC/2015) A concessão de uma isenção do ICMS</p><p>a) deve ser precedida da aprovação de convênio somente entre as Unidades da Federação interessadas na</p><p>respectiva desoneração tributária.</p><p>b) poderá ser usufruída pelo contribuinte tão logo haja a publicação no Diário Oficial do convênio firmado</p><p>pelos Estados e Distrito Federal.</p><p>c) inviabiliza o aproveitamento do crédito fiscal por parte do adquirente da mercadoria isenta, exceto se</p><p>assegurada a manutenção do crédito pelas operações anteriores.</p><p>d) dispensa o cumprimento das obrigações acessórias relacionadas às operações ou prestações isentas.</p><p>e) representará, como regra, óbice ao crédito de ICMS decorrente da aplicação do princípio constitucional</p><p>da não cumulatividade, relativamente às operações anteriores, inclusive no tocante às matérias-primas</p><p>utilizadas na industrialização das mercadorias cuja venda esteja beneficiada com a isenção.</p><p>Comentários:</p><p>Concedidos ou</p><p>revogados</p><p>mediante</p><p>Convênios</p><p>Isenções</p><p>Reduções de</p><p>Base de Cálculo</p><p>Devolução total</p><p>ou parcial do</p><p>tributo</p><p>Concessão de</p><p>créditos</p><p>presumidos</p><p>Incentivo que</p><p>reduza ou</p><p>elimine o ônus</p><p>Prorrogações de</p><p>isenções vigentes</p><p>Apenas em</p><p>relação ao ICMS</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>50</p><p>(a) Falso. Todos os Estados e o DF devem aprovar a concessão de benefício do ICMS.</p><p>(b) Falso. A regra para o Convênio entrar em vigor é de 30 dias após a publicação da ratificação nacional no</p><p>DOU. Além disso, caso seja um convênio autorizativo é necessário um Decreto Estadual internalizando o</p><p>Convênio.</p><p>(c) Falso. Se uma mercadoria sai de um estabelecimento A para o estabelecimento B com isenção não há</p><p>que se falar em creditamento por B uma vez que não há ICMS destacado na nota. Algumas vezes pode</p><p>ocorrer a manutenção do crédito, como estudaremos mais a fundo em aulas posteriores, mas a</p><p>manutenção seria para A, que adquiriu com tributação e vendeu com isenção.</p><p>(d) Falso. A isenção dispensa o cumprimento de uma obrigação tributária principal, não dispensando</p><p>automaticamente uma obrigação acessória. A dispensa da obrigação acessória deve ser expressamente</p><p>prevista.</p><p>(e) Correto. Vimos na aula anterior que a isenção implicará a anulação do crédito da operação anterior.</p><p>Gabarito: E.</p><p>34. (TJ-RR/FCC/2015) Os representantes dos 26 Estados brasileiros, bem como o Distrito Federal, foram</p><p>convocados para reunião do CONFAZ, na cidade de Boa Vista/RR, com a finalidade de promover a</p><p>celebração de um convênio que permitiria concessão de isenção do ICMS relativa a determinadas</p><p>operações internas com mercadorias. Esse convênio era de interesse único e exclusivo do Estado de</p><p>Roraima.</p><p>Outras questões, de natureza interna do CONFAZ, também foram objeto de deliberação.</p><p>A essa reunião, presidida por representante do Governo federal, deixaram de comparecer os</p><p>representantes dos Estados do Amazonas, da Bahia, de Goiás, do Rio Grande do Norte</p><p>e de Santa</p><p>Catarina.</p><p>Todos os representantes presentes votaram pela aprovação do convênio que permitia a concessão da</p><p>isenção pretendida pelo Estado de Roraima.</p><p>O Estado de Goiás, embora ausente da reunião, publicou decreto, no décimo dia subsequente ao da</p><p>publicação do convênio no Diário Oficial da União, por meio do qual rejeitou o convênio firmado em Boa</p><p>Vista.</p><p>Considerando a disciplina estabelecida na Lei Complementar no 24/75 a respeito da celebração de</p><p>convênios, é correto afirmar que</p><p>a) a isenção pleiteada pelo Estado de Roraima foi concedida, pois o referido convênio foi ratificado.</p><p>b) as regras desta Lei Complementar também se aplicam à concessão de créditos presumidos do ICMS e à</p><p>redução de base de cálculo desse imposto.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>51</p><p>c) as deliberações dessa reunião não produziram efeitos, pelo simples fato de que cinco unidades</p><p>federadas deixaram de comparecer a ela.</p><p>d) a rejeição do convênio pelo Estado de Goiás não impediu sua aprovação, na medida em que mais de</p><p>quatro quintos das unidades federadas o ratificaram.</p><p>e) este convênio é inconstitucional, porque é vedado celebrar convênios que disponham que a aplicação de</p><p>suas cláusulas seja limitada a uma ou a algumas Unidades da Federação.</p><p>Comentários:</p><p>Para a concessão do benefício é necessária a convocação de representantes de todos os Estados e do DF.</p><p>Para que haja a reunião basta que a maioria compareça. Por isso não há problemas na ausência de</p><p>representante dos Estados do Amazonas, da Bahia, de Goiás, do Rio Grande do Norte e de Santa Catarina.</p><p>Como todos os presentes votaram a favor da concessão do benefício o Convênio foi aprovado na reunião,</p><p>mas mesmo assim necessita sem ratificado por todos os Estados em até 15 dias da publicação da</p><p>aprovação no DOU, ainda que não presentes na reunião.</p><p>O Estado de Goiás não se fez presente à reunião, mas publicou decreto rejeitando o convênio firmado em</p><p>Boa Vista, o que faz com que o mesmo seja considerado rejeitado, não podendo ser usufruído em nenhum</p><p>Estado.</p><p>Veja:</p><p>ATO QUÓRUM MÍNIMO</p><p>Convocação 100% dos Estados/DF</p><p>Realização do CONFAZ Maioria</p><p>Aprovação Unanimidade dos Estados presentes</p><p>Revogação 4/5 dos Estados presentes</p><p>Rejeição Apenas 1 Estado/DF</p><p>(a) Falso. A isenção não foi concedida pois Goiás rejeitou o Convênio.</p><p>(b) Correto. Vimos que tanto o crédito presumido quanto a redução de BC de ICMS devem ser objeto de</p><p>Convênio.</p><p>(c) Falso. Basta a maioria dos Estados/DF presentes à reunião. O Convênio não foi entrou em vigor por</p><p>outro motivo: rejeição por Goiás.</p><p>(d) Falso. O quórum de 4/5 serve apenas para os casos de revogação de benefício fiscal. Para a concessão é</p><p>necessária a unanimidade.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>52</p><p>(e) Falso. Não há vedação para que um benefício se aplique a apenas um ou alguns Estados/DF.</p><p>Gabarito: B.</p><p>35. (Inédita) De acordo com a Lei Complementar 160/17, o convênio entre os Estados e o Distrito Federal</p><p>para deliberar sobre reinstituição em vigor deverá ser aprovado e ratificado por no mínimo 2/3 das</p><p>unidades federadas e 1/3 das unidades federadas integrantes de cada uma das 5 regiões do país.</p><p>Comentários:</p><p>Perfeito. É a redação do art. 2º da LC 160/17.</p><p>Art. 2º. O convênio a que se refere o art. 1º desta Lei Complementar poderá ser</p><p>aprovado e ratificado com o voto favorável de, no mínimo:</p><p>I - 2/3 (dois terços) das unidades federadas; e</p><p>II - 1/3 (um terço) das unidades federadas integrantes de cada uma das 5 (cinco) regiões</p><p>do País.</p><p>Gabarito: Correto.</p><p>Quórum LC</p><p>160/17</p><p>2/3 dos</p><p>Estados</p><p>+</p><p>1/3 de cada</p><p>Região</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>53</p><p>36. (Inédita) De acordo com a Lei Complementar 160/17, mediante convênio os Estados e o Distrito</p><p>Federal poderão deliberar sobre remissão de créditos tributários, desde que constituídos.</p><p>Comentários:</p><p>O crédito tributário é constituído através do lançamento, atividade privativa da autoridade administrativa.</p><p>Ainda que os créditos ainda não estejam constituídos pode o Convênio deliberar sobre remissão.</p><p>Art. 1º Mediante convênio celebrado nos termos da Lei Complementar nº 24, de 7 de</p><p>janeiro de 1975, os Estados e o Distrito Federal poderão deliberar sobre:</p><p>I - a remissão dos créditos tributários, constituídos ou não, decorrentes das isenções,</p><p>dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais instituídos em desacordo</p><p>com o disposto na alínea “g” do inciso XII do § 2º do art. 155 da Constituição</p><p>Federal por legislação estadual publicada até a data de início de produção de efeitos</p><p>desta Lei Complementar;</p><p>II - a reinstituição das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-</p><p>fiscais referidos no inciso I deste artigo que ainda se encontrem em vigor.</p><p>Gabarito: Falso.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>54</p><p>LISTA DE QUESTÕES</p><p>01. (Inédita) Devem ser objetos de convênio CONFAZ no que tange ao ICMS, exceto:</p><p>a) Isenção.</p><p>b) Redução da base de cálculo.</p><p>c) Parcelamento do crédito tributário.</p><p>d) Crédito presumido.</p><p>e) Devolução total ou parcial do ICMS ao responsável.</p><p>02. (Inédita) A isenção do ICMS:</p><p>a) somente poderá ser concedida por lei complementar.</p><p>b) somente será concedida por lei específica.</p><p>c) deverá ser concedida por convênios celebrados entre os Estados e DF.</p><p>d) poderá ser concedido por Resolução do Senado Federal.</p><p>e) Poderá ser concedido por ato do chefe do poder Executivo Federal.</p><p>03. (SEFAZ-RJ/FGV/2010) A respeito dos Convênios-ICMS, segundo a Lei Complementar nº 24, de</p><p>07.01.75, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Entram em vigor no trigésimo dia após a publicação de sua ratificação nacional, salvo disposição em</p><p>contrário.</p><p>b) Podem ser autorizativos e impositivos.</p><p>c) Dependem, para concessão e revogação de benefícios e isenções do ICMS, de aprovação unânime dos</p><p>Estados representados.</p><p>d) Aplicam-se apenas às unidades da Federação cujos representantes tenham comparecido à reunião em</p><p>que tenham sido celebrados.</p><p>e) Devem ser ratificados mediante decreto de cada unidade da Federação, no prazo de 10 (dez) dias</p><p>contados de sua publicação no Diário Oficial da União.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>55</p><p>04. (Inédita) De acordo com a lei complementar 24/75, o convênio devidamente aprovado pelos Estados</p><p>e o Distrito Federal, entrará em vigor:</p><p>a) 30 (trinta) dias após a publicação da sua ratificação nacional, em regra.</p><p>b) a partir da data de sua aprovação, na hipótese do convênio ser autorizativo.</p><p>c) sempre 30 (trinta) dias após a publicação da sua ratificação nacional.</p><p>d) 60 (trinta) dias após a sua publicação no Diário Oficial da União.</p><p>e) em 30 (trinta) dias úteis.</p><p>05. (SEFAZ-RJ/FGV/2009)
A respeito da norma concessiva de isenção de ICMS expressa, unilateralmente,</p><p>na Constituição do Estado, assinale a alternativa correta.</p><p>a) É válida, apenas no caso de a Constituição Estadual haver sido editada após a promulgação da</p><p>Constituição Federal de 1988.</p><p>b) Não é válida, pois a concessão e revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais do ICMS exigem</p><p>lei complementar.</p><p>c) É válida, pois as Constituições estaduais ganham, em hierarquia, das leis complementares e das leis</p><p>ordinárias.</p><p>d) Não é válida, pois a concessão e revogação de isenções,</p><p>incentivos e benefícios fiscais do ICMS decorrem</p><p>obrigatoriamente de deliberação dos Estados e do Distrito Federal.</p><p>e) Não é válida, salvo se a norma concessiva de isenção do ICMS constar do texto originário da Constituição</p><p>Estadual.</p><p>06. (Inédita) Na 131ª Reunião Ordinária, realizada em Salvador, BA, no dia 26 de setembro de 2011, foi</p><p>aprovado convênio, publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 1º de outubro de 2011, em que</p><p>isenta do ICMS a saída interna de chope.</p><p>Baseado na Lei Complementar 24/75, analise os itens a seguir.</p><p>a) a eficácia do referido convênio somente ocorrerá depois de sua aprovação pela Assembleia Legislativa</p><p>do Mato Grosso do Sul.</p><p>b) o convênio não se aplica ao Mato Grosso do Sul, embora regularmente convocado, na hipótese de não</p><p>ter participado da reunião.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>56</p><p>c) para a aprovação do convênio, bastou a sua ratificação, expressa ou tácita, pela maioria absoluta das</p><p>unidades federadas que se tenham feito representar na reunião do CONFAZ.</p><p>d) este convênio poderia dispor de sua não aplicação ao Mato Grosso.</p><p>e) na hipótese do Mato Grosso do Sul não ter participado da reunião, o mesmo está impedido, dentro do</p><p>prazo de 15 dias a partir da publicação do convênio no DOU de editar decreto rejeitando-o.</p><p>07. (SEFAZ-RJ/FGV/2008) Foi aprovado, na sessão do Confaz realizada no dia 30 de julho de 2008</p><p>(conforme publicação no Diário Oficial da União de 31 de julho de 2008), um convênio cuja cláusula</p><p>primeira autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS incidente na importação</p><p>de determinados produtos.</p><p>A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I. Conforme a classificação expressa na Lei Complementar 24/75, o referido convênio é autorizativo e não</p><p>impositivo.</p><p>II. Segundo disposto na Lei Complementar 24/75, o referido convênio entrou em vigor na data da</p><p>publicação de sua ratificação nacional.</p><p>III. Vigente o referido convênio, os contribuintes do ICMS que importarem os produtos nele mencionados</p><p>ficam isentos do pagamento do imposto respectivo.</p><p>IV. Segundo disposto na Lei Complementar 24/75, a eficácia do referido convênio só ocorrerá depois de</p><p>aprovação pela Assembleia Legislativa do Estado.</p><p>V. O referido convênio não se aplica no Estado do Rio de Janeiro, porque este não se fez representar,</p><p>embora regularmente convocado, na sessão que aprovou a isenção lá estatuída.</p><p>VI. O referido convênio pode ter estabelecido que a produção de seus efeitos se daria a partir de 1º de</p><p>janeiro de 2008.</p><p>Assinale:</p><p>a) se nenhuma afirmativa estiver correta.</p><p>b) se somente uma afirmativa estiver correta.</p><p>c) se somente duas afirmativas estiverem corretas.</p><p>d) se somente três afirmativas estiverem corretas.</p><p>e) se todas as afirmativas estiverem corretas.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>57</p><p>08. (SEFAZ-RJ/FGV/2008) Assinale a afirmação incorreta a respeito das regras contidas na Lei</p><p>Complementar 24/75.</p><p>a) 
Além de ser aplicável às isenções, a LC 24/75 deve ser observada em casos de devolução total ou</p><p>parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros.</p><p>b) 
Os convênios de que trata a LC 24/75 serão celebrados em reuniões para as quais tenham sido</p><p>convocados representantes de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes</p><p>do Governo Federal.</p><p>c) A LC 24/75 determina que até dez dias depois de findo o prazo de ratificação dos convênios promover-</p><p>se-á, segundo o disposto em Regimento, a publicação relativa à ratificação ou à rejeição no Diário Oficial da</p><p>União.</p><p>d) A cada reunião, devem ser apreciados, ao menos, cinco propostas de Convênio.</p><p>e) 
Os convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação.</p><p>09. (Inédita) Considerando os dispositivos da Lei Complementar 24/75, no âmbito do CONFAZ podemos</p><p>afirmar, com exceção de uma, que:</p><p>a) Para se aprovar um benefício fiscal de seu interesse, o Estado de Pernambuco precisa negociar a</p><p>aprovação de todas as demais UF.</p><p>b) Dentro de 15 dias, contados da publicação dos convênios aprovados pelo CONFAZ no DOU, o poder</p><p>executivo de cada UF deverá publicar decreto ratificando ou rejeitando os convênios celebrados.</p><p>c) É no âmbito do Confaz que os Estados e o DF devem regular a concessão ou revogação de benefícios</p><p>fiscais atinentes aos Tributos Estaduais.</p><p>d) Os convênios podem dispor sobre concessão de crédito presumido a uma determinada prestação,</p><p>limitada a um ou alguns Estados da Federação.</p><p>e) As decisões do Confaz são tomadas, nos casos de revogação de benefícios, por 4/5 dos votos, e, nos</p><p>casos de novos benefícios, por aprovação unânime.</p><p>10. (SEFAZ-SP/FCC/2006)
Foi publicado no Diário Oficial da União de 21.12.2005 o seguinte Convênio,</p><p>ratificado nacionalmente em 09.01.06, pelo Ato Declaratório 01/06:</p><p>“CONVÊNIO ICMS 131/05 (Autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Paraná e São Paulo a conceder isenção</p><p>nas operações internas com farinha de mandioca não-temperada). O Conselho Nacional de Política</p><p>Fazendária - CONFAZ, na sua 120ª reunião ordinária, realizada em Mata de São João, BA, no dia 16 de</p><p>dezembro de 2005, tendo em vista o disposto na Lei Complementar no 24, de 7 de janeiro de 1975,</p><p>resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO:</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>58</p><p>Cláusula primeira: Ficam os Estados do Acre, Alagoas, Paraná e São Paulo autorizados a conceder isenção</p><p>nas operações internas com farinha de mandioca ou de raspa de mandioca, não-temperadas,</p><p>classificadas no código 1106.20.00 Nomenclatura Comum do Mercosul.</p><p>Cláusula segunda: Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional,</p><p>produzindo efeitos até 31 de outubro de 2007.</p><p>Mata de São João, BA, 16 de dezembro de 2005.”</p><p>Em relação ao referido Convênio, é correto afirmar que</p><p>a) não há instrumento jurídico pelo qual a autorização a que se refere a Cláusula primeira possa ser</p><p>estendida a outras unidades federadas.</p><p>b) a isenção nas operações internas com farinha de mandioca ou de raspa de mandioca, não-temperadas,</p><p>não se aplica às vendas realizadas no interior de estabelecimentos varejistas a pessoas físicas e</p><p>consumidores finais dos produtos, residentes em outras unidades federadas.</p><p>c) o benefício fiscal de que trata o Convênio poderá ser prorrogado antes de 31 de outubro de 2007,</p><p>mediante novo Convênio concessivo de benefício, que postergue a data determinada na Cláusula segunda.</p><p>d) as operações internas com farinha de mandioca ou de raspa de mandioca, não-temperadas, nos Estados</p><p>do Acre, Alagoas, Paraná e São Paulo passaram a ser agraciadas com a isenção do ICMS a partir de</p><p>21.12.2005, data da publicação no D.O.U.</p><p>e) para a aprovação do referido Convênio, bastou a sua ratificação, expressa ou tácita, pela maioria das</p><p>unidades federadas que se tenham feito representar na reunião do CONFAZ.</p><p>11. (SEFAZ-SP/FCC/2013) Com respeito à Lei Complementar 24/75 e aos convênios autorizativos para</p><p>concessão de benefícios fiscais do ICMS, celebrados no âmbito do CONFAZ, considere:</p><p>I. Haverá necessidade de convênio para a concessão de isenções, reduções da base de cálculo e</p><p>concessões de créditos presumidos, mas não para benefícios financeiro-fiscais concedidos com base no</p><p>ICMS, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do ônus com o ICMS.</p><p>II. Os convênios serão celebrados em reuniões para as quais tenham sido convocados representantes de</p><p>todos os Estados e do Distrito Federal, as quais se realizarão com a presença de representantes de quatro</p><p>quintos,</p><p>pelo menos, das Unidades da Federação. A concessão de benefícios dependerá sempre de</p><p>decisão unânime dos Estados representados.</p><p>III. A revogação total ou parcial dos convênios dependerá de aprovação de quatro quintos, pelo menos,</p><p>dos representantes presentes na reunião do CONFAZ.</p><p>IV. Os convênios entrarão em vigor no trigésimo dia após a publicação pelo Poder Executivo das</p><p>Unidades da Federação presentes na reunião que concedeu o benefício de decreto ratificando ou não os</p><p>convênios celebrados, considerando-se ratificação tácita dos convênios a falta de manifestação no prazo</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>59</p><p>previsto na legislação.</p><p>V. Mesmo as Unidades da Federação que não se tenham feito representar na reunião, embora</p><p>regularmente convocadas, estão obrigadas pelos convênios ratificados.</p><p>Está correto o que se afirma APENAS em</p><p>a) I e II.</p><p>b) I e IV.</p><p>c) II e V.</p><p>d) III e IV.</p><p>e) III e V.</p><p>12. (SEFAZ-SP/FCC/2009) Considerando a LC 24/75, recepcionada pela CF/88, sendo disciplinadora do</p><p>CONFAZ, é correto afirmar que:</p><p>a) É desnecessária a deliberação dos Estados e DF no caso de proposta de redução de base de cálculo do</p><p>ICMS, se houver lei ordinária fazendo esta redução.</p><p>b) É necessária a deliberação dos Estados e DF no caso de proposta de redução de base de cálculo e</p><p>concessão de crédito presumido do ICMS.</p><p>c) A redução da base de cálculo, quando não estabelecida pelo CONFAZ, pode ser feita por decreto</p><p>legislativo.</p><p>d) Não pode haver redução da base de cálculo, eis que a mesma é fixada pela Constituição Federal.</p><p>e) Não pode haver redução da base de cálculo pelo CONFAZ, em face do princípio de estrita legalidade em</p><p>matéria tributária.</p><p>13. (SEFAZ-MA/FCC/2016) A Lei Complementar nº 24/1975, dispõe sobre convênios e benefícios fiscais</p><p>relativos ao ICMS. Conforme esta lei,</p><p>a) 
as regras e condições aplicáveis para a concessão de isenção aplicam-se também aos incentivos ou</p><p>favores fiscais ou financeiros fiscais, mas não se aplicam à devolução total ou parcial de tributo ao</p><p>contribuinte ou responsável.</p><p>b) os convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação, exceto as que, regularmente</p><p>convocadas, não se tenham feito representar na reunião.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>==25643f==</p><p>60</p><p>c) a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados representados na</p><p>reunião, após terem sido regularmente convocados representantes de todos os Estados e do Distrito</p><p>Federal.</p><p>d) a inobservância dos dispositivos nela previstos acarretará, alternativamente, a nulidade do ato e a</p><p>ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento recebedor da mercadoria, ou a exigibilidade do</p><p>imposto não pago ou devolvido, cabendo essa escolha ao sujeito passivo.</p><p>e) os Municípios podem conceder às empresas neles estabelecidas benefícios fiscais relativos ao ICMS, até</p><p>o limite de 25% do valor do imposto devido, sem a necessidade de convênio ou de lei complementar</p><p>municipal.</p><p>14. (SEFAZ-MA/FCC/2016) De acordo com a Lei Complementar nº 24/1975, serão concedidas ou</p><p>revogadas, nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal, as</p><p>a) isenções dos tributos estaduais.</p><p>b) concessões de créditos presumidos do ICMS.</p><p>c) isenções do ICMS e do IPVA.</p><p>d) reduções de base de cálculo e fixação de alíquotas interestaduais mínimas do ICMS.</p><p>e) isenções dos impostos estaduais.</p><p>15. (SEFAZ-MA/FCC/2016) A Lei Complementar nº 24/1975 estabelece regras para a aprovação de</p><p>convênios e concessão de benefícios relativos ao ICMS. Conforme esta lei,</p><p>a) os convênios definirão as condições gerais em que se poderão conceder, unilateralmente, anistia,</p><p>remissão, transação, moratória, parcelamento de débitos fiscais e ampliação do prazo de recolhimento do</p><p>imposto de circulação de mercadorias.</p><p>b) as regras nela previstas não se aplicam às extensões das isenções vigentes antes da promulgação da</p><p>Constituição Federal de 1988.</p><p>c) quaisquer benefícios fiscais concedidos pela legislação estadual, sem prévia aprovação por convênio,</p><p>serão considerados regulares, se não forem contestados na primeira reunião subsequente do Confaz.</p><p>d) seus dispositivos não se aplicam aos benefícios fiscais concedidos a estabelecimentos localizados na</p><p>Região Norte, inclusive aos localizados na Zona Franca de Manaus.</p><p>e) considerar-se-á rejeitado o convênio que não for expressamente ratificado pelo Poder Executivo de, no</p><p>mínimo, três quintos das unidades da federação.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>61</p><p>16. (SEFAZ-SC/ FEPESE/ 2010/Adaptada) Assinale a alternativa correta.</p><p>a) Somente por convênios poderá ser efetuada redução da base de cálculo do ICMS, ou concedida</p><p>devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao contribuinte, a</p><p>responsável ou a terceiros, não se aplicando tal regra à concessão de créditos presumidos.</p><p>b) Quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no Imposto de</p><p>Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços, dos quais resulte apenas redução, direta ou indireta, do</p><p>respectivo ônus, poderão ser concedidos através de regulamento estadual, desnecessária a celebração de</p><p>convênio para tal fim.</p><p>c) A concessão dos benefícios previstos no art. 1º da LC 24/75 dependerá sempre de decisão unânime dos</p><p>Estados representados, mas sua revogação total ou parcial dependerá de aprovação de três quintos, pelo</p><p>menos, dos representantes presentes.</p><p>d) As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviços</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo</p><p>Distrito Federal, segundo o disposto na Lei Complementar no 24/75.</p><p>17. (SEFAZ-RJ/FGV/2008) Nos termos do art. 1º da Lei Complementar 24/75, as isenções do imposto</p><p>sobre operações relativas à circulação de mercadorias serão concedidas ou revogadas nos termos de</p><p>convênios, celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal. E, nos termos do parágrafo</p><p>único desse artigo, essa regra também é aplicável aos seguintes institutos de direito tributário:</p><p>a) redução da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer outros</p><p>incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções.</p><p>b) redução da base de cálculo; diferimentos; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou</p><p>não do tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer</p><p>outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções.</p><p>c) redução da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer outros</p><p>incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções; prorrogação de prazos para pagamento do imposto.</p><p>d) redução</p><p>da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; quaisquer outros</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>62</p><p>incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de</p><p>mercadorias, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações</p><p>e às extensões das isenções; benefícios fiscais relativos aos demais tributos estaduais.</p><p>e) redução da base de cálculo; devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não do</p><p>tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros; concessão de créditos presumidos; benefícios fiscais</p><p>relativos ao imposto sobre produtos industrializados; quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou</p><p>financeiro-fiscais, concedidos com base no imposto de circulação de mercadorias, dos quais resulte</p><p>redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus; prorrogações e às extensões das isenções.</p><p>18. (SEFAZ-AC/CESPE/2006) Na hipótese de o chefe do Poder Executivo do estado do Acre editar um</p><p>decreto que estabeleça uma isenção do ICMS não prevista em qualquer convênio celebrado entre as</p><p>unidades da Federação, surgirão automáticas consequências jurídicas. Essas consequências não incluem</p><p>a</p><p>a) anulabilidade do decreto.</p><p>b) ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento recebedor da mercadoria e beneficiado com o</p><p>decreto.</p><p>c) exigibilidade de eventual imposto não pago em razão do decreto.</p><p>d) exigibilidade de eventual imposto devolvido em razão do decreto.</p><p>19. (SEFAZ-GO/FCC/2018) A Constituição Federal estabelece, na alínea “g” do inciso XII do § 2º do seu</p><p>art. 155, que cabe à lei complementar federal regulamentar a forma como, mediante deliberação dos</p><p>Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. A</p><p>Lei Complementar nº 24/75 faz a regulamentação determinada no texto constitucional. De acordo com</p><p>esta Lei Complementar, se um Estado brasileiro desejar conceder isenção no âmbito do ICMS, é preciso</p><p>que ele obtenha autorização para tanto, em reuniões do CONFAZ, para as quais tenham sido convocados</p><p>representantes</p><p>a) da maioria dos Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um dos</p><p>Estados, que a totalidades das Unidades da Federação convidadas esteja presente a elas, e que a decisão</p><p>pela concessão do benefício seja tomada por, pelo menos, quatro quintos dos Estados representados.</p><p>b) da maioria dos Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes do governo federal,</p><p>que quatro quintos das Unidades da Federação convidadas esteja presente a elas, e que a decisão pela</p><p>concessão do benefício seja tomada por unanimidade dos Estados representados.</p><p>c) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um dos</p><p>Estados, que a maioria das Unidades da Federação esteja presente a elas, e que a decisão pela concessão</p><p>do benefício seja tomada por, pelo menos, quatro quintos dos Estados representados.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>63</p><p>d) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes do governo federal, que a</p><p>maioria das Unidades da Federação esteja presente a elas, e que a decisão pela concessão do benefício</p><p>seja tomada por unanimidade dos Estados representados.</p><p>e) de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência rotativa do representante de um dos</p><p>Estados, que quatro quintos das Unidades da Federação esteja presente a elas, e que a decisão pela</p><p>concessão do benefício seja tomada por, pelo menos, três quartos dos Estados representados.</p><p>20. (SEFAZ-SC/FCC/2018) Conforme estabelece a Lei Complementar nº 24/1975, a inobservância dos</p><p>dispositivos na referida lei acarretará, cumulativamente a:</p><p>a) perda do mandato eletivo e a inelegibilidade do chefe do Poder Executivo estadual, quando este for</p><p>responsável pelo ato antijurídico praticado.</p><p>b) nulidade do ato, a ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento recebedor da mercadoria, a</p><p>exigibilidade do imposto não pago ou devolvido e a ineficácia da lei ou ato que conceda remissão do débito</p><p>correspondente.</p><p>c) desconsideração dos negócios jurídicos realizados, entre o remetente e o destinatário da mercadoria, a</p><p>vedação ao crédito e a aplicação de penalidade pecuniária a título de multa agravada, no valor de 150% do</p><p>valor da operação.</p><p>d) perda do mandato e a inelegibilidade a cargo público por 4 anos ao prefeito municipal que conceder</p><p>benefícios relacionados à sua parcela na receita do imposto de circulação de mercadorias.</p><p>e) pena de reclusão de um a quatro anos e multa, sem prejuízo da obrigação de restituir aos cofres públicos</p><p>o valor do dano ao erário, aos signatários do ato ilícito.</p><p>21. (PGE-MT/FCC/2016) De acordo com o CTN, as isenções de tributos devem ser concedidas por meio de</p><p>lei. No caso específico do ICMS, ainda, a Constituição Federal determina que cabe à lei complementar</p><p>regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e</p><p>benefícios fiscais serão concedidos e revogados, sendo que, até a presente data, é a Lei Complementar</p><p>nº 24/75 que atende a essa determinação constitucional.</p><p>Com base no que dispõe a Constituição Federal e a referida Lei Complementar nº 24/75, se, por exemplo,</p><p>um Estado da região Nordeste solicitar autorização do CONFAZ para conceder isenção do ICMS em</p><p>determinadas operações internas com mercadorias,</p><p>a) será considerado deferido o pleito do Estado solicitante, se a maioria simples das unidades federadas</p><p>presentes votar pelo seu deferimento.</p><p>b) mas o Estado de Mato Grosso, embora devidamente convocado, não enviar representante à reunião do</p><p>CONFAZ em que essa matéria será deliberada, considerar-se-á automaticamente indeferido o pedido do</p><p>Estado solicitante, ainda que a maioria dos Estados esteja representada na reunião.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>64</p><p>c) será considerado deferido o pleito do Estado solicitante, se quatro quintos do total das unidades</p><p>federadas que compõem o CONFAZ votar pelo seu deferimento.</p><p>d) e o Estado de Mato Grosso enviar representante à reunião do CONFAZ em que essa matéria será</p><p>deliberada, mas for o único a votar contra o pleito do Estado solicitante, embora as demais 25 unidades</p><p>federadas presentes votem a favor, esse pleito será considerado indeferido.</p><p>e) será considerado deferido o pleito do Estado solicitante, se quatro quintos das unidades federadas</p><p>presentes votar pelo seu deferimento.</p><p>22. (SEFAZ-PI/FCC/2015) A Constituição Federal e a Lei Complementar 24, de 1975, relativamente ao</p><p>Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de</p><p>Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação − ICMS, estabelecem que</p><p>a) os Estados federados poderão fixar as alíquotas das operações e prestações internas sujeitas ao imposto,</p><p>em qualquer percentual, por meio de lei ordinária estadual, de forma livre e autônoma, desde que</p><p>observada, como limite, a alíquota máxima prevista em Resolução do Senado Federal.</p><p>b) os Estados federados poderão autorizar, mediante lei ordinária estadual, independentemente de</p><p>convênio, que o contribuinte que promova saída de mercadoria em operação interna isenta, mantenha o</p><p>crédito de ICMS relativo às operações anteriores.</p><p>c) os Estados de determinada região do Brasil poderão conceder isenção do imposto nas operações</p><p>internas com determinada mercadoria, por meio de lei ordinária estadual de cada Estado,</p><p>independentemente de convênio, sendo necessário, no entanto, que, para operações interestaduais, a</p><p>medida esteja prevista em convênio celebrado e ratificado por todos os Estados brasileiros.</p><p>d) será rejeitado o convênio que não for expressa ou tacitamente ratificado pelo Poder Executivo de todas</p><p>as Unidades da Federação presentes à reunião, e desde que as Unidades ausentes tenham sido</p><p>regularmente convocadas para a ela comparecer.</p><p>e) todos e quaisquer incentivos ou favores fiscais, ou financeiro-fiscais, serão concedidos nos termos de</p><p>convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal.</p><p>23. (TCM-GO/FCC/2015) A Constituição Federal, na alínea “g” do inciso XII de seu § 2º estabelece que</p><p>“cabe à lei complementar: ... g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito</p><p>Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados”.</p><p>A concessão e revogação dos incentivos e benefícios fiscais ocorre nas reuniões do Conselho Nacional e</p><p>Política Fazendária − CONFAZ − em conformidade com a disciplina estabelecida na Lei Complementar nº</p><p>24/1975. De acordo com essa lei complementar,</p><p>a) a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão de quatro quintos dos Estados representados</p><p>nas reuniões do CONFAZ.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>65</p><p>b) a revogação, total ou parcial, de benefícios dependerá de aprovação de três quartos, pelo menos, dos</p><p>representantes presentes nas reuniões do CONFAZ.</p><p>c) as reuniões do CONFAZ somente se realizarão com a presença de representantes de todas as Unidades</p><p>da Federação.</p><p>d) a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão majoritária dos Estados representados nas</p><p>reuniões do CONFAZ.</p><p>e) as reuniões do CONFAZ se realizarão com a presença de representantes da maioria das Unidades da</p><p>Federação.</p><p>24. (SEFAZ-RS/CESPE/2019) A CF prevê que cabe aos estados federados e ao Distrito Federal, mediante</p><p>deliberação e por meio de lei complementar, regulamentar a concessão e revogação de isenções,</p><p>incentivos e benefícios fiscais relativos ao ICMS. A Lei Complementar n.º 24/1975, que trata de</p><p>convênios sobre ICMS, dispensou a celebração desses convênios sobre</p><p>a) as anistias de multas relativas ao ICMS.</p><p>b) as reduções da base de cálculo do ICMS.</p><p>c) as devoluções totais ou parciais do ICMS ao contribuinte.</p><p>d) as concessões de créditos presumidos de ICMS.</p><p>e) as isenções do ICMS.</p><p>25. (SEFAZ-RS/CESPE/2019) O governo de determinado estado da Federação, ao contrário dos governos</p><p>dos demais estados, não publicou decreto ratificando convênio de eficácia nacional que havia revogado</p><p>isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias. O referido convênio foi</p><p>aprovado por 21 dos 25 representantes de estados da Federação que estavam presentes à reunião. O</p><p>representante do estado da Federação que não publicou o decreto ratificando o convênio não estava</p><p>presente à deliberação.</p><p>Nessa situação hipotética, de acordo com dispositivos da Lei Complementar Federal n.º 24/1975, esse</p><p>convênio</p><p>a) não obriga o referido estado, devido a ausência da ratificação expressa por meio de decreto.</p><p>b) obriga o referido estado, porque a ratificação será considerada tácita e porque foi atendido o quórum</p><p>deliberativo.</p><p>c) não obriga o referido estado, em razão do descumprimento do quórum deliberativo.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>66</p><p>d) obriga o referido estado se, a qualquer tempo, vier a publicar o decreto de ratificação.</p><p>e) não obriga o referido estado, porque o seu representante não estava presente à reunião deliberativa.</p><p>26. (SEFAZ-BA/FCC/2019) A Lei Complementar nº 24, de 1975, em sua redação atual, estabelece que as</p><p>isenções, as reduções de base de cálculo e os créditos presumidos</p><p>a) referentes aos tributos estaduais somente poderão ser concedidos mediante lei específica, e desde que</p><p>anteriormente tenha sido aprovado convênio entre os Estados e a União, permitindo tal gasto tributário.</p><p>b) e quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no ICMS, dos</p><p>quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus, serão concedidos ou revogados</p><p>nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal, cuja aprovação</p><p>dependerá de ratificação expressa ou tácita de todos os Estados e do Distrito Federal.</p><p>c) relativos ao ICMS, ao IPVA e ao ITCMD somente poderão ser concedidos mediante lei específica e</p><p>posterior aprovação no CONFAZ, mediante aprovação unânime de todas as Unidades da Federação.</p><p>d) poderão ser concedidos, desde setembro de 2017, sem a necessidade de prévio convênio entre os</p><p>Estados, e sem a necessidade de seguir os controles previstos sobre renúncias de receitas, desde que não</p><p>tenham como objetivo estimular ou incrementar a Guerra Fiscal entre os Estados e os Municípios.</p><p>e) e quaisquer outros incentivos ou favores tributários, concedidos com base nos impostos estaduais, dos</p><p>quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus, serão concedidos ou revogados</p><p>nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados, Distrito Federal e União, cuja aprovação</p><p>dependerá de ratificação expressa ou tácita de três quintos dos representantes presentes na reunião.</p><p>27. (SEFAZ-AL/CESPE/2020) Acerca de ICMS, julgue o item a seguir:</p><p>Determinado estado celebrou convênio com outros estados prevendo a redução da base de cálculo do</p><p>ICMS para determinado setor de peças automobilísticas. A ratificação do convênio pelo chefe do Poder</p><p>Executivo estadual, por meio de decreto, é condição necessária e suficiente para internalização do</p><p>benefício de redução de base de cálculo no ordenamento jurídico daquele estado.</p><p>28. (SEFAZ-AL/CESPE/2020) Acerca de ICMS, julgue o item a seguir:</p><p>Isenções, incentivos e benefícios fiscais alusivos ao ICMS devem ser concedidos ou revogados</p><p>mediante deliberação dos estados e do Distrito Federal, por meio de convênio, nos termos de lei</p><p>complementar.</p><p>29. (Câmara Municipal de Piracicaba/VUNESP/2019) A concessão de isenção do ICMS, no sistema</p><p>tributário nacional, depende</p><p>a) de convênio celebrado entre as unidades da federação.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>67</p><p>b) de lei ordinária federal autorizativa.</p><p>c) de lei complementar municipal.</p><p>d) exclusivamente de lei ordinária estadual.</p><p>e) de resolução do Senado Federal.</p><p>30. (Procurador Jurídico - SANASA/FCC/2019) Suponha que o Estado de São Paulo pretenda implementar</p><p>um programa de incentivo a indústrias de determinado setor produtivo, prevendo, entre outras</p><p>medidas, isenção da cobrança de ICMS, durante 5 anos, condicionada à realização de novos</p><p>investimentos no Estado e geração de um determinado número de postos de trabalho. Alguns</p><p>Municípios paulistas, contudo, insurgiram-se contra a medida, alegando potencial perda de receita</p><p>tributária. De acordo com o regramento estabelecido na Constituição Federal de 1988, tal alegação mm</p><p>conformidade com a Constituição Federal de 1988, está correto o que consta de</p><p>a) é procedente, pois a isenção gerará prejuízo aos Municípios que participam da repartição do produto da</p><p>arrecadação de ICMS, no percentual mínimo de 25%, sendo, ademais, vedada a concessão de isenção por</p><p>período superior ao do mandato do Governador.</p><p>b) decorre do fato de que isenções ou benefícios envolvendo ICMS aplicam-se, automaticamente, a</p><p>impostos de competência dos Municípios, nos termos da lei complementar instituidora,</p><p>pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>I - à redução da base de cálculo;</p><p>II - à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao</p><p>contribuinte, a responsável ou a terceiros;</p><p>III - à concessão de créditos presumidos;</p><p>IV - à quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos</p><p>com base no Imposto de Circulação de Mercadorias, dos quais resulte redução ou</p><p>eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus;</p><p>V - às prorrogações e às extensões das isenções vigentes nesta data.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>6</p><p>O artigo 1º nos traz a forma de concessão e revogação dos benefícios fiscais e também deixa explícito quais</p><p>são os benefícios que deverão ser concedidos por meio de convênios.</p><p>O convênio é o ato conjunto realizado e ratificado por todos os Estados e pelo Distrito Federal para</p><p>o tratamento dos assuntos enumerados acima. Somente pela decisão unânime dos Entes</p><p>representados nas reuniões poderá haver a concessão de isenções, incentivos e benefícios fiscais</p><p>referentes ao ICMS.</p><p>Mas o que é um benefício fiscal? É a supressão legal, total ou parcial, do pagamento do tributo devido.</p><p>Tenha em mente que tudo que importe redução do valor a ser recolhido aos cofres públicos a título de</p><p>ICMS deve ser objeto de convênio.</p><p>Art. 2º - Os convênios a que alude o art. 1º, serão celebrados em reuniões para as quais</p><p>tenham sido convocados representantes de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a</p><p>presidência de representantes do Governo federal.</p><p>§ 1º - As reuniões se realizarão com a presença de representantes da maioria das</p><p>Unidades da Federação.</p><p>§ 2º - A concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados</p><p>representados; a sua revogação total ou parcial dependerá de aprovação de quatro</p><p>quintos, pelo menos, dos representantes presentes.</p><p>Concedidos ou</p><p>revogados</p><p>mediante</p><p>Convênios</p><p>Isenções</p><p>Reduções de</p><p>Base de Cálculo</p><p>Devolução total</p><p>ou parcial do</p><p>tributo</p><p>Concessão de</p><p>créditos</p><p>presumidos</p><p>Incentivo que</p><p>reduza ou</p><p>elimine o ônus</p><p>Prorrogações de</p><p>isenções vigentes</p><p>Apenas em</p><p>relação ao ICMS</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>7</p><p>§ 3º - Dentro de 10 (dez) dias, contados da data final da reunião a que se refere este</p><p>artigo, a resolução nela adotada será publicada no Diário Oficial da União.</p><p>Vamos falar agora sobre os requisitos formais da celebração do convênio.</p><p>Primeiro, devem ser convocados os representantes de todos os Estados e do DF, sendo que o quórum</p><p>mínimo necessário dos presentes para início é da maioria (14 Estados/DF).</p><p>Para aprovação de qualquer benefício o quórum exigido é de unanimidade dos presentes e para</p><p>revogação de qualquer benefício, o quórum é de 4/5 dos presentes.</p><p>Logo, basta que apenas um Estado/DF rejeite o convênio que este se restará prejudicado. Atenção: Não</p><p>confundir rejeição de um convênio que sequer entrou em vigor com revogação, onde o benefício está</p><p>vigente e será retirado do ordenamento jurídico, ok?</p><p>Terminada a reunião, é necessário dar publicidade aos atos discutidos no CONFAZ dentro do prazo de 10</p><p>dias, com a publicação no Diário Oficial da União (DOU).</p><p>ATO QUÓRUM MÍNIMO</p><p>Convocação 100% dos Estados/DF</p><p>Realização do CONFAZ Maioria</p><p>Aprovação Unanimidade dos Estados presentes</p><p>Revogação 4/5 dos Estados presentes</p><p>Rejeição Apenas 1 Estado/DF</p><p>Vamos seguir em frente?</p><p>Art. 3º - Os convênios podem dispor que a aplicação de qualquer de suas cláusulas seja</p><p>limitada a uma ou a algumas Unidades da Federação.</p><p>Tenha em mente que um Convênio pode perfeitamente excluir algum Estado da Federação de sua</p><p>abrangência. Vamos a um exemplo.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>8</p><p>Exemplo 28) Imagine que o Convênio XXX/2023 autorize 20% de crédito presumido para transportadoras</p><p>apenas dos Estados de MG, SP, PR e GO. Repare que isso não dispensa a aprovação por votação unânime</p><p>de todos os presentes à reunião e tampouco dispensa os Estados da Federação de ratificarem o referido</p><p>convênio, mesmo o benefício estando limitado a apenas 4 Estados. Entretanto, o benefício só poderá ser</p><p>usufruído por contribuintes dessas Unidades da Federação.</p><p>§ 1º - O disposto neste artigo aplica-se também às Unidades da Federação cujos</p><p>representantes não tenham comparecido à reunião em que hajam sido celebrados os</p><p>convênios.</p><p>§ 2º - Considerar-se-á rejeitado o convênio que não for expressa ou tacitamente</p><p>ratificado pelo Poder Executivo de todas as Unidades da Federação ou, nos casos de</p><p>revogação a que se refere o art. 2º, § 2º, desta Lei, pelo Poder Executivo de, no mínimo,</p><p>quatro quintos das Unidades da Federação.</p><p>Art. 4º - Dentro do prazo de 15 (quinze) dias contados da publicação dos convênios no</p><p>Diário Oficial da União, e independentemente de qualquer outra comunicação, o Poder</p><p>Executivo de cada Unidade da Federação publicará decreto ratificando ou não os</p><p>convênios celebrados, considerando-se ratificação tácita dos convênios a falta de</p><p>manifestação no prazo assinalado neste artigo.</p><p>Após a publicação no DOU do convênio aprovado no CONFAZ, os Poderes Executivos de cada Estado/DF</p><p>têm 15 dias para ratificarem ou rejeitarem o convênio. Um detalhe muito importante é que até os Estados</p><p>que não se fizeram representar na reunião podem rejeitar o convênio. Ressalto que, caso alguma UF deixe</p><p>de publicar o decreto ratificando o convênio, será considerado como aceitação tácita, valendo a velha</p><p>máxima de que "quem cala consente".</p><p>Entretanto, no caso de apenas uma das Unidades Federadas publicar um decreto pela não ratificação do</p><p>convênio, mesmo se o representante não se fez presente à reunião do Confaz, o convênio será considerado</p><p>rejeitado.</p><p>Art. 5º - Até 10 (dez) dias depois de findo o prazo de ratificação dos convênios,</p><p>promover-se-á, segundo o disposto em Regimento, a publicação relativa à ratificação ou</p><p>à rejeição no Diário Oficial da União.</p><p>E para finalizar a parte formal dos convênios, após expirar o prazo para publicação do decreto de</p><p>ratificação ou rejeição pelos Estado/DF, dentro de 10 dias deverá ser publicado no DOU a ratificação ou</p><p>rejeição do convênio. A partir desta publicação o convênio é considerado aprovado.</p><p>Art. 6º - Os convênios entrarão em vigor no trigésimo dia após a publicação a que se</p><p>refere o art. 5º, salvo disposição em contrário.</p><p>Salvo disposição em contrário, o convênio terá como início de vigência 30 dias após sua aprovação no DOU.</p><p>Ocorre que, na maioria das vezes, a data para entrada em vigor vem expressa no próprio corpo do</p><p>convênio. Tome cuidado com o expresso no art. 103, III, do CTN, que afirma que os convênios entram em</p><p>vigor na data neles prevista. Na prova devemos atentar ao enunciado da questão.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>9</p><p>Geralmente quando não se falar nada no enunciado, vale o disposto na LC 24/75 (30 dias após sua</p><p>ratificação nacional), mas se a banca publicar um extrato de um convênio na prova e houver uma data para</p><p>entrada em vigor em seu próprio texto (por exemplo: “entra em vigor na data da sua publicação”) esta</p><p>prevalece sobre a regra geral.</p><p>Funciona assim: após a reunião tem-se 10 dias para que se publiquem o convênio no DOU. Após a</p><p>publicação do convênio no DOU, os Estados/DF têm 15 dias para ratificarem o convênio expressa ou</p><p>tacitamente. Após esse período, publica-se em DOU a ratificação</p><p>razão pela qual</p><p>estes também precisam aprovar o benefício.</p><p>c) é descabida, pois se trata de imposto de competência de outro ente federado, ao qual é destinada a</p><p>integralidade da arrecadação, ficando a cargo deste, observada a legislação de regência, decidir acerca da</p><p>concessão de isenções e outros benefícios fiscais.</p><p>d) decorre da potencial perda da receita proveniente da participação dos Municípios no produto da</p><p>arrecadação de ICMS, porém não impede a concessão do benefício pelo Estado, desde que o mesmo tenha</p><p>sido aprovado por deliberação unânime dos Estados e do Distrito Federal, nos termos previstos em lei</p><p>complementar que regula a matéria.</p><p>31. (CLDF/FCC/2018) Para evitar ou limitar a chamada “Guerra Fiscal” entre os Estados, a Lei distrital no</p><p>1.254/1996 estabelece que as isenções relativas ao ICMS somente serão concedidas ou revogadas, nos</p><p>termos da Lei Complementar no 24/1975. A disciplina estabelecida pela referida Lei Complementar</p><p>também se aplica à</p><p>a) prorrogarão ou antecipação do prazo de recolhimento do imposto</p><p>b) instituição ou revogação de obrigação acessória, que cause ônus ou benefício, sem natureza econômica</p><p>ou financeira, ao contribuinte</p><p>c) elevação ou redução de alíquota, por meio de lei, ainda que dentro dos limites estabelecidos pelo</p><p>Senado Federal e pelo regramento constitucional.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>68</p><p>d) devolução total ou parcial, condicionada ou não, direta ou indireta, do imposto a contribuinte,</p><p>responsável ou terceiro.</p><p>e) instituição de regime de substituição tributária com retenção antecipada do imposto.</p><p>32. (TCE-PA/CESPE/2016) No que concerne ao ICMS e às disposições constitucionais pertinentes à</p><p>concessão de exonerações fiscais, julgue o item subsecutivo.</p><p>A concessão de isenções, incentivos e benefícios fiscais pelos estados depende de prévia aprovação de</p><p>convênio interestadual, o que abrange a concessão de diferimento no pagamento de débitos de imposto</p><p>sobre operações relativas à circulação de mercadorias e prestação de serviço de transporte interestadual</p><p>e intermunicipal e de comunicação, ainda que inexista redução do valor devido.</p><p>33. (TCE-RJ/FCC/2015) A concessão de uma isenção do ICMS</p><p>a) deve ser precedida da aprovação de convênio somente entre as Unidades da Federação interessadas na</p><p>respectiva desoneração tributária.</p><p>b) poderá ser usufruída pelo contribuinte tão logo haja a publicação no Diário Oficial do convênio firmado</p><p>pelos Estados e Distrito Federal.</p><p>c) inviabiliza o aproveitamento do crédito fiscal por parte do adquirente da mercadoria isenta, exceto se</p><p>assegurada a manutenção do crédito pelas operações anteriores.</p><p>d) dispensa o cumprimento das obrigações acessórias relacionadas às operações ou prestações isentas.</p><p>e) representará, como regra, óbice ao crédito de ICMS decorrente da aplicação do princípio constitucional</p><p>da não cumulatividade, relativamente às operações anteriores, inclusive no tocante às matérias-primas</p><p>utilizadas na industrialização das mercadorias cuja venda esteja beneficiada com a isenção.</p><p>34. (TJ-RR/FCC/2015) Os representantes dos 26 Estados brasileiros, bem como o Distrito Federal, foram</p><p>convocados para reunião do CONFAZ, na cidade de Boa Vista/RR, com a finalidade de promover a</p><p>celebração de um convênio que permitiria concessão de isenção do ICMS relativa a determinadas</p><p>operações internas com mercadorias. Esse convênio era de interesse único e exclusivo do Estado de</p><p>Roraima.</p><p>Outras questões, de natureza interna do CONFAZ, também foram objeto de deliberação.</p><p>A essa reunião, presidida por representante do Governo federal, deixaram de comparecer os</p><p>representantes dos Estados do Amazonas, da Bahia, de Goiás, do Rio Grande do Norte e de Santa</p><p>Catarina.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>69</p><p>Todos os representantes presentes votaram pela aprovação do convênio que permitia a concessão da</p><p>isenção pretendida pelo Estado de Roraima.</p><p>O Estado de Goiás, embora ausente da reunião, publicou decreto, no décimo dia subsequente ao da</p><p>publicação do convênio no Diário Oficial da União, por meio do qual rejeitou o convênio firmado em Boa</p><p>Vista.</p><p>Considerando a disciplina estabelecida na Lei Complementar no 24/75 a respeito da celebração de</p><p>convênios, é correto afirmar que</p><p>a) a isenção pleiteada pelo Estado de Roraima foi concedida, pois o referido convênio foi ratificado.</p><p>b) as regras desta Lei Complementar também se aplicam à concessão de créditos presumidos do ICMS e à</p><p>redução de base de cálculo desse imposto.</p><p>c) as deliberações dessa reunião não produziram efeitos, pelo simples fato de que cinco unidades</p><p>federadas deixaram de comparecer a ela.</p><p>d) a rejeição do convênio pelo Estado de Goiás não impediu sua aprovação, na medida em que mais de</p><p>quatro quintos das unidades federadas o ratificaram.</p><p>e) este convênio é inconstitucional, porque é vedado celebrar convênios que disponham que a aplicação de</p><p>suas cláusulas seja limitada a uma ou a algumas Unidades da Federação.</p><p>35. (Inédita) De acordo com a Lei Complementar 160/17, o convênio entre os Estados e o Distrito Federal</p><p>para deliberar sobre reinstituição em vigor deverá ser aprovado e ratificado por no mínimo 2/3 das</p><p>unidades federadas e 1/3 das unidades federadas integrantes de cada uma das 5 regiões do país.</p><p>36. (Inédita) De acordo com a Lei Complementar 160/17, mediante convênio os Estados e o Distrito</p><p>Federal poderão deliberar sobre remissão de créditos tributários, desde que constituídos.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>70</p><p>GABARITO</p><p>1. C</p><p>2. C</p><p>3. A</p><p>4. A</p><p>5. D</p><p>6. D</p><p>7. B</p><p>8. D</p><p>9. C</p><p>10. C</p><p>11. E</p><p>12. B</p><p>13. C</p><p>14. B</p><p>15. A</p><p>16. D</p><p>17. A</p><p>18. A</p><p>19. D</p><p>20. B</p><p>21. D</p><p>22. E</p><p>23. E</p><p>24. A</p><p>25. B</p><p>26. B</p><p>27. F</p><p>28. V</p><p>29. A</p><p>30. D</p><p>31. D</p><p>32. F</p><p>33. E</p><p>34. B</p><p>35. V</p><p>36. F</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>nacional e, aí sim, começa a correr o</p><p>prazo de 30 dias para o convênio entrar em vigor (exceto se o convênio previr data diversa para iniciar sua</p><p>vigência). Em resumo:</p><p>Exemplo 29) O Convênio YYY/2023 teve sua ratificação nacional publicada no DOU em 01/03/2023. Tal</p><p>convênio estabeleceu isenção para operações internas com morangos nos Estados do Nordeste. Como o</p><p>convênio foi silente, o convênio entrará em vigor somente no dia 31/03/2023.</p><p>Exemplo 30) O Convênio YYY/2023 teve sua ratificação nacional publicada no DOU em 01/03/2023. Tal</p><p>convênio estabeleceu isenção para operações internas com uvas nos Estados do Nordeste. No corpo do</p><p>convênio encontrava-se os dizeres: “Este convênio entra em vigor no dia 15/03/2023”. Ora, se o convênio</p><p>estipulou uma data, é essa data que valerá para a vigência do convênio.</p><p>Art. 7º - Os convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação inclusive as</p><p>que, regularmente convocadas, não se tenham feito representar na reunião.</p><p>Uma vez aprovado e em vigor, todas as UFs devem obediências ao convênio, mesmo que não tenham</p><p>participado da reunião e/ou suas regras envolvam apenas alguns Estados.</p><p>Exemplo 31) O Estado de Goiás “esqueceu” de comparecer à reunião do CONFAZ que aprovou o Convênio</p><p>ZZZ/2023. Além disso, seu Governador, que era contrário ao convênio, também esqueceu de publicar,</p><p>dentro do prazo de 15 dias após a publicação do convênio no DOU, um Decreto rejeitando o Convênio. Ora,</p><p>nessa situação o Estado de GO ratificou tacitamente o convênio e se os outros Estados também o</p><p>ratificaram o convênio estará em vigor após os demais trâmites e todos devem obediência a ele, não</p><p>importando se GO não compareceu à reunião ou se o ratificou apenas tacitamente.</p><p>15 dias</p><p>30 dias (regra</p><p>geral) 10 dias 10 dias</p><p>Rejeição ou</p><p>Ratificação</p><p>Publicação</p><p>em DOU</p><p>Reunião Publicação</p><p>em DOU</p><p>Entrada</p><p>em vigor</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>10</p><p>Art. 8º - A inobservância dos dispositivos desta Lei acarretará, cumulativamente:</p><p>I - a nulidade do ato e a ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento</p><p>recebedor da mercadoria;</p><p>Il - a exigibilidade do imposto não pago ou devolvido e a ineficácia da lei ou ato que</p><p>conceda remissão do débito correspondente.</p><p>O art. 8º é mais um que reforça o combate à guerra fiscal dos Estados pois se alguma UF conceder algum</p><p>benefício que não esteja amparado pelo Confaz, então esse benefício será nulo e acarretará sanções para o</p><p>Estado que incorrer na ilegalidade.</p><p>Parágrafo único - As sanções previstas neste artigo poder-se-ão acrescer a presunção de</p><p>irregularidade das contas correspondentes ao exercício, a juízo do Tribunal de Contas da</p><p>União, e a suspensão do pagamento das quotas referentes ao Fundo de Participação, ao</p><p>Fundo Especial e aos impostos referidos nos itens VIII e IX do art. 21 da Constituição</p><p>Federal.</p><p>Caso o benefício fiscal seja concedido à revelia do Confaz, além da nulidade do ato e da exigibilidade do</p><p>imposto, a critério do TCU pode-se considerar irregulares as contas do Estado. Ademais, ficam suspensas as</p><p>transferências referentes aos fundos dos Estados/DF.</p><p>Art. 9º - É vedado aos Municípios, sob pena das sanções previstas no artigo anterior,</p><p>concederem qualquer dos benefícios relacionados no art. 1º no que se refere à sua</p><p>parcela na receita do imposto de circulação de mercadorias.</p><p>Como 25% da arrecadação que o Estado tem com o ICMS é repassado aos Municípios, poderia se entender</p><p>que os Municípios também poderiam conceder benefícios relativos à parcela que lhes cabe da arrecadação</p><p>do ICMS. Tal entendimento é equivocado pois quem legisla sobre o ICMS é o Estado. O Município não pode</p><p>dispor sobre a sua parcela do ICMS.</p><p>Por fim, considero importantes apenas mais dois artigos dessa lei:</p><p>Art. 10 - Os convênios definirão as condições gerais em que se poderão conceder,</p><p>unilateralmente, anistia, remissão, transação, moratória, parcelamento de débitos</p><p>fiscais e ampliação do prazo de recolhimento do imposto de circulação de mercadorias.</p><p>Art. 15 - O disposto nesta Lei não se aplica às indústrias instaladas ou que vierem a</p><p>instalar-se na Zona Franca de Manaus, sendo vedado às demais Unidades da Federação</p><p>determinar a exclusão de incentivo fiscal, prêmio ou estímulo concedido pelo Estado do</p><p>Amazonas.</p><p>O art. 10 é autoexplicativo e carece de maiores explicações, porém você deve tê-lo em mente para sua</p><p>prova. Os convênios apenas trarão condições gerais de como serão concedidas pelos Estados a anistia,</p><p>remissão etc. referente ao ICMS.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>11</p><p>O art. 15 pode vir como pegadinha na sua prova. Tudo que falei no que tange a benefícios fiscais (CONFAZ,</p><p>convênios, votações) não se aplica às indústrias da Zona Franca de Manaus. Assim, pode o Governador do</p><p>Amazonas conceder benefícios fiscais às indústrias da Zona Franca sem qualquer interferência dos outros</p><p>Estados. Atenção: as demais regiões da Amazonas e do norte do país que não fazem parte da Zona Franca</p><p>devem obedecer a LC 24/75 normalmente.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>12</p><p>3 - Lei Complementar 160/2017</p><p>Depois de 3 anos de muita discussão, em 08 de agosto de 2017 foi publicada a LC 160/17 que promete</p><p>acabar (?), ou pelo menos minimizar, a concorrência fiscal entre os Estados (a Guerra Fiscal).</p><p>O cerne da LC 160/17 consiste em autorizar os Estados e o DF a decidirem através de Convênio CONFAZ</p><p>sobre:</p><p>a) a remissão (perdão) de créditos tributários (mesmo que ainda não constituídos) objeto de incentivos</p><p>fiscais concedidos à revelia do CONFAZ; e</p><p>b) a reinstituição desses incentivos fiscais por legislação estadual que ainda esteja em vigor.</p><p>Art. 1º Mediante convênio celebrado nos termos da Lei Complementar nº 24, de 7 de</p><p>janeiro de 1975, os Estados e o Distrito Federal poderão deliberar sobre:</p><p>I - a remissão dos créditos tributários, constituídos ou não, decorrentes das isenções,</p><p>dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais instituídos em desacordo</p><p>com o disposto na alínea “g” do inciso XII do § 2º do art. 155 da Constituição</p><p>Federal por legislação estadual publicada até a data de início de produção de efeitos</p><p>desta Lei Complementar;</p><p>II - a reinstituição das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-</p><p>fiscais referidos no inciso I deste artigo que ainda se encontrem em vigor.</p><p>Art. 8º O convênio de que trata o art. 1º desta Lei Complementar deverá ser aprovado</p><p>pelo Confaz no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, a contar da data de publicação desta</p><p>Lei Complementar, sob pena de perderem eficácia as disposições dos arts. 1º a 6º desta</p><p>Lei Complementar.</p><p>Assim, se um benefício fiscal foi concedido sem respeitar os ditames da LC 24/75 os Estados/DF poderiam</p><p>“convalidar” e “perdoar” o que foi feito por determinado ente. Da mesma forma poderiam autorizar que</p><p>esse benefício fiscal fosse reinstituído, caso estivesse em vigor.</p><p>Repare que tanto a permissão para remissão quanto para a reinstituição perderiam eficácia caso o</p><p>Convênio de que trata a LC 160/2017 não tenha sido aprovado em 180 dias após o dia 08 de agosto de</p><p>2017, ou seja, no mês de fevereiro de 2018.</p><p>Art. 2º O convênio a que se refere o art. 1º desta Lei Complementar poderá ser aprovado</p><p>e ratificado com o voto favorável de, no mínimo:</p><p>I - 2/3 (dois terços) das unidades federadas; e</p><p>II - 1/3 (um terço) das unidades federadas integrantes de cada uma das 5 (cinco) regiões</p><p>do País.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>13</p><p>Enquanto nos convênios descritos da LC 24/75 exige-se unanimidade de votos, a deliberação para a</p><p>remissão dos créditos tributários decorrentes de benefícios à revelia do CONFAZ bem como da</p><p>reinstituição desses benefícios pode ser dar com a aprovação de apenas 2/3 dos Estados desde que tenha</p><p>pelo menos votos de 1/3 dos Estados de cada região do país.</p><p>Art. 3º O convênio de que trata o art. 1º desta Lei Complementar atenderá, no mínimo, às</p><p>seguintes condicionantes, a serem observadas pelas unidades federadas:</p><p>I - publicar, em seus respectivos diários oficiais, relação com a identificação de todos os</p><p>atos normativos relativos às isenções, aos incentivos e aos benefícios fiscais ou</p><p>financeiro-fiscais abrangidos pelo art. 1o desta Lei Complementar;</p><p>II - efetuar o registro e o depósito, na Secretaria Executiva do Conselho Nacional de</p><p>Política Fazendária (Confaz), da documentação comprobatória correspondente aos atos</p><p>concessivos das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais</p><p>mencionados no inciso I deste artigo, que serão publicados no Portal Nacional da</p><p>Transparência Tributária, que será instituído pelo Confaz e disponibilizado em seu sítio</p><p>eletrônico.</p><p>§ 1º O disposto no art. 1º desta Lei Complementar não se aplica aos atos relativos às</p><p>isenções, aos incentivos e aos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais vinculados ao</p><p>Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de</p><p>Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) cujas</p><p>exigências de publicação, registro e depósito, nos termos deste artigo, não tenham sido</p><p>atendidas, devendo ser revogados os respectivos atos concessivos.</p><p>§ 6º As unidades federadas deverão prestar informações sobre as isenções, os incentivos</p><p>e os benefícios fiscais ou financeiro-fiscais vinculados ao ICMS e mantê-las atualizadas no</p><p>Portal Nacional da Transparência Tributária a que se refere o inciso II do caput deste</p><p>artigo.</p><p>Quórum LC</p><p>160/17</p><p>2/3 dos</p><p>Estados</p><p>+</p><p>1/3 de cada</p><p>Região</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>14</p><p>A lei prevê uma série de condicionantes para que os Estados/DF pudessem publicar o Convênio de</p><p>remissão ou reinstituição. Uma delas era publicar em Diário Oficial uma relação contendo todos os atos</p><p>que concedem benefícios fiscais à revelia do CONFAZ. Além disso deveriam depositar na Secretaria do</p><p>CONFAZ os documentos que provem esses atos. Caso essas exigências não fossem cumpridas os atos</p><p>concessivos devem ser revogados.</p><p>Além disso deviam prestar informações sobre os benefícios, mantendo-as atualizadas no Portal Nacional da</p><p>Transparência Tributária.</p><p>§ 2º A unidade federada que editou o ato concessivo relativo às isenções, aos incentivos</p><p>e aos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais vinculados ao ICMS de que trata o art.</p><p>1º desta Lei Complementar cujas exigências de publicação, registro e depósito, nos</p><p>termos deste artigo, foram atendidas é autorizada a concedê-los e a prorrogá-los, nos</p><p>termos do ato vigente na data de publicação do respectivo convênio, não podendo seu</p><p>prazo de fruição ultrapassar:</p><p>I – 31 de dezembro do décimo quinto ano posterior à produção de efeitos do respectivo</p><p>convênio, quanto àqueles destinados ao fomento das atividades agropecuária e</p><p>industrial, inclusive agroindustrial, e ao investimento em infraestrutura rodoviária,</p><p>aquaviária, ferroviária, portuária, aeroportuária e de transporte urbano, bem como</p><p>quanto àqueles destinados a templos de qualquer culto e a entidades beneficentes de</p><p>assistência social;</p><p>II - 31 de dezembro do décimo quinto ano posterior à produção de efeitos do respectivo</p><p>convênio, quanto àqueles destinados à manutenção ou ao incremento das atividades</p><p>portuária e aeroportuária vinculadas ao comércio internacional, incluída a operação</p><p>subsequente à da importação, praticada pelo contribuinte importador;</p><p>III - 31 de dezembro do décimo quinto ano posterior à produção de efeitos do respectivo</p><p>convênio, quanto àqueles destinados à manutenção ou ao incremento das atividades</p><p>comerciais, desde que o beneficiário seja o real remetente da mercadoria;</p><p>IV - 31 de dezembro do décimo quinto ano posterior à produção de efeitos do respectivo</p><p>convênio, quanto àqueles destinados às operações e às prestações interestaduais com</p><p>produtos agropecuários e extrativos vegetais in natura;</p><p>V - 31 de dezembro do primeiro ano posterior à produção de efeitos do respectivo</p><p>convênio, quanto aos demais.</p><p>§ 3º Os atos concessivos cujas exigências de publicação, registro e depósito, nos termos</p><p>deste artigo, foram atendidas permanecerão vigentes e produzindo efeitos como normas</p><p>regulamentadoras nas respectivas unidades federadas concedentes das isenções, dos</p><p>incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais vinculados ao ICMS, nos termos do</p><p>§ 2º deste artigo.</p><p>§ 2º-A. A partir de 1º de janeiro do décimo segundo ano posterior à produção de efeitos</p><p>do respectivo convênio, a concessão e a prorrogação de que trata o § 2º deste artigo</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>15</p><p>deverão observar a redução em 20% (vinte por cento) ao ano com relação ao direito de</p><p>fruição das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiros-fiscais</p><p>vinculados ao ICMS destinados à manutenção ou ao incremento das atividades</p><p>comerciais, às prestações interestaduais com produtos agropecuários e extrativos</p><p>vegetais in natura e à manutenção ou ao incremento das atividades portuária e</p><p>aeroportuária vinculadas ao comércio internacional.</p><p>§ 7º As unidades federadas poderão estender a concessão das isenções, dos incentivos e</p><p>dos benefícios fiscais ou financeiro-fiscais referidos no § 2º deste artigo a outros</p><p>contribuintes estabelecidos em seu território, sob as mesmas condições e nos prazos-</p><p>limites de fruição.</p><p>§ 8º As unidades federadas poderão aderir às isenções, aos incentivos e aos benefícios</p><p>fiscais ou financeiro-fiscais concedidos ou prorrogados por outra unidade federada da</p><p>mesma região na forma dos §§ 2º e 2º-A deste artigo, enquanto vigentes.</p><p>Nos casos de cumprimento dos requisitos (publicação em Diário Oficial e depósito no CONFAZ dos</p><p>documentos comprobatórios) os Estados permanecerão vigentes, podendo-se através de convênios</p><p>prorrogá-los em prazos que variam de 1 a 15 anos conforme demonstrado acima. Podem inclusive</p><p>estender os benefícios a outros contribuintes que não haviam sido beneficiados. Além disso, se um Estado</p><p>A da mesma região que um Estado B conceder ou prorrogar um benefício, pode o Estado B aderir e</p><p>conceder o mesmo benefício em seu território.</p><p>Quanto aos prazos, eu sugiro que você não os decore tendo em vista o baixo custo-benefício. Entretanto, é</p><p>importante perceber a necessidade de redução dos benefícios em 20% ao ano a partir do 12º ano posterior</p><p>à produção de efeitos do respectivo convênio, em se tratando de benefício para manutenção ou</p><p>incremento das atividades comerciais, às prestações interestaduais com produtos agropecuários e</p><p>extrativos vegetais in natura e à manutenção ou ao incremento das atividades portuária e aeroportuária</p><p>vinculadas ao comércio internacional.</p><p>§ 4º A unidade federada concedente poderá revogar ou modificar o ato concessivo ou</p><p>reduzir o seu alcance ou o montante das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais</p><p>ou financeiro-fiscais antes do termo final de fruição.</p><p>§ 5º O disposto no § 4º deste artigo não poderá resultar em isenções, incentivos ou</p><p>benefícios fiscais ou financeiro-fiscais em valor superior ao que o contribuinte podia</p><p>usufruir antes da modificação do ato concessivo.</p><p>O Estado que concedeu o benefício poderá modificá-lo posteriormente antes do termo final (1</p><p>a 15 anos,</p><p>conforme o caso), inclusive revogando-o. O que não pode é a modificação resultar em benefício com valor</p><p>superior ao que havia antes da modificação.</p><p>Art. 4º São afastadas as restrições decorrentes da aplicação do art. 14 da Lei</p><p>Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, que possam comprometer a</p><p>implementação das disposições desta Lei Complementar.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>16</p><p>A lei de responsabilidade fiscal (LC 101/00) impôs que a renúncia de receita deverá estar acompanhada de</p><p>estimativa do impacto orçamentário-financeiro no exercício em que deva iniciar sua vigência e nos dois</p><p>seguintes. Para a aplicação da LC 160/17 as regras desse dispositivo podem ser dispensadas se</p><p>comprometerem a aplicabilidade da referida lei.</p><p>Art. 7º Para fins de aprovação e de ratificação do convênio previsto no art. 1º desta Lei</p><p>Complementar, aplicam-se os demais preceitos contidos na Lei Complementar nº 24, de 7</p><p>de janeiro de 1975, que não sejam contrários aos dispositivos desta Lei Complementar.</p><p>A LC 24/75 deve ser utilizada sempre que não conflitar com a LC 160.</p><p>Art. 5º A remissão ou a não constituição de créditos concedidas por lei da unidade</p><p>federada de origem da mercadoria, do bem ou do serviço afastam as sanções previstas</p><p>no art. 8º da Lei Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, retroativamente à data</p><p>original de concessão da isenção, do incentivo ou do benefício fiscal ou financeiro-fiscal,</p><p>vedadas a restituição e a compensação de tributo e a apropriação de crédito</p><p>extemporâneo por sujeito passivo.</p><p>Vimos no art. 8º da LC 24/75 que se alguma UF conceder algum benefício que não esteja amparado pelo</p><p>CONFAZ então esse benefício será nulo e acarretará sanções para o Estado que incorrer na ilegalidade.</p><p>Obviamente, como a LC 160/17 veio para minimizar a Guerra Fiscal, se seus preceitos forem respeitados</p><p>não acarretará a anulação do ato e tampouco sujeitará o Estado a sanções, sendo apenas vedadas</p><p>restituições e compensações e a apropriação de crédito extemporâneo por sujeito passivo.</p><p>Art. 6º Ressalvado o disposto nesta Lei Complementar, a concessão ou a manutenção de</p><p>isenções, incentivos e benefícios fiscais ou financeiro-fiscais em desacordo com a Lei</p><p>Complementar nº 24, de 7 de janeiro de 1975, implica a sujeição da unidade federada</p><p>responsável aos impedimentos previstos nos incisos I, II e III do § 3º do art. 23 da Lei</p><p>Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, pelo prazo em que perdurar a concessão</p><p>ou a manutenção das isenções, dos incentivos e dos benefícios fiscais ou financeiro-</p><p>fiscais.</p><p>§ 1º A aplicação do disposto no caput deste artigo é condicionada ao acolhimento, pelo</p><p>Ministro de Estado da Fazenda, de representação apresentada por Governador de Estado</p><p>ou do Distrito Federal.</p><p>§ 2º Admitida a representação e ouvida, no prazo de 30 (trinta) dias, a unidade federada</p><p>interessada, o Ministro de Estado da Fazenda, em até 90 (noventa) dias:</p><p>I - determinará o arquivamento da representação, caso não seja constatada a infração;</p><p>II - editará portaria declarando a existência da infração, a qual produzirá efeitos a partir</p><p>de sua publicação.</p><p>§ 3º Compete ao Tribunal de Contas da União verificar a aplicação, pela União, da sanção</p><p>prevista no caput deste artigo.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>17</p><p>Tirando as exceções previstas na LC 160/17, os Estados que concederem benefícios à revelia do CONFAZ</p><p>(LC 24/75) não poderão, pelo prazo que perdurar o benefício, receber transferências voluntárias, obter</p><p>garantia, direta ou indireta, de outro ente e contratar operações de crédito, ressalvadas as destinadas ao</p><p>refinanciamento da dívida mobiliária e as que visem à redução das despesas com pessoal.</p><p>Para que esses impedimentos passem a valer deve ocorrer o acolhimento pelo Ministro da Fazenda de</p><p>representação feita pelos Governadores dos Estados/DF. Após o acolhimento da representação o Ministro</p><p>tem 90 dias ou para arquivá-la ou para declarar a existência de infração à lei, após ouvir em 30 dias o</p><p>Estado interessado. Ao TCU cabe verificar se as sanções estão sendo cumpridas.</p><p>Ministro da</p><p>Fazenda</p><p>90 dias</p><p>Arquivamento</p><p>Declaração de</p><p>Infração</p><p>30 dias – ouvir UF</p><p>interessada</p><p>Representação</p><p>das UF</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>18</p><p>QUESTÕES COMENTADAS</p><p>01. (Inédita) Devem ser objetos de convênio CONFAZ no que tange ao ICMS, exceto:</p><p>a) Isenção.</p><p>b) Redução da base de cálculo.</p><p>c) Parcelamento do crédito tributário.</p><p>d) Crédito presumido.</p><p>e) Devolução total ou parcial do ICMS ao responsável.</p><p>Comentários:</p><p>Questão bem direta e pode ser resolvida dando uma lida no Art. 1º da LC 24/75. Vejamos:</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>I - à redução da base de cálculo;</p><p>II - à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao</p><p>contribuinte, a responsável ou a terceiros;</p><p>III - à concessão de créditos presumidos;</p><p>IV - à quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos</p><p>com base no Imposto de Circulação de Mercadorias, dos quais resulte redução ou</p><p>eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus;</p><p>V - às prorrogações e às extensões das isenções vigentes nesta data.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>19</p><p>Gabarito: Letra C.</p><p>02. (Inédita) A isenção do ICMS:</p><p>a) somente poderá ser concedida por lei complementar.</p><p>b) somente será concedida por lei específica.</p><p>c) deverá ser concedida por convênios celebrados entre os Estados e DF.</p><p>d) poderá ser concedido por Resolução do Senado Federal.</p><p>e) Poderá ser concedido por ato do chefe do poder Executivo Federal.</p><p>Comentários:</p><p>Pessoal, falou em isenção do ICMS ou qualquer outro benefício que diminua o valor arrecadado aos cofres</p><p>públicos, então automaticamente você deve associar aos convênios. É o disposto no artigo 1º da LC 24/75.</p><p>Gabarito: Letra C.</p><p>03. (SEFAZ-RJ/FGV/2010) A respeito dos Convênios-ICMS, segundo a Lei Complementar nº 24, de</p><p>07.01.75, assinale a alternativa correta.</p><p>a) Entram em vigor no trigésimo dia após a publicação de sua ratificação nacional, salvo disposição em</p><p>contrário.</p><p>b) Podem ser autorizativos e impositivos.</p><p>c) Dependem, para concessão e revogação de benefícios e isenções do ICMS, de aprovação unânime dos</p><p>Estados representados.</p><p>d) Aplicam-se apenas às unidades da Federação cujos representantes tenham comparecido à reunião em</p><p>que tenham sido celebrados.</p><p>e) Devem ser ratificados mediante decreto de cada unidade da Federação, no prazo de 10 (dez) dias</p><p>contados de sua publicação no Diário Oficial da União.</p><p>Comentários:</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>20</p><p>(a) Correto. Após a reunião do Confaz, tem-se o prazo de 10 dias para publicar no DOU a resolução do que</p><p>foi acertado e votado entre os presentes. Depois disso, os Estados incluindo os que não foram na reunião)</p><p>tem 15 dias para publicar um Decreto ratificar ou não o que foi votado na reunião. Publica-se então em até</p><p>10 dias no DOU a ratificação ou rejeição dos Estados. Caso todo os Estados</p><p>ratifiquem o convênio (de</p><p>maneira expressa ou tácita), o convênio entrará em vigor no trigésimo dia após essa última publicação no</p><p>DOU, salvo disposição em contrário. Ou seja, pode um convênio dizer que ele entrará em vigor, por</p><p>exemplo, na data de sua publicação. Repare que a regra são 30 dias, porém nada impede que seja antes ou</p><p>depois, caso assim tenha sido disposto. Se o convênio for silente, entrará na regra geral e entrará em vigor</p><p>no trigésimo dia após a publicação.</p><p>(b) Falso. Pegadinha que fez com que muita gente boa errasse. Desafio: procure na LC 24/75 qualquer</p><p>menção à classificação do convênio em autorizativo e impositivo. Não vai achar. Isso porque essa</p><p>classificação é doutrinária. Então, o examinador erra ao dizer que “Segundo a Lei Complementar 24/75 (...)</p><p>podem ser autorizativos ou impositivos”. Maldade pura, não? rs</p><p>(c) Falso. Cuidado! Para concessão de benefícios a aprovação deve ser unânime, entretanto a revogação de</p><p>tais benefícios requer apenas 4/5 dos presentes. Vejamos o art. 2º em seu parágrafo 2º:</p><p>§ 2º - A concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados</p><p>representados; a sua revogação total ou parcial dependerá de aprovação de quatro</p><p>quintos, pelo menos, dos representantes presentes.</p><p>(d) Falso. Não importa se o Estado se fez presente ou não na reunião. Para um convênio aprovado na</p><p>reunião não ir para frente, precisa que pelo menos um Estado rejeite-o através da publicação de um</p><p>Decreto. Imagine que o representante do Estado do Rio de Janeiro não tenha ido à reunião do CONFAZ que</p><p>concedeu 20% de crédito presumido para transportadoras. Por ser contrário a essa concessão, o Estado do</p><p>RJ pode, mesmo não tendo ido à reunião, rejeitar esse convênio. Repare no § 1º do art. 4º da LC 24/75.</p><p>Art. 4º - Dentro do prazo de 15 (quinze) dias contados da publicação dos convênios no</p><p>Diário Oficial da União, e independentemente de qualquer outra comunicação, o Poder</p><p>Executivo de cada Unidade da Federação publicará decreto ratificando ou não os</p><p>convênios celebrados, considerando-se ratificação tácita dos convênios a falta de</p><p>manifestação no prazo assinalado neste artigo.</p><p>§ 1º - O disposto neste artigo aplica-se também às Unidades da Federação cujos</p><p>representantes não tenham comparecido à reunião em que hajam sido celebrados os</p><p>convênios.</p><p>(e) Falso. Como vimos no art. 4º acima transcrito, esse prazo é de 15 dias e não de 10.</p><p>Gabarito: Letra A.</p><p>04. (Inédita) De acordo com a lei complementar 24/75, o convênio devidamente aprovado pelos Estados</p><p>e o Distrito Federal, entrará em vigor:</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>21</p><p>a) 30 (trinta) dias após a publicação da sua ratificação nacional, em regra.</p><p>b) a partir da data de sua aprovação, na hipótese do convênio ser autorizativo.</p><p>c) sempre 30 (trinta) dias após a publicação da sua ratificação nacional.</p><p>d) 60 (trinta) dias após a sua publicação no Diário Oficial da União.</p><p>e) em 30 (trinta) dias úteis.</p><p>Comentários:</p><p>Acabamos de ver na questão anterior que o convênio entrará em vigor no trigésimo dia após a publicação</p><p>no DOU da ratificação nacional, salvo disposição em contrário.</p><p>Gabarito: Letra A.</p><p>05. (SEFAZ-RJ/FGV/2009)
A respeito da norma concessiva de isenção de ICMS expressa, unilateralmente,</p><p>na Constituição do Estado, assinale a alternativa correta.</p><p>a) É válida, apenas no caso de a Constituição Estadual haver sido editada após a promulgação da</p><p>Constituição Federal de 1988.</p><p>b) Não é válida, pois a concessão e revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais do ICMS exigem</p><p>lei complementar.</p><p>c) É válida, pois as Constituições estaduais ganham, em hierarquia, das leis complementares e das leis</p><p>ordinárias.</p><p>d) Não é válida, pois a concessão e revogação de isenções, incentivos e benefícios fiscais do ICMS decorrem</p><p>obrigatoriamente de deliberação dos Estados e do Distrito Federal.</p><p>e) Não é válida, salvo se a norma concessiva de isenção do ICMS constar do texto originário da Constituição</p><p>Estadual.</p><p>Comentários:</p><p>Pessoal, nossa CF é nossa Lei Maior e nenhuma outra norma pode contrariá-la. Se a CF/88 em seu art. 155</p><p>determinou que cabe a lei complementar regular os benefícios fiscais, não pode o Estado, mesmo que seja</p><p>através de sua Constituição Estadual (CE), dispor de forma diversa.</p><p>XII - Cabe à Lei Complementar:</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>22</p><p>g) regular a forma como, mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal,</p><p>isenções, incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados.</p><p>A LC 24/75 foi recepcionada pela CF/88 e regula a forma como os incentivos fiscais serão concedidos.</p><p>Assim, não importa se a CE foi editada antes ou após a CF/88 pois, mesmo que editada antes, não poderá</p><p>conflitar com o disposto na CF/88 (virará letra morta).</p><p>Vamos as alternativas:</p><p>(a) Falso. Conforme vimos, não importa quando a CE tenha sido editada; os benefícios do ICMS devem ser</p><p>concedidos por convênio.</p><p>(b) Falso. Não são leis complementares que irão conceder benefícios de ICMS, mas sim os convênios.</p><p>(c) Falso. Não existe essa hierarquia das leis afirmada pela alternativa. Tanto CE quanto leis ordinárias e leis</p><p>complementares devem obedecer a CF.</p><p>(d) Correto. É o que expomos. Benefícios do ICMS = Convênio.</p><p>(e) Falso. Conforme vimos, independe da época da edição da CE. Se for contrária a CF/88, virará letra</p><p>morta.</p><p>Gabarito: Letra D.</p><p>06. (Inédita) Na 131ª Reunião Ordinária, realizada em Salvador, BA, no dia 26 de setembro de 2011, foi</p><p>aprovado convênio, publicado no Diário Oficial da União (DOU) no dia 1º de outubro de 2011, em que</p><p>isenta do ICMS a saída interna de chope.</p><p>Baseado na Lei Complementar 24/75, analise os itens a seguir.</p><p>a) a eficácia do referido convênio somente ocorrerá depois de sua aprovação pela Assembleia Legislativa</p><p>do Mato Grosso do Sul.</p><p>b) o convênio não se aplica ao Mato Grosso do Sul, embora regularmente convocado, na hipótese de não</p><p>ter participado da reunião.</p><p>c) para a aprovação do convênio, bastou a sua ratificação, expressa ou tácita, pela maioria absoluta das</p><p>unidades federadas que se tenham feito representar na reunião do CONFAZ.</p><p>d) este convênio poderia dispor de sua não aplicação ao Mato Grosso.</p><p>e) na hipótese do Mato Grosso do Sul não ter participado da reunião, o mesmo está impedido, dentro do</p><p>prazo de 15 dias a partir da publicação do convênio no DOU de editar decreto rejeitando-o.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>23</p><p>Comentários:</p><p>(a) Falso. Não precisa de autorização da Assembleia! Se o convênio for autorizativo, basta um Decreto do</p><p>MS para passar a vigorar no Estado. Se for impositivo, já passa a valer dentro do Estado, mesmo sem</p><p>qualquer Decreto, 30 dias após sua ratificação nacional no DOU ou na data prevista no Convênio.</p><p>(b) Falso. Isso você precisa ter em mente: mesmo que o ente não se fizer representado na reunião ele</p><p>continua tendo o direito a vetar através da não ratificação do convênio. Se o MS não vetar o convênio, o</p><p>mesmo também se aplicará a ele, mesmo não tendo comparecido à reunião. Entretanto, tenha em mente</p><p>que um convênio pode perfeitamente excluir algum Estado da federação. Exemplo: Convênio autoriza 20%</p><p>de crédito presumido para transportadoras apenas para os Estados de MS, SP, PE e RJ (isso não dispensa a</p><p>votação unânime para todos os Estados da Federação, mesmo o benefício estando limitado a apenas 4</p><p>Estados).</p><p>(c) Falso. Maioria absoluta, galera? Não né. A votação deve ser unânime para a aprovação de concessão de</p><p>benefícios fiscais relativos ao ICMS.</p><p>(d) Correto. Na letra (b) falamos sobre isso.</p><p>Um convênio pode perfeitamente se aplicar a alguns Estados</p><p>apenas. Veja:</p><p>Art. 3º - Os convênios podem dispor que a aplicação de qualquer de suas cláusulas seja</p><p>limitada a uma ou a algumas Unidades da Federação.</p><p>(e) Falso. Também já falamos sobre isso na letra (b). Mesmo que o ente não se fizer representado na</p><p>reunião ele continua tendo o direito de rejeitar o Convênio.</p><p>Gabarito: Letra D.</p><p>07. (SEFAZ-RJ/FGV/2008) Foi aprovado, na sessão do Confaz realizada no dia 30 de julho de 2008</p><p>(conforme publicação no Diário Oficial da União de 31 de julho de 2008), um convênio cuja cláusula</p><p>primeira autoriza os Estados e o Distrito Federal a concederem isenção do ICMS incidente na importação</p><p>de determinados produtos.</p><p>A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:</p><p>I. Conforme a classificação expressa na Lei Complementar 24/75, o referido convênio é autorizativo e não</p><p>impositivo.</p><p>II. Segundo disposto na Lei Complementar 24/75, o referido convênio entrou em vigor na data da</p><p>publicação de sua ratificação nacional.</p><p>III. Vigente o referido convênio, os contribuintes do ICMS que importarem os produtos nele mencionados</p><p>ficam isentos do pagamento do imposto respectivo.</p><p>IV. Segundo disposto na Lei Complementar 24/75, a eficácia do referido convênio só ocorrerá depois de</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>24</p><p>aprovação pela Assembleia Legislativa do Estado.</p><p>V. O referido convênio não se aplica no Estado do Rio de Janeiro, porque este não se fez representar,</p><p>embora regularmente convocado, na sessão que aprovou a isenção lá estatuída.</p><p>VI. O referido convênio pode ter estabelecido que a produção de seus efeitos se daria a partir de 1º de</p><p>janeiro de 2008.</p><p>Assinale:</p><p>a) se nenhuma afirmativa estiver correta.</p><p>b) se somente uma afirmativa estiver correta.</p><p>c) se somente duas afirmativas estiverem corretas.</p><p>d) se somente três afirmativas estiverem corretas.</p><p>e) se todas as afirmativas estiverem corretas.</p><p>Comentários:</p><p>(I) Falso. A FGV adora essa pegadinha. A classificação entre Convênio impositivo e autorizativo é</p><p>meramente doutrinária! Desta forma, está errado afirmar que essa classificação está expressa na LC 24/75.</p><p>(II) Falso. Se nada for falado, ou seja, se não for colocado data diferente no corpo do convênio, ele entrará</p><p>em vigor 30 dias após a publicação da ratificação nacional.</p><p>(III) Falso. Repare que o convênio é autorizativo. Assim, depende de um Decreto de cada Estado</p><p>internalizando o benefício. Caso fosse um convênio impositivo, não haveria essa necessidade de</p><p>internalização por Decreto. Então, os importadores só poderão se beneficiar do benefício após a edição do</p><p>Decreto do Poder Executivo Estadual.</p><p>(IV) Falso. Se o Convênio for autorizativo, basta um Decreto do MS para passar a vigorar no Estado. Se for</p><p>impositivo, já passa a valer dentro do Estado, mesmo sem qualquer Decreto, 30 dias após sua ratificação</p><p>nacional no DOU ou na data prevista no Convênio. Assim, em nenhum momento é exigida qualquer tipo de</p><p>atuação do Legislativo.</p><p>(V) Falso. Mesmo que o ente não se fizer representado na reunião ele continua tendo o direito a vetar</p><p>através da não ratificação do Convênio. Se ele não vetou (ratificou tacitamente ou expressamente) e todos</p><p>os outros Estados/DF também assim o fizeram, o Convênio valerá normalmente para o RJ, mesmo não</p><p>estando representado na reunião do CONFAZ.</p><p>(VI) Correto. Não vislumbro qualquer impeditivo para que o Convênio retroaja. Trata-se de um benefício</p><p>em favor do contribuinte. Situações em que haja majoração do tributo sim devem respeitar os princípios da</p><p>anterioridade anual e da noventena expressos no CTN.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>25</p><p>Gabarito: Letra B.</p><p>08. (SEFAZ-RJ/FGV/2008) Assinale a afirmação incorreta a respeito das regras contidas na Lei</p><p>Complementar 24/75.</p><p>a) 
Além de ser aplicável às isenções, a LC 24/75 deve ser observada em casos de devolução total ou</p><p>parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao contribuinte, a responsável ou a terceiros.</p><p>b) 
Os convênios de que trata a LC 24/75 serão celebrados em reuniões para as quais tenham sido</p><p>convocados representantes de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a presidência de representantes</p><p>do Governo Federal.</p><p>c) A LC 24/75 determina que até dez dias depois de findo o prazo de ratificação dos convênios promover-</p><p>se-á, segundo o disposto em Regimento, a publicação relativa à ratificação ou à rejeição no Diário Oficial da</p><p>União.</p><p>d) A cada reunião, devem ser apreciados, ao menos, cinco propostas de Convênio.</p><p>e) 
Os convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação.</p><p>Comentários:</p><p>(a) Correto. É o que diz o inciso II do parágrafo único do art. 1º da LC 24/75.</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>II - à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao</p><p>contribuinte, a responsável ou a terceiros;</p><p>(b) Correto. Alternativa também traz letra pura da lei.</p><p>Art. 2º - Os convênios a que alude o art. 1º, serão celebrados em reuniões para as quais</p><p>tenham sido convocados representantes de todos os Estados e do Distrito Federal, sob a</p><p>presidência de representantes do Governo federal.</p><p>Só peço atenção a um detalhe: convocados devem ser todos os Estados e o Distrito Federal. A presença</p><p>exigida é da maioria! É a redação do § 1º do Art. 2º.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>26</p><p>§ 1º - As reuniões se realizarão com a presença de representantes da maioria das</p><p>Unidades da Federação.</p><p>(c) Correto. Mais uma alternativa que conseguimos acertar sabendo a letra da lei.</p><p>Art. 5º - Até 10 (dez) dias depois de findo o prazo de ratificação dos convênios,</p><p>promover-se-á, segundo o disposto em Regimento, a publicação relativa à ratificação ou</p><p>à rejeição no Diário Oficial da União.</p><p>(d) Falso. Invenção total da banca. Não existe essa limitação na LC 24/75 tampouco em qualquer outro</p><p>dispositivo legal. Cada reunião pode ter quantas propostas de Convênios for.</p><p>(e) Correto. Mais uma letra de lei:</p><p>Art. 7º - Os convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação inclusive as</p><p>que, regularmente convocadas, não se tenham feito representar na reunião.</p><p>Gabarito: Letra D.</p><p>09. (Inédita) Considerando os dispositivos da Lei Complementar 24/75, no âmbito do CONFAZ podemos</p><p>afirmar, com exceção de uma, que:</p><p>a) Para se aprovar um benefício fiscal de seu interesse, o Estado de Pernambuco precisa negociar a</p><p>aprovação de todas as demais UF.</p><p>b) Dentro de 15 dias, contados da publicação dos convênios aprovados pelo CONFAZ no DOU, o poder</p><p>executivo de cada UF deverá publicar decreto ratificando ou rejeitando os convênios celebrados.</p><p>c) É no âmbito do Confaz que os Estados e o DF devem regular a concessão ou revogação de benefícios</p><p>fiscais atinentes aos Tributos Estaduais.</p><p>d) Os convênios podem dispor sobre concessão de crédito presumido a uma determinada prestação,</p><p>limitada a um ou alguns Estados da Federação.</p><p>e) As decisões do Confaz são tomadas, nos casos de revogação de benefícios, por 4/5 dos votos, e, nos</p><p>casos de novos benefícios, por aprovação unânime.</p><p>Comentários:</p><p>(a) Correto. Para a concessão de benefícios fiscais a decisão deve ser unânime. A revogação depende de</p><p>4/5 dos Estados e DF.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>27</p><p>(b) Correto. Após a aprovação unânime na reunião do CONFAZ, publica-se no DOU o convênio aprovado. A</p><p>partir dessa publicação os Estados e o DF têm 15 dias para ratificar ou rejeitar o convênio. Relembramos</p><p>que inclusive aqueles que não foram na reunião podem rejeitar o convênio.</p><p>(c) Falso. Olha a maldade imperando na cabeça do examinador. Galera, são todos os tributos estaduais que</p><p>ter seus benefícios regulados pelo CONFAZ? Não! Apenas o ICMS!</p><p>(d) Correto. Pode sim! Já usei esse exemplo antes, mas não custa repetir. Exemplo: um Convênio pode</p><p>autorizar 20% de crédito presumido para transportadoras apenas para os Estados de MS, SP, PE e RJ (isso</p><p>não dispensa a votação unânime para todos os Estados da Federação, mesmo o benefício estando limitado</p><p>a apenas 4 Estados).</p><p>(e) Correto. Vale o mesmo comentário da alternativa (a).</p><p>Gabarito: Letra C.</p><p>10. (SEFAZ-SP/FCC/2006)
Foi publicado no Diário Oficial da União de 21.12.2005 o seguinte Convênio,</p><p>ratificado nacionalmente em 09.01.06, pelo Ato Declaratório 01/06:</p><p>“CONVÊNIO ICMS 131/05 (Autoriza os Estados do Acre, Alagoas, Paraná e São Paulo a conceder isenção</p><p>nas operações internas com farinha de mandioca não-temperada). O Conselho Nacional de Política</p><p>Fazendária - CONFAZ, na sua 120ª reunião ordinária, realizada em Mata de São João, BA, no dia 16 de</p><p>dezembro de 2005, tendo em vista o disposto na Lei Complementar no 24, de 7 de janeiro de 1975,</p><p>resolve celebrar o seguinte CONVÊNIO:</p><p>Cláusula primeira: Ficam os Estados do Acre, Alagoas, Paraná e São Paulo autorizados a conceder isenção</p><p>nas operações internas com farinha de mandioca ou de raspa de mandioca, não-temperadas,</p><p>classificadas no código 1106.20.00 Nomenclatura Comum do Mercosul.</p><p>Cláusula segunda: Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional,</p><p>produzindo efeitos até 31 de outubro de 2007.</p><p>Mata de São João, BA, 16 de dezembro de 2005.”</p><p>Em relação ao referido Convênio, é correto afirmar que</p><p>a) não há instrumento jurídico pelo qual a autorização a que se refere a Cláusula primeira possa ser</p><p>estendida a outras unidades federadas.</p><p>b) a isenção nas operações internas com farinha de mandioca ou de raspa de mandioca, não-temperadas,</p><p>não se aplica às vendas realizadas no interior de estabelecimentos varejistas a pessoas físicas e</p><p>consumidores finais dos produtos, residentes em outras unidades federadas.</p><p>c) o benefício fiscal de que trata o Convênio poderá ser prorrogado antes de 31 de outubro de 2007,</p><p>mediante novo Convênio concessivo de benefício, que postergue a data determinada na Cláusula segunda.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>28</p><p>d) as operações internas com farinha de mandioca ou de raspa de mandioca, não-temperadas, nos Estados</p><p>do Acre, Alagoas, Paraná e São Paulo passaram a ser agraciadas com a isenção do ICMS a partir de</p><p>21.12.2005, data da publicação no D.O.U.</p><p>e) para a aprovação do referido Convênio, bastou a sua ratificação, expressa ou tácita, pela maioria das</p><p>unidades federadas que se tenham feito representar na reunião do CONFAZ.</p><p>Comentários:</p><p>(a) Falso. Os efeitos de quaisquer convênios podem ser estendidos aos demais Estados e DF com a adição</p><p>em um novo convênio, aprovado sob o mesmo rito (unanimidade dos presentes).</p><p>(b) Falso. O convênio autoriza a isenção para operações internas. A questão trata de uma operação de</p><p>balcão, realizada dentro do estabelecimento vendedor a um consumidor final que reside em outro unidade</p><p>federada. É o caso de você, que reside em Belém, ir para o Rio de Janeiro e comprar diversas</p><p>lembrancinhas do Cristo Redentor. Não é o fato de você residir no Pará que fará com que a alíquota</p><p>cobrada seja a interestadual. O que pesou na questão foi o fato de ela citar “venda realizada no interior de</p><p>estabelecimentos”, o que qualifica essa operação como interna. Se fosse uma venda online do RJ para você</p><p>no Pará aí sim não teríamos isenção por se tratar de uma operação interestadual.</p><p>(c) Correto. Os convênios podem ser alterados por outros convênios, desde que passem pelo mesmo rito</p><p>de aprovação (unanimidade).</p><p>(d) Falso. Como o convênio é autorizativo (observe o caput do mesmo), para que produza efeitos é</p><p>necessária sua incorporação ao ordenamento jurídico dos Estados (Decreto do Executivo).</p><p>(e) Falso. Essa alternativa cai exaustivamente em provas. Para a concessão de benefícios fiscais a decisão</p><p>deve ser unânime. A revogação depende de 4/5 dos Estados e DF.</p><p>Gabarito: Letra C.</p><p>11. (SEFAZ-SP/FCC/2013) Com respeito à Lei Complementar 24/75 e aos convênios autorizativos para</p><p>concessão de benefícios fiscais do ICMS, celebrados no âmbito do CONFAZ, considere:</p><p>I. Haverá necessidade de convênio para a concessão de isenções, reduções da base de cálculo e</p><p>concessões de créditos presumidos, mas não para benefícios financeiro-fiscais concedidos com base no</p><p>ICMS, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do ônus com o ICMS.</p><p>II. Os convênios serão celebrados em reuniões para as quais tenham sido convocados representantes de</p><p>todos os Estados e do Distrito Federal, as quais se realizarão com a presença de representantes de quatro</p><p>quintos, pelo menos, das Unidades da Federação. A concessão de benefícios dependerá sempre de</p><p>decisão unânime dos Estados representados.</p><p>III. A revogação total ou parcial dos convênios dependerá de aprovação de quatro quintos, pelo menos,</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>29</p><p>dos representantes presentes na reunião do CONFAZ.</p><p>IV. Os convênios entrarão em vigor no trigésimo dia após a publicação pelo Poder Executivo das</p><p>Unidades da Federação presentes na reunião que concedeu o benefício de decreto ratificando ou não os</p><p>convênios celebrados, considerando-se ratificação tácita dos convênios a falta de manifestação no prazo</p><p>previsto na legislação.</p><p>V. Mesmo as Unidades da Federação que não se tenham feito representar na reunião, embora</p><p>regularmente convocadas, estão obrigadas pelos convênios ratificados.</p><p>Está correto o que se afirma APENAS em</p><p>a) I e II.</p><p>b) I e IV.</p><p>c) II e V.</p><p>d) III e IV.</p><p>e) III e V.</p><p>Comentários:</p><p>(I) Falso. O item até que começou bem, mas pecou ao excluir a necessidade de convênios para benefícios</p><p>financeiro-fiscais concedidos com base no ICMS, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou</p><p>indireta, do ônus com o ICMS. Vejamos:</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>IV - à quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos</p><p>com base no Imposto de Circulação de Mercadorias, dos quais resulte redução ou</p><p>eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus;</p><p>(II) Falso. O item peca apenas ao afirmar que a presença de representantes na reunião deve ser de 4/5! A</p><p>presença deve ser da maioria das UF.</p><p>(III) Correto. Agora sim! Para a concessão de benefícios fiscais a decisão deve ser unânime. A revogação</p><p>depende de 4/5 dos Estados e DF.</p><p>(IV) Falso. A contagem dos 30 dias se dá a partir da publicação da ratificação nacional!</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>30</p><p>(V) Correto. Questão que despenca em provas! Pouco importa se o Estado/DF compareceu ou não à</p><p>reunião. Se ele e os demais Estados ratificaram posteriormente o convênio, tacitamente ou</p><p>expressamente, estão obrigados a respeitá-lo.</p><p>Gabarito: Letra E.</p><p>12. (SEFAZ-SP/FCC/2009) Considerando a LC 24/75, recepcionada pela CF/88, sendo disciplinadora do</p><p>CONFAZ, é correto afirmar que:</p><p>a) É desnecessária a deliberação dos Estados e DF no caso de proposta de redução de base de cálculo do</p><p>ICMS, se houver lei ordinária fazendo esta redução.</p><p>b) É necessária a deliberação dos Estados e DF no caso de proposta de redução de base de cálculo e</p><p>concessão de crédito presumido do ICMS.</p><p>c) A redução da base de cálculo, quando não estabelecida pelo CONFAZ, pode ser feita por decreto</p><p>legislativo.</p><p>d) Não pode haver redução da base de cálculo, eis que a mesma é fixada pela Constituição Federal.</p><p>e) Não pode haver redução da base de cálculo pelo CONFAZ, em face do princípio de estrita legalidade em</p><p>matéria tributária.</p><p>Comentários:</p><p>(a) Falso. A redução de base de cálculo (BC) importa em recolhimento a menor aos cofres públicos, certo?</p><p>Então deve ser objeto de deliberação do CONFAZ. Tal redução de BC deve ser feita por convênio e não por</p><p>lei do próprio ente à revelia do CONFAZ.</p><p>(b) Correto. Concessões de crédito presumido e reduções da BC do ICMS devem ser aprovados por</p><p>convênio do CONFAZ. Vejamos:</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>31</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>III - à concessão de créditos presumidos;</p><p>(c) Falso. Valem as mesmas considerações do item (a). Redução de BC deve ser feita através de convênio</p><p>do CONFAZ.</p><p>(d) e (e) Falsos. A Constituição Federal em nenhum momento fixa a BC do ICMS. Quem o faz é a LC 87/96</p><p>(Lei Kandir). Ademais, a própria CF/88 dizem seu art. 155, § 2º, XII, g, que a LC irá “regular a forma como,</p><p>mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal, isenções, incentivos e benefícios fiscais serão</p><p>concedidos e revogados.” A LC 24/75 é quem que regula e autoriza a redução de BC do ICMS.</p><p>Gabarito: Letra B.</p><p>13. (SEFAZ-MA/FCC/2016) A Lei Complementar nº 24/1975, dispõe sobre convênios e benefícios fiscais</p><p>relativos ao ICMS. Conforme esta lei,</p><p>a) 
as regras e condições aplicáveis para a concessão de isenção aplicam-se também aos incentivos ou</p><p>favores fiscais ou financeiros fiscais, mas não se aplicam à devolução total ou parcial de tributo ao</p><p>contribuinte ou responsável.</p><p>b) os convênios ratificados obrigam todas as Unidades da Federação, exceto as que, regularmente</p><p>convocadas, não se tenham feito representar na reunião.</p><p>c) a concessão de benefícios dependerá sempre de decisão unânime dos Estados representados na</p><p>reunião, após terem sido regularmente convocados representantes de todos os Estados e do Distrito</p><p>Federal.</p><p>d) a inobservância dos dispositivos nela previstos acarretará, alternativamente, a nulidade do ato e a</p><p>ineficácia do crédito fiscal atribuído ao estabelecimento recebedor da mercadoria, ou a exigibilidade do</p><p>imposto não pago ou devolvido, cabendo essa escolha ao sujeito passivo.</p><p>e) os Municípios podem conceder às empresas neles estabelecidas benefícios fiscais relativos ao ICMS, até</p><p>o limite de 25% do valor do imposto devido, sem a necessidade de convênio ou de lei complementar</p><p>municipal.</p><p>Comentários:</p><p>(a) Falso. As regras de concessão de benefícios fiscais da LC 24/75 também se aplicam à devolução total ou</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>32</p><p>parcial de tributo ao contribuinte ou responsável. Veja:</p><p>Art. 1º - As isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias</p><p>serão concedidas ou revogadas nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos</p><p>Estados e pelo Distrito Federal, segundo esta Lei.</p><p>Parágrafo único - O disposto neste artigo também se aplica:</p><p>II - à devolução total ou parcial, direta ou indireta, condicionada ou não, do tributo, ao</p><p>contribuinte, a responsável ou a terceiros;</p><p>(b) Falso. Questão letra de lei. É irrelevante se o Estado/DF se fez representar na reunião ou não. Se todos</p><p>os Estados/DF ratificaram o convênio tacitamente ou expressamente, todos devem cumpri-lo.</p><p>(c) Correto. Questão já bem explorada durante a aula. Para a concessão de benefícios fiscais a decisão deve</p><p>ser unânime. A revogação depende de 4/5 dos Estados e DF.</p><p>(d) Falso. Pegadinha! A inobservância dos dispositivos nela previstos (na LC 24/75) acarretará,</p><p>alternativamente cumulativamente, a nulidade do ato e a ineficácia do crédito fiscal atribuído ao</p><p>estabelecimento recebedor da mercadoria, ou a exigibilidade do imposto não pago ou devolvido, cabendo</p><p>essa escolha ao sujeito passivo e a ineficácia da lei ou ato que conceda remissão do débito</p><p>correspondente. (Art. 8º da LC 24/75)</p><p>(e) Falso. Os Municípios não podem dispor da sua parte constitucional referente ao ICMS. Vejamos:</p><p>Art. 9º - É vedado aos Municípios, sob pena das sanções previstas no artigo anterior,</p><p>concederem qualquer dos benefícios relacionados no art. 1º no que se refere à sua</p><p>parcela na receita do imposto de circulação de mercadorias.</p><p>Gabarito: Letra C.</p><p>14. (SEFAZ-MA/FCC/2016) De acordo com a Lei Complementar nº 24/1975, serão concedidas ou</p><p>revogadas, nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal, as</p><p>a) isenções dos tributos estaduais.</p><p>b) concessões de créditos presumidos do ICMS.</p><p>c) isenções do ICMS e do IPVA.</p><p>d) reduções de base de cálculo e fixação de alíquotas interestaduais mínimas do ICMS.</p><p>e) isenções dos impostos estaduais.</p><p>Eduardo Da Rocha</p><p>LC 24/75 e LC 160/17</p><p>SEFAZ-GO (Auditor Fiscal) Legislação Tributária II</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>12210313767 - Larissa Cardozo Paes</p><p>33</p><p>Comentários:</p><p>Muita atenção a esse tipo de questão pessoal. Nunca se esqueça que a LC 24/75 trata apenas de benefícios</p><p>fiscais relativos ao ICMS! Tudo que não for ICMS, não precisa de convênio e deve ser regulado por lei de</p><p>cada ente.</p><p>(a) Falso. Não são todos os tributos estaduais! Apenas o ICMS.</p><p>(b) Correto. Agora sim! Créditos presumidos do ICMS, isenções do ICMS, reduções da base de cálculo do</p><p>ICMS, devoluções do ICMS etc. devem se sujeitar à LC 24/75.</p><p>(c) Falso. IPVA não entra!</p><p>(d) Falso. De acordo com o art. 155, § 2º, IV, da CF, a fixação de alíquotas interestaduais será realizada por</p><p>Resolução do Senado e não por Convênio.</p><p>IV - resolução do Senado Federal, de iniciativa do Presidente da República ou de um</p><p>terço dos Senadores, aprovada pela maioria absoluta de seus membros, estabelecerá as</p><p>alíquotas aplicáveis às operações e prestações, interestaduais e de exportação;</p><p>(e) Falso. Não são todos os impostos estaduais! Apenas o ICMS.</p><p>Gabarito: Letra B.</p><p>15. (SEFAZ-MA/FCC/2016) A Lei Complementar nº 24/1975 estabelece regras para a aprovação de</p><p>convênios e concessão de benefícios relativos ao ICMS. Conforme esta lei,</p><p>a) os convênios definirão as condições gerais em que se poderão conceder, unilateralmente, anistia,</p><p>remissão, transação, moratória, parcelamento de débitos fiscais e ampliação do prazo de recolhimento do</p><p>imposto de circulação de mercadorias.</p><p>b) as regras nela previstas não se aplicam às extensões das isenções vigentes antes da promulgação da</p><p>Constituição Federal de 1988.</p><p>c) quaisquer benefícios fiscais concedidos pela legislação estadual, sem prévia aprovação por convênio,</p><p>serão considerados regulares, se não forem contestados na primeira reunião subsequente do Confaz.</p><p>d) seus dispositivos não se aplicam aos benefícios fiscais concedidos a estabelecimentos localizados na</p><p>Região Norte, inclusive aos localizados na Zona Franca de Manaus.</p><p>e) considerar-se-á rejeitado o convênio que não for expressamente ratificado pelo</p>

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