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<p>UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE</p><p>INSTITUTO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA</p><p>Análise de amostragem em estudos geográficos</p><p>Estudante: Sílvia Manuel Bande</p><p>Código: 708235493</p><p>Curso: Licenciatura em ensino de Geografia</p><p>Disciplina: Estatística</p><p>Ano de frequência: 1º ano</p><p>Turma: AE</p><p>Tete, Setembro de 2023</p><p>Folha de feedback</p><p>Categorias</p><p>Indicadores</p><p>Padrões</p><p>Classificação</p><p>Pontuação máxima</p><p>Nota do tutor</p><p>Subtotal</p><p>Estrutura</p><p>Aspectos organizacionais</p><p>· Capa</p><p>0.5</p><p>· Índice</p><p>0.5</p><p>· Introdução</p><p>0.5</p><p>· Discussão</p><p>0.5</p><p>· Conclusão</p><p>0.5</p><p>· Bibliografia</p><p>0.5</p><p>Conteúdo</p><p>Introdução</p><p>· Contextualização (Indicação clara do problema)</p><p>1.0</p><p>· Descrição dos objectivos</p><p>1.0</p><p>· Metodologia adequada ao objecto do trabalho</p><p>2.0</p><p>Análise e discussão</p><p>· Articulação e domínio do discurso académico (expressão escrita cuidada, coerência / coesão textual)</p><p>2.0</p><p>· Revisão bibliográfica nacional e internacionais relevantes na área de estudo</p><p>2.0</p><p>· Exploração de dados</p><p>2.0</p><p>Conclusão</p><p>· Contributos teóricos prático</p><p>2.0</p><p>Aspectos Gerais</p><p>Formação</p><p>· Paginação, tipo e tamanho de letra, parágrafo, espaçamento entre linhas</p><p>1.0</p><p>Referências Bibliográficas</p><p>Normas APA 6ª edição em citações e bibliografia</p><p>· Rigor e coerência das citações/referências Bibliográficas</p><p>4.0</p><p>Recomendações de melhoria:</p><p>______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________</p><p>Índice</p><p>1. Introdução 1</p><p>1.1. Objectivos 2</p><p>1.2. Metodologia 2</p><p>2. Revisão da literatura 3</p><p>2.1. Amostragem 3</p><p>2.2. Amostragem probabilística 3</p><p>2.2.1. Principais técnicas de amostragem probabilística 4</p><p>2.3. Amostragem Não-Probabilística 5</p><p>2.4. Tipos de amostragem não-probabilística 5</p><p>2.5. Amostragem em campo para colectar dados de uma população geográfica especifica 6</p><p>2.5.1. Exemplo de um estudo de amostragem em campo para colectar dados de uma população geográfica especifica 7</p><p>2.6. Conclusão 10</p><p>Bibliografia 11</p><p>1. Introdução</p><p>Este trabalho de pesquisa pretende fazer análise de amostragem em estudos geográficos. Sabe-se que o sucesso de uma análise estatística envolve aspectos importantes sobre as formas de amostragem. Neste sentido, não basta que saibamos descrever convenientemente os dados de uma amostra e que dominemos perfeitamente as técnicas estatísticas para que possamos executar, com êxito, um trabalho estatístico completo. O processo de escolha de uma amostra da população é denominado de amostragem.</p><p>Antes de tudo, é preciso garantir que a amostra ou amostras que serão usadas sejam obtidas por processos adequados. Se erros grosseiros forem cometidos no momento de seleccionar os elementos da amostra, o trabalho todo ficará comprometido e os resultados finais serão provavelmente bastante incorrectos. Devemos, portanto, tomar especial cuidado quanto aos critérios que serão usados na selecção da amostra. É necessário garantir, em suma, é que a amostra seja representativa da população.</p><p>Para o senso comum, o uso da terminologia “pesquisas estatísticas” está frequentemente associado a pesquisas de opinião pública utilizando métodos estatísticos. Mais especificamente, refere-se ao uso de amostras seleccionadas objectivando a realização de inferências sobre alguma população. Em períodos eleitorais essa associação é mais evidente. É o que tentamos apresentar neste trabalho.</p><p>O processo de amostragem envolve riscos, pois toma-se decisões sobre toda a população com base em apenas uma parte dela. A teoria da probabilidade pode ser utilizada para fornecer uma ideia do risco envolvido, ou seja, do erro cometido ao utilizar uma amostra ao invés de toda a população, desde que, é claro, a amostra seja seleccionada através de critérios probabilísticos, isto é, ao acaso.</p><p>O sucesso de uma análise estatística envolve aspectos importantes sobre as formas de amostragem. Neste sentido, não basta que saibamos descrever convenientemente os dados de uma amostra e que dominemos perfeitamente as técnicas estatísticas para que possamos executar, com êxito, um trabalho estatístico completo. Antes de tudo, é preciso garantir que a amostra ou amostras que serão usadas sejam obtidas por processos adequados. Se erros grosseiros forem cometidos no momento de seleccionar os elementos da amostra, o trabalho todo ficará comprometido e os resultados finais serão provavelmente bastante incorrectos. Devemos, portanto, tomar especial cuidado quanto aos critérios que serão usados na selecção da amostra.</p><p>1.1. Objectivos</p><p>1.1.1. Geral:</p><p>· Analisar a amostragem em estudos geográficos.</p><p>1.1.2. Específicos:</p><p>· Realizar um estudo de amostragem em campo para colectar dados de uma população geográfica especifica;</p><p>· Realizar entrevistas com residentes locais observação de elementos geográficos ou levantamento de dados socioeconómicos;</p><p>· Aplicar técnicas de Estatística Básicas para analisar a amostra colectada e tirar inferências sobre a população.</p><p>1.2. Metodologia</p><p>Com a intenção de atingir os objectivos propostos neste trabalho, optou-se em desenvolver uma pesquisa qualitativa, com delineamento ao estudo de caso. Quanto aos fins, a pesquisa classifica-se em exploratória. Exploratória conforme Vergara (2009), “é uma pesquisa realizada numa área onde não há muito conhecimento e que não comporta hipóteses ao final da pesquisa”. Quanto aos meios, a pesquisa classifica-se em pesquisa de campo, bibliográfica e estudo de caso.</p><p>De acordo com Martins (2008), o estudo de caso deve conter “sequência lógica de procedimentos, a partir de questões orientadoras iniciais, passando pela colecta de evidências, compondo e analisando resultados, validando-os, até chegar a conclusões”.</p><p>Vergara (2009) coloca que “a pesquisa de campo é uma observação de factos e fenómenos ocorridos no local da pesquisa”. Pesquisa bibliográfica para Marconi e Lakatos (2009), “é uma consulta do que já foi publicado sobre determinado assunto”. A presente pesquisa utilizou como base, consultas em legislação existente, livros, artigos, monografias entre outros.</p><p>A pesquisa foi realizada com três proprietários rurais, que desenvolvem diferentes actividades na agricultura e pecuária, como plantação e comercialização de laranjas, venda de leite e a outra com plantação e venda de milho.</p><p>2. Revisão da literatura</p><p>2.1. Amostragem</p><p>A amostragem é um processo de selecção de um subconjunto da população de interesse que gera a amostra. A amostragem é uma área da estatística que estuda métodos de como determinar o tamanho de uma determinada amostra para se atingir determinado objectivo e técnicas sobre como seleccionar amostras da população de modo a realizar inferências sobre a população a partir da análise da amostra. Nesse sentido, duas características desejáveis de uma amostra são: que elas sejam representativas da população de onde são extraídas e que elas sejam geradas de preferência de maneira aleatória.</p><p>O sucesso de uma análise estatística envolve aspectos importantes sobre as formas de amostragem. Neste sentido, não basta que saibamos descrever convenientemente os dados de uma amostra e que dominemos perfeitamente as técnicas estatísticas para que possamos executar, com êxito, um trabalho estatístico completo. Antes de tudo, é preciso garantir que a amostra ou amostras que serão usadas sejam obtidas por processos adequados. Se erros grosseiros forem cometidos no momento de seleccionar os elementos da amostra, o trabalho todo ficará comprometido e os resultados finais serão provavelmente</p><p>bastante incorrectos. Devemos, portanto, tomar especial cuidado quanto aos critérios que serão usados na selecção da amostra.</p><p>O que é necessário garantir, em suma, é que a amostra seja representativa da população. Isso significa que, a menos de certas pequenas discrepâncias inerentes à aleatoriedade sempre presente, em maior ou menor grau, no processo de amostragem, a amostra deve possuir as mesmas características básicas da população, no que diz respeito à(s) variável(is) que desejamos pesquisar.</p><p>Há diversos métodos de amostragem que podem ser divididos basicamente em duas categorias: amostragem probabilística e amostragem não probabilística.</p><p>2.2. Amostragem probabilística</p><p>A amostragem será probabilística se todos os elementos da população tiverem probabilidade conhecida, e diferente de zero, de pertencer à amostra. Caso contrário, a amostragem será não-probabilística.</p><p>Segundo essa definição, a amostragem probabilística implica um sorteio com regras bem determinadas, cuja realização só será possível se a população for finita e totalmente acessível. Embora as técnicas de inferência estatística pressuponham que as amostras utilizadas sejam probabilísticas, muitas vezes não se pode conseguir. No entanto o bom senso irá indicar quando o processo de amostragem, embora não sendo probabilístico, pode ser para efeitos práticos considerado como tal. Isso amplia consideravelmente as possibilidades de utilização do método estatístico em geral.</p><p>A utilização de uma amostragem probabilística é a melhor recomendação que se deve fazer no sentido de se garantir a representatividade da amostra, pois o acaso será o único responsável por eventuais discrepâncias entre população e amostra, o que é levado em consideração pelos métodos de análise da Estatística Indutiva (ou Inferência Estatística).</p><p>2.2.1. Principais técnicas de amostragem probabilística</p><p>· Amostragem aleatória simples</p><p>A amostragem aleatória simples é o processo mais elementar e frequentemente utilizado. Corresponde a uma amostra de elementos retirados ao acaso da população, isto é, cada indivíduo é escolhido completamente ao acaso e cada membro da população tem a mesma probabilidade se ser incluído na amostra.</p><p>· Amostragem sistemática</p><p>A amostragem aleatória sistemática, trata-se de uma variação da amostragem aleatória simples, conveniente quando a população está naturalmente ordenada, como fichas em um fichário ou em uma lista telefónica. Suponha que a intenção seja amostrar uma população de 50 mil para descobrir a necessidade de novas instalações esportivas. Uma possibilidade é a amostragem sistemática a partir da lista telefónica. Você pode ligar para uma amostra de 500 pessoas. Para isso, selecciona nomes na lista de 100 em 100 (50.000/500 = 100)</p><p>· Amostragem estratificada</p><p>Frequentemente, existem factores que podem dividir a população em subpopulações (grupos ou estratos) com tamanhos diferentes e esperamos que as medições de interesse variem entre esses diferentes estratos. Essa situação deve ser considerada quando seleccionamos uma amostra para mantermos a representatividade da população. Uma amostra aleatória simples pode não incluir elementos representativos de um ou mais estratos.</p><p>Exemplo: no estudo sobre “Hipertensão Arterial e Diabetes entre trabalhadores da saúde: associação com hábitos de vida e entressorres ocupacionais”, a amostra dos participantes no estudo foi realizada da seguinte forma: a partir de listas nominais de todos os trabalhadores em actividade nos serviços de saúde da atenção básica e da média complexidade, fornecidas pelas Secretarias de Saúde dos distritos estudados, estratificou-se a amostra em três níveis: área geográfica, nível de assistência (atenção básica e média complexidade) e grupo ocupacional. A composição da amostra foi definida com base na participação percentual de cada grupo por nível de estratificação estabelecido, seguindo-se o sorteio dos trabalhadores para comporem a amostra (o sorteio foi feito com base em listagem de números aleatórios).</p><p>· Amostragem por conglomerados</p><p>A amostragem por conglomerados é uma técnica que explora a existência de grupos na população. Esses grupos representam adequadamente a população total em relação a característica que queremos medir. Em outras palavras, estes grupos contêm variabilidade da população inteira. Se isso acontecer, você pode seleccionar apenas alguns desses conglomerados para realizar o estudo.</p><p>2.3. Amostragem Não-Probabilística</p><p>Amostragem Não-Probabilística: são amostragens em que há uma escolha deliberada dos elementos da amostra. Depende dos critérios e julgamento do pesquisador. Amostragem Não-Probabilística: São amostragens em que há uma escolha deliberada dos elementos da amostra. Depende dos critérios e julgamento do pesquisador.</p><p>2.4. Tipos de amostragem não-probabilística</p><p>· Amostragem por acessibilidade ou por conveniência:</p><p>O menos rigoroso de todos os tipos de amostragem; Amostragem por acessibilidade ou por conveniência</p><p>• Selecção dos elementos aos quais se tem acesso.</p><p>Ex.: Entrevistar os gerentes gerais dos hotéis x e y, pois foram os que autorizaram a entrevista.</p><p>· Amostragem intencional:</p><p>Seleccionar um subgrupo da população, que com base nas informações disponíveis, possa ser considerado representativo de toda a população;</p><p>Amostragem Intencional</p><p>• Requer conhecimento da população e do subgrupo seleccionado.</p><p>Ex.: Entrevista com os representantes de turma do curso de turismo, aplicação de questionários com os líderes da comunidade.</p><p>· Amostragem por cotas.</p><p>Apresenta maior rigor dentre as amostragens não probabilísticas;</p><p>Etapas: classificar a população, determinar a proporção da população para cada classe, fixar cotas em observância à proporção das classes consideradas; É utilizada quando não existe um cadastro da população que possibilite a realização do sorteio necessário a amostragem aleatória mas, ao mesmo tempo, existe informação suficiente sobre o perfil populacional.</p><p>Ex.: Em geral é utilizada em pesquisa eleitoral e pesquisa de mercado.</p><p>2.5. Amostragem em campo para colectar dados de uma população geográfica especifica</p><p>Amostragem é o processo de obtenção de amostras a partir de uma População. Este processo é, usualmente, realizado com o objectivo de estimar parâmetros da População como, por exemplo, média, µ , variância, σ^2 , proporção, p , de uma determinada característica.</p><p>A construção de uma amostra envolve três etapas:</p><p>· A identificação da População alvo/População inquirida</p><p>A População alvo é a totalidade dos elementos sobre os quais se deseja obter determinado conjunto de informações. Mas, em muitas situações, não é operacional estudar uma amostra, retirada da População alvo, sendo, por isso necessário definir qual a População a inquirir, não coincidente com a População alvo, da qual se irá retirar a amostra.</p><p>Por exemplo: um estudo telefónico sobre a opinião da População moçambicana acerca de o nível de desemprego no país. A População alvo é constituída por todos 30 os moçambicanos, mas a População inquirida só pode ser constituída por todos os moçambicanos que têm telefone.</p><p>· O método de selecção da amostra ou método de amostragem</p><p>O objectivo, na extracção de uma amostra, é obter uma representação “honesta” da População que conduza a estimativas das características da População com “boa” precisão, relativamente aos custos de amostragem. Existem dois grupos de métodos para seleccionar e recolher amostras: os métodos aleatórios e os métodos não aleatórios.</p><p>2.5.1. Exemplo de um estudo de amostragem em campo para colectar dados de uma população geográfica especifica</p><p>Aqui está um exemplo de como fazer uma pesquisa de campo na área da saúde:</p><p>a) Título da pesquisa: Percepção dos pacientes sobre a qualidade do atendimento em um hospital público.</p><p>b) Definição do problema de pesquisa: A qualidade do atendimento é um aspecto fundamental para a satisfação dos pacientes e pode influenciar directamente a eficácia do tratamento.</p><p>c) Revisão da literatura: A revisão da literatura irá examinar estudos anteriores que investigaram a qualidade do atendimento</p><p>em hospitais públicos e privados, bem como as principais dimensões da qualidade do atendimento, como a acessibilidade, a segurança, a eficácia, a eficiência, a humanização e a equidade.</p><p>d) Universo e selecção da amostra</p><p>O universo da pesquisa é composto por todos pacientes, representados por alguns, que não sejam funcionários da unidade sanitária.</p><p>e) Amostragem (Amostra): Será seleccionada uma amostra entre 15 a 30 pacientes que tenham sido atendidos em um hospital público na região escolhida para a pesquisa. Será necessário obter permissão do hospital e dos pacientes para participar da pesquisa.</p><p>f) Instrumento de colecta de dados: Será utilizado um questionário para colectar dados sobre a percepção dos pacientes em relação à qualidade do atendimento recebido. O questionário deve incluir perguntas sobre a acessibilidade, a segurança, a eficácia, a eficiência, a humanização e a equidade do atendimento.</p><p>g) Colecta de dados: A colecta de dados será realizada por meio da aplicação do questionário ou entrevista aos pacientes seleccionados da amostra. O pesquisador deve estar presente para esclarecer quaisquer dúvidas e garantir que os participantes entendam as perguntas.</p><p>A fundamentação teórica foi realizada através da pesquisa bibliográfica e telematizada. A pesquisa bibliográfica utilizou-se da literatura disponível, tais como livros, artigos académicos, revistas especializadas, jornais, revistas, teses e dissertações que abordam o tema e, mais especificamente, o processo de identificação de oportunidades. Grande parte deste material utilizado refere-se a fontes internacionais, devido ao pouco conteúdo disponível em Moçambique sobre o assunto. Através da pesquisa de campo é possível obter uma compreensão aprofundada dos objectivos, necessidades e actividades da pessoa entrevistada (Kantner, 2003).</p><p>A colecta de dados foi realizada através de questionários seguidos de entrevistas semiestruturadas. Conforme proposto por Duarte (2002), “o número de pessoas que serão entrevistadas” não deve ser definido a priori, pois a quantidade das entrevistas irá depender da qualidade das informações obtidas em cada depoimento, assim como o grau de recorrência e divergência entre as informações obtidas.</p><p>A revisão da literatura realizada para este estudo, incluindo a proposição de modelos referentes à actividade de identificação de oportunidades dos serviços públicos, foi a base de orientação tanto para a elaboração dos questionários quanto para a formulação das perguntas das entrevistas. Para esta última actividade, foram considerados, ainda, os resultados obtidos na tabulação dos questionários.</p><p>Os entrevistados já possuíam conhecimento sobre o tema da entrevista, visto que todos já haviam respondido ao questionário. Foi reforçado, então, a questão do anonimato também para as entrevistas, visando prover um maior conforto na divulgação das informações.</p><p>Desta forma, apresenta-se o roteiro de entrevistas na Tabela, composto por cinco questões semiderretias, de maneira que os entrevistados pudessem estruturar seus pensamentos de forma orientada pelo entrevistador.</p><p>Questão</p><p>Pergunta</p><p>Objectivo</p><p>1</p><p>Que horas começam a ser atendidos neste hospital?</p><p>Identificar as horas do inicio de atendimento</p><p>2</p><p>Os funcionários comportam perante pacientes?</p><p>Conhecer o comportamento dos funcionários</p><p>3</p><p>No seu ponto de vista, diga me a ideia que resulta na identificação da qualidade de atendimento de pacientes?</p><p>Compreender se há qualidade ou não no atendimento de pacientes</p><p>4</p><p>No caso de corrupção: esta unidade sanitária existe ou não a corrupção no atendimento?</p><p>Aferir a existência de corrupção na unidade sanitária.</p><p>h) Análise de dados: Os dados serão analisados por meio de técnicas estatísticas, como análise descritiva e análise de correlação, para avaliar a percepção dos pacientes em relação à qualidade do atendimento e identificar possíveis factores associados a essa percepção.</p><p>A colecta de dados por meio de questionários Auto preenchidos e entrevistas semiestruturadas envolve limitações que vão desde a interpretação e compreensão dos entrevistados sobre as questões apresentadas, até a capacidade de estruturação e orientação do pesquisador no momento das entrevistas.</p><p>Em virtude destes factores, os resultados e conclusões não podem ser generalizados estatisticamente, isto é, estas conclusões não podem ser estendidas para todo o universo de pacientes. Entretanto, o conhecimento sobre um grupo de relativa representatividade pode auxiliar a futuros pacientes que pretendam identificar a qualidade dos serviços daquela unidade sanitária..</p><p>i) Relatório dos resultados: O relatório final irá descrever os resultados da pesquisa e discutir as implicações para a melhoria da qualidade do atendimento em hospitais públicos.</p><p>2.6. Conclusão</p><p>Pode-se concluir que a amostragem é um processo de selecção de um subconjunto da população de interesse que gera a amostra. Há diversos métodos de amostragem que podem ser divididos basicamente em duas categorias: amostragem probabilística e amostragem não probabilística.</p><p>A amostragem será probabilística se todos os elementos da população tiverem probabilidade conhecida, e diferente de zero, de pertencer à amostra. Caso contrário, a amostragem será não-probabilística.</p><p>Amostragem Não-Probabilística: são amostragens em que há uma escolha deliberada dos elementos da amostra. Depende dos critérios e julgamento do pesquisador.</p><p>Existem dois grupos de métodos para seleccionar e recolher amostras: os métodos aleatórios e os métodos não aleatórios.</p><p>Bibliografia</p><p>Martins, G. de A. (2008). Estudo de Caso: uma estratégia de pesquisa. 2. ed. São Paulo: Atlas.</p><p>Vergara, S. C. (2009). Projectos e relatórios de pesquisa em administração. 11 Ed. São Paulo: Atlas.</p><p>Franco Noce. Métodos e Instrumentos de Pesquisa. Disponível em: http://www.aleixomkt.com.br/fisio/42.pdf</p><p>https://www.google.com.br/search?sca_esv=564194868&q=Principais+t%C3%A9cnicas+de+amostragem+probabil%C3%ADstica&oq=quais+sao+dados+de+uma+popula%C3%A7%C3%A3o+geogr%C3%A1fica+especifica&aqs=heirloom-srp.</p><p>http://www.de.ufpb.br/~luiz/Adm/Aula9.pdf</p><p>https://comum.rcaap.pt/bitstream/10400.26/6787/1/Hermano%20Gouveia%20protegido.pdf</p><p>8</p><p>UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE</p><p>INSTITUTO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA</p><p>Análise</p><p>de amostragem em estudos geográficos</p><p>Estudante:</p><p>Sílvia Manuel Bande</p><p>Código:</p><p>708235493</p><p>Curso:</p><p>Licenciatura em ensino de</p><p>Geografia</p><p>Disciplina:</p><p>Estatística</p><p>Ano de frequência:</p><p>1</p><p>º ano</p><p>Turma:</p><p>AE</p><p>Tete</p><p>,</p><p>Setembro de 2023</p><p>UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE</p><p>INSTITUTO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA</p><p>Análise de amostragem em estudos geográficos</p><p>Estudante: Sílvia Manuel Bande</p><p>Código: 708235493</p><p>Curso: Licenciatura em ensino de Geografia</p><p>Disciplina: Estatística</p><p>Ano de frequência: 1º ano</p><p>Turma: AE</p><p>Tete, Setembro de 2023</p>