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<p>Copyright © 1983,</p><p>ABNT–Associação Brasileira</p><p>de Normas Técnicas</p><p>Printed in Brazil/</p><p>Impresso no Brasil</p><p>Todos os direitos reservados</p><p>Sede:</p><p>Rio de Janeiro</p><p>Av. Treze de Maio, 13 - 28º andar</p><p>CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>Tel.: PABX (021) 210 -3122</p><p>Telex: (021) 34333 ABNT - BR</p><p>Endereço Telegráfico:</p><p>NORMATÉCNICA</p><p>ABNT-Associação</p><p>Brasileira de</p><p>Normas Técnicas</p><p>Palavras-chave: Tanque. Petróleo. Armazenamento 118 páginas</p><p>Tanques soldados para</p><p>armazenamento de petróleo e</p><p>derivados</p><p>NBR 7821ABR 1983</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 Objetivo</p><p>2 Referências</p><p>3 Terminologia</p><p>4 Tipos de tanques</p><p>5 Material</p><p>6 Projeto</p><p>7 Fabricação</p><p>8 Fundações</p><p>9 Montagem</p><p>10 Método radiográfico de inspeção das juntas do costado</p><p>11 Método de seccionamento para inspeção de juntas</p><p>horizontais do costado</p><p>12 Qualificação dos procedimentos de soldagem, de</p><p>soldadores e operadores</p><p>13 Marcação</p><p>14 Divisão de responsabilidades</p><p>Anexo A - Normas de referência</p><p>Anexo B - Dados típicos de projeto</p><p>Anexo C - Fundações</p><p>Anexo D - Tetos flutuantes</p><p>Anexo E - Alternativa de projeto para costados</p><p>Anexo F - Projeto de tanques para pequenas pressões</p><p>internas</p><p>Anexo G - Projeto de costados de tanques admitindo-se</p><p>tensões elevadas</p><p>Anexo H - Tetos flutuantes cobertos</p><p>Anexo I - Tanques de armazenamento montados na fá-</p><p>brica</p><p>Anexo J - Alternativa para cálculo da espessura do</p><p>costado</p><p>Anexo K - Folha de dados</p><p>1 Objetivo1)</p><p>1.1 Esta Norma tem por objetivo estabelecer as exigên-</p><p>cias mínimas que devem ser seguidas para materiais,</p><p>projeto, fabricação, montagem e testes de tanques de</p><p>aço-carbono, soldados, cilíndricos, verticais, não enter-</p><p>rados, com teto fixo ou flutuante, destinados ao armaze-</p><p>namento de petróleo e seus derivados líquidos.</p><p>1.2 Com exceção do que estabelece o Anexo F, esta Nor-</p><p>ma abrange apenas os tanques sujeitos a uma pressão</p><p>próxima da atmosférica, permitindo-se que a válvula de</p><p>respiro do tanque, quando existente, esteja regulada para</p><p>uma pressão manométrica máxima de 0,0035 kgf/cm2, e</p><p>para um vácuo máximo de 0,0038 kgf/cm2, ambos os va-</p><p>lores medidos no topo do tanque. O Anexo F estabelece</p><p>os requisitos adicionais a que devem atender os tanques</p><p>de teto fixo dimensionados para pequenas pressões in-</p><p>ternas, acima de 0,0035 kgf/cm2.</p><p>1.3 Esta Norma inclui também diversas recomendações</p><p>de boa prática que embora não obrigatórias, podem ser</p><p>seguidas ou não, a critério do comprador ou do projetista</p><p>do tanque. Recomenda-se portanto que no documento</p><p>de compra ou de encomenda do tanque, o comprador</p><p>1) Esta Norma foi elaborada pelo Grupo de Trabalho designado pela Portaria no 75/74, de 21/02/74, do Conselho Nacional do Petróleo</p><p>que coordenou os trabalhos do referido Grupo. É proibida a introdução de qualquer modificação nesta Norma, sem a prévia</p><p>autorização do Conselho Nacional do Petróleo.</p><p>Origem: Projeto NB-89/1978</p><p>CB-09 - Comitê Brasileiro de Combustíveis (Exclusive Nucleares)</p><p>CE-09:403.02 - Comissão de Estudo de Armazenamento de Combustíveis</p><p>Líquidos</p><p>Reimpressão da NB-89/1978</p><p>Procedimento</p><p>Cópia não autorizada</p><p>2 NBR 7821/1983</p><p>manifeste explicitamente o seu desejo ou a sua prefe-</p><p>rência sobre as recomendações não obrigatórias desta</p><p>Norma, bem como sobre quaisquer outros pontos em que</p><p>houver possibilidade de opção do fabricante ou do mon-</p><p>tador do tanque.</p><p>1.4 Esta Norma abrange apenas tanques cujos produtos</p><p>armazenados tenham temperaturas compreendidas entre</p><p>os seguintes limites:</p><p>- Temperatura mínima: -6°C</p><p>- Temperatura máxima: + 200°C</p><p>1.5 O Anexo B desta Norma fornece, sem que sua utiliza-</p><p>ção seja obrigatória, algumas dimensões típicas, espes-</p><p>suras de chapas do costado e capacidades de tanques</p><p>construídos de acordo com esta Norma.</p><p>1.6 O Anexo E desta Norma apresenta uma alternativa</p><p>de critério para o projeto de costados de tanques de arma-</p><p>zenamento. O Anexo G fornece um critério especial de</p><p>projeto prevendo a utilização de aços de alta resistência</p><p>e alta resiliência. O Anexo J contém uma alternativa de</p><p>procedimento para o cálculo das espessuras dos anéis</p><p>dos costados de tanques.</p><p>1.7 Os Anexos D e H desta Norma apresentam os requi-</p><p>sitos a que devem atender tipos especiais de tetos para</p><p>tanques de armazenamento. O Anexo D fornece os re-</p><p>quisitos para os tetos flutuantes do tipo pontão e para os</p><p>tetos flutuantes duplos. O Anexo H fornece os requisitos</p><p>para um teto flutuante a ser instalado num tanque que já</p><p>possua um teto fixo na sua parte superior.</p><p>1.8 O Anexo I desta Norma apresenta os requisitos re-</p><p>lativos aos tanques totalmente montados na fábrica, cujo</p><p>diâmetro não exceda 6 metros.</p><p>2 Referências</p><p>O Anexo A desta Norma relaciona todas as normas téc-</p><p>nicas de referência (normas, especificações, terminolo-</p><p>gias etc.).</p><p>3 Terminologia</p><p>Para efeito desta Norma fica estabelecida a terminologia</p><p>constante da Figura 1.</p><p>4 Tipos de tanques</p><p>Os tanques cobertos por esta Norma classificam-se, de</p><p>acordo com o tipo de teto, em:</p><p>4.1 Tanques sem Teto</p><p>4.2 Tanques de Teto Fixo</p><p>4.2.1 Tanques de teto suportado - tanques cujos tetos</p><p>possuem uma estrutura de sustentação, com ou sem</p><p>colunas:</p><p>4.2.1.1 Tanques de teto cônico suportado.</p><p>4.2.1.2 Tanques de teto em domo suportado.</p><p>4.2.1.3 Tanques de teto em gomos suportado.</p><p>4.2.2 Tanques de teto autoportante - tanques cujos tetos</p><p>não possuem estrutura de sustentação:</p><p>4.2.2.1 Tanques de teto cônico autoportante.</p><p>4.2.2.2 Tanques de teto em domo autoportante.</p><p>4.2.2.3 Tanques de teto em gomos autoportante.</p><p>4.3 Tanques de Teto Flutuante</p><p>4.3.1 Tanques de teto duplo.</p><p>4.3.2 Tanques de teto pontão.</p><p>5 Material</p><p>5.1 Chapas</p><p>As chapas a serem utilizadas devem estar de acordo com</p><p>a última edição de uma das seguintes especificações,</p><p>respeitadas as modificações e limites indicados nesta</p><p>Norma. Outros materiais produzidos de acordo com es-</p><p>pecificações diferentes das listadas neste capítulo podem</p><p>ser empregados desde que seja comprovado que tais</p><p>materiais preenchem todos os requisitos de uma das es-</p><p>pecificações deste capítulo e seu uso seja aprovado pelo</p><p>cliente.</p><p>5.1.1 Chapas grossas</p><p>ASTM A-36: Aço Estrutural2)</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>37,5 mm</p><p>ASTM A-283: Chapas de Aço-carbono de</p><p>Qualidade Estrutural com Resis-</p><p>tência à Tração Baixa e Interme-</p><p>diária Graus C e D apenas</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>Grau C: 37,5 mm</p><p>Grau D: 19,0 mm</p><p>ASTM A-285: Chapas de Aço para Vasos de</p><p>Pressão com Resistência à Tra-</p><p>ção Baixa e Intermediária. So-</p><p>mente Grau C</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>37,5 mm.</p><p>ASTM A-573 Chapas de Aço-carbono Estru-</p><p>tural com Tenacidade Melhora-</p><p>da, Grau 70, Modificado</p><p>NBR 5006 Chapas Grossas de Aço-carbono</p><p>de Baixa e Média Resistência</p><p>para Vasos de Pressão. Somente</p><p>Grau BM-21</p><p>NBR 6648 Chapas Grossas de Aço-carbono</p><p>de Baixa e Média Resistência</p><p>para Usos Estruturais. Graus</p><p>G-24 e G-26</p><p>2) Nenhum dos materiais listados na Tabela 1 da norma ASTM A-36 poderá ser usado para a construção de tanques a não ser quando</p><p>especificadamente permitido por esta Norma.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 3</p><p>Quando o rigor das condições de trabalho exigir o uso de</p><p>materiais de melhor qualidade, chapas de acordo com</p><p>as especificações seguintes poderão ser utilizadas, res-</p><p>peitadas as modificações e os limites indicados nesta</p><p>Norma:</p><p>ASTM A-131 Aço Estrutural para Navios</p><p>(Qualidade Estrutural Somente)</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>Grau A: 12,5 mm</p><p>Grau B: 25,0 mm</p><p>Grau C não normalizado:</p><p>37,5 mm</p><p>Grau CS normalizado: 37,5 mm</p><p>Para chapas de reforço do costado ou para flanges podem</p><p>ser usadas chapas com espessuras acima de 37,5 mm,</p><p>mas não superiores a 50,0 mm, em tanques construídos</p><p>de acordo com esta Norma e com o Anexo E da mesma,</p><p>desde que as chapas preencham os requisitos</p><p>especificados na Tabela 30 do Anexo E desta Norma.</p><p>ASTM A-442 Chapas de Aço-carbono com</p><p>Melhores Propriedades de Tran-</p><p>sição, para Vasos de Pressão</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>37,5 mm</p><p>ASTM A-516 Chapas de Aço-carbono para</p><p>Vasos de Pressão, para Tempe-</p><p>raturas de Serviço Baixas e Inter-</p><p>mediárias</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>37,5 mm</p><p>NBR 5001 Chapas Grossas de Aço-carbo-</p><p>no, para Vasos de Pressão, para</p><p>Trabalho em Temperaturas Bai-</p><p>xas e Moderadas</p><p>749 12,5</p><p>30,0 13 31 25 1346 1588 625 768 610 756 15,0</p><p>31,5 13 32 25 1353 1594 622 775 610 762 15,0</p><p>33,5 15 34 25 1353 1594 619 775 610 768 16,0</p><p>35,5 15 35 25 1359 1600 616 781 610 775 16,0</p><p>37,5 18 39 25 1365 1607 610 787 610 787 19,0</p><p>40,0(***) 18 40 29 1365 1607 610 787 610 794 19,0</p><p>42,5(***) 21 43 29 1372 1613 603 794 610 806 22,4</p><p>45,0(***) 23 45 29 1378 1619 600 800 610 813 22,4</p><p>Diâmetro do círculo dos parafusos DB = 768 mm</p><p>Diâmetro da tampa DC = 832 mm</p><p>(*) Se for usada chapa de espessura superior à exigida, em conseqüência da carga hidrostática, (item 6.3 - projeto do costado), o ex-</p><p>cesso de espessura da chapa do costado, em uma área medida verticalmente para cima e para baixo da linha de centro do orifício</p><p>feito na chapa do costado, a uma distância igual à dimensão vertical deste orifício, pode ser considerada como reforço; e con-</p><p>seqüentemente a espessura “E” do flange de fixação da boca pode ser reduzida. Em tais casos, o reforço e o filete de solda de fi-</p><p>xação devem estar de acordo com as limitações de projeto para reforço de aberturas de costado estabelecidas no item 6.3.</p><p>(**) A espessura mínima do pescoço deve ser o menor dentre os seguintes valores: - espessura da chapa do costado e espessura per-</p><p>missível (após usinado) do flange de sustentação da tampa (veja Tabela 8), mas nunca inferior aos valores constantes da colu-</p><p>na II. Se a espessura do pescoço for superior ao mínimo exigido, o flange de fixação da boca pode ser, em conseqüência, redu-</p><p>zido, desde que respeitados os limites estabelecidos no item 6.3.</p><p>(***) A espessura “e” maior que 37,5 mm só é usada nos costados projetados de acordo com o Anexo G.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>24 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 11 - Boca de visita do costado (762 mm) (ver Figura 7)</p><p>/continuação</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante en</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W IDR (mm) DHR (mm) IDP (mm) DHP (mm)</p><p>5,0 5 5 5 1981 2381 981 1022 914 959 5,0</p><p>6,3 5 7 6 1981 2381 978 1029 914 965 6,3</p><p>8,0 5 8 8 1975 2369 975 1029 914 972 8,0</p><p>9,5 5 10 10 1975 2369 972 1035 914 978 9,5</p><p>11,2 5 11 11 1962 2350 968 1035 914 984 9,5</p><p>12,5 5 13 13 1962 2350 965 1041 914 991 9,5</p><p>15,0 5 15 14 1956 2337 962 1041 914 997 9,5</p><p>16,0 7 16 16 1949 2324 959 1048 914 1003 9,5</p><p>18,0 7 18 17 1943 2318 956 1048 914 1010 9,5</p><p>19,0 7 19 19 1943 2311 952 1054 914 1016 9,5</p><p>21,2 8 21 19 1937 2305 949 1054 914 1022 9,5</p><p>22,4 8 23 22 1937 2305 946 1060 914 1029 9,5</p><p>23,6 8 24 22 1937 2305 943 1060 914 1035 11,2</p><p>25,0 10 26 25 1949 2318 940 1067 914 1041 11,2</p><p>26,5 10 27 25 1949 2318 937 1067 914 1048 11,2</p><p>/continua</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante en</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W IDR (mm) DHR (mm) IDP (mm) DHP (mm)</p><p>28,0 11 29 25 1651 1956 781 921 762 902 12,5</p><p>30,0 11 31 25 1651 1956 778 921 762 908 15,0</p><p>31,5 11 32 25 1657 1962 775 927 762 914 15,0</p><p>33,5 13 34 25 1657 1962 772 927 762 921 16,0</p><p>35,5 13 35 25 1664 1968 768 933 762 927 16,0</p><p>37,5 15 39 25 1670 1975 762 940 762 940 19,0</p><p>40,0(***) 15 40 29 1670 1975 759 940 762 946 19,0</p><p>42,5(***) 16 43 29 1676 1981 752 946 762 959 22,4</p><p>45,0(***) 18 45 29 1683 1988 749 965 762 965 25,0</p><p>Diâmetro do círculo dos parafusos DB = 921 mm</p><p>Diâmetro da tampa DC = 984 mm</p><p>(*) Se for usada chapa de espessura superior à exigida, em conseqüência da carga hidrostática, (item 6.3 - projeto do costado),</p><p>o excesso de espessura da chapa do costado, em uma área medida verticalmente para cima e para baixo da linha de centro do</p><p>orifício feito na chapa do costado, a uma distância igual à dimensão vertical deste orifício, pode ser considerada como reforço; e</p><p>conseqüentemente a espessura “E” do flange de fixação da boca pode ser reduzida. Em tais casos, o reforço e o filete de solda de</p><p>fixação devem estar de acordo com as limitações de projeto para reforço de aberturas de costado estabelecidas no item 6.3.</p><p>(**) A espessura mínima do pescoço deve ser o menor dentre os seguintes valores: - espessura da chapa do costado e espessura</p><p>permissível (após usinado) do flange de sustentação da tampa (veja Tabela 8), mas nunca inferior aos valores constantes da</p><p>coluna II. Se a espessura do pescoço for superior ao mínimo exigido, o flange de fixação da boca pode ser, em conseqüência,</p><p>reduzido, desde que respeitados os limites estabelecidos no item 6.3.</p><p>(***) A espessura “e” maior que 37,5 mm só é usada nos costados projetados de acordo com o Anexo G.</p><p>Tabela 12 - Boca de visita do costado (914 mm) (ver Figura 7)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 25</p><p>Tabela 12 - Boca de visita do costado (914 mm) (ver Figura 7)</p><p>/continuação</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante en</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W IDR (mm) DHR (mm) IDP (mm) DHP (mm)</p><p>28,0 10 29 25 1956 2324 933 1073 914 1054 12,5</p><p>30,0 11 31 25 1956 2324 930 1073 914 1060 15,0</p><p>31,5 11 32 25 1962 2330 927 1080 914 1067 15,0</p><p>33,5 11 34 25 1962 2330 924 1080 914 1073 16,0</p><p>35,5 13 35 25 1968 2337 921 1086 914 1080 16,0</p><p>37,5 15 39 25 1975 2343 914 1092 914 1092 19,0</p><p>40,0(***) 15 40 29 1975 2343 911 1092 914 1099 19,0</p><p>42,5(***) 16 43 29 1981 2350 905 1099 914 1111 22,4</p><p>45,0(***) 16 45 29 1988 2356 902 1105 914 1118 25,0</p><p>Diâmetro do círculo dos parafusos DB = 1073 mm</p><p>Diâmetro da tampa DC = 1137 mm</p><p>(*) Se for usada chapa de espessura superior à exigida, em conseqüência da carga hidrostática, (item 6.3 - projeto do costado), o</p><p>excesso de espessura da chapa do costado, em uma área medida verticalmente para cima e para baixo da linha de centro do orifício</p><p>feito na chapa do costado, a uma distância igual à dimensão vertical deste orifício, pode ser considerada como reforço; e con-</p><p>seqüentemente a espessura “E” do flange de fixação da boca pode ser reduzida. Em tais casos, o reforço e o filete de solda de</p><p>fixação devem estar de acordo com as limitações de projeto para reforço de aberturas de costado estabelecidas no item 6.3.</p><p>(**) A espessura mínima do pescoço deve ser o menor dentre os seguintes valores espessura da chapa do costado e espessura per-</p><p>missível (após usinado) do flange de sustentação da tampa (veja Tabela 8), mas nunca inferior aos valores constantes da coluna II.</p><p>Se a espessura do pescoço for superior ao mínimo exigido, o flange de fixação da boca pode ser, em conseqüência, reduzido,</p><p>desde que respeitados os limites estabelecidos no item 6.3.</p><p>(***) A espessura “e” maior que 37,5 mm só é usada nos costados projetados de acordo com o Anexo G.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>26 NBR 7821/1983</p><p>Nota 1 - Para as dimensões das soldas veja o item 6.3.6 (f)</p><p>Nota 2 - Para as conexões usadas em bocais do costado veja o item 6.6.9 “conexões rosqueadas”</p><p>Figura 8-a) - Bocais do costado</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 27</p><p>Nota: emín deverá ser o menor valor entre 19 mm e a espessura de cada uma das partes soldadas.</p><p>Figura 8-b) - Bocais do costado</p><p>Cópia não autorizada</p><p>28 NBR 7821/1983</p><p>* Espessura da chapa mais fina da junta, com um máximo de 12 mm.</p><p>** Quando for previsto anel periférico no fundo, a chapa da soleira deverá ser parte deste e portanto com a mesma largura.</p><p>Figura 9 - Porta de limpeza para costado - Tipo nivelada “Flush Type”</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 29</p><p>Figura 10 - Coeficiente K1 e K2</p><p>Cópia não autorizada</p><p>30 NBR 7821/1983</p><p>1 2 3 4 5</p><p>6 7 (+) 8 (+) 9 (+)</p><p>Diâmetro Espessura Diâmetro Distância Distância mínima do</p><p>Tamanho externo mínima do do furo na Chapa de reforço mínima do centro do bocal ao</p><p>do do tubo pescoço chapa de costado à fundo do tanque</p><p>bocal em bocais reforço face do</p><p>flangeados Dimensão Dimensão flange Tipo regular Tipo baixo</p><p>OD n DR L(*) W J H C</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)</p><p>Conexões flangeadas</p><p>1 1/2 (++) 48 5,0 51 --- --- 152 152 76</p><p>2 (++) 60 5,6 64 --- --- 152 178 89</p><p>3 89 7,5 92 267 343 178 203 133</p><p>4 114 8,5 117 305 387 178 229 152</p><p>6 168 11,2 171 400 495 203 279 200</p><p>8 219 12,5 222 483 591 203 330 241</p><p>10 273 12,5 276 584 718 229 381 292</p><p>12 324 12,5 327 686 838 229 432 343</p><p>14 356 12,5 359 749 914 254 457 357</p><p>16 406 12,5 410 851 1035 254 508 425</p><p>18 457 12,5 460 952 1162 254 559 476</p><p>20 508 12,5 511 1054 1283 279 610 527</p><p>22 559 12,5 562 1156 1403 279 660 578</p><p>24 610 12,5 613 1257 1524 305 711 629</p><p>26 660 664 1340 1626 305 762 670</p><p>28 711 714 1441 1746 305 813 721</p><p>30 762 765 1543 1867 305 864 772</p><p>32 813 816 1645 1994 330 914 822</p><p>34 864 867 1746 2115 330 965 873</p><p>36 914 918 1848 2235 356 1016 924</p><p>Conexões roscadas (luvas)</p><p>3/4 (++) 33 --- 37 --- --- --- 102 76</p><p>1 (++) 40 --- 43 --- --- --- 127 76</p><p>1 1/2 (++) 56 --- 60 --- --- --- 152 76</p><p>2 (++) 73 --- 76 --- --- --- 178 76</p><p>Tabela 13 - Bocais do costado (ver Figuras 8-a) e 8-b)</p><p>(*) A largura da chapa do costado deve ser suficiente para conter a chapa de reforço, deixando uma folga razoável até as soldas</p><p>horizontais.</p><p>(+) A menos que especificado em contrário pelo comprador, devem sempre ser adotadas as distâncias mínimas dadas nesta Tabela.</p><p>(++) Para os bocais, flangeados e roscados, de tamanho 2 e menores, não é obrigatório o uso de chapas de reforço. Neste caso, DR</p><p>será o diâmetro do furo na chapa do costado e a solda “A” será conforme o que consta da coluna 6 da Tabela 14, todavia, as</p><p>chapas de reforço podem ser usadas, se assim for desejado.</p><p>V</p><p>er</p><p>T</p><p>ab</p><p>el</p><p>a</p><p>14</p><p>co</p><p>lu</p><p>na</p><p>2</p><p>↓</p><p>↓</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 31</p><p>Tabela 14 - Bocais do costado (ver Figuras 8 - a) e 8-b)</p><p>(*) Se for usada chapa de espessura superior à exigida pelo item 6.3 (projeto do costado), o excesso de espessura da chapa do costa-</p><p>do, em uma área medida verticalmente para cima e para baixo da linha de centro do orifício feito na chapa do costado, a uma distância</p><p>igual à dimensão vertical deste orifício, pode ser considerada como reforço; e conseqüentemente a espessura da chapa de reforço</p><p>pode ser reduzida. Em tais casos, a chapa de reforço e o filete de solda devem estar de acordo com as limitações de projeto para re-</p><p>forço de aberturas de costado estabelecidas no item 6.3.</p><p>(+) A espessura “e” maior que 37,5 mm só é usada nos costados projetados de acordo com o Anexo G.</p><p>〉 〉 〉 〉</p><p>〉</p><p>〉 〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>1 2 3 4 5 6</p><p>Espessura do Espessura mínima Diâmetro máximo Tamanho do filete para</p><p>costado e da chapa do pescoço em do furo na chapa</p><p>de reforço bocais flangeados do costado (DP), Solda A</p><p>dos tamanhos: igual ao diâmetro</p><p>26, 28, 30, 32, externo do pescoço Solda B Para bocais de Para bocais de</p><p>e e E (*) 34 e 36 (OD), mais os tamanho superior tamanho</p><p>n seguintes valores a 2 3/4, 1, 1 1/2 e 2</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)</p><p>5,0 5</p><p>6,3 7</p><p>8,0 8 7</p><p>9,5 16,0 10 7</p><p>11,2 11</p><p>12,5 13</p><p>15,0 15</p><p>16,0 12,5 19,0 16 8</p><p>18,0 19,0 18 8</p><p>19,0 19,0 19 8</p><p>21,2 24,0 21 10</p><p>22,4 24,0 23 10</p><p>23,6 24,0 24 10</p><p>25,0 27,0 26 11 8</p><p>26,5 14,0 27,0 27 11</p><p>28,0 14,0 27,0 29 11</p><p>30,0 16,0 32,0 31 13</p><p>31,5 16,0 32,0 32 13</p><p>33,5 18,0 32,0 34 13</p><p>35,5 18,0 35,0 35 15</p><p>37,5 19,0 35,0 39 15</p><p>40,0 (+) 21,2 38,0 40 15</p><p>42,5 (+) 22,4 38,0 43 16</p><p>45,0 (+) 22,4 38,0 45 16</p><p>Cópia não autorizada</p><p>32 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 15 - Flanges dos bocais do costado (*) (ver Figuras 8-a), 8-b) e 11)</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Tamanho Espessura Diâmetro Diâmetro Diâmetro Número Diâmetro Diâmetro Diâmetro interno</p><p>do mínima do externo do externo do do círculo de dos dos do flange</p><p>bocal flange flange ressalto dos furos furos parafusos (mm)</p><p>da face parafusos</p><p>Q A D C Sobreposto Pescoço</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) B B1</p><p>1 1/2 18,0 127 73 98 4 16 13 40</p><p>2 19,0 152 92 121 4 19 16 52</p><p>3 25,0 190 127 152 4 19 16 78</p><p>4 25,0 229 157 190 8 19 16 103</p><p>6 26,5 279 216 241 8 22 19 155</p><p>8 30,0 343 270 298 8 22 19 206</p><p>10 31,5 406 324 362 12 25 22 257</p><p>12 33,5 483 381 432 12 25 22 308</p><p>14 35,5 533 413 476 12 29 25 360</p><p>16 37,5 597 470 540 16 29 25 411</p><p>18 40,0 635 533 578 16 32 29 462</p><p>20 45,0 698 584 635 20 32 29 513</p><p>22 47,5 749 641 692 20 35 32 564</p><p>24 50,0 813 692 749 20 35 32 614</p><p>26 53,0 870 749 806 24 35 32 667</p><p>28 53,0 927 800 864 28 35 32 718</p><p>30 56,0 984 857 914 28 35 32 768</p><p>32 60,0 1060 914 978 28 41 38 819</p><p>34 60,0 1111 965 1029 32 41 38 870</p><p>36 63,0 1168 1022 1086 32 41 38 921</p><p>(*) Para os flanges de tamanhos 1 1/2 a 24, inclusive, as dimensões estão de acordo com a Norma ANSI B.16.5, classe de pressão</p><p>150 #. Para os flanges de tamanho 26, ou maior, as dimensões estão de acordo com a Norma MSS-SP 44, classe de pressão 150 # .</p><p>Nota: O valor “n” indicado para a espessura da solda, é a mínima espessura da parede do tubo (ver Tabelas 13 e 14).</p><p>Figura 11 - Flanges dos bocais do costado</p><p>Ig</p><p>ua</p><p>l a</p><p>o</p><p>di</p><p>âm</p><p>et</p><p>ro</p><p>in</p><p>te</p><p>rn</p><p>o</p><p>do</p><p>tu</p><p>bo</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 33</p><p>6.6.4 Portas de limpeza</p><p>a) as portas de limpeza devem estar de acordo com</p><p>o disposto no item 6.3.7, na Figura 9, e nas Tabe-</p><p>las 16, 17 e 18; tais portas de limpeza são opcio-</p><p>nais e dependem de solicitação específica do</p><p>comprador;</p><p>b) as portas de limpeza fabricadas de acordo com a</p><p>Figura 37 do Anexo E podem ser usadas desde</p><p>que haja acordo específico entre fabricante e com-</p><p>prador;</p><p>c) quando uma porta de limpeza for instalada em um</p><p>tanque assentado diretamente sobre o solo, sem</p><p>que haja uma parede de concreto ou de alvenaria</p><p>apoiando o costado, o suporte da porta de limpeza</p><p>e a retenção de aterro embaixo do tanque podem</p><p>ser feitos por um dos dois seguintes métodos:</p><p>- colocar uma chapa vertical de aço, soldada por</p><p>baixo da soleira, seguindo o contorno do costado,</p><p>e simétrica com a porta de limpeza, como mos-</p><p>trado na Figura 12, Detalhe “A”;</p><p>- construir uma parede de concreto ou de alve-</p><p>naria, embaixo do tanque, seguindo o contorno</p><p>do costado, e simétrica com a porta de limpeza,</p><p>como mostrado na Figura 12 Detalhe “B”.</p><p>d) quando uma porta de limpeza for instalada em</p><p>um tanque assentado sobre uma fundação de con-</p><p>creto, deve ser previsto um rebaixo no concreto,</p><p>para acomodar a porta de limpeza, como mostrado</p><p>na Figura 12, Detalhe “C”;</p><p>e) quando uma porta de limpeza for instalada em um</p><p>tanque assentado sobre uma base de terra e den-</p><p>tro de um anel de concreto circular, deve ser pre-</p><p>visto um rebaixo neste anel para acomodar a porta</p><p>de limpeza, e deve ser construída uma parede in-</p><p>terna para suportar a porta de limpeza e conter o</p><p>aterro, como mostrado na Figura 12, Detalhe “D”.</p><p>6.6.5 Bocas de visita no teto</p><p>As bocas de visita no teto devem estar de acordo com a</p><p>Figura 13 e a Tabela 19.</p><p>6.6.5.1 Quando for prevista a possibilidade de execução</p><p>de serviços de manutenção ou outros, através da boca</p><p>de visita no teto, com o tanque em serviço, recomenda-se</p><p>que a estrutura do teto seja convenientemente reforçada</p><p>nas proximidades da boca de visita.</p><p>6.6.6 Bocais do teto</p><p>Os bocais do teto, flangeados ou rosqueados, devem estar</p><p>de acordo com as Figuras 14 e 15 e com as Tabelas 20 e</p><p>21.</p><p>6.6.7 Drenos de fundo</p><p>Os drenos de fundo devem estar de acordo com a Figu-</p><p>ra 16 e a Tabela 22; os drenos de fundo podem ser feitos</p><p>de aço fundido.</p><p>6.6.8 Suportes para andaimes</p><p>Os suportes para andaimes devem estar de acordo com</p><p>a Figura 17; estes suportes devem estar localizados o</p><p>mais próximo possível do centro do teto.</p><p>6.6.9 Bocais rosqueados</p><p>a) os bocais rosqueados do costado devem estar de</p><p>acordo com as Figuras 8 a e b e podem ter tama-</p><p>nhos nominais de 3/4 (19 mm) até 2 (51 mm),</p><p>inclusive;</p><p>b) os bocais rosqueados do teto devem estar de</p><p>acordo com a Figura 15 e Tabela 21 e podem ter</p><p>tamanhos de 3/4 (19 mm) até 4 (102 mm), inclusive;</p><p>c) tanto os bocais</p><p>rosqueados do costado como os</p><p>do teto devem ter rosca interna; o tipo de rosca</p><p>deve obedecer à especificação ANSI B2.1</p><p>(American Standard for Pipe Threads) ou outra, a</p><p>critério do comprador.</p><p>6.6.10 Plataformas e passadiços</p><p>As plataformas e passadiços devem obedecer aos se-</p><p>guintes requisitos:</p><p>a) ser totalmente metálicas;</p><p>b) largura mínima do piso: 610 mm;</p><p>c) o piso deve ser feito de material não derrapante,</p><p>tipo chapa xadrez, metal expandido, grelha, etc.; a</p><p>espessura mínima do piso deve ser de 4,5 mm;</p><p>d) altura mínima do corrimão acima do piso:</p><p>1000 mm;</p><p>e) altura mínima do rodapé do guarda-corpo: 76 mm;</p><p>f) distância do rodapé ao piso: 6 mm, mínimo;</p><p>g) distância máxima entre os suportes do corrimão:</p><p>2500 mm;</p><p>h) a estrutura completa deve ser capaz de suportar</p><p>uma carga concentrada móvel de 450 kgf, e o guar-</p><p>da-corpo deve ser capaz de suportar um esforço</p><p>de 90 kgf, aplicado em qualquer direção e em qual-</p><p>quer ponto do corrimão;</p><p>i) corrimãos devem ser colocados nos dois lados de</p><p>qualquer plataforma sendo interrompidos, onde</p><p>necessário, para acesso;</p><p>j) nas interrupções dos corrimãos qualquer espaço</p><p>maior do que 150 mm entre o tanque e a plataforma</p><p>deve ser fechada com piso antiderrapante;</p><p>k) os passadiços entre dois tanques ou entre um tan-</p><p>que e outra estrutura, devem ser suportados de</p><p>forma a permitir movimentos relativos das estru-</p><p>turas ligadas por tais passadiços; a finalidade deste</p><p>procedimento é evitar que haja transmissão de</p><p>esforços para outra estrutura à qual o passadiço</p><p>esteja ligado, no caso de ocorrência de recalque,</p><p>deslocamento ou mesmo a explosão do tanque.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>34 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 16 - Porta de limpeza para costado - Tipo nivelada “Flush Type” (ver Figura 9)</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Abertura Dimensão Raios dos cantos Distância Largura Largura Espaçamento Parafuso</p><p>do arco superiores dos do flange do flange especial</p><p>Altura Largura da chapa parafusos (exceto na na parte para</p><p>de reforço da da chapa à borda parte inferior parafusos</p><p>h b do costado abertura de reforço externa inferior)</p><p>do do dos</p><p>costado costado flanges</p><p>W r1 r2 l f1 f2 g(*)</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)</p><p>203 406 1.168 83 356 32 89 89 83 22 19</p><p>610 610 1.829 203 737 32 89 95 89 36 19</p><p>914 1.219 2.692 381 1.041 38 102 121 108 46 25</p><p>1.219 1.219 3.175 406 1.308 38 102 127 114 52 25</p><p>Q</p><p>ua</p><p>nt</p><p>id</p><p>ad</p><p>e</p><p>D</p><p>iâ</p><p>m</p><p>et</p><p>ro</p><p>(*) Espaçamento nos cantos inferiores do flange da porta de limpeza.</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Dimensões da abertura (altura h x largura b)</p><p>203 x 406 (mm) 610 x 610 (mm) 914 x 1219 (mm) 1219 x 1219 (mm)</p><p>Espessura mínima (mm)</p><p>Flange Soleira Flange Soleira Flange Soleira Flange Soleira</p><p>e tampa e tampa e tampa e tampa</p><p>(m) ec eb ec eb ec eb ec eb</p><p>6,10 0,6 9,5 12,5 9,5 12,5 16,0 21,2 16,0 22,4</p><p>10,40 1,0 9,5 12,5 12,5 12,5 19,0 25,0 21,2 28,0</p><p>12,50 1,2 9,5 12,5 12,5 14,0 22,4 28,0 22,4 30,0</p><p>16,20 1,6 9,5 12,5 14,0 16,0 23,6 31,5 25,0 33,5</p><p>18,30 1,8 11,2 12,5 16,0 17,0 25,0 33,5 28,0 35,5</p><p>Pressão</p><p>equivalente (*)</p><p>(kgf/cm2)</p><p>Altura máxima</p><p>do tanque</p><p>H</p><p>(*) A pressão equivalente é baseada na carga de água.</p><p>Tabela 17 - Espessuras da tampa, flange, e soleira para as portas de limpeza para costado - Tipo nivelada</p><p>"Flush Type" ( ver Figura 9)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 35</p><p>Tabela 18 - Espessura e altura da chapa de reforço do costado para as portas de limpeza (ver Figura 9)</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Tamanho da abertura (altura h x largura b)</p><p>203 x 406 (mm) 610 x 610 (mm) 914 x 1219 (mm) 1219 x 1219 (mm)</p><p>Chapa de reforço do costado</p><p>e H Espessura Altura Espessura Altura Espessura Altura Espessura Altura</p><p>ed L ed L ed L ed L</p><p>(mm) (m) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)</p><p>5,0 21 6,3 356 8,0 870 8,0 1314 8,0 1734</p><p>6,3 21 8,0 9,5 895 9,5 1346 9,5 1791</p><p>8,0 21 9,5 11,2 908 11,2 1372 11,2 1829</p><p>9,5 9 11,2 12,5 889 15,0 1334 15,0 1791</p><p>9,5 21 11,2 12,5 914 15,0 1346 15,0 1791</p><p>11,2 10 15,0 16,0 857 16,0 1346 16,0 1816</p><p>11,2 21 15,0 16,0 889 16,0 1359 16,0 1816</p><p>12,5 10 16,0 18,0 851 18,0 1346 18,0 1829</p><p>12,5 21 16,0 18,0 889 18,0 1372 19,0 1791</p><p>15,0 9 18,0 19,0 845 18,0 1372 19,0 1829</p><p>15,0 18 18,0 19,0 876 19,0 1372 21,2 1810</p><p>16,0 10 19,0 22,4 845 19,0 1372 22,4 1797</p><p>16,0 17 19,0 22,4 851 21,2 1372 22,4 1822</p><p>16,0 21 19,0 22,4 857 22,4 1346 22,4 1829</p><p>18,0 11 21,2 23,6 845 21,2 1372 23,6 1810</p><p>18,0 18 21,2 23,6 845 22,4 1372 23,6 1829</p><p>19,0 12 22,4 25,0 845 22,4 1372 25,0 1816</p><p>19,0 20 22,4 25,0 845 23,6 1372 26,5 1803</p><p>21,2 14 25,0 28,0 845 23,6 1372 28,0 1791</p><p>21,2 21 25,0 28,0 25,0 1372 28,0 1810</p><p>22,4 14 26,5 30,0 26,5 1340 30,0 1734</p><p>22,4 21 26,5 30,0 26,5 1365 30,0 1810</p><p>23,6 14 28,0 31,5 28,0 1327 31,5 1791</p><p>23,6 21 28,0 31,5 28,0 1359 31,5 1810</p><p>25,0 14 30,0 35,5 30,0 1314 35,5 1759</p><p>25,0 21 30,0 35,5 30,0 1346 35,5 1784</p><p>26,5 14 31,5 37,5 31,5 1314 37,5 1753</p><p>26,5 21 31,5 37,5 31,5 1334 37,5 1784</p><p>28,0 14 33,5 37,5 33,5 1314 37,5 1746</p><p>28,0 21 33,5 37,5 33,5 1321 37,5 1778</p><p>30,0 14 37,5 42,5 35,5 1314 42,5 1721</p><p>30,0 21 37,5 42,5 35,5 1314 42,5 1753</p><p>31,5 21 37,5 42,5 37,5 1314 42,5 1746</p><p>33,5 21 40,0 45,0 40,0 1314 45,0 1740</p><p>35,5 21 42,5 45,0 42,5 1314 45,0 1734</p><p>37,5 21 45,0 356 50,0 845 45,0 1314 50,0 1702</p><p>Espessura</p><p>do anel mais</p><p>baixo do costado</p><p>Altura máxima</p><p>do tanque</p><p>Nota: As dimensões ed e L podem variar dentro dos limites estabelecidos no item 6.3.7.</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>Cópia não autorizada</p><p>36 NBR 7821/1983</p><p>Figura 12 - Rebaixos para portas de limpeza</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 37</p><p>Tabela 19 - Bocas de visita no teto (ver Figura 13)</p><p>Figura 13 - Bocas de visita no teto</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9</p><p>Tamanho Diâmetro Diâmetro Diâmetro Número Diâmetro Diâmetro</p><p>da boca do pescoço da tampa do círculo de do furo no externo da</p><p>de visita dos parafusos teto ou na chapa de</p><p>parafusos chapa de reforço</p><p>Interno Externo reforço</p><p>DI DT DP DC DR</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm) DI DT (mm) (mm)</p><p>20 508 660 597 16 508 660 524 1067</p><p>24 610 762 698 20 610 762 626 1168</p><p>Diâmetro da junta</p><p>(mm)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>38 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 20 - Bocais flangeados do teto (ver Figura 14)</p><p>1 2 3 4 5</p><p>Tamanho nominal Diâmetro externo Diâmetro do furo Altura mínima do Diâmetro da chapa</p><p>do bocal do pescoço no teto ou na chapa bocal de reforço</p><p>de reforço</p><p>Dc H DR</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm)</p><p>1 1/2 48 51 152 127 (*)</p><p>2 60 64 152 178 (*)</p><p>3 89 92 152 229 (*)</p><p>4 114 117 152 279 (*)</p><p>6 168 171 152 381 (*)</p><p>8 219 225 152 457</p><p>10 273 279 203 559</p><p>12 324 330 203 610</p><p>(*) Para os bocais de tamanho 6 ou menores não é obrigatório o uso de chapas de reforço.</p><p>Notas:</p><p>1 - Os flanges de pescoço ou sobrepostos, devem estar conforme os requisitos exigidos na norma ANSI B.16.5.</p><p>2 - Os flanges cortados de chapa devem estar de acordo com as dimensões para os flanges sobrepostos</p><p>Figura 14 - Bocais flangeados do teto</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 39</p><p>Tabela 21 - Bocais rosqueados do teto</p><p>1 2 3</p><p>Diâmetro do furo Diâmetro externo da</p><p>na chapa do teto ou na chapa de reforço</p><p>chapa de reforço DP DR</p><p>mm mm</p><p>3/4 35 100 (*)</p><p>1 40 120 (*)</p><p>1 1/2 50 130 (*)</p><p>2 70 180 (*)</p><p>3 100 230 (*)</p><p>4 130 280 (*)</p><p>Tamanho</p><p>(*) Para bocais destes tamanhos não é obrigatório o uso de chapas de reforço, porém estas</p><p>podem ser usadas.</p><p>Figura 15 - Bocais rosqueados do teto</p><p>Cópia não autorizada</p><p>40 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 22 - Drenos de fundo</p><p>Diâmetro da bacia Profundidade Distância do centro Espessura da</p><p>Tamanho do dreno da bacia da bacia ao costado chapa da bacia</p><p>A B C e</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm)</p><p>2 610 300 1070 8</p><p>3 910 460 1520 9,5</p><p>4 1220 610 2060 9,5</p><p>6 1520 910 2590 11,2</p><p>Figura 16 - Drenos de fundo</p><p>Nota: Quando outros equipamentos ou conexões são fixados no centro do teto tanque, o suporte para andaime deverá ser locado o</p><p>mais próximo possível do centro.</p><p>Figura 17 - Suporte para andaimes</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 41</p><p>6.6.11 Escadas</p><p>a) os tanques até 6 m de altura podem ter escada</p><p>vertical com guarda-corpo; o guarda-corpo pode</p><p>ser dispensado até uma altura de 2 m;</p><p>b) os tanques acima de 6 m de altura devem ter es-</p><p>cadas inclinadas, com um patamar a cada 8 m de</p><p>altura;</p><p>c) os tanques de teto fixo devem ter guarda-corpo</p><p>na</p><p>periferia do teto até uma distância de aproxima-</p><p>damente 3 m para cada lado da escada de acesso</p><p>ao teto; onde houver outro ponto de operação</p><p>próximo à periferia, deve ser previsto um segmento</p><p>de guarda-corpo;</p><p>d) a largura mínima da escada deve ser 600 mm;</p><p>e) o ângulo máximo, com a horizontal, permitindo</p><p>para a escada é de 50º; recomenda-se que seja</p><p>adotado o mesmo ângulo de inclinação para as</p><p>escadas de um grupo de tanques na mesma área;</p><p>f) a profundidade mínima do degrau deve ser</p><p>200 mm;</p><p>g) sendo p o passo (distância horizontal entre as</p><p>bordas dianteiras de dois degraus consecutivos)</p><p>e h a altura entre dois degraus consecutivos, deve</p><p>ser obedecida a seguinte relação (ver Figura 18);</p><p>610 mm ≤ 2 h + p ≤ 660 mm;</p><p>h) os degraus devem ser feitos de material antider-</p><p>rapante como chapa xadrez, metal expandido,</p><p>grelha, etc.; a espessura mínima dos degraus deve</p><p>ser de 4,5 mm;</p><p>i) o corrimão da escada deve unir-se ao corrimão da</p><p>plataforma sem diferença apreciável de altura; a</p><p>altura do corrimão da escada em relação à borda</p><p>dianteira do degrau deve estar compreendida</p><p>entre 750 mm e 850 mm;</p><p>j) a distância máxima entre os suportes do corrimão</p><p>da escada, medidas na inclinação da mesma, deve</p><p>ser de 2500 mm;</p><p>k) a estrutura completa deve ser capaz de suportar</p><p>uma carga concentrada móvel de 450 kgf e o guar-</p><p>da-corpo deve ser capaz de suportar um esforço</p><p>de 90 kgf, aplicado em qualquer direção e em qual-</p><p>quer ponto do corrimão;</p><p>l) devem ser colocados corrimãos em ambos os</p><p>lados das escadas retas e também das escadas</p><p>helicoidais quando a sua distância ao costado do</p><p>tanque for superior a 200 mm;</p><p>m)as escadas helicoidais devem ser integralmente</p><p>suportadas pelo próprio tanque devendo o primeiro</p><p>degrau estar afastado do solo.</p><p>7 Fabricação</p><p>7.1 Generalidades</p><p>7.1.1 Mão-de-obra</p><p>a) todo o trabalho de fabricação deverá obedecer</p><p>aos requisitos desta Norma, salvo alternativas per-</p><p>missíveis, devidamente explicitadas pelo com-</p><p>prador; a mão-de-obra e o acabamento deverão</p><p>ser de primeira qualidade, e todas as etapas dos</p><p>serviços devem ser detalhadamente inspecio-</p><p>nadas pelo inspetor do fabricante, mesmo que o</p><p>comprador abra mão de qualquer parte da ins-</p><p>peção;</p><p>b) havendo necessidade de desempenar o material,</p><p>esta operação deverá ser executada por pren-</p><p>sagem ou outros métodos não prejudiciais ao mes-</p><p>mo e antes da traçagem e subseqüentes opera-</p><p>ções de acabamento; não é permitido o aqueci-</p><p>mento ou martelamento, a menos que o material</p><p>seja aquecido à temperatura de forjamento.</p><p>Notas:</p><p>1 - Deverá ser satisfeita a relação 610 mm ≤ 2h + p ≤ 660 mm.</p><p>2 - Ângulo a máximo 50°.</p><p>3 - Recomenda-se que seja adotado o mesmo ângulo de inclinação para as escadas de um grupo de tanques na mesma área.</p><p>Figura 18 - Correlação entre passo e altura dos degraus da escada</p><p>Cópia não autorizada</p><p>42 NBR 7821/1983</p><p>7.1.2 Acabamento das bordas das chapas</p><p>a) as bordas podem ser aparadas ou chanfradas com</p><p>tesoura, plaina, talhadeira ou máquina de corte a</p><p>oxigênio; o corte com tesoura deve ficar limitado</p><p>às chapas com espessura até 16 mm para juntas</p><p>sobrepostas e 9,5 mm para juntas de topo; esta li-</p><p>mitação pode ser estendida até 16 mm, desde que</p><p>aprovada pelo comprador;</p><p>b) quando as bordas das chapas forem cortadas a</p><p>oxigênio, a superfície resultante deve ser uniforme,</p><p>lisa e livre de rebarbas e escória antes da solda-</p><p>gem; para execução da solda não há necessidade</p><p>de remover a fina camada de ferrugem que per-</p><p>maneça nas bordas depois da limpeza com escova</p><p>de arame; as bordas circunferênciais das chapas</p><p>do teto e do fundo podem ser cortadas manual-</p><p>mente a oxigênio;</p><p>c) o tipo de chanfro feito nas bordas das chapas deve</p><p>ser adequado ao procedimento de soldagem que</p><p>for adotado na montagem do tanque, devendo ser</p><p>combinado previamente entre o fabricante e o</p><p>montador.</p><p>7.1.3 Tolerâncias dimensionais das chapas do costado7)</p><p>a) comprimento: ± 3 mm;</p><p>b) largura: ± 3 mm (medida em qualquer ponto, sendo</p><p>que a diferença máxima entre quaisquer duas</p><p>medições não poderá ser maior que 4 mm);</p><p>c) diferença entre diagonais de uma mesma chapa</p><p>(máx.); 4 mm8);</p><p>d) na calandragem das chapas: tomando-se um</p><p>gabarito com o comprimento de 2 m (medidos na</p><p>corda) as aberturas máximas entre o gabarito e a</p><p>chapa poderão ser as seguintes9):</p><p>- dentro de 1 m a partir das extremidades da chapa</p><p>(medidos na corda da chapa): 3 mm;</p><p>- entre os limites acima: 6 mm;</p><p>e) flechas medidas no sentido transversal das</p><p>chapas9):</p><p>- chapas com espessura até 12,5 mm: 12 mm</p><p>(máx.);</p><p>- chapas com espessura superior a 12,5 mm:</p><p>10 mm (máx.).</p><p>7.1.4 Calandragem das chapas do costado</p><p>As chapas que devem ser calandradas estão indicadas</p><p>na Tabela 23, de acordo com o diâmetro nominal do</p><p>tanque.</p><p>Tabela 23 - Espessura nominal das chapas do costado</p><p>em função do diâmetro nominal do tanque</p><p>Diâmetro nominal Espessura nominal das</p><p>do tanque chapas a calandrar</p><p>(m) (mm)</p><p>Até 12 4,75 ou maior</p><p>Mais de 12 até 18 9,5 ou maior</p><p>Mais de 18 até 36 12,5 ou maior</p><p>Mais de 36 16,0 ou maior</p><p>7.1.5 Marcação</p><p>Com exceção das chapas que não recebam nenhum aca-</p><p>bamento, todas as demais peças do tanque devem ser</p><p>marcadas antes do embarque de acordo com as indica-</p><p>ções dos desenhos de montagem. Quando a marcação</p><p>for feita por punção, deve-se usar punção com ponta ar-</p><p>redondada, evitando-se o uso de punção com pontas em</p><p>aresta viva.</p><p>7.1.6 Acondicionamento e transporte</p><p>As chapas e outros pertences do tanque devem ser acon-</p><p>dicionados e embarcados de maneira a evitar danos du-</p><p>rante o transporte. Peças pequenas, tais como parafusos,</p><p>porcas, acessórios, etc., devem ser encaixotados, ensa-</p><p>cados ou enlatados.</p><p>7.2 Inspeção de fabricação</p><p>a) o inspetor do comprador deve ter livre acesso às</p><p>dependências da oficina do fabricante onde esteja</p><p>sendo realizado algum trabalho referente ao con-</p><p>trato; o fabricante deve proporcionar ao inspetor,</p><p>livre de qualquer ônus, todas as facilidades ne-</p><p>cessárias para que seja verificada a obediência a</p><p>esta Norma, fazendo inclusive a qualificação de</p><p>soldadores e operadores na sua presença, se o</p><p>comprador assim o exigir de acordo com o espe-</p><p>cificado no item 12.2; os testes usuais realizados</p><p>pelas siderúrgicas deverão ser considerados como</p><p>suficientes para aprovar a qualidade do material</p><p>fornecido, exceto os casos das alíneas b e c a se-</p><p>guir; os certificados desses testes deverão ser for-</p><p>necidos quando solicitados pelo comprador;</p><p>b) a inspeção na oficina e os testes na usina não de-</p><p>sobrigarão o fabricante da responsabilidade de</p><p>substituir qualquer material defeituoso ou de re-</p><p>parar qualquer execução imperfeita que possa ser</p><p>observada no canteiro da obra durante a mon-</p><p>tagem;</p><p>c) qualquer material ou trabalho que de algum modo</p><p>não preencha os requisitos desta Norma deverá</p><p>7) Todas as tolerâncias aqui estabelecidas são os valores máximos exigíveis, podendo ser fixados valores menores por acordo prévio</p><p>entre o comprador e fabricante.</p><p>8) As medições das alíneas a, b e c devem ser realizadas antes da calandragem das chapas. As tolerâncias destas alíneas referem-se</p><p>a chapa com 6.000 mm de comprimento e 2.400 mm de largura. Para dimensões diferentes, as tolerâmcias deverão ser propor-</p><p>cionalmente diferentes.</p><p>9) As medições de calandragem e flecha devem ser feitas com as chapas na posição vertical.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 43</p><p>ser rejeitado pelo inspetor, e o material referido</p><p>não deverá mais ser utilizado em qualquer finalida-</p><p>de subordinada ao contrato; os materiais que apre-</p><p>sentarem defeitos graves após sua aceitação de</p><p>usina, após sua aceitação de fabricação ou durante</p><p>a montagem e testes dos tanques, deverão ser re-</p><p>jeitados; o fabricante deverá reparar os materiais</p><p>defeituosos, sempre que possível, ou notificar o</p><p>responsável pelo fornecimento do material para</p><p>que seja providenciada a sua reposição.</p><p>8 Fundações</p><p>Devem ser tomados os devidos cuidados para seleção</p><p>da localização do tanque, bem como para o projeto e</p><p>construção da sua fundação conforme tratado no Ane-</p><p>xo C a fim de assegurar uma sustentação adequada para</p><p>o tanque. A adequabilidade da</p><p>fundação é de respon-</p><p>sabilidade do comprador.</p><p>9 Montagem</p><p>9.1 Geral</p><p>a) a base do tanque, a não ser quando explicitado</p><p>em contrário na ordem de compra, será preparada</p><p>pelo comprador, se necessário através de uma fir-</p><p>ma especializada em fundações a base deve ser</p><p>uniforme e nivelada, e apresentar resistên-</p><p>cia suficiente para suportar o peso do tanque cheio</p><p>d’água ou do líquido a ser estocado se a densidade</p><p>for maior do que a unidade, além dos demais es-</p><p>forços que serão considerados no Anexo C; deve</p><p>ser observado que os recalques admissíveis na</p><p>base dependem do tipo de tanque, e portanto a</p><p>base deve ser projetada e construída de forma</p><p>que os recalques máximos esperados sejam com-</p><p>patíveis com os valores admissíveis para o tipo de</p><p>tanque que vai ser suportado; os tanques de teto</p><p>fixo admitem geralmente recalques maiores do que</p><p>os de teto flutuante; para os tanques de teto fixo,</p><p>os que têm o teto sem colunas admitem recalques</p><p>maiores do que os que possuem colunas; os re-</p><p>calques admissíveis para os tanques de teto flu-</p><p>tuante dependem essencialmente do tipo de teto</p><p>e do tipo de selo de vedação; exceto quando os</p><p>recalques forem muito pequenos, recomenda-se</p><p>que o fabricante do tanque seja previamente infor-</p><p>mado do valor máximo dos recalques esperados,</p><p>ou seja previamente consultado sobre o valor má-</p><p>ximo dos recalques que o tanque de sua fabricação</p><p>pode admitir (sobre este assunto veja também o</p><p>Anexo C);</p><p>b) caberá ao montador fornecer toda mão-de-obra,</p><p>ferramentas, máquinas de solda, andaimes, equi-</p><p>pamentos de segurança para o pessoal, e outros</p><p>necessários para montar o tanque e deixá-lo em</p><p>condições de imediata utilização;</p><p>c) nenhuma tinta ou material estranho será usado</p><p>entre as superfícies em contato na construção do</p><p>tanque;</p><p>d) salvo indicação contrária na ordem de compra,</p><p>não caberá ao montador a pintura de qualquer</p><p>parte do tanque: costado (interna ou externa-</p><p>mente), estruturas, fundo, teto e acessórios;</p><p>e) não será permitida a abertura de furos para auxiliar</p><p>a montagem;</p><p>f) as orelhas ou quaisquer outras peças provisórias</p><p>soldadas ao tanque para facilitar a montagem de-</p><p>vem ser removidas sem deixar vestígios e a chapa</p><p>de base não deve ser cortada nem sofrer qualquer</p><p>dano;</p><p>g) enquanto não for concluída a montagem e solda-</p><p>gem do costado, inclusive a colocação do teto (nos</p><p>tanques de teto fixo), ou do anel de contraventa-</p><p>mento (nos tanques de teto flutuante), deve haver</p><p>permanentemente no costado um escoramento ou</p><p>estaiamento adequado, para evitar o risco de co-</p><p>lapso das chapas por ação do vento ou do peso</p><p>próprio.</p><p>9.2 Soldagem</p><p>9.2.1 Geral</p><p>a) os tanques e suas estruturas devem ser soldados</p><p>pelos processos de solda a arco, a arco submerso,</p><p>a arco protegido com gás, ou “eletro-slag”, empre-</p><p>gando-se o equipamento adequado; o processo</p><p>de solda “eletro-slag” só poderá ser usado quando</p><p>houver acordo entre o fabricante, o montador e o</p><p>comprador; a soldagem poderá ser manual, auto-</p><p>mática ou semi-automática de acordo com os pro-</p><p>cedimentos de soldagem, e executada por solda-</p><p>dores ou por operadores, todos qualificados, se-</p><p>gundo o Capítulo 12 desta Norma;</p><p>b) não se procederá à soldagem quando as partes a</p><p>serem soldadas estiverem molhadas; sob a ação</p><p>de ventos fortes a soldagem só será efetuada se o</p><p>soldador e a obra estiverem devidamente prote-</p><p>gidos; para chapas com espessuras superiores a</p><p>32 mm será feito um ligeiro pré-aquecimento de</p><p>forma a aquecer o metal base a uma temperatura</p><p>quente ao tato, numa região envolvida por uma</p><p>circunferência de raio igual a 75 mm e cujo centro</p><p>é o ponto onde a solda terá início; para qualquer</p><p>espessura, nos casos de soldas em que a tempe-</p><p>ratura ambiente for igual ou menor que 0°C, deve</p><p>ser feito o pré-aquecimento acima citado;</p><p>c) cada passe de solda simples ou múltiplo, deve ser</p><p>devidamente limpo de escórias ou outras impure-</p><p>zas antes da aplicação do passe subseqüente;</p><p>d) deve haver boa concordância, sem mordeduras,</p><p>entre as superfícies do cordão e do metal de base;</p><p>apenas para o caso de juntas de topo horizontais</p><p>podem ser toleradas mordeduras com profundi-</p><p>dade de até 1 mm, sujeitas porém, às restrições do</p><p>item 6.3.5 desta Norma;</p><p>e) quando as superfícies a soldar estiverem no mes-</p><p>mo plano, a altura máxima do reforço de solda</p><p>deve estar de acordo com o indicado na Tabe-</p><p>la 24;</p><p>Cópia não autorizada</p><p>44 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 24 - Altura máxima do reforço de solda em</p><p>função da espessura da chapa</p><p>Espessura da chapa Altura máxima do</p><p>reforço de solda</p><p>(mm) (mm)</p><p>Até 12,5 1</p><p>Maior que 12,5 até 25,0 2</p><p>Maior que 25,0 3</p><p>f) em todas as juntas sobrepostas, as chapas devem</p><p>ser mantidas em perfeito contato durante toda a</p><p>soldagem;</p><p>g) o método proposto pelo montador para manter as</p><p>chapas na posição de soldagem deve ser subme-</p><p>tido à aprovação do inspetor do comprador;</p><p>h) os pontos de solda nas juntas verticais do costado</p><p>e na união das chapas do costado ao fundo devem</p><p>ser retirados quando for feita a soldagem manual</p><p>definitiva; os pontos de solda empregados para a</p><p>fixação das chapas não precisam ser removidos</p><p>quando for empregado o processo por arco sub-</p><p>merso; deverão, no entanto, estar bem limpos e li-</p><p>vres de escórias e materiais estranhos; os pontos</p><p>de solda empregados para a fixação das chapas</p><p>do fundo, do teto e nas juntas circunferênciais do</p><p>costado não necessitam ser removidos quando ti-</p><p>verem fusão completa com o metal de base e quan-</p><p>do os cordões subseqüentes tiverem também fu-</p><p>são completa com os pontos de solda; os pontos</p><p>de solda que não vierem a ser completamente re-</p><p>movidos antes da soldagem devem ser feitos por</p><p>soldador qualificado.</p><p>9.2.2 Soldagem do fundo</p><p>a) as chapas do fundo, depois de terem sido distribuí-</p><p>das e ponteadas, devem ser soldadas entre si</p><p>numa seqüência tal que resulte num mínimo de</p><p>distorção devido à contração e permita a obtenção</p><p>de uma superfície o mais possível isenta de empe-</p><p>nos e ondulações;</p><p>b) é recomendado que a seqüência de soldagem re-</p><p>ferida na alínea a, resultante da experiência do</p><p>montador, seja previamente submetida à aprova-</p><p>ção do fabricante e do comprador;</p><p>c) a solda do costado ao fundo deve estar pratica-</p><p>mente terminada antes que seja iniciada a con-</p><p>clusão das soldas das juntas do fundo que foram</p><p>deixadas abertas a fim de compensar a contração</p><p>de outras soldas previamente executadas;</p><p>d) as chapas do costado podem ser alinhadas por</p><p>grampos metálicos fixados às chapas do fundo, e</p><p>o costado pode ser ponteado ao fundo antes que</p><p>seja iniciada a soldagem contínua da borda inferior</p><p>das chapas do costado com as chapas do fundo.</p><p>9.2.3 Soldagem do costado</p><p>a) as chapas a serem unidas por solda de topo devem</p><p>ser cuidadosamente ajustadas e mantidas em po-</p><p>sição durante a operação de soldagem; o desa-</p><p>linhamento das juntas verticais concluídas não de-</p><p>ve exceder o maior dos valores a seguir:</p><p>10% da espessura da chapa</p><p>2 mm</p><p>b) nas juntas de topo horizontais, já concluídas, a</p><p>chapa superior não deve projetar-se, em qualquer</p><p>ponto, além da face da chapa inferior, mais do que</p><p>20% da espessura da chapa superior, valor este</p><p>limitado a 3 mm; excetuam-se os casos em que a</p><p>espessura da chapa superior é menor do que</p><p>8 mm, quando é permitida uma projeção de até</p><p>2 mm;</p><p>c) o lado inverso de juntas verticais e horizontais</p><p>duplamente soldadas de topo deve ser cuidadosa-</p><p>mente limpo de modo a expor uma superfície satis-</p><p>fatória para fusão com o metal a ser adicionado;</p><p>esta limpeza pode ser feita por esmeril, bedame,</p><p>corte com eletrodo de carvão, ou por outros méto-</p><p>dos aceitáveis pelo inspetor do comprador; no caso</p><p>de soldagem por arco submerso a limpeza será</p><p>conforme os requisitos estabelecidos no Código</p><p>ASME, Seção IX.</p><p>9.2.4 Teto</p><p>a) as chapas do teto, depois de terem sido distri-</p><p>buídas e ponteadas, devem ser soldadas entre si</p><p>numa seqüência tal que resulte num mínimo de</p><p>distorção devido à contração e permita a obtenção</p><p>de uma superfície o mais possível isenta de em-</p><p>penos e ondulações;</p><p>b) é recomendado que a seqüência de soldagem re-</p><p>ferida na alínea a, resultante da experiência do</p><p>montador, seja previamente</p><p>submetida à aprova-</p><p>ção do fabricante e do comprador.</p><p>9.3 Tolerâncias dimensionais</p><p>9.3.1 Verticalidade</p><p>a) a falta-de-prumo máxima permissível entre o topo</p><p>e o fundo do costado não deve exceder 1/200 da</p><p>altura total do tanque;</p><p>b) a falta-de-prumo em uma chapa do costado não</p><p>deve exceder os valores especificados como tole-</p><p>râncias para as siderúrgicas, encontrados nas</p><p>Tabelas 14 ou 15 da Especificação ASTM A6, ou</p><p>nas Tabelas 10 ou 13 da Especificação ASTM A20,</p><p>qualquer que seja a aplicável.</p><p>9.3.2 Circunferência</p><p>Raios medidos a partir de 300 mm acima da solda de</p><p>canto entre o fundo e o costado não devem exceder as</p><p>seguintes tolerâncias:</p><p>Faixa de diâmetros (m) Tolerância radial (mm)</p><p>0 a 12, exclusive ± 15</p><p>12 a 45, exclusive ± 20</p><p>45 a 75, exclusive ± 25</p><p>Acima de 75 ± 35</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 45</p><p>9.3.3 Barriga</p><p>Barrigas horizontais ou verticais, medidas por intermédio</p><p>de gabarito de 1000 mm de comprimento, não devem ex-</p><p>ceder 15 mm.</p><p>9.3.4 Medições</p><p>As medições acima referidas devem ser feitas antes do</p><p>teste hidrostático.</p><p>Nota: O propósito das tolerâncias definidas no item 9.3 é garantir</p><p>um tanque com uma aparência aceitável e possibilitar o</p><p>funcionamento correto dos tetos flutuantes; estas tolerân-</p><p>cias poderão ser ultrapassadas desde que o comprador e</p><p>o fabricante estejam de acordo.</p><p>9.4 Inspeção, teste e reparos</p><p>9.4.1 Inspeção de solda</p><p>a) soldas de topo: a inspeção de qualidade das juntas</p><p>horizontais do costado, quando exigida a pene-</p><p>tração total, e das juntas verticais do costado, deve</p><p>ser feita pelo método radiográfico, como indicado</p><p>no Capítulo 10 desta Norma; para juntas horizon-</p><p>tais do costado onde não seja exigida a penetração</p><p>total, a inspeção poderá ser feita pelo método de</p><p>seccionamento como indicado no Capítulo 11 des-</p><p>ta Norma; sempre que a inspeção visual indicar</p><p>soldas não satisfatórias entre as chapas do cos-</p><p>tado, a aceitação ou rejeição do trabalho deve ser</p><p>baseada na análise das áreas duvidosas por um</p><p>dos métodos acima citados;</p><p>b) soldas em ângulo: a inspeção das soldas em ân-</p><p>gulo será visual; sempre que este exame indicar</p><p>soldas não satisfatórias, a aceitação ou rejeição</p><p>do trabalho deve ser baseada no corte de tais áreas</p><p>por meio de talhadeiras com ponta arredondada;</p><p>c) custos: todos os custos de radiografias e de repa-</p><p>ros devem correr por conta do montador; caso o</p><p>inspetor, a serviço do comprador, exija radiografias</p><p>em quantidades superiores às especificadas no</p><p>Capítulo 10 desta Norma, ou mais de um corte em</p><p>cada 30 m de solda de ângulo, sem que sejam</p><p>revelados quaisquer defeitos, estes custos adicio-</p><p>nais correrão por conta do comprador.</p><p>9.4.2 Teste do fundo do tanque</p><p>Após a soldagem das chapas do fundo do tanque, este</p><p>deve ser testado pela aplicação de vácuo às juntas usan-</p><p>do espuma de sabão, óleo de linhaça ou outro material</p><p>adequado para indicação de vazamentos, conforme es-</p><p>pecificado no item 9.4.9 desta Norma.</p><p>9.4.3 Teste do costado</p><p>Após a conclusão de todas as soldas do costado e antes</p><p>de se conectar qualquer tubulação, o tanque deve ser</p><p>testado por um dos seguintes métodos:</p><p>a) teste hidrostático do costado: este teste se desti-</p><p>na à verificação de vazamentos, pelo enchimento</p><p>completo do tanque com água; a temperatura míni-</p><p>ma da água deverá ser compatível com o material</p><p>utilizado para as chapas do costado como espe-</p><p>cificado na Tabela 1, do item 5.1.1; para tanques</p><p>de teto fixo, a altura da coluna de água deve ultra-</p><p>passar de 50 mm o topo da cantoneira de reforço</p><p>da borda superior do costado; para tanques sem</p><p>teto ou de teto flutuante a altura da coluna de água</p><p>não deve ultrapassar o topo da cantoneira de re-</p><p>forço da borda superior do costado, ou a parte infe-</p><p>rior de qualquer ladrão que limite a altura de en-</p><p>chimento; o enchimento do tanque deve ser feito</p><p>de forma controlada como descrito a seguir, para</p><p>evitar que possa ocorrer uma ruptura na fundação</p><p>do tanque; quando especificado pelo comprador,</p><p>para o primeiro tanque testado em um determinado</p><p>local recomenda-se fazer medições e registros dos</p><p>recalques da fundação, utilizando-se de meios</p><p>adequados; os serviços de medição e registro dos</p><p>recalques de fundação, correrão por conta do com-</p><p>prador ou do empreiteiro da fundação; depen-</p><p>dendo dos resultados que forem obtidos nesse</p><p>primeiro teste, esses cuidados poderão ser rela-</p><p>xados, ou, pelo contrário, feitos com maior rigor</p><p>para os demais tanques no mesmo local; para as</p><p>medições de nível devem ser marcados, no mínimo,</p><p>quatro pontos ao longo da circunferência para os</p><p>tanques com diâmetros até 25 m, e 8 pontos para</p><p>os tanques com diâmetros maiores; quando as</p><p>condições do solo forem boas e os recalques</p><p>esperados forem pequenos, o tanque poderá ser</p><p>enchido até a metade, o mais rapidamente</p><p>possível, dependendo do seu volume e das</p><p>possibilidades de bombeamento e de suprimento</p><p>de água; em seguida, antes de se prosseguir no</p><p>enchimento, deverão ser medidos os pontos de</p><p>referência de nível para se verificar se houve algum</p><p>recalque exagerado ou desigual; em caso</p><p>negativo, o tanque poderá ser enchido até 3/4 do</p><p>volume, quando então deverão ser feitas novas</p><p>medições de nível; desde que os recalques con-</p><p>tinuem por igual e dentro dos limites esperados, o</p><p>tanque poderá ser enchido até o final, e novamente</p><p>deverão ser medidos os níveis; a carga completa</p><p>de água deverá ser mantida por 48 horas, no mí-</p><p>nimo; caso os níveis mantenham-se sensivelmente</p><p>constantes, o tanque poderá ser esvaziado; desde</p><p>que o comportamento da base desse primeiro tan-</p><p>que seja satisfatório, para os demais tanques no</p><p>mesmo local poderão ser dispensadas as me-</p><p>dições de nível com 1/2 e 3/4 do enchimento; em</p><p>terrenos fracos, onde puderem ser esperados re-</p><p>calques da ordem de 30 cm, ou quando for</p><p>possível a ocorrência de deslizamentos, a ve-</p><p>locidade de enchimento do tanque deverá ser bem</p><p>menor; o início do enchimento deverá ser feito a</p><p>não mais do que 0,6 m por dia, até o nível da água</p><p>atingir cerca de 3,0 m, quando deverá ser inter-</p><p>rompido o enchimento, e anotadas diariamente as</p><p>medições nos pontos de referência de nível, para</p><p>acompanhar a variação dos recalques com o tem-</p><p>po; quando o acréscimo diário dos recalques</p><p>começar a diminuir, pode-se prosseguir o en-</p><p>chimento do tanque, acrescentando-se cada dia</p><p>uma quantidade menor de água, desde que as</p><p>medições de nível mostrarem que os recalques</p><p>Cópia não autorizada</p><p>46 NBR 7821/1983</p><p>estão diminuindo a cada novo aumento de carga;</p><p>quando o enchimento do tanque estiver próximo</p><p>do final, a admissão de água deverá ser feita pela</p><p>manhã, depois de uma primeira verificação dos</p><p>níveis, para que se possa ter o dia inteiro para</p><p>acompanhar os recalques, e também a possibi-</p><p>lidade de esvaziar o tanque caso haja um acrés-</p><p>cimo anormal nos recalques; em solos fracos, esse</p><p>teste pode se prolongar por bastante tempo, e nes-</p><p>se caso o montador do tanque deverá ser avisado</p><p>no pedido de compra dos tanques para as devidas</p><p>providências no seu cronograma de teste e entrega</p><p>dos tanques; os dados de natureza e espessura</p><p>das diversas camadas do subsolo, obtidos em</p><p>sondagens, poderão fornecer alguma indicação</p><p>para a altura inicial de enchimento e as pausas</p><p>necessárias; quando necessário deverão ser pre-</p><p>vistos meios para o rápido esvaziamento do tan-</p><p>que, sem que sejam afetados a base do tanque e</p><p>os terrenos vizinhos10) e 11).</p><p>b) outros métodos: embora seja preferível que o teste</p><p>do costado seja feito como especificado na alínea</p><p>anterior, permite-se, nos casos em que não haja</p><p>disponibilidade adequada de água, que o teste</p><p>seja feito por um dos métodos a seguir indicados:</p><p>- pintando-se todas as juntas, pelo lado interno,</p><p>com um óleo de grande penetração e exami-</p><p>nando-se cuidadosamente, a parte externa do</p><p>costado em busca de vazamentos;</p><p>- aplicando-se vácuo em qualquer lado das juntas</p><p>ou pressão de ar internamente conforme</p><p>estabelecido para o teste do teto no item 9.4.4</p><p>desta Norma examinando-se cuidadosamente</p><p>a ocorrência de vazamento em qualquer junta;</p><p>- qualquer combinação dos métodos estipulados</p><p>nas duas subalíneas acima.</p><p>9.4.4 Teste do</p><p>teto</p><p>Após a montagem, o teto do tanque que deve ser testado</p><p>aplicando-se pressão interna de ar, ou vácuo externo, às</p><p>juntas, usando espuma de sabão, óleo de linhaça ou</p><p>outro material adequado para a detecção de vazamentos,</p><p>a força resultante da pressão interna não deve ultrapassar</p><p>o peso das chapas do teto.</p><p>9.4.5 Reparos</p><p>a) todos os defeitos encontrados nas soldas devem</p><p>ser mostrados ao inspetor do comprador e deve</p><p>obter-se sua permissão antes de iniciar-se o re-</p><p>paro; todos os reparos feitos devem ser submetidos</p><p>à aprovação deste inspetor;</p><p>b) os vazamentos pequenos e porosidades nas jun-</p><p>tas do fundo do tanque podem ser reparados</p><p>aplicando-se um cordão de solda adicional sobre</p><p>a área defeituosa; outros defeitos ou trincas nas</p><p>juntas do fundo do tanque devem ser reparados</p><p>como indicado na alínea f) deste item;</p><p>c) todos os defeitos, trincas ou vazamentos nas juntas</p><p>do costado ou nas que ligam o costado ao fundo</p><p>do tanque devem ser reparados de acordo com a</p><p>alínea f) deste item;</p><p>d) pequenos vazamentos nas juntas do teto podem</p><p>ser corrigidos por calafetagem mecânica, mas na</p><p>ocorrência de considerável porosidade nas juntas,</p><p>ou de trincas, deve ser feito o reparo por meio de</p><p>solda adicional sobre as regiões afetadas; a ca-</p><p>lafetagem mecânica não será permitida em qual-</p><p>quer outro reparo;</p><p>e) os reparos dos defeitos revelados pelo teste</p><p>hidrostático devem ser feitos com o nível d’água,</p><p>no mínimo a 300 mm abaixo do ponto a ser repa-</p><p>rado, ou com o tanque vazio, se o reparo estiver</p><p>no fundo do tanque ou próximo ao fundo do tan-</p><p>que; nenhuma solda deve ser feita em qualquer</p><p>tanque a menos que todas as linhas que se ligam</p><p>a ele tenham sido desligadas e fechadas com flan-</p><p>ge cego; nenhum reparo deve ser iniciado num</p><p>tanque que contenha ou que tenha contido pe-</p><p>tróleo ou derivados até que ele tenha sido esvazia-</p><p>do, limpo e desgaseificado de maneira garantida;</p><p>nenhum reparo deve ser feito pelo montador em</p><p>um tanque que tenha contido petróleo ou deriva-</p><p>dos, exceto quando aprovado por escrito pelo com-</p><p>prador e em presença de um inspetor por ele cre-</p><p>denciado;</p><p>f) os defeitos nas soldas serão reparados removen-</p><p>do-se a zona defeituosa, mecanicamente ou por</p><p>fusão, de um ou de ambos os lados das juntas, se</p><p>necessário, e soldando-se novamente; basta que</p><p>seja removido o material estritamente necessário</p><p>para a correção dos defeitos; todos os reparos de</p><p>solda depois de completados deverão ser exami-</p><p>nados pelo mesmo processo usado na detecção</p><p>do defeito.</p><p>9.4.6 Limpeza</p><p>Após a montagem, o montador deve remover todos os</p><p>detritos conseqüentes, deixando o local tão limpo como</p><p>encontrado, e transportando a sucata para o local indi-</p><p>cado pelo comprador.</p><p>9.4.7 Inspeção</p><p>a) o inspetor do comprador deve ter livre acesso a</p><p>qualquer hora e qualquer lugar onde se estejam</p><p>realizando trabalhos relacionados com a mon-</p><p>tagem do tanque; o montador deve fornecer, sem</p><p>ônus, condições de trabalho razoáveis ao inspetor</p><p>para que este possa se assegurar que o trabalho</p><p>está sendo executado de acordo com esta Norma;</p><p>10) Recomenda-se muito para que no teste hidrostático não seja empregada água salgada, salobra ou qualquer outra água agressiva.</p><p>Nos casos em que não for possível seguir essa recomendação, o interior do tanque deve ser cuidadosamente lavado e esgotado</p><p>depois do teste para evitar a ação corrosiva.</p><p>11) Chama-se atenção para a possibilidade de contaminação do tanque com produtos de petróleo, que poderá resultar em incêndio,</p><p>quando é utilizada a própria tubulação ligada ao tanque para o enchimento do mesmo com água.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 47</p><p>b) qualquer material ou mão-de-obra estará sujeito</p><p>às exigências de substituição do item 7.2-c);</p><p>c) os materiais danificados por execução defeituosa</p><p>de trabalhos ou por outra causa qualquer, devem</p><p>ser rejeitados; o fabricante ou montador, conforme</p><p>o caso, será notificado por escrito e deverá repor</p><p>imediatamente o material e/ou providenciar a mão-</p><p>de-obra necessária para a correção do defeito.</p><p>9.4.8 Aceitação</p><p>A aceitação do tanque só poderá ser feita após verificação</p><p>de que todas as exigências desta Norma foram satisfeitas.</p><p>9.4.9 Testes a vácuo</p><p>a) o teste a vácuo pode ser convenientemente exe-</p><p>cutado com uma caixa metálica de teste (largu-</p><p>ra: 150 mm, comprimento: 750 mm) com uma tam-</p><p>pa de vidro; o fundo aberto deve ser selado contra</p><p>a superfície do tanque com uma junta de espuma</p><p>de borracha; a caixa deve ter conexões, válvulas</p><p>e manômetros adequados;</p><p>b) para fazer-se o teste recobre-se com solução de</p><p>espuma de sabão ou com óleo de linhaça um tre-</p><p>cho de aproximadamente 750 mm de cordão de</p><p>solda; a caixa de teste deve ser colocada sobre a</p><p>solda e o vácuo deve ser então aplicado à caixa; a</p><p>presença de porosidade na solda é indicada pelo</p><p>borbulhamento ou espuma produzida pelo ar</p><p>succionado através do cordão de solda;</p><p>c) o vácuo pode ser produzido na caixa por qualquer</p><p>método adequado;</p><p>d) o manômetro deve indicar, pelo menos, um vácuo</p><p>de 100 mm Hg (0,14 kgf/cm2).</p><p>10 Método radiográfico de inspeção das juntas do</p><p>costado</p><p>10.1 Aplicação</p><p>A inspeção radiográfica por Raios X ou Raios Gama res-</p><p>tringe-se aos casos de juntas do costado que devem ter</p><p>soldas de penetração total e fusão completa, particu-</p><p>larmente às juntas verticais do costado, as quais estão</p><p>sujeitas aos maiores esforços devidos ao peso e à pres-</p><p>são do conteúdo do tanque. Não será requerido o exame</p><p>radiográfico das soldas das chapas do teto, ou do fundo,</p><p>da solda ligando o teto à cantoneira de reforço da borda</p><p>superior do tanque, da solda entre esta e o costado, da</p><p>solda entre o costado e o fundo, bem como das soldas</p><p>das conexões. O método radiográfico também não é reco-</p><p>mendado para outras juntas em que não sejam espe-</p><p>cificadas penetração e fusão completas.</p><p>10.2 Preparação para exame</p><p>Na preparação de juntas soldadas de topo para exame</p><p>radiográfico, os respingos da solda ou outras irregu-</p><p>laridades da superfície, de ambos os lados da junta e das</p><p>chapas devem ser removidos por um processo mecânico</p><p>adequado. A remoção deve ser tal que as irregularidades</p><p>remanescentes não prejudiquem a interpretação da ra-</p><p>diografia resultante. Também a superfície da solda deve</p><p>concordar suavemente com a superfície da chapa. A su-</p><p>perfície acabada do reforço de solda deve estar rente</p><p>com as chapas ou ter uma curvatura uniforme com altura</p><p>de acordo com as indicadas na Tabela 24 (ver item</p><p>9.2.1-e) desta Norma).</p><p>10.3 Quantidade e localização das radiografias</p><p>a) as radiografias devem ser tiradas do seguinte</p><p>modo:</p><p>- juntas verticais: para cada soldador ou operador</p><p>de máquina automática de soldagem deve ser</p><p>tirada uma radiografia dos primeiros três metros</p><p>de solda das juntas verticais de cada tipo e es-</p><p>pessura; em prosseguimento, independen-</p><p>temente do número de soldadores ou operadores</p><p>em trabalho, uma radiografia adicional deve ser</p><p>tirada em cada 30 metros ou fração de junta verti-</p><p>cal do mesmo tipo e espessura; no mínimo 25%</p><p>dos pontos selecionados devem estar nas in-</p><p>terseções de juntas verticais com juntas hori-</p><p>zontais, com um mínimo de duas interseções</p><p>deste tipo por tanque;</p><p>- juntas horizontais: deve ser tirada uma radiografia</p><p>nos primeiros três metros de solda horizontal do</p><p>mesmo tipo e espessura (baseado na espessura</p><p>da chapa mais fina da junta), independentemente</p><p>do número de soldadores ou operadores em</p><p>trabalho; em continuação, deve-se tirar uma ra-</p><p>diografia para cada 60 metros adicionais, ou fra-</p><p>ção, de juntas horizontais do mesmo tipo e es-</p><p>pessura;</p><p>- para efeito do especificado neste item, as chapas</p><p>são consideradas como tendo a mesma espes-</p><p>sura quando a diferença das espessuras</p><p>nominais for inferior a 0,75 mm;</p><p>- quando forem montados dois ou mais tanques</p><p>no mesmo local e pelo mesmo montador, simul-</p><p>taneamente ou consecutivamente, o número de</p><p>radiografias pode ser baseado no comprimento</p><p>global de solda do mesmo tipo e espessura em</p><p>cada grupo de tanques, ao invés de o ser por</p><p>tanque separadamente.</p><p>b) uma vez que o mesmo soldador ou operador de</p><p>máquina automática de solda, pode ou não soldar</p><p>ambos os lados da mesma junta de topo, permite-</p><p>se inspecionar o trabalho de dois soldadores ou</p><p>operadores com uma única radiografia , se eles</p><p>soldarem os lados opostos de uma mesma junta</p><p>de topo; quando uma dessas radiografias for rejei-</p><p>tada deve ser determinado, através de outras ra-</p><p>diografias, a qual dos soldadores ou operadores</p><p>deve-se o defeito observado;</p><p>c) tanto quanto possível, um número igual de ra-</p><p>diografias deve ser tirado do trabalho de cada</p><p>soldador ou operador, exceto quando a sua quanti-</p><p>dade de trabalho for muito inferior à média do</p><p>grupo;</p><p>Cópia não autorizada</p><p>48 NBR 7821/1983</p><p>d) os pontos a serem radiografados podem ser de-</p><p>terminados pelo inspetor do comprador;</p><p>e) à medida que os trabalhos de solda forem sendo</p><p>concluídos, as radiografias devem ser tiradas tão</p><p>cedo quanto possível.</p><p>10.4 Filme</p><p>Cada radiografia deve mostrar nitidamente um com-</p><p>primento mínimo de 75 mm de cordão de solda. O filme</p><p>deve estar centrado na solda e deve ter altura suficiente</p><p>para permitir uma colocação adequada das marcas de</p><p>identificação e dos indicadores de espessura ou pene-</p><p>trômetros.</p><p>10.5 Procedimento</p><p>A solda deve ser radiografada com uma técnica que tenha</p><p>suficiente sensibilidade para indicar as características do</p><p>penetrômetro tal qual descrito no item 10.6; o penetrômetro</p><p>a ser usado deve ser selecionado de acordo com a es-</p><p>pessura da solda a ser examinada.</p><p>10.6 Penetrômetros</p><p>a) como verificação da técnica radiográfica em-</p><p>pregada, deve-se usar um indicador de espessura</p><p>ou penetrômetro com tamanho e forma substan-</p><p>cialmente de acordo com o mostrado na Figu-</p><p>ra 19; recomenda-se que esses penetrômetros</p><p>sejam protegidos por película de plástico;</p><p>b) as espessuras dos penetrômetros serão as in-</p><p>dicadas na Tabela 25, a seguir os penetrômetros</p><p>padrões serão limitados pelas espessuras e iden-</p><p>tificados por número; os algarismos deverão ter,</p><p>no mínimo, 2,4 mm de altura;</p><p>c) como verificação da técnica radiográfica empre-</p><p>gada, os penetrômetros serão usados da seguinte</p><p>maneira, a fim de verificar se as exigências estão</p><p>sendo seguidas:</p><p>- a qualidade da radiografia será avaliada pela</p><p>imagem de um penetrômetro adequadamente</p><p>localizado;</p><p>- o penetrômetro será colocado do lado mais</p><p>próximo à fonte emissora de radiação;</p><p>- um penetrômetro será usado para cada expo-</p><p>sição, colocado de forma tal a ficar num plano</p><p>perpendicular ao feixe de radiação; cada pe-</p><p>netrômetro representará uma área de densidade</p><p>radiográfica essencialmente uniforme; a ava-</p><p>liação dessa uniformidade é feita usando um</p><p>densitômetro ou fita de comparação de den-</p><p>sidade; deverão ser usados penetrômetros adi-</p><p>cionais sempre que a densidade do filme sair da</p><p>faixa de - 15% a + 30% da densidade através do</p><p>penetrômetro; o valor da densidade H & D, me-</p><p>dida pelo método de Hurter-Driffield, deverá ser</p><p>de, no mínimo 1,3 para um exame por filme único</p><p>e 1,8 para um exame composto de exposições</p><p>de filme duplo;</p><p>- o material do penetrômetro deverá ter caracte-</p><p>rísticas radiográficas similares às do metal da</p><p>solda em exame; poderá ser usado qualquer aço,</p><p>preferivelmente o aço inoxidável;</p><p>- o penetrômetro será colocado adjacente ao cor-</p><p>dão de solda; se o reforço de solda e/ou o cobre-</p><p>junta não for removido, deverá ser colocado sob</p><p>o penetrômetro, um calço de material radiogra-</p><p>ficamente similar ao material de adição; a</p><p>espessura desse calço deve ser tal que a es-</p><p>pessura total a ser radiografada sob o pene-</p><p>trômetro, seja igual à espessura total do cordão</p><p>de solda, incluindo o cobre-junta se este não foi</p><p>removido; a escolha da espessura do pene-</p><p>trômetro deve ser baseada na espessura me-</p><p>tálica total sob o penetrômetro, inclusive o calço;</p><p>- cada penetrômetro terá três orifícios, um dos quais</p><p>terá o diâmetro igual a duas vezes a espessura</p><p>do penetrômetro porém nunca inferior a 1,5 mm;</p><p>os diâmetros dos outros dois orifícios serão se-</p><p>lecionados pelo fabricante; estes dois últimos</p><p>furos terão normalmente os diâmetros respecti-</p><p>vamente iguais a três e quatro vezes a espessu-</p><p>ra do penetrômetro mas não precisam ser in-</p><p>feriores a 1,5 mm (embora se admitam furos de</p><p>menores diâmetros); estes furos serão passantes,</p><p>perpendiculares à superfície e sem chanfros; para</p><p>espessuras de soldas inferiores a 13 mm o pe-</p><p>netrômetro deverá ter além dos três furos um</p><p>rasgo de 6 mm de comprimento por 0,25 mm de</p><p>largura; a maior dimensão deste rasgo será</p><p>paralela à direção longitudinal do cordão de</p><p>solda;</p><p>- o rasgo, quando necessário, e os furos, deverão</p><p>estar delineados na radiografia, como definido</p><p>na subalínea a seguir:</p><p>- as imagens dos números de identificação, do</p><p>contorno do penetrômetro e do furo de diâmetro</p><p>menor, são todos índices essenciais para ava-</p><p>liação da qualidade da radiografia e deverão</p><p>aparecer claramente na mesma, exceto com re-</p><p>lação aos penetrômetros 5,7 e 10, para os quais</p><p>o rasgo deve aparecer claramente enquanto que</p><p>o furo menor poderá não aparecer; a diferença</p><p>de densidade ótica entre a imagem do furo, ou</p><p>do rasgo, e a imagem do penetrômetro será a</p><p>mesma que a observada entre as áreas adja-</p><p>centes do filme e as extremidades do pene-</p><p>trômetro.</p><p>10.7 Localização do filme</p><p>Durante a exposição, o filme deve ser colocado tão pró-</p><p>ximo quanto possível da superfície da solda.</p><p>10.8 Defeitos em filmes</p><p>Todas as radiografias devem ser isentas de defeitos de</p><p>revelação e arranhões que interfiram com a sua inter-</p><p>pretação correta.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 49</p><p>Figura 19 - Penetrômetros (Indicador de qualidade da imagem)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>50 NBR 7821/1983</p><p>d) porosidade em excesso da considerada aceitável,</p><p>como especificado a seguir:</p><p>- a área total de porosidade determinada do filme</p><p>radiográfico não deverá ser maior do que</p><p>1,52e mm2 em qualquer 150 mm de solda, onde</p><p>e é a espessura da solda; se o comprimento de</p><p>solda examinado for menor que 150 mm, a área</p><p>total de porosidade permissível deverá ser re-</p><p>duzida proporcionalmente; a dimensão máxima</p><p>de cada poro deve ser de 0,20e ou 3 mm, usando-</p><p>se o menor destes dois valores; no caso de um</p><p>poro isolado cuja distância ao poro adjacente</p><p>seja de 25 mm ou mais, a máxima dimensão do</p><p>poro poderá ser de 0,30e ou 6 mm, usando-se o</p><p>menor dos dois valores; imagens escuras de for-</p><p>ma aproximadamente circulares ou ovalizadas</p><p>deverão ser consideradas como porosidades</p><p>para os fins desta Norma;</p><p>- os padrões de porosidade das Figuras 20 a 23</p><p>mostram vários tipos de indicações ao acaso de</p><p>porosidades de dimensões variadas e uniformes;</p><p>estes padrões mostram a porosidade máxima</p><p>aceitável para cada espessura; os padrões</p><p>representam radiografias de 150 mm de compri-</p><p>mento em tamanho natural, e não devem ser am-</p><p>pliados ou reduzidos; as distribuições de poro-</p><p>sidade indicadas nesses padrões não são ne-</p><p>cessariamente as que aparecerão, mas são tipi-</p><p>camente representativas da quantidade e dimen-</p><p>sões de distribuições permissíveis; quando as</p><p>indicações de porosidade diferirem conside-</p><p>ravelmente dos padrões, as quantidades e di-</p><p>mensões reais dos poros devem ser avaliadas e</p><p>a área total de porosidade calculada;</p><p>- em qualquer comprimento de 25 mm ou 2e (o</p><p>menor desses dois valores), admite-se uma con-</p><p>centração de porosidade de até quatro vezes</p><p>àquela permitida na alínea d) do item 10.11; to-</p><p>davia, o cômputo de área total dos poros em qual-</p><p>quer 150 mm de solda deverá incluir essa con-</p><p>centração de poros;</p><p>- admite-se uma porosidade alinhada desde que</p><p>a soma dos diâmetros dos poros não seja superior</p><p>a e em um comprimento 12e ou 150 mm, preva-</p><p>Tabela 25 - Espessura e designação do penetrômetro em função da espessura da solda</p><p>Espessura da solda Espessura do Designação do</p><p>penetrômetro (E) penetrômetro</p><p>(mm) (mm)</p><p>Até 6,4 0,127 5</p><p>Acima de 6,4 até 9,5 inclusive 0,19 7</p><p>Acima de 9,5 até 12,7 inclusive 0,25 10</p><p>Acima de 12,7 até 16 inclusive 0,32 12</p><p>Acima de 16 até 19 inclusive 0,38 15</p><p>Acima de 19 até 22 inclusive 0,45 17</p><p>Acima de 22 até 25 inclusive 0,50 20</p><p>Acima de 25 até 32 inclusive 0,64 25</p><p>Acima de 32 até 38 inclusive 0,75 30</p><p>10.9 Marcas de identificação e de referência</p><p>Devem ser</p><p>colocadas marcas de identificação ao lado do</p><p>cordão de solda e do lado oposto do penetrômetro. A</p><p>localização das marcas deve estar precisa e permanente-</p><p>mente indicada na superfície externa da estrutura e perto</p><p>da solda, de modo que um defeito que apareça na ra-</p><p>diografia possa ser facilmente localizado. Deve haver tam-</p><p>bém em cada filme uma marca adequada de referência.</p><p>As imagens de todas essas marcas devem aparecer</p><p>nitidamente nas radiografias.</p><p>10.10 Julgamento das radiografias</p><p>Antes de qualquer reparo de solda, as radiografias de-</p><p>vem ser submetidas ao inspetor do comprador com as</p><p>informações que ele possa vir a solicitar, sobre a técnica</p><p>radiográfica empregada.</p><p>10.11 Padrões de radiografias</p><p>Devem ser julgadas inaceitáveis as seções de soldas cu-</p><p>jas radiografias apresentem qualquer um dos seguintes</p><p>defeitos:</p><p>a) qualquer trinca, fusão incompleta ou penetração</p><p>incompleta;</p><p>b) qualquer inclusão alongada tendo um compri-</p><p>mento maior que 2/3 da espessura da chapa mais</p><p>fina da junta; contudo, independentemente da es-</p><p>pessura das chapas, nenhuma inclusão pode ser</p><p>maior que 19 mm; as inclusões menores que</p><p>6 mm não devem ocasionar rejeição de qualquer</p><p>solda;</p><p>c) qualquer grupo de inclusões em linha, em que a</p><p>soma das maiores dimensões de todas estas in-</p><p>clusões seja maior que e (espessura da chapa</p><p>mais fina da junta), em um comprimento de seis</p><p>vezes tal espessura, exceto quando cada um dos</p><p>espaços individuais entre inclusões seja maior do</p><p>que três vezes o comprimento da mais comprida</p><p>das inclusões adjacentes; quando o comprimento</p><p>da radiografia for menor que 6e, a soma total per-</p><p>missível dos comprimentos de todas as inclusões</p><p>deve ser proporcionalmente menor que e, desde</p><p>que os limites da solda defeituosa estejam cla-</p><p>ramente definidos;</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 51</p><p>lecendo o menor desses valores; todavia, cada</p><p>poro deve ser separado por uma distância de,</p><p>no mínimo, seis vezes o diâmetro do maior poro</p><p>adjacente; a área dos poros que constituem uma</p><p>porosidade alinhada deverá também ser incluída</p><p>no cômputo da área total permissível em qualquer</p><p>150 mm de comprimento de solda;</p><p>- as indicações de porosidades permissíveis para</p><p>espessuras de soldas intermediárias àquelas</p><p>mostradas nos padrões, podem ser avaliadas</p><p>por comparação com a indicação dada para a</p><p>espessura imediatamente inferior ou por cálculo,</p><p>conforme a Tabela 26.</p><p>10.12 Determinação dos limites das soldas defeituosas</p><p>Quando a seção de solda radiografada for inaceitável</p><p>por qualquer uma das razões expostas no item 10.11 e</p><p>os limites de solda defeituosa não estiverem definidos na</p><p>radiografia, devem-se tirar duas radiografias adjacentes</p><p>da região duvidosa. Todavia, se a primeira radiografia</p><p>mostrar pelo menos 75 mm de solda aceitável entre o</p><p>defeito e uma das extremidades do filme, não é necessário</p><p>tirar uma nova radiografia a partir dessa extremidade. Se</p><p>a solda em qualquer dos trechos adjacentes não satisfizer</p><p>os requisitos do item 10.11, trechos adicionais adjacentes</p><p>deverão ser radiografados até que seja possível</p><p>determinar os limites da solda inaceitável, ou o montador</p><p>poderá optar pela substituição total da solda efetuada</p><p>pelo soldador ou operador daquela junta. Se a solda for</p><p>substituída, o inspetor poderá exigir uma radiografia tirada</p><p>de um lugar qualquer por ele escolhido em qualquer outra</p><p>junta onde o mesmo soldador tenha executado a</p><p>soldagem. Caso essa radiografia adicional não atenda</p><p>aos requisitos do item 10.11 os limites de solda defeituosa</p><p>inaceitável deverão ser determinados como explicado</p><p>acima. Essas radiografias adicionais devem ter um</p><p>comprimento mínimo de 75 mm.</p><p>Figura 20 - Radiografia - Padrão de porosidade</p><p>Cópia não autorizada</p><p>52 NBR 7821/1983</p><p>Figura 21 - Radiografia - Padrão de porosidade</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 53</p><p>Figura 22 - Radiografia - Padrão de porosidade</p><p>Cópia não autorizada</p><p>54 NBR 7821/1983</p><p>Figura 23 - Radiografia - Padrão de porosidade</p><p>Tabela 26 - Indicações de porosidades máximas permissíveis em radiografias por 150 mm de solda</p><p>Espessura da Área total da Poros Grande Poros médios Poros finos</p><p>solda porosidade</p><p>permissível Tamanho Quantidade Tamanho Quantidade Tamanho Quantidade</p><p>(mm) (mm2) (mm) (mm) (mm)</p><p>3,18 4,839 - - - - 0,36 49</p><p>6,35 9,678 - - 0,64 31 0,351 100</p><p>12,70 19,356 2,54 4 0,79 40 0,495 101</p><p>19,05 29,034 3,18 4 0,86 50 0,61 99</p><p>25,40 38,712 3,18 5 0,99 50 0,698 101</p><p>38,10 58,068 3,18 7 1,22 50 0,86 99</p><p>44,45 67,746 3,18 8 1,588 50 0,94 99</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 55</p><p>10.13 Reparos de soldas defeituosas</p><p>a) os defeitos nas soldas serão reparados removen-</p><p>do-se a zona defeituosa mecanicamente ou por</p><p>fusão de um ou de ambos os lados da junta, se</p><p>necessário, e soldando-se novamente; basta que</p><p>seja removido o material estritamente necessário</p><p>para a correção dos defeitos;</p><p>b) todos os reparos de solda depois de executados</p><p>deverão ser examinados pela repetição do proce-</p><p>dimento descrito neste Capítulo.</p><p>10.14 Registro de exames radiográficos</p><p>a) o montador deve fazer um cadastro de todas as</p><p>radiografias com sua marca de identificação, num</p><p>desenho de desenvolvimento do costado;</p><p>b) após concluída a construção do tanque o com-</p><p>prador ficará de posse dos filmes.</p><p>11 Método de seccionamento para inspeção de</p><p>juntas horizontais do costado</p><p>11.1 Campo de aplicação</p><p>Os ensaios destrutivos de seccionamento aplicam-se so-</p><p>mente ao caso das juntas horizontais do costado de tan-</p><p>ques para as quais não tenha sido especificado fusão e</p><p>penetração completas. Não é necessário usar este mé-</p><p>todo para soldas entre o fundo do tanque e o primeiro</p><p>anel do costado, soldas da cantoneira de topo ao costado</p><p>ou ao teto e soldas de bocas de visita e outros acessórios</p><p>ao tanque.</p><p>11.2 Corpos-de-prova de seccionamento</p><p>Os corpos-de-prova são discos cortados de modo a retirar</p><p>parte de ambas as chapas da junta soldada, obtendo-se</p><p>portanto, duas seções transversais completas da junta</p><p>soldada. O corte deverá ser feito com uma ferramenta de</p><p>corte cilíndrico.</p><p>11.3 Número e localização dos corpos-de-prova</p><p>a) modo de executar o corte:</p><p>- deve-se cortar um corpo-de-prova dos primeiros</p><p>três metros de junta horizontal de cada tipo e es-</p><p>pessura (baseada na espessura da chapa mais</p><p>grossa), independentemente do número de sol-</p><p>dadores ou operadores de máquinas de solda</p><p>utilizados no trabalho; um corpo-de-prova</p><p>adicional deve ser cortado para cada 60 metros</p><p>de juntas horizontais do mesmo tipo e espessura;</p><p>- com relação ao item anterior, as chapas devem</p><p>ser consideradas como tendo a mesma espes-</p><p>sura quando a diferença das espessuras espe-</p><p>cificadas ou de projeto não exceder a 0,75 mm;</p><p>- quando forem montados dois ou mais tanques</p><p>no mesmo local, simultânea ou consecutiva-</p><p>mente, pela mesma firma montadora, para um</p><p>mesmo comprador, o número de corpos-de-</p><p>prova pode ser baseado no comprimento global</p><p>da solda do mesmo tipo e espessura em cada</p><p>grupo de tanques, ao invés de o ser em cada</p><p>tanque de per si.</p><p>b) uma vez que o mesmo soldador ou operador de</p><p>máquina automática de solda, pode ou não soldar</p><p>ambos os lados da mesma junta de topo, permite-</p><p>se inspecionar o trabalho de dois soldadores ou</p><p>operadores com um único corpo-de-prova, mas</p><p>se o mesmo for rejeitado, deve ser determinado</p><p>através de outros corpos-de-prova, se o defeito</p><p>observado deve-se a um ou a ambos soldadores</p><p>ou operadores;</p><p>c) tanto quanto possível, um número igual de corpos-</p><p>de-prova deve ser tirado do trabalho de cada sol-</p><p>dador ou operador exceto quando a quantidade</p><p>de trabalho de um soldador for muito inferior à mé-</p><p>dia do grupo;</p><p>d) a localização dos corpos-de-prova deve ser de-</p><p>terminada pelo inspetor do comprador;</p><p>e) os corpos-de-prova devem ser tirados à medida</p><p>que o trabalho se desenvolve, tão logo seja pos-</p><p>sível.</p><p>11.4 Dimensões dos corpos-de-prova</p><p>a) o diâmetro dos corpos-de-prova não deve ser me-</p><p>nor que a largura da solda acabada mais 3 mm</p><p>com um mínimo de 13 mm;</p><p>b) o corpo-de-prova deve ser retirado do centro da</p><p>solda de tal maneira que, no mínimo, 1,5 mm da</p><p>chapa original acompanhe o corpo-de-prova de</p><p>cada lado</p><p>do mesmo.</p><p>11.5 Preparação dos corpos-de-prova</p><p>a) sem nenhum acabamento ou preparação da super-</p><p>fície de corte, o corpo-de-prova será atacado por</p><p>imersão em uma solução aquosa a 50% de HCl</p><p>(ácido clorídrico) em ebulição até se obter uma</p><p>definição completa da estrutura da solda (isso deve</p><p>ocorrer em aproximadamente 30 minutos);</p><p>b) para preservar o aspecto das superfícies atacadas</p><p>dever-se-á lavar os corpos-de-prova em água do-</p><p>ce, remover o excesso de água, imergí-los em</p><p>álcool, secá-los, podendo-se em seguida prote-</p><p>ger as superfícies atacadas com uma camada fina</p><p>de verniz transparente.</p><p>11.6 Inspeção de corpos-de-prova</p><p>a) os corpos-de-prova tratados quimicamente devem</p><p>ser examinados para se verificar a quantidade de</p><p>defeitos da solda tais como porosidade, inclusões,</p><p>mordeduras de solda, fusão incompleta entre a</p><p>solda e o metal base e penetração insuficiente;</p><p>Cópia não autorizada</p><p>56 NBR 7821/1983</p><p>b) as superfícies atacadas dos corpos-de-prova não</p><p>devem apresentar trincas, e devem apresentar fu-</p><p>são completa, entre o metal de adição e o de base,</p><p>e penetração na profundidade especificada;</p><p>c) as inclusões de escórias podem ser permitidas</p><p>quando estiverem situadas entre as camadas de</p><p>solda, substancialmente paralelas à superfície da</p><p>chapa e sua largura não exceder à metade da lar-</p><p>gura da solda; quando ocorrerem, transversal-</p><p>mente à espessura da chapa, só podem ser admi-</p><p>tidas quando não forem maiores do que 10% da</p><p>espessura da chapa mais fina;</p><p>d) as porosidades são permitidas desde que a área</p><p>total de todos os poros não exceda 2% da área da</p><p>seção da solda, nenhum poro tenha qualquer di-</p><p>mensão superior a 1,5 mm, e não se tenha mais</p><p>de um poro de dimensão máxima para cada cm2</p><p>da área da seção da solda;</p><p>e) se algum corpo-de-prova apresentar defeitos de</p><p>solda inaceitáveis, outros corpos-de-prova devem</p><p>ser retirados do trabalho feito pelo mesmo solda-</p><p>dor ou operador, nas distâncias aproximadamen-</p><p>te iguais a 60 cm de cada lado do local do primeiro;</p><p>caso algum destes corpos-de-prova adicionais</p><p>apresente defeitos inaceitáveis, mais corpos de-</p><p>vem ser cortados a intervalos de aproximadamen-</p><p>te 60 cm, até que os limites de solda defeituosa te-</p><p>nham sido estabelecidos definitivamente, a menos</p><p>que o montador substitua toda solda executada</p><p>pelo soldador em questão.</p><p>11.7 Reparo de soldas defeituosas</p><p>a) os defeitos nas soldas serão reparados removen-</p><p>do-se a zona defeituosa mecanicamente ou por</p><p>fusão de um ou de ambos os lados da junta, se</p><p>necessário, e soldando-se novamente; basta que</p><p>seja removido o material estritamente necessário</p><p>para a correção dos defeitos;</p><p>b) todos os reparos de solda depois de executados</p><p>deverão ser examinados pela repetição do proce-</p><p>dimento descrito neste Capítulo.</p><p>11.8 Fechamento dos cortes</p><p>Todos os cortes feitos nas juntas do costado para exame</p><p>pelo método de seccionamento devem ser fechados pelo</p><p>montador. O fechamento dos cortes será feito por qualquer</p><p>um dos métodos abaixo que seja aplicável:</p><p>a) qualquer espessura de chapa: os cortes podem</p><p>ser fechados inserindo-se um disco no furo, numa</p><p>posição intermediária entre as superfícies da chapa</p><p>mais fina; a espessura deste disco não deve ser</p><p>superior à quarta parte da espessura da chapa</p><p>mais fina, nem deve ser inferior a 3 mm e este dis-</p><p>co terá um diâmetro tal que feche o melhor possível</p><p>o furo; as bordas do furo, na sua parte superior,</p><p>serão chanfradas em ambas as faces, para permitir</p><p>uma boa soldagem; ambas as faces do disco serão</p><p>completamente cobertas com o metal de adição</p><p>fundindo-se a borda do disco com a chapa e fa-</p><p>zendo-se com que as superfícies da solda fiquem</p><p>substancialmente aplainadas com as superfícies</p><p>da chapa;</p><p>b) espessura da chapa mais fina igual ou inferior a</p><p>1/3 do diâmetro do furo: os cortes podem ser fecha-</p><p>dos completamente com solda, depositada pelo</p><p>lado externo do tanque; antes da soldagem, colo-</p><p>ca-se um cobrejunta do lado interno do tanque,</p><p>sobre a abertura, chanfrando-se a parte superior</p><p>externa do furo (como mostra a Figura 24) de modo</p><p>a permitir o depósito adequado de solda; o co-</p><p>brejunta deve ser removido posteriormente;</p><p>c) espessura da chapa mais fina compreendida entre</p><p>1/3 e 2/3 do diâmetro do furo: os cortes podem ser</p><p>fechados completamente com solda depositada</p><p>por ambos os lados do costado do tanque; antes</p><p>de iniciar a soldagem deve-se chanfrar em “V” a</p><p>parte superior do furo como mostra a Figura 25;</p><p>d) espessura da chapa mais fina inferior a 22 mm: os</p><p>cortes podem ser fechados com solda do lado ex-</p><p>terno do costado do tanque; antes de se executar</p><p>a solda deve ser colocado na abertura um cobre-</p><p>junta, do lado interno do costado; este cobrejunta</p><p>deverá ser retirado posteriormente; alternativa-</p><p>mente, poderá ser colocado um disco de 3 mm de</p><p>espessura no fundo da abertura; em qualquer caso</p><p>devem ser feitos dois sulcos horizontais, no lado</p><p>externo da chapa, partindo do furo, em sentidos</p><p>opostos com uma inclinação de 2:3 (ver Figu-</p><p>ra 26); os sulcos devem ter largura suficiente para</p><p>garantir uma conicidade até o fundo do furo de</p><p>modo a permitir um perfeito enchimento com solda;</p><p>e) qualquer espessura de chapa: os cortes podem</p><p>ser fechados com solda aplicada de ambos os la-</p><p>dos do costado; antes de se executar a solda deve</p><p>ser colocado na abertura um disco com espessura</p><p>de no máximo 3 mm, na linha média da chapa</p><p>mais fina e serem feitos sulcos horizontais, em am-</p><p>bos os lados da chapa, em sentidos opostos com</p><p>uma inclinação de 2:3 (ver Figura 27); os sulcos</p><p>devem ter largura suficiente para garantir uma coni-</p><p>cidade até a linha média da chapa mais fina.</p><p>11.9 Registro de corpos-de-prova</p><p>a) os corpos-de-prova, após sua retirada, devem ser</p><p>marcados devidamente ou etiquetados para iden-</p><p>tificação; depois de terem sido atacados quimica-</p><p>mente, os corpos-de-prova devem ser guardados</p><p>em local apropriado e sob registro, anotando-se a</p><p>posição de origem no tanque, bem como os nomes</p><p>dos soldadores ou operadores de máquinas de</p><p>solda que realizaram a solda;</p><p>b) deve ser feito pelo montador um registro de todos</p><p>os corpos-de-prova, com suas marcas de identi-</p><p>ficação, em um desenho de desenvolvimento do</p><p>costado do tanque;</p><p>c) os corpos-de-prova pertencerão ao comprador,</p><p>salvo acordo em contrário.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 57</p><p>Figura 24 - Fechamento dos cortes nas juntas quando a espessura das chapas ou da chapa mais fina for igual ou</p><p>menor do que 1/3 do diâmetro do furo (item 11.8-(b))</p><p>Figura 25 - Fechamento dos cortes nas juntas quando a espessura das chapas ou da chapa mais fina estiver</p><p>compreendida entre 1/3 e 2/3 do diâmetro do furo (item 11.8-(c))</p><p>Cópia não autorizada</p><p>58 NBR 7821/1983</p><p>Figura 26 - Fechamento dos cortes nas juntas quando a espessura das chapas ou da chapa mais fina for igual ou</p><p>menor do que 22 mm (Solda do lado externo do costado) (item 11.8 -(d))</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 59</p><p>Figura 27 - Fechamento dos cortes nas juntas, com solda aplicada em ambos os lados do costado (item 11.8-(e))</p><p>Cópia não autorizada</p><p>60 NBR 7821/1983</p><p>12 Qualificação dos procedimentos de soldagem,</p><p>de soldadores e operadores</p><p>12.1 Qualificação dos procedimentos de soldagem</p><p>a) o fabricante e o montador devem realizar testes</p><p>de seus procedimentos de soldagem para demons-</p><p>trar a adequabilidade na produção e atendimento</p><p>dos requisitos especificados;</p><p>b) as especificações para cada procedimento de sol-</p><p>da devem ser qualificadas de acordo com as regras</p><p>dadas na qualificação de solda, Seção IX, da última</p><p>edição do Código ASME “Boiler and Pressure</p><p>Vessel Code”, exceto as citadas na alínea c) deste</p><p>item para juntas horizontais, e alínea d) deste item</p><p>para materiais não listados na Seção IX da su-</p><p>pracitada publicação;</p><p>c) a soldagem das juntas de topo horizontais do costa-</p><p>do que não necessitem de penetração completa,</p><p>devem ter o processo de soldagem qualificado</p><p>apenas pelo teste de tração em seção reduzida;</p><p>deve dar valores superiores a 63% da resistência</p><p>mínima à tração do material de origem;</p><p>d) todos os materiais listados nos itens 5.1, 5.3, 5.4,</p><p>5.5; item E.2 do Anexo E,</p><p>Espessura</p><p>máxima da chapa: 37,5 mm.</p><p>Para chapas de reforço do costado ou para flanges podem</p><p>ser usadas chapas com espessuras acima de 37,5 mm,</p><p>mas não superiores a 75,0 mm, em tanques construídos</p><p>de acordo com esta Norma e com o Anexo E da mesma,</p><p>desde que as chapas preencham os requisitos especi-</p><p>ficados na Tabela 30 do Anexo E desta Norma.</p><p>ASTM A-537 Chapas de Aço-carbono-Manga-</p><p>nês-Silício Tratadas Termica-</p><p>mente para Vasos de Pressão.</p><p>Grau A Somente</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>37,5 mm</p><p>Para chapas de reforço do costado ou para flanges podem</p><p>ser usadas chapas com espessuras acima de 37,5 mm,</p><p>mas não superiores a 50,0 mm, em tanques construídos</p><p>de acordo com esta Norma e com o Anexo E da mesma,</p><p>desde que as chapas preencham os requisitos espe-</p><p>cificados na Tabela 30 do Anexo E desta Norma.</p><p>Nota: Chapas fabricadas de acordo com esta espe-</p><p>cificação podem ser fornecidas sem teste</p><p>de impacto.</p><p>ASTM A-573 Chapas de Aço-carbono Estru-</p><p>tural com Tenacidade Melhora-</p><p>da. Grau 70</p><p>Requisitos:</p><p>Tensão de escoamento (min):</p><p>30 kgf/mm2</p><p>Tensão de ruptura (máx):</p><p>63 kgf/mm2</p><p>ASTM A-662 Chapas de Aço-carbono Manga-</p><p>nês para Vasos de Pressão para</p><p>Serviços em Temperaturas Bai-</p><p>xas e Moderadas. Grau B so-</p><p>mente</p><p>Espessura máxima da chapa:</p><p>37,5 mm</p><p>NBR 5002 Chapas Grossas de Aço-carbono</p><p>para Caldeiras e Outros Vasos de</p><p>Pressão, para Trabalho em Alta</p><p>Temperatura. Graus 3, 4 e 5.</p><p>Chapas de aço carbono com adições de cobre poderão</p><p>ser usadas desde que especificadas pelo comprador. O</p><p>fabricante deve indicar na sua proposta a especificação</p><p>(ou especificações) das chapas que pretende utilizar.</p><p>Chama-se atenção para o fato de que o aço carbono so-</p><p>fre uma considerável queda na sua ductilidade quando</p><p>submetido a baixas temperaturas, ficando sujeito ao risco</p><p>de fraturas frágeis catastróficas. A probabilidade de ocor-</p><p>rência dessas fraturas é tanto maior quanto mais baixa</p><p>for a temperatura do metal, e quanto maiores forem as</p><p>espessuras da chapa, o nível de tensões no material, o</p><p>tamanho dos grãos e o teor de carbono no aço. Em ope-</p><p>ração normal dificilmente existe esse perigo para um</p><p>tanque, porque os produtos de petróleo são em geral es-</p><p>tocados em temperaturas acima da temperatura de</p><p>transição dos aços carbono. Pode entretanto haver um</p><p>sério risco durante o teste hidrostático, não só porque o</p><p>nível de tensões no material é mais elevado, como princi-</p><p>palmente porque a temperatura da água do teste pode</p><p>estar bastante baixa em lugares de clima frio. A ocorrência</p><p>de fraturas frágeis pode ser evitada adotando-se um aço</p><p>carbono de melhor qualidade, que tenha uma temperatura</p><p>de transição mais baixa. Recomenda-se portanto que para</p><p>tanques importantes, nos quais se justifique uma segu-</p><p>rança adicional, sejam empregadas para o costado</p><p>chapas de acordo com a Tabela 1 em função da tempe-</p><p>ratura mínima esperada para a água do teste hidrostático.</p><p>5.1.2 Chapas Finas</p><p>ASTM A-570 Chapas Finas e Tiras de Aço-car-</p><p>bono Laminado a Quente de Qua-</p><p>lidade Estrutural. Grau C apenas</p><p>NBR 6649 e NBR 6650 Chapas Finas de Aço-</p><p>carbono para Usos Es-</p><p>truturais. Graus CF-24 e</p><p>CF-26.</p><p>Chapas de aço carbono com adições de cobre poderão</p><p>ser usadas desde que especificadas pelo comprador. O</p><p>fabricante deve indicar na sua proposta a especificação</p><p>(ou especificações) das chapas que pretende utilizar.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>4 NBR 7821/1983</p><p>1 - Escotilhas de medição</p><p>2 - Chapa do teto</p><p>3 - Câmara de espuma</p><p>4 - Respiro</p><p>5 - Caixas de selagem de gases</p><p>6 - Régua externa do medidor de bóia</p><p>7 - Bocas de visita no teto</p><p>8 - Corrimão do teto</p><p>9 - Plataforma da escada</p><p>10 - Escada helicoidal de costado</p><p>11 - Corrimão</p><p>12 - Dreno de fundo</p><p>13 - Boca de visita no costado</p><p>14 - Termômetro</p><p>15 - Saída de condensado</p><p>16 - Bocais de entrada e saída de produto</p><p>17 - Entrada de vapor de aquecimento</p><p>18 - Tubulação de espuma</p><p>19 - Porta de limpeza</p><p>20 - Chapa do fundo</p><p>21 - Misturador</p><p>22 - Costado</p><p>Figura 1 - Tanque e acessórios - Terminologia</p><p>Tabela 1 - Chapas de aço carbono para uso no costado de tanques nos quais se justifique segurança adicional</p><p>quanto a fraturas frágeis</p><p>Temperatura mínima Espessura da chapa (mm)</p><p>da água do teste</p><p>hidrostático Até 13,2 De 14,0 a 19,0 De 20,0 a 25,0 26,5 ou <</p><p>°C</p><p>-6 a zero ASTM A-283 Gr.C ASTM A-131 Gr.B ASTM A 516 Gr. 55</p><p>zero a 10 ASTM A-283 Gr.C ASTM A-131 Gr. B ASTM A 516 Gr.55</p><p>10 a 20 ASTM A-283 Gr. C ASTM A 131.Gr. B</p><p>Acima de 20 ASTM A-283 Gr. C</p><p>Cópia não autorizada</p><p>Cóp</p><p>ia i</p><p>mpre</p><p>ssa</p><p>pe</p><p>lo S</p><p>iste</p><p>ma C</p><p>EN</p><p>WIN</p><p>Cóp</p><p>ia i</p><p>mpre</p><p>ssa</p><p>pe</p><p>lo S</p><p>iste</p><p>ma C</p><p>EN</p><p>WIN</p><p>NBR 7821/1983 5</p><p>5.2 Eletrodos</p><p>Os eletrodos para soldagem manual devem atender às</p><p>exigências da norma AWS A-5.13) (classes AWS E-60XX</p><p>e E-70XX), obedecidas as características de corrente</p><p>elétrica, de polaridade e posição de soldagem, bem como</p><p>outras condições implícitas nesta norma técnica. Entre-</p><p>tanto, nos casos em que os materiais a serem soldados</p><p>possuam propriedades mecânicas superiores aos eletro-</p><p>dos aqui estabelecidos, deverão ser usadas classes de</p><p>eletrodos e procedimentos de forma a se conseguir uma</p><p>solda com propriedades compatíveis com as dos mate-</p><p>riais que serão soldados.</p><p>5.3 Perfis de aço laminado</p><p>Os perfis de aço laminado para fins estruturais devem</p><p>estar de acordo com a última edição das normas</p><p>NBR 6109, NBR 6351, NBR 6352, NBR 7007, NBR 7012,</p><p>NB-143, todas da ABNT; ASTM A-36 e com os padrões</p><p>do Manual do AISC para perfis I, H, U e cantoneiras de</p><p>abas iguais e desiguais. Perfis de aço com adições de</p><p>cobre poderão ser usados, desde que especificados pelo</p><p>comprador.</p><p>5.4 Tubos</p><p>5.4.1 Os pescoços das conexões ligadas a qualquer tu-</p><p>bulação devem ser fabricados com materiais que satis-</p><p>façam às especificações relacionadas a seguir:</p><p>- para tubos de diâmetro externo até 273 mm</p><p>(Tamanho 10): ASTM A-53 ou ABNT NBR 6321</p><p>(ASTM A-106);</p><p>- para tubos de diâmetro externo maior do que</p><p>273 mm (Tamanho 10): chapas ASTM A-285</p><p>Grau C, ASTM A-515 Grau 60, ou ASTM A-516,</p><p>qualquer Grau.</p><p>5.4.2 Para conexões não ligadas a tubulações admite-se</p><p>também o tubo feito de chapa ASTM A-283, Grau C.</p><p>5.4.3 Os tubos para estruturas podem ser de aço carbono,</p><p>conforme a especificação ASTM A-53, devendo o fabri-</p><p>cante discriminar o material que pretende usar.</p><p>5.4.4 As luvas devem ser de aço carbono forjado, con-</p><p>forme as especificações da ASTM A-181 ou A-105.</p><p>5.5 Flanges</p><p>Os flanges de bocais ligados a qualquer tubulação, quan-</p><p>do forjados, devem corresponder às exigências da espe-</p><p>cificação ASTM A 181; podem, ainda, ser fabricados de</p><p>chapas ASTM A-285 Grau C, ASTM A-515 Grau 60, respei-</p><p>tadas as espessuras máximas estabelecidas no item 5.1,</p><p>ou ASTM A-516 (qualquer espessura). Quanto às dimen-</p><p>sões e furações, os flanges até o tamanho 24 devem</p><p>obedecer à norma ANSI B 16.5 e os flanges maiores à</p><p>norma API-605 salvo quando o comprador especificar</p><p>em contrário. Não será permitido o uso de flanges fundi-</p><p>dos. Os flanges não ligados a tubulações poderão ser</p><p>fabricados de chapas cujos materiais estejam de acordo</p><p>com o item 5.1.1.</p><p>5.6 Parafusos e porcas</p><p>Os parafusos e as porcas usados para unir tubulações</p><p>devem estar de acordo com as especificações</p><p>ASTM A-193, Grau B-7 e ASTM A-194, Grau 2H,</p><p>respectivamente. Os parafusos e as porcas para todos os</p><p>outros fins poderão ser fabricados de acordo com a</p><p>especificação ASTM A-307. O comprador deve especificar</p><p>na ordem de compra o formato das cabeças dos parafusos</p><p>e das porcas, e se os parafusos e as porcas devem ter di-</p><p>mensões normais ou reforçadas (séries normal e pesada,</p><p>respectivamente).</p><p>6 Projeto</p><p>6.1 Ligações soldadas</p><p>6.1.1 As seguintes definições ficam estabelecidas:</p><p>a) solda de topo - solda executada entre duas peças</p><p>dispostas topo a topo; as faces das peças a serem</p><p>soldadas podem ser paralelas ou chanfradas;</p><p>b) solda de ângulo - solda de corte transversal aproxi-</p><p>madamente triangular, unindo duas superfícies</p><p>aproximadamente em ângulo reto, tais como as</p><p>juntas sobrepostas em “T” ou de quina;</p><p>c) solda de ângulo integral - solda de ângulo cuja</p><p>dimensão é igual à espessura da chapa (ou peça)</p><p>de menor espessura dentre as que estão sendo</p><p>e G.2 do Anexo G, são</p><p>aceitos como materiais do grupo P-Número 1, mes-</p><p>mo que tais materiais não estejam incluídos na</p><p>Tabela Q-11.1 da Seção IX do Código ASME -</p><p>“Boiler and Pressure Vessel Code”;</p><p>e) os inspetores aceitarão os certificados dos testes</p><p>de qualificação dos procedimentos de soldagem</p><p>apresentados pelos fabricantes ou montadores,</p><p>podendo exigir requalificação apenas quando,</p><p>comprovadamente, existirem dúvidas quanto à</p><p>adequabilidade do procedimento de solda; no caso</p><p>de o inspetor exigir uma requalificação, os custos</p><p>deste serviço incidirão sobre o comprador caso</p><p>seja comprovada a adequabilidade do proce-</p><p>dimento.</p><p>12.2 Qualificação de soldadores</p><p>a) o fabricante ou o montador deverá submeter a um</p><p>teste todos os soldadores designados para solda</p><p>manual e todos os operadores designados para</p><p>solda automática ou semi-automática, para veri-</p><p>ficar a capacidade de cada um em executar soldas</p><p>aceitáveis; os testes realizados por um fabricante</p><p>e/ou montador não servirão para qualificar esse</p><p>mesmo soldador ou operador para trabalhar com</p><p>outro fabricante e/ou montador;</p><p>b) os testes referidos no item 12.2 a) devem estar de</p><p>acordo com as especificações da seção IX do</p><p>Código ASME - “Boiler and Pressure Vessel Code”;</p><p>c) cada soldador ou operador deve ser identificado</p><p>pelo fabricante ou montador por um número, letra</p><p>ou sigla; esta marca de identificação deve ser es-</p><p>tampada, a intervalos menores que 1 m, em todos</p><p>os tanques, ao lado das soldas do costado e soldas</p><p>das chapas de reforço do costado feitas pelo sol-</p><p>dador ou operador; o fabricante ou o montador</p><p>poderá omitir esta marcação desde que adote um</p><p>registro dos soldadores ou operadores emprega-</p><p>dos em cada junta; este registro deve ficar à dispo-</p><p>sição do inspetor do comprador até a ocasião do</p><p>teste hidrostático;</p><p>d) o fabricante ou montador deve manter um registro</p><p>dos soldadores por ele empregados, mostrando a</p><p>data e o resultado do teste, e a marca de identifi-</p><p>cação de cada um; este registro deve ser certificado</p><p>pelo fabricante ou montador, e acessível ao inspe-</p><p>tor do comprador;</p><p>e) os inspetores podem não aceitar os certificados</p><p>dos testes de qualificação de soldadores ou ope-</p><p>radores apresentados pelos fabricantes ou mon-</p><p>tadores, e exigir um novo teste de qualificação</p><p>quando, comprovadamente, existirem dúvidas</p><p>quanto à capacidade do soldador ou operador.</p><p>13 Marcação</p><p>13.1 Os tanques construídos segundo esta Norma devem</p><p>ser identificados por uma placa de identificação trazendo</p><p>o nome do projetista, do fabricante e do montador e demais</p><p>dados, como mostra a Figura 28. No quadro “Anexos” de-</p><p>vem ser indicados os Anexos desta Norma porventura</p><p>utilizados no projeto, na fabricação e na montagem.</p><p>13.2 A placa de identificação deve ser fixada ao costado</p><p>do tanque, adjacente a uma porta de visita ou sobre a</p><p>parte superior da chapa de reforço de uma porta de visita.</p><p>Uma placa de identificação, montada diretamente sobre</p><p>o costado ou sobre a chapa de reforço de uma porta de</p><p>visita, deve ser fixada por soldagem ou brazagem contí-</p><p>nuas em toda a volta da placa. A placa de identificação</p><p>também pode ser rebitada, ou permanentemente fixada,</p><p>de uma outra forma, a uma chapa auxiliar de material se-</p><p>melhante ao do costado do tanque. A chapa auxiliar deve</p><p>ser soldada ao costado ou a uma chapa de reforço de</p><p>uma porta de visita, por um filete de solda contínuo em</p><p>toda a volta da chapa auxiliar. A placa de identificação</p><p>deve ser laminada ou fundida em metal não sujeito à cor-</p><p>rosão atmosférica.</p><p>13.3 Quando um tanque for projetado, fabricado e montado</p><p>por uma única companhia, o nome desta companhia deve</p><p>constar em todos os espaços da placa de identificação,</p><p>apropriados para caracterizar estas atividades.</p><p>14 Divisão de responsabilidades</p><p>A menos que haja um acordo em contrário, o projetista, o</p><p>fabricante e o montador são responsáveis respectivamen-</p><p>te pela correção e qualidade do projeto, da fabricação e</p><p>da montagem, de acordo com o especificado por esta</p><p>Norma. Recomenda-se que o projetista bem como o fabri-</p><p>cante acompanhem os serviços de montagem de modo a</p><p>se assegurar que o projeto esteja sendo fielmente obser-</p><p>vado e que as partes prefabricadas estejam sendo mon-</p><p>tadas de acordo com o planejamento e com as especifi-</p><p>cações desta Norma.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 61</p><p>Nota: A pedido do comprador ou a critério do fabricante, informações adicionais podem ser dadas na placa de identificação e o tamanho</p><p>pode ser aumentado proporcionalmente.</p><p>Figura 28 - Placa de identificação</p><p>/ANEXOS</p><p>Cópia não autorizada</p><p>62 NBR 7821/1983</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 63</p><p>Anexo A - Normas de referência</p><p>Entidade Símbolo da Título da norma</p><p>normalizadora norma</p><p>ABNT NBR 6648 Chapas Grossas de Aço-carbono de Baixa e Média Resistência</p><p>para Usos Estruturais</p><p>NBR 5002 Chapas Grossas de Aço-carbono para Caldeiras e outros Vasos de</p><p>Pressão, para Trabalho em Média e Alta Temperatura</p><p>NBR 6649 Chapas Finas a Frio de Aço-carbono para Uso Estrutural</p><p>NBR 6650 Chapas Finas a Quente de Aço-carbono para Uso Estrutural</p><p>NBR 5001 Chapas Grossas de Aço-carbono para Vasos de Pressão para</p><p>Trabalho a Temperaturas Moderadas e Baixas</p><p>NBR 6321 Tubos de Aço-carbono, sem Costura, para Serviços em Altas</p><p>Temperaturas</p><p>NBR 5006 Chapas Grossas de Aço-carbono de Baixa e Média Resistência</p><p>para Vasos de Pressão</p><p>NBR 11888 Bobinas Finas e Chapas Finas de Aço-carbono e de Aço Baixa Liga</p><p>e Alta Resistência - Requisitos Gerais</p><p>NBR 11889 Bobinas Grossas e Chapas Grossas de Aço-carbono e de Aço Baixa</p><p>Liga e Alta Resistência - Requisitos Gerais</p><p>NBR 6118 Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado</p><p>NBR 6120 Cargas para o Cálculo e Estruturas de Edifícios</p><p>NB-143 Cálculo de Estruturas de Aço, Constituídas por Perfis Leves</p><p>NBR 7012 Perfis I de Aço, Laminados a Quente</p><p>NBR 6351 Perfis U de Aço, Laminados a Quente</p><p>NBR 6109 Cantoneiras de Abas iguais, de Aço, Laminadas a Quente</p><p>NBR 6352 Cantoneiras de Abas Desiguais, de Aço, Laminadas a Quente</p><p>NBR 5874 Terminologia de Soldagem Elétrica</p><p>ANSI B 2.1 Pipe Threads (Except Dryseal)</p><p>B 16.5 Steel Pipe Flanges, Flanged Valves, and Fittings</p><p>API Std. 5L Specification for Line Pipe</p><p>Std.605 Large-Diameter Carbon Steel Flanges</p><p>Std.2000 Venting Atmospheric and Low-Pressure Storage Tanks</p><p>ASME Seção IX Welding and Brazing Qualification</p><p>ASTM A 6 General Requirements for Rolled Steel Plates, Shapes, Sheet Piling</p><p>and Bars for Structural Use</p><p>ASTM A 20 General Requirements for Steel Plates for Pressures Vessels</p><p>A 36 Structural Steel</p><p>A 53 Pipe, Steel, Black and Hot-Dipped, Zinc-Coated Welded and</p><p>Peamless</p><p>A 105 Forgings, Carbon Steel, for Piping Components</p><p>A 106 Seamless Carbon Steel Pipe for High-Temperature Service</p><p>/continua</p><p>Na aplicação desta Norma poderá ser necessário consultar:</p><p>Cópia não autorizada</p><p>64 NBR 7821/1983</p><p>/continuação</p><p>Entidade Símbolo da Título da norma</p><p>normalizadora norma</p><p>A 131 Structural Steel for Ships</p><p>A 181 Forgings, Carbon Steel for General Purpose Piping</p><p>A 193 Alloy-Steel and Stainless Steel Bolting-Materials for High-</p><p>Temperature Service</p><p>A 194 Carbon and Alloy Steel Nuts for Bolts for High-Pressure and High-</p><p>Temperature Service</p><p>A 283 Low and Intermediate Tensile Strength Carbon Steel Plates</p><p>A 285 Pressure Vessel Plates, Carbon Steel, Low and Intermediate-Tensile</p><p>Strength</p><p>A 307 Carbon Steel Bolts a Studs, 60000 psi Tensile</p><p>ASTM A 350 Forgings, Carbon and Low-Alloy Steel, Requiring Notch Toughness</p><p>Testing for Piping Components</p><p>A 370 Methods and Definitions for Mechanical Testing of Steel Products</p><p>A 442 Pressure Vessel Plates, Carbon Steel, Improved Transition Properties</p><p>(Intent to Withdraw)</p><p>A 515 Pressure Vessel Plates, Carbon Steel for Intermediate and Higher-</p><p>Temperature Service</p><p>A 516 Pressure Vessel Plates, Carbon Steel for Moderate and Lower-</p><p>Temperature Service</p><p>A 524 Seamless Carbon Steel Pipe for Atmospheric and Lower</p><p>Temperatures</p><p>A 537 Pressure Vessel Plates, Heat Treated, Carbon-Manganese-Silicon</p><p>Steel</p><p>A 570 Steel, Sheet and Strip, Carbon, Hot-Rolled, Structural Quality</p><p>A 573 Structural Carbon</p><p>Steel Plates of Improved Toughness</p><p>A 662 Pressure Vessel Plates, Carbon-Manganese for Moderate and</p><p>Lower Temperature Service</p><p>AWS A 5.1 Specification for Mild Steel Covered Arc-Welding Electrodes</p><p>CSA G-40.8 Structural Steel With Improved Resistance to Brittle Fracture</p><p>ISO R 630 Structural Steels</p><p>/ANEXO B</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 65</p><p>Anexo B - Dados típicos de projeto</p><p>c) Figura 29 - Anéis de Contraventamento. Esta Figu-</p><p>ra mostra projetos típicos de anéis de</p><p>contraventamento para tanques sem</p><p>teto;</p><p>d) Tabela 29 -Momentos Resistentes de Várias Se-</p><p>ções de Anéis de Contraventamento</p><p>do Costado de Tanques. Esta Tabela</p><p>dá os momentos resistentes dos anéis</p><p>de contraventamento constantes da</p><p>Figura 29.</p><p>B-3 Não se deve subentender que as dimensões aqui</p><p>Tabeladas signifiquem dimensões padronizadas. Para</p><p>cada projeto o fabricante pode escolher medidas dife-</p><p>rentes das Tabeladas, no sentido de se obter um projeto</p><p>mais econômico, principalmente no que tange a dimen-</p><p>sões de chapas e implicações no seu custo.</p><p>B-1 As informações contidas neste Anexo são obrigatórias</p><p>e têm apenas a intenção de auxiliar os usuários e fabri-</p><p>cantes de tanques.</p><p>B-2 As Tabelas e Figuras adiante relacionadas indicam</p><p>algumas dimensões típicas, espessuras de chapas do</p><p>costado e capacidade de tanques construídos de acordo</p><p>com esta Norma:</p><p>a) Tabela 27 -Dimensões Típicas e Correspondentes</p><p>Capacidades Nominais de Tanques</p><p>Construídos com Anéis de 2400 mm</p><p>de largura;</p><p>b) Tabela 28 -Espessuras de Chapas do Costado pa-</p><p>ra as Dimensões Típicas de Tanques</p><p>Construídos com Anéis de 2400 mm</p><p>de largura;</p><p>Tabela 27 - Dimensões típicas e correspondentes capacidades nominais de tanques com anéis de 2400 mm de</p><p>largura (***)</p><p>Número de anéis do tanque</p><p>Diâmetro do Capacidade 2 3 4 5 6 7 8</p><p>tanque aproximada por</p><p>metro de altura Altura do tanque (m)</p><p>(m) (m3)</p><p>4,80 7,20 9,60 12,00 14,40 16,80 19,20</p><p>Capacidade nominal (m3) (*)</p><p>5 20 95 140 190 235 280 330 375</p><p>10 79 375 565 755 940 1130 1320 1510</p><p>15 177 850 1270 1700 2120 2550 2970 3400</p><p>20 314 1510 2260 3020 3770 4530 5280 6030</p><p>25 491 2630 3540 4710 5880 7060 8250 9520</p><p>30 707 3390 5080 6780 8480 10200 11870 13550</p><p>35 962 4610 6920 9220 11550 13850 16150 18450</p><p>40 1260 6050 9070 12100 15100 18150 21200 24200</p><p>45 1590 7630 11450 15250 19100 22900 26700 30500</p><p>50 1960 9400 14100 18800 23500 28200 32900 37600</p><p>50,5 (**) - - - - - - - 45700</p><p>55 2380 11400 17100 22800 28600 34300 40000 -</p><p>58 (**) - - - - - - 47500 -</p><p>60 2830 13600 20400 27200 34000 40800 - -</p><p>65 3320 16000 23900 31900 39800 47800 - -</p><p>68 (**) - - - - - 55400 - -</p><p>70 3850 18500 27700 37000 46200 - - -</p><p>75 4420 21200 31800 42400 53000 - - -</p><p>80 5030 24200 36200 48300 60400 - - -</p><p>(*) As capacidades nominais dadas na Tabela são baseadas na fórmula V = 0,7854D2H</p><p>Onde:</p><p>V = capacidade nominal do tanque (m3)</p><p>D = diâmetro nominal do tanque (m)</p><p>H = altura do tanque (m)</p><p>(**) Estes diâmetros e respectivas capacidades são máximos para as alturas correspondentes do tanque, baseados na máxima es-</p><p>pessura permissível para as chapas do costado (38 mm) e nas máximas tensões de projeto admissíveis.</p><p>(***) As dimensões dessa Tabela estão baseadas no cálculo dos costados, de acordo com o item 6.3 desta Norma.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>66 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 28 - Espessuras de chapas do costado para as dimensões típicas de tanques construídos com anéis de</p><p>2400 mm de largura</p><p>Número de anéis do tanque</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 Altura máxima</p><p>Diâmetro do permitida para</p><p>tanque Altura do tanque (m) os diâmetros</p><p>dados</p><p>(m) 2,40 4,80 7,20 9,60 12,00 14,40 16,80 19,20 (m)</p><p>Espessura da chapa do costado (mm)</p><p>5 4,75 4,75 4,75 4,75 4,75 - - - -</p><p>10 4,75 4,75 4,75 4,75 4,75 5,60 6,70 7,50 -</p><p>15 6,30 6,30 6,30 6,30 7,10 8,50 10,00 11,20 -</p><p>20 6,30 6,30 6,30 7,50 9,50 11,20 13,20 15,00 -</p><p>25 6,30 6,30 7,10 9,50 11,80 14,00 16,00 19,00 -</p><p>30 6,30 6,30 8,50 11,20 14,00 17,00 20,00 23,60 -</p><p>35 6,30 6,30 10,00 13,20 17,00 20,00 23,60 26,50 -</p><p>40 8,00 8,00 11,20 15,00 19,00 22,40 26,50 30,00 -</p><p>45 8,00 8,50 12,50 17,00 21,20 26,50 30,00 35,50 21,50</p><p>50 8,00 9,00 14,00 19,00 23,60 30,00 33,50 37,50 19,40</p><p>55 8,00 10,00 16,00 21,20 26,50 31,50 37,50 - 17,60</p><p>60 8,00 11,20 17,00 22,40 28,00 35,50 - - 16,20</p><p>65 9,50 11,80 18,00 25,00 31,50 37,50 - - 15,00</p><p>70 9,50 13,20 20,00 26,50 33,50 - - - 13,90</p><p>75 9,50 14,00 21,20 28,00 35,50 - - - 13,00</p><p>80 9,50 15,00 22,40 30,00 37,50 - - - 12,20</p><p>Notas:</p><p>1 - As dimensões da Tabela são baseadas na espessura máxima permissível de 38 mm para as chapas do costado</p><p>e na tensão máxima admissível de projeto.</p><p>2 - Estas espessuras de chapas são as especificadas pelas NBR 11888 e NBR 11889 (série ISO).</p><p>3 - As espessuras dessa Tabela estão baseadas no cálculo dos costados de acordo com o item 6.3 desta Norma.</p><p>4 - Os valores da Tabela não incluem nenhuma sobre-espessura para corrosão.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 67</p><p>Figura 29 - Anéis de contraventamento</p><p>/ANEXO C</p><p>Cópia não autorizada</p><p>68 NBR 7821/1983</p><p>Anexo C - Fundações</p><p>Recomendações para construção de fundações para tan-</p><p>ques cilíndricos verticais, para armazenamento de pro-</p><p>dutos de petróleo e construídos segundo a presente Nor-</p><p>ma.</p><p>C-1 Objetivo</p><p>C-1.1 As recomendações que se seguem se destinam a</p><p>estabelecer os requisitos básicos, mínimos, para o projeto</p><p>e construção de fundações para tanques construídos de</p><p>acordo com esta Norma. As presentes recomendações</p><p>não são obrigatórias, fornecendo uma visão de práticas</p><p>recomendáveis e destacando algumas precauções que</p><p>devem ser observadas na construção de tais funda-</p><p>ções12).</p><p>C-1.2 Dada a grande variedade de superfícies, subsu-</p><p>perfícies e condições de clima, é impraticável estabelecer</p><p>dados de projeto de modo a cobrir todas estas situações.</p><p>A carga admissível, do solo, bem como o tipo exato de</p><p>estruturas no subsolo devem, forçosamente, ser decididos</p><p>para cada caso, individualmente, após estudo cuidadoso.</p><p>Na escolha do local para as fundações, devem ser ado-</p><p>tadas as mesmas regras e cuidados usuais na construção</p><p>de fundações de qualquer estrutura de porte semelhante.</p><p>C-2 Fundações</p><p>C-2.1 Seja qual for o local do tanque, a natureza do sub-</p><p>solo deve ser conhecida, de modo a permitir avaliar o re-</p><p>calque que poderá ocorrer e as suas prováveis conse-</p><p>qüências. Essas informações podem ser obtidas por meio</p><p>de sondagens, testes de carga, amostras de solo e pelo</p><p>conhecimento e experiências do comportamento de estru-</p><p>turas semelhantes nas vizinhanças. As fundações devem</p><p>ser projetadas de modo a evitar quaisquer recalques</p><p>diferenciais que venham a causar distorções no tanque e</p><p>introduzir esforços devidos a causas externas. O recalque</p><p>total deve ser tal que não provoque esforços no tubos co-</p><p>nectados ao tanque ou introduza erros nas medidas de</p><p>nível; também não deve permitir que o fundo do tanque</p><p>venha a ficar em cota inferior à do terreno adjacente.</p><p>C-2.2 Algumas das muitas circunstâncias que exigem con-</p><p>siderações especiais são:</p><p>a) locais em encostas onde parte do tanque repousa</p><p>sobre terreno firme e parte sobre aterro ou outro ti-</p><p>po de enchimento onde a profundidade do aterro</p><p>seja variável;</p><p>b) locais em pântanos ou aterros onde haja camadas</p><p>do terreno em decomposição ou com matéria orgâ-</p><p>nica, ou onde o aterro tiver sido feito com materiais</p><p>corrosivos ou instáveis;</p><p>c) terrenos constituídos de camadas superpostas ou</p><p>argila, que podem temporariamente suportar car-</p><p>gas consideráveis, mas que após certo tempo po-</p><p>derão apresentar grandes recalques;</p><p>d) terrenos adjacentes a cursos d’água ou escava-</p><p>ções profundas onde a estabilidade lateral do ter-</p><p>reno é discutível;</p><p>e) terrenos adjacentes e estruturas pesadas, que te-</p><p>nham a sua carga distribuída no subsolo do local</p><p>onde o tanque estiver situado, e, em conseqüência</p><p>disso, não puderem receber novas cargas sem re-</p><p>calques excessivos;</p><p>f) terrenos sujeitos a enchentes, com risco de erosão</p><p>ou de deslocamento ou tombamento do tanque.</p><p>C-2.3 Se o subsolo é fraco e inadequado para suportar a</p><p>carga do tanque cheio d’água (ou do líquido a ser arma-</p><p>zenado, se a sua densidade for superior à unidade),</p><p>sem</p><p>excessivo recalque, não se deverá supor que constru-</p><p>ções superficiais sob o tanque possam beneficiar a sua</p><p>estabilidade. Provavelmente ter-se-á que lançar mão de</p><p>um ou mais dos seguintes métodos:</p><p>a) remoção do material impróprio e reaterro com ma-</p><p>terial compacto;</p><p>b) compactação do material mole com estacas curtas</p><p>ou carregamento prévio do solo com aterro, conve-</p><p>nientemente drenado, ou outro material;</p><p>c) também é praticável a compactação do solo mole</p><p>pela remoção da água nele contida através de</p><p>uma drenagem;</p><p>d) estabilização do material mole por processo quí-</p><p>mico ou por meio de injeção de cimento;</p><p>e) cravação de estacas ou construção de fundações</p><p>diretas (sapatas), fazendo com que a carga seja</p><p>suportada por um material mais estável existente</p><p>no subsolo; isso implicará na construção de uma</p><p>laje sobre as estacas de modo a distribuir a carga</p><p>do fundo do tanque;</p><p>f) construção de uma fundação de um tipo tal que a</p><p>carga seja distribuída sobre uma superfície sufi-</p><p>cientemente grande, de modo que o esforço esteja</p><p>dentro dos limites tolerados e não ocorra recalque</p><p>excessivo;</p><p>C-2.4 O material de aterro utilizado para substituir terrenos</p><p>em desagregação ou outro material indesejável ou para</p><p>elevar o terreno a um certo nível deverá ser de boa quali-</p><p>dade e duradouro e, no mínimo, equivalente ao que é</p><p>usado em aterro rodoviário de primeira categoria; deverá</p><p>ser isento de vegetação ou outros materiais orgânicos,</p><p>não deverá conter cinzas ou outras substâncias que pos-</p><p>12) A carga a ser considerada para o projeto das fundações deve ser o resultante da soma das seguintes cargas:</p><p>a) peso próprio do tanque;</p><p>b) cargas adicionais previstas nesta Norma;</p><p>c) o maior dentre os valores abaixo (considerando-se o tanque cheio);</p><p>- peso do produto a ser estocado;</p><p>- peso da água.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 69</p><p>sam causar corrosão no fundo do tanque; o aterro deve</p><p>ser inteiramente compactado, utilizando-se os melhores</p><p>meios disponíveis.</p><p>C-3 Cota base do tanque</p><p>C-3.1 Sugere-se que a cota da superfície sobre a qual o</p><p>tanque for construído seja pelo menos 30 cm mais elevada</p><p>que o terreno circunvizinho. Isso garantirá uma conve-</p><p>niente drenagem e ajudará o fundo a se manter seco,</p><p>bem como compensará qualquer recalque que possa</p><p>ocorrer.</p><p>C-3.2 Sugere-se que a camada na superfície tenha uma</p><p>espessura de 10 a 15 cm construída de areia limpa, cas-</p><p>calho, pedra britada (nº 1 ou menor) ou de material similar,</p><p>que permita com facilidade a adequada conformação da</p><p>superfície. Durante a construção, a movimentação dos</p><p>materiais e equipamentos no local, poderá danificar a</p><p>superfície dos terrenos mais moles. Essas irregularidades</p><p>deverão ser corrigidas antes da colocação das chapas</p><p>de fundo para a soldagem. O solo, finalmente, deverá so-</p><p>frer uma imprimação de óleo ou ser estabilizado de ma-</p><p>neira que mantenha o seu formato durante a construção</p><p>e que proteja o fundo do tanque contra a agressividade</p><p>do solo. É usual também o emprego de asfalto. Deve-se,</p><p>todavia, ter em mente que as características do material</p><p>utilizado na imprimação não venham a causar dificulda-</p><p>des na soldagem ou risco de corrosão.</p><p>C-3.3 Sugere-se que a base do tanque seja inclinada</p><p>com o caimento mínimo, do centro para a periferia, de</p><p>1:120. Esse caimento compensará o recalque que é mais</p><p>intenso no centro13). Facilitará, também, a limpeza e a</p><p>drenagem do tanque. Uma vez que essa inclinação afe-</p><p>tará os comprimentos das colunas de sustentação do teto,</p><p>é essencial que o fabricante do tanque seja convenien-</p><p>temente informado desse valor, no pedido de cotação ou</p><p>na ordem de compra do tanque. Quando forem espera-</p><p>dos recalques acima dos usuais, recomenda-se cuidados</p><p>especiais na construção da base do fundo do tanque.</p><p>C-3.4 Se o tanque repousar sobre uma laje de concreto,</p><p>é conveniente que a superfície da laje tenha inclinação</p><p>como descrita na alínea anterior.</p><p>C-4 Fundações de terra com anel de concreto</p><p>C-4.1 Para tanques construídos sobre solo sem infra-</p><p>estrutura de qualquer natureza, é desejável que se distri-</p><p>bua a carga concentrada do costado e dos acessórios de</p><p>uma maneira uniforme no subsolo. Isso pode ser obtido</p><p>pela construção de um anel de concreto armado sob a</p><p>chapa do costado, como mostrado na Figura 30. Este</p><p>anel de concreto não é essencial quando a qualidade do</p><p>terreno é boa. Recomenda-se o uso do anel de concreto</p><p>quando a capacidade de carga do terreno for duvidosa,</p><p>principalmente nos casos de tanques de teto flutuante,</p><p>tanques de grande diâmetro, ou ainda nos casos de tan-</p><p>ques relativamente altos. Além de distribuir a carga con-</p><p>centrada do costado, o anel de concreto serve para:</p><p>a) prover uma superfície plana e nivelada, que sirva</p><p>de referência para a construção do costado, e para</p><p>apoio do isolamento térmico, quando este for ne-</p><p>cessário;</p><p>b) prover um melhor meio para o nivelamento do fun-</p><p>do do tanque e preservação do seu contorno du-</p><p>rante a montagem;</p><p>c) reter o aterro sob o fundo do tanque e evitar a per-</p><p>da de material devido à erosão ou eventuais</p><p>escavações próximas;</p><p>d) agir como uma barreira contra a umidade, aju-</p><p>dando a manter o fundo do tanque seco.</p><p>C-4.2 Quando se projetar o anel de concreto, é conve-</p><p>niente que esse seja dimensionado de tal forma que a</p><p>carga média do solo abaixo do anel seja aproxima-</p><p>damente igual àquela do terreno confinado pelo anel,</p><p>sob o tanque, na mesma profundidade. Recomenda-se</p><p>que a espessura do anel de concreto não seja inferior a</p><p>30 cm e que seu diâmetro médio seja igual ao diâmetro</p><p>nominal do tanque. A profundidade do anel dependerá</p><p>das condições locais, mas observe-se que não há ne-</p><p>cessidade de construir o anel com profundidade maior</p><p>que aquela em que o solo foi removido para a execução</p><p>do aterro sob o tanque, porque isso em nada ajudará a</p><p>capacidade de sustentação do solo. O topo do anel deve</p><p>ser liso e nivelado, de tal forma que dentro de um com-</p><p>primento de 10 m não se tenha uma diferença de nível</p><p>maior do que 3 mm. Nenhum ponto da circunferência do</p><p>anel deverá variar mais ou menos que 6 mm da cota de</p><p>nível de projeto. Estas verificações deverão ser feitas antes</p><p>da montagem do fundo. Devem ser previstos rebaixos no</p><p>anel para as portas de limpeza e passagem dos drenos</p><p>do fundo ou qualquer outro acessório que interfira com o</p><p>anel.</p><p>C-4.3 A armação deve ser dimensionada prevendo-se</p><p>expansão térmica e deverá resistir à pressão lateral de-</p><p>vido ao aterro contido pelo anel, incluindo ainda a so-</p><p>brecarga. Sugere-se que a armação mínima, em qualquer</p><p>caso, seja 0,002 vezes a área da seção transversal do</p><p>anel acima do solo, mais o necessário para resistir à</p><p>pressão lateral do solo. A última edição da NBR 6118 é</p><p>recomendada.</p><p>C-5 Fundações de terra sem anel de concreto</p><p>C-5.1 Quando for apropriado utilizar fundação de terra,</p><p>sem anel de concreto, necessita-se cuidar bem dos de-</p><p>talhes do projeto, a fim de se assegurar um desempenho</p><p>satisfatório. O tipo genérico de fundação sugerida é mos-</p><p>trado na Figura 31.</p><p>C-5.2 Os detalhes mais significantes são:</p><p>a) a borda (sapata ou berma) da fundação, com 1 m</p><p>de largura, deverá ser protegida contra os efeitos</p><p>do tempo e a queda das águas do tanque, cons-</p><p>truindo-a em pedra britada ou então recobrindo-a</p><p>com um material de pavimentação duradouro;</p><p>b) durante a execução e até que as chapas do fundo</p><p>tenham sido colocadas, deve-se cuidar para manter</p><p>o caimento e a superfície isentas de irregularida-</p><p>des;</p><p>c) a base será construída de forma a se obter uma</p><p>drenagem adequada da mesma, do centro para</p><p>fora.</p><p>13) Note-se, todavia, que há tanques pequenos cuja base é plana.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>70 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 29 - Momentos resistentes de várias seções de anéis de contraventamento do costado de tanques</p><p>Dimensões do perfil Momento resistente (cm3)</p><p>(mm)</p><p>Detalhe e (mm)</p><p>a b c 4,75 6,30 8,00 9,50 11,20</p><p>60,00 60,00 5,00 4,64 4,77 - - -</p><p>60,00 60,00 6,00 5,58 5,64 - - -</p><p>60,00 60,00 8,00 7,13 7,29 - - -</p><p>A 63,50 63,50 6,35 6,72 6,88 - - -</p><p>63,50 63,50 7,94 8,36 8,52 - - -</p><p>70,00 70,00 8,00 9,70 9,90 - - -</p><p>76,20 76,20 9,53 14,58 14,91 - - -</p><p>80,00</p><p>80,00 8,00 12,68 12,92 - - -</p><p>60,00 60,00 6,00 23,35 24,35 - - -</p><p>63,50 63,50 6,35 26,38 28,19 - - -</p><p>63,50 63,50 7,94 30,97 33,43 - - -</p><p>70,00 70,00 6,00 31,88 33,24 - - -</p><p>76,20 76,20 6,35 38,02 40,64 - - -</p><p>76,20 76,20 9,53 45,56 54,90 - - -</p><p>B 80,00 80,00 6,00 41,63 43,43 - - -</p><p>90,00 90,00 6,00 52,69 54,98 - - -</p><p>90,00 90,00 8,00 56,86 67,74 - - -</p><p>100,00 100,00 8,00 65,80 82,42 - - -</p><p>101,60 101,60 6,35 59,65 72,27 - - -</p><p>101,60 101,60 9,53 68,33 95,37 - - -</p><p>60,00 60,00 6,00 24,26 25,19 - - -</p><p>60,00 60,00 8,00 29,70 31,06 - - -</p><p>63,50 63,50 6,35 27,53 29,33 30,64 31,63 32,77</p><p>63,50 63,50 7,94 32,45 34,90 36,54 38,02 39,33</p><p>100,00 75,00 8,00 68,10 71,31 - - -</p><p>100,00 75,00 10,00 79,26 83,43 - - -</p><p>101,60 76,20 6,35 57,35 61,12 63,75 65,55 67,19</p><p>101,60 76,20 7,94 67,84 72,92 76,36 78,99 81,12</p><p>C 125,00 75,00 8,00 90,84 95,29 - - -</p><p>125,00 75,00 10,00 106,38 112,07 - - -</p><p>127,00 76,20 7,94 90,62 97,67 102,42 106,02 108,81</p><p>127,00 88,90 7,94 100,45 108,15 113,40 117,33 120,44</p><p>127,00 88,90 9,53 115,04 124,71 131,59 136,50 140,60</p><p>150,00 75,00 10,00 135,72 143,10 - - -</p><p>150,00 90,00 10,00 153,09 161,45 - - -</p><p>152,40 101,60 9,53 147,88 197,05 182,72 189,93 195,58</p><p>101,60 76,20 7,94 184,60 193,04 199,92 205,33 209,92</p><p>101,60 76,20 9,53 214,02 224,01 232,37 239,25 244,99</p><p>127,00 76,20 7,94 253,67 265,96 275,96 284,15 290,71</p><p>D 127,00 76,20 9,53 294,97 309,55 321,84 332,00 340,36</p><p>127,00 88,90 7,94 277,76 290,05 300,05 308,40 315,12</p><p>127,00 88,90 9,53 323,64 338,07 350,52 360,68 369,36</p><p>152,40 101,60 9,53 454,50 473,91 490,79 505,05 517,01</p><p>/continua</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 71</p><p>Tabela 29 - Momentos resistentes de várias seções de anéis de contraventamento do costado de tanques</p><p>Dimensões do perfil Momento resistente (cm3)</p><p>(mm)</p><p>Detalhe e (mm)</p><p>b 4,75 6,30 8,00 9,50 11,20</p><p>250,00 - 371,93 396,40 - -</p><p>254,00 - 381,65 403,61 419,67 431,64</p><p>300,00 - 465,33 499,90 - -</p><p>304,80 - 479,65 509,15 530,29 546,18</p><p>350,00 - 564,30 609,44 - -</p><p>355,60 - 581,58 620,74 647,78 668,26</p><p>400,00 - 670,61 724,86 - -</p><p>406,40 - 689,24 738,56 771,83 797,56</p><p>450,00 - 778,64 846,08 - -</p><p>457,20 - 802,47 862,29 902,44 933,90</p><p>500,00 - 893,94 973,00 - -</p><p>508,00 - 921,12 991,75 1039,43 1077,12</p><p>550,00 - 1014,62 1105,56 - -</p><p>558,80 - 1045,49 1127,10 1182,82 1227,23</p><p>E 600,00 - 1140,68 1243,74 - -</p><p>609,60 - 1175,28 1268,19 1332,27 1383,89</p><p>650,00 - 1272,07 1387,44 - -</p><p>660,44 - 1310,80 1415,02 1487,78 1547,10</p><p>700,00 - 1408,84 1536,71 - -</p><p>711,20 - 1451,57 1567,59 1649,36 1716,87</p><p>750,00 - 1550,92 1691,47 - -</p><p>762,00 - 1598,07 1725,72 1817,00 1893,03</p><p>800,00 - 1698,34 1843,74 - -</p><p>812,80 - 1749,81 1889,43 1990,54 2075,59</p><p>850,00 - 1851,07 2017,39 - -</p><p>863,60 - 1907,29 2058,87 2169,98 2264,20</p><p>900,00 - 2009,16 2188,52 - -</p><p>914,40 - 2070,18 2233,88 2355,31 2459,21</p><p>950,00 - 2172,56 2365,10 - -</p><p>965,20 - 2238,47 2414,63 2546,55 2660,28</p><p>1000,00 - 2341,23 2547,05 - -</p><p>1016,00 - 2412,34 2600,79 2743,52 2867,57</p><p>/continuação</p><p>Cópia não autorizada</p><p>72 NBR 7821/1983</p><p>Notas: a)Para armação, vide C-4.3</p><p>b)O topo do anel de concreto deve ser liso e nivelado. A resistência do concreto deverá ser, no mínimo 210 kgf/cm2 após</p><p>28 dias. As extremidades da armação devem ser sobrepostas para proporcionar resistência suficiente nas emendas.</p><p>Figura 30 - Anel de concreto (Fundação típica)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 73</p><p>Nota: O fundo da escavação deve ser nivelado. É necessário retirar entulho, vegetação e materiais instáveis, até a profundidade</p><p>necessária.</p><p>Figura 31 - Fundação direta (Típica)</p><p>/ANEXO D</p><p>Cópia não autorizada</p><p>74 NBR 7821/1983</p><p>D-1 Objetivo</p><p>Os requisitos aqui apresentados são considerados míni-</p><p>mos e, a não ser que esteja claramente dito em contrário</p><p>no texto, aplicam-se aos tetos flutuantes tipo pontão e</p><p>aos tetos flutuantes duplos. Pretende-se limitar apenas</p><p>aqueles fatores que afetem a segurança e a durabilidade</p><p>da instalação, e que são compatíveis com as exigências</p><p>de segurança e qualidade desta Norma. Existem diversas</p><p>alternativas para detalhes e acessórios, mas para em-</p><p>pregá-las é necessário um acordo entre o fabricante e o</p><p>comprador. As Figuras 32 e 33 mostram esquematica-</p><p>mente os dois tipos de tetos flutuantes acima citados.</p><p>D-2 Material</p><p>Aplicam-se aqui as mesmas exigências sobre materiais</p><p>estabelecidas no Capítulo 5 desta Norma, exceto quando</p><p>especificamente modificado por este Anexo.</p><p>D-3 Projeto</p><p>D-3.1 Geral</p><p>O teto e os seus diversos acessórios serão projetados e</p><p>construídos de forma a permitir o extravasamento do</p><p>líquido pelo ladrão e o retorno do líquido a um nível tal</p><p>que o teto flutue bem abaixo do topo sem causar danos a</p><p>nenhuma parte do teto, do tanque ou seus acessórios.</p><p>Não deverá ser necessária nenhuma operação especial</p><p>para proteger o tanque, o teto ou acessórios durante uma</p><p>ocorrência desta natureza. Quando se usar uma extensão</p><p>do costado com a finalidade de se apoiar o selo do teto</p><p>até o seu ponto mais alto, esta extensão deverá ser provi-</p><p>da de orifícios que indiquem a elevação do nível do líquido</p><p>acima da altura de projeto, a menos que o costado do</p><p>tanque tenha sido projetado para uma altura de líquido</p><p>que englobe esta extensão.</p><p>D-3.2 Ligações soldadas</p><p>Aplica-se aqui o item 6.1 desta Norma.</p><p>D-3.3 Teto</p><p>D-3.3.1 Em serviço corrosivo, como no caso de óleo com</p><p>grande conteúdo de enxofre, sugere-se que o teto seja</p><p>projetado de forma a permanecer em contato com o</p><p>produto, eliminando a presença de qualquer mistura ar-</p><p>vapor sob o mesmo.</p><p>D-3.3.2 A não ser que especificado diferentemente pelo</p><p>comprador, a espessura mínima das chapas do teto</p><p>flutuante será de 4,5 mm.</p><p>D-3.3.3 As chapas do teto serão ligadas por soldas sobre-</p><p>postas, simplesmente soldadas pela parte superior. Quan-</p><p>do se prever a possibilidade de flexão nas chapas do</p><p>teto, na proximidade de vigas, pernas de sustentação, ou</p><p>Anexo D - Tetos flutuantes</p><p>outros elementos relativamente rígidos, dever-se-á fazer</p><p>solda intermitente na parte inferior da chapa, nas sobre-</p><p>posições existentes, numa faixa de 300 mm de distância</p><p>de qualquer um destes elementos rígidos, sendo que os</p><p>segmentos dos cordões de solda devem ter comprimento</p><p>mínimo de 50 mm e serem espaçados de 150 mm, de</p><p>centro a centro.</p><p>D-3.3.4 Os tetos flutuantes duplos e os tetos flutuantes</p><p>tipo pontão devem ser projetados com declividade a fim</p><p>de permitir a drenagem das águas pluviais, com uma in-</p><p>clinação mínima de 1:64 e a sobreposição das chapas</p><p>de forma a facilitar a drenagem. Evitar-se-á o aparecimento</p><p>de deformações nas chapas, que prejudiquem a dre-</p><p>nagem.</p><p>D-3.4 Volume do flutuador</p><p>O volume mínimo do flutuador periférico de um teto flu-</p><p>tuante tipo pontão deverá ser suficiente para manter o te-</p><p>to flutuando num líquido de densidade igual a 0,7 mesmo</p><p>quando o disco central e dois compartimentos quaisquer</p><p>do flutuador sejam inundados como conseqüência de</p><p>algum orifício aparecido nas chapas. O volume mínimo</p><p>do teto flutuante duplo deverá ser suficiente para manter</p><p>o teto flutuando num líquido de densidade igual a 0,7</p><p>mesmo quando dois compartimentos quaisquer do teto</p><p>sejam inundados como conseqüência de algum orifício</p><p>aparecido nas chapas. Para fins de cálculo do volume do</p><p>flutuador, os drenos principais dos tetos duplo e tipo</p><p>pontão serão considerados como não funcionando, e</p><p>nenhuma sobrecarga adicional deve ser considerada.</p><p>Além disso, estes dois tipos de teto, com os drenos ino-</p><p>perantes, deverão poder suportar, sem afundar, uma</p><p>precipitação de 250 mm de águas pluviais, num período</p><p>de 24 horas, sobre a área total do teto, sem nenhum com-</p><p>partimento do teto inundado. Como alternativa, poderão</p><p>ser previstos drenos de emergência que limitem o volume</p><p>de água sobre o teto a um valor que possa ser suportado</p><p>com segurança pelo teto. Estes drenos de emergência</p><p>não deverão permitir que o produto passe para a parte</p><p>superior do teto.</p><p>D-3.5 Bocas de visita do flutuador</p><p>Cada compartimento será provido de uma boca de visita</p><p>adequadamente fechada no sentido de evitar-se a entrada</p><p>de águas pluviais nos diversos compartimentos. As bocas</p><p>de visita serão ainda projetadas de forma a evitar</p><p>que o</p><p>vento possa remover sua tampa. Os níveis superiores</p><p>dos pescoços destas bocas de visitas deverão ser tais</p><p>que não permitam a entrada de água nos diversos com-</p><p>partimentos quando se verificarem as condições citadas</p><p>no item D-3.4.</p><p>D-3.6 Anteparos</p><p>Todas as chapas divisórias dos compartimentos do teto</p><p>flutuante serão soldadas ao longo de todas as suas bordas</p><p>inferiores e verticais, com solda de ângulo simples e contí-</p><p>nuo, a fim de se obter estanqueidade entre os diversos</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 75</p><p>compartimentos. Quando especificado pelo comprador,</p><p>a borda superior será também soldada com solda de ân-</p><p>gulo simples e contínua.</p><p>D-3.7 Escadas</p><p>O teto flutuante será provido de uma escada que se ajuste</p><p>automaticamente a qualquer posição do teto, garantindo</p><p>sempre o acesso ao mesmo. Esta escada será projetada</p><p>para o percurso máximo de operação do teto, devendo</p><p>ter corrimãos dos dois lados em todo o seu comprimento,</p><p>e suportar uma carga de 450 kgf no meio do vão, em</p><p>qualquer posição possível de operação.</p><p>D-3.8 Drenos do teto</p><p>Os drenos principais serão do tipo sifonado, de mangueira</p><p>ou de tubulação metálica articulada, conforme especi-</p><p>ficado na ordem de compra. Nos tetos flutuantes tipo pon-</p><p>tão, dever-se-á colocar uma válvula de retenção na man-</p><p>gueira ou na tubulação metálica articulada, nas suas ex-</p><p>tremidades próximas do teto, para impedir que o produto</p><p>possa passar para cima do teto no caso de rompimento</p><p>destes acessórios. Dever-se-á prever meios de evitar o</p><p>dobramento da mangueira ou o seu esmagamento pelas</p><p>pernas de sustentação do teto. A instalação das manguei-</p><p>ras de drenagem deverá ser estudada de forma a permitir</p><p>a substituição destes acessórios sem necessidade de</p><p>entrar-se no tanque. As juntas articuladas das tubulações</p><p>metálicas serão engaxetadas a fim de evitar-se vazamen-</p><p>tos. A instalação destes dois tipos de acessórios deverá</p><p>incluir a montagem de acessórios adequados no costado</p><p>do tanque para permitir sua operação e, se necessário,</p><p>sua remoção. O tamanho mínimo para os drenos princi-</p><p>pais será equivalente a um dreno de 75 mm de diâmetro</p><p>para tetos com diâmetro igual ou menor que 35 m e a um</p><p>dreno de 100 mm para tetos com diâmetro maior que</p><p>35 m. Nos tanques de teto flutuante tipo pontão recomen-</p><p>da-se que haja um dreno de águas pluviais próximo ao</p><p>ponto médio do percurso da escada articulada de acesso</p><p>ao teto, para drenar a depressão permanente causada</p><p>no lençol central de chapas pela carga concentrada do</p><p>peso dessa escada. Esse dreno poderá ser dispensado</p><p>nos tetos em que forem previstos recursos adequados</p><p>para evitar a formação dessa depressão nas chapas.</p><p>Todos os tetos flutuantes devem ainda possuir dreno de</p><p>emergência, descarregando as águas pluviais no interior</p><p>do tanque, para os casos em que os drenos principais</p><p>estiverem obstruídos ou fechados acidentalmente. Nos</p><p>tetos tipo pontão esse dreno de emergência deverá ser</p><p>de operação manual; nos tetos duplos poderá ser de ope-</p><p>ração manual ou automática. Nos casos de teto duplo, os</p><p>drenos de emergência deverão ser construídos de tal</p><p>forma que seja impossível a passagem do líquido es-</p><p>tocado para a face superior do teto.</p><p>D-3.9 Respiros</p><p>Dever-se-á prover os tetos com respiros adequados a fim</p><p>de se evitar solicitações perigosas nas chapas do disco</p><p>central e/ou no sistema de selagem. Essas solicitações</p><p>poderão ocorrer durante o enchimento inicial, devido ao</p><p>espaço de ar sob o teto, durante a operação, ou por oca-</p><p>sião do esvaziamento. Recomenda-se que o comprador</p><p>especifique as vazões de enchimento e de esvaziamento,</p><p>de forma a permitir que o fabricante faça um bom dimen-</p><p>sionamento desses acessórios. É obrigatório que os res-</p><p>piros do teto flutuante (quebra-vácuo) funcionem auto-</p><p>maticamente, abrindo-se quando as pernas de susten-</p><p>tação tocam o fundo, e fechando-se, também automa-</p><p>ticamente, quando o teto se eleva voltando a flutuar. Outros</p><p>dispositivos de respiro poderão ser empregados a critério</p><p>do comprador.</p><p>D-3.10 Pernas de sustentação</p><p>D-3.10.1 O teto flutuante será provido de pernas de susten-</p><p>tação. Estas pernas quando fabricadas de tubos, serão</p><p>abertas ou perfuradas na sua base, de forma a evitar a</p><p>acumulação de líquido no seu interior. O comprimento</p><p>das pernas será ajustável na parte superior do teto. As</p><p>posições do teto, de operação normal e de limpeza, serão</p><p>especificadas na ordem de compra. O fabricante garantirá</p><p>que todos os acessórios do tanque, tais como os mistura-</p><p>dores, tubulações internas, bocais do costado, etc., não</p><p>serão danificados pelo teto na sua posição mais baixa.</p><p>D-3.10.2 As pernas de sustentação e seus diversos compo-</p><p>nentes serão projetados para suportar o teto e uma sobre-</p><p>carga de no mínimo 50 kgf/m2. Quando possível, a carga</p><p>do teto será transmitida às pernas de sustentação através</p><p>dos anteparos. Dar-se-á especial atenção à fixação das</p><p>pernas à chapa simples do teto, a fim de evitar-se proble-</p><p>mas nestes pontos. Prever-se-á algum meio de distribuir</p><p>a carga do teto no fundo do tanque, como, por exemplo,</p><p>soldando-se placas de apoio no fundo do tanque embaixo</p><p>de cada perna. Usando-se estas placas, as mesmas serão</p><p>soldadas continuamente à chapa do fundo.</p><p>D-3.10.3 Todas as pernas de sustentação dos tetos flu-</p><p>tuantes devem ser construídas de tal forma que, quando</p><p>o teto estiver flutuando, não seja possível a passagem do</p><p>líquido estocado ou de gases através dos furos feitos para</p><p>as pernas nas chapas do teto mesmo se ocorrer a forma-</p><p>ção de bolsões de gases embaixo do teto.</p><p>D-3.11 Bocas de visita no teto</p><p>O teto será provido de pelo menos uma boca de visita pa-</p><p>ra acesso ao interior do tanque e para ventilação quando</p><p>o tanque encontrar-se vazio. O número de bocas de visita</p><p>será especificado pelo comprador. Estas bocas de visita</p><p>serão no mínimo de 500 mm de diâmetro interno e serão</p><p>fechadas por tampas aparafusadas e adequadamente</p><p>vedadas, com detalhes equivalentes aos mostrados na</p><p>Figura 13 desta Norma.</p><p>D-3.12 Dispositivo de centragem e guia do teto</p><p>Serão previstos dispositivos adequados para manter o</p><p>teto centrado e impedir sua rotação. Estes dispositivos</p><p>deverão ser capazes de resistir às cargas laterais impostas</p><p>sobre eles pela escada do teto e quaisquer outras cargas</p><p>não distribuídas uniformemente sobre o teto. Qualquer</p><p>que seja o tipo e o diâmetro do teto flutuante, deve haver</p><p>apenas um único dispositivo de guia anti-rotacional si-</p><p>tuado em qualquer ponto da periferia do teto.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>76 NBR 7821/1983</p><p>D-3.13 Selos de vedação</p><p>D-3.13.1 O espaço entre a periferia externa do teto flutuante</p><p>e o costado do tanque receberá um sistema de selagem</p><p>flexível, que se manterá razoavelmente bem encostado à</p><p>superfície do costado do tanque. No caso do sistema em-</p><p>pregar sapatas de aço, essas serão de chapas galvani-</p><p>zadas. A espessura das chapas não será inferior a</p><p>1,5 mm, sendo que o revestimento de zinco será do ti-</p><p>po C, designação especial. Caso sejam especificadas</p><p>chapas não galvanizadas, elas serão executadas em aço,</p><p>conforme especificação e espessura indicadas na ordem</p><p>de compra. Será previsto um número adequado, porém</p><p>mínimo, de juntas de expansão. Um sistema de selagem,</p><p>ou seu componente, fabricado em tecido ou outro material</p><p>não metálico, deverá ter condições para suportar a agres-</p><p>sividade do meio, e não poderá afetar o produto arma-</p><p>zenado.</p><p>D-3.13.2 Recomenda-se que sejam preferidos os selos</p><p>onde não haja espaço de gás a fim de minimizar a possibi-</p><p>lidade de incêndio. Sempre que o selo possibilitar a forma-</p><p>ção de espaço de gás, o mesmo deverá ser equipado de</p><p>respiros com válvula de pressão e vácuo.</p><p>D-3.14 Ligação terra</p><p>Todos os tetos flutuantes, qualquer que seja o seu tipo,</p><p>devem ter no mínimo uma ligação terra antiestática ga-</p><p>rantida e permanente com o costado do tanque, capaz</p><p>de evitar a acumulação de cargas elétricas no teto, nas</p><p>mais severas condições que possam ocorrer. Essa ligação</p><p>terra pode ser feita por meio do dreno do teto flutuante,</p><p>por meio da escada de acesso ao teto, ou por outro meio</p><p>adequado. Chama-se atenção que a existência de pintu-</p><p>ras</p><p>ou outros revestimentos internos no costado, pode</p><p>prejudicar seriamente esse contato elétrico quando feito</p><p>através do selo de vedação.</p><p>D-3.15 Acessórios para medição</p><p>Todo teto flutuante será provido de pelo menos uma esco-</p><p>tilha de medição ou de poço de medição com tampa à</p><p>prova de vazamento de vapor, conforme seu projeto ou</p><p>descrição na ordem de compra.</p><p>D-4 Fabricação, montagem, soldagem, inspeção</p><p>e testes</p><p>D-4.1 Todos os requisitos desta Norma referentes à fa-</p><p>bricação, montagem, soldagem e testes, quando aplicá-</p><p>veis, serão observados neste Anexo.</p><p>D-4.2 As juntas soldadas do teto, onde for requerido estan-</p><p>queidade a vapor ou líquido, serão testadas com óleo</p><p>penetrante ou por qualquer outro método consistente com</p><p>os determinados nesta Norma para fundos e tetos cônicos.</p><p>D-4.3 O teto será submetido a um teste de flutuabilidade</p><p>por ocasião do enchimento e esvaziamento do tanque</p><p>com água. Durante este teste, as partes do teto em contato</p><p>com o líquido, serão examinadas à procura de vazamen-</p><p>tos. O aparecimento de pontos ou manchas úmidas no</p><p>lado superior das chapas, será considerado como indício</p><p>de vazamento.</p><p>D-4.4 As partes do teto que não estiverem em contato</p><p>com o líquido, serão inspecionadas visualmente contra</p><p>porosidade aparente e soldagem deficiente.</p><p>D-4.5 As tubulações e/ou mangueiras do sistema principal</p><p>de drenagem, serão testadas com pressão hidrostática</p><p>interna e externa de 3,5 kgf/cm2. Durante o teste de flutua-</p><p>ção do teto, as válvulas de drenagem serão mantidas</p><p>abertas a fim de se verificar eventual passagem do con-</p><p>teúdo do tanque para as linhas de drenagem.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>N</p><p>B</p><p>R</p><p>7821/1983</p><p>77/ANEXO E</p><p>Figura 33 - Teto flutuante tipo "Teto duplo"</p><p>Figura 32 - Teto flutuante tipo "Pontão"</p><p>Cópia não autorizada</p><p>78 NBR 7821/1983</p><p>Anexo E - Alternativa de projeto para costados</p><p>/continua</p><p>E-1 Objetivo</p><p>E-1.1 Este Anexo apresenta uma alternativa de critério</p><p>para o projeto de costados de tanques de armazenamento,</p><p>e fornece meios de se realizar um projeto mais refinado</p><p>para um serviço específico ou para uma faixa de condição</p><p>de serviço prevista. Para tanto, prevê-se o uso de aços</p><p>com características de elevada resistência ao impacto,</p><p>exige-se uma inspeção do serviço de solda mais rigorosa,</p><p>e prevê-se detalhes mais elaborados para os diversos</p><p>bocais e bocais de visita.</p><p>E-1.2 O comprador dará uma atenção especial às funda-</p><p>ções, sobreespessuras para corrosão e a quaisquer</p><p>outras medidas protetoras que se façam necessárias. Faz</p><p>parte deste Anexo uma Tabela em que estão estabele-</p><p>cidos os requisitos mínimos para os materiais do costado</p><p>(Tabela 30).</p><p>E-1.3 Este Anexo só será aplicado quando especificado</p><p>pelo comprador. Os costados de tanques cujo projeto</p><p>tenha se baseado neste Anexo devem satisfazer a todas</p><p>as suas exigências. O comprador deverá estabelecer a</p><p>temperatura de projeto da chapa, a densidade do produto</p><p>a ser armazenado e a sobreespessura para corrosão.</p><p>E-1.4 Os requisitos deste Anexo prevalecerão sobre os</p><p>capítulos anteriores desta Norma. Para os pontos não</p><p>abordados por este Anexo dever-se-á seguir as recomen-</p><p>dações constantes no corpo desta Norma.</p><p>E-2 Materiais</p><p>E-2.1 As chapas para o costado dos tanques deverão, no</p><p>mínimo, satisfazer às exigências da Tabela 30, em função</p><p>da espessura da chapa e da temperatura de projeto do</p><p>tanque.</p><p>E-2.2 A temperatura de projeto do tanque será especifi-</p><p>cada pelo comprador. A menos que justificado pela expe-</p><p>riência ou condições especiais, usar-se-á para esta tem-</p><p>peratura a menor das duas seguintes:</p><p>- a temperatura mínima absoluta, observada na</p><p>região onde o tanque será instalado, mais 12°C,</p><p>ou;</p><p>- a temperatura da água, prevista por ocasião do</p><p>teste hidrostático, porém nunca inferior a -6°C</p><p>(seis graus Celsius, negativos).</p><p>E-2.3 Os pescoços das conexões e bocas de visita serão</p><p>construídos de tubos de aço Siemens-Martin sem costura,</p><p>ASTM-A-53 ou API-5L ou serão fabricados de chapas</p><p>que satisfaçam à Tabela 30, devidamente calandradas e</p><p>soldadas.</p><p>E-2.4 As chapas usadas para reforço de aberturas serão</p><p>de material igual ao do costado à qual serão ligadas.</p><p>E-3 Tensões admissíveis</p><p>E-3.1 A máxima tensão admissível de projeto para a con-</p><p>dição de operação, incluindo o fator de eficiência de junta,</p><p>será de 1480 kgf/cm2.</p><p>E-3.2 A máxima tensão admissível de projeto para o teste</p><p>hidrostático será de 1610 kgf/cm2, incluindo o fator de efi-</p><p>ciência das juntas e a sobreespessura para corrosão.</p><p>E-4 Sobreespessura para corrosão</p><p>Quando necessário, o comprador especificará a sobre-</p><p>espessura para corrosão a ser adicionada à chapa do</p><p>costado. Essa sobreespessura poderá ser variável ao</p><p>longo da altura do costado.</p><p>E-5 Espessura do costado</p><p>E-5.1 A espessura das chapas do costado deverá ser,</p><p>em qualquer caso, o maior dos três seguintes valores:</p><p>a) espessura calculada pela fórmula (1) dada no item</p><p>E-5.2 a seguir, em função da densidade do líquido</p><p>estocado, acrescentando-se a sobreespessura</p><p>para corrosão;</p><p>b) espessura calculada pela fórmula (2) dada no mes-</p><p>mo item E-5.2, considerando-se a densidade do</p><p>líquido como sendo igual a 1 (um), sem o acréscimo</p><p>da sobreespessura para corrosão;</p><p>c) espessuras mínimas dadas na Tabela 4 do item</p><p>6.3.2-c), em função do diâmetro do tanque.</p><p>Tabela 30 - Especificações para chapas de aço usadas em costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p>Especificações aplicáveis (1), todos os anéis</p><p>Temperatura de</p><p>projeto do tanque Somente chapas inseridas</p><p>(°C) 0 < e ≤ 12,5 12,5 < e ≤ 25 25 < e ≤ 37,5</p><p>37,5 < e ≤ 50,0 37,5 < e ≤ 75,0</p><p>(Normalizadas) (Normalizadas)</p><p>Acima de 10 A-283, Gr. C (2) A-283, Gr. C (2) A-283, Gr. C (2) A-131, Gr. C A-516</p><p>A-131, Gr. A</p><p>A-36 A-36 A-36 Fe42, Fe44, (3)</p><p>Fe42, Fe44, Gr. Fe42, Fe44, Gr. Gr. D (4)</p><p>B (5) C (6)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 79</p><p>Tabela 30 - Especificações para chapas de aço usadas em costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p>/continuação</p><p>Especificações aplicáveis (1), todos os anéis</p><p>Temperatura de</p><p>projeto do tanque Somente chapas inseridas</p><p>(°C) 0 < e ≤ 12,5 12,5 < e ≤ 25 25 < e ≤ 37,5</p><p>37,5 < e ≤ 50,0 37,5 < e ≤ 75,0</p><p>(Normalizadas) (Normalizadas)</p><p>Acima de -7 A-283, Gr. C (2) A-131, Gr. B A-131, Gr. C (7) A-131, Gr. C A-516</p><p>A-131, Gr. A G-40.8, Gr. A G-40.8, Gr. B Fe42, Fe44,</p><p>Gr. D (4)</p><p>A-36 A-36 (B) A-662, Gr. B</p><p>A-442 A-442 A-36 (9)</p><p>Fe42, Fe44, Fe42, Fe44, A-442</p><p>Gr. B (5) Gr. C (6)</p><p>Acima de -23 A-131, Gr. B A-131, Gr. C A-131, Gr. C (7) A-131, Gr. C A-516</p><p>G-40.8, Gr. A G-40.8, Gr. B G-40.8, Gr. B Fe42, Fe44,</p><p>Gr. D (4)</p><p>A-442 A-662, Gr. B A-662, Gr. B</p><p>Fe42, Fe44, A-573 A-442</p><p>Gr. C (6)</p><p>A-516 A-573</p><p>Fe42, Fe44, A-516</p><p>Gr. D (4) Fe42, Fe44,</p><p>Gr. D (4)</p><p>Acima de -40 A-131, Gr. C A-131, Gr. C A-131, Gr. C A-537 CL.1</p><p>(Normalizado) (Normalizado)</p><p>G-40.8, Gr. B A-131, Gr. CS A-131, Gr. CS A-131, Gr. CS</p><p>(Normalizado) (Normalizado)</p><p>A-662, Gr. B Gr-40.8, Gr. B G-40.8, Gr. B</p><p>(Normalizado) (Normalizado)</p><p>A-573 A-662, Gr. B A-662, Gr. B</p><p>(Normalizado) (Normalizado)</p><p>A-516 A-573 A-573</p><p>(Normalizado) (Normalizado)</p><p>Fe42, Fe44, Gr. D A-516 A-516</p><p>(4) (Normalizado) (Normalizado)</p><p>Fe42, Fe44, A-442</p><p>Gr. D (4) (Normalizado)</p><p>(Normalizado) Fe42, Fe44,</p><p>Gr. D (4)</p><p>(Normalizado)</p><p>(1)Todos os números de especificações referem-se a especificações da ASTM, exceto a G-40.8 que é da “Canadian Standard</p><p>Association” e as Fe 42 e Fe 44 que fazem parte da recomendação ISO R 630.</p><p>(2)A especificação ASTM A-285, Grau C, pode ser usada como uma alternativa para a ASTM A-283, Gr.C.</p><p>(3)Para as chapas Fe 42 e Fe 44 a percentagem máxima de manganês, na análise de panela, é de 1,5.</p><p>(4)Acalmado e de granulação fina.</p><p>(5)Somente não efervescentes.</p><p>(6)Acalmado ou semi-acalmado.</p><p>(7)As chapas ASTM A-131, Gr.C, podem ser usadas até a espessura de 37,5 mm inclusive, sem serem normalizadas.</p><p>(8)As chapas ASTM A-36 usadas para estas faixas de espessura e temperatura devem ter uma percentagem de manganês, na aná-</p><p>lise de panela, de 0,80 a 1,20.</p><p>(9)As chapas ASTM A-36 podem ser usadas para uma faixa de temperatura de projeto de +2°C a + 10°C inclusive.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>80 NBR 7821/1983</p><p>E-5.2</p><p>As fórmulas para o cálculo da espessura de cada</p><p>anel do costado são as seguintes:</p><p>e =</p><p>50 x (H - 0,3) x D x G</p><p>1480</p><p>+ C(1)</p><p>e =</p><p>50 x (H - 0,3) x D</p><p>1610</p><p>(2)</p><p>Sendo:</p><p>e = espessura mínima em milímetros</p><p>H = distância entre a linha de centro da junta inferior</p><p>do anel considerado à cantoneira de topo do</p><p>costado, ou à parte inferior de qualquer ladrão</p><p>que limite o enchimento do tanque, em metros</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>G = densidade de projeto do líquido a ser estocado</p><p>C = sobreespessura para corrosão, em milímetros</p><p>E-6 Requisitos suplementares para inspeção,</p><p>fabricação e detalhes das aberturas</p><p>E-6.1 Todas as juntas verticais e horizontais do costado</p><p>terão penetração e fusão completas, excetuando-se as</p><p>juntas de ligação do costado ao fundo do tanque e juntas</p><p>de ligação da cantoneira de topo ao costado, sendo que</p><p>esta última poderá ser uma junta sobreposta com cordão</p><p>duplo.</p><p>E-6.2 As juntas de topo nas quais a espessura da chapa</p><p>mais fina for igual ou menor que 9,5 mm serão radiogra-</p><p>fadas parcialmente, de acordo com o Capítulo 10. Além</p><p>da exigência anterior, uma radiografia será feita em um</p><p>ponto qualquer de cada junta vertical do anel mais baixo</p><p>(ver a Figura 34-a).</p><p>E-6.3 As juntas de topo nas quais a espessura da chapa</p><p>mais fina da junta for maior que 9,5 mm e menor ou igual</p><p>a 25 mm, serão radiografadas parcialmente de acordo</p><p>com o Capítulo 10. Além disto, todos os pontos de junção</p><p>de juntas verticais e horizontais, em chapas dentro desta</p><p>faixa de espessura, serão radiografados de forma tal que</p><p>cada radiografia mostre um comprimento de solda não</p><p>inferior a 50 mm, de cada lado de interseção da junta ver-</p><p>tical com a horizontal. No anel mais baixo serão ainda to-</p><p>madas duas radiografias em cada junta vertical, uma das</p><p>quais o mais próximo possível do fundo e a outra num</p><p>outro ponto qualquer (ver Figura 34-b).</p><p>E-6.4 As juntas de topo horizontais nas quais a espessura</p><p>da chapa mais fina da junta for superior a 25 mm, serão</p><p>radiografadas parcialmente de acordo com o Capítu-</p><p>lo 10. As juntas verticais entre chapas com espessura</p><p>dentro desta faixa, serão totalmente radiografadas. Além</p><p>disto, todos os pontos de junção das juntas verticais e ho-</p><p>rizontais em chapas dentro desta faixa de espessura, se-</p><p>rão radiografados de tal forma que cada radiografia mostre</p><p>um comprimento de solda, não inferior a 50 mm de cada</p><p>lado da interseção da junta vertical com a horizontal (ver</p><p>a Figura 34-c).</p><p>E-6.5 As ligações entre as conexões que exijam reforço</p><p>(tais como bocais, bocas de visita e portas de limpeza) e</p><p>as aberturas feitas no costado, serão realizadas por solda</p><p>com penetração total no costado do tanque, salvo quando</p><p>se usa chapa inserida, caso em que é permitida a penetra-</p><p>ção parcial, como mostrado na Figura 35. A área da seção</p><p>transversal do reforço será no mínimo igual ao produto</p><p>do diâmetro vertical do furo cortado no costado pela es-</p><p>pessura total da chapa usada no costado.</p><p>E-6.6 Qualquer abertura com diâmetro nominal de</p><p>300 mm ou maior, feita em chapas do costado com espes-</p><p>sura superior a 25 mm, será pré-fabricada na chapa do</p><p>costado, ou na chapa inserida, sendo o conjunto pré-fa-</p><p>bricado tratado termicamente para alívio de tensões antes</p><p>da montagem. A junta de topo de ligação da chapa inse-</p><p>rida ao costado ou o filete de solda de ligação da chapa</p><p>de reforço ao costado deverá estar afastado de qualquer</p><p>junta de topo do costado de 10 vezes a espessura do</p><p>costado, mas no mínimo 300 mm. Este espaçamento deve</p><p>ser observado inclusive em relação à junta de ligação do</p><p>costado ao fundo do tanque, sendo permitido, porém,</p><p>como alternativa, que a chapa inserida ou a chapa de re-</p><p>forço atinjam e interceptem a junta de ligação do costado</p><p>ao fundo num ângulo de aproximadamente 90°.</p><p>E-6.7 As soldas de ligação dos bocais, bocas de visita e</p><p>portas de limpeza serão inspecionadas pelo método de</p><p>partículas magnéticas, ou líquido penetrante, após o alívio</p><p>de tensões, quando este for necessário e antes da reali-</p><p>zação do teste hidrostático do tanque.</p><p>E-6.8 As juntas de topo da periferia de uma chapa inserida</p><p>de bocal ou boca de visita ao costado serão completa-</p><p>mente radiografadas.</p><p>E-7 Fundações</p><p>Devem ser tomados os devidos cuidados para a seleção</p><p>da localização do tanque, bem como para o projeto e</p><p>construção da sua fundação, conforme tratado no Ane-</p><p>xo C, a fim de assegurar uma sustentação adequada para</p><p>o tanque. As fundações do tipo anel de concreto devem</p><p>ser consideradas. A adequabilidade da fundação é de</p><p>responsabilidade do comprador.</p><p>E-8 Marcação</p><p>Os tanques projetados segundo este Anexo terão uma</p><p>placa de identificação, conforme a Figura 28 (Capítulo</p><p>13). Para indicar que o tanque foi projetado de acordo</p><p>com o que estabelece este Anexo, deverá ser gravado a</p><p>letra maiúscula E no quadro da placa intitulado “Anexos”.</p><p>Será acrescida a informação da densidade do líquido ar-</p><p>mazenado, usada no projeto.</p><p>E-9 Portas de limpeza tipo nivelada</p><p>As portas de limpeza do tipo nivelada estarão de acordo</p><p>com as regras estabelecidas neste item e com os detalhes</p><p>e dimensões mostrados nas Figuras 36 e 37 e Tabe-</p><p>las 31, 32 e 33.</p><p>E-9.1 As portas de limpeza do tipo nivelada deverão satis-</p><p>fazer às seguintes exigências:</p><p>E-9.1.1 A abertura será retangular, com os cantos supe-</p><p>riores arredondados com raio igual à metade da altura</p><p>da abertura. A maior dimensão horizontal ou vertical da</p><p>abertura não será superior a 1219 mm.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 81</p><p>Notas: como exigido no item 10.3 do corpo desta Norma.</p><p>1 - Um ponto de radiografia nos 3 primeiros metros de todas as juntas horizontais, e depois um ponto para cada 60 m seguintes.</p><p>2 - Um ponto de radiografia nos 3 primeiros metros de todas as juntas verticais, e depois um ponto para cada 30 m seguintes,</p><p>25% dos quais devem estar em interseções com juntas horizontais.</p><p>3 - Um ponto de radiografia em cada junta vertical do anel mais baixo.</p><p>4 - Pontos de radiografia em todas as interseções de juntas verticais e horizontais.</p><p>5 - Um ponto de radiografia na extremidade inferior de cada junta vertical do anel mais baixo.</p><p>6 - Radiografia total em toda extensão das juntas verticais. Essa radiografia pode incluir a radiografia exigida na interseção, desde</p><p>que o filme tenha uma largura igual ou maior que 100 mm.</p><p>e =espessura da chapa.</p><p>Figura 34 - Requisitos adicionais para a inspeção radiográfica de costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>Cópia não autorizada</p><p>82 NBR 7821/1983</p><p>Notas:</p><p>1 - O corte no costado deverá ser feito com precisão tal que a distância R+E tenha uma tolerância de ± 3mm (1/8").</p><p>Para conseguir esta precisão faz-se um corte preliminar com o interno da boca de visita e a própria boca de visita</p><p>servirá para determinar a posição do corte final. R será tomado como o raio real em lugar do valor aproximado do</p><p>raio interno de concordância do flange.</p><p>2 - Diâmetro máximo = diâmetro externo do pescoço + 2 vezes a dimensão da solda A; Ver Tabela 14. Diâmetro</p><p>mínimo = diâmetro externo do pescoço + 13 mm.</p><p>3 - São permitidas chapas de reforço circulares para diâmetros nominais de 75 a 250 mm, desde que o diâmetro</p><p>seja igual a W.</p><p>4 - A dimensão da solda deve ser o maior dos dois seguintes valores: A (da Tabela 14, baseado em e), ou n (es-</p><p>pessura mínima do pescoço, nas Tabelas 13 e 14).</p><p>5 - As dimensões e os tamanhos das soldas não indicados são os mesmos exigidos para os tanques em conformidade</p><p>com o corpo desta Norma.</p><p>6 - Para o espaçamento mínimo entre as soldas para as aberturas veja o item E-6.6.</p><p>7 - Os detalhes de chanfros para solda podem diferir dos mostrados acima, desde que haja concordância do com-</p><p>prador.</p><p>Figura 35 - Exigências mínimas relativas a detalhes de bocais e bocas de visita de costados de acordo com o</p><p>Anexo E</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 83</p><p>E-9.1.2 A abertura reforçada da porta de limpeza será</p><p>completamente pré-montada na chapa do costado, e o</p><p>conjunto, incluindo a chapa do costado, sofrerá um</p><p>tratamento térmico de alívio de tensões na temperatura</p><p>de 600 a 650°C durante uma</p><p>hora para cada 25 mm de</p><p>espessura total.</p><p>E-9.2 A seção transversal da chapa de reforço no topo da</p><p>abertura não será inferior a:</p><p>K he</p><p>2</p><p>1</p><p>Onde:</p><p>K1 = coeficiente de área, da Figura 36</p><p>h = maior altura livre vertical da abertura, em mm</p><p>e = espessura do anel inferior do costado, de-</p><p>terminada pelo item E-5, em mm</p><p>H = altura do tanque em metros</p><p>D = diâmetro interno do tanque em metros</p><p>E-9.3 As chapas do costado nas quais se localizem aber-</p><p>turas para porta de limpeza deverão ser no mínimo</p><p>1,6 mm (1/16") e no máximo 3,2 mm (1/8") mais espessas</p><p>que as chapas adjacentes do 1º anel do tanque, de acordo</p><p>com a Tabela 33 (exceto para a abertura de</p><p>203 mm x 406 mm, quando a chapa poderá ter a mesma</p><p>espessura das demais).</p><p>E-9.4 A chapa de reforço e a chapa do pescoço da aber-</p><p>tura terão espessura igual à da chapa do costado onde</p><p>se localiza a abertura.</p><p>E-9.5 O reforço, no plano do costado, estará contido dentro</p><p>de uma altura L, medida a partir do fundo da abertura. L</p><p>não será superior a 1,5 h a não ser no caso de pequenas</p><p>aberturas, uma vez que L - H não deve ser inferior a</p><p>150 mm. Quando, como conseqüência desta última exi-</p><p>gência, L se tornar maior que 1,5 h, apenas a porção do</p><p>reforço contido dentro da altura 1,5 h será considerada</p><p>como efetiva.</p><p>E-9.6 O reforço necessário pode ser provido por qualquer</p><p>um dos meios seguintes, ou por qualquer combinação</p><p>dos mesmos.</p><p>E-9.6.1 Chapa de reforço do costado.</p><p>E-9.6.2 Espessura excedente da chapa do costado, na</p><p>qual foi cortada a porta de limpeza, em relação à espes-</p><p>sura das chapas adjacentes do anel mais inferior do cos-</p><p>tado (1º anel).</p><p>E-9.6.3 O trecho do pescoço, dentro de um comprimento</p><p>igual à espessura da chapa de reforço, medido na direção</p><p>perpendicular ao costado e a partir da face externa da</p><p>chapa de reforço.</p><p>H = altura do tanque, em metros</p><p>D = diâmetro interno do tanque, em metros</p><p>e = espessura do anel inferior do costado, determinação pelo item E-5, em milímetros</p><p>h = maior altura livre vertical da abertura, em milímetros</p><p>Figura 36 - Coeficiente K1 para determinação do reforço mínimo para porta de limpeza tipo nivelada em costados</p><p>construídos de acordo com o Anexo E</p><p>Cópia não autorizada</p><p>84 NBR 7821/1983</p><p>Figura 37 - Porta de limpeza, tipo nivelada “Flush Type”, para costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 85</p><p>Q</p><p>ua</p><p>nt</p><p>id</p><p>ad</p><p>e</p><p>D</p><p>iâ</p><p>m</p><p>et</p><p>ro</p><p>Tabela 31 - Porta de limpeza, tipo nivelada, “Flush Type”, para costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Dimensão Raios dos cantos Distância Largura Largura Espaçamento</p><p>Abertura do arco da superiores dos do flange do flange especial Parafusos</p><p>chapa de parafusos (exceto na parte para</p><p>Altura Largura reforço do Da Da chapa à borda na parte inferior parafusos</p><p>costado abertura reforço externa inferior)</p><p>do do dos (*)</p><p>costado costado flanges</p><p>h b W r1 r2 l f3 f2 g</p><p>(mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm) (mm)</p><p>203 406 1168 102 356 32 102 89 83 22 19</p><p>610 610 1829 305 737 32 102 95 89 36 19</p><p>914 1219 2692 457 1041 38 114 121 108 46 25</p><p>1219 1219 3175 610 1308 38 114 127 114 52 25</p><p>(*) Espaçamento nos cantos inferiores do flange da porta de limpeza.</p><p>Tabela 32 - Espessura da tampa, flange e soleira para as portas de limpeza, tipo nivelada, "Flush Type", para</p><p>costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Dimensão da abertura (altura h x largura b)</p><p>203 x 406 (mm) 610 x 610 (mm) 914 x 1219 (mm) 1219 x 1219 (mm)</p><p>Espessura mínima (mm)</p><p>H (kgf/cm2) Flanges e Soleira Flanges e Soleira Flanges e Soleira Flanges e Soleira</p><p>tampa tampa tampa tampa</p><p>(m) ec eb ec eb ec eb ec eb</p><p>6,10 0,6 9,5 12,5 9,5 12,5 16,0 21,2 16,0 22,4</p><p>10,40 1,0 9,5 12,5 12,5 12,5 19,0 25,0 21,2 28,0</p><p>12,50 1,2 9,5 12,5 12,5 14,0 22,4 28,0 22,4 30,0</p><p>16,20 1,6 9,5 12,5 14,0 16,0 23,6 31,5 25,0 33,5</p><p>18,30 1,8 11,2 12,5 16,0 17,0 25,0 33,5 28,0 35,5</p><p>25,0 (máx) 28,0 (máx) 37,5 (máx) 42,5 (máx)</p><p>(*) A pressão equivalente é baseada na carga de água.</p><p>Altura</p><p>máxima do</p><p>tanque</p><p>Pressão</p><p>equivalente</p><p>(*)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>86 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 33 - Espessura da tampa, flange e soleira para as portas de limpeza, tipo nivelada, "Flush Type", para</p><p>costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Tamanho da abertura (altura h x largura b)</p><p>203 x 406 (mm) 610 x 610 (mm) 914 x 1219 (mm) 1219 x 1219 (mm)</p><p>Espessura mínima (mm)</p><p>e Espessura Altura da Espessura Altura da Espessura Altura da Espessura Altura da</p><p>do costado chapa de do costado chapa de do costado chapa de do costado chapa de</p><p>(2) H e da chapa reforço do e da chapa reforço do e da chapa reforço do e da chapa reforço do</p><p>de reforço costado de reforço costado de reforço costado de reforço costado</p><p>ed (1) (2) L (1) ed (1) (2) L (1) ed (1) (2) L (1) ed (1) (2) L (1)</p><p>(pol) (m) (pol) (mm) (pol) (mm) (pol) (mm) (pol) (mm)</p><p>3/16 21 3/16 356 1/4 870 1/4 1302 1/4 1734</p><p>1/4 21 1/4 5/16 895 5/16 1346 5/16 1791</p><p>5/16 21 5/16 3/8 908 3/8 1372 3/8 1729</p><p>3/8 5 3/8 7/16 838 7/16 1327 7/16 1829</p><p>3/8 8 3/8 7/16 870 7/16 1372 1/2 1727</p><p>3/8 21 3/8 7/16 914 1/2 1295 1/2 1734</p><p>7/16 5 7/16 1/2 851 1/2 1321 1/2 1829</p><p>7/16 9 7/16 1/2 864 1/2 1372 9/16 1753</p><p>7/16 21 7/16 1/2 908 9/16 1321 9/16 1765</p><p>1/2 5 1/2 9/16 857 9/16 1314 9/16 1829</p><p>1/2 9 1/2 9/16 864 9/16 1372 5/8 1779</p><p>1/2 21 1/2 9/16 902 5/8 1334 5/8 1791</p><p>9/16 6 9/16 5/8 864 5/8 1308 5/8 1829</p><p>9/16 10 9/16 5/8 864 5/8 1372 11/16 1791</p><p>9/16 21 9/16 5/8 895 11/16 1340 11/16 1803</p><p>5/8 7 5/8 11/16 864 11/16 1308 11/16 1829</p><p>5/8 12 5/8 11/16 864 11/16 1372 3/4 1803</p><p>5/8 21 5/8 11/16 889 3/4 1340 3/4 1816</p><p>11/16 7 11/16 3/4 870 3/4 1302 3/4 1829</p><p>11/16 13 11/16 3/4 870 3/4 1372 13/16 1810</p><p>11/16 21 11/16 3/4 876 13/16 1340 13/16 1829</p><p>3/4 8 3/4 13/16 13/16 1308 13/16 1829</p><p>3/4 16 3/4 13/16 13/16 1372 7/8 1822</p><p>3/4 21 3/4 13/16 7/8 1334 7/8 1829</p><p>13/16 9 13/16 7/8 7/8 1314 7/8</p><p>13/16 18 13/16 7/8 7/8 1372 15/16</p><p>13/16 21 13/16 7/8 15/16 1334 15/16</p><p>7/8 10 7/8 15/16 15/16 1314 15/16</p><p>7/8 21 7/8 15/16 876 15/16 1372 1</p><p>15/16 11 15/16 1 883 1 1321 1</p><p>15/16 21 15/16 1 1 1359 1 1/16</p><p>1 12 1 1 1/16 1 1/16 1321 1 1/16 1829</p><p>1 21 1 1 1/16 1 1/16 1353 1 1/8 1822</p><p>1 1/16 14 1 1/16 1 1/8 1 1/8 1327 1 1/8 1829</p><p>1 1/16 21 1 1/16 1 1/8 883 1 1/8 1340 1 3/16 1816</p><p>Espessura</p><p>do anel mais</p><p>baixo do</p><p>costado</p><p>Altura</p><p>máxima do</p><p>tanque</p><p>/continua</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 87</p><p>E-9.7 A largura da chapa de reforço do fundo (soleira) da</p><p>porta de limpeza, medida na linha de centro da abertura,</p><p>será igual a 254 mm mais a espessura da chapa do</p><p>costado na qual for cortada a porta de limpeza mais a</p><p>espessura da chapa de reforço. A espessura mínima</p><p>desta chapa de reforço do fundo da abertura, em mm,</p><p>será determinada pela equação:</p><p>e =</p><p>h</p><p>356.000</p><p>+</p><p>b</p><p>171</p><p>Hb</p><p>2</p><p>sen b a maior dimensão horizontal da abertura, em mm.</p><p>Os demais símbolos estão contidos no item E-9.2.</p><p>E-9.8 As dimensões das diversas partes constituintes da</p><p>porta de limpeza deverão estar de acordo com as Tabe-</p><p>las 31 e 32.</p><p>E-9.9 O material das chapas do costado nas quais serão</p><p>abertas portas de limpeza, das chapas de reforço do cos-</p><p>tado, das soleiras e do pescoço, deverá estar de acordo</p><p>com a Tabela 30 para as respectivas espessuras e tempe-</p><p>raturas de projeto do tanque. Para espessuras das chapas</p><p>do costado, reforços, pescoços de conexões e flanges</p><p>que de acordo com a Tabela 33 excederem a espessura</p><p>de 37,5 mm o material a ser adotado deverá ser aquele</p><p>indicado para espessura na faixa de 25 mm a 37,5 mm</p><p>da Tabela 30.</p><p>E-9.10 O material da tampa, do flange e dos parafusos</p><p>deve estar de acordo com o Capítulo 5 - Itens 5.1 e 5.6.</p><p>E-9.11 Não se recomenda o emprego de tubulações ex-</p><p>ternas</p><p>ligadas aos flanges ou tampas das portas de lim-</p><p>peza. Todavia, se forem usadas, suas cargas devem ser</p><p>consideradas à parte, pois todos os detalhes mostrados</p><p>até agora, subentendem o dimensionamento à base,</p><p>apenas, de carga hidrostática.</p><p>E-9.12 Quando as portas de limpeza do tipo nivelada são</p><p>instaladas em tanques que repousam diretamente sobre</p><p>o solo, sem anel de concreto, deve-se prever meios para</p><p>o suporte desta porta de limpeza e para a contenção do</p><p>solo, lançando mão de um dos seguintes métodos:</p><p>E-9.12.1 Método A</p><p>Instalar uma nervura vertical de aço sob o tanque seguin-</p><p>do o contorno do costado e simétrica à abertura como</p><p>indicado na Figura 12, Detalhe “A”.</p><p>E-9.12.2 Método B</p><p>Instalar sob o tanque uma mureta de contenção em con-</p><p>creto ou alvenaria cuja face exterior siga o contorno do</p><p>costado do tanque como mostrado na Figura 12, Deta-</p><p>lhe “B”.</p><p>Espessura</p><p>do anel mais</p><p>baixo do</p><p>costado</p><p>Altura</p><p>máxima do</p><p>tanque</p><p>/continuação</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10</p><p>Tamanho da abertura (altura h x largura b)</p><p>203 x 406 (mm) 610 x 610 (mm) 914 x 1219 (mm) 1219 x 1219 (mm)</p><p>Espessura mínima (mm)</p><p>e Espessura Altura da Espessura Altura da Espessura Altura da Espessura Altura da</p><p>do costado chapa de do costado chapa de do costado chapa de do costado chapa de</p><p>(2) H e da chapa reforço do e da chapa reforço do e da chapa reforço do e da chapa reforço do</p><p>de reforço costado de reforço costado de reforço costado de reforço costado</p><p>ed (1) (2) L (1) ed (1) (2) L (1) ed (1) (2) L (1) ed (1) (2) L (1)</p><p>(pol) (m) (pol) (mm) (pol) (mm) (pol) (mm) (pol) (mm)</p><p>1 1/8 16 1 1/8 1 3/16 889 1 3/16 1327 1 3/16 1829</p><p>1 1/8 21 1 1/8 1 3/16 1 3/16 1327 1 1/4 1810</p><p>1 3/16 18 1 3/16 1 1/4 1 1/4 1327 1 1/4 1829</p><p>1 3/16 21 1 3/16 1 1/4 1 1/4 1327 1 5/16 1797</p><p>1 1/4 20 1 1/4 1 5/16 1 5/16 1334 1 5/16 1829</p><p>1 1/4 21 1 1/4 1 5/16 1 5/16 1334 1 3/8 1784</p><p>1 5/16 21 1 5/16 1 3/8 1 3/8 1334 1 3/8 1829</p><p>1 3/8 21 1 3/8 1 7/16 889 1 7/16 1334 1 7/16 1816</p><p>1 7/16 21 1 7/16 1 1/2 895 1 1/4 1340 1 1/2 1797</p><p>1 1/2 21 1 1/2 1 9/16 895 1 9/16 1340 1 9/16 1784</p><p>1 5/8(3) 21 1 5/8 1 11/16 895 1 11/16 1340 - -</p><p>1 3/4(3) 21 1 3/4 356 1 15/16 895 1 15/16 1340 - -</p><p>(1) As dimensões de “ed” e de “L” podem variar dentro dos limites estabelecidos no item E-q.</p><p>(2) As espessuras de chapas especificadas pelas NBR 11888 e NBR 11889 não permitem conciliar o que estabelece o item E-9.3 com</p><p>as espessuras mínimas calculadas. Por este motivo foram utilizadas as espessuras de chapas padronizadas em polegadas.</p><p>(3) A espessura “e” maior que 37,5 mm ( ~1 1/2") é permitida somente nos tanques projetados de acordo com o Anexo G.</p><p>〉</p><p>〉</p><p>〉</p><p>Tabela 33 - Espessura da tampa, flange e soleira para as portas de limpeza, tipo nivelada, "Flush Type", para</p><p>costados construídos de acordo com o Anexo E</p><p>Cópia não autorizada</p><p>88 NBR 7821/1983</p><p>E-9.13 Quando uma porta de limpeza do tipo nivelada for</p><p>instalada em um tanque apoiado em anel ou laje de con-</p><p>creto, estes deverão ter um rebaixo para alojar a soleira -</p><p>Figura 12, Detalhe “C”.</p><p>E-9.14 Quando uma porta de limpeza do tipo nivelada for</p><p>instalada em um tanque que repouse diretamente sobre</p><p>o solo, mas dentro de um anel de contenção do terreno,</p><p>deverá ser feito um rasgo neste anel para acomodar a</p><p>porta de limpeza e dever-se-á prever uma parede suple-</p><p>mentar, interna ao anel, para suportar a porta de limpeza</p><p>e conter o terreno. As dimensões são as mostradas na</p><p>Figura 12, Detalhe “D”.</p><p>E-10 Anéis de contraventamento intermediários</p><p>para o costado do tanque14)</p><p>Os costados dos tanques projetados de acordo com o</p><p>Anexo E serão normalmente menos espessos que os</p><p>costados projetados pela norma básica e, assim, serão</p><p>menos resistentes às deformações provocadas por cargas</p><p>de vento. Recomenda-se o emprego das regras deste</p><p>item como meio de verificação da estabilidade, contra a</p><p>pressão do vento, de costados de tanques projetados de</p><p>acordo com este Anexo.</p><p>E-10.1 Os tanques de teto fixo baseados no Anexo E</p><p>terão cantoneiras de topo conforme especificado no item</p><p>6.3.3-c).</p><p>Os tanques abertos, inclusive os tanques de teto flutuante,</p><p>terão um anel de contraventamento superior conforme</p><p>especificado no item 6.4. Os tanques de teto autoportante</p><p>devem satisfazer às exigências dos itens 6.5.5, 6.5.6 e</p><p>6.5.7 com respeito à cantoneira de reforço do bordo</p><p>superior do costado.</p><p>E-10.2 A máxima altura do costado, não reforçada, em</p><p>metros, não deve exceder a15):</p><p>H = 9,465 e</p><p>161</p><p>V</p><p>e</p><p>D</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>Onde:</p><p>H1 = distância vertical entre o anel intermediário de</p><p>contraventamento e a cantoneira de topo do cos-</p><p>tado no caso de tanque de teto fixo ou entre o</p><p>anel de contraventamento intermediário e o de</p><p>contraventamento superior nos tanques sem teto</p><p>ou de teto flutuante, em metros</p><p>e = espessura média do costado na altura H1, em</p><p>mm</p><p>Nota: Para o cálculo desta espessura média usar-se-</p><p>á a espessura das chapas, a menos que o com-</p><p>prador especifique que a espessura para base</p><p>do cálculo desta espessura média seja a es-</p><p>pessura teórica (espessura de fabricação me-</p><p>nos a sobreespessura para corrosão)</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>V = velocidade do vento (em km/h), fornecida pelo</p><p>comprador, desde que desta não resultem pres-</p><p>sões de obstrução inferiores às preconizadas</p><p>pela NBR 6120 “Cargas para o Cálculo de Estru-</p><p>turas de Edifícios”</p><p>E-10.3 Para a determinação da máxima altura do costado,</p><p>não reforçada, será feito um cálculo inicial usando-se a</p><p>espessura do anel mais elevado do tanque. Os cálculos</p><p>seguintes serão baseados na média ponderada das</p><p>espessuras obtidas com a inclusão de parte, ou de todo o</p><p>anel imediatamente inferior (ou anéis sucessivamente</p><p>inferiores) até que o H1 calculado seja igual ou menor</p><p>que a altura do costado usada na determinação da es-</p><p>pessura média. Se o H1 calculado continua sendo maior</p><p>que a altura do costado usada na determinação da es-</p><p>pessura média, nenhum anel de contraventamento</p><p>intermediário é necessário.</p><p>E-10.4 Após estabelecida a posição do primeiro anel de</p><p>contraventamento intermediário, deve ser feita uma veri-</p><p>ficação na parte inferior do costado usando-se o primeiro</p><p>anel de contraventamento como o topo do tanque e pro-</p><p>cedendo-se conforme descrito em E-10.2 e E-10.3.</p><p>E-10.5 Fazendo-se a locação do primeiro anel de con-</p><p>traventamento pelo espaçamento máximo calculado pelas</p><p>regras anteriores, chegar-se-á usualmente a uma solução</p><p>em que a parte inferior do costado tem uma resistência à</p><p>ação do vento maior que a da parte do costado acima do</p><p>anel de contraventamento intermediário. Pode-se então</p><p>colocar este anel de contraventamento intermediário, em</p><p>relação ao anel de topo, a uma distância menor do que a</p><p>máxima calculada, mas, neste caso, a parte inferior do</p><p>costado deve ter a sua resistência à ação do vento veri-</p><p>ficada pelo item E-10.4 ou pelos seguintes itens:</p><p>E-10.5.1 O cálculo da estabilidade da parte do costado</p><p>abaixo do anel de contraventamento intermediário usan-</p><p>do-se a média das espessuras dos anéis inferiores, resulta</p><p>num valor alto e incorreto. Uma solução mais correta con-</p><p>siste em se usar, para cada anel, em vez de largura real</p><p>do anel (L) uma largura (Lf), com espessura constante,</p><p>ligadas pela seguinte relação:</p><p>L = L</p><p>e</p><p>e</p><p>f</p><p>const.</p><p>real</p><p>5</p><p></p><p></p><p></p><p>Sendo:</p><p>econst. = espessura tomada como constante para de-</p><p>senvolvimento do cálculo.</p><p>ereal = espessura nominal de cada anel</p><p>E-10.5.2 A soma das diversas larguras fictícias dá a altura</p><p>fictícia do costado. Para que se tenha estabilidade igual</p><p>abaixo e acima do anel de contraventamento interme-</p><p>diário, este último deve ser colocado na posição média</p><p>14) Este item do Anexo E não é obrigatório.</p><p>15) Esta fórmula considerada um empuxo interno em tanques sem teto e um vácuo interno em tanques de teto fixo, um fator de forma e</p><p>um fator de altura.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 89</p><p>desta altura fictícia. A posição do anel de contraven-</p><p>tamento no costado real será calculada partindo-se de</p><p>sua posição no costado fictício e aplicando-se a expres-</p><p>são vista no item anterior, usando-se como espessura</p><p>constante</p><p>a espessura real do anel do costado no qual o</p><p>anel de contraventamento será finalmente montado e</p><p>todas as espessuras reais acima deste anel.</p><p>E-10.5.3 Se a metade da altura fictícia do costado for maior</p><p>que a máxima altura do costado sem reforço (baseado</p><p>em espessura uniforme) como calculado no item E-10.2,</p><p>um segundo anel de contraventamento intermediário de-</p><p>verá ser usado, no sentido de se reduzir a altura do cos-</p><p>tado não reforçada a uma altura inferior à máxima.</p><p>E-10.6 Os anéis de contraventamento intermediários não</p><p>devem estar fixados ao costado a uma distância inferior a</p><p>150 mm de qualquer junta horizontal. Se a locação preli-</p><p>minar do anel cair dentro desta faixa, deve-se locá-lo de</p><p>preferência 150 mm abaixo da junta, desde que a máxima</p><p>altura de costado não reforçado não seja ultrapassada.</p><p>E-10.7 O momento resistente mínimo necessário do anel</p><p>de contraventamento intermediário será determinado pela</p><p>equação:</p><p>Z = 58 D H</p><p>V</p><p>161</p><p>2</p><p>1</p><p>2</p><p></p><p></p><p></p><p>Sendo:</p><p>Z = momento resistente (mm3)</p><p>D = diâmetro nominal do tanque (m)</p><p>H1 = máxima altura do costado não reforçado (m)</p><p>V = velocidade do vento (em km/h) fornecida pelo</p><p>comprador, desde que desta não resultem pres-</p><p>sões de obstrução inferiores às preconizadas</p><p>pela NBR 6120 “Cargas para o Cálculo de</p><p>Estruturas de Edifícios”</p><p>E-10.7.1 Quando o uso de um costado fictício permite que</p><p>o anel de contraventamento intermediário seja locado a</p><p>uma altura inferior ao H1 calculado pelo item E-10.2, o H1</p><p>da fórmula de cálculo do montante resistente pode ser</p><p>substituído pelo espaçamento entre anéis de contraven-</p><p>tamento no costado real se este espaçamento tiver sido</p><p>determinado pela transposição da altura fictícia para o</p><p>costado real.</p><p>E-10.7.2 O cálculo do momento resistente do anel de con-</p><p>traventamento intermediário será baseado nas proprie-</p><p>dades de seus diversos componentes e pode incluir uma</p><p>parte do costado dentro de uma distância de 0,6 R e acima</p><p>e abaixo do ponto de fixação do anel, onde:</p><p>R = raio nominal do tanque, em mm</p><p>e = espessura nominal da chapa de costado na qual</p><p>está localizado o contraventamento, em mm</p><p>/ANEXO F</p><p>Cópia não autorizada</p><p>90 NBR 7821/1983</p><p>Anexo F - Projeto de tanques para pequenas pressões internas</p><p>16) Quando houver necessidade de instalação de respiros, a sua aquisição é de responsabilidade do comprador, devendo o fabricante</p><p>providenciar as respectivas conexões.</p><p>F-1 Objetivo</p><p>F-1.1 São abrangidos pelo corpo desta Norma os tanques</p><p>de armazenamento cilíndricos verticais de aço, soldados,</p><p>em vários tamanhos e capacidades, para um pressão</p><p>interna máxima aproximadamente igual à atmosférica.</p><p>Para os tanques de teto fixo, esta pressão máxima pode</p><p>ser aumentada até aos valores permitidos por este Anexo</p><p>desde que suas exigências adicionais sejam satisfeitas.</p><p>F-1.2 A pressão interna permitida em tanques construídos</p><p>conforme este Anexo multiplicada pela área da seção</p><p>transversal do tanque não deverá exceder o peso do cos-</p><p>tado e do teto, incluindo todos os acessórios e/ou estru-</p><p>turas a eles ligadas.</p><p>F-1.3 Se se desejar aplicar pressões superiores às per-</p><p>mitidas pelo item F-1.2, o costado deve ser devidamente</p><p>ancorado para evitar a tendência de levantamento do</p><p>mesmo pela ação da pressão interna. Neste caso, esta</p><p>Norma não se aplica ao projeto destes tanques, devendo</p><p>o mesmo ser feito por estudos especiais.</p><p>F-1.4 Os tanques projetados de acordo com este Anexo</p><p>devem também satisfazer às demais exigências desta</p><p>Norma.</p><p>F-2 Respiros</p><p>F-2.1 Condições operacionais</p><p>Os respiros serão dimensionados e ajustados de forma a</p><p>que, na sua capacidade nominal, e em qualquer condição</p><p>normal de operação a pressão interna não exceda a</p><p>pressão de projeto máxima admissível (P.máx.) (ver o</p><p>item F-4 e a Nota seguinte ao item F-6).</p><p>F-2.2 Condições de emergência</p><p>F-2.2.1 Quando a cantoneira de topo do costado for a mí-</p><p>nima exigida pelos itens 6.3.3-c), 6.5.2-e) e 6.5.4 não é</p><p>necessário a existência de respiros de emergência adi-</p><p>cionais.</p><p>F-2.2.2 Quando tornarem-se necessárias cantoneiras de</p><p>topo do costado mais resistentes do que o exigido no</p><p>item 6.3.3-c) para permitir a aplicação da pressão interna</p><p>calculada conforme o item F-1 e quando a pressão de</p><p>colapso destas cantoneiras, conforme calculada pelo item</p><p>F-6 for maior do que a pressão que causa o levantamento</p><p>do costado, o comprador deverá colocar respiros de</p><p>emergência adicionais, conforme consta da norma “API</p><p>Standard 2000”, sendo que o fabricante proverá o tanque</p><p>com as conexões exigidas.</p><p>F-2.2.3 Quando a dimensão da solda que une o teto à</p><p>cantoneira de topo do costado exceder a 5 mm ou quando</p><p>o teto tiver a inclinação superior a 1:16 devem ser co-</p><p>locados um ou mais respiros de emergência conforme</p><p>consta da norma “API Standard 2000”.16)</p><p>F-3 Detalhes da ligação do teto ao costado</p><p>Os detalhes da ligação do teto ao costado e os limites da</p><p>seção transversal desta união, que podem ser conside-</p><p>rados como resistindo aos esforços de compressão devem</p><p>satisfazer à Figura 38.</p><p>F-4 Pressão de projeto máxima admissível (P.Máx.)</p><p>Uma vez conhecidos o peso do tanque e os detalhes da</p><p>ligação do costado com o teto a fim de determinar a área</p><p>de compressão, a pressão de projeto máxima a ser admi-</p><p>tida será o menor dos seguintes valores:</p><p>a) P = 113</p><p>A tg</p><p>D</p><p>+ 8 e1</p><p>2</p><p>θ</p><p>b) P =</p><p>1,27 Q</p><p>D</p><p>+ 8 e2</p><p>2</p><p>Sendo:</p><p>P1 = pressão interna de projeto, limitada pela área</p><p>de compressão da região de ligação costado-</p><p>teto, em mm de água</p><p>A = área da seção transversal da cantoneira de topo</p><p>do costado (ou viga) mais a parte do costado e</p><p>do teto que resistem à força de compressão,</p><p>como mostrado na Figura 38, em mm2</p><p>θ = ângulo entre o teto e a horizontal no ponto de</p><p>união do teto ao costado, em graus (tg θ é a</p><p>inclinação do teto).</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>e = espessura nominal do teto, em milímetros</p><p>P2 = pressão interna de projeto limitada pela pos-</p><p>sibilidade de levantamento do costado, em mm</p><p>de água</p><p>Q = peso total do costado e do teto incluindo todos</p><p>os acessórios e/ou as estruturas a eles ligados,</p><p>em kg</p><p>Nota: Para tanques grandes, que tenham a cantoneira</p><p>de topo do costado com área igual a mínima</p><p>necessária conforme fórmula dada na alí-</p><p>nea a), e que tenham o teto de pequena</p><p>inclinação, o ajuste do respiro deve ser feito</p><p>para uma pressão inferior a (P.máx.) (veja a</p><p>Nota após o item F-6).</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 91</p><p>F-5 Área necessária para resistir aos esforços de</p><p>compressão na junção teto-costado</p><p>Quando já se tiver a pressão de projeto máxima admis-</p><p>sível estabelecida (nunca superior ao valor dado pelo</p><p>item F-4-b)), a área total necessária na junção teto-costado</p><p>pode ser determinada pela seguinte expressão:</p><p>A =</p><p>D (P - 8e)</p><p>113 tg</p><p>2</p><p>θ</p><p>F-6 Pressão de colapso calculada</p><p>Admite-se que ocorre o colapso do equipamento quando</p><p>a tensão na região do anel de compressão atinge o limite</p><p>de escoamento. Partindo-se desta premissa e da fórmula</p><p>para estabelecimento da máxima pressão, determina-se</p><p>uma fórmula aproximada para o cálculo desta pressão</p><p>de colapso Pc, na qual o colapso do anel de compressão</p><p>no topo do costado pode ocorrer, que é a seguinte:</p><p>Pc = 1,6 P1 - 4,8 e</p><p>Onde:</p><p>Pc = pressão de colapso calculada, em mm de coluna</p><p>de água</p><p>P1 = pressão interna de projeto, em mm de coluna</p><p>de água, conforme calculada no item F-4.a)</p><p>e = espessura nominal do teto, em mm</p><p>Nota: Esta fórmula baseia-se num limite de escoa-</p><p>mento de 22,4 kgf/mm2. Experiências com aci-</p><p>dentes em tanques indicam que a flambagem</p><p>da união teto-costado é localizada e prova-</p><p>velmente ocorre quando o limite de escoamento</p><p>do material é ultrapassado na área do anel de</p><p>compressão. Excesso de pressão em tetos de</p><p>pequena inclinação normalmente resultam no</p><p>rompimento da junta da união teto-costado. A</p><p>aplicação desta fórmula a tanques grandes, que</p><p>tenham a cantoneira de topo com área igual à</p><p>mínima necessária e um teto de pequena in-</p><p>clinação, leva a um valor de pressão de colapso</p><p>calculada apenas ligeiramente superior à pres-</p><p>são máxima admissível. Nestes casos, deve-</p><p>se especificar um ajuste para o respiro</p><p>soldadas;</p><p>d) solda intermitente - solda de ângulo ou sobreposta</p><p>cujo cordão é interrompido a espaços regulares;</p><p>e) junta de topo simplesmente soldada - junta entre</p><p>duas peças, topo a topo, dispostas aproximada-</p><p>mente no mesmo plano e soldadas por um só lado;</p><p>f) junta de topo duplamente soldada - junta entre</p><p>duas peças, topo a topo, dispostas aproximada-</p><p>mente no mesmo plano e soldadas pelos dois la-</p><p>dos;</p><p>g) junta de topo simplesmente soldada e com cobre-</p><p>junta - junta entre duas peças, topo a topo, dis-</p><p>postas aproximadamente no mesmo plano, sol-</p><p>dadas somente de um lado, usando-se uma tira,</p><p>barra ou outro elemento como cobrejunta;</p><p>h) junta sobreposta, simplesmente soldada - junta</p><p>entre duas peças sobrepostas nas quais somente</p><p>a borda de uma delas é soldada com solda de</p><p>ângulo;</p><p>i) junta sobreposta, duplamente soldada - junta entre</p><p>duas peças sobrepostas, nas quais ambas as</p><p>bordas são soldadas com solda de ângulo.</p><p>3) Esta norma da American Welding Society substituiu a norma ASTM A -233 que foi cancelada.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>6 NBR 7821/1983</p><p>6.1.2 Dimensão da solda</p><p>A dimensão de uma solda será baseada nas seguintes</p><p>medidas:</p><p>a) solda de topo - é a profundidade do chanfro acres-</p><p>cida da penetração de raiz, quando esta for espe-</p><p>cificada;</p><p>b) solda de ângulo - para soldas de lados iguais, a</p><p>dimensão da solda indica o comprimento cor-</p><p>respondente ao lado do maior triângulo isósceles</p><p>que possa ser inscrito dentro do corte transversal</p><p>da solda em causa; para soldas de lados desiguais</p><p>as dimensões da solda indicam os comprimentos</p><p>dos catetos correspondentes ao maior triângulo</p><p>retângulo que possa ser inscrito dentro do corte</p><p>transversal da solda em causa.</p><p>6.1.3 Restrições sobre juntas soldadas:</p><p>a) os pontos de solda não podem ser considerados</p><p>como tendo qualquer valor de resistência estrutural;</p><p>b) as dimensões mínimas das soldas de ângulo de-</p><p>vem ser as seguintes:</p><p>- chapas até 4,50 mm de espessura: solda de</p><p>ângulo integral;</p><p>- chapas com mais de 4,50 mm de espessura: sol-</p><p>da de ângulo com dimensão igual ou superior a</p><p>um terço da menor das espessuras das chapas</p><p>da junta e nunca inferior a 4,5 mm.</p><p>c) as juntas sobrepostas simplesmente soldadas são</p><p>permitidas somente nas chapas do fundo e do teto</p><p>dos tanques;</p><p>d) as juntas sobrepostas devem ter uma sobreposi-</p><p>ção de, no mínimo, cinco vezes a espessura no-</p><p>minal da chapa mais fina; a medição desta sobre-</p><p>posição deve ser feita por ocasião da ponteação;</p><p>todavia, não é necessário que a superposição</p><p>exceda a:</p><p>- nos casos de juntas sobrepostas duplamente</p><p>soldadas 50 mm;</p><p>- nos casos de juntas simplesmente soldadas</p><p>25 mm.</p><p>6.1.4 Juntas típicas</p><p>As juntas típicas estão mostradas nas Figuras 2 e 3</p><p>6.1.5 Símbolos de solda - são adotados nesta Norma, os</p><p>símbolos de solda estabelecidos na terminologia</p><p>NBR 5874.</p><p>6.2 Projeto do fundo</p><p>6.2.1 Dimensões das chapas</p><p>a) a menor espessura nominal das chapas do fundo</p><p>deve ser de 6,3 mm, excluída qualquer sobreespes-</p><p>sura de corrosão, quando especificada; todas as</p><p>chapas de fundo, inclusive as recortadas para a</p><p>periferia (exceto quando se usam chapas anu-</p><p>lares), devem ter uma largura mínima de 1200 mm;</p><p>recomenda-se que para os tanques de grande</p><p>diâmetro (maiores que 25 m) as chapas periféricas</p><p>do fundo sejam ligadas entre si por soldas radiais</p><p>de modo a formar um anel conforme mostra a Fi-</p><p>gura 4; quando assim dispostas as chapas peri-</p><p>féricas denominam-se chapas anulares, devendo</p><p>ser ligadas preferivelmente por solda de topo</p><p>duplamente soldada com penetração total, ou por</p><p>solda de topo com cobrejunta inferior. As chapas</p><p>anulares devem ter o maior comprimento possível</p><p>e a sua largura deve ser maior ou igual a 500 mm,</p><p>mas à medida que o tamanho do tanque aumenta,</p><p>um estudo deve ser feito sobre a largura destas</p><p>chapas devido às altas tensões que são trans-</p><p>mitidas pelo primeiro anel do costado às chapas</p><p>anulares. As espessuras recomendadas para as</p><p>chapas anulares em função do diâmetro do tanque,</p><p>estão apresentadas na Tabela 2.</p><p>Recomenda-se ainda que, no caso em pauta, as</p><p>demais chapas do fundo sejam distribuídas</p><p>conforme o que consta da Figura 4 ou de maneira</p><p>equivalente. Quando se usam chapas anulares,</p><p>os 1500 mm adjacentes à periferia devem ser</p><p>radiografados ou examinados com ultra-som em</p><p>10% das juntas soldadas. Uma junta por soldador</p><p>ou um mínimo de duas juntas por tanque devem</p><p>ser examinadas. Se uma descontinuidade além</p><p>do permitido por esta Norma for encontrada, os</p><p>1500 mm adjacentes à periferia de mais duas</p><p>juntas soldadas pelo mesmo soldador devem ser</p><p>radiografados. Estes 1500 mm deverão ser</p><p>radiografados em todas as juntas soldadas pelo</p><p>mesmo soldador caso uma outra descontinuidade</p><p>não aceitável por esta Norma seja encontrada</p><p>numa junta soldada pelo soldador em cuja solda</p><p>radial já havia sido encontrado um defeito;</p><p>b) as chapas da periferia do fundo devem obrigato-</p><p>riamente exceder a borda externa da solda que</p><p>une o fundo ao costado de, no mínimo, 25 mm;</p><p>c) os tanques para armazenamento, principalmente</p><p>os de grandes dimensões, transmitem cargas de</p><p>apoio apreciáveis às bases dos mesmos; o compra-</p><p>dor deve tomar todas as medidas necessárias de</p><p>modo a garantir fundações adequadas. Detalhes</p><p>de fundações recomendadas estão indicados no</p><p>Anexo C.</p><p>6.2.2 Métodos de construção - o fundo deve ser construído</p><p>de acordo com um dos métodos abaixo:</p><p>a) as chapas do fundo que sejam unidas por juntas</p><p>sobrepostas devem ser razoavelmente retangu-</p><p>lares e esquadrejadas; as juntas do fundo que con-</p><p>tenham três sobreposições devem ficar distan-</p><p>ciadas, no mínimo, de 300 mm do costado e tam-</p><p>bém entre si; quando as chapas do fundo situadas</p><p>sob o costado, tiverem soldas sobrepostas, devem</p><p>ter as extremidades rebaixadas no local da solda,</p><p>por ocasião da montagem e antes da soldagem, a</p><p>fim de formar uma superfície razoavelmente lisa</p><p>para apoio das chapas do costado, como mostrado</p><p>na Figura 5;</p><p>b) as chapas do fundo que sejam unidas por juntas</p><p>de topo, devem ter as extremidades preparadas</p><p>para solda de topo com bordas paralelas ou chan-</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 7</p><p>fradas em V simples; caso as chapas não sejam</p><p>chanfradas, a abertura da fresta não deve ser me-</p><p>nor do que 6 mm. As soldas de topo podem ser fei-</p><p>tas aplicando-se um cobrejunta de, no mínimo</p><p>3 mm de espessura, ponteado na face inferior de</p><p>uma das chapas do fundo. Se necessário devem</p><p>ser utilizados espaçadores metálicos para que se-</p><p>ja mantida a abertura da fresta. O montador poderá</p><p>submeter outros métodos de soldagem de topo</p><p>das chapas do fundo à aprovação do comprador.</p><p>As juntas do fundo do tanque formadas por três</p><p>chapas devem estar distanciadas de, no mínimo,</p><p>300 mm uma da outra, e, no mínimo, 300 mm do</p><p>costado.</p><p>6.2.3 União entre as chapas do costado e as do fundo - a</p><p>união entre as chapas do anel inferior do costado e as</p><p>chapas do fundo deve ser executada por meio de solda</p><p>de ângulo, depositada em cada uma das faces das chapas</p><p>do costado (ver Figura 6). A dimensão de tais soldas não</p><p>deve ser superior a 13 mm, nem inferior à espessura no-</p><p>minal da chapa mais fina dentre as do costado e do fundo</p><p>sob o costado, e também não inferior aos valores apre-</p><p>sentados na Tabela 3.</p><p>Figura 2 - Juntas verticais do costado</p><p>Figura 3 - Juntas horizontais do costado</p><p>Cópia não autorizada</p><p>8 NBR 7821/1983</p><p>Figura 5 - Rebaixo nas juntas sobrepostas das chapas do fundo sob o costado do tanque</p><p>Tabela 2 - Espessura das chapas anulares</p><p>Diâmetro nominal do tanque Espessura das chapas anulares</p><p>D (m) (mm)</p><p>D ≤ 25 6,3</p><p>25 < D ≤ 35 8,0</p><p>35 < D ≤ 55 9,0</p><p>55 < D 11,2</p><p>Figura 4 - Distribuição das chapas do fundo quando se usam chapas anulares</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 9</p><p>Figura 6 - Juntas típicas de fundo e teto</p><p>Cópia não autorizada</p><p>10 NBR 7821/1983</p><p>Espessura da chapa do costado Dimensão mínima da solda</p><p>e (mm) (mm)</p><p>e ≤ 5 5</p><p>5 < e ≤ 20 6</p><p>20 < e ≤ 30 8</p><p>30 < e ≤ 40 10</p><p>Tabela 3 - Dimensão mínima da solda de ângulo entre o costado e o fundo</p><p>6.3 Projeto do costado</p><p>Exemplos de dimensões típicas de tanques e de espes-</p><p>suras de chapas do costado são dados no</p><p>que</p><p>garanta uma certa margem de segurança entre</p><p>a máxima pressão de colapso calculada, de-</p><p>pendendo das características do respiro.</p><p>Sugere-se que P máx. não exceda 0,8 Pc.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>92 NBR 7821/1983</p><p>Figura 38 - Anéis de compressão - Alguns detalhes típicos</p><p>/ANEXO G</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 93</p><p>Anexo G -Projeto de costados de tanques admitindo-se tensões elevadas</p><p>G-1 Objetivo</p><p>G-1.1 Este Anexo fornece um critério especial para o pro-</p><p>jeto de tanques de armazenamento. O projeto de costados</p><p>de tanques admitindo-se tensões elevadas é feito basean-</p><p>do-se na densidade do produto armazenado e no em-</p><p>prego de aços de alta resistência e de boa resiliência. É</p><p>exigida uma inspeção adicional das soldas. Para diminuir</p><p>os pontos de concentração de tensões as aberturas no</p><p>costado limitam-se a detalhes específicos. A menor espes-</p><p>sura do costado do tanque pode exigir uma verificação</p><p>da estabilidade do mesmo em relação às cargas laterais,</p><p>tais como a de vento. Pode haver necessidade de anéis</p><p>de contraventamento intermediários.</p><p>G-1.2 O comprador dará atenção especial às fundações,</p><p>sobreespessura para corrosão ou quaisquer outras me-</p><p>didas de proteção julgadas necessárias.</p><p>G-1.3 Este Anexo só deverá ser aplicado quando espe-</p><p>cificado pelo comprador. O comprador deverá estabe-</p><p>lecer a temperatura de projeto (baseando-se na tem-</p><p>peratura ambiente), a densidade do produto para projeto</p><p>e a sobreespessura para corrosão, caso seja necessária.</p><p>O comprador estabelecerá o valor e direção de cargas</p><p>externas, dando especial atenção a qualquer ligação rí-</p><p>gida ao costado, como dados necessários ao projeto do</p><p>costado e suas conexões. A consideração destas cargas</p><p>no projeto deve ser discutida entre o comprador e o fa-</p><p>bricante.</p><p>G-1.4 Por acordo prévio entre as partes, os anéis, de uma</p><p>determinada altura para cima, poderão ser projetados e</p><p>montados segundo as prescrições do Anexo E, embora</p><p>os anéis inferiores sigam as prescrições deste Anexo.</p><p>G-1.5 Para um tanque projetado de acordo com este</p><p>Anexo devem ser obedecidos todos os requisitos deste</p><p>Anexo e do Anexo E, exceto que a máxima espessura</p><p>nominal pode ser aumentada para 44,5 mm.</p><p>G-1.6 As especificações deste Anexo não se aplicam a</p><p>tanques refrigerados.</p><p>G-2 Materiais</p><p>G-2.1 As chapas do costado devem ser escolhidas dentre</p><p>os materiais das Tabelas 34 e 35, exceto que as chapas</p><p>com espessura acima de 38 mm, devem ser de aço acal-</p><p>mado, de grãos finos, tratados a quente por normalização,</p><p>normalização e revenido ou têmpera e revenido, e devem</p><p>ser testadas ao impacto conforme item G-10.10 deste</p><p>Anexo. As chapas usadas para reforço de aberturas do</p><p>costado devem ser do mesmo material do costado, exceto</p><p>para aquelas de portas de limpeza cujas espessuras</p><p>sejam maiores do que as do costado, e para as chapas</p><p>inseridas, que devem ser de material apropriado, con-</p><p>forme os listados na Tabela 34 e representados na Figu-</p><p>ra 39.</p><p>G-2.2 Os materiais listados na Tabela 34 podem ser usa-</p><p>dos para chapas com espessuras menores ou iguais a</p><p>38 mm na temperatura de projeto da chapa (temperatura</p><p>mínima absoluta observada na região onde o tanque será</p><p>instalado, mais 12°C) e igual ou superior aos limites es-</p><p>tabelecidos na Figura 39, sem teste de impacto. Em tem-</p><p>peraturas inferiores à estabelecida, o material deve apre-</p><p>sentar adequada resiliência na temperatura de projeto</p><p>da chapa de acordo com o procedimento descrito no item</p><p>G-2.2.2, abaixo, a menos que os procedimentos dos itens</p><p>G-2.2.1 ou G-2.2.3 sejam especificados pelo comprador.</p><p>G-2.2.1 Em cada lingote ou placa, depois de laminado,</p><p>será realizado um teste de impacto de acordo com o item</p><p>G-10.10 na temperatura de projeto ou inferior, devendo</p><p>apresentar valores para o Teste de Charpy com entalhe</p><p>em V, compatíveis com os requisitos mínimos longitudinais</p><p>ou transversais, para corpos-de-prova com dimensðes-</p><p>padrão, conforme a Tabela 36. No caso de corpos-de-</p><p>prova proporcionais e para o valor mínimo para um corpo-</p><p>de-prova padrão, veja o item G-10.10.</p><p>G-2.2.2 As chapas mais grossas de cada fornada devem</p><p>ser testadas ao impacto de acordo com o item G-10.10 e</p><p>devem preencher os requisitos de resiliência do item</p><p>G-2.2.1, na temperatura de projeto da chapa.</p><p>G-2.2.3 O fabricante deve submeter ao comprador os va-</p><p>lores obtidos nos testes (relatório de teste) das chapas</p><p>deste material, demonstrando que baseado em produção</p><p>anterior da mesma usina, o material possui a resiliência</p><p>requerida, na temperatura de projeto da chapa.</p><p>G-2.3 A menos que a experiência ou condições locais o</p><p>justifiquem, a temperatura de projeto do material será a</p><p>temperatura mínima absoluta observada na região onde</p><p>o tanque será instalado, acrescida de 12°C.</p><p>G-2.4 A cantoneira de topo do costado e os anéis de con-</p><p>traventamento obedecerão, em materiais e dimensões,</p><p>aos requisitos desta Norma.</p><p>G-2.5 As chapas de fundo, às quais une-se o costado, se-</p><p>rão do mesmo material do costado ou do material espe-</p><p>cificado no Anexo E para a espessura e temperatura de</p><p>projeto.</p><p>G-2.6 Os materiais para bocais e os pescoços das bocas</p><p>de visita, devem ser de tubos sem costura ASTM A 106,</p><p>grau B ou C; ou ASTM A 524. Podem também ser fabri-</p><p>cados de chapas soldadas por solda de fusão usando-se</p><p>material selecionado de acordo com os requisitos deste</p><p>Anexo.</p><p>G-2.7 Os flanges devem estar de acordo com os requisitos</p><p>estabelecidos nesta Norma.</p><p>G-2.8 Os forjados obedecerão às normas ASTM A 181,</p><p>gr II; A 105, gr II; A 350 LF1 ou A 350 LF2.</p><p>G-2.9 Os materiais especificados nos itens G-2.6 a G-2.8</p><p>para flanges, bocais, pescoços de portas de visita e todos</p><p>os forjados devem possuir resiliência Charpy, entalhe em</p><p>V, mínima, de 0,07 kgf. m (corpo-de-prova normal) na</p><p>temperatura de projeto, quando esta é inferior a -18°C.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>94 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 34 - Materiais permitidos para chapas e tensões mínimas exigidas (1)</p><p>Limites de Limite de Tensão admissível Tensão admissível de</p><p>elasticidade resistência de projeto teste hidrostático</p><p>Ta Tt</p><p>Aço das chapas LE LR</p><p>1º Anel Anéis 1º Anel Anéis</p><p>superiores superiores</p><p>Min. (kgf/cm2) Min. (kgf/cm2) kgf/cm2 kgf/cm2 kgf/cm2 kgf/cm2</p><p>NBR 7821, item G-10 3520 4920 1850 1970 1970 2110</p><p>ASTM-A 573, Gr. 70</p><p>Mod. (2) e (3) 2950 4920 1850 1970 1970 2110</p><p>ASTM-A 537, Classe 1</p><p>(3) e (4) 3520 4920 1850 1970 1970 2110</p><p>ASTM-A 537, Classe 2</p><p>(3) e (5) 4220 5620 2110 2250 2250 2410</p><p>ABS - qualidade</p><p>Estrutural, para cascos,</p><p>Gr. EH (4) 3300 4990 1870 2000 2000 2140</p><p>ISO R 630 - Fe52,</p><p>Gr. C e D 3410 4990 1870 2000 2000 2140</p><p>Notas:</p><p>(1)Por acordo entre comprador e fabricante, o limite de resistência dos materiais indicados na Tabela pode ser acrescida até</p><p>5300 kgf/cm2(mín.) e 6300kgf/cm2(máx.). No caso do ASTM A-537 Classe 2, as tensões podem ser aumentadas entre</p><p>6000 kgf/cm2 e 7000kgf/cm2. Quando isto ocorrer, as tensões admissíveis devem ser determinadas conforme indicado no item</p><p>G-3.</p><p>(2)ASTM A-573, Gr.70, com limite de elasticidade, mínimo, de 2950kgf/cm2 e limite de resistência, máximo, de 6330kgf/cm2.</p><p>(3)Os limites de Mn e Si listados na Tabela 35 são aplicáveis aos aços A-537 e A-573, com as modificações desta Tabela. Os</p><p>materiais correspondentes devem ser marcados com a indicação MOD.</p><p>(4)São permitidas chapas inseridas com espessura até 50mm (2"), inclusive.</p><p>(5)Cada chapa, mantendo o tratamento térmico original, deverá ser ensaiada à tração, dobramento e, se requerido, ao impacto.</p><p>Tabela 35 - Componentes de liga permissíveis (máximos) (1)</p><p>Elemento Análise de corrida (%) (2)</p><p>Colúmbio (3) 0,05</p><p>Vanádio 0,10</p><p>Colúmbio (3) (0,05% máx.) com vanádio 0,10</p><p>Nitrogênio (4) com vanádio 0,015</p><p>Cobre (5) 0,35</p><p>Níquel 0,50</p><p>Cromo (5) 0,25</p><p>Molibdênio (5) 0,08</p><p>Notas:</p><p>(1) A menos que especificado de outra forma, o uso destas ligas ou de suas combinações deve</p><p>ser a critério dos produtores da chapa, submetidas à aprovação do comprador.</p><p>(2) O material, quando analisado, deve estar de acordo com estes requisitos, sujeitos às tolerâncias</p><p>da Tabela “C” do ASTM A-6.</p><p>(3) O colúmbio, quando adicionado na liga, só, ou em combinação com o vanádio,</p><p>deve ser restrito</p><p>a chapas com 12,7 mm (1/2") de espessura, máximo, a menos que seja combinado com 0,15%</p><p>de sílica, mínimo.</p><p>(4) Deve haver referência quando o nitrogênio (0,015% max.), for adicionado como um suplemento</p><p>do vanádio, e a proporção mínima de vanádio e nitrogênio é dada pela relação 4N = 1Va.</p><p>(5) O teor total de cobre, cromo e molibdênio não deve exceder a 0,70%.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 95</p><p>Tabela 36 - Requisitos mínimos de aceitação para ensaio de Charpy-Entalhe em V</p><p>Requisitos mínimos para aceitação (média de três c.p.)</p><p>Tipo de chapa com espessura Notas</p><p>em mm (pol.) Longitudinal Transversal</p><p>a)Materiais da Tabela 34 (exceto para os</p><p>temperados e revenidos) m.kgf ft lb m.kgf ft lb</p><p>Até 38,0 (1 1/2”), incl. 4,14 30 2,76 20</p><p>Acima de 38,0 a 44,5 (1 3/4”), incl. 4,84 35 3,45 25</p><p>Acima de 44,5 a 51 (2”), incl. 5,53 40 4,14 30 Chapas inseridas</p><p>somente</p><p>b)Materiais da Tabela 34 (temperados e</p><p>revenidos) m.kgf ft lb m.kgf ft lb</p><p>Até 38,0 (1 1/2”), incl. 4,84 35 3,45 25</p><p>Acima de 38,0 a 44,5 (1 3/4”), incl. 5,53 40 4,14 30</p><p>Acima de 44,5 a 51 (2”), incl. 6,22 45 4,84 35 Chapas inseridas</p><p>somente</p><p>Figura 39 - Temperatura mínima de projeto permitida para chapas usadas em costados de tanques (Sem teste de</p><p>impacto)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>96 NBR 7821/1983</p><p>G-3 Tensões admissíveis</p><p>G-3.1 A máxima tensão admissível de projeto (Ta)(para</p><p>condição de operação) incluindo o fator de eficiência de</p><p>junta, é mostrada na Tabela 34. A espessura a ser usada</p><p>nos cálculos é a espessura real menos a sobreespessura</p><p>para corrosão. Essa tensão máxima Ta, para o primeiro</p><p>anel deve ser o menor dos dois valores a seguir: 2/3 de</p><p>LE (limite de elasticidade) e 3/8 LR (limite de resistência);</p><p>para os anéis superiores ela deve ser o menor dos dois</p><p>valores a seguir: 2/3 LE ou 2/5 LR.</p><p>G-3.2 A máxima tensão admissível para a condição de</p><p>teste hidrostático (Tt), incluindo o fator de eficiência de</p><p>junta, será a mostrada na Tabela 34. A espessura a ser</p><p>usada nos cálculos é a espessura real da chapa. Essa</p><p>tensão máxima, Tt, para o 1º anel deve ser o menor dos</p><p>dois valores a seguir: 3/4 de LE e 2/5 LR; para os anéis</p><p>superiores Tt deve ser o menor dos dois valores a seguir:</p><p>3/4 de LE e 3/7 de LR.</p><p>G-4 Sobreespessura para corrosão</p><p>G-4.1 O comprador deve especificar a sobreespessura</p><p>para corrosão, quando necessária, a ser adicionada à</p><p>chapa do costado, levando em consideração o total efeito</p><p>do líquido armazenado, do vapor acima do líquido, e da</p><p>atmosfera envolvente.</p><p>G-4.2 Quando for prevista a presença de H2S nas con-</p><p>dições médias de serviço, recomenda-se que seja con-</p><p>siderada a dureza na região das soldas, incluindo as</p><p>zonas afetadas pelo calor, de maneira a minimizar a pos-</p><p>sibilidade de ocorrência de corrosão sob tensão “stress</p><p>corrosion cracking”. O material da solda e a área adja-</p><p>cente afetada pelo calor, em geral têm uma dureza bem</p><p>maior que 240 Brinnell e é de se esperar que sejam mais</p><p>suscetíveis a trincar do que o material de base. Qualquer</p><p>critério de limitação do valor dessa dureza deve ser esta-</p><p>belecido por acordo prévio entre o comprador e o fabri-</p><p>cante. Este acordo deve ser baseado na avaliação da</p><p>concentração esperada de H2S no produto, na possibi-</p><p>lidade de existência de umidade na superfície interna do</p><p>costado, e nas características de dureza e resistência do</p><p>metal base e do metal da solda.</p><p>G-5 Espessura do costado</p><p>G-5.1 A espessura mínima das chapas de cada um dos</p><p>anéis do costado deverá ser o maior dos três seguintes</p><p>valores:</p><p>a) espessura calculada pela fórmula apresentada no</p><p>item G-5.2, a seguir para a condição de operação,</p><p>em função da densidade do líquido armazenado,</p><p>acrescida da sobreespessura para corrosão, nos</p><p>casos em que essa sobreespessura for espe-</p><p>cificada;</p><p>b) espessura calculada pela fórmula apresentada no</p><p>item G-5.2, a seguir para a condição de teste</p><p>hidrostático, em função da densidade da água,</p><p>sem o acréscimo de qualquer sobreespessura;</p><p>c) espessura mínima nominal, dada no item 6.3.2-c),</p><p>em função do diâmetro do tanque.</p><p>G-5.2 As fórmulas para o cálculo da espessura de cada</p><p>anel do costado são as seguintes:</p><p>- para a condição de operação:</p><p>e =</p><p>50D (H - 0,3)d</p><p>T</p><p>+ C</p><p>a</p><p>- para a condição de teste hidrostático:</p><p>e =</p><p>50D (H - 0,3)</p><p>Tt</p><p>Sendo:</p><p>D = diâmetro do tanque, em metros</p><p>H = distância, em metros, entre a linha de centro da</p><p>solda inferior do anel considerado à cantoneira</p><p>de reforço da borda superior do costado ou à</p><p>parte inferior de qualquer ladrão que limite o</p><p>nível de enchimento do tanque</p><p>d = densidade de projeto do produto</p><p>C = sobreespessura para corrosão, em mm, con-</p><p>forme especificado pelo comprador</p><p>Ta, Tt = tensões máximas admissíveis para as condi-</p><p>ções de operação e de teste hidrostático, co-</p><p>mo definido no item G-3.</p><p>G-5.3 Os anéis superiores do costado podem ser cons-</p><p>truídos de outros aços relacionados no Anexo E. Todavia,</p><p>usando-se tais aços, as tensões calculadas a 300 mm</p><p>acima da solda horizontal inferior de qualquer anel não</p><p>poderão ser superiores às que o Anexo E permite para</p><p>estes materiais, e em nenhum caso um anel terá espes-</p><p>sura menor que o anel acima dele.</p><p>G-5.4 Verificar-se-á a estabilidade do costado do tanque</p><p>quanto às cargas laterais de vento pelas regras do item</p><p>E-10. Se necessário, deverá ser feita a inclusão de anéis</p><p>de contraventamento intermediários e/ou o aumento da</p><p>espessura do costado.</p><p>G-6 Conexões no costado</p><p>G-6.1 Todas as aberturas no costado que exijam reforços</p><p>deverão estar de acordo com o item E-6.5, incluindo as</p><p>exigências mínimas previstas no Anexo E (ver Figura 35).</p><p>A largura ou a espessura das chapas inseridas ou das</p><p>chapas de reforço poderão ser reduzidas desde que a</p><p>espessura do pescoço seja aumentada, dentro dos</p><p>limites previstos no item 6.3.6-b) para que sejam satis-</p><p>feitos os requisitos de área de reforço do item E-6.5.</p><p>Nota: As aberturas próximas ao fundo do tanque tenderão a so-</p><p>frer uma rotação com a flexão vertical do costado sob</p><p>carga hidrostática. As aberturas do costado nesta área,</p><p>ligadas a tubulações ou outras causas de cargas externas,</p><p>deverão ser reforçadas não somente para a condição es-</p><p>tática mas também para quaisquer cargas impostas às</p><p>conexões do costado pela restrição das tubulações à ro-</p><p>tação do costado. De preferência, as cargas externas de-</p><p>verão ser eliminadas, ou então as conexões no costado</p><p>deverão ser afastadas da área de rotação.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 97</p><p>G-6.2 Todas as aberturas que necessitem um reforço em</p><p>chapas cuja espessura exceda a 12,5 mm, serão pré-</p><p>fabricadas na chapa do costado ou na chapa inserida e o</p><p>conjunto pré-fabricado sofrerá um tratamento térmico para</p><p>alívio de tensões, antes da montagem. Todas as portas</p><p>de limpeza deverão sofrer tratamento térmico para alívio</p><p>de tensões.</p><p>G-6.3 A solda de fixação de uma conexão sem reforço,</p><p>da periferia de uma chapa inserida e da periferia de uma</p><p>chapa de reforço tipo sobreposta, deverá distar de qual-</p><p>quer outra solda de topo no costado, de pelo menos</p><p>10 vezes a espessura da chapa do costado ou 300 mm,</p><p>usando-se o maior valor, excetuando quando a solda</p><p>periférica tenha sido, previamente, submetida a alívio de</p><p>tensões antes da execução da solda de topo do costado,</p><p>adjacente, em causa. Quando o alívio de tensões tenha</p><p>sido executado, o espaçamento entre a solda periférica e</p><p>a solda de topo adjacente do costado deverá ser, no</p><p>mínimo, de 150 mm às soldas de topo verticais, ou 75 mm</p><p>às soldas de topo horizontais, desde que, em qualquer</p><p>um dos casos, esse espaçamento não venha a ser menor</p><p>que 3 vezes a espessura do costado. Essas regras apli-</p><p>car-se-ão, também, ao caso da junta entre o costado e o</p><p>fundo, excetuando que, como alternativa, a chapa inserida</p><p>ou de reforço tipo sobreposta poderá estender-se até e</p><p>interseccionar a junta entre o fundo e o costado com um</p><p>ângulo de aproximadamente 90o. Os requisitos para alívio</p><p>de tensões não são aplicáveis para a solda à chapa de</p><p>fundo ou anular. As conexões do tipo baixo, seguindo</p><p>inteiramente os requisitos dos itens 6.3.6 e G-6 são,</p><p>permissíveis.</p><p>G-6.4 As portas</p><p>de limpeza tipo nivelada “Flush-type” de</p><p>acordo com o item E-9 são permissíveis com as seguintes</p><p>exceções.</p><p>G-6.4.1 O material para a chapa do costado nesta porta</p><p>de limpeza, a chapa de reforço do costado, a chapa de</p><p>reforço do fundo, e a chapa do pescoço devem estar</p><p>conforme o item G-2 deste Anexo.</p><p>G-6.4.2 A altura máxima da abertura no costado não deve</p><p>exceder a 914 mm.</p><p>G-6.4.3 Os raios dos cantos arredondados superiores</p><p>(r1 na Tabela 31) de aberturas de 914 mm por 1219 mm</p><p>devem ser de 610 mm.</p><p>G-6.5 Escadas e acessórios similares, fixados perma-</p><p>nentemente, podem ser fixos aos anéis do costado de</p><p>acordo com os requisitos deste Anexo, cuidando-se para</p><p>que os detalhes daquelas fixações atendam aos</p><p>requisitos que se seguem, e para que seja levada em</p><p>consideração o movimento do costado (particularmente</p><p>o movimento do 1º anel) sob as cargas hidrostáticas:</p><p>G-6.5.1 Antes do teste hidrostático, os acessórios perma-</p><p>nentemente fixados podem ser soldados ao costado atra-</p><p>vés de solda de ângulo com dimensão máxima de</p><p>12,5 mm (comprimento do cateto). A extremidade de</p><p>qualquer destes cordões de solda deverá estar afastada</p><p>no mínimo de 75 mm das juntas horizontais do costado e</p><p>de no mínimo 150 mm das juntas verticais, das juntas das</p><p>chapas inseridas ou das soldas de ângulo das chapas</p><p>de reforço.</p><p>G-6.5.2 A execução e inspeção das soldas de escadas e</p><p>acessórios similares fixados permanentemente aos anéis</p><p>em causa devem estar conforme as exigências do item</p><p>G-7.4.</p><p>G-6.5.3 Elementos soldados provisoriamente aos costados</p><p>projetados de acordo com este Anexo devem ter as soldas</p><p>executadas antes do teste hidrostático e, de preferência,</p><p>antes da soldagem das juntas do costado. As soldas,</p><p>desses elementos provisórios, efetuadas após a solda-</p><p>gem das juntas do costado, devem ter o mesmo espa-</p><p>çamento requerido para as soldas dos acessórios</p><p>permanentes. Os elementos provisórios devem ser remo-</p><p>vidos antes do teste hidrostático, sendo também reparado</p><p>qualquer dano causado. A superfície deve ser esmerilhada</p><p>para torná-la lisa, também antes do teste hidrostático.</p><p>G-7 Soldagem e inspeção da solda</p><p>G-7.1 Os procedimentos de soldagem e de inspeção da</p><p>solda devem estar de acordo com os itens E-6.1, E-6.2,</p><p>E-6.3, E-6.4, E-6.7 e E-6.8. Os requisitos para materiais</p><p>com espessura de 38 mm serão também aplicáveis a</p><p>materiais com espessura acima de 38 mm, incluindo os</p><p>requisitos da Nota que se segue ao item G-7.3.2 e os</p><p>requisitos do item G-7.5.</p><p>G-7.2 Para todas as soldas manuais a arco metálico de</p><p>anéis cuja espessura seja de 12,5 mm ou maior devem</p><p>ser usados eletrodos de baixo hidrogênio. Para espes-</p><p>suras inferiores a 12,5 mm devem ser usados eletrodos</p><p>do tipo AWS e 70XX.</p><p>G-7.3 Cada procedimento de soldagem deve ser</p><p>qualificado de acordo com a última edição da Seção IX</p><p>do Código ASME. Os materiais da Tabela 34 devem ser</p><p>aceitos como “P-number-1”, para a classificação do</p><p>procedimento. Os testes requeridos para qualificar tais</p><p>procedimentos de soldagem devem ser efetuados pelo</p><p>fabricante.</p><p>G-7.3.1 Para cada especificação e grau de material, dados</p><p>na Tabela 34, que sejam usados no costado do tanque</p><p>deverá ser feita uma chapa de teste. Esta chapa deve ter</p><p>pelo menos a mesma espessura das chapas de mesmo</p><p>tipo usadas no costado. Uma chapa de teste deve ser</p><p>feita para cada posição e para cada processo empregado</p><p>na soldagem do tanque.</p><p>G-7.3.2 Quando o teste de impacto é requerido pela Figu-</p><p>ra 39, para o material da chapa, corpos-de-prova para o</p><p>ensaio de “Charpy” com entalhe em V, devem ser retirados</p><p>das chapas de teste para qualificação da posição vertical,</p><p>tanto da zona afetada pelo calor como do metal de solda</p><p>em si. Quanto às chapas de teste para qualificação da</p><p>posição horizontal, os corpos-de-prova serão retirados</p><p>apenas do metal de solda depositado. O teste de impacto</p><p>deve apresentar valores médios de no mínimo 2,8 m.kgf</p><p>na temperatura de projeto da chapa, exceto para o teste</p><p>de impacto com materiais temperados e temperados e</p><p>revenidos, tais como ASTM A 537, classe 2, cuja média</p><p>de valores para aquele teste deve ser de pelo menos</p><p>3,5 m.kgf, na temperatura de projeto da chapa.</p><p>Nota: Para as chapas do costado com espessura maior que</p><p>38 mm, os valores acima referidos, para ensaios de impacto</p><p>do metal depositado e da zona afetada pelo calor, devem</p><p>ser acrescidos de 0,11 m.kgf para cada mm que ultrapasse</p><p>38 mm.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>98 NBR 7821/1983</p><p>G-7.3.3 Os corpos-de-prova para os ensaios “Charpy” de</p><p>metal de solda depositado, devem ser obtidos transver-</p><p>salmente à solda, sendo que o entalhe deverá estar con-</p><p>tido no seio do metal depositado. A face do corpo-de-</p><p>prova que conterá o entalhe deverá estar contida num</p><p>plano normal à superfície da chapa de teste. Uma das</p><p>faces do mesmo deverá estar contida num plano paralelo</p><p>à superfície da chapa de teste à uma profundidade não</p><p>maior que 1,5 mm da mesma (Ver Figura 40).</p><p>G-7.3.4 Os corpos-de-prova para os ensaios “Charpy” da</p><p>zona afetada pelo calor devem ser obtidos transver-</p><p>salmente à solda, e tão próximos à superfície da chapa</p><p>de teste quanto praticável. Esses corpos-de-prova terão</p><p>comprimento suficiente para se detectar, após o ataque</p><p>químico “Etching”, a zona afetada pelo calor, na qual será</p><p>efetuado o entalhe. A face do corpo-de-prova que conterá</p><p>o entalhe deverá estar contida num plano normal à su-</p><p>perfície da chapa de teste, a fim de incluir na fratura re-</p><p>sultante a maior quantidade de material afetado pelo calor.</p><p>G-7.3.5 As soldas efetuadas durante a fabricação ou mon-</p><p>tagem deverão ser executadas em conformidade com os</p><p>procedimentos de solda devidamente qualificados, não</p><p>sendo, nestas fases, requeridos os ensaios constantes</p><p>dos itens G-7.3.1 a G-7.3.4.</p><p>G-7.4 As escadas e acessórios permanentes fixados aos</p><p>anéis cobertos por este Anexo, devem ser soldados com</p><p>eletrodos de baixo hidrogênio. As soldas devem ser ins-</p><p>pecionadas por partículas magnéticas ou pelo método</p><p>dos líquidos penetrantes, à opção do comprador, e qual-</p><p>quer trinca ou mordedura devem ser corrigidos. As es-</p><p>cadas e os acessórios, permanentes ou provisórios, de-</p><p>vem ser soldados por um procedimento que não cause</p><p>trincas internas. A necessidade de pré-aquecimento para</p><p>chapas grossas ou para uma baixa temperatura atmos-</p><p>férica, durante a soldagem, deve ser considerada quando</p><p>for selecionado o procedimento.</p><p>G-7.5 Para juntas circunferenciais e verticais nos anéis</p><p>do costado, construídos com material de espessura su-</p><p>perior a 38,0 mm, considerada a espessura da chapa</p><p>mais grossa da junta, é requerido o procedimento de</p><p>passes múltiplos, não se permitindo nenhum passe com</p><p>espessura acima de 19 mm. É necessário um pré-aque-</p><p>cimento a uma temperatura mínima de 93°C para essas</p><p>soldas.</p><p>G-8 Fundações</p><p>Deve ser dedicada uma atenção especial à localização</p><p>do tanque, ao projeto e à construção das fundações con-</p><p>forme estabelece o Anexo C, de forma a assegurar um</p><p>adequado suporte para o tanque. Deve ser dada prefe-</p><p>rência às fundações em anéis de concreto. A escolha do</p><p>tipo de fundação é de responsabilidade do comprador.</p><p>G-9 Marcação</p><p>G-9.1 A placa de identificação deverá indicar que o tanque</p><p>foi projetado de acordo com os critérios deste Anexo.</p><p>Figura 40 - Corpo-de-prova para teste de impacto da solda</p><p>Cópia não autorizada</p><p>Cóp</p><p>ia i</p><p>mpre</p><p>ssa</p><p>pe</p><p>lo S</p><p>iste</p><p>ma C</p><p>EN</p><p>WIN</p><p>Cóp</p><p>ia i</p><p>mpre</p><p>ssa</p><p>pe</p><p>lo S</p><p>iste</p><p>ma C</p><p>EN</p><p>WIN</p><p>NBR 7821/1983 99</p><p>G-9.2 Quando apenas os anéis inferiores do costado</p><p>tiverem sido projetados de acordo com este Anexo, a</p><p>altura total destes anéis deverá estar claramente indicada</p><p>na placa de identificação. O critério do projeto dos demais</p><p>anéis deverá estar indicado numa segunda placa de iden-</p><p>tificação. Ver Capítulo 13 e item E-8.</p><p>G-9.3 Além das informações exigidas pela Figura 28</p><p>(Capítulo 13), deverão constar da placa de identificação</p><p>a densidade de projeto do líquido armazenado, o tipo de</p><p>material usado nos diversos anéis projetados por este</p><p>Anexo (usando as tensões nele recomendadas) e o tra-</p><p>tamento térmico, caso exista.</p><p>G-10 Propriedades das chapas de aço para tanques</p><p>de</p><p>armazenamento</p><p>G-10.1 Objetivo</p><p>G-10.1.1 Este item fornece as propriedades necessárias</p><p>das chapas de aço de alta resistência, de qualidade</p><p>estrutural, adequadas à construção de tanques soldados.</p><p>G-10.1.2 A espessura máxima das chapas cobertas por</p><p>este Anexo é de 44,5 mm.</p><p>G-10.1.3 O material das chapas deve ser adequado para</p><p>soldagem por fusão. A técnica de soldagem é de</p><p>fundamental importância e os procedimentos de sol-</p><p>dagem devem garantir às juntas soldadas uma tena-</p><p>cidade e resistência compatíveis com os materiais unidos.</p><p>G-10.2 Condições gerais de fornecimento</p><p>G.10.2.1 O material fornecido segundo este Anexo estará</p><p>de acordo com as condições requeridas pela norma</p><p>ASTM A 6 - “General Requirements for Rolled Steel Plates,</p><p>Shapes, Sheet Piling, and Bars for Structural Use”.</p><p>G-10.2.2 Todos os reparos de defeitos superficiais serão</p><p>executados com eletrodos de baixo hidrogênio da classe</p><p>E 70XX.</p><p>G-10.3 Processos de fabricação</p><p>G-10.3.1 O aço será fabricado por um ou mais dos</p><p>seguintes processos: Siemens-Martin, forno elétrico, ou</p><p>básica a oxigênio.</p><p>G-10.3.2 Quando especificado pelo comprador das</p><p>chapas, o aço será totalmente acalmado e, neste caso, o</p><p>teor de Si estará entre 0,15% e 0,30%, na análise de</p><p>panela.</p><p>G-10.3.3 Quando especificado pelo comprador das cha-</p><p>pas, o aço totalmente acalmado será fabricado de modo</p><p>a possuir granulação fina.</p><p>G-10.3.4 O aço usado para chapas com espessura acima</p><p>de 38 mm será totalmente acalmado e de granulação</p><p>fina.</p><p>G-10.4 Tratamento térmico</p><p>G-10.4.1 Quando especificado pelo comprador das cha-</p><p>pas, o aço totalmente acalmado será termicamente tratado</p><p>para produzir refino de grãos pela normalização ou pelo</p><p>aquecimento uniforme para a conformação a quente. Se</p><p>o tratamento térmico tiver que ser obtido simultaneamente</p><p>com a conformação a quente, a temperatura de aque-</p><p>cimento das chapas será equivalente e não excederá</p><p>significativamente a temperatura de normalização. Se o</p><p>tratamento térmico das chapas não for especificado para</p><p>ser feito na usina, os testes serão conduzidos conforme o</p><p>item G-10.4.2.</p><p>G-10.4.2 Se o comprador das chapas decidir efetuar a</p><p>normalização ou a fabricação por trabalho a quente</p><p>conforme o item G-10.4.1 as chapas serão aceitas em</p><p>função de ensaios de usina efetuados em corpos-de-pro-</p><p>va de espessura total, termicamente tratados conforme</p><p>especificado pelo comprador. Se as temperaturas de trata-</p><p>mento térmico não forem indicadas pelo comprador, o</p><p>fabricante das chapas tratará os corpos-de-prova em</p><p>condições consideradas por ele adequadas para o refino</p><p>dos grãos e que permitam alcançar as propriedades</p><p>desejadas. O fabricante de chapas informará ao com-</p><p>prador o procedimento adotado no tratamento dos corpos-</p><p>de-prova.</p><p>G-10.4.3 O comprador das chapas indicará em seu pedido</p><p>se o tratamento térmico deve ser feito pelo fabricante das</p><p>chapas em sua usina.</p><p>G-10.5 Composição química</p><p>G-10.5.1 A composição química do aço deve estar de</p><p>acordo com a Tabela 37.</p><p>G-10.5.2 É permitida, à opção do fabricante, o uso ou</p><p>presença de columbio, vanádio, nitrogênio, cobre, níquel,</p><p>cromo, ou molibdênio, cujo teor nunca deve exceder aos</p><p>limites estabelecidos na Tabela 35. A presença destes</p><p>elementos deve ser informada quando solicitado pelo</p><p>comprador.</p><p>G-10.6 Propriedades de tração</p><p>G-10.6.1 O material, representado pelos corpos-de-prova,</p><p>obedecerá às propriedades indicadas na Tabela 38.</p><p>G-10.6.2 Para material de espessura inferior a 8 mm será</p><p>feita uma dedução da percentagem de alongamento em</p><p>200 mm, indicada na Tabela 38, de 1,25% para cada de-</p><p>créscimo de 0,8 mm da espessura especificada.</p><p>G-10.6.3 Para material de espessura acima de 19 mm,</p><p>será feita uma dedução da percentagem de alongamento</p><p>em 200 mm, indicada na Tabela 38, de 0,50% para cada</p><p>acréscimo de 3 mm da espessura especificada. Essa</p><p>dedução não deverá exceder 3%.</p><p>G-10.7 Requisitos para o ensaio de dobramento</p><p>O ensaio de dobramento e seus corpos-de-prova devem</p><p>estar conforme os requisitos do material especificado. O</p><p>corpo-de-prova deve estar na temperatura ambiente e</p><p>deve ser dobrado em ângulo de 180° com o raio interno</p><p>especificado, sem apresentar rachaduras na face externa</p><p>da parte dobrada. O raio de dobramento máximo não de-</p><p>ve exceder de uma vez e meia a espessura do corpo-de-</p><p>prova.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>100 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 37 - Composição química</p><p>Análise de panela (1)</p><p>Componentes</p><p>% mín. % máx.</p><p>Carbono - 0,23</p><p>Manganês (e ≤ 9,5 mm) 0,50 1,35</p><p>Manganês (e > 9,5 mm) 0,80 1,35</p><p>Manganês 0,80 1,60 (2)</p><p>Fósforo - 0,04</p><p>Enxofre - 0,05</p><p>Silício - 0,30</p><p>Silício (3) 0,15 0,30</p><p>Silício (4) 0,15 0,50</p><p>G-10.8 Número de testes</p><p>Dois testes de tração e dois testes de dobramento serão</p><p>feitos de cada corrida a menos que esta seja de menos</p><p>de 30t quando serão suficientes um teste de tração e um</p><p>teste de dobramento. Se, entretanto, houver de uma mes-</p><p>ma corrida, chapas diferindo de 10 mm ou mais em espes-</p><p>sura, será feito um teste de tração e um teste de dobra-</p><p>mento para o material mais fino e um teste de tração e um</p><p>teste de dobramento para o material mais grosso lami-</p><p>nado, sem importar o peso que representam.</p><p>G-10.9 Certificado dos testes</p><p>Serão fornecidos pelo fabricante das chapas certificados</p><p>dos testes executados conforme consta do item G-10.8</p><p>ao fabricante do tanque e também ao comprador do tan-</p><p>que se este assim o desejar.</p><p>G-10.10 Teste de impacto de chapas</p><p>G-10.10.1 Quando solicitado pelo comprador, uma série</p><p>de corpos-de-prova para ensaio de impacto - “Charpy”,</p><p>com entalhe em V - deve ser tomada das chapas depois</p><p>do tratamento térmico, se realizado, e deve atender</p><p>Notas:</p><p>(1) O material deve estar de acordo com estes requisitos, sujeitos às tolerâncias da Tabela “B” do ASTM A-6.</p><p>(2) A opção do fabricante das chapas, de forma a manter o nível de resistência desejado, devendo então, o teor</p><p>máximo de carbono ser reduzido para 0,20%. A soldabilidade das chapas, deve ser examinada.</p><p>(3) Quando as chapas especificadas são de aço totalmente acalmado.</p><p>(4) A opção do fabricante das chapas, de forma a manter o nível de resistência desejado. A soldabilidade das</p><p>chapas deve ser examinada.</p><p>Tabela 38 - Prioridades de tração</p><p>Requisitos Mínimo Máximo</p><p>Limite de elasticidade (kgf/mm2) 35 -</p><p>Limite de resistência (kgf/mm2) 49 56</p><p>Alongamento em 200 mm (%) 18 -</p><p>inteiramente aos requisitos de resiliência estabelecidos</p><p>no item G-2.2. Os corpos-de-prova do teste de “Charpy”</p><p>devem ser obtidos de posição adjacente dos corpos-de-</p><p>prova do teste de tração. Os corpos-de-prova normais</p><p>devem ter o seu eixo central localizado num plano para-</p><p>lelo à superfície e distando desta de e/4, onde e é a es-</p><p>pessura da chapa. Quando a espessura da chapa não</p><p>permitir o atendimento deste requisito dever-se-á procurar</p><p>atendê-lo o tanto quanto possível.</p><p>G-10.10.2 Quando for necessário preparar corpos-de-</p><p>prova de diferentes amostras, ou quando as chapas forem</p><p>fornecidas pelo seu fabricante na condição de laminada</p><p>a quente com subseqüente tratamento térmico, o pro-</p><p>cedimento a observar deve estar de acordo com a norma</p><p>ASTM A 20.</p><p>G-10.10.3 O teste de impacto consiste em ensaiar três</p><p>corpos-de-prova tomados de uma mesma amostra. O</p><p>valor médio obtido nos testes deve atender ao valor míni-</p><p>mo especificado. Somente um dos corpos-de-prova pode</p><p>apresentar resultado inferior ao especificado. Se mais do</p><p>que um dos valores abaixo do valor especificado, ou se</p><p>um valor estiver 2/3 abaixo do especificado, um reensaio</p><p>com três corpos-de-prova deve ser efetuado, cada um</p><p>dos quais deve apresentar valores iguais ou superiores</p><p>ao mínimo especificado.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 101</p><p>G-10.10.4 O corpo-de-prova para o ensaio deve ser</p><p>“Charpy” - entalhe V - tipo A (ASTM A 370), com o entalhe</p><p>perpendicular à superfície da chapa a ser testada.</p><p>G-10.10.5 Para chapas com espessura insuficiente para</p><p>permitir a preparação de um corpo-de-prova normal</p><p>(10 mm por 10 mm), os ensaios devem ser feitos com o</p><p>maior dos corpos-de-prova padronizados que possa ser</p><p>preparado da chapa. A face do corpo-de-prova que con-</p><p>tém o entalhe deve</p><p>ter uma largura de pelo menos 80%</p><p>da espessura da chapa.</p><p>G-10.10.6 Os valores mínimos para a energia de impacto</p><p>obtidos nos ensaios com os corpos-de-prova citados no</p><p>item G-10.10.5 acima são proporcionalmente inferiores</p><p>àqueles admitidos para o corpo-de-prova normal.</p><p>G-10.10.7 Os equipamentos de ensaio, incluindo a ajus-</p><p>tagem das máquinas de impacto e as variações per-</p><p>missíveis na temperatura do corpo-de-prova, devem estar</p><p>conforme o exigido na norma ASTM A 370. São também</p><p>aceitáveis os equipamentos de ensaio preconizados</p><p>pelas normas internacionais (ISO Standards).</p><p>G-11 Chapas anulares do fundo</p><p>G-11.1 Os tanques devem possuir no fundo, chapas anu-</p><p>lares soldadas de topo, com uma largura radial que resulte</p><p>numa distância mínima de 610 mm, entre a face interna</p><p>do costado e qualquer junta sobreposta das demais cha-</p><p>pas do fundo. Também deverá haver uma projeção de</p><p>50 mm além da face externa do costado.</p><p>G-11.2 A espessura da chapa anular do fundo, não deve</p><p>ser menor que as indicadas a seguir:</p><p>Espessura nominal Espessura mínima</p><p>do 1° anel (mm) da chapa anular (mm)</p><p>e ≤ 12,5 6,3</p><p>12,5 < e ≤ 22,4 8,0</p><p>22,4 < e ≤ 31,5 9,5</p><p>31,5 < e 11,2</p><p>G-11.3 O anel constituído pelas chapas anulares do fundo</p><p>deve ter a sua periferia de forma circular e internamente</p><p>pode resultar num polígono regular de tantos lados quantas</p><p>forem as chapas anulares. Estas peças devem estar sol-</p><p>dadas de topo conforme item 6.2.2-b). O cobre-junta deve</p><p>ser fabricado com material de soldabilidade compatível</p><p>com as chapas anulares.</p><p>G-11.4 As chapas do 1º anel devem ser fixadas às chapas</p><p>anulares do fundo por meio de solda de ângulo interna e</p><p>externa, conforme exigido pelo item 6.2.3, exceto que cada</p><p>solda deve ser feita com um mínimo de dois passes.</p><p>/ANEXO H</p><p>Cópia não autorizada</p><p>102 NBR 7821/1983</p><p>H-1 Objetivo</p><p>Os requisitos aqui apresentados são mínimos e, a menos</p><p>que especificado em contrário, aplicam-se ao teto fixo,</p><p>ao teto flutuante e aos acessórios do tanque. Estes re-</p><p>quisitos pretendem limitar apenas aqueles fatores que</p><p>afetam a segurança e a durabilidade da instalação e que</p><p>se consideram consistentes com os requisitos de qua-</p><p>lidade e segurança desta Norma. Eles serão aplicáveis</p><p>quando o flutuador fizer parte de um tanque novo ou quan-</p><p>do este vier a ser instalado num tanque de teto fixo, exis-</p><p>tente. Todavia, tendo-se em conta itens como ventilação,</p><p>estes requisitos poderão também ser aplicados ao caso</p><p>de uma instalação de teto fixo num tanque de teto flutuante</p><p>(aberto) existente.</p><p>H-2 Material</p><p>Os requisitos relativos a material, como descrito no Ca-</p><p>pítulo 5 desta Norma, serão obedecidos, exceto quando</p><p>especificamente cobertos por este Anexo.</p><p>H-3 Projeto</p><p>H-3.1 Geral</p><p>O teto e acessórios serão projetados e construídos de tal</p><p>modo que o tanque opere até o limite de sua capacidade,</p><p>sem necessidade de qualquer operação manual e sem</p><p>ocasionar danos a qualquer parte do teto fixo, do teto</p><p>flutuante, do tanque, ou seus acessórios.</p><p>H-3.2 Ligaçðes soldadas</p><p>O item 6.1 desta Norma será aplicado.</p><p>H-3.3 Projeto do teto fixo</p><p>O item 6.5 desta Norma será aplicado exceto quando</p><p>modificado neste Anexo.</p><p>H-3.4 Teto flutuante</p><p>H-3.4.1 Recomenda-se que o teto flutuante esteja em con-</p><p>tato com o produto, a fim de minimizar qualquer presença</p><p>de mistura ar-vapor sob o teto.</p><p>H-3.4.2 Exceto quando especificado na ordem de compra,</p><p>todas as chapas do teto terão uma espessura nominal</p><p>mínima de 4,5 mm.</p><p>H-3.4.3 As chapas do teto serão soldadas uma às outras</p><p>apenas por um cordão contínuo de solda de ângulo, feito</p><p>na sua parte superior.</p><p>H-3.4.4 O teto pode ser projetado e construído para flutuar</p><p>e repousar no plano horizontal.</p><p>H-3.4.5 A borda do teto flutuante e os pescoços de quais-</p><p>quer acessórios a ele soldados, terão uma altura mínima</p><p>de 200 mm.</p><p>H-3.5 Flutuadores</p><p>Não serão exigidos flutuadores periféricos nem ante-</p><p>paros, uma vez que o teto flutuante não está exposto ao</p><p>tempo.</p><p>Anexo H - Tetos flutuantes cobertos</p><p>H-3.6 Drenos</p><p>Não serão exigidos drenos primários nem secundários,</p><p>uma vez que o teto flutuante não está exposto ao tempo.</p><p>H-3.7 Escadas</p><p>O teto flutuante será fornecido com uma escada, exceto</p><p>quando especificado em contrário pelo comprador. A</p><p>escada será projetada para o percurso máximo de ope-</p><p>ração do teto flutuante, independentemente da ajustagem</p><p>dos suportes do teto flutuante. No caso de escada arti-</p><p>culada, esta será provida de corrimãos adequados, em</p><p>ambos os lados, e deverá suportar uma carga de 450 kgf</p><p>no meio do vão, com a escada em qualquer posição pos-</p><p>sível de operação.</p><p>H-3.8 Respiros</p><p>H-3.8.1 Teto flutuante</p><p>Serão providos respiros a fim de se evitar solicitações</p><p>perigosas no disco do teto ou no sistema de selagem.</p><p>Esses respiros deverão ser capazes de permitir a saída</p><p>de ar ou gás acumulado sob o teto, durante o enchimento</p><p>do tanque. Deverão ainda ser capazes de aliviar todo vá-</p><p>cuo existente sob o teto, após o assentamento deste sobre</p><p>as pernas de sustentação, durante a operação de esva-</p><p>ziamento. O comprador do tanque especificará as vazões</p><p>de enchimento e esvaziamento, para que o fabricante</p><p>possa executar um bom dimensionamento desses</p><p>respiros.</p><p>H-3.8.2 Costado do tanque</p><p>As aberturas para ventilação devem estar situadas acima</p><p>do nível máximo de enchimento do tanque sem interferir</p><p>com o funcionamento do selo de vedação. O espaçamento</p><p>máximo será de 9600 mm, porém nunca serão permitidos</p><p>menos que 4 (quatro) respiros igualmente espaçados,</p><p>sendo, a área total destes, igual ou maior que 0,06 m2 por</p><p>metro de diâmetro do tanque. Este valor é considerado</p><p>de boa prática.</p><p>H-3.8.3 Teto fixo</p><p>O tanque será provido de um respiro aberto, localizado</p><p>no centro do teto, ou no seu ponto mais alto. Tal respiro</p><p>terá uma área mínima igual a 0,03 m2 e será provido de</p><p>uma tampa. Quando o tanque estiver em local descoberto,</p><p>a critério do comprador, o respiro possuirá uma tela de</p><p>arame a fim de se evitar a entrada de aves ou outros</p><p>animais.</p><p>H-3.9 Indicadores de nível</p><p>Serão previstos ladrões ou quaisquer outros dispositivos,</p><p>para indicarem quando o tanque estiver cheio de líquido.</p><p>Neste caso, o comprador deve especificar se o diâmetro</p><p>e altura do tanque são nominais, ou então se a capacidade</p><p>requerida é limitada pela superfície interna, inferior, do</p><p>ladrão.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 103</p><p>H-3.10 Suportes do teto flutuante</p><p>H-3.10.1 O teto flutuante será provido de suportes fixos. O</p><p>comprimento desses suportes, ou o nível mínimo de ope-</p><p>ração será especificado pelo comprador. O fabricante</p><p>deve certificar-se que todos os acessórios do costado,</p><p>tais como misturadores, tubulações internas, bocais de</p><p>enchimento e outros semelhantes, não sejam atingidos</p><p>pelo teto flutuante na sua posição mais baixa.</p><p>H-3.10.2 Os suportes e demais componentes serão pro-</p><p>jetados para uma sobrecarga, no teto, de 60 kgf/m2. Parti-</p><p>cular atenção deve ser dada às partes de fixação dos</p><p>suportes no teto a fim de se evitar ruptura nos pontos de</p><p>fixação. Na superfície inferior das chapas do disco central,</p><p>próxima aos suportes, ou outros membros relativamente</p><p>rígidos de sustentação, deverão ser executadas soldas</p><p>de ângulo integral, com extensão não inferior a 50 mm,</p><p>espaçadas de 150 mm, em qualquer sobreposição de</p><p>chapa que ocorra a uma distância de 300 mm de tal</p><p>suporte ou elemento de maior rigidez. Para distribuir a</p><p>carga dos suportes do teto no fundo do tanque serão</p><p>utilizadas sapatas de chapa de aço ou outro dispositivo.</p><p>Caso sejam utilizadas sapatas, estas serão soldadas ao</p><p>fundo com uma solda de ângulo, em toda a extensão do</p><p>seu contorno (passe de selagem). Os suportes feitos de</p><p>tubo receberão um entalhe ou perfuração, em sua parte</p><p>inferior, a fim de permitir sua drenagem.</p><p>H-3.10.3 Serão fornecidos suportes reguláveis caso o</p><p>usuário especifique os níveis requeridos de operação e</p><p>manutenção. A altura dos suportes será ajustável de cima</p><p>do teto flutuante. O projeto desses suportes será tal que</p><p>não ocorra deformação do teto fixo, quando o tanque</p><p>estiver cheio.</p><p>H-3.11 Selos</p><p>H-3.11.1 Periférico</p><p>O espaço entre a periferia externa do teto e</p><p>a face interna</p><p>do costado do tanque será vedado, através de um dis-</p><p>positivo flexível que se manterá razoavelmente encostado</p><p>à superfície do costado do tanque. Se esse dispositivo de</p><p>selagem for de tecido impregnado ou de qualquer outro</p><p>material não-metálico, este deverá resistir às condições</p><p>de operação e não deverá alterar as condições químicas</p><p>do produto armazenado. Serão previstos, no mínimo, qua-</p><p>tro aterramentos elétricos, quando for utilizado selo não-</p><p>metálico. O espaçamento máximo entre esses aterramen-</p><p>tos elétricos será de 9600 mm. Quaisquer outras soluções</p><p>para escoamento de carga estática que sejam aprovadas</p><p>pelo comprador, poderão ser aceitas. Se, para o sistema</p><p>de selagem, forem utilizadas sapatas de aço em contato</p><p>com o costado, estas deverão estar de acordo com o item</p><p>D-3.13.1.</p><p>H-3.11.2 Penetração através do teto flutuante</p><p>Se as colunas do teto fixo ou outros elementos pene-</p><p>trarem através do teto flutuante, deve-se prever elementos</p><p>de selagem que operem com pouca folga, seja através</p><p>de deslocamentos verticais, seja através de desloca-</p><p>mentos horizontais do teto flutuante, em toda a extensão</p><p>que possam ocorrer. Os elementos de selagem devem</p><p>ser duráveis em seu meio de trabalho e não poderão</p><p>descolorar ou contaminar o produto armazenado.</p><p>H-3.12 Dispositivo de centragem e guia do teto</p><p>Serão previstos dispositivos para manter o teto centrado</p><p>e evitar rotação em relação ao costado do tanque.</p><p>H-3.13 Aberturas de acesso</p><p>H-3.13.1 Teto fixo</p><p>O teto fixo será provido de, pelo menos, uma boca de</p><p>visita com diâmetro interno de 600 mm, no mínimo, para</p><p>acesso ao interior do tanque.</p><p>H-3.13.2 Teto flutuante</p><p>O teto flutuante será provido de, pelo menos, uma boca</p><p>de visita, para acesso e ventilação do tanque, quando</p><p>aquele estiver repousado sobre as pernas de sustentação,</p><p>com o tanque vazio. A boca de visita terá diâmetro interno</p><p>mínimo de 600 mm, podendo ter tampa do tipo simples-</p><p>mente apoiado.</p><p>H-3.14 Dispositivos para medição e amostragem</p><p>Os tetos fixo e flutuante deverão ser providos de instru-</p><p>mentos de medição e amostragem, sujeitos à aprovação</p><p>do comprador.</p><p>H-4 Fabricação, montagem, solda, inspeção e teste</p><p>H-4.1 Serão aplicados os requisitos desta Norma, para</p><p>fabricação, montagem, solda, inspeção e teste.</p><p>H-4.2 As soldas do teto onde for requerida estanqueidade</p><p>a líquido ou vapor, serão testadas com óleo penetrante,</p><p>ou através de qualquer outro método consistente com os</p><p>métodos previstos nesta Norma, para soldas de fundos e</p><p>de tetos cônicos.</p><p>H-4.3 O teto será submetido a um teste de flutuação, por</p><p>ocasião do enchimento e esvaziamento do tanque com</p><p>água. Durante esse teste, será examinada a existência</p><p>de vazamentos nas partes do teto em contato com o lí-</p><p>quido. O aparecimento de qualquer mancha úmida será</p><p>considerada como indício de vazamento.</p><p>/ANEXO I</p><p>Cópia não autorizada</p><p>104 NBR 7821/1983</p><p>I-1 Objetivo</p><p>I-1.1 Este Anexo fixa as condições exigíveis para projeto</p><p>e fabricação de tanques verticais, com capacidade que</p><p>lhes permita a montagem completa na fábrica e entrega,</p><p>já prontos, para instalação. Os tanques assim projetados</p><p>não devem ter diâmetro superior a 6 m, dentro dos limites</p><p>desta Norma.</p><p>I-1.2 No projeto e fabricação desses tanques, este Anexo</p><p>será aplicado mediante acordo mútuo entre comprador e</p><p>fabricante.</p><p>I-2 Material</p><p>Serão aplicados os requisitos de material descritos no</p><p>Capítulo 5 desta Norma.</p><p>I-3 Projeto</p><p>I-3.1 Ligações soldadas</p><p>Será aplicado o item 6.1 desta Norma exceto que não</p><p>serão permitidas juntas sobrepostas no fundo do tanque.</p><p>I-3.2 Fundo</p><p>I-3.2.1 Todas as chapas do fundo terão uma espessura</p><p>mínima de 6,3 mm.</p><p>I-3.2.2 O fundo será construído com uma quantidade</p><p>mínima necessária de chapas, e, se possível, com apenas</p><p>uma chapa.</p><p>I-3.2.3 O fundo poderá ser plano ou plano com as bordas</p><p>repuxadas para solda de topo ao costado. No caso de</p><p>fundo plano, as chapas deverão se estender 25 mm, no</p><p>mínimo, além da borda externa da solda que une o fundo</p><p>ao costado. No caso de fundo plano com as bordas re-</p><p>puxadas, o repuxamento terá um raio de curvatura interno</p><p>de valor não inferior ao triplo de sua espessura nem in-</p><p>ferior a 19 mm; sendo o trecho reto de comprimento no</p><p>mínimo igual a 19 mm.</p><p>I-3.2.4 As soldas das chapas do fundo serão de topo e de-</p><p>verão ser executadas de modo a permitir penetração</p><p>completa.</p><p>I-3.2.5 No caso de fundo plano, a junção entre as chapas</p><p>do anel inferior e as chapas do fundo será feita por uma</p><p>solda contínua, de ângulo, interna e externamente com</p><p>relação ao costado. A dimensão de tal solda deverá estar</p><p>de acordo com o mencionado no item 6.2.3 desta Norma.</p><p>A solda entre o fundo plano com bordas repuxadas e as</p><p>chapas do costado deverá ser de topo, com penetração</p><p>completa.</p><p>I-3.3 Costado</p><p>I-3.3.1 O costado será dimensionado conforme o item 6.3.2</p><p>desta Norma, mas a espessura das chapas não deverá</p><p>ser inferior aos seguintes valores:</p><p>Diâmetro nominal Espessura nominal</p><p>do tanque (m) da chapa (mm)</p><p>até 3 m, inclusive 4,5</p><p>acima de 3 m 6,3</p><p>I-3.3.2 Uma alternativa para se determinar a espessura</p><p>requerida, baseada na eficiência de junta de 0,70, será</p><p>sempre o maior do três seguintes valores:</p><p>a) e = 0,05 D (H - 0,3) G + C, em que:</p><p>e = espessura mínima, em mm</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>H = distância entre a linha de centro da junta in-</p><p>ferior do anel considerado à face superior da</p><p>cantoneira de topo, topo do costado, ou à parte</p><p>inferior de qualquer ladrão que limite o enchi-</p><p>mento do tanque, em metros</p><p>G = densidade real do produto a ser armazenado</p><p>C = sobreespessura para corrosão, quando es-</p><p>pecificada pelo comprador, em mm</p><p>b) espessura dada pela expressão anterior, consi-</p><p>derando-se a densidade do produto igual a 1, sem</p><p>acréscimo de espessura de corrosão;</p><p>c) espessura nominal, em função do diâmetro no-</p><p>minal do tanque, dada pelo item I-3.3.1.</p><p>I-3.3.3 O cálculo da espessura do costado destina-se a</p><p>eliminar o requisito relativo à radiografia parcial, conforme</p><p>mencionado nos itens 9.4.1 e I-5 desta Norma. Esta</p><p>alternativa pode ser adotada como opção do fabricante</p><p>do tanque, exceto quando expressamente proibida pelo</p><p>comprador.</p><p>I-3.3.4 Em complementação ao item I-3.3.1, estes requi-</p><p>sitos sofrerão as seguintes modificações:</p><p>a) todas as chapas do costado serão de topo com</p><p>penetração completa, sem uso de cobre juntas;</p><p>b) o costado será dimensionado de modo a se obter</p><p>uma quantidade mínima possível de chapas,</p><p>visando-se à economia; de preferência, cada anel</p><p>deverá ser feito com apenas uma chapa;</p><p>c) não serão requeridas cantoneiras de topo quando</p><p>a borda superior do costado for de construção do</p><p>tipo flangeado (ver Figura 6) ou quando o teto tiver</p><p>as bordas repuxadas para solda de topo ao</p><p>costado.</p><p>I-3.4 Contraventamento para tanques sem teto</p><p>Os tanques sem teto serão providos de contraventamento,</p><p>conforme especificado no item 6.4 desta Norma.</p><p>Anexo I - Tanques de armazenamento montados na fábrica</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 105</p><p>I-3.5 Tetos</p><p>I-3.5.1 Os tetos projetados de acordo com este Anexo</p><p>serão do tipo autoportante e terão uma das seguintes</p><p>configurações:</p><p>I-3.5.1.1 Os tetos cônicos autoportantes serão projetados</p><p>conforme especificado no item 6.5.5 podendo porém ser</p><p>construídos com as bordas repuxadas para soldagem de</p><p>topo ao costado. O repuxamento será executado com um</p><p>raio interno de curvatura não inferior ao triplo da es-</p><p>pessura do teto, nem inferior a 19 mm; e o trecho reto terá</p><p>um comprimento mínimo de 19 mm.</p><p>I-3.5.1.2 Os tetos em abóboda e em gomos serão proje-</p><p>tados como especificado no item 6.5.6, podendo porém</p><p>ser construídos com as bordas repuxadas, como referido</p><p>nos tetos cônicos, caso em que a cantoneira de topo pode</p><p>ser omitida. Para os tetos em abóboda com as bordas</p><p>repuxadas, o raio de curvatura poderá ultrapassar o limite</p><p>máximo do item 6.5.6, contudo a altura mínima do teto até</p><p>sua linha de tangência deverá estar dentro dos limites</p><p>abaixo:</p><p>diâmetro (m) altura (mm)</p><p>Até 2,00, inclusive ........................................ 50</p><p>Até 2,50, inclusive ........................................</p><p>90</p><p>Até 3,00, inclusive ...................................... 140</p><p>Até 3,50, inclusive ...................................... 200</p><p>Até 4,00, inclusive ...................................... 275</p><p>Até 5,00, inclusive ...................................... 380</p><p>Até 6,00, inclusive ...................................... 500</p><p>I-3.5.2 A cantoneira de topo, quando requerida, será</p><p>instalada conforme especificado no item 6.5.7 desta Nor-</p><p>ma.</p><p>I-3.6 Acessórios e bocais do tanque</p><p>As bocas de visita, as conexões e os demais acessórios</p><p>serão fabricados e instalados no tanque, conforme men-</p><p>cionado no item 6.6.</p><p>Nota: Como este Anexo trata apenas de tanques relativamente</p><p>pequenos, construídos inteiramente na fábrica, as chapas</p><p>de reforço para bocas de visita e bocais do costado,</p><p>provavelmente, não serão necessárias. Os requisitos para</p><p>o reforço devem obedecer ao item 6.3.6. Além disto, como</p><p>a espessura mínima das chapas do costado, descrita em</p><p>I-3.3.1, normalmente excederá o valor da espessura</p><p>calculada, a diferença obtida deve satisfazer a todas as</p><p>condições descritas. Os tetos dos tanques construídos</p><p>conforme este Anexo serão naturalmente robustos, devido</p><p>às limitações de diâmetro impostas pelas condições de</p><p>transporte. Assim, os reforços de bocas de visita e bocais</p><p>de teto não serão requeridos, exceto quando expres-</p><p>samente solicitado pelo comprador ou quando a sobre-</p><p>carga no teto for superior a 60 kgf/m2, caso em que a</p><p>quantidade e os tipos de reforços dependerão de acordo</p><p>entre comprador e fabricante.</p><p>I-3.7 Corrosão</p><p>I-3.7.1 Caso o comprador necessite que seja prevista so-</p><p>breespessura para corrosão, este deverá especificar os</p><p>seus valores, bem como definir as partes sujeitas a cor-</p><p>rosão. Se não forem definidas as partes sujeitas a cor-</p><p>rosão, então a sobreespessura será adicionada apenas</p><p>à espessura calculada da chapa do costado.</p><p>I-3.7.2 Quando a sobreespessura para corrosão for</p><p>especificada para as chapas do teto e do fundo, ela será</p><p>adicionada à espessura nominal mínima, conforme</p><p>mencionado nos itens I-3.2.1 e I-3.5.1.</p><p>I-3.8 Alças para levantamento</p><p>I-3.8.1 Todos os tanques construídos conforme este Anexo</p><p>serão providos de alças ou grampos para carga, descarga</p><p>e colocação sobre fundações.</p><p>I-3.8.2 Haverá, no mínimo, duas alças em cada tanque, a</p><p>serem localizadas conforme acordo entre comprador e</p><p>fabricante. De preferência, serão locadas no topo do tan-</p><p>que, e diametralmente opostas.</p><p>I-3.8.3 As alças e as soldas para sua fixação serão dimen-</p><p>sionadas de tal modo que, para qualquer quantidade</p><p>adotada, cada alça seja capaz de suportar qualquer carga</p><p>de valor igual a duas vezes o peso do tanque vazio,</p><p>baseado num fator de segurança igual a 4.</p><p>I-3.8.4 As alças, como descritas no item I-3.8.3 serão</p><p>dimensionadas e fixadas de tal maneira que não venham</p><p>a causar dano ao tanque.</p><p>I-3.9 Ancoragem</p><p>As proporções utilizadas em tanques montados na própria</p><p>fábrica são tais que o tombamento devido à ação do vento</p><p>deve ser considerado. Em tais casos, devem ser tomadas</p><p>precauções adequadas de ancoragem.</p><p>I-4 Fabricação</p><p>a) em essência, a fabricação será executada con-</p><p>forme as especificações aplicáveis dos Capítu-</p><p>los 7 e 9 desta Norma; a montagem será referente</p><p>ao tanque completo e deverá ficar entendido que</p><p>o tanque será montado na fábrica, e não no campo;</p><p>b) os itens 9.2.2 e 9.2.4 não se aplicam aos tanques</p><p>montados na fábrica, não devendo, portanto, ser</p><p>aqui considerados.</p><p>I-4.1 Teste</p><p>I-4.1.1 Para os fins deste Anexo os itens 9.4.2 a 9.4.9 serão</p><p>substituídos pelos itens I-4.1, I-4.2 e I-4.3.</p><p>I-4.1.2 Como alternativa para os requisitos dos itens 9.4.2</p><p>a 9.4.4, exceto quando especificado em contrário pelo</p><p>comprador, os testes para verificação de vazamentos na</p><p>fábrica serão realizados pelo seguinte método:</p><p>a) reforçar o fundo, externamente, com uma armação</p><p>resistente, a fim de eliminar a deformação per-</p><p>manente durante o teste;</p><p>b) fechar todas as aberturas com tampas ou flanges</p><p>cegos; devem ser usados durante o teste para-</p><p>fusos e juntas de dimensões e nos tipos exigidos</p><p>para a instalação final;</p><p>Cópia não autorizada</p><p>106 NBR 7821/1983</p><p>c) aplicar uma pressão interna de ar de 0,14 a</p><p>0,2 kgf/cm2; para tanques de diâmetro até 3,60 m,</p><p>adota-se uma pressão máxima de 0,35 kgf/cm2;</p><p>d) para a verificação de vazamentos, aplicar espuma</p><p>de sabão, óleo de linhaça, ou outro material</p><p>adequado, em todas as partes soldadas do cos-</p><p>tado, fundo e teto do tanque, examinar cuidado-</p><p>samente a ocorrência de vazamentos;</p><p>e) após a despressurização será removida a armação</p><p>utilizada como reforço do fundo, sendo reparadas</p><p>as marcas deixadas por sua utilização.</p><p>I-4.2 Reparos</p><p>Todas as falhas encontradas nas soldas, resultantes do</p><p>teste de vazamento, do exame radiográfico, ou do método</p><p>de seccionamento serão corrigidas conforme descrito nos</p><p>Capítulos 10 e 11.</p><p>I-4.3 Inspeção</p><p>O inspetor do comprador terá sempre trânsito livre na</p><p>fábrica. O fabricante lhe fornecerá, sem qualquer ônus,</p><p>facilidades razoáveis a fim de que o inspetor possa se</p><p>certificar de que o serviço está sendo executado de acordo</p><p>com os requisitos desta Norma. Todo o material e mão-</p><p>de-obra estarão sujeitos a rejeição, conforme estabe-</p><p>lecido no item 7.2-c) desta Norma.</p><p>I-5 Método de inspeção das juntas do costado</p><p>Os métodos de inspeção descritos nos Capítulos 10 e 11</p><p>serão aplicados a este Anexo, exceto quando especi-</p><p>ficado no item I-3.3.3.</p><p>I-6 Qualificação dos procedimentos de soldagem,</p><p>de soldadores e operadores</p><p>Será aplicado no Capítulo 12.</p><p>I-7 Marcação</p><p>Será aplicado o Capítulo 13. No quadro “Anexos” deve</p><p>ser acrescentado a letra maiúscula I (ver Figura 28).</p><p>/ANEXO J</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 107</p><p>J-1 Objetivo</p><p>J-1.1 Este Anexo descreve um procedimento de cálculo</p><p>de espessuras de costado, como uma alternativa ao</p><p>método básico desta Norma que utiliza um ponto fixo de</p><p>projeto, localizado a 300 mm acima da extremidade in-</p><p>ferior de cada anel.</p><p>J-1.2 Este procedimento utiliza um ponto variável de</p><p>projeto para cada anel do costado, a fim de calcular espes-</p><p>suras de costado que resultarão em tensões circun-</p><p>ferenciais no costado mais próximas da tensão de projeto</p><p>do que as tensões resultantes calculadas pelo método</p><p>desta Norma básica.</p><p>Nota: Este procedimento resulta normalmente numa redução</p><p>de espessura do costado e do peso total de material, e</p><p>possibilita a construção de tanques de maiores diâmetros</p><p>dentro da limitação de máxima espessura de chapa.</p><p>J-1.3 Este procedimento pode ser aplicado a tanques</p><p>abrangidos por esta Norma básica, bem como a tanques</p><p>projetados de acordo com o que estabelecem os Ane-</p><p>xos E e G.</p><p>J-1.4 Este Anexo é aplicável somente quando for aceito</p><p>pelo comprador.</p><p>J-2 Tensões admissíveis</p><p>A máxima tensão admissível de projeto e a máxima tensão</p><p>admissível de teste hidrostático para o anel do costado</p><p>em consideração, deve estar de acordo com aquelas</p><p>especificadas para o tanque em particular (Anexo E ou</p><p>Anexo G) ao qual este procedimento será aplicado. Para</p><p>o caso do Anexo G, contudo, a tensão admissível para o</p><p>primeiro anel deve ser igual à tensão admissível dos anéis</p><p>superiores, constante da Tabela 34.</p><p>J-3 Espessura do costado</p><p>J-3.1 A espessura de costado requerida para cada anel</p><p>deve ser o maior dos valores entre a espessura de projeto</p><p>mais a sobreespessura para corrosão e a espessura de</p><p>teste hidrostático; mas em nenhum caso a espessura total</p><p>do costado deve ser menor que aquela especificada no</p><p>item 6.3.2-c).</p><p>J-3.2 A sobreespessura para corrosão para cada anel</p><p>deve ser especificada pelo comprador.</p><p>J-3.3 As espessuras mínimas de costado, tanto para as</p><p>condições de projeto como para as de teste hidrostático</p><p>devem ser determinadas conforme explicado nos itens J-</p><p>4, J-5 e J-6. Cálculos independentes completos devem</p><p>ser feitos para todos os anéis, para a condição de projeto,</p><p>excluindo-se a sobreespessura para corrosão; e para a</p><p>condição de teste hidrostático. Após o término dos cál-</p><p>culos, as espessuras requeridas do costado devem ser</p><p>determinadas de acordo com o item J-3.1.</p><p>J-3.4 O uso dos cálculos mostrados no item</p><p>J-5 requer</p><p>que a tensão admissível seja a mesma para o primeiro e</p><p>o segundo anéis.</p><p>J-4 Espessura do primeiro anel (e</p><p>1</p><p>)</p><p>J-4.1 Calcular um valor preliminar de espessura para o</p><p>primeiro anel, tanto para a condição de projeto como para</p><p>a de teste hidrostático, usando as fórmulas (1) e (2),</p><p>respectivamente:</p><p>Espessura de projeto do costado, ep, em mm:</p><p>e =</p><p>50 D (H - 0,3) G</p><p>T E</p><p>(1)p</p><p>a</p><p>Espessura de teste hidrostático do costado, et em mm:</p><p>e =</p><p>50 D (H - 0,3)</p><p>TE</p><p>(2)t</p><p>t</p><p>Onde:</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>H = altura, em metros, da extremidade inferior do</p><p>anel em consideração até a cantoneira de topo</p><p>ou até a parte inferior de qualquer ladrão que</p><p>limite o enchimento do tanque</p><p>G = densidade do líquido a ser armazenado, espe-</p><p>cificado pelo comprador</p><p>E = eficiência de solda longitudinal. Para tanques</p><p>de acordo com esta Norma básica, E = 0,85;</p><p>para os tanques de acordo com os Anexos E e</p><p>G, E = 1,0</p><p>Ta = tensão admissível para a condição de projeto</p><p>Tt = tensão admissível para a condição de teste</p><p>hidrostático</p><p>J-4.2 Calcular a espessura do primeiro anel, para as con-</p><p>dições de projeto e de teste hidrostático, usando as fór-</p><p>mulas (3) e (4) respectivamente:</p><p>Espessura de projeto do costado, e1p, em mm:</p><p>e = 1,06 -</p><p>(0,222 D)</p><p>H</p><p>HG</p><p>T E</p><p>50 HDG</p><p>T E</p><p>(3)1p</p><p>a a</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>Para a condição de projeto, e1 ≅ e1p ou ep, (o menor dos</p><p>dois).</p><p>Espessura de teste hidrostático do costado, e1t, em mm:</p><p>e = 1,06 -</p><p>(0,222 D)</p><p>H</p><p>H</p><p>T E</p><p>50 HD</p><p>T E</p><p>(4)1t</p><p>t t</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>Para a condição de teste hidrostático, e1 = e1t ou et (o</p><p>menor dos dois).</p><p>Anexo J - Alternativa para cálculo da espessura do costado</p><p>Cópia não autorizada</p><p>108 NBR 7821/1983</p><p>J-4.3 Usar uma espessura de acordo com o item J-3.1.</p><p>J-5 Espessura do segundo anel (e</p><p>2</p><p>)</p><p>J-5.1 Calcular separadamente para o primeiro anel para</p><p>as condições de projeto e de teste hidrostático o valor do</p><p>quociente Y:</p><p>Y =</p><p>44,721 h</p><p>De</p><p>1</p><p>1</p><p>usando e1 determinado conforme o item J-4 para cada</p><p>condição, respectivamente:</p><p>Onde:</p><p>h1= altura do primeiro anel, em metros</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>Portanto:</p><p>e2 = e1 se Y ≤ 1,375</p><p>e2 = e2a se Y ≥ 2,625</p><p>e2 = e2a + (e1 - e2a)</p><p>2,1 -</p><p>Y</p><p>1,25</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>se 1,375 < Y < 2,625 (5)</p><p>Onde:</p><p>e2 = espessura mínima do segundo anel (excluindo-</p><p>se a sobreespessura para corrosão) em mm</p><p>e2a= espessura do segundo anel, em mm; calculada</p><p>de acordo com o processo de cálculo da espes-</p><p>sura de uma anel superior, conforme descrito</p><p>no item J-6.</p><p>J-5.2 Usar uma espessura de acordo com o item J-3.1.</p><p>J-6 Espessura dos anéis superiores (e</p><p>x</p><p>)</p><p>J-6.1 Tanto para a condição de projeto como para de tes-</p><p>te hidrostático calcular um valor preliminar da espessura</p><p>es, para o anel em questão, usando as fórmulas (1) e (2),</p><p>respectivamente, do item J-4.</p><p>J-6.2 Calcular a distância, x, do ponto variável de projeto,</p><p>da extremidade inferior do anel, usando o menor dos va-</p><p>lores obtidos das três seguintes expressões:</p><p>x1 = 0,01364 De + 0,32 CHs</p><p>x2 = CH</p><p>x3 = 0,02728 Des</p><p>Onde:</p><p>x = o menor valor de x1, x2 e x3, em metros</p><p>e i = espessura do anel imediatamente inferior, em</p><p>mm, para a condição que estiver sendo consi-</p><p>derada</p><p>es = espessura preliminarmente calculada para o</p><p>anel em questão, em mm</p><p>K =</p><p>e</p><p>e</p><p>i</p><p>s</p><p>C =</p><p>K (K - 1)</p><p>1 + K K</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>H = altura da extremidade inferior do anel em con-</p><p>sideração até a cantoneira de topo ou até a</p><p>parte inferior de qualquer ladrão que limite o</p><p>enchimento do tanque, em metros</p><p>J-6.3 A espessura mínima ex, para o anel considerado</p><p>deve ser computada, tanto para a condição de projeto</p><p>como para a de teste hidrostático, usando as fórmulas (6)</p><p>e (7), respectivamente:</p><p>Espessura de projeto do anel do costado, epx, em mm.</p><p>e =</p><p>50 D (H - x) G</p><p>T E</p><p>(6)px</p><p>a</p><p>Espessura de teste hidrostático, etx, em mm.</p><p>e =</p><p>50 D (H - x)</p><p>T E</p><p>(7)tx</p><p>t</p><p>J-6.4 Usar o primeiro valor calculado de ex, a fim de repetir</p><p>os passos descritos nos itens anteriores J-6.2 e J-6.3,</p><p>para as condições de projeto e de teste até que haja uma</p><p>diferença pequena entre os valores calculados em</p><p>seqüência (normalmente três tentativas adicionais são</p><p>suficientes). Passos repetitivos darão uma idéia mais</p><p>exata da localização do ponto variável de projeto, para o</p><p>anel em consideração e, conseqüentemente resultarão</p><p>em uma espessura de costado mais precisa.</p><p>J-6.5 Usar uma espessura de acordo com o item J-3.1.</p><p>J-7 Exigências especiais</p><p>J-7.1 Quando este método de cálculo for aplicado a</p><p>tanque de acordo com esta Norma básica ou a tanques</p><p>de acordo com os Anexos E e G, a letra maiúscula J deve</p><p>ser impressa, na chapa de identificação, pelo fabricante,</p><p>conforme consta a seguir (ver Figura 28).</p><p>NBR 7821 - J</p><p>NBR 7821 - E-J</p><p>NBR 7821 - G-J</p><p>J-7.2 O fabricante deverá fornecer ao comprador uma</p><p>planilha geral da qual constará, para cada anel:</p><p>a) as espessuras de costado requeridas tanto para a</p><p>condição de projeto, incluindo a sobreespessura</p><p>de corrosão, como para a de teste hidrostático;</p><p>b) as espessuras nominais usadas;</p><p>c) a especificação do material;</p><p>d) as tensões admissíveis.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 109</p><p>Tabela 39 - Espessuras típicas de costado para tanques conforme o corpo desta Norma, baseado no método do</p><p>Anexo J, usando chapas de 2400 mm de largura e uma tensão admissível de 1480 kgf/cm2, para</p><p>condição de teste</p><p>Diâmetro do Altura do Peso do Espessura do costado para cada anel (mm) Volume do</p><p>do tanque tanque costado tanque</p><p>(m) (m) (t) 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º (m3)</p><p>50 12,00 207,024 23,1 17,5 12,9 8,4 8,0 23.561,945</p><p>55 245,840 25,2 19,1 14,1 9,2 8,0 28.509,953</p><p>60 287,993 27,2 20,7 15,3 9,9 8,0 33.929,201</p><p>65 341,821 29,2 23,2 16,3 10,6 9,5 39.819,687</p><p>70 394,496 31,2 25,9 17,4 11,3 9,5 46.181,412</p><p>75 450,422 33,1 28,4 18,4 12,0 9,5 53.014,376</p><p>80 509,344 34,9 30,9 19,5 12,8 9,5 60.318,579</p><p>85 571,129 36,7 33,3 20,5 13,5 9,5 68.094,021</p><p>88 609,521 37,8 34,7 21,1 13,9 9,5 72.985,481</p><p>40 14,40 192,044 22,4 17,9 14,2 10,6 8,0 8,0 18.095,574</p><p>45 236,619 25,2 20,0 15,9 11,8 8,0 8,0 22.902,210</p><p>50 286,834 28,0 22,0 17,5 12,9 8,4 8,0 28.274,334</p><p>55 342,143 30,5 24,1 19,2 14,1 9,2 8,0 34.211,944</p><p>60 405,646 33,0 27,4 20,7 15,3 9,9 8,0 40.715,041</p><p>65 479,753 35,4 30,5 22,1 16,5 10,6 9,5 47.783,624</p><p>70 553,378 37,8 33,6 23,6 17,7 11,3 9,5 55.417,694</p><p>35 16,80 198,238 23,0 19,1 15,8 12,6 9,3 8,0 8,0 16.163,494</p><p>40 252,258 26,2 21,6 17,9 14,2 10,6 8,0 8,0 21.111,503</p><p>45 312,554 29,5 24,1 20,1 15,9 11,8 8,0 8,0 26.719,246</p><p>50 380,356 32,8 26,6 22,2 17,5 12,9 8,4 8,0 32.986,723</p><p>55 458,204 35,8 30,3 24,1 19,2 14,1 9,2 8,0 39.913,935</p><p>58 508,305 37,6 32,6 25,3 20,2 14,8 9,6 8,0 44.386,934</p><p>35 19,20 251,371 26,3 22,3 19,1 15,8 12,6 9,3 8,0 8,0 18.472,565</p><p>40 321,364 30,0 25,3 21,7 17,9 14,2 10,6 8,0 8,0 24.127,432</p><p>45 399,710 33,8 28,3 24,3 20,0 15,9 11,8 8,0 8,0 30.536,281</p><p>50 489,638 37,6 32,0 26,8 22,2 17,5 12,9 8,4 8,0 37.699,112</p><p>Tabela 40 - Espessuras típicas de costado para tanques conforme o Anexo E, baseado no método do Anexo J,</p><p>usando chapas de 2400 mm de largura e uma tensão admissível de 1610 kgf/ cm2, para condição de</p><p>teste</p><p>Diâmetro do Altura do Peso do Espessura do costado para cada anel (mm) Volume do</p><p>do tanque tanque costado tanque</p><p>(m) (m) (t) 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º (m3)</p><p>60 12,00 234,053 21,6 16,3 12,0 8,0 8,0 33.929,201</p><p>65 279,702 23,2 17,5 13,0 9,5 9,5 39.819,687</p><p>70 317,690 24,7 19,1 13,9 9,5 9,5 46.181,412</p><p>75 360,019 26,3 21,1 14,7 9,5 9,5 53.014,376</p><p>80 407,536 27,8 23,2 15,5 10,1 9,5 60.318,579</p><p>85 457,529 29,3 25,2 16,3 10,7 9,5 68.094,021</p><p>90 509,860 30,7 27,1 17,1 11,2 9,5 76.340,701</p><p>95 564,438 32,2 29,0 17,9 11,8 9,5 85.058,621</p><p>100 621,172 33,6 30,8 18,7 12,4 9,5 94.247,780</p><p>105 679,973 34,9 32,6 19,5 12,9 9,5 103.908,177</p><p>110 740,753 36,3 34,4 20,2 13,5 9,5 114.039,813</p><p>115 804,135 37,6 36,1 20,9 14,0 9,5 124.642,689</p><p>117 829,949 38,1* 36,8 21,2 14,2 9,5 129.015,786</p><p>55 14,40 277,730 24,1 19,0 15,1 11,1 8,0 8,0 34.211,944</p><p>60 323,648 26,1 20,6 16,4 12,0 8,0 8,0 40.715,041</p><p>65 386,303 28,1 22,8 17,6 13,0 9,5 9,5 47.783,624</p><p>70</p><p>443,056 30,0 25,3 18,7 13,9 9,5 9,5 55.417,694</p><p>/continua</p><p>Cópia não autorizada</p><p>110 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 40 - Espessuras típicas de costado para tanques conforme o Anexo E, baseado no método do Anexo J,</p><p>usando chapas de 2400 mm de largura e uma tensão admissível de 1610 kgf/ cm2, para condição de</p><p>teste</p><p>continuação</p><p>Diâmetro do Altura do Peso do Espessura do costado para cada anel (mm) Volume do</p><p>do tanque tanque costado tanque</p><p>(m) (m) (t) 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º (m3)</p><p>75 503,338 31,9 27,7 19,9 14,9 9,5 9,5 63.617,251</p><p>80 569,529 33,8 30,1 21,1 15,8 10,0 9,5 72.382,295</p><p>85 639,333 35,6 32,4 22,2 16,7 10,6 9,5 81.712,825</p><p>90 712,508 37,4 34,7 23,3 17,7 11,2 9,5 91.608,842</p><p>92 742,698 38,1* 35,6 23,8 18,0 11,4 9,5 95.725,585</p><p>50 16,80 307,951 25,6 21,0 17,4 13,8 10,2 8,0 8,0 32.986,723</p><p>55 366,104 28,2 22,9 19,1 15,1 11,1 8,0 8,0 39.913,935</p><p>60 430,632 30,6 25,5 20,7 16,4 12,0 8,0 8,0 47.500,881</p><p>65 512,621 33,0 28,4 22,2 17,7 13,0 9,5 9,5 55.747.562</p><p>70 588,932 35,3 31,3 23,7 19,0 13,9 9,5 9,5 64.653,977</p><p>75 670,036 37,5 34,1 25,2 20,3 14,8 9,5 9,5 74.220,126</p><p>76 687,240 38,0 34,7 25,5 20,6 15,0 9,6 9,5 76.212,525</p><p>50 19,20 392,070 29,3 24,6 21,1 17,4 13,8 10,2 8,0 8,0 37.699,112</p><p>55 468,624 32,3 27,3 23,1 19,1 15,1 11,1 8,0 8,0 45.615,925</p><p>60 554,018 35,2 30,7 24,9 20,8 16,4 12,0 8,0 8,0 54.286,721</p><p>65 656,892 37,9 34,0 26,8 22,5 17,7 13,0 9,5 9,5 63.711,499</p><p>* Excede a espessura máxima permitida de 38,0 mm.</p><p>O diâmetro do tanque ou a altura deve ser ligeiramente reduzido.</p><p>Tabela 41 - Espessuras típicas para tanques conforme o Anexo G, baseado no método do Anexo J, usando</p><p>chapas de 2400 mm de largura e uma tensão admissível de 2110 kgf/cm2, para condição de teste</p><p>Diâmetro do Altura do Peso do Espessura do costado para cada anel (mm) Volume do</p><p>do tanque tanque costado tanque</p><p>(m) (m) (t) 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º (m3)</p><p>70 12,00 262,488 19,2 14,5 10,7 9,5 9,0 46.181,412</p><p>75 294,103 20,4 15,4 11,4 9,5 9,5 53.014,376</p><p>80 328,093 21,6 16,6 12,1 9,5 9,5 60.318,579</p><p>85 365.595 22,8 18,2 12,7 9,5 9,5 68.094,021</p><p>90 404,938 23,9 19,8 13,3 9,5 9,5 76.340,701</p><p>95 446,007 25,1 21,3 14,0 9,5 9,5 85.058,621</p><p>100 488,970 26,2 22,8 14,6 9,6 9,5 94.247,780</p><p>105 535,847 27,3 24,3 15,2 10,0 9,5 103.908,177</p><p>110 584,413 28,4 25,7 15,8 10,4 9,5 114.039,813</p><p>115 634,612 29,4 27,1 16,4 10,8 9,5 124.642,689</p><p>120 686,381 30,5 28,4 17,0 11,3 9,5 135.716,803</p><p>125 739,662 31,5 29,8 17,5 11,7 9,5 147.262,156</p><p>65 14,40 313,059 21,7 17,1 13,6 10,0 9,5 9,5 47.783,624</p><p>70 355,479 23,2 18,3 14,6 10,7 9,5 9,5 55.417,694</p><p>75 402,643 24,7 20,1 15,5 11,4 9,5 9,5 63.617,251</p><p>80 453,049 26,2 22,0 16,4 12,2 9,5 9,5 72.382,295</p><p>85 506,151 27,6 23,9 17,2 12,9 9,5 9,5 81.712,825</p><p>90 561,847 29,0 25,7 18,1 13,6 9,5 9,5 91.608,842</p><p>95 619,992 30,4 27,5 19,0 14,3 9,5 9,5 102.070,345</p><p>100 680,516 31,8 29,3 19,9 15,0 9,5 9,5 113.097,336</p><p>105 745,898 33,2 31,0 20,7 15,7 9,9 9,5 124.689,812</p><p>110 813,807 34,5 32,7 21,6 16,4 10,3 9,5 136.847,776</p><p>115 884,108 35,8 34,3 22,4 17,1 10,7 9,5 149.571,226</p><p>120 956,930 37,1 36,0 23,2 17,8 11,1 9,5 162.860,163</p><p>125 1032,414 38,4 37,6 24,1 18,4 11,5 9,5 176.714,587</p><p>/continua</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 111</p><p>continuação</p><p>Diâmetro do Altura do Peso do Espessura do costado para cada anel (mm) Volume do</p><p>do tanque tanque costado tanque</p><p>(m) (m) (t) 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º (m3)</p><p>60 16,80 342,563 23,5 19,2 15,9 12,5 9,3 8,0 8,0 47.500,881</p><p>65 407,306 25,4 20,6 17,2 13,6 10,0 9,5 9,5 55.747,562</p><p>70 467,141 27,2 22,9 18,4 14,6 10,7 9,5 9,5 64.653,977</p><p>75 530,902 29,0 25,1 19,5 15,6 11,4 9,5 9,5 74.220,126</p><p>80 598,444 30,8 27,3 20,6 16,6 12,1 9,5 9,5 84.446,011</p><p>85 669,651 32,5 29,4 21,8 17,6 12,8 9,5 9,5 95.331,629</p><p>90 744,350 34,2 31,5 22,9 18,6 13,5 9,5 9,5 106.876,982</p><p>95 822,463 35,9 33,6 24,1 19,5 14,2 9,5 9,5 119.082,070</p><p>100 903,945 37,5 35,6 25,2 20,5 14,9 9,5 9,5 131.946,892</p><p>105 991,281 39,1 37,6 26,3 21,5 15,6 9,9 9,5 145.471,448</p><p>110 1082,014 40,7 39,6 27,4 22,4 16,2 10,4 9,5 159.655,739</p><p>115 1177,777 42,3 41,5 28,5 23,6 16,9 10,8 9,5 174.499,764</p><p>120 1277,112 43,9 43,4 29,6 24,8 17,5 11,2 9,5 190.003,524</p><p>122 1317,743 44,5 44,1 30,0 25,3 17,7 11,4 9,5 196.389,753</p><p>60 19,20 434,866 26,9 22,5 19,3 15,9 12,6 9,3 8,0 8,0 54.286,721</p><p>65 517,532 29,1 24,9 20,7 17,2 13,6 10,0 9,5 9,5 63.711,499</p><p>70 595,160 31,3 27,4 22,1 18,5 14,6 10,7 9,5 9,5 73.890,259</p><p>75 677,420 33,3 30,0 23,6 19,8 15,5 11,4 9,5 9,5 84.823,002</p><p>80 764,621 35,4 32,4 25,0 21,0 16,5 12,1 9,5 9,5 96.509,726</p><p>85 856,549 37,4 34,9 26,4 22,3 17,5 12,8 9,5 9,5 108.950,433</p><p>90 953,110 39,3 37,2 27,8 23,6 18,5 13,5 9,5 9,5 122.145,122</p><p>95 1054,214 41,3 39,6 29,2 24,8 19,4 14,2 9,5 9,5 136.093,794</p><p>100 1160,384 43,2 41,9 30,6 26,2 20,3 14,9 9,5 9,5 150.796,447</p><p>103 1228,239 44,4 43,2 31,4 27,1 20,9 15,3 9,8 9,5 159.979,951</p><p>Tabela 42 - Espessuras típicas de costado para tanques conforme o Anexo G, baseado no método do Anexo J,</p><p>usando chapas de 2400 mm de largura e uma tensão admissível de 2410 kgf/ cm2, para condição de</p><p>teste</p><p>Diâmetro do Altura do Peso do Espessura do costado para cada anel (mm) Volume do</p><p>do tanque tanque costado tanque</p><p>(m) (m) (t) 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º (m3)</p><p>65 14,40 286,542 19,0 15,0 11,9 9,5 9,5 9,5 47.783,624</p><p>70 322,492 20,4 16,1 12,8 9,5 9,5 9,5 55.417,694</p><p>75 362,453 21,7 17,2 13,7 10,0 9,5 9,5 63.617,251</p><p>80 407,009 23,1 18,8 14,5 10,7 9,5 9,5 72.382,295</p><p>85 454,385 24,3 20,4 15,2 11,3 9,5 9,5 81.712,825</p><p>90 504,112 25,6 22,1 16,0 11,9 9,5 9,5 91.608,842</p><p>95 556,147 26,9 23,7 16,8 12,6 9,5 9,5 102.070,345</p><p>100 610,338 28,1 25,3 17,5 13,2 9,5 9,5 113.097,336</p><p>105 666,630 29,3 26,8 18,3 13,8 9,5 9,5 124.689,812</p><p>110 724,967 30,5 28,3 19,1 14,4 9,5 9,5 136.847,776</p><p>115 785,291 31,7 29,8 19,8 15,0 9,5 9,5 149.571.226</p><p>120 849,953 32,9 31,3 20,5 15,6 9,8 9,5 162.860,163</p><p>125 916,844 34,0 32,7 21,2 16,2 10,2 9,5 176.714,587</p><p>130 986,153 35,2 34,2 22,0 16,8 10,6 9,5 191.134,497</p><p>135 1057,547 36,3 35,6 22,7 17,4 10,9 9,5 206.119,894</p><p>140 1130,893 37,4 36,9 23,5 18,0 11,2 9,5 221.670,778</p><p>145 1207,218 38,4 38,2 24,2 18,8 11,6 9,5 237.787,148</p><p>150 1285,320 39,5 39,4 24,9 19,5 11,9 9,5 254.469,005</p><p>155 1364,527 40,5 40,5 25,7 20,3 12,2 9,5 271.716,349</p><p>160 1445,028 41,6 41,6 26,5 21,0 12,5 9,5 289.529,179</p><p>165 1527,421 42,6 42,6 27,2 21,8 12,8 9,5 307.907,496</p><p>170 1611,669 43,5 43,5 28,0 22,5 13,1 9,5 326.851,300</p><p>175 1697,738 44,5 44,5 28,7 23,3 13,4 9,5 346.360,590</p><p>/continua</p><p>Tabela 41 - Espessuras típicas para tanques conforme o Anexo G, baseado no método do Anexo J, usando</p><p>chapas de 2400 mm de largura e uma tensão admissível de 2110 kgf/cm2, para condição de teste</p><p>Cópia não autorizada</p><p>112 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 42 - Espessuras típicas de costado para tanques conforme o Anexo G, baseado no método do Anexo J,</p><p>usando chapas de 2400 mm de largura e uma tensão admissível de 2410 kgf/ cm2, para condição de</p><p>teste</p><p>continuação</p><p>Diâmetro do Altura do Peso do Espessura do costado para cada anel (mm) Volume do</p><p>do tanque tanque costado tanque</p><p>(m) (m) (t) 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º (m3)</p><p>60 16,80 307,725 20,5 16,8 14,0 11,1 8,2 8,0 8,0 47.500,881</p><p>65 369,105 22,3 18,2 15,1 11,9 9,5 9,5 9,5 55.747,562</p><p>70 418,288 24,0 19,5 16,2 12,8 9,5 9,5 9,5 64.653,977</p><p>75 474,753 25,5 21,5 17,2 13,7 10,0 9,5 9,5 74.220,126</p><p>80 534,790 27,1 23,4 18,2 14,6 10,7 9,5 9,5 84.446,011</p><p>85 598,132 28,6 25,3 19,2 15,4 11,3 9,5 9,5 95.331,629</p><p>90 664,707 30,1 27,2 20,2 16,3 11,9 9,5 9,5 106.876,982</p><p>95 734,350 31,6 29,1 21,2 17,2 12,5 9,5 9,5 119.082,070</p><p>100 806,998 33,1 30,9 22,2 18,0 13,1 9,5 9,5 131.946,892</p><p>105 882,582 34,6 32,7 23,2 18,9 13,7 9,5 9,5 145.471,448</p><p>110 961,040 36,0 34,4 24,2 19,7 14,3 9,5 9,5 159.655,739</p><p>115 1042,307 37,4 36,1 25,1 20,6 14,9 9,5 9,5 174.499,764</p><p>120 1129,585 38,8 37,8 26,1 21,5 15,5 9,9 9,5 190.003,524</p><p>125 1220,879 40,2 39,5 27,1 22,5 16,0 10,2 9,5 206.167,018</p><p>130 1315,091 41,5 41,1 28,0 23,6 16,5 10,6 9,5 222.990,247</p><p>135 1412,067 42,9 42,7 29,0 24,6 17,1 11,0 9,5 240.473,210</p><p>140 1511,407 44,2 44,2 30,0 25,6 17,6 11,3 9,5 258.615,907</p><p>141 1531,376 44,4 44,4 30,2 25,8 17,7 11,4 9,5 262.323,615</p><p>60 19,20 388,691 23,5 19,7 16,9 14,0 11,1 8,2 8,0 8,0 54.286,721</p><p>65 463,939 25,5 21,3 18,3</p><p>15,1 11,9 9,5 9,5 9,5 63.711,499</p><p>70 530,375 27,4 23,5 19,5 16,2 12,8 9,5 9,5 9,5 73.890,259</p><p>75 603,403 29,4 25,8 20,8 17,4 13,7 10,0 9,5 9,5 84.823,002</p><p>80 680,754 31,1 28,0 22,0 18,5 14,5 10,7 9,5 9,5 96.509,726</p><p>85 762,436 32,9 30,1 23,3 19,6 15,4 11,3 9,5 9,5 108.950,433</p><p>90 848,264 34,7 32,3 24,5 20,7 16,2 11,9 9,5 9,5 122.145,122</p><p>95 938,161 36,4 34,4 25,7 21,8 17,1 12,5 9,5 9,5 136.093,794</p><p>100 1032,056 38,1 36,4 26,9 22,9 17,9 13,1 9,5 9,5 150.796,447</p><p>105 1129,996 39,8 38,4 28,1 24,0 18,7 13,7 9,5 9,5 166.253,083</p><p>110 1232,983 41,5 40,4 29,3 25,3 19,5 14,3 9,5 9,5 182.463,701</p><p>115 1339,963 43,1 42,4 30,5 26,6 20,3 14,9 9,5 9,5 199.428,302</p><p>119 1430,442 44,4 43,9 31,5 27,6 20,9 15,4 9,8 9,5 213.542,849</p><p>J-8 Tabelas e folhas de cálculos</p><p>J-8.1 As espessuras típicas de chapas de costado para</p><p>vários tamanhos de tanque, para as condições de teste</p><p>hidrostático, são listadas nas Tabelas 39, 40, 41 e 42. Es-</p><p>tas espessuras são baseadas na aplicação do procedi-</p><p>mento descrito neste Anexo aos tanques de acordo com</p><p>esta Norma básica e aos tanques de acordo com os Ane-</p><p>xos E e G. As Tabelas foram anexadas apenas para ilus-</p><p>tração; elas não devem ser usadas para isentar o fabri-</p><p>cante de suas responsabilidades em calcular e fornecer</p><p>as espessuras de costado requeridas.</p><p>J-8.2 Consta do item J-9 deste Anexo um cálculo passo a</p><p>passo, que exemplifica a aplicação do procedimento do</p><p>ponto variável de projeto, feito apenas para a condição</p><p>de teste hidrostático. No exemplo o procedimento é apli-</p><p>cado para um tanque de acordo com o Anexo G</p><p>(100 m x 19,2 m), para determinar as espessuras de cha-</p><p>pas do costado dos três primeiros anéis.</p><p>J-9 Exemplo de aplicação do procedimento de</p><p>ponto variável de projeto na determinação das</p><p>espessuras do costado</p><p>J-9.1 Dados</p><p>- condição: Teste hidrostático</p><p>- tanque: De acordo com o Anexo G</p><p>- diâmetro do Tanque: D = 100 m</p><p>- altura do Tanque: H = 19,2 m</p><p>- número de Anéis: 8</p><p>- eficiência de solda: E = 1,0</p><p>- tensão Admissível de Teste Hidrostático:</p><p>Tt = 2110 kgf/cm2</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 113</p><p>- densidade: G = 1</p><p>- altura dos Anéis: 2,4 m</p><p>J-9.2 Cálculo da espessura do primeiro anel (e1)</p><p>Para condição de projeto e1 = e1p mas não maior do que</p><p>ep</p><p>Para condição de teste e1 = e1t mas não maior do que et</p><p>e =</p><p>50 D (H - 0,3)</p><p>T E</p><p>=</p><p>50 x 100 x 18,9</p><p>2110</p><p>= 44,787 mmt</p><p>t</p><p>e = 1,06 -</p><p>0,222 D</p><p>H</p><p>H</p><p>T E</p><p>50 HD</p><p>T E</p><p>=1t</p><p>t t</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>1,06 -</p><p>0,222 x 100</p><p>19,2</p><p>19,2</p><p>2110</p><p>x</p><p>50 x 100 x 19,2</p><p>2110</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>e1t = 43,209 mm portanto e1 = 43,209 mm Espessura</p><p>do 1º anel</p><p>J-9.3 Cálculo da espessura do segundo anel (e2)</p><p>Y =</p><p>44,721 h</p><p>De</p><p>=</p><p>44,721 x 2,4</p><p>100 x 43,209</p><p>= 1,6331</p><p>1</p><p>(I) Y 1,375 e = e2 1≤ →</p><p>(II) 1,375 < Y < 2,625 e = e + (e - e )2 2a 1 2a→</p><p>2,1 -</p><p>Y</p><p>1,25</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>(III) Y 2,625 e = e2 2a≥ →</p><p>Deve então ser calculado o valor de e2a, e com este entra-</p><p>se na expressão II, para achar-se e2.</p><p>J-9.3.1 Determinação de e2a</p><p>a) 1º ciclo</p><p>H = 16,8 m</p><p>e</p><p>50 x 100 x 16,5</p><p>2110</p><p>= 39,100 mms =</p><p>ei = 43,209 mm</p><p>K = 1,105</p><p>C = 0,051</p><p>Des = 62,530</p><p>CH = 0,859</p><p>x1 = 1,128 m</p><p>x2 = 0,859 m</p><p>x3 = 1,706 m</p><p>x - MIN (x1 , x2 , x3) = 0,859 m</p><p>( )</p><p>e</p><p>50 x 100 x 16,8 - 0,859</p><p>2110</p><p>= 37,776 mmtx =</p><p>Começa-se o 2º ciclo fazendo es = etx</p><p>b) 2º ciclo</p><p>H = 16,8 m</p><p>es = 37,776 mm</p><p>ei = 43,209 mm</p><p>K = 1,144</p><p>C = 0,069</p><p>Des = 61,462</p><p>CH = 1,162</p><p>x1 = 1,210 m</p><p>x2 = 1,162 m</p><p>x3 = 1,677 m</p><p>x = 1,162 m</p><p>etx = 37,056 mm</p><p>Começa-se o 3º ciclo, fazendo es = etx</p><p>c) 3º ciclo</p><p>H = 16,8 m</p><p>es = 37,056 mm</p><p>ei= 43,209 mm</p><p>K = 1,166</p><p>C = 0,079</p><p>Des = 60,873</p><p>CH = 1,333</p><p>x1 = 1,257 m</p><p>x2 = 1,333 m</p><p>x3 = 1,661 m</p><p>x = 1,257 m</p><p>etx = 36,832 mm e2a = 36,832 mm (valor ado-</p><p>tado, por apresentar boa aproximação)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>114 NBR 7821/1983</p><p>J-9.3.2 Determinação de e2</p><p>e2 = e2a + (e1 - e2a)</p><p>2,1 -</p><p>Y</p><p>1,25</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>e2 = 36,832 + (43,209 - 36,832) 2,1 -</p><p>1,633</p><p>1,25</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>e2 = 41,894 mm Espessura do 2º anel</p><p>J-9.4 Cálculo da espessura do terceiro anel (e3)</p><p>a) 1º ciclo</p><p>H = 14,4 mm</p><p>es = 33,412 mm</p><p>ei = 41,894 mm</p><p>K = 1,254</p><p>C = 0,118</p><p>Des = 57,803</p><p>CH = 1,703</p><p>x1 = 1,333 m</p><p>x2 = 1,703 m</p><p>x3 = 1,577 m</p><p>x = MIN (x1, x2, x3) = 1,333 m</p><p>etx = 30,964 mm</p><p>Começa-se o 2º ciclo fazendo es = etx</p><p>b) 2º ciclo</p><p>H = 14,4 m</p><p>es = 30,964 mm</p><p>ei = 41,894 mm</p><p>K = 1,353</p><p>C = 0,160</p><p>Des = 55,645</p><p>CH = 2,297</p><p>x1 = 1,494 m</p><p>x2 = 2,297 m</p><p>x3 = 1,518 m</p><p>x = MIN (x1, x2, x3) = 1,494 m</p><p>etx= 30,583 mm</p><p>Começa-se o 3º ciclo fazendo es = etx</p><p>c) 3º ciclo</p><p>H = 14,4 m</p><p>es = 30,583</p><p>ei = 41,894</p><p>K = 1,370</p><p>C = 0,166</p><p>Des = 55,302</p><p>CH = 2,394</p><p>x1 = 1,521 m</p><p>x2 = 2,394 m</p><p>x3 = 1,509 m</p><p>x = MIN (x1, x2, x3) = 1,509 m</p><p>etx = 30,548 mm</p><p>Portanto, este valor de etx é satisfatório por ser considera-</p><p>da razoável a aproximação.</p><p>e3 = 30,548 mm</p><p>/ANEXO K</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 115</p><p>Anexo K - FOLHA DE DADOS</p><p>K-1 Objetivo</p><p>A Folha de Dados apresentada a seguir, como sugestão,</p><p>composta de 3 páginas, é para uso do comprador por</p><p>ocasião da encomenda de tanques que devam atender</p><p>às exigências desta Norma.</p><p>K-2 Esclarecimentos</p><p>K-2.1 As condições que devem ser atendidas estão apre-</p><p>sentadas de forma adequada e podem ser definidas quer</p><p>introduzindo as informações nos espaços apropriados</p><p>para tal ou assinalando a opção desejada nos casos em</p><p>que houver possibilidade de uma seleção.</p><p>K-2.2 Estão previstos espaços para serem preenchidos</p><p>com os dados relativos ao tanque e seus componentes</p><p>determinados por cálculos ou ditados pela experiência</p><p>de fabricação. Devem ser fornecidas informações adicio-</p><p>nais relativas aos pertences e acessórios do tanque.</p><p>K-2.3 A finalidade do quadro FOLHA DE, é identificar um</p><p>conjunto de Folha de Dados preenchidas para um grupo</p><p>de tanques que possuam parte de seus dados comuns a</p><p>todos eles. Nestes casos será necessário usar uma ou</p><p>mais “Páginas” em duplicata, ou triplicata, etc., para os</p><p>dados não comuns; e o quadro em questão caracteriza o</p><p>conjunto formado.</p><p>K-2.4 O quadro situado na parte inferior esquerda da</p><p>“Página 1/3” destina-se ao registro e descrição das revi-</p><p>sões feitas na Folha de Dados.</p><p>K-2.5 A Folha de Dados não aborda questões inequivoca-</p><p>mente definidas por esta Norma ou que sejam de natureza</p><p>contratual.</p><p>K-3 Comunicações das revisões</p><p>Durante a construção o fabricante e/ou montador devem</p><p>fornecer ao comprador cópias de todas as revisões feitas</p><p>na Folha de Dados para que este fique informado das</p><p>características reais do tanque fabricado e/ou montado.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>116</p><p>N</p><p>B</p><p>R</p><p>7821/1983</p><p>NOTAS GERAIS ITEM DESCRIÇÃO REV ITEM DESCRIÇÃO REV</p><p>1 - O projeto dos tanques deverá obedecer às exigências e recomendações da norma NBR 7821 e o comprador.</p><p>PÁGINA 1/3 DO FORMULÁRIO PADRONIZADO PELA NBR 7821 - ANEXO K</p><p>REV. DESCRIÇÃO POR DATA APROV.</p><p>S</p><p>IS</p><p>T</p><p>E</p><p>M</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>A</p><p>Q</p><p>U</p><p>E</p><p>C</p><p>IM</p><p>E</p><p>N</p><p>T</p><p>O</p><p>P</p><p>R</p><p>O</p><p>JE</p><p>TO</p><p>P</p><p>R</p><p>O</p><p>D</p><p>U</p><p>TO</p><p>M</p><p>O</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>G</p><p>E</p><p>M</p><p>E</p><p>IN</p><p>S</p><p>P</p><p>E</p><p>Ç</p><p>Ã</p><p>O</p><p>M</p><p>A</p><p>TE</p><p>R</p><p>IA</p><p>IS</p><p>T</p><p>E</p><p>T</p><p>O</p><p>CÔ</p><p>NI</p><p>CO</p><p>TE</p><p>TO</p><p>F</p><p>LU</p><p>T</p><p>U</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>E</p><p>D</p><p>A</p><p>D</p><p>O</p><p>S</p><p>G</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>IS</p><p>ANÉIS DO COSTADO</p><p>FUNDO TETO</p><p>1º 2 º 3 º 4 º 5 º 6 º 7 º 8 º 9 º 10º</p><p>Espessuras nominais (mm)</p><p>Sobre espessura p/corrosão (mm)</p><p>Largura das chapas (m)</p><p>Comprimento das chapas (m)</p><p>Número de chapas por tanques</p><p>Número total de chapas</p><p>ESPECIFICADO VERIFICADO APROVADO</p><p>FOLHA DE DADOS DE TANQUES</p><p>FOLHA DE</p><p>(Espaço reservado para o símbolo, logotipo e nome da empresa; número da folha de dados, identificação da obra, identificação do tanque, data, etc...)</p><p>1 Tipo: Teto cônico Teto flutuante 41 Tipo de teto</p><p>2 Outros 42 Tipo de selo de vedação</p><p>3 Capacidade nominal m3 bbl 43 Dreno teto: Tipo</p><p>4 Diâmetro nominal m pés 44 Diâmetro</p><p>5 Altura nominal m pés 45</p><p>6 46</p><p>7 Produto armazenado 47 Com colunas de sustentação</p><p>8 Densidade 48 Sem colunas</p><p>9 Viscosidade (cSt) 49 Chapas: Costado</p><p>10 Pressão de vapor (kgf/cm2) 50</p><p>11 Ponto de fulgor (°C) 51 Fundo</p><p>12 NBR 7821 BÁSICO Anexos: 52 Teto</p><p>13 Temperatura de projeto (°C) 53 Flanges: Bocais</p><p>14 Temperatura mínima ambiente (°C) 54 Bocas de visita</p><p>15 Pressão proj. (kgf/cm2) Vácuo proj. (kgf/cm2)</p><p>Anexo B.</p><p>6.3.1 Cargas - as cargas radiais isoladas aplicadas aos</p><p>costados dos tanques tais como as causadas pelas pla-</p><p>taformas ou passadiços elevados entre tanques devem</p><p>ser distribuídas por meio de perfis estruturais laminados,</p><p>nervuras de chapas ou outros elementos, preferivelmente</p><p>em um plano horizontal.</p><p>6.3.2 Dimensionamento das chapas do costado</p><p>a) a espessura das chapas de cada um dos anéis do</p><p>costado deve ser, em qualquer caso, o maior dos</p><p>três valores seguintes:</p><p>- espessura calculada pela fórmula apresentada</p><p>na alínea “b” a seguir, em função da densidade</p><p>do líquido a ser estocado, acrescida da sobre-</p><p>espessura para corrosão, definida para cada</p><p>anel, nos casos em que essa sobreespessura</p><p>for indicada;</p><p>- espessura calculada pela mesma fórmula da alí-</p><p>nea “b” considerando-se a densidade do produto</p><p>igual a um, sem o acréscimo da sobreespessura</p><p>para corrosão;</p><p>- espessura mínima dada na alínea “c” a seguir,</p><p>em função do diâmetro do tanque.</p><p>b) a fórmula para o cálculo da espessura de cada</p><p>anel do costado é a seguinte:</p><p>e = 0,040 D (H - 0,3) G</p><p>Onde:</p><p>e = espessura mínima, em mm</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, entendendo-se</p><p>como tal o diâmetro medido na linha de centro</p><p>das chapas do costado quando todas as chapas</p><p>tiverem uma linha de centro comum, ou o diâ-</p><p>metro interno do tanque quando as chapas ti-</p><p>verem a face interna comum, em metros</p><p>H = distância entre a linha do centro da junta inferior</p><p>do anel considerado à contoneira de reforço da</p><p>borda superior do costado, ou à parte inferior de</p><p>qualquer ladrão que limite o enchimento do tan-</p><p>que, em metros</p><p>G = densidade do líquido a ser estocado.</p><p>Nota: Esta fórmula deriva-se da expressão teórica da ten-</p><p>são da membrana circunferencial em um cilindro</p><p>submetido à pressão interna, considerando-se a ten-</p><p>são máxima atuando 300 mm acima da linha do centro</p><p>da junta horizontal inferior do anel considerado. O</p><p>coeficiente numérico da fórmula resulta da con-</p><p>sideração de uma tensão máxima de trabalho</p><p>admissível de 14,80 kgf/mm2 e de um fator de eficiência</p><p>de juntas para soldas verticais de 0,85.</p><p>c) a espessura nominal das chapas do costado, não</p><p>deve ser inferior aos valores apresentados na</p><p>Tabela 4; entende-se como espessura nominal a</p><p>espessura da chapa no tanque logo após a monta-</p><p>gem; as espessuras indicadas na Tabela 4 são</p><p>baseadas em requisitos de montagem;</p><p>Tabela 4 - Espessura nominal mínima para chapas do</p><p>costado</p><p>Diâmetro nominal Espessura nominal</p><p>do tanque mínima</p><p>D (m) (mm)</p><p>D < 15 4,5</p><p>15 ≤ D < 35 6,3</p><p>35 ≤ D ≤ 60 8,0</p><p>60 < D 9,0</p><p>d) a critério do comprador ou do projetista pode ser</p><p>adotada uma sobreespessura para corrosão que</p><p>deve, nesse caso, ser acrescentada ao valor calcu-</p><p>lado conforme o primeiro parágrafo da alínea “a”.</p><p>Essa sobreespessura pode existir apenas para al-</p><p>guns anéis, ou pode ser variável de um anel para</p><p>outro quando a intensidade do ataque corrosivo</p><p>esperado não for uniforme ao longo de toda a altura</p><p>do tanque;</p><p>Nota: Embora seja impossível indicar valores para essa</p><p>sobre espessura devido à variedade de líquidos e de</p><p>condições de serviço, chama-se atenção que para</p><p>alguns petróleo e derivados, com alto teor de enxofre,</p><p>a perda de espessura em chapas de aço de tanques</p><p>pode atingir de 0,3 mm a 0,4 mm por ano, justificando-</p><p>se assim uma sobreespessura para compensar essa</p><p>perda. A borra que se acumula no fundo dos tanques</p><p>de petróleo bruto pode também causar uma perda de</p><p>espessura equivalente.</p><p>e) nenhuma chapa do costado de um tanque deve</p><p>ter espessura nominal superior a 37,5 mm, exceto</p><p>as chapas inseridas do costado que podem ter até</p><p>75 mm de espessura, inclusive, desde que os ma-</p><p>teriais sejam usados de acordo com o que esta-</p><p>belece o item 5.1; denomina-se chapa inserida a</p><p>chapa de maior espessura do que as adjacentes,</p><p>com a finalidade de reforçar aberturas no costado,</p><p>e, soldadas de topo ao costado do tanque;</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 11</p><p>f) a largura das chapas do costado deve ser determi-</p><p>nada de comum acordo entre o comprador e o</p><p>fabricante porém, de preferência, não deve ser in-</p><p>ferior a 1800 mm;</p><p>g) todas as chapas do costado devem ser apropria-</p><p>damente esquadrejadas.</p><p>6.3.3 Disposição das chapas do costado</p><p>a) o costado do tanque deve ser projetado de modo</p><p>que todos os anéis estejam em posição vertical,</p><p>respeitadas as tolerâncias especificadas no item</p><p>9.3; o alinhamento das chapas do costado pode</p><p>ser feito segundo a face interna ou segundo a linha</p><p>de centro das chapas; juntas verticais de anéis</p><p>adjacentes devem estar defasadas de uma</p><p>distância de cinco vezes a espessura nominal do</p><p>anel mais espesso dos anéis em questão. Entre-</p><p>tanto, esta exigência não precisa ser aplicada para</p><p>anéis para os quais a espessura da chapa foi</p><p>estabelecida de acordo com o item 6.3.2-c);</p><p>b) a fresta de chanfro assimétrica em V ou em U de</p><p>qualquer junta de topo pode ser dirigida para o</p><p>lado interno ou externo do costado, a critério do</p><p>fabricante;</p><p>c) para todos os tanques de teto fixo suportado a</p><p>borda superior do costado deve ser reforçada com</p><p>cantoneira de dimensões mínimas indicadas na</p><p>Tabela 5. Para outros tipos de tanques, ver os itens</p><p>6.5.5 e 6.5.6;</p><p>Tabela 5 - Reforço da borda superior do costado, para</p><p>tanques de teto fixo suportado</p><p>Diâmetro nominal Cantoneira de topo</p><p>do tanque</p><p>D (m) (mm)</p><p>D < 10 63 x 63 x 6</p><p>10 ≤ D ≤ 18 63 x 63 x 8</p><p>18 < D 75 x 75 x 9</p><p>d) a cantoneira de topo pode ser soldada de topo ou</p><p>sobreposta ao último anel do costado e pode ter a</p><p>aba horizontal voltada para o lado interno ou exter-</p><p>no do tanque;</p><p>e) para tanque de teto cônico com estrutura de sus-</p><p>tentação, de diâmetro menor ou igual a 10 m, a</p><p>borda superior do costado poderá ser flangeada</p><p>em substituição à cantoneira superior, de acordo</p><p>com os detalhes da Figura 6; esta construção pode</p><p>ser usada para qualquer tanque de teto auto-por-</p><p>tante desde que a área total do flange se eqüiva-</p><p>lha à área da cantoneira necessária; nenhum outro</p><p>elemento adicional, tal como cantoneira ou barra,</p><p>deve ser adicionado ao indicado na Figu-</p><p>ra 6.</p><p>6.3.4 Juntas verticais do costado - as juntas verticais do</p><p>costado devem ser soldadas de topo e ter penetração to-</p><p>tal e fusão completa como obtido por meio de solda de</p><p>ambos os lados ou por outros meios que resultem numa</p><p>solda de igual qualidade, tanto internamente como exter-</p><p>namente. O procedimento de solda deve estar qualificado</p><p>de acordo com o Capítulo 12.</p><p>6.3.5 Juntas horizontais do costado - as juntas horizontais</p><p>devem ser de topo, duplamente soldadas. Tais juntas de-</p><p>vem ter fusão completa com o metal base, na espessura</p><p>requerida de solda. A adequação da preparação da chapa</p><p>ao procedimento de soldagem deve ser a determinada</p><p>no item 12.1. As juntas horizontais devem ter penetração</p><p>total e fusão completa numa distância de 75 mm de cada</p><p>lado da interseção com qualquer junta vertical. As demais</p><p>juntas devem seguir os requisitos aplicáveis conforme</p><p>descrito a seguir:</p><p>a) as juntas de topo de chanfro simples, incluindo a</p><p>junção entre a cantoneira superior de reforço e o</p><p>costado, devem ter penetração total e fusão com-</p><p>pleta; como alternativa, a cantoneira superior de</p><p>reforço pode ser soldada ao costado por junta so-</p><p>breposta duplamente soldada;</p><p>b) as juntas de topo de chanfro duplo e sem chanfro,</p><p>nos casos em que a espessura de qualquer uma</p><p>das chapas for menor ou igual a 9,5 mm, devem</p><p>ter penetração total e fusão completa;</p><p>c) as juntas de topo de chanfro duplo e sem chanfro,</p><p>nos casos em que ambas as chapas tiverem es-</p><p>pessuras superiores a 9,5 mm, devem ter pelo me-</p><p>nos 2/3 de penetração; qualquer falta de pene-</p><p>tração ou fusão, adicionada à mordedura (veja</p><p>item 9.2.1-d)) não deve exceder 1/3 da espessura</p><p>da chapa mais fina, e a zona com falta de pene-</p><p>tração ou fusão deve estar localizada preferen-</p><p>cialmente no centro da chapa mais fina4).</p><p>6.3.6 Aberturas no costado</p><p>a) serão reforçadas as aberturas no costado de diâ-</p><p>metros maiores que 63 mm; a área mínima da se-</p><p>ção transversal do reforço não será inferior ao pro-</p><p>duto do diâmetro vertical do furo aberto no costado</p><p>do tanque, pela espessura da chapa</p><p>55 Pescoços dos bocais</p><p>16 Vazão máxima produto: Entrada (m3/h) 56 Das bocas de visita</p><p>17 Saída (m3/h) 57 Luvas</p><p>18 Calibragem vál. respiro: Pressão (kgf/cm2) 58 Tubos internos</p><p>19 Vácuo (kgf/cm2) 59 Perfís estruturais</p><p>20 Sobrecarga sobre teto (kgf/m2) 60 Tubos da serpentina</p><p>21 Declividade: Fundo 61 Acessórios da serpentina</p><p>22 Teto 62 Parafusos</p><p>23 63 Juntas</p><p>24 64</p><p>25 Sim Não 65</p><p>26 Serpentina Aquecedores 66 Método de inspeção de soldas</p><p>27 Tubos lisos Tubos aletados 67 Tipo de fundações</p><p>28 Carga térmica (kcal/h) 68</p><p>29 Tempo de aquecimento (h) 69 Isolamento térmico: Sim Não</p><p>30 Calor específico líquido (kcal/kg.°C) 70 Finalidade</p><p>31 Temperatura de saída (°C) 71 Material</p><p>32 Coef. película externo (kcal/h.m2.°C) 72 Espessura</p><p>33 Coef. película interno (kcal/h.m2.°C) 73 Pintura</p><p>34 Fator incrustação (h.m2.°C/kcal) 74 Pesos aprox. do tanque: Vazio</p><p>35 Pressão vapor (kgf/cm2) 75 Cheio de água</p><p>36 Temperatura vapor (°C) 76 Em operação</p><p>37 Pressão teste hidrostático (kgfl/cm2) 77</p><p>38 78</p><p>39 79</p><p>40 80</p><p>DIMENSÕES E ESPESSURAS DAS CHAPAS</p><p>Cópia não autorizada</p><p>117</p><p>N</p><p>B</p><p>R</p><p>7821/1983</p><p>DESENHO ESQUEMÁTICO BOCAIS E BOCAS DE VISITA</p><p>PÁGINA 2/3 DO FORMULÁRIO PADRONIZADO PELA NBR 7821 - ANEXO K</p><p>FOLHA DE DADOS DE TANQUES</p><p>FOLHA DE</p><p>(Espaço reservado para o símbolo, logotipo e nome da empresa; número da folha de dados, identificação da obra, identificação do tanque, data, etc...)</p><p>ITEM QUANT. DIÂM. CLASS FACE DESCRIÇÃO ELEV. PROJEÇÃO DESENHO REF. OBSERVAÇÕES REV</p><p>NOM. PRESS</p><p>1 Entrada de produto</p><p>2 Entrada de produto</p><p>3 Circulação de produto</p><p>4 Saída de produto</p><p>5 Saída de produto</p><p>6 Saída (Tubo com junta giratória)</p><p>7 Porta de limpeza</p><p>8 Boca de visita - Costado</p><p>9 Boca de visita - Costado</p><p>10 Boca de visita - Teto</p><p>11 Dreno de fundo</p><p>12 Dreno de fundo</p><p>13 Luva de termômetro</p><p>14 Escotilha de medição</p><p>15 Entrada de vapor</p><p>16 Entrada de vapor</p><p>17 Saída de condensado</p><p>18 Saída de condensado</p><p>19 Câmara de espuma</p><p>20 Bocal de misturador</p><p>21 Respiro aberto</p><p>22 Válvula de respiro</p><p>23 Dreno de teto flutuante (No costado)</p><p>24 Entrada de gás inerte</p><p>25 Descarga de P S V</p><p>26</p><p>27</p><p>28</p><p>29</p><p>OUTROS ACESSÓRIOS</p><p>ITEM QUANT. DIMENSÃO DESCRIÇÃO DESENHO REF. OBSERVAÇÕES REV</p><p>i 30 Escada helicoidal</p><p>31 Escada vertical</p><p>32 Ligação terra</p><p>33 Instrumento medição nível</p><p>34 Respiro automático (Teto flutuante)</p><p>35 Dreno emergência (Teto flutuante)</p><p>36 Escada articulada (Teto flutuante)</p><p>37 Dreno de teto flutuante</p><p>38 Guia anti-rotacional (Teto flutuante)</p><p>39 Misturador mecânico</p><p>40 Misturador de jato</p><p>41 Tubo com junta giratória</p><p>42 Passadiço</p><p>43 Corrimão no teto</p><p>44</p><p>45</p><p>NORTE TANQUE:</p><p>Cópia não autorizada</p><p>118</p><p>N</p><p>B</p><p>R</p><p>7821/1983</p><p>DESENHO ESQUEMÁTICO DESENHO ESQUEMÁTICO</p><p>PÁGINA 3/3 DO FORMULÁRIO PADRONIZADO PELA NBR 7821 - ANEXO K</p><p>FOLHA DE DADOS DE TANQUES</p><p>FOLHA DE</p><p>(Espaço reservado para o símbolo, logotipo e nome da empresa; número da folha de dados, identificação da obra, identificação do tanque, data, etc...)</p><p>NORTE TANQUE: NORTE TANQUE:</p><p>Cópia não autorizada</p><p>do costado,</p><p>determinada de acordo com o item 6.3.2; a área</p><p>da seção transversal de reforço será medida se-</p><p>gundo um plano vertical que contenha o diâmetro</p><p>da abertura;</p><p>b) só serão consideradas efetivas as seções dos re-</p><p>forços situados na faixa limitada pela distância de</p><p>um diâmetro da abertura do costado, medida a</p><p>partir da linha de centro da abertura, para cima e</p><p>para baixo; o reforço pode ser obtido empregando-</p><p>se qualquer uma das seguintes soluções ou combi-</p><p>nações das mesmas;</p><p>- flange da conexão soldado no costado, como</p><p>mostrado na Figura 7, Detalhe A;</p><p>- chapa de reforço;</p><p>4) Ver item 6.1 - “Ligações soldadas” para descrição, informação e restrições dos tipos de juntas referidas nos itens anteriores. Veja</p><p>item 9.2 “soldagem” para detalhes de solda.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>12 NBR 7821/1983</p><p>- parte do pescoço de uma conexão que pode ser</p><p>considerada como reforço de acordo com o item</p><p>6.3.6-c;</p><p>- todo o excesso de espessura da chapa do</p><p>costado além do requerido pelos item 6.3.2-a,</p><p>compreendido numa distância vertical, para cima</p><p>e para baixo do centro da abertura, igual à</p><p>dimensão vertical da abertura no costado;</p><p>- chapa inserida como mostrado na Figura 35 e</p><p>especificado no item E-6 do Anexo E desta</p><p>Norma.</p><p>c) as seguintes porções do pescoço de uma conexão</p><p>podem ser consideradas como parte da área de</p><p>reforço:</p><p>- a que se estende para fora da superfície externa</p><p>do costado, numa distância igual a 4 vezes a es-</p><p>pessura da parede do pescoço, ou até o ponto</p><p>de transição se a parede do pescoço sofre redu-</p><p>ção de espessura dentro dessa distância;</p><p>- a compreendida pela espessura do costado;</p><p>- a que se estende para dentro da superfície in-</p><p>terna da chapa do costado do tanque numa dis-</p><p>tância igual à especificada na subalínea acima.</p><p>d) a resistência total das soldas que unem o pescoço</p><p>de uma conexão ao costado, ou a uma chapa de</p><p>reforço, ou a ambos deve ser igual à totalidade</p><p>dos esforços atuantes sobre a abertura do costado</p><p>feita para a conexão em questão;</p><p>e) a resistência total das soldas que unem a chapa</p><p>de reforço de uma conexão ao costado, deve ser</p><p>igual à totalidade dos esforços atuantes sobre a</p><p>abertura do costado feita para a conexão em ques-</p><p>tão;</p><p>f) a solda que une a conexão ao costado, ao longo</p><p>da periferia externa do pescoço da conexão ou da</p><p>chapa de reforço, deve ser considerada efetiva</p><p>apenas para as partes que se localizam fora da</p><p>área compreendida por linhas verticais tangentes</p><p>à abertura no costado; a solda periférica externa</p><p>deve ser feita em toda a volta da chapa de reforço;</p><p>a solda periférica interna deve toda ser conside-</p><p>rada efetiva; a resistência da solda efetiva deve</p><p>ser considerada como sua resistência ao cisa-</p><p>lhamento calculada de acordo com a tensão</p><p>admissível indicada no item 6.5.3; a solda periférica</p><p>mais externa deve ter um tamanho igual ao menor</p><p>dos valores dentre os das espessuras da chapa</p><p>do costado e da chapa de reforço, exceto nos casos</p><p>em que forem usadas conexões do tipo baixo,</p><p>conforme Figura 8-a) e a chapa de reforço se es-</p><p>tender até ao fundo do tanque, quando então, o</p><p>tamanho da parte da solda periférica que une a</p><p>chapa de reforço ao fundo deve estar de acordo</p><p>com o item 6.2.3; a solda periférica interna deve</p><p>ser suficiente para suportar o restante da carga;</p><p>g) quando duas ou mais aberturas estiverem loca-</p><p>lizadas tão próximas, que as extremidades das</p><p>chapas normais de reforço estejam a uma distância</p><p>menor do que 10 vezes a espessura da chapa de</p><p>reforço mais grossa, num mínimo de 150 mm, elas</p><p>devem ser reforçadas da seguinte forma:</p><p>- todas as aberturas devem ser reforçadas por uma</p><p>única chapa de reforço, dimensionada pela</p><p>maior das aberturas do grupo;</p><p>- se as chapas de reforço normais para as me-</p><p>nores aberturas do grupo, consideradas sepa-</p><p>radamente, ficarem localizadas dentro dos limites</p><p>da área coberta pela chapa de reforço na aber-</p><p>tura maior, as aberturas menores poderão ser</p><p>incluídas nestas chapas de reforço sem que se-</p><p>jam aumentadas as dimensões desta chapa;</p><p>- se as chapas de reforço normais para as</p><p>aberturas menores, consideradas separa-</p><p>damente, não ficarem localizadas dentro dos li-</p><p>mites da área coberta pela chapa de reforço nor-</p><p>mal da abertura maior, as dimensões e a forma</p><p>da chapa de reforço do grupo deverão incluir os</p><p>limites externos das chapas de reforço normais</p><p>de todas as aberturas do grupo; a modificação</p><p>do contorno da chapa de reforço normal da maior</p><p>abertura para cobrir os limites externos das</p><p>chapas de reforço das aberturas menores mais</p><p>distanciadas deve ser feita em concordância</p><p>convergente uniforme a não ser que a chapa de</p><p>reforço normal de qualquer abertura inter-</p><p>mediária esteja localizada fora dos limites fixa-</p><p>dos, caso em que a linha de concordância deverá</p><p>ligar os limites externos das diversas chapas de</p><p>reforço normais;</p><p>- sempre que uma das aberturas cruzar a linha</p><p>vertical central de outra, altura total da chapa de</p><p>reforço final referida à linha central vertical de</p><p>qualquer uma das aberturas não deverá ser</p><p>inferior à soma das alturas das chapas de reforço</p><p>normais para as aberturas em causa.</p><p>h) recomenda-se que seja evitado, sempre que pos-</p><p>sível, o cruzamento de qualquer solda de uma</p><p>abertura com soldas do costado.</p><p>6.3.7 Portas de limpeza5)</p><p>a) as portas de limpeza devem satisfazer os seguintes</p><p>requisitos (Veja Figura 9):</p><p>- a abertura deve ser retangular com os cantos</p><p>superiores arredondados com um raio no mínimo</p><p>igual a 1/3 da maior altura livre; a altura ou a</p><p>5) As portas de limpezas devem ser estudadas com atenção especial devido às limitações impostas pelo fundo do tanque e pelo</p><p>formato da chapa de reforço. Veja o item 6.6.1 para requisitos de projeto das portas de limpeza, e o item 6.6.4 para detalhes</p><p>dimensionais de tamanhos selecionados dessas portas.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 13</p><p>largura da abertura livre não devem exceder de</p><p>1.220 mm;</p><p>- o conjunto completo, inclusive a chapa de reforço,</p><p>deve estar contido em uma chapa do primeiro</p><p>anel do tanque;</p><p>- caso alguma chapa tenha espessura superior a</p><p>16 mm, o conjunto completo, inclusive a chapa</p><p>do costado, deve sofrer tratamento térmico de</p><p>alívio de tensões, a uma temperatura de 600ºC a</p><p>650ºC, durante uma hora para cada 25 mm de</p><p>espessura total.</p><p>b) a área de seção transversal do reforço no costado,</p><p>em mm2, acima do topo da abertura, não deve ser</p><p>menor do que</p><p>K h e</p><p>2</p><p>1</p><p>Onde:</p><p>K1 = coeficiente de área (Figura 10, Detalhe</p><p>A)</p><p>h = maior altura livre vertical da abertura, em</p><p>mm</p><p>e = espessura, em mm, exigida para a chapa</p><p>do costado de acordo com o item 6.3.2</p><p>c) a espessura da chapa de reforço deve ter o valor</p><p>mínimo de K2 e, em que K2 é o coeficiente dado na</p><p>Figura 10, Detalhe B, e “e” é a espessura mínima</p><p>exigida para a chapa do costado conforme item</p><p>6.3.2;</p><p>d) o reforço no plano do costado, deverá ser obtido</p><p>dentre uma altura L acima do fundo da abertura; a</p><p>altura L do reforço do costado acima do fundo da</p><p>abertura não deve ser maior que 1,5 h e no caso</p><p>de pequenas aberturas L-h não deve ser menor</p><p>do que</p><p>h</p><p>2 K 2</p><p>ou 150 mm; quando tivermos L maior</p><p>que 1,5 h como conseqüência desse último caso,</p><p>só será considerada efetiva a altura da chapa</p><p>L = 1,5h;</p><p>e) o reforço acima referido pode ser obtido por qual-</p><p>quer um dos seguintes elementos isolados, ou em</p><p>combinação:</p><p>- chapa de reforço do costado;</p><p>- qualquer espessura adicional que tenha a chapa</p><p>do costado sobre a espessura mínima requerida</p><p>no item 6.3.2;</p><p>- a parte da chapa do pescoço da porta de limpeza</p><p>equivalente à espessura da chapa de reforço.</p><p>f) a largura da chapa de reforço do fundo, medida</p><p>na linha do centro da boca de limpeza, deve ser</p><p>de 250 mm mais a soma das espessuras da chapa</p><p>do costado e da chapa de reforço do costado; a</p><p>espessura mínima da chapa de reforço do fundo</p><p>eb, em mm, será determinada pela seguinte fór-</p><p>mula:</p><p>e =</p><p>h</p><p>355.600</p><p>+</p><p>b</p><p>171</p><p>Hb</p><p>2</p><p>Onde:</p><p>b = largura horizontal livre da abertura (mm)</p><p>H = altura do tanque (m)</p><p>h = altura livre da abertura (mm)</p><p>6.4 Projeto do anel de contraventamento por tanques</p><p>abertos no topo</p><p>Os tanques abertos no topo devem</p><p>ter anéis de contra-</p><p>ventamento para manter a circularidade quando estiverem</p><p>sujeitos a cargas de vento. Os anéis de contraventamento</p><p>devem estar localizados no topo ou próximo do topo do</p><p>anel superior, e de preferência do lado de fora do costado.</p><p>As recomendações abaixo sobre anéis de contraven-</p><p>tamento aplicam-se também aos tanques de teto flutuan-</p><p>te referidos no Anexo D.</p><p>6.4.1 Momento resistente necessário</p><p>a) o mínimo momento resistente necessário deve ser</p><p>calculado pela equação:</p><p>Z = 58 . D . H</p><p>V</p><p>161</p><p>2</p><p>2</p><p>2</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>Onde:</p><p>Z = Momento resistente (mm3)</p><p>D = Diâmetro nominal do tanque (m)</p><p>H2 = Altura do tanque, incluindo qualquer</p><p>projeção acima da altura máxima de</p><p>enchimento como, por exemplo, chapas</p><p>guias para tetos flutuantes (m)</p><p>V = Velocidade do vento (em km/h), fornecida</p><p>pelocomprador, desde que desta não</p><p>resultem pressões de obstrução inferiores</p><p>às preconizadas pela NBR 6120 “Cargas</p><p>para o Cálculo de Estruturas de Edifícios”</p><p>b) para o cálculo do momento resistente contam-se</p><p>todos os perfis componentes do anel de contraven-</p><p>tamento, e pode-se incluir também um trecho da</p><p>chapa do costado, de altura igual a 16 vezes a es-</p><p>pessura da chapa, abaixo do anel de contraven-</p><p>tamento e, se for aplicável, acima do mesmo; quan-</p><p>do o contraventamento for feito por um anel de</p><p>cantoneira soldada a topo na parte superior do</p><p>costado, a altura da aba vertical da cantoneira deve</p><p>ser descontada da altura de 16 vezes a espessura</p><p>da chapa do costado referida acima6).</p><p>6) No Anexo B estão dados valores típicos de momentos resistentes para anéis de contraventamento.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>14 NBR 7821/1983</p><p>Diâmetro Parafusos (ver Nota 3) Junta (ver Nota 1) Altura H</p><p>nominal Boca</p><p>de visita Quantidade Diâmetro Diâmetro dos furos Diâmetro externo Diâmetro interno Espessura (ver Nota 4)</p><p>508 28 19 22 645 508 3 762</p><p>610 28 19 22 746 610 3 762</p><p>762 42 19 22 898 762 3 914</p><p>914 42 19 22 1051 914 3 1067</p><p>Notas:</p><p>1 - A junta deve ser de amianto comprimido.</p><p>2 - Ver Tabelas números 9 a 12.</p><p>3 - A linha de centro deve passar no meio do intervalo entre dois parafusos.</p><p>4 - Aumentar a altura “H” quando necessário.</p><p>5 - Os tipos de flanges e pescoços, e sistemas de construção dos detalhes “A”, “B” e “C” são intercambiáveis.</p><p>6 - Podem ser adotados outros detalhes para as bocas de visita quando aprovados pelo comprador.</p><p>Figura 7 - Boca de visita do costado</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 15</p><p>6.4.2 Tipos de anéis de contraventamento</p><p>Os anéis de contraventamento podem ser de perfis</p><p>estruturais, chapas, ou combinações desses elementos</p><p>ligados por solda. O contorno externo dos anéis pode ser</p><p>circular ou poligonal.</p><p>6.4.3 Restrições para os anéis de contraventamento</p><p>a) o tamanho mínimo de uma cantoneira empregada</p><p>isoladamente ou como parte componente de um</p><p>anel de contraventamento deve ser</p><p>63 mm x 63 mm x 6,3 mm; a espessura mínima de</p><p>qualquer chapa componente de um anel de con-</p><p>traventamento deve ser 6,3 mm;</p><p>b) quando o anel estiver a mais de 600 mm abaixo</p><p>do topo do costado, o tanque deverá ter no topo</p><p>da última chapa, uma cantoneira de reforço de</p><p>63 mm x 63 mm x 6,3 mm para chapas de 4,7 mm</p><p>ou 76 mm x 76 mm x 6,3 mm para chapas de maior</p><p>espessura, ou outros reforços de momento re-</p><p>sistente equivalente;</p><p>c) os anéis de contraventamento sempre devem ter</p><p>furos de drenagem adequado.</p><p>6.4.4 Anéis de contraventamento usados como passadiços</p><p>a) os anéis, ou trechos dos mesmos, que forem usa-</p><p>dos habitualmente como passadiços, devem ter</p><p>uma largura mínima de 60 mm (livre da projeção</p><p>da cantoneira de reforço do topo do costado),</p><p>devem estar localizados de preferência 1000 mm</p><p>abaixo do topo do costado, e devem ter uma ba-</p><p>laustrada no lado não protegido e nos seus ex-</p><p>tremos;</p><p>b) salvo indicações em contrário na ordem de com-</p><p>pra, os anéis de contraventamento não serão con-</p><p>siderados como passadiços habituais.</p><p>6.4.5 Aberturas para passagem da escada no anel de</p><p>contraventamento</p><p>Quando se faz uma abertura no anel de contraventamento</p><p>para a passagem de uma escada, o momento resistente</p><p>da parte do anel externa à abertura, inclusive nos trechos</p><p>de concordância, deve satisfazer o disposto no item 6.4.1.</p><p>O trecho do costado, adjacente a essa abertura, deve ser</p><p>reforçado com uma barra ou cantoneira, com a aba maior</p><p>no plano horizontal. O outro lado da abertura deve ser</p><p>reforçado com uma barra ou uma cantoneira com a aba</p><p>maior no plano vertical. A área da seção transversal des-</p><p>ses reforços deve ser pelo menos, equivalente à área de</p><p>seção transversal do trecho do costado incluído no cálculo</p><p>do momento resistente do anel de contraventamento (item</p><p>6.4.1). Esses reforços, ou outros perfis estruturais, devem</p><p>proporcionar uma rigidez suficiente em torno da abertura.</p><p>Os perfis de reforço devem se estender, para ambos os</p><p>lados da abertura, de uma distância pelo menos igual à</p><p>largura mínima do reforço periférico do anel. Os perfis de</p><p>reforço externos e laterais devem ser ligados entre si de</p><p>forma tal a darem o máximo de resistência ao conjunto.</p><p>6.4.6 Suportes para anel de contraventamento</p><p>Devem ser previstos suportes para o anel de contraven-</p><p>tamento sempre que a largura horizontal do mesmo ultra-</p><p>passar 16 vezes a espessura da chapa ou perfis de que</p><p>forem compostos. Os suportes devem ser suficientes para</p><p>resistir à carga estática e a eventuais sobrecargas espe-</p><p>cificadas pelo comprador. Entretanto, o espaçamento</p><p>destes suportes não deve exceder de 24 vezes a largura</p><p>da aba externa de compressão do perfil do anel.</p><p>6.4.7 Recomendações sobre as soldas</p><p>Devem ser usadas soldas contínuas em todas as ligações</p><p>que devido à sua posição possam acumular água ou</p><p>umidade, que causarão corrosão e manchas de ferrugem</p><p>no costado do tanque. Nas ligações entre si das diversas</p><p>seções do anel de contraventamento, devem ser usadas</p><p>soldas de topo de penetração total.</p><p>6.5 Projeto dos tetos dos tanques</p><p>6.5.1 Definições</p><p>São adotadas as seguintes definições sobre os tipos de</p><p>tetos de tanques:</p><p>a) teto cônico suportado, é um teto com a forma apro-</p><p>ximada de um cone reto, cujo suporte principal</p><p>consiste em terças apoiadas em vigas ou em co-</p><p>lunas, ou apoiadas em treliças, com ou sem co-</p><p>lunas;</p><p>b) teto cônico autoportante, é um teto com a forma</p><p>aproximada de um cone reto suportado apenas</p><p>pela sua periferia, e cujas chapas sustentam-se a</p><p>si mesmas sem o auxílio de vigas radiais ou</p><p>poligonais;</p><p>c) teto em abóbada autoportante, é um teto com a</p><p>forma aproximada de uma calota esférica,</p><p>suportado apenas pela sua periferia, e cujas</p><p>chapas sustentam-se a si mesmas sem o auxílio</p><p>de vigas radiais ou poligonais;</p><p>d) teto em gomos autoportante, é uma variante do</p><p>tipo anterior no qual qualquer seção horizontal é</p><p>um polígono regular, com tantos lados quantas</p><p>forem as chapas do teto; e suportado apenas pela</p><p>sua periferia.</p><p>6.5.2 Generalidades</p><p>a) todos os tetos e suas estruturas de apoio devem</p><p>ser projetados para suportar sua carga morta mais</p><p>uma carga viva uniforme não inferior a 60 kgf por</p><p>metro quadrado de área projetada;</p><p>b) as chapas do teto devem ter uma espessura míni-</p><p>ma nominal de 4,7 mm; uma espessura maior pode</p><p>ser necessária para tanques de tetos autoportan-</p><p>tes; a sobreespessura para corrosão para chapas</p><p>de tanques com tetos autoportantes deve ser adi-</p><p>cionada à espessura calculada, a não ser quando</p><p>especificado em contrário pelo comprador; a sobre-</p><p>espessura para corrosão para chapas de tetos su-</p><p>portados deve ser adicionada à espessura mínima</p><p>nominal;</p><p>Cópia não autorizada</p><p>16 NBR 7821/1983</p><p>c) as chapas de tetos cônicos suportados não devem</p><p>se apoiar diretamente sobre as colunas;</p><p>d) todos os membros estruturais devem ter uma es-</p><p>pessura igual ou superior a 4,4 mm;</p><p>e) as chapas do teto devem ser unidas à cantoneira</p><p>superior do tanque com uma solda de ângulo con-</p><p>tínua somente no lado superior:</p><p>- se a solda contínua entre as chapas do teto e a</p><p>cantoneira de topo não exceder 5 mm e a in-</p><p>clinação do teto no ponto em que ele se liga à</p><p>cantoneira superior não exceder 1 cm em 6 cm,</p><p>a junta pode ser considerada frágil e, no caso de</p><p>uma pressão interna</p><p>excessiva, a solda romperá</p><p>antes de o mesmo ocorrer com as juntas do</p><p>costado do tanque ou com a junta entre o costado</p><p>e fundo; o rompimento da solda entre a cantoneira</p><p>superior e o teto do tanque poderá ser seguido</p><p>de flambagem da cantoneira superior;</p><p>- quando a dimensão da solda exceder 5 mm ou</p><p>quando a inclinação do teto no ponto de união</p><p>com a cantoneira superior é maior do que 1:6,</p><p>um respiro de emergência deve ser instalado</p><p>pelo comprador, de acordo com a norma API RP</p><p>2000 da “American Petroleum Institute”; o fa-</p><p>bricante deve providenciar uma conexão de</p><p>acordo com o respiro fornecido.</p><p>f) para todos os tipos de tetos suportados, as chapas</p><p>podem ser reforçados por perfis soldados às</p><p>mesmas;</p><p>g) em nenhum caso as chapas do teto ou seus re-</p><p>forços podem ser soldados à estrutura de susten-</p><p>tação;</p><p>h) estas regras não podem cobrir todos os detalhes</p><p>de construção de tetos de tanques; desde que haja</p><p>aprovação do comprador, o teto não precisa estar</p><p>de acordo com os itens 6.5.4, 6.5.5, 6.5.6 e 6.5.7; o</p><p>fabricante deve fornecer um teto projetado e</p><p>construído de forma a ser tão seguro quanto o exi-</p><p>gido por esta Norma; atenção especial deve ser</p><p>dada ao projeto com relação ao colapso por ins-</p><p>tabilidade.</p><p>6.5.3 Tensões admissíveis</p><p>Todos os membros da estrutura devem ser dimensio-</p><p>nados de forma que a soma das tensões estáticas máxi-</p><p>mas não exceda o seguinte:</p><p>a) tração:</p><p>- perfis laminados, área líquida, kgf/cm2 ..... 1400;</p><p>- solda de penetração total em áreas de chapas</p><p>mais finas, kgf/cm2 .................................... 1260.</p><p>b) compressão:</p><p>- perfis laminados, com deflexão lateral restrita,</p><p>kgf/cm2 .............................................................................................. 1400;</p><p>- solda de penetração total em áreas de chapas</p><p>mais finas, kgf/cm2 .....................................1400;</p><p>- colunas, sobre a área da secão, kgf/cm2:</p><p>para</p><p>L</p><p>r</p><p>menor ou igual a 120 ...........................</p><p>1-</p><p>L</p><p>r</p><p>34700</p><p>33000 Y</p><p>14,22 FS</p><p>2</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>para</p><p>L</p><p>r</p><p>maior do que 120 e menor ou igual a</p><p>131,7 ..................................................................</p><p>1 -</p><p>L</p><p>r</p><p>34700</p><p>33000 Y</p><p>FS</p><p>14,22 1,6 -</p><p>L</p><p>200 r</p><p>2</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>para</p><p>L</p><p>r</p><p>maior do que 131,7 ..............................</p><p>10.478.200 Y</p><p>L</p><p>r</p><p>1,6 -</p><p>L</p><p>200 r</p><p>2</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>Onde:</p><p>L = comprimento da coluna entre apoios</p><p>laterais (m)</p><p>r = menor raio de giração da coluna (m)</p><p>FS = fator de segurança =</p><p>5</p><p>3</p><p>L</p><p>r</p><p>350</p><p>L</p><p>r</p><p>18.300.000</p><p>3</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p>Y = 1,0 (para seções de perfis laminados</p><p>ou seções tubulares com</p><p>e</p><p>R</p><p>igual ou</p><p>maior que 0,015)</p><p>Y =</p><p>200</p><p>3</p><p>e</p><p>R</p><p>2 -</p><p>200</p><p>3</p><p>e</p><p>R</p><p>...</p><p></p><p></p><p> (para se-</p><p>ções tubulares com</p><p>e</p><p>R</p><p>menor que</p><p>0,015)</p><p>e = espessura da seção tubular, mm; 6 mm,</p><p>mínimo para elementos principais em</p><p>compressão e 4,7 mm, mínimo, para ele-</p><p>mentos secundários em compressão</p><p>R = raio externo da seção tubular, mm</p><p>Nota 1: Para elementos principais em compressão,</p><p>a razão</p><p>L</p><p>r</p><p>não deve exceder 180.</p><p>Nota 2: Para elementos secundários em compres-</p><p>são a razão</p><p>L</p><p>r</p><p>não deve exceder 200.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 17</p><p>c) flexão</p><p>- tração e compressão nas fibras extremas de per-</p><p>fis estruturais laminados ou soldados, com um</p><p>eixo de simetria no plano do carregamento, onde</p><p>o comprimento sem suporte lateral não é maior</p><p>do que 13 vezes a largura da aba do perfil, a ra-</p><p>zão largura/espessura do flange em compressão</p><p>não é maior do que 17, e a razão da altura da</p><p>alma/espessura não é maior do que 70, em</p><p>kgf/cm2 .......................... 1540;</p><p>- tração e compressão nas fibras extremas de ele-</p><p>mentos assimétricos, onde o perfil é suportado</p><p>lateralmente em intervalos não maiores do que</p><p>13 vezes a largura do flange em compressão,</p><p>em kgf/cm2 ................ 1400;</p><p>- tração nas fibras extremas de outro perfis lami-</p><p>nados, soldados, e vigas feitas de chapas, em</p><p>kgf/cm2 ............... 1400;</p><p>- compressão nas fibras extremas de perfis lami-</p><p>nados, vigas feitas de chapas, e perfis soldados</p><p>tendo um eixo de simetria no plano do carrega-</p><p>mento: o maior dos seguintes valores, em</p><p>kgf/cm2;</p><p>1400 - 0,040</p><p>L</p><p>r</p><p>ou</p><p>844000</p><p>Ld</p><p>A</p><p>1400</p><p>2</p><p>f</p><p></p><p></p><p></p><p> </p><p></p><p></p><p></p><p>≤</p><p>Onde:</p><p>L = extensão do flange em compressão não</p><p>suportado lateralmente, cm</p><p>r = raio de giração da seção com relação a</p><p>um eixo no plano do carregamento, cm</p><p>d = altura da alma do perfil, cm</p><p>Af = área do flange em compressão, cm2</p><p>- compressão nas fibras extremas de outros perfis</p><p>assimétricos, em kgf/cm2;</p><p>844000</p><p>Ld</p><p>A</p><p>= 1400</p><p>f</p><p>d) cisalhamento:</p><p>- solda de ângulo, de bujão, em rasgo, e solda de</p><p>penetração parcial em junta chanfrada, todas</p><p>computadas na área da garganta, em kgf/cm2 ......</p><p>950;</p><p>- sobre a área total de almas de vigas e longarinas,</p><p>onde h (altura do perfil, em cm) não é maior do</p><p>que 60 vezes e (espessura da alma, em cm), ou</p><p>quando a alma está adequadamente reforçada,</p><p>em kgf/cm2 ..............910;</p><p>- sobre a área total de almas de vigas e longarinas,</p><p>quando a alma não é reforçada, ocasionando</p><p>que h é maior do que 60 vezes e, a maior tensão</p><p>média de cisalhamento, V/A não deve exceder,</p><p>em kgf/cm2;</p><p>1370</p><p>1 +</p><p>h</p><p>7200 e</p><p>2</p><p>2</p><p>Onde:</p><p>V = esforço total de cisalhamento, kgf</p><p>A = área total, cm2</p><p>6.5.4 Tetos cônicos suportados</p><p>a) todas as emendas das chapas do teto devem ser</p><p>feitas por intermédio de cordões contínuos de sol-</p><p>das em ângulo, feitos apenas pela face superior e</p><p>com dimensão igual à espessura das chapas que</p><p>estão sendo soldadas;</p><p>b) a declividade dos tetos cônicos suportados deverá</p><p>ser de 1:15, a menos que um valor maior seja espe-</p><p>cificado pelo comprador;</p><p>c) nos tetos com declividade superior a 1:6, ou em</p><p>que a ligação das chapas do teto com a cantoneira</p><p>de topo seja feita com solda com dimensão maior</p><p>do que 5 mm, devem ser colocados respiros de</p><p>emergência apropriados;</p><p>d) as vigas radiais devem ser espaçadas de forma</p><p>que, no anel mais externo, seus centros não este-</p><p>jam espaçados de mais do que 2,5 m, medidos ao</p><p>longo da circunferência do tanque; o espaçamento</p><p>nos anéis internos não deve ser maior do que</p><p>2,2 m;</p><p>e) os elementos estruturais, utilizados como vigas</p><p>radiais, podem ser de perfis laminados ou fabri-</p><p>cados de chapas, devendo em todos os casos</p><p>atender ao que estabelecem os itens 6.5.2, 6.5.3 e</p><p>6.5.4 desta Norma; pode-se considerar que as vigas</p><p>radiais que estejam em contato direto com as</p><p>chapas do teto que lhes transmitem cargas,</p><p>tenham apoio lateral adequado em conseqüência</p><p>do atrito entre as chapas do teto e as abas sob</p><p>compressão dessas vigas, exceto nos seguintes</p><p>casos:</p><p>- treliças usadas como vigas radiais;</p><p>- vigas radiais que tenham altura nominal superior</p><p>a 380 mm;</p><p>- vigas radiais que tenham declividade superior a</p><p>1:6.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>18 NBR 7821/1983</p><p>f) as colunas e vigas do teto devem ser feitas de</p><p>perfis estruturais laminados; podem também ser</p><p>feitas de tubo de aço ou de perfis de chapa dobrada</p><p>desde que aprovado pelo comprador; quando as</p><p>colunas forem feitas de tubos deve haver selagem</p><p>ou um dispositivo adequado de drenagem e</p><p>ventilação, a critério do comprador;</p><p>g) os suportes para as vigas radiais mais externas</p><p>devem ser soldados ao costado do tanque; devem</p><p>ser soldadas guias no fundo do tanque, para evitar</p><p>movimentos laterais das bases das colunas.</p><p>6.5.5 Tetos cônicos autoportantes</p><p>Os tetos cônicos autoportantes devem satisfazer os se-</p><p>guintes requisitos, correspondentes a uma sobrecarga</p><p>de 60 kgf/m2:</p><p>θ máxima: 37°</p><p>θ mínimo: 10°</p><p>e =</p><p>D</p><p>5,64 sen</p><p>4,5 mmmín.</p><p>θ</p><p>≥</p><p>emáx. = 12,5 mm</p><p>Nota: Os tetos cônicos autoportantes nos quais as chapas</p><p>do teto sejam reforçadas por perfis soldados às mes-</p><p>mas não precisam estar de acordo com a espessura</p><p>mínima indicada na fórmula acima, embora tenham</p><p>que ter espessura igual ou superior a 4,5 mm.</p><p>A área da seção da cantoneira de topo, em cm2, somada</p><p>às áreas das seções do costado e do teto até as distâncias</p><p>de 16 vezes suas espessuras, medidas a partir do ponto</p><p>de união mais remoto entre</p><p>a cantoneira superior e o</p><p>costado, deve ser igual ou maior que:</p><p>D</p><p>60 tan</p><p>2</p><p>θ</p><p>Onde:</p><p>θ = ângulo do cone do teto com a horizontal, em</p><p>graus</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em metros</p><p>e = espessura nominal das chapas do teto, em mm</p><p>6.5.6 Tetos autoportantes abobadados e em gomos</p><p>Os tetos autoportantes abobadados e em gomos devem</p><p>satisfazer aos seguintes requisitos, correspondentes a</p><p>uma sobrecarga de 60 kgf/m2:</p><p>Rmín = 0,8 D</p><p>Rmáx = 1,2 D</p><p>e =</p><p>R</p><p>2,82</p><p>4,5 mmmin. ≥</p><p>emáx = 12,5 mm</p><p>Nota: Os tetos autoportantes abobadados ou em gomos nos</p><p>quais as chapas do teto sejam reforçadas por perfis sol-</p><p>dados às mesmas não precisam estar de acordo com a</p><p>espessura mínima indicada na fórmula acima, embora</p><p>tenham que ter espessura igual ou superior a 4,5 mm.</p><p>A área da seção da cantoneira de topo, em cm2, somada</p><p>às áreas das seções do costado e do teto até as distâncias</p><p>de 16 vezes suas espessuras, medidas a partir do ponto</p><p>de união mais remoto entre a cantoneira superior e o</p><p>costado, deve ser igual ou maior que:</p><p>DR</p><p>30</p><p>Onde:</p><p>D = diâmetro nominal do tanque, em mm</p><p>R = raio de curvatura do teto, em m</p><p>e = espessura nominal da chapa, em mm</p><p>6.5.7 Ligação da cantoneira de topo do costado para tetos</p><p>autoportantes</p><p>a) as seções da cantoneira de topo do costado</p><p>devem ser ligadas entre si por soldas de topo de</p><p>penetração total, não havendo necessidade de</p><p>serem aplicados os fatores de eficiência de solda;</p><p>b) nos tetos autoportantes, a critério do fabricante,</p><p>as bordas das chapas do teto podem ser dobradas</p><p>na horizontal de forma a possibilitar um maior con-</p><p>tato com a aba da cantoneira de topo, facilitando</p><p>assim as condições de solda;</p><p>c) nos tetos com declividade superior a 1:6, ou na-</p><p>queles com qualquer declividade, quando a di-</p><p>mensão da solda entre o teto e a cantoneira de to-</p><p>po exceder a dimensão de 5 mm, devem ser pre-</p><p>vistos respiros de emergência de acordo com a</p><p>norma API RP 2000 do “American Petroleum</p><p>Institute”.</p><p>6.6 Conexões e acessórios para tanques</p><p>6.6.1 Geral</p><p>a) as conexões e acessórios instalados nos tanques</p><p>construídos de acordo com esta Norma devem</p><p>obedecer aos requisitos indicados a seguir, exceto</p><p>quando o comprador aprovar alternativas de pro-</p><p>jetos que sejam equivalentes em resistência, fun-</p><p>cionamento e estanqueidade e esta exceção não</p><p>se aplica às portas de limpeza, as quais devem</p><p>estar de acordo com o especificado no item 6.6.4.</p><p>Conexões com o fundo do tanque são permitidas</p><p>desde que em comum acordo entre comprador e</p><p>fabricante no que diz respeito a detalhes que ga-</p><p>rantam resistência, estanqueidade e utilidade equi-</p><p>valentes às conexões do costado mostradas nesta</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 19</p><p>Norma; as conexões e acessórios que satisfaçam</p><p>o Anexo E desta Norma são aceitos como alter-</p><p>nativas;</p><p>b) os cortes feitos a serra ou a maçarico nas bocas</p><p>de visita, bocais, chapas de reforço, e aberturas</p><p>do costado devem ser esmerilhados e as arestas</p><p>arredondadas. Quando a superfície do corte for</p><p>completamente coberta por uma solda, dispensa-</p><p>se o arredondamento;</p><p>c) a quantidade e tamanho das bocas de visita, portas</p><p>de limpeza e drenos de fundo varia muito conforme</p><p>as dimensões dos tanques, o produto armazenado</p><p>e a prática do usuário; a título de sugestão, as Ta-</p><p>belas 6 e 7 apresentam valores médios aceitáveis</p><p>de diâmetros e quantidades desses acessórios;</p><p>d) todo tanque deve obrigatoriamente ser provido de,</p><p>pelo menos, uma boca de visita no costado, uma</p><p>boca de visita no teto, um dreno, um respiro e uma</p><p>escada externa de acesso ao teto; no caso de tan-</p><p>ques com teto flutuante outras exigências mínimas</p><p>devem ser feitas, conforme indicado no Anexo D.</p><p>6.6.2 Bocas de visita no costado</p><p>a) as bocas de visita no costado devem estar de acor-</p><p>do com a Figura 7 e com Tabelas 8 a 12; as chapas</p><p>de reforço, ou cada um dos seus segmentos, de-</p><p>vem ter um pequeno furo com rosca de 6,0 mm,</p><p>para detecção de vazamento das soldas internas;</p><p>este furo deve estar localizado próximo à linha de</p><p>centro horizontal, deve abrir para a atmosfera, e</p><p>permanecer aberto após o teste hidrostático do</p><p>tanque;</p><p>b) as bocas de visita podem ser fabricadas por soldas</p><p>ou feitas com chapas prensadas; as dimensões</p><p>indicadas nas Tabelas 8 a 12 abrangem ambos</p><p>os tipos de construção; estas dimensões são</p><p>baseadas nas espessuras mínimas de pescoço</p><p>exigidas para o tipo de fabricação soldada, e já</p><p>incluem a tolerância necessária para o adel-</p><p>gaçamento das chapas em conseqüências da</p><p>prensagem;</p><p>c) o diâmetro máximo da abertura feita no costado</p><p>deve ser:</p><p>- fabricação soldada, o diâmetro interno da boca</p><p>de visita mais duas vezes a espessura da chapa</p><p>do pescoço mais 25 mm;</p><p>- fabricação prensada, o diâmetro interno da boca</p><p>de visita mais quatro vezes a espessura da</p><p>chapa do pescoço mais 25 mm.</p><p>d) nas Tabelas 8 a 12 estão relacionadas dimensões</p><p>típicas para bocas de visita de 508 mm (20"),</p><p>610 mm (24"), 762 mm (30"), 914 mm (36"), para</p><p>ambos os tipos de construção.</p><p>6.6.3 Bocais do costado</p><p>a) os bocais do costado devem estar de acordo com</p><p>as Figuras 8-a), 8-b) e 11 e com as Tabelas 13, 14</p><p>e 15; as chapas de reforço ou cada um de seus</p><p>segmentos, devem ter um pequeno furo com rosca</p><p>de 6,0 mm, para a detecção de vazamento das</p><p>soldas internas; este furo deve estar localizado</p><p>próximo à linha de centro horizontal, deve abrir</p><p>para a atmosfera, e permanecer aberto após o teste</p><p>hidrostático do tanque;</p><p>b) os detalhes e dimensões aqui especificados</p><p>referem-se aos bocais instalados com o eixo</p><p>perpendicular à chapa do costado; os bocais</p><p>podem ser instalados também como o eixo no</p><p>plano horizontal formando um ângulo diferente de</p><p>90o com o costado; neste caso, entretanto, a largura</p><p>da chapa de reforço (dimensão W da Figura 8-a) e</p><p>Tabela 10) deverá ser aumentada de uma distância</p><p>igual ao aumento sofrido pela corda horizontal do</p><p>corte na chapa (dimensão Dp da Figura 8-a) e da</p><p>Tabela 10) quando o referido corte passar de</p><p>circular para elíptico, em conseqüência do ângulo</p><p>de inclinação; os bocais até 76 mm de diâmetro</p><p>nominal, não ligados a tubulações, destinados a</p><p>termômetros, tomadas de amostras e outras</p><p>finalidades, podem ser instalados em ângulos até</p><p>15o com a perpendicular ao costado, no plano</p><p>vertical, sem modificações na chapa de reforço;</p><p>c) a linha de centro vertical do flange deve obriga-</p><p>toriamente passar pelo centro do intervalo entre</p><p>dois furos consecutivos do flange;</p><p>d) chama-se atenção para o fato de que as tubu-</p><p>lações ligadas aos bocais dos tanques podem em</p><p>certas condições transmitir esforços consideráveis</p><p>ao costado do tanque, devido principalmente aos</p><p>pesos e às reações de dilatações térmicas; em</p><p>todos os casos, em vez de reforçar os bocais do</p><p>tanque, é sempre preferível fazer um projeto</p><p>adequado das tubulações externas, de forma que</p><p>os pesos sejam devidamente suportados, e as rea-</p><p>ções de dilatação sejam mantidas dentro de limites</p><p>razoáveis; os esforços das tubulações externas</p><p>sobre os bocais do costado podem se tornar bas-</p><p>tante graves nos tanques cujas bases sofrem gran-</p><p>des recalques, porque nesse caso pode ocorrer</p><p>um desnivelamento sério entre o tanque e os su-</p><p>portes de tubulação, ficando a parcela dos esforços</p><p>suportados pelos bocais muito aumentada; por</p><p>esse motivo, sempre que forem esperados grandes</p><p>recalques na base do tanque, recomenda-se que</p><p>as extremidades das tubulações sejam susten-</p><p>tadas por um suporte solidário ao próprio tanque,</p><p>para evitar o desnivelamento entre o tanque e o</p><p>suporte de tubulação próximo a ele; essa reco-</p><p>mendação é importante principalmente quando as</p><p>tubulações forem de grande diâmetro e pouca</p><p>flexibilidade e a chapa do tanque de pouca espes-</p><p>sura; sempre que forem esperados esforços acima</p><p>dos usualmente encontrados, o fabricante deve</p><p>receber do comprador informações sobre o valor</p><p>dos esforços previstos.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>20 NBR 7821/1983</p><p>Tabela 6 - Quantidade e tamanho dos acessórios para tanque de petróleo e produtos escuros</p><p>Acessórios</p><p>Bocas de visita Bocas de visitas Portas de limpeza Drenos de</p><p>(costado) (teto) fundo</p><p>Quantidade Diâmetro Quantidade Diâmetro Quantidade</p><p>Dimensões Quantidade Tamanho</p><p>nominal nominal (mm) do tubo</p><p>(mm) (mm)</p><p>Até 7,5 1 610 1 508 1 914 x 1219 1 4(*)</p><p>7,5 a 27 2 610 2 508 1 914 x 1219 2 4(*)</p><p>27 a 43 2 610 1 508 2 914 x 1219 2 6(*)</p><p>1 762 1 610</p><p>43 a 55 2 610 1 508 2 1219 x 1219 2 8</p><p>2 762 2 610</p><p>55 a 67 2 610 2 508 2 1219 x 1219 3 8</p><p>3 762 2 610</p><p>(*) Veja Tabela 22.</p><p>Diâmetro</p><p>do tanque</p><p>(m)</p><p>Tabela 7 - Quantidade e tamanho dos acessórios para tanques de produtos claros</p><p>Acessórios</p><p>Bocas de visita Bocas de visitas Portas de limpeza Drenos de</p><p>(costado) (teto) fundo</p><p>Quantidade Diâmetro Quantidade Diâmetro Quantidade Dimensões Quantidade Tamanho</p><p>nominal nominal (mm) do tubo(*)</p><p>(mm) (mm)</p><p>Até 7,5 1 508 1 508 1 914 x 1219 1 2</p><p>7,5 a 27 2 610 2 508 1 914 x 1219 1 3</p><p>27 a 43 3 610 2 508 1 914 x 1219 2 3</p><p>43 a 55 4 610 3 508 1 914 x 1219 2 4</p><p>55 a 67 2 610 2 508 2 914 x 1219 2 6</p><p>2 762 1 610</p><p>(*) Veja Tabela 22.</p><p>Diâmetro</p><p>do tanque</p><p>(m)</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 21</p><p>Espessura mínima da tampa (mm) Espessura mínima do flange (mm)</p><p>Diâmetro da boca de visita (mm) Diâmetro da boca de visita (mm)</p><p>508 610 762 914 508 610 762 914</p><p>6 0,60 7,5 9,5 11,2 12,5 6,0 6,0 7,5 9,5</p><p>8 0,80 9,5 11,2 12,5 14,0 6,0 7,5 9,5 11,2</p><p>10 1,00 9,5 11,2 14,0 16,0 6,0 7,5 11,2 12,5</p><p>12 1,20 11,2 12,5 16,0 17,0 7,5 9,5 12,5 14,0</p><p>14 1,40 12,5 14,0 16,0 19,0 9,5 11,2 12,5 16,0</p><p>16 1,60 12,5 14,0 17,0 20,0 9,5 11,2 14,0 17,0</p><p>20 2,00 14,0 16,0 19,0 22,4 11,2 12,5 16,0 19,0</p><p>23 2,30 16,0 17,0 20,0 23,6 12,5 14,0 17,0 20,0</p><p>(*) Para líquido de densidade igual a 1,0.</p><p>Altura</p><p>máxima do</p><p>tanque</p><p>(m)</p><p>Pressão</p><p>equivalente</p><p>baseado na coluna</p><p>hidrostática(*)</p><p>(kgf/cm2)</p><p>Tabela 8 - Espessuras das tampas e dos flanges das bocas de visita do costado (Ver Figura 7)</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante en</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W IDR (mm) DHR (mm) (+) IDP (mm) DHP (mm)</p><p>5,0 5 5 5 1168 1397 575 616 508 552 5,0</p><p>6,3 5 7 6 1168 1397 572 622 508 559 6,3</p><p>8,0 5 8 8 1162 1391 568 622 508 565 6,3</p><p>9,5 5 10 10 1156 1378 565 629 508 572 6,3</p><p>11,2 5 11 11 1149 1365 562 629 508 578 6,3</p><p>12,5 5 13 13 1143 1359 559 635 508 584 6,3</p><p>15,0 7 15 14 1137 1346 556 635 508 591 6,3</p><p>16,0 7 16 16 1137 1346 552 641 508 597 6,3</p><p>18,0 8 18 17 1130 1334 549 641 508 603 6,3</p><p>19,0 8 19 19 1124 1327 546 648 508 610 6,3</p><p>21,2 10 21 19 1118 1314 543 648 508 616 8,0</p><p>22,4 10 23 22 1118 1314 540 654 508 622 9,5</p><p>23,6 11 24 22 1124 1321 537 654 508 629 11,2</p><p>25,0 13 26 25 1130 1327 533 660 508 635 11,2</p><p>26,5 13 27 25 1137 1334 530 660 508 641 11,2</p><p>28,0 15 29 25 1137 1334 527 667 508 648 12,5</p><p>30,0 15 31 25 1143 1340 524 667 508 654 15,0</p><p>31,5 16 32 25 1143 1340 521 673 508 660 16,0</p><p>33,5 16 34 25 1149 1346 518 673 508 667 16,0</p><p>35,5 18 35 25 1149 1346 514 679 508 673 18,0</p><p>Tabela 9 - Boca de visita do costado (508 mm) (ver Figura 7)</p><p>/continua</p><p>Cópia não autorizada</p><p>22 NBR 7821/1983</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante e</p><p>n</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W ID</p><p>R</p><p>(mm) DH</p><p>R</p><p>(mm) ID</p><p>P</p><p>(mm) DH</p><p>P</p><p>(mm)</p><p>5,0 5 5 5 1372 1651 676 718 610 654 5,0</p><p>6,3 5 7 6 1372 1645 667 724 610 660 6,3</p><p>8,0 5 8 8 1365 1638 670 724 610 667 6,3</p><p>9,5 5 10 10 1359 1626 667 730 610 673 6,3</p><p>11,2 5 11 11 1359 1626 664 730 610 679 6,3</p><p>12,5 5 13 13 1352 1613 660 737 610 686 6,3</p><p>15,0 5 15 14 1346 1600 657 737 610 692 6,3</p><p>16,0 7 16 16 1340 1594 654 743 610 698 6,3</p><p>18,0 7 18 17 1334 1581 651 743 610 705 6,3</p><p>19,0 8 19 19 1334 1581 648 749 610 711 6,3</p><p>21,2 8 21 19 1327 1568 645 749 610 718 6,3</p><p>22,4 10 23 22 1327 1568 641 756 610 718 8,0</p><p>23,6 10 24 22 1327 1568 638 756 610 730 11,2</p><p>25,0 11 26 25 1340 1581 635 762 610 737 11,2</p><p>26,5 11 27 25 1340 1581 632 762 610 743 11,2</p><p>Tabela 10 - Boca de visita do costado (610 mm) (ver Figura 7)</p><p>/continua</p><p>Tabela 9 - Boca de visita do costado (508 mm) (ver Figura 7)</p><p>/continuação</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante en</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W IDR (mm) DHR (mm) (+) IDP (mm) DHP (mm)</p><p>37,5 19 39 25 1156 1353 508 686 508 686 19,0</p><p>40,0(***) 19 40 29 1162 1359 505 686 508 692 19,0</p><p>42,5(***) 21 43 29 1168 1365 498 692 508 705 21,2</p><p>45,0(***) 23 45 29 1168 1365 495 698 508 711 22,4</p><p>Diâmetro do círculo dos parafusos DB = 667 mm</p><p>Diâmetro da tampa DC = 730 mm</p><p>(*) Se for usada chapa de espessura superior à exigida, em conseqüência da carga hidrostática, (item 6.3 - projeto do costado), o</p><p>excesso de espessura da chapa do costado, em uma área medida verticalmente para cima e para baixo da linha de centro do</p><p>orifício feito na chapa do costado, a uma distância igual à dimensão vertical deste orifício, pode ser considerada como reforço; e</p><p>conseqüentemente a espessura “E” do flange de fixação da boca pode ser reduzida. Em tais casos, o reforço e o filete de solda de</p><p>fixação devem estar de acordo com as limitações de projeto para reforço de aberturas de costado estabelecidas no item 6.3.</p><p>(**) A espessura mínima do pescoço deve ser o menor dentre os seguintes valores: - espessura da chapa do costado e espessura</p><p>permissível (após usinado) do flange de sustentação da tampa (veja Tabela 8), mas nunca inferior aos valores constantes da co-</p><p>luna II. Se a espessura do pescoço for superior ao mínimo exigido, o flange de fixação da boca pode ser, em conseqüência, redu-</p><p>zido, desde que respeitados os limites estabelecidos no item 6.3.</p><p>(***) A espessura “e” maior que 37,5 mm só é usada nos costados projetados de acordo com o Anexo G.</p><p>(+) Quando for necessário para a remoção de andaimes ou outras peças internas, o orifício no costado pode ser oval, com o diâmetro</p><p>maior horizontal e medindo 740 mm.</p><p>Cópia não autorizada</p><p>NBR 7821/1983 23</p><p>Tabela 10 - Boca de visita do costado (610 mm) (ver Figura 7)</p><p>/continuação</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante e</p><p>n</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W ID</p><p>R</p><p>(mm) DH</p><p>R</p><p>(mm) ID</p><p>P</p><p>(mm) DH</p><p>P</p><p>(mm)</p><p>5,0 5 5 5 1676 2013 829 870 762 806 5,0</p><p>6,3 5 7 6 1676 2013 825 876 762 813 6,3</p><p>8,0 5 8 8 1670 2000 822 876 762 819 8,0</p><p>9,5 5 10 10 1670 2000 819 883 762 826 8,0</p><p>11,2 5 11 11 1657 1981 816 883 762 832 8,0</p><p>12,5 5 13 13 1657 1981 813 889 762 838 8,0</p><p>15,0 5 15 14 1651 1968 810 889 762 845 8,0</p><p>16,0 7 16 16 1645 1956 806 895 762 851 8,0</p><p>18,0 7 18 17 1638 1949 803 895 762 857 8,0</p><p>19,0 7 19 19 1638 1949 800 902 762 864 8,0</p><p>21,2 8 21 19 1632 1937 797 902 762 870 8,0</p><p>22,4 8 23 22 1632 1937 794 908 762 876 8,0</p><p>23,6 8 24 22 1632 1937 791 908 762 883 11,2</p><p>25,0 10 26 25 1645 1949 787 914 762 889 11,2</p><p>26,5 10 27 25 1645 1949 784 914 762 895 11,2</p><p>/continua</p><p>Tabela 11 - Boca de visita do costado (762 mm) (ver Figura 7)</p><p>1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11</p><p>Espessura Tamanho do Raio Flange de fixação Espessura</p><p>do costado filete de aproximado da boca Construção usando Construção usando mínima do</p><p>e do flange solda (mm) “ring die” de diâmetro “plug die” de diâmetro pescoço</p><p>de fixação (mm) Comprimento Largura constante constante en</p><p>(**)</p><p>da boca e (mm) (mm) (mm)</p><p>e E(*)</p><p>(mm) A B R L W IDR (mm) DHR (mm) IDP (mm) DHP (mm)</p><p>28,0 13 29 25 1346 1588 629 768 610</p>