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preencoded.png Concreto Armado I Aula 5 e-mail: renata.reis@acad.ftec.com.br PROF ME RENATA REIS DE JESUS https://gamma.app/?utm_source=made-with-gamma GRUPO DE SOLICITAÇÕES ITERNAS Solicitações normais - momento fletor (M) - normal (N) Solicitações tangenciais - momento torçor (T) - cortante (V) GRUPO DE SOLICITAÇÕES FLEXÃO SIMPLES E COMPOSTA FLEXÃO COMPOSTA Quando atuam simultaneamente em uma seção um momento fletor e uma força normal (de tração ou de compressão). FLEXÃO SIMPLES A única solicitação normal atuante é um momento fletor. FLEXÃO NORMAL E OBLÍQUA FLEXÃO OBLÍQUA Quando um plano de flexão contém um eixo de simetria da seção de concreto armado. Uma flexão é dita oblíqua nos casos em que a direção da linha neutra não pode ser determinada a priori, ou ainda, quando a seção não possuir um eixo de simetria. FLEXÃO NORMAL V et o r m o m en to o ri en ta d o p er p e n d ic u la rm en te a o p la n o d e fl ex ã o d a s eç ã o . A viga está fletindo “de lado” A viga está fletindo para cima ou para baixo DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES GEOMETRIA DA SEÇÃO TRANSVERSAL 𝑏𝑤 ou b é a largura da seção transversal ℎ altura da seção transversal 𝐴𝑠 é a armadura tracionada 𝐴𝑠′ é a armadura comprimida 𝑑 é a altura útil 𝑑′ é a posição de 𝐴𝑠′ DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES ESTÁDIOS DE CÁLCULO Às diversas fases pelas quais passa a seção de concreto armado, submetida a um carregamento que gere flexão simples, dá-se o nome de estádios. Estádio I: carga muito pequena, assim sendo o concreto consegue resistir às tensões de tração. Estádio II: a carga aumenta e o concreto não mais resiste à tração. A seção se encontra fissurada na região de tração. A contribuição do concreto tracionado deve ser desprezada. A tensão na armadura cresce. DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES ESTÁDIOS DE CÁLCULO Estádio III: as cargas são consideráveis e a zona comprimida encontra-se plastificada e o concreto dessa região está na iminência da ruptura. A deformação da armadura cresce de forma não linear em relação à solicitação → escoamento. No Estádio III é feito o dimensionamento para o ELU HIPÓTESES BÁSICAS DE CÁLCULO Hipóteses básicas de cálculo de peças de concreto armado submetidas a solicitações normais no ELU – Estádio III - uma seção de concreto armado submetida à solicitações normais (momento fletor e força normal) alcança o ELU por: - esmagamento do concreto na zona comprimida; - deformação plástica excessiva do aço (limitado a 𝜀𝑠=10‰). Item 17.2.2 da NBR 6118:2023 HIPÓTESES BÁSICAS DE CÁLCULO - manutenção da seção plana: as seções transversais se mantém planas após a deformação; - a resistência do concreto à tração é desprezada; - perfeita aderência entre as armaduras e o concreto que as envolve: a deformação da armadura é a mesma do concreto em seu entorno; - no dimensionamento à flexão simples, os efeitos do esforço cortante podem ser considerados separadamente. Portanto, será considerado somente o momento fletor. RELAÇÕES BÁSICAS Para resolver este problema devem ser empregados três tipos de relações, determinadas a partir de hipóteses básicas de cálculo, que são elas: (a) relação tensão-deformação dos materiais (aço e concreto); (b) relações de compatibilidade de deformações; (c) relações de equivalência entre esforços atuantes e resistentes. RELAÇÕES TENSÃO-DEFORMAÇÃO Item 8.2.10.1 da NBR 6118:2023 A distribuição de tensões no concreto se faz de acordo com o diagrama parábola-retângulo, com tensão de pico igual a 0,85𝑓𝑐𝑑 . 2,0‰ 3,5‰ Para concretos de classes até C50 deformação específica de encurtamento no início do patamar plástico deformação específica de encurtamento na ruptura RELAÇÕES TENSÃO-DEFORMAÇÃO Substituição do diagrama parábola-retângulo pelo retangular. Efeito Rusch fator de fragilidade normal oblíquo RELAÇÕES TENSÃO-DEFORMAÇÃO Item 8.3.6 da NBR 6118:2023 A tensão nas armaduras é obtida a partir do diagrama elasto-plástico perfeito do aço. O módulo de elasticidade do aço pode ser admitido igual a 𝐸𝑠 = 210 𝐺𝑃𝑎 = 21.000,0 𝑘𝑁/𝑐𝑚² 𝜀𝑦𝑑 = 𝑓𝑦𝑑 𝐸𝑠 = 2,07‰ para aço CA-50 escoamento RELAÇÕES DE COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES HHHHHH es básicas de cálculo de peçaHççe çoççreAo armado çubmeçiçaççççç sapççiáe eç dcl oçebá rbU e rstádio ooo cnorma item ld ca l dipóteses • HHHHHH es básicas de cálculo de peçaHççe çoççreAo armado çubmeçiçaççççç sapççiáe eç dcl oçebá rbU porp esmagamento do concreto na zona comprimidae ou por deformação plástica excessiva do aço climitado a sd lááoa • HHHHHH es básicas de cálculo de peçaHççe çoççreAo armado çubmeçiçaççççç sapççiáe eç dcl oçe transversal são proporcionais à distância até a linha neutrae • HHHHHH es básicas de cálculo de peçaHççe çoççreA • HHHHHH es básicas de cálculo de peçaHççe çoççreAo armado çubmeçiçaççççç sapççiáe eç dcl oçeb é igual a do concreto adjacentee • HHHHHH es básicas de cálculo de peçaHççe çoççreAo armado çubmeçiçaççççç sapççiáe eç dcl oçe separadamente Portantod será considerado somente o momento fletor DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Item 17.2.2 (letra g) da NBR 6118:2014 Domínios de deformação do estado limite último em uma seção transversal DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Tração não uniforme, sem compressão. O ELU ocorre por escoamento do aço (𝜀𝑠 =10‰) DOMÍNIO 1 R u p tu ra p o r a lo n g a m en to p lá st ic o ex ce ss iv o d a a rm a d u ra d e tr a çã o DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Flexão simples ou composta sem ruptura do concreto à compressão (𝜀𝑐 d (domínio 4a e 5) a seção útil está toda comprimida. Os valores de x que limitam estes domínios podem ser obtidos através das equações de compatibilidade de deformações dadas a seguir. COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕESis valores de “x” que limitam estes domínios podem ser obtidos através das equações de compatibilidade de deformações COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES ELU é atingido por deformação plástica excessiva do aço, sem ruptura do concreto. Logo o concreto não trabalha com sua capacidade máxima e, portanto, é mal aproveitado. DOMÍNIO 2 𝜀𝑠 = 10‰ = 0,01 0 𝜀𝑠 > 𝜀𝑦𝑑 𝜀𝑐 = 0,0035 0,259𝑑 𝜀1 COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES DOMÍNIO 4 Teoricamente 0,628𝑑 35 𝑀𝑃𝑎 COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES DOMÍNIO 4 O dimensionamento no Domínio 4 deve ser evitado. Para isso, pode-se usar alguma das seguintes alternativas. - aumentar a altura h, porque normalmente b é um valor fixo (dependente da espessura da parede em que a viga está embutida) - fixar x como sendo igual a 0,628𝑑 e adotar armadura dupla - aumentar a resistência do concreto 𝑓𝑐𝑘 solução ótima solução possível, mas incomum solução necessária COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Resumo para concretos até 50 MPa e aço CA-50. P a ra c ad a v a lo r d e x ex is te a p en as u m a ú n ic a d is tr ib u iç ão d e d ef o rm aç ão p o ss ív el n o E L U . RELAÇÕES DE EQUIVALÊNCIA ENTRE ESFORÇOS ATUANTES E RESISTENTES ARMADURA SIMPLES RELAÇÕES DE EQUIVALÊNCIA ENTRE ESFORÇOS ATUANTES E RESISTENTES ARMADURA DUPLA DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES O problema de dimensionamento à flexão simples normal a ser resolvido consiste em: Dados: - geometria: - b: largura da seção - h: altura da seção - d: altura útil da armadura tracionada - d’: altura útil da armadura comprimida - resistências de cálculo: - concreto: 𝑓𝑐𝑘 - aço: 𝑓𝑦𝑘 - solicitação de cálculo: momento fletor 𝑀𝑑 DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES O problema de dimensionamento à flexão simples normal a ser resolvido consiste em: Incógnitas: - Armadura simples - x: altura da linha neutra - As1 = As: área de aço tracionada - Armadura dupla - As1 = As: área de aço tracionada - As2 = A′s: área de aço comprimida O traço do plano de flexão coincide com um eixo de simetria da seção. DIMENSIONAMENTO ARMADURA SIMPLES situação ideal 𝐹 = 0 → 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦 𝑓𝑐𝑑 − 𝐴𝑠 𝑓𝑦𝑑 = 0 𝑀𝐴𝑆 = 0 → 𝑀𝑑 = 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦 𝑓𝑐𝑑 𝑑 − 0,5𝑦 Equações de equilíbrio DIMENSIONAMENTO 𝑦 = 𝑑 − 𝑑2 − 𝑀𝑑 0,425 𝑏 𝜂𝑐 𝑓𝑐𝑑 𝑀𝐴𝑆 = 0 → 𝑀𝑑 = 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦 𝑓𝑐𝑑 𝑑 − 0,5𝑦 𝐴𝑠 = 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦 𝑓𝑐𝑑 𝑓𝑦𝑑 𝐹 = 0 → 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦 𝑓𝑐𝑑 − 𝐴𝑠 𝑓𝑦𝑑 = 0 Quando 𝑦 ≤ 𝑦𝑙𝑖𝑚 (sendo 𝑦𝑙𝑖𝑚 = 0,8 𝑥𝑙𝑖𝑚) então estamos nos Domínios 2 ou 3 e usa-se armadura simples, que é obtida pela seguinte equação: DIMENSIONAMENTO ARMADURA DUPLA situação não ideal Quando 𝑦 > 𝑦𝑙𝑖𝑚 deve-se adotar armadura dupla. Para tanto, fixa-se a linha neutra em 𝑥𝑙𝑖𝑚 e se introduz uma armadura localizada na zona comprimida 𝐴𝑠′ , o mais afastada possível da linha neutra. Esta armadura de compressão mais uma armadura adicional de tração ∆𝐴𝑠 formam o binário capaz de absorver o ∆𝑀𝑑, que é a diferença entre o momento que a peça resiste com 𝑥𝑙𝑖𝑚 (𝑀𝑑𝑙𝑖𝑚) e aquele que de fato a peça está submetida (𝑀𝑑). Assim, a armadura tracionada 𝐴𝑠 resulta em: 𝐴𝑠 = 𝐴𝑠1 + ∆𝐴𝑠 DIMENSIONAMENTO 𝐹 = 0 → 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦𝑙𝑖𝑚 𝑓𝑐𝑑 − 𝐴𝑠 𝑓𝑦𝑑 + 𝐴𝑠 ′ 𝜎2 = 0 Equações de equilíbrio ∆𝑀𝑑𝑀𝐴𝑆 = 0 → 𝑀𝑑 = 𝑀𝑑𝑙𝑖𝑚 + 𝐴𝑠′ 𝜎2 𝑑 − 𝑑′ DIMENSIONAMENTO A tensão 𝜎2 da armadura de compressão 𝐴𝑠′ deve ser determinada pelo diagrama tensão-deformação do aço empregado, tendo-se calculado 𝜀2 a partir da compatibilidade de deformações. 𝑀𝑑𝑙𝑖𝑚 = 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦𝑙𝑖𝑚 𝑓𝑐𝑑 𝑑 − 0,5 𝑦𝑙𝑖𝑚Sendo 𝜀2 = 0,0035 𝑦𝑙𝑖𝑚 − 0,8 𝑑′ 𝑦𝑙𝑖𝑚 Obtém-se 𝜎2 DIMENSIONAMENTO 𝑀𝐴𝑆 = 0 → 𝑀𝑑 = 𝑀𝑑𝑙𝑖𝑚 + 𝐴𝑠′ 𝜎2 𝑑 − 𝑑′ 𝐴𝑠 ′ = 𝑀𝑑 −𝑀𝑑𝑙𝑖𝑚 𝜎2(𝑑 − 𝑑′) 𝐹 = 0 → 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦𝑙𝑖𝑚 𝑓𝑐𝑑 − 𝐴𝑠 𝑓𝑦𝑑 + 𝐴𝑠 ′ 𝜎2 = 0 𝐴𝑠 = 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦𝑙𝑖𝑚 𝑓𝑐𝑑+ 𝐴𝑠′𝜎2 𝑓𝑦𝑑 ARMADURA MÍNIMA O item 17.3.5.2.1 da NBR 6118:2023 determina uma armadura mínima de flexão para as vigas, a ser posicionada na região de tração da peça. A tabela a seguir define as taxas mínimas de armadura, conforme o 𝑓𝑐𝑘 e a forma da seção utilizadas. Assim se o valor de 𝐴𝑠 calculado for menor que 𝐴𝑠,𝑚𝑖𝑛 utiliza-se 𝐴𝑠,𝑚𝑖𝑛 como armadura de flexão para a viga. ARMADURA MÍNIMA 𝐴𝑠,𝑚𝑖𝑛 = 𝜌𝑚𝑖𝑛 100 𝐴 Sendo A a área da seção transversal estudada ARMADURA MÁXIMA Para o bom funcionamento do concreto armado, deve-se respeitar uma taxa máxima de aço. O item 17.3.5.2.4 da NBR 6118:2023 define como sendo o que segue. 𝐴𝑠,𝑚𝑎𝑥 = 𝐴𝑠 + 𝐴𝑠′ 𝐴𝑠,𝑚𝑎𝑥 ≤ 4% 𝐴 Se 𝐴𝑠 calculado for maior que 4% A, deve-se aumentar a seção transversal da viga. VERIFICAÇÃO São conhecidas todas as dimensões da seção, armadura, resistência do aço e do concreto utilizados. Deve-se obter o momento fletor último 𝑀𝑢 que a peça resiste. A diferença do problema da verificação em comparação com o dimensionamento consiste no fato de não se saber se as armaduras atingiram a tensão de cálculo 𝑓𝑦𝑑 . VERIFICAÇÃO ARMADURA SIMPLES 𝑀𝐴𝑆 = 0 → 𝑀𝑢 = 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦 𝑓𝑐𝑑 𝑑 − 0,5𝑦 𝐹 = 0 → 0,85 𝜂𝑐 𝑏 𝑦 𝑓𝑐𝑑 − 𝐴𝑠 𝜎1 = 0 Eq. 1 Eq. 2 Para resolver arbitra-se, na Eq. 1 que 𝜎1 = 𝑓𝑦𝑑 para se obter o valor de y. Se 𝑦 ≤ 𝑦𝑙𝑖𝑚 significa que 𝜎1 de fato atingiu 𝑓𝑦𝑑 . Assim, y está correto e obtém-se 𝑀𝑢 substituindo y na Eq. 2. VERIFICAÇÃO Se 𝑦 > 𝑦𝑙𝑖𝑚 significa que 𝜎1 𝑦𝑙𝑖𝑚 (Domínio 4) considerar 𝜎1. A determinação de 𝜎1 é feita através da seguinte formulação: A equação acima juntamente com a Eq. 1 e a Eq. 2 tornam o sistema determinado. 𝜎1 = 0,0035 𝐸𝑠 0,8𝑑 − 𝑦 𝑦 Obs: tomou-se 𝜎2 = 𝑓𝑦𝑑 porque, no Domínio 4, somente excepcionalmente 𝜎2 deixa de atingir a tensão de cálculo 𝑓𝑦𝑑 . TABELA DE AÇO Slide 1 Slide 2: GRUPO DE SOLICITAÇÕES ITERNAS Slide 3: GRUPO DE SOLICITAÇÕES Slide 4: FLEXÃO SIMPLES E COMPOSTA Slide 5: FLEXÃO NORMAL E OBLÍQUA Slide 6: DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES Slide 7: DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES Slide 8: DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES Slide 9: HIPÓTESES BÁSICAS DE CÁLCULO Slide 10: HIPÓTESES BÁSICAS DE CÁLCULO Slide 11: RELAÇÕES BÁSICAS Slide 12: RELAÇÕES TENSÃO-DEFORMAÇÃO Slide 13: RELAÇÕES TENSÃO-DEFORMAÇÃO Slide 14: RELAÇÕES TENSÃO-DEFORMAÇÃO Slide 15: RELAÇÕES DE COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 16: DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Slide 17: DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Slide 18: DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Slide 19: DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Slide 20: DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Slide 21: DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Slide 22: DOMÍNIOS DE DEFORMAÇÃO Slide 23 Slide 24: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 25: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 26: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 27: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 28: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 29: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 30: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 31: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 32: COMPATIBILIDADE DE DEFORMAÇÕES Slide 33: RELAÇÕES DE EQUIVALÊNCIA ENTRE ESFORÇOS ATUANTES E RESISTENTES Slide 34: RELAÇÕES DE EQUIVALÊNCIA ENTRE ESFORÇOS ATUANTES E RESISTENTES Slide 35: DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES Slide 36: DIMENSIONAMENTO À FLEXÃO SIMPLES Slide 37: DIMENSIONAMENTO Slide 38: DIMENSIONAMENTO Slide 39: DIMENSIONAMENTO Slide 40: DIMENSIONAMENTO Slide 41: DIMENSIONAMENTO Slide 42: DIMENSIONAMENTO Slide 43: ARMADURA MÍNIMA Slide 44: ARMADURA MÍNIMA Slide 45: ARMADURA MÁXIMA Slide 46: VERIFICAÇÃO Slide 47: VERIFICAÇÃO Slide 48: VERIFICAÇÃO Slide 49: VERIFICAÇÃO Slide 50: VERIFICAÇÃO Slide 51: VERIFICAÇÃO Slide 52: VERIFICAÇÃO Slide 53: TABELA DE AÇO