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<p>Ensinar a Pensar</p><p>Caro estudante,</p><p>Neste item você terá acesso a um dos conteúdos da disciplina (texto, vídeo e/ou Imagem).</p><p>Acesse e estude o(s) material(is) aqui disponibilizado(s), que faz(em) parte da disciplina.</p><p>Conte conosco e bons estudos!</p><p>Núcleo de Educação a Distância</p><p>PRECEPTORIA AULA ONZE</p><p>ENSINAR A PENSAR</p><p>Aristóteles afirmava que pensar é a maior forma de vida: quando não pensamos não</p><p>estamos exercendo plenamente nossa humanidade, e muito menos nossa</p><p>personalidade. Muito sistema político, muita manipulação ideológica, e muita</p><p>propaganda midiática prefere que não pensemos, pois assim nos tornamos mais</p><p>facilmente influenciáveis e controláveis. Muito sistema escolar concorda com isso, na</p><p>medida em que é mais fácil despejar conteúdos na cabeça do aluno do que o levar a</p><p>pensar sobre eles. Professores, preceptores, escola e família precisam buscar formas</p><p>de ensino que levem a criança, desde pequenina, a avaliar, comparar, distinguir, e</p><p>depois, opinar.1 Nas aulas normais, nunca podemos esquecer que a finalidade última</p><p>de todos os componentes curriculares deve ser levar o aluno a pensar. O sistema</p><p>educativo precisa desenvolver as habilidades e competências de compreensão,</p><p>raciocínio, expressão como grandes objetivos finais. E o preceptor terá na conversa</p><p>pessoal um instrumento precioso para estimular o aluno a fazer – e justificar –</p><p>comentários, criticas e opiniões.</p><p>CULTIVAR A ARTE DA EXPRESSÃO</p><p>As tradições clássica, medieval e humanista exaltam a expressão corporal e a retórica.</p><p>Não se trata de “perfumaria”: é no bem falar que se pode distinguir o sábio do culto,</p><p>o culto do erudito, e o erudito do tagarela. Um ótimo recurso de formação é fomentar</p><p>nos alunos a reflexão, o pensamento e a calma que se expressam nos gestos e no bem</p><p>falar. Um jornalista conhecido pela sua contundência critica a ausência dessa</p><p>formação nos programas de ensino atuais:</p><p>Se eu fosse organizar um programa de ensino, privilegiaria as artes e a</p><p>atividade física no ensino inicial, depois iria gradualmente introduzindo</p><p>elementos de História dramatizados e o estudo das ciências no ambiente da</p><p>natureza, estimulando ao mesmo tempo o espírito de aventura, a coragem, a</p><p>iniciativa pessoal e os sentimentos mais elevados. O ensino da língua seria</p><p>todo feito pela leitura e imitação dos clássicos. Só muito tardiamente se</p><p>entraria na reflexão gramatical. É claro que essa graduação não seria rígida,</p><p>mas se adaptaria aos talentos e demandas de cada aluno — pois o que melhor</p><p>se aprende é aquilo que se quer aprender. As perguntas e o interesse</p><p>espontâneo dos alunos devem ser uma indicação preciosa para o professor.</p><p>Os autores de "programas de ensino" uniformes e padronizados são, para</p><p>mim, encarnações do Dr. Simão Bacamarte — o psiquiatra doido d' O</p><p>Alienista.2</p><p>1 - COMO BIBLIOGRAFIA : RICARDO YEPES “A ESCOLA PRECISA ENSINAR A PENSAR”, E A TIRINHA DO</p><p>CALVIN SOBRE O “DIA TÍPICO NA ESCOLA”.</p><p>2 - Olavo de Carvalho : http://www.olavodecarvalho.org/textos/educacao.htm</p><p>Repetimos, com o risco de sermos maçantes: formar não é levar alguém a acumular</p><p>conhecimentos, nem destrezas técnicas, por mais importantes que estas sejam ou</p><p>pareçam ser. Formar é fomentar as disposições e capacidades naturais de uma</p><p>pessoa, é cultivar os talentos, as possibilidades que o aluno leva em sua alma, e –</p><p>especialmente – ajuda-lo a crescer nas virtudes necessárias para direcionar bem os</p><p>talentos e as capacidades que adquiriu e cultivou.</p><p>EDUCAR A AUTOESTIMA</p><p>Autoestima é o conceito que cada pessoa tem de si mesma, o valor que cada um se</p><p>dá. Esse valor nós nos atribuímos a partir das opiniões que temos de nós combinadas</p><p>com a forma com que os outros nos veem, ou como pensamos que nos veem. Desse</p><p>misto de avaliação própria com a alheia resulta uma autoestima positiva ou negativa.</p><p>Depende da autoestima a confiança do aluno em sua capacidade de enfrentar os</p><p>desafios básicos da vida. Uma boa autoestima busca o desafio, e o estímulo de metas</p><p>altas e exigentes. Uma baixa autoestima levará o aluno a se esconder e se acovardar</p><p>diante de qualquer desafio maior.</p><p>Uma educadora comenta que viver com baixa autoestima é como dirigir com o freio</p><p>de mão puxado3. Uma criança com baixa autoestima perde o interesse e a motivação</p><p>porque não se acredita capaz, e por isso não obtém os resultados desejados. Se os</p><p>pais e educadores não intervirem a tempo com estratégias adequadas, ele irá se</p><p>sentindo cada vez pior: não pode satisfazer as expectativas dos pais e da escola e entra</p><p>no beco sem saída da convicção de que nunca irá superar essa situação. Se a baixa</p><p>autoestima é problemática para a criança, será muitíssimo pior para o adolescente. E</p><p>para eles não valerá mais a opinião dos pais e dos professores, mas somente a dos</p><p>colegas da mesma idade. Portanto, e também por isso, quanto mais cedo se elimina a</p><p>baixa autoestima, melhor.</p><p>A intervenção primeira, óbvia e necessária por parte de pais e preceptores será</p><p>proporcionar oportunidades para pequenos sucessos contínuos, até que acumule os</p><p>necessários para voltar a ter confiança em si mesmo.</p><p>O que determina o nível da autoestima é aquilo que a pessoa faz. Para que nosso aluno</p><p>cresça em autoestima precisamos ajudá-lo a praticar determinadas ações como</p><p>aceitar-se a si mesmo, assumir as responsabilidades, ter integridade pessoal, e ter um</p><p>propósito de vida. Vamos comentar brevemente cada um desses itens.</p><p> Viver conscientemente: educar a criança a não se guiar pelos sentimentos mas</p><p>pela razão, pensando antes de agir, planejando o próprio trabalho,</p><p>aprendendo com os erros, aceitando os conselhos. Isso irá melhorar a</p><p>qualidade de seu trabalho, e com isso, a autoestima. E, é claro, requer</p><p>humildade e reflexão, virtudes que o preceptor ajudará o aluno a desenvolver.</p><p> Praticar a aceitação de si mesmo, sem a qual a autoestima é impossível. Aceitar</p><p>a nós mesmos é reconhecer nossas fortalezas e debilidades. Não significa</p><p>aprovar nem querer as debilidades, mas sim admitir claramente que elas</p><p>existem, e que as devemos superar e corrigir ou ainda – quando são</p><p>3 AMAYA, Florencia, La tarea educativa del tutor-desafios para el s. XXI. Rosario, Ed. Logos, Ar. 2014, p.</p><p>63.</p><p>insuperáveis, como por exemplo um defeito físico – aprender a viver com elas.</p><p>Aceitar-se é a condição prévia para mudar.</p><p> Praticar a responsabilidade pelos próprios atos, sem cair na tentação de jogar</p><p>a culpa nos outros. Buscar desculpas ou atribuir os próprios fracassos ao</p><p>demais é uma bomba para a autoestima: no fundo, sabemos que a culpa foi</p><p>nossa, e quando não o admitimos, isso nos fica na consciência atormentando,</p><p>e nos fazendo sentir um trapo. Quando assumo o erro, eu cresço em</p><p>autoestima: “ Eu cumpri o meu dever”. Quando o aluno assume, o professor o</p><p>pode ajudar muito se lhe perguntar: “E agora, o que você pretende fazer?”, em</p><p>vez de lhe dar uma receita.</p><p> A prática de viver com um propósito: “Um dos desafios da paternidade e da</p><p>preceptoria efetiva consiste em dar ao filho ou aluno um respeito pelo</p><p>presente que não deixe de lado o futuro, e um respeito pelo futuro que não</p><p>desdenhe o presente. Manter esse equilíbrio é um desafio para todos nós”4. O</p><p>preceptor, depois de mostrar ao aluno a grandeza de seu fim, e de o ajudar a</p><p>escolher livremente os objetivos intermediários, poderá propor: “Você quer</p><p>chegar lá. Que ações deve fazer agora para alcançar esse fim? Se precisa de</p><p>conhecimentos novos, como os vai conseguir?</p><p> Praticar a integridade e coerência pessoais – Integridade significa que temos</p><p>nossas convicções, normas e crenças integradas com a nossa conduta. Quando</p><p>nos comportamos de uma forma que entra em choque com aquilo que</p><p>acreditamos, ficamos desmoralizados diante de nós mesmos e nossa</p><p>autoestima vai abaixo.</p><p>Para valorizar a autoestima de nossos alunos, precisamos</p><p>obviamente e primeiro ter</p><p>em alta a nossa própria autoestima. Um preceptor com autoestima baixa tende a ser</p><p>mais punitivo, impaciente e autoritário, irá apenas ver as debilidades de seu aluno em</p><p>lugar de suas qualidades, e com tudo isso irá inspirar temor e atitude defensiva.</p><p>Precisamos ser seguros de nós mesmos e – repito – confiar em nossos alunos: “O que</p><p>um grande mestre, um grande pai e um bom preceptor tem em comum é primeiro,</p><p>uma profunda crença no potencial do seu aluno ou filho: uma convicção, fundada na</p><p>fé, do quanto esse aluno pode ser e fazer; e segundo, a certeza de que é capaz de</p><p>passar essa convicção sua para o filho ou aluno que atende”.5 Um dos maiores dons</p><p>que o preceptor pode fazer a seu aluno é negar-se a aceitar a eventual baixa estima</p><p>que esse aluno possa ter. O preceptor sempre irá fazer seu aluno mais consciente das</p><p>potencialidades que tem mas ainda não percebeu, e irá desmontar os problemas em</p><p>unidades pequenas e manejáveis para a capacidade do aluno. A autoestima do</p><p>próprio preceptor o irá ajudar em muito nessa tarefa.</p><p>EDUCAR NA SINCERIDADE</p><p>4 - Cfr. BRANDEN, Nathaniel, “Los seis pilares de la autoestima”, Paidos, 2011, p. 152.</p><p>5 - Cfr. BRANDEN, Op. cit., p. 163</p><p>O tutor só poderá orientar na medida em que o aluno for sincero. É preciso fazer com</p><p>que o aluno entenda que assim como o médico tem poucas possibilidades de acertar</p><p>se o paciente oculta os sintomas, o mesmo acontece com ele.</p><p>Também será bom comentar a conveniência de ser sincero a todo momento, mas</p><p>especialmente com pais. A sinceridade deixa os problemas no passado, enquanto que</p><p>a mentira os coloca no futuro. É importante falar disso de vez em quando.</p><p>É preciso deixar claro que ser sincero não significa dizer tudo a todos, mas apenas</p><p>àqueles que têm o direito de saber. O sincero precisa ser guiado pela caridade e pela</p><p>prudência: “revelar uma verdade inconveniente, no momento errado, ou a quem não</p><p>tem o direito de o saber não é mostra de sinceridade, mas falta de sensatez. É preciso</p><p>juntar a sensatez à sinceridade, para que não caiamos na “idiotice sincera”, que por</p><p>mais que seja sincera, não deixa de ser idiota”.6</p><p>EDUCAR NA CASTIDADE</p><p>Prevenir educando no positivo...</p><p>A virtude da castidade merece um tratamento específico por ser um tema vital nessas</p><p>idades. Concretamente, é importante que os filhos recebam as explicações sobre a</p><p>sexualidade diretamente dos pais, antes de qualquer outra fonte. Os preceptores</p><p>devem mostrar aos pais a importância de que a partir da idade que julguem</p><p>conveniente, ele conversem sobre esse tema gradualmente com os filhos. As</p><p>conversas, de pai para filho e mãe para filha devem prosseguir mesmo que a criança</p><p>não pareça muito interessada, porque os colegas irão despertar esse interesse em</p><p>pouco tempo. E devem ir muito além da explicação fisiológica: é preciso que mostrem</p><p>o contexto da afetividade, da educação para o amor. É muito importante que as</p><p>crianças vejam o sentido positivo da sexualidade retamente vivida, e da colaboração</p><p>com Deus na criação, com o reto uso da sexualidade dentro do matrimônio. Com essas</p><p>conversas se conseguirá que a criança não tenha nem uma visão torpe nem obcecada.</p><p>Esse entendimento tranquilo, natural, recebido dos pais, é a melhor defesa contra os</p><p>comentários chulos que fatalmente ele irá ouvir. Mas quando vierem, quando as</p><p>crianças sentirem a pressão do meio ambiente, e quando sentirem as próprias</p><p>inclinações eróticas, elas saberão que o conselho mais claro, mais certo e mais amigo</p><p>será daqueles que lhe falaram antes: seus pais.</p><p>.... remediar, usando os remédios da fé e da moral</p><p>Se, infelizmente, essa prevenção não foi feita, será preciso remediar. E será preciso</p><p>que pais e preceptores tratem logo dos problemas que surgem, pois do contrário eles</p><p>irão se agravando e ser tornando mais difíceis de resolver. É preciso que se crie</p><p>confiança, e que se fale no momento adequado, com segurança, e até o fim. Às vezes</p><p>custa ao aluno falar disso, mas a verdade é que estão preocupados, e muitas vezes</p><p>desejando desabafar com alguém. E depois de elogiar a sinceridade do desabafo, o</p><p>preceptor deve ajudar com naturalidade, oferecendo os motivos e os meios para</p><p>superar os possíveis maus hábitos. É importante que o aluno seja facilmente sincero</p><p>nesse tema, e que entenda que é muito mais humano viver a virtude da castidade do</p><p>6 - Cfr. AGUILÓ, Alfonso. Educar o caráter. Quadrante, São Paulo, 2014, p. 82.</p><p>que se deixar levar pelas paixões. Às vezes acontece que por muitas circunstancias, o</p><p>preceptor é a única pessoa em que o aluno confia falar desse assunto. Então caberá a</p><p>este orientar com paciência naquilo que pede a ascese: a fuga das ocasiões, o recurso</p><p>aos meios sobrenaturais, etc.</p><p>EDUCAR NO ESPÍRITO DE SERVIÇO</p><p>O Cristianismo nos ensina a servir, e servir de tal maneira que a pessoa a quem</p><p>ajudamos nem mesmo se dê conta de que o fizemos. Poucas coisas formam melhor</p><p>uma criança ou um jovem que praticar esse serviço para com seus familiares e colegas.</p><p>O preceptor pode combinar com o aluno mil formas de serviço pequenas ou grandes,</p><p>que ele fará em casa e na escola, e que o tornarão muito mais alegre e feliz consigo</p><p>mesmo. Ele aprenderá que é muito mais gratificante dar que receber. São João Bosco</p><p>fazia essa prática com os melhores alunos de seus colégios, estimulando que fossem</p><p>“anjos da guarda” dos colegas novos, ajudando-os discretamente com orientações,</p><p>serviços e conselhos. E modernamente sei de uma professora que ensina aos alunos</p><p>pequeninos uma variante do jogo do “amigo secreto”: trata-se de ser o “anjo secreto”</p><p>de um colega, fazendo a ele pequenos serviços sem que ele se dê conta. O lucro é</p><p>grande para o amigo, maior para o “anjo”, e – tenho certeza – maior ainda para a</p><p>professora, e para a escola.</p><p>HARMONIZAR OS SENTIMENTOS, A RAZÃO E A VONTADE7</p><p>Em música chamamos de harmonia a execução simultânea de sons diferentes que se</p><p>combinam e trazem ao ouvido uma sensação estética mais agradável e prazerosa que</p><p>cada som tocado isoladamente. No homem existe uma educação harmônica quando</p><p>ele “executa” com simultaneidade e perfeição as três potências de sua alma: a</p><p>inteligência, a vontade, e o “coração”.</p><p>Todos temos essas três potências em graus diferentes. Se tentamos realizar com o</p><p>coração aquilo que compete ao intelecto ou à vontade, acontece uma hipertrofia do</p><p>sentimento e portanto uma desordem. Existe o mesmo perigo quando fizermos um</p><p>uso exagerado da vontade em detrimento do coração. O preceptor, conhecendo o seu</p><p>aluno, notará qual das potencias da alma ele tem preponderante, e sem inibir essa</p><p>ascendência, o irá ajudar a ver o mundo e a pautar suas ações também pelo uso das</p><p>outras potências: ao emotivo, pedirá que pondere mais antes de agir; ao “racionalista”</p><p>ensinará a buscar as “razões do coração”, e assim por diante. É um belo exercício,</p><p>muito semelhante a ensinar a ler uma partitura, e tocar bem um instrumento musical.</p><p>Daí talvez estarmos falando em harmonia.</p><p>7 - Faço aqui um brevíssimo apanhado da ideia central do capítulo “A chave está na harmonia”, do livro</p><p>“Educar el corazón”, de Oliveros F. Otero. Recomendo vivamente a leitura desse livro a todos os que</p><p>desejam se aperfeiçoar na arte da preceptoria.</p>

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