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<p>FACULDADE DE TECNOLOGIA E CIENCIAS - FTC Comment by Adriano: Símbolo da FTC</p><p>CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA CIVIL</p><p>GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS) EM UM POSTO DE COMBUSTÍVEL NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA-BA</p><p>Vitória da Conquista</p><p>Bruna Araújo de Souza</p><p>Raqueline Martins Câmara</p><p>GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE UM POSTO DE COMBUSTÍVEL NO MUNICÍPIO DE VITÓRIA DA CONQUISTA-BA</p><p>Projeto de Pesquisa apresentado à disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I, da Faculdade de Tecnologia e Ciências, campus de Vitória da Conquista, como pré-requisito parcial para aprovação na disciplina.</p><p>Orientadora: Profᵃ. Shaiala Aquino</p><p>Vitória da Conquista</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO 4</p><p>1.1 TEMA 5</p><p>1.2 PROBLEMA 5</p><p>1.3 OBJETIVOS 5</p><p>1.3.1 Objetivo Geral 5</p><p>1.3.2 Objetivos Específicos 5</p><p>1.4 JUSTIFICATIVA 6</p><p>2.0 REFERENCIAL TEÓRICO 7</p><p>2.1 Definição de Resíduos sólidos 7</p><p>2.2 Identificação dos resíduos gerados em postos de combustíveis 10</p><p>2.3 CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SEGUNDO NORMA BRASILEIRA 10004/2004 10</p><p>2.3.1 Quanto à periculosidade 10</p><p>2.4 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos 11</p><p>2.4.1 Segregação 11</p><p>2.4.2 Acondicionamento e coleta 12</p><p>2.4.3 Transporte e disposição final 12</p><p>3.0 MATERIAIS E MÉTODOS 12</p><p>4.0 RESULTADOS ESPERADOS 13</p><p>5.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 13</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>Vive-se em um tempo de novas organizações econômicas globais, o crescimento das técnicas construtivas tem coagido os órgãos ambientais a criar regras através de licenças no qual são estabelecidos limites para utilização dos recursos naturais onde, determina que todo empreendedor antes do seu planejamento, busque junto ao órgão competente o licenciamento para prosseguir com seu levantamento.</p><p>Os primeiros relatos de preocupação com o meio ambiente e com a relação com o ser humano foram discutidos na I conferencia do meio ambiente em Estolcomo, Suécia. Essa conferência foi de total importância para evidenciar um alerta de que as fontes naturais eram inesgotáveis e era necessário manter um controle na retirada desses recursos enfatizando a questão da relação homem com o meio ambiente a fim de entrar em um consenso para manter os desenvolvimentos construtivos estabelecendo a garantia de proteção. A partir dessa conferencia os países entraram em alerta e começaram a criar órgãos de proteção responsáveis pela criação de licenças que devem ser respeitadas com penalidades caso não sejam cumpridas.</p><p>O órgão ambiental competente, verificando que a atividade ou empreendimento não é potencialmente causador de significativa degradação do meio ambiente, definirá os estudos ambientais pertinentes ao respectivo processo de licenciamento. (CONAMA 237/1997 pgf. Único).</p><p>A responsabilidade da licença é cabível ao Instituto brasileiro do meio ambiente_ IBAMA e aos demais órgãos estaduais que executam de acordo às diretrizes constitucionais, nesse caso traçados pela lei 6938/81 de proteção ao meio ambiente.</p><p>O licenciamento ambiental é um processo que é feito em etapas, e interage com planos de gerenciamentos de acordo as diretrizes municipais e estaduais, com prazo de validade definido. Durante esse processo é feito uma vistoria do local onde a obra será executada. Todos esses processos servem para estabelecer fronteiras entre a natureza e as técnicas construtivas e permitir o convívio legal entre empreendedores, facilitando o cumprimento dos seus deveres e oferecendo proteção quanto aos seus direitos. Comment by Adriano: Elaborar uma nova Introdução, abordando Resíduos Sólidos e Posto de Combustível com referências atualizadas.</p><p>1.1 TEMA Comment by Adriano: Retirar</p><p>O tema desta pesquisa é proposta de um plano de gerenciamento de resíduos (PGRS) de um posto de combustível na cidade de vitória da Conquista-ba</p><p>1.2 PROBLEMA</p><p>A questão que norteará esta pesquisa é: Quais os procedimentos necessários para realização de um PGRS em um posto de combustível, na cidade de vitória da Conquista?</p><p>1.3 OBJETIVOS</p><p>1.3.1 Objetivo Geral</p><p>O presente estudo tem como objetivo esquematizar um PGRS, através de uma fundamentação teórica que será utilizada como auxilio profissional para licenciar a construção de um posto de gasolina fictício localizado na cidade de Vitória da Conquista- BA. Comment by Adriano: Melhorar</p><p>1.3.2 Objetivos Específicos</p><p>· Averiguar os impactos ambientais causados na Construção do empreendimento;</p><p>· Identificar as fontes geradoras de resíduos sólidos</p><p>· Contribuir com subsídios para minimizar os resíduos gerados na construção, no sentido de fazer um reaproveitamento dos mesmos.</p><p>1.4 JUSTIFICATIVA Comment by Adriano: Retirar</p><p>As políticas ambientais apresentam-se como uma preocupação mundial nos últimos anos, a degradação ambiental tem comovido a população a procurar métodos de proteção ao ecossistema, uma vez que a prevaricação tem causado sérios impactos como: poluições, chuvas ácidas, destruição dos habitats e florestas.</p><p>Nesse contexto, os países desenvolvidos e em desenvolvimento tem colaborado para minimizar o uso dos recursos naturais através de estratégias funcionais aprimorando o emprego das tecnologias em função da não geração de resíduos sólidos, afiliando a uma pratica de produção mais limpa.</p><p>A grande maioria dos resíduos produzidos na construção civil tem maiores chances de serem reaproveitados em relação a outros processos produtivos, pois, envolvem materiais do tipo inertes, que não sofrem alterações físicas e químicas quando entram em contato com solo e com a água, a exemplo de entulhos de demolição, ferros e vidros. Por esta razão esses utensílios devem ser reaproveitados e para isso é necessário traçar um plano para gerenciá-los de forma adequada.</p><p>Segundo a resolução CONAMA 307/2002, todas as obras de construção civil devem ter um plano de gerenciamento de resíduos e exige que passem por um processo de aprovação dos municípios ou órgãos competentes. No Brasil, esses planos começaram a ser obrigatórios, em alguns setores, a partir do ano 2010 quando entra em vigora a lei 12.305/2010.</p><p>O Plano de Gerenciamento de resíduos Sólidos (PGRS) visa estabelecer projetos para diminuir os impactos ambientais causados pela produção de refugos, portanto é a mais importante ferramenta para trata-los desde a fonte geradora até o destino final. Além disso, é uma estratégia integrada aplicada aos processos de crescimento econômico e redução de riscos á saúde humana e ambiental, mantendo uma relação menos agressiva entre eles.</p><p>Partindo dessas afirmações, o presente estudo visa apresentar um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos para um posto de combustível na cidade de vitória da Conquista- BA e, respectivamente atender as normas regulamentadoras de proteção ao meio ambiente através do licenciamento ambiental.</p><p>2.0 REFERENCIAL TEÓRICO</p><p>2.1 Definição de Resíduos sólidos</p><p>Resíduos nos estados sólido e semissólido, que resultam de atividades de origem industrial, doméstica, hospitalar, comercial, agrícola, de serviços e de varrição. Ficam incluídos nesta definição os lodos provenientes de sistemas de tratamento de água, aqueles gerados em equipamentos e instalações de controle de poluição, bem como determinados líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou corpos de água, ou exijam para isso soluções técnicas e economicamente inviáveis em face à melhor tecnologia disponível. (NBR 10004:2004, pg.1) Comment by Adriano: Melhorar o referencial teórico, e não utilizar Citação Direta.</p><p>Deve-se evitar também copiar definições da Norma, empobrece o trabalho. Você deve fundamentar seu trabalho em artigos, e enriquecer com partes da legislação.</p><p>Segundo a ISO 141001 Para se caracterizar um resíduo é necessário uma classificação baseada no processo produtivo, laudos químicos, testes de solubilidade entre outros que julgar necessário para melhor identificação dos seus componentes.</p><p>De acordo com a Politica Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) os detritos que produzimos é uma questão ambiental e esta não pode ser associada à apenas uma pessoa ou entidade. O ambiente é de uso comum, logo reduzir o volume</p><p>e os rejeitos gerados é responsabilidade de todos desde fabricantes, importadores, comerciantes, o estado e o cidadão. Assim, como os impactos causados ao meio ambiente e á saúde humana.</p><p>Para a resolução 12.305/2010 da constituição Federal Brasileira art. 4, a politica nacional de resíduos sólidos procura estabelecer a união entre estados, municípios e particulares visando à gestão integrada e o gerenciamento ambientalmente adequado dos resíduos sólidos, reunindo os princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes isoladas do governo federal ou em cooperação no geral.</p><p>Ainda seguindo a legislação 12.305(BRASIL, 2010), o artigo no art. 3 determina algumas definições referentes aos resíduos sólidos:</p><p>I - acordo setorial: ato de natureza contratual firmado entre o poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto;</p><p>II - área contaminada: local onde há contaminação causada pela disposição, regular ou irregular, de quaisquer substâncias ou resíduos;</p><p>III - área órfã contaminada: área contaminada cujos responsáveis pela disposição não sejam identificáveis ou individualizáveis;</p><p>IV - ciclo de vida do produto: série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto, a obtenção de matérias-primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final;</p><p>V - coleta seletiva: coleta de resíduos sólidos previamente segregados conforme sua constituição ou composição;</p><p>VI - controle social: conjunto de mecanismos e procedimentos que garantam à sociedade informações e participação nos processos de formulação, implementação e avaliação das políticas públicas relacionadas aos resíduos sólidos;</p><p>VII - destinação final ambientalmente adequada: destinação de resíduos que inclui a reutilização, a reciclagem, a compostagem, a recuperação e o aproveitamento energético ou outras destinações admitidas pelos órgãos competentes do Sisnama, do SNVS e do Suasa, entre elas a disposição final, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos;</p><p>VIII - disposição final ambientalmente adequada: distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos;</p><p>IX - geradores de resíduos sólidos: pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado, que geram resíduos sólidos por meio de suas atividades, nelas incluído o consumo;</p><p>X - gerenciamento de resíduos sólidos: conjunto de ações exercidas, direta ou indiretamente, nas etapas de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação final ambientalmente adequada dos resíduos sólidos e disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, de acordo com plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos ou com plano de gerenciamento de resíduos sólidos, exigidos na forma desta Lei;</p><p>XI - gestão integrada de resíduos sólidos: conjunto de ações voltadas para a busca de soluções para os resíduos sólidos, de forma a considerar as dimensões política, econômica, ambiental, cultural e social, com controle social e sob a premissa do desenvolvimento sustentável;</p><p>XII - logística reversa: instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada;</p><p>XIII - padrões sustentáveis de produção e consumo: produção e consumo de bens e serviços de forma a atender as necessidades das atuais gerações e permitir melhores condições de vida, sem comprometer a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das gerações futuras;</p><p>XIV - reciclagem: processo de transformação dos resíduos sólidos que envolve a alteração de suas propriedades físicas, físico-químicas ou biológicas, com vistas à transformação em insumos ou novos produtos, observadas as condições e os padrões estabelecidos pelos órgãos competentes do Sisnama e, se couber, do SNVS e do Suasa;</p><p>XV - rejeitos: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada;</p><p>XVI - resíduos sólidos: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível;</p><p>XVII - responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos: conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos desta Lei;</p><p>XVIII - reutilização: processo de aproveitamento dos resíduos sólidos sem sua transformação biológica, física ou físico-química, observadas as condições e os padrões estabelecidos pelos órgãos competentes do Sisnama e, se couber, do SNVS e do Suasa;</p><p>Acrescentar um tópico sobre impacto ambiental Comment by Adriano: Comment by Adriano: Acrescentar um tópico sobre impacto ambiental</p><p>2.2 Identificação dos resíduos gerados em postos de combustíveis</p><p>Uma gestão eficaz de resíduos sólidos deve gerir, não apenas os refugos da construção é importante manter um controle dos resíduos a serem gerados durante o uso e atualiza-lo com certa frequência para inclusão de possíveis resíduos que venham a aparecer com o tempo.</p><p>De acordo com a associação Brasileira de Normas técnicas ABNT, de 2004 através da NBR 10.004 e a resolução 09 do CONAMA os restos de óleos que ficam nas embalagens são considerados de alto risco e estão inseridos na “classe I dos resíduos perigosos” Característica apresentada por um resíduo que devido as suas propriedades físicas e químicas podem apresentar danos à população como: doenças infectocontagiosas provocando mortalidade e acentuando os seus índices. Além disso, apresentando riscos ao meio ambiente quando gerenciado de forma incorreta.</p><p>Visto que, 85% dos postos de combustíveis possuem troca de óleo. Constitui crime ambiental não apenas o descarte como também comercializar, fornecer, transportar e dar destino inadequado. Crimes que estão previstos na lei 9.605 de 12 de fevereiro de 1998. Comment by Adriano: Sua revisão deve ser baseada em artigos já publicados sobre impactos gerados em postos de combustíveis e com referências</p><p>2.3 CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS SEGUNDO NORMA BRASILEIRA 10004/2004</p><p>2.3.1 Quanto à periculosidade Comment by Adriano: Melhorar.... E novamente não basear na legislação e sim em artigos</p><p>Resíduos classe I – Aqueles que apresentam riscos à saúde pública ou ao meio ambiente e são caracterizados por serem inflamáveis, corrosivos, tóxicos e patogênicos.</p><p>Resíduos classe II – Não são perigosos.</p><p>Resíduos classe II A – Não inertes, são os resíduos que não apresentam periculosidade, porém possuem propriedades como: combustibilidade, biodegradabilidade e solubilidade em água.</p><p>Resíduos classe II B – Inertes, eles não sofrem nenhuma alteração quando são dispostos na agua ou solo como entulhos de demolição, pedras e vidros. Eles possuem a característica de não sofrerem alteração com o passar do tempo.</p><p>2.3 Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos</p><p>O Plano de Gerenciamento de Resíduos sólidos (PGRS) é um documento comprobatório de que a devida empresa tem capacidade de controlar os resíduos gerados por ela, é integrante do processo de licenciamento ambiental e oferece segurança do controle dos processos produtivos evitando danos à saúde publica e grandes poluições ao meio ambiente, preservando também a fauna e a flora. (CONSEQ)</p><p>Com a definição desse documento, muitas construtoras começaram a desenvolver estratégias focadas na não geração, já que teriam que cumprir a lei. Para isso a definição de etapas é necessária para facilitar os procedimentos.</p><p>2.4.1 Segregação</p><p>A etapa de segregação é fundamental para que o gerenciamento dos resíduos seja bem sucedido e possa buscar uma oportunidade de produção mais limpa.</p><p>Segregar significa separar, ou seja, a segregação consiste em identificar os resíduos e, por conseguinte fazer a separação em classes daquilo que vai ser reaproveitado, importante fazer a segregação o mais próximo da fonte geradora, para que assim consiga averiguar como está acontecendo à produção dos resíduos e levantar possibilidades para que ele não seja mais gerado ou gerador em menor quantidade. Por esta razão a etapa de segregação tem-se como a mais importante, pois, é a partir dela que as outras serão executadas. Além de aumentar a probabilidade de ganhos econômicos, fixando na ideia de que resíduos separados são reaproveitados em outras partes do projeto de construção. Com isso toda obra deve ter um local especifico para o armazenamento temporário dos resíduos, considerando o risco de contaminação ambiental seja o mínimo, localizado em uma área que atenda as normas de segurança, fácil acesso para transporte e que permita uma maior quantidade de resíduo recolhido.</p><p>2.4.2 Acondicionamento e coleta</p><p>A segunda etapa do plano é o acondicionamento dos resíduos, estes que podem ser subdivididos em primários ou secundários.</p><p>Acondicionamentos primários são acondicionamentos que são coletados diretamente no ponto de geração e, normalmente são coletados em sacos, latas e pequenos recipientes e são destinados à área de armazenamento.</p><p>Acondicionamentos secundários são os resíduos que estão na área de armazenamento e são coletados através de contêineres. Os acondicionamentos secundários podem ser depositados nos recipientes com ou sem os acondicionamentos primários</p><p>2.4.3 Transporte e disposição final</p><p>Os resíduos coletados permanecem na área especifica chama Central de Resíduos, logo depois são transportados normalmente por uma empresa terceirizada que deve estar regularizada de acordo a norma vigente e possuir licença de operação para retirada do material do local. Logo após é feito o tratamento dos resíduos de forma a torna-los menos tóxicos, minimizar ou destruí-los completamente. Caso algum resíduo não consiga ser tratado, logo terá um destino apropriado para eles que normalmente são colocados em aterros sanitários. Para resíduos de construção essa opção é praticamente inaceitável, uma vez que a grande maioria dos resíduos de construção civil pode ser reaproveitada.</p><p>3.0 MATERIAIS E MÉTODOS</p><p>A devida pesquisa é de abordagem quantitativa. Durante a investigação serão consultadas informações gerais do posto de combustível, quanto a horário de funcionamento e número de funcionários e alguns documentos para identificar a tipologia do empreendimento com a criação de um fluxograma definindo os procedimentos a serem seguidos. Comment by Adriano: Agora a pesquisa será realizada, deve-se escolher um posto de combustível, analisar os resíduos gerados, incluindo, efluentes da área de lavagem, efluentes da caixa separadora, óleo lubrificante, papel, plástico, quantos tanques, a existência de teste de estanqueidade, análise do lençol freático e solo.........</p><p>Será realizado uma investigação dos resíduos produzidos, identificando e quantificando as fontes de geração e, as suas condições de ser destinados ás etapas do PGRS. Tendo por base a legislação serão propostas atividades de gerenciamento e manejo, observando as possibilidades de melhoria. Além disso, será feita uma conscientização dos funcionários em prol da diminuição dos resíduos gerados durante a construção e funcionamento do posto de combustível.</p><p>4.0 RESULTADOS ESPERADOS</p><p>A sociedade em geral, demonstra interesse social na área de preservação ambiental visando garantir à saúde e manter as suas fontes naturais. No entanto, a necessidade de utilização e a elevação do consumo tem comprometido o meio em que se habita, provocando um volume de discussões e reflexões acerca de como diminuir as agressões. Assim, espera-se que este trabalho possa contribuir com a pratica do reaproveitamento e a conscientização da não geração de resíduos sólidos na medida do possível, além de elevar o conhecimento acerca das leis protetoras que estabelecem limites entre o homem e o ambiente mantendo uma relação saudável entre eles. Comment by Adriano: Ainda será aplicado</p><p>5.0 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>AGUIAR, Roberto A. Ramos de. Direito do meio ambiente e participação popular. Brasília: IBAMA, 1994.</p><p>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10004: Resíduos Sólidos – Classificação. Rio de Janeiro, 2004 a.</p><p>BATISTA, Rafael F. Elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) de um posto de combustível no município de Campo Mourão – Paraná. 2013. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação) – Curso Superior de Engenharia Ambiental. Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Campo Mourão, 2013.</p><p>BRASIL, MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE, Instituto brasileiro do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis IBAMA. Disponível em: IBAMA. gov.br</p><p>BRASIL. Lei nº 12.305 de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 2 de ago. 2010.</p><p>BRASIL. Lei nº 6 938 de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, DF.</p><p>CONAMA. Resoluções: resolução n° 237 de 19 de dezembro de 1997. [s.l.]: CONAMA, 1997. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res97/res23797.html Acesso em: 25 outubro 2016.</p><p>CONAMA. Resoluções: resolução n° 273 de 29 de novembro de 2000. [s.l.]: CONAMA, 2000. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res00/res27300.html> Acesso em: 25 outubro 2016.</p><p>CONAMA. Resoluções: resolução n° 307 de 05 de julho de 2002. [s.l.]: CONAMA, 2002. Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/res/res02/res30702.html Acesso em: 25 outubro. 2016.</p><p>CONSEQ, consultoria e soluções em engenharia química da uemos pgrs. Disponivel em: http://www.conseqconsultoria.com.br/. Acesso em 02 de novembro de 2016</p><p>MANUAL DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL_SEBRAE RJ guia de procedimentos passo a passo, Rio de Janeiro: GMA,2004</p><p>MARTINEZ, marina. Conferencia de Estocolmo e o pensamento ambientalista.</p><p>SOUZA, Maria Lucia Cardoso de. Entendendo o licenciamento ambiental passo a passo: normas e procedimentos, Salvador, 2009. 85. Disponível em: http://www.em.ufop.br/ceamb/petamb/cariboost_files/licenc_passoapasso_2009atualizar.pdf</p>