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<p>As pupilas de Argyll Robertson, também conhecidas como pupilas de Argyll Robertson bilateral, afetam o sistema nervoso autônomo são uma condição oftalmológica rara. As pupilas dessa condição não respondem à luz, mas normalmente se contraem durante a acomodação visual. Essa diferença nas pupilas pode ser um sinal de uma doença maior, como sífilis terciária ou tumores cerebrais. Os sintomas da pupila de Argyll Robertson podem variar dependendo da causa subjacente. Os pacientes podem apresentar outros sintomas, como visão turva, dificuldade em focar em objetos próximos, dores de cabeça, fadiga ocular e sensibilidade à luz, além da falta de resposta à luz. Os pacientes podem não ter outros sintomas além das pupilas anormais. Existe uma correlação entre ela e a tabes dorsalis*, uma complicação neurológica causada pela sífilis. A tabes dorsalis é uma degeneração gradual dos neurônios que transportam informações sensoriais para o cérebro. Os nervos que se degeneram nesta doença estão localizados nas colunas dorsais da medula espinhal e transmitem informações que ajudam a pessoa a manter seus sensos de posição (propriocepção), vibração e toque fino (sensibilidade epicrítica).</p><p>DICHTER, S. L.; KHAN SUHEB, M. Z.; SHUBERT, G. S. Argyll Robertson Aluno. Em: StatPearls. Ilha do Tesouro (FL): StatPearls Publishing, 2024.</p>