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<p>DPOC e Asma 1</p><p>🫁</p><p>DPOC e Asma</p><p>Created</p><p>Discente José de Arimatéia Lacerda de Sousa</p><p>Docente Rômullo Morais Lôbo de Macêdo</p><p>Instituição UFCG CFP/UACV</p><p>Unidade Curricular Pneumologia / 5° Período Medicina</p><p>Sumário</p><p>August 24, 2023 1026 AM</p><p>DPOC</p><p>Sinais e sintomas</p><p>Exame físico</p><p>Estadiamento</p><p>Classificação GOLD</p><p>Clasisificação de Dispneia mMRC</p><p>Estadiamento combinado DPOC 2023</p><p>Tratamento de manutenção</p><p>Tratamentos que aumentam sobrevida</p><p>Oxigenioterapia</p><p>Transplante pulmonar</p><p>Exacerbação</p><p>Indicativo de exacerbação bacteriana</p><p>DPOC e Asma 2</p><p>DPOC</p><p>Obstrução crônica e irreversível.</p><p> Enfisema pulmonar = destruição dos septos alveolares (diminui</p><p>consideravelmente a área de contato para hematose)</p><p>Sinais e sintomas</p><p>O paciente DPOCítico pode se apresentar de duas formas ou como um misto</p><p>entre essas duas formas.</p><p> Soprador róseo (enfisema pulmonar):</p><p>Pletora (vermelhidão)</p><p>Tórax em tonel (aumento do diâmetro AP</p><p>⚠ A baixa concentração de oxigênio por uma má hematose causa</p><p>hipóxia, que é compensada pelo organismo por uma hiperprodução</p><p>de eritropoetina. Isso faz com que o paciente tenha um excesso de</p><p>hemácias, causando a vermelhidão.</p><p> Inchado azul (bronquite crônica):</p><p>Edema de membros inferiores</p><p>Cianose</p><p>Graduação</p><p>ABCD da exacerbação</p><p>Asma</p><p>Sintomas</p><p>Exame físico</p><p>Diagnóstico</p><p>Espirometria</p><p>Avaliação de controle</p><p>Tratamento não farmacológico</p><p>Estadiamento e Tratamento Farmacológico</p><p>DPOC e Asma 3</p><p>⚠ A hipoxemia por má hematose pode provocar uma compensação por</p><p>constrição dos vasos sanguíneos do hilo pulmonar, como forma de</p><p>aumentar a pressão para perfusão sanguínea. Porém, isso gera uma</p><p>hipertensão pulmonar que pode causar insuficiência cardíaca direita,</p><p>pois o ventrículo direito inicialmente hipertrofia para vencer a pressão</p><p>pulmonar, mas cronicamente essas paredes cardíacas não suportam</p><p>mais a pressão e dilatam. Esse efeito gera sinais de insuficiência</p><p>cardíaca direita, como edema de membros inferiores, turgência</p><p>jugular, hepatomegalia, cianose de extremidades = essa conjuntura</p><p>chama-se de cor pulmonale</p><p>Exame físico</p><p>Murmúrios vesiculares diminuídos (hiperinsuflação)</p><p>Aumento dos espaços intercostais e coração em “gotaˮ (alongou-se por ter</p><p>mais espaço abaixo) no RX</p><p>Estadiamento</p><p>Classificação GOLD</p><p>GOLD Gravidade VEF1 % previsto)</p><p>1 Leve 80%</p><p>2 Moderada 50 79%</p><p>3 Grave 30 49%</p><p>4 Muito grave 30%</p><p>DPOC e Asma 4</p><p>Clasisificação de Dispneia mMRC</p><p>mMRC 0 Falta de ar a exercício intenso</p><p>mMRC 1 Falta de ar quando aperto o passo ou subo escadas ou subo ladeiras</p><p>mMRC 2 Preciso parar algumas vezes pra respirar quando ando normalmente</p><p>ou ando mais lento que pessoas da minha idade</p><p>mMRC 3 Preciso parar muitas vezes quando ando aproximadamente 100m ou</p><p>em poucos minutos de caminhada em terreno plano</p><p>mMRC 4 Sinto falta de ar ao ponto de não conseguir sair de casa ou me canso</p><p>ao me vestir, tomar banho ou pentear o cabelo</p><p>Estadiamento combinado DPOC 2023</p><p>Considera a clínica do paciente (através do mMRC e o histórico de</p><p>exacerbações por ano</p><p>Exacerbações/ano</p><p> 2 OU 1 COM</p><p>hospitalização</p><p>E E</p><p>0 ou 1 SEM</p><p>hospitalização</p><p>A B</p><p>mMRC 0 1 mMRC 2, 3 ou 4</p><p>DPOC e Asma 5</p><p>Tratamento de manutenção</p><p>A cessar tabagismo, vacinação (covid, pneumocócica, influenza, dtPa e</p><p>herpes zoster) e SABA</p><p>B cessar tabagismo, vacinação (covid, pneumocócica, influenza, dtPa e</p><p>herpes zoster), reabilitação pulmonar, LABA e LAMA</p><p>E cessar tabagismo, vacinação (covid, pneumocócica, influenza, dtPa e</p><p>herpes zoster), reabilitação pulmonar, LABA, LAMA e 3ª terapia:</p><p>+ corticoide inalatório = acima de 300 eosinófilos por microlitro</p><p>OU</p><p>+ azitromicina em dias alternados = exacerbação infecciosa</p><p>E/OU</p><p>+ roflumilaste = exacerbação frequente</p><p>Tratamentos que aumentam sobrevida</p><p>Cessar tabagismo</p><p>Reabilitação pulmonar</p><p>Cirurgia pneumorredutora (indicada para enfisema apical grave)</p><p>Ventilação não invasiva</p><p>Terapia tripla</p><p>Oxigenioterapia</p><p>DPOC e Asma 6</p><p>Oxigenioterapia</p><p>Indicada quando:</p><p>PaO2 55mmHg ou SO2 88% em repouso</p><p>OU</p><p>PaO2 entre 56 a 59 Policitemia Ht > 55% ou Cor pulmonale</p><p>⚠ O alvo de SO2 em um DPOCítico é estar entre 88% a 92%</p><p>Transplante pulmonar</p><p>Indicado quando:</p><p>BODE 7</p><p>VEF1 1520%</p><p>3 exacerbações/ano</p><p>hipertensão pulmonar</p><p>Exacerbação</p><p>Significa uma piora aguda da inflamação DPOCítica e maior aprisionamento</p><p>aéreo</p><p>Indicativo de exacerbação bacteriana</p><p>Piora na purulência do escarro</p><p>E</p><p>Aumento do volume do escarro</p><p>OU</p><p>Piora da dispneia</p><p>Graduação</p><p>Leve: resolvida com SABA</p><p>Moderada: resolvida com SABA ATB e/ou corticoide oral</p><p>Grave: SO2 88%, dispneia grave (uso de musculatura acessória)</p><p>DPOC e Asma 7</p><p>ABCD da exacerbação</p><p>A Antibiótico</p><p>Cefalosporina de 3ª geração OU quinolona respiratória</p><p>2 sintomas cardinais (sendo um deles escarro purulento)</p><p>está em VNI ou IOT</p><p>B Broncodilatador</p><p>adicionar SABA ou SAMA apenas para diminuir os sintomas, depois</p><p>suspende</p><p>C Corticoide sistêmico</p><p>(não tem impacto na sobrevida, apenas diminui o tempo de hospitalização)</p><p>D “Darˮ oxigênio (suporte ventilatório)</p><p>VNI, inicialmente</p><p>acidose metabólica</p><p>IOT</p><p>caso a VNI falhe</p><p>rebaixamento de consciência ou agitação psicomotora</p><p>instabilidade hemodinâmica</p><p>Asma</p><p>Sintomas</p><p>Tosse crônica</p><p>Dispneia</p><p>Sibilos</p><p>Dor torácica</p><p>Rinite alérgica e atopia</p><p>DPOC e Asma 8</p><p>OBS piora à noite + responde a alérgenos</p><p>Exame físico</p><p>Sibilos expiratórios</p><p>Diagnóstico</p><p>Espirometria</p><p>VEF1 70%</p><p>E</p><p>Prova Broncodilatadora positiva</p><p>aumento de mais que 200mL e 12% no VEF1 após a prova BD</p><p>Avaliação de controle</p><p>Tratamento não farmacológico</p><p>Adesão ao tratamento farmacológico</p><p>Controlar fatores ambientais (como alérgenos ou substâncias irritativas)</p><p>Vacinação (influenza, pneumocócica, dTpa e covid)</p><p>DPOC e Asma 9</p><p>Atividade física regular</p><p>Estadiamento e Tratamento Farmacológico</p><p>→ Estágio 1</p><p>0 ou 1 sintoma por mês, durante o dia</p><p>1ª linha CI (dose baixa) Formoterol SOB CRISE</p><p>2ª linha CI (dose baixa) Salbutamol SOB CRISE</p><p>→ Estágio 2</p><p>2 sintomas por mês ou mais (desde que não estejam contidos em mais de 2</p><p>dias contabilizados no mês inteiro)</p><p>1ª linha CI (dose baixa) Formoterol SOB CRISE</p><p>2ª linha CI (dose baixa) FIXO</p><p>e CI (dose baixa) Salbutamol SOB CRISE</p><p> Estágio 3</p><p>1 sintoma noturno por semana ou mais</p><p>1ª linha CI (dose baixa) Formoterol FIXO</p><p>e CI (dose baixa) Formoterol SOB CRISE</p><p>2ª linha CI (dose baixa) Formoterol FIXO</p><p>e CI (dose baixa) Salbutamol SOB CRISE</p><p> Estágio 4</p><p>Progressão do estágio 4</p><p>1ª linha CI (dose média) Formoterol FIXO</p><p>e CI (dose baixa) Formoterol SOB CRISE</p><p>2ª linha CI (dose média/alta) Formoterol FIXO</p><p>e CI (dose baixa) Salbutamol SOB CRISE</p><p>DPOC e Asma 10</p><p> Estágio 5</p><p>Progressão do estágio 5</p><p>1ª linha CI (dose alta) Formoterol LAMA Tiotrópio ou Glicopirrônio)</p><p>FIXO</p><p>*avaliar também imunoterapia</p><p>e CI (dose baixa) Formoterol SOB CRISE</p><p>2ª linha CI (dose alta) Formoterol LAMA Tiotrópio ou Glicopirrônio)</p><p>FIXO</p><p>e CI (dose baixa) Salbutamol SOB CRISE</p>