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<p>Profa. Luciana Loureiro</p><p>UNIDADE II</p><p>Farmácia Homeopática</p><p> É definido como “toda forma farmacêutica de dispensação ministrada segundo o princípio da</p><p>semelhança e/ou identidade, com finalidade curativa e/ou preventiva. É obtido pela técnica</p><p>de dinamização e utilizado para uso interno ou externo” (BRASIL, 2011, p.18).</p><p> A dinamização é “o processo de diluições seguidas de sucussões e/ou triturações sucessivas</p><p>do insumo ativo em insumo inerte adequado” (BRASIL, 2011, p.17).</p><p>Medicamento homeopático</p><p> São substâncias desprovidas de atividades farmacológicas ou terapêuticas, empregadas</p><p>como veículos ou excipientes na composição do produto final.</p><p>Funções:</p><p> Utilizados para realizar diluições do medicamento até a concentração desejada.</p><p> Solubilizar os insumos ativos adequadamente. Para as três primeiras dinamizações na</p><p>escala centesimal e para as seis primeiras na escala decimal, deve-se utilizar o mesmo</p><p>insumo inerte do ponto de partida.</p><p> Servir de veículo e facilitar a administração do medicamento.</p><p> Extrair princípios ativos das drogas na elaboração da tintura-mãe.</p><p>Veículos inertes</p><p> Água purificada;</p><p> Álcool;</p><p> Glicerina bidestilada;</p><p> Lactose;</p><p> Glóbulos Inertes;</p><p> Microglóbulos;</p><p> Comprimidos;</p><p> Tabletes.</p><p>Exemplos</p><p>Glóbulos inertes</p><p>Fonte:</p><p>https://bit.ly/3OyFTWz.</p><p>Acesso em: 15 jun. 2022.</p><p>Tabletes inertes</p><p>Fonte: https://bit.ly/3OyFTWz.</p><p>Acesso em: 15 jun. 2022.</p><p>Fonte: Adaptado de: http://respostatecnica.org.br/dossie-</p><p>tecnico/downloadsDT/NTQzNQ== acesso 10.08.22</p><p>Solução</p><p>Hidroalcoólica</p><p>Glóbulos</p><p>TabletesPapel (Pó)</p><p>Água</p><p>Destilada</p><p>Diferentes graduações alcóolicas e seus usos</p><p>Etanol Utilização</p><p>Etanol 5% (v/v) a 96% (v/v) Dispensação das preparações das formas farmacêuticas líquidas.</p><p>Etanol 20% (v/v) Dissolução das triturações homeopáticas nas potências 3 CH e 6 DH.</p><p>Etanol 30% (v/v) Alcoolatura mais comum na dispensação dos medicamentos homeopáticos na forma de gotas.</p><p>Etanol 77% (v/v) Dinamizações intermediárias e moldagem dos tabletes.</p><p>Etanol igual ou</p><p>superior a 77% (v/v)</p><p>Usado nas dinamizações que serão usadas para impregnação das</p><p>formas farmacêuticas sólidas, tais como lactose, glóbulos, tabletes e comprimidos.</p><p>Etanol 96% (v/v) Dinamizações intermediárias dos insumos ativos preparados na escala cinquenta milesimal.</p><p>Diferentes graduações etanólicas Preparação de TM e diluição das drogas solúveis.</p><p>Fonte: Adaptado de: Brasil (2011).</p><p> O medicamento será identificado pelo nome homeopático, seus sinônimos ou abreviatura,</p><p>seguido do grau de potência em algarismo arábico, sigla da escala de dinamização e do</p><p>método empregado.</p><p>Regras de nomenclatura</p><p>Exemplo: Arnica montana 30 CH glóbulos</p><p>Arnica montana 30 C H – glóbulos</p><p>Forma farmacêutica</p><p>Nome da substância Método de dinamização (método hahnemanniano)</p><p>Potência</p><p>Escala de dinamização (Centesimal)</p><p>Uso interno, via de administração oral (VO)</p><p>PRINCÍPIO ATIVO – Arnica montana 30 CH. Para identificar o medicamento é necessário</p><p>termos o nome da substância, seguida do grau de potência, escala de dinamização e método</p><p>utilizado.</p><p>Métodos: metodologia empregada no preparo das dinamizações</p><p> Hahnemanniano (H);</p><p> Fluxo contínuo (FC);</p><p> Korsakoviniano (K).</p><p>Escalas: grau de diluição entre insumo ativo e insumo inerte</p><p> Centesimal (C): preparada na proporção de 1/100;</p><p> Decimal (D): preparada na proporção de 1/10;</p><p> Cinquenta milesimal (LM): preparada na proporção de 1/50.000.</p><p>Métodos e escalas de dinamização</p><p> O medicamento homeopático, em suas diferentes</p><p>apresentações, está sujeito às determinações legais</p><p>quanto à rotulagem, definida pela RDC nº 67/2007 (Anvisa)</p><p>e Farmacopeia Homeopática Brasileira, 3. ed.</p><p>Rotulagem</p><p>Confira conosco o rótulo</p><p>do medicamento</p><p>A disposição dos dizeres</p><p>pode variar, mas o rótulo</p><p>deve sempre ser legível</p><p>e conter:</p><p>Nome do estabelecimento,</p><p>endereço, cidade e estado,</p><p>CNPJ</p><p>Farmacêutico Responsável,</p><p>com seu número do CRF</p><p>Nome do medicamento,</p><p>potência, método e escala</p><p>Forma farmacêutica,</p><p>veículo, peso ou volume</p><p>Data de manipulação</p><p>e validade</p><p>Via de administração</p><p>(uso interno ou externo)</p><p>Farmacopeia Homeopática</p><p>Brasileira</p><p>Farmacêutico na farmácia é garantia</p><p>de qualidade do seu medicamento</p><p>Fonte: Adaptado de:</p><p>https://farmaciaunisa2008.files.wordpress.co</p><p>m/2011/08/aula-3-ma-medicamento-</p><p>homeopc3a1tico.pdf acesso em 10.08.22</p><p>Os medicamentos homeopáticos provêm de substâncias originárias:</p><p> dos reinos vegetal, mineral e animal;</p><p> produtos de origem química ou farmacêutica;</p><p> substâncias e materiais biológicos, patológicos ou não;</p><p> preparados desenvolvidos por Hahnemann.</p><p>Origem do medicamento homeopático</p><p> Podem ser usados na forma inteira, partes, pela extração ou transformação.</p><p>Exemplos:</p><p> Plantas inteiras: Belladonna, Pulsatilla nigricans;</p><p> Suas partes: Allium cepa, Colchicum (bulbo); Ipecacuanha, Paeonia officinalis (raiz);</p><p>Nux vomica (semente); Calendula officinalis (flor);</p><p> Produtos extrativos: Terebenthina (resina);</p><p> Produtos patológicos: Ustilago maydis (fungo do milho).</p><p>Reino vegetal</p><p>Fonte:</p><p>https://http2.mlstatic.com/D_NQ_NP_772</p><p>036-MLB29752699011_032019-O.jpg</p><p>Fonte:</p><p>https://cdn.slidesharecdn.com/ss_thumbnails/pulsatillavul</p><p>garisss-151213084120-thumbnail-4.jpg?cb=1449996171</p><p>Fonte: https://encrypted-</p><p>tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:A</p><p>Nd9GcRFRJ3bIzrWMi3tSwZO0p</p><p>XDesyrioODsBgoIw&usqp=CAU</p><p>Fonte:</p><p>https://c8.alamy.com/compes/f0dwhh/brechnuss-</p><p>strychnos-nux-vomica-heilpflanzen-f0dwhh.jpg</p><p> Os animais podem ser utilizados inteiros, em partes, em seus produtos extrativos ou de</p><p>transformação (sarcódios) ou seus produtos patológicos (nosódios).</p><p>Exemplos:</p><p> Animais inteiros: Apis mellifica (abelha europeia), Formica rufa (formiga ruiva).</p><p> Suas partes: Thyroidinum (glândula tireoide), Carbo animalis (couro de boi carbonizado).</p><p>Reino animal</p><p>Fonte: https://i0.wp.com/homeopatias.com/wp-</p><p>content/uploads/2017/10/274e17be85256404da8</p><p>5f6501abde6786103b56d.jpg?ssl</p><p>Fonte:</p><p>https://www.antwiki.org/wiki/images/thumb/7/75/For</p><p>mica_rufa%2C_Michal_Kukla_%285%29.JPG/450p</p><p>x-Formica_rufa%2C_Michal_Kukla_%285%29.JPG</p><p>Fonte:</p><p>https://i.pinimg.com/originals/</p><p>be/08/f1/be08f16df966157b4</p><p>0f75ab96803cb67.jpg</p><p> Além dos minerais obtidos em seu estado natural, temos os produtos extraídos, purificados</p><p>e produzidos pelos laboratórios químico-farmacêuticos, bem como os preparados obtidos</p><p>segundo fórmulas originais de Hahnemann.</p><p>Exemplos:</p><p> Simples: Aurum metallicum, Chlorum, Bromum;</p><p> Compostas: Natrium chloratum, Acidum phosphoricum</p><p>e Kalium bichromicum.</p><p>Reino mineral</p><p>Fonte:</p><p>https://homeopatias.com/wp-</p><p>content/uploads/2017/10/de07</p><p>f11d939d32b5bfb5802c101cfc</p><p>ad31766c7c-1024x585.jpg</p><p>Fonte:_https://media.istockphoto.c</p><p>om/vectors/chlorum-mineral-blue-</p><p>icon-vector-3d-drop-pill-capsule-</p><p>vector-id596796254</p><p>Fonte: https://encrypted-</p><p>tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:A</p><p>Nd9GcQ7gLhgrE8eGYhyLB5U8d</p><p>AKDu8WNTtceAixmA&usqp=CAU</p><p>Fonte:</p><p>https://st2.depositphotos.com/1009329/8862</p><p>/i/450/depositphotos_88628820-stock-</p><p>photo-muriate-of-potash-fertilizer.jpg</p><p>Segundo a FHB 3. ed. (2011), a identificação do medicamento homeopático será feita através do</p><p>nome homeopático, seus sinônimos ou abreviatura, seguido do grau de potência em algarismo</p><p>arábico, sigla da escala e método empregado. Assinale a alternativa que apresenta uma</p><p>identificação correta segundo tais orientações.</p><p>a) Sulphur 6HD.</p><p>b) Calendula officinalis 30CFC.</p><p>c) China officinalis 200KFC.</p><p>d) Magnesium carbonicum X CH.</p><p>e) Ovarinum 30CH.</p><p>Interatividade</p><p>Segundo a FHB 3. ed. (2011), a identificação do medicamento homeopático será feita através do</p><p>nome homeopático, seus sinônimos ou abreviatura, seguido do grau de potência em algarismo</p><p>arábico, sigla da escala e método empregado. Assinale a alternativa que apresenta</p><p>uma</p><p>identificação correta segundo tais orientações.</p><p>a) Sulphur 6HD.</p><p>b) Calendula officinalis 30CFC.</p><p>c) China officinalis 200KFC.</p><p>d) Magnesium carbonicum X CH.</p><p>e) Ovarinum 30CH.</p><p>Resposta</p><p> Tintura-mãe (TM ou Ө) é uma forma farmacêutica básica que constitui o ponto de partida</p><p>para a manipulação das formas farmacêuticas derivadas.</p><p> É o resultado da ação extrativa e/ou dissolvente, por contato íntimo e prolongado, de um</p><p>insumo inerte hidroalcoólico ou hidroglicerinado sobre determinada droga vegetal ou animal,</p><p>por meio dos processos de maceração ou percolação.</p><p> O método de maceração consiste em deixar a droga vegetal ou animal em contato com os</p><p>veículos extratos por algum tempo através da agitação diária para facilitar a difusão do</p><p>líquido pelas partículas. Já no método de percolação o líquido é deslocado de cima para</p><p>baixo até que todos os fármacos solúveis devido ao peso sejam esgotados.</p><p>Farmacotécnica – Preparações básicas</p><p> Para uniformização da preparação da TM, após a limpeza do vegetal, deve-se calcular o teor</p><p>do resíduo sólido (r.sol.). Este procedimento é necessário para verificar quanto da parte seca</p><p>tem a planta, uma vez que a quantidade de TM a ser obtida deverá corresponder a dez</p><p>vezes o percentual do r.sol. encontrado; portanto, a relação droga/insumo inerte é de</p><p>1:10 (p/v), ou seja, 10%.</p><p> Para plantas com resinas, substâncias voláteis, óleos essenciais - a temperatura da estufa</p><p>não deve exceder os 50ºC.</p><p>Resíduo sólido</p><p> O insumo inerte utilizado como veículo extrato é uma mistura hidroalcóolica cujo teor irá</p><p>depender do r.sol., salvo indicação especial na monografia do vegetal.</p><p> Veículos inertes são usados no preparo de tintura-mãe a partir de vegetal fresco.</p><p>Tintura-mãe – Veículo inerte</p><p>Resíduo sólido Teor hidroalcoólico</p><p>Até 29% (plantas com alto teor de água).</p><p>Se r.sol. for inferior a 20%, deve-se</p><p>considerá-lo igual a 20%.</p><p>Usar álcool 90% (p/p).</p><p>De 30% a 39% (plantas com</p><p>médio teor de água).</p><p>Usar álcool 80% (p/p).</p><p>Igual ou acima de 40% (plantas com</p><p>baixo teor de água).</p><p>Usar álcool 70% (p/p).</p><p> Parte empregada: vegetal inteiro, parte ou secreção.</p><p> Líquido extratos: etanol em diferentes graduações.</p><p> Método de extração: maceração ou percolação.</p><p> Relação resíduo sólido/volume final da TM: 1:10 (p/v) (10%).</p><p>Vegetal fresco ou dessecado</p><p> Droga: animal vivo, recém sacrificado ou dessecado.</p><p> Parte empregada: animal inteiro, parte ou secreção.</p><p> Líquido extrator: etanol (65% a 70%), mistura de etanol, água e glicerina.</p><p> Relação droga/líquido extratos: 1/20 (p/v) (5%).</p><p> Processo: maceração.</p><p>Preparação de TM de origem animal</p><p>1000 g de vegetal fresco – rs = 20%</p><p>a) Calcular o rs de 1000 g do vegetal => 1000 g – 100%</p><p>x – 20% => x = 200 g</p><p>b) Calcular a quantidade de água contida na planta: 1000 g – 200 g = 800 g água (ml)</p><p>c) Calcular a quantidade de TM a ser obtida: (volume final = 10x rs) => 200 g x 10 = 2000 ml</p><p>d) Calcular o volume de etanol: subtrai-se a quantidade de água contida no fármaco da</p><p>quantidade de TM => 2000 ml – 800 ml = 1200 ml de insumo inerte</p><p>Etanol 90% – rs = 20%)</p><p>e) Calcular o volume de etanol absoluto a ser usado e o volume de água a ser acrescentado:</p><p>100 ml etanol 90% – 90 ml etanol absoluto</p><p>1200 ml etanol 90% – x => x = 1080 ml etanol absoluto</p><p>f) Calcular o teor alcoólico da TM:</p><p>2000 ml TM – 100%</p><p>1080 ml etanol – x => x = 54%</p><p>Cálculo da TM</p><p>Analise os itens a seguir sobre o preparo da forma farmacêutica básica:</p><p>I. Processo de preparação que consiste em deixar o vegetal fresco devidamente dividido,</p><p>por 15 dias, em contato com o líquido extrator, agitando o recipiente diariamente.</p><p>II. Processo que consiste em colocar a droga vegetal dessecada, finamente dividida e</p><p>tamisada, em recipiente adequado, umedecendo-a e deixando-a em contato com o líquido</p><p>extrator por 4 horas. Regular o aparelho à velocidade de 7 gotas por minuto para cada</p><p>100 g da droga.</p><p>As definições I e II correspondem respectivamente aos métodos de:</p><p>a) Percolação e maceração.</p><p>b) Maceração e infusão.</p><p>c) Percolação e decocção.</p><p>d) Maceração e percolação.</p><p>e) Expressão e percolação.</p><p>Interatividade</p><p>Analise os itens a seguir sobre o preparo da forma farmacêutica básica:</p><p>I. Processo de preparação que consiste em deixar o vegetal fresco devidamente dividido,</p><p>por 15 dias, em contato com o líquido extrator, agitando o recipiente diariamente.</p><p>II. Processo que consiste em colocar a droga vegetal dessecada, finamente dividida e</p><p>tamisada, em recipiente adequado, umedecendo-a e deixando-a em contato com o líquido</p><p>extrator por 4 horas. Regular o aparelho à velocidade de 7 gotas por minuto para cada</p><p>100 g da droga.</p><p>As definições I e II correspondem respectivamente aos métodos de:</p><p>a) Percolação e maceração.</p><p>b) Maceração e infusão.</p><p>c) Percolação e decocção.</p><p>d) Maceração e percolação.</p><p>e) Expressão e percolação.</p><p>Resposta</p><p>Segundo Hahnemann (1996):</p><p> O método homeopático desenvolve para seus fins específicos as virtudes dinâmicas das</p><p>substâncias cruas a um grau nunca esperado antes. Este método lhes dá a todos uma ação</p><p>profunda, eficaz e benéfica, mesmo aquelas que em estado bruto não davam sinal da menor</p><p>atividade medicinal sobre o corpo humano. Esta modificação notável nas qualidades das</p><p>substâncias naturais desencadeia o latente poder dinâmico, e isto se realiza por ação</p><p>mecânica sobre suas menores partículas, triturando-se e sacudindo depois de acrescentar</p><p>uma substância inerte em pó ou líquida. Este processo se chama dinamizar ou potencializar</p><p>(desencadear o poder medicinal) e seus produtos são dinamizações ou potências em</p><p>diferentes graus. (p. 269).</p><p>Preparações derivadas ou dinamizadas</p><p>Dinamização = diluição + energização</p><p> Substâncias solúveis => dinamização = diluição + sucussão</p><p> Substâncias insolúveis => dinamização = diluição + trituração</p><p>Dinamização</p><p>Sucussão manual</p><p>Fonte: Laboratório Arenales</p><p>(2007 apud DUTRA, 2011, p. 4).Dinamizador (braço mecânico)</p><p>Fonte: https://bit.ly/3MTGxfO.</p><p>Acesso em: 15 jun. 2022.</p><p>Características:</p><p> Utilização de frascos múltiplos;</p><p> Número de sucussões: 100 vezes;</p><p> Volume do frasco: 2/3 do volume ocupado;</p><p> Processo: manual ou mecânico;</p><p> Ponto de partida: TM, substância, venenos,</p><p>e dinamizações anteriores.</p><p>Método Hahnemanniano</p><p>1 parte</p><p>Dinamização</p><p>1 parte em volume</p><p>Substância</p><p>básica</p><p>99 partes</p><p>de solvente</p><p>1/100</p><p>1CH 99 partes</p><p>álcool 70%</p><p>2CH</p><p>1 parte em volume 1 parte em volume</p><p>99 partes</p><p>álcool 70%</p><p>99 partes</p><p>álcool 70%</p><p>28CH 29CH 30CH</p><p>Esquema das</p><p>dinamizações</p><p>hahnemannianas</p><p>Fonte: Adaptado de:</p><p>Dutra (2011, p. 6).</p><p> Substâncias insolúveis / Trituração</p><p>Método Hahnemanniano</p><p>1) Divida a quantidade total</p><p>de lactose a ser utilizada</p><p>em 3 partes iguais</p><p>2) Coloque a 1ª terça</p><p>parte da lactose para</p><p>tapar os poros do gral</p><p>9) Coloque a 2ª terça</p><p>parte da lactose</p><p>11) Coloque a 3ª terça</p><p>parte da lactose</p><p>3) Colocar 1 parte</p><p>do insumo ativo</p><p>99 partes de lactose</p><p>(para escala centesimal)</p><p>ou</p><p>9 partes de lactose</p><p>(para escala decimal)</p><p>4) Homogeneizar com espátula</p><p>5) Triturar por 6 minutos</p><p>6) Raspar com espátula o triturado</p><p>e homogeneizar por 4 minutos</p><p>7) Triturar por mais 6 minutos</p><p>8) Raspar o triturado por 4 minutos</p><p>10) Repetir os procedimentos 5, 6, 7 e 8</p><p>12) Repetir os procedimentos 5, 6, 7 e 8</p><p>Preparação de escalas centesimal e decimal de drogas insolúveis</p><p>Fonte: Dutra (2011, p. 7).</p><p>Na obtenção pelo método de dinamização Hahnemanniano, Allium cepa 1DH, a partir de Allium</p><p>cepa TM, cujo teor alcoólico da TM é 70%, assinale a alternativa correta:</p><p>a) Utilizamos como veículo inerte o etanol 96%.</p><p>b) Procedemos a diluição na proporção de 1 parte da TM e 99 partes do veículo inerte.</p><p>c) Para a obtenção de 20 mL de Allium cepa 1DH, podemos utilizar um frasco de 20 mL</p><p>para a sucussão.</p><p>d) Para a obtenção de 20 mL de Allium cepa 1D, podemos utilizar um frasco de 30 mL</p><p>para a sucussão.</p><p>e) Segundo a FHB 3ª ed. devem ser executadas 10 sucussões nesta passagem.</p><p>Interatividade</p><p>Na obtenção pelo método de dinamização Hahnemanniano, Allium cepa 1DH, a partir de Allium</p><p>cepa TM, cujo teor alcoólico da TM é 70%, assinale a alternativa correta:</p><p>a) Utilizamos como veículo inerte o etanol 96%.</p><p>b) Procedemos a diluição na proporção de 1 parte da TM e 99 partes do veículo inerte.</p><p>c) Para a obtenção de 20 mL de Allium cepa 1DH, podemos utilizar um frasco de 20 mL</p><p>para a sucussão.</p><p>d) Para a obtenção de 20 mL de Allium cepa 1D, podemos utilizar um frasco de 30 mL</p><p>para a sucussão.</p><p>e) Segundo a FHB 3ª ed. devem ser executadas 10 sucussões nesta passagem.</p><p>Resposta</p><p> Ponto de partida: 30CH</p><p>Método de fluxo contínuo (FC)</p><p>Insumo inerte Água purificada.</p><p>Número de frascos Câmara de dinamização única.</p><p>Controle da vazão</p><p>Fluxo contínuo e constante que garanta</p><p>a obtenção da preparação.</p><p>Volume</p><p>O líquido a ser dinamizado deverá ocupar 2/3 da</p><p>capacidade do frasco utilizado na preparação.</p><p>Escala Não definida.</p><p>Número de sucussões 100 sucussões correspondem a 100 rotações.</p><p>Processo</p><p>Diluição e turbilhonamento.</p><p>Mecânico.</p><p>Aparelho de fluxo contínuo Valéria</p><p>Fonte: Adaptado de: Romanach</p><p>apud Dutra (2011).</p><p>Fonte: Adaptado de: Brasil (2011).</p><p>Funil</p><p>Tampa</p><p>Suporte do funil</p><p>Haste</p><p>Torneira</p><p>do funil</p><p>Pinça da Hélice</p><p>Hélice</p><p>Motor</p><p>Tubo</p><p>Torneira</p><p>de controle</p><p>Giglê</p><p>Base</p><p>RedomaCâmara de Dinamização</p><p>(1)</p><p>(2)</p><p>(14)</p><p>(3)</p><p>(10)</p><p>(4)</p><p>(5)</p><p>(6)</p><p>(9)</p><p>(11)</p><p>(7)</p><p>(8)</p><p>(13)(12)</p><p> Tempo e volume necessários para preparar as potências FC. Volume útil da câmara de</p><p>dinamização: 2 mL; velocidade do motor: 3.600 rpm; fluxo: 72 mL/min.</p><p>Tabela do FC - Exemplo</p><p>Ponto de partida (CH) Potência final (FC) Tempo de preparo Volume (mL)</p><p>30 200 4 min 40 s 336</p><p>30 1 M 26 min 53 s 1.935</p><p>30 10 M 4 h 36 min 47 s 19.928</p><p>30 100 M 46 h 36 min 47 s 199.856</p><p>Fonte: adaptado de: Manual de instruções – Dinamizadores. Campinas: Autic, [s.d.].</p><p>Disponível em: www.autic.com.br/prod/homeop.htm. Acesso em: 18 ago. 2022.</p><p> Também conhecido como Frasco Único é um processo de manipulação de medicamentos</p><p>em farmácias homeopáticas que, no Brasil, é utilizado para preparações a partir da diluição</p><p>de 30CH em etanol 77% (v/v) (BRASIL, 2011).</p><p>Método Korsakoviniano</p><p>Insumo inerte</p><p>Etanol 77% (v/v) nas preparações</p><p>intermediárias.</p><p>Número de frascos Frasco único.</p><p>Volume</p><p>O líquido a ser dinamizado deverá</p><p>ocupar 1/2 a 2/3 da capacidade do</p><p>frasco utilizado na preparação.</p><p>Número de sucussões 100</p><p>Processo</p><p>Diluição e sucussão.</p><p>Manual ou mecânico.</p><p>Fonte: Adaptado de: Brasil (2011).</p><p>Segundo a Farmacopeia Homeopática Brasileira (BRASIL, 2011) para o preparo de</p><p>medicamento homeopático pelo Método Korsakoviano deve-se:</p><p> Colocar em um frasco quantidade suficiente da matriz na potência 30CH de modo que ocupe</p><p>de 1/2 a 2/3 de sua respectiva capacidade. Emborcar o frasco, deixando o líquido escorrer</p><p>livremente por cinco segundos. Adicionar o insumo inerte na quantidade previamente</p><p>estabelecida e sucussionar por 100 vezes. A resultante desta sequência de operações</p><p>corresponde à 31K. Repetir este procedimento para obter as dinamizações subsequentes.</p><p>Korsakoviniano</p><p>Korsakov</p><p>Preparo de medicamento utilizando o Método</p><p>K conforme a FHB 3. ed.</p><p>Fonte: Adaptado de: Dutra (2011).</p><p>5 SEGUNDOS</p><p>INSUMO</p><p>INERTE</p><p>INSUMO</p><p>INERTE</p><p>INSUMO</p><p>INERTE</p><p>INSUMO</p><p>INERTE</p><p>dinamização</p><p>5 SEGUNDOS</p><p>5 SEGUNDOS 5 SEGUNDOS</p><p>dinamização</p><p>30CH 31K 32Kvazio vazio</p><p>vazio vazio32K 33K 34K</p><p> Escala centesimal (C) – 1 parte do princípio ativo: 99 partes do veículo inerte;</p><p> Escala decimal (D) – 1 parte do princípio ativo: 9 partes do veículo inerte;</p><p> Escala cinquenta milesimal (LM) – 1:50.000.</p><p>Escalas de dinamização</p><p>Cinquenta milesimal</p><p>Esquema de preparação</p><p>pela escala cinquenta</p><p>milesimal</p><p>Fonte: Adaptado de:</p><p>Dutra (2011).</p><p>1 grão</p><p>(0,063g)</p><p>6,3g</p><p>lactose</p><p>6,3g</p><p>lactose</p><p>6,3g</p><p>lactose</p><p>1/100</p><p>10-2</p><p>1/10.000</p><p>10-4</p><p>1/1.000.000</p><p>10-6</p><p>500 gotas de</p><p>solução de</p><p>1 de álcool</p><p>4 de água</p><p>ESQUEMA DE PREPARAÇÃO</p><p>ESQUEMA DE PREPARAÇÃO</p><p>500 gotas de</p><p>solução de</p><p>1 de álcool</p><p>4 de água</p><p>100 gotas</p><p>álcool 96º GL</p><p>100 sucussões</p><p>100 gotas</p><p>álcool 96º GL</p><p>100 sucussões</p><p>LM1 LM2</p><p>2/3 2/3</p><p> 1 microglóbulo 1 LM + 1 gota água purificada + 100 gotas álcool 96% ↑↓ sol.B1</p><p> 1 gota sol.B1 + 500 microglóbulos => secagem > 2 LM</p><p>preparação da 3 LM:</p><p> 1 microglóbulo 2 LM + 1 gota água purificada + 100 gotas álcool 96% ↑↓ sol.B2</p><p> 1 gota sol.B2 + 500 microglóbulos => secagem > 3 LM</p><p>Preparação LM2</p><p>Dispensação</p><p>Formas farmacêuticas Apresentação</p><p>Líquidas</p><p>Gotas (um princípio ativo)</p><p>Gotas (mais de um princípio ativo)</p><p>Dose única líquida</p><p>Poção (dose única ou doses repetidas)</p><p>Formas farmacêuticas Apresentação</p><p>Sólidas</p><p>Glóbulos</p><p>Comprimidos</p><p>Tabletes</p><p>Pós</p><p>Dose única</p><p>Formulações (mais de um princípio ativo)</p><p>Dispensação</p><p>Método de preparação que permite alcançar dinamizações bastante elevadas, preconizado</p><p>principalmente por James Kent, nome importante na divulgação e aprimoramento da</p><p>Homeopatia nos Estados Unidos no século XIX e princípio do século XX. Assinale a alternativa</p><p>correspondente ao método de dinamização descrito.</p><p>a) Hahnemanniano.</p><p>b) Korsakoviniano.</p><p>c) Cinquenta-milesimal.</p><p>d) Centesimal.</p><p>e) Fluxo contínuo.</p><p>Interatividade</p><p>Método de preparação que permite alcançar dinamizações bastante elevadas, preconizado</p><p>principalmente por James Kent, nome importante na divulgação e aprimoramento da</p><p>Homeopatia nos Estados Unidos no século XIX e princípio do século XX. Assinale a alternativa</p><p>correspondente ao método de dinamização descrito.</p><p>a) Hahnemanniano.</p><p>b) Korsakoviniano.</p><p>c) Cinquenta-milesimal.</p><p>d) Centesimal.</p><p>e) Fluxo contínuo.</p><p>Resposta</p><p> BRASIL. Farmacopeia Brasileira. 3. ed. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília:</p><p>Anvisa, 2011. Disponível em: https://www.gov.br/anvisa/pt-</p><p>br/assuntos/farmacopeia/farmacopeia-homeopatica/arquivos/8048json-file-1. Acesso em:</p><p>17 ago. 2022.</p><p> DUTRA, V. C. Farmacotécnica homeopática. Rio de Janeiro: Redetec, 2011. Disponível em:</p><p>https://pt.slideshare.net/nechapeco/dossie-farmacotcnica-homeopática. Acesso em: 17 ago.</p><p>2022.</p><p> HAHNEMANN, S. Organon da arte de curar. 6. ed. São Paulo: Robe Editora, 1996.</p><p>Referências</p><p>ATÉ A PRÓXIMA!</p>