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<p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE</p><p>VIÇOSA</p><p>DEPARTAMENTO DE</p><p>VETERINÁRIA</p><p>ISAQUE PADRE DA SILVA</p><p>EURYTREMA E PARAMPHISTOMUN</p><p>Viçosa - MG</p><p>2024</p><p>Paramphistomun</p><p>Introdução</p><p>É um verme parasita do gênero trematódeos, da família Paramphistomidae,</p><p>possui importância parasitológica devido ao impacto na saúde de ruminantes</p><p>(bovinos, ovinos e caprinos), afetando rúmen e retículo deles. Também popularmente</p><p>conhecidos como trematódeos do rúmen ou vermes em forma de ventosa, são</p><p>responsáveis por infecções que podem causar perdas econômicas significativas na</p><p>pecuária. As infecções por Paramphistomum afetam a digestão e a absorção de</p><p>nutrientes, levando a sintomas que vão de leves a graves, dependendo da intensidade</p><p>da infecção. Em casos graves, especialmente em animais jovens, a infecção pode ser</p><p>fatal, chegando até 90% de mortalidade.</p><p>Ciclo de vida</p><p>Ovos excretados nas fezes são subdesenvolvidos. Em ambiente aquático, os</p><p>miracídios se desenvolvem e eclodem para penetrar em lesmas ou moluscos</p><p>aquáticas (hospedeiros intermediários), nas quais se transformam em cercária, após</p><p>os estágios de esporocisto e de rédia.</p><p>O desenvolvimento na lesma, o hospedeiro intermediário, é semelhante àquele</p><p>de Fascíola e em condições favoráveis (26 a 30°C) pode se completar em 4 semanas.</p><p>As cercárias encistam (metacercárias) na vegetação de riachos, de lagoas ou de suas</p><p>margens, indo para o talo do capim se fixam. Os hospedeiros definitivos os ingerem</p><p>enquanto pastam. No tubo digestivo, as metacercárias passam a ser formas jovens,</p><p>que penetram na mucosa intestinal e migram no duodeno por 6 semanas.</p><p>Após a ingestão por um hospedeiro definitivo (ruminantes), a metacercária</p><p>deixa o cisto, no duodeno, onde as fascíolas jovens aderem e se alimentam por cerca</p><p>de 6 semanas, antes de migrarem em direção aos pré-estômagos, onde</p><p>amadurecem. O período prépatente varia de 7 a 10 semanas.</p><p>Fonte: Fig.9. Ciclo de vida de Fasciola hepatica. Os ovos são eliminados com a bile,</p><p>subsequentemente nas fezes e eclodem produzindo um miracídio que sobrevive apenas em</p><p>ambientes úmidos. O miracídio penetra ativamente no hospedeiro intermediário (caramujo do</p><p>gênero Lymnaea). Dentro do caramujo cada miracídio se desenvolve em um esporocisto. Cada</p><p>esporocisto dá origem a 5-8 rédias que, por sua vez, dão origem a rédias filhas e cercárias.</p><p>Cercárias abandonam o caramujo e se encistam nas lâminas de vegetais, logo abaixo do nível</p><p>da água, tornando-se metacercárias. O hospedeiro final (ruminante) ingere as metacercárias</p><p>junto com as plantas. Pessoas e outros mamíferos domésticos e silvestres podem também se</p><p>infectar. As metacercárias ingeridas desfazem o cisto no duodeno do hospedeiro definitivo e</p><p>penetram na parede intestinal migram através do celoma e penetram na cápsula do fígado e</p><p>migram pelo parênquima hepático até atingir os ductos hepáticos.</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_</p><p>slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-</p><p>lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>Ovos de trematódeos são grandes, ovais e apresentam um opérculo em uma</p><p>extremidade. Ovos de fascíolas hepáticas (Fascíola) têm coloração castanha e pode</p><p>ser necessário diferenciá-los de ovos de trematódeos ruminais (Paramphistomum,</p><p>Cotylophoron etc.), cujos ovos têm coloração muito mais clara.</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>Fonte: Figura 4.3 Ovos de helmintos de ruminantes. (Esta figura encontra-se</p><p>reproduzida em cores no Encarte.) Livro Parasitologia Veterinária Autor: M.A.</p><p>Taylor, R.L. Coop, R.L. Wall. Edição: 4. Editora: Guanabara Koogan</p><p>Parasitos de formato piriforme, com acetábulo terminal ou subterminal e</p><p>testículos no mesmo campo (dispostos verticalmente). Os adultos são pequenos,</p><p>cônicos (em formato de pera), semelhantes a uma larva de mosca, com cerca de 1,0</p><p>cm de comprimento e 3 a 5 mm de largura; quando vivos, sua cor é vermelho-claro.</p><p>Diferentemente de outras fascíolas, a grande ventosa ventral situa-se na extremidade</p><p>posterior do corpo; é bem desenvolvida.</p><p>Fonte: Exemplar de Paramphistomatidae com detalhe da ventosa terminal.</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-</p><p>f71a15c77798/content</p><p>Patogenia</p><p>Fase Imatura: Esta fase, quando as metacercárias migram do intestino para o</p><p>rúmen, é a mais patogênica. A migração causa enterite, que se manifesta como</p><p>diarreia aquosa e fétida, anorexia, desidratação e perda de peso, além de hemorragia.</p><p>Esta fase é particularmente perigosa em animais jovens.</p><p>Fase Adulta: Os vermes adultos são menos patogênicos e geralmente causam</p><p>poucos danos ao hospedeiro. Os endoparasitas adultos nos pré-estômagos são, em</p><p>geral, bem tolerados, mesmo quando muitos milhares estão presentes e se</p><p>alimentando na parede do rúmen ou do retículo. No entanto, em infecções pesadas,</p><p>eles podem interferir na digestão e absorção de nutrientes, resultando em menor</p><p>ganho de peso e produção, o que pode resultar no subdesenvolvimento.</p><p>Epidemiologia</p><p>A distribuição de Paramphistomum é global, com maior prevalência em regiões</p><p>tropicais e subtropicais (Ásia, África e América do Sul), onde as condições são</p><p>favoráveis ao desenvolvimento dos caracóis hospedeiros intermediários. A</p><p>transmissão é altamente dependente de fatores ambientais, como temperatura e</p><p>disponibilidade de água.</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-f71a15c77798/content</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-f71a15c77798/content</p><p>A paranfistomose depende, para a sua endemicidade contínua, de massas de</p><p>água permanentes, tais como lagos e reservatórios de água, dos quais os caramujos</p><p>se dispersam para áreas previamente secas quando ocorrem enchentes durante</p><p>períodos de chuva intensa. Os ovos dos paranfístomos eliminados por animais que</p><p>pastam nessas áreas eclodem e infectam os caramujos. A produção subsequente de</p><p>cercárias, com frequência, coincide com a diminuição dos níveis de água, tornando-</p><p>as acessíveis aos ruminantes que estão pastando. Em outras áreas, a situação é</p><p>complicada pela habilidade dos caramujos em entrarem em um estado de hibernação</p><p>em pastos secos e serem reativados quando há o retorno das chuvas.</p><p>Uma boa imunidade se desenvolve em bovinos, e surtos, em geral, são</p><p>confinados a animais jovens. Entretanto, adultos continuam a albergar baixas cargas</p><p>de endoparasitas adultos e são reservatórios importantes para a infecção dos</p><p>caramujos. Em contrapartida, ovinos e caprinos são relativamente suscetíveis por</p><p>toda a sua vida.</p><p>Referências</p><p>• https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_obser</p><p>ved_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b</p><p>8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-</p><p>consumption.pdf</p><p>• Livro Parasitologia Veterinária Autor: M.A. Taylor, R.L. Coop, R.L. Wall.</p><p>Edição: 4. Editora: Guanabara Koogan</p><p>• https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_obser</p><p>ved_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b</p><p>8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-</p><p>consumption.pdf</p><p>• https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-</p><p>a9cd-f71a15c77798/content</p><p>Eurytrema</p><p>Estes trematódeos são do filo Plathyhelminthes, classe Trematoda, subclasse</p><p>Digenea, família Dicrocoeliidae, conhecido por infectar o pâncreas de ruminantes,</p><p>especialmente bovinos, ovinos e caprinos. A espécie mais estudada deste gênero é</p><p>Eurytrema pancreaticum.</p><p>Eles são pequenas fascíolas que se assemelham a lancetas, encontrados nos</p><p>ductos biliares e pancreáticos de vertebrados. Os ovos excretados nas fezes contêm</p><p>miracídios; durante o desenvolvimento na lesma não há estágio de rédia e pode haver</p><p>o envolvimento de dois ou três hospedeiros intermediários no ciclo evolutivo, podendo</p><p>esses serem gafanhotos e moluscos.</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-f71a15c77798/content</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-f71a15c77798/content</p><p>Fonte: Figura 46. Exemplar de Eurytrema pancreaticum,</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-</p><p>f71a15c77798/content</p><p>Ciclo de Vida</p><p>Os ovos saem nas fezes do hospedeiro definitivo. Os moluscos ingerem os</p><p>ovos, que liberam o miracídio no seu intestino. Na cavidade celomática, formam-se</p><p>esporocistos e posteriormente as cercárias, que saem do molusco e se aderem ao</p><p>talo do capim, que é consumido pelo gafanhoto. As cercárias, que são liberadas na</p><p>forragem, cerca de 5 meses após o início da infecção, atravessam o tubo digestivo e</p><p>tornam-se metacercárias, em cerca de 3 semanas, na cavidade celomática do</p><p>gafanhoto, que é ingerido acidentalmente pelo hospedeiro definitivo enquanto este</p><p>pasta. As metacercárias que se encistam no duodeno, saem do intestino e se instalam</p><p>nos ductos pancreáticos, onde os parasitos se tornam adultos. O período pré-patente</p><p>é de 9 semanas, em bovinos, o período pré-patente varia de 3 a 4 meses.</p><p>Fonte: Fig.23. Eurytrema spp. necessitam dois hospedeiros intermediários para completar seu</p><p>ciclo. No Brasil eles são o caramujo (Bradybaena similaris) e os gafanhotos do gênero</p><p>Conocephalus. Os ovos são eliminados nas fezes e ingeridos pelo primeiro hospedeiro</p><p>intermediário (B. similaris) onde duas gerações de esporocistos são formadas. Cerca de cinco</p><p>meses após a infecção, a segunda geração de esporocistos produz cercárias que são liberadas</p><p>na pastagem apenas algumas horas antes do amanhecer. As cercárias são então ingeridas pelo</p><p>segundo hospedeiro intermediário (Conocephalus sp.). O bovino se infecta pela ingestão</p><p>acidental de gafanhotos contaminados. As metacercárias se encistam no duodeno, migram</p><p>para o pâncreas via ductos pancreáticos acessórios e se distribuem pelos ductos pancreáticos</p><p>tributários. A infestação dos ductos pancreáticos por Eurytrema spp. causa pancreatite</p><p>intersticial crônica,</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_</p><p>slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-</p><p>lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>E. pancreaticum é um parasito com dois testículos bem separados e na mesma</p><p>zona (mesmo plano horizontal). Fascíolas vermelho-amarronzadas ovais, em formato</p><p>de folha; medem, aproximadamente, 8 a 16 mm de comprimento e 5 a 8,5 mm de</p><p>largura. O corpo é espesso e as fascíolas jovens contêm espinhos, frequentemente</p><p>ausentes no estágio adulto. A ventosa bucal é mais ampla do que a ventosa ventral</p><p>e a faringe e o esôfago são curtos. Os testículos são posicionados horizontalmente,</p><p>logo atrás da ventosa ventral. Há um saco de cirro tubular. O útero ocupa toda a parte</p><p>posterior do corpo.</p><p>Fonte: Figura 1.75 Eurytrema pancreaticum. (Redesenhada de Soulsby, 1971.</p><p>Reproduzida, com autorização, de Lord Soulsby of Swaffham Prior.), Livro</p><p>Parasitologia Veterinária Autor: M.A. Taylor, R.L. Coop, R.L. Wall. Edição: 4.</p><p>Editora: Guanabara Koogan</p><p>Patogenia</p><p>Está relacionada à inflamação e fibrose dos ductos pancreáticos causada pela</p><p>presença dos vermes adultos como a pancreatite crônica que é uma infecção crônica</p><p>resulta em uma inflamação persistente do pâncreas, levando à fibrose e à destruição</p><p>do tecido pancreático. Além disso, pode levar a alterações na secreção pancreática:</p><p>A obstrução dos ductos pancreáticos interfere na secreção das enzimas digestivas,</p><p>causando má digestão e má absorção dos nutrientes, o que se manifesta como perda</p><p>de peso e redução no desempenho produtivo.</p><p>Apesar da destruição dos ductos pancreáticos, a ação desse parasito é</p><p>questionada, tendo em vista que o animal (hospedeiro definitivo) não exterioriza a</p><p>doença.</p><p>Epidemiologia</p><p>Sua distribuição geográfica está amplamente relacionada a regiões onde os</p><p>hospedeiros intermediários (caracóis e insetos) são prevalentes. A infecção é mais</p><p>comum em áreas com pastagens onde ruminantes podem facilmente ingerir os</p><p>insetos infectados. A eurytrematose é mais comum na Ásia, América Latina e África,</p><p>onde as condições ambientais favorecem a sobrevivência dos hospedeiros</p><p>intermediários. Além disso, presença de vegetação densa e umidade elevada</p><p>favorece o ciclo de vida do parasita, aumentando o risco de infecção.</p><p>Referências</p><p>• https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in</p><p>_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/P</p><p>arasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>• Livro Parasitologia Veterinária Autor: M.A. Taylor, R.L. Coop, R.L. Wall. Edição: 4.</p><p>Editora: Guanabara Koogan</p><p>• https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in</p><p>_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/P</p><p>arasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>• https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-</p><p>f71a15c77798/content</p><p>•</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://www.researchgate.net/publication/262663101_Parasitic_lesions_observed_in_cattle_slaughtered_for_human_consumption/fulltext/03989a020cf29b8b903810d9/Parasitic-lesions-observed-in-cattle-slaughtered-for-human-consumption.pdf</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-f71a15c77798/content</p><p>https://repositorio.ufes.br/server/api/core/bitstreams/060081e5-3f3a-4ed8-a9cd-f71a15c77798/content</p><p>Fonte: Figura 4.3 Ovos de helmintos de ruminantes. (Esta figura encontra-se reproduzida em cores no Encarte.) Livro Parasitologia Veterinária Autor: M.A. Taylor, R.L. Coop, R.L. Wall. Edição: 4. Editora: Guanabara Koogan</p>