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<p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>1</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SPAECE). Leia o texto abaixo.</p><p>Cegonha “míope” vê cara-metade e choca-se com</p><p>painel publicitário</p><p>Da AFP</p><p>Em Varsóvia (Polônia)</p><p>Uma cegonha “míope”, que parecia estar</p><p>desesperadamente à procura de um companheiro,</p><p>chocou-se em pleno voo com um grande painel</p><p>publicitário onde figurava outra cegonha, ferindo</p><p>levemente uma das asas, informou nesta quinta-feira</p><p>o jornal polonês Zycie.</p><p>A ave voava majestosamente pelo céu da</p><p>periferia de Varsóvia, quando acreditou avistar sua</p><p>“cara-metade” pousada no painel. Mas a realidade era</p><p>outra...</p><p>Um pouco tonta devido ao golpe, a cegonha</p><p>levantou-se, começou a andar e acabou entrando em</p><p>uma loja de roupas.</p><p>Os funcionários, impressionados, chamaram a</p><p>guarda municipal, que levou a solitária e romântica</p><p>ave para o jardim zoológico da capital polonesa.</p><p>Disponível em: <http://www.uol.com.br/bichos/notícias/atp>. Acesso em:</p><p>1 jan. 2011.</p><p>Nesse texto, o trecho que indica o local do voo da</p><p>cegonha é:</p><p>A) “Uma cegonha “míope”, que parecia estar</p><p>desesperadamente à procura...”. (3° parágrafo)</p><p>B) “... chocou-se em pleno voo com um grande</p><p>painel publicitário...”. (3° parágrafo)</p><p>C) “A ave voava majestosamente pelo céu da</p><p>periferia de Varsóvia,...”. (4° parágrafo)</p><p>D) “... começou a andar e acabou entrando em</p><p>uma loja de roupas.”. (5° parágrafo)</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERJ). Leia o texto a seguir.</p><p>Robótica</p><p>Robótica é um ramo da tecnologia que engloba</p><p>mecânica, eletrônica e computação, que atualmente</p><p>trata de sistemas compostos por máquinas e partes</p><p>mecânicas automáticas e controladas por circuitos</p><p>integrados, tornando sistemas mecânicos</p><p>motorizados, controlados manualmente ou</p><p>automaticamente por circuitos elétricos.</p><p>As máquinas, pode-se dizer que são vivas, mas,</p><p>ao mesmo tempo, são uma imitação da vida, não</p><p>passam de fios unidos e mecanismos, isso tudo junto</p><p>concebe um robô. Cada vez mais as pessoas utilizam</p><p>os robôs para suas tarefas.</p><p>Em breve, tudo poderá ser controlado por</p><p>robôs. Os robôs são apenas máquinas: não sonham</p><p>nem sentem e muito menos ficam cansados. Essa</p><p>tecnologia, hoje adotada por muitas fábricas e</p><p>indústrias, tem obtido de um modo geral, êxito em</p><p>questões levantadas sobre a redução de custos,</p><p>aumento de produtividade e os vários problemas</p><p>trabalhistas com funcionários.</p><p>Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Rotica>. Acesso em: 20 maio</p><p>2010.</p><p>No Texto, no trecho “Em breve, tudo poderá ser</p><p>controlado por robôs.” (3° parágrafo), a expressão</p><p>destacada indica uma ideia de</p><p>A) afirmação.</p><p>B) dúvida.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERJ). Leia o texto abaixo.</p><p>Xô, micróbios!</p><p>O sabonete não quer saber. A gente pode até</p><p>estar bem distraído, lavando as mãos, tomando</p><p>banho. Mas com o sabonete não tem distração. Ele</p><p>entra na área e mostra quem manda no pedaço,</p><p>deixando a pele limpa.</p><p>E como a gente precisa dessa limpeza! Enquanto</p><p>a gente brinca e anda por aí, vai pegando em tanta</p><p>coisa, que as mãos acabam “hospedando” sem querer</p><p>um monte de bichinhos muito pequenos, tão</p><p>pequenos que são invisíveis: os micróbios.</p><p>Nem todos os micróbios são prejudiciais, mas</p><p>alguns tipos, como as bactérias e os vírus, podem</p><p>causar uma série de doenças. Esses são “hóspedes”</p><p>muito indesejáveis!</p><p>Para livrar a pele dos micróbios, a água sozinha</p><p>não dá conta do recado. Por isso é preciso usar sempre</p><p>sabão ou sabonete para limpar as mãos,</p><p>principalmente antes das refeições [...].</p><p>Além de ajudar a retirar as sujeiras mais</p><p>teimosas, como gordura e terra, o sabonete funciona</p><p>como um verdadeiro desinfetante contra as bactérias.</p><p>Se você for comer com as mãos sujas, pode estar</p><p>engolindo, junto com a comida, certas bactérias que</p><p>não foram convidadas. Argh! [...]</p><p>Disponível em:</p><p><http://www.canalkids.com.br/portal/barra/clubv.php?u=../alimentacao/i</p><p>ndex.php3>. Acesso em: 7 mar. 2012. Fragmento.</p><p>No trecho “A gente pode até estar bem distraído,...”</p><p>(1° parágrafo), a expressão destacada dá ideia de</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>SIMULADO – 5º ANO</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>2</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(PAEBES). Leia o texto abaixo.</p><p>E se... Brasília não tivesse sido construída?</p><p>A capital do Brasil seria o Rio de Janeiro, e isso</p><p>faria uma grande diferença para a história do país.</p><p>Brasília era um projeto antigo: a ideia de construir uma</p><p>capital no interior, num local mais seguro de ataques</p><p>estrangeiros e que ajudasse a garantir a integração</p><p>nacional, já vinha do Marquês de Pombal, em 1751,</p><p>quando ainda éramos colônia de Portugal. Em 1823, o</p><p>patriarca da Independência, José Bonifácio, já</p><p>chamava a futura cidade de Brasília. Quando Juscelino</p><p>Kubitschek foi eleito presidente, os planos de</p><p>construção já estavam em andamento. Mas, se ele não</p><p>tivesse dado o início às obras, pode ser que a novidade</p><p>nunca saísse do papel. [...]</p><p>Mundo estranho, São Paulo: Abril, ed. 125, jun. 2012. Fragmento.</p><p>O trecho desse texto que apresenta uma ideia de lugar</p><p>é:</p><p>A) “... isso faria uma grande diferença para a</p><p>história...”.</p><p>B) “... a ideia de construir uma capital no interior,...”.</p><p>C) “... quando ainda éramos colônia de Portugal.”.</p><p>D) “... os planos de construção já estavam em</p><p>andamento.”.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEPI). Leia o texto abaixo.</p><p>Criançando</p><p>E quando mudamos para a Epitácio Pessoa, de</p><p>frente para a Lagoa Rodrigo de Freitas, ganhei um livro</p><p>de Monteiro Lobato! Ai, que maravilha</p><p>maravilhosamente maravilhosa!</p><p>Era o meu primeiro livro com história em</p><p>português... e minha casa tinha um quintal comprido,</p><p>como eram os quintais de antes... e ali brinquei de ser</p><p>Emília.</p><p>No quintal, as três mangueiras: manga-espada,</p><p>manga-rosa e a manga-carlotinha.</p><p>Eu brincava com as mangas caídas no chão. A</p><p>manga-carlotinha tinha um jeito de Emília. A manga-</p><p>rosa, imponente, era a Dona Benta. [...] A manga-</p><p>espada era minha mãe, cortando meu brinquedo:</p><p>espada, faca. Eu odiava ter que tomar banho e vestir</p><p>meu vestido formal para o jantar! Naquele tempo, as</p><p>crianças pareciam que estavam endomingadas, só</p><p>para jantar. E minha avó, Clara, usava vestidos de</p><p>crepe negro, imponentes.</p><p>ORTHOF, Sylvia. Livro aberto: confissões de uma inventadeira de palco e de</p><p>escrita. 3ª ed. São Paulo: Atual, 1996.</p><p>No trecho “No quintal, as três mangueiras:...” (3°</p><p>parágrafo), o termo destacado indica</p><p>A) afirmação.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEPE). Leia o texto abaixo.</p><p>A onça e a coelhinha</p><p>Uma onça faminta vagava pela floresta à</p><p>procura de comida.</p><p>De repente, uma coelha branquinha pulou</p><p>diante dela.</p><p>Percebendo a intenção da onça, o pequeno</p><p>animal tentou distrair o poderoso adversário.</p><p>– Bom dia, dona Onça, como vai?</p><p>– Muito bem, e vai ficar melhor – respondeu a</p><p>onça, lançando olhares famintos para a indefesa</p><p>coelhinha.</p><p>– Sabe, tenho seis lindos filhotes que acabaram</p><p>de nascer. A senhora quer conhecê-los?</p><p>– Oh, sim, por que não? – disse a onça, já</p><p>pensando num almoço farto.</p><p>– Então, espere que vou buscá-los. Volto já. A</p><p>onça nem foi atrás.</p><p>Só pensava no banquete que a aguardava.</p><p>E lá ficou à espera.</p><p>Se ainda permanece no local, não sei, não.</p><p>Só sei que desta vez a coelhinha escapou de virar</p><p>comida de onça.</p><p>AROEIRA, M. Luisa; BIZZOTO, M. Inês Bizzoto (adapt.). Armazém de Textos.</p><p>FAPI.</p><p>No trecho “De repente, uma coelha branquinha pulou</p><p>diante dela.” (2° parágrafo), a palavra destacada indica</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SADEAM). Leia o texto abaixo.</p><p>As pessoas vão poder voar com mochilas a jato no</p><p>futuro?</p><p>Talvez sim. Na verdade, já existem mochilas a</p><p>jato que são usadas por astronautas para se</p><p>locomoverem no espaço. Por enquanto, elas não estão</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>3</p><p>disponíveis para todo mundo porque são caríssimas.</p><p>Mas em 1984, na cerimônia de abertura das</p><p>Olimpíadas de Los Angeles, um homem voou sobre o</p><p>estádio usando uma mochila dessas. E no Carnaval de</p><p>2010, durante o desfile da Grande Rio, um dublê</p><p>americano treinado pela NASA passeou sobre o</p><p>Sambódromo com a ajuda da mesma máquina.</p><p>Recreio, n. 264.</p><p>No trecho “Por enquanto, elas não estão</p><p>disponíveis...”, a expressão destacada dá uma ideia de</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.</p><p>Garoto de oito anos indica livro sobre Leonardo Da</p><p>Vinci</p><p>Depois de ter ouvido falar muito sobre Leonardo</p><p>da Vinci (1452-1519), Daniel Vasco, 8, ganhou de</p><p>presente o “Diário das Invenções – Leonardo da Vinci”,</p><p>de Jaspre Bark [...].</p><p>“Ele mostra as ideias de invenções dele, como</p><p>uma espécie de avião e um barco antigo. E as figuras</p><p>‘saem’ do livro”, conta. A obra, com imagens em alto</p><p>relevo, é uma reunião de textos, anotações e esboços</p><p>feitos pelo cientista, engenheiro e pintor Leonardo da</p><p>Vinci, reconhecido por suas criações e também por</p><p>suas obras de arte. É dele, por exemplo, o famoso</p><p>quadro “Monalisa”, em exposição no museu do</p><p>Louvre, em Paris.</p><p>“É legal saber como ele construía as coisas. De</p><p>todas as invenções mostradas no livro, a de que mais</p><p>gostei foi a carruagem, porque parece que ela está</p><p>andando.”.</p><p>Disponível em:</p><p><http://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2013/11/1375373-garoto-de-</p><p>oito-anos-indica-livro-sobre-leonardo-da-vinci.shtml>.</p><p>Acesso em: 28 nov. 2013. Fragmento.</p><p>Nesse texto, qual trecho apresenta ideia de lugar?</p><p>A) “Depois de ter ouvido falar muito sobre Leonardo</p><p>da Vinci...”. (1° parágrafo)</p><p>B) “A obra, com imagens em alto relevo,...”. (1°</p><p>parágrafo)</p><p>C) “... uma reunião de textos, anotações e esboços...”.</p><p>(1° parágrafo)</p><p>D) “... em exposição no museu do Louvre,...”. (final do</p><p>1° parágrafo)</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.</p><p>A lebre e a tartaruga</p><p>Um dia uma tartaruga começou a contar</p><p>vantagem dizendo que corria muito depressa, que a</p><p>lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga</p><p>ria e ria da lebre. Mas a lebre ficou mesmo</p><p>impressionada foi quando a tartaruga resolveu apostar</p><p>uma corrida com ela.</p><p>“Deve ser só de brincadeira!”, pensou a lebre.</p><p>A raposa era o juiz e recebia as apostas. A</p><p>corrida começou e, na mesma hora, claro, a lebre</p><p>passou à frente da tartaruga. O dia estava quente, por</p><p>isso lá pelo meio do caminho a lebre teve a ideia de</p><p>brincar um pouco. Depois de brincar, resolveu tirar</p><p>uma soneca à sombra fresquinha de uma árvore.</p><p>“Se por acaso a tartaruga me passar, é só correr</p><p>um pouco e fico na frente de novo”, pensou.</p><p>A lebre achava que não ia perder aquela corrida</p><p>de jeito nenhum. Enquanto isso, lá vinha a tartaruga</p><p>com seu jeitão, arrastando os pés, sempre na mesma</p><p>velocidade, sem descansar nem uma vez, só pensando</p><p>na chegada. Ora, a lebre dormiu tanto que esqueceu</p><p>de prestar atenção na tartaruga. Quando ela acordou,</p><p>cadê a tartaruga? Bem que a lebre se levantou e saiu</p><p>zunindo, mas nem adiantava! De longe ela viu a</p><p>tartaruga esperando por ela na linha de chegada.</p><p>Moral: Não devemos menosprezar a capacidade dos</p><p>outros.</p><p>Disponível em:</p><p><http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=24259>.</p><p>Acesso em: 10 fev. 2013.</p><p>No trecho “... a tartaruga esperando por ela na linha</p><p>de chegada.”. (último parágrafo), a expressão</p><p>destacada indica uma ideia</p><p>A) da causa da disputa entre os bichos.</p><p>B) da maneira como os bichos correram.</p><p>C) do lugar onde termina a corrida.</p><p>D) do momento em que a disputa acontece.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.</p><p>Hotel mal-assombrado</p><p>Drácula é um pai superprotetor e todo</p><p>meiguinho com a filha Mavis, dá para acreditar?</p><p>Acredite! Na animação Hotel Transilvânia [...] o</p><p>vampiro chama sua filha com todos os diminutivos</p><p>carinhosos possíveis. [...] Sua principal missão na vida</p><p>é proteger a filha dos humanos. Para isso, ele constrói</p><p>um hotel numa região livre de homens, onde os</p><p>monstros podem relaxar sem precisar se esconder nas</p><p>sombras.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>4</p><p>Quando a adolescente Mavis completa 118</p><p>anos, seu pai resolve fazer um festão! Chama</p><p>Frankenstein, Lobisomem, Múmia, Homem Invisível e</p><p>todo tipo de fera, acompanhado de esposa e filhos,</p><p>para comemorar. Acontece que, no meio da festa, um</p><p>humano aparece.</p><p>Jonathan é um mochileiro que pode levar o</p><p>hotel à falência se descobrirem que ele não é</p><p>totalmente livre de humanos. Drácula vai fazer de</p><p>tudo para sumir com o rapaz. Mas nada dá certo e</p><p>Jonathan acaba se fantasiando de monstro para não</p><p>ser descoberto pelas assombrações verdadeiras. E</p><p>Mavis, que só queria sair do castelo e conhecer o</p><p>mundo, acaba se apaixonando pelo rapaz. Vai ser</p><p>confusão na certa com Drácula!</p><p>Disponível em: <http://blogs.estadao.com.br/estadinho/>. Acesso em: 1</p><p>out. 2012. Fragmento.</p><p>Nesse texto, o trecho que marca a ideia de lugar é:</p><p>A) “Quando a adolescente Mavis completa 118</p><p>anos,...”. (3° parágrafo)</p><p>B) “... que ele não é totalmente livre de humanos.”.</p><p>(4° parágrafo)</p><p>C) “... Jonathan acaba se fantasiando de monstro...”.</p><p>(último parágrafo)</p><p>D) “E Mavis, que só queria sair do castelo...”. (último</p><p>parágrafo)</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.</p><p>Cultura</p><p>O Maracatu Rural, também conhecido como</p><p>Maracatu de Baque Solto, de Trombone ou de</p><p>Orquestra, é hoje uma das manifestações artísticas</p><p>mais interessantes do carnaval pernambucano. A</p><p>união de outras expressões artísticas populares (vindas</p><p>do interior) como o reisado, cavalo-marinho, bumba</p><p>meu boi, caboclinhos, entre outros, com o tempo</p><p>construiu o Maracatu Rural. Essa mistura está</p><p>relacionada ao fato de que nas primeiras décadas do</p><p>século XX, com a crise do açúcar, muitos engenhos</p><p>fecharam e os trabalhadores foram obrigados a migrar</p><p>para os grandes centros urbanos e assim essa grande</p><p>combinação de ritmos passou a fazer parte das áreas</p><p>em que os trabalhadores do campo moravam.</p><p>Talvez a principal figura – e a que mais chama</p><p>atenção – seja o “Caboclo de Lança”.</p><p>Com a sua roupa colorida e a sua lança</p><p>enfeitada com fitas de seda o Caboclo de Lança se</p><p>apresenta como um verdadeiro guardião do cortejo.</p><p>Hoje ele é considerado um dos símbolos do carnaval</p><p>de Pernambuco.</p><p>Disponível em: <http://cultura-pe.blogspot.com.br/search?updated-</p><p>max=2009-09-10T09:57:00-03:00&max-results=7>. Acesso em: 16 jul. 2013.</p><p>Fragmento.</p><p>No trecho “... está relacionada ao fato de que nas</p><p>primeiras décadas do século XX,...” (1° parágrafo), o</p><p>trecho em destaque indica ideia de</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.</p><p>Como surgiu a pizza?</p><p>A pizza que comemos hoje, redonda com molho</p><p>de tomate e coberta com queijo, surgiu em Nápoles,</p><p>Itália, por volta do século 18. Só que a massa em</p><p>forma de disco assada em forno e com cobertura é</p><p>uma criação bem mais antiga. Tudo começou há 6 mil</p><p>anos com uma fina camada de massa conhecida como</p><p>“pão de Abrahão” ou “piscea”, consumida por hebreus</p><p>e egípcios. Três séculos antes de Cristo, os fenícios</p><p>acrescentaram cobertura de carne e cebola. A ideia foi</p><p>absorvida pelos turcos e, durante as Cruzadas,</p><p>no</p><p>século 11, o pão fino e redondo deles chegou ao porto</p><p>de Nápoles.</p><p>Os napolitanos aperfeiçoaram a receita com</p><p>trigo de melhor qualidade e novas coberturas, como o</p><p>queijo. Só mais tarde, no século 16, o tomate, vindo da</p><p>América, foi incorporado à pizza. Mas a popularização</p><p>mundial da redonda rolou mesmo com os norte-</p><p>americanos, ao término da 2ª Guerra Mundial.</p><p>Disponível em: <http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-surgiu-</p><p>a-pizza>. Acesso em: 17 mar. 2013.</p><p>Qual é o trecho que indica ideia de lugar?</p><p>A) “... redonda com molho de tomate e coberta com</p><p>queijo,...”. (1° parágrafo)</p><p>B) “A ideia foi absorvida pelos turcos e, durante as</p><p>Cruzadas, no século 11,...”. (1° parágrafo)</p><p>C) “... pão fino e redondo deles chegou ao porto de</p><p>Nápoles.”. (final do 1° parágrafo)</p><p>D) “Os napolitanos aperfeiçoaram a receita com trigo</p><p>de melhor qualidade...”. (2° parágrafo)</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEMI - PE). Leia o texto abaixo.</p><p>Berto</p><p>Berto era um abominável homem das Neves. Ele</p><p>gostava tanto das montanhas nevadas, quanto das</p><p>distantes florestas.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>5</p><p>Certo dia, Berto estava perseguindo duas</p><p>borboletas quando elas pousaram em uma pedra.</p><p>Silenciosamente, ele rastejou para perto delas.</p><p>Mas do outro lado da pedra havia um garotinho.</p><p>Que susto! Ele nunca havia visto nada igual!</p><p>Berto mergulhou na moita para se esconder. Mas ...</p><p>AAAAIIII ! Os galhos tinham vários espinhos!</p><p>O garotinho andou até Berto:</p><p>– Desculpe-me – ele disse. Eu não quis assustá-</p><p>lo. Meu nome é Tom. Quem é você?</p><p>– Eu sou Berto, um abominável homem das</p><p>neves!</p><p>BUCKINGHAM, M. O não tão abominável homem das Neves. São Paulo:</p><p>Ciranda Cultural, 2005. s/p.</p><p>Nesse texto, qual é o trecho que dá ideia de tempo?</p><p>A) “Berto mergulhou na moita para se esconder.”.</p><p>B) “Certo dia, Berto estava perseguindo duas</p><p>borboletas...”.</p><p>C) “Mas do outro lado da pedra havia um</p><p>garotinho.”.</p><p>D) “Silenciosamente, ele rastejou perto delas.”.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(Sobral-CE). Leia o texto abaixo.</p><p>No alto das árvores</p><p>O bicho-preguiça é um mamífero que só é</p><p>encontrado nas florestas da América Central e do Sul.</p><p>Ele vive no alto das árvores, alimentando-se,</p><p>basicamente, de folhas e, às vezes, de flores e frutos.</p><p>Raramente, ele desce ao chão. E, quando o faz,</p><p>é com muito cuidado, porque é tão acostumado a vida</p><p>na árvore que, quando está no chão, pode ser</p><p>facilmente capturado por seus inimigos naturais, como</p><p>a onça.</p><p>Mas, para fazer suas necessidades, o que</p><p>acontece uma vez por semana, não tem outra saída.</p><p>Ele desce devagarzinho pelo tronco da árvore e,</p><p>quando chega no chão, faz um buraquinho no solo</p><p>com sua pequena, curta e dura calda.</p><p>No buraquinho, ele deposita suas fezes e urina,</p><p>cobrindo-as com folhas secas. Depois, é claro, volta</p><p>para o alto das árvores.</p><p>Revista Ciência Hoje das Crianças - nº 62 ano9, p.13.</p><p>No trecho “Ele desce devagarzinho pelo tronco da</p><p>árvore...” , a palavra sublinhada indica</p><p>A) a hora em que ele desceu.</p><p>B) o modo como ele desceu.</p><p>C) o lugar por onde ele desceu.</p><p>D) o motivo por que ele desceu.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SPAECE). Leia o texto abaixo.</p><p>Junta, separa e guarda</p><p>Papai e mamãe me contaram que vamos morar</p><p>em outra casa. Vamos mudar de casa, de rua e de</p><p>cidade. Mamãe me deu uma grande caixa azul e disse:</p><p>– Junte seus brinquedos mais queridos nesta</p><p>caixa.</p><p>Depois, ela me disse:</p><p>– Esta caixa vermelha é para guardar os</p><p>brinquedos menos queridos.</p><p>Quando eu já estava quase acabando, mamãe</p><p>chegou com uma caixa verde.</p><p>– A caixa verde é para separar os sapatos que</p><p>não cabem mais nos seus pés.</p><p>Depois, mamãe trouxe outras caixas coloridas</p><p>para as roupas, para os chapéus, para os joguinhos,</p><p>para os carrinhos e para minha coleção de figurinhas.</p><p>De repente, eu me lembrei das outras coisas</p><p>que queria levar.</p><p>– Como vou guardar aquilo tudo que ainda</p><p>falta?</p><p>– Mamãe, como vou levar o cantinho atrás da</p><p>porta onde gosto de brincar?</p><p>– E o desenho que fiz no muro do jardim?</p><p>– E aquele buraquinho na porta da cozinha?</p><p>DIAS, Vera Lúcia. Junta, separa e guarda. São Paulo: Callis, 2010.</p><p>Fragmento.</p><p>Nesse texto, existe uma expressão que indica tempo</p><p>no trecho:</p><p>A) “– Junte seus brinquedos mais queridos nesta</p><p>caixa.”. ( . 5)</p><p>B) “... os sapatos que não cabem mais nos seus pés.”.</p><p>( . 12)</p><p>C) “Depois, mamãe trouxe outras caixas coloridas...”.</p><p>( . 14)</p><p>D) “– E o desenho que fiz no muro do jardim?”. ( . 24)</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEP 2013). Leia o texto abaixo e responda.</p><p>O PATINHO FEIO</p><p>A mamãe pata tinha escolhido um lugar ideal</p><p>para fazer seu ninho: um cantinho bem protegido, no</p><p>meio da folhagem, perto do rio que contornava o</p><p>velho castelo.</p><p>Mais adiante estendiam-se o bosque e um lindo</p><p>jardim florido.</p><p>Naquele lugar sossegado, a pata agora aquecia</p><p>pacientemente seus ovos. Por fim, após a longa</p><p>espera, os ovos se abriram um após o outro, e das</p><p>cascas rompidas surgiram, engraçadinhos e miúdos, os</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>6</p><p>patinhos amarelos que, imediatamente, saltaram do</p><p>ninho.</p><p>Porém um dos ovos ainda não se abrira; era um</p><p>ovo grande, e a pata pensou que não o chocara o</p><p>suficiente.</p><p>Impaciente, deu umas bicadas no ovão e ele</p><p>começou a se romper.</p><p>No entanto, em vez de um patinho amarelinho</p><p>saiu uma ave cinzenta e desajeitada. Nem parecia um</p><p>patinho.</p><p>Para ter certeza de que o recém-nascido era um</p><p>patinho, e não outra ave, a mãe-pata foi com ele até o</p><p>rio e o obrigou a mergulhar junto com os outros.</p><p>Quando viu que ele nadava com naturalidade e</p><p>satisfação, suspirou aliviada. Era só um patinho muito,</p><p>muito feito. (...)</p><p>http://www.qdivertido.com.br/verconto.php?codigo=8</p><p>No trecho, “... Era só um patinho muito, muito feio.” A</p><p>palavra MUITO indica</p><p>(A) dúvida.</p><p>(B) modo.</p><p>(C) oposição.</p><p>(D) intensidade.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEP 2013). Leia o texto abaixo e responda.</p><p>Dossiê dentes de leite</p><p>Não tem jeito, chega uma hora em que todo</p><p>mundo fica banguela! Lá por volta dos seis anos, caem</p><p>os dentes de leite e começam a nascer os</p><p>permanentes, que vão te acompanhar pelo resto da</p><p>vida, se bem tratados. A troca de dentes é um sinal de</p><p>que você está crescendo.</p><p>Os dentes de leite têm um ciclo de vida. Eles</p><p>nascem, formam raízes e depois de um tempo essas</p><p>raízes são “comidas” pelo dente permanente que quer</p><p>sair. Por isso, os dentes de leite ficam moles e caem.</p><p>Os dentes têm uma ordem para cair? Sim,</p><p>primeiro caem os incisivos, que são os dentes que</p><p>ficam na frente. Depois, é a vez dos caninos de baixo,</p><p>seguidos pelos molares, que são esses dentes mais</p><p>gordinhos que usamos para mastigar.</p><p>Por fim, caem os caninos superiores. Essa ordem</p><p>favorece o alinhamento dos dentes e faz com que eles</p><p>se encaixem direitinho quando fechamos a boca.</p><p>http://chc.cienciahoje.uol.com.br/dossie-dentes-de-leite/</p><p>Acesso em: 01 de agosto 2013.</p><p>No trecho, “... Lá por volta dos seis anos, caem os</p><p>dentes de leite e começam a nascer os</p><p>permanentes...”, a expressão destacada faz referência</p><p>a</p><p>(A) lugar.</p><p>(B) tempo.</p><p>(C) causa.</p><p>(D) consequência.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEP 2013). Leia a tirinha.</p><p>Bill Watterson. Calvin e Haroldo - E foi assim que tudo começou, pág. 99.</p><p>Na tirinha, o termo “muito” que está presente em</p><p>todos os quadrinhos indica</p><p>(A) intensidade.</p><p>(B) modo.</p><p>(C) dúvida.</p><p>(D) causa.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEP 2013). Leia o texto e responda.</p><p>Invasores da cabeleira</p><p>(...) Os piolhos vivem na superfície</p><p>do corpo de</p><p>seu hospedeiro (nós!) e, ao contrário do que muita</p><p>gente pensa, eles não voam porque não têm assas.</p><p>Esse insetos possuem uma garra no último segmento</p><p>das pernas que permite a locomoção e a fixação nos</p><p>fios de cabelo.</p><p>(Ciências Hoje das Crianças, n° 134, abr, 2003.)</p><p>Em “Os piolhos vivem na superfície do corpo de seu</p><p>hospedeiro...”, a expressão sublinhada dá ideia de</p><p>(A) lugar.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>7</p><p>(B) tempo.</p><p>(C) modo.</p><p>(D) causa.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAEMI). Leia o texto abaixo.</p><p>23 de julho de 1932</p><p>Morte de Santos Dumont</p><p>Você já ouviu falar em Santos Dumont? Eu e</p><p>meu avô, que somos loucos por aviões, sabemos tudo</p><p>a respeito dele. Ele nasceu em 20 de julho de 1873.</p><p>Gostava de mecânica e de ler os livros de ficção de</p><p>Júlio Verne. Estudou física, química, mecânica e</p><p>eletricidade lá na Europa, mas nunca completou um</p><p>curso superior. Em suas pesquisas, Santos Dumont</p><p>começou pelo automobilismo, que logo abandonou,</p><p>concentrando-se no objetivo da conquista do ar. Entre</p><p>1898 e 1909, Santos Dumont planejou, construiu e</p><p>pilotou mais de 20 inventos, entre eles, balões livres,</p><p>balões dirigíveis, biplanos e monoplanos. E, no dia 23</p><p>de outubro de 1906, conseguiu fazer o primeiro voo</p><p>mecânico do mundo, com o 14-Bis. Depois, construiu</p><p>vários outros aviões, mas a utilização do avião na</p><p>Primeira Guerra Mundial (1914-1918) fez com que ele</p><p>abandonasse as experiências aeronáuticas. Voltou</p><p>para o Brasil em 1931, passando a residir em</p><p>Petrópolis (RJ), em uma casa que projetou nos</p><p>mínimos detalhes e que é hoje o Museu Santos</p><p>Dumont. Ele morreu no dia 23 de julho de 1932, em</p><p>Guarujá (SP).</p><p>Disponível em:</p><p><http://www.meninomaluquinho.com.br/PaginaHistoria/PaginaAnterior.asp?da=2307</p><p>2007>. Acesso em: 24 jul. 2007. *Adaptado: Reforma Ortográfica.</p><p>No trecho “... começou pelo automobilismo, que logo</p><p>abandonou,...”, a expressão destacada introduz uma</p><p>ideia de</p><p>A) conclusão.</p><p>B) causa.</p><p>C) tempo.</p><p>D) explicação.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SPAECE). Leia o texto abaixo.</p><p>Tudo por um cotonete</p><p>Toda vez que mamãe vai tomar banho e me</p><p>esquece aqui fora, fico deitado bem juntinho à porta,</p><p>esperando ela acabar. Fecho os olhos mas não durmo,</p><p>só finjo. Assim, quando minha irmã passa, ela não</p><p>esfrega a minha cabeça nem aperta as minhas</p><p>bochechas, e olha que nem as tenho. Pra falar a</p><p>verdade, nunca vi um cãozinho ter bochechas, mas a</p><p>doida da minha irmã sempre diz que tenho, e que</p><p>nada é melhor do que apertá-las. Isso tudo me</p><p>confunde um pouco, mas tudo bem. Enquanto fico</p><p>quietinho aqui, posso ouvir o barulhinho da água do</p><p>chuveiro, de que eu tanto gosto. Isso não quer dizer</p><p>que eu goste de tomar banho. Aquele tanque e a água</p><p>gelada em nada me atraem. Mas confesso, tenho</p><p>vontade de experimentar um banho quentinho, de</p><p>chuveiro.</p><p>Papai chegou, já ouvi o barulho que o carro dele</p><p>faz quando entra na garagem. Mas vou continuar aqui,</p><p>não saio daqui por nada, afinal, mamãe é mamãe. É</p><p>ela quem cuida de mim.</p><p>Me leva na rua todos os dias à tarde, põe a</p><p>minha comida no pratinho onde colou uma foto</p><p>minha, me leva pra cortar todos estes pelos que me</p><p>enchem de calor. Tenho que confessar uma coisa</p><p>daquele lugar. Eles cortam os pelos, dão banho,</p><p>cortam as unhas e ainda me enchem de talco. Sempre</p><p>antes que mamãe chegue para me buscar, botam uma</p><p>gravatinha escrita “Binho”. [...]</p><p>Disponível em: <http://www.qdivertido.com.br/vercronica.php?codigo=2>. Acesso</p><p>em: 12 mar. 2011. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento.</p><p>No trecho “Toda vez que mamãe vai tomar banho e</p><p>me esquece aqui fora,...” (1° parágrafo), a expressão</p><p>destacada indica</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(PAEBES). Leia o texto abaixo.</p><p>Brincar</p><p>Brincar é gostoso.</p><p>Brincando a gente aprende muitas coisas</p><p>também. Por exemplo, brincando a gente aprende a ...</p><p>brincar!</p><p>A gente pode brincar correndo, pulando e até</p><p>sentado.</p><p>A gente pode brincar com um anel ou com uma</p><p>pedrinha no chão. E com muitas outras coisas.</p><p>Usando a cabeça, a gente pode inventar uma</p><p>brincadeira.</p><p>Usando as mãos, a gente pode construir um</p><p>brinquedo.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>8</p><p>E usando os pés – o que a gente pode fazer?</p><p>E as palavras – será que a gente pode brincar</p><p>com elas?</p><p>Ou será que elas são tão envergonhadas que</p><p>vão correndo se esconder no meio do dicionário ... ou</p><p>da gramática?</p><p>Eu brinco, você brinca, os gatinhos brincam, as</p><p>minhocas brin... bem, as minhocas eu não sei se</p><p>brincam, mas devem brincar, sim, do jeito delas...E</p><p>você, como é que você brinca?</p><p>CAMARGO, Luiz. Disponível em: <http://migre.me/qqENp>. Acesso em: 6 abr. 2014.</p><p>O trecho desse texto que indica ideia de lugar é:</p><p>A) “Brincando a gente aprende muitas coisas</p><p>também.”. (2° parágrafo)</p><p>B) “A gente pode brincar correndo, pulando e até</p><p>sentado.”. (3° parágrafo)</p><p>C) “... brincar com um anel ou com uma pedrinha no</p><p>chão.”. (4° parágrafo)</p><p>D) “... usando os pés – o que a gente pode fazer?”.</p><p>(7° parágrafo)</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(PAEBES). Leia o texto abaixo.</p><p>O ouriço viajante</p><p>Pipo era um ouriço jovem, desesperado para</p><p>conhecer a cidade. Tanto que, um dia, ele foi para a</p><p>estação comprar uma passagem. No dia da partida,</p><p>com a sua malinha, ele aguarda calmamente sobre a</p><p>plataforma quase deserta. Mas quando o trem</p><p>finalmente chega, que horror! Os vagões estão cheios</p><p>de pessoas. “Mas como conseguir um lugar?”</p><p>– Pipo se pergunta. O jeito é forçar um caminho</p><p>no meio da multidão, mas, ao tentar isso, ele machuca</p><p>sem querer todos os passageiros que se aproximam.</p><p>Os passageiros começam a reclamar, a gritar e, então,</p><p>Pipo acaba expulso do trem! Pacientemente, o ouriço</p><p>espera o segundo trem, que chega tão lotado quanto o</p><p>primeiro e Pipo resolve esperar o próximo. “Isso é</p><p>demais!” – disse ele – “Já que é assim, não vou mais</p><p>para a cidade, é isso aí!”. Irritado, Pipo se prepara para</p><p>sair da estação, quando ouve um grito: “Ei, Pipo!</p><p>Aquele é o maquinista do próximo trem.” Ele se</p><p>aproxima e descobre que o maquinista não é outro</p><p>senão seu primo Pipoca. “Pipo, meu primão! Há</p><p>quanto tempo, hein? Estou indo para a cidade, você</p><p>quer vir junto?” E Pipo, todo feliz, senta</p><p>confortavelmente ao lado de seu primo. Há muito</p><p>espaço na locomotiva e o melhor é que ali ele não</p><p>machuca ninguém. O trem apita e lá vai Pipo a</p><p>caminho da cidade.</p><p>MURAT. D’Annie. 365 histórias – uma para cada dia do ano! Martim G. Wollstein</p><p>(Trad.). Blumenau: Blu editora. 2010. p.108-109.</p><p>No trecho “... ele aguarda calmamente sobre a</p><p>plataforma...” (1° parágrafo), a palavra destacada indica</p><p>A) o lugar onde o ouriço aguardava o trem.</p><p>B) o modo como o ouriço esperou.</p><p>C) o motivo de o ouriço aguardar o trem.</p><p>D) o tempo que o ouriço esperou.</p><p>-----------------------------------------------------------------</p><p>(SPAECE). Leia o texto abaixo.</p><p>Saber de cor</p><p>Você sabe de onde vem a expressão “de cor”?</p><p>Este “cor” aí vem de “coração”. Sabe por quê? Os</p><p>antigos achavam que a nossa inteligência ficava no</p><p>coração, e não no cérebro. Interessante, né? Em</p><p>francês, “decorar” é “apprendre par coeur”, que</p><p>significa “aprender com o coração”.</p><p>Disponível em: <http://blogdivertudo.blogspot.com/search/label/curiosidades>.</p><p>Acesso em: 1 mar. 2012.</p><p>O trecho desse texto que apresenta uma ideia de lugar</p><p>é:</p><p>A) “Este ‘cor’ aí vem de ‘coração’.”.</p><p>B) “... nossa inteligência ficava no coração,...”.</p><p>C) “Em francês, ‘decorar’ é ‘apprendre par coeur’,...”.</p><p>D) “... significa ‘aprender com o coração’.”.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(Prova Brasil).</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>Poluição do solo</p><p>É na camada mais externa da superfície</p><p>terrestre, chamada solo, que se desenvolvem os</p><p>vegetais. Quando o solo é contaminado, tanto os</p><p>cursos subterrâneos de água como as plantas podem</p><p>ser envenenadas.</p><p>Os principais poluentes do solo são os produtos</p><p>químicos usados na agricultura. Eles servem para</p><p>destruir pragas e ervas daninhas, mas também</p><p>causam sérios estragos ambientais.</p><p>O lixo produzido pelas fábricas e residências</p><p>também pode poluir o solo. Baterias e pilhas jogadas</p><p>no lixo, por exemplo, liberam líquidos tóxicos e</p><p>corrosivos. Nos aterros, onde o lixo das cidades é</p><p>despejado, a decomposição da matéria orgânica gera</p><p>um líquido escuro e de mau cheiro chamado</p><p>chorume, que penetra no solo e contamina mesmo os</p><p>cursos de água que passam bem abaixo da superfície.</p><p>{...}</p><p>Almanaque Recreio. São Paulo: Abril. lmanaques</p><p>CDD_056-9. 2003.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>9</p><p>No trecho “É na camada mais externa da superfície</p><p>terrestre” (1° parágrafo), a expressão sublinhada</p><p>indica:</p><p>(A) causa.</p><p>(B) finalidade.</p><p>(C) lugar.</p><p>(D) tempo</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(Prova Brasil). Leia o texto abaixo.</p><p>Pepita a piaba</p><p>Lá no fundo do rio, vivia Pepita: uma piaba miudinha.</p><p>Mas Pepita não gostava de ser assim.</p><p>Ela queria ser grande... bem grandona...</p><p>Tomou pílulas de vitamina... Fez ginástica de peixe...</p><p>Mas</p><p>nada... Continuava miudinha.</p><p>– O que é isso? Uma rede?</p><p>Uma rede no rio! Os pescadores!</p><p>Ai, ai, ai... Foi um corre-corre... Foi um nada-nada...</p><p>Mas... muitos peixes ficaram presos na rede.</p><p>E Pepita?</p><p>Pepita escapuliu... Ela nadou, nadou pra bem longe</p><p>dali!</p><p>CONTIJO, Solange A. Fonseca. Pepita a piaba. Belo Horizonte: Miguilim, s.d.</p><p>No trecho “Lá no fundo do rio, vivia Pepita” (linha 1),</p><p>a expressão sublinhada dá idéia de:</p><p>(A) causa.</p><p>(B) explicação.</p><p>(C) lugar.</p><p>(D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SPAECE). Leia o texto abaixo responda:</p><p>DA LAMPARINA À ENERGIA ELÉTRICA</p><p>O sítio da vovó Valdenice fica em São João de</p><p>Iracema, num lugar muito bonito e, o melhor de tudo,</p><p>é que é pertinho da cidade. É para lá que eu vou nos</p><p>finais de semana. No sábado passado, eu resolvi ir ao</p><p>sítio à noite. Eu já tinha atravessado a porteira,</p><p>quando, de repente, a luz se apagou..., mas pernas pra</p><p>quem te quero! Ao perceber que eu tinha medo de</p><p>escuro, vovó caiu na risada e resolveu me contar sobre</p><p>a sua infância, onde apenas uma lamparina e a lua</p><p>brilhante iluminavam a singela casa de pau a pique</p><p>onde morava com sua família. “O escuro não me</p><p>amedrontava, só incomodava um pouco na hora de ir</p><p>na privada que ficava afastada da casa: eu tinha receio</p><p>de cair no buraco.”</p><p>Após abrir seu coração, vovó emocionada me</p><p>disse:</p><p>— É, minha neta. Apesar de ser do tempo da</p><p>lamparina, eu jamais poderia esquecer as recordações</p><p>que ficaram na minha mente até hoje.</p><p>Nós sorrimos e ficamos abraçadas por um longo</p><p>tempo. Desde então, perdi o medo do escuro e</p><p>percebi que apesar da minha cidade ser simples e</p><p>pequena no tamanho, com seus um mil oitocentos e</p><p>cinquenta habitantes, ela é grande no meu coração e</p><p>inesquecível na mente dos moradores.</p><p>RIBEIRO, Tarine Silva. Aluna da 4ª Série da E. E. Professora Joanita B. B.</p><p>Carvalho. Na ponta do lápis. Fundação Itaú Social, 2005. *Adaptado:</p><p>Reforma Ortográfica.</p><p>Leia novamente o trecho.</p><p>“Após abrir seu coração, vovó emocionada me</p><p>disse:...”. (2° parágrafo). Nesse trecho, a palavra</p><p>destacada indica</p><p>A) a causa da avó estar emocionada.</p><p>B) a condição para que a avó falasse.</p><p>C) o local onde a avó da menina se encontrava.</p><p>D) o momento em que a avó se emocionou</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>No trecho ― “Tchau, mãe! Vou brincar lá fora.”, a</p><p>expressão lá fora dá uma ideia de”</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>10</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>MAR MORTO</p><p>Para quem não sabe nadar, entrar na água do</p><p>mar ou na piscina é sempre complicado. Precisa de</p><p>colo de alguém ou de bóia de plástico.</p><p>Mas existe um mar em que nada afunda, de</p><p>tanto sal que existe em sua água. Esse mar fica entre</p><p>dois países do Oriente, Israel e a Jordânia, e se chama</p><p>Mar Morto. Na verdade, não é um mar: é um grande</p><p>lago, onde deságua o rio Jordão. Ele está 392 metros</p><p>abaixo do nível do mar, e é o ponto mais baixo de toda</p><p>a superfície do planeta. De tão grande, parece mesmo</p><p>um mar: tem 85 quilômetros de comprimento e 17</p><p>quilômetros de largura. É tanto sal em suas águas que</p><p>não tem peixe, alga ou camarão que consiga viver ali</p><p>dentro.</p><p>Por isso o nome de Mar Morto.</p><p>A lama que existe no fundo faz muito bem para</p><p>a pele e tem propriedades medicinais. As pessoas vão</p><p>ao Mar Morto também para fazer tratamento de</p><p>beleza com lama! Não é preciso mergulhar no sal para</p><p>ir atrás dessa poção mágica de beleza. Perto dali,</p><p>existem lojinhas que vendem sabonete feito com a</p><p>lama do fundo do lago. O Mar Morto é realmente um</p><p>lugar diferente!</p><p>Só vendo para acreditar.</p><p>Disponível em: <www.recreioonline.com.br> Fragmento. *Adaptado:</p><p>Reforma Ortográfica.</p><p>No trecho “... que consiga viver ali dentro.”, a palavra</p><p>destacada indica</p><p>A) tempo.</p><p>B) modo.</p><p>C) lugar.</p><p>D) intensidade.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>Leia o texto e responda à questão.</p><p>A TARTARUGA E A LEBRE</p><p>— Vamos apostar quem chega primeiro lá onde</p><p>fica aquela árvore? — perguntou a tartaruga à lebre.</p><p>A lebre riu dela:</p><p>— Você esta louca? Vagarosa como você é! Está</p><p>se lembrando que sou um dos animais mais rápidos</p><p>que existem?</p><p>— Estou sim. E continuo apostando.</p><p>A lebre sabia que era capaz de chegar até a</p><p>árvore em quatro pulos.</p><p>— Está bem. Depois não diga que não avisei.</p><p>Combinaram um premio e a lebre deixou a</p><p>tartaruga partir.</p><p>Pastou, escutou de que lado vinha o vento,</p><p>dormiu — e enquanto isso a tartaruga ia indo, no seu</p><p>passo solene. Tinha consciência de sua lentidão e, por</p><p>isso, não parava de andar.</p><p>— Essa aposta é indigna dos meus dotes —</p><p>pensava a lebre.</p><p>— Para a vitória ter algum valor, só saindo no</p><p>último instante.</p><p>Afinal, quando a tartaruga estava quase</p><p>chegando ao fim combinado, partiu como uma flecha.</p><p>Tarde demais. Quando chegou, a tartaruga já</p><p>estava lá. Teve que lhe entregar o premio e, por cima,</p><p>dar os parabéns.</p><p>Mais vale um trabalho persistente do que dotes</p><p>naturais mal aproveitados.</p><p>GARTNER, Hans & ZWERGER, Lisbeth 12 fábulas de Esopo. São</p><p>Paulo. Ática, 1999.</p><p>Na frase “Afinal, quando a tartaruga estava quase</p><p>chegando ao fim combinado, partiu como uma flecha”,</p><p>a palavra “afinal” dá idéia de:</p><p>A) conclusão</p><p>B) oposição</p><p>C) comparação</p><p>D) explicação</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>Leia o texto abaixo:</p><p>A gralha vaidosa</p><p>Júpiter deu a notícia de que pretendia escolher</p><p>um rei para os pássaros e marcou uma data para que</p><p>todos eles comparecessem diante de seu trono. O</p><p>mais bonito seria declarado rei. Querendo arrumar-se</p><p>o melhor possível, os pássaros foram tomar banho e</p><p>alisar as penas às margens de um arroio. A gralha</p><p>também estava lá no meio dos outros, só que tinha</p><p>certeza de que nunca ia ser a escolhida, porque suas</p><p>penas eram muito feias.</p><p>“Vamos dar um jeito”, pensou ela.</p><p>Depois que os outros pássaros foram embora,</p><p>muitas penas ficaram caídas pelo chão; a gralha</p><p>recolheu as mais bonitas e prendeu em volta do corpo.</p><p>O resultado foi deslumbrante: nenhum pássaro era</p><p>mais vistoso que ela. Quando o dia marcado chegou,</p><p>os pássaros se reuniram diante do trono de Júpiter;</p><p>Júpiter examinou todo mundo e escolheu a gralha</p><p>para rei. Já ia fazer a declaração oficial quando todos</p><p>os outros pássaros avançaram para o futuro rei e</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>11</p><p>arrancaram suas penas falsas uma a uma, mostrando a</p><p>gralha exatamente como ela era.</p><p>Moral: Belas penas não fazem belos pássaros.</p><p>Fonte: http://www.metaforas.com.br/infantis/agralhavaidosa.htm</p><p>O problema da gralha vaidosa começou quando ela:</p><p>A) Decidiu participar do concurso.</p><p>B) Teve as penas arrancadas.</p><p>C) Apresentou-se diante de Júpiter.</p><p>D) Usou as penas que não eram dela</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>CONVITE</p><p>JOSÉ PAULO PAES</p><p>Poesia</p><p>é brincar com palavras</p><p>como se brinca</p><p>com bola, papagaio, pião.</p><p>Só que</p><p>bola, papagaio,pião</p><p>de tanto brincar</p><p>se gastam.</p><p>As palavras não:</p><p>quanto mais se brinca</p><p>com elas</p><p>mais novas ficam.</p><p>Como a água do rio</p><p>que é água sempre nova.</p><p>Como cada dia</p><p>que é sempre um novo dia.</p><p>Vamos brincar de poesia?</p><p>Fonte: http://www.jornaldepoesia.jor.br</p><p>Nos versos “como se brinca / com bola, papagaio,</p><p>pião”, a expressão em destaque reforça, na estrofe, a</p><p>idéia de</p><p>(A) comparação.</p><p>(B) explicação.</p><p>(C) oposição.</p><p>(D) adição.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERO). Leia o texto abaixo.</p><p>A vovó</p><p>Era uma vez uma vovó tão velhinha que já tinha</p><p>se esquecido do seu tempo de dona-de-casa e mãe de</p><p>família. Deixou pra lá a vida passada, só se lembrava</p><p>dos tempos de criança, quando vestia as bonecas,</p><p>brincava de roda cantando com as outras crianças,</p><p>comia bombom escondida e fazia travessuras.</p><p>Quando as pessoas chegavam perto da vovó e</p><p>queriam conversar assunto de gente grande, ela se</p><p>aborrecia e não dava palavra. Mas era só aparecer</p><p>uma criança que vovó dava risada, combinava</p><p>brincadeiras, era aquela animação.</p><p>Um dia, a filha da vovó (que já era meio velha</p><p>também) disse aborrecida para a vizinha:</p><p>– Acho que minha mãe está na segunda infância!</p><p>A vovó ouviu e bateu palmas:</p><p>– Ora, afinal você entendeu. Eu cansei de ser velha e</p><p>voltei mesmo a ser criança. Queria voltar a ser feliz!</p><p>E saiu com um bando de meninas, que já estavam</p><p>chamando por ela.</p><p>QUEIROZ, Rachel de. Memórias de Menina. Rio de Janeiro: José Olympio,</p><p>2006.</p><p>No trecho “Quando as pessoas chegavam perto da</p><p>vovó...”(ℓ. 8), a palavra destacada indica</p><p>A) espaço.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERO). Leia o texto abaixo.</p><p>Agora só falta elas voarem</p><p>As magrelas não são mais as mesmas. Elas</p><p>continuam tendo duas rodas, pedais, guidão, selim</p><p>e quadro, mas evoluíram tanto que hoje estão a anos-</p><p>luz das bicicletas que animaram a infância de qualquer</p><p>jovem de 20 anos. A propósito, faz exatamente 20</p><p>anos que o americano Gary Fisher promoveu uma</p><p>mudança radical nesse mundo das duas rodas. Nas</p><p>pacíficas montanhas de Marin County, na Califórnia,</p><p>Estados Unidos, ele construiu a primeira mountain</p><p>bike, um modelo robusto de bicicleta, preparado para</p><p>enfrentar todo tipo de terreno. De lá para cá, elas</p><p>incorporaram tantas evoluções, que passaram a</p><p>impulsionar os avanços dentro das fábricas de</p><p>bicicletas em todo o mundo.</p><p>Globo Ciência. São Paulo, Globo, n. 31, out. 1994, p. 51-52.</p><p>Nesse texto, a expressão “faz exatamente 20 anos” dá</p><p>ideia de</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>12</p><p>Leia o texto abaixo.</p><p>No alto das árvores</p><p>O bicho-preguiça é um mamífero que só é</p><p>encontrado nas florestas da América Central e do Sul.</p><p>Ele vive no alto das árvores, alimentando-se,</p><p>basicamente, de folhas e, às vezes, de flores e frutos.</p><p>Raramente, ele desce ao chão. E, quando o faz, é</p><p>com muito cuidado, porque é tão acostumado a vida</p><p>na árvore que, quando está no chão, pode ser</p><p>facilmente capturado por seus inimigos naturais, como</p><p>a onça.</p><p>Mas, para fazer suas necessidades, o que</p><p>acontece uma vez por semana, não tem outra saída.</p><p>Ele desce devagarzinho pelo tronco da árvore e,</p><p>quando chega no chão, faz um buraquinho no solo</p><p>com sua pequena, curta e dura calda.</p><p>No buraquinho, ele deposita suas fezes e urina,</p><p>cobrindo-as com folhas secas. Depois, é claro, volta</p><p>para o alto das árvores.</p><p>Revista Ciência Hoje das Crianças - nº 62 ano9, p.13.</p><p>No trecho “Ele desce devagarzinho pelo tronco da</p><p>árvore...”, a palavra sublinhada indica:</p><p>A) a hora em que ele desceu.</p><p>B) o modo como ele desceu.</p><p>C) o lugar por onde ele desceu.</p><p>D) o motivo por que ele desceu.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(Projeto (con(seguir) - DC). Leia o texto abaixo:</p><p>O BICHO</p><p>Vi ontem um bicho</p><p>Na imundície do pátio</p><p>Catando comida entre os detritos.</p><p>Quando achava alguma coisa,</p><p>Não examinava nem cheirava:</p><p>Engolia com voracidade.</p><p>O bicho não era um cão,</p><p>Não era um gato,</p><p>Não era um rato.</p><p>O bicho, meu Deus, era um homem.</p><p>Manuel Bandeira</p><p>http://pensador.uol.com.br/poemas_de_manuel_bandeira</p><p>O verso que indica a ideia de tempo é</p><p>(A) ”Vi ontem um bicho” (ℓ. 1).</p><p>(B) “O bicho não era um cão” (ℓ. 7).</p><p>(C) “Na imundície do pátio” (ℓ. 2).</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SEPR). Leia o texto abaixo:</p><p>Fandango (dança cultura popular)</p><p>É mais comum no sul e sudeste do país,</p><p>principalmente no litoral. Os participantes formam</p><p>rodas ou pares. Em algumas variações, os dançarinos</p><p>arrastam os pés, enquanto em outras, batem os pés</p><p>para marcar o ritmo. Para isso, os homens usam</p><p>botinas com saltos ou tamancos de madeira. O</p><p>acompanhamento musical é feito por viola, rabeca,</p><p>pandeiro e sanfona. Nos estados do Nordeste, o</p><p>fandango também é conhecido como marujada.</p><p>Fonte: Almanaque Recreio. São Paulo: Editora Abril. 2003. p. 92.</p><p>No trecho “Em algumas variações, os dançarinos</p><p>arrastam os pés, enquanto em outras, batem os pés</p><p>para marcar o ritmo”, as expressões em destaque dão</p><p>idéia de:</p><p>A) Ordem.</p><p>B) Modo.</p><p>D) Causa.</p><p>D) Lugar.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SEPR). Leia o texto abaixo:</p><p>No trecho: “Sou Maluquinho, mas não sou louco de</p><p>estragar meus livros!”. A palavra destacada estabelece</p><p>uma relação de:</p><p>A) Conclusão.</p><p>B) Explicação.</p><p>C) Contradição.</p><p>D) Alternância.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SEPR). Leia o texto abaixo:</p><p>O LAGARTO MEDROSO</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>13</p><p>(Cecília Meireles. Ou isto ou aquilo & inéditos. São Paulo, Melhoramentos/MEC, 1972)</p><p>Na sexta linha do poema, a expressão “depressa,</p><p>depressa” dá a idéia de:</p><p>A) Explicação.</p><p>B) Modo.</p><p>C) Lugar.</p><p>D) Dúvida.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(professoraregianeuca.blogspot.com.br). Leia o texto abaixo</p><p>e responda.</p><p>A interjeição "AI!", no primeiro quadrinho, indica que</p><p>a personagem está:</p><p>(A) suspirando de alegria;</p><p>(B) sentindo dor;</p><p>(C) indignada;</p><p>(D) triste, desolada.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(AvaliaBH). Leia o texto abaixo:</p><p>O velho escravo</p><p>Um velho escravo, já coxo e meio cego, voltava</p><p>para o sítio quando o sol ia se pondo no horizonte.</p><p>Repentinamente, ouviu um rugido que o deixou</p><p>amedrontado. Era um leão que, de dentro da mata, o</p><p>acompanhava espreitando-o como um gato persegue</p><p>um rato.</p><p>Já era noite e o sítio ainda estava longe. Ao</p><p>chegar em uma colina que terminava num grande</p><p>precipício, sentou-se à beira dele, pois suas pernas não</p><p>suportavam mais o peso de seu corpo. Além disso,</p><p>julgava estar mais a salvo, naquele lugar.</p><p>Como era noite sem estrelas nem lua,</p><p>mas</p><p>escura como breu, o velho teve a ideia de colocar seu</p><p>chapéu e paletó na ponta do cajado, cravado no chão.</p><p>E deitou-se ao lado, já sem forças físicas. O leão,</p><p>que o seguira de mansinho, aproximou-se do local e,</p><p>como estava muito escuro, pensou que o vulto, que</p><p>via em pé, era o do velho escravo.</p><p>Num salto felino, jogou-se sobre o improvisado</p><p>espantalho. Como estava rente ao precipício, rolou</p><p>morro abaixo, indo parar no fundo do abismo que a</p><p>própria natureza lhe preparara.</p><p>O velho pôde, assim, dormir tranquilo a noite</p><p>toda para, na manhã seguinte, prosseguir na sua</p><p>caminhada, agora sem a ameaça da fera.</p><p>4 estações/ Verão, Erechim/RS: Edelbra, 10 de janeiro. Fragmento.</p><p>Leia novamente o trecho.</p><p>O leão, que o seguira de mansinho, aproximou-se do</p><p>local... (4° parágrafo).</p><p>A expressão destacada possui sentido de</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>14</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(AvaliaBH). Leia o texto abaixo:</p><p>Disponível em: <http://www.textolivre.com.br/infantil/22684-parlendas-</p><p>engracadas> Acesso em: 05 abr. 2010.</p><p>No verso “Lá no seu esconderijo”, a palavra “Lá” indica</p><p>A) como o rato comeu o queijo.</p><p>B) onde o rato comeu o queijo.</p><p>C) por que o rato comeu o queijo.</p><p>D) quando o rato comeu o queijo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERS). Leia o texto abaixo e responda.</p><p>A vitória-régia</p><p>Há muitos anos, em uma tribo indígena,</p><p>contava-se que a lua (Jaci, para os índios) era uma</p><p>deusa que, ao despontar a noite, beijava e enchia de</p><p>luz os rostos das mais belas virgens índias da aldeia –</p><p>as cunhantãs-moças. Sempre que ela se escondia atrás</p><p>das montanhas, levava para si as moças de sua</p><p>preferência e as transformava em estrelas no</p><p>firmamento.</p><p>Uma linda jovem virgem da tribo, a guerreira</p><p>Naiá, vivia sonhando com este encontro e mal podia</p><p>esperar pelo grande dia em que seria chamada por</p><p>Jaci. Os anciãos da tribo alertavam Naiá: depois de seu</p><p>encontro com a sedutora deusa, as moças perdiam seu</p><p>sangue e sua carne, tornando-se luz – viravam as</p><p>estrelas do céu. Mas quem a impediria?</p><p>Naiá queria porque queria ser levada pela lua.</p><p>À noite, cavalgava pelas montanhas atrás dela, sem</p><p>nunca alcançá-la. Todas as noites eram assim, e a</p><p>jovem índia definhava, sonhando com o encontro, sem</p><p>desistir. Não comia e nem bebia nada. Tão obcecada</p><p>ficou que não havia pajé que lhe desse jeito.</p><p>Um dia, tendo parado para descansar à beira</p><p>de um lago, viu em sua superfície a imagem da deusa</p><p>amada: a lua refletida em suas águas. Cega pelo seu</p><p>sonho, lançou-se ao fundo e se afogou. A lua,</p><p>compadecida, quis recompensar o sacrifício da bela</p><p>jovem índia e resolveu transformá-la em uma estrela</p><p>diferente de todas aquelas que brilham no céu.</p><p>Transformou-a então numa “Estrela das Águas”, única</p><p>e perfeita, que é a planta vitória-régia. Assim, nasceu</p><p>uma linda planta cujas flores perfumadas e brancas só</p><p>abrem à noite e, ao nascer do sol, ficam rosadas.</p><p>Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_da_vit%C3%B3ria-</p><p>r%C3%A9gia.> Acesso em 15/07/09.</p><p>O trecho que dá uma ideia de lugar é:</p><p>A) ‘‘Assim, nasceu uma linda planta ...’’.</p><p>B) ‘‘... em uma tribo indígena, ...’’.</p><p>C) ‘‘Há muitos anos, ...’’.</p><p>D) ‘‘... queria ser levada pela lua.’’.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERS). Leia o texto abaixo.</p><p>Água por todo lado</p><p>Desvende os segredos das ilhas e entenda por</p><p>que elas são tão diferentes</p><p>Água à vista</p><p>Existem ilhas em oceanos, rios e lagos do mundo</p><p>todo. E nem todas se formaram do mesmo jeito. Elas</p><p>podem surgir quando a água sobe ao redor de</p><p>montanhas, quando a correnteza junta uma grande</p><p>quantidade de areia e pedra num local ou a partir da</p><p>lava expelida por vulcões submarinos.</p><p>Muitas diferenças</p><p>Cada ilha tem sua paisagem. Em muitas há</p><p>plantas, rios e animais. Outras são como desertos.</p><p>Algumas têm vilas ou imensas cidades. Mesmo as que</p><p>são formadas só por pedras, têm importância na</p><p>natureza, pois são pontos de descanso para animais e,</p><p>sob a água, abrigam peixes e outros bichos.</p><p>Faça a sua</p><p>Em Dubai, nos Emirados Árabes, existem ilhas</p><p>artificiais feitas de areia onde há casas e hotéis. Essa</p><p>ideia não é nova. Povos que vivem no Peru fazem ilhas</p><p>desde o ano 1200.</p><p>Eles empilham folhas e galhos de uma planta e</p><p>constroem casas sobre essas ilhas, usando fibras da</p><p>mesma planta.</p><p>Cuidado importante</p><p>Numa ilha, os elementos da natureza estão em</p><p>equilíbrio. Isso garante a sobrevivência de vegetais,</p><p>plantas, aves, répteis, mamíferos e outros seres que</p><p>estão ali. A chegada de lixo, plantas ou bichos de</p><p>outros locais pode levar muitas espécies animais e</p><p>vegetais à morte e até mesmo à extinção. [...]</p><p>Recreio, ano 9, n. 436. p. 12.</p><p>No trecho “... pois são pontos de descanso para</p><p>animais... ”, a palavra destacada expressa uma ideia de</p><p>A) adição.</p><p>B) comparação.</p><p>C) conclusão.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>15</p><p>D) explicação.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERS). Leia o texto abaixo.</p><p>A lebre e os ouriços</p><p>Um casal de ouriços morava perto de uma</p><p>montanha, vivendo muito sossegados.</p><p>Não precisavam procurar alimentos longe dali,</p><p>pois por perto havia muitos insetos, seu prato</p><p>predileto.</p><p>Um dia, apareceu por lá uma lebre dizendo que</p><p>morava sozinha e vivia aborrecida e, por isso, queria</p><p>ficar junto com eles.</p><p>O casal de ouriços concordou, mas logo</p><p>percebeu que a lebre queria ser sempre mais esperta</p><p>do que eles.</p><p>O casal de ouriços era tão parecido um com o</p><p>outro que às vezes a lebre conversava com o marido,</p><p>pensando que era a esposa e vice-versa, causando</p><p>risos.</p><p>Querendo provar sua esperteza, a lebre propôs</p><p>ao ouriço uma corrida, onde o perdedor teria que se</p><p>mudar para longe dali. Certa de ganhar por ser muito</p><p>veloz, a lebre ficava pensando em ficar morando por</p><p>ali com o campo todo para ela.</p><p>Enquanto isso, o ouriço pensava em um modo</p><p>de enganar a lebre. Combinou com sua esposa:</p><p>– Você fica no local marcado para a chegada e,</p><p>quando ela chegar, pensará que sou eu.</p><p>Assim foi feito. A lebre, muito preocupada em</p><p>estar sempre na frente, nem olhou para trás e</p><p>pensando ter perdido a corrida, mudou-se.</p><p>4 estações/Verão. Erechim: Edelbra. Fragmento.</p><p>No trecho “Enquanto isso, o ouriço pensava em um</p><p>modo...” (7° parágrafo), a expressão destacada indica</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(PROMOVER). Leia o texto abaixo e responda.</p><p>Roda Viva</p><p>Tem dias que a gente se sente</p><p>Como quem partiu ou morreu</p><p>A gente estancou de repente</p><p>Ou foi o mundo então que cresceu...</p><p>A gente quer ter voz ativa</p><p>No nosso destino mandar</p><p>Mas eis que chega a roda viva</p><p>E carrega o destino prá lá...</p><p>Roda mundo, roda gigante</p><p>Roda moinho, roda pião</p><p>O tempo rodou num instante</p><p>Nas voltas do meu coração...</p><p>A gente vai contra a corrente</p><p>Até não poder resistir</p><p>Na volta do barco é que sente</p><p>O quanto deixou de cumprir</p><p>Faz tempo que a gente cultiva</p><p>A mais linda roseira que há</p><p>Mas eis que chega a roda viva</p><p>E carrega a roseira prá lá...</p><p>Chico Buarque. Letra e Música. Disponível em:</p><p><http://letras.terra.com.br/chico-buarque/45167/>. Acesso em: 14 ago.</p><p>2010.</p><p>No trecho “E carrega a roseira prá lá...”, a palavra “lá”</p><p>dá uma ideia de</p><p>A) dúvida.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERS). Leia o texto abaixo e responda.</p><p>O LOBO DESATENTO</p><p>Certa noite, um lobo andava pela floresta em</p><p>busca de comida. E já estava empenhado nessa tarefa</p><p>havia um bom tempo, sem qualquer resultado prático,</p><p>quando sentiu no ar o cheiro de carneiros. “Até que</p><p>enfim!”, foi o pensamento que</p><p>lhe veio à cabeça de</p><p>imediato, e então, imaginando o que de bom poderia</p><p>encontrar mais adiante para aplacar a fome que</p><p>sentia, ele caminhou rapidamente na direção que o</p><p>seu faro indicava.</p><p>Logo à frente, as árvores davam lugar a uma</p><p>grande área coberta de relva, e era nesse pedaço de</p><p>chão que os carneiros descansavam protegidos por um</p><p>cão. O lobo não se preocupou com isso. O que fez foi</p><p>sair andando passo a passo, o mais devagar que podia,</p><p>procurando se aproximar do ponto que ficava mais</p><p>distante do vigia, onde algumas das possíveis presas</p><p>dormiam sossegadas.</p><p>E já estava quase lá, quando uma de suas patas</p><p>traseiras descuidou-se um momento e pisou em um</p><p>pedaço de tábua já meio apodrecido. Esta rangeu sob</p><p>o peso do animal, e o barulho que fez soou tão alto em</p><p>meio ao silêncio da noite que acordou o cão de</p><p>guarda, fazendo-o sair na mesma hora em perseguição</p><p>ao lobo desastrado. Que por sua vez, coitado, não teve</p><p>outra coisa a fazer senão fugir em desabalada carreira,</p><p>esfomeado e sem alimento.</p><p>D12 - Estabelecer relações lógico-discursivas presentes no texto, marcadas</p><p>por conjunções, advérbios etc.</p><p>16</p><p>Moral da história: Quem não presta atenção no que</p><p>faz, algum dia vai acabar se metendo em apuros.</p><p>Disponível em: <http://www.fernandodannemann.recantodasletras.</p><p>com.br>. Acesso em: 5 abr. 2010.</p><p>Leia novamente o trecho.</p><p>... ele caminhou rapidamente na direção que o seu</p><p>faro indicava. (1° parágrafo).</p><p>Nesse trecho, a palavra “rapidamente” indica</p><p>A) lugar.</p><p>B) modo.</p><p>C) motivo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(SAERJ). Leia o texto abaixo.</p><p>Revista Recreio Ano 2 nº 67. Pág 5</p><p>No trecho “Antes da criação dos selos...”, a palavra</p><p>sublinhada indica uma relação de</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) negação.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(PROMOVER). Leia o texto abaixo.</p><p>Toma lá, dá cá</p><p>Na Vila Cotoxó, logo ali no meio da mata, fica a</p><p>toca de um mico sapeca.</p><p>É a toca do Mico Zeca.</p><p>Mico Zeca é um macaco, dono de uma loja</p><p>muito gozada.</p><p>Na loja do Mico Zeca se leva comida para toda a</p><p>semana, mas só se paga com banana.</p><p>Todo dia é uma folia.</p><p>Logo cedo já tem fila.</p><p>– Bom dia, Mico Zeca!</p><p>– Como vai, seu tatu?</p><p>– Vou com uma fome danada.</p><p>– Leve um pouco de caju.</p><p>– Boa ideia! E como eu pago, Mico Zeca?</p><p>– Ora, seu tatu, só um pouco de caju vale um</p><p>pouco de banana.</p><p>– Oba! – falou o tatu, com seu caju.</p><p>E Mico Zeca, todo dia da semana, dava um</p><p>pouco de comida por um pouco de banana.</p><p>MUNIZ, Flavia. Toma lá, da cá. São Paulo: Moderna, 1992. *Adaptado:</p><p>Reforma Ortográfica.</p><p>No trecho “... logo ali no meio da mata”..., a expressão</p><p>“logo ali” dá uma ideia de</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p><p>(PROEB). Leia o texto abaixo e responda.</p><p>Como é produzido o giz de lousa?</p><p>Ele é feito a partir da mistura de gesso e água.</p><p>Para se obter giz colorido, adiciona-se tinta à mistura.</p><p>Essa massa é colocada em moldes que dão forma ao</p><p>giz.</p><p>Após alguns minutos, ele endurece e é retirado</p><p>para passar pelo processo de secagem, que pode ser</p><p>feito ao sol ou em máquinas especiais. Depois, o giz é</p><p>embalado e está pronto para ser vendido.</p><p>CRISTIANINI, Maria Carolina. Recreio, São Paulo: Abril, ano 9, n. 464, 29 jan.</p><p>2009.</p><p>Nesse texto, a expressão “Após alguns minutos” indica</p><p>A) causa.</p><p>B) lugar.</p><p>C) modo.</p><p>D) tempo.</p><p>-------------------------------------------------------------------</p>

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