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Giovanna Leal

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<p>AUDIOMETRIA</p><p>1. Mulher com queixa de hipoacusia bilateral, zumbido a direita, história da família PANS ( perda</p><p>auditiva neurossensorial na família)</p><p>Qual o diagnóstico audiometrico?</p><p>R: Perda neurossensorial descendente grau</p><p>leve;</p><p>Limiar auditivo desse paciente em DB?</p><p>Calculamos o lado Direito, das frequências</p><p>500, 1000 e 2000.</p><p>500 deu 25</p><p>1000 deu 25</p><p>2000 deu 35</p><p>Somando da 85 e dividimos por 3 da mais ou</p><p>menos 30; o grau é leve.</p><p>Pode incluir 3000 mas devemos dividir por 4</p><p>porque é uma média e sempre começando por</p><p>500, 1000 e 2000.</p><p>Usamos essa frequência porque a fala</p><p>humana está nessa faixa de frequência e a</p><p>parte mais importante é a conversação. Apesar de vermos frequência em 75 ele não tem perda</p><p>severa tem perda leve</p><p>Orelha esquerda:</p><p>Grau leve</p><p>Porque motivo ela se queixa de zumbido da orelha direita? Devido a assimetria. Temos a audição</p><p>via oral e o cérebro precisa juntar as informações com a outra e transformar em uma informação</p><p>para você.</p><p>Por qual motivo a perda é neurossensorial?</p><p>Porque a via aérea + via óssea estão rebaixadas sem diferença de GAP ≥ que 15 dB .</p><p>A audição tem dois componentes:</p><p>Via aérea ou via de condução ou condutiva: a via de</p><p>condução ocorre na Orelha externa e média</p><p>Via óssea ( de percepção )</p><p>8 par e cóclea é a orelha interna.</p><p>Quando realizamos o exame no paciente testamos</p><p>primeiro a via aérea: fornecemos o fone e um som</p><p>puro se ouvir levanta o braço ou aperta um botão.</p><p>Oferecemos um som na frequência determinada e</p><p>intensidade determinada e quando ouvir aperta</p><p>botão. Exemplificando ofereci para um paciente em 20 dB com 500 hz e ele respondeu</p><p>positivamente e marco a bolinha ( O ) quando foi a 2000 Hz ele não respondeu só respondeu depois.</p><p>Observei que há uma perda auditiva da via Aérea so que se Houver uma questão neurossensorial</p><p>pouco importa se a via aérea esta funcionando. Só via área sendo testada ficaria duvida de onde</p><p>seria o problema</p><p>Fazemos o teste de via área primeiro por convenção e para testar a via óssea é necessário fazer uma</p><p>estimulação óssea com vibrador ósseo e faz o mesmo procedimento .</p><p>25 dB é o limiar normal do adulto</p><p>Via óssea normal com Via área rebaixado o problema é na condução . Perda auditiva de condução</p><p>Via área e via óssea rebaixada é Neurossensorial</p><p>- Se colocarmos uma rolha de algodão nesse paciente iriamos piorar a via aérea ( a condução ) e</p><p>teríamos via aérea e via óssea alterada com diferença de maior de 15 dB o GAP seria uma perda</p><p>mista, seria as duas perdas</p><p>Se eu perguntar quantos tipos de perda existem ? Somente duas, Neurossensorial e Condução ou</p><p>uma ou outra ou tem as duas.</p><p>Essa paciente tem histórico familiar de perda neurossensorial</p><p>Imitanciometria:</p><p>Ela possui uma curva tipo A</p><p>A curva tipo A é quando a pressão ela vai ser o pico do triangulo vai ser 0,25 ml ou no máximo ate</p><p>antes -100.</p><p>a imitanciometria testa se a orelha media esta funcionando, se eu quiser verificar se a pressão na</p><p>orelha media esta funcionando fazemos a imitanciometria. Se eu quiser verificar se o reflexo do 8</p><p>par que volta como o arco reflexo pro tensor músculo estapediano que faz com que o estapédio</p><p>fique mais rígido ( reflexo estapediano)</p><p>A imitanciometria vai dar dois testes :</p><p>- reflexo estapediano</p><p>- timpanometria</p><p>A timpanometria( ou seja pressão da orelha média deu normal) desse paciente deu normal e reflexo</p><p>acústico deu normal .</p><p>Se eu quiser estudar como esta as células da cóclea eu posso usar as emissões otoacusticas, se eu</p><p>quiser estudar o 8 par eu posso usar o bera ou PEATE, exames eletroacústico objetivos mapeamos</p><p>todo o som caixa media, cóclea e VII par. Se eu quiser saber se está funcionando na percepção do</p><p>paciente de maneira subjetiva fazemos a audiometria tonal e vocal que depende do paciente .</p><p>Exames básicos da audição e imitanciometria e audiometria elementar para saber.</p><p>Reflexo acústico serve para testar o VII e VIII par.</p><p>-Paciente tem paralisia facial e essa paralisia facial é no núcleo do facial ( do núcleo facial para</p><p>baixo não vai funcionar, Petroso superficial não vai funcionar , reflexo estapediano não vai</p><p>funcionar, tensor do tímpano não funcionar . Teve uma paralisia facial e paciente tiver ouvindo e tá</p><p>com zumbido se fizer o reflexo acústico vai dar negativo naquela orelha da paralisia porque o 8 par</p><p>funcionando e o 7 não esta voltando . Reflexo acústico serve para verificar onde foi aquela paralisia</p><p>facial, topodiagnostico, e esta abolido a partir de uma perda moderada ou seja, se o paciente</p><p>estiver fingindo eu consigo suspeitar . Resultado é positivo ou negativo .</p><p>Reflexos acústico é positivo ou negativo e nessa paciente deu ausente em 4000, porque ? Porque é</p><p>acima de moderada a perda e os outros estão presente .</p><p>Diferencial ate 90 é normal ( recrutamento e decrutamento )</p><p>2 caso: Mulher 48 anos com vertigem, zumbido e plenitude da orelha esquerda.</p><p>Síndrome de menielin</p><p>Perda pior em graves e rampa ascendente unilateral e mulher</p><p>Ela apresenta perda auditiva neurossensorial, modera da orelha esquerda. Orelha direita esta normal</p><p>OE-> moderada ( limiar 56, moderada na classificação da OMS)</p><p>3. Microtia da orelha esquerda</p><p>Quando o paciente tem um GAP > 30 dB Imaginamos que há uma ma formação , problema de</p><p>cadeia ossicular .</p><p>Para criança o limiar é 15 dB</p><p>4. Criança com 5 anos com atraso na fala, roncos noturnos e otites Média de repetição:</p><p>Qual a curva da imitanciometria ? Curva tipo B BILATERAL ; SUGESTIVA DE</p><p>SECREÇÃO NA ORELHA MÉDIA ( efusão na orelha média)</p><p>Timpanometria : observa Complacência da membrana timpanica o som a partir de de 95 dB</p><p>em 225 hz , colocamos uma sonda que emite um som que vai fazer uma deflexão temos uma</p><p>medida pneumática , vedo o conduto com a sonda e estimulo ; se a pressão que eu consegui</p><p>entre que eu fechei e a membrana timpanica for uma diferença igual a 0 + 0,20 de área é o</p><p>normal do ouvido e chamamos de curva A</p><p>Se tiver catarro não tem pico, não tem curva logo curva B</p><p>Se tiver perfurado não faz complacência</p><p>Perfuração timpanica é contraindicado fazer a timpanometria ;</p><p>O paciente tem uma curva A ( SMALL A OU As <0,25) tem uma mobilidade mas a cadeia</p><p>ossicular esta irrijecida e não permite que seja uma complacência adequada acontece na</p><p>otoeslerose que é uma fibrose da região da platina do estribo lá na janela oval; tratamento é</p><p>cirúrgico remove e coloca a prótese</p><p>Paciente perfurou o tímpano e se regenerou , material mais maleável , não vemos o pico e</p><p>chamamos de hipermodernidade que</p><p>é a CURVA AD.</p><p>Disfunção da tuba auditiva : gera</p><p>uma pressão negativa na orelha</p><p>média que as secreções ficaram mais</p><p>negativa que chamamos de CURVA</p><p>C ( PRESSÃO NEGATIVA NA</p><p>ORELHA MÉDIA)</p>