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<p> Composta por tecido</p><p>conjuntivo frouxo;</p><p> Várias células estão</p><p>presentes: odontoblastos,</p><p>fibroblastos, células-tronco e</p><p>células de defesa;</p><p> Vasos sanguíneos, linfáticos e</p><p>uma rede de nervos.</p><p> Função Formadora:</p><p> PRODUZ DENTINA</p><p> Função Nutritiva:</p><p> Dispositivo vital necessário ao</p><p>metabolismo da dentina</p><p> Função Sensorial:</p><p> Responder às agressões com dor</p><p> Função Defensiva:</p><p> Responder às agressões com</p><p>inflamação</p><p> Função Reguladora:</p><p> Controla e regula o volume e</p><p>velocidade do fluxo sanguíneo</p><p>MICROBIANA:</p><p>OS AGENTES</p><p>MICROBIANOS SÃO OS</p><p>RESPONSÁVEIS PELA</p><p>MAIORIA DAS</p><p>AFECÇÕES PULPARES.</p><p>FISÍCA/MECÂNICA:</p><p>1. FRIO E CALOR (ALTA</p><p>ROTAÇÃO)EXAGERADOS;</p><p>2. TRAUMAS E PANCADAS</p><p>3.MOVIMENTOS</p><p>ORTODÔNTICOS BRUSCOS</p><p>4. RESTAURAÇÕES ALTAS</p><p>QUÍMICA:</p><p>USO DE</p><p>MEDICAMENTOS</p><p>INCOMPATÍVEIS COM O</p><p>TECIDO CONJUNTIVO</p><p>EX: AC. FOSFÓRICO</p><p>1. Duro</p><p>2. Resistente ao desgaste</p><p>3. Impermeável</p><p>4. Bom isolante elétrico</p><p>PROTEGEM A</p><p>POLPA</p><p>1. RESILIENTE e</p><p>protege o esmalte</p><p>que é extremamente</p><p>friável.</p><p>1. Cárie, trauma ou agente químico</p><p>próximo a polpa;</p><p>2. Manifestação subjetiva: DOR</p><p>3. Provoca reações defensivas;</p><p>4. PRIMEIRO MECANISMO DE</p><p>DEFESA: Obliteração dos Túbulos</p><p>Dentinários;</p><p>5. Se a barreira defensiva for superada.</p><p>SEGUNDO MECANISMO DE DEFESA:</p><p>Dentina Terciária ou Reparadora</p><p> Assim que a cárie transpõe 3/4 de dentina, os odontoblastos</p><p>se atrofiam e fica inibida a formação da dentina. A polpa,</p><p>neste estado, será rapidamente colocada em contacto com a</p><p>cavidade bucal (polpa exposta).</p><p>OU</p><p>CURÁVEIS INCURÁVEIS</p><p>INFLAMATÓRIAS</p><p> Quando combatidas em</p><p>tempo, podem regredir,</p><p>retornando a polpa à</p><p>normalidade.</p><p>DEGENERATIVAS</p><p> São definitivas.</p><p>HIPEREMIA (PULPITE FOCAL</p><p>REVERSÍVEL).</p><p>TOXINAS</p><p>VAI HAVER UMA</p><p>INFLAMAÇÃO DA POLPA</p><p>(DEFESA)</p><p>EXCESSO DE SANGUE NA</p><p>POLPA, E O RETORNO</p><p>FLUXO SANGUINEO É</p><p>DIFICULTADO</p><p>O AGENTE AGRESSOR</p><p>CONTÍNUA E MAIOR</p><p>QUANTIDADE DE</p><p>EXSUDATO SE DIFUNDE</p><p>A POLPA NÃO</p><p>CONSEGUE SE DILATAR</p><p>POR CAUSA DAS</p><p>PAREDES RIGIDAS DA</p><p>DENTINA</p><p>NA TENTATIVA DE</p><p>VENCER O AGENTE</p><p>AGRESSOR, ACABA POR</p><p>DESTRUIR OS PRÓPRIOS</p><p>TECIDOS DA MESMA</p><p>PULPITE: POLPA ESTÁ</p><p>IRREMEDIAVELMENTE</p><p>PERDIDA</p><p>SE REMOVER</p><p>A CAUSA: A</p><p>POLPA VOLTA</p><p>AO NORMAL</p><p>PULPITE AGUDA:</p><p> É aquela em que a morte ocorre</p><p>em CURTO lapso de TEMPO.</p><p> FORMA FECHADA:</p><p>PULPITE CRÔNICA:</p><p> FORMA ABERTA:</p><p> Pulpite crônica ulcerativa:</p><p> Pulpite crônica hiperplásica:</p><p> Fenômenos inflamatórios instalam-se</p><p>com lentidão, sobrevindo TARDIAMENTE</p><p>A MORTIFICAÇÃO PULPAR.</p><p>ESCLEROSE PULPAR</p><p> IDOSOS (MAIS FREQUENTE):</p><p>aceleração do processo fisiológico de</p><p>formação de dentina circum pulpar,</p><p>reduzindo as dimensões da câmara</p><p>pulpar.</p><p> NÓDULOS PULPARES (ESCLEROSE</p><p>PREMATURA): denunciam circulação</p><p>deficiente, pois sabe-se que tecido</p><p>conjuntivo com circulação entorpecida</p><p>pode calcificar-se.</p><p>REABSORÇÃO INTERNA</p><p> Recebe o nome de mancha</p><p>rósea quando o processo de</p><p>reabsorção ocorre na coroa</p><p>dental, porque a cor da polpa é</p><p>refletida pelo esmalte.</p><p>RECURSOS</p><p>EXAME CLÍNICO</p><p>ANAMNESE EXAMES FISÍCOS</p><p>EXAMES</p><p>COMPLEMENTARES</p><p>EX: RADIOGRAFIA</p><p>TOMOGRAFIA</p><p>TESTES TÉRMICOS</p><p>SINTOMAS</p><p>SUBJETIVA</p><p>ACUSADA</p><p>PELO</p><p>PACIENTE</p><p>SINAIS</p><p>OBJETIVA</p><p>OBSERVADA</p><p>PELO</p><p>PROFISSIONAL</p><p>TESTE TÉRMICO</p><p>(avaliar</p><p>a sensibilidade)</p><p>1. FRIO:</p><p>GELO OU GÁS</p><p>REFRIGERANTE</p><p>2. CALOR:</p><p>BASTÃO DE GUTA-</p><p>PERCHA AQUECIDO</p><p>TESTE ELÉTRICO</p><p>Estimulando</p><p>diretamente as fibras</p><p>sensoriais</p><p>TESTE DE CAVIDADE</p><p>Realizar a cirurgia de</p><p>acesso do dente</p><p>suspeito sem</p><p>anestesia</p><p>TESTE DE</p><p>ANESTESIA</p><p>Dor difusa ou reflexa</p><p>o paciente encontra-</p><p>se impossibilitado a</p><p>localizar o</p><p>dente comprometido</p><p>TESTE DE</p><p>PERCUSSÃO</p><p>VERTICAL E</p><p>HORIZONTAL</p><p>Avaliação clínica</p><p>da condição</p><p>inflamatória da</p><p>região periapical</p><p>TESTE DE</p><p>PALPAÇÃO</p><p>Aumento de volume</p><p>e extensão do</p><p>processo</p><p>FRIO</p><p>CALOR</p><p>Variações no declínio, tempo para</p><p>o paciente abaixar a mão:</p><p>1. Declínio rápido (aproximadamente 5</p><p>segundos)</p><p>a. Orientado pela a mão do</p><p>paciente, conotando</p><p>normalidade pulpar.</p><p>2. Declínio lento (superior à 5</p><p>segundos)</p><p>a. Orientado pela a mão do</p><p>paciente, conotando</p><p>comprometimento pulpar -</p><p>inflamação pulpar com</p><p>diferentes níveis de</p><p>comprometimento.</p><p>1. EXPONTÂNEA;</p><p>2. PULSATIL;</p><p>3. ATENUADA</p><p>4. CONSTANTE</p><p>5. DOR NOTURNA</p><p>CONDIÇÃO DO</p><p>APARECIMENTO</p><p>DA DOR</p><p>• Provocada</p><p>• Espontânea</p><p>DURAÇÃO DA DOR</p><p>• Declínio Rápido</p><p>• Declínio Lento</p><p>FREQUÊNCIA DA</p><p>DOR</p><p>• Intermitente</p><p>• Contínua</p><p>SEDE DA DOR</p><p>• Localizada</p><p>• Difusa</p><p>• PROVOCADO (FRIO)</p><p>• CURTA DURAÇÃO</p><p>• LOCALIZADA</p><p>HIPEREMIA (FASE</p><p>REVERSÍVEL)</p><p>• DORES INCOMODAS</p><p>• EMPREGO DE</p><p>ANALGÉSICOS</p><p>• INTERMITENTE</p><p>(INTERVALOS</p><p>ASSINTOMÁTICOS)</p><p>FASE DE</p><p>TRANSIÇÃO • ESPONTÂNEA</p><p>• EXACERBADA PELO</p><p>CALOR</p><p>• CONTÍNUA E RARAMENTE</p><p>LOCALIZADA</p><p>• O FRIO ALIVIA A DOR</p><p>FASE</p><p>IRREVERSÍVEL</p><p>PULPITE REVERSÍVEL</p><p>1. Geralmente assintomática</p><p>2. Dor aguda, rápida ,localizada e</p><p>fugaz</p><p>3. Dor cede após remoção do</p><p>estimulo doloroso</p><p>4. Dor ao frio</p><p>5. Exame visual: lesão cariosa</p><p>profunda sem exposição pulpar</p><p> Testes pulpares:</p><p> Calor: dor tardia</p><p> Frio: dor aguda,rápida,</p><p>localizada que passa após a</p><p>remoção do estimulo</p><p> Percussão e palpação: negativo</p><p> Tratamento:</p><p> Remoção da cárie ou restauração</p><p>defeituosa e na aplicação de material</p><p>forrador e/ou base</p><p>PULPITE IRREVERSÍVEL</p><p> A polpa está exposta</p><p> Uso de analgésicos</p><p> Casos iniciais:</p><p> Dor provocada,aguda e localizada</p><p> Persiste por um bom período</p><p> Casos avançados:</p><p> Dor pulsátil, lancinante, contínua e</p><p>espontânea.</p><p> Testes pulpares:</p><p> Calor: positivo</p><p> Frio:</p><p>▪ Estágios iniciais: positiva</p><p>▪ Estágios finais: as vezes alivia a</p><p>dor</p><p> Percussão e palpação:</p><p> Negativos</p><p> Tratamento:</p><p> Pulpectomia (remoção total do</p><p>tecido pulpar)</p><p> Pulpotomia (remoção da polpa</p><p>coronária- tratamento</p><p>conservador)</p><p>NECROSE PULPAR</p><p> Geralmente assintomática</p><p> Ou relata episódios breves de dor</p><p> Carie extensa até a polpa ou</p><p>trauma dentário</p><p> Testes pulpares:</p><p> Calor: negativo</p><p> Frio: sempre negativa</p><p> Palpação e percussão:</p><p> Negativo ou positivo,</p><p>dependendo da inflamação nos</p><p>tecidos perirradiculares</p><p> Tratamento:</p><p> Pulpectomia</p><p>Processo</p><p>Inflamatório</p><p>Forame</p><p>Radicular</p><p>Desenvolve</p><p>Lesões</p><p>Perirradiculares</p><p>PERIODONTITE APICAL</p><p>AGUDA</p><p> Dor intensa, espontânea e</p><p>localizada</p><p> Sensibilidade ao toque do</p><p>dente ,‘‘Dente Crescido’’</p><p> Teste pulpares:</p><p> Negativos</p><p> Percussão:</p><p> Sempre positiva</p><p> Palpação:</p><p> Positivo ou negativo</p><p> Radiografia:</p><p> Espessamento do espaço do</p><p>ligamento dentário</p><p>ABSCESSO PERIRRADICULAR</p><p>AGUDO</p><p> Dor espontânea, pulsátil, lancinante</p><p>e difusa</p><p> Pode ou não apresentar</p><p>envolvimento sistêmico (febre ou</p><p>mal-estar)</p><p> A dor é aliviada quando há uma</p><p>ruptura do periósteo pelo pus</p><p> Teste pulpares:</p><p> Frio: negativos</p><p> Calor e elétrico: falso positivo</p><p> Palpação e percussão:</p><p> Positivos</p><p> Radiografia:</p><p> Aumento do espaço</p><p>perirradicular e/ou rompimento</p><p>da lâmina dura</p><p>• Sem</p><p>tumefação</p><p>Inicial</p><p>• Tumefação</p><p>consistente</p><p>Em evolução</p><p>• Tumefação</p><p>flutuante</p><p>Evoluído</p><p>PERIODONTITE APICAL</p><p>CRÔNICA</p><p> Assintomático.</p><p> As vezes pode doer ao</p><p>mastigar alimentos mais</p><p>sólidos.</p><p> Testes pulpares:</p><p> Negativos</p><p> Percussão e palpação:</p><p> Negativos</p><p> Radiografia:</p><p> Rarefação óssea periapical</p><p>difusa ou circunscrita</p><p>ABSCESSO APICAL CRÔNICO</p><p> Geralmente assintomático</p><p> Drenagem intermitente ou</p><p>contínua, por meio de fistula ( extra</p><p>ou intra-oral)</p><p> Testes pulpares:</p><p> Negativos</p><p> Testes perirradiculares:</p><p> Negativos</p><p> Radiografia:</p><p> Rarefação óssea periapical difusa</p><p>ou circunscrita.</p><p>GRANULOMA PERIAPICAL E</p><p>CISTO PERIAPICAL</p><p> Resposta imunológica diante da</p><p>presença do agente agressor</p><p>no canal radicular acarreta o</p><p>desenvolvimento</p><p>de uma</p><p>"lesão" periapical.</p><p> Não é possível realizar</p><p>diagnóstico radiográfico</p><p>diferencial entre cisto e</p><p>granuloma.</p><p> Cistos periapicais possuem</p><p>radiograficamente diâmetro</p><p>superior a 10mm.</p><p>NECROSE</p><p>PULPAR</p><p>GRANULOMA CISTO</p><p> É indicada quando os dentes</p><p>devem voltar a sua forma original:</p><p>1. Lesão de cárie inicial ou</p><p>recorrente (cavidade).</p><p>2. Substituição de restauração</p><p>com falha.</p><p>3. Abrasão ou desgaste da</p><p>estrutura dentária.</p><p>4. Erosão da estrutura do</p><p>dente.</p><p> Dedica-se principalmente a</p><p>melhorar a aparência dos dentes,</p><p>reparar as imperfeições com</p><p>materiais restauradores diretos e</p><p>indiretos ou usando técnicas de</p><p>clareamento:</p><p>1. Descoloração causada por</p><p>manchas extrínsecas e</p><p>intrínsecas</p><p>2. Anomalias causadas por</p><p>distúrbios de desenvolvimento</p><p>3. Espaçamento anormal entre os</p><p>dentes</p><p>4. Trauma</p><p>DENTISTICA RESTAURADORA DENTISTICA ESTÉTICA</p><p>CAVIDADE PATOLÓGICA CAVIDADE TERAPÊUTICA</p><p> PAREDES CIRCUNDANTES:</p><p>a) MESIAL</p><p>b) DISTAL</p><p>c) VESTIBULAR</p><p>d) LINGUAL OU PALATINA</p><p>e) GENGIVAL OU CERVICAL</p><p> PAREDES DE FUNDO:</p><p>a) PULPAR</p><p>b) AXIAL</p><p>São destinados a ajudar o dentista a obter acesso fácil à lesão de</p><p>cárie ou ao defeito e atingir a estrutura sólida do dente.</p><p>CUIDADO COM A PAREDE PULPAR</p><p>• Esmalte remanescente</p><p>• Dentina doente</p><p>• Material restaurador</p><p>antigo (ou uma</p><p>combinação).</p><p>REMOVER</p><p>• Inserção de</p><p>resistência</p><p>adicional:</p><p>• Ranhuras e</p><p>concavidades</p><p>para fornecer</p><p>força na</p><p>manutenção da</p><p>restauração.</p><p>RETENÇÃO</p><p>ADICIONAL</p><p>• Agentes de forramento,</p><p>bases e</p><p>dessensibilizantes ou</p><p>agentes de união para</p><p>a proteção pulpar e</p><p>melhor retenção.</p><p>PROTEÇÃO</p><p>PULPAR</p><p>CAVIDADE SIMPLES:</p><p>1 SÓ FACE DO DENTE</p><p>CAVIDADE COMPOSTA:</p><p>2 FACES DO DENTE</p><p>CAVIDADE COMPLEXA:</p><p>3 OU MAIS FACES DO DENTE</p><p>OCLUSAL MÉSIO-OCLUSAL</p><p>MO</p><p>DISTO-OCLUSAL</p><p>DO</p><p>MÉSIO-OCLUSO-DISTAL</p><p>MOD</p><p>CAVIDADES EM CICATRICULAS E FISSURAS</p><p>CAVIDADES EM SUPERFICIE LISA</p><p> CLASSE I:</p><p>Cicatrículas e fissuras</p><p>a) Oclusal de pré-</p><p>molares e molares.</p><p>b) Palatina dos incisivos</p><p>e caninos.</p><p>c) 2/3 oclusal da face</p><p>vestibular dos</p><p>molares inferiores</p><p>d) 2/3 a face palatina</p><p>dos molares</p><p>superiores</p><p> CLASSE II:</p><p>a) Faces proximais de</p><p>molares e pré-molares</p><p>i. Mesial</p><p>ii. Distal</p><p> CLASSE III:</p><p>A. Faces proximais dos</p><p>dentes anteriores</p><p>B. SEM comprometer o</p><p>ângulo incisal</p><p> CLASSE IV:</p><p>A. Faces proximais dos dentes</p><p>anteriores.</p><p>B. COM comprometimento do</p><p>ângulo incisal.</p><p> CLASSE V:</p><p>A. Terço gengival ou</p><p>cervical das faces</p><p>vestibulares e linguais</p><p>de todos os dentes.</p><p>ESPELHO BANDEJA SONDA</p><p>EXPLORADORA</p><p>PINÇA CLINICA HOLLEMBACK ESPATULA PARA</p><p>INSERÇÃO DE RESINA</p><p>MATRIZ PORTA MATRIZ CUNHA TIRA DE POLIESTER TIRA DE LIXA PARA</p><p>RESINA</p><p>CARPULE</p><p>AGULHA E TUBETE</p><p>ANESTESICO</p><p>BROCAS E PONTAS</p><p>DIAMANTADAS</p><p>CARBONO PINÇA MULLER PARA</p><p>CARBONO</p><p>APLICADOR DYCAL ESPATULA PARA</p><p>CIMENTO</p><p>PLACA DE VIDRO SUGADOR</p><p>DESCARTAVEL</p><p>CANETA DE ALTA</p><p>ROTAÇÃO</p><p>CONTRA ANGULO</p><p>MICROMOTOR</p><p>RESINAS DE ESMALTE E</p><p>DENTINA</p><p>COLHER DE DENTINA ÁCIDO FOSFÓRICO 37% ADESIVO</p><p>ROLETE DE ALGODÃO</p><p>MICRO-BRUSH</p><p>DISCO DE</p><p>ACABAMENTO</p><p>PONTA DE</p><p>ACABAMENTO</p><p>BORRACHAS</p><p>ABRASIVAS</p><p>PASTA DE POLIMENTO DISCOS DE FELTRO FOTOPOLIMERIZADOR</p><p>Profiláxia</p><p>Seleção de cor</p><p>*Anestesia</p><p>Remoção de</p><p>tecido cariado</p><p>- Brocas de baixa</p><p>rotação</p><p>- Colher de dentina</p><p>Lavar e secar</p><p>Isolamento relativo</p><p>ou absoluto</p><p>*Proteção do</p><p>complexo</p><p>dentino-pulpar</p><p>Ataque ácido</p><p>30 segundos: esmalte</p><p>15 segundos: dentina</p><p>Lavar por 30</p><p>segundos</p><p>Secar com bolinha</p><p>de algodão.</p><p>Dentina deve estar</p><p>úmida</p><p>Aplicação do</p><p>adesivo</p><p>Fotopolimerização</p><p>Inserção</p><p>incremental da</p><p>resina.</p><p>2mm</p><p>Fotopolimerização</p><p>Ajuste oclusal,</p><p>acabamento e</p><p>polimento</p><p> SELEÇÃO DE COR:</p><p>1. APÓS A PROFILAXIA</p><p>2. SEM ISOLAMENTO</p><p>3. DENTE ÚMIDO</p><p>4. LUZ NATURAL</p><p> REMOÇÃO DE TECIDO</p><p>CARIADO:</p><p>1. Ponta diamantada de alta</p><p>rotação para melhorar a</p><p>visualização (remoção de</p><p>esmalte sem suporte).</p><p>2. Brocas de baixa rotação e colher</p><p>de dentina para remoção de</p><p>tecido cariado amolecido.</p><p>PONTA DIAMANTADA:</p><p>DESGASTE</p><p>BROCA:</p><p>CORTE</p><p> ISOLAMENTO RELATIVO:</p><p>1. Rolete de algodão é pré-</p><p>modelado para absorver o fluxo</p><p>de saliva perto do campo de</p><p>trabalho.</p><p>2. Vantagens:</p><p>• Fácil aplicação</p><p>•Nenhum equipamento adicional é</p><p>necessário</p><p>• São flexíveis</p><p>3. Desvantagens :</p><p>• Não fornece isolamento completo</p><p>• Não protege o paciente contra a</p><p>aspiração</p><p>• Por causa da saturação, os roletes</p><p>de algodão devem ser trocados</p><p>frequentemente</p><p> ADAPTAÇÃO DA MATRIZ:</p><p>1. A banda-matriz para atuar</p><p>como uma parede artificial</p><p>para o dente em questão.</p><p> CUNHA:</p><p>1. Permitindo o contorno final da</p><p>restauração semelhante</p><p>àquela do dente natural.</p><p>Porta matriz: vestibular do dente</p><p>Cunha: ameia lingual</p><p> TIRA DE POLIÉSTER:</p><p>1. Encaixar dentro do sulco gengival</p><p> PROTEÇÃO DO COMPLEXO</p><p>DENTINOPULPAR:</p><p>1. Avaliar a profundidade da</p><p>cavidade</p><p>A. Restaurador:</p><p>1. Resina</p><p>2. Amalgama</p><p>B. Base:</p><p>1. Cimento de Óxido de Zinco e Eugenol</p><p>2. Cimento de Ionômero de vidro</p><p>C. Forrador:</p><p>1. Cimento de hidroxido de cálcio (CIV)</p><p>2. Mta</p><p>3. Verniz</p><p>D. Exposição pulpar:</p><p>1. Pó de hidróxido de cálcio</p><p> SISTEMA ADESIVO:</p><p>ATAQUE ÁCIDO (ÁCIDO FOSFÓRICO 37%) :</p><p>1. 30 segundos em ESMALTE</p><p>2. 15 segundos em DENTINA</p><p>Antes</p><p>Depois</p><p>PRISMAS DE ESMALTE</p><p>APÓS O ATAQUE ÁCIDO</p><p>EXPÕE AS REDES DE FIBRAS COLÁGENAS E</p><p>REMOVENDO A SMEAR LAYER</p><p> SISTEMA ADESIVO:</p><p>a) PRIMER: DENTINA</p><p>b) ADESIVO: ESMATE/DENTINA</p><p> FOTOPOLIMERIZADOR:</p><p>1. À base de diodos emissores de luz</p><p>(LED) são os mais utilizados</p><p>2. Convergem sua energia elétrica em</p><p>forma de luz azul por</p><p>eletroluminescência</p><p>3. Para ativar substâncias sensíveis e</p><p>desencadear o processo de</p><p>polimerização (endurecimento do</p><p>material).</p><p>4. São capazes de emitir de 450 a</p><p>490 nm.</p><p> RESINA:</p><p> COMPOSIÇÃO:</p><p>1. MATRIZ ORGÂNICA:</p><p>a) Bis-GMA,UDMA, Bis-EMA</p><p>b) TEGDMA (diluente)</p><p>2. CARGA INORGÂNICA:</p><p>a) Quartzo, sìlica e vidro</p><p>b) Bário e estrôncio</p><p>3. AGENTE DE UNIÃO:</p><p>a) Silano ( M. Orgânica + C. inorgânica)</p><p> GRAU DE VISCOSIDADE:</p><p>1. Resina fluida (flow)</p><p>2. Resina regular e convencional</p><p>3. Resina condensável ou</p><p>compactável.</p><p> TAMANHO DAS PARTÍCULAS:</p><p>1. Macropartículas</p><p>2. Micropartículas</p><p>3. Híbridas</p><p>4. Nanopartículas</p><p> CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO:</p><p>FATOR C</p><p> TÉCNICA INCREMENTAL:</p><p>1. Objetivo de diminuir a contração</p><p>de polimerização;</p><p>2. Reduzindo sensibilidades</p><p>pósoperatórias e</p><p>a possibilidade de cáries</p><p>secundárias;</p><p>3. Pequenos incrementos de</p><p>resina composta, de</p><p>aproximadamente 2 mm,</p><p>polimerizados individualmente;</p><p>4. Cada incremento deve ficar</p><p>em contato com, no máximo,</p><p>duas paredes da cavidade.</p><p> AJUSTE, ACABAMENTO E</p><p>POLIMENTO:</p><p>1. ACABAMENTO:</p><p>1. REMOÇÃO DE EXCESSOS</p><p>2. POLIMENTO:</p><p>1. REMOVER RUGOSIDADES (LISAS E</p><p>BRILHANTES)</p>