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<p>ANEXO DA CARTA 763 de 30 / 7 74 S. PROC. DN 27-5-2 E1-A-023 DOC. COMPANHIA VALE DO RIO DOCE MANUAL DE MANUTEN AO PARA A PARTE ELÉCTRICA LC-03 MAQUINA NO. IC-9036 RECUPERADOR DE 8,000 T/H (40 mR) MÁQUINA NO. IC-9040, 9041 RECUPERADOR DE 8,000 T/H (50 mR) MAQUINA NO. EP.03 EMPILHADORA DE 16,000 T/H CN-03.04 MAQUINA NO. IC-9038, 9039 CARREGADORA PARA NAVIO DE 16,000 T/H JUNHO DE 1974 ISHIKAWAJIMA-HARIMA HEAVY INDUSTRIES CO., LTD. CONTROL DESIGN DEPARTMENT : - - PARA QUALQUER CONSULTA, FAVOR INDICAR NUMERO DA MAQUINA.</p><p>Manutenção A. Motor de indução 1 B. Motor de para Grua 33 C. Máquinas de c.c. de tamanho médio e pequeno 47 D. Gerador de para 61 E. Transformador de tipo seco 62 F. Magnecell 71 G. Freio electro-magnetico "STROMAG" 73 H. Manipulador principal 74 I. Interruptores de limite de tipo avalanca 75 J. Interruptor de limite de came giratório 77 K. Interruptores de circuito tipo "magne-blast" 79 L. Anel coletor de tambor de cado 94 M. Contator electromagnético de .a. de alta 96 N. Contator de c.a. magnético tipo CA531 102 O. Contatores magnéticos de c.a. outros que o tipo CA531 108 P. Contator de 110 Q. Relé direccional de terra 114 R. Relé de tensao de terra 116 S. Relé de tensao minima 118 T. Relé de sobrecorrente Tipo ICOID. ICOIE. ICOIF. IVOID. 120 U. Relé de sobrecorrente Tipo RC111 122 V. Relés auxiliares 124 W. Controlador de tempos de tamanho pequeno SYS tipo 126 OMRON X. Filtro de ar do Soprador 127</p><p>MANUTENÇÃO A. Motor de indução 1. Manutenção por desmontagem Inspecionar o motor desmontando- sujeito a serviço continuo (dia e noite) una vez por dois ou três anos. No caso de serviço intermitente, a inspeção por desmontagem deverá realizar-se uma vez por cada três anos. No caso, sem embargo, do motor de uso especial ou aquêles fabricados sob especificação especial, é necessário realizar a por desmontagem com intervalos senhalados. 1.2 Registro (A) Os itens a serem registrados todos os dias nas horas determinadas (1) Data, hora, tempo (2) corrente de carga, frequência (3) Temperatura ambiente (temperatura no quarto) (4) Temperatura dos mancais, ruído dos mancais (5) Temperatura do enrolamento de estator, temperatura da superfifie da carcassa (tipo inteiramente (6) Vibração anormal, ruído anormal se for o caso. (B) Itens a serem medidos ou verificados periódicamente (1) Resistência de isolamento e temperatura relativa do momento</p><p>2 (2) Amplitude da vibração (3) Sujidade do anel de coletor e do dispositivo de anel e condição da escôva e anel de coletor. (4) Côr ou conteúdo da graxa descarregada dos mancais. (5) Sujidade do interior e exterior do motor (incluindo o filtro e outros acessórios e peças) (6) Precisão de ligação do acoplamento e tensão da correia. (7) Parafuso de ancoragem frouxo, parafuso de sujeção do pé, e outros parafusos de sujeção frouxos. (8) No caso de lubrificação, nível de a sujidade do óleo e a fuga do óleo. (c) Ao realizar o indicado acima, os límites permissíveis como segue: (1) Flutuação da tensão + 10% da tensão nominal (com a frequência nominal) Flutuação da frequência +5% da frequência nominal (com a tensão nominal) Flutuação simultânea da tensão e frequência A soma dos valores absolutos de ambas flutuações em per- centagem : Dentro de (2) Límite da subida de temperatura (temperatura ambiente máxima de TM : Método por termômetro RM : Método por resistência</p><p>3 Isolamento Isolamento Isolamento Isolamento Isolamento de Tipo de de classe de classe de classe de classe classe H Parte da fechamento A E B F maquina TM RM TM RM TM RM TM RM TM RM Enrola- Salvo os mento tipos do es- inteira- 50 60 65 75 70 80 85 100 105 125 tator mente fechados Tipo intei- ramente 55 60 70 75 75 80 90 100 110 125 fechado Enro- Salvo os lamento tipos in- 50 60 65 75 70 80 85 100 105 125 do rotor teiramente no motor fechados a rotor enrolado Tipo in- teiramente 55 60 70 75 75 80 90 100 110 125 fechado Mancais Ao estar medido exteriormente 40 graus ; Sem embargo, quando emprega-se a graxa resistente ao calor, a temperatura permisível da graxa (55 graus) Exemplo : Graxa multikock. (3) As amplitudes permiseíveis, após de acoplar diretamente e na base da vida útil do mancal e do enrolamento, são na forma aproximada como segue :</p><p>4 2 pôlos: 25 - 30 micrones, 4 pôlos: 50 - 60 micrones, e 6 pôlos ou maior : 70 - 80 micrones. No caso de um motor de tipo de rotor enrolado, e se ocorre desgaste com centelhas anormais, deseja-se a amplitude menor do valor indicado acima. Se excede a amplitude ao valor acima, é necessário tomar providências para reduzir a amplitude imediatamente. 1.3 Obras necessárias de manutenção a serem realizadas com intervalos regulares (Ver o quadro de manutenção anexa ao fim dêste livro. ) 2. Manutenção dos Mancais (tipo aberto com proteção pela Salvo o caso da condição de operação especial ou o caso de requerimento especial, empregam-se pela maior parte os mancais de rôlos lubrificados por graxa. No caso dos mancais lubrificados por graxa outros que os mancais de esferas blindados, adopta-se a construção protetiva pela sobrelubrificação para facilitar o en- chimento e descarga da graxa. Explica-se o procedimento de manutenção a seguir : 2.1 Pontos de manutenção (A) Ao comecar a operação do motor recentemente insta-</p><p>5 lado ou para a operação de arranque do motor após de parada de mais longa que dois mêzes, sem falta encher de novo a graxa imediatamente após de sua partida. (B) Após da de arranque, encher a graxa com a quantidade e intervalos descritos sôbre a placa de precauções. (c) Remover a graxa às vezes após de encher de novo a graxa. 2.2 Tipos e aplicação dos mancais e construção das partes de mancais Salvo os casos dos motores desenhados conforme às espe- cificações especiais, os tipos dos mancais empregados são como segue :</p><p>Aplicac ao Lado sem carga Lado de carga Lado de e 4° (Superior) (Inferior) mancais Coreia de Eixo de Mancal de esfera com Mancal de rôlo motor um lado ranhura profunda cilíndrico horizontal 63 CM NU3 CM ligada man- Mancal de esfera Mancal de esfera o Mancal de rôlo cilíndrico cais com ranhura pro- com ranhura pro- o Mancal de rolo 4° man- funda funda de auto-alinhamento cais 63 CM 63 CM 22 K+H Acoplamento do Mancal de esfera com Mancal de esfera Mancal de esfera motor horizontal ranhura profunda com ranhura a fileira a fileira única dupla ligado 63 CM profunda 63 CM Acopla- Empuxo Mancal de esfera com Mancal de esfera com leve ou Jaula usinada mento ranhura profunda profunda sem resina de fenol do motor empuxo 63 CM 63 CM jaula para horizontal Pequeno Mancal de esfera Mancal de rôlo dm n ligado empuxo angular a fileira cilíndrico única NU3 CM 73 Empuxo Mancal de esfera Mancal de rôlo médio angular a fileira dup- cilíndrico la NU3 CM 73 DT</p><p>Uso a por'as adentro 55-22 EE-7090770 Entrada da graxa Uso ao ar livre ado sem carga Lado de carga 1 Lado de carga 2 6 7 3 8 4 9 5 14 05 16 Bomba engraxadeira Bomba engraxadeira 10 (11 12 13 14 15 5 4 3 2 1 1 Engraxadeira 2 Tubo de luorificação 3 Proteção de oleo 4 rruela de 5 Porca de marcal 6 por.e de mancal sem carga 7 Proteção exterior de óleo 8 Mancal de rôlo 9 Eixo 6 7 8 9 10 Tampa de entrada Uso para tipo vertica 11 Paraf so de fixação da tampa ado de carga 12 Retentor de graxa 13 de 14 15 Caixa de mancais 16 Porca para mancais para ao ar 3</p><p>8 2.3 Arranque após de instalação ou após de armazenagem de maior de 2 mêzes (A) Após de posta em funcionamento. sem falta encher a graxa em quantidade suficiente (não em quantidade de enchimento inicial), imediatamente A película magra na superficie de lubrificação no mancal ficará solidificada, degenera ou separa o óleo durante o longo período de armazenagem e poderá causar ruídos anormais ou (B) Verificar a subida de temperatura na parte de mancais e seu câmbio após de operação de arranque. (c) Verificar o volume e o tom de som dos mancais. (D) Verificar o som e vibração do motor. (E) Verificar a vibração na parte de mancais. 2.4 Graxa de enchimento o trabalho mais importante na dos mancais é de encher de novo a graxa de descarregar a graxa usada) Os principais objetivos de encher de novo a graxa (1) Para assegurar-se de boa lubrificação da superficie corrediça lubrificada (para evitar o contato metal a metal).</p><p>9 (2) Para formar uma camada magra de óleo na superficie de contat de rôlos para fazer-a resistir à carga e abrasão. Os dois itens (1) e (2) evitam sons anormais. (3) Efeito de limpeza na graxa usada ou no pó pequeno abrasivo. (4) Bom efeito à corrosão, contra pó e redução de vibração e Trilho exterior ruído mediante presença da graxa. Elemento (A) Para o deltalhe da de rôlo quantidade de enchi- Superficie de mento e intervalo de Trilho lubrificação interior corrediça enchimento. ver a Superficie de lubrificação de rôlo placa de Jaula ou a Tabela indicada a seguir. Exemplo do mancal de rôlo cilóndrico (B) Quando o motor está armazenaca por mais longo que 2 mêzes, sem falta encher a graxa em quantidad necessária. (c) Quantidade excessiva de enchimento de graxa Super aquecimento dos mancais associados ou con- dição de alta temperatura, fuga de graxa.</p><p>10 Quantidade insuficiente da graxa de enchimento A graxa não irá circulada até interior do mancais. (D) E um segredo para extender a vida útil dos man- cais e continuar a utilizar o motor em boa condição, o encher a graxa com os intervalos estimados na base do serviço de 24 horas por dia conforme ao descrito na placa de identificação. Se as horas de funcionamento de dia altera, sem embargo, para 12 horas, por exemplo, por dia, 8 horas por dia, ou 3 horas por dia, os intervalos de enchimento deverá determinar-se na hipótese do que as horas de operação médias seja de 12 horas por dia para manter boa de lubrificação.</p><p>Quantidade da graxa a encher e intervalos de enchimento Mancal de esfera radial (mesmo do mancal angular) (1) (2) (3) No. do Quantidade Intervalos de enchimento na base de funciona- Mancal de de de enchi- mento de 24 horas por dia (No. de dias) enchi- mento mento 2 pôlos 4 polos 6 polos 8 pôlos 10 12 pôlos 6310 50 30 70 130 130 130 130 130 11 100 30 70 130 130 130 130 130 12 100 30 50 130 130 130 130 130 13 100 30 50 130 130 130 130 130 14 200 50 50 130 130 130 130 130 15 200 50 40 90 130 130 130 130 16 200 50 30 90 130 130 130 130 17 200 50 90 130 130 130 130 18 300 50 90 130 130 130 130 19 300 50 70 130 130 130 130 20 400 80 70 130 130 130 130 21 400 80 70 130 130 130 130 22 600 80 70 130 130 130 130 24 600 80 50 90 130 130 130 26 1000 100 90 130 130 130 6328 1000 100 90 130 130 130</p><p>Mancal de rôlo cilíndrico (1) (3) Quantida- Quantidade No. do Intervalos de enchimento na base de funciona- de de de enchi- Mancal mento de 24 horas por dia (No. de dias) enchi- mento mento 2 pôlos 4 polos 6 8 10 12 pôlos NU314 100 50 70 90 130 130 130 15 100 50 50 90 130 130 130 16 100 50 50 90 130 130 130 17 200 50 50 90 130 130 130 18 200 50 50 90 130 130 130 19 200 50 40 70 90 130 130 20 300 40 70 90 130 130 21 300 80 40 70 90 130 130 22 300 40 70 90 130 130 24 400 50 90 130 130 26 600 100 50 90 90 130 NU328 600 100 50 70 90 130</p><p>13 Notas : (1) A quantidade de enchimento refere-se a quantidade da graxa quando enchida de novo na parte de mancais após de desmontar a parte para a limpeza. Aproximadamente 1/3 da quantidade total será enchida no mancal, e resto à interior de óleo. (2) A quantidade de enchimento refere-se a quantidade da graxa a ser enchida no mancal em cada intervalo de enchimento. (3) Quando a hora de funcionamento altera para, por exemplo, 8 horas por dia, 12 horas por dia, e 6 horas por dia, os intervalos de enchimento serão estendidos a duas vêzes dos algarismos indicados acima, calculando a 12 horas por dia para manter a boa condição de lubrificação. (4) Os intervalos de enchimento indicados acima não deverão nunca estar estendidos para todos os mancais de máqui- nas de 2 pólos e os mancais cilíndricos de maior metro (a partir do NU322 para adiante) das máquinas de 4 e 6 pôlos. (5) Precauções: Evitar estender o intervalo de enchimento aumentando a quantidade de enchimento. (6) Precauções: Requer-se manutenção positiva especial- mente para os mancais das máquinas de 2</p><p>14 pôlos e os mancais cilíndricos de maior (NU322 ou para adiante) das má- quinas de 4 e 6 pôlos, por razao de perigo de maior grau, tais como ruído anormal de mancais, abrsão anormal e emperramento dos mancais no caso de falta de ao momento de arranque de funcionamento após da instalação ou após de haver armazenado por mais longo que 2 mêzes, ou en enchi- mento periódico com intervalos regulares durante operação continua descrita sôbre a placa de identificação. 2.5 Descarga da graxa Se a graxa está enchida cheiamente no de graxa, o mancal será super aquecido ou ocasionar-se- a fuga de graxa pela resistência de agitação do mancal. Portanto, remover a tampa de entrada e raspar a graxa com inter- valo oportuno (aproximadamente uma vêz por dois ou três enchimentos) . 2.6 Problema a presentar- devido a lubrificação insufici- ente</p><p>15 Boa condição de Má condição de lubrifi- pelo enchimento oportuno de pela falta da graxa graxa, etc. Ruído Ruído de disparo da máquina Ruído do retentor severo ou do retentor constitue e ruído rangindo severo ruído. nos mancais da máquina Som nítido débil. a 2 pôlos ou aquêles de cilíndrico. Vida A abrasão é mínima portanto Por que há tendencia de o mancal pode resistir ao ocorrer contatos metal serviço longo por que uma a metal especialmente boa película de óleo existe na superficie sôbre cada superficie de a abrasão faz-se severa lubrificação. e a vida é encurtada con- Aquecimen- Devido, principalmente, à Por que há tendencia de to agitação da graxa e à ocorrer contatos metal resistência viscosa. a metal na superficie ou na superfi- cie de rôlo, a geração de calor é grande, e também sube a tempera- tura. Dano Danos de cada parte ocorre devido à obstru- pelas lascas metáli- cas, ocasionando rúidos anormais. seguir)</p><p>Se persiste a má con- de lubrificação, o retentor será queima- do e os rôlos, trilhos exterior e interior serao deformados ou quebrados. Abrasão A abrasão e deformação do retentor, rôlo ou esferas continuará aumentando a luz entre cada partes e também vibrações do mancal. Efeito ao Quando o mancal irá motor emperrado, cairá o rotor e calor gerado pela de espaço do estator e o rotor muitas vêzes queimará a bobina. 2.7 Diagnose dos mancais Em geral, a operação normal pode ser mantida se o enchi- mento da graxa e descarga da mesma realizam- se oportuna- damente. Mas, a maneira de diagnosticar a anormalidade é como segue :</p><p>17 Pontos de diagnose (A) Ruído de mancais (B) Temperatura dos mancais e sua alteração (c) Vibracao da parte de mancais (D) Condicao da graxa descarregada (A) Ruído de mancais Intensidade do Ruído Remédio ruído Trilho Baixo Som como o murmúrio do vento dentro o pinhal. Som normal desenvolvido pelo disparo do rôlo ou esfera nos trilhos exterior e interior. Ruído batendo. Ruído desen- Som normal. Se volvido pelo toque do rôlo necessário, sub- Rôlos Baixo com a jaula e os trilhos stituir o man- exterior e interior. Ouve- cal pelo mancal se muitas vêzes a baixa com a luz ra- velocidade. dial mais peque- na. Jaula Baixo Som como soluco. Produzido Encher a graxa. para pela da jaula, gol- Se isto não cor- Alto pe com esfera ou rôlo. rige, fiscalizar Muitas vêzes observa-se os mancais. quando lubrificado insufi- Fazer a luz ra- cientemente, e eliminar-se- dial mais pe- á ao encher com graxa. quena ou aplicar pre-pressão. (A seguir)</p><p>18 Isto nao constitue uma fal- ha a menos que o ruído não excessivamente alto. Em tal caso, a jaula está muito usada. Entalhe Médio Produz-se frequêntemente no Motor utilizável para mancal de rôlo. Como o ran- se o ruído não Alto ger do metal. Produzido pela está acompanhado lubrificação insuficiente ou com pela luz radial. Atribuído fortes. à vibração irregular do rôlo Selecionar o que entra e sae da área cal com luz rad carregada. Ocorre em tempos al bem fechada. durante a operação após de armazenagem por Encher a graxa. longo tempo, ou quando a Empregar a graxa graxa empregada é de má qua- de alta qualidad lidade. Eliminam-se estas Empregar o manc inconveniencias pelo enchi- anti-entalhe: mento da graxa. NU322 da marca Nos mancais a 2 pôlos de NIPPON SETKO ou maior observa-se maior. frequêntemente êstes sons. (Sao como gorjeio do grupo de carriças ou ruído de passagem do camiao carre- gado de garrafas.) Defeito Baixo o ruído reduz-se ao encher Substituir o man- para a graxa, mas produz-se de cal pelo novo. Alto (A seguir)</p><p>19 novo dentro de pouco. Quando decelerado, a fre- quência do som faz-se mais longa e coincide com rpm. Quando gira-se eixo manual- mente, o ruído ouve-se numa parte específica. No caso de ferrugem, o som tornar- se-á em ruído continuo. Obstru- Baixo o volume nao estável e o in- Limpar ou substi- tervalo aperiódico. Tornar- tuir o mancal. se-á em "Defeito". Resonante devido à de Empregar a graxa Médio ou uivo empuxo causada pela resonan- de alta qualida- para alto cia da vibração de rpm de de. alta frequência com o siste- Pre-pressão apro- ma de vibração que consta priada; luz ra- de mola alinear axial do dial fechada; mancal e rotor, e o ruído fixação adequa- devido à vibração inestável da; do sistema de vibração por Câmbio do mancal mola variável que consta dos itens indicados acima e e do suporte. o suporte de mancais. Fre- quêntemente ocorre em tem- pos fríos e se a lubrifica- ção não é suficiente. (inclusive a baixa qualidade da</p><p>20 Termômento (B) Temperatura de mancais de varreta Enquanto à temperatura de mancais, a diferença com a de Potéia temperatura ambiente ou valor de subida da temperatura (expressado em grau), está discutida e a falha será julgada pelo valor da subida de temperatura e de variacao da temperatura". Nos casos normais, os valores até aquêles indicados na tabela estao permitidos, e quase totalidade das graxas do motor disponíveis no mercado atual são as graxas resistentes ao calor com base de litio. No contrôle de temperatura, sem embargo, requer-se fazer atenção se existe alguma falha quando sube a temperatura excedendo 40°.</p><p>21 Límite da subida Leitura do de temperatura Normas termômentro (Temperatura ambiente 40°C) Graxa consis- tente, etc. 40 grau JIS C4202 (Graxa de base JEC 37 de Ca, Na) JEM 1020 Graxa resis- tente ao calor (Graxa de base JEC 37 de Li) 55 grau JEM 1020 Exemplo: Mul- tinoc No. 1, 2 Alvania No.2 Limax No.1,2 Graxa Alguns até 10 e tanto enchida graus Temperatura normal do mancal Temperatura ambiente 0.5-1 1-2 Tempo 1 ~ Algumas horas Exemplo de variações nos valores de subida de temperatura durante operação 1) Devido ao efeito da resistência de após de enchimento ou descarga da graxa.</p><p>22 2) Aquecimento devido à má lubrificação tal que graxa insu- ficiente ou graxa deteriorada. 3) Subida da temperatura devido ao rápido aumento da re- sistência de agitação após da queda ao mancal da graxa suprida ao interior da proteção de óleo ou jaula. 4) Efetuado pela variação de temperatura da carcassa do motor devido à alteração da carga. (c) Variação da vibração da parte de mancais A vibração aumenta anormalmente devido ao aumento de vibração ocasionado pelo aumento da luz radial com avanço de desgaste da superficie de trilho, esfera e rólo, a vibração axial ou batido causados pela má lubrificação ou pre-pressão da mola, ou a vibração causada pela transformação ou defeito da superficie de trilhos assim como a esfera, rôlo e jaula. Para dete- tar qualquer sem é importante estar informado acerca de grau de vibração na operação normal.</p><p>23 (D) Condição da graxa descarregada Côr e odor A côr branca julga-se a resultante da mixtura da bolha de ar pela dos mancais ou pela umidade de mixtura. A graxa preta mais ou menos ao empregar-se para o mancal novo. (Por razao de alisamento das superficies polidas) . Verificar se mescla a partícula do mancal ou Verificar se mescla a partícula do mancal ou nao. Verificar a existência de deterioração, descoloração ou odor anormal devido à reação química, ou mixtura do pó, ar ou umidade. Consistência Se insuficientemente lubrificada ou não ou dureza lubrificada por um longo espaço de tempo, a velha graxa fica endurecida no reserva- tório de graxa. Se lubrificada oportuna- damente, misturar-se-á a graxa compara- tivamente nova. Partículas Quando introduz-se a partícula estran- estrangeiras geira ao interior por êrro. Quando entra o pó.</p><p>24 2.8 Graxa As graxas indicadas a seguir foram enchidas ao despachar o motor da usina, e recomenda-se utilizar as graxas equi- valentes às mesmas. Graxa Multinoc No.1 310-340) Nippon Sekiyu K.K. o No. da graxa ou consistência (Petróleo do Ltda.) conforme ao número do Instituto da Graxa Lubrificante Nacional. Graxa a base de Li. A dureza aumenta à medida que aumenta número como : desde No. o até No. 3 Exemplo das graxas equivalentes recomendáveis Limax No. 2 (Maruzen Alvania No. 1 (Shell Sekiyu) Daphne Coronex No. 2 (Idemitsu Kosan) Sun Light No. 2 (Showa Para a seleçao da graxa, ver as seguintes Disponibilidade Massa da graxa produzida pelo fabricante e do mercado fácil de adquirir. Temperatura de tra- -20 para as graxas de fim geral. balho permissível Requerem-se as graxas de baixa temperatura e alta temperatura para operação especial sem límite superior. (A seguir)</p><p>25 Para uso dos man- Deseja-se o uso da graxa de alta resistên- cais de maior cia a pressão (alta resistência da película metro e a alta ve- locidade (Alto dm-n) de A graxa mais dura mostra melhor canal de graxa, mas para reduzir o ruído, ou para melhor efeito de descarga, se deseja a graxa mais branda. (Deverá evitar o uso da graxa de silício.) Resistência de car- Deverá empregar a graxa de alta ga para os mancais a serem carregados forte- mente tais como os de acionamento por correia ou engrenagem. (Idem) Resistência à água Deverá evitar o emprêgo da graxa de base de Na ou Ca nas localidades de alta umidade. Análogo à dureza. Para reduzir entalhes, vibração anormal, ou para aumentar a lubri- caçao nos tempos frios, para reduzir a su- bida de temperatura no enchimento, que de- pende do efeito de descarga, as graxas mais brandas sao melhores. Lubrificação Deseja-se boa graxa. Deverá considerar bem o mérito e demérito das graxas de silí- cio ou graxas de diester antes de empregar as referidas graxas.</p><p>26 misturado das graxas de distintas marcas o emprêgo misturado das graxas de distintas marcas pode ser quase inofensivo se usam-se o mesmo estoque de sabão (da mesma base de Li) e o mesmo óleo básico (de mesmo óleo mineral), sendo diferente só em sua consistência. Mas evitar o uso misturado das graxas de estoques de sabão diferentes (da base de Na e Li) ou de óleos básicos diferentes mineral e óleo de diester). Se necessário, desmontar e limpar o mancal, ou substituir a graxa pela nova graxa enchendo com maior quantidade estendendo o tempo de enchimento para desca- rregar a graxa de óleo completamente. 2.9 Mancal de esfera selado (A) Exemplo de construção Sendo diferente dos mancais de tipo aberto, mancal selado está provido de placas de selo em seus ambos lados para evitar o escape da graxa enchida. Portanto, tem um intervalo de enchimento mais longo uma vez com- parado com aquêle dos mancais de tipo ordinário aberto. (B) e desmontagem Requer-se revisao geral com o intervalo de 2 ou 3 anos, aproximadamente, salvo o caso de nova instalação, nêste caso, o intervalo é de 2 anos após da instalação. Verificar com muito cuidado os ruídos dos mancais de vez</p><p>27 em quando, e substituir mancal se necessário. A graxa pode ser enchida removindo as placas de selo, mas sem falta encher após de limpar o mancal completamente. A quantidade necessária da graxa (Multinock No. 2 da NIPPON SEKIYU ou similar) No. de Mancal 6208 6211 6308 6309 6310 6311 6312 6313 6314 Quantidade de 4.5~ 7 ~ 11 19 24 ~ 32 ~ enchimento (g) 6 9 11 14 17 22 27 35 39.5 3. Motor de enrolado 3.1 Manutenção do motor Tipo TIM (tipo contato constante de Sendo diferente do motor de tipo TIP, o Tipo TIM produz muito mais potência na e, portanto, e manutenção do coletor são Por geral, o motor leva uma placa de precauções para manutenção ; portanto, observar as instruções indicadas na placa de</p><p>28 precauções. (Especialmente obedecer à indicação dos intervalos de e limpeza.) o procedimento de manutenção deverá efetuar-se conforme à indicação da Tabela dada na seguinte página. Ponto de manutenção 1) Limpeza de cada uma das partes do coletor com in- tervalos indicados na mesma placa. 2) Confirmar que a mola de escôva está normal e as es- côvas movem-se lisamente nos 3) Inspecionar a superficie do anel coletor.</p><p>29. neno da falha e/ou avaria Posição de (1) Com intervalos indicados na placa de identificação ou de precauções (2) do de pelo curto circuito ; isolamento; como o médio da descarga de ar. Anel de isolamento entre os coletores Anel de isolamento am ambos tremos do anel coletor (3) Anel coletores (3 por cad ) hispas no anel. em deterioração e queimadura dos isola- 10 redor: e escova irão desgastados anormalmente, a resistência de contato o qual anormal da desbalanço éncia trifásica, ou geração da tensão anor (4) Escova todos no ros dactividade entre a escôva e o anel, aumento ência de contato. chispas ou desgaste anormal na escôva ou pletor. encia trifásica não equilibrada. não uniformidade da corrente conduzida a coberta da específica aquecida. resultado da da o movi- i sera obstruído). icie de contato do coletor Porta-escova Inal Lixa No. 150-180 Move-se para acima e para abaixo, alternativamente. 29</p><p>30. (5) Parafuso de grampo de contato do terminal aumentará para super aquecimento e fusão do terminal. Grampo do terminal de trifasica sera O termi- Terminal de condução secunda frouxo causará fuga da escova Parafuso de haste para a fusível para porta-es- Prisioneiro de coletor e porca fenómeno é o mesmo do que descrito no grampo do condutor secundário anterior. (6) Mola da escôva utividade entre a escôva e o anel sera redu- a pressão de contato aumentada, :-se chispa. aquecimento e desgaste anormal da e (7) Condutor secundario través do pó do condutor queima o isolador (3 fios ou em S) sa o curto circuito de interfase. (8) Pó ao extêrno do motor (amboscia do po condutivo aumenta o perigo do curto condutivo e não condutivo) o de interface ou posta a terra. ao condutivo tambem causa chispas ou des- da e do anel coletor. (9) Gas nocivo eula de oxido na superficie do anel coletor fica para causar desgaste anormal da e (10) Vibraçao do motor 08 chispas da escôva. (11) Filtro de ar. super aquecimento do enrolamento (quando acquecimento do enrolamento ou dano de : (quando o filtro está avariado): 30</p><p>3 Pontos de verificação para Manutenção de rutina diária Posição Intervalo Procedimento de ins- de inspe- Item de Item de manutençao de peção texto Super- 1 Vibração Toque, e Efetuar no local 1.2.C ficie vibrômetro de instalação exterior 1 Ruído Ouvindo Localizar a do motor anormal Varreta de causa e repa- rar a falha 1 Temperatu- Toque Verificar a con- ra da car- Termômetro dição da alimen- 1.2 cassa tação de energia e a carga. 1 Sujidade Limpar pó nas da carcassa aletas completa- mente do tipo fechado. 1 Ventilação Velocidade Remover todos de circula- os obstáculos ção na ao redor da ad- e missão e do escape e escape. temperatura Limpar filtro, pelo termô- calibre de fios metro ou veneziana, etc. pelo toque. Condição 1 e Painel de Observar a 1.2 de alimen- corrente instrumen- variação do tação tos valor normal. (A seguir)</p><p>32 Mancal 1 Ruído de Varreta de Encher a graxa ou 2.7 mancal óleo conforme à 1 Termômetro indicação da pla- Temperatura ca de identifica- do mancal ção 1 do Toque mancal (Vibrômetro) Descarregar a graxa. Inde- Graxa des- Côr, subs- Nível de óleo e finido carregada tância es- côr de óleo: trangeira, Vide 6.1, 6.2, e dureza 6.3. 1 Fuga de óleo Interior 1 Odor Motor de tipo do motor aberto Limeza periódica 1 Sujidade Pó, cia estran- geira, Coletor 1 Anel cole- côr, Limpeza e manuten- 3.1 tor dureza. ção conforme às 1 Montagem Pó da escôva instruções indi- da escôva ou poeira cadas na placa extêrna de identificação. 1 Escôva Movimento, semana comprimento, pressao Outros 1 Dispositi- Verificar se vos vários funciona de</p><p>33. B. Motor de c.a. para Grua 1. Isolamento dos enrolamentos 1-1 Manutenção diária dos enrolamentos Os motores para grus funcionam por geral na condição desfavorável de ambiente; e no caso dos motores de tipo aberto a prova de umidade, deverá ter cuidado especial com limpeza e fiscalização dos enrolamentos. ar penetra no interior do motor de tipo aberto a prova de umidade e pó conteúdo no ar, que é próprio para ambiente no que o motor está instalado, adere aos enrolamentos. A aderência do pó afeta desfavorávelmente ao resfria- mento dos enrolamentos, encurta a vida útil de seu isolamento e a distância de cripe, e poderá também causar a queimadura dos enrolamentos. Ao inspecionar- os, verificar-os com cuidado para a existência do pó. Os enrolamento com coberta de proteção contra pó nece- ssita limpezas. Soprar ar comprimido seco de 2 kg/ , aproximadamente, ao motor pelo lado do coletor para remover pó. Mas nos seguintes casos, substituir o motor pelo motor de tipo inteiramente fechado ou tomar as providências oportunas para proteger os enrolamentos contra pó.</p><p>34. 1-2 Revisão geral Quando o motor está desmontado para soprar para remover o pó da superficie empregando o ar compri- mido seco na mesma maneira daquela mencionada no pará- grafo 1.1, e limpar os enrolamentos com cuidado medi- ante um trapo. Se observa-se deterioração em isolamento, aplicar o verniz ao isolamento após de remover o pó para estender sua vida útil. 1.3 No caso de armazenar motor por longo período Se o motor não será empregado por longo espaço de tempo ou se o motor mesmo será armazenado independentemente, medir a resistência de isolamento de vez em quando para verificar a absorção de umidade dos enrolamentos. Sem falta medir-a após, também, de um desuso por longo. período. Se a resisténcia de isolamento medida em tem- peratura ambiente seja menor de 1 M menor de 3 M no caso de alta tensão.), os enrolamentos deverão julgar- se secados. 2. Mancais de rôlos o tipo e tamanho dos mancais estão indicados na placa de identificação. 2.1 Adição da graxa Acrescentar a graxa com intervalos específicos conforme</p><p>35. ao indicado na Tabela 2.1. Limpar o pino de engraixamento completamente para evitar introdução das substâncias es- trangeiras ao interior do cárter ao injeitar a graxa. Se a areia, pó metálico, ou outras substâncias estrangei- ras introduzem-se nos mancais junto com a graxa, os man- cais poderão estar danados. A temperatura dos mancais poderá subir provisionalmente após da injecao da graxa; mas cae ao nivel normal dentro de poucas horas se os mancais estão em boa condição de duncionamento. 2.2 Mancais de esfera selados Os motores de pequena capacidade empregam os mancais de esfera selados para os quais nenhuma graxa não está provida. Nêste caso, práticamente, não requer-se reali- zar trabalho de manutenção diária. Quando empregam-se tais motores para uma uma grua sob normal, re- comenda-se que os mancais serão substituidos uma vez por cada três anos. Enecessário porque a graxa nos mancais ficará boa só pelo referido período. Para empregar os mancais de novo após de cambiar a graxa, remover a placa de selo e, a velha graxa; limpar o interior dos mancais completamente soprando ou pulve- rizando querosene aos mesmos mediante a pistola pulveriza-</p><p>dora, ou tal dispositivo similar. Assegurar-se do que os mancais movem-se lisamente antes de injeitar a graxa fresca de novo. 30 30 30 50 1</p><p>3 Tabela 2.2 Quantidade da grasa a ser injeita nos man- cais de esferas selados No. do mancal 6306 6309 6310 6311 6312 6313 6314 Quantidade da 5-6 6-8 8-10 11-13 14-17 19-22 24-27 32-35 37-40 graxa g.) Tabela e subseguinte da graxa e intervalo de engraixamento Mancais de esferas No.do Quanti- Intervalo de engraixamento (dias) mancal dade a nicial acres- pôlos ópôlos 10pôlos NU (gr) centar (gr) 6309 50 30 390 390 390 390 390 6310 50 30 390 390 390 390 390 6311 100 30 390 390 390 390 390 6312 100 30 390 390 390 390 390 6313 100 30 390 390 390 390 390 6314 200 50 390 390 390 390 390 6315 200 50 270 390 390 390 390 6316 200 50 270 390 390 390 390 6317 200 50 270 390 390 390 390 6318 300 50 270 390 390 390 390 6919 300 50 310 390 390 390 390 6320 400 80 210 390 390 390 390 6321 400 80 210 390 390 390 390 (A seguir)</p><p>38 6322 600 80 210 390 390 390 390 6324 600 80 150 270 390 390 390 6326 1000 100 120 270 390 390 390 6328 1000 100 90 270 390 390 390 Mancais de rôlos No.do Quanti- Quanti- Intervalo de engrai xamento (dias) dade dade a inicial acrescen- 6pôlos 8pôlos 10pôlo. (gr) tar(gr) NU312 100 30 210 390 390 390 390 NU313 100 30 210 270 390 390 390 NU314 100 50 210 270 390 390 390 NU315 100 50 150 270 390 390 390 NU316 100 50 150 270 390 390 390 NU317 200 50 150 270 390 390 390 NU318 200 50 150 390 390 390 390 NU319 200 50 120 210 270 390 390 NU320 300 90 120 210 270 390 390 NU321 300 50 120 210 270 390 390 NU322 300 50 120 210 270 390 390 NU324 400 80 90 150 270 390 390 NU326 600 100 60 150 270 390 390 NU328 600 100 45 150 210 270 390 NU330 600 100 15 120 210 270 390</p><p>2.3 Graxa Recomenda-se a graxa delitio (Multiknock No.1 da NIPPON SEKIYU) como a graxa de suprimento. Também recomenda- se a Multiknock No.2 para os mancais de esferas selados. A DC 44 M (grasa de silício) da DOW CONING está também recomendada para os motores de classe E e de classe H. 3. Coletor Os motores de tipo a rotor enrolado tem um coletor e, por- tanto, tem maior vantagem daquelas dos motores de tipo jaula de esquilo em vários pontos. Mas, se o coletor estará mantido a falha grave poderá produzir- se. o pessoal encarregado da operação dos motores de tipo a rotor enrolado deverá estar versados na do mesmo de modo que motor possa ser adequadamente fiscali- zado e mantido. 3.1 Construção do coletor A fig. 3.1 mostra a construção de um coletor cuja de escôva pode ser regulada. A Fig. 3.2 indica a constru- ção de um outro coletor que é de tipo pressão constante de mola e que emprega-se sem necessidade de ajustar a da escôva.</p><p>40 3.2 Ajuste e da pressão da escôva Determina-se a pressão da escôva pelo material da e o uso do motor. No caso do coletor cuja pressão de escôva seja ajustável, a pressão diminue à medida que as escôvas fazem-se desgastadas. Se o motor é operado sob baixa pressão da as escôvas "bailam" e pro- duzem chispas quando motor vibra ainda que seja peque- na vibração. Medir a pressão de escôva de vez em quando na maneira mecionada na Fig. 3.3 e regular valor quando requer-se caso. No caso d'o motor no qual as escôvas estão controladas pela mola de pressão constante, a pressão de escôva fica práticamente ao mesmo nivel mesmo quando as escôvas estarão desgastadas. Mas, se as escôvas estarão desgas- tadas além do ponto específico, a pressão de escôva cairá drásticamente para produzir chispas como menciona-se para os casos de outros tipos. Ter suficiente cuidado e substituir as escôvas com intervalos oportunos. (Fazer referência ao parágrafo que trata-se da vida útil da 3.3 Limpeza do coletor o coletor retem as escôvas de carbono num anel giratório para colecionar corrente, e, portanto, o desgaste das</p><p>41. escôvas inevitávelmente produz o pó de carbono, que adere ao isolamento. o coletor deverá estar limpado removindo o pó de carbono do isolamento. Isto pode efetuar-se aplicando o ar comprimido ou limpando o coletor mediante um pedaço de pano brando molhado de benzina. Normalmente, o coletor requer limpeza cada semana. Mesmo quando motor não está muito usado, coletor deverá estar limpado ao menos uma vez por cada duas 3.4 Manutenção das superficies do anel coletor As superficies do anel coletor deverão manter-se sempre limpas. Com o uso do motor, uma mistura em côr de cho- colate de cobre e carbono cobre o anel e sua superficie crescentemente mais lustrosa. Se o anel fica amarelo, sem embargo, isto indica que a superficie do anel está desgastada pelo uso das escôvas de tipo não adequado. Em tal caso, as escôvas deverão substituir-se pelas aquelas de tipo correto. (Vide o parágrafo que trata-se da seleção de Se anel coletor tem riscas ou manchas devido a produção de chispas, alisar a superficie mediante a lixa ou pedra o mais cedo possível.</p><p>42. Se o anel não está alisado suficientemente cedo, resul- tará o desgaste anormal das escôvas e chispas crescentes. Recomenda-se realizar completa do anel.</p><p>43 Fig. 3.1 Avalanca de solamento mola I arafuso Flange Mola de mola orta- de isolamen'o Forta- escovas mola Dardo de terminal Coletor Fig. 3.2 Escova Retentor Retentor Parafuso de Prisioneiro Porta de prisio- Flange de isola- de isolamento neiro mento ola de pressa constante do por orta- mola Dardo de Coletor</p><p>Linha central da escova Balança de mola da escoxa (Seção de corte da 2 em cm pressão da em Pressão de Uso 2 Geral 150 250 Grua 200 - 300 100 200 Fita de tecido Mola de em- Porta-escova Forte puxo de Débil Avalanca ajustadora de Fig. 3.3 Medição e ajuste da pressão pressão de 3.4 ontagem da a Superficie da lixa Lixa Anel coletor Nota: 1. Não prensar a para ahaixo com mão ao esfregar com lixa para obter boa mon agem sfregar com lixa a escova na direção da rotação do motor. No caso de um mo or que gir a ambas a escova deverá ter boa fixação em ambas Se não pode uma fixac ao duas ou mais escovas por fase estarão forne cidas, por pode-se a me do número delas primeiro e, após de ob er-s uma fixação perfei a, o res delas.</p><p>45. 3.5 Seleção de escôvas A seleção da correta classe de escôvas é importantísima para conservar o anel em boa condição de funcionamento e para estender a vida útil da escôva. nosso critério de selecionar as escôvas está basado nos testes compara- tivos sôbre várias classes de 1. Para uso normal Cerâmica da marca TOSHIBA MC28 (Grafite metalizado) Para condição severa na qual as escôvas normais não são Se as escôvas super aquecem-se Cerâmica da marca TOSHIBA MG 30 Grafite 3. metalizado) AO b) Se o anel áspero Cerâmica da marca TOSHIBA TC600 (Eletrografite) IST o de diferentes classes de escôvas causa desequi- líbriodas correntes, tornará áspero o anel e causa des- gaste anormal das escôvas. Não usar nunca as diferentes classes de 3.6 e vida útil das escôvas A útil das escôvas depende de grau de desgaste, que em casos normais dependem de (1) velocidade periferal do</p><p>46. C. anel coletor, (2) pressão de (3) atmósfera (umidade e gas), e (4) densidade de corrente. o desgas- te das escôvas TOSHIBA é de 2 - 3 mm, aproximadamente, por 1.000 horas de As escôvas deverão substituir-se quando estão desgastadas até a metade do comprimento original. o grau de desgaste das escôvas pode ser determinado desde as horas de uso do motor e desde a relação de desgaste referida acima, mas recomen- da-se atual das Quando as escôvas estão substituidas, sem falta assegu- rar-se do que os terminais em rabo de porco estão aper- tados firmemente. 3.7 Fixação das escôvas Ao instalar as novas esfregar-as com lixa atá que obtam-se uma fixação perfeita com o anel coletor. Isto pode-se realizar enrolando um papel de lixa áspera ao redor do anel e esfregando as superficies de escôva que vêm em contato com Recomenda-se que as escôvas estejam limadas à curvadura do Assegurar-se do que as escôvas estejam, ao menos, 80% em contato com anel. (Vide a Fig. 3.4) A operação de teste após ista deverá realizar-se sob, praticamente, condição de carga nula.</p><p>47. C. Máquinas de de tamanho médio e pequeno 1. para manutenção Para obter um serviço por longo espaço de tempo das má- quinas de (doravante chamadas máquinas), , a inspeção para manutenção e serviço deverá realizar-se periódicamente. Com respeito à de manutenção, a observância dos reglamentos descritos a seguir ajudará materialmente em conservar a máquina na óptima condição de funcionamen to em todo o tempo. (a) Sempre ter cuidado adequado para conservar a sala de máquinas em condição limpa com quantidade mínima de umidade. (b) Determinar a condição normal da máquina mediante o registro do histórico da mesma. Manter o resistro com muito cuidado no archivo visto que mesmo será de bom serviço para deteção de falhas em fase inicial de produção e para investigar a causa da falha. (c) Com a firme do que a para manuten- evitarís produção das falhas, realizar a inspe- die completamente e com muito cuidado até os detalhes mais minuciosos, exercendo a melhor sensibilidade de e olfato.</p><p>48. (d) Sempre manter suficiente estoque de peças sobresalen- tes para permitir substitução das peças de consumo ou aquelas peças danadas, em qualquer momento. 2. Itens de e Período de Em geral, realizar os trabalhos de manutenção e inspeção conforme ao seguinte cronograma. obstante, deverá efetuar-se alteração para adaptar-se com a dependendo de tais que as climáticas e atmos- féricas que circundam a máquina e a severidade do uso. Quando eneontram-se com dificultades ao respeito com pontos duvidosos ou médios e providências, deverá por em contato com TOSHIBA. (Tal solicitude deverá estar acompanhada pela informação detalhada tal que todos os dados indicados na placa de identificação, a velocidade, tensão, corrente e varia ao de carga durante a e as horas de serviço por (A) Inspeção diária (de rotina) Realizar inspeção dos seguintes itens uma vez por dia na hora fixa. durante a operação. 6. monta</p>