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GASOMETRIA

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<p>Distúrbios Ácido-Básicos e</p><p>Gasometria</p><p>PROFA. Naara Maia</p><p>Conceitos Básicos</p><p>• Ácido – toda substância que em solução</p><p>aquosa libera íons H+</p><p>HCl H+ + Cl-</p><p>H2O</p><p>• Ex: ácido carbônico, ácido acético, o</p><p>fosfato ácido de sódio, o ácido úrico, o</p><p>ácido acetoacético etc.</p><p>Conceitos Básicos</p><p>• Base – toda substância que em solução</p><p>aquosa libera íons OH-</p><p>NaOH Na+ + OH-</p><p>H2O</p><p>Ou seja, irá se combinar com íons hidrogênio</p><p>para removê-los da solução.</p><p>Ex: bicarbonato de sódio, proteínas plasmáticas</p><p>como hemoglobina, outras</p><p>proteínas, fosfato de sódio.</p><p>Equilíbrio Ácido – básico</p><p>Aspectos Fisiológicos</p><p>• Sistemas orgânicos: dois desafios para a manutenção do</p><p>equilíbrio ácido-básico</p><p>– 1) lidar com os ácidos ingeridos na dieta</p><p>– 2) eliminar o CO2 gerado como produto final do metabolismo.</p><p>• Homeostasia = equilíbrio entre a produção dos íons H+ e a</p><p>remoção desses íons do organismo</p><p>• Sistemas enzimáticos do organismo são influenciados pela</p><p>concentração dos íons H+ (principal responsável pelo</p><p>equilíbrio ácido – básico).</p><p>Concentração de íons H+</p><p>• Cerca de 80mEq de H+ são ingeridos ou produzidos</p><p>diariamente</p><p>• Em condições normais, a concentração dos íons H+ no sangue</p><p>é mantida em níveis estreitos</p><p>– Valor normal: 0,00000004mEq/L</p><p>• A concentração dos íons H+ é expressa por uma escala</p><p>logarítmica, utilizando a unidade de medida pH</p><p>• O pH está relacionado a verdadeira concentração de H+</p><p>O pH é inversamente proporcional à concentração de H+</p><p>Conceitos Básicos</p><p>O pH de substâncias químicas em</p><p>solução varia de 0 – 14</p><p>Ácido Alcalino</p><p>7</p><p>neutro</p><p>pH SANGUE ARTERIAL</p><p>DEFESAS ORGÂNICAS</p><p>Tampões, Pulmões e Rins</p><p>Compensação</p><p>consideravelmente</p><p>rápida e eficaz</p><p>1 a 12 minutos</p><p>Compensação mais lenta</p><p>Pode levar de horas a</p><p>dias para a resolução do</p><p>problema</p><p>Compensação imediata</p><p>(fração de segundos)</p><p>Tamponamento dos íons H+ nos</p><p>líquidos corporais</p><p>• Um tampão é qualquer substância capaz de se</p><p>ligar reversivelmente à íons H+</p><p>Reação de tamponamento</p><p>SISTEMA TAMPÃO</p><p>Pode ser dividido em 3 componentes:</p><p>• Bicarbonato/ ácido carbônico</p><p>– espaço extracelular</p><p>– mais importante*</p><p>• Proteínas (plasmáticas)</p><p>– espaço extracelular</p><p>– Mais abundante, porém mais lento</p><p>• Fosfatos</p><p>– espaço intracelular</p><p>– limitado, menos potente</p><p>Garantem a atenuação de modificações importantes na</p><p>concentração dos íons H+ ou no pH.</p><p>Sistema Tampão - Bicarbonato</p><p>• Consiste em uma solução aquosa que contém:</p><p>– 1 ácido fraco = H2CO3</p><p>– 1 sal bicarbonato = NaHCO3-</p><p>Regulação Respiratória</p><p>do equilíbrio ácido - básico</p><p>• O aumento na concentração de íons H+ estimula</p><p>a ventilação alveolar</p><p>↑H+ ↑ventilação alveolar  PCO2</p><p>• O sistema respiratório só elimina substâncias</p><p>voláteis (como o CO2), portanto, sua excreção</p><p>de H+ é indireta.</p><p>SISTEMA RESPIRATÓRIO</p><p>• As alterações na ventilação podem ocorrer em</p><p>qualquer sentido (hiperventilação ou</p><p>hipoventilação) eliminando mais ou menos CO2</p><p>• A hipoventilação como forma de poupar a</p><p>eliminação indireta de H+ não é tão eficaz como</p><p>a hiperventilação no caso de acidose, já que</p><p>também induz à hipóxia que estimula o drive</p><p>respiratório.</p><p>Mecanismo de regulação</p><p>respiratória do pH</p><p>SISTEMA RENAL</p><p>• Quando o pH afasta- se do normal os rins excretam urina</p><p>ácida ou alcalina ajudando a reajustar a concentração de</p><p>H+ dos líquidos corporais.</p><p>• É o mecanismo mais potente: capaz de corrigir o pH</p><p>exatamente ao seu valor normal.</p><p>• Sistema respiratório com eficiência de controle entre 50 a</p><p>75%. Ex: Se pH cair de 7,4 para 7,0, o sistema respiratório</p><p>faria com que o pH retornasse, em 3 a 12 minutos, a um</p><p>valor de cerca de 7,2 a 7,3.</p><p>SISTEMA RENAL</p><p>• Filtra bicarbonato e excreta H+ no lúmen tubular =</p><p>EQUILÍBRIO</p><p>• Perda de H+ > filtração de bicarbonato = perda de ácido</p><p>dos líquidos extracelulares (alcalose)</p><p>• Filtração de bicarbonato > perda de H+ = perda de base</p><p>dos líquidos extracelulares (acidose)</p><p>SISTEMA RENAL</p><p>• Necessário um período</p><p>de horas a dias para</p><p>evidenciar sua influência</p><p>no estado ácido-básico.</p><p>SISTEMA RENAL E K+</p><p>• O potássio é o principal cátion intracelular e é</p><p>fundamental para a correção do desequilíbrio ácido-</p><p>básico.</p><p>• Compete com os íons H+ no espaço</p><p>intracelular. Para cada K+ retido, elimina-se um</p><p>H+.</p><p>SISTEMA RENAL E K+</p><p>• Na alcalose o K+ pode substrituir os íons H+ no meio</p><p>intracelular liberando-os para minimizar as alterações no</p><p>pH extracelular.</p><p>• Um aumento do K+ intracelular pode levar à acidose</p><p>hipercalêmica.</p><p>• Na acidose o tamponamento do meio extracelular pode</p><p>ser auxiliado pela saída de íons K+.</p><p>• A redução de K+ no intracelular pode levar à alcalose</p><p>hipocalêmica.</p><p>Distúrbios Ácido-Básicos</p><p>• Distúrbios ácido-básicos estão mais</p><p>relacionados com disfunção de múltiplos</p><p>órgãos e óbito em pctes em UTI.</p><p>• Os distúrbios ácido-básicos devem se</p><p>embasar nos valores da gasometria</p><p>arterial.</p><p>• ACIDOSE</p><p>RESPIRATÓRIA</p><p>• ALCALOSE</p><p>RESPIRATÓRIA</p><p>• ACIDOSE</p><p>METABÓLICA</p><p>• ALCALOSE</p><p>METABÓLICA</p><p>Iniciam-se por ↓ ou ↑</p><p>do CO2</p><p>Iniciam-se por ↓ ou ↑</p><p>do HCO3-</p><p>Distúrbios Ácido-Básicos</p><p>ALCALOSE RESP ACIDOSE RESP</p><p>Causas Hiperventilação</p><p>(lavagem CO2)</p><p>Ex: psiconeurose, altas</p><p>altutudes</p><p>Hipoventilação</p><p>(retenção CO2)</p><p>Ex:lesão do centro</p><p>respiratório, patologias</p><p>pulmonares</p><p>Resposta (renal) Excreção HCO3- Reabsorção</p><p>HCO3-</p><p>Tratamento AjustesVM:</p><p>ReduçãoFR(sedativos)</p><p>ReduçãoVt</p><p>↑FiO2</p><p>Ajustes VM:</p><p>Aumentar volume minuto (FR,</p><p>Vt)</p><p>ALCALOSE METAB ACIDOSE METAB</p><p>Causas Vômitos (gástrico*), ↓K+,</p><p>infusão HCO3-, uso de</p><p>diuréticos (reab Na+,</p><p>eliminação H-)</p><p>Vômitos (enteral*), Diarréia,</p><p>cetoacidose, ↑lactato, IR</p><p>(uremia)</p><p>Resposta (resp) Hipoventilação ↑CO2 Hiperventilação↓CO2</p><p>Tratamento Correçãovolêmica com</p><p>soluções deNaCl, reposição</p><p>deK+,Acetazolamina</p><p>(diuréticoexcretor deBIC)para</p><p>pctescomrestriçãohídrica</p><p>Correçãodacausadodistúrbio;</p><p>bicarbonatodesódio, diálise</p><p>Acidose: rebaixamento</p><p>consciência.</p><p>Alcalose:</p><p>hiperexcitabilidade do</p><p>SNC e periférico</p><p>(tetania e convulsões).</p><p>Avaliação Ácido-Básica</p><p>• Realizada rotineiramente nos pacientes</p><p>em unidade de terapia intensiva.</p><p>• Oferece informações a respeito dos</p><p>desvios no equilíbrio ácido-básico, função</p><p>respiratória e perfusão tecidual.</p><p>COLETA GASOMETRIA</p><p>• Observar o estado do paciente em relação</p><p>à temperatura, ao padrão respiratório/ VM,</p><p>concentração de oxigênio inalado, ETCO2</p><p>(capnografia).</p><p>• 30min. ou mais para alcançar o equilíbrio</p><p>após alteração nos padrões ventilatórios/</p><p>FiO2!</p><p>• Preferência por seringas plásticas preparadas com</p><p>anticoagulante apropriado (heparina liofilizada) - não</p><p>requer refrigeração (máx. 30min em temp. ambiente)</p><p>• Homogeneização em até 1min.</p><p>• O tempo de encaminhamento não deve ser > 15min.</p><p>• Se atraso na análise (> 30min), conservação sob</p><p>refrigeração</p><p>– Ometabolismodosanguedaamostracontinua;háconsumodeoxigênio e</p><p>produçãodeCO2.</p><p>COLETA GASOMETRIA</p><p>PREPARO DA SERINGA</p><p>• A melhor opção é utilizar uma seringa</p><p>previamente preparada com heparina de lítio</p><p>jateada na parede, com “balanceamento” de</p><p>cálcio.</p><p>• O uso de preparação “caseira” utilizando</p><p>heparina líquida com “baixa concentração” de</p><p>sódio também é aceitável, porém aumenta a</p><p>possibilidade de interferência na dosagem de</p><p>cálcio iônico (heparina pode se ligar ao cálcio,</p><p>resultando em valores falsamente mais baixos</p><p>do que o real).</p><p>PREPARO DA SERINGA</p><p>• A heparina utilizada para fins terapêuticos</p><p>para anticoagulação sistêmica não deve</p><p>ser utilizada como agente anticoagulante</p><p>na análise de gases sanguíneos.</p><p>• A elevada concentração de heparina por</p><p>mL pode alterar o pH da amostra e o</p><p>resultado de cálcio ionizado (heparina é</p><p>ácida).</p><p>PREPARO DA SERINGA</p><p>1. Aspirar cerca de 1 mL de heparina sódica (1.000</p><p>U/mL) e movimentar o líquido na seringa, apenas para</p><p>"lavar" as paredes internas; logo após, desprezar todo</p><p>o conteúdo.</p><p>– O resíduo que fica no espaço morto do bico da seringa e na</p><p>agulha é de cerca de 0,15mL. Essa quantidade de heparina é</p><p>suficiente para anticoagular cerca de 2 a 4 mL. de sangue.</p><p>2. Aspirar pelo menos 2 mL de sangue</p><p>– O volume mínimo da amostra deve ser de 2 ml, para manter a</p><p>heparina bem diluida.</p><p>Na prática, 0,05 mL de heparina sódica são suficientes</p><p>para anticoagular 1 mL de sangue.</p><p>COLETA GASOMETRIA</p><p>• Cuidado com turbilhonamento. Deve-se manter</p><p>um fluxo contínuo de sangue.</p><p>• As amostras devem ser isentas de ar: bolhas</p><p>devem ser imediatamente removidas.</p><p>– Quando aamostracontém ar, ocorre oequilíbrio gasoso como</p><p>sangue. Interferência pode não refletir as condições reais do</p><p>paciente.</p><p>• Amostras coaguladas devem ser desprezadas.</p><p>COLETA GASOMETRIA</p><p>• Punção radial (preferencial), braquial ou</p><p>femoral (quando hipotensão ou baixo DC</p><p>– pulso radial difícil)</p><p>• Catéter arterial (coletas seriadas)</p><p>Procedimento</p><p>• Paciente em decúbito dorsal,</p><p>com os braços ao longo do</p><p>corpo</p><p>• Puncionar a artéria e coletar o</p><p>sangue</p><p>• Comprimir o local após a</p><p>retirada da agulha</p><p>• Verificação de pulso e perfusão</p><p>nas próximas 6h</p><p>Técnica de coleta</p><p>1. Aartéria radial épuncionada na altura do punho. Deve-se inicialmente palpar</p><p>aartéria paraassegurar asuaperfeita localização; amãodopaciente é</p><p>posicionada mantendo opunho emextensão ampla, para facilitar apalpação</p><p>daartéria. Aposição émantidacomapoio sobre umacompressadobrada ou</p><p>enrolada;</p><p>2. Fazer aantissepsia dapele comalgodão embebido emálcool ou solução de</p><p>álcool iodado;</p><p>3. Pode-se fazer umpequeno botão anestésico no local dapunção, com</p><p>agulha 25, que permite várias tentativas semproduzir dor no local (apenas</p><p>para médicos);</p><p>4. Aartéria épalpada comumadas mãos,enquanto aoutra empunhaa</p><p>seringa comagulha 20ou21;</p><p>– Aagulhadeve fazer umângulodetrinta grauscomapele, paraperfuraraartériaem</p><p>posição oblíqua, que facilita ahemostasianatural pelas fibras muscularesdaparede</p><p>arterial;</p><p>Técnica de coleta</p><p>5. Aoser alcançada a luz da artéria, observa-se o fluxo sanguíneo no interior</p><p>daseringa queemgeral impulsiona oêmbolo.</p><p>– Esta manobra é mais fácil comas seringas de vidro que comas de plástico. Nestas</p><p>últimas, emgeral, é necessário puxar levemente o êmbolo para estabelecer o fluxo</p><p>sanguíneoparao interiordaseringa;</p><p>6. Se a punção transfixa a artéria, a agulha deve ser retirada vagarosamente,</p><p>até que a sua ponta alcance a luz do vaso, quando se estabelecerá o fluxo</p><p>sanguíneo;</p><p>– Aaspiraçãovigorosa comoêmbolo favoreceaentradadear naamostraedeveser</p><p>evitada. Quandonecessário, aspirar osanguesuavemente;</p><p>7. Após remover 2mL.desangue, retirar aagulha ecomprimir o local da</p><p>punção comalgodão embebido emálcool ouálcool-iodado, por três minutos,</p><p>para evitar a formaçãodehematomas no local dapunção.</p><p>Punção em crianças e idosos</p><p>A punção em crianças pequenas deve ser feita</p><p>com um escalpe fino (calibre 23), não adaptado</p><p>à seringa, para permitir o livre fluxo do sangue.</p><p>Um auxiliar deve conectar a seringa e aspirar a</p><p>amostra quando o escalpe estiver cheio.</p><p>A punção em crianças requer mais experiência</p><p>com a técnica, embora as linhas gerais do</p><p>procedimento sejam as mesmas.</p><p>Complicações</p><p>Em geral, o risco de complicações é bastante reduzido se</p><p>o procedimento for realizado da forma correta.</p><p>• Pode haver sangramento ou hematoma no local da</p><p>punção.</p><p>• Pode ocorrer comprometimento da circulação no local</p><p>da punção.</p><p>• Pode haver parestesias, espasmos na região próxima</p><p>ao local da punção</p><p>• Dor e ansiedade => alteração do padrão respiratório</p><p>Valores de Normalidade</p><p>Gasometria Arterial</p><p>Referência</p><p>pH 7, 35 – 7,45</p><p>PaO2 80 – 100 mmHg</p><p>PaCO2 35 – 45 mmHg</p><p>HCO3- 22 – 26 mEq/L</p><p>BE (-3) – (+3)</p><p>SaO2 92 – 100%</p><p>Identificando o Distúrbio Primário</p><p>< Referência ></p><p>pH acidose 7,35 – 7,45 alcalose</p><p>LADO</p><p>ACIDÓTICO</p><p>LADO</p><p>ALCALÓTICO</p><p>PaCO2 Hipocapnia 35 – 45mmHg Hipercapnia</p><p>LADO</p><p>ALCALÓTICO</p><p>LADO ACIDÓTICO</p><p>HCO3- Baixo 22 – 26mEq/L Alto</p><p>BE Baixo (-3) – (+3) Alto</p><p>LADO</p><p>ACIDÓTICO</p><p>LADO</p><p>ALCALÓTICO</p><p>Compensação</p><p>c</p><p>Resumindo:</p><p>Interpretação da gasometria</p><p>1. Interpretação do pH</p><p>Quando o pH está aumentado</p><p>Quando o pH está diminuído</p><p>Alcalose</p><p>Acidose</p><p>pH normal equilíbrio ou distúrbio misto</p><p>2. Interpretação do tipo de distúrbio</p><p>CO2 distúrbio respciratório</p><p>HCO3 distúrbio metabólico</p><p>3. Determine a extensão da compensação</p><p>Olhe para o sistema respiratório e metabólico que não combina com o pH</p><p>para determinar se está fora de seu limite normal, no esforço de corrigir o</p><p>distúrbio</p><p>Diferenciando...</p><p>• Gasometria ARTERIAL ≠ Gasometria VENOSA</p><p>• Gaso VENOSA não é adequada para avaliação</p><p>da função respiratória</p><p>– Sua colheita está sujeita a erros (para fins</p><p>científicos deveria ser colhida da artéria</p><p>pulmonar, onde o sangue é misto)</p><p>• Diagnóstico dos distúrbios do equilíbrio ácido-</p><p>base deve se basear na gaso ARTERIAL.</p><p>Diferenciando...</p><p>• Oferece informações sobre o débito cardíaco ao</p><p>se comparar a PO2 venosa com a PO2 arterial.</p><p>– Uma diferença arteriovenosa grande com PO2 venosa baixa</p><p>pode sugerir baixo débito com baixa perfusão tecidual, tecidos</p><p>extraindo muito oxigênio pelo fluxo lento.</p><p>– Uma diferença arteriovenosa pequena com PO2 venosa</p><p>progressivamente alta sugere um shunt sistêmico com</p><p>agravamento das trocas teciduais.</p><p>– Principal dado fornecido pela gasometria</p><p>venosa é a PvO2.</p><p>Arterial Venosa</p><p>pH 7,35 – 7,45 7,33 – 7,43</p><p>pCO2 35 - 45 38 – 50</p><p>pO2 80 - 100 30 – 50</p><p>HCO3- 22 - 26 23 – 27</p><p>BE - 3 a + 3 - 3 a +3</p><p>SaO2 92 - 100% 70 – 75%</p><p>EXERCÍCIOS</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q&esrc=s&frm=1&source=images&cd&cad=rja&uact=8&docid=uJB3YxkmLQr63M&tbnid=cON58IVFGEeVEM%3A&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fcrescendoeacontecendo.blogspot.com%2F2011%2F06%2Fdicas-para-facilitar-os-estudos.html&ei=-YrhU91EpqrRBdD0gdAG&bvm=bv.72197243%2Cd.d2k&psig=AFQjCNH782X_jzKZzExLusAEGwL4603mnQ&ust=1407376497333773</p><p>http://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q&esrc=s&frm=1&source=images&cd&cad=rja&uact=8&docid=uJB3YxkmLQr63M&tbnid=cON58IVFGEeVEM%3A&ved=0CAUQjRw&url=http%3A%2F%2Fcrescendoeacontecendo.blogspot.com%2F2011%2F06%2Fdicas-para-facilitar-os-estudos.html&ei=-YrhU91EpqrRBdD0gdAG&bvm=bv.72197243%2Cd.d2k&psig=AFQjCNH782X_jzKZzExLusAEGwL4603mnQ&ust=1407376497333773</p><p>ph = 7,30</p><p>PCO2 = 38 mmHg</p><p>HCO3 = 18 mEq/l</p><p>BE = -7 mEq/l</p><p>PaO2 = 85 mmHg</p><p>SaO2 = 98%</p><p>Interpretação</p><p>• OpHestá abaixo de 7,35 e indica presença de acidose</p><p>•APaCO2está normal</p><p>• OBicarbonato de 18 MEq/l indica umdéficit de bicarbonato</p><p>• Háumdéficit de bases de -7</p><p>•Aoxigenação está normal</p><p>• Conclusão: acidose metabólica</p><p>pH = 7,48</p><p>PCO2 = 37 mmHg</p><p>HCO3 = 30 mEq/l</p><p>BE = +6 mEq/l</p><p>PaO2 = 93 mmHg</p><p>SaO2 = 96%</p><p>• OpHestá acima de 7,45 e indica alcalose</p><p>•APCO2está normal, indica provável distúrbio metabólico</p><p>• OHCO3está acimade26 mEq/l (excessodebase) indicando alteração metabólica</p><p>• Háumexcesso de basede +6mEq/l</p><p>•Aoxigenação está normal</p><p>• Conclusão: alcalose metabólica</p><p>pH = 7,10</p><p>PaCO2 = 29 mmHg</p><p>HCO3 = 14 mEq/l</p><p>BE = -11 mEq/l</p><p>PaO2 = 62 mmHg</p><p>SaO2 = 72%</p><p>• OpHestá baixo indicando acidose severa</p><p>•APaCO2está abaixo de 35 mmHg, indicando tentativade compensação</p><p>•OHCO3está baixo, indicando distúrbio de origem metabólica</p><p>• Háumgrande déficit de bases</p><p>•APaO2ea saturação deO2estão baixos, indicando apresença dehipóxia severa</p><p>• Conclusão: acidose metabólica</p><p>pH = 7,50</p><p>PaCO2 = 38 mmHg</p><p>HCO3 = 32 mEq/l</p><p>BE = +7 mEq/l</p><p>PaO2 = 79 mmHg</p><p>SaO2 = 94%</p><p>• opHestá acimado valor normal indicando alcalose</p><p>•APaCO2está normal, afastando umacausa respiratória</p><p>• OHCO3está elevado indicando umacausa metabólica</p><p>• OBEestá elevado indicando umaexcesso de base</p><p>•APaO2easaturação deO2estão normais</p><p>• Conclusão: alcalose metabólica</p><p>pH = 7,56</p><p>PaCO2 = 26 mmHg</p><p>HCO3 = 24 mEq/l</p><p>BE = -2,5 mEq/l</p><p>PaO2 = 80 mmHg</p><p>SaO2 = 98%</p><p>• OpHestá elevado indicando alcalose</p><p>•APaCO2está abaixo de 35 mmHgindicando umacausarespiratória</p><p>• OBicarbonato está normal</p><p>• OBEestá dentro da faixa normal</p><p>•APaO2ea saturação de O2estão normais –oxigenação satisfatória</p><p>• Conclusão: Alcalose respiratória</p><p>Paciente de 30 anos chega ao Setor de Emergência em estado de coma,</p><p>apenas respondendo aos estímulos dolorosos. Sua respiração é superficial</p><p>e</p><p>com frequência normal. Familiares encontraram próximas a ela diversas caixas</p><p>de tranquilizantes vazias.</p><p>Gasometria arterial: pH= 7,31; PaO2= 70mmHg, PaCO2= 68mmHg; HCO3= 23</p><p>mM/L; BE= -1,2.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s), seu(s) mecanismo(s),</p><p>causa mais provável?</p><p>Após 24 horas de tratamento no CTI, a paciente se encontra torporosa e</p><p>submetida à ventilação mecânica.</p><p>Gasometria arterial:</p><p>pH= 7,48; PaCO2= 30 mmHg; HCO3= 25,6 mM/L; BE= +1,2.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s), seu mecanismo, a</p><p>causa provável?</p><p>Atleta de 20 anos está sendo submetido a avaliação funcional respiratória em</p><p>repouso. Após ser colhida amostra de sangue arterial, verifica-se que o</p><p>analisador de gases sanguíneos está com defeito e leva-se a amostra a outro</p><p>laboratório.</p><p>Gasometria arterial: pH= 7,30; PaCO2= 50 mmHg; HCO3= 19 mM/L; BE= -3,5.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s) e causa provável?</p><p>Paciente jovem chega ao Centro Cirúrgico com história de traumatismo</p><p>abdominal há duas horas. No local do acidente foi encontrado lúcido,</p><p>hipocorado e com sinais de choque hipovolêmico. Foi reposto rapidamente com</p><p>solução fisiológica, albumina humana e bicarbonato de sódio. Chegou à</p><p>Emergência, estável e equilibrado, o que permitiu avaliação adequada e pronta</p><p>indicação cirúrgica.</p><p>Gasometria arterial: pH= 7,49; PaCO2= 35 mmHg; HCO3= 32 mM/L; BE= +5,8.</p><p>Paciente de 23 anos está no CTI com quadro de choque séptico consequente a</p><p>peritonite e insuficiência respiratória grave, tipo síndrome do desconforto</p><p>respiratório aguda (SDRA). Suporte circulatório com aminas vasoativas,</p><p>reposição de volume e suporte respiratório com ventilador mecânico estão</p><p>sendo empregados.</p><p>Gasometria arterial: pH= 7,21; PaCO2= 54 mmHg; HCO3= 19 mM/L; BE= -6,5.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s) e causa provável?</p><p>Paciente de 70 anos em pós-operatório de cirurgia abdominal queixa-se de</p><p>câimbras e prostração. Ao exame clínico minucioso observam-se abalos</p><p>musculares e drenagem elevada pela sonda nasogástrica (2.000mL/24 h).</p><p>Gasometria arterial: pH= 7,50; PaCO2= 40 mmHg; HCO3= 36 mM/L; BE= +8,0.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s) e causa provável?</p><p>Paciente de 65 anos, fumante, procura o ambulatório queixando-se de</p><p>dispneia, cansaço e tosse acompanhada por secreção clara. O exame clínico</p><p>revela aumento do diâmetro anteroposterior do tórax, baqueteamento digital e</p><p>alguns sibilos esparsos.</p><p>Gasometria arterial: pH= 7,40; PaCO2= 58 mmHg; HCO3= 34 mM/L; BE= +7,2.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s) e causa provável?</p><p>O paciente anterior apresentou, após dois meses, quadro de tosse produtiva,</p><p>secreção amarelada e febre. A dispneia piorou, fazendo com que fosse levado</p><p>à Emergência.</p><p>Gasometria arterial: pH= 7,20; PaCO2= 75 mmHg; HCO3= 30 mM/L; BE= +5,0.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s) e causa provável?</p><p>Paciente de 80 anos com septicemia secundária a pneumonia de aspiração</p><p>está sendo ventilada artificialmente. Ocorre queda súbita do nível de</p><p>consciência sugestiva de acidente vascular cerebral.</p><p>Gasometria arterial:</p><p>pH= 7,42; PaCO2= 36 mmHg; HCO3= 27,6 mM/L; BE= +1,3.</p><p>Qual(is) o(s) distúrbio(s) acidobásico(s) apresentado(s) e causa provável?</p>

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