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<p>DÍVIDA PÚBLICA</p><p>Razões para endividamento público</p><p>1. Suavização no tempo do padrão de serviços prestados a sociedade:</p><p>Estabilização das Finanças Públicas: A dívida pública pode ser utilizada para suavizar as variações nas receitas e despesas governamentais. Em vez de ajustar as alíquotas de impostos e os gastos de forma abrupta em resposta a flutuações econômicas, o governo pode recorrer ao endividamento para manter um nível de serviços relativamente estável ao longo do ciclo econômico.</p><p>Prevenção de Ajustes Abruptos: Utilizando a dívida para financiar déficits durante períodos de recessão, o governo evita a necessidade de aumentar impostos ou reduzir gastos drasticamente em momentos econômicos difíceis. Da mesma forma, durante períodos de expansão, o governo pode usar superávits para reduzir a dívida e estabilizar a economia.</p><p>2. Socorro Emergencial: Permite atender a despesas não previstas</p><p>no orçamento como as causadas por desastres naturais ou</p><p>crises sanitárias como a causada pelo coronavírus.</p><p>3. Política monetária e controle da liquidez, utilizando os títulos públicos, podemos adquirir um melhor controle da liquidez auxiliando o banco central na condução da política monetária.</p><p>Dívida Pública é a dívida do governo que tem o objetivo de financiar gastos que não foram cobertos pelo recolhimento de impostos. São compromissos de entidade pública.</p><p>Pode ser classificada com contratual ou mobiliária, externa ou interna, em moeda nacional ou estrangeira:</p><p>Contratual: basicamente gerada por contratos de empréstimos e financiamentos.</p><p>Mobiliária: Dívida publica relacionada aos títulos emitidos pelo tesouro nacional.</p><p>Interna: mesma coisa da mobiliária mas é no mercado doméstico</p><p>Externa: é capitada no mercado internacional, pode ser em moeda estrangeira ou na nossa mesmo</p><p>Dívida bruta do governo geral: total de débitos em valores brutos de repsonsabilidade do governo, estado e município aliado ao setor privado, publico e ao resto do planeta</p><p>Pontos importantes sobre a dívida líquida:</p><p> Depreciação da Taxa de Câmbio:</p><p>Aumento da DSLP em Reais: Devido ao impacto na dívida interna indexada ao câmbio e na dívida externa.</p><p>Redução da DSLP em Reais: Aumento do valor das reservas internacionais.</p><p> Metodologia “Acima da Linha”:</p><p>Apuração de Resultados: Baseia-se no fluxo de receitas e despesas, refletindo diretamente o saldo financeiro do governo sem considerar operações de financiamento ou ajustes contábeis.</p><p>Necessidade de financiamento: o quanto o governo necessita captar junto com suas receitas fiscais, para compensar seus dispêndios</p><p>NFSP (necessidade de financiamento setor público) < 0 indica superávit</p><p>Uma política de déficits pode levar a uma relação dívida/PIB insustentável ao longo do tempo em quais condições? R: Taxa de juros maior que o crescimento do PIB, Déficits primários persistentes.</p><p>RESTRIÇÃO ORÇAMENTÁRIA DO GOVERNO</p><p>- O banco central tem como principal mecanismo de atuação comprar e vender as moedas que ele emite, quando ele quer vender sua moeda, ele compra títulos e quando quer comprar sua moeda ele vende títulos. O bc pode operar com títulos internos ou estrangeiros, se operar com títulos estrangeiros o alvo dele é a taxa de câmbio. Atualmente o principal mecanismo do BC para atuar regulando no mercado de câmbio é o swap cambial.</p><p>Para entender: considere que tanto as reservas internacionais quanto os depósitos do tesouro sejam iguais a zero. Logo, o lucro do BC são os Juros sobre os títulos públicos na sua carteira, logo L=iB</p><p>COMO O GOVERNO FINANCIA OS GASTOS DO GOVERNO E A DESPESA COM JUROS DO ESTOQUE DE DÍVIDA PÚBLICA:</p><p>O déficit nominal inclui:</p><p>1. Déficit Primário: A diferença entre as receitas e despesas do governo, excluindo os juros da dívida pública.</p><p>2. Despesas com Juros: Pagamentos de juros sobre a dívida pública existente.</p><p>Δ= Dívida Pública emitida pelo tesouro</p><p>ΔB=Dívida pública carregada pelo público</p><p>Δ=Dívida pública carregada pelo banco central</p><p>Apenas substituindo na equação do financiamento dos gastos públicos:</p><p>Como neste exemplo tanto as RI (reservas internacionais) quanto DT (depósitos do tesouro) são iguais a 0, temos que Δ</p><p>Então podemos reescrever:</p><p>Aqui tá falando que o déficit nominal (primário + despesa com juros), pode ser financiado com uma nova dívida pública (aumento da dívida pública) ou com a emissão de mais moeda.</p><p>DÉFICITS PRIMÁRIOS PERSISTENTES SÃO VIÁVEIS?</p><p>Suponha que a economia não está crescendo e o governo está financiando seu déficit através de dívidas (, nesse caso a NFSP primária (necessidade de financiamento do setor público) está aumentando. No período seguinte há o pagamento dos juros sobre as dívidas que foram incorridas no passado e também sobre a nova dívida.</p><p>Como os déficits são persistentes, temos uma variação positiva na dívida ΔB>0</p><p>COMO ANALISAR SE O PRODUTO ESTIVER CRESCENDO?</p><p>Analisar a razão dívida PIB (B/Y), o numerador cresce pela existência dos déficits financiados através do endividamento, o Y depende do longo prazo, mas devemos esperar que ele cresça, porque com crescimento econômico o governo tem maior capacidade de arrecadação. Logo, a análise é feita não observando apenas o B (estoque da dívida), mas devemos levar em consideração se estamos em crescimento econômico ou não.</p><p>Mas também existe o conceito de insustentabilidade da dívida, que é saber se o emissor financia o pagamento do juros e a dívida em si ou apenas a dívida. O GOVERNO NÃO PODE SE ENDIVIDAR PARA SEMPRE. Espera-se que ele, algum dia, seja capaz de financiar-se e pagar suas dívidas antigas e atuais.</p><p>DINÂMICA DA DÍVIDA</p><p>Reconsiderando a restrição orçamentária e considerando que o governo não se financia via emissão monetária (</p><p>Dividindo os dois lados da equação pelo PIB real (Yt+1):</p><p>Depois a gente multiplica o primeiro termo do lado direito da equação por Yt.</p><p>Essa última equação fala qual será a razão dívida PIB em t+1 dados a taxa de crescimento do pib real, a taxa de juros real e o déficit ou superávit primário.</p><p>Dadas a taxa de juros e a taxa de crescimento do PIB, qual será o superávit necessário para estabilizar a razão dívida/PIB?</p><p>BOM, vamos encontrar uma expressão que responda essa pergunta, vamos somar e subtrair a seguinte expressão:</p><p>Taxa de crescimento do PIB=</p><p>Depois da álgebra, chegamos na seguinte equação:</p><p>Fazemos bt+1=bt=b nessa equação e temos que:</p><p>Neste caso estamos calculando o superávit em função do PIB, ou seja, que estabiliza a dívida e não o estoque da dívida.</p><p>Implicações:</p><p>1. A redução de impostos faz com que a demanda agregada aumente por um “falso” aumento na renda e se os indivíduos consideram os títulos do governo como parte de sua riqueza, a emissão de dívida pública pode aumentar a percepção de riqueza, levando a um aumento na demanda agregada.</p><p>2. No futuro, esse financiamento de gastos correntes terá que se compensar pelo aumento dos impostos. O efeito líquido pode ser zero, porque o financiamento via endividamento apenas redistribui a taxação durante o tempo</p><p>3. Por equivalência de Barro-Ricardo, teremos uma poupança maior pois os agentes esperariam um aumento nos impostos no futuro, e então poupam para se preparar.</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image12.png</p><p>image13.png</p><p>image14.png</p><p>image15.png</p><p>image16.png</p><p>image17.png</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p><p>image3.png</p>

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