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<p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Preparação para Concursos</p><p>SIMULADOS/QUESTÕES</p><p>SUBSTANTIVOS</p><p>Questão 1: FGV - A questão desta prova é elaborada a partir de pequenos textos e pretendem</p><p>avaliar sua capacidade em interpretar e compreender textos, assim como em redigir de forma correta</p><p>e adequada.</p><p>Muitas vezes, na escrita, substantivamos algumas palavras; assinale a frase a seguir em que não ocorre</p><p>nenhuma substantivação.</p><p>a) Há nas mudanças certo alívio, ainda que seja para pior.</p><p>b) Há apenas um dever: o de sermos felizes.</p><p>c) A felicidade é um agora sem nenhuma pressa.</p><p>d) Felicidade é um como, não um quê.</p><p>e) O confiar nos outros tem seus riscos.</p><p>Questão 2: UFMT - Leia as frases a seguir.</p><p>1. O Ministério Público realiza por ano inúmeros acórdãos.</p><p>2. Os cirurgiões garantiram que nada mais havia a fazer.</p><p>3. Todos temos certamente guardiãos a nos proteger.</p><p>4. Os documentos foram cedidos graças à intervenção dos tabeliães.</p><p>Os substantivos grifados estão corretamente pluralizados nas frases</p><p>a) 1, 2 e 4, apenas.</p><p>b) 2, 3 e 4, apenas.</p><p>c) 1, 2 e 3, apenas.</p><p>d) 1 e 4, apenas.</p><p>e) 2 e 3, apenas.</p><p>Questão 3: RBO - Na oração "Ele não vai emprestar o computador ao Paulo", a função morfológica do</p><p>núcleo do objeto indireto é</p><p>a) preposição.</p><p>b) substantivo.</p><p>c) verbo.</p><p>d) pronome.</p><p>e) advérbio.</p><p>Questão 4: VUNESP - Leia o texto para responder à questão.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>O desafio</p><p>Vou desafiar meus leitores e minhas leitoras. É um convite a uma posição mais científica na</p><p>formulação de opiniões. O pensamento científico tenta enfrentar o que for “preconceito”. Dentre</p><p>muitos sentidos, a palavra indica um conceito surgido antes da experiência, algo que está na cabeça</p><p>sem observação da realidade. Como na parábola dos cegos que apalpam um elefante, uns imaginam</p><p>que a forma do mamiífero seja de uma espada por tocarem no marfim, outro afirma ser uma parede</p><p>por tocar seu abdômen e um terceiro garante que é uma mangueira por ter encostado,</p><p>exclusivamente, na tromba. (...) Tenho encontrado defensores e detratores apaixonados da obra do</p><p>recifense [Paulo Freire]. Encontro bem menos leitores. Lanço o desafio cheio de esperança no</p><p>centenário dele: antes de defender ou atacar Paulo Freire, leia dois livros dele ao menos. Depois de</p><p>ler e examinar a obra, (...) emita sua sagrada opinião, agora com certo embasamento. Educação é</p><p>algo muito sério. Paulo Freire encarou o gravíssimo drama do analfabetismo. Hoje vivemos outro tipo</p><p>de drama: pessoas que possuem a capacidade de ler e se recusam a fazê-lo.</p><p>(Leandro Karnal. O desafio. Jomal O Estado de São Paulo, set.2021. Adaptado)</p><p>Assinale a alternativa cujo termo em destaque forma o plural em —ões, assim como no termo em</p><p>destaque do trecho — ...formulação de opiniões.</p><p>a) É preciso manifestar o desejo de ser doador de órgão.</p><p>b) A Constituição garante o direito do cidadão.</p><p>c) O carnaval tem sido aguardado pelo folião.</p><p>d) É preciso saber partilhar o pão.</p><p>e) Nem sempre o nosso irmão é de sangue.</p><p>Questão 5: OBJETIVA CONCURSOS - Em relação à flexão nominal, analisar os itens abaixo:</p><p>I. “Abaixo-assinados” é o plural de “abaixo-assinado”.</p><p>II. O plural de “grã-cruz” é “grã-cruzes”.</p><p>III. “Cavalos-vapores” é o plural de “cavalo-vapor”.</p><p>Está(ão) CORRETO(S):</p><p>a) Somente o item I.</p><p>b) Somente o item II.</p><p>c) Somente o item III.</p><p>d) Somente os itens I e II.</p><p>e) Todos os itens.</p><p>Questão 6: OBJETIVA CONCURSOS - Como funciona o toboágua?</p><p>Ao descer em um toboágua, apesar da velocidade em que você está, não há risco de sair voando do</p><p>brinquedo. A velocidade nas curvas do trajeto é sempre menor do que seria na queda livre de uma</p><p>pessoa. Além isso, a velocidade da descida varia a cada trecho, garantindo a segurança.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>A tendência natural do corpo é seguir reto. Mas um toboágua com curvas muda essa lei da física:</p><p>quando aparece uma curva na pista, entramos em contato com a lateral da estrutura, que nos</p><p>empurra de volta e nos obriga a seguir pelo caminho que não é o reto. O filete de água presente</p><p>durante toda a descida também ajuda na condução do corpo humano pelo trajeto certo.</p><p>A velocidade de descida em um toboágua varia de pessoa para pessoa: quanto mais massa (peso) você</p><p>tiver, maior será a velocidade que pode atingir. Outros fatores influenciam, como a área de contato</p><p>com a pista (quanto menor, maior é a velocidade), o tipo de tecido e o comprimento da roupa que</p><p>você está usando (quanto mais comprida ela for, menor é a velocidade).</p><p>Apesar de parecer que você chega ao final do trajeto em uma velocidade menor, isso não é verdade –</p><p>o impacto ao atingir a água é proporcional à velocidade que você manteve durante o caminho.</p><p>Contudo, a maneira como nosso corpo bate na água da piscina (com os pés, por exemplo) pode alterar</p><p>a sensação, deixando-a mais suave. E a curvatura do toboágua também engana: cria a sensação de</p><p>suavidade na inclinação para que o impacto pareça menor.</p><p>(Fonte: Uol - adaptado.)</p><p>Em relação à flexão de número dos substantivos, analisar os itens abaixo:</p><p>I. O plural de “grão-duque” é “grãos-duques”.</p><p>II. “Mestres-sala” é o plural de “mestre-sala”.</p><p>III. O plural de “lufa-lufa” é “lufa-lufas”. Está(ão) CORRETO(S):</p><p>a) Somente o item I.</p><p>b) Somente o item II.</p><p>c) Somente o item III.</p><p>d) Somente os itens I e II.</p><p>e) Todos os itens.</p><p>Questão 7: OBJETIVA CONCURSOS - Considerando-se a flexão de gênero, analisar os itens abaixo:</p><p>I. O feminino de “estudante” é “aprendiz”.</p><p>II. O feminino de “cão” é “cadela”.</p><p>III. O feminino de “visconde” é “duquesa”.</p><p>Está(ão) CORRETO(S):</p><p>a) Somente o item I.</p><p>b) Somente o item II.</p><p>c) Somente os itens I e III.</p><p>d) Somente os itens II e III.</p><p>e) Todos os itens.</p><p>Questão 8: OBJETIVA CONCURSOS - 10 anos de Fukushima: o dia em que o Japão foi atingido por</p><p>terremoto, tsunami e acidente nuclear</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>O mundo enfrentou uma tragédia dupla de proporções monumentais em 2004. Um poderoso terremoto</p><p>no Oceano Índico foi seguido de um tsunami destruidor, que deixou mais de 260 mil mortos em 14</p><p>países.</p><p>Sete anos depois, um acontecimento semelhante teria não apenas dois, mas três atos. Um desastre</p><p>triplo castigou o Japão, quando um terremoto tão intenso quanto o do Oceano Índico, mas desta vez</p><p>no Pacífico, provocou um tsunami também devastador, contra o qual as sólidas defesas japonesas não</p><p>tiveram chance.</p><p>A fúria do mar, por sua vez, provocou um acidente nuclear na usina de Fukushima, 260 quilômetros ao</p><p>norte de Tóquio. Mais de 18 mil pessoas foram mortas pelo tsunami, e o acidente em Fukushima</p><p>forçou a retirada de 160 mil pessoas que moravam nas imediações.</p><p>Foi a maior catástrofe enfrentada pelo Japão desde as bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e</p><p>Nagasaki, em 1945.</p><p>O dia 11 de março de 2011, uma sexta-feira, dificilmente será esquecido pelos japoneses. Em um</p><p>ponto do Oceano Pacífico, a 130 quilômetros ao leste da cidade de Sendai, um terremoto não apenas</p><p>sacudiu como também deslocou o Japão. Essa movimentação forçou o mar para cima, causando o</p><p>tsunami — uma série de ondas gigantes. Acostumado a grandes tremores seguidos de destruição em</p><p>larga escala, — como em Tóquio, em 1923, e em Kobe, em 1995 —, o Japão começava a enfrentar uma</p><p>sucessão de eventos inédita em sua história.</p><p>O Japão é considerado o país mais bem preparado do mundo contra terremotos. Depois da tragédia de</p><p>1923, que matou 140 mil pessoas, os edifícios japoneses passaram a ser construídos para absorver a</p><p>energia de um abalo sísmico e, assim, são capazes de manter-se de pé.</p><p>(Fonte: Globo - adaptado.)</p><p>Quanto ao plural do termo “sexta-feira”, analisar os itens abaixo:</p><p>I. Sextas-feiras.</p><p>uma parcela razoável da humanidade, sobreviver tornou-se fácil demais. Mas continuamos querendo,</p><p>almejando como antes.</p><p>(MAUTNER, Anna Verônica. Consumismo. Equilíbrio. Folha de São Paulo. Adaptado.)</p><p>Assinale, a seguir, a única palavra citada no texto que se encontra no masculino:</p><p>a) matriz</p><p>b) espécie</p><p>c) telefone</p><p>d) humanidade</p><p>Questão 40: Instituto Consulplan -</p><p>O desejo</p><p>A velhinha tinha uma pequena loja, numa rua de Florença. Exteriormente, sua loja não era nem rica</p><p>nem elegante nem artística. Isso acontece em muitas lojas, na Europa. Mas a velhinha vendia umas</p><p>blusas tão lindas e originais que mulher nenhuma poderia ficar insensível aos seus encantos. E eis que,</p><p>de repente, me torno possuidora de uma delas. Começava a escurecer. A formosa Florença tornava-se</p><p>uma cidade de prata. Eu desejava mais uma blusa: quem viaja sempre está pensando em alegrias que,</p><p>na volta, pode dar aos amigos. Mas a loja ia fechar, a velhinha não negociava com dólares (pensar que</p><p>um dia eu tive dólares): então separei a segunda blusa e prometi que na manhã seguinte apareceria</p><p>com minhas liras.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>(Cecília Meireles. Seleta em Prosa e Verso. Rio de Janeiro. José Olympio, 1973.)</p><p>Em “A velhinha tinha uma pequena loja, numa rua de Florença.”, o diminutivo destacado exprime:</p><p>a) Ênfase.</p><p>b) Tamanho.</p><p>c) Desprezo.</p><p>d) Afetividade.</p><p>Questão 41: Instituto Consulplan -</p><p>Pânico ou medo?</p><p>A maioria da humanidade tem – e sempre teve – medo. O homem não é a espécie mais forte sobre a</p><p>Terra, nem a mais ágil. Talvez não seja nem a mais esperta, se levarmos em conta as decisões</p><p>autodestrutivas que tomamos de vez em quando. Mas de uma coisa podemos nos orgulhar: somos os</p><p>mais medrosos. Não fosse isso, é provável que jamais tivéssemos chegado até aqui. A civilização é</p><p>fruto do medo que temos da desordem, as cidades nasceram do pavor da natureza, a ciência é filha do</p><p>terror que o desconhecido causa, as religiões, as armas, a diplomacia, a inteligência. Devemos tudo</p><p>isso ao medo.</p><p>A Organização Mundial da Saúde calcula que pelo menos 15% dos seres humanos têm o problema da</p><p>terrível síndrome do pânico. Nesse caso, o sujeito começa a prestar atenção no ritmo de sua</p><p>respiração ou nos batimentos do coração e se convence de que há algo estranho. Isso gera ansiedade</p><p>e, com ela, surgem os sintomas do medo: coração cada vez mais acelerado, respiração cada vez mais</p><p>descontrolada, suor. Daí a vítima começa a ter certeza de que realmente está passando mal e se</p><p>convence de que vai morrer.</p><p>O medo nos mantém vivos. Mas, quando é demais, atrapalha.</p><p>O medo é uma preparação para o desconhecido e evapora quando a situação se torna conhecida.</p><p>(Mega Arquivo. Carlos Rossi. Publicado em: 06/01/2013. Adaptado.)</p><p>São termos citados no texto que se encontram no masculino, EXCETO:</p><p>a) suor</p><p>b) medo</p><p>c) pavor</p><p>d) desordem</p><p>Questão 42: Instituto Consulplan - Texto</p><p>Um pé de milho</p><p>Os americanos, através do radar, entraram em contato com a lua, o que não deixa de ser</p><p>emocionante. Mas o fato mais importante da semana aconteceu com o meu pé de milho.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Aconteceu que no meu quintal, em um monte de terra trazido pelo jardineiro, nasceu alguma coisa</p><p>que podia ser um pé de capim – mas descobri que era um pé de milho. Transplantei-o para o exíguo</p><p>canteiro na frente da casa. Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer. Mas ele reagiu.</p><p>Quando estava do tamanho de um palmo veio um amigo e declarou desdenhosamente que na verdade</p><p>aquilo era capim. Quando estava com dois palmos veio outro amigo e afirmou que era cana.</p><p>Sou um ignorante, um pobre homem de cidade. Mas eu tinha razão. Ele cresceu, está com dois metros,</p><p>lança suas folhas além do muro – e é um esplêndido pé de milho. Já viu o leitor um pé de milho? Eu</p><p>nunca tinha visto. Tinha visto centenas de milharais – mas é diferente. Um pé de milho sozinho, em</p><p>um canteiro, espremido, junto do portão, numa esquina de rua – não é um número numa lavoura, é</p><p>um ser vivo e independente. Suas raízes roxas se agarram no chão e suas folhas longas e verdes nunca</p><p>estão imóveis. Detesto comparações surrealistas – mas na glória de seu crescimento, tal como o vi em</p><p>uma noite de luar, o pé de milho parecia um cavalo empinado, as crinas ao vento – e em outra</p><p>madrugada parecia um galo cantando.</p><p>Anteontem aconteceu o que era inevitável, mas que nos encantou como se fosse inesperado: meu pé</p><p>de milho pendoou. Há muitas flores belas no mundo, e a flor de milho não será a mais linda. Mas</p><p>aquele pendão firme, vertical, beijado pelo vento do mar, veio enriquecer nosso canteirinho vulgar</p><p>com uma força e uma alegria que fazem bem. É alguma coisa de vivo que se afirma com ímpeto e</p><p>certeza. Meu pé de milho é um belo gesto da terra. E eu não sou mais um medíocre homem que vive</p><p>atrás de uma chata máquina de escrever: sou um rico lavrador da Rua Júlio de Castilhos.</p><p>(Rubem Braga. 1913-1990. 200 crônicas escolhidas. 31ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010. Com adaptações.)</p><p>Considerando que adjetivo é toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade,</p><p>defeito, estado ou condição, assinale a afirmativa na qual a expressão evidenciada NÃO se trata dessa</p><p>classe de palavras.</p><p>a) “Meu pé de milho é um belo gesto da terra.” (4º§)</p><p>b) “Anteontem aconteceu o que era inevitável, (...)” (4º§)</p><p>c) “Sou um ignorante, um pobre homem de cidade.” (3º§)</p><p>d) “Secaram as pequenas folhas, pensei que fosse morrer.” (2º§)</p><p>Questão 43: Instituto Consulplan - Texto</p><p>Isso é muita sabedoria</p><p>Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer</p><p>mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos</p><p>solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não</p><p>fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de</p><p>imposição.</p><p>Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende</p><p>aos nossos pés.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou</p><p>um favor concedido.</p><p>Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito,</p><p>quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... o de mais</p><p>nada fazer.</p><p>(Clarice Lispector. Viver em frases. 2012.)</p><p>São palavras citadas no texto que se apresentam no feminino, EXCETO:</p><p>a) Amor.</p><p>b) Ternura.</p><p>c) Caridade.</p><p>d) Compaixão.</p><p>Questão 44: AMEOSC - Texto</p><p>Mineirinho Vendedor</p><p>Um mineirinho inteligente vindo da roça se candidatou a um emprego numa grande loja de</p><p>departamentos da cidade.</p><p>Na verdade, era a maior loja de departamentos do mundo, tudo podia ser comprado nessa loja.</p><p>O gerente perguntou ao rapaz:</p><p>- Você já trabalhou alguma vez na vida?</p><p>- Sim, eu fazia negócios na roça.</p><p>O gerente gostou do jeito simpático do mineiro e disse:</p><p>- Pode começar amanhã e no final da tarde venho verificar como você se saiu.</p><p>O dia foi longo e árduo para o rapaz. Às 17:30 o gerente se acercou do novo empregado para verificar</p><p>sua produtividade e perguntou:</p><p>- Meu caro, quantas vendas você fez hoje?</p><p>- Uma!</p><p>- Só uma? A maioria dos meus vendedores faz de 30 a 40 vendas por dia.</p><p>De quanto foi a venda que você fez?</p><p>- Dois milhões e meio de Reais!</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>- Como você conseguiu isso?</p><p>- Bem, o cliente entrou na loja e eu lhe vendi um anzol pequeno, depois um anzol médio e finalmente</p><p>um anzol bem grande. Daí eu lhe</p><p>vendi uma linha fina de pescar, uma de resistência média e uma bem</p><p>grossa, para pescaria pesada. Eu lhe perguntei onde ele ia pescar e ele me disse que ia fazer pesca</p><p>oceânica. Eu sugeri que talvez fosse precisar de um barco, então eu o acompanhei até a seção de</p><p>náutica e lhe vendi uma lancha importada, de primeira linha. Aí eu disse a ele que talvez um carro</p><p>pequeno não fosse capaz de puxar a lancha, levei-o à seção de carros e lhe vendi uma caminhonete</p><p>com tração nas quatro rodas.</p><p>O gerente levou um susto e perguntou:</p><p>- Você vendeu tudo isso a um cliente que veio aqui para comprar um pequeno anzol?</p><p>- Não senhor, ele entrou aqui, de fato, para comprar um pacote de absorvente para a esposa, e eu</p><p>disse a ele:</p><p>"Me parece um final de semana perdido, por que o senhor não vai pescar?"</p><p>https://www.contandohistorias.com.br/html/contandohistorias.html</p><p>O plural das palavras abaixo está CORRETO em:</p><p>a) Anzol - Anzóis.</p><p>b) Seção - seçãos.</p><p>c) Capaz - capaz.</p><p>d) Tração - traçãos.</p><p>Questão 45: QUADRIX - A máquina de fotografar mudou a história do olhar humano. Na sequência, o</p><p>cinema nos ensinou a ver o mundo de um modo diferente. A televisão concentrou nosso olhar dentro</p><p>da pequena tela doméstica, uma espécie de prisão para os espíritos mais inquietos, um conforto visual</p><p>para outros menos preocupados. O computador ajudou a concentrar nossos corpos diante de uma tela</p><p>com possibilidades infinitas, ou aparentemente infinitas. Os tablets hipnotizaram muita gente com a</p><p>novidade do touchpower. Finalmente, os telefones celulares concentraram todas essas possibilidades,</p><p>facilitando a relação tanto com o mundo visual quanto com o virtual, e, também por isso, passaram a</p><p>valer como um órgão do corpo humano.</p><p>Isso é provado empiricamente no momento em que alguém perde um celular. É como se esse alguém</p><p>perdesse o órgão físico que lhe permite conexão com o mundo. Se alguém ainda especula sobre o</p><p>“sexto sentido”, o celular é o mais forte candidato a ocupar o lugar desse saber além dos sentidos</p><p>corporais clássicos.</p><p>Os aparatos técnicos controlam nossa relação com o mundo visual há muito tempo. Desde que o virtual</p><p>surgiu, esses aparelhos que conjugam todas essas possibilidades controlam o todo de nossas</p><p>percepções. Até aí nada demais.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Já sabemos disso. Mas, se sabemos, por que não mudamos aquilo que já conhecemos e aprendemos a</p><p>criticar tão bem? Essa não é uma pergunta retórica, feita apenas por fazer. É uma pergunta que,</p><p>levada a sério, nos confronta com nossos próprios limites. Ora, não mudamos nossa relação com esses</p><p>objetos porque eles criam hábitos. E não há nada mais forte em nossas vidas do que nossos hábitos. Os</p><p>hábitos nos dão segurança e senso de pertencimento, o conforto do que é conhecido para nós.</p><p>O que chamamos de consumismo é, na verdade, um hábito. Não abandonamos os mais diversos</p><p>produtos que nos fazem mal ou que fazem mal à natureza ou a alguém, não deixamos de lado o</p><p>cigarro, as comidas industrializadas, o carro ou o sedentarismo porque eles têm a força do hábito. Os</p><p>hábitos nos dão prazer porque poupam nosso empenho e esforço em uma sociedade que já exige muito</p><p>de nossos corpos. E quando entram em cena os esforços mentais, tudo o que queremos é ser</p><p>poupados.</p><p>Somos devotos do deus da inércia. O celular vem a ser uma parte do ritual desse culto, pois nos poupa</p><p>empenho e esforço. E nos dá a sensação de potencialidades abertas. Ele é o melhor exemplo de</p><p>pequena potencialidade literalmente ao alcance da mão que nos livra de muitos desempenhos que</p><p>seriam sofríveis se tivéssemos que nos esforçar por eles a todo momento. Nós nos regozijamos com a</p><p>superficialidade porque, de fato, interpretamos que ela é o que tem que ser. Somos signatários dessa</p><p>vida instantânea, imediata, sem densidade. Estamos habituados à superfície porque não conhecemos</p><p>nada melhor do que ela.</p><p>Marcia Tiburi. Nós e os aparelhos: sobre hábitos e prazeres na era da automação</p><p>humana. Internet: <https://revistacult.uol.com.br> (com adaptações).</p><p>No contexto em que aparece, a palavra “olhar” é classificada como</p><p>a) verbo.</p><p>b) adjetivo.</p><p>c) advérbio de instrumento.</p><p>d) substantivo.</p><p>Questão 46: QUADRIX - Em relação aos coletivos, julgue o item.</p><p>Baixela é o nome atribuído ao conjunto de pratos, travessas, vasilhas, jarros, copos etc. destinado ao</p><p>serviço e à apresentação dos alimentos e das bebidas às refeições.</p><p>Certo</p><p>Errado</p><p>Questão 47: QUADRIX - Em relação aos coletivos, julgue o item.</p><p>O conjunto de laranjas ou de chaves é denominado réstia.</p><p>Certo</p><p>Errado</p><p>Questão 48: FAU UNICENTRO -</p><p>Mistério! Cobra exótica é encontrada nas alturas de prédio no Bigorrilho, em Curitiba</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Uma cobra apareceu na noite de terça-feira (15) em um apartamento no nono andar no bairro</p><p>Bigorrilho, em Curitiba. O Corpo de Bombeiros foi chamado para atender a ocorrência e levou o animal</p><p>para o Passeio Público para se fazer a identificação. Ninguém ficou ferido.</p><p>De acordo com os bombeiros, a cobra foi encontrada atrás de um armário do apartamento, mas a</p><p>responsável pelo imóvel não sabia informar como o animal foi parar ali. Outros moradores também</p><p>foram questionados, mas ninguém se responsabilizou pela cobra.</p><p>“Entrou um chamado de que havia sido avistado uma cobra dentro do apartamento e ela estava</p><p>embaixo de um armário. Como ela chegou lá não foi possível apurar. Aparentemente é uma cobra</p><p>exótica, que não parece ser da nossa fauna. A suspeita é que seja o animal de estimação de alguém”,</p><p>disse o bombeiro Valdecir, que atendeu à ocorrência em entrevista ao Bom Dia Paraná, da RPC, desta</p><p>quarta-feira.</p><p>O susto foi grande por parte dos moradores e a cobra foi encaminhada ao Passeio Público, local em</p><p>que o animal vai ser identificado e posteriormente definido o destino da cobra.</p><p>Fonte: https://tribunapr.uol.com.br/noticias/curitiba-regiao/misteriocobra-</p><p>exotica-e-encontrada-nas-alturas-de-predio-no-bigorrilho-emcuritiba/ Acesso em 19 de fevereiro de 2022.</p><p>Assinale a alternativa que apresente um substantivo:</p><p>a) dentro.</p><p>b) cobra.</p><p>c) levou.</p><p>d) não.</p><p>e) nossa.</p><p>Questão 49: IDCAP - O texto seguinte servirá de base para responder a questão.</p><p>O que a Geração Z quer do trabalho? E por que saber isso é decisivo para o Brasil</p><p>Há uma equação a ser respondida urgentemente no Brasil. O que a Geração Z, nascidos entre 1997 e</p><p>2012, quer do trabalho? Apesar de o recorte geracional trazer de uma criança de 10 anos a um jovem</p><p>adulto de 25,o tema será melhor afinado se ficarmos entre 16 e 25 anos. Inclui aqueles que saem do</p><p>Ensino Médio até os que concluíram a universidade e entraram no mercado de trabalho. Em resumo: o</p><p>que costumamos chamar de força produtiva, a próxima geração a ocupar os espaços profissionais e a</p><p>construir os índices de riqueza e crescimento do país. No Brasil, representam 15% da população, cerca</p><p>de 31 milhões de pessoas.</p><p>Conhecer profundamente esse contingente será decisivo num momento em que as transformações</p><p>tecnológicas aceleram, em especial com avanços massivos em três grandes áreas: o 5G, a computação</p><p>em nuvem e as soluções de Inteligência Artificial. Empregos e carreiras desaparecerão ou estarão sob</p><p>soluções computacionais e robóticas. Por outro lado, novas habilidades comportamentais serão</p><p>exigidas nas vagas ocupadas pelas pessoas.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Por isso, será decisivo estudar, conhecer e enxergar as expectativas dessa geração. Só com esse tipo</p><p>de informação, poderemos debater políticas educacionais e profissionais que prevejam gargalos e</p><p>escassez no médio prazo. Nos Estados Unidos, a National Society of High School Scholars realiza,</p><p>sistematicamente,uma pesquisa para compreender</p><p>jovens nessa faixa etária. No levantamento deste</p><p>ano, 11,4 mil estudantes opinaram - 72% concluem o Ensino Médio entre este ano e os próximos dois.</p><p>Os resultados levam a um perfil que, em termos produtivos, traz ingredientes que não eram decisivos</p><p>para gerações anteriores. São respostas que valem ouro a empresas de ponta, porque são cruciais na</p><p>atração e, especialmente, na manutenção de talentos.</p><p>De acordo com os autores da pesquisa, pode-se dizer que a Geração Z traz quatro pilares que</p><p>aparecem o tempo inteiro nas respostas: desejo de equidade para todos, interesse crescente pelas</p><p>áreas de saúde e carreiras de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática, afeição pela</p><p>aprendizagem e a ansiedade para viver um mundo pós-Covid. A questão da equidade, um clássico</p><p>problema brasileiro, alastrou-se também pelos Estados Unidos, em especial após a crise imobiliária de</p><p>2008. Mais de um quinto (22%) disseram que as próprias experiências com desigualdade influenciaram</p><p>na escolha da carreira, afirma o documento.</p><p>Para enfrentar o problema, eles acreditam que o papel de responsabilidade social e forma de impactar</p><p>o mundo positivamente está nas áreas de direitos humanos, justiça social, saúde e inovação</p><p>tecnológica.Curiosamente, a tecnologia será essencial nos campos do direito e da saúde. E, aqui, está</p><p>a maior pista para empresas e recrutadores: trata-se de uma geração que chega ao mercado</p><p>esperando mais que sucesso,oportunidades e desafios. Eles querem, também, flexibilidade de jornada,</p><p>ambientes acolhedores e,especialmente, uma causa e um propósito.</p><p>(Disponível em: O que a Geração Z quer do trabalho? E por que saber isso é decisivo para o Brasil (msn.com). Adaptado.)</p><p>Inclui aqueles que saem do Ensino Médio até os que concluíram a universidade e entraram no mercado</p><p>de trabalho.</p><p>Assinale a opção que contenha apenas substantivos.</p><p>a) Médio - universidade.</p><p>b) Mercado - trabalho.</p><p>c) Trabalho - aqueles.</p><p>d) Ensino - médio.</p><p>Questão 50: Instituto AOCP - Texto</p><p>Como evitar a ansiedade e as relações tóxicas e alcançar um novo estilo de vida</p><p>Publicado: 18/06/2021</p><p>A realidade que estamos vivendo, somada às novas formas de trabalho e ansiedades, implicaram,</p><p>igualmente, em mudanças significativas no comportamento das relações pessoais e interpessoais dos</p><p>indivíduos. Esse contexto serviu para revelar, com maior intensidade, as relações tóxicas, tema que</p><p>exige um cuidadoso debate e, sobretudo, assistência psicológica especializada. Mas, afinal, o que é</p><p>uma relação tóxica? Como identificá-la e quais são os tratamentos? "São questionamentos que</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>precisam de esclarecimento da nossa sociedade. Vale destacar que cada caso é tratado de forma</p><p>diferente. No entanto, algumas características se tornam similares nas relações tóxicas. Podem ser</p><p>resumidas pelo desejo de controlar o(a) parceiro(a) e de tê-lo(la) apenas para si. Esse comportamento</p><p>surge aos poucos, sutilmente, e vai passando dos limites, causando sofrimento e dor", explica a</p><p>psicóloga gaúcha, Ilda Nocchi.</p><p>Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia, Ilda possui ampla experiência de atuação nas áreas</p><p>social, comportamental e humana. A profissional tem observado, nos últimos meses, um gradual</p><p>crescimento nos seus atendimentos no Brasil e no exterior, por pessoas que estão em crise ou estão</p><p>passando por momentos difíceis, afastadas de seus familiares. De acordo com ela, cresceu o número</p><p>de pacientes que relatam um contexto que envolve relações tóxicas. "O(a) agressor(a) após o fato</p><p>ocorrido pede desculpas, dizendo que isso não irá mais acontecer. Entre as características mais</p><p>comuns das relações tóxicas estão o ciúmes exacerbado, a desconfiança, a possessividade, o controle</p><p>exagerado sobre uma pessoa, as agressões verbais, entre outros", explica Ilda.</p><p>Ainda de acordo com a profissional da psicologia, agir com superioridade, com desrespeito e</p><p>diminuindo a pessoa – tanto em âmbito profissional quanto pessoal – pode acabar causando sintomas</p><p>na vítima, entre eles: isolamento social, vergonha dos amigos e da família, além de sensações como</p><p>humilhação e desprezo, que podem provocar graves mudanças de humor. "Todas essas situações</p><p>acabam por afetar a saúde mental e emocional do outro", adianta Ilda. [...]</p><p>No contexto das relações tóxicas, a profissional de saúde destaca ainda que a parte mais difícil é</p><p>aceitar a necessidade de se denunciar o(a) abusivo(a) e tomar medidas legais, quando necessário for.</p><p>"Esse contexto exige muita ajuda psicológica, atendimento e apoio especializado, sempre com a</p><p>condução de um profissional capacitado, que tenha sensibilidade e experiência no assunto e que</p><p>possa, de forma bastante responsável, apresentar e fornecer todos os vieses e a orientação necessária,</p><p>especialmente, em casos mais graves", diz Ilda.</p><p>Adaptado de:</p><p>https://www.sbponline.org.br/2021/06/como-evitar-a-ansiedade-e-as-relacoes-toxicas-e-alcancar-um-novo-estilo-de-vida. Acesso</p><p>em: 10 fev. 2022.</p><p>Sobre o termo destacado em “[...] apresentar e fornecer todos os vieses [...]”, assinale a alternativa</p><p>correta.</p><p>a) Apresenta, no excerto, sentido literal de “direção oblíqua, diagonal”.</p><p>b) É um substantivo formado a partir da palavra “enviesar”.</p><p>c) Sua forma singular é “viese”.</p><p>d) Sua forma singular é “viés”.</p><p>e) Trata-se de uma forma com dois plurais possíveis: viés e vieses.</p><p>Questão 51: OBJETIVA CONCURSOS - Quanto à flexão de número, assinalar a alternativa CORRETA:</p><p>a) Figurão - figurães.</p><p>b) Alemão - alemões.</p><p>c) Bênção - bênçãos.</p><p>d) Sótão - sótões.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 52: OBJETIVA CONCURSOS - Assinalar a alternativa que apresenta um substantivo</p><p>concreto:</p><p>a) Flor.</p><p>b) Produção.</p><p>c) Beleza.</p><p>d) Vingança.</p><p>Questão 53: OBJETIVA CONCURSOS - Em relação à flexão de grau dos substantivos, marcar C para</p><p>as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência</p><p>CORRETA:</p><p>( ) O aumentativo de “floco” é “flóculo”.</p><p>( ) O diminutivo de “rio” é “riacho”.</p><p>a) C - C.</p><p>b) E - C.</p><p>c) C - E.</p><p>d) E - E.</p><p>Questão 54: OBJETIVA CONCURSOS - Assinalar a alternativa que apresenta um substantivo</p><p>concreto:</p><p>a) Flor.</p><p>b) Produção.</p><p>c) Beleza.</p><p>d) Vingança.</p><p>Questão 55: OBJETIVA CONCURSOS - Em relação à flexão de grau dos substantivos, marcar C para</p><p>as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência</p><p>CORRETA:</p><p>( ) O aumentativo de “floco” é “flóculo”.</p><p>( ) O diminutivo de “rio” é “riacho”.</p><p>a) C - C.</p><p>b) E - C.</p><p>c) C - E.</p><p>d) E - E.</p><p>Questão 56: OBJETIVA CONCURSOS - Quanto à flexão de número, assinalar a alternativa CORRETA:</p><p>a) Figurão - figurães.</p><p>b) Alemão - alemões.</p><p>c) Bênção - bênçãos.</p><p>d) Sótão - sótões.</p><p>Questão 57: OBJETIVA CONCURSOS - Quanto à flexão de gênero, assinalar a alternativa</p><p>INCORRETA:</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>a) Bode - cabra.</p><p>b) Leitão - leitoa.</p><p>c) Padrinho - madrinha.</p><p>d) Barão - barona.</p><p>Questão 58: IUDS -</p><p>Pedaço de Vida</p><p>Hermes Santos</p><p>Nossa amizade já havia completado bodas de prata. Houve um tempo em que éramos dois casais e</p><p>raro era o fim de semana em que não nos encontrávamos para um churrasco em nossa casa ou na</p><p>deles, um cinema ou um teatro.</p><p>Depois as coisas mudaram e eu fiquei só. Agora, vê-los todos os dias já se tornou habitual.</p><p>Quando chego sempre pela manhã, ele já está à minha espera na porta, me conduz ao quarto deles,</p><p>onde ela está deitada; corpo magro, quase esquelético, o rosto entremostrando uma beleza que fugiu,</p><p>sombreado pelos raros cabelos e refletindo um espanto contínuo.</p><p>Me aproximo: beijo-a na testa e digo sempre à mesma frase: “Você hoje está ótima!”</p><p>Atrás de mim, ele balança a cabeça</p><p>com um sorriso triste nos lábios.</p><p>Ontem, mais uma vez fui vê-los.</p><p>Ao contrário do costumeiro, fui ao entardecer.</p><p>Relembramos, com uma certa nostalgia, momentos de nossas vidas.</p><p>Depois, um silêncio cheio de lembranças instalou-se entre nós.</p><p>Vamos dar uma volta? Sugeri. Até São Francisco ver o pôr-do-sol?</p><p>Saímos de casa. Ele a conduziu, quase carregando-a com muito carinho e jeito.</p><p>Apesar do tempo meio quente ela vestia uma blusa amarela de lã.</p><p>Enquanto dirigia, observava os dois abraçados no banco de trás, como se não quisessem, jamais, se</p><p>desprenderem.</p><p>Paramos à borda da calçada e ficamos um longo tempo em silêncio olhando as ondas mansas do mar,</p><p>enquanto um sol avermelhado deixava seus últimos reflexos na água.</p><p>Retornamos, e ela, com uma voz muito fraca e doce, pediu:</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>— Vamos voltar qualquer dia para ver o sol nascer?</p><p>Assentimos com a cabeça, enquanto o meu olhar e o dele, compreensivamente magoados com a vida,</p><p>se encontravam.</p><p>Hoje, aí por volta das nove horas da manhã ele me ligou. Disse apenas uma palavra, com a voz</p><p>molhada pela dor. “Acabou!”</p><p>Só consegui recolocar o telefone no gancho, quando as lágrimas, que escorriam dos meus olhos com</p><p>amarga lentidão, fizeram poças em minhas mãos.</p><p>Assinale a alternativa em que a flexão de plural do substantivo composto está correta:</p><p>a) guarda-roupa = guardas-roupas.</p><p>b) sempre-viva = sempres-vivas.</p><p>c) abaixo-assinado = abaixos-assinados.</p><p>d) pôr-do-sol = pores-do-sol.</p><p>Questão 59: CETREDE - Sobre o grau dos substantivos, indique a opção que traz o CORRETO</p><p>aumentativo sintético de bala, dente e mão.</p><p>a) Bala grande, dentilhão e manzorra.</p><p>b) Balázio, dentículo e mãozorra.</p><p>c) Balaço, dentão e manápula.</p><p>d) Balázio, dente grande e manzorra.</p><p>e) Balaço, dentilhão e mão grande.</p><p>Questão 60: Instituto ACCESS - Leia o texto a seguir e responda à questão.</p><p>A história por trás de imagem de indígena carregando pai para se vacinar contra covid-19</p><p>“A imagem mostra Tawy Zó'é, de 24 anos, se esforçando para carregar Wahu Zó'é, de 67. O jovem fez</p><p>um percurso pela floresta por quase 6 horas, em um trajeto com morros, igarapés e outros obstáculos</p><p>até chegar à base da equipe de saúde da região.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>A cena comoveu o médico Erik Jennings Simões, que registrou o momento em uma fotografia. Para o</p><p>profissional de saúde, o empenho do jovem indígena para imunizar o pai foi um dos momentos mais</p><p>marcantes que presenciou em 2021.</p><p>O registro foi feito em janeiro de 2021, no início da vacinação contra a covid-19 no país. Porém, só foi</p><p>compartilhado pelo médico nas redes sociais na semana passada, quase um ano depois.”</p><p>(Fonte: Vinícius Lemos. BBC News Brasil em São Paulo, 10 janeiro 2022. Adaptado)</p><p>Assinale a opção que apresente apenas substantivos próprios.</p><p>a) médico – jovem</p><p>b) igarapés – Erik</p><p>c) Tawy Zó'é – Wahu Zó'é</p><p>d) Simões – profissional</p><p>Questão 61: Instituto ACCESS - Texto</p><p>A CAUSA DA CHUVA</p><p>Não chovia há muitos e muitos meses, de modo que os animais ficaram inquietos. Uns diziam que ia</p><p>chover logo, outros diziam que ainda ia demorar. Mas não chegavam a uma conclusão.</p><p>– Chove só quando a água cai do teto do meu galinheiro, esclareceu a galinha.</p><p>– Ora, que bobagem! disse o sapo de dentro da lagoa. Chove quando a água da lagoa começa a</p><p>borbulhar suas gotinhas.</p><p>– Como assim? disse a lebre. Está visto que chove quando as folhas das árvores começam a deixar cair</p><p>as gotas d’água que tem dentro.</p><p>Nesse momento começou a chover.</p><p>– Viram? gritou a galinha. O teto do meu galinheiro está pingando. Isso é chuva!</p><p>– Ora, não vê que a chuva é a água da lagoa borbulhando? disse o sapo.</p><p>– Mas, como assim? tornava a lebre. Parecem cegos? Não veem que a água cai das folhas das árvores?</p><p>MORAL: Todas as opiniões estão erradas.</p><p>(Millôr Fernandes. Fábulas fabulosas. Rio de Janeiro: Nórdica, 1991.)</p><p>Analisando as palavras do texto, assinale a que se classifica como substantivo abstrato.</p><p>a) gotinhas</p><p>b) chuva</p><p>c) água</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>d) opiniões</p><p>Questão 62: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Pesquisadores descobrem nova espécie de dinossauro no interior de SP</p><p>Pesquisadores [A] descobriram no interior de São Paulo um fóssil que pode ser de uma nova espécie de</p><p>dinossauro. O fóssil foi encontrado na cidade de Ibirá, próximo a São José do Rio Preto, e lembra a</p><p>estrutura de um titanossauro, o dinossauro [B] herbívoro e pescoçudo que podia alcançar mais de 20</p><p>metros de comprimento.</p><p>Mas esse novo dinossauro é bem menor, da cabeça ao pescoço não chega a 6 metros e apresenta outras</p><p>características [C] que indicam ser de uma nova espécie, segundo Bruno Navarro, paleontólogo do</p><p>Museu de Zoologia da USP.</p><p>Os resultados da pesquisa ainda estão sendo revisados e devem ser publicados em uma revista</p><p>científica no segundo semestre. Enquanto isso, ainda não é possível ter acesso ao fóssil e nem mesmo</p><p>a fotografias da descoberta. Também não dá para saber como ele foi batizado.</p><p>Mas já dá para ter uma ideia de como era esse antigo habitante do Brasil. O paleoartista Hugo Cafasso</p><p>já fez uma reconstrução artística do novo dinossauro. Paleoartistas são os profissionais que fazem a</p><p>representação de plantas e animais pré-históricos a partir das descobertas científicas.</p><p>A descoberta de fósseis em Ibirá não é novidade. A cidade de pouco mais de 12 mil habitantes que fica</p><p>a quase 500 quilômetros da capital paulista integra a Bacia Bauru, uma área que abarca o centro-oeste</p><p>de São Paulo, o triângulo mineiro e o sul de Goiás. Formada por rocha sedimentar, essa área foi</p><p>propícia à preservação dos fósseis do período cretáceo, cerca de 80 milhões de anos atrás.</p><p>Foi na região de Ibirá que, em 2014, foi descoberto um outro dinossauro, o Thanos simonattoi, um</p><p>predador carnívoro batizado com o nome grego que representa a morte e que também deu nome ao</p><p>vilão da franquia de quadrinhos [D] da Marvel.</p><p>(https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/pesquisadores-descobrem-nova-esp%C3%A9cie-de-dinossauro-no-interior</p><p>-de-sp/ar-AAY3IPv?ocid=msedgntp&cvid=78941cf3de344fa7b518bca34013a151. 4/6/22)</p><p>Assinale a opção em que esteja indicado corretamente um substantivo composto.</p><p>a) Pesquisadores</p><p>b) dinossauro</p><p>c) características</p><p>d) quadrinhos</p><p>Questão 63: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Pesquisadores descobrem nova espécie de dinossauro no interior de SP</p><p>Pesquisadores descobriram no interior de São Paulo um fóssil [B] que pode ser de uma nova espécie [A]</p><p>de dinossauro. O fóssil foi encontrado na cidade de Ibirá, próximo a São José do Rio Preto, e lembra a</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>estrutura de um titanossauro, o dinossauro herbívoro e pescoçudo que podia alcançar mais de 20</p><p>metros [C] de comprimento.</p><p>Mas esse novo dinossauro é bem menor, da cabeça ao pescoço não chega a 6 metros e apresenta outras</p><p>características que indicam ser de uma nova espécie, segundo Bruno Navarro, paleontólogo do Museu</p><p>de Zoologia da USP.</p><p>Os resultados da pesquisa ainda estão sendo revisados e devem ser publicados em uma revista</p><p>científica no segundo semestre. Enquanto isso, ainda não é possível ter acesso [D] ao fóssil e nem</p><p>mesmo a fotografias da descoberta. Também não dá para saber como ele foi batizado.</p><p>Mas já dá para ter uma ideia de como era esse antigo habitante do Brasil. O paleoartista Hugo Cafasso</p><p>já fez uma reconstrução artística do novo dinossauro. Paleoartistas são os profissionais que fazem a</p><p>representação de plantas e animais pré-históricos a partir</p><p>das descobertas científicas.</p><p>A descoberta de fósseis em Ibirá não é novidade. A cidade de pouco mais de 12 mil habitantes que fica</p><p>a quase 500 quilômetros da capital paulista integra a Bacia Bauru, uma área que abarca o centro-oeste</p><p>de São Paulo, o triângulo mineiro e o sul de Goiás. Formada por rocha sedimentar, essa área foi</p><p>propícia à preservação dos fósseis do período cretáceo, cerca de 80 milhões de anos atrás.</p><p>Foi na região de Ibirá que, em 2014, foi descoberto um outro dinossauro, o Thanos simonattoi, um</p><p>predador carnívoro batizado com o nome grego que representa a morte e que também deu nome ao</p><p>vilão da franquia de quadrinhos da Marvel.</p><p>(https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/pesquisadores-descobrem-nova-esp%C3%A9cie-de-dinossauro-no-interior</p><p>-de-sp/ar-AAY3IPv?ocid=msedgntp&cvid=78941cf3de344fa7b518bca34013a151. 4/6/22)</p><p>Assinale a opção em que esteja corretamente indicado um substantivo abstrato.</p><p>a) espécie</p><p>b) fóssil</p><p>c) metros</p><p>d) acesso</p><p>Questão 64: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Brasil chega a 77,43% da população com vacinação completa contra a covid-19</p><p>O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta</p><p>sexta-feira, 3, a 178.578.775, o equivalente a 83,13% da população total. Nas últimas 24 horas, 32.979</p><p>pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de</p><p>veículos [A] de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.</p><p>Entre os mais de 178 milhões de vacinados, 166.344.538 receberam a segunda dose, o que representa</p><p>77,43% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus [B]. Nas últimas 24 horas,</p><p>80.883 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>aplicadas, além da terceira e quarta de reforço (1.918.273), o Brasil administrou 2.034.078 doses</p><p>nesta sexta.</p><p>Já em relação à vacinação [C] pediátrica [D] (para crianças de 5 a 11 anos), o Brasil chegou a</p><p>12.609.414 de primeira dose, o equivalente a 61,51% deste público. E as crianças totalmente</p><p>imunizadas são 7.189.212, o equivalente a 35,07%.</p><p>Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 93,33% dos</p><p>habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Roraima,</p><p>onde 62,27% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira</p><p>dose está em São Paulo (42,2 milhões), seguido por Minas Gerais (17,9 milhões) e Rio de Janeiro (14,2</p><p>milhões).</p><p>(https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/brasil-chega-a-7743percent-da-popula%c3%a7%c3%a3o-com-vacina%c3%a7%c3%a3o-com</p><p>pleta-contra-a-covid-19/ar-AAY3HM6?ocid=msedgntp. 3-6-22)</p><p>Assinale a opção que apresente corretamente um substantivo composto.</p><p>a) veículos</p><p>b) coronavírus</p><p>c) vacinação</p><p>d) pediátrica</p><p>Questão 65: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Hábito de tomar café pode reduzir risco de morte, aponta estudo</p><p>Tem gente que não consegue começar o dia sem uma boa xícara de café. Se você é parte desse time,</p><p>saiba que o risco de ter uma morte prematura pode ser menor do que entre quem não toma café.</p><p>Um estudo de observação mostrou que beber café, com ou sem açúcar, reduziu o risco de morte em</p><p>até 30% durante os sete anos de análise. A pesquisa foi publicada no periódico [A] The Annals of</p><p>Internal Medicine no dia 31 de maio.</p><p>Os pesquisadores analisaram dados de consumo de café de 170 mil pessoas que tinham de 37 a 73</p><p>anos. As informações eram do biobanco [B] do Reino Unido, uma grande base de dados de saúde da</p><p>população britânica. No período analisado, 3.177 mortes foram registradas.</p><p>Os pesquisadores [C] levaram em consideração alguns fatores, como gênero, etnia, nível de</p><p>escolaridade, uso de cigarro, peso, altura e dieta, e descobriram que aqueles que tomavam café sem</p><p>açúcar apresentaram risco ainda menor de morrer.</p><p>A maior redução (29%) se deu entre aqueles que bebiam de 2,5 a 4,5 xícaras por dia. Entre quem</p><p>adoça o café, o risco de morte foi menor entre quem tomava de 1,5 a 3,5 xícaras diárias. A pesquisa</p><p>não conseguiu chegar a conclusões sobre os consumidores de café com adoçante.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Mas é preciso cautela. Por se tratar de um estudo de observação, os dados não são conclusivos, ou</p><p>seja, não se pode provar que o café reduz risco de morrer, já que há outros fatores envolvidos, como</p><p>um estilo de vida saudável, alimentação e rotina de atividade física.</p><p>É consenso entre especialistas de que a quantidade máxima recomendada por dia de café é de 400mg</p><p>de cafeína, equivalentes a três ou quatro xícaras médias de café coado. Consumindo nessa</p><p>quantidade, você potencializa os efeitos positivos do café.</p><p>Doses elevadas da bebida podem induzir efeitos negativos, como taquicardia, palpitações, insônias,</p><p>gastrite, ansiedade [D], refluxo gastroesofágico, tremores, dores de cabeça e náuseas.</p><p>(https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/06/03/habito-de-tomar-cafe-pode-reduzir-risco-de-morte-aponta-estudo</p><p>.htm. 3/6/22)</p><p>Assinale a opção que apresente corretamente um substantivo composto.</p><p>a) periódico</p><p>b) biobanco</p><p>c) pesquisadores</p><p>d) ansiedade</p><p>Questão 66: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Hábito de tomar café pode reduzir risco de morte, aponta estudo</p><p>Tem gente que não consegue começar o dia sem uma boa xícara de café. Se você é parte desse time,</p><p>saiba que o risco de ter uma morte prematura pode ser menor do que entre quem não toma café.</p><p>Um estudo de observação mostrou que beber café, com ou sem açúcar, reduziu o risco de morte em</p><p>até 30% durante os sete anos de análise. A pesquisa foi publicada no periódico The Annals of Internal</p><p>Medicine no dia 31 de maio.</p><p>Os pesquisadores [A] analisaram dados de consumo de café de 170 mil pessoas que tinham de 37 a 73</p><p>anos. As informações eram do biobanco do Reino Unido, uma grande base de dados de saúde da</p><p>população britânica. No período analisado, 3.177 mortes foram registradas.</p><p>Os pesquisadores levaram em consideração alguns fatores, como gênero, etnia, nível de escolaridade,</p><p>uso de cigarro, peso, altura e dieta, e descobriram que aqueles que tomavam café sem açúcar</p><p>apresentaram risco ainda menor de morrer.</p><p>A maior redução [B] (29%) se deu entre aqueles que bebiam de 2,5 a 4,5 xícaras por dia. Entre quem</p><p>adoça o café, o risco de morte foi menor entre quem tomava de 1,5 a 3,5 xícaras diárias. A pesquisa</p><p>não conseguiu chegar a conclusões sobre os consumidores de café com adoçante [C].</p><p>Mas é preciso cautela. Por se tratar de um estudo de observação, os dados não são conclusivos, ou</p><p>seja, não se pode provar que o café reduz risco de morrer, já que há outros fatores envolvidos, como</p><p>um estilo de vida saudável, alimentação e rotina de atividade física.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>É consenso entre especialistas de que a quantidade máxima recomendada por dia de café é de 400mg</p><p>de cafeína [D], equivalentes a três ou quatro xícaras médias de café coado. Consumindo nessa</p><p>quantidade, você potencializa os efeitos positivos do café.</p><p>Doses elevadas da bebida podem induzir efeitos negativos, como taquicardia, palpitações, insônias,</p><p>gastrite, ansiedade, refluxo gastroesofágico, tremores, dores de cabeça e náuseas.</p><p>(https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/06/03/habito-de-tomar-cafe-pode-reduzir-risco-de-morte-aponta-estudo</p><p>.htm. 3/6/22)</p><p>Assinale a opção que apresente corretamente um substantivo abstrato.</p><p>a) pesquisadores</p><p>b) redução</p><p>c) adoçante</p><p>d) cafeína</p><p>Questão 67: ACESSE - Leia atentamente o texto</p><p>a seguir e responda à questão.</p><p>Investir em educação integral reduz</p><p>homicídios em até 50%, diz estudo</p><p>Investir em escolas em tempo integral reduz as taxas de homicídio de jovens homens em até 50%,</p><p>segundo estudo recente de pesquisadores do Insper e da Universidade de São Paulo (USP), com apoio</p><p>do Instituto Natura. A pesquisa analisou 16 anos de uma política referência, no Estado de Pernambuco,</p><p>que aumentou o tempo de aula para 10 horas e apostou em um currículo centrado no projeto de vida e</p><p>no protagonismo do estudante. No Brasil, diferentemente de países desenvolvidos, as crianças em</p><p>geral ficam só quatro horas na escola.</p><p>Outros estudos já haviam mostrado a melhora na aprendizagem dos alunos em escolas de tempo</p><p>integral, maiores salários para os formados, mais empregabilidade das meninas e redução da</p><p>desigualdade</p><p>a</p><p>. Para os especialistas, a queda na taxa de homicídios se dá não só porque o tempo maior</p><p>na escola afasta o jovem de situações arriscadas – como o envolvimento no tráfico de drogas e outros</p><p>crimes.</p><p>A qualidade da educação, com professores dedicados também em tempo integral e currículo</p><p>diferenciado, influencia muito. “Não são apenas mais horas, é uma escola centrada no jovem, que faz</p><p>ele entender a vida de uma maneira diferente”, diz o diretor-presidente do Instituto Natura, David</p><p>Saad.</p><p>O pernambucano Vitor Arruda, hoje com 29 anos, vinha de uma família de agricultores analfabetos</p><p>quando se deparou com a possibilidade de cursar uma das primeiras escolas em tempo integral do</p><p>Estado, em Gravatá, a 70 quilômetros do Recife. Ele tinha 15 anos e dúvidas sobre se não seria melhor</p><p>vender frutas para ajudar a mãe, mas acabou escolhendo os estudos. “Eu não tinha a menor ideia do</p><p>que era uma graduação, se precisava ou não fazer um vestibular</p><p>b</p><p>, não tinha esse repertório”, conta</p><p>Arruda, que depois passou em primeiro lugar na seleção de uma universidade federal e cursou</p><p>Pedagogia</p><p>c</p><p>, Comunicação, Letras e Matemática.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Na escola, ele diz que foi instigado a refletir “sobre seus sonhos e sua existência”. Além das</p><p>disciplinas obrigatórias, envolveu-se nos chamados clubes de protagonismo, peças de teatro e na</p><p>gestão. Os alunos ajudavam a resolver problemas como carteiras quebradas e alagamento de salas.</p><p>“Muitos colegas que tive na infância se envolveram com criminalidade</p><p>d</p><p>, foram mortos. Não é</p><p>romantizar, sei das dificuldades do sistema de ensino, mas a mudança foi imensa para mim.”</p><p>Pernambuco tem hoje 70% das vagas de ensino médio em tempo integral, o índice mais alto do País e</p><p>considerado como máximo, já que se prevê deixar unidades com um turno só, como opção. O Estado</p><p>começou a investir em 2004, e hoje todos os municípios têm uma escola integral.</p><p>Nesse período, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de Pernambuco, o indicador</p><p>nacional de qualidade, aumentou, com destaque para o desempenho das escolas em tempo integral.</p><p>No Ideb de 2019, o mais recente, as unidades que mudaram para período integral aumentaram em 21%</p><p>sua nota, enquanto o restante cresceu 7%. Outros Estados, como Ceará e Paraíba, passaram também a</p><p>investir no modelo e tiveram resultados semelhantes.</p><p>O pesquisador do Insper e um dos responsáveis pelo estudo Leonardo Rosa, que tem doutorado pela</p><p>Universidade de Stanford sobre o assunto, explica que a análise usou dados de 2002 a 2018 em duas</p><p>abordagens. Uma delas incluiu os municípios de Pernambuco que tinham escola em tempo integral</p><p>versus os que não tinham. O segundo grupo era de cidades da fronteira com esse modelo comparadas</p><p>às suas vizinhas de outro Estado, que não têm. No primeiro, a diminuição das taxas de homicídios de</p><p>homens de 15 a 19 anos foi de 37,6%. No segundo, de 50,8%. As meninas não foram analisadas. Rosa</p><p>isolou efeitos de outros programas sociais para mostrar somente a influência da escola.</p><p>Pernambuco tinha uma das taxas de homicídios dessa população mais altas do País no início dos anos</p><p>2000. “A cena da violência é muito masculina. O traficante oferece essa trajetória para o menino de</p><p>sonho curto e muito sedutor, ele se vê respeitado por algumas mulheres, batendo de frente com o</p><p>sistema”, explica o pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP (NEV-USP) Bruno Paes</p><p>Manso. “Nosso desafio é ganhar a retórica. Seduzir pela escola, pela arte, pela cultura,pelo esporte.”</p><p>(...)</p><p>Os currículos das escolas em tempo integral são pensados para se conectar com a realidade do</p><p>estudante e desenvolver competências acadêmicas e socioemocionais. Há projetos de orientação de</p><p>estudos, tutorias, clubes de protagonismo de várias áreas, práticas de laboratório. Maria Clara Araújo,</p><p>de 17 anos, que fica 10 horas em uma escola estadual do Recife, diz que alguns amigos a questionam</p><p>sobre o tempo, que consideram extenso. “Não é só ficar sentada na sala de aula, é muito dinâmico,</p><p>com laboratórios</p><p>e</p><p>, disciplinas eletivas, núcleo de gênero. Não troco minha rotina por nada”, diz a</p><p>menina, que estudava antes em uma escola particular.</p><p>Segundo Saad, apesar de mais gastos com estrutura, merenda e funcionários com carga horária maior,</p><p>a eficiência depois acaba compensando, com menos evasão, por exemplo. “Se Estados como</p><p>Pernambuco, Paraíba, Ceará e Sergipe, que não são os mais ricos, conseguem fazer é porque é viável</p><p>financeiramente”, afirma. A entidade apoia mais de 20 Estados nessa política. “Escola de ensino</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>médio integral é uma das políticas públicas com mais evidência científica de melhoria de qualidade e</p><p>impacto na melhoria de vida. O que falta é vontade política.”</p><p>(Renata Cafardo. Estadão. https://www.msn.com/pt-br/noticias. 13-6-2022)</p><p>Assinale a opção em que esteja corretamente indicado um exemplo de substantivo composto.</p><p>a) desigualdade</p><p>b) vestibular</p><p>c) Pedagogia</p><p>d) criminalidade</p><p>e) laboratórios</p><p>ANULADA - Questão 68: ACESSE - Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Somos passageiros do mundo,</p><p>carregadores de micro-organismos</p><p>Por vezes, pacientes chegam ao consultório preocupados, ao constatar que testes de laboratório</p><p>acusaram a presença de germes estranhos em seu organismo.</p><p>Quanto você ficaria surpreso se soubesse que somos um arcabouço que hospeda uma infinidade de</p><p>vírus, bactérias, fungos e parasitas? E se dissermos que estes chegam a ultrapassar estimados 90</p><p>trilhões de micro-organismos?</p><p>O conhecimento do mundo microscópico que nos cerca e nos habita passou por grandes saltos de</p><p>conhecimento. Quando Anton van Leeuwenhoek descobriu o microscópio, no século 17, não esperava</p><p>encontrar tantos organismos, até mesmo numa única gota d’água. Uma nova via de conhecimentos</p><p>estava aberta, trazendo mudanças na biologia e na medicina. Isso permitiu a Robert Koch e Louis</p><p>Pasteur, entre outros, estabelecer a relação entre germes e doenças.</p><p>Há poucos anos, uma nova janela de descobertas foi ampliada. O surgimento de técnicas de detecção</p><p>de fragmentos do genoma de germes criou uma nova espécie de "microscópio". Com elas, pode-se</p><p>verificar a presença de sequências genômicas de um número muito maior de microorganismos, algo</p><p>que os métodos tradicionais usados na microbiologia não conseguiram.</p><p>É possível inferir que temos ao menos 250 vezes mais micro-organismos do que células</p><p>a</p><p>em nosso</p><p>corpo, interagindo em complexos sistemas, que denominamos microbioma.</p><p>Mas o que isso significa? O mapeamento da distribuição de germes, principalmente bactérias, nos</p><p>órgãos e sistemas apontam que existem padrões. Ou seja, há uma interdependência</p><p>b</p><p>entre o ser</p><p>humano e sua flora, envolvendo mecanismos celulares e enzimáticos. Sem nosso microbioma, não</p><p>sobreviveríamos.</p><p>Nossa saúde depende do equilíbrio deste microbioma conosco.</p><p>Estamos dando os passos iniciais na descoberta deste impressionante ecossistema.</p><p>Material</p><p>Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Sabemos que algumas doenças estão relacionadas ao desequilíbrio nesta interação (disbiose</p><p>c</p><p>), mas</p><p>ainda não sabemos como manipular a flora para tratar determinadas doenças humanas. Ainda não</p><p>conhecemos quais as combinações adequadas de bactérias, vírus e fungos que devam ser consideradas</p><p>como padrão de normalidade, se é que existe um.</p><p>É preciso cautela, portanto, no uso de testes comerciais de microbioma, pois ainda não há</p><p>ferramentas suficientes para interpretá-los. Alguns têm sugerido o emprego de testes caros, além de</p><p>reposições de bactérias da flora, com o uso dos chamados probióticos, além de regimes dietéticos,</p><p>sem quaisquer comprovações de efeito benéfico. O uso de probióticos ainda não é reconhecido como</p><p>tratamento de escolha para nenhuma condição ou doença humana.</p><p>Os atuais produtos contendo probióticos são muito variáveis, ainda carentes de padronização em sua</p><p>produção.</p><p>Embora, geralmente, possam parecer inofensivos, ainda há dúvidas sobre a segurança em seu consumo</p><p>indiscriminado. Há situações especiais a serem consideradas. Não sabemos, ao certo, como o sistema</p><p>imune pode reagir em se tratando de pessoas com saúde fragilizada ou com imunodeficiências, idosos</p><p>ou crianças muito novas, por exemplo.</p><p>Há também uma pletora de estudos mal conduzidos, com vieses que procuram sugerir apenas</p><p>benefícios. São aguardados estudos mais rigorosos e robustos para termos melhor entendimento de</p><p>como usar probióticos</p><p>d</p><p>.</p><p>Sabemos que, em grande parte, nossa flora de germes nos faz bem. Estamos conhecendo-a melhor e</p><p>descobrindo como se distribui e interage nos órgãos e sistemas.</p><p>Quando se deparar novamente com seus exames bacteriológicos</p><p>e</p><p>, lembre-se que somos hospedeiros de</p><p>grande quantidade de outros seres, que viajam conosco neste mundo.</p><p>(Esper Kallás. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/esper-kallas/2022/06/somospassageiros-</p><p>do-mundo-carregadores-de-micro-organismos.shtml. 7 de junho de 2022)</p><p>Assinale a opção em que esteja corretamente indicado um substantivo composto.</p><p>a) células</p><p>b) interdependência</p><p>c) disbiose</p><p>d) probióticos</p><p>e) bacteriológicos</p><p>Questão 69: FUNDEP - Leia o trecho de obra a seguir, para responder à questão.</p><p>A revolução dos bichos</p><p>O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado demais</p><p>para lembrar-se de fechar também as vigias. Com o facho de luz da sua lanterna balançando de um</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>lado para o outro, atravessou cambaleante o pátio, tirou as botas na porta dos fundos, tomou um</p><p>último copo de cerveja do barril que havia na copa, e foi para a cama, onde sua mulher já ressonava.</p><p>Tão logo apagou-se a luz do quarto, houve um grande alvoroço em todos os galpões da granja.</p><p>Correra, durante o dia, o boato de que o velho Major, um porco que já se sagrara grande campeão</p><p>numa exposição, tivera um sonho muito estranho na noite anterior e desejava contá-lo aos outros</p><p>animais. Haviam combinado encontrar-se no celeiro, assim que Jones se retirasse. O velho Major</p><p>(chamavam-no assim, muito embora ele houvesse comparecido a exposição com o nome de “Beleza de</p><p>Willingdon”) gozava de tão alto conceito na granja, que todos estavam dispostos a perder uma hora de</p><p>sono só para ouvi-lo.</p><p>Ao fundo do grande celeiro, sobre uma espécie de estrado, estava o Major refestelado em sua cama de</p><p>palha, sob um lampião que pendia de uma viga. Com doze anos de idade, já bastante corpulento, era</p><p>ainda um porco de porte majestoso, com um ar sábio e benevolente, a despeito de suas presas jamais</p><p>terem sido cortadas. Os outros animais chegavam e punham-se a cômodo, cada qual a seu modo. Os</p><p>primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se sentaram</p><p>sobre a palha, em frente ao estrado. As galinhas empoleiraram-se nas janelas, as pombas voaram para</p><p>os caibros do telhado, as ovelhas e as vacas deitaram-se atrás dos porcos e ali ficaram a ruminar. Os</p><p>dois cavalos de tração, Sansão e Quitéria, chegaram juntos, andando lentamente e pousando no chão</p><p>os enormes cascos peludos, com grande cuidado para não machucar qualquer animalzinho porventura</p><p>oculto na palha. Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta</p><p>não mais se recompusera após o nascimento do quarto potrinho. Sansão era um bicho enorme, de</p><p>quase um metro e noventa de altura, forte como dois cavalos. A mancha branca do focinho dava-lhe</p><p>um certo ar de estupidez e, realmente, não tinha lá uma inteligência de primeira ordem, embora</p><p>fosse grandemente respeitado pela retidão de caráter e pela tremenda capacidade de trabalho.</p><p>Depois dos cavalos chegaram Maricota, a cabra branca, e Benjamim, o burro. Benjamin era o animal</p><p>mais idoso da fazenda, e o mais moderado. Raras vezes falava e, normalmente, quando o fazia, era</p><p>para emitir uma observação cínica – para dizer, por exemplo, que Deus lhe dera uma cauda para</p><p>espantar as moscas e que, no entanto, seria mais do seu agrado não ter nem a cauda nem as moscas.</p><p>Era o único dos animais que nunca ria. Quando lhe perguntavam por que, respondia não ver motivo</p><p>para riso. Não obstante, sem que o admitisse abertamente, tinha certa afeição por Sansão;</p><p>normalmente passavam os domingos juntos no pequeno potreiro existente atrás do pomar, pastando</p><p>lado a lado em silêncio.</p><p>ORWELL, George. A revolução dos bichos. Cornélio</p><p>Procópio/PR: UENP, 2015.</p><p>Relacione a COLUNA I com a COLUNA II, associando a palavra destacada à sua classificação</p><p>correspondente.</p><p>COLUNA I</p><p>1. “Os primeiros foram os três cachorros, Ferrabrás, Lulu e Cata-vento, depois os porcos, que se</p><p>sentaram sobre a palha, em frente ao estrado.”</p><p>2. “Benjamin era o animal mais idoso da fazenda, e o mais moderado.”</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>3. “O Sr. Jones, proprietário da Granja do Solar, fechou o galinheiro à noite, mas estava bêbado</p><p>demais para lembrar-se de fechar também as vigias.”</p><p>4. “Quitéria era uma égua volumosa, matronal já chegada à meia-idade, cuja silhueta não mais se</p><p>recompusera após o nascimento do quarto potrinho.”</p><p>COLUNA II</p><p>( ) Substantivo composto</p><p>( ) Substantivo simples</p><p>( ) Substantivo próprio</p><p>( ) Substantivo derivado</p><p>Assinale a sequência correta.</p><p>a) 1 2 4 3</p><p>b) 4 3 1 2</p><p>c) 1 3 4 2</p><p>d) 4 2 1 3</p><p>Questão 70: MetroCapital -</p><p>Novas tradições</p><p>Desde que CDs e DVDs caíram em desuso as festas de fim de ano perderam muito do viço. Trocar</p><p>bombom não é a mesma coisa. A transformação dos antigos objetos culturais em éter acabou com</p><p>brincadeiras deliciosas, que revelavam um pouco da personalidade de quem dava e de quem recebia o</p><p>presente. Ou molecagens ainda mais deliciosas, como embrulhar um DVD de Priscilla, a Rainha do</p><p>Deserto para o amigo metido a macho.</p><p>Hoje é cada um por seu streaming – palavra que assumimos como se fosse português, embora a</p><p>tradução, transmissão, não deixe nada a desejar – de vídeo ou áudio, com milhares de músicas e</p><p>filmes à disposição. Pelo menos as pessoas podem agora curtir seu jazz em paz, sem serem acusadas</p><p>de transfobia por não ter de ouvir o coinchar de Pablo Vittar.</p><p>Sobraram os livros. Por mais que os aparelhinhos que armazenam volumes sejam cada vez mais</p><p>amistosos, ainda não soltam aquele cheirinho de papel-e-tinta e muito menos conseguem manter a</p><p>cumplicidade que um bom livro traz. Mas um livro – por melhor que seja – nem sempre agrada; pior: as</p><p>vezes ofende, ainda mais agora que passou a moda dos volumes para colorir ou para ligar os pontos.</p><p>O resultado é que muita gente está tentando mudar o conceito de cultura, abrindo a percepção para a</p><p>enologia. E os vinhos vão assumindo a posição de objeto chique para presente, cada qual com seu grau</p><p>de tanino,</p><p>acidez e variedade de notas, o que muda de acordo com o paladar e o olfato do</p><p>connaisseur, que é o sujeito que tem uma estrela gemada a mais que o sommelier (que nossos</p><p>avozinhos lusos chamam de escanção).</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Cá para nós, melhor que panetone que, de repente, virou uma tradição brasileira. O consumo médio</p><p>desse pão velho é de 440 gramas anuais per capita no Brasil e a única coisa que posso garantir é que</p><p>tem gente comendo quase um quilo desse pão velho – a outra metade cedida por mim. E o panetone</p><p>também virou item de presente – pena que, como CD ruim, não dá para trocar.</p><p>Mas um ano novo está começando. E um sinal de que devemos ter fé no que virá é que as agendas não</p><p>caíram em desuso; continuam servindo de mimo, embora todo mundo tenha um telefone celular com</p><p>um aplicativo capaz de substituí-las. Mas rabiscar é preciso; facilita o raciocínio e ser humano garatuja</p><p>desde tempos imemoriais nas paredes das cavernas. É bom conservar determinadas tradições, numa</p><p>fase de tantas mudanças para todos.</p><p>Ainda mais que as pessoas cada vez mais se escondem em avatares que inventam para brilhar por</p><p>alguns segundos nas redes sociais; como no tempo da escola, os falsos valentões atacam à sorrelfa.</p><p>Avatar não tem caráter e parece ser isso mesmo o que se procura nessa tal sociedade fluida, em que</p><p>grassam os pichadores que, sem talento para criar, são incapazes de apreciar e tentam destruir.</p><p>É como disse Oscar Wilde: “O mundo pode ser um palco, mas o elenco é um horror”.</p><p>(PESTANA, Paulo. Novas tradições. Correio Braziliense, 09 de janeiro de 2022. Blog do Paulo Pestana. Disponível em:</p><p>https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/novas-tradicoes/.</p><p>No segundo parágrafo, o cronista apresenta um neologismo por empréstimo bastante comum na língua</p><p>portuguesa atualmente: streaming. No contexto em que o autor o utilizou, percebe-se que tal</p><p>estrangeirismo assumiu a forma de um</p><p>a) adjetivo.</p><p>b) verbo.</p><p>c) pronome.</p><p>d) substantivo.</p><p>e) advérbio.</p><p>Questão 71: FCM - CEFETMINAS -</p><p>Disponível em: <https://rafaelmatematico.blogspot.com/2017/10/charges -matematicas-17.html>.</p><p>O substantivo feminino singular que aparece no texto da charge é</p><p>a) exame.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>b) colesterol.</p><p>c) obesidade.</p><p>d) videogame.</p><p>Questão 72: FAPEC - Leia o texto a seguir.</p><p>Qual é a universidade mais antiga do mundo?</p><p>Esse é um tema que ainda gera muita controvérsia entre os estudiosos. Na concepção moderna, a</p><p>universidade surgiu na Idade Média e na Europa, o que classifica a Universidade de Bolonha, na Itália,</p><p>fundada em 1088, como a mais antiga do mundo. Mas, ampliando a visão de mundo e considerando a</p><p>cultura oriental, a Universidade Al-Azhar, no Cairo, ganha o título. Ela foi criada em 998 a pedido do</p><p>vizir Yaqub para que o califa Aziz ministrasse instrução e alimentação a 36 estudantes da mesquita.</p><p>Focada na Teologia e visando resolver os problemas entre a fé e a ciência, a instituição cresceu e</p><p>atraiu mestres e alunos de todo o mundo muçulmano.</p><p>(Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/ 1568 /qual-e-a-universidade-mais-antiga-do-mundo?</p><p>gclid=EAlalQobChMI6eS--Zuo9gIVBRPUAR30qQGW EAMYASAAEgJobBfwED. Acesso em: 02/03/2022, com adaptações).</p><p>Sobre os mecanismos de coesão textual, assinale a alternativa correta.</p><p>a) O pronome ela, utilizado no texto, faz referência à Universidade de Bolonha.</p><p>b) A conjunção mas, utilizada no texto, expressa uma ideia de adição.</p><p>c) A conjunção e, utilizada várias vezes no texto, expressa uma ideia de reiteração.</p><p>d) O substantivo instituição, utilizado no texto, é hiperônimo da expressão Universidade Al- Azhar.</p><p>e) O pronome esse, utilizado no texto, faz referência à concepção moderna de universidade.</p><p>Questão 73: FAPEC - A questão refere-se ao seguinte fragmento de texto, extraído de uma sinopse</p><p>da obra Crônicas da educação, de Nonato Menezes:</p><p>Nossa escola não tem percebido que a reprovação, em si, gera prejuízo econômico, além de produzir</p><p>danos sociais e individuais. Estando esse indicador educacional tão longe de suas preocupações, há</p><p>como esperar da nossa escola envolvimento com a gravidez na adolescência, com a normatização do</p><p>ensino, com a tão comentada e necessária inclusão ou com a atual troca do ensino público por sua</p><p>mercantilização? Mantida a atual dinâmica escolar, visivelmente apartada da rua, a resposta para essas</p><p>(e outras) questões é “não!”, pelo simples fato de estarem fora de seus programas, ainda que as</p><p>exigências sejam prementes e as críticas, inevitáveis.</p><p>(Disponível em: https://clubedeautores.com.br/livro/</p><p>cronicas-da-educacao. Acesso em: 05/03/2022. Com adaptações e grifos nossos)</p><p>A única palavra que NÃO foi empregada como substantivo é:</p><p>a) indicador.</p><p>b) dinâmica.</p><p>c) público.</p><p>d) danos.</p><p>e) troca.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 74: MetroCapital - No que se refere aos substantivos coletivos, analise os itens a seguir e,</p><p>ao final, assinale a alternativa correta:</p><p>I – catar / camelo.</p><p>II – récua / burros.</p><p>III – talha / lenha.</p><p>a) Apenas o item I é verdadeiro.</p><p>b) Apenas o item II é verdadeiro.</p><p>c) Apenas o item III é verdadeiro.</p><p>d) Apenas os itens II e III são verdadeiros.</p><p>e) Todos os itens são verdadeiros.</p><p>Questão 75: IBAM -</p><p>Texto: O OLHAR</p><p>O olho tem um papel determinante para a espécie humana. Há um grande consenso sobre a</p><p>importância da visão para a conformação do nosso cérebro. O uso de patas dianteiras como mãos teria</p><p>levado ao desenvolvimento da visão que, por sua vez, teria propiciado o desenvolvimento do maior e</p><p>mais complexo cérebro encontrado em todas as espécies animais. Mas essa importância efetiva não</p><p>nos faz outorgar à visão uma reflexão proporcional. A nossa sociedade não nos ensina a olhar, pelo</p><p>menos não formalmente, e isso repercute na nossa absoluta inconsciência sobre a forma como vemos.</p><p>Para interpretar, usamos modelos, categorias e processos cognitivos aprendidos no meio no qual fomos</p><p>socializados. É isso que, no século XVII, o padre Antônio Vieira afirmara num sermão ao dizer "o olho</p><p>não vê coisas, mas imagens de coisas que significam outras coisas". Entre o olho e as coisas estão as</p><p>imagens, que são o resultado da forma como fomos ensinados a olhar, pois um fato é o olho como</p><p>órgão receptor e, outro, o olhar. Simplificando, podemos dizer que o olho apenas é, e o olhar é</p><p>fabricado para ver certas coisas, mas igualmente para não ver outras. Não basta termos olhos, termos</p><p>luz, termos objetos; para se ver, é preciso querer ver. A evolução da visão humana obedeceu a fins</p><p>práticos, vendo-se aquilo que era útil ver.</p><p>As formas de ver foram se modificando e adquirindo particularidades. Os diários e crônicas dos padres</p><p>e conquistadores da América dos séculos XVI e XVII são um excelente material para entender a forma</p><p>específica de ver desse período. Referindo-se especificamente a Colombo, a pesquisadora Janice</p><p>Theodoro afirma que ele via "mais com a imaginação do que com a vista". Em primeiro lugar, era um</p><p>olhar apenas para as afinidades, ou seja, vendo ou as semelhanças ou as diferenças entre os chamados</p><p>índios e os espanhóis. Em segundo lugar, se tratava de um olhar que procurava indícios: Colombo tinha</p><p>uma hipótese a ser comprovada e tudo aquilo que servia nessa empreitada era descrito, não</p><p>mencionando nada daquilo que não podia ser identificado (a flora, por exemplo). Em terceiro lugar, se</p><p>tratava de um ver o que devia ser e não o que efetivamente era. Finalmente, era um olhar que se</p><p>bastava com as aparências.</p><p>A ênfase na aparência fala-nos de uma profunda suposição prévia de que o europeu conhecia o Outro,</p><p>assim sendo, não havia necessidade de aprofundamento. Este achar que já se conhece</p><p>o Outro porque</p><p>ele, no fundo, não é Outro (nega-se a alteridade) é evidente no episódio narrado por Joan Bestard e</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Jesus Contreras , antropólogos espanhóis, sobre o surgimento do nome Yucatán para a conhecida</p><p>península mexicana. Quando perguntaram aos nativos sobre o nome do lugar, estes teriam respondido</p><p>algo que os colonizadores entenderam como Yucatán, e assim denominaram o lugar. Na verdade, o que</p><p>eles disseram em sua língua foi "não te entendo", mas os espanhóis não conseguiam entender que os</p><p>indígenas, em um língua própria deles e desconhecida pelos europeus, pudessem não os entender.</p><p>Este exemplo demonstra muito bem como o esquema cognitivo é o que permite (ou não) a leitura de</p><p>uma realidade observada. A identidade (e não a alteridade) compunha o essencial do esquema</p><p>cognitivo do europeu até o século XVII.</p><p>URPI MONTOYA URIARTE</p><p>Adaptado de joumais.openedition.org.</p><p>No título, a palavra "olhar" é classificada como substantivo.</p><p>Uma justificativa para tal classificação é o fato de a palavra:</p><p>a) nomear um processo</p><p>b) ser invariável em gênero</p><p>c) expressar uma circunstância</p><p>d) admitir flexões de tempo e modo</p><p>Questão 76: MetroCapital - Com relação aos substantivos coletivos, analise os itens a seguir e, ao</p><p>final, assinale a alternativa correta:</p><p>I – junta / examinadores.</p><p>II – congresso / especialistas.</p><p>III – bando / ciganos.</p><p>a) Apenas o item I é verdadeiro.</p><p>b) Apenas o item II é verdadeiro.</p><p>c) Apenas o item III é verdadeiro.</p><p>d) Apenas os itens I e II são verdadeiros.</p><p>e) Todos os itens são verdadeiros.</p><p>Questão 77: MetroCapital - Ainda no que se refere aos substantivos coletivos, julgue os itens a</p><p>seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:</p><p>I – súcia / desonestos.</p><p>II – caterva / malfeitores.</p><p>III – malta / vadios.</p><p>a) Apenas o item I é verdadeiro.</p><p>b) Apenas o item II é verdadeiro.</p><p>c) Apenas o item III é verdadeiro.</p><p>d) Apenas os itens I e II são verdadeiros.</p><p>e) Todos os itens são verdadeiros.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 78: FAUEL - Leia atentamente o texto a seguir, extraído de um dos discursos do Barão do</p><p>Rio Branco, o patrono da diplomacia brasileira, para responder a próxima questão.</p><p>“Ser, como fui desde a adolescência e na idade viril, um estudioso do nosso antigo passado militar;</p><p>ter sido, sempre que pude, em outros tempos, tanto aqui quanto no estrangeiro, um modesto</p><p>divulgador de feitos gloriosos da nossa gente portuguesa e brasileira de outrora na defesa e dilatação</p><p>do território do Brasil; prezar constantemente os que se dedicam à carreira das armas, indispensável</p><p>para a segurança dos direitos e da honra da pátria; tudo isso, meus senhores, não significa que eu</p><p>tenha sido ou seja um ‘militarista’, como, no ardor das recentes lutas políticas, me acoimaram às</p><p>vezes de o ser em alguns dos combatentes, mal informados dos meus sentimentos e ações. Também</p><p>todos os meus atos e afirmações solenes no serviço diplomático, continuando no desempenho das</p><p>funções que desde alguns anos exerço, protestam contra as tendências belicosas e imperialistas que</p><p>alguns estrangeiros e nacionais me têm injustamente atribuído. Nunca fui conselheiro ou instigador</p><p>de armamentos formidáveis, nem da aquisição de máquinas de guerra colossais. Limitei-me a lembrar,</p><p>como tantos outros compatriotas, a necessidade de, após vinte anos de descuido, tratarmos</p><p>seriamente de reorganizar a defesa nacional seguindo o exemplo de alguns países vizinhos, os quais</p><p>em pouco tempo haviam conseguido aparelhar-se com elementos de defesa e ataque muito superiores</p><p>aos nossos”.</p><p>Na expressão “tanto aqui quanto no estrangeiro”, utilizada pelo autor para se referir a um aspecto de</p><p>sua atividade política, o termo “estrangeiro” pode ser classificado gramaticalmente como um:</p><p>a) adjetivo simples.</p><p>b) locução adjetiva.</p><p>c) advérbio do lugar.</p><p>d) substantivo comum.</p><p>Questão 79: FAUEL - Leia a crônica a seguir, escrita por Millôr Fernandes, para responder a próxima</p><p>questão.</p><p>“Certo dia, uma rica senhora viu, num antiquário, uma cadeira que era uma beleza. Negra, feita de</p><p>mogno e cedro, custava uma fortuna. Era, porém, tão bela, que a mulher não titubeou. Entrou,</p><p>pagou e levou para casa. A cadeira era tão bonita que os outros móveis, antes tão lindos, começaram</p><p>a parecer insuportáveis à simpática senhora. (Era simpática). Ela, então, resolveu vender todos os</p><p>móveis e comprar outros que pudessem se equiparar à maravilhosa cadeira. E vendeu- os e comprou</p><p>outros. Mas, então, a casa que antes parecia tão bonita, ficou tão bem mobiliada que se estabeleceu</p><p>uma desarmonia flagrante entre casa e móveis. E a senhora começou a achar a casa horrível. E</p><p>vendeu a casa e comprou uma outra maravilhosa. Mas, dentro daquela casa magnífica, mobiliada de</p><p>maneira esplendorosa, a mulher começou, pouco a pouco, a achar seu marido mesquinho. E trocou de</p><p>marido. Mas, mesmo assim, não conseguia ser feliz. Pois naquela casa magnífica, com aqueles móveis</p><p>admiráveis e aquele marido fabuloso, todo mundo começou a achá-la extremamente vulgar”.</p><p>Considere as alternativas a seguir e marque a que contém APENAS palavras do gênero feminino que</p><p>aparecem no texto.</p><p>a) Antiquário - fabuloso - simpática.</p><p>b) Fortuna - maravilhosa - magnífica.</p><p>c) Mogno - cadeira - mobiliada.</p><p>d) Vulgar - mesquinho - negra.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 80: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.</p><p>Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência</p><p>Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de</p><p>uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de</p><p>uma circunferência.</p><p>Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os</p><p>efeitos que as ações humanas têm na natureza.</p><p>O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente</p><p>contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão,</p><p>51, no entanto, não é bem assim.</p><p>A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre</p><p>como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à</p><p>violência.</p><p>"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em</p><p>especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não</p><p>tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."</p><p>Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda</p><p>continua na corporação atuando na área ambiental.</p><p>Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia,</p><p>Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em</p><p>educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).</p><p>Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a</p><p>relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência</p><p>justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”</p><p>No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de</p><p>um mundo mais justo e pacífico.</p><p>Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os</p><p>índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será</p><p>capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições</p><p>da turma.</p><p>O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de</p><p>São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa</p><p>de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de</p><p>matemática.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>(...)</p><p>A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do</p><p>trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que</p><p>enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para</p><p>a construção de uma sociedade melhor.</p><p>(...)</p><p>Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de</p><p>currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de</p><p>aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a</p><p>formação de valores", diz.</p><p>(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar-</p><p>que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)</p><p>A palavra “geometria” é exemplo de substantivo</p><p>a) simples.</p><p>b) composto.</p><p>c) próprio.</p><p>d) coletivo.</p><p>Questão 81: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.</p><p>Policial militar que estuda matemática vê no ensino forma de combater violência</p><p>Estudantes e professor próximos da nascente de um rio: pode até não parecer, mas esse é o cenário de</p><p>uma aula de matemática. É ali que o educador explica conceitos de geometria, como área e raio de</p><p>uma circunferência.</p><p>Mas não só. Ele ainda propõe algumas reflexões aos estudantes sobre preservação ambiental e os</p><p>efeitos que as ações humanas têm na natureza.</p><p>O método de ensino pode parecer estranho à primeira vista. Afinal, aulas de matemática normalmente</p><p>contêm operações na lousa, cálculos de figuras geométricas e fórmulas difíceis. Para Marcílio Leão,</p><p>51, no entanto, não é bem assim.</p><p>A situação descrita no início do texto é um exemplo que Leão aborda em sua tese de doutorado sobre</p><p>como o ensino de matemática pode ter um caráter voltado à disseminação de valores contrários à</p><p>violência.</p><p>"Eu tive a ideia de fazer esse trabalho voltado para uma sociedade melhor. Por meio da educação, em</p><p>especial da educação matemática, a gente consegue alcançar uma sociedade em que nós não</p><p>tenhamos tantas dores. Isso virou meu objetivo de vida."</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Morador de São José do Rio Pardo, no interior de São Paulo, Leão é policial militar há 22 anos e ainda</p><p>continua na corporação atuando na área ambiental.</p><p>Já no que diz respeito à vida acadêmica, ele se formou em matemática na Faculdade de Filosofia,</p><p>Ciências e Letras em São José do Rio Pardo (SP) e, em 2022, entregou sua tese de doutorado em</p><p>educação matemática na Unesp (Universidade Estadual Paulista).</p><p>Desde o início de sua trajetória acadêmica, ele conta, já tinha convicção de que gostaria de estudar a</p><p>relação entre violência e matemática. “Eu comecei a me interessar pela questão da violência</p><p>justamente pelo fato de estar perto dessas dores e dessas dificuldades por ser policial.”</p><p>No doutorado, Leão pesquisou justamente como o ensino de matemática pode ajudar na construção de</p><p>um mundo mais justo e pacífico.</p><p>Para isso, diz Leão, o educador pode, por exemplo, trabalhar com os alunos gráficos que abordem os</p><p>índices de violência. Assim, além de explicar conceitos de matemática e estatística, o educador será</p><p>capaz de discutir esse fenômeno que atinge profundamente o Brasil, com contribuições da turma.</p><p>O estudo feito pelo policial envolveu um questionário aplicado em duas escolas públicas no estado de</p><p>São Paulo e em uma Fundação Casa. As perguntas tentaram entender como os jovens viam a iniciativa</p><p>de uma educação que tratasse sobre temáticas que envolvessem a violência em meio a aulas de</p><p>matemática.</p><p>(...)</p><p>A preocupação em desenvolver uma pesquisa que envolva o tema da violência foi motivada, além do</p><p>trabalho de policial que Leão desempenha, por vivências pessoais recentes. A partir de perdas que</p><p>enfrentou nos últimos anos, diz Leão, procurou se aprofundar em um assunto que possa colaborar para</p><p>a construção de uma sociedade melhor.</p><p>(...)</p><p>Agora o policial militar espera que o seu estudo consiga ter um impacto positivo na construção de</p><p>currículos de matemática. "Tem inúmeras situações da vida que a gente pode trabalhar em sala de</p><p>aula o comportamento e o desenvolvimento de consciência dos alunos. Essas questões favorecem a</p><p>formação de valores", diz.</p><p>(Samuel Fernandes. https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2022/04/policialmilitar-</p><p>que-estuda-matematica-ve-no-ensino-forma-de-combater-violencia.shtml. 18.abr.2022)</p><p>Conforme destacado no texto, a palavra construção se classifica como</p><p>a) substantivo abstrato.</p><p>b) substantivo concreto.</p><p>c) verbo.</p><p>d) substantivo em grau aumentativo.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 82: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.</p><p>Por um imposto regulador dos preços dos combustíveis</p><p>Apesar de o Brasil ser detentor de uma das mais generosas riquezas naturais do mundo, como o</p><p>pré-sal, as rendas governamentais vinculadas à exploração dessas riquezas geram montantes</p><p>relativamente pequenos aos cofres públicos diante do tamanho da economia e da carga tributária</p><p>total.</p><p>No caso do petróleo</p><p>A)</p><p>, a parcela dos impostos incidentes na comercialização</p><p>B)</p><p>dos seus derivados,</p><p>constituída principalmente do ICMS, é paga pelo consumidor. Mesmo essa carga não é das maiores no</p><p>mundo: na média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a</p><p>participação dos tributos sobre o preço final de comercialização é de 54% (dados da Opep de 2020). No</p><p>Brasil, essa carga na gasolina é de 39%; no diesel, 20%; e no GNV (gás natural veicular), 23%.</p><p>E a carga de impostos que incidem na exploração</p><p>C)</p><p>do petróleo e gás no Brasil paga pelas empresas?</p><p>Esses tributos são constituídos de impostos federais sobre lucros (CSLL e IRPJ) e as rendas de</p><p>exploração, que são os royalties e as participações especiais recolhidas por estados, municípios e</p><p>União.</p><p>Segundo a Receita Federal, a arrecadação dos impostos federais sobre lucros do setor petroleiro foi de</p><p>irrisório 0,05% do PIB na média dos anos de 2011 a 2020, período em que ocorreu um aumento das</p><p>deduções legais praticadas. Já o pagamento de royalties e participações atingiram níveis recordes de</p><p>R$ 74,4 bilhões em 2021, mas representam apenas 0,86% do Produto Interno Bruto. Assim, se em 2021</p><p>a soma dos dois totalizar uma carga tributária perto de 1% ou 1,5% do PIB, a contribuição da produção</p><p>de petróleo na receita tributária brasileira fica entre 3% e 4,5% do total arrecadado.</p><p>De fato, dados apresentados no livro "International Taxation and the Extractive Industries", por Philip</p><p>Daniel e outros, ilustram que a arrecadação advinda da indústria extrativa (incluindo petróleo e</p><p>minérios) tem peso extremamente baixo na receita tributária total no Brasil (menos de 5%), em grande</p><p>contraste com outros países. Essa participação chega a mais de 60% na Arábia Saudita e Emirados</p><p>Árabes; no México fica próxima de 30%; na Noruega e na Rússia, 20%; e, no Chile, 15%.</p><p>Na comparação setorial, dados da Firjan (relativos a 2016), considerando impostos de todos os entes</p><p>da Federação sobre produtos líquidos de subsídios, mostram que os setores intensivos na exploração</p><p>de commodities (incluindo a agropecuária e a indústria extrativa) pagam, juntos, apenas 7% do valor</p><p>bruto da produção. Já a indústria da transformação paga uma carga tributária de</p><p>II. Sexta-feiras.</p><p>III. Sextas-feira.</p><p>Está(ão) CORRETO(S):</p><p>a) Somente o item I.</p><p>b) Somente o item II.</p><p>c) Somente os itens I e III.</p><p>d) Nenhum dos itens.</p><p>e) Todos os itens.</p><p>Questão 9: FGV - Assinale a frase a seguir que é construída sem qualquer palavra substantivada.</p><p>a) Os deuses certamente não revelaram tudo aos mortais desde o princípio, mas, procurando, os</p><p>homens encontram pouco a pouco o melhor.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>b) A ciência consiste em substituir o saber que parecia seguro por uma teoria, ou seja, por algo</p><p>problemático.</p><p>c) São todos descobridores ruins, que pensam que não há terra quando conseguem ver apenas o mar.</p><p>d) A descoberta consiste em ver o que todos viram e em pensar o que ninguém pensou.</p><p>e) O provar os frutos da árvore da ciência foi proibido por Deus.</p><p>Questão 10: CEV UECE -</p><p>A Gravidade da Questão Indígena no Brasil</p><p>Estamos diante de um dos mais graves desafios que</p><p>se tem notícia quanto ao extermínio de povos</p><p>indígenas em nosso país. Um absurdo inominável</p><p>O Brasil há décadas vem enfrentando diversas e sérias crises, incluindo crise política, econômica,</p><p>social, ambiental/ecológica e cultural, as quais têm se agravado tanto pela presença da pandemia do</p><p>coronavírus quanto pela visão conservadora e retrógrada dos atuais governantes, tanto no plano</p><p>federal quanto em diversos estados e municípios.</p><p>No que concerne à questão indígena, diversos organismos e estudiosos nacionais e internacionais têm</p><p>denunciado que um GENOCÍDIO está em curso em nosso país e tudo indica que pode se transformar em</p><p>uma tragédia humana de proporções catastróficas no Brasil, afetando a vida, a cultura e as formas de</p><p>subsistência e sobrevivência dos povos indígenas, principalmente na Amazônia Legal, crime este já</p><p>denunciado no Tribunal Internacional de Haia e outros organismos internacionais. Pior é que esta</p><p>tragédia humanitária acontece ante a omissão e conivência de autoridades e organismos públicos a</p><p>quem caberia defender os interesses dos povos indígenas.</p><p>Todas essas atrocidades podem ser simplesmente legalizadas nos termos de projeto de Lei (PL- 490)</p><p>que tramita no Congresso Nacional, bem como ação que está sob análise do Supremo Tribunal Federal,</p><p>o chamado Marco Temporal.</p><p>No Brasil existem aproximadamente 114 grupos indígenas que desconhecem o jogo político em</p><p>Brasília, mas podem vir a ser totalmente afetados pelas decisões tomadas naquele tabuleiro. O</p><p>jornalista Gil Alessi conta como estes povos isolados na Amazônia Legal, que, por decisão própria, não</p><p>possuem nenhum contato com a sociedade — podem ser extintos caso o PL 490/2007 seja aprovado.</p><p>O projeto, que autoriza as possibilidades de contato com as aldeias dos rincões amazônicos, abre as</p><p>portas para o “genocídio” indígena. Em tramitação na Câmara dos Deputados, o PL é “uma rede de</p><p>atos de cunho legislativo ou administrativo que desmantelam o arcabouço desenhado ao longo das</p><p>últimas três décadas para garantir a igualdade formal e material dos povos indígenas no Brasil”,</p><p>escrevem Laura Trajber Waisbich e Ilona Szabó, do Instituto Igarapé.</p><p>Ademais, vale a pena ler e refletir sobre a avaliação do Conselho Indígena Missionário (CIMI) quanto</p><p>aos riscos que a aprovação do PL 490 pelo Congresso Nacional - e se o mesmo vier a ser sancionado</p><p>pelo Presidente da República - representa para o presente e o futuro dos povos indígenas no Brasil.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>“A proposta altera o Estatuto do Índio (Lei 6.001/1973) e atualiza o texto da PEC 215, uma das</p><p>maiores ameaças aos direitos indígenas que já tramitou no Congresso. O projeto permite a supressão</p><p>de direitos dos indígenas garantidos na Constituição, entre eles, a posse permanente de suas terras e</p><p>o direito exclusivo sobre seus recursos naturais.</p><p>O projeto de lei permite a implantação de hidrelétricas, mineração, estradas e arrendamentos, entre</p><p>outros, eliminando a consulta livre prévia e informada às comunidades afetadas. A proposta permite</p><p>retirar o “usufruto exclusivo” dos indígenas de qualquer área “cuja ocupação atenda a relevante</p><p>interesse público da União”. Vai viabilizar ainda a legalização automática de centenas de garimpos</p><p>nas Tis (terras indígenas), hoje responsáveis pela disseminação da Covid-19, a contaminação por</p><p>mercúrio, a destruição de nascentes e rios inteiros e o desmatamento.”</p><p>Estamos vivendo tempos sombrios no Brasil, ao invés das conquistas aprovadas pela Assembleia</p><p>Nacional Constituinte e que foram incorporadas na Constituição (cidadã) de 1988 serem</p><p>implementadas ao longo dessas mais de três décadas, o que temos visto é a supressão de diversas</p><p>dessas conquistas através de Emendas Constitucionais (atualmente já mais de uma centena) que</p><p>desfiguram completamente a vontade da Constituinte, por Legislaturas, cujos deputados e senadores</p><p>não foram eleitos para revisarem a Constituição de 1988, mas que o fazem através desses</p><p>subterfúgios, atendendo aos interesses de grupos econômicos, nacionais e internacionais, e forças</p><p>poderosas que atuam indiretamente através de representantes eleitos no Legislativo ou no Executivo.</p><p>Estamos diante de um dos mais graves desafios que se tem notícia quanto ao extermínio de povos</p><p>indígenas em nosso país. Um absurdo inominável. Alguma coisa precisa ser feita com urgência a fim de</p><p>impedir e acabar com este genocídio silencioso.</p><p>JUACY DA SILVA, professor universitário, fundador, titular e aposentado UFMT, sociólogo, mestre em</p><p>sociologia, colaborador de diversas veículos de comunicação.</p><p>Disponível:https://www.ecodebate.com.br/2021/07/08/a-gravidade-da-questao-indigena-no-brasil/ Texto adaptado.</p><p>Acesso em 05/12/2021</p><p>Têm o plural formado por meio da terminação –ões os vocábulos</p><p>a) tramitação, cidadão e união.</p><p>b) questão, constituição e irmão.</p><p>c) destruição, visão e eleição.</p><p>d) limão, mão e cordão.</p><p>Questão 11: CEV UECE -</p><p>Desligue a criança! A desconexão digital em cinco etapas</p><p>BEATRIZ LUCAS</p><p>Com o desconfinamento, chegou ao consultório da psicóloga María Guerrero um novo perfil de</p><p>paciente:</p><p>(a)</p><p>crianças que usavam muito pouco ou nada as telas e agora não há maneira de que façam</p><p>algo sem elas. Além do hábito, María Guerrero está preocupada com as consequências para a saúde</p><p>física e mental.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>“Vários estudos nos falam sobre problemas de obesidade, hábitos sedentários com perda de massa</p><p>muscular,</p><p>(b)</p><p>perda de visão... Mas também pode desencadear ansiedade ou depressão e, de acordo com</p><p>uma experiência realizada pela revista americana de pediatria,</p><p>(c)</p><p>crianças que estão em contato de</p><p>forma habitual com dispositivos móveis, tablets ou computadores são mais irritáveis e mostram menos</p><p>capacidade de atenção, memória e concentração do que aquelas que não estão”, diz Guerrero, que é</p><p>psicóloga do aplicativo de controle parental Qustodio.</p><p>Segundo Guerrero, o cérebro de uma criança “funciona por hábitos e estes demoram cerca de 21 dias</p><p>para se estabelecer. E a tecnologia foi a única via de comunicação e lazer durante mais de 100 dias”.</p><p>Esta especialista costuma explicar aos pais que, se seu filho está mais preso do que o normal, não é</p><p>que ele seja esquisito, mas é algo comum: “A maioria dos jogos, redes sociais e aplicativos para</p><p>crianças foi projetada para que o cérebro secrete substâncias relacionadas ao prazer”.</p><p>Mas antes que o leitor se desespere e se deixe levar pelo catastrofismo, a psicóloga alerta: “Existe um</p><p>caminho de volta, entretanto não é fácil e haverá resistência à mudança”, diz esta especialista em</p><p>novas tecnologias.</p><p>Etapa 1. Calma, seus filhos certamente não são viciados em telas</p><p>Manuel Bruscas, vice-presidente da área de produto do Qustodio, um aplicativo de controle parental</p><p>45%; os serviços de</p><p>utilidade pública, 40%; o comércio, 36%; outros serviços privados, 23%; a construção, 14%.</p><p>Essa subtributação da exploração do petróleo indica fazer sentido a criação de um imposto sobre o</p><p>direito de exportar o óleo cru, conforme já foi defendido por Sergio Gobetti e outros. O pulo do gato é</p><p>que esse imposto tem uma lógica oposta aos demais porque não é repassado ao consumidor; pelo</p><p>contrário, é um incentivo a reduzir o preço interno. Como os preços do petróleo são formados nos</p><p>mercados internacionais, o imposto sobre a exportação resulta numa redução do lucro exigido pelo</p><p>exportador para vender internamente.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Embora o preço seja cotado nos mercados internacionais, o custo de extração não é homogêneo e, no</p><p>Brasil, com o pré-sal</p><p>D)</p><p>, situa-se entre os menores do mundo. Com esse imposto, a regra de preço da</p><p>Petrobras pode manter a paridade internacional, descontando, porém, essa parcela de impostos. Essa</p><p>alíquota deve ser flexível e escalonada de forma que o desconto tributário seja tão maior quanto</p><p>maior o preço.</p><p>Assim, o imposto acaba tendo um papel regulador contra as oscilações dos preços. Essa alíquota deve</p><p>ser zerada caso o preço internacional caia para um limiar, de forma a preservar o lucro normal da</p><p>empresa, considerando seu (baixíssimo) custo de extração e todos os outros, inclusive os custos de</p><p>importações dos derivados. No médio prazo, esse imposto é também um incentivo fiscal ao aumento</p><p>da capacidade de refino e de investimentos em escoamento do gás associado.</p><p>(Julia de Medeiros Braga. Economista e professora da Faculdade de Economia da UFF (Universidade Federal Fluminense.</p><p>https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/05/por-um-imposto-regulador-dosprecos- dos-combustiveis.shtml. 19.mai.2022)</p><p>Assinale a opção em que haja exemplo de substantivo composto.</p><p>a) petróleo</p><p>b) comercialização</p><p>c) exploração</p><p>d) pré-sal</p><p>Questão 83: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.</p><p>Por um imposto regulador dos preços dos combustíveis</p><p>Apesar de o Brasil ser detentor de uma das mais generosas riquezas naturais do mundo, como o</p><p>pré-sal, as rendas governamentais vinculadas à exploração dessas riquezas geram montantes</p><p>relativamente pequenos aos cofres públicos diante do tamanho da economia e da carga tributária</p><p>total.</p><p>No caso do petróleo, a parcela dos impostos incidentes na comercialização dos seus derivados,</p><p>constituída principalmente do ICMS, é paga pelo consumidor. Mesmo essa carga não é das maiores no</p><p>mundo: na média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), a</p><p>participação dos tributos sobre o preço final de comercialização é de 54% (dados da Opep de 2020). No</p><p>Brasil, essa carga na gasolina é de 39%; no diesel, 20%; e no GNV (gás natural veicular), 23%.</p><p>E a carga de impostos que incidem na exploração do petróleo e gás no Brasil paga pelas empresas?</p><p>Esses tributos são constituídos de impostos federais sobre lucros (CSLL e IRPJ) e as rendas de</p><p>exploração, que são os royalties e as participações especiais recolhidas por estados, municípios e</p><p>União.</p><p>Segundo a Receita Federal, a arrecadação dos impostos federais sobre lucros do setor petroleiro foi de</p><p>irrisório 0,05% do PIB na média dos anos de 2011 a 2020, período em que ocorreu um aumento das</p><p>deduções legais praticadas. Já o pagamento de royalties e participações atingiram níveis recordes de</p><p>R$ 74,4 bilhões em 2021, mas representam apenas 0,86% do Produto Interno Bruto. Assim, se em 2021</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>a soma dos dois totalizar uma carga tributária perto de 1% ou 1,5% do PIB, a contribuição da produção</p><p>de petróleo na receita tributária brasileira fica entre 3% e 4,5% do total arrecadado.</p><p>De fato, dados apresentados no livro "International Taxation and the Extractive Industries", por Philip</p><p>Daniel e outros, ilustram que a arrecadação advinda da indústria extrativa (incluindo petróleo e</p><p>minérios) tem peso extremamente baixo na receita tributária total no Brasil (menos de 5%), em grande</p><p>contraste com outros países. Essa participação chega a mais de 60% na Arábia Saudita e Emirados</p><p>Árabes; no México fica próxima de 30%; na Noruega e na Rússia, 20%; e, no Chile, 15%.</p><p>Na comparação setorial, dados da Firjan (relativos a 2016), considerando impostos de todos os entes</p><p>da Federação sobre produtos líquidos de subsídios, mostram que os setores intensivos na exploração</p><p>de commodities (incluindo a agropecuária e a indústria extrativa) pagam, juntos, apenas 7% do valor</p><p>bruto da produção. Já a indústria da transformação paga uma carga tributária de 45%; os serviços de</p><p>utilidade pública, 40%; o comércio, 36%; outros serviços privados, 23%; a construção, 14%.</p><p>Essa subtributação da exploração do petróleo indica fazer sentido a criação de um imposto sobre o</p><p>direito de exportar o óleo cru, conforme já foi defendido por Sergio Gobetti e outros. O pulo do gato é</p><p>que esse imposto tem uma lógica oposta aos demais porque não é repassado ao consumidor; pelo</p><p>contrário, é um incentivo a reduzir o preço interno. Como os preços do petróleo são formados nos</p><p>mercados internacionais, o imposto sobre a exportação resulta numa redução do lucro exigido pelo</p><p>exportador para vender internamente.</p><p>Embora o preço seja cotado nos mercados internacionais, o custo de extração não é homogêneo e, no</p><p>Brasil, com o pré-sal, situa-se entre os menores do mundo. Com esse imposto, a regra de preço da</p><p>Petrobras pode manter a paridade internacional, descontando, porém, essa parcela de impostos. Essa</p><p>alíquota deve ser flexível e escalonada de forma que o desconto tributário seja tão maior quanto</p><p>maior o preço.</p><p>Assim, o imposto acaba tendo um papel regulador contra as oscilações dos preços. Essa alíquota deve</p><p>ser zerada caso o preço internacional caia para um limiar, de forma a preservar o lucro normal da</p><p>empresa, considerando seu (baixíssimo) custo de extração e todos os outros, inclusive os custos de</p><p>importações dos derivados. No médio prazo, esse imposto é também um incentivo fiscal ao aumento</p><p>da capacidade de refino e de investimentos em escoamento do gás associado.</p><p>(Julia de Medeiros Braga. Economista e professora da Faculdade de Economia da UFF (Universidade Federal Fluminense.</p><p>https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2022/05/por-um-imposto-regulador-dosprecos- dos-combustiveis.shtml. 19.mai.2022)</p><p>Assinale a opção em que se tenha feito corretamente a passagem da palavra “exploração” para o</p><p>diminutivo plural.</p><p>a) exploraçãozinhas</p><p>b) exploraçãosinhas</p><p>c) exploraçõesinhas</p><p>d) exploraçõezinhas</p><p>Questão 84: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Promessa de renda, torres eólicas incomodam e expulsam vizinhos no Nordeste</p><p>Nos últimos anos, a paisagem no interior</p><p>A)</p><p>do Nordeste mudou com a instalação de torres para</p><p>geração</p><p>B)</p><p>de energia</p><p>C)</p><p>eólica. Prometidos como uma oportunidade de renda e desenvolvimento, alguns</p><p>parques acabaram trazendo prejuízo e problemas para os vizinhos, pois afetaram casas, cisternas,</p><p>estradas, acessos a determinadas regiões e até a saúde mental de moradores.</p><p>Segundo a Associação Brasileira de Energia Eólica, dos 805 parques instalados no país, 708 deles estão</p><p>no Nordeste. A região, diz a entidade, é considerada estratégica porque tem ventos</p><p>D)</p><p>“mais</p><p>constantes, em uma velocidade estável e não mudam de direção com frequência”.</p><p>Em dezembro de 2021, a energia eólica foi responsável por 10,9% da matriz energética brasileira,</p><p>segundo dados do Ministério de Minas e Energia.</p><p>Mas os parques de cataventos têm causado problemas a moradores do entorno. A coluna ouviu relatos</p><p>de moradores de</p><p>três estados nordestinos. Os depoimentos são similares: a instalação dos</p><p>equipamentos mudou a vida de todos.</p><p>(...)</p><p>(Carlos Madero. https://noticias.uol.com.br/colunas/carlosmadeiro/</p><p>2022/05/15/promessa-de-renda-torres-eolicas-abalam-vida-de-familiasno- interior-do-ne.htm.)</p><p>Assinale a opção em que se tenha exemplo de substantivo abstrato.</p><p>a) interior</p><p>b) geração</p><p>c) energia</p><p>d) ventos</p><p>Questão 85: Instituto ACCESS - Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.</p><p>Saiba como nasceu a moda de ter pinguins em cima da geladeira</p><p>A história é engraçada. A ideia foi de uma marca americana de refrigeradores chamada Kelvinator. É</p><p>uma empresa antiga, fundada em 1914. Nos anos 1950, os refrigeradores eram bem diferentes dos</p><p>modelos atuais. Pareciam móveis. Por isso, em lojas de artigos domésticos, eles eram confundidos com</p><p>grandes armários de louça. Para deixar claro quais eram as geladeiras, a Kelvinator entregou aos</p><p>vendedores estatuetas de cerâmica em formato de pinguins. Elas eram deixadas em cima das</p><p>geladeiras.</p><p>Os pinguins em cima das geladeiras da Kelvinator chamavam tanta atenção que os clientes pediam</p><p>para levá-los para casa quando faziam a compra.</p><p>(Marcella Franco. https://www1.folha.uol.com.br/folhinha/2022/04/saiba-comonasceu-</p><p>a-moda-de-ter-pinguins-em-cima-da-geladeira.shtml. 29.abr.2022)</p><p>No texto, a palavra “estatueta” é um</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>a) substantivo em grau diminutivo.</p><p>b) substantivo em grau aumentativo.</p><p>c) adjetivo em grau diminutivo.</p><p>d) advérbio em grau aumentativo.</p><p>Questão 86: VUNESP - Para responder à questão, leia um trecho do prefácio “Um gênero</p><p>tipicamente brasileiro”, do escritor Humberto Werneck, publicado na antologia Boa companhia:</p><p>crônicas.</p><p>Fernando Sabino e Rubem Braga, por longos anos obrigados a desovar crônicas diárias, não se</p><p>limitavam, nas horas de aperto, a requentar seus requintados escritos — chegaram a permutar, na</p><p>moita, velhos recortes, na suposição de que os textos, de tão antigos, já se houvessem apagado da</p><p>memória do leitor de jornal, recuperando assim a virgindade tipográfica. O troca-troca, contado por</p><p>Fernando Sabino na crônica “O estranho ofício de escrever”, merece ser aqui reproduzido:</p><p>Éramos três condenados à crônica diária: Rubem no Diário de Notícias, Paulo no Diário Carioca e eu no</p><p>O Jornal. Não raro um caso ou uma ideia, surgidos na mesa do bar, servia de tema para mais de um de</p><p>nós. Às vezes para os três. Quando caiu um edifício no bairro Peixoto, por exemplo, três crônicas</p><p>foram por coincidência publicadas no dia seguinte, intituladas respectivamente: “Mas não cai?”, “Vai</p><p>cair” e “Caiu”.</p><p>Até que um dia, numa hora de aperto, Rubem perdeu a cerimônia:</p><p>— Será que você teria aí uma crônica pequenininha para me emprestar?</p><p>Procurei nos meus guardados e encontrei uma que talvez servisse: sobre um menino que me pediu um</p><p>cruzeiro para tomar uma sopa, foi seguido por mim até uma miserável casa de pasto da Lapa: a sopa</p><p>existia mesmo, e por aquele preço. Chamava-se “O preço da sopa”. Rubem deu uma melhorada na</p><p>história, trocou “casa de pasto” por “restaurante”, elevou o preço para cinco cruzeiros, pôs o título</p><p>mais simples de “A sopa”.</p><p>Tempos mais tarde chegou a minha vez — nada como se valer de um amigo nas horas difíceis:</p><p>— Uma crônica usada, de que você não precisa mais, qualquer uma serve.</p><p>— Vou ver o que posso fazer — prometeu ele.</p><p>Acabou me dando de volta a da sopa.</p><p>— Logo esta? — protestei.</p><p>— As outras estão muito gastas.</p><p>Sou pobre mas não sou soberbo. Ajeitei a crônica como pude, toquei-lhe uns remendos, atualizei o</p><p>preço para dez cruzeiros e liquidei de vez com ela, sob o título: “Esta sopa vai acabar”.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Eternamente deleitável ou imediatamente deletável — depende menos do tema do que das artes do</p><p>autor —, a crônica pode não ser um “gênero de primeira necessidade, a não ser talvez para os</p><p>escritores que a praticam”, como sustentava Luís Martins — um dos recordistas brasileiros nesse ramo</p><p>de escreveção. Um subgênero, há quem desdenhe. “Literatura em mangas de camisa”, diz-se em</p><p>Portugal. Mas, para o crítico Wilson Martins, trata-se de uma “espécie literária” que de jornalístico</p><p>“só tem o fato todo circunstancial de aparecer em periódicos.”</p><p>(Humberto Werneck (org.). Boa companhia: crônicas, 2005. Adaptado.)</p><p>Para evitar sua repetição, omite-se um substantivo que pode ser facilmente identificado pelo contexto</p><p>linguístico em:</p><p>a) “Sou pobre mas não sou soberbo.”</p><p>b) “Um subgênero, há quem desdenhe.”</p><p>c) “‘Literatura em mangas de camisa’, diz-se em Portugal.”</p><p>d) “Acabou me dando de volta a da sopa.”</p><p>e) “Não raro um caso ou uma ideia, surgidos na mesa do bar, servia de tema para mais de um de</p><p>nós.”</p><p>Questão 87: AVANÇASP -</p><p>57 mil detidos: número de brasileiros cruzando fronteira do México para EUA aumenta 8 vezes em um</p><p>ano e bate recorde</p><p>O número de brasileiros cruzando ilegalmente a fronteira sul dos Estados Unidos bateu recorde</p><p>histórico no ano fiscal de 2021 (que vai de 1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021). Ao todo,</p><p>foram 56.881 detidos, um aumento de 700% em relação ao mesmo período de 2020.</p><p>Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (22/10) pelo órgão americano de Alfândega e Proteção de</p><p>Fronteiras.</p><p>Só em setembro, 10.471 tentaram a travessia, a maior marca durante o período.</p><p>A maioria tentou entrar no país pelo Estado do Arizona (36.682 ou 65% do total).</p><p>O número total de brasileiros cruzando ilegalmente a fronteira sul dos EUA nesse ano fiscal (56.881)</p><p>superou em quase oito vezes o total de 2020 (ou seja, de 1º de outubro de 2019 a 30 de setembro de</p><p>2020), quando o contingente de detidos nessa rota migratória foi de 7.161.</p><p>Com o aumento dos que tentam a travessia ilegal, o Brasil já é a sexta nação com o maior número de</p><p>imigrantes detidos pelas autoridades americanas na fronteira sul do país, atrás do México, Honduras,</p><p>Guatemala, El Salvador, Equador, nessa ordem.</p><p>Está à frente, por exemplo, de países como Nicarágua, Cuba, Colômbia e Venezuela que,</p><p>historicamente, enviavam mais imigrantes irregulares aos EUA.</p><p>Para se ter ideia do tamanho desse fluxo registrado em 12 meses, é como se, em média, 156</p><p>brasileiros fossem detidos por dia ao tentar acessar os EUA a pé pela fronteira com o México.</p><p>(Luis Barrucho / BBC News Brasil em Londres – 22/10/2021)</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Indique, dentre as opções abaixo, o substantivo coletivo que pode ser usado para descrever um grupo</p><p>de porcos:</p><p>a) cardume</p><p>b) revoada</p><p>c) vara</p><p>d) cáfila</p><p>e) matilha</p><p>Questão 88: AVANÇASP -</p><p>'Fuga de jalecos': a onda de profissionais da saúde que trocam Brasil pelos EUA</p><p>A enfermeira Thaysa Guimarães, de 32 anos, relata que já chegou a emendar sete plantões, ou mais</p><p>de 96 horas de jornada seguidas, em seu trabalho em uma unidade de saúde pública em Goiás.</p><p>Mãe solteira de três filhos, ela concilia o emprego em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na</p><p>cidade de Anápolis com plantões algumas vezes por mês em um hospital universitário em Uberlândia,</p><p>Minas Gerais. "Já cheguei a ter três empregos ao mesmo tempo para conseguir manter a renda da</p><p>família - e mesmo assim fica tudo muito apertado", conta.</p><p>Por isso, assim que ficou sabendo que colegas de profissão estavam emigrando para os Estados Unidos</p><p>com ofertas de salário atrativas em dólar, além de jornadas consideravelmente menores do que no</p><p>Brasil, Thaysa se interessou imediatamente.</p><p>Após alguma pesquisa, descobriu que existe um mercado aberto nos EUA para trabalhadores da área</p><p>da saúde dispostos a revalidar seus diplomas emitidos no exterior - e decidiu seguir o mesmo caminho.</p><p>"Tinha vontade de me mudar para os Estados Unidos</p><p>desde que fiz uma viagem a turismo em 2019, mas</p><p>só comecei a enxergar uma possibilidade real quando vários colegas deram entrada no processo e</p><p>conseguiram arrumar emprego e visto", diz a goiana.</p><p>Segundo especialistas em imigração e profissionais ouvidos pela BBC News Brasil, uma grande oferta</p><p>de vagas em hospitais e consultórios, somadas a salários atrativos, estão motivando uma onda recente</p><p>de imigração de profissionais qualificados da área da saúde para terras norte-americanas.</p><p>(Julia Braun / BBC News Brasil em São Paulo – 13/05/2022)</p><p>Indique, dentre as opções abaixo, o substantivo coletivo que pode ser usado para descrever um grupo</p><p>de camelos:</p><p>a) vara</p><p>b) cardume</p><p>c) cáfila</p><p>d) matilha</p><p>e) revoada</p><p>Questão 89: VUNESP - Para responder à questão, leia a crônica “A bela e a fera”, de Paulo Mendes</p><p>Campos, publicada originalmente em 1981.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Quando eu era soldado, o terror do quartel era o vice-comandante, o Major Eufrásio. Era um homem</p><p>de meia-altura, atarracado, braços curtos, cara quadrada, de nariz e óculos enormes. Não sorria</p><p>nunca. Mais que isso, estava sempre de cara amarrada, como se temesse punhalada pelas costas. Não</p><p>perdoava nada, vivia vasculhando as nossas faltas, mandava prender os subordinados por causa de um</p><p>botão na túnica ou de uma perneira mal engraxada. Nós lhe votávamos todos um santo ódio, sobretudo</p><p>porque o próprio comandante era a mais civil das criaturas e poderia dirigir sem irrisão um colégio de</p><p>meninas. O contraste entre os dois chefes supremos serviria para levar-nos ao eterno pensamento</p><p>sobre a diversidade dos seres humanos — mas não pensávamos naquela época. Reagíamos,</p><p>condicionados pouco a pouco, ao estímulo de ordinário marche, à esquerda, à direita, alto, fórmulas</p><p>que nos poupam o incômodo exercício do pensamento. E cultivávamos o medo e a raiva: sobretudo</p><p>quando o Major Eufrásio, de cima de um cavalo, virava o próprio monumento equestre do inimigo da</p><p>humanidade. [...]</p><p>Agora o leitor faça transcorrer vinte anos. Estou na companhia de amigos em um bar na cidade quando</p><p>sinto, não propriamente medo, mas uma vaga sensação de mal-estar, ao ver na mesa ao lado o terrível</p><p>do Eufrásio. Tinha cabelos escassos e brancos, mas era o mesmo homem robusto, feio e atarracado. O</p><p>major bebia sozinho o seu uísque. Estava entre nós alguém que o conhecia dos tempos da Escola</p><p>Militar: palavra vai, palavra vem, o antigo colega e eu fomos convidados para beber um rápido com o</p><p>major. A situação me empolgava. Afinal, vinte anos depois ia eu conhecer de perto o fero e</p><p>intransponível major. O ódio antigo se transformou instantaneamente em curiosidade humana: como</p><p>seria a fera por dentro? A ideia de que o major fosse a favor da bomba atômica causou-me alvoroço.</p><p>Seria um fim de carreira em harmonia com o princípio.</p><p>Contou-me que se reformara há pouco tempo no posto de general e gozava o ócio depois de tantos</p><p>anos de trabalho. Puxando a conversa para onde me interessava, disse-lhe do terror que ele me</p><p>inspirava no meu tempo de soldado. O general pôs-se a sorrir e me falou que, no fundo, sempre fora</p><p>um sentimental.</p><p>Cinco minutos depois, estava a narrar-nos uma história de amor. Ainda o coronel, pouco antes de</p><p>reformar-se, tivera em Porto Alegre a grande paixão de sua existência. Era a mulher mais bela do</p><p>mundo, de incomparáveis olhos azuis e francesa. E que voz suave! que delicadeza de gestos! que</p><p>educação! que finura!</p><p>Era casada e muito bem casada. Não, jamais pudéssemos pensar que ele fosse perturbar a felicidade</p><p>do casal. Frequentou-lhes a casa durante quatro anos em devoção ardente mas coberta pela máscara</p><p>serena de uma vontade de ferro. Nunca deixou transparecer o que lhe ia no coração! Nunca! A não ser</p><p>uma vez. Foi quando o casal lhe ofereceu uma grande festa de despedida. Os olhos da fera estavam</p><p>umedecidos. Ela estava mais deslumbrante do que nunca. Ele, o homenageado, à véspera da partida,</p><p>às vezes tinha de esconder-se pelos cantos para enxugar com o lenço a emoção. Foi uma coisa</p><p>indescritível, que só não o levou ao desespero porque de há muito decidira pela resignação.</p><p>Houve só um momento de fraqueza. Um só! Foi quando os dois se encontraram sozinhos na sacada, sob</p><p>um céu maravilhosamente estrelado. Ela confessou a saudade que ele deixava.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>– Aí, meu caro amigo, este velho coração não suportou mais. Segurei de leve as mãos dela e disse, em</p><p>francês: Madame, je vous aime.</p><p>1</p><p>O general tirou o lenço, levantou os óculos, limpou os olhos.</p><p>– Ela me apertou a mão com força e me disse... Que coisa linda ela me disse! que simplicidade! que</p><p>dignidade!... Ela me disse: Merci, mon colonel!</p><p>2</p><p>1</p><p>Madame, je vous aime.: Senhora, eu a amo.</p><p>2</p><p>Merci, mon colonel!: Obrigada, meu coronel!</p><p>(Paulo Mendes Campos. Balé do pato, 2012.)</p><p>O termo que qualifica o substantivo na expressão “devoção ardente” (5</p><p>o</p><p>parágrafo) tem sentido oposto</p><p>ao termo que qualifica o substantivo em:</p><p>a) “eterno pensamento” (1</p><p>o</p><p>parágrafo).</p><p>b) “incômodo exercício” (1</p><p>o</p><p>parágrafo).</p><p>c) “santo ódio” (1</p><p>o</p><p>parágrafo).</p><p>d) “máscara serena” (5</p><p>o</p><p>parágrafo).</p><p>e) “coisa indescritível” (5</p><p>o</p><p>parágrafo).</p><p>Questão 90: AVANÇASP -</p><p>O que uma menina de 9 anos tem a nos ensinar sobre propósito?</p><p>Encontrar um propósito através do qual se consiga</p><p>deixar sua marca no mundo ou um sentido para</p><p>aquilo que se faz todos os dias tornou-se um</p><p>fenômeno.</p><p>Luciana Rodrigues 6 de abril de 2022</p><p>Em uma das despretensiosas conversas que tive com a Isadora, minha filha de 9 anos, ela soltou, como</p><p>quem não quer nada: “Sabia que todo mundo quer ser lembrado?”. Sem entender muito bem como ela</p><p>tinha chegado a essa conclusão, pedi-lhe para que me contasse um pouco mais sobre essa sua</p><p>observação.</p><p>“Quando eu crescer, quero abrir um café. Acho triste passar pelo mundo sem deixar alguma coisa para</p><p>as pessoas lembrarem da gente”. Mesmo sem saber ao certo de onde veio essa inspiração repentina,</p><p>confesso que meu lado mãe-fã-número-um ficou super orgulhoso.</p><p>Indo além das paredes do meu apartamento, encontrar um propósito, através do qual se consiga, de</p><p>fato, deixar sua marca no mundo – como sonha a Isadora –, ou ainda, conseguir um sentido para aquilo</p><p>que se faz todos os dias, tornou-se um fenômeno que une de tech-nerds do Vale do Silício a</p><p>profissionais dos mais variados cargos e salários pelo Brasil e o mundo. Obviamente, isso só é possível</p><p>quando a base da Pirâmide de Maslow (lembra dela?) está muito bem estabelecida.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Nos EUA, existe até um nome para esse movimento: “The Great Resignation” ou “A Grande Demissão”.</p><p>Segundo o U.S. Department of Labor, só no último mês de fevereiro, 4,4 milhões de americanos</p><p>deixaram seus empregos formais. Os motivos para esses números vão do desejo de fazer mudanças</p><p>drásticas na carreira à necessidade de largar a profissão para cuidar de crianças ou parentes idosos.</p><p>Além de sintomas típicos dos tempos atuais, como o burnout e o sentimento de abismo existente entre</p><p>o que as pessoas acreditam e os valores do seu empregador.</p><p>Os números não afirmam, categoricamente, qual é o principal fator para essa debandada de</p><p>trabalhadores, mas uma coisa é certa: para milhões de pessoas ao redor do mundo, a pandemia veio</p><p>para rever suas prioridades. A remuneração deixa de ser o fator decisivo para a permanência em um</p><p>emprego, ganhando relevância questões que, há poucos anos, ficavam em segundo plano, como</p><p>modelos híbridos e flexíveis de trabalho, tempo gasto em deslocamentos, equilíbrio maior entre vida</p><p>pessoal x trabalho, e até mesmo afinidade com o propósito da empresa.</p><p>Para Ariana Huffington: “A Grande Demissão na verdade é uma Grande Reavaliação.</p><p>O que as pessoas</p><p>estão abandonando é uma cultura de esgotamento e uma definição quebrada de sucesso. Ao deixar</p><p>seus empregos, as pessoas estão afirmando seu desejo por uma maneira diferente de trabalhar e</p><p>viver”.</p><p>Conheci uma dessas histórias de perto, em um dos encontros mensais que organizo na empresa em que</p><p>atuo como CEO. A ideia dos bate-papos é trazer novos repertórios para dentro da nossa rotina de</p><p>trabalho, com convidados que, à primeira vista, não têm nada a ver com o nosso “core-business”, mas</p><p>que ajudam imensamente a furar a bolha em que vivemos.</p><p>Um desses convidados foi uma enfermeira. Uma mulher muito culta, expansiva e encantadora que, no</p><p>alto dos seus 30 anos, decidiu dar uma guinada em sua vida. Depois de um período sabático pela</p><p>América Latina, decidiu abandonar uma carreira bem-sucedida na área do entretenimento e estudar</p><p>enfermagem. Uma profissão com menos perspectivas financeiras, mas completamente alinhada com o</p><p>seu chamado.</p><p>“Para alguns, hospital significa morte. Para mim, é sinônimo de vida”. Essa foi uma das frases ditas</p><p>por ela que mais me impactou em seu depoimento, e que, por semanas, me fez refletir sobre sua</p><p>história de coragem e seu olhar transformador.</p><p>Mas não espere respostas certas nos momentos certos. Cada um tem seu tempo e suas formas de</p><p>encontrá-las. Sabemos tão pouco sobre nós. Por isso, investir seu tempo (que também é dinheiro) em</p><p>coisas que ninguém pode tirar de você, como autoconhecimento, é a decisão mais sábia que você pode</p><p>tomar. É um processo transformador, que envolve desconforto, mas que vai te colocar numa posição</p><p>de maior controle das suas emoções.</p><p>Não passe uma vida inteira esperando algo que ninguém jamais poderá lhe oferecer.</p><p>E, se eu pudesse dar mais uma dica, seria: assim como no mercado financeiro, nunca invista todo seu</p><p>patrimônio em só um ativo. Não fique esperando que o trabalho supra todas as suas necessidades.</p><p>Encontre um hobby. Dedique-se a um trabalho voluntário. Seja mentor de um jovem aprendiz. Ou,</p><p>então, coloque no papel um plano para daqui a 2 anos e persiga-o incansavelmente.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Talvez “A Grande Demissão” seja um movimento coletivo de pessoas querendo encontrar seu</p><p>verdadeiro propósito aqui na Terra. Ou, talvez, uma oportunidade para que consigam usar suas</p><p>histórias para dar sentido às próprias vidas. Mas também pode ser apenas o reflexo de dois anos</p><p>trancados em casa, e o desejo por uma mudança, seja ela qual for.</p><p>Na animação da Pixar “Viva – A Vida é uma Festa”, de que aliás, a Isadora é fã, é contada a história do</p><p>“Dia de Los Muertos”, típica tradição mexicana de celebração aos que se foram. Diz-se que, após a</p><p>morte de uma pessoa, ela vai para o mundo dos mortos e permanece lá apenas enquanto os vivos</p><p>ainda se lembrarem dela. Quando for esquecida, aí, sim, será seu verdadeiro fim.</p><p>Não posso afirmar que veio daí a inspiração para a reflexão inicial da Isa, mas a conversa, que</p><p>começou com uma questão existencial, terminou com: “Mamãe, qual é o sentido da vida?”. Dei a</p><p>última mordida no pão de queijo e respondi: “Isa, que tal fazermos um brigadeiro?”</p><p>Luciana Rodrigues é CEO da Grey Brasil, conselheira do</p><p>board da Junior Achievement, membro do conselho da</p><p>Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e do comitê</p><p>estratégico de presidentes da Amcham.</p><p>Vocabulário:</p><p>• tech-nerds: estudiosos de tecnologia.</p><p>• CEO: diretor executivo.</p><p>• core-business: negócios principais.</p><p>• burnout: síndrome de esgotamento mental no trabalho.</p><p>• hobby: passatempo, atividade para lazer.</p><p>RODRIGUES, Luciana. O que uma menina de 9 anos tem a</p><p>nos ensinar sobre propósito? Forbes Brasil, 06 de</p><p>abril de 2022. Colunas. Disponível em:</p><p>https://forbes.com.br/coluna/2022/04/luciana-rodrigues-o-</p><p>que-uma-menina-de-9-anos-tem-a-nos-ensinar-sobre-</p><p>proposito/.</p><p>No trecho “A ideia dos bate-papos é trazer novos repertórios para dentro da nossa rotina de trabalho</p><p>[...]”, o plural do substantivo composto assinalado se justifica da forma que ele foi feito, pois</p><p>a) a primeira palavra é um verbo, que não recebe plural em –s, e a segunda é um pronome, que</p><p>apresenta plural em –s.</p><p>b) ambas as palavras são verbos, portanto o plural é marcado apenas em um deles.</p><p>c) a primeira palavra é um verbo, que não recebe plural em –s, e a segunda é um substantivo, que</p><p>apresenta plural em –s.</p><p>d) ambas as palavras são substantivos, portanto o plural é marcado em apenas um deles.</p><p>e) a primeira palavra é um advérbio, que não se flexiona, e a segunda é um adjetivo, que recebe</p><p>plural em –s.</p><p>Questão 91: FEPESE - Assinale a alternativa em que todos os substantivos são femininos, segundo a</p><p>norma culta.</p><p>a) quilograma / cal / dogma / herpes</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>b) saúde / dinamite / omoplata / alface</p><p>c) ferrugem / amidalite / dilema / pane</p><p>d) telefonema / pijama / testemunha / sósia</p><p>e) televisão / hematoma / pernoite / idioma</p><p>Questão 92: FEPESE - Assinale a alternativa em que todos os plurais estejam corretos.</p><p>a) a atriz (as atrizes) / o limão (os limões) / o pires (os pireses)</p><p>b) o cidadão (os cidadões) / a religião (as religiões) / o lápis (os lápis)</p><p>c) o atum (os atums) / o mel (os méis) / a mãe (as mães)</p><p>d) o ônibus (os ônibus) / o mal (os males) / o fóssil (os fósseis)</p><p>e) a guardiã (as guardiãs) / o pão (os pãos) / o atlas (os atlas)</p><p>Questão 93: AVANÇASP - Indique, dentre as opções abaixo, o substantivo coletivo que pode ser</p><p>usado para descrever um grupo de cachorros:</p><p>a) matilha</p><p>b) manada</p><p>c) vara</p><p>d) cáfila</p><p>e) cardume</p><p>Questão 94: AVANÇASP - Indique, dentre as opções abaixo, o substantivo coletivo que pode ser</p><p>usado para descrever um grupo de peixes:</p><p>a) cardume</p><p>b) manada</p><p>c) vara</p><p>d) cáfila</p><p>e) matilha</p><p>Questão 95: FEPESE - Assinale a alternativa em que todos os substantivos são do gênero feminino.</p><p>a) cal • poema • aldeia</p><p>b) alface • derme • diploma</p><p>c) saca-rolhas • freira • poesia</p><p>d) aguardente • ré • patinete</p><p>e) pijama • maracujá • grana</p><p>Questão 96: FEPESE - Assinale a alternativa correta quanto ao plural dos substantivos.</p><p>a) O plural de pão é pãos.</p><p>b) O plural de fóssil é fóssils.</p><p>c) O plural de anzol é anzols.</p><p>d) O plural de xerox é xeroxes.</p><p>e) O plural de convés é conveses.</p><p>Questão 97: FEPESE - Esquadrilha é o coletivo de:</p><p>a) aviões.</p><p>b) navios.</p><p>c) bandidos.</p><p>d) soldados.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>e) lobos.</p><p>Questão 98: Instituto Consulplan -</p><p>O professor do futuro</p><p>O professor do futuro (e do sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa (e até faz</p><p>passar...), mas a alma que permanece.</p><p>Deve ensinar, não a única resposta certa em meio à múltipla desescolha, mas a capacidade de cometer</p><p>erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.</p><p>Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o</p><p>matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.</p><p>Transmitir, não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por</p><p>conta própria, de usar a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.</p><p>O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos</p><p>os caminhos.</p><p>O verdadeiro professor é um inspirador.</p><p>Suas aulas são poéticas, proféticas.</p><p>Não hipnotizam, acordam. Não cansam, desafiam. Não anestesiam, fazem refletir.</p><p>(Gabriel Perissé. Projeto DOSVOX – NCE/UFRJ. Matéria publicada em</p><p>01/09/2002. Edição nº 37. Adaptado.)</p><p>Substantivos são palavras que se referem aos nomes. Afinal, todos os seres, objetos, fenômenos e</p><p>lugares que nos cercam são nomeados por algum termo. Considerando que eles podem variar em</p><p>gênero (feminino</p><p>e masculino), trata-se de palavra transcrita do texto que se apresenta no feminino:</p><p>a) alma</p><p>b) amor</p><p>c) professor</p><p>d) conhecimento</p><p>Questão 99: Marinha - Leia o texto abaixo e responda à questão.</p><p>SER AUTOR</p><p>Escrever é difícil? Parece que sim, a julgar pelo que ouço de pessoas muito diversas, até mesmo de</p><p>escritores. Imagine para os pobres mortais! E, sobretudo, acrescentaria, numa sociedade que se julga</p><p>e é julgada por não saber, em geral, escrever. Até mestrandos e doutorandos, vejam só, recorrem a</p><p>colegas, selecionados da área de Letras, que supõem "saber português", para uma boa revisão do que</p><p>rascunharam em seus trabalhos acadêmicos.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>No meu tempo de docência universitária, ouvia, frequentemente, alunos comentarem que concluiriam</p><p>o curso sem saberem escrever, que o português era difícil, com muitas regras e exceções! Tomava</p><p>fôlego, quando este comentário era feito em sala de aula e, como quem não quer nada, indagava</p><p>informalmente a um aluno: Por que você acha que não sabe português e que nossa(!) língua é difícil?</p><p>Resposta invariável: Não domino bem estas classificações gramaticais e tenho também meus vaciles</p><p>quanto ao uso da norma culta! Veja a gramática do inglês Bem mais simples, não? Então, você escreve</p><p>bem textos em inglês? É, mais ou menos ...</p><p>Respiro fundo. Me lembro logo do Mário Quintana em situação semelhante: "Um dia de espantos, hoje.</p><p>Conversando com uma rapariga em flor, estudante, queixa-se ela da · dificuldade da língua</p><p>portuguesa, espanto-me: Mas como pode ser difícil uma língua em que você está falando comigo há</p><p>dez minutos com toda a facilidade? Ela ficou espantada."</p><p>Meus espantos eram frequentes ... Ainda são! A escora, embora queiram alguns tampar o sol com a</p><p>peneira, estimula a cultura do erro, contribuindo muito, e desde cedo, para perpetuar esta avaliação</p><p>de que a língua é difícil, de que escrever "um texto correto" então nem se falai Basta uma</p><p>concordância, uma regência, "as sintaxes de exceção" ...</p><p>Passava para os meus alunos testemunhos de alguns escritores, valorizados como tais, o de Rache[ de</p><p>Queiroz, por exemplo: Se eu dependesse, afirmava, para escrever, do domínio dos nomes tão</p><p>complicados presentes no ensino da língua (ela se divertia), eu não poderia ser escritora. Como é</p><p>mesmo? Oração reduzida de gerúndio? Sujeito inexistente? Substantivo epiceno?, caçoava. E ela,</p><p>acrescento, mesmo pela fala da narradora, nem sempre se vale da língua bem comportada.</p><p>Escrever, na verdade, ainda que adotado certinho o português que é ensinado, exige bem mais da</p><p>gente: o conhecimento do real, a ordenação das ideias, o domínio do gênero textual, a intenção</p><p>comunicativa ... Muitos outros conhecimentos, enfim! A vivência dos bancos escolares prossegue</p><p>atuante pela vida afora, qual uma corrente. Nos tornamos adultos, com curso superior, e carentes</p><p>ainda de um professor, por perto, para nos corrigir! Não dá para entender, dá? Só os escritores ( e,</p><p>atualmente, nem todos, nem todos ... ) e os que se arvoram em conhecedores da língua escapam de</p><p>uma avaliação severa. Ela língua difícil! Eta sociedade que fica então a afrontar o uso da língua</p><p>legitimado pelas autor(idades)!</p><p>Como ficar seguro de se assumir como autor, na escola e na vida, com tanto isto não pode, isto deve</p><p>ser evitado, isto afronta as leis da língua, isto é de emprego não referendado pelos escritores (quais,</p><p>na verdade?), isto, tenham paciência, é lá português? Perguntinha tola que me fica incomodando</p><p>(gosto de me complicar . neurose? • com indagações perturbadoras): que língua falam todos os</p><p>brasileiros (e são tantos!) sem escolaridade?</p><p>Fui a uma boa papelaria comprar um cartão para escrever a uma amiga, que aniversariava. Em minha</p><p>procura, fui me dando conta de que eu só selecionava cartões com ilustrações de gosto duvidoso para</p><p>mim: em geral, multicoloridas, florezinhas que estressavam o cartão, com variedade nas partes</p><p>externa e interna deles, borboletas estilizadas então, em quase todos... E as mensagens? Sem erros</p><p>gramaticais, diga-se logo! Mas que mensagens tolas, com palavras ou expressões mais que gastas, ou,</p><p>ao contrário, meio solenes, com a pretensão, talvez, de darem ao texto certo sabor literário. Estas</p><p>mensagens pouco variavam. Pudera!, eram impessoais. Onde o autor?</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Sempre considerei que a vida, asseguradas certas igualdades, está na diferença. Uma palavra</p><p>diferente pode nos proporcionar uma esperança nova. Indaguei a um funcionário da papelaria se não</p><p>havia cartão, desses duplos, sem mensagem, e que a ilustração, caso existente, fosse sóbria (</p><p>empreguei outra palavra, mais corrente, na ocasião). Não tinha, me respondeu. Coube, então, ao</p><p>atendente me perguntar: Por que quer escrever a mensagem? Que trabalho! Já estão prontas em todos</p><p>estes cartões daqui!</p><p>Capitulei. A sociedade, de modo geral, quer mesmo textos prontos e quase iguais. Reflexo mais</p><p>evidente de gente que não está habituada a pensar, que acha que não pode ser autora nem de uma</p><p>frasezinha (para que se expor assim à avaliação de um professor por aí?). Pego um destes cartões: "os</p><p>primeiros raios de sol", "iluminem seu coração", "fazer seus pensamentos brilharem" ... Positivamente</p><p>não imagino uma criança ou um jovem como autor destas expressões. Para um adulto ser o</p><p>destinatário, iriam pensar, iriam sim!, que ele as copiou justamente de um cartão destes, que já</p><p>gozam de certa tradição, não se pode enganar!</p><p>No fundo mesmo, continuidade de uma rotina escolar antiga, em que o estudante, raramente, se</p><p>sente autor do que escreve. Ouvi ou li outro dia o comentário pertinente que na escola se faz muita</p><p>redação, mas se escreve pouco. Diria, que, sobretudo, quando se espera que, no texto, se crie um</p><p>clima afetivo, com reticências, exclamações, interrogações. A escora se apresenta como a escola do</p><p>ponto, fundamentalmente. Afinar, quase sempre, o interlocutor do aluno, - um interiocutor potente! -</p><p>, é o professor. Todo cuidado é pouco ... não é? Por isso, muitas vezes, a presença, em textos</p><p>escolares, de palavras com paletó e gravata, ainda que empregadas inadequadamente.</p><p>O Manoel de Barros tem razão: Língua solene é coisa de políticos e advogados. É preciso ir ao</p><p>encriançamento das palavras, palavras-brinquedo, palavras bolhas-de-sabão... Em certas situações,</p><p>naturalmente. Com crianças então! Para festejar o aniversário de uma amiga, por que, num cartão,</p><p>não começar a ser autor com um singelo, mas carinhoso "Gosto de você" ou num torpedo com um</p><p>sempre bem recebido "Um beijo, minha amiga". Garantia assegurada de autoria textual! E de</p><p>afetividade ...</p><p>Fonte: UCHÔA, Carlos Eduardo Falcão. A vida e o tempo em tom de conversa: crônicas de um professor de linguagem. 1ª ed. Rio de</p><p>Janeiro: Odisseia, 2013, p. 141-145. (Texto adaptado)</p><p>Observe o trecho:</p><p>"Como é mesmo? Oração reduzida de gerúndio? Sujeito inexistente? Substantivo epiceno?, caçoava."</p><p>(5º§)</p><p>Assinale a opção em que o termo destacado nos trechos abaixo é um substantivo epiceno.</p><p>a) "Garantia assegurada de autoria textual!" (12°§)</p><p>b) "Até mestrandos e doutorandos, vejam só, recorrem a colegas, selecionados da área de Letras,</p><p>que supõem 'saber português'[ ... ]" (1°§)</p><p>c) "A vivência dos bancos escolares prossegue atuante pela vida afora, qual uma corrente." (6°§)</p><p>d) "[ ... ] em geral, multicoloridas, florezinhas que estressavam o cartão, com variedade nas partes</p><p>externa e interna deles, borboletas estilizadas então, em quase todos ... " (8°§)</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>e) "No meu tempo de docência universitária, ouvia, frequentemente, alunos comentarem que</p><p>concluiriam o curso sem saberem escrever[ ... ]" (2°§)</p><p>Questão 100:</p><p>FGV - O diminutivo em língua portuguesa mostra valores variados.</p><p>Assinale a frase abaixo em que o diminutivo tem valor afetivo.</p><p>a) Nesse frio, bom mesmo é um cobertorzinho amigo.</p><p>b) O governo deseja que a inflação vá embora depressinha.</p><p>c) O deputado mostrava em seu pulso um reloginho barato.</p><p>d) Na Europa ocorre agora uma guerrinha suja.</p><p>e) A mobília da boneca tinha apenas duas cadeirinhas.</p><p>Questão 101: Instituto Consulplan - Texto</p><p>Teatro</p><p>Apesar de não existirem registros históricos do surgimento da arte do teatro, algumas hipóteses dão</p><p>conta de que a arte de representar nasceu da sua própria essência, que é a mímesis (do grego</p><p>mimésis), que significa imitação. Foi imitando os animais, mostrando os dentes, batendo palmas, que</p><p>os humanos da Pré-história aprenderam a arte de representar. Acreditamos que assim agiam em</p><p>adoração aos seus deuses, nos rituais, nas danças para o fogo ou para a chuva. Ou também como</p><p>demonstração de superioridade pelo macho dominante sobre os machos do grupo, impondo respeito,</p><p>medo e aceitação.</p><p>A arte do teatro é construída pela fantasia de uma história, pela representação de um ator e pela</p><p>assistência de uma plateia. É como num jogo, muito parecido com o mundo real. Essa arte evoluiu</p><p>com a humanidade. O teatro, como o conhecemos hoje, teve seus primeiros registros na Grécia</p><p>Antiga.</p><p>(BELLO, Paulo. Trilha 2. Teatro. Digital arte: color. Curitiba. Adaptado.)</p><p>O substantivo é a classe gramatical que dá nome a seres, coisas, espaços, sentimentos etc.</p><p>Considerando a flexão do gênero do substantivo, trata-se de substantivo masculino citado no texto:</p><p>a) arte</p><p>b) teatro</p><p>c) essência</p><p>d) humanidade</p><p>Questão 102: FGV - Entre as opções abaixo, aquela em que o aumentativo sublinhado perdeu o valor</p><p>de aumentativo, designando uma outra realidade, é:</p><p>a) O turista usava um casacão, que chegava aos joelhos.</p><p>b) O professor não aceitava palavrão em sala de aula.</p><p>c) O mendigo devorou um pratão de comida.</p><p>d) Havia um cadeirão antigo no canto da sala.</p><p>e) Um paredão separava os dois pátios de prisioneiros.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 103: IBFC - Texto</p><p>Uma câmera na mão e uma pergunta na cabeça: “Como seria a vida dos cães de moradores de rua?”</p><p>Foi assim que o inquieto e curioso fotógrafo Edu Leporo, de São Paulo, especialista em retratos de</p><p>animais em estúdio, iniciou sua nova jornada rumo à solidariedade.</p><p>Voltando de um trabalho, encontrou uma família de moradores de rua com três cães. Abordou-os e, no</p><p>fim dos breves cliques, descobriu que o casal estava indo para a avenida Paulista. “Vão fazer o que</p><p>lá?”, perguntou Leporo. “Vamos ao McDonald’s. Nossos cachorros gostam do sorvete de lá”, contou a</p><p>dupla, que dividia o pouco que arrecadava com a venda de latinhas de alumínio com os seus bichinhos.</p><p>Era 2012 e aquela experiência nunca mais sairia da memória do fotógrafo. Tanto que a descoberta</p><p>deste universo de afeto e respeito tornou-se combustível para o Moradores de Rua e Seus Cães (MRSC),</p><p>projeto que nasceu oficialmente em 2015, também na capital paulista.</p><p>Uma foto daquela dupla com seus cães foi publicada nas redes sociais de Leporo, gerando imenso</p><p>interesse e comoção. O fotógrafo notou que, além de elogiar a beleza do clique, havia quem quisesse</p><p>saber mais sobre os bastidores daquela imagem.</p><p>Era isso! Para dar visibilidade àquelas pessoas e a seus cães, alvos de inúmeros preconceitos, era</p><p>preciso narrar as suas histórias. E foi assim, de clique em clique, que Leporo observou que, onde falta,</p><p>por vezes comida e cobertor, transbordam amor e companheirismo.</p><p>“Um cachorro é, às vezes, o único vínculo que o morador de rua consegue ter com a sociedade. É com</p><p>ele que tem amor, carinho e respeito”, afirma o fotógrafo, que já se deparou com histórias como a de</p><p>seu José, morador da praça João Mendes, na região central de São Paulo, que viveu mais de 45 anos</p><p>nas ruas, 14 deles ao lado do pequeno Duque. [...]</p><p>(Revista Ocas, edição nº119, 2019)</p><p>Considere o fragmento abaixo.</p><p>“onde falta, por vezes comida e cobertor, transbordam amor e companheirismo” (5º§)</p><p>“comida/cobertor” e “amor/companheirismo” formam pares de substantivos que, respectivamente,</p><p>classificam-se como concretos e abstratos. No texto, revelam uma oposição que é mais bem</p><p>representada pelas seguintes ideias:</p><p>a) materialidade e afetividade.</p><p>b) pobreza e riqueza.</p><p>c) saúde e doença.</p><p>d) essencial e supérfluo.</p><p>Questão 104: Instituto Consulplan - Texto</p><p>Uma foca solitária</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Perdi a hora no quinto dia e acordei surpreso. Um raio de sol entrava pela janelinha. Ao sair, não</p><p>queria crer nos meus olhos: “navegando em mar de azeite”, diria mais tarde pelo rádio. Sem um pingo</p><p>de vento, ou um centímetro de onda sequer, era difícil imaginar que fosse o mesmo Atlântico de uns</p><p>dias atrás. Mais que tudo, era surpreendente o silêncio, a sensação de vácuo nos ouvidos, depois de</p><p>quatro dias ensurdecedores. Podia, finalmente, sentir o barco andar com a força de minhas remadas,</p><p>e ouvir o ruído da proa deslizando para longe da África.</p><p>Uma nova gaivota me fazia companhia. Muito engraçada, chegou a me pregar alguns sustos com seus</p><p>grunhidos que pareciam vozes humanas a distância. Pousada na água, esperava que eu passasse junto</p><p>dela e, quando me afastava, levantava voo e pousava mais à frente, exatamente por onde eu voltaria</p><p>a passar.</p><p>Divertida brincadeira que me distraía enquanto atravessava horas seguidas de trabalho. Encerrei o dia</p><p>com uma anotação no diário: “O mais belo pôr do sol da história”.</p><p>(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo:</p><p>Companhia das Letras, 2005. Adaptado.)</p><p>Substantivo é a classe de palavras usada para dar nome aos seres, objetos, fenômenos, lugares,</p><p>qualidades, ações, dentre outros. Considerando que, quanto ao gênero, os substantivos podem ser</p><p>classificados em masculinos e femininos, trata-se de substantivo feminino transcrito do texto:</p><p>a) vento</p><p>b) gaivota</p><p>c) silêncio</p><p>d) pôr do sol</p><p>Questão 105: FGV - Entre as opções abaixo, assinale aquela em que o aumentativo sublinhado</p><p>perdeu o valor de aumentativo, designando uma outra realidade.</p><p>a) O entregador tocou a campainha e ficou esperando no portão.</p><p>b) O fazendeiro tinha um cachorrão para vigiar a plantação.</p><p>c) O panelão da feijoada já estava sobre o fogão.</p><p>d) O apartamento tinha um varandão na frente.</p><p>e) Na parte de trás, havia um terrenão para o plantio de frutas.</p><p>Questão 106: IDECAN -</p><p>Furacão Ian: por que água da Baía de Tampa recuou antes da chegada da tempestade</p><p>O poderoso furacão Ian não só levou ventos e chuvas fortes para a costa oeste da Flórida, como</p><p>também causou um fenômeno curioso conhecido como maré de tempestade reversa ou negativa.</p><p>Isso fez com que a água do mar desaparecesse da Baía de Tampa e de outras áreas na manhã de</p><p>quarta-feira (28 de setembro), pouco antes de o ciclone de categoria 4 atingir terra firme com ventos</p><p>de até 240 km/h.</p><p>Fotos publicadas nas redes sociais mostravam a areia molhada da baía que restou, uma vez que a água</p><p>“desapareceu”. Várias pessoas que passavam por ali se aventuraram a se aproximar e caminhar sobre</p><p>as algas que ficaram expostas.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (EUA) compartilhou uma imagem do ocorrido,</p><p>emitindo um alerta. “Nota importante: a água vai voltar. Não tente caminhar ali, nem em qualquer</p><p>outro lugar em que a água tenha recuado”.</p><p>Mais tarde, a água não só retornaria, como voltaria com ondas “catastróficas”, conforme o Centro</p><p>Nacional de Furacões havia alertado.</p><p>A última vez que uma maré de tempestade negativa foi registrada em Tampa foi em 2017, durante a</p><p>passagem do furacão Irma, que</p><p>também atingiu os EUA com categoria 4. Para entender por que isso</p><p>acontece, é preciso prestar atenção em diversos fatores, como a estrutura do furacão e seus ventos.</p><p>Os ventos dos ciclones tropicais, quando se formam ao norte do Equador, circulam no sentido</p><p>anti-horário, ou seja, da direita para a esquerda.</p><p>A costa oeste da Flórida está localizada na direção oposta da rotação do ciclone. Por isso, nas áreas ao</p><p>norte do furacão, isso faz com que a água recue para o oceano devido à força dos ventos. Em</p><p>contrapartida, nas áreas ao sul, os ventos do ciclone fazem com que a água do oceano entre em forma</p><p>de maremoto.</p><p>De acordo com o meteorologista José Álamo, do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA, quando a</p><p>maré de tempestade negativa acontece, costuma haver uma “maré baixa” antes da chegada do</p><p>ciclone. “Quando a água recua, significa que o furacão está a caminho”, diz ele. No entanto, o próprio</p><p>movimento dos ventos do furacão, ao se deslocar por uma área, leva a uma mudança de direção: o</p><p>que estava indo em uma direção, quando o ciclone muda de posição, retorna no sentido oposto.</p><p>Então, quando a área que estava ao norte do furacão passa a se encontrar ao sul, acontece o mesmo,</p><p>mas na direção oposta.</p><p>É o que chamamos de ressurgência ou inundação costeira do furacão. Também acontece quando o</p><p>furacão se afasta do local em que as águas recuaram, uma vez que estas podem retornar lentamente,</p><p>à medida que o sistema tropical deixar a área.</p><p>Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63072324. Acesso em: 29 ago. 2022. (Adaptado.)</p><p>Em Língua Portuguesa, o plural dos substantivos terminados em ão são formados de três maneiras.</p><p>Assinale a alternativa em que as palavras elencadas seguem a mesma regra.</p><p>a) capitão; posição</p><p>b) bênção; rotação</p><p>c) furacão; vulcão</p><p>d) atenção; pão</p><p>e) posição; órfão</p><p>Questão 107: IBFC - Analise cuidadosamente todos os substantivos grafados abaixo e quanto a sua</p><p>classificação, assinale a alternativa que os apresenta incorretamente.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>I. Guarda-chuva.</p><p>II. Girassol.</p><p>III. Café.</p><p>IV. Cafeteira.</p><p>a) Guarda-chuva é um substantivo composto.</p><p>b) Girassol é um substantivo simples.</p><p>c) Café é um substantivo primitivo.</p><p>d) Cafeteira é um substantivo derivado</p><p>Questão 108: IBFC - Texto</p><p>Saímos de Manaus numa lancha pequena, e no meio da manhã navegamos no coração do arquipélago</p><p>das Anavilhanas. A ânsia de encontrar Dinaura me deixou desnorteado. A ânsia e as lembranças da Boa</p><p>Vida. A visão do rio Negro derrotou meu desejo de esquecer o Uaicurapá. E a paisagem da infância</p><p>reacendeu minha memória, tanto tempo depois.</p><p>Costelas de areia branca e estriões de praia em contraste com a água escura; lagos cercados por uma</p><p>vegetação densa; poças enormes, formadas pela vazante, e ilhas que pareciam continente. Seria</p><p>possível encontrar uma mulher naquela natureza tão grandiosa? No fim da manhã alcançamos o Paraná</p><p>do Anum e avistamos a ilha do Eldorado. O prático amarrou os cabos da lancha no tronco de uma</p><p>árvore; depois procuramos o varadouro indicado no mapa. A caminhada de mais de duas horas na</p><p>floresta foi penosa, difícil. No fim do atalho, vimos o lago do Eldorado. A água preta, quase azulada. E</p><p>a superfície lisa e quieta como um espelho deitado na noite. Não havia beleza igual. Poucas casas de</p><p>madeira entre a margem e a floresta. Nenhuma voz. Nenhuma criança, que a gente sempre vê nos</p><p>povoados mais isolados do Amazonas. O som dos pássaros só aumentava o silêncio. Numa casa com</p><p>teto de palha pensei ter visto um rosto. Bati à porta, e nada. Entrei e vasculhei os dois cômodos</p><p>separados por um tabique1 da minha altura.</p><p>Um volume escuro tremia num canto. Fui até lá, me agachei e vi um ninho de baratas-cascudas. Senti</p><p>um abafamento, o cheiro e o asco dos insetos me deram um suadouro. Lá fora, a imensidão do lago e</p><p>da floresta.</p><p>E silêncio. Aquele lugar tão bonito, o Eldorado, era habitado pela solidão. No fim do povoado</p><p>encontramos uma casa de farinha. Escutamos uns latidos; o prático apontou uma casa na sombra da</p><p>floresta. Era a única coberta de telhas, com uma varanda protegida por treliça de madeira e uma lata</p><p>com bromélias ao lado da escadinha. Um ruído no lugar. Na porta vi o rosto de uma moça e fui sozinho</p><p>ao encontro dela. Escondeu o corpo e eu perguntei se morava ali.</p><p>(HATOUM, Milton. Órfãos do Eldorado. São Paulo:</p><p>Companhia das Letras, 2008, p.101-102)1 divisória, tapume</p><p>O plural dos substantivos compostos, comumente, provoca dúvidas em relação ao seu correto</p><p>emprego.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Dentre as alternativas abaixo, assinale a palavra que, como “baratas-cascudas”, tem seu plural</p><p>formado pela flexão dos dois termos.</p><p>a) guarda-roupa.</p><p>b) quinta-feira.</p><p>c) alto-falante.</p><p>d) reco-reco.</p><p>Gabarito</p><p>1) A 2) A 3) B 4) C 5) D 6) C 7) B 8) A 9) D 10) C 11) A 12) C 13) E 14) D 15) B 16) D 17) A 18) D 19) D</p><p>20) C 21) D 22) Anulada 23) Anulada 24) B 25) A 26) B 27) D 28) B 29) C 30) D 31) B 32) B 33) A 34)</p><p>A 35) C 36) C 37) C 38) A 39) C 40) D 41) D 42) B 43) A 44) A 45) D 46) Certo 47) Errado 48) B 49) B</p><p>50) D 51) C 52) A 53) B 54) A 55) B 56) C 57) D 58) D 59) C 60) C 61) D 62) B 63) D 64) B 65) B 66) B</p><p>67) C 68) Anulada 69) D 70) D 71) C 72) D 73) C 74) E 75) A 76) E 77) E 78) D 79) B 80) B 81) A 82) A</p><p>83) D 84) B 85) A 86) D 87) C 88) C 89) D 90) E 91) B 92) D 93) A 94) A 95) D 96) E 97) A 98) A 99) D</p><p>100) A 101) B 102) B 103) A 104) B 105) A 106) C 107) B 108) B</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>usado por mais de 50.000 famílias na Espanha, explica que “Muitas crianças notarão que lhes falta</p><p>algo, as relações são construídas com olhares, com empatia, com relação física e isso a tela não lhes</p><p>dá, então é aí que devemos provocar o processo de desconexão”.</p><p>Mas o fato de que as tecnologias sejam usadas mais do que antes ou que crianças e adolescentes</p><p>relutem em largar a tela não significa que sejam viciados. O psicólogo Garicoitz Mendigutxia, diretor</p><p>do programa Suspertu, para a prevenção de dependências do Projeto Hombre Navarra, esclarece que,</p><p>para que seja considerada uma dependência, ou melhor, um “uso conflitivo das tecnologias”, estas</p><p>devem lhes subtrair tempo e inclusive dinheiro de outras atividades da vida. “Deve haver situações de</p><p>isolamento social, afetando sua dinâmica de vida ―por exemplo, que a família não possa sair para</p><p>jantar porque o filho prefere ficar conectado―, só se relacionam com as redes ou têm problemas e</p><p>conflitos familiares ou porque ficam conectados a noite toda e isso afeta o desempenho escolar”,</p><p>explica o psicólogo. Se não for esse o caso, o plano de ação funcionará mais facilmente.</p><p>Etapa 2. Fale com as crianças e defina os limites para a desconexão progressiva</p><p>Educadores, psicólogos e especialistas em dependência concordam que esses hábitos saudáveis devem</p><p>começar quando as crianças passam a ter acesso às telas: é preciso sentar para conversar com elas e</p><p>estabelecer os limites de uso, tempos, horários e espaços.</p><p>María Guerrero acredita que é preciso recorrer a argumentos científicos e explicar-lhes que as telas</p><p>podem prejudicar a saúde. Os especialistas em visão alertaram para um agravamento da saúde visual</p><p>em grande escala durante o confinamento e a Fundação Pau Gasol afirma que a Espanha é a líder</p><p>europeia em obesidade infantil. O excesso de telas gera estresse, irritabilidade, isolamento e</p><p>depressão... E ressalta: “Proibir é inútil, porque terão de usar a Internet para estudar, manter contato</p><p>com os colegas... E, quando proibimos totalmente algo, impedimos que nossos filhos aprendam a</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>estabelecer uma relação saudável e isso gera problemas mais graves a longo prazo, porque acaba se</p><p>tornando um objeto de grande desejo”.</p><p>Etapa 3. Aqui sim, agora sim</p><p>Os especialistas também propõem que os espaços e os momentos sejam limitados: “O celular ou o</p><p>tablet deve ser usado em um espaço comum da casa, não deve ser usado enquanto estivermos com a</p><p>família nas refeições e tampouco deixá-los sozinhos na Internet. Devemos estar ao lado deles,</p><p>supervisionando-os”, apontam. Os aplicativos de controle parental podem ajudar nesses limites: se o</p><p>dispositivo for desligado, eles não culpam os pais</p><p>(d)</p><p>e, além disso, as famílias podem monitorar o que</p><p>os filhos veem e conversar com eles sobre isso.</p><p>Também recomendam estabelecer tempos máximos de uso, dependendo da idade.</p><p>Embora Bruscas ressalte que não se trata tanto do tempo, mas da qualidade do que veem na rede. “Se</p><p>seu filho é fã de piano ou de programação e passa horas assistindo a tutoriais online, na realidade está</p><p>cultivando um hobby”, diz.</p><p>Etapa 4. Seja seu modelo</p><p>“Somos o que nossos pais nos ensinaram quando tentavam não nos ensinar nada”. Esta frase do</p><p>filósofo e escritor Umberto Eco é uma das favoritas do educador Francisco Castaño para explicar às</p><p>famílias que passam por seu consultório a importância do que mães e pais fazem nos processos</p><p>educacionais. “Os menores acabam fazendo o que os adultos fazem. Por isso a reflexão e o plano de</p><p>ação devem ser em família e com o compromisso de todos, de pais e mães, de preservar espaços sem</p><p>tecnologia”, conclui Castaño.</p><p>Etapa 5. Tempo juntos</p><p>Bruscas acredita que as telas nunca deveriam “substituir interações ricas com outras pessoas, com a</p><p>família ou com amigos”. Por isso propõe compartilhar esportes, passeios, atividades ao ar livre,</p><p>atividades domésticas, fazer refeições, tarefas de limpeza, organização da casa... “Fazer coisas com</p><p>elas também lhe dá motivo para falar e permite que você se aproxime das telas e veja em que seu</p><p>filho está interessado, conheça isso e o questione”, diz Mendigutxia, psicólogo do Projeto Hombre</p><p>Navarra.</p><p>O psicólogo e fundador da empresa, Joan Amorós propõe “uma hora da natureza para cada hora de</p><p>tela”. E em que se baseia essa recomendação? “Os ambientes naturais nos ajudam a descongestionar a</p><p>vista e a atenção que você presta a um estímulo tão forte e conciso quanto a tela. Oferecem estímulos</p><p>suaves, como o mar, as nuvens ou o pôr do sol, que atraem a atenção sem que tenhamos de estar</p><p>concentrados e isso permite descansar a mente do cansaço produzido pelas telas ou pelo trabalho”.</p><p>Disponível em: https://brasil.elpais.com/sociedade/2020-07-18/desligue-a-crianca-a-desconexao-</p><p>digital-em-cinco-etapas.html?rel=mas. Acesso em 28/11/2021.</p><p>Texto adaptado.</p><p>O termo destacado pertence à classe dos substantivos em:</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>a) “... da psicóloga María Guerrero um novo perfil de paciente...”.</p><p>b) “... hábitos sedentários com perda de massa muscular...”.</p><p>c) “... uma experiência realizada pela revista americana de pediatria ...”.</p><p>d) “... se o dispositivo for desligado, eles não culpam os pais...”.</p><p>Questão 12: OBJETIVA CONCURSOS - Em relação à flexão de grau dos substantivos, assinalar a</p><p>alternativa cuja palavra está no diminutivo:</p><p>a) Colheraça.</p><p>b) Luzerna.</p><p>c) Glóbulo.</p><p>d) Copázio.</p><p>e) Orelhona.</p><p>Questão 13: OBJETIVA CONCURSOS - Em relação à flexão das palavras, marcar C para as</p><p>afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência</p><p>CORRETA:</p><p>(---) O plural de “fácil” é “fácils”.</p><p>(---) “Feijão” é o singular de “feijões”.</p><p>(---) O plural de “cão” é “cães”.</p><p>a) C - C - E.</p><p>b) E - C - E.</p><p>c) E - E - C.</p><p>d) C - E - E.</p><p>e) E - C - C.</p><p>Questão 14: VUNESP - Para responder à questão, leia o trecho inicial da crônica “Em preto e</p><p>branco”, de Carlos Drummond de Andrade, publicada originalmente em 16.06.1970.</p><p>No momento, somos milhões de brasileiros vendo a Copa do Mundo em preto e branco, e algumas</p><p>dezenas vendo-a colorida. Faço parte da primeira turma, porém não protesto contra o privilégio da</p><p>segunda. Talvez até sejamos nós, realmente, os privilegiados, pois nos é concedido o exercício livre da</p><p>imaginação visual, esse cavalinho sem freio. Podemos ver o estádio de Jalisco recoberto das</p><p>tonalidades mais deslumbrantes, os atletas mudando continuamente de matiz, fusões e superposições</p><p>cromáticas, efeito de luz que só o cinema e os crepúsculos classe extra do Arpoador têm condição de</p><p>oferecer-nos. Pelé, o mágico, vira arco-íris, na instantaneidade e gênio de suas criações. E tudo é</p><p>ballet de cor a que vamos assistindo ao sabor da inventiva, na emoção das jogadas, desde que sejamos</p><p>capazes de inventar. Ao passo que nossos poucos colegas aparentemente mais afortunados, reunidos a</p><p>convite da Embratel diante da TV em cores, já têm o espetáculo pintado, bandeiras e uniformes dos</p><p>jogadores com seus tons intransferíveis, os grandes painéis de publicidade com as tintas que</p><p>apresentam nos muros do mundo inteiro. Levam desvantagem perante nós, os de imaginação solta.</p><p>Não podem conceber cores novas, todas já estão carimbadas. Sinto vontade de convidá-los a vir para</p><p>junto de nós, os preto-e-brancos; será que aceitam?</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>(Carlos Drummond de Andrade. Quando é dia de futebol, 2014.)</p><p>O termo que qualifica o substantivo na expressão “exercício livre” tem sentido equivalente ao termo</p><p>que qualifica o substantivo em:</p><p>a) “imaginação visual”.</p><p>b) “superposições cromáticas”.</p><p>c) “tons intransferíveis”.</p><p>d) “imaginação solta”.</p><p>e) “cores novas”.</p><p>Questão</p><p>15: IBFC -</p><p>Texto I</p><p>A Mulher do Vizinho</p><p>Contaram-me que na rua onde mora (ou morava) um conhecido e antipático general de nosso Exército</p><p>morava (ou mora), também um sueco cujos filhos passavam o dia jogando futebol com bola de meia.</p><p>Ora, às vezes acontecia cair a bola no carro do general e um dia o general acabou perdendo a</p><p>paciência, pediu ao delegado do bairro para dar um jeito nos filhos do sueco.</p><p>O delegado resolveu passar uma chamada no homem, e intimou-o a comparecer à delegacia.</p><p>O sueco era tímido, meio descuidado no vestir e pelo aspecto não parecia ser um importante</p><p>industrial, dono de grande fábrica de papel (ou coisa parecida), que realmente ele era. Obedecendo a</p><p>ordem recebida, compareceu em companhia da mulher à delegacia e ouviu calado tudo o que o</p><p>delegado tinha a dizer-lhe. O delegado tinha a dizer-lhe o seguinte:</p><p>- O senhor pensa que só porque o deixaram morar neste país pode logo ir fazendo o que quer? Nunca</p><p>ouviu falar numa coisa chamada AUTORIDADES CONSTITUÍDAS? Não sabe que tem de conhecer as leis</p><p>do país? Não sabe que existe uma coisa chamada EXÉRCITO BRASILEIRO que o senhor tem de respeitar?</p><p>Que negócio é este? Então é ir chegando assim sem mais nem menos e fazendo o que bem entende,</p><p>como se isso aqui fosse casa da sogra? Eu ensino o senhor a cumprir a lei, ali no duro: dura lex! Seus</p><p>filhos são uns moleques e outra vez que eu souber que andaram incomodando o general, vai tudo em</p><p>cana. Morou? Sei como tratar gringos feito o senhor.</p><p>Tudo isso com voz pausada, reclinado para trás, sob o olhar de aprovação do escrivão a um canto. O</p><p>sueco pediu (com delicadeza) licença para se retirar. Foi então que a mulher do sueco interveio:</p><p>- Era tudo que o senhor tinha a dizer a meu marido?</p><p>O delegado apenas olhou-a espantado com o atrevimento.</p><p>- Pois então fique sabendo que eu também sei tratar tipos como o senhor. Meu marido não e gringo</p><p>nem meus filhos são moleques. Se por acaso incomodaram o general ele que viesse falar comigo, pois</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>o senhor também está nos incomodando. E fique sabendo que sou brasileira, sou prima de um major</p><p>do Exército, sobrinha de um coronel, E FILHA DE UM GENERAL! Morou?</p><p>Estarrecido, o delegado só teve forças para engolir em seco e balbuciar humildemente:</p><p>- Da ativa, minha senhora?</p><p>E ante a confirmação, voltou-se para o escrivão, erguendo os braços desalentado:</p><p>- Da ativa, Motinha! Sai dessa…</p><p>Fernando Sabino</p><p>Utilize o texto acima para responder a questão</p><p>As classes de palavras possuem formações sufixais. Retorne ao texto “A Mulher do vizinho” e observe a</p><p>lista das palavras abaixo em seu contexto. Assinale a alternativa que apresenta a única em que o</p><p>sufixo “-ADO” é formador de um substantivo.</p><p>a) Reclinado.</p><p>b) Delegado.</p><p>c) Espantado.</p><p>d) Desalentado.</p><p>e) Descuidado.</p><p>Questão 16: IBFC - Utilize o texto abaixo para responder a questão.</p><p>Texto I</p><p>Os caminhões chegaram às sete e meia e todas as famílias que restavam na favela havia muito tempo</p><p>já estavam de pé. Era difícil continuar na cama. Desde os bons tempos, as mulheres levantavam bem</p><p>cedo para a lavagem das roupas, para o apanho da água, para o preparo das pobres marmitas. Os</p><p>homens também. Uns saíam para o trabalho. Outros, em busca do primeiro gole de cachaça no balcão</p><p>do armazém de sô Ladislau, [...]. As crianças maiores acordavam cedo também, trazendo nos olhos e</p><p>no estômago a desesperada expectativa. Será que hoje tem pão? Os menores, os nenéns brigando com</p><p>a vida, dando socos no ar exigindo o peito da mãe ou a mamadeira completada com mais água sempre.</p><p>(Conceição Evaristo, Becos da Memória, p.168)</p><p>No contexto em que se encontram, os vocábulos destacados em “para a lavagem das roupas, para o</p><p>apanho da água, para o preparo das pobres marmitas” devem ser classificados, morfologicamente,</p><p>como:</p><p>a) verbos.</p><p>b) adjetivos.</p><p>c) pronomes.</p><p>d) substantivos.</p><p>e) advérbios.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 17: AMEOSC -</p><p>Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7 anos que não sabem ler e escrever</p><p>O Brasil atingiu o maior patamar, desde 2012, de crianças de 6 e 7 anos que não sabem ler e escrever.</p><p>No ano passado, chegou a 40,8% a fatia da população dessa faixa etária que não havia sido</p><p>alfabetizada, o equivalente a 2,4 milhões.</p><p>Por lei, as crianças deveriam ter assegurado o direito de aprender a ler e a escrever até o fim do 2º</p><p>ano do ensino fundamental, ou seja, aos 7 anos. O país, no entanto, atingiu o recorde dos últimos dez</p><p>anos de crianças sem acesso a esse direito.</p><p>O aumento de crianças de 6 a 7 anos nessa situação ocorreu durante a pandemia de Covid-19.</p><p>O impacto é ainda maior entre as crianças mais pobres, pretas e pardas. Além de terem tido menos</p><p>oportunidade de continuar os estudos a distância, foram esses alunos que ficaram mais tempo com as</p><p>escolas fechadas no país.</p><p>"Os dados reforçam o que outras pesquisas já apontaram, a pandemia teve impactos brutais no</p><p>aprendizado das crianças e reforçou as imensas desigualdades que já existiam no país. É urgente</p><p>colocar em prática políticas que tenham como prioridade o ensino das crianças mais pobres, pretas e</p><p>pardas", diz Gabriel Corrêa, gerente de políticas educacionais do Todos pela Educação.</p><p>As crianças pretas e pardas, que já tinham o direito menos assegurado em anos anteriores, foram</p><p>ainda mais impactadas. A diferença entre o percentual de crianças brancas e pretas que não sabiam</p><p>ler e escrever subiu de 8,5 pontos percentuais para 12,3 entre 2019 e 2021. Por isso, são necessárias</p><p>ações que sejam pensadas para quem foi mais prejudicado. Infelizmente, não é o que se vê.</p><p>Segundo Corrêa, com a ausência do governo federal, é importante que os estados apoiem técnica e</p><p>financeiramente os municípios para garantir a qualidade da educação nos primeiros anos escolares. "As</p><p>escolas municipais são responsáveis pela maioria das matrículas nos anos iniciais do fundamental, mas</p><p>não podemos achar que o desafio é só ter as crianças dentro da sala de aula, precisamos garantir</p><p>educação de qualidade. E os estados precisam ajudar."</p><p>Na cidade mais rica do país, nem mesmo a matrícula de todas as crianças dessa idade foi garantida no</p><p>início deste ano letivo. Em São Paulo, até 14 mil alunos que estão ingressando no 1º ano do ensino</p><p>fundamental não tiveram vaga assegurada pelo governo estadual nem pela prefeitura.</p><p>"É o reflexo da falta de planejamento e cooperação entre o governo e a prefeitura. Essa situação dá</p><p>um indicativo do tamanho do desafio que estados e municípios mais pobres podem ter pela frente se</p><p>não tiverem organização e apoio. Garantir escola é só o primeiro passo, nós precisamos de escola de</p><p>qualidade", diz Corrêa.</p><p>Disponível em SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS): Sobe para 41% fatia das crianças de 6 a 7</p><p>anos que não sabem ler e escrever (msn.com). Adaptado.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>"É urgente colocar em prática políticas que tenham como prioridade o ensino das crianças mais</p><p>pobres, pretas e pardas".</p><p>Assinale a alternativa CORRETA:</p><p>a) Os vocábulos "prática" e "políticas" são substantivos comuns.</p><p>b) Os vocábulos "crianças, pobres e pretas" são substantivos comuns.</p><p>c) Os vocábulos "pobres, pretas e pardas" são substantivos comuns.</p><p>d) O vocábulo "prática" é substantivo e "políticas" é adjetivo da palavra anterior.</p><p>Questão 18: Ibest -</p><p>A cidade</p><p>Alexânia é um pequeno e simpático município do entorno do Distrito Federal, que fica às margens da</p><p>BR-060, rodovia que liga</p><p>Goiânia à Brasília e sempre teve uma importância fundamental nos destinos da cidade.</p><p>Antes da formação de Alexânia, ainda na primeira metade do século passado, o que havia nas</p><p>proximidades era um pequeno</p><p>distrito de grande beleza natural: Olhos D’Água.</p><p>Em meados da década de 1950, o anúncio da</p><p>construção da capital federal, a cerca de 100 quilômetros dali, mexeu com o povoado. Tanto que, logo</p><p>depois, em 1958, Olhos D’Água ganhou autonomia política e administrativa, com a emancipação. Dois</p><p>anos depois, o primeiro prefeito eleito, Alex Abdallah, loteou uma grande área de sua propriedade às</p><p>margens da BR-060, que estava em construção, e transferiu a sede do município para o local, já com o</p><p>nome de Alexânia. Quase simultaneamente, outro investidor, Nélson Santos, também abriu um</p><p>loteamento ao lado, chamado de Nova Flórida. Segundo moradores mais antigos, o nome Alexânia,</p><p>veio da junção do nome do então prefeito e de sua mãe, Ana.</p><p>A princípio, Alexânia, mesmo emancipada, não passava de um vilarejo, sem nenhuma infraestrutura,</p><p>que servia apenas como</p><p>cidade-dormitório de Brasília. Por muito tempo, a cidade seguiu assim: poucas casas, ruas sem asfalto,</p><p>carência de escolas e energia elétrica precária. Com pouca arrecadação, o poder público pouco fazia</p><p>pela cidade, que não oferecia atrativos para que empresários investissem ali. E o círculo vicioso se</p><p>mantinha.</p><p>Com o passar dos tempos, a zona urbana de Alexânia ainda não conseguia ter vida própria e foi na</p><p>zona rural que a economia do</p><p>município começou a se firmar. Segundo os moradores mais antigos, Brasília nunca conseguiu produzir</p><p>todos os alimentos que o grande mercado consumidor necessitava. Assim, desde o início, foram os</p><p>municípios do entorno que abasteceram a capital federal. E Alexânia, por conta do fácil acesso e da</p><p>fertilidade das terras, saiu na frente.</p><p>Foram os produtos agropecuários, como hortifrutigranjeiros e leite “exportados” para Brasília, que</p><p>primeiro fizeram girar a</p><p>economia do município. Esse movimento foi tão importante para a cidade, que até hoje, Alexânia</p><p>ainda mantém cerca de 30% de sua população na zona rural. Brasília teve ainda outra influência sobre</p><p>Alexânia: a população do município começou a aumentar por conta da busca, por moradores da capital</p><p>federal, por imóveis mais baratos. Até hoje, Alexânia, por conta também da localização, entre duas</p><p>capitais, a federal e a goiana, e também pela perspectiva de crescimento nos próximos anos, ainda é</p><p>uma das mais procuradas.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Internet: <https://goiasdenorteasul.com.br> (com adaptações).</p><p>“passar” corresponde a um</p><p>a) verbo.</p><p>b) adjetivo.</p><p>c) pronome.</p><p>d) substantivo.</p><p>Questão 19: Ibest -</p><p>A cidade</p><p>Alexânia é um pequeno e simpático município do entorno do Distrito Federal, que fica às margens da</p><p>BR-060, rodovia que liga</p><p>Goiânia à Brasília e sempre teve uma importância fundamental nos destinos da cidade.</p><p>Antes da formação de Alexânia, ainda na primeira metade do século passado, o que havia nas</p><p>proximidades era um pequeno</p><p>distrito de grande beleza natural: Olhos D’Água. Em meados da década de 1950, o anúncio da</p><p>construção da capital federal, a cerca de 100 quilômetros dali, mexeu com o povoado. Tanto que, logo</p><p>depois, em 1958, Olhos D’Água ganhou autonomia política e administrativa, com a emancipação. Dois</p><p>anos depois, o primeiro prefeito eleito, Alex Abdallah, loteou uma grande área de sua propriedade às</p><p>margens da BR-060, que estava em construção, e transferiu a sede do município para o local, já com o</p><p>nome de Alexânia. Quase simultaneamente, outro investidor, Nélson Santos, também abriu um</p><p>loteamento ao lado, chamado de Nova Flórida. Segundo moradores mais antigos, o nome Alexânia,</p><p>veio da junção do nome do então prefeito e de sua mãe, Ana.</p><p>A princípio, Alexânia, mesmo emancipada, não passava de um vilarejo, sem nenhuma infraestrutura,</p><p>que servia apenas como</p><p>cidade-dormitório de Brasília. Por muito tempo, a cidade seguiu assim: poucas casas, ruas sem asfalto,</p><p>carência de escolas e energia elétrica precária. Com pouca arrecadação, o poder público pouco fazia</p><p>pela cidade, que não oferecia atrativos para que empresários investissem ali. E o círculo vicioso se</p><p>mantinha.</p><p>Com o passar dos tempos, a zona urbana de Alexânia ainda não conseguia ter vida própria e foi na</p><p>zona rural que a economia do</p><p>município começou a se firmar. Segundo os moradores mais antigos, Brasília nunca conseguiu produzir</p><p>todos os alimentos que o grande mercado consumidor necessitava. Assim, desde o início, foram os</p><p>municípios do entorno que abasteceram a capital federal. E Alexânia, por conta do fácil acesso e da</p><p>fertilidade das terras, saiu na frente.</p><p>Foram os produtos agropecuários, como hortifrutigranjeiros e leite “exportados” para Brasília, que</p><p>primeiro fizeram girar a</p><p>economia do município. Esse movimento foi tão importante para a cidade, que até hoje, Alexânia</p><p>ainda mantém cerca de 30% de sua população na zona rural. Brasília teve ainda outra influência sobre</p><p>Alexânia: a população do município começou a aumentar por conta da busca, por moradores da capital</p><p>federal, por imóveis mais baratos. Até hoje, Alexânia, por conta também da localização, entre duas</p><p>capitais, a federal e a goiana, e também pela perspectiva de crescimento nos próximos anos, ainda é</p><p>uma das mais procuradas.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Internet: <https://goiasdenorteasul.com.br> (com adaptações).</p><p>É correto afirmar que o vocábulo “população”, nas duas ocorrências que aparece no último parágrafo</p><p>do texto, é um substantivo</p><p>a) abstrato.</p><p>b) composto.</p><p>c) próprio.</p><p>d) coletivo.</p><p>Questão 20: GUALIMP - TEXTO 1</p><p>MUNICÍPIO DE CARMO CANCELA CARNAVAL</p><p>A Prefeitura Municipal de Carmo não irá realizar a festa de carnaval no município.</p><p>Segundo o boletim, o município apresentou seis novos casos da Covid-19 até a última quinta-feira (06).</p><p>O Executivo Municipal emitiu uma nota:</p><p>Tendo em vista que o momento atual ainda exige que medidas externas sejam consistentes para evitar</p><p>a contaminação e a propagação da Covid-19, a Prefeitura Municipal de Carmo-RJ decidiu pelo</p><p>cancelamento do carnaval 2022 e reforça a necessidade da população não relaxar com as medidas de</p><p>distanciamento e de proteção com o uso de máscaras evitando, assim, uma nova onda de</p><p>contaminação. Contamos com a compreensão de todos os carmenses.</p><p>(Decreto disponível no Diário Oficial do Município, edição nº 0136.) (Adaptado de: https://www.jornaldo</p><p>noroesteonline.com.br/2022/01/municipio-de-carmo-cancela-carnaval-2022.html.Acesso em 20/01/2022)</p><p>Leia este trecho do texto: “...o município apresentou seis novos casos da Covid-19…”. A palavra</p><p>sublinhada deve ser classificada como:</p><p>a) Preposição.</p><p>b) Advérbio.</p><p>c) Substantivo.</p><p>d) Numeral.</p><p>Questão 21: GUALIMP - TEXTO 1</p><p>MUNICÍPIO DE CARMO CANCELA CARNAVAL</p><p>A Prefeitura Municipal de Carmo não irá realizar a festa de carnaval no município.</p><p>Segundo o boletim, o município apresentou seis novos casos da Covid-19 até a última quinta-feira (06).</p><p>O Executivo Municipal emitiu uma nota:</p><p>Tendo em vista que o momento atual ainda exige que medidas externas sejam consistentes para evitar</p><p>a contaminação e a propagação da Covid-19, a Prefeitura Municipal de Carmo-RJ decidiu pelo</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>cancelamento do carnaval 2022 e reforça a necessidade da população não relaxar com as medidas de</p><p>distanciamento e de proteção com o uso de máscaras evitando, assim, uma nova onda de</p><p>contaminação. Contamos com a compreensão de todos os carmenses.</p><p>Decreto disponível no Diário Oficial do Município, edição nº 0136. Texto Adaptado. Disponível em:</p><p>https://www.jornaldonoroesteonline.com.br/2022/01/municipio-de-carmo-cancela-carnaval-2022.html.</p><p>Acesso em 20/01/2022)</p><p>“...necessidade da população não relaxar com as medidas de distanciamento e de proteção…”.</p><p>Considerando o termo “medidas” como um substantivo, os termos destacados são:</p><p>a) Locuções de valor indeterminado.</p><p>b) Orações reduzidas, introduzidas por preposição.</p><p>c) Locuções de valor adverbial.</p><p>d) Locuções de valor adjetivo.</p><p>ANULADA - Questão 22: AOCP - Texto 1</p><p>Quadrilha</p><p>João amava Teresa que amava Raimundo</p><p>que amava Maria que amava Joaquim que</p><p>amava Lili</p><p>que não amava ninguém.</p><p>João foi para os Estados Unidos, Teresa para o</p><p>convento,</p><p>Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,</p><p>Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes</p><p>que não tinha entrado na história.</p><p>Fonte: ANDRADE, Carlos Drummond. Alguma poesia. Belo Horizonte: Edições Pindorama, 1930. Adaptado.</p><p>Assinale a alternativa que classifica corretamente as funções sintáticas dos nomes próprios</p><p>empregados no trecho “João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de</p><p>desastre [...]”, do Texto 1.</p><p>a) São todos sujeitos das orações.</p><p>b) São todos objetos diretos dos verbos.</p><p>c) São todos predicativos dos sujeitos.</p><p>d) Alguns são predicativos dos sujeitos, outros são objetos diretos.</p><p>e) Alguns são sujeitos, outros são objetos diretos.</p><p>ANULADA - Questão 23: COMPEC UFAM - Assinale a alternativa em que o plural do substantivo</p><p>composto está CORRETAMENTE escrito:</p><p>a) Naquela clínica odontológica há muitos e competentes cirurgiões-dentistas.</p><p>b) Não escreva “açucena” com dois cê-cedilhas, mas com apenas um.</p><p>c) Podemos considerar o Vasco e a Portuguesa como clubes lusos-brasileiros.</p><p>d) Gosto de verduras, mas couves-flor eu não consigo digerir.</p><p>e) Dois arcos-íris apareceram no céu após as chuvas.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Questão 24: OBJETIVA CONCURSOS - Quanto à flexão de gênero, assinalar a alternativa</p><p>INCORRETA:</p><p>a) Sacerdote - sacerdotisa.</p><p>b) Conde - conda.</p><p>c) Diácono - diaconisa.</p><p>d) Poeta - poetisa.</p><p>Questão 25: OBJETIVA CONCURSOS - Em relação à flexão de número, analisar os itens abaixo:</p><p>I. O plural da palavra “pagão” é “pagãos”.</p><p>II. A palavra “guardião” flexiona-se de duas formas diferentes para formar o plural: “guardiães” e</p><p>“guardiões”.</p><p>a) Os itens I e II estão corretos.</p><p>b) Somente o item I está correto.</p><p>c) Somente o item II está correto.</p><p>d) Os itens I e II estão incorretos.</p><p>Questão 26: FGV -</p><p>“E da minha fidelidade não se deveria duvidar; pois, tendo-a sempre observado, não devo aprender a</p><p>rompê-la agora; e quem foi fiel e bom por quarenta e três anos, como eu, não deve poder mudar de</p><p>natureza: da minha fidelidade e da minha bondade é testemunha a minha pobreza.”</p><p>Nesse pensamento, o autor utiliza os adjetivos “fiel e bom” e, em seguida, os substantivos</p><p>correspondentes “fidelidade” e “bondade”.</p><p>A opção abaixo em que os dois adjetivos citados mostram substantivos adequados é:</p><p>a) sensato e esperto / sensatez e espertez;</p><p>b) claro e escuro / clareza e escureza;</p><p>c) alto e gordo / altura e magrura;</p><p>d) fundo e profundo / fundeza e profundeza;</p><p>e) liso e áspero / lisibilidade e asperidade.</p><p>Questão 27: DIRENS Aeronáutica - TEXTO V</p><p>MILITARES DO GRUPO ESPECIAL DE INSPEÇÃO EM VOO (GEIV)</p><p>GARANTEM SEGURANÇA DO TRÁFEGO AÉREO BRASILEIRO</p><p>Para garantir a segurança do tráfego aéreo brasileiro, uma equipe de militares do Grupo Especial de</p><p>Inspeção em Voo (GEIV), da Força Aérea Brasileira (FAB), realiza uma espécie de fiscalização no ar, é a</p><p>missão de Inspeção em Voo. As atividades acontecem por meio de aeronaves-laboratório, que, junto</p><p>com radares, sistemas de aproximação, rádios, equipamentos de auxílio à navegação e luzes de</p><p>orientação, proporcionam a circulação segura das aeronaves.</p><p>Subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), o GEIV é responsável por testar,</p><p>aferir e avaliar os chamados Auxílios e os Procedimentos de Navegação Aérea e integra o Sistema de</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). O Grupo participa da homologação e verificação</p><p>periódica de aproximadamente 2.268 auxílios e procedimentos, realiza inspeções em todo o território</p><p>nacional e, eventualmente, em outros países da América do Sul, de voo nas fases de decolagem, rota</p><p>e pouso, principalmente em condições adversas de meteorologia.</p><p>Em dezembro de 2021, o GEIV recebeu a terceira aeronave IU-93M, proveniente do Projeto de</p><p>Modernização. A plataforma da aeronave-laboratório foi atualizada com o Sistema de Display</p><p>Integrado Pro Line 21, um aviônico da Rockwell Collins que facilita o voo e aumenta a consciência</p><p>situacional. O sistema faz com que as informações vitais sejam facilmente acessíveis e</p><p>compreensíveis, contribuindo para o dinamismo das missões de Inspeção em Voo. Ao longo do segundo</p><p>semestre de 2021, o GEIV realizou a campanha de Avaliação Operacional (AVOP) do Projeto I-X (IU-50</p><p>Legacy 500), contribuindo com relevante passo na sedimentação da implantação do projeto na FAB.</p><p>“Ambos os passos, tanto a AVOP do IU-50 como o recebimento do IU-93M, colocam o GEIV na direção</p><p>do futuro, tornando o Grupo capaz de inspecionar todos os tipos de auxílios e procedimentos à</p><p>navegação aérea, contribuindo com a evolução do SISCEAB, conforme prevê o programa SIRIUS</p><p>BRASIL”, explica o Comandante do GEIV, Tenente-Coronel Aviador Bruno Michel Marcondes Alves.</p><p>http://www.portal.intraer/portalintraer/cabine/publicacoes/notaer_fevereiro_2022.pdf (adaptado)</p><p>Marque a opção em que o substantivo segue a mesma regra de formação do plural de</p><p>“aeronaves-laboratório”.</p><p>a) Sempre-viva.</p><p>b) Segunda-feira.</p><p>c) Curto-circuito.</p><p>d) Pombo-correio.</p><p>Questão 28: FGV - “Todas as atividades do espírito cessariam se os jovens ficassem, um dia,</p><p>contentes com o que existe.”</p><p>Muitas palavras desse pensamento estão no plural. Assinale a opção que apresenta a forma errada de</p><p>plural.</p><p>a) coração / corações.</p><p>b) cidadão / cidadões.</p><p>c) situação / situações.</p><p>d) vulcão / vulcões.</p><p>e) publicação / publicações.</p><p>Questão 29: INAZ do Pará - A frase: “Cecília estava ansiosa para conhecer a pinacoteca”, apresenta</p><p>o coletivo de:</p><p>a) Perfumes.</p><p>b) Carros.</p><p>c) Quadros.</p><p>d) Vinhos.</p><p>e) Queijos.</p><p>Questão 30: Fundação La Salle - A questão refere-se ao texto abaixo.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Diploma na mão, realidade na cara</p><p>O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do</p><p>caminho.</p><p>Candice Soldateli</p><p>Uma das melhores pessoas das quais já trabalhei na vida, hoje uma grande amiga, acabou de se</p><p>formar. É um alento saber que, para ela, o diploma na mão realmente é tão somente um marco numa</p><p>jornada muito maior e durante a qual ela fez tudo certo.</p><p>Por entender que fazer faculdade era apenas uma parte de sua formação profissional, ela estudou dois</p><p>idiomas (inglês e espanhol), começou a trabalhar cedo para entender como o mundo real funciona e se</p><p>capitalizar, participou de vários congressos e seminários (tanto dentro de sua área de conhecimento</p><p>quanto de áreas afins), manteve a cabeça aberta e sempre dialogou com profissionais de diversos</p><p>setores, cercou-se de pessoas (colegas, amigos, professores) com idades, bagagens culturais e</p><p>socioeconômicas distintas, fez intercâmbio e conheceu vários países por saber que isso também era</p><p>investir em sua carreira e em seu crescimento pessoal.</p><p>Hoje é dona de seu próprio negócio, com uma carteira de clientes respeitável e futuro promissor.</p><p>No entanto, aposto que centenas de outros jovens que se formaram na universidade há pouco tempo</p><p>se encontram na desesperadora situação de estar com o tão sonhado diploma de ensino superior na</p><p>mão enquanto a realidade lhes dá um tapão na cara. Eu me solidarizo profundamente com quem</p><p>comprou a ilusão a que ter uma graduação num curso superior bastava e era o melhor — talvez o único</p><p>— caminho para um futuro garantido. Certamente não é: há uma série de habilidades, de</p><p>conhecimentos, de preparo a</p><p>que só adquirimos fora da universidade e até mesmo antes dela.</p><p>Muitos adultos ainda insistem em vender aos adolescentes a ideia ultrapassada de que o caminho para</p><p>o sucesso e realização profissional passa necessariamente pelo vestibular e por cinco longos anos de</p><p>faculdade. No final, restam endividamento e um canudo que talvez tenha pouco significado diante de</p><p>todas as mudanças que ocorreram no mundo e no mercado de trabalho nesse meio tempo.</p><p>Passou da hora de buscarmos uma abordagem mais responsável e realista quanto ao futuro profissional</p><p>dos nossos jovens. Precisamos observar com clareza os 30 fatos e refletir: 1) o vestibular não é a única</p><p>porta para o futuro depois do Ensino Médio; 2) um diploma de Ensino Superior já não é garantia de</p><p>emprego nem de status socioeconômico e cultural; 3) cursos técnicos de curta duração formam alguns</p><p>dos profissionais mais disputados pelas grandes empresas; 4) empreender é difícil, mas sabe ser</p><p>extremamente recompensador a médio prazo.</p><p>O diploma de graduação, em si, não é nem fim nem começo de nada: é apenas mais uma parte do</p><p>caminho. Quem entende isso, já tem maturidade para encarar os tapas que a realidade dá — e terá</p><p>mais resiliência e preparo para lidar com o que cada segunda-feira (e cada crise) trouxer pela frente.</p><p>Disponivel em <</p><p>https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/candice-soldatelli/noticia/2021/08/diploma-na-mao-realidade-na-cara -</p><p>cksrgzwk 1001vO 13bg2bjhwya.html> (adaptado)</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Quanto ao gênero dos substantivos, a palavra “adolescentes” é</p><p>a) biforme.</p><p>b) epiceno.</p><p>c) sobrecomum.</p><p>d) comum de dois gêneros.</p><p>e) sobrecomum e comum de dois gêneros.</p><p>Questão 31: IMPARH -</p><p>"Il faut cultiver notre jardin." (Voltaire)</p><p>Tem frases que lemos uma vez e são capazes de impactar toda nossa vida, e essa de Voltaire, que</p><p>encerra o conto “Cândido” é uma delas. Na tradução (“é preciso cultivar nosso jardim”) do conto, que</p><p>foi publicado pela primeira vez em 1759, a frase fica muito clara e atual para mim. Percebam a nossa</p><p>volta. Você está cuidando o seu jardim ou o do vizinho? Está cultivando boas sementes? Preocupa-se</p><p>mais com o jardim do outro? Pisa ou destrói algum jardim por aí? Como será o seu jardim quando</p><p>brotar?</p><p>Na era em que vivemos, é bastante complicado respondermos essas perguntas. É o bem contra o mal,</p><p>a sombra contra a luz, pessoas com anseio de “mudar o mundo” e não mudam a si mesmas, revolução,</p><p>extremismo, violência; o jardim do vizinho “mais verde” que o seu; nas redes sociais, também</p><p>podemos perceber muitos “jardins” maquiados de photoshop e muita hipocrisia disfarçada em uma</p><p>maçã bonita por fora e estragada por dentro. Eu me pego pensando como seria diferente se cada um</p><p>cuidasse do seu jardim com a mesma intensidade e capacidade de cuidar do jardim do vizinho,</p><p>imagina que mundo maravilhoso teríamos!</p><p>Apenas acredito profundamente: é necessário cultivar o nosso jardim. Escolha criteriosamente as</p><p>sementes, seja de grandes árvores, seja de pequenas flores; tenho certeza de que, se forem bem</p><p>semeados e cuidados, os frutos e as flores serão lindos, atrairão pássaros, borboletas e até olhares</p><p>curiosos, querendo saber como conseguiu florescer um jardim como esse.</p><p>Também haverá momentos que deixarão você em dúvida sobre as suas próprias sementes. Entrarão no</p><p>seu jardim, pisarão nas flores, arrancarão os frutos, mandarão embora os pássaros e as borboletas, e,</p><p>nesse momento, você precisará defender o seu jardim, o propósito de ter escolhido cada semente e de</p><p>continuar acreditando que escolheu as corretas e, se achar necessário, no próximo ciclo, renovar todo</p><p>o seu jardim, mudar as técnicas de plantar ou adubar; faça isso, faça o que achar certo para o seu</p><p>jardim.</p><p>A regra é simples e básica: se você plantar uma alface, não terá um tomate; terá uma alface grande</p><p>ou pequena, feia ou bonita; ainda será uma alface. O mesmo funciona em nossa vida: escolha cada</p><p>semente que irá plantar, e a colheita não tem engano ou erro, ela é exata.</p><p>Adaptado de GONÇALVES, Carolina de Almeida. In https://administradores.com.br/artigos/como-est%C3%A1-o-cultivo-do-seu-</p><p>jardim; acesso em 28/01/2022.</p><p>No último parágrafo, quanto ao uso-padrão da língua portuguesa e ao gênero dos substantivos “alface”</p><p>e “tomate”, observa-se que os dois substantivos:</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>a) apresentam o mesmo gênero, uma vez que ambos são masculinos.</p><p>b) pertencem a gêneros diferentes: este é masculino, e aquele, feminino.</p><p>c) têm gêneros distintos, sendo o primeiro masculino e o segundo feminino.</p><p>d) são classificados como femininos, pois se enquadram os dois nessa categoria.</p><p>Questão 32: DIRENS Aeronáutica - Quanto ao gênero, assinale a alternativa em que não há</p><p>substantivo sobrecomum.</p><p>a) Sandy foi um ídolo adolescente dos anos 90.</p><p>b) O pianista foi fortemente aplaudido pela plateia.</p><p>c) O mundo das celebridades atrai a muitos pelo glamour.</p><p>d) A pessoa que conhece o bom caminho dificilmente trilhará fora dele.</p><p>Questão 33: Ápice - Leia o trecho do texto, analise as palavras em destaque e responda</p><p>corretamente.</p><p>“Sempre pisa no tomate, só fala abobrinha, vive arranjando pepino, mas na hora H se mostra um</p><p>banana”.</p><p>Quanto ao gênero os termos são, respectivamente.</p><p>a) Masculino, feminino, masculino, substantivo de dois gêneros</p><p>b) Feminino, feminino, masculino, feminino</p><p>c) Substantivo de dois gêneros, feminino, masculino, feminino</p><p>d) Masculino, feminino, Substantivo de dois gêneros, masculino</p><p>e) Masculino, masculino, feminino, feminino</p><p>Questão 34: DIRENS Aeronáutica - Assinale a alternativa em que a flexão de gênero e de número</p><p>dos substantivos em destaque está correta.</p><p>a) O oficial colheu o depoimento do aldeão.</p><p>A oficiala colheu os depoimentos dos aldeões.</p><p>b) O maestro compôs uma verdadeira obra-prima!</p><p>A maestrina compôs verdadeiras obra-primas!</p><p>c) Em suas viagens, o frei nunca esquecia o guarda-chuva.</p><p>Em suas viagens, a freira nunca esquecia os guardas- -chuvas.</p><p>d) Naquele poema, as angústias do poeta evidenciam-se no refrão.</p><p>Naquele poema, as angústias da poeta evidenciam-se nos refrãos.</p><p>Questão 35: INSTITUTO MAIS -</p><p>EAD vira saída para melhor qualificação entre profissionais da Geração Z</p><p>Em um mercado de trabalho em mudança constante, estudar remotamente torna-se um</p><p>diferencial</p><p>Nascida entre 1995 e 2005, a Geração Z, sem dúvidas, está muito mais conectada do que as gerações</p><p>anteriores. Entretanto, um recente levantamento realizado pela PRAVALER, fintech de soluções</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>financeiras, mostrou que 80% desses jovens tiveram seu primeiro contato com tecnologias</p><p>educacionais de ensino remoto durante a pandemia.</p><p>Surpreendentemente, o número revelou que a geração ainda caminha em passos lentos na educação</p><p>online, tão necessária nos dias atuais. Embora a Geração Z esteja mais aberta a oportunidades</p><p>relacionadas ao mercado de trabalho, ainda há uma necessidade de compreender que a educação</p><p>online é chave para construir e aprimorar a carreira profissional.</p><p>Apesar de ser uma população mais íntima do digital e por um comportamento menos pessoal e mais</p><p>online, a ausência do contato social é determinante para o desinteresse do estudante em fazer o</p><p>estudo online”, explica Nilson Filatieri, CEO da HeroSpark, solução para empreendedores digitais. Mais</p><p>do que a falta de interação humana, Filatieri acredita que há a necessidade de haver um ambiente</p><p>adequado para uma rotina de estudos. “O local de estudo será fundamental para que o jovem tenha</p><p>estímulo para o estudo online”.</p><p>Ainda de acordo com o especialista, a educação online não é mais uma questão de escolha por parte</p><p>dos estudantes. “O uso das novas tecnologias</p><p>já faz parte da vida dessas novas gerações fora da sala</p><p>de aula. Por isso, a sua aplicação em benefício de um maior aprimoramento na carreira profissional é</p><p>um caminho fundamental para trilhar um futuro brilhante”, complementa Filatieri.</p><p>(exame.com. Adaptado).</p><p>De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à classificação das palavras, assinale a</p><p>alternativa em que a palavra destacada é um substantivo no texto, mas poderia ser usada como um</p><p>adjetivo.</p><p>a) A geração Z está muito mais “conectada” do que as gerações anteriores.</p><p>b) O local de “estudo” será fundamental.</p><p>c) É um caminho fundamental para trilhar um “futuro” brilhante.</p><p>d) Filatieri acredita que há a “necessidade” de haver um ambiente adequado.</p><p>Questão 36: COPESE UFPI - Leia o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Por que é tão difícil admitir que estamos errados? A psiquiatria explica</p><p>Teimosia, falta de empatia, polarização política. Nós costumamos encontrar diversas justificativas</p><p>para quando não conseguimos convencer outra pessoa de que ela está errada, mesmo quando todos os</p><p>fatos apontam que está. E, quando alguém finalmente muda de ideia — seja ao se convencer de que a</p><p>Terra é redonda, de que o distanciamento social é sim uma medida eficaz contra o novo coronavírus</p><p>ou de que determinado post foi ofensivo nas redes sociais —, é difícil vê-lo publicizando seu</p><p>arrependimento.</p><p>Mudar de opinião e falar sobre isso não é simples, e há décadas a psicologia vem tentando entender</p><p>por que costumamos ser tão cabeças-duras. Mais recentemente, a neurociência também entrou nessa</p><p>área, principalmente com os estudos do laboratório britânico Affective Brain Lab, da UCL (University</p><p>College London). O TAB conversou com a diretora, Tali Sharot, e com o psiquiatra brasileiro Rodrigo</p><p>Martins Leite, diretor de relações institucionais do IPq USP (Instituto de Psiquiatria da Universidade de</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>São Paulo) para entender quais são as raízes científicas desse problema e como ele se manifesta</p><p>socialmente.</p><p>Por que é difícil admitir que erramos? Para Sharot, a pergunta deve ser outra. "O problema não é</p><p>necessariamente que a gente saiba que está errado e não admita. Na verdade, não percebemos que</p><p>estamos errados", explica ela. A neurocientista pesquisa, há quase 20 anos, como o nosso cérebro</p><p>reage à chegada de novas informações e descobriu que ele não grava tão bem aquelas que vão contra</p><p>o que acreditamos — principalmente quando são negativas. "Há maneiras de saber quais mudanças de</p><p>atividade cerebral deveríamos observar quando você recebe uma informação nova. Conseguimos ver</p><p>que há menos 'gravação' acontecendo quando a informação não é desejável ou é contrária ao que você</p><p>acredita", explica a neurocientista. "Isso ocorre principalmente nas regiões frontais, mas elas estão</p><p>conectadas a regiões subcorticais que estão envolvidas com emoção, motivação, memória etc." E o</p><p>problema não para por aí.</p><p>Só acredita quem quer. Além de literalmente guardar menos os fatos que contrariam nossas crenças,</p><p>nós nem vamos atrás deles, afirma a pesquisadora. "Descobrimos que as pessoas são mais propensas a</p><p>procurar informações desejáveis e mais propensas a acreditar e reforçar suas crenças quando recebem</p><p>informações desejáveis", relata. Sharot e sua equipe conseguiram enxergar, no cérebro, o</p><p>funcionamento do que conhecemos hoje como vieses cognitivos.</p><p>Vieses, sempre eles. Há registros de ao menos 120 vieses cognitivos, mas o mais famoso é, sem</p><p>dúvida, o viés de confirmação, segundo o qual procuramos e aceitamos com mais facilidade</p><p>informações que confirmam aquilo em que já acreditamos. "Isso significa que você tem menos chances</p><p>de encontrar informações que vão contra o que você acredita", reforça Sharot. Um teste desenvolvido</p><p>em 2015, pelo New York Times, envergonha muita gente que acredita estar imune ao viés de</p><p>confirmação. Quando confrontados com uma informação que desbanca aquilo em que acreditamos —</p><p>principalmente numa discussão acalorada —, entram em jogo as emoções para ―protegerǁ nossas</p><p>posições. "Quando estamos tomados por alguma emoção forte, fica mais difícil ainda a dialética da</p><p>conversa, porque as pessoas não estão debatendo ideias, e sim paixões", explica Leite, da USP. "Isso</p><p>fortalece a sua opinião prévia sobre o assunto."</p><p>Só sei que nada sei. Outro viés bastante popular para explicar a nossa dificuldade em reconhecer uma</p><p>crença errada é o efeito Dunning-Kruger, lembra Leite. Os dois pesquisadores que dão nome ao efeito</p><p>realizaram, em 1999, um estudo demonstrando que as pessoas que possuem pouco conhecimento</p><p>sobre um assunto costumam ser mais confiantes e acreditam saber mais que a média. Isso se dá</p><p>porque elas não têm conhecimento suficiente para serem capazes de perceberem e admitirem seus</p><p>próprios erros. Por outro lado, aqueles que são gabaritados em determinado tema também têm uma</p><p>visão distorcida sobre seu próprio nível de conhecimento. Essas pessoas acham que os outros estão tão</p><p>bem informados quanto elas, então tendem a subestimar suas habilidades. "Quanto menos formação</p><p>você tem em um assunto, menos preparo cognitivo, mais você acredita piamente na sua opinião sobre</p><p>ele", resume Leite.</p><p>Isso é desculpa para teimosia? Não. A ideia é ter consciência dos vieses comportamentais para tentar</p><p>evitá-los ou, pelo menos, lembrar que todos encaramos os fatos de um ponto de vista bastante</p><p>pessoal. Leite lembra que costumamos debater dentro de bolhas, vendo nossas opiniões amplificadas</p><p>por discursos semelhantes, imaginando que estamos consumindo conteúdo ―novoǁ. "A sociedade vem</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>dialogando cada vez menos, acho que é uma tendência geral. Cada vez menos pensando no bem</p><p>comum. Há sempre uma primazia da opinião individual, de pequenos grupos, nunca pensando numa</p><p>perspectiva mais sistemática e globalizante", avalia ele.</p><p>Impressão minha, ou estamos discutindo mais? O psiquiatra se lembra do sociólogo Zygmunt Bauman</p><p>para defender que as redes sociais amplificam nossa necessidade de expor opiniões online. "A gente</p><p>publiciza nossa vida privada de uma forma nunca antes vista. E essa avalanche de opiniões privadas</p><p>colocadas em público acaba sofrendo manipulações — seja pelos algoritmos ou pela amplificação dos</p><p>robôs", observa Leite. "Isso acaba contagiando muitas pessoas que eventualmente nem tinham uma</p><p>opinião formada sobre o tema, mas é tamanho o bombardeio de mensagens e notícias que muitas</p><p>vezes supera a capacidade do indivíduo de ter um filtro crítico sobre essas informações." Em</p><p>consequência, todo mundo sente a necessidade de opinar — mesmo sem conhecer um assunto a fundo</p><p>— e, como já vimos antes, ecoar vozes semelhantes às suas.</p><p>Alguma dica para fazer alguém admitir um erro? "Quando as opiniões são afetivas, refratárias a</p><p>dados, não adianta discutir. É análogo, na psiquiatria, a um paciente que tenha um delírio. Delírio é</p><p>grosseiramente uma ideia irremovível, é uma convicção muito profunda", explica. Tanto o psiquiatra</p><p>quanto a neurocientista afirmam que reabrir um diálogo e diminuir a polarização é um trabalho social</p><p>conjunto, pois não há tipos de personalidades mais suscetíveis à teimosia e à dificuldade em admitir</p><p>erros. Estamos todos tão propensos a isso quanto os que criticamos. A dica, segundo eles, é fazer a sua</p><p>parte e, ativamente, procurar informações contrárias àquilo que você acredita. E estar aberto ao</p><p>diálogo — mesmo que os assuntos mais espinhosos precisem ficar de lado, opina Leite. "Precisa ser um</p><p>princípio geral encontrar pautas que girem em torno do interesse comum. Mas a politização está tão</p><p>grave que a gente fala em ecologia, por exemplo, que é algo do bem comum, e já se fala que é uma</p><p>pauta de esquerda. Precisamos voltar a procurar identidade entre as pessoas. A politização enfraquece</p><p>muito nosso senso de comunidade."</p><p>(POLLO, Luiza. Por que é tão difícil admitir que estamos errados? A psiquiatria explica. TAB Uol, 13 jun. 2020. Com adaptações.</p><p>Disponível em: <</p><p>https://tab.uol.com.br/noticias/redacao/2020/06/13/como-neurociencia-e-psiquiatria-explicam-nossa-dificuldade-em-admitir-erro</p><p>s.htm>)</p><p>Dentre os substantivos compostos a seguir, indique o único cuja flexão para o plural é feita da mesma</p><p>forma que em ―cabeças-duras:</p><p>a) Beija-flor</p><p>b) Guarda-roupa</p><p>c) Cachorro-quente</p><p>d) Alto-falante</p><p>e) Recém-formado</p><p>Questão 37: COPESE UFPI - Leia o texto a seguir e responda à questão.</p><p>Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo</p><p>Estudos revelam que as mulheres são as que mais sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela</p><p>crise.</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>A ansiedade e o estresse que acompanham a pandemia do novo coronavírus têm impactado a saúde</p><p>mental das pessoas em todo o mundo, mas novos estudos revelam que as mulheres são as que mais</p><p>sofrem com a sobrecarga psicológica causada pela crise. A preocupação em não se contaminar e</p><p>garantir o equilíbrio da situação financeira da família enquanto trabalham e cuidam dos filhos fez</p><p>escalar o número de homens e mulheres que relataram algum tipo de abalo psicológico desde o início</p><p>de março.</p><p>A discrepância dos dados entre eles e elas, porém, chama a atenção de especialistas, que avaliam que</p><p>o aumento vigoroso dos níveis de ansiedade pode gerar problemas ainda mais graves na sociedade</p><p>pós-pandemia.</p><p>Pesquisa da Kaiser Family Foundation mostra que 32% dos adultos nos Estados Unidos diziam, no meio</p><p>de março, que a inquietação e o estresse com o coronavírus impactaram de forma negativa sua saúde</p><p>mental. Duas semanas depois, esse número saltou para 45%. No primeiro momento, quando a</p><p>pandemia ainda não havia chegado em seu pico em diversos países, eram 36% as mulheres que</p><p>reportavam impacto em sua saúde mental ante 27% dos homens. No fim de março, a pesquisa mostra</p><p>que entre as mulheres o choque foi maior: 53% delas afirmaram que tiveram o emocional abalado de</p><p>alguma forma, enquanto 37% dos homens tiveram a mesma percepção na época.</p><p>A psicóloga Maryam Abdullah, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, afirma que as taxas de</p><p>ansiedade entre as mulheres eram mais altas que as dos homens mesmo antes da pandemia e que o</p><p>cenário acaba ressaltado em temporadas de crise – e deve piorar.</p><p>Na maioria das famílias, ela explica, as mulheres acumulam diferentes atividades e têm maior senso</p><p>de responsabilidade e cuidado do que os homens. "Essa é uma tendência. A pandemia destaca as</p><p>diferenças entre gênero, raça, classe social e outras características da nossa sociedade. Obviamente</p><p>as mulheres estão cuidando das crianças, trabalhando, e muitas delas são chefes de famílias. Ter que</p><p>lidar com essas responsabilidades sem o suporte para cuidar de seus filhos ou delas mesmas gera</p><p>sobrecarga", diz Abdullah.</p><p>A rede de apoio externa, que pode envolver escola, creche ou mesmo amigos e parentes que</p><p>costumam auxiliar a cuidar das crianças, foi suprimida com a pandemia, o que escancarou as</p><p>discrepâncias domésticas.</p><p>Em casas com filhos menores de 18 anos, por exemplo, a pesquisa da KFF mostra que a diferença</p><p>entre homens e mulheres que relataram abalo emocional em março passou de 5 para 25 pontos</p><p>percentuais em duas semanas.</p><p>No fim de março, 57% das mães disseram sentir piora na saúde mental, ante 32% dos pais. Na quinzena</p><p>anterior, eram 36% das mulheres e 31% dos homens. A especialista afirma que há diferentes razões</p><p>para o abismo que marca a dinâmica de pais e mães na maioria das famílias. Ela pondera que muitos</p><p>homens tentam e querem ajudar, mas que as atividades domésticas são, no geral, concentradas nas</p><p>mulheres.</p><p>No caso das mães com bebês ou crianças pequenas, há uma demanda natural pela figura materna,</p><p>principalmente durante o período de amamentação. No entanto, quando os filhos estão mais velhos, a</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>mulher continua sendo o agente prioritário, que os leva à escola, desmarca ou marca compromissos e</p><p>ajuda no dever de casa.</p><p>"São tempos sem precedentes e, às vezes, as mulheres só pensam: 'vou resolver isso, cuidar disso,</p><p>terminar aquilo‘ e chegam no limite. Elas precisam falar: 'isso é o que eu consigo fazer, você pode me</p><p>ajudar com aquilo?"</p><p>Os pais e mães representam um terço da força de trabalho nos Estados Unidos e uma das preocupações</p><p>dos especialistas é que esse nível de estresse pode fazer com que as pessoas estejam à beira do</p><p>esgotamento mental quando voltarem à rotina de seus empregos.</p><p>As consequências físicas e econômicas da crise do coronavírus parecem mais claras até aqui, mas</p><p>especialistas afirmam que o impacto na saúde mental não pode ser ignorado. Abdullah diz que é</p><p>preciso criar mecanismos para tentar lidar com o período que está por vir. A primeira coisa a fazer,</p><p>explica, é parar de acumular funções e se permitir ter consciência de seus medos e inseguranças.</p><p>"A pandemia é uma das grandes transições da nossa sociedade. Precisamos desenvolver estratégias</p><p>para chegar até o outro lado sem a ansiedade de não saber como o novo normal será."</p><p>(AGÊNCIA BRASIL. Sobrecarga psicológica é pior para mulheres na pandemia, diz estudo. Folha de Pernambuco, 28 abr. 2020. Com</p><p>adaptações. Disponível em:</p><p><https://www.folhape.com.br/noticias/noticias/coronavirus/2020/04/28/NWS,138612,70,1668,NOTICIAS,2190-SOBRECARGA-PSICOL</p><p>OGICA-PIOR-PARA-MULHERES-PANDEMIA-DIZ-ESTUDO.aspx>)</p><p>A palavra "funções" é plural de "função". Considerando isso, indique, dentre as palavras a seguir, a</p><p>única que, quando flexionada no plural, NÃO apresenta terminação em "ões":</p><p>a) Paixão</p><p>b) Limão</p><p>c) Bênção</p><p>d) Estação</p><p>e) Botão</p><p>Questão 38: Instituto Consulplan - Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo</p><p>quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando melhor seria silenciar, faço</p><p>brincadeiras de mau gosto e sofro antes, durante e depois de te encontrar.</p><p>Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de lidar, pior é não ter presente e o passado ser</p><p>mais fluido que o ar.</p><p>Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é covarde mas atento, meio fajuto, meio</p><p>autêntico.</p><p>Sumi porque sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência, pareço desinteressado,</p><p>mas sumi para estar para sempre do seu lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua</p><p>desajeitada e irrefletida permanência.</p><p>(Martha Medeiros. Jornal Zero Hora. Porto Alegre. O Globo. Rio de Janeiro. Adaptado.)</p><p>Material Individual. NÃO É PERMITIDO COMPARTILHAMENTO E OUTRAS AÇÕES SEMELHANTES.</p><p>E-mail de contato: educacional@professorpreparado.com.br</p><p>Trata-se de uma palavra transcrita do texto que se encontra no masculino:</p><p>a) futuro</p><p>b) saudade</p><p>c) presença</p><p>d) paciência</p><p>Questão 39: Instituto Consulplan -</p><p>Consumismo</p><p>A gente sabe que a capacidade de querer e de viabilizar o desejo tem tudo a ver com a sobrevivência</p><p>da espécie. Não só dos aspectos instintivos como comer, beber e proteger- -se do frio, mas também de</p><p>outros impulsos, como os sociais. Para que alguém seja capaz de se prover de comida, água e teto,</p><p>precisa querer com força suficiente para conseguir vencer as naturais dificuldades.</p><p>Tornou-se fácil alcançar a comida: estende-se o braço até a prateleira, aponta-se para o balconista ou</p><p>faz-se uma encomenda por telefone. Bem diferente da obtenção de alimento em sociedades de</p><p>coletores, pescadores ou caçadores.</p><p>Durante os milhares de anos que nos separam deles, manteve-se a necessidade de querer. Agora, que</p><p>nem dinheiro temos de carregar, o que fazer com essa matriz mental desejosa acoplada ao nosso</p><p>viver?</p><p>Atualmente o que chamamos de consumismo é “ter para ser”, já que o sobreviver mudou tanto. Para</p>