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<p>Pós-graduação em</p><p>Tomografia</p><p>Computadorizada e</p><p>Ressonância Magnética</p><p>Anatomia I</p><p>Professora: Ma. Ludmila Rocha Lemos</p><p>Anatomia macroscópica</p><p>Introdução</p><p>Anatomia macroscópica</p><p>• Considera-se as grandes estruturas e características visíveis;</p><p>• Aborda:</p><p>• Anatomia de superfície;</p><p>• Anatomia regional – topográfica;</p><p>• Anatomia sistêmica – descritiva;</p><p>• Anatomia seccional – subespecialidade.</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Terminologia Anatômica</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Marcadores anatômicos de referência</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Marcadores anatômicos de referência</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Marcadores anatômicos de referência</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Marcadores anatômicos de referência</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Posição Anatômica</p><p>(APPLEGATE, 2012)</p><p>Direções Anatômicas</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Termos Regionais</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Termos que indicam os planos de secção</p><p>• Perpendicular ao eixo longitudinal:</p><p>• Plano transverso;</p><p>• Um corte segundo este plano é denominado corte transversal;</p><p>• Uma secção transversal ou horizontal que separa porções superior e</p><p>inferior no corpo;</p><p>• As secções geralmente passam pelas regiões da cabeça e do tronco.</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Termos que indicam os planos de secção</p><p>• Paralelo ao eixo longitudinal:</p><p>• Uma secção sagital mediana – passa pela linha mediana e divide o corpo em</p><p>metades direita e esquerda;</p><p>• Plano sagital ou mediano.</p><p>• Uma seção paramediana – passa por linhas paralelas à linha mediana;</p><p>• Plano paramediano ou parassagital;</p><p>• Dividido uma estrutura em porções direita e esquerda de tamanhos diferentes</p><p>(assimetricamente).</p><p>• Uma secção frontal divide o corpo em partes anterior e posterior;</p><p>• Plano frontal.</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Planos e secção</p><p>• Reconstrução seriada:</p><p>• Análise de várias secções</p><p>realizadas em pequenos</p><p>intervalos em um mesmo plano;</p><p>• Permite construir um quadro</p><p>mais acurado e completo de</p><p>estruturas relativamente</p><p>complexas;</p><p>• Permite estudo de estruturas</p><p>histológicas.</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Bibliografia</p><p>• APPLEGATE, Edith J. Anatomia e fisiologia. Tradução Cristiane</p><p>Regina Ruiz. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. pag. 1 -15.</p><p>• MARTINI, Frederic H.; TIMMONS, Michael J.; TALLITSCH, Robert B.</p><p>Anatomia humana. Tradução Daniella Franco Curcio. 6. ed. Porto</p><p>Alegre: Artmed, 2009. pag. 1-23.</p><p>Introdução</p><p>Tomografia computadorizada</p><p>• Método de diagnóstico por imagem:</p><p>• Visualização de estruturas internas do corpo de forma mais anatômica;</p><p>• Utiliza os raios X em conjunto com o computador;</p><p>• Princípio básico:</p><p>• Realização de cortes axiais por meio da rotação do conjunto “tubo de raios X –</p><p>detectores” em torno da rotação do paciente, sendo a reconstrução da imagem feita</p><p>por computador através de cálculos matemáticos .</p><p>• Permite gerar imagens das</p><p>estruturas internas dos corpos sem</p><p>Utilizar radiações ionizantes, evitando</p><p>Riscos decorrentes da exposição;</p><p>• Permite diferenciar, de modo mais</p><p>preciso, tecidos sadios, enfermos ou necrosados;</p><p>• Contraste entre tecidos moles do corpo é superior ao raio X e ultrassom;</p><p>• Permite obter imagens de diferentes planos sem ter que mudar o</p><p>posição do paciente.</p><p>Ressonância magnética</p><p>Fonte: http://www.ufrgs.br/fismed/pps_pdf/IRMN_manuscrito.pdf</p><p>Anatomia escalpo e crânio</p><p>Escalpo</p><p>• É a cobertura de tecido mole da calota craniana (epicrânio);</p><p>• Estende-se:</p><p>• Sobrancelhas até a protuberância occipital externa e às linhas nucais</p><p>superiores;</p><p>• Arcos zigomáticos e meatos acústicos externos em ambos os lados.</p><p>• Contém:</p><p>• Artérias, veias, vasos linfáticos e nervos.</p><p>Visão Geral</p><p>• Pele e Fáscia:</p><p>• Fáscia superficial do couro cabeludo:</p><p>• Firme, densa, fibroadiposa e aderente à pele, ao músculo epicrânio subjacente e à</p><p>aponeurose epicrânica.</p><p>• Posteriormente:</p><p>• Contínua com a fáscia superficial da parte de trás do pescoço.</p><p>• Lateralmente:</p><p>• Prolongada para a região temporal; mais flexível.</p><p>• Suprimento arterial:</p><p>• Deriva dos ramos da artéria carótida e da artéria subclávia;</p><p>• Círculo arterial do cérebro (de Willis);</p><p>• Ramos das artérias carótida interna e vertebrais.</p><p>Escalpo</p><p>• Camadas:</p><p>• Pele – epiderme e derme;</p><p>• Fáscia superficial – tecido adiposo denso profundo e aderida à pele;</p><p>• Aponeurose epicrâncio – fibromuscular contínua;</p><p>• Músculo occipotofrontal;</p><p>• Músculo temporoparietais;</p><p>• Aponeurose epicrânica associada;</p><p>• Tecido areolar frouxo subgaleal;</p><p>• Pericrânio – periósteo externo do crânio.</p><p>Trauma Bucomaxilofacial</p><p>Por Raymond J. Fonseca,Robert James Walker,H.</p><p>Dexter Barber,Michael P. Powers,David E. Frost</p><p>Escalpo</p><p>• As técnicas de imagem distinguem claramente apenas três das cinco</p><p>camadas do escalpo, especificamente:</p><p>• Pele;</p><p>• Tecido adiposo denso da fáscia superficial;</p><p>• Complexo galeal-subgaleal-pericrânio.</p><p>Visão Geral</p><p>• Ossos e Articulações:</p><p>• Crânio;</p><p>• Crânio;</p><p>• 28 ossos separados;</p><p>• Calvária robusta – circunda e protege o cérebro;</p><p>• Esqueleto facial.</p><p>• Cavidade craniana;</p><p>• Cérebro; porções intracranianas dos nervos cranianos e espinais; vasos sanguíneos;</p><p>meninges e o líquido cerebrospinal.</p><p>• Base:</p><p>• internamente – fossa anterior, média e posterior;</p><p>• Forames .</p><p>• Fixações para inúmeros músculos.</p><p>• Articulação Temporomandibular.</p><p>• Articulação atlantoccipitais.</p><p>(NETTER, 2000)</p><p>(NETTER, 2000)</p><p>(NETTER, 2000)</p><p>(STANDRING, 2010)</p><p>• Face anterior da cabeça:</p><p>• 1 – arco supraciliar</p><p>• 2 – glabela</p><p>• 3 – osso frontal</p><p>• 4 – násio</p><p>• 5 – incisura supraorbital</p><p>• 6 – sutura frontozigomática</p><p>• 7 – ângulo da mandíbula</p><p>• 8 – maxila</p><p>• 9 – forame mentual</p><p>• 10 – osso nasal</p><p>• 11- corpo da mandíbula</p><p>• 12 – forame infraorbital</p><p>• 13 – osso zigomático</p><p>(STANDRING, 2010)</p><p>• Face latera da cabeça:</p><p>• 1- glabela</p><p>• 2- osso frontal</p><p>• 3- linha temporal</p><p>• 4 – bregma</p><p>• 5 – ptério</p><p>• 6 – osso parietal</p><p>• 7 – lambda</p><p>• 8- asa maior do esfenoide</p><p>• 9 - arco zigomático</p><p>• 10 – Parte escamosa do osso</p><p>temporal</p><p>• 11 – processo estiloide</p><p>• 12 – Processo mastoide</p><p>• 13 – osso occipital</p><p>• 14 – protuberância occipital</p><p>externa</p><p>(STANDRING, 2010)</p><p>• Face anterior do pescoço:</p><p>• 1- primeira cartilagem traqueal</p><p>• 2 – cartilagem cricóidea</p><p>• 3 – corno maior do osso hioide</p><p>• 4 – corpo do osso hioide</p><p>• 5- corpo da mandíbula</p><p>• 6 – ângulo da mandíbula</p><p>• 7 – cartilagem tireóidea</p><p>• 8 – ligamento cricotireóideo</p><p>mediano</p><p>• 9 – incisura jugular</p><p>• 10 – manúbrio do esterno</p><p>• 11 – articulação</p><p>esternoclavicular</p><p>• 12 – clavícula</p><p>Relação: encéfalo, crânio e meninge</p><p>Anatomia do Encéfalo</p><p>Sistema Nervoso</p><p>• Conjunto de órgãos que coordena e integra os demais sistemas</p><p>orgânicos;</p><p>• Relaciona o organismo com as variações do meio externo e controlando o funcionamento</p><p>visceral .</p><p>• O tecido nervoso tem dois tipos celulares:</p><p>• Neurônios:</p><p>• É a unidade funcional do sistema nervoso.</p><p>• Células da Gliais (Neuroglia):</p><p>• Ocupam o espaços entre os neurônios. Possui a função de sustentação, revestimento</p><p>ou isolamento, modulação da atividade neuronal e defesa.</p><p>(Machado, 2001 )</p><p>Sistema Nervoso</p><p>Sistema Nervoso central (SNC)</p><p>Encéfalo</p><p>Telencéfalo</p><p>Hemisférios</p><p>Cerebrais</p><p>Diencéfalo</p><p>Tálamo</p><p>Hipotálamo</p><p>Cerebelo</p><p>Tronco</p><p>Encefálico</p><p>Bulbo</p><p>Mesencéfalo</p><p>Ponte</p><p>Medula</p><p>Espinhal</p><p>Sistema Nervoso Periférico (SNP)</p><p>SNP Somático SNP Autônomo</p><p>Simpático</p><p>Parassimpático</p><p>O córtex cerebral é</p><p>representado pelas camadas</p><p>neuronais externas</p><p>(substância cinzenta) sobre a</p><p>superfície dos hemisférios</p><p>cerebrais.</p><p>Substância cinzenta</p><p>é formada pelos corpos dos</p><p>neurônios .</p><p>Substância branca é formada</p><p>pelos</p><p>prolongamentos dos corpos</p><p>dos neurônios.</p><p>(Machado, 2001)</p><p>ENCÉFALO</p><p>Telencéfalo</p><p>• Contém 35 bilhões de neurônios</p><p>• Pesa aproximadamente 1,4 kg</p><p>• Superfície – córtex cerebral</p><p>• Dividido em dois hemisférios</p><p>• Ventrículos cerebrais</p><p>• Reservatório do líquido cefalorraquidiano</p><p>✓ O córtex cerebral está dividido em mais de quarenta áreas</p><p>funcionalmente distintas.</p><p>• Lobo frontal:</p><p>• Giro pré-central – entre o sulco pré-</p><p>central e o central;</p><p>• Área motora principal.</p><p>• Giro frontal inferior – hemisfério</p><p>cerebral esquerdo;</p><p>• Giro de Broca –</p><p>centro cortical da</p><p>palavra falada.</p><p>• Face inferior:</p><p>• Olfato.</p><p>• Lobo occipital:</p><p>• Visão;</p><p>• Lobo temporal:</p><p>• Giro temporal transverso anterior;</p><p>• Centro cortical da audição.</p><p>• Lobo parietal:</p><p>• Giro pós – central:</p><p>• Uma das mais importantes área sensitivas do córtex:</p><p>• Somestésica.</p><p>• Lobo límbico:</p><p>• Parte o sistema límbico;</p><p>• Relaciona-se com o comportamento emocional e o controle do sistema nervoso</p><p>autônomo.</p><p>• Hipocampo:</p><p>• Possui importantes funções psíquicas relacionadas com o comportamento e</p><p>a memória.</p><p>• Ínsula:</p><p>• Durante o desenvolvimento cresce menos que os demais e pouco a pouco é</p><p>recoberto pelo lobos vizinhos, frontal, temporal e parietal;</p><p>Divisão</p><p>(NETTER, 2000)</p><p>ENCÉFALO</p><p>Diencéfalo</p><p>• Tálamo</p><p>• Entre o tronco encefálico e o cérebro</p><p>• Transmite impulsos nervosos para o córtex cerebral – mensagens sensoriais</p><p>• Hipotálamo</p><p>• É o principal centro integrador das atividades dos órgãos viscerais, sendo um dos principais responsáveis pela</p><p>homeostase corporal.</p><p>• Liga o sistema nervoso e o sistema endócrino</p><p>• Ativa diversas glândulas endócrinas</p><p>• Controla a temperatura corporal</p><p>• Regula o apetite</p><p>• Regula o balanço de água no corpo</p><p>• Regula o sono</p><p>• Envolvido na emoção e no comportamento sexual</p><p>• Epitálamo</p><p>• Forma um fino teto sobre o terceiro ventrículo. Está relacionada com regulação de vias motoras e a regulação</p><p>emocional.</p><p>ENCÉFALO</p><p>Tronco Encefálico</p><p>• Entre a medula e o diencéfalo</p><p>• Recebe informações sensitivas de</p><p>estruturas cranianas e controla os</p><p>músculos da cabeça</p><p>• Contém circuitos nervosos que</p><p>transmitem informações da medula</p><p>espinhal até outras regiões</p><p>encefálicas em direção contrária.</p><p>• Regula a atenção.</p><p>(MARTIN, 2013)</p><p>Tronco Encefálico e Diencéfalo</p><p>• Núcleos da base – participação</p><p>no controle do movimento, na</p><p>cognição e emoção.</p><p>• Bulbo – participa dos</p><p>mecanismo regulador da</p><p>respiração e da pressão</p><p>arterial.</p><p>• Ponte e do mesencéfalo –</p><p>exercem uma função no</p><p>controle do movimento dos</p><p>olhos.</p><p>ENCÉFALO</p><p>Cerebelo</p><p>• Situa-se atrás do cérebro.</p><p>• Controle dos movimentos.</p><p>• Equilíbrio</p><p>• Postura</p><p>• Tônus muscular</p><p>• Dois hemisférios.</p><p>Sistema nervoso</p><p>ENCÉFALO</p><p>• Sistema Ventricular</p><p>• Consiste:</p><p>• Dois ventrículos laterais</p><p>• 3° e 4° ventrículos – medianos</p><p>• Arqueduto do mesencéfalo</p><p>• Plexos corióideos</p><p>• Secreta o líquido cefalorraquidiano</p><p>• Preenche</p><p>• As cavidades ventriculares</p><p>• As cavidades subaracnóideas do encéfalo</p><p>• A cavidade da medula espinhal</p><p>ENCÉFALO</p><p>Líquido Cefalorraquidiano</p><p>• Protege o encéfalo</p><p>• Circulação do liquido</p><p>• Ventrículos laterais – forames interventriculares – 3° ventrículo</p><p>• Aqueduto do mesencéfalo – 4° ventrículo – abertura mediana e laterais –</p><p>espaço subaracnóideo</p><p>• Flui para as cisternas.</p><p>• Absorção do líquido</p><p>• Granulações aracnóideas – nas paredes da dura-máter</p><p>Ventrículos encefálicos</p><p>MEDULA ESPINHAL</p><p>• Abaixo do bulbo, o SNC se continua com a</p><p>medula espinhal.</p><p>• Funções:</p><p>• Conduz os impulsos nervosos para o encéfalo</p><p>e do encéfalo;</p><p>• Processa informações sensitivas de uma forma</p><p>limitada, tornando possível o início de ações</p><p>reflexas estereotipadas (reflexos espinais) sem</p><p>ação dos centros superiores do encéfalo.</p><p>• Atravessa o canal vertebral das vértebras,</p><p>desde o forame magno até o nível da</p><p>primeira ou segunda vértebra lombar.</p><p>• Originam da medula espinhal 31 pares de</p><p>nervos.</p><p>(MARTIN, 2013)</p><p>Meninges do Crânio</p><p>• São internas ao crânio.</p><p>• Protegem o encéfalo.</p><p>• Sustentam artérias, veias e seios venosos.</p><p>• Envolvem uma cavidade cheia de líquido – espaço subaracnóideo.</p><p>• São três camadas:</p><p>• Dura-máter</p><p>• Aracnóide</p><p>• Pia-máter</p><p>(NETTER, 2000)</p><p>• Dura Máter</p><p>• Adere a face interna do crânio</p><p>• Contínua no forame magno que recobre a medula espinhal.</p><p>• Aracnoide</p><p>• Avascular</p><p>• Está em contado com a dura-máter por pressão do líquido</p><p>cerebrospinal.</p><p>• Pia máter</p><p>• Altamente vascularizada</p><p>• Adere à superfície do encéfalo e segue todo o seu contorno.</p><p>Meninges do Crânio</p><p>• Foice do cérebro</p><p>• Separa os hemisférios</p><p>• Plano mediano – face interna da calvária</p><p>• Fixa-se ao tentório do cerebelo</p><p>• Tentório do cerebelo</p><p>• Separa os lobos occipitais dos hemisférios cerebrais do cerebelo</p><p>• Foice do cerebelo</p><p>• Abaixo do tentório do cerebelo</p><p>• Separa parcialmente os hemisférios cerebelares</p><p>• Diafragma da sela</p><p>• Forma um teto sobre a fossa hipofisial</p><p>Relação: encéfalo, crânio e meninge</p><p>Meninges do Crânio</p><p>(NETTER, 2000)</p><p>• Espaço extradural</p><p>• Espaço potencial</p><p>• Entre os ossos do crânio e a camada periosteal externa da dura-máter.</p><p>• Espaço subdural</p><p>• Espaço potencial</p><p>• Interface dura-aracnóide</p><p>• Espaço subaracnóideo</p><p>• Entre a aracnóide e a pia-máter</p><p>• Espaço real</p><p>• Contém líquido cerebrospinal</p><p>Espaços</p><p>Nomenclaturas dos limites lobares</p><p>• 1- sulco central</p><p>• 2- sulco parietoccipital</p><p>• 3- sulco lateral</p><p>• 4 – incisura pré-occítal – têmporo-</p><p>occipital</p><p>• 9- sulco do cíngulo</p><p>• 10 – sulco subparietal</p><p>• 11 – sulco colateral</p><p>• F- lobo frontal</p><p>• P – lobo parietal</p><p>• T – lobo temporal</p><p>• O – lobo occipital</p><p>• L – lobo límbico (NAIDICH, 2015)</p><p>Questão 01</p><p>Questão 02</p><p>1A</p><p>• Superfície da convexidade em cortes sagitais sequenciais.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>• Superfície medial – imagem de RM sagital</p><p>T2 na linha mediana;</p><p>• 1 - Giro frontal;</p><p>• 21 giro reto;</p><p>• 30 - Giro do cíngulo;</p><p>• 32 - Lóbulo paracentral</p><p>• 33 – pré- cúneo</p><p>• 34 – cúneo</p><p>• 35 giro lingual</p><p>•</p><p>• Parassagital;</p><p>• sr – sulco rostral</p><p>• o – sulco do cíngulo</p><p>• pC – sulco paracentral</p><p>• d – sulco central</p><p>• pM – parte marginal</p><p>• n – sulco subparietal</p><p>• K – sulco parietoccipital</p><p>• l - sulco calcarino</p><p>• m - sulco do cíngulo aneterior</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Linha mediana (M);</p><p>Pode-se localizar;</p><p>sulco paracentral (r);</p><p>Parte marginal (v);</p><p>Sulco subparietal (n);</p><p>Sulco parietoccipital (k);</p><p>Linha paramediana (P);</p><p>Sulco frontal superior (a);</p><p>Sulco central (d);</p><p>Área motora da mão (H);</p><p>Sulco pré-central (c);</p><p>sulco pós-central (e);</p><p>1- giro frontal superior</p><p>2- giro frontal médio</p><p>4- giro pré-central</p><p>5 – giro pós-central</p><p>6-7- lóbulo parietal inferior</p><p>8 – lóbulo parietal superior</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Análise do giros e dos sulcos da superfície</p><p>superior</p><p>• a – sulco frontal superior – anteriormente.</p><p>• 1- giro frontal superior;</p><p>• 2 – giro frontal médio;</p><p>• c – sulco pré-frontal.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Análise do giros e dos sulcos da superfície</p><p>superior</p><p>• 4- giro pré-central</p><p>• 5 – giro pós-central</p><p>• 6-7- lóbulo parietal inferior</p><p>• 8 – lóbulo parietal superior (NAIDICH, 2015)</p><p>• Sulco central (d);</p><p>• Sulco pré-central (c);</p><p>• sulco pós-central (e);</p><p>Análise do giros e dos sulcos da superfície</p><p>superior</p><p>• 4 – giro pré-central;</p><p>• Mais espesso - sagital</p><p>• 5 – giro pós-central;</p><p>• Formam um par de giros</p><p>paralelos;</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Análise do giros e dos sulcos da superfície</p><p>superior</p><p>• Botão da área motora da mão;</p><p>• Protuberância direcionada</p><p>posteriormente pode assumir a</p><p>forma de uma saliência única ou</p><p>de uma saliência dupla;</p><p>• Observe extensão do sulco</p><p>frontal superior (a)</p><p>anteriormente, bem como seu</p><p>alinhamento com o sulco</p><p>intraoccipital (em L)</p><p>posteriormente.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Análise do giros e dos sulcos da superfície</p><p>superior</p><p>• Sulco subparietal;</p><p>• Linhas horizontais curas</p><p>(travessões) através da fissura</p><p>inter-hemisférica;</p><p>• Posterior as partes marginais.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Análise do giros e dos sulcos da superfície</p><p>superior</p><p>• Sinal da cauda de peixe;</p><p>• Os sulcos parietoccipitais</p><p>tipicamente aparecem com</p><p>sulcos em zigue-zague de alta</p><p>frequência, que se estendem</p><p>lateralmente desde a linha</p><p>média, para terminarem em</p><p>amplas “caudas de peixe” em</p><p>cada lado.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Análise do giros e dos sulcos da superfície</p><p>superior</p><p>• Sinal do “M quebrado”:</p><p>• Os sulcos intraparietais formam</p><p>sulcos em forma de crescente ao</p><p>longo das curvas 3-5 e 9-7 da</p><p>face de relógio (sinal 4 acima);</p><p>• Estendem-se através da borda</p><p>dos lobos parietais para</p><p>penetrar nos lobos occipitais.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Pontos de referência importantes ao</p><p>longo da superfície anterior.</p><p>• B- imagem axial de TC . C- imagem de RM T1 axial.</p><p>• As posições dos giros e dos sulcos parecem mudar com o</p><p>método de imagem e com o ângulo do corte. Mas, permitem</p><p>constantes em relação à linha 9-3 horas, adquirida em</p><p>relação ao maior diâmetro biparietal do cérebro. O padrão</p><p>de sulcos e giros no vértice permite a identificação da</p><p>maioria dos giros superiores na maioria dos pacientes.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>• Superfície superior do</p><p>cérebro em imagem</p><p>axial;</p><p>• 1- giro frontal superior;</p><p>• Frequentemente</p><p>indentado por uma série</p><p>de sulcos rasos não</p><p>interligados – seta branca;</p><p>• 2- giro frontal médio;</p><p>• Forma o perímetro do</p><p>lobo frontal;</p><p>• Em quase todos os ângulos</p><p>padrão de TC e de RM:</p><p>• Fissura longitudinal;</p><p>• Linha de 12-6 horas;</p><p>• O maior diâmetro</p><p>transverso do cérebro –</p><p>linha 9-3 horas</p><p>❖ Dois arcos:</p><p>❖ Sulcos</p><p>intraparietal/intraoccipi</p><p>tal (f-g);</p><p>❖ De 3 a 5 horas e de 9 a 7</p><p>horas.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>• 4 – giro pré-central;</p><p>• 5 – giro pós-central;</p><p>• 8 – lóbulo parietal</p><p>superior;</p><p>• a – sulco frontal</p><p>superior;</p><p>• c – sulco pré-central;</p><p>• d – sulco central;</p><p>• e – sulco pós-central;</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>• M – área motora da mão no giro pré-central.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>cc – corpo caloso;</p><p>30 – giro do cíngulo;</p><p>33 – pré-cúneo.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Imagens RM em T1 da superfície superior</p><p>• A RM demonstra todas às características de</p><p>superfície vistas na inspeção do cérebro.</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Questão 03</p><p>Imagens RM em T1 da superfície superior</p><p>30 – giro do</p><p>cíngulo;</p><p>a - Sulco frontal</p><p>superior; (NAIDICH, 2015)</p><p>d - Sulco central;</p><p>M - Área motora da</p><p>mão;</p><p>c - Sulco pré-central ;</p><p>e - sulco pós-central;</p><p>Questão 04</p><p>Imagens de RM e T2 da superfície superior</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Imagens de RM e T2 da superfície superior</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>• Polos posteriores.</p><p>• K – sulcos parietoccipitais – maram os limites anteriores</p><p>dos lobos occipitais na superfície medial. Anterior lóbulo</p><p>parietal superior (8).</p><p>• 7 – giro angular;</p><p>• I – sulco calcarino; primeiro grande sulco orientado</p><p>horizontalmente superior ao tentório e ao cerebelo</p><p>• 34 – cúneo;</p><p>• 35 – giro lingual – giro occipitotemporal meidal;</p><p>• 20 – griro descendente;</p><p>• Op – sulco occipitopolar – cricunda a margem</p><p>externa do giro descendente;</p><p>• 01 giros occipitais superor;</p><p>• 02 0 giros médio;</p><p>• 03 – giros inferior;</p><p>• f – sulco intraparietal – separa o lóbulo</p><p>parietal superior do lóbulo parietal inferior ;</p><p>• g – sulcos intraocciítais</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Imagem de RM T2 coronal</p><p>• I – sulco calcarinao –</p><p>• 34 – cúneo;</p><p>• 35 – giro lingual</p><p>• K – sulco parietoccipital;</p><p>• f – sulco intraparietal;</p><p>• g – sulco intraoccipital;</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Imagens axiais seriadas de TC</p><p>(NAIDICH, 2015)</p><p>Bibliografia</p><p>• NAIDICH, Thomas P. et al. Imagem do encéfalo. Tradução Keila</p><p>Carolina de Ornelas, Tiago Roberta Stella, Fernando Diniz Mundim.</p><p>1. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.</p><p>• NETTER, Frank H. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre:</p><p>Artmed, 2000.</p><p>• MACHADO, Angelo. Neuroanatomia Funcional. 2. ed. : Atheneu,</p><p>2001.</p><p>Face e Seios paranasais</p><p>Vascularização Cerebral</p><p>• Vascularização cerebral: artéria</p><p>vertebrais direita e esquerda; artérias</p><p>carótidas internas direita e esquerda.</p><p>• Vertebrais origina a artéria basilar,</p><p>que se divide em duas artérias</p><p>cerebrais posteriores (irrigam a parte</p><p>posterior da face inferior dos</p><p>hemisférios cerebrais).</p><p>• Artérias carótidas internas originam a</p><p>artéria cerebral média e a artéria</p><p>cerebral anterior. Penetra no crânio</p><p>pelo canal carotídeo e supre as</p><p>estruturas internas.</p><p>(NETTER, 2000)</p><p>(STANDRING, 2010)</p><p>(STANDRING, 2010)</p><p>• Pulsos:</p><p>• Pulso facial;</p><p>• Artéria facial</p><p>atravessa a</p><p>margem inferior da</p><p>mandíbula</p><p>imediatamente na</p><p>frente do músculo</p><p>masseter,</p><p>aproximadamente</p><p>1cm lateral ao</p><p>ângulo da boca.</p><p>• Pulso da artéria</p><p>temporal superficial;</p><p>• Frente do trago da</p><p>orelha;</p><p>• Divide-se em</p><p>ramos frontal e</p><p>parietal</p><p>aproximadamente</p><p>2,5 cm acima do</p><p>arco zigomático.</p><p>(STANDRING, 2010)</p><p>• Seio sigmóideo:</p><p>• São continuações dos seios transversos,</p><p>começando aonde estes deixam o</p><p>tentório do cerebelo;</p><p>• Artéria meníngea média:</p><p>• Maior artéria meníngeas;</p><p>• Entra no crânio pela o forame espinhoso;</p><p>Referência</p><p>• STANDRING, SUSAN. Gray’s anatomia. Tradução Denise Costa</p><p>Rodrigues et. Al. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.</p><p>Seios Paranasais</p><p>• São pares de espaços aéreos em certos ossos do crânio.</p><p>• São denominados; Seios maxilar, Frontal, Esfenoidal, Células etmoidais.</p><p>• Cada seio comunica-se, via ductos de drenagem, com o interior da cavidade</p><p>nasal de seu próprio lado.</p><p>• Os seios paranasais podem ajudar a aquecer e umedecer o ar inspirado.</p><p>• Os ductos paranasais drenam o muco dos seios paranasais e os ductos</p><p>lacrimonasais drenam as lágrimas dos olhos.</p><p>• Uma secreção excessiva de lágrimas faz com que elas escoem para dentro da</p><p>cavidade nasal.</p><p>http://jmarcosrs.files.wordpress.com/2011/03/sinusite.jpg</p><p>http://jmarcosrs.files.wordpress.com/2011/03/seionasais.jpg</p><p>• http://jmarcosrs.files.wordpress.com/2011/03</p><p>/princ_rm_cat_scan_image_of_sinuses.jpg</p><p>Imagens axiais de TC</p><p>1- canal incisivo</p><p>2 – arco alveolar</p><p>3- alvéolo dental</p><p>4- m. pterigóideo medial</p><p>5- músculo masseter (WEIR, 2011)</p><p>6 –ramo da mandíbula</p><p>7 – parte oral da faringe</p><p>8 – corpo da vértebra</p><p>c2</p><p>9 processo estiloide</p><p>10 patalato duro</p><p>11- seio maxilar</p><p>12- parede lateral do</p><p>seio maxilar</p><p>13 – lâmina lateral do</p><p>processo pterigoide</p><p>14 – lâmina medial do</p><p>processo pterigoide</p><p>16 – parte nasal da faringe</p><p>17- vômer</p><p>18 – dente do áxis</p><p>25 – espaço parafaríngeo</p><p>Imagens axiais de TC</p><p>(WEIR, 2011)</p><p>11- seio maxilar</p><p>12- parede lateral do</p><p>seio maxilar</p><p>13 – lâmina lateral do</p><p>processo pterigoide</p><p>9 processo estiloide</p><p>19 – narinas</p><p>20 – septo nasal</p><p>30 – cavidade nasal</p><p>21 – concha nasal inferiro</p><p>31 parede medial do seio</p><p>maxilar</p><p>28 – meato nasal inferior</p><p>Imagens axiais de TC</p><p>(WEIR, 2011)</p><p>32 – m. temporal</p><p>33 – processo condilar da mandíbula – cabeça</p><p>50 – cavidade da orelha média</p><p>41 – clivo</p><p>40 – arco do zigomático</p><p>Imagens axiais de TC</p><p>• 52 – bulbo do olho</p><p>• 43 – asa maior do</p><p>esfenoide</p><p>• 57 – lobo temporal</p><p>• 58-59-60 células etmoidais</p><p>• 53 – nervo óptico</p><p>(WEIR, 2011)</p><p>• 54 – seio esfenoidal</p><p>• 65 – assoalho da sela turca</p><p>• 68 – canais semicriculares da</p><p>orelha interna</p><p>• 67- ossículos da orelha média</p><p>• 69 – cóclea da orelha interna</p><p>Imagem coronal TC</p><p>• 1- osso frontal</p><p>• 2- seio frontal</p><p>• 3 – osso nasal</p><p>• 4- pálpebra superior</p><p>• 5- pálpebra inferior</p><p>• 10 – septo nasal</p><p>• 11- concha nasal</p><p>inferior</p><p>(WEIR, 2011)</p><p>Questão 5</p><p>Imagem coronal TC</p><p>(WEIR, 2011)</p><p>• 6 – bulbo do olho</p><p>• 7- crista etmoidal</p><p>• 8- palato duro</p><p>• 9- seio maxilar</p><p>• 10 – septo nasal</p><p>• 11- concha nasal inferior</p><p>• 14 meato nasal inferior</p><p>• 15 – lâmina orbital</p><p>• 17 – fissura orbital inferior</p><p>• 25 – teto da órbita - frontal</p><p>• 26 – lâmina cribriforme -</p><p>etmoide</p><p>• 28 – incisura etmoidal - frontal</p><p>Questão 6</p><p>Bibliografia</p><p>• WEIR, Jamie. et al. Atlas de anatomia humana em imagem.</p><p>Tradução Douglas Arthur Omena Futuro et al. Rio de Janeiro:</p><p>Elsevier, 2011. pag. 1- 54.</p><p>Anatomia do pescoço</p><p>Anatomia topográfica do pescoço</p><p>• Pescoço:</p><p>• Área entre a base do crânio, a</p><p>margem inferior da mandíbula e</p><p>a abertura superior do tórax;</p><p>• Parte inferior:</p><p>• Principais viscerais;</p><p>• Faringe;</p><p>• Laringe;</p><p>• Traqueia;</p><p>• Esôfago;</p><p>• Glândulas tireoide e</p><p>paratireoides.</p><p>(NICOLL, 2012) (NORTON, 2012)</p><p>Anatomia topográfica do pescoço</p><p>• Dividido em dois trígonos:</p><p>• Trígono cervical anterior;</p><p>• Limites anterior;</p><p>• Margem anterior do m. esterocleidomastóideo;</p><p>• Margem inferior da mandíbula;</p><p>• Linha mediana anterior do pescoço.</p><p>• Trígono cervical lateral:</p><p>• Localizado na região lateral do pescoço, curvando-se superior e posteriormente no</p><p>pescoço.</p><p>• Limites;</p><p>• Margem posterior do esternocleidomastóideo;</p><p>• Terço médio da clavículua;</p><p>• Margem anterior do trapézio.</p><p>(NICOLL, 2012)</p><p>(ALTRUDA FILHO, 2005)</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>(NORTON,</p><p>2012)</p><p>Faringe e Laringe</p><p>• A faringe conecta as cavidades</p><p>nasais e oral com a laringe do</p><p>sistema respiratório e o</p><p>esôfago do sistema digestório</p><p>(MOORE, 2004).</p><p>• A laringe é a continuação da divisão</p><p>condutora que conecta a parte</p><p>laríngea da faringe com a traqueia.</p><p>Está posicionada na linha mediana</p><p>anterior do pescoço no nível da</p><p>quarta à sexta vértebra cervical</p><p>(MOORE, 2004).</p><p>(BRONTREGER, 2015)</p><p>(BRONTREGER, 2015)</p><p>• A glândula tireoide possui dois lobos – 5cm de altura</p><p>– posicionados em ambos os lados da traqueia e</p><p>comunicam-se anteriormente por uma ponte de</p><p>tecido – istmo. (NORTON, 2012)</p><p>o Glândulas paratireóides estão na parte posterior dos lobos</p><p>laterais da glândulas tireoides. Um par superior e um par</p><p>inferior.</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>Raiz do pescoço</p><p>• Conecta as estruturas do pescoço com a cavidade torácica.</p><p>• Limites da abertura superior do tórax :</p><p>• Manúbrio do esterno;</p><p>• Primeira costela e cartilagem costal;</p><p>• Primeira vértebra torácica.</p><p>• O ápice dos pulmões se estendem até a raiz do pescoço na região</p><p>lateral da abertura do tórax.</p><p>(NICOLL, 2012)</p><p>(DRAKE, 2005)</p><p>(ALTRUDA FILHO, 2005)</p><p>Raiz do pescoço</p><p>• Conteúdo:</p><p>• Artérias:</p><p>• Carótida comum;</p><p>• Subclávia;</p><p>• Vertebral;</p><p>• Cervical transversa.</p><p>• Veias:</p><p>• Jugular interna;</p><p>• Subclávia;</p><p>• Braquiocefálica;</p><p>• Tireóidea inferior;</p><p>• Vertebral.</p><p>• Conteúdo:</p><p>• Nervos:</p><p>• Vago;</p><p>• Laríngeo recorrente;</p><p>• Frênico;</p><p>• Tronco simpático;</p><p>• Plexo braquial.</p><p>• Estruturas:</p><p>• Traqueia;</p><p>• Esôfago;</p><p>• Ducto torácico;</p><p>• Ducto linfático direito.</p><p>(NICOLL, 2012)</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>Vascularização</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>(NORTON, 2012)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>(MARTINI, 2009)</p><p>Imagem de RMN obtida no</p><p>plano sagital ponderada em</p><p>T2 de paciente estenoso de</p><p>canal vertebral cervical em</p><p>múltiplos níveis e</p><p>mielopatia.</p><p>Exame padrão para avaliar</p><p>lesão medular cervical.</p><p>Estenose - diminuição de</p><p>um espaço anatômico.</p><p>Mielopatia cervical é</p><p>consequência à</p><p>compressão da medula</p><p>espinal ou raízes nervosas</p><p>no canal espinal.</p><p>• Fraqueza nas</p><p>extremidades</p><p>superiores e</p><p>inferiores;</p><p>incontinência urinária</p><p>ou retal;</p><p>• Sinais de neurônio</p><p>motor superior ao</p><p>exame das</p><p>extremidades</p><p>(SKINNER, 2015 )</p><p>(IMBODEN, 2014)</p><p>• RNM Plano sagital de</p><p>paciente com mielopatia</p><p>por espondilose cervical</p><p>e estenose do canal</p><p>vertebral. Permite avaliar</p><p>a medula espinal e os</p><p>discos vertebrais.</p><p>Espondilose cervical é um processo de doença</p><p>generalizado que afeta toda a coluna cervical e</p><p>que está relacionado com degeneração discal</p><p>crônica</p><p>Diz-se que há estenose do canal vertebral</p><p>quando seu diâmetro é inferior a 13 milímetros.</p><p>Segmentos frequentes:</p><p>• C5c6;</p><p>• C6-c7;</p><p>• C4-c5.</p><p>Degeneração cervical:</p><p>• 90% dos homens com mais 50 anos;</p><p>• 90% das mulheres com mais de 60 anos.</p><p>A mielopatia cervical é a forma mais comum de</p><p>disfunção medular em pessoas com mais de 55</p><p>anos, ocorre 2x mais nos homens.</p><p>(SKINNER, 2015)</p><p>Teste seus conhecimentos</p><p>• TC Plano sagital de</p><p>paciente com mielopatia</p><p>por espondilose cervical</p><p>e estenose do canal</p><p>vertebral. Detalhamento</p><p>ósseo excelente.</p><p>• O TC proporciona</p><p>visualização</p><p>excelente da</p><p>arquitetura óssea e</p><p>do tecidos moles</p><p>paravertebrais da</p><p>coluna cervical.</p><p>• TC com mielografia</p><p>ou contraste</p><p>intratecal permite</p><p>visualizar o</p><p>conteúdo do canal</p><p>vertebral.</p><p>(SKINNER, 2015)</p><p>TC de pescoço</p><p>• Corte axial (transversal) da</p><p>laringe na porção média da</p><p>laringe no nível da C5. apenas</p><p>as estruturas principais são</p><p>mostradas neste corte.</p><p>(BRONTREGER, 2015)</p><p>Referênicas</p><p>• ALTRUDA FILHO, L. et al. Anatomia topográfica da cabeça e do pescoço. Barueri, SP: Manole,</p><p>2005.</p><p>• BRONTREGER, KENNETH L.; LAMPIGNANO, John P. Tratado de posicionamento radiográfico e</p><p>anatomia associada. Tradução de Alcir Costa Fernandes, Douglas Omena Futuro, Fabiana</p><p>Pinzettal. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2015.</p><p>• DRAKE, RICHARD L.; VOGL, WAYNE; MITCHELL, ADAM W. M. Gray’s, anatomia clínica para</p><p>estudantes. Tradução de Vila Ribeiro de Sousa Varga et al. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.</p><p>• IMBODEN, JOHN B.; HELLMANN, DAVID B.; STONE, John H. Current diagnóstico e tratamento,</p><p>Reumatologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.</p><p>• MARTIN, JOHN, H. Neuroanatomia Texto e Atlas. Tradução de Alexandre Lins Wernecck,</p><p>Dionis de Castro Dutra Machado e Victor Hugo do Vale Bastos. São Paulo: Artmed, 2013.</p><p>• MARTINI, FREDERIC H. Atlas do corpo humano. Porto Alegre, RS: Artmed, 2009.</p><p>• MOORE, KEITH L.; WERNECK, ALEXANDRE LINS (Trad.). Anatomia orientada para a clínica. 4.</p><p>ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan, c2001.</p><p>Referências</p><p>• NICOLL, DIANA, et al. Manual de exames diagnósticos. 6. ed. São</p><p>Paulo: Artmed, 2014.</p><p>• NORTON, Neil S. Netter, atlas de cabeça e pescoço. Tradução de</p><p>Alcir Costa Fernandes et al. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.</p><p>• SOBOTTA, FN. Atlas de Anatomia Humana. Editora Guanabara -</p><p>Koogan. Rio de Janeiro, 2000.</p><p>• SKINNER, HARRY B.; McMAHON, Patricl, k J. Currente: diagnóstico</p><p>e tratamento. 5. ed. São Paulo: Artemed, 2015, pag. 162-176.</p><p>• STANDRING, SUSAN. Gray’s anatomia. Tradução Denise Costa</p><p>Rodrigues et. Al. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.</p>