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nbr14855_2016_Barreira_concreto

Norma técnica ABNT NBR 14885:2016 sobre segurança no tráfego — barreiras de concreto. Reúne escopo, termos, requisitos de projeto e modelos, critérios de instalação e sinalização, técnicas construtivas (concreto, juntas, armadura, ancoragem, cura) e anexos com modelos testados pela FHWA.

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<p>edição</p><p>ABNT NBRNORMA</p><p>BRASILEIRA</p><p>ICS ISBN 978-85-07-</p><p>Número de referência</p><p>22 páginas</p><p>14885</p><p>Terceira</p><p>13.05.2016</p><p>Segurança no tráfego — Barreiras de concreto</p><p>Traffic safety — Concrete barriers</p><p>91.080.40; 93.080.10 06221-9</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>© ABNT 2016</p><p>Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser</p><p>reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por</p><p>escrito da ABNT.</p><p>ABNT</p><p>Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar</p><p>20031-901 - Rio de Janeiro - RJ</p><p>Tel.: + 55 21 3974-2300</p><p>Fax: + 55 21 3974-2346</p><p>abnt@abnt.org.br</p><p>www.abnt.org.br</p><p>ii</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Prefácio ................................................................................................................................................v</p><p>1 Escopo ................................................................................................................................1</p><p>2 Referências normativas .....................................................................................................1</p><p>3	 Termos	e	definições ...........................................................................................................2</p><p>4 Requisitos ...........................................................................................................................3</p><p>4.1 Projeto .................................................................................................................................3</p><p>4.2 Modelos ...............................................................................................................................3</p><p>4.3 Indicativos ...........................................................................................................................3</p><p>4.3.1 Solidarização de peças pré-moldadas .............................................................................3</p><p>4.3.2	 Descontinuidades	do	perfil ...............................................................................................3</p><p>4.3.3 Disposição da barreira em relação à pista ......................................................................4</p><p>4.3.4	 Drenagem	superficial	da	pista ..........................................................................................5</p><p>4.3.5 Balaústres ...........................................................................................................................6</p><p>4.3.6 Terminais .............................................................................................................................6</p><p>4.3.7 Atenuadores de impacto ...................................................................................................7</p><p>4.3.8 Elementos perigosos .........................................................................................................7</p><p>4.3.9 Sinalização da barreira ......................................................................................................7</p><p>4.4 Técnicas construtivas ........................................................................................................7</p><p>4.4.1 Concreto ..............................................................................................................................7</p><p>4.4.2 Modelos de construção .....................................................................................................7</p><p>4.4.3 Juntas ..................................................................................................................................8</p><p>4.4.4 Armadura ............................................................................................................................8</p><p>4.4.5 Ancoragem ..........................................................................................................................8</p><p>4.4.6	 Acabamento	superficial	e	cura .........................................................................................9</p><p>Anexo A (normativo) Exemplos de modelos de domínio público, ensaiados para os seus</p><p>respectivos níveis de contenção pela Federal Highway Administration (FHWA) ......10</p><p>Anexo B (normativo)	Ilustrações	de	critérios	de	instalação...........................................................17</p><p>Figuras</p><p>Figura	1	–	Exemplo	de	deflexão	lateral	da	barreira..........................................................................4</p><p>Figura	A.1	–	Perfil	New Jersey .........................................................................................................10</p><p>Figura	A.2	–	Terminal	(início/fim	da	barreira)	–	Perfil	New Jersey ................................................11</p><p>Figura	A.3	–	Perfil	tipo	F ...................................................................................................................12</p><p>Figura	A.4	–	Terminal	(início/fim	da	barreira)	–	Perfil	tipo	F	–	Detalhes	da	armadura</p><p>ancoragem ........................................................................................................................13</p><p>Figura	A.5	–	Perfil	tipo	ontário	tall wall (muro alto) .......................................................................14</p><p>Figura	A.6	–	Barreira	dupla	–	Perfil	tipo	Texas single – Slope/Califórnia (inclinação</p><p>constante) .........................................................................................................................15</p><p>Figura	A.7	–	Barreira	simples	–	Perfil	tipo	Texas single – Slope/Califórnia (inclinação</p><p>constante) .........................................................................................................................16</p><p>Figura B.1 – Travessia de pedestre .................................................................................................17</p><p>iii</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>Sumário Página</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Figura B.2 – Ângulo de transição de barreira em relação ao sentido do tráfego (conforme</p><p>Tabela 1) ............................................................................................................................18</p><p>Figura B.3 – Localização de barreiras em relação ao passeio......................................................19</p><p>Figura B.4 – Barreira para pistas contíguas em desnível..............................................................20</p><p>Figura	B.5	–	Detalhes	da	fundação ..................................................................................................21</p><p>Figura B.6 – Valetas de drenagem ...................................................................................................22</p><p>Tabela</p><p>Tabela	1	–	Deflexão	lateral	da	barreira	de	concreto	em	função	da	velocidade	de	projeto ...........4</p><p>iv</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Prefácio</p><p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas</p><p>Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos</p><p>de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são</p><p>elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto da</p><p>normalização.</p><p>Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da</p><p>Diretiva ABNT, Parte 2.</p><p>A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos</p><p>de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT a</p><p>qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).</p><p>Ressalta-se que Normas Brasileiras podem ser objeto de citação em Regulamentos Técnicos. Nestes</p><p>casos, os Órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar outras datas para</p><p>exigência dos requisitos desta Norma, independentemente de sua data de entrada em vigor.</p><p>A ABNT NBR 14885 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Transportes e Tráfego (ABNT/CB-016), pela</p><p>Comissão de Estudo de Segurança no Tráfego (CE-016:300.005). O Projeto circulou em Consulta</p><p>Nacional conforme Edital nº 10, de 01.10.2015 a 01.12.2015.</p><p>Esta terceira edição cancela e substitui a edição anterior (ABNT NBR 14885:2004), a qual foi tecnica-</p><p>mente revisada.</p><p>O Escopo em inglês desta Norma Brasileira é o seguinte:</p><p>Scope</p><p>This Standard specifies the minimum requirements for the constructive design and implementation</p><p>of concrete barriers for traffic safety.</p><p>v</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Segurança no tráfego — Barreiras de concreto</p><p>1 Escopo</p><p>Esta Norma especifica os requisitos mínimos exigíveis para o projeto construtivo e implantação</p><p>de barreiras de concreto para segurança no tráfego.</p><p>2 Referências normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para refe-</p><p>rências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se</p><p>as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).</p><p>ABNT NBR 6118, Projeto de estruturas de concreto – Procedimento</p><p>ABNT NBR 6971, Segurança no tráfego – Defensas metálicas – Implantação</p><p>ABNT NBR 12655, Concreto de cimento Portland – Preparo, controle e recebimento – Procedimento</p><p>ABNT NBR 13699, Sinalização horizontal viária – Tinta à base de resina acrílica emulsionada em água</p><p>ABNT NBR 14644, Sinalização vertical viária – Películas – Requisitos</p><p>ABNT NBR 14931, Execução de estruturas de concreto – Procedimento</p><p>ABNT NBR 15486, Segurança no tráfego – Dispositivos de contenção viária – Diretrizes de projeto</p><p>e ensaios de impacto</p><p>ABNT NBR 16184, Sinalização horizontal viária – Esferas e microesferas de vidro – Requisitos</p><p>e métodos de ensaio</p><p>EN 1317-2, Road restraint systems – Part 2: Performance classes, impact test acceptance criteria and</p><p>test methods for safety barriers</p><p>EN 1317-3, Road restraint systems – Part 3: Performance classes, impact test acceptance criteria and</p><p>test methods for crash cushions</p><p>EN 1317-4, Road restraint systems – Part 4: Performance classes, impact test acceptance criteria and</p><p>test methods for terminals and transitions of safety barriers</p><p>MASH, Manual for Assessing Safety Hardware</p><p>NCHRP 350, National Cooperative Highway Research Program – Recommended Procedures for the</p><p>Safety Performance Evaluation of Highway Features</p><p>ABNT NBR 14885:2016NORMA BRASILEIRA</p><p>1© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>3 Termos	e	definições</p><p>Para os efeitos deste documento, aplicam-se os seguintes termos e definições.</p><p>3.1</p><p>atenuador</p><p>amortecedor de impacto</p><p>tipo de dispositivo de contenção pontual fixo ou móvel, que possui a capacidade de absorver energia</p><p>a uma taxa controlada, desacelerando o veículo impactante em distância relativamente curta, e de uma</p><p>forma que reduza o potencial de ferimentos severos nos ocupantes. Normalmente são empregados</p><p>os conceitos de absorção de energia cinética ou de conservação de momento</p><p>3.2</p><p>barreira de concreto</p><p>dispositivo ou sistema de segurança, rígido e contínuo, destinado a ser implantado ao longo das vias</p><p>públicas, com forma e dimensões tais que, quando colididos por veículos desgovernados, reconduzam</p><p>estes veículos à pista com desacelerações suportáveis pelo corpo humano e com os menores danos</p><p>possíveis aos veículos e ao próprio dispositivo, de modo a evitar que estes veículos tenham seus</p><p>acidentes agravados por outros fatores, como por exemplo: travessia de canteiro central seguida</p><p>de choque frontal contra outro veículo, quedas em precipícios, colisão com elementos fixos, como</p><p>pilares de obras de arte especiais, postes de utilidade pública, árvores, postes de sinalização</p><p>3.3</p><p>barreira dupla</p><p>barreira dotada de duas superfícies de deslizamento, geralmente usadas como separadoras de fluxo</p><p>da via</p><p>3.4</p><p>barreira simples</p><p>barreira dotada de uma superfície de deslizamento, geralmente usada em bordas externas de pistas</p><p>e obras de arte especiais</p><p>3.5</p><p>modelo</p><p>conjunto composto por perfis, especificação de material e projeto de armadura que define um projeto</p><p>de barreira de concreto</p><p>3.6</p><p>perfil</p><p>formato geométrico da seção transversal da barreira, composto por superfície(s) de deslizamento</p><p>3.7</p><p>superfície de deslizamento</p><p>parte da barreira que recebe o impacto lateral de veículos desgovernados, reconduzindo-os à pista,</p><p>por efeito de sua forma, reduzindo a velocidade do veículo</p><p>3.8</p><p>terminal</p><p>trecho inicial e final da barreira</p><p>3.9</p><p>transição</p><p>sistema que faz a transição adequada entre diferentes sistemas de contenção, de forma a dar</p><p>continuidade à proteção lateral, prevenindo o efeito de embolsamento, enganchamento ou penetração</p><p>do sistema na área de transição</p><p>2</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>4 Requisitos</p><p>4.1 Projeto</p><p>As barreiras de concreto simples, armado ou protendido devem atender as disposições</p><p>da ABNT NBR 15486 no que tange aos níveis de contenção. Só devem ser aceitos modelos</p><p>ensaiados e aprovados pelas NCHRP 350/MASH ou EN 1317-2.</p><p>Para casos não previstos na ABNT NBR 15486, as barreiras podem ser projetadas conforme</p><p>ABNT NBR 6118 e de acordo com os modelos estabelecidos em 4.2.</p><p>4.2 Modelos</p><p>Só devem ser aceitos modelos ensaiados e aprovados de acordo com as especificações constantes</p><p>na ABNT NBR 15486.</p><p>O Anexo A ilustra alguns modelos de domínio público já ensaiados e aprovados.</p><p>4.3 Indicativos</p><p>4.3.1 Solidarização de peças pré-moldadas</p><p>As barreiras de concreto rígidas, pré-moldadas, devem ser dotadas de dispositivos de transferência</p><p>dos esforços transversais decorrentes de impactos laterais de veículos. A resistência a esforços</p><p>transversais deve ser dimensionada para cada local de implantação, conforme a ABNT NBR 15486.</p><p>4.3.2 Descontinuidades	do	perfil</p><p>4.3.2.1 Aberturas de construção</p><p>As aberturas devidas às disposições construtivas, como fendas ou sulcos, bem como espaçamentos</p><p>ou folgas entre peças pré-moldadas, não podem oferecer agravamento a acidentes.</p><p>4.3.2.2 Aberturas de operação</p><p>As aberturas de operação devem ser dotadas de dispositivos removíveis de acordo com a</p><p>ABNT NBR 15486 e, quando em operação, devem ser dotadas de dispositivos de contenção pontual</p><p>removíveis ou fixos.</p><p>4.3.2.3 Aberturas para pedestres</p><p>As passagens em nível para pedestres devem ser evitadas com a utilização de passagens inferior</p><p>ou superior. Entretanto, quando inevitáveis, a critério do projetista, deve ser seguido o padrão das</p><p>Figuras 1 e B.1, utilizando as deflexões laterais da Tabela 1.</p><p>3</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Obstáculo</p><p>fixo</p><p>a</p><p>b ≤ 1:10</p><p>Figura 1 – Exemplo	de	deflexão	lateral	da	barreira</p><p>Tabela 1 – Deflexão	lateral	da	barreira	de	concreto	em	função	da	velocidade	de	projeto</p><p>Velocidade de projeto</p><p>km/h</p><p>Deflexão	lateral</p><p>(a:b)</p><p>120 22:1</p><p>110 20:1</p><p>100 18:1</p><p>90 16:1</p><p>80 14:1</p><p>70 12:1</p><p>60 10:1</p><p>50 8:1</p><p>4.3.3 Disposição da barreira em relação à pista</p><p>4.3.3.1 Distância da borda do pavimento</p><p>Deve ser observada uma distância livre entre a borda da barreira e a linha demarcatória da borda</p><p>da faixa de rolamento de no mínimo 1 m junto ao canteiro central, admitindo-se excepcionalmente</p><p>o mínimo de 0,50 m</p><p>4</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>4.3.3.2 Transição</p><p>4.3.3.2.1 Horizontal</p><p>Quando for necessária uma redução da distância da borda da barreira à linha demarcatória da borda da</p><p>faixa de rolamento, a tangente do ângulo de transição deve atender à angulação prevista na Tabela 1.</p><p>4.3.3.2.2 Vertical</p><p>Quando for necessário o aumento da altura da barreira, a transição deve ser feita da mesma forma</p><p>prevista na Tabela 1.</p><p>4.3.3.3 Transição e conexão entre sistemas diferentes</p><p>A transição e a conexão entre sistemas diferentes devem ser conforme as ABNT NBR 6971</p><p>e ABNT NBR 15486.</p><p>4.3.3.4 Meio	fio	ou	valetas	de	drenagem</p><p>Não pode existir meio fio entre a barreira e a borda do pavimento.</p><p>4.3.3.5 Passeio</p><p>O passeio destinado ao trânsito de pedestres deve ser executado além da barreira, de modo que</p><p>os usuários também sejam protegidos pela barreira, conforme a Figura B.3. As barreiras devem ser</p><p>engastadas ao pavimento, para evitar seu deslizamento.</p><p>Em casos em que o passeio seja no topo da barreira, este deve ser protegido com guarda-corpo.</p><p>4.3.3.6 Pistas com superelevação</p><p>O eixo vertical de referência do perfil da barreira deve permanecer para inclinações transversais</p><p>da pista até 10 % (≈ 5º 43’). Para superelevações maiores, o eixo de referência do perfil deve ser</p><p>normal ao plano do pavimento em todo o trecho superelevado.</p><p>4.3.3.7 Pistas adjacentes em desnível</p><p>No caso de pistas adjacentes em desnível, a barreira deve ser dupla, construída de modo que cada</p><p>uma das superfícies de deslizamento atenda aos requisitos desta Norma, conforme a Figura B.4.</p><p>4.3.3.8 Altura adicional</p><p>Para melhorar a função antiofuscante da barreira, impedir a travessia de pedestres ou devido</p><p>à composiçao do tráfego (quando incluir veículos muito longos e pesados), a altura da barreira pode</p><p>ser aumentada até o limite que for considerado conveniente, a critério do projetista.</p><p>4.3.4 Drenagem	superficial	da	pista</p><p>Os locais com aberturas para passagem de água de drenagem superficial devem atender aos requisitos</p><p>desta Norma, quanto a dimensões e transferência de esforços transversais.</p><p>Os sistemas e os dispositivos de drenagem, que devem ser objeto de projeto específico, não podem</p><p>criar soluções de continuidade do perfil de rolagem das barreiras (ver Figura B.5).</p><p>5</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>4.3.5 Balaústres</p><p>Os balaústres podem ser usados em obras de arte e em trechos junto a precipícios, ou quando for</p><p>julgado conveniente por motivo de segurança adicional, desde que o modelo de barreira adotado</p><p>seja compatível com seu uso. O conjunto barreira e balaústre deve atender aos ensaios conforme</p><p>a ABNT NBR 15486.</p><p>4.3.6 Terminais</p><p>Terminais são pontos de possível concentração de tensões, exigindo que a sua estrutura e ancoragem</p><p>sejam mais reforçadas que a parte central da barreira. Da mesma forma, é importante que os</p><p>terminais estejam locados, preferencialmente, em pontos onde o alinhamento da rodovia sejam planos</p><p>e em tangente, para que os terminais sejam facilmente identificados pelos motoristas, visando</p><p>a minimização dos acidentes frontais com os terminais da barreira.</p><p>4.3.6.1 Terminais de entrada</p><p>Os terminais de entrada podem ser:</p><p>a) terminal abatido: a transição deve ser feita por um plano inclinado de 15° ± 2° em relação à</p><p>horizontal, desde o topo até a guia da barreira. É vedado o seu uso em locais com velocidade de</p><p>projeto maior ou igual a 60 km/h;</p><p>b) terminal ancorado em talude de corte: a barreira é defletida horizontalmente prosseguindo até o</p><p>talude de corte onde deve ser firmemente ancorada. A deflexão deve ser de acordo com a Tabela 1;</p><p>c) terminal absorvedor de energia acoplado à barreira por meio de transição entre estes dois</p><p>dispositivos;</p><p>d) atenuador de impacto instalado e acoplado à barreira;</p><p>e) terminais em barreira defletida: a barreira pode ser iniciada abatida fora da zona livre. Para atingir</p><p>a zona livre, a barreira deve ser defletida horizontalmente, prosseguindo até este limite.</p><p>Em trechos de rodovias em corte, ou em trechos de transição de corte para aterro, frequentemente</p><p>é possível ancorar o sistema de contenção no corte. Quando corretamente executado, este tipo</p><p>de ancoragem provê proteção total ao perigo identificado, elimina a possibilidade de impactos frontais</p><p>com o terminal e minimiza a possibilidade de um veículo passar por trás do sistema de proteção.</p><p>Sua correta execução inclui manter uma altura uniforme da barreira de concreto em relação à pista</p><p>até cruzar a linha de drenagem superficial, utilizar uma deflexão lateral apropriada para a velocidade</p><p>de projeto, prolongar a barreira e utilizar uma ancoragem capaz de desenvolver a tensão total</p><p>do sistema.</p><p>Nesta situação, é necessária uma área lateral relativamente plana, que possa ser utilizada para desviar</p><p>lateralmente a barreira, de modo a reduzir o comprimento necessário.</p><p>4.3.6.2 Terminais de saída</p><p>Os terminais de saída devem receber tratamento de terminal de entrada, utilizando dispositivos</p><p>conforme 4.3.6.1-b) a d), caso possam ser impactados por veículos do sentido oposto. No caso de não</p><p>haver possibilidade de ser impactado no sentido contrário, podem ser aplicados terminais abatidos</p><p>ou terminal de face vertical.</p><p>6</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>4.3.7 Atenuadores de impacto</p><p>Devem ser instalados atenuadores de impacto nos terminais da barreira (início) e em trechos</p><p>de bifurcação e divisão de fluxo de sentidos opostos, conforme a ABNT NBR 15486.</p><p>4.3.8 Elementos perigosos</p><p>Não podem ser colocados, sobre o topo e a superfície de deslizamento da barreira, elementos salientes</p><p>que possam oferecer risco ao veículo ou a seus ocupantes.</p><p>4.3.9 Sinalização da barreira</p><p>Deve-se delinear o alinhamento da face interna da barreira com elementos refletivos, com espaçamento</p><p>de acordo com a geometria e a velocidade da via, devendo ser adotado como critério básico sua</p><p>implantação a cada 4 m em curvas acentuadas (raio menor que 60 m e ângulo central maior que 30°</p><p>ou raio entre 60 m e 120 m e ângulo central maior que 45°) e a cada 16 m em tangentes, com área</p><p>mínima de 50 cm2. Em casos particulares, atendido o mínimo, seu espaçamento pode ser reduzido</p><p>a critério do projetista.</p><p>Caso seja utilizada película refletiva aplicada sobre o delineador ou a chapa corrugada, esta deve ter</p><p>especificação mínima do tipo III, conforme a ABNT NBR 14644, atendendo a legislação de trânsito</p><p>vigente. Pode ser utilizada pintura retrorrefletiva contínua na parte central da face interna da barreira,</p><p>com tinta acrílica emulsionada</p><p>eç</p><p>ão</p><p>tr</p><p>an</p><p>sv</p><p>er</p><p>sa</p><p>l</p><p>S</p><p>eç</p><p>ão</p><p>lo</p><p>ng</p><p>itu</p><p>di</p><p>na</p><p>l</p><p>2</p><p>∅</p><p>1</p><p>2,</p><p>5</p><p>m</p><p>m</p><p>c</p><p>or</p><p>rid</p><p>os</p><p>n</p><p>o</p><p>co</p><p>rp</p><p>o</p><p>da</p><p>b</p><p>ar</p><p>re</p><p>ira</p><p>1</p><p>50</p><p>0</p><p>1</p><p>50</p><p>0</p><p>3</p><p>00</p><p>0</p><p>BR</p><p>4</p><p>8</p><p>2</p><p>∅</p><p>1</p><p>2,</p><p>5</p><p>m</p><p>m</p><p>2</p><p>∅</p><p>1</p><p>2,</p><p>5</p><p>m</p><p>m</p><p>8</p><p>∅</p><p>1</p><p>2,</p><p>5</p><p>m</p><p>m</p><p>250</p><p>2</p><p>∅</p><p>1</p><p>2,</p><p>5</p><p>m</p><p>m</p><p>c</p><p>or</p><p>rid</p><p>os</p><p>n</p><p>o</p><p>co</p><p>rp</p><p>o</p><p>da</p><p>b</p><p>ar</p><p>re</p><p>ira</p><p>8</p><p>∅</p><p>1</p><p>2,</p><p>5</p><p>m</p><p>m</p><p>-</p><p>C</p><p>=</p><p>1</p><p>5</p><p>00</p><p>m</p><p>m</p><p>4</p><p>∅</p><p>1</p><p>2,</p><p>5</p><p>m</p><p>m</p><p>c</p><p>ad</p><p>a</p><p>15</p><p>0</p><p>m</p><p>m</p><p>15</p><p>0</p><p>15</p><p>0</p><p>15</p><p>0</p><p>250</p><p>100</p><p>Fi</p><p>gu</p><p>ra</p><p>A</p><p>.4</p><p>–</p><p>T</p><p>er</p><p>m</p><p>in</p><p>al</p><p>(i</p><p>ní</p><p>ci</p><p>o/</p><p>fim</p><p>d</p><p>a</p><p>ba</p><p>rr</p><p>ei</p><p>ra</p><p>)	–</p><p>P</p><p>er</p><p>fil</p><p>ti</p><p>po</p><p>F</p><p>–</p><p>D</p><p>et</p><p>al</p><p>he</p><p>s</p><p>da</p><p>a</p><p>rm</p><p>ad</p><p>ur</p><p>a</p><p>an</p><p>co</p><p>ra</p><p>ge</p><p>m</p><p>13</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Dimensões em milímetros</p><p>84°</p><p>55°</p><p>1</p><p>07</p><p>0</p><p>821</p><p>180 80 300</p><p>25</p><p>5</p><p>75</p><p>84°</p><p>55°</p><p>1</p><p>07</p><p>0</p><p>180 80 300</p><p>562</p><p>25</p><p>5</p><p>75</p><p>a) Barreira dupla b) Barreira simples</p><p>Concreto Fck 35 MPa Sistema Nível</p><p>SGM 12 TL5</p><p>NOTA Esta barreira não é armada.</p><p>Figura	A.5	–	Perfil	tipo	ontário	tall wall (muro alto)</p><p>14</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Dimensões em milímetros</p><p>α α</p><p>200</p><p>50</p><p>α α</p><p>200</p><p>Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm</p><p>com malha de 150 mm × 150 mm</p><p>Estribo - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm</p><p>200 mm × 300 mm</p><p>Barra soldada ∅ 12,5 mm</p><p>1 a cada 1,00 m</p><p>Recobrimento = 50 mm</p><p>Soldar na obra</p><p>Solda com eletrodos</p><p>Base de concreto com FcK 30 MPa</p><p>4 ∅ 16 mm - corridos</p><p>α = 10,8°</p><p>30</p><p>0</p><p>H</p><p>25</p><p>0</p><p>a) Texas single</p><p>α α</p><p>200</p><p>50</p><p>Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm</p><p>com malha de 150 mm × 150 mm</p><p>Estribo - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm</p><p>200 mm × 300 mm</p><p>Barra soldada ∅ 12,5 mm</p><p>1 a cada 1,00 m</p><p>Recobrimento = 50 mm</p><p>Soldar na obra</p><p>Solda com eletrodos</p><p>Base de concreto com FcK 30 MPa</p><p>4 ∅ 16 mm - corridos</p><p>α = 9,1°</p><p>200</p><p>30</p><p>0</p><p>54325</p><p>0</p><p>α α</p><p>50</p><p>0</p><p>H</p><p>b) Slope/California</p><p>Carta de aceitação B-17 e B-45 Sistema H Nível</p><p>Concreto Fck 30 MPa SGM 11a 810 mm TL4</p><p>Aço CA-60 SGM 11b 1 070 mm TL5</p><p>Figura	A.6	–	Barreira	dupla	–	Perfil	tipo	Texas single – Slope/Califórnia (inclinação constante)</p><p>15</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Dimensões em milímetros</p><p>Recobrimento = 50 mm</p><p>U - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm - C = 800 mm</p><p>α</p><p>4 ∅ 16 mm - Corridos</p><p>Soldar na obra</p><p>Solda com eletrodos</p><p>Base de concreto com FcK 30MPa</p><p>200</p><p>300100</p><p>35</p><p>0</p><p>50</p><p>150</p><p>100</p><p>H</p><p>25</p><p>0</p><p>Barra soldada ∅ 12,5 mm</p><p>1 a cada 1,00 m</p><p>Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm</p><p>α = 9,1°</p><p>com malha de 150 mm × 150 mm</p><p>a) Texas single</p><p>Recobrimento = 50 mm</p><p>U - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm - C = 800 mm</p><p>α</p><p>α</p><p>4 ∅ 16 mm - Corridos</p><p>Soldar na obra</p><p>Solda com eletrodos</p><p>Base de concreto com FcK 30MPa</p><p>200</p><p>300100</p><p>35</p><p>0</p><p>50</p><p>150</p><p>100</p><p>H</p><p>25</p><p>0</p><p>Barra soldada ∅ 12,5 mm</p><p>1 a cada 1,00 m</p><p>Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm</p><p>α = 9,1°</p><p>com malha de 150 mm × 150 mm</p><p>b) Slope/California</p><p>Carta de aceitação B-17 e B-45 Sistema H Nível</p><p>Concreto Fck 30 MPa SGM 11a 810 mm TL4</p><p>Aço CA-60 SGM 11b 1 070 mm TL5</p><p>Figura	A.7	–	Barreira	simples	–	Perfil	tipo	Texas single – Slope/Califórnia (inclinação constante)</p><p>16</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Anexo B</p><p>(normativo)</p><p>Ilustrações	de	critérios	de	instalação</p><p>Dimensões em centímetros</p><p>B</p><p>or</p><p>da</p><p>d</p><p>a</p><p>pi</p><p>st</p><p>a</p><p>B</p><p>or</p><p>da</p><p>d</p><p>a</p><p>pi</p><p>st</p><p>a</p><p>S</p><p>en</p><p>tid</p><p>o</p><p>de</p><p>tr</p><p>áf</p><p>eg</p><p>o</p><p>S</p><p>en</p><p>tid</p><p>o</p><p>de</p><p>tr</p><p>áf</p><p>eg</p><p>o</p><p>1</p><p>70</p><p>3</p><p>3</p><p>00</p><p>0</p><p>1 240 410</p><p>500</p><p>3</p><p>00</p><p>0</p><p>1</p><p>70</p><p>3</p><p>30</p><p>0</p><p>500500 410 1 240</p><p>980</p><p>980</p><p>50</p><p>Figura B.1 – Travessia de pedestre</p><p>17</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Dimensões em milímetros</p><p>S</p><p>en</p><p>tid</p><p>o</p><p>de</p><p>tr</p><p>áf</p><p>eg</p><p>o</p><p>D</p><p>is</p><p>tâ</p><p>nc</p><p>ia</p><p>m</p><p>ín</p><p>im</p><p>a</p><p>da</p><p>b</p><p>or</p><p>da</p><p>d</p><p>a</p><p>pi</p><p>st</p><p>a</p><p>C</p><p>on</p><p>fo</p><p>rm</p><p>e</p><p>ta</p><p>be</p><p>la</p><p>1</p><p>Â</p><p>ng</p><p>ul</p><p>o</p><p>de</p><p>tr</p><p>an</p><p>si</p><p>çã</p><p>o</p><p>qu</p><p>al</p><p>qu</p><p>er</p><p>D</p><p>is</p><p>tâ</p><p>nc</p><p>ia</p><p>m</p><p>ín</p><p>im</p><p>a</p><p>da</p><p>b</p><p>or</p><p>da</p><p>d</p><p>a</p><p>pi</p><p>st</p><p>a</p><p>S</p><p>en</p><p>tid</p><p>o</p><p>de</p><p>tr</p><p>áf</p><p>eg</p><p>o</p><p>500 mm 500 mm</p><p>Figura B.2 – Ângulo de transição de barreira em relação ao sentido do tráfego (conforme Tabela 1)</p><p>18</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Dimensões em milímetros</p><p>Barreira</p><p>Barreira</p><p>Pista de rolamento</p><p>Guarda corpo</p><p>Passeio de pedestre</p><p>Pista de rolamento Passeio de pedestre</p><p>Figura B.3 – Localização de barreiras em relação ao passeio</p><p>19</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Pista de rolamento</p><p>Pista de rolamento</p><p>Figura B.4 – Barreira para pistas contíguas em desnível</p><p>20</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Dimensões em milímetros</p><p>15</p><p>0</p><p>15</p><p>0</p><p>25</p><p>015</p><p>0</p><p>a) Base obtida pelo prolongamento da barreira b) Base em concreto magro com barras</p><p>de ancoragem – Barras Ø 20 mm com</p><p>comprimento de 300 mm a cada 300 mm</p><p>Figura	B.5	–	Detalhes	da	fundação</p><p>21</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p><p>Faixa de segurança</p><p>Grelha</p><p>Barreira</p><p>Pista de rolamento</p><p>Figura B.6 – Valetas de drenagem</p><p>22</p><p>ABNT NBR 14885:2016</p><p>© ABNT 2016 - Todos os direitos reservados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>-</p><p>U</p><p>N</p><p>IV</p><p>E</p><p>R</p><p>S</p><p>ID</p><p>A</p><p>D</p><p>E</p><p>F</p><p>E</p><p>D</p><p>E</p><p>R</p><p>A</p><p>L</p><p>D</p><p>E</p><p>S</p><p>A</p><p>N</p><p>T</p><p>A</p><p>C</p><p>A</p><p>T</p><p>A</p><p>R</p><p>IN</p><p>A</p><p>-</p><p>8</p><p>3.</p><p>89</p><p>9.</p><p>52</p><p>6/</p><p>00</p><p>01</p><p>-8</p><p>2</p><p>Impresso por: UFSC-JAVA</p>eç
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 8
3.
89
9.
52
6/
00
01
-8
2
Impresso por: UFSC-JAVA
Dimensões em milímetros
84°
55°
1 
07
0
821
180 80 300
25
5
75
84°
55°
1 
07
0
180 80 300
562
25
5
75
a) Barreira dupla b) Barreira simples
Concreto Fck 35 MPa Sistema Nível
SGM 12 TL5
NOTA Esta barreira não é armada.
Figura	A.5	–	Perfil	tipo	ontário	tall wall (muro alto)
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89
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Impresso por: UFSC-JAVA
Dimensões em milímetros
α α
200
50
α α
200
Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm
com malha de 150 mm × 150 mm
Estribo - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm
200 mm × 300 mm
Barra soldada ∅ 12,5 mm
1 a cada 1,00 m
Recobrimento = 50 mm
Soldar na obra
Solda com eletrodos
Base de concreto com FcK 30 MPa
4 ∅ 16 mm - corridos
α = 10,8°
30
0
H
25
0
a) Texas single
α α
200
50
Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm
com malha de 150 mm × 150 mm
Estribo - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm
200 mm × 300 mm
Barra soldada ∅ 12,5 mm
1 a cada 1,00 m
Recobrimento = 50 mm
Soldar na obra
Solda com eletrodos
Base de concreto com FcK 30 MPa
4 ∅ 16 mm - corridos
α = 9,1°
200
30
0
54325
0
α α
50
0
H
b) Slope/California
Carta de aceitação B-17 e B-45 Sistema H Nível
Concreto Fck 30 MPa SGM 11a 810 mm TL4
Aço CA-60 SGM 11b 1 070 mm TL5
Figura	A.6	–	Barreira	dupla	–	Perfil	tipo	Texas single – Slope/Califórnia (inclinação constante)
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-8
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Dimensões em milímetros
Recobrimento = 50 mm
U - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm - C = 800 mm
α
4 ∅ 16 mm - Corridos
Soldar na obra
Solda com eletrodos
Base de concreto com FcK 30MPa
200
300100
35
0
50
150
100
H
25
0
Barra soldada ∅ 12,5 mm
1 a cada 1,00 m
Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm
α = 9,1°
com malha de 150 mm × 150 mm
a) Texas single
Recobrimento = 50 mm
U - 1 ∅ 12,5 mm a cada 250 mm - C = 800 mm
α
α
4 ∅ 16 mm - Corridos
Soldar na obra
Solda com eletrodos
Base de concreto com FcK 30MPa
200
300100
35
0
50
150
100
H
25
0
Barra soldada ∅ 12,5 mm
1 a cada 1,00 m
Armação em tela de aço soldada - ∅ 10 mm
α = 9,1°
com malha de 150 mm × 150 mm
b) Slope/California
Carta de aceitação B-17 e B-45 Sistema H Nível
Concreto Fck 30 MPa SGM 11a 810 mm TL4
Aço CA-60 SGM 11b 1 070 mm TL5
Figura	A.7	–	Barreira	simples	–	Perfil	tipo	Texas single – Slope/Califórnia (inclinação constante)
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Impresso por: UFSC-JAVA
Anexo B 
(normativo) 
 
Ilustrações	de	critérios	de	instalação
Dimensões em centímetros
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da
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pi
st
a
B
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st
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S
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de
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1 
70
3
3 
00
0
1 240 410
500
3 
00
0
1 
70
3
30
0
500500 410 1 240
980
980
50
Figura B.1 – Travessia de pedestre
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Impresso por: UFSC-JAVA
Dimensões em milímetros
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S
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tid
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de
 tr
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eg
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500 mm 500 mm
Figura B.2 – Ângulo de transição de barreira em relação ao sentido do tráfego (conforme Tabela 1)
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Dimensões em milímetros
Barreira
Barreira
Pista de rolamento
Guarda corpo
Passeio de pedestre
Pista de rolamento Passeio de pedestre
Figura B.3 – Localização de barreiras em relação ao passeio
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Impresso por: UFSC-JAVA
Pista de rolamento
Pista de rolamento
Figura B.4 – Barreira para pistas contíguas em desnível
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3.
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9.
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01
-8
2
Impresso por: UFSC-JAVA
Dimensões em milímetros
15
0
15
0
25
015
0
a) Base obtida pelo prolongamento da barreira b) Base em concreto magro com barras 
de ancoragem – Barras Ø 20 mm com 
comprimento de 300 mm a cada 300 mm
Figura	B.5	–	Detalhes	da	fundação
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Impresso por: UFSC-JAVA
Faixa de segurança
Grelha
Barreira
Pista de rolamento
Figura B.6 – Valetas de drenagem
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Impresso por: UFSC-JAVA

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