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edição
ABNT NBRNORMA 
BRASILEIRA
ICS ISBN 978-65-5659-362-3
Número de referência 
53 páginas
16694
Primeira
08.07.2020
Projeto de pontes rodoviárias de aço e mistas 
de aço e concreto
Design of highway steel and composite bridges
91.080.13; 93.040
ABNT NBR 16694:2020
 © ABNT 2020
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Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser 
reproduzida ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por 
escrito da ABNT.
ABNT
Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar
20031-901 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: + 55 21 3974-2300
Fax: + 55 21 3974-2346
abnt@abnt.org.br
www.abnt.org.br
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Prefácio ...............................................................................................................................................vi
Introdução ..........................................................................................................................................vii
1 Escopo ................................................................................................................................1
2 Referências normativas .....................................................................................................1
3	 Termos,	definições,	símbolos	e	unidades .......................................................................2
3.1	 Termos	e	definições ...........................................................................................................2
3.2	 Símbolos	 ............................................................................................................................2
3.3 Unidades .............................................................................................................................3
4 Materiais ..............................................................................................................................3
4.1 Aços estruturais .................................................................................................................3
4.2	 Parafusos,	porcas,	arruelas	e	pinos .................................................................................4
4.3	 Conectores	de	cisalhamento ............................................................................................5
4.4	 Soldas ..................................................................................................................................5
4.5 Concretos e aço das armaduras .......................................................................................5
4.5.1	 Concretos	para	as	lajes	do	tabuleiro ...............................................................................5
4.5.2	 Outros	elementos	de	concreto .........................................................................................5
5	 Princípios	gerais	de	projeto ..............................................................................................5
5.1 Requisitos do projeto ........................................................................................................5
5.2	 Avaliação	de	conformidade	do	projeto ............................................................................6
5.3	 Estados-limites ...................................................................................................................6
5.3.1	 Requisitos	de	segurança ...................................................................................................6
5.3.2	 Estados-limites ...................................................................................................................6
5.4	 Memorial	descritivo	e	justificativo ....................................................................................7
5.5	 Memorial	de	cálculo ...........................................................................................................7
5.6	 Desenhos ............................................................................................................................8
5.6.1	 Desenhos	de	Implantação .................................................................................................8
5.6.2	 Desenhos	de	projeto ..........................................................................................................8
5.6.3	 Desenhos	de	fabricação,	transporte	e	montagem ..........................................................9
5.7	 Especificações .................................................................................................................10
5.8	 Análise	estrutural .............................................................................................................10
6	 Ações	e	combinações ......................................................................................................11
6.1	 Ações	permanentes .........................................................................................................11
6.1.1	 Peso	próprio	dos	elementos	estruturais .......................................................................12
6.1.2 Pavimentação ...................................................................................................................12
6.1.3 Empuxo de terra ...............................................................................................................12
6.1.4	 Empuxo	d’água .................................................................................................................12
6.1.5	 Deslocamento	de	fundações ...........................................................................................13
6.2	 Ações	variáveis ................................................................................................................13
6.2.1	 Ações	móveis ...................................................................................................................13
6.2.2	 Ações	de	construção .......................................................................................................14
6.2.3 Ação de vento ...................................................................................................................14
iii
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Sumário Página
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6.2.4	 Empuxo	de	terra	provocado	por	ações	móveis ............................................................14
6.2.5	 Ações	excepcionais .........................................................................................................14
6.2.6	 Ação	dinâmica	das	águas ...............................................................................................14
6.2.7	 Ações	devidas	a	variações	de	temperatura ...................................................................14
6.3	 Coeficientes	de	ponderação	das	ações .........................................................................14
6.4	 Combinações ....................................................................................................................16
6.4.1	 Combinações	últimas	normais .......................................................................................166.4.2	 Combinações	últimas	especiais .....................................................................................16
6.4.3	 Combinações	últimas	de	construção .............................................................................17
6.4.4	 Combinações	últimas	excepcionais ...............................................................................17
6.4.5	 Combinações	de	serviço .................................................................................................18
6.5	 Considerações	especiais	para	fadiga ............................................................................19
7	 Dimensões	mínimas .........................................................................................................19
7.1 Vão efetivo ........................................................................................................................19
7.2	 Contraflecha .....................................................................................................................19
7.3	 Espessuras	mínimas	das	chapas	de	aço .......................................................................19
7.4	 Diafragmas	e	seções	transversais .................................................................................19
7.4.1	 Pontes	de	vigas	I ..............................................................................................................20
7.4.2	 Pontes	de	vigas	tipo	caixão ............................................................................................20
7.4.3	 Pontes	de	treliças	e	arcos ...............................................................................................20
7.5	 Contenção	lateral .............................................................................................................20
8	 Dimensionamento	de	elementos	sujeitos	à	força	axial	de	tração ...............................21
9	 Dimensionamento	de	elementos	sujeitos	à	força	axial	de	compressão ....................21
10	 Dimensionamento	de	elementos	com	seções	I	sujeitos	à	flexão ................................21
10.1	 Enrijecedores	longitudinais ............................................................................................22
10.2	 Dimensionamento	a	cisalhamento .................................................................................22
11	 Conexões	e	emendas .......................................................................................................22
12	 Prescrições	para	estruturas	de	diversas	tipologias .....................................................23
12.1	 Longarinas	de	perfis	I ......................................................................................................23
12.2	 Treliças ..............................................................................................................................23
12.3	 Estruturas	com	seções	tipo	caixão ................................................................................23
13	 Durabilidade	e	vida	útil	de	projeto ..................................................................................24
14	 Recomendações	construtivas	e	de	utilização ...............................................................24
14.1	 Requisitos	básicos	de	fabricação,	montagem	e	controle	de	qualidade .....................24
14.2	 Manual	de	utilização,	inspeção	e	manutenção ..............................................................24
Anexo A (normativo)	Fadiga ..............................................................................................................25
A.1	 Aplicabilidade ...................................................................................................................25
A.2	 Generalidades ...................................................................................................................25
A.3	 Cálculo	da	tensão	máxima	e	da	máxima	faixa	de	variação	de	tensões ......................26
A.4	 Faixa	admissível	de	variação	de	tensões ......................................................................26
A.5	 Parafusos	e	barras	redondas	rosqueadas .....................................................................28
A.6	 Conectores	de	cisalhamento ..........................................................................................28
A.7	 Requisitos	especiais	de	fabricação	e	montagem .........................................................29
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Figura
Figura	1	–	Limites	para	as	dimensões	de	seções	tipo	caixão ......................................................24
Tabelas
Tabela	1	–	Aços	para	uso	em	pontes	de	aço	e	mistas	de	aço	e	concreto .....................................3
Tabela	2	–	Parafusos	para	uso	em	pontes	e	viadutos	de	aço	e	mistos	aço	e	concreto ...............5
Tabela	3	–	Valores	dos	coeficientes	de	ponderação	das	ações	γf = γf1 γf3 ..................................15
Tabela	4	–	Valores	dos	fatores	de	combinação	Ψo e de redução Ψ1 e Ψ2 
para	as	ações	variáveis ...................................................................................................15
Tabela	5	–	Valores	dos	fatores	de	redução	para	combinação	frequente	de	fadiga	 ...................16
Tabela	A.1	–	Parâmetros	de	fadiga	e	detalhes	construtivos	(continua) ........................................30
Tabela	B.1	–	Sobre-espessura	de	acordo	com	ambientes	atmosféricos .....................................47
Anexo B (normativo)	Durabilidade	de	componentes	de	aço	frente	à	corrosão............................46
B.1	 Uso	de	aços	estruturais	resistentes	à	corrosão	atmosférica	–	Aços	patináveis .......46
B.1.1	 Generalidades ...................................................................................................................46
B.1.2	 Restrições	de	uso ............................................................................................................46
B.1.3	 Sobre-espessura ..............................................................................................................47
B.1.4	 Detalhamento ....................................................................................................................47
B.1.5	 Acabamento	superficial ...................................................................................................47
B.1.6 Construção .......................................................................................................................48
B.1.7 Inspeção e monitoramento ..............................................................................................48
B.1.8 Rotina de manutenção .....................................................................................................48
B.2 Proteção com pintura ......................................................................................................48
B.2.1	 Generalidades ...................................................................................................................48
B.2.2	 Preparo	de	superfície .......................................................................................................49
B.2.3 O sistema de pintura ........................................................................................................49
B.3	 Galvanização	por	imersão	a	quente	de	componentes	estruturais ..............................50
B.3.1	 Generalidades ...................................................................................................................50
B.3.2 Espessura da camada ......................................................................................................50
B.3.3	 Soldando	aços	galvanizados ..........................................................................................50B.3.4	 Pintando	aços	galvanizados ...........................................................................................50
B.3.5	 Renovação	da	camada	danificada	de	revestimento .....................................................51
B.3.6	 Detalhamento	de	componentes	para	a	galvanização ...................................................51
B.3.7	 Distorções .........................................................................................................................51
B.4	 Parafusos,	porcas	e	arruelas ..........................................................................................51
Anexo C (normativo)	Limites	de	deslocamentos .............................................................................52
Bibliografia .........................................................................................................................................53
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Prefácio
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas 
Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos 
de Normalização Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são 
elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas pelas partes interessadas no tema objeto da 
normalização.
Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras da ABNT Diretiva 2.
A ABNT chama a atenção para que, apesar de ter sido solicitada manifestação sobre eventuais direitos 
de patentes durante a Consulta Nacional, estes podem ocorrer e devem ser comunicados à ABNT 
a qualquer momento (Lei nº 9.279, de 14 de maio de 1996).
Os Documentos Técnicos ABNT, assim como as Normas Internacionais (ISO e IEC), são voluntários 
e não incluem requisitos contratuais, legais ou estatutários. Os Documentos Técnicos ABNT não 
substituem Leis, Decretos ou Regulamentos, aos quais os usuários devem atender, tendo precedência 
sobre qualquer Documento Técnico ABNT.
Ressalta-se que os Documentos Técnicos ABNT podem ser objeto de citação em Regulamentos 
Técnicos. Nestes casos, os órgãos responsáveis pelos Regulamentos Técnicos podem determinar as 
datas para exigência dos requisitos de quaisquer Documentos Técnicos ABNT.
A ABNT NBR 16694 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Construção Civil (ABNT/CB-002), pela 
Comissão de Estudo de Pontes de Aço e Mistas (CE-002:125.005). O 1º Projeto circulou em Consulta 
Nacional conforme Edital nº 05, de 09.05.2018 a 09.07.2018. O 2º Projeto circulou em Consulta 
Nacional conforme Edital nº 12, de 11.12.2019 a 09.01.2020.
Esta ABNT NBR 16694:2020 não se aplica aos projetos de construção que tenham sido protocolados 
para aprovação no órgão competente pelo licenciamento anteriormente à data de sua publicação 
como Norma Brasileira, nem àqueles que venham a ser protocolados no prazo de até 180 dias após 
esta data.
O Escopo em inglês da ABNT NBR 16694 é o seguinte: 
Scope
This Standard defines the basic requirements for the design of steel structures and mixed steel-concrete 
structures for bridges and viaducts, based in the methods of limits states, for highways.
This Standard applies exclusively to girder beam bridges, box girder, truss and arch bridges.
NOTE For solutions not covered by this Standard, is recommended that technical responsible use a 
procedure accepted by scientific community, with the companion of special studies to maintain the level of 
security provided by this.
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Introdução
Para a elaboração desta Norma, foram consultadas Normas de diversos países e pesquisas desen-
volvidas nas Universidades do Brasil.
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Projeto de pontes rodoviárias de aço e mistas de aço e concreto
1 Escopo
Esta Norma especifica os requisitos básicos para o projeto de estruturas de aço e de estruturas 
mistas de aço e concreto de pontes e viadutos, com base no métodos dos estados limites, para uso 
rodoviário.
Esta Norma se aplica exclusivamente às pontes de viga I de alma cheia, pontes de vigas tipo caixão, 
pontes em treliças e pontes em arcos.
NOTA Para situações ou soluções construtivas não cobertas por esta Norma, recomenda-se que o 
responsável técnico utilize um procedimento aceito pela comunidade técnico-científica, acompanhado de 
estudos para manter o nível de segurança previsto por esta.
2 Referências normativas
Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste documento. Para refe-
rências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se 
as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).
ABNT NBR 6118, Projeto de estruturas de concreto ‒ Procedimento 
ABNT NBR 6123, Forças devidas ao vento em edificações 
ABNT NBR 6323, Galvanização por imersão a quente de produtos de aço e ferro fundido ‒ Especificação 
ABNT NBR 7007, Aço-carbono e microligados para barras e perfis laminados a quente para uso 
estrutural ‒ Requisitos
ABNT NBR 7187, Projeto de pontes de concreto armado e de concreto protendido ‒ Procedimento 
ABNT NBR 7188, Carga móvel rodoviária e de pedestres em pontes, viadutos, passarelas e outras 
estruturas 
ABNT NBR 8681, Ações de segurança nas estruturas ‒ Procedimento
ABNT NBR 8800:2008, Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de 
edifícios 
ABNT NBR 10253, Preparo de superfície de aço-carbono zincado para aplicação de sistemas de 
pintura
ABNT NBR 11297, Execução de sistema de pintura para estruturas e equipamentos de aço carbono 
zincado ‒ Procedimento
ABNT NBR 14931, Execução de estruturas de concreto ‒ Procedimento
ABNT NBR 15421, Projeto de estruturas resistentes a sismos ‒ Procedimento
ABNT NBR 16694:2020NORMA BRASILEIRA
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ABNT NBR 16239, Projeto de estruturas de aço e de estruturas mistas de aço e concreto de edificações 
com perfis tubulares
ISO 8501-1, Preparation of steel substrates before application of paints and related products ‒ visual 
assessment of surface cleanliness ‒ Part 1: Rust grades and preparation grades of uncoated steel 
substrates and of steel substrates after overall removal of previous coatings
ISO 9223, Corrosion of metals and alloys ‒ Corrosivity of atmospheres ‒ Classification, determination 
and estimation
ISO 9225:2012, Corrosionof metals and alloys ‒ Corrosivity of atmospheres ‒ Measurement of 
environmental parameters affecting corrosivity of atmospheres
ISO 12944 (todas as partes), Paints and varnishes ‒ Corrosion protection of steel structures by 
protective paint systems
ASTM A36/A36M-14, Specification for carbon structural steel
ASTM A108-13, Specification for steel bar, carbon and alloy, cold-finished
ASTM A193 / A193M – 17, Specification for Alloy-Steel and Stainless Steel Bolting for High Temperature 
or High Pressure Service and Other Special Purpose Applications
ASTM A370-14, Test methods and definitions for mechanical testing of steel products
ASTM A572/572M-15, Specification for high-strength low-alloy columbium-vanadium structural steel
ASTM A588/588M-15, Specification for high-strength low-alloy structural steel, up to 50 ksi [345 MPa] 
minimum yield point, with atmospheric corrosion resistance
ASTM A668/A668M-17 Specification for steel forgings, carbon and alloy, for general industrial use
ASTM A709/A709M:13a, Specification for structural steel for bridges
ASTM F436/F436M-16, Sspecification for hardened steel washers inch and metric dimensions
ASTM F3125/F3125M-15, Specification for high strength structural bolts,steel and alloy steel, heat 
treated, 120 ksi (830 mpa) and 150 ksi (1040mpa) minimum tensile strength, inch and metric dimensions
AASHTO/AWS D1.5M/D1.5, Bridge Welding Code
3 Termos,	definições,	símbolos	e	unidades
3.1 Termos	e	definições
Para os efeitos deste documento, aplicam-se os termos e definições das ABNT NBR 8800, 
ABNT NBR 6118 e da ABNT NBR 7187.
3.2 Símbolos	
No projeto, execução e controle de pontes rodoviárias de aço e mistas de aço e concreto, devem ser 
adotados os símbolos e as notações básicas indicadas na ABNT NBR 8800, ABNT NBR 6118 e a 
ABNT NBR 7187.
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3.3 Unidades
Nesta Norma é adotado o Sistema Internacional de Unidades (SI), sendo recomendadas, na prática, 
as seguintes unidades:
 a) para as cargas e forças concentradas ou distribuídas: kN, kN/m, kN/m2;
 b) para os pesos específicos: kN/m3;
 c) para as tensões e resistências: MPa (N/mm2);
 d) para os momentos: kN.m ou MN.m.
4 Materiais
Os aços estruturais e os materiais de ligação aprovados para uso por esta Norma são citados em 4.1 
a 4.4. Os concretos e o aço para as armaduras são especificados em 4.5.
4.1 Aços estruturais
Na Tabela 1 são apresentados alguns dos aços mais usados, com suas respectivas tensões de escoa-
mento e ruptura. Mais informações para os aços estruturais estão previstas na ABNT NBR 8800:2008, 
A.1 e A.2, as quais devem ser respeitadas.
Tabela	1	–	Aços para uso em pontes de aço e mistas de aço e concreto (continua)
Especificação Produto
Grupo	de	perfil	a	b ou 
faixa de espessura 
disponível
Grau fy MPa
fu 
MPa
MR 250 (ABNT NBR 7007) – – – 250 400-560
AR 350 (ABNT NBR 7007) – – – 345 450
AR 350 COR (ABNT NBR 7007) – – – 345 485
ASTM A36
Perfis 
laminados 1, 2 e 3
– 250 400 a 550Barras e 
chapas c t ≤ 200 mm
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Tabela	1	(conclusão)
Especificação Produto
Grupo	de	perfil	a	b ou 
faixa de espessura 
disponível
Grau fy MPa
fu 
MPa
ASTM A572
Perfis 
laminados
1, 2 e 3
42 290 415
50 345 450
55 380 485
1 e 2
60 415 520
65 450 550
Barras e 
chapas c
t ≤ 150 mm 42 290 415
t ≤ 100 mm 50 345 450
t ≤ 50 mm 55 380 485
t ≤ 31,5 mm
60 415 520
65 450 550
ASTM A588
Perfis 
laminados 1 e 2 – 345 485
Barras e 
chapas c
t ≤ 100 mm – 345 480
100 mm < t ≤ 125 mm – 315 460
125 mm < t ≤ 200 mm – 290 435
ASTM A709/A709M, para peças 
não estruturais e de aparelhos 
de apoio
– – – 250 400
ASTM A 709/A709M G50 – – – 345 450
a Grupos de perfis laminados para efeito de propriedades mecânicas:
 — Grupo 1: perfis com espessura de mesa inferior ou igual a 37,5 mm;
 — Grupo 2: perfis com espessura de mesa superior a 37,5 mm e inferior ou igual a 50 mm;
 — Grupo 3: perfis com espessura de mesa superior a 50 mm;
 — Grupo 3: perfis tubulares.
b t corresponde à menor dimensão ou ao diâmetro da seção transversal da barra.
c Barras redondas, quadradas e chatas.
Para chapas com espessuras maiores que 50 mm, o material deve atender as limitações da 
ASTM A370.
4.2 Parafusos,	porcas,	arruelas	e	pinos
Na Tabela 2 são fornecidos os valores mínimos de resistência ao escoamento e resistência à ruptura 
de parafusos e suas respectivas porcas, que podem ser usados em pontes de aço e pontes mistas de 
aço e concreto. No caso de pinos e roletes, deve-se usar conforme a ASTM A108 grau 1016 a 1030, 
com tensão de escoamento mínimo de 250 MPa e a ASTM A668/668M, com classes C, D, F e G, com 
escoamento até 345 MPa. As arruelas devem estar de acordo com a ASTM F436/F436M.
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Tabela	2	–	Parafusos para uso em pontes e viadutos de aço e mistos aço e concreto
Especificação
fyb 
MPa
fub 
MPa
Diâmetro 
db
mm Pol
A325 (ASTM F3125/
F3125M) a
635
560
 825
 725
16≤ db ≤ 24
24≤ db ≤ 36
1/2≤ db ≤ 1
1< db ≤ 1½
ISO 4016 Classe 8.8 640 800 12≤ db ≤ 36 ‒
A490 (ASTM F3125/
F3125M) a 895 1 035 16≤ db ≤ 36 1/2≤ db ≤ 1½
ISO 4016 Classe 10.9 900 1 000 12≤ db ≤ 36 ‒
a Disponíveis também com resistência à corrosão atmosférica (aço patinável), comparável a dos aços 
AR350 COR ou a dos aços ASTM A588.
4.3 Conectores	de	cisalhamento
Os conectores de cisalhamento previstos para pontes de aço e mistas de aço e concreto podem ser 
de pino com cabeça ou perfis U laminados, soldados de acordo com a AASHTO/AWS D1.5M/D1.5.
Os conectores de cisalhamento devem estar em conformidade com a ASTM A193 B7, com tensão de 
escoamento equivalente à dos aços ASTM A36, ou dos aços ASTM A108, com tensão de escoamento 
equivalente à dos aços ASTM A572 G50 ou ASTM A588 G50.
4.4 Soldas
Todas as soldas devem estar em conformidade com a AASHTO/AWS D1.5M/D1.5. O metal de solda 
deve ser classe 70 ou superior, isto é, apresentar fw ≥ 485 MPa, e ser adequado aos aços resistentes 
à corrosão.
4.5 Concretos e aço das armaduras
4.5.1 Concretos	para	as	lajes	do	tabuleiro
As propriedades do concreto de densidade normal devem atender à ABNT NBR 6118. Assim, a resis-
tência caraterística deste tipo de concreto, fck, deve ser no mínimo de 30 MPa.
4.5.2 Outros	elementos	de	concreto
Para todos os outros elementos, deve ser consultada a ABNT NBR 6118.
5 Princípios	gerais	de	projeto
5.1 Requisitos do projeto
As pontes, objeto desta Norma, devem ser concebidas, calculadas e detalhadas de modo a satisfazer os 
requisitos de construtibilidade, segurança e utilização, respeitando os aspectos de inspeção, economia, 
durabilidade e estética. Independentemente do tipo de análise utilizado, devem ser atendidas todas as 
combinações de ações suscetíveis de ocorrerem durante a construção e a utilização, respeitados os 
estados limites últimos e os estados limites de serviço requeridos.
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5.2 Avaliação	de	conformidade	do	projeto
A avaliação da conformidade do projeto deve ser realizada por profissional habilitado, independente 
e diferente do projetista. Deve também ser requerida e contratada pelo contrante, e registrada em 
documento específico, que acompanhe a documentação do projeto. Esta avaliação deve ser realizada 
antes da fase de construção.
5.3 Estados-limites
Os estados-limites a serem considerados estão definidos e relacionados nas ABNT NBR 8800, 
ABNT NBR 16239 e ABNT NBR 8681, com as devidas modificações indicadas nesta Norma.
Os estados-limites últimos (ELU) representam o colapso ou qualquer outra forma de ruína que 
determine a paralisação do uso da estrutura.
Os estados-limites de serviço (ELS) estão relacionados com a durabilidade e a boa utilização 
funcional das estruturas, sua aparência e o conforto dos usuários. Para assegurar a durabilidade 
frente à corrosão, é importante assegurar as limitações e recomendações expostas na 
ABNT NBR 8800:2008, Anexo N, e no Anexo B desta Norma.
5.3.1 Requisitos	de	segurança
Os requisitos de segurança desta Norma baseiam-se na ABNT NBR 8681.
5.3.2 Estados-limites
5.3.2.1 Geral
Deve ser investigado o comportamento estrutural dos elementos de aço e mistos de aço e concreto 
para cada estágio durante a fabricação, manuseio, transporte e montagem e também durante a vida 
útil projetada da estrutura da qual fazem parte. Os elementos estruturais devem ser dimensionados 
para atender aos requisitos de segurança, utilização, corrosão e fadiga.
5.3.2.2 Estados-limites	últimos	(ELU)
As condições usuais de segurança para os estados-limites últimos são expressas por:
Rd ≥ Sd
onde
Sd representa os valores de cálculo dos esforços atuantes (em alguns casos tensões atuantes), 
obtidos com base nas combinações últimas de ações indicadas em 7.4;
Rd representa os valores de cálculo dos esforços resistentes correspondentes (em alguns casos, 
tensões resistentes).
5.3.2.3 Estados-limites	de	serviço	(ELS)
Os estados-limites de serviço estão relacionados ao desempenho e à durabilidade da estrutura sob 
condições normais de utilização, e podem ser tomados como restrições de tensões, deformações e 
fissuras.
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As condições usuais de segurança para os estados-limites de serviço são expressas por:
Sser ≤ Slim
onde
Sser representa os efeitos estruturais de interesse, obtidos com base nas combinações de serviço 
indicadas em 7.4.5;
Slim representa os valores-limites adotados para estes efeitos, fornecidos no Anexo C desta 
Norma.
Para assegurar a durabilidade, é importante atender às limitações e recomendações da 
ABNT NBR 8800:2008, Anexo N, e o Anexo B desta Norma.
5.3.2.4 Estados-limites	de	fadiga	e	fratura
No caso dos elementos de aço e suas conexões, estes devem ser avaliados com as variações 
de tensões resultantes da aplicação da carga móvel em um número previsto de ciclos para a vida útil 
do projeto e os limites expostos no Anexo A.
Em estruturas de pontes de aço e mistas de aço e concreto, e em armadura de aço, devem ser 
considerados efeitos de fadiga. No caso da laje do tabuleiro de concreto estrutural, a fadiga deve ser 
avaliada conforme a ABNT NBR 6118. 
Os estados-limites de fratura devem ser tomados como um conjunto de requisitos de tenacidade de 
acordo com as especificações do aço empregado, de acordo com os ensaios definidos na ASTM A370.
5.4 Memorial	descritivo	e	justificativo
O memorial descritivo e justificativo deve conter a descrição da obra e dos processos construtivos 
propostos, bem como a justificativa técnica, econômica e arquitetônica da estrutura adotada.
5.5 Memorial	de	cálculo
O memorial de cálculo deve ser iniciado com uma indicação clara do modelo estrutural adotado, com 
as dimensões principais, características dos materiais, condições de apoio, hipóteses de cálculo e 
outras informações que sejam necessárias para defini-lo. Em seguida, os cálculos destinados à deter-
minação das solicitações e ao dimensionamento dos elementos estruturais devem ser apresentados 
em sequência lógica e com desenvolvimento tal que eles facilmente possam ser entendidos, interpre-
tados e verificados. Os símbolos não usuais devem ser bem definidos, as equações aplicadas devem 
figurar antes da introdução dos valores numéricos e as referências bibliográficas devem ser precisas 
e completas. Se os cálculos forem efetuados com auxílio de computadores, devem ser fornecidas as 
seguintes informações:
 a) se o programa utilizado for de uso corrente no meio técnico, sua identificação;
 b) se for um programa particular ou pouco conhecido, a descrição da base teórica, com as hipóteses 
feitas e os procedimentos matemáticos usados nos cálculos; 
 c) indicação clara dos dados de entrada;
 d) relação dos resultados fornecidos pelo programa, os quais devem ser apresentados ordenada-
mente, com o significado de cada um, de forma que possam facilmente ser entendidos e, eventu-
almente, verificados por processos independentes.
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5.6 Desenhos
5.6.1 Desenhos	de	Implantação
Os desenhos de implantação da obra devem conter sua localização e os elementos principais do pro-
jeto geométrico. Em perfil, devem ser mostradas as cotas do greide, do terreno natural e do obstáculo 
transposto, constando também no desenho os gabaritos impostos, em largura e altura. Devem ser 
mostradas as cotas dos elementos de fundação e do lençol freático, assim como o perfil geológico e 
geotécnico do terreno. Em planta, os desenhos devem ser lançados sobre bases obtidas do levanta-
mento topográfico com as linhas rebaixadas, mostrando a compatibilização da obra com as condições 
locais, indicando saias de aterro e taludes de corte. Devem ser fornecidas as coordenadas para loca-
ção das fundações.
5.6.2 Desenhos	de	projeto
Todas as informações necessárias para definição de quantidades, dimensões e arranjo da estrutura 
devem estar indicadas e anotadas nos desenhos de projeto. É permitido o uso dos projetos de 
arquitetura somente como informação suplementar, com o objetivo de esclarecer detalhes geométricos 
e de acabamento.
Os desenhos de projeto devem ser baseados nos cálculos resultantes da aplicação das ações e dos 
esforços de projeto que a estrutura deve suportar quando estiver completa e acabada. 
Os desenhos de projeto devem mostrar claramente o trabalho que deve ser executado, fornecendo 
as informações a seguir com suficiente precisão das dimensões, quantidades e natureza das peças 
da estrutura a serem fabricadas:
 a) dimensões da seção transversal, tipo de aço e a locação de todos os elementos da estrutura;
 b) toda a geometria e pontos de trabalho necessários ao arranjo da estrutura;
 c) elevações do tabuleiro;
 d) eixos de vigas e treliças;
 e) a contra flecha necessária para os elementos da estrutura;
 f) sistema de limpeza e pintura, se aplicável;
 g) tipo de ligação e processo e controle de torque, se aplicável;
 h) sugestões para procedimentos de montagem.
 i) sistema de proteção às ações ambientais (aterramento,proteção à corrosão, entre outros). 
As especificações técnicas da estrutura de aço e de concreto estrutural devem incluir quaisquer requi-
sitos adicionais requeridos para a sua fabricação e montagem. 
Todos os desenhos de projeto, especificações técnicas e anexos devem ser numerados e datados 
para facilitar a identificação.
5.6.2.1 Contraventamentos permanentes, enrijecedores de vigas, chapas de reforço de mesas de 
vigas, enrijecedores de apoio de vigas secundárias e principais, talas de reforço de almas, aberturas 
para acessibilidade e inspeção e outros detalhes especiais necessários devem ser mostrados com 
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clareza nos desenhos de projeto, para que seus quantitativos e demais requisitos de fabricação sejam 
facilmente identificados.
5.6.2.2 O projetista da estrutura deve apresentar nos desenhos de projeto todas as dimensões das 
ligações e emendas necessárias para fabricação e montagem do projeto.
Quando o fabricante ou o montador especifica ou complementa os detalhes das ligações, deve obe-
decer esta Norma e àquelas referidas no projeto e nos documentos contratuais, submetendo estes 
detalhes à aprovação do projetista e devida anuência do contratante.
5.6.2.3 Peças ou partes específicas de peças da estrutura que não possam receber pintura devem 
ser especificadas nos documentos contratuais. 
5.6.3 Desenhos	de	fabricação,	transporte	e	montagem
5.6.3.1 Projetista
O projetista deve apresentar, como parte do projeto, as condições básicas de montagem para as quais 
foi desenvolvido o projeto. 
5.6.3.2 Contratante
O Contratante deve fornecer a tempo e de acordo com os documentos contratuais, todos os dese-
nhos de projeto e todas as especificações técnicas que tenham sido liberados para construção. Salvo 
indicação em contrário, os desenhos de projeto que forem entregues como partes do pacote de docu-
mentos da licitação da obra devem ser considerados liberados para construção.
5.6.3.3 Fabricante	e	montador
Com exceção do indicado em 5.6.3.5, o fabricante deve preparar os desenhos de fabricação e de 
montagem para a estrutura de aço e deve ser responsável por:
 a) transferir, de forma precisa e completa, todas as informações contidas nos documentos contratuais 
para os desenhos de fabricação e de montagem;
 b) fornecer informações dimensionais precisas e detalhadas para atender ao ajuste correto entre as 
peças da estrutura durante a montagem.
Cada desenho de fabricação e de montagem deve permanecer com o mesmo número de identificação 
durante toda a duração do projeto, devendo ser claramente anotados a data e o número/letra de cada 
revisão.
Quando o fabricante desejar introduzir mudanças no detalhamento de alguma ligação já descrita 
nos desenhos de projeto, deve requerer por escrito ao projetista, antes da emissão dos desenhos de 
fabricação e de montagem.
Em caso de alterações nas condições de montagem inicialmente previstas pelo projetista, o fabricante 
ou o montador deve submeter tais alterações ao projetista para aprovação.
Sempre que requisitado, o fabricante deve fornecer ao contratante, construtora ou gerenciadora o 
cronograma de remessa de desenhos de fabricação e de montagem, para maior agilidade no fluxo de 
informações entre as partes envolvidas.
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5.6.3.4 Aprovações
Os desenhos de fabricação e de montagem devem ser submetidos pelo fabricante à análise e apro-
vação do projetista. Estes desenhos devem ser devolvidos ao fabricante em prazo adequado ao 
andamento do contrato. Todos os desenhos de fabricação e de montagem já verificados pelo projetista 
devem ser individualmente marcados como aprovados ou aprovados com ressalvas, se for o caso. 
Quando exigido, o fabricante deve subsequentemente atender aos comentários anotados e fornecer 
os desenhos corrigidos ao projetista para aprovação final.
5.6.3.4.1 A aprovação dos desenhos de fabricação e de montagem, e dos desenhos aprovados com 
ressalvas, e outras formas semelhantes de aprovação devem estabelecer o seguinte:
 a) confirmação de que o fabricante interpretou corretamente os documentos contratuais na entrega 
de seus desenhos;
 b) confirmação de que o projetista analisou e aprovou os detalhes das ligações mostrados nos 
desenhos de fabricação e de montagem submetidos à sua aprovação, de acordo com 5.6.2.2, 
se aplicável;
 c) liberação pelo projetista e pelo contratante, autorizando o início da fabricação com base nos 
desenhos revisados e aprovados.
Tais aprovações não eximem o fabricante da responsabilidade pela precisão das dimensões detalha-
das nos desenhos de fabricação e de montagem, ou pelo perfeito ajuste entre as peças que a serem 
montadas na obra. Não é obrigação do projetista a verificação destes aspectos dos desenhos de 
fabricação. Entretanto, é necessário atentar para alguma inconsistência do detalhamento que possa 
comprometer a estabilidade de peças isoladas ou da estrutura em conjunto, solicitando a sua altera-
ção por parte do fabricante, que deve atender prontamente às suas exigências. 
5.6.3.4.2 Quaisquer acréscimos, cancelamentos ou revisões incluídos em resposta a solicitações de 
esclarecimentos, ou que estejam indicados em desenhos de fabricação e de montagem já aprovados, 
constituem autorização pelo contratante de liberar estes desenhos para construção com tais acrés-
cimos, cancelamentos ou revisões. O fabricante e o montador devem notificar imediatamente o Con-
tratante sobre quaisquer acréscimos nos custos ou nos prazos recorrentes de revisões, modificações 
ou cancelamentos, se estes tiverem sido feitos nos desenhos ou em quaisquer outros documentos.
5.6.3.5 Solicitação	de	esclarecimentos	durante	o	projeto
Quando forem emitidas solicitações de esclarecimentos pelo contratante durante a elaboração do 
projeto estrutural, o processo deve conter um registro escrito de perguntas e respostas relacionadas 
à interpretação e implementação dos documentos contratuais, incluindo os esclarecimentos e/ou revi-
sões dos docu mentos contratuais, se existirem.
5.7 Especificações
Todas as informações necessárias à execução da obra que não constem nos documentos previstos 
em 5.6.1 a 5.6.3 devem ser fornecidas sob a forma de especificações.
5.8 Análise	estrutural
O objetivo da análise estrutural é determinar os efeitos das ações na estrutura, visando efetuar verifi-
cações de estados-limites últimos e de serviço.
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A análise estrutural deve ser feita com um modelo realista, que permita representar a resposta da 
estrutura e dos materiais estruturais, levando-se em conta as deformações causadas por todos os 
esforços solicitantes relevantes. Onde necessário, a interação solo-estrutura e o comportamento das 
ligações devem ser contemplados no modelo.
As prescrições para análise estrutural das estruturas de aço, concreto e mistas, contidas nas 
ABNT NBR 8800 e ABNT NBR 6118, devem ser seguidas.
Qualquer método de análise que satisfaça os requisitos deequílibrio e compatibilidade e que use 
as relações tensão-deformação para os materiais usados (aço e concreto), pode ser usado; alguns 
desses métodos são:
 a) método clássico das forças ou deslocamentos;
 b) método das diferenças finitas;
 c) método dos elementos finitos;
 d) método das faixas finitas.
O projetista é responsável pelo uso de programas de computador para desenvolver a análise estrutural 
e a interpretação de seus resultados. O nome, a versão e a data de atualização do programa devem 
ser indicados no memorial. 
O projetista deve ter especial atenção às verificações de todas as fases construtivas, com base nos 
mesmos modelos de análise empregados no dimensionamento do projeto.
6 Ações	e	combinações
Conforme definição constante na ABNT NBR 8681, ações são as causas que provocam o aparecimento 
de esforços ou deformações nas estruturas. Classificam-se, segundo a referida norma, em:
 a) permanentes;
 b) variáveis;
 c) excepcionais.
6.1 Ações	permanentes
Ações cujas intensidades podem ser consideradas constantes ao longo da vida útil projetada da 
construção. Também são consideradas permanentes as que crescem no tempo, tendendo a um valor 
limite constante. As ações permanentes compreendem, entre outras:
 a) cargas provenientes do peso próprio dos elementos estruturais;
 b) cargas provenientes do peso da pavimentação, dos revestimentos, das barreiras, dos guarda-
rodas, dos guarda-corpos e de dispositivos de sinalização;
 c) empuxos de terra e de líquidos;
 d) forças de protensão;
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 e) as deformações impostas, isto é, provocadas por fluência e retração do concreto, por variações 
de temperatura e por deslocamentos de apoios.
6.1.1 Peso	próprio	dos	elementos	estruturais
Na avaliação das ações devidas ao peso próprio dos elementos estruturais, o peso específico para 
elementos de aço deve ser igual a 77 kN/m3, o peso específico para elementos de concreto simples 
no mínimo igual a 24 kN/m3 e para o elementos em concreto armado ou protendido, de 25 kN/m3.
6.1.2 Pavimentação
Na avaliação da ação devida ao peso da pavimentação, deve ser adotado para peso específico do 
material empregado o valor mínimo de 24 kN/m3, prevendo-se uma carga adicional de 2 kN/m2 para 
atender a um possível recapeamento. A consideração desta ação adicional pode ser dispensada, 
a critério do proprietário da obra, no caso de pontes de grandes vãos.
6.1.3 Empuxo de terra
O empuxo de terra nas estruturas é determinado de acordo com os princípios da mecânica dos solos, 
em função de sua natureza (ativo, passivo ou de repouso), das características do terreno, assim como 
das inclinações dos taludes e dos paramentos. Como simplificação, pode ser suposto que o solo 
não tenha coesão e que não haja atrito entre o terreno e a estrutura, desde que as solicitações assim 
determinadas estejam a favor da segurança.
O peso específico do solo úmido deve ser considerado no mínimo igual a 18 kN/m3, e o ângulo de 
atrito interno no máximo igual a 30°. Os empuxos ativo e de repouso devem ser considerados nas 
situações mais desfavoráveis. A atuação do empuxo passivo só pode ser levada em conta quando 
sua ocorrência puder ser garantida ao longo de toda a vida útil de projeto da obra.
Quando a superestrutura funciona como arrimo dos aterros de acesso, a ação do empuxo de terra 
proveniente destes aterros pode ser considerada simultaneamente em ambas as extremidades 
somente no caso em que não haja juntas intermediárias do tabuleiro e desde que seja feita a verificação 
também para a hipótese de existir a ação em apenas uma das extremidades, agindo isoladamente 
(sem outras forças horizontais) e para o caso de estrutura em construção.
Nos casos de tabuleiro em curva ou esconso, deve ser considerada a atuação simultânea dos empuxos 
em ambas as extremidades, quando for mais desfavorável. Para mais detalhes, deve ser consultada 
a ABNT NBR 7187.
Pode ser prescindida a consideração da ação do empuxo de terra sobre os elementos estruturais 
implantados em terraplenos horizontais de aterros previamente executados, desde que sejam adota-
das precauções especiais no projeto e na execução, como compactação adequada, inclinações con-
venientes dos taludes, distâncias mínimas dos elementos às bordas do aterro, terreno de fundação 
com suficiente capacidade de suporte, entre outras.
6.1.4 Empuxo	d’água
6.1.4.1 O empuxo d’água e a subpressão devem ser considerados nas situações mais desfavoráveis 
para a verificação dos estados-limites, sendo dada especial atenção ao estudo dos níveis máximo 
e mínimo dos cursos d’água e do lençol freático.
No caso de utilização de contrapeso enterrado, é obrigatória, na avaliação de seu peso, a consideração 
da hipótese de submersão total do contrapeso, salvo se comprovada a impossibilidade de ocorrência 
dessa situação.
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6.1.4.2 Nos muros de arrimo deve ser prevista, em toda a altura da estrutura, uma camada filtrante 
contínua, na face em contato com o solo contido, associada a um sistema de drenos, de modo a evitar 
a situação de pressões hidrostáticas. Caso contrário, deve ser considerado nos cálculos o empuxo 
d´água resultante. Estas superficies devem ser impermeabilizadas.
6.1.4.3 Toda estrutura celular deve ser projetada, quando for o caso, para resistir ao empuxo d´água 
proveniente do lençol freático, da água livre ou da água acumulada de chuva. Caso a estrutura seja 
provida de aberturas com dimensões adequadas, esta ação não precisa ser levada em consideração.
6.1.5 Deslocamento	de	fundações
Se a natureza do terreno e o tipo de fundações permitirem a ocorrência de deslocamentos que indu-
zam efeitos na estrutura, as deformações impostas decorrentes devem ser levadas em consideração 
no projeto.
6.2 Ações	variáveis
Ações de caráter transitório que compreendem, entre outras:
 a) ações móveis;
 b) ações de construção;
 c) ações de vento;
 d) empuxo de terra provocado por cargas móveis;
 e) pressão da água em movimento;
 f) efeitos dinâmicos;
 g) variações de temperatura.
6.2.1 Ações	móveis
6.2.1.1 Ações	verticais
Os valores característicos das ações móveis verticais são fixados na ABNT NBR 7188, inclusive 
as ações nos passeios, ou, em caso excepcional, pelo proprietário da obra.
6.2.1.2 Efeito	dinâmico	das	ações	móveis
O efeito dinâmico das ações móveis deve ser analisado pela teoria da dinâmica das estruturas. 
É permitido, no entanto, aplicar os coeficientes de ponderação definidos na ABNT NBR 7188.
6.2.1.3 Força	centrífuga
Nas pontes rodoviárias em curva, aplica-se o definido na ABNT NBR 7188.
6.2.1.4 Efeitos	da	frenação	e	da	aceleração
Aplica-se o definido na ABNT NBR 7188.
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6.2.2 Ações	de	construção
No projeto e cálculo estrutural, devem ser consideradas as ações das cargas passíveis de ocorrer 
durante o período da construção, no mínimo de 1 kN/m2 aplicada na área de projeção do tabuleiro.Devem ser consideradas, adicionalmente, as ações devidas ao peso de equipamentos e estruturas 
auxiliares de montagem e de lançamento de elementos estruturais e seus efeitos em cada etapa 
executiva da obra.
6.2.3 Ação de vento
Deve ser calculada de acordo com a ABNT NBR 6123, considerando-se limites da ponte sem veículos 
e da ponte com veículos, sujeitos às ações do vento, considerando um veículo tipo com 2 m de altura 
em relação à superfície de rodagem.
6.2.4 Empuxo	de	terra	provocado	por	ações	móveis
Deve ser calculado com os mesmos critérios apresentados em 6.1.3, transformando-se as ações 
móveis no terrapleno em altura de terra equivalente.
6.2.5 Ações	excepcionais
Para colisão em pilares e ao nível do tabuleiro, aplica-se o estabelecido na ABNT NBR 7187.
6.2.6 Ação	dinâmica	das	águas
Deve ser calculada de acordo com a ABNT NBR 7187.
6.2.7 Ações	devidas	a	variações	de	temperatura
Deve ser calculada de acordo com as ABNT NBR 7187, ABNT NBR 8800 e ABNT NBR 6118, para 
a fase construtiva e de operação.
6.3 Coeficientes	de	ponderação	das	ações
As ações devem ser ponderadas pelo coeficiente γf, dado por:
γf = γf1 γf2 γf3
onde
γf1 é a parcela do coeficiente de ponderação das ações γf, que considera a variabilidade das 
ações;
γf2 é a parcela do coeficiente de ponderação das ações γf, que considera a simultaneidade de 
atuação das ações. O coeficiente γf2 é igual ao fator de combinação Ψo;
γf3 é a parcela do coeficiente de ponderação das ações γf, que considera os possíveis erros de 
avaliação dos efeitos das ações, devido às incertezas do método de cálculo empregado, de 
valor igual ou superior a 1,10.
Os coeficientes de ponderação para verificação dos estados-limites últimos são apresentados nas 
Tabelas 3 e 4, para o produto estão os valores γf1 γf3. O produto γf1 γf3 é representado por γg e γq.
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Tabela	3	–	Valores	dos	coeficientes	de	ponderação	das	ações	γf = γf1 γf3
Combinações
Ações	permanentes	
γg a 
Diretas Indiretas
Peso 
próprio de 
estruturas 
metálicas
Peso 
próprio de 
estruturas 
pré-
moldadas
Peso próprio de estruturas 
moldadas no local e de 
elementos construtivos 
industrializados
Normais
1,25
(1,00)
1,30
(1,00)
1,35
(1,00)
1,20
(0)
Especiais ou 
de construção
1,15
(1,00)
1,20
(1,00)
1,25
(1,00)
1,20
(0)
Excepcionais
1,10
(1,00)
1,15
(1,00)
1,15
(1,00)
0
(0)
Ações	variáveis
γq a 
Efeito da temperatura Ação do vento Demais	ações	variáveis.
Normais 1,20 1,40 1,50
Especiais ou 
de construção 1,00 1,20 1,30
Excepcionais 1,00 1,00 1,00
a Os valores entre parênteses correspondem aos coeficientes para as ações permanentes favoráveis 
à segurança; ações variáveis e excepcionais favoráveis à segurança não podem ser incluídas nas 
combinações. 
Tabela	4	–	Valores	dos	fatores	de	combinação Ψo e de redução Ψ1 e Ψ2 
para	as	ações	variáveis
Ações
γf2
Ψo Ψ1 Ψ2 a, b
Vento Pressão dinâmica do vento nas estruturas em geral 0,6 0,3 0
Temperatura Variações uniformes de temperatura em relação à média anual local 0,6 0,5 0,3
Cargas móveis e seus efeitos dinâmicos
Pontes rodoviárias 0,7 0,5 0,3
a Para combinações excepcionais onde a ação principal for o sismo, admite-se adotar para Ψ2 o valor zero.
b Para combinações excepcionais onde a ação principal for o fogo, o fator de redução Ψ2 pode ser reduzido, 
multiplicando-o por 0,7.
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Na Tabela 5 são apresentados os valores dos fatores de redução para combinação frequente de fadiga.
Tabela	5	–	Valores	dos	fatores	de	redução	para	combinação	frequente	de	fadiga	
Carga	móvel	e	seus	efeitos	dinâmicos Ψ1,fad N
Pontes rodoviárias
Lajes do tabuleiro
Vigas transversais
Vigas longitudinais a
 — vão até 100 m
 — vão de 200 m
 — vão ≥ 300 m
 — mesoestrutura e infraestrutura b
0,8
0,7
0,5
0,4
0,3
0
2 × 106
2 × 106
 
2 × 106
2 × 106
2 × 106
a O valor de Ψ1,fad pode ser interpolado linearmente entre 100 m e 300 m.
b Desde que ligadas à superestrutura apenas por aparelhos de apoio. Não é o caso, por exemplo, de pontes 
de pórtico ou pontes estaiadas.
6.4 Combinações
6.4.1 Combinações	últimas	normais
As combinações últimas normais decorrem do uso previsto para a ponte rodoviária.
Devem ser consideradas tantas combinações quantas forem necessárias para verificação das condições 
de segurança em relação a todos estados-limites útlimos aplicavéis. Em cada combinação devem 
estar incluídas as ações permamentes e a ação variável principal, com seus valores caraterísticos e 
as demais ações variáveis, consideradas secundárias, com seus valores reduzidos de combinação.
Para cada combinação, aplica-se a seguinte expressão:
( ) ( )
m n
d gi Gi,k q1 Q1,k qj 0j Qj,k
i 1 j 2
F F F F
= =
= γ + γ + γ ψ∑ ∑
onde
FGi,k representa os valores caraterísticos das ações permanentes;
FQ1,k é o valor caraterístico da ação variável considerada principal para a combinação;
FQj,k representa o valores caraterísticos das ações variáveis que podem atuar simultaneamente 
com a ação variável principal;
6.4.2 Combinações	últimas	especiais
As combinações últimas especiais decorrem da atuação de ações variáveis de natureza ou intensidade 
especial, cujos efeitos superam em intensidade os efeitos produzidos pelas ações consideradas nas 
combinações normais. Os carregamentos especiais são transitórios, com duração muito pequena em 
relação ao período de vida útil projetada da estrutura.
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A cada carregamento especial corresponde uma única combinação última especial de ações, na 
qual devem estar presentes as ações permanentes e a ação variável especial, com seus valores 
característicos, e as demais ações variáveis com probabilidade não desprezível de ocorrência 
simultânea, com seus valores reduzidos de combinação.
Aplica-se a seguinte expressão:
( ) ( )
m n
d gi Gi,k q1 Q1,k qj 0j,ef Qj,k
i 1 j 2
F F F F
= =
= γ + γ + γ ψ∑ ∑
onde
FGi,k representa os valores característicos das ações permanentes;
FQ1,k é o valor característico da ação variável especial;
FQj,k representa os valores característicos das ações variáveis que podem atuar concomitante-
mente com a ação variável especial;
Ψ0j,ef representa os fatores de combinação efetivos de cada uma das ações variáveis que podem 
atuar concomitantemente com a ação variável especial FQ1.
Os fatores Ψ0j,ef são iguais aos fatores Ψ0j adotados nas combinações normais, salvo quando a 
ação variável especial FQ1 tiver um tempo de atuação muito pequeno, caso em que Ψ0j,ef podem ser 
tomados como os correspondentes fatores de redução Ψ2j.
6.4.3 Combinações	últimas	de	construção
As combinações últimas de construção devem ser levadas em conta nas estruturas em que haja 
riscos de ocorrência de estados-limites últimos, já durante a fase de construção. O carregamento de 
construção é transitório e sua duração deve ser definida em cada caso particular. No caso de pontes, 
devem ser avaliadas todas as fases de montagem ou execução, assim como os equipamentose 
estruturas que sejam necessárias para o desenvolvimento da obra.
Devem ser consideradas tantas combinações de ações quantas sejam necessárias para verificação 
das condições de segurança em relação a todos os estados-limites últimos que são de se temer 
durante a fase de construção. Em cada combinação devem estar presentes as ações permanentes e 
a ação variável principal, com seus valores característicos, e as demais ações variáveis, consideradas 
secundárias, com seus valores reduzidos de combinação.
Para cada combinação, aplica-se a mesma expressão dada em 6.4.2, onde FQ1,k é o valor característico 
da ação variável admitida como principal para a situação transitória considerada.
6.4.4 Combinações	últimas	excepcionais
As combinações últimas excepcionais decorrem da atuação de ações excepcionais que podem 
provocar efeitos catastróficos. As ações excepcionais somente devem ser consideradas no projeto de 
estrutura de determinados tipos de construção, nos quais essas ações não possam ser desprezadas e 
que, além disso, na concepção estrutural, não possam ser tomadas medidas que anulem ou atenuem 
a gravidade das consequências dos seus efeitos. O carregamento excepcional é transitório, com 
duração extremamente curta.
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A cada carregamento excepcional corresponde uma única combinação última excepcional de ações, 
na qual devem figurar as ações permanentes e a ação variável excepcional, com seus valores 
característicos, e as demais ações variáveis com probabilidade não desprezível de ocorrência 
simultânea, com seus valores reduzidos de combinação, conforme a ABNT NBR 8681. Nos casos de 
ações sísmicas, deve ser utilizada a ABNT NBR 15421.
Aplica-se a seguinte expressão:
( ) ( )
m n
d gi Gi,k Q,exc qj 0j,ef Qj,k
i 1 j 1
F F F F
= =
= γ + + γ ψ∑ ∑
onde
FQ,exc é o valor da ação transitória excepcional.
6.4.5 Combinações	de	serviço
6.4.5.1 Combinações	quase	permanentes	de	serviço
As combinações quase permanentes são aquelas que podem atuar durante grande parte do período 
de vida da estrutura, da ordem da metade desse período. Essas combinações são utilizadas para os 
efeitos de longa duração e para a aparência da construção.
Nas combinações quase permanentes, todas as ações variáveis são consideradas com seus valores 
quase permanentes 2 Q,kFψ
( )
m n
ser Gi,k 2j Qj,k
i 1 j 1
F F F
= =
= + ψ∑ ∑
No contexto dos estados-limites de serviço, o termo aparência deve ser entendido como relacionado 
a deslocamentos excessivos que não provoquem danos a outros componentes da construção, e não 
a questões meramente estéticas.
6.4.5.2 Combinações	frequentes	de	serviço
As combinações frequentes são aquelas que se repetem muitas vezes durante o período de vida da 
estrutura, da ordem da 2x106 vezes em 50 anos, ou que tenham duração total igual a uma parte não 
desprezível desse período, da ordem de 5 %. Essas combinações são utilizadas para os estados-
limites reversíveis, isto é, que não causam danos permanentes à estrutura ou a outros componentes 
da construção, incluindo os relacionados ao conforto dos usuários e aos veículos, como vibrações 
excessivas, movimentos laterais excessivos que comprometam e possam criar aberturas de fissuras.
Nas combinações frequentes, a ação variável principal FQ1 é tomada com seu valor frequente 1 Q1,kFψ 
e todas as demais ações variáveis são tomadas com seus valores quase permanentes 2 Q,kFψ
( )
m n
ser Gi,k 1 Q1,k 2j Qj,k
i 1 j 2
F F F F
= =
= + ψ ψ∑ ∑
6.4.5.3 Combinações	raras	de	serviço
As combinações raras são aquelas que podem atuar no máximo algumas horas durante o período 
de vida da estrutura. Essas combinações são utilizadas para os estados-limites irreversíveis, isto é, 
que causam danos permanentes à estrutura ou a outros componentes da construção, e para aqueles 
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relacionados ao funcionamento adequado da estrutura, como formação de fissuras e danos aos 
fechamentos.
Nas combinações raras, a ação variável principal FQ1 é tomada com seu valor característico FQ1,k 
e todas as demais ações variáveis são tomadas com seus valores frequentes 1 Q,kFψ
( )
m n
ser Gi,k Q1,k 1j Qj,k
i 1 j 2
F F F F
= =
= + ψ∑ ∑
6.5 Considerações	especiais	para	fadiga
Em estruturas de pontes de aço e pontes mistas de aço e concreto, devem ser considerados os 
efeitos de fadiga. No caso da laje do tabuleiro de concreto, a fadiga deve ser avaliada conforme a 
ABNT NBR 6118 No caso dos elementos de aço e suas conexões, estes devem ser avaliados com as 
variações de tensões e os limites expostos no Anexo A. 
7 Dimensões	mínimas
7.1 Vão efetivo
Para determinação de esforços e deslocamentos, a distância entre centros dos aparelhos de apoio 
deve ser considerada para o comprimento do vão.
7.2 Contraflecha
As vigas podem ter contraflecha para compensar as deformações devidas às ações permanentes e 
deformações impostas. Quando considerada a execução em estágios, a sequência destes deve ser 
considerada na determinação da contraflecha.
7.3 Espessuras	mínimas	das	chapas	de	aço
A espessura mínima para contenções laterais, diafragmas, chapas de piso, seções transversais e 
chapas gusset de conexão, exceto para almas de perfis laminados e nervuras de seção fechada em 
tabuleiros ortotrópicos de aço, deve ser de 8 mm.
Para tabuleiros ortotrópicos, a espessura da alma de perfis laminados e de nervuras de seção fechada 
deve ser maior ou igual a 6,35 mm e a espessura do piso do tabuleiro ortotrópico deve ser maior ou 
igual a 4 % do maior espaçamento entre as nervuras, limitado a um mínimo de 12,5 mm.
7.4 Diafragmas	e	seções	transversais
Diafragmas e contenções laterais transversais devem ser dispostos nos apoios extremos ou interme-
diários e intermitentemente ao longo do vão entre os apoios.
A necessidade de diafragmas e contenções laterais deve ser analisada para todas as fases de 
fabricação, transporte e montagem até a situação final definitiva. Estas análises devem incluir, entre 
outras, as seguintes considerações:
 — a transferência da ação do vento lateral no elemento inferior entre o apoio da longarina e o 
tabuleiro da ponte;
 — a estabilidade do banzo inferior dos diafragmas quando estes foram sujeitos à compressão;
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 — a estabilidade do banzo superior em compressão prévia à cura do tabuleiro;
 — a distribuição das ações verticais permanentes e acidentais aplicadas à estrutura.
Diafragmas ou contenções transversais não requeridas para a situação definitiva da seção mista 
podem ser considerados contenções temporárias. Formas de aço não podem ser consideradas ele-
mentos de contenção lateral durante a cura do concreto do tabuleiro.
7.4.1 Pontes	de	vigas	I
As contenções, diafragmas ou travejamentos transversais das longarinas laminadas devem 
ter seções com no mínimo 50 % da altura da seção das longarinas. Quando as longarinas forem 
soldadas, os diafragmas ou travejamentos devem ter seções com no mínimo 75 % daaltura da seção 
das longarinas. É recomendável sempre incluir banzos inferiores e superiores e as diagonais nos 
travejamentos intermediários, principalmente em pontes com curvatura horizontal. Quando a relação 
de comprimento e altura da viga de contenção transversal for maior que 4, esta relação deve ser 
calculada como elemento de viga. A distância entre contenções não pode ser maior que 7 500 mm em 
pontes retas, e em pontes curvas deve ser menor que 1/10 do raio de curvatura.
A critério do responsável técnico pelo projeto estrutural, pode ser realizada uma análise estrutural mais 
rigorosa que permita ultrapassar os limites de distância entre contenções presentes nesta subseção.
Recomendações adicionais podem ser encontradas nas publicações AASHTO LRFD-8 (ver Bibliografia [1]) 
e nos Eurocodes 2, 3 e 4 (ver Bibliografia [2], [3], [4]).
7.4.2 Pontes	de	vigas	tipo	caixão
Devem ser previstos diafragmas nos apoios das pontes com vigas tipo caixão e em locais intermediários, 
para evitar a distorção da seção transversal e resistir aos momentos torsores. Para seções de vigas 
tipo caixão que tenham mais de uma viga, devem ser previstos diafragmas externos que liguem as 
vigas e pode ser considerado o trabalho conjunto delas.
Em nenhum caso, para pontes em viga tipo caixão, o espaçamento dos diafragmas pode exceder a 
12 000 mm.
Recomendações adicionais podem ser encontradas nas publicações AASHTO LRFD-8 (ver Bibliografia [1]) 
e nos Eurocodes 2, 3 e 4 (ver Bibliografia [2], [3],[4]).
7.4.3 Pontes	de	treliças	e	arcos
Diafragmas devem ser dispostos nas conexões das vigas de piso e nos nós das treliças, ou em 
qualquer outro ponto onde aconteça aplicação de carga concentrada. Diafragmas de treliças devem 
ser espaçados no máximo a cada 12 m.
Outras situações ou soluções construtivas podem ser encontradas nas publicações AASHTO LRFD-8 
(ver Bibliografia [1]) e nos Eurocodes 2, 3 e 4 (ver Bibliografia [2], [3], [4]).
7.5 Contenção	lateral
As contenções ou os travamentos laterais devem ser considerados para todos os estágios da monta-
gem e fabricação da ponte e no estágio final de operação, e devem considerar:
 — transferência das ações transversais devido ao vento;
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 — controle das deformações da seção transversal durante a fabricação, transporte e montagem, 
e quando da colocação do piso do tabuleiro da ponte. 
8 Dimensionamento	de	elementos	sujeitos	à	força	axial	de	tração
Elementos sujeitos à força axial de tração devem ser verificados conforme a ABNT NBR 8800:2008, 
5.2. Os limites de esbeltez para pontes devem ser limitados a:
 — L/r ≤ 140 para elementos principais sujeitos a tensões reversas;
 — L/r ≤ 200 para elementos principais não sujeitos a tensões reversas;
 — L/r ≤ 240 para elementos secundários.
onde
L é o comprimento destravado do elemento entre seus pontos de trabalho;
r é o menor raio de giração da seção.
9 Dimensionamento	de	elementos	sujeitos	à	força	axial	de	compressão
Elementos prismáticos sujeitos à força axial de compressão devem ser dimensionados de acordo a 
ABNT NBR 8800:2008, 5.3. O limite de esbeltez em todos os casos não pode exceder:
 — L/r ≤ 120 para elementos principais;
 — L/r ≤ 140 para elementos secundários.
10 Dimensionamento	de	elementos	com	seções	I	sujeitos	à	flexão
As vigas ou longarinas (sejam estas laminadas ou soldadas) devem ser dimensionadas em duas fases 
diferentes: uma primeira quando as vigas de aço são a estrutura resistente, e outra quando o sistema 
se comporta de maneira mista com a laje de concreto do tabuleiro.
Na primeira fase, comumente denominada como antes da cura (AC), o dimensionamento é de acordo 
com a ABNT NBR 8800:2008, 5.4 e Anexo G. Nesta fase devem ser verificados os estados-limites 
últimos de flambagem lateral com torção, flambagem local da mesa e flambagem local da alma, 
para a combinação de construção considerando as ações permanentes e a sobrecarga na fase de 
construção, tomada com o valor característico mínimo de 1 kN/m2.
Na segunda fase, após a cura do concreto, a viga se comporta como viga mista e deve ser aplicado 
o descrito na ABNT NBR 8800:2008, Anexo O, adotando sempre interação completa. Os conectores 
devem ser verificados considerando o fluxo de cisalhamento longitudinal, obtido em regime elástico. 
As combinações últimas devem considerar as ações permanentes totais, as ações acidentais e as 
cargas devidas ao tráfego dos veículos, com seus respectivos coeficientes de ponderação.
Para vigas de aço ou vigas mistas, com ou sem enrijecedores longitudinais, cuja esbeltez exceda 
os limites da ABNT NBR 8800:2008, Anexo O, são utilizados os métodos de cálculo previstos pela 
AASHTO LRFD-8 (ver Bibliografia [1]) ou nos Eurocodes 2, 3 e 4 (ver Bibliografia [2], [3],[4]).
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10.1 Enrijecedores	longitudinais
Quando necessários, os enrijecedores longitudinais devem ser contínuos e os transversais que os 
interceptam devem ser soldados para garantir a resistência à flexão e axial dos transversais. A relação 
largura-espessura deve ser limitada a:
0 48
y
b E,
t f
  ≤  
e ter inércia mínima
2
3 2 4 0 13w
al ht , ,
h
   −    
≥

onde
b largura do enrijecedor;
tw espessura do enrijecedor;
E módulo de elasticidade do aço (200 000 MPa);
fy tensão de escoamento do aço;
h altura total da alma;
a distância entre linhas de centro de dois enrijecedores transversais adjacentes.
Para usar enrijecedores longitudinais, devem ser realizados estudos específicos que levem em conta 
a flambagem local da alma e sua redução da resistência à flexão e cisalhamento.
10.2 Dimensionamento	a	cisalhamento
A verificação do cisalhamento de almas de vigas I de aço ou mistas deve ser feito conforme a 
ABNT NBR 8800:2008, 5.4.3 e 5.7.7. 
Os enrijecedores transversais necessários para resistir a forças localizadas devem ser dimensionados 
de acordo com a ABNT NBR 8800:2008, 5.7.9.
Para vigas de aço ou vigas mistas, com ou sem enrijecedores longitudinais, cuja esbeltez exceda os 
limites da ABNT NBR 8800:2008, Anexo G ou Anexo O, são utilizados os métodos de cálculo previstos 
pela AASHTO LRFD-8 (ver Bibliografia [1]) ou pelos Eurocodes 2, 3 e 4 (ver Bibliografia [2], [3],[4]).
11 Conexões	e	emendas
As conexões e emendas devem obedecer às seguintes Seções da ABNT NBR 8800:2008:
 — Seção 6 - Condições específicas para o dimensionamento de ligações metálicas; 
 — Seção 7 - Condições específicas para o dimensionamento de elementos mistos de aço e concreto; 
 — Seção 8 - Condições específicas para o dimensionamento de ligações mistas; 
 — Anexo R, sobre ligações mistas.
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12 Prescrições	para	estruturas	de	diversas	tipologias
12.1 Longarinas	de	perfis	I
As proporções limites recomendadas para as longarinas de perfis I são:
 — almas de vigas sem enrijecedores longitudinais
w
150h
t
≤
 — almas de vigas com enrijecedores longitudinais
w
300h
t
≤
 — mesas comprimidase tracionadas
f
f
12
2
b
t
≤
f 6
hb ≥
f w11t , t≥
yc
y
0 1
l
,
l
≥
onde
h altura da alma do perfil;
tw a espessura da alma da viga;
tf a espessura da mesa da viga;
bf a largura da mesa da viga;
Iyc inércia da mesa comprimida da viga de aço em relação ao eixo vertical no plano da alma;
Iy inércia da mesa tracionada da viga de aço em relação ao eixo vertical no plano da alma.
Para vigas de aço ou vigas mistas cuja esbeltez exceda os limites propostos nesta Seção, podem ser 
utilizados os métodos de cálculo previstos nos Eurocodes 2, 3 e 4 (ver Bibliografia [2], [3], [4]).
12.2 Treliças
Recomenda-se que a altura das treliças seja de no mínimo 1/10 do comprimento efetivo do vão da 
ponte, e que as treliças sejam simétricas e com seção contínua no banzo comprimido.
12.3 Estruturas	com	seções	tipo	caixão
A inclinação máxima da alma não pode exceder a relação 1 para 4 da vertical ou o ângulo de 14,04°. 
Outro aspecto importante é a distância livre entre caixões, que deve ser de 0,8 a 1,2 da distância 
superior entre os eixos da mesa do caixão (w), como mostrado na Figura 1. O balanço dos extremos 
da seção transversal não pode exceder 0,6 W.
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4
< 0,6W W a = 0,8W a 1,2W
1
Figura	1	–	Limites	para	as	dimensões	de	seções	tipo	caixão
13 Durabilidade	e	vida	útil	de	projeto
A durabilidade depende da qualidade dos materiais, do projeto, da execução e da manutenção durante 
a vida útil projetada. No caso do concreto, a durabilidade pode ser determinada da mesma maneira 
que no projeto de estruturas de concreto, e considerando que as pontes estão sempre em ambientes 
não protegidos. No caso das estruturas de aço, a durabilidade é baseada principalmente na proteção 
contra corrosão, que deve ser de acordo com a ABNT NBR 8800:2008, Anexo N, e o Anexo B desta 
Norma. A vida útil projetada para fadiga deve ser de acordo com o Anexo A desta Norma.
14 Recomendações	construtivas	e	de	utilização
14.1 Requisitos	básicos	de	fabricação,	montagem	e	controle	de	qualidade
Os requisitos básicos de fabricação, montagem e controle de qualidade são aqueles estabelecidos 
na ABNT NBR 8800:2008, Seção 12, usando a AASHTO/AWS D1.M/D1.5 para as soldas e emendas 
por solda.
Os requisitos básicos de execução das lajes de concreto moldadas no local dos tabuleiros das pontes 
devem seguir a ABNT NBR 6118 e, em especial, a ABNT NBR 14931.
14.2 Manual	de	utilização,	inspeção	e	manutenção
De posse das informações dos projetos, materiais e produtos utilizados e da execução da obra, deve 
ser produzido por profissional habilitado, devidamente contratado pelo contratante, um manual de uti-
lização, inspeção e manutenção. Este manual deve especificar, de forma clara e sucinta, os requisitos 
básicos para a utilização e a manutenção preventiva, necessários para garantir a vida útil projetada 
prevista para a estrutura. 
Partes da estrutura que mereçam consideração especial, com vida útil projetada diferente da estrutura 
principal, devem ser contempladas, como aparelhos de apoio, juntas de dilatação, entre outras.
Elementos não estruturais que possam influir no processo de deterioração das estruturas, como os compo-
nentes do sistema de drenagem e as impermeabilizações, devem ser vistoriados periodicamente.
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Anexo A 
(normativo) 
 
Fadiga
A.1 Aplicabilidade
A.1.1 Este Anexo aplica-se aos elementos estruturais de aço e ligações de pontes de aço e mistas 
de aço e concreto com ações repetitivas ou cíclicas, com variação de tensões no regime elástico, cuja 
frequência e magnitude são suficientes para iniciar fissuras e colapso progressivo por fadiga.
A.1.2 As especificações dadas em A.2 a A.6 podem não se aplicar em parte ou na totalidade às 
ligações soldadas envolvendo um ou mais perfis tubulares. Recomenda-se, para a verificação dessas 
ligações à fadiga, a utilização de bibliografias complementares adequadas, fazendo-se as adaptações 
necessárias para manter o nível de segurança previsto nesta Norma.
A.2 Generalidades
A.2.1 Para os efeitos deste Anexo, usar a combinação frequente de fadiga:
m n
d,fad Gi,k 1 Qj,k
i=1 j=1
F F F= + ψ∑ ∑
onde
FGi,k é o valor caraterístico das ações permanentes;
FQj,k é o valor característico das ações variáveis, sendo, neste caso, apenas a carga móvel 
rodoviária padrão, conforme a ABNT NBR 7188;
Ψ1 é o fator de redução para as ações variáveis de acordo com a Tabela 5.
A.2.2 Os requisitos deste Anexo aplicam-se às tensões no metal-base, calculadas usando-se a 
combinação de ações descrita em A.2.1, cujo valor não ultrapasse 0,66 fy ou 0,40 fy, para tensões 
normais ou de cisalhamento, respectivamente.
A.2.3 A faixa de variação de tensões é definida como a magnitude da mudança de tensão devida 
à aplicação ou remoção das ações variáveis da combinação de ações descritas em A.2.1. No caso 
de inversão de sinal da tensão em um ponto qualquer, a faixa de variação de tensões deve ser 
determinada pela diferença algébrica dos valores máximo e mínimo da tensão considerada, nesse 
ponto.
A.2.4 No caso de junta de topo com solda de penetração total, o limite admissível para a faixa de 
variação de tensões (σSR) é aplicável apenas às soldas com qualidade que atendam as recomendações 
da AWS AASHTO/AWS D1.5M/D1.5 (ver Bibliografia [1])
A.2.5 Nenhuma verificação de resistência à fadiga é necessária se a faixa de variação de tensões 
for inferior ao limite σTH dado na Tabela A.1.
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A.2.6 A resistência às ações cíclicas determinadas pelos requisitos deste Anexo é aplicável apenas 
às estruturas:
 a) com proteção adequada à corrosão ou sujeitas apenas a atmosferas levemente corrosivas;
 b) sujeitas a temperaturas inferiores a 150 °C.
A.3 Cálculo	da	tensão	máxima	e	da	máxima	faixa	de	variação	de	tensões
A.3.1 O cálculo de tensões deve ser baseado em análise elástica. As tensões não podem ser 
amplificadas pelos fatores de concentração de tensão devidos a descontinuidades geométricas.
A.3.2 Para parafusos e barras redondas rosqueadas sujeitos à tração, as tensões calculadas 
devem incluir o efeito de alavanca, se existir.
A.3.3 No caso de atuação conjunta de força axial e momentos fletores, as máximas tensões nor-
mais e de cisalhamento devem ser determinadas considerando todos os esforços solicitantes.
A.3.4 Para barras com seções transversais simétricas, os parafusos e as soldas devem ser distri-
buídos simetricamente em relação ao eixo da barra, ou as tensões consideradas no cálculo da faixa 
de variação de tensões devem incluir os efeitos da excentricidade.
A.3.5 Para cantoneiras sujeitas à força axial, onde o centro geométrico das soldas de ligação 
fica entre as linhas que passam pelo centro geométrico da seção transversal da cantoneira e pelo 
centro da aba conectada, os efeitos da excentricidade podem ser ignorados. Se o centro geométrico 
das soldas situar-se fora dessa zona, as tensões totais, incluindo aquelas devidas à excentricidade, 
devemser incluídas no cálculo da faixa de variação de tensões.
A.4 Faixa	admissível	de	variação	de	tensões
A faixa de variação de tensões não pode exceder os valores dados a seguir:
 a) para as categorias de detalhe A, B, B’, C, D, E e E’, a faixa admissível de variação de tensões, 
σSR, expressa em megapascals (MPa) deve ser determinada por:
0 333
SR TH
327 ,fC
N
 σ = ≥ σ  
onde
Cf é a constante dada na Tabela A.1 para a categoria correspondente;
N é o número de ciclos de variação de tensões durante a vida útil projetada da estrutura 
(75 anos);
σTH é o limite admissível da faixa de variação de tensões, para um número infinito de ciclos 
de solicitação, dado na Tabela A.1 expresso em megapascals (MPa);
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 b) para a categoria de detalhe F, a faixa admissível de variação de tensões, σSR, deve ser determinada 
por:
0 1674 f
SR TH
11 10 ,C
N
 ×σ = ≥ σ  
 c) para elementos de chapa tracionados, ligados na extremidade por soldas de penetração total, 
soldas de penetração parcial, soldas de filete ou combinações das anteriores, dispostas transver-
salmente à direção das tensões, a faixa admissível de variação de tensões na seção transversal 
da chapa tracionada, na linha de transição entre o metal-base e a solda, deve ser determinada 
da seguinte forma:
 — com base no início da fissuração a partir da linha de transição entre o metal-base e a solda, 
para categoria de detalhe C, pela equação a seguir:
0 33311
SR
14 4 10 68 9 MPa
,, ,
N
 ×σ = ≥  
 com base no início da fissuração a partir da raiz da solda, no caso de soldas de penetração 
parcial, com ou sem soldas de filete de reforço ou de contorno, para categoria de detalhe C’, 
pela equação a seguir:
0 33311
SR PJP
14 4 101 72
,,, R
N
 ×σ =   
onde
RPJP é o fator de redução para soldas de penetração parcial, com ou sem filete de reforço (se 
RPJP = 1,0, usar categoria de detalhe C), dado por:
p p
PJP 0 167
p
2a0 65 0 59 0 72
1 0,
w, , ,
t t
R ,
t
    
− +        = ≤ 
 
  
2a é o comprimento da face não soldada da raiz na direção da espessura da chapa tracionada, 
expresso em milímetros (mm);
w é a dimensão da perna do filete de reforço ou de contorno, se existir, na direção da espessura 
da chapa tracionada, expressa em milímetros (mm);
tp é a espessura da chapa tracionada, expresso em milímetros (mm).
 — com base no início da fissuração a partir das raízes de um par de filetes de solda transversais, 
em lados opostos da chapa tracionada, para categoria de detalhe C, pela equação a seguir:
0 33311
SR FIL
14 4 101 72
,,, R
N
 ×σ =   
onde
RFIL é o fator de redução para juntas constituídas apenas de um par de filetes de solda transversais 
(se RFIL = 1,0, usar categoria de detalhe C), dado por
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p
FIL 0 167
p
0 06 0 72
1 0,
w, ,
t
R ,
t
 + 
= ≤ 
   
O limiar de fadiga é considerado a estimativa de vida útil projetada infinita, associada diretamente 
à vida útil de projeto, isto é, 75 anos. Se houver algum projeto no qual as condições admitam ter 
uma vida útil menor que 75 anos, podem ser usadas as equações expostas com o número de ciclos 
definido com dados de tráfego na via em que a ponte está localizada ou estimativas conservadoras.
A.5 Parafusos	e	barras	redondas	rosqueadas
A faixa de variação de tensões não pode exceder a faixa admissível calculada como a seguir:
 a) para ligações parafusadas sujeitas a corte nos parafusos, a faixa admissível de variação de 
tensões no material do elemento ligado é dada pela equação a seguir, onde Cf e σTH são dados 
na Seção 2 da Tabela A.1:
0 333
f
SR TH
327 ,C
N
 σ = ≥ σ  
para parafusos de alta resistência, parafusos comuns e barras redondas rosqueadas com rosca 
laminada, cortada ou usinada, a faixa de variação de tensões de tração na área líquida do parafuso 
ou da barra redonda rosqueada, proveniente de força axial e momento fletor, incluindo o efeito de 
alavanca, não pode exceder a faixa admissível dada pela seguinte equação:
0 333
f
SR TH
327 ,C
N
 σ = ≥ σ  
O fator Cf deve ser tomado igual a 3,9 × 108 (como para a categoria E’). O limite σTH deve ser 
tomado igual a 48 MPa (como para a categoria D). A área efetiva deve ser determinada conforme a 
ABNT NBR 8800:2008, 6.3.2.2.
Para juntas nas quais o material no interior da pega não seja limitado a aço ou juntas que não sejam 
pré-tensionadas conforme os requisitos da ABNT NBR 8800:2008, Tabela 15, a força axial e o momento 
fletor, incluindo o efeito de alavanca (se existir), devem ser considerados transmitidos exclusivamente 
pelos parafusos ou barras redondas rosqueadas. Para juntas nas quais o material no interior da pega 
seja limitado a aço, pré-tensionadas conforme os requisitos da ABNT NBR 8800:2008, Tabela 15, 
permite-se uma análise da rigidez relativa das partes conectadas e dos parafusos para determinar 
a faixa de variação de tensões de tração nos parafusos pré-tensionados devida à força axial e ao 
momento fletor, incluindo o efeito de alavanca. Alternativamente, a faixa de variação de tensões nos 
parafusos pode ser considerada igual a 20% da tensão na área líquida devida à força axial e ao 
momento fletor provenientes de todas as ações, permanentes e variáveis.
A.6 Conectores	de	cisalhamento
Para conectores de cisalhamento do tipo pino, a faixa admissível de variação de tensões, σSR, em 
megapascals (MPa), deve ser determinada por:
σSR = 238 – 29,5 Log(N)
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Sendo a força resistente do pino à fadiga (N):
onde
N é o número de ciclos em 75 anos;
d é o diâmetro do pino, expresso em milímetros (mm);
Zr é a resistência ao corte por fadiga de um pino, expressa em newtons (N).
A.7 Requisitos	especiais	de	fabricação	e	montagem
A.7.1 É permitido chapas de esperas longitudinais sejam deixadas no local e, se usadas, devem 
ser contínuas. Se forem necessárias emendas nas chapas de espera em juntas longas, tais emendas 
devem ser feitas com solda de penetração total e o excesso de solda deve ser esmerilhado longitudi-
nalmente antes do posicionamento da barra na junta.
A.7.2 Em juntas transversais sujeitas à tração, as chapas de espera, se usadas, devem ser remo-
vidas e é necessário fazer extração de raiz e contras-solda na junta.
A.7.3 Em juntas em T ou de canto, feitas com solda de penetração total, um filete de reforço não 
menor que 6 mm deve ser adicionado nos cantos reentrantes.
A.7.4 A rugosidade superficial de bordas cortadas a maçarico, sujeitas a faixas de variações de 
tensões significativas, não pode exceder 25 μm, usando-se como referência a ASME B46.1.
A.7.5 Cantos reentrantes em regiões de cortes, recortes e em aberturas para acesso de soldagem 
devem formar um raio não menor que 10 mm. Para isto deve ser feito um furo sub-broqueado ou sub-
puncionado com raio menor, usinado posteriormente até o raio final. Alternativamente, o raio pode ser 
obtido por corte a maçarico,devendo, neste caso, esmerilhar-se a superfície do corte até o estado de 
metal brilhante.
A.7.6 Para juntas transversais com soldas de penetração total, em regiões de tensões de tração 
elevadas, devem ser usados prolongadores para garantir que o término da solda ocorra fora da junta 
acabada. Os prolongadores devem ser removidos e a extremidade da solda deve ser esmerilhada até 
facear com a borda das peças ligadas. Limitadores nas extremidades da junta não podem ser usados.
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Tabela	A.1	–	Parâmetros	de	fadiga	e	detalhes	construtivos	(continua)
Seção	1	–	Material-base	afastado	de	qualquer	tipo	de	solda
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
1.1 Metal-base, exceto 
aços resistentes à corrosão 
atmosférica não pintados, 
com superfícies laminadas, 
sujeitas ou não à limpeza 
superficial. Bordas cortadas 
a maçarico com rugosidade 
superficial não superior a 
25 μm, mas sem cantos 
reentrantes
A 250 × 108 165
Afastado de 
qualquer solda ou 
ligação estrutural
1.2 Metal-base de aço 
resistente à corrosão 
atmosférica não pintado, 
com superfícies laminadas, 
sujeitas ou não à limpeza 
superficial. Bordas cortadas 
a maçarico com rugosidade 
superficial não superior a 
25 μm, mas sem cantos 
reentrantes
B 120 × 108 110
Afastado de 
qualquer solda ou 
ligação estrutural
1.3 Para elementos 
com cantos reentrantes, 
cortes e outras 
descontinuidades, 
consultar a AASHTO/
AWS D1.5m/D1.5, exceto 
aberturas de acesso para 
solda
C 44 × 108 69
Em qualquer 
borda externa
1.4 Para seções 
laminadas com aberturas 
de acesso para solda 
consultar A AASHTO/AWS 
D1.5m/D1.5
C 44 × 108 69
No metal-base no 
canto reentrante 
da abertura de 
acesso para 
solda 
1.5 Furos abertos em 
elementos 
D 22 × 108 48
Na seção líquida 
localizada ao lado 
do furo
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Tabela	A.1	(continuação)
Seção	2	–	Materiais	conectados	em	ligações	parafusadas
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
2.1 Seção bruta do 
metal-base em juntas 
por sobreposição 
com parafusos de alta 
resistência satisfazendo 
todos os requisitos 
aplicáveis a ligações 
por atrito, com furação 
realizada através de 
broqueamento
NOTA Ver condição 2.3 
para furos puncionados; ver 
condição 2.5 para cantoneiras 
ou seções T conectadas a 
chapas gusset ou chapas de 
ligação)
B 120 × 108 110
Através da seção 
bruta próxima ao 
furo
2.2 Metal-base na 
seção líquida em juntas 
com parafusos de alta 
resistência calculados 
com base em resistência 
por contato, porém com 
fabricação e instalação 
atendendo a todos os 
requisitos aplicáveis às 
ligações por atrito, com 
furação realizada através 
de broqueamento
Nota: Ver condição 2.3 
para furos puncionados; 
ver condição 2.5 para 
cantoneiras ou seções 
T conectadas a chapas 
gusset ou chapas de 
ligação
B 120 × 108 110
Na seção líquida 
com origem na 
borda do furo ou 
através da seção 
bruta próxima ao 
furo, a que for 
aplicável
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
2.3 Metal-base na seção 
líquida de todas as 
conexões parafusadas em 
membros galvanizados 
por imersão a quente; 
metal base na seção 
apropriada definida nas 
condições 2.1 e 2.2 para 
conexões com parafusos 
de alta resistência 
protendidos e furos feitos 
por puncionamento; metal-
base na seção líquida de 
outros tipos de conexões 
com fixação mecânica 
(por exemplo, ligações 
com parafusos ASTM 
A307 ou parafusos de alta 
resistência instalados sem 
protensão), exceto olhais 
e chapas com pinos Nota: 
Ver condição 2.5 para 
cantoneiras ou seções 
T conectadas a chapas 
gusset ou chapas de 
ligação.
D 22 × 108 48
Na seção líquida 
com origem na 
borda do furo ou 
através da seção 
bruta próxima ao 
furo, a que for 
aplicável
2.4 Metal-base na seção 
líquida da cabeça de olhais 
ou chapas com pinos
Nota: Para o metal-base na 
haste dos olhais ou através 
da seção bruta de chapas 
com pinos, ver a condição 
aplicável entre 1.1 ou 1.2.
E 11 × 108 31
Na seção líquida 
com origem na 
borda do furo
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
2.5 Metal-base em 
cantoneiras ou seção T 
conectadas a uma chapas 
gusset ou chapa de ligação 
com parafusos de alta 
resistência em ligações 
por atrito. A amplitude da 
tensão de fadiga deve ser 
calculada na área da seção 
efetiva do elemento, Ae = 
UAg, na qual U = (1 – x/L) 
e onde Ag é a seção bruta 
do elemento, x é a distância 
do centroide do elemento 
até a superfície do gusset 
ou chapa de ligação, e L é 
a distância do primeiro ao 
último parafuso da linha 
de furação com maior 
número de parafusos, 
na direção da força axial. 
O efeito do momento 
devido às excentricidades 
na conexão deve ser 
ignorado na determinação 
da amplitude da tensão 
de fadiga. A categoria de 
fadiga deve ser tomada 
como aquela especificada 
na condição 2.1. Para todos 
os outros tipos de conexões 
parafusadas, substituir Ag 
por An (área líquida do 
elemento) na determinação 
da área líquida efetiva, 
de acordo com as 
equações anteriores, e 
usar a categoria de fadiga 
apropriada para o tipo de 
conexão aplicável daquelas 
exibidas nas condições 2.2 
e 2.3
Ver 
categoria 
aplicável 
acima
Ver 
constante 
aplicável 
acima
Ver 
limiar 
aplicável 
acima
Por meio da 
seção bruta perto 
do furo ou da 
seção efetiva na 
borda do furo, o 
que for aplicavél
L
L
cg
cg
χ
χ
 
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Tabela	A.1	(continuação)
Seção	3	–	Ligações	soldadas	dos	componentes	de	barras	compostas	de	chapas	ou	perfis
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
3.1 Metal-base e metal 
da solda em barras sem 
acessórios, compostas de 
chapas ou perfis ligados 
por soldas longitudinais 
contínuas de penetração 
total, com extração de raiz 
e contrassolda, ou por 
soldas contínuas de filete
B 120 × 108110
A partir da 
superfície ou 
descontinuidades 
internas na solda 
afastado do final 
da solda
CJPor
CJPor
3.2 Metal-base e metal 
da solda em barras sem 
acessórios, compostas de 
chapas ou perfis ligados 
por soldas longitudinais 
contínuas de penetração 
total, com chapas de 
espera não removidas, ou 
por soldas contínuas de 
penetração parcial
B′ 61 × 108 83
A partir da 
superfície ou 
descontinuidades 
internas na solda, 
incluindo a solda 
para fixação de 
chapas de espera
3.3 Metal-base e metal da 
solda nas extremidades 
de soldas longitudinais 
nas aberturas de acesso 
para soldagem em barras 
compostas
NOTA Não inclui a emenda 
de topo da mesa.
D 22 × 108 48
A partir da 
extremidade da 
solda, penetrando 
na alma ou na 
mesa
3.4 Metal-base e 
metal da solda em 
chapas sobrepostas de 
comprimento parcial, 
conectadas por soldas 
contínuas de filete paralelas 
à direção das tensões 
aplicadas
B 120 × 108 110
A partir da 
superfície ou 
descontinuidades 
internas na solda, 
em posição 
distante da 
extremidade da 
solda
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
3.5 Metal-base na 
terminação da solda de 
lamelas soldadas de 
comprimento parcial, mais 
estreitas que a mesa, 
tendo extremidades 
esquadrejadas ou com 
redução gradual de 
largura, com ou sem 
soldas transversais nas 
extremidades, ou lamelas 
mais largas que a mesa 
com soldas transversais 
nas extremidades:
Espessura da mesa 
≤ 20 mm
Espessura da mesa 
> 20 mm
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
E
 
E′
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 × 108
 
3,9 × 108
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
31
 
18
Na mesa junto 
ao pé da solda 
transversal da 
extremidade, na 
mesa junto ao 
término da solda 
longitudinal, ou 
ainda na borda da 
mesa com lamela 
mais larga
Com ou sem solda
Solda no extremo
3.6 Metal-base na 
terminação da solda de 
lamelas soldadas de 
comprimento parcial, com 
conexões parafusadas de 
atrito na sua extremidade
B 120 × 108 110
Na mesa, na 
terminação do 
filete de solda 
longitudinal
Espaçamento do extremo
de solda d
3.7 Metal-base na 
terminação da solda de 
lamelas soldadas de 
comprimento parcial, mais 
largas que a mesa, sem 
soldas transversais nas 
extremidades
E′ 3,9 × 108 18
Na borda da 
mesa junto à 
extremidade da 
solda da lamela
Solda de extremo
TYP
Seção	4	‒	Conexões	de	enrijecedores	soldados
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
4.1 Metal-base no pé 
da solda de filete entre o 
enrijecedor e a mesa, e na 
solda transversal de filete 
entre o enrijecedor e a alma
NOTA Inclui soldas 
similares em enrijecedores de 
contato e chapas de conexão
C′ 44 × 108 83
Iniciando na 
descontinuidade 
geométrica no pé 
da solda de filete 
e estendendo-se 
para o metal-base
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
4.2 Metal-base e metal 
da solda em enrijecedores 
longitudinais na alma, ou 
enrijecedores longitudinais 
nas faces de seções 
tipo caixão, conectados 
aos elementos por solda 
contínua de filete paralela 
à direção das tensões 
aplicadas
B 120 × 108 110
A partir da 
superfície ou 
descontinuidades 
internas na solda, 
em posição 
distante da 
extremidade da 
solda
4.3 Metal-base na 
terminação de soldas 
longitudinais entre o 
enrijecedor e a alma, ou 
entre o enrijecedor e a face 
da seção tipo caixão:
Com o enrijecedor 
conectado por soldas 
de filete e sem raio de 
transição na extremidade:
Espessura do enrijecedor 
< 25 mm.
Espessura do enrijecedor 
≥ 25 mm
Com o enrijecedor 
conectado por soldas e 
com raio de transição R 
na extremidade e com 
a terminação da solda 
diminuindo suavemente de 
tamanho:
R ≥ 610 mm
610 mm > R ≥ 150 mm
150 mm > R ≥ 50 mm
50 mm > R
 
 
 
 
 
 
 
 
 
E
 
E′
 
 
 
 
 
 
B
C
D
E
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 × 108
 
3,9 × 108
 
 
 
 
 
 
120 × 108 
44 × 108 
22 × 108 
11 × 108 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
31
 
18
 
 
 
 
 
 
110
69
48
31
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
No membro 
principal, no pé 
do final da solda
 
 
 
 
 
 
 
No membro 
principal, próximo 
ao ponto de 
tangência do raio 
de transição
Enrijecedor
Sem raio de transição
Filete, CJP, PJP
Alma
ou aba
Enrijecedor
Com raio de transição
Alma
ou aba
Acabamento
esmerilado
R
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Tabela	A.1	(continuação)
Seção	5	–	Ligações	soldadas	transversais	à	direção	das	tensões
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
5.1 Metal-base e metal da 
solda em emendas de topo 
com soldas de penetração 
total, com a qualidade 
da solda comprovada 
através de ensaio não 
destrutivo e, na direção 
das tensões aplicadas, 
com nivelamento da solda 
com o metal-base por 
meio de esmerilhamento. 
Transições em espessuras 
e larguras devem ser feitas 
com uma inclinação não 
superior a 1:2,5
fy < 690 MPa
f y ≥ 690 MPa
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
B
B’
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
120 × 108 
61 × 108 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
110
83
A partir de 
descontinuidades 
internas no metal 
da solda ou ao 
longo da face de 
fusão ou no início 
da transição
Esmerilamento
CJP
Esmerilamento
CJP
Esmerilamento
CJP
Esmerilamento
CJP
5.2 Metal-base e metal da 
solda em emendas com 
soldas de penetração total, 
com a qualidade da solda 
comprovada por ensaio 
não destrutivo, havendo 
transição de largura feita 
com raio igual ou superior 
a 600 mm, com o ponto de 
tangência na extremidade 
da solda de penetração. As 
soldas devem ser niveladas 
com o metal-base por 
meio de esmerilhamento 
na direção das tensões 
aplicadas
B 120 × 108 110
A partir de 
descontinuidades 
internas no metal 
da solda ou ao 
longo da face de 
fusão
CJP esmerilamento
R > 600mm
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
5.3 Metal-base e metal da 
solda em emendas, juntas 
em T ou juntas de canto, 
com soldas de penetração 
total, havendo transição de 
espessura com inclinação 
não superior a 1:2,5 ou sem 
transição de espessura, 
quando o excesso de solda 
não for removido
NOTA A fissuração na 
mesa do T pode ocorrer devido 
as tensõesde flexão fora do 
plano induzidas pelos vapores 
do processo de soldagem.
C 44 × 108 69
A partir de 
descontinuidades 
superficiais 
na transição 
entre a solda e 
o metal-base, 
estendendo-se 
no metal-base, ou 
ao longo da face 
de fusão
CJP com solda de reforço
 no local
CJP
5.4 Metal-base e metal da 
solda em detalhes, onde 
as chapas carregadas 
são descontínuas e 
estão conectadas à outra 
chapa, normal à direção 
das tensões principais, 
através de pares de soldas 
de filetes ou soldas de 
penetração parcial (em 
lados opostos a esta 
chapa)
C 44 × 108 69
A partir de 
descontinuidades 
geométricas 
no pé do filete 
de solda, 
estendendo-se 
no metal-base; 
ou iniciando na 
raiz da solda 
sujeita à tração e 
estendendo-se, 
em seguida, pela 
solda
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Tabela	A.1	(continuação)
Seção	6	–	Elementos	soldados	carregados	transversalmente
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa 
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
6.1 Metal-base de um 
componente solicitado 
longitudinalmente em 
um detalhe solicitado 
transversalmente que 
possui um raio R e se 
vincula a ele por meio 
de solda longitudinal, 
com terminação da solda 
esmerilhada para obter 
concordância
R ≥ 600 mm
600 mm > R ≥ 150 mm
150 mm > R ≥ 50 mm
50 mm > R
Para qualquer raio de 
transição com a terminação 
da solda não esmerilhada
NOTA Condição 6.2, 6.3 ou 
6.4, a que for aplicável, deve 
também ser verificada.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
B
C
D
E
E
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
120 × 108 
44 × 108 
22 × 108 
11 × 108 
11 × 108 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
110
69
48
31
31
Próximo ao ponto 
de tangência do 
raio na borda 
do componente 
solicitado 
longitudinalmente 
ou no pé da solda 
na terminação 
da solda quando 
a solda não for 
esmerilhada
Filete ou
PJP ou CJP
Filete ou penetração
parcial e total (PJP, CJP)
R
R
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa 
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
6.2 Metal-base em 
um detalhe solicitado 
transversalmente, que 
incorpora um raio de 
transição R e que se 
vincula a um componente 
solicitado longitudinalmente, 
de mesma espessura, 
através de solda 
longitudinal de penetração 
total, com a qualidade da 
solda comprovada através 
de ensaio não destrutivo, e 
com a terminação da solda 
esmerilhada para obter 
concordância
Quando o excesso de solda 
for removido:
R ≥ 600 mm
600 mm > R ≥ 150 mm
150 mm > R ≥ 50 mm
50 mm > R
Quando o excesso de solda 
não for removido:
R ≥ 600 mm.
600 mm > R ≥ 150 mm
150 mm > R ≥ 50 mm
50 mm > R
NOTA A condição 6.1 
também deve ser verificada.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
B
C
D
E
 
C
C
D
E
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
120 × 108 
44 × 108
22 × 108
11 × 108
 
44 × 108
44 × 108
22 × 108
11 × 108
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
110
69
48
31
 
69
69
48
31
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Próximo a pontos 
de tangência 
do raio ou da 
solda, ou na 
face de fusão, 
no elemento 
principal ou no 
acessório
Na transição 
entre a solda e 
o metal-base, 
podendo ser na 
borda da peça 
principal ou no 
acessório
CJP
CJP
t
t
tR
Reforço sem remover
Reforço de solda removido
R
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa 
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
6.3 Metal-base em 
um detalhe solicitado 
transversalmente, que 
incorpora um raio de 
transição R e que se 
vincula a um componente 
solicitado longitudinalmente, 
de espessura diferente, 
através de solda 
longitudinal de penetração 
total, com a qualidade da 
solda comprovada através 
de ensaio não destrutivo, e 
com a terminação da solda 
esmerilhada para obter 
concordância
Quando o excesso de solda 
for removido:
R ≥ 50 mm
R < 50 mm
Para qualquer raio R, 
quando o excesso de solda 
não for removido
NOTA A condição 6.1 
também deve ser verificada.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
D
E
E
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
22 × 108 
11 × 108 
11 × 108 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
48
31
31
Na transição 
entre a solda e 
o metal-base na 
borda do material 
menos espesso
Na terminação 
da solda com 
menor raio de 
concordância
 Na transição 
entre a solda e 
o metal-base na 
borda do material 
menos espesso
CJP
Reforço de solda removido
Reforço de solda sem remover
R
t1
t2
6.4 Metal-base em 
um detalhe solicitado 
transversalmente, que se 
vincula a um componente 
solicitado longitudinalmente 
através de solda 
longitudinal de penetração 
parcial ou solda longitudinal 
de filete
NOTA A condição 6.1 
também deve ser verificada.
Ver 
condição 
5.4
R
filete ou
penetração
parcial (PJP)
ambos lados
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Tabela	A.1	(continuação)
Seção	7	–	Elementos	soldados	carregados	longitudinalmente
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
7.1 Metal-base sujeito a 
solicitação longitudinal, 
em acessórios com 
comprimento L no 
sentido longitudinal e 
espessura t, ligados por 
soldas longitudinais ou 
transversais, de penetração 
ou filete, quando o detalhe 
de transição do acessório 
não possuir raio de 
transição: 
L < 50 mm
50 mm ≤ L ≤ 12t ou 100 mm
L > 12t or 100 mm
t < 25 mm
t ≥ 25m m
NOTA Ver condição 
7.2 para conexões com 
cantoneiras ou seções T 
soldadas a chapas gusset ou 
chapas de conexão.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
C
D
E
E’
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
44 × 108
22 × 108
11 × 108
3,9 × 108
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
69
48
31
18
No metal-
base, junto à 
terminação da 
solda
L
L
L
L
L
t
t
t
t
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
7.2 Metal-base em 
cantoneiras ou seção T 
conectada a uma chapa 
gusset ou chapa de ligação 
por soldas longitudinais de 
filete em ambos os lados 
dos elementos conectados. 
A amplitude da tensão de 
fadiga deve ser calculada 
na área da seção efetivado elemento, , na qual e 
onde Ag é a seção bruta do 
elemento, x é a distância 
do centroide do elemento 
até a superfície do gusset 
ou chapa de ligação e L é o 
máximo comprimento dos 
filetes longitudinais. O efeito 
do momento devido às 
excentricidades na conexão 
deve ser ignorado na 
determinação da amplitude 
da tensão de fadiga
E 11 × 108 31
Na terminação 
da solda de filete 
em elementos 
conectados
L
L
L
x
cg
L
xcg
Seção	8	–	Miscelâneas
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
8.1 Solda entre a nervura 
e a laje – solda unilateral 
com 80 % de penetração 
(mínimo 70 %), com 
afastamento na raiz ≤ 0,5 
mm antes da soldagem 
C 44 × 108 69 Ver figura ao lado
∆f
∆f
≤ 0,02
8.2 Emenda da nervura 
com solda – uma única 
solda de penetração 
de topo com cobrejunta 
permanente em campo. 
Afastamento para solda 
maior que a espessura 
da aba
D 22 × 108 48 Ver figura ao lado
∆f
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Tabela	A.1	(continuação)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
8.3 Emenda na nervura 
com parafusos – metal-
base na seção bruta de 
conexões parafusadas por 
atrito
B 120 × 108 110 Ver figura ao lado
∆f
∆f
8.4 Emenda da chapa 
de laje (no plano) - uma 
única solda de penetração 
de topo, transversal ou 
longitudinal, com cobrejunta 
permanente em campo
D 22 × 108 48 Ver figura ao lado
∆f
8.5 Solda entre a nervura 
e a mesa – Parede da 
nervura na região da solda 
entre a nervura e a alma, 
sendo a solda de filete ou 
de penetração total
C 44 × 108 69 Ver figura ao lado
∆f
∆f
1
2
8.6 Solda entre a nervura 
e a face – Alma do 
enrijecedor na região da 
solda entre a nervura e a 
mesa, sendo a solda de filet 
de, penetração parcial ou 
de penetração total
C 
(Nota 1)
44 × 108 69 Ver figura ao lado
∆f
∆f
8.7 Entalhe – metal-
base na borda com 
acabamento suave 
de corte por chama, 
satisfazendo os requisitos 
da AASHTO/AWS D1.M/
D1.5
A 250 × 108 165 Ver figura ao lado
∆f
∆f
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Tabela	A.1	(conclusão)
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
8.8 Parede da nervura 
no entalhe – parede da 
nervura na solda entre 
a nervura e o pé, sendo 
a solda de filete, de 
penetração parcial ou de 
penetração total
C 44 × 108 69 Ver figura ao lado
∆f
∆f
8.9 Entre a nervura 
e a chapa de laje no 
enrijecedor
C 44 × 108 69 Ver figura ao lado
∆f
Seção	9	–	Miscelâneas
Descrição Categoria
Constante 
Cf
Limiar
σTH
MPa
Localização	
potencial	do	
início	da	fratura
Detalhes	construtivos
9.1 Metal-base em 
conectores de cisalhamento 
tipo pino com cabeça, 
aplicados por processo 
automático de solda ou por 
soldas de filete
44 × 108 69
No pé da solda 
no metal-base
9.2 Parafusos de alta 
resistência sem protensão 
inicial, parafusos comuns 
e barras roscadas. Usar a 
amplitude de tensão como 
atuando na área tracionada 
devido à ação conjunta da 
carga móvel e do efeito de 
alavanca (quando aplicável)
Para vida finita à fadiga
Para vida infinita à fadiga
 
 
 
 
 
 
 
 
E’
D
 
 
 
 
 
 
 
 
3,9 × 108 
N/A 
 
 
 
 
 
 
 
 
N/A
48
Na raiz da rosca, 
estendendo-se 
ao longo da área 
tracionada
9.3 Conectores de 
cisalhamento tipo pino 
com cabeça, aplicados por 
processo automático de 
solda ou por soldas de filete
3,9 × 108 69
Ruptura do 
conector por 
cisalhamento
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Anexo B 
(normativo) 
 
Durabilidade	de	componentes	de	aço	frente	à	corrosão
B.1 Uso	de	aços	estruturais	resistentes	à	corrosão	atmosférica	–	Aços	patináveis
B.1.1 Generalidades
Aços estruturais resistentes à corrosão atmosférica, também conhecidos como aços patináveis, são 
aços que, sob condições adequadas de exposição, apresentam uma taxa de corrosão atmosférica 
menor do que a observada para os aços estruturais comuns, a ponto de poderem ser utilizados sem 
qualquer tipo de revestimento protetor e, ainda assim, atingir a vida útil de projeto (VUP) especificada.
Esta resistência à corrosão é devida à formação de uma película complexa de óxidos protetores, 
conhecida como pátina, que atua como barreira e inibe a continuidade do processo de corrosão. 
A pátina é desenvolvida somente se houver umedecimento e secagem alternados do aço e não é 
desenvolvida em condições de contínuo umedecimento, onde houver exposição excessiva a cloretos, 
ou, ainda, onde o nível de poluição atmosférica seja muito alto.
Embora a taxa de corrosão dos aços patináveis seja menor do que aquela observada para os aços 
estruturais comuns, ela não pode ser ignorada. A taxa de corrosão é função do ambiente atmosférico, 
em particular, do nível de poluentes, e também do microclima local - resultante do detalhamento do 
projeto da estrutura.
B.1.2 Restrições	de	uso
Os aços patináveis não podem ser utilizados sem tratamento de proteção, nas seguintes situações:
 ● Ambientes continuamente umedecidos. A pátina não é formada nessa condição, e o aço patinável, 
corroerá de mesmo modo que um aço-carbono estrutural comum;
 ● Em ambientes marinhos que contenham altas concentrações de íons cloreto ou deposição de 
névoa salina. São ambientes atmosféricos cuja salinidade é classificada acima da categoria S2 
da ISO 9223. São atmosferas em que a deposição de cloretos é superior a 300 mg.m-2.dia-1. 
O procedimento de ensaio é descrito na ISO 9225:2012, Anexo A. Como regra geral, não se pode 
utilizar aços patináveis não protegidos em ambientes localizados a distâncias inferiores a 3 km da 
zona de arrebentação costeira;
 ● Atmosferas que contenham concentrações extremas de agentes corrosivos ou gases industriais. 
Nos casos onde houver dúvidas a respeito da classificação do nível de agressividade do ambiente, 
deve-se recorrer, de mesmo modo, às ISO 9223 e ISO 9225. São consideradas atmosferas 
agressivas aquelas descritas acima da classe P3 da ISO 9223, em que a concentração de SO2 
é superior a 250 μg.m-3 (ou 200 mg.m-2.dia-1).
 ● Quando o aço é enterrado no solo;
 ● Onde a altura livre da estrutura de aço sobre a água for menor do que 2,5 m.
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Se as restrições acima forem aplicadas somente a partes da estrutura, os aços patináveis podem ser 
utilizados, desde que seja aplicada proteção nas partes específicas da estrutura.
B.1.3 Sobre-espessura
Para atenderao consumo de aço necessário à formação da pátina ao longo da VUP da estrutura, 
uma sobre-espessura metálica deve ser considerada para cada face exposta da estrutura, conforme 
Tabela B.1.
Tabela	B.1	–	Sobre-espessura	de	acordo	com	ambientes	atmosféricos
Classificação	do	
ambiente	atmosférico
(ISO	9223)
Classificação	dos	
ambientes,	para	fins	
deste Anexo
Sobre-espessura	
recomendada para cada 
face exposta
C1, C2
Pouco agressivos
0,3 mm
C3 0,5 mm
C4, C5 Muito agressivos 1,0 mm
B.1.4 Detalhamento
As seguintes recomendações são apropriadas para o detalhamento de pontes confeccionadas em 
aços patináveis:
 ● eliminar pontos de acúmulo de água e detritos e providencie boa ventilação;
 ● garantir bom acesso à inspeção, monitoramento e limpeza;
 ● empregar pintura em regiões localizadas, sujeitas a alguma condição severa;
 ● onde houver uma junta de dilatação, garantir bom acesso ao local e que um sistema de drenagem 
eficiente seja projetado, de modo que as águas drenadas não caiam sobre os componentes de aço;
 ● evitar frestas, como: juntas sobrepostas ou soldas descontínuas, por onde a água possa adentrar 
por ação capilar e a ferrugem ser desenvolvida;
 ● garantir que a água, inclusive a condensada, não forme goteiras localizadas. Isto causa pites na 
seção metálica;
 ● providenciar calhas para recolher o gotejamento ou defletir a água;
 ● tubos de descarga, não metálicos, que saem do tabuleiro, devem possuir comprimento suficiente 
para garantir que a água descartada não espirre em estruturas de aço adjacentes.
B.1.5 Acabamento	superficial
Para a obtenção de uma aparência uniforme da pátina futura, recomenda-se a remoção da carepa de 
laminação e dos contaminantes por intermédio de jateamento abrasivo, no padrão mínimo Sa 2, de 
acordo com a ISO 8501-1.
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B.1.6 Construção
A concretagem da laje (e eventual uso de argamassas expansivas - graute) deve ser feita com cuidado, 
pois pode afetar irreversivelmente a formação da camada de óxidos protetores. Nestes casos, pode-se 
recorrer a um novo jateamento abrasivo comercial da parte afetada da estrutura após o término dos 
trabalhos de concretagem. 
Durante a construção, os apoios devem ser protegidos do manchamento causado pela formação 
inicial da pátina, protegendo-os com películas poliméricas, até a inspeção final de construção.
B.1.7 Inspeção e monitoramento
 ● Desenhos como construído devem mostrar locais vulneráveis e trazer medidas iniciais das espes-
suras de aço em locais específicos, bem demarcados;
 ● A inspeção visual de áreas críticas deve ser feita em intervalos inferiores a dois anos; medidas 
de espessura devem ser feitas em intervalos de seis em seis anos. Se, após 18 anos, o valor 
projetado para a perda de seção para a VUP exceder a sobre-espessura original incorporada no 
projeto, então um sistema de proteção deve ser introduzido no tempo apropriado;
 ● Os inspetores responsáveis pela averiguação das condições das superfícies ao longo da exposição 
devem ser capazes de distinguir entre um revestimento aderente de ferrugem, bem formado, que 
se apresenta como um revestimento aderente, de um revestimento granular, contendo escamas 
que são liberadas facilmente – o que é sinal de perigo. A superfície pode estar empoeirada nos 
primeiros estágios do desenvolvimento da pátina e isto é aceitável.
B.1.8 Rotina de manutenção
As superfícies contaminadas com sujeiras ou detritos variados devem ser periodicamente limpas, 
onde possível, através da lavagem com água potável, utilizando equipamentos comuns, de baixa 
pressão, tomando o cuidado de não destruir a pátina formada.
Qualquer vegetação que possa se fixar em qualquer ponto da estrutura deve ser retirada, pois ela 
manterá o aço úmido, impedindo a formação da pátina. 
O sistema de drenagem deve ser limpo regularmente. Qualquer vazamento deve ser rastreado até 
sua fonte, e o sistema de drenagem ou junta de dilatação responsável pelo vazamento deve ser repa-
rado ou substituído. 
Se houver indícios de acúmulo de bolsões de ferrugem em frestas de juntas parafusadas, as bordas 
da junta devem ser seladas com selante apropriado.
Medidas corretivas incluem o jateamento abrasivo para remover a pátina e a pintura das partes afeta-
das ou de toda a estrutura da ponte, com um sistema adequado.
B.2 Proteção com pintura
B.2.1 Generalidades
As especificações de pintura aplicáveis às estruturas de aço estão descritas na ISO 12944-5. 
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É importante ressaltar que o desempenho de um sistema de pintura depende da qualidade da limpeza 
prévia do substrato, da qualidade de aplicação das tintas e da qualidade das tintas. Cada estágio deve 
ser atendido de acordo com os requisitos existentes na especificação e de acordo com as informações 
fornecidas pelo fabricante das tintas.
B.2.2 Preparo	de	superfície
A superfície do aço deve ser preparada adequadamente antes da aplicação de qualquer revestimento. 
O desempenho do revestimento é significativamente influenciado por variáveis, que incluem: aderên-
cia, limpeza, perfil de rugosidade, preparo da superfície nos locais das soldas e arestas.
B.2.3 O sistema de pintura
Os sistemas de proteção por pintura consistem, usualmente na aplicação sequencial de tintas aplica-
das diretamente sobre substrato previamente preparado, ou, em sistemas dúplex, sobre revestimen-
tos metálicos também preparados.
Convencionalmente, os sistemas de pintura consistem em uma tinta de fundo, tinta intermediária 
e acabamento. As especificações de pintura modernas para pontes compreendem as três camadas, 
e cada camada possui uma função específica.
As tintas de fundo e intermediária costumam ser aplicadas ainda no fabricante de estruturas. Áreas 
não tratadas, como as regiões das ligações e de soldas de campo devem ser levadas às mesmas 
condições daquelas partes protegidas no fabricante, antes da aplicação do acabamento.
Demãos adicionais de tinta podem ser aplicadas localmente, na região das soldas, parafusos e arestas 
externas. Sua função é constituir uma espessura satisfatória nas arestas, onde, por tensão superficial, 
a espessura da camada é, naturalmente, menor. A especificação deve indicar o número de demãos 
necessárias e onde elas devem ser aplicadas.
As várias camadas sobrepostas de um sistema de pintura devem, naturalmente, apresentar com-
patibilidade entre si. Todas as tintas que compreendem o sistema devem ser do mesmo fabricante. 
As tintas devem, adicionalmente, ser utilizadas de acordo com as recomendações do fabricante.
A espessura do revestimento, tanto a espessura total quanto a espessura de cada camada individual, 
é fator importante no desempenho do revestimento. As especificações apresentam, em geral, uma 
espessura de película seca mínima, embora elas usualmente também limitem a espessura em um 
máximo. A aplicação de excesso de tinta pode resultar na formação de altas tensões internas na 
película, causando a falha prematura do sistema.
O método de aplicação e as condições sob as quais as tintas são aplicadas têm efeito significativo 
sobre a qualidade e durabilidade do revestimento. Os métodos padronizados utilizados para aplicar 
tintas às pontes de aço incluem pincel, rolo, pistola convencional, pistola HVLP, pistola de pulverização 
de alta pressão epistola de alta pressão assistida.
É essencial que todos os estágios, desde o preparo da superfície até a aplicação da última camada de 
tinta, incluindo os retoques, sejam inspecionados por um inspetor de pintura qualificado. O processo 
de pintura é muito importante para que se atinja o desempenho esperado ao longo do tempo, para 
garantir que a estrutura foi tratada de acordo com a especificação original e que os procedimentos 
recomendados pelo fabricante de tintas sejam atendidos.
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B.3 Galvanização	por	imersão	a	quente	de	componentes	estruturais
B.3.1 Generalidades
O processo de galvanização por imersão a quente envolve a formação de uma camada impermeável 
de zinco, unida firmemente ao substrato metálico através da formação de compostos intermetálicos. 
Isto é atingido pela imersão do aço no banho de zinco líquido.
B.3.2 Espessura da camada
As espessuras de camadas são descritas na ABNT NBR 6323. O valor mínimo, típico, para vigas de 
pontes é de 85 μm.
Espessuras maiores podem ser produzidas por um dos seguintes processos:
 ● Aumento da rugosidade do substrato: este é o método mais comum para atingir espessuras 
maiores, O jateamento abrasivo comercial, antes da imersão do aço, utilizando granalha angular 
(grit), torna a superfície de contato com o zinco maior e mais rugosa. De modo geral, isto aumenta a 
massa de zinco por unidade de área do revestimento em até 50%. Revestimentos com espessuras 
maiores do que aqueles especificados pela ABNT NBR 6323 devem ser especificados somente 
após consulta ao galvanizador;
 ● Utilização de aços reativos: uma camada de revestimento de zinco mais espessa será obtida 
se o componente a ser galvanizado for confeccionado em aço reativo. Os constituintes do aço 
que têm grande influência sobre a reação ferro/zinco são o silício e o fósforo. O silício altera a 
composição das camadas zinco-ferro, de modo que elas continuam a crescer com o tempo e a 
taxa de crescimento não diminui conforme a camada se torna mais espessa. De mesmo modo 
que no caso citado acima, a especificação destes aços deve ser feita somente após consulta ao 
galvanizador. 
B.3.3 Soldando	aços	galvanizados
Soldas podem ser feitas em aços previamente galvanizados por imersão a quente. As propriedades 
mecânicas dos aços são, como regra, idênticos aos de aços estruturais não protegidos. Recomenda-
se remover o zinco depositado nas faces onde ocorrerá a fusão.
B.3.4 Pintando	aços	galvanizados
Em muitas aplicações, a galvanização por imersão a quente é utilizada sem qualquer tipo de proteção 
adicional. Entretanto, com o intuito de propiciar uma durabilidade extra, ou onde exista uma exigência 
de ordem arquitetônica, a pintura pode ser aplicada sobre o zinco. A combinação de proteção oferecida 
pelo zinco com proteção oferecida pela pintura é chamada de revestimento dúplex. Quando se aplica 
tinta ao revestimento galvanizado, certos cuidados devem ser tomados no preparo de superfície 
do zinco, para garantir boa aderência da tinta. São várias as medidas que podem ser adotadas, 
como o jateamento abrasivo leve e cuidadoso (brush off), decapagem leve (com ácidos fracos e 
diluídos) ou intemperismo natural. Além disso, a tinta de fundo usualmente utilizada nestes casos é o 
epóxi-isocianato, que possui excelente compatibilidade com substratos não ferrosos. Para o preparo 
da superfície, consultar a ABNT NBR 10253 e, para execução do sistema de pintura em estruturas de 
pontes, consultar a ABNT NBR 11297.
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B.3.5 Renovação	da	camada	danificada	de	revestimento
Pequenas áreas de revestimento podem sofrer danos durante a construção e através de operações 
de corte ou soldagem realizadas em campo. A proteção adequada frente à corrosão deve ser atingida 
em qualquer área danificada desde que uma massa de zinco equivalente àquela danificada seja 
depositada. Deve-se recorrer à ABNT NBR 6323 para mais detalhes.
B.3.6 Detalhamento	de	componentes	para	a	galvanização
O bom detalhamento para a galvanização prevê:
 ● Meios para acesso e drenagem dos líquidos utilizados no processo de galvanização (incluindo o 
zinco);
 ● Meios para a ventilação de compartimentos internos.
Este último ponto não pode ser motivo de impedimento no detalhamento. O perigo de não se pro-
videnciar ventilação adequada para itens como tubos selados é que estes podem explodir durante 
a imersão no banho de zinco aquecido.
B.3.7 Distorções
A liberação de tensões inerentes do aço, introduzidas pela soldagem, trabalho a frio, aplainamento, 
furação por puncionamento etc., durante o processo de galvanização, pode levar à distorção do com-
ponente fabricado.
Deve-se trabalhar ainda na fase de projeto como modo de minimizar a ocorrência das tensões residuais:
 ● evitar chapas finas contendo enrijecedores;
 ● disponha os cordões de solda simetricamente. A dimensão do cordão deve ser mantida em um 
mínimo;
 ● evitar grandes mudanças de seções transversais que possam aumentar a distorção e a liberação 
de tensões térmicas durante a galvanização.
B.4 Parafusos,	porcas	e	arruelas
As superfícies expostas de parafusos, porcas e arruelas necessitam de proteção, do mesmo modo que 
os componentes de aço em geral compatíveis com o sistema de proteção adotado. A especificação 
de revestimentos para curtos períodos de tempo antes da pintura final pode ser adotada, porém os 
revestimentos eletrodepositados não são recomendados.
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Anexo C 
(normativo) 
 
Limites	de	deslocamentos
Os valores dos deslocamentos-limites para o caso de pontes são: 
 — L/800, sendo L o vão entre eixos de apoios da ponte ou viaduto. No caso de existir passagem de 
pedestres na ponte, este valor é reduzido para o limite de L/1.000;
 — no caso de balanços, o valor é de L/300 e com passagem de pedestres de L/375; 
 — para a verificação dos estados-limites de deslocamento vertical, devem ser utilizadas as 
combinações de serviço especificadas em 6.4.5, considerando a carga móvel rodoviária padrão 
sem os fatores de majoração.
Os valores de contraflecha, quando existentes, podem ser considerados na verificação dos 
estados-limites de serviço, sendo o valor de contraflecha aplicado à estrutura, limitado ao valor dos 
deslocamentos verticais decorrentes das ações permanentes sem os fatores de majoração.
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Bibliografia
[1] AASHTO LRFD-8, Bridge design specifications, 8th Edition, 2017.
[2] EN 1992-2 Eurocode 2, Design of concrete structures ‒ Part 2: Concrete bridges
[3] EN 1993-2 Eurocode 3, Design of steel structures ‒ Part 2: Steel bridges
[4]EN 1994-2 Eurocode 4, Design of composite steel and concrete structures ‒ Part 2: General rules 
and rules for bridges.
[5] Gnecco, C., Mariano, R. e Fernandes, F., Tratamento de Superfície e Pintura . Série Manual de 
Construção em Aço, Centro Brasileiro de Construção em Aço (CBCA), Rio de Janeiro, 2003
[6] Pannoni, F. D., Princípios da Proteção de Estruturas Metálicas em Situação de Corrosão e 
Incêndio , 6ª edição, Gerdau Aços Brasil, São Paulo, 2015.
[7] Pannoni, F. D., Projeto e Durabilidade . Série Manual da Construção em Aço , Centro Brasileiro 
da Construção em Aço (CBCA), Rio de Janeiro, 2009.Pannoni, F. D., Projeto e Durabilidade . 
Série Manual da Construção em Aço , Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA), Rio de 
Janeiro, 2009.
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