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<p>SP001 – Contextualização da saúde pública</p><p>Caso prático</p><p>Nome e Sobrenome(s): FABIO HENRIQUE SANTANA TREVISAN</p><p>Usuário: BRSPMSP5389862</p><p>Data: 20/10/2023</p><p>Caso Teórico</p><p>De acordo com o artigo "Desigualdade na saúde de grupos vulneráveis do México: idosos, indígenas e migrantes" retirado de: https://www.scielosp.org/pdf/rpsp/2014.v35n4/284-290/es. Responda as seguintes perguntas:</p><p>Você concorda com a sinopse do artigo diante da vulnerabilidade existente em saúde devido à falta de proteção dos grupos populacionais? Explique por qual razão e fundamente sua resposta.</p><p>Sim, concordo com o texto. Lendo o artigo percebi que apesar do México ter conseguido um avanço significativo na qualidade de vida de seus cidadãos, ainda há uma batalha árdua a ser conquistada em comparação aos países desenvolvidos. De acordo com o site (OECD better life) a expectativa de vida no México é de 75 anos, média bem menor que a média satisfatória pela OECD que é de 81 anos uma grande diferença de 6 anos e isso mostra como o padrão de vida, o estilo de vida, educação tem impacto na expectativa de vida.</p><p>De acordo com o governo mexicano (2020) a vulnerabilidade é uma condição que as pessoas não pode modificar por si mesmas. Os chamados “grupos” constituem principalmente de indígenas, migrantes, mulheres, crianças, idosos e jovens. Isso explica porque devemos enfatizar o papel dos fatores sociais para compreendermos a saúde desses grupos.</p><p>Segundo a cientista política Laura Flamand (El Colegio de México), o México gasta pouco mais de 6% do PIB com saúde, percentual muito abaixo em comparação com países desenvolvidos que utilizam cerca de 44% dos gastos com saúde. Um cenário favorecedor para a vulnerabilidade social retirando direitos básicos ao acesso a saúde com condições mínimas de dignidade.</p><p>Contudo essa vulnerabilidade pode ser reduzida a partir de uma visão mais direcionada e como um todo, a doenças e comorbidades que afetam essa minoria que não tem um grande poder aquisitivo e acabam não tendo tanto acesso a saúde de uma forma mais abrangente.</p><p>O que o governo ou os profissionais da saúde deve fazer para intervir diante da vulnerabilidade nos serviços de saúde para que sejam efetivos no controle das doenças da população? Indique ao menos 5 medidas específicas consideradas obrigatórias.</p><p>O acesso a saúde já é bastante limitado e muito seletivo de modo geral. Segundo NEXTO em seus estudo mais recente, nos EUA por exemplo, existem custos excedentes estimados na casa dos US$ 90 bilhoes só por conta da disparidade na saúde. É um exemplo a ser observado quando negros e hispânicos têm menos acesso à saúde, no país, e estão suejtiso a problemas cujas gravidades evoluem em decorrência dessa falta de atenção do setor às camadas menos favorecidas, economicamente, da sociedade.</p><p>De modo geral, em qualquer país ou localidades deve-se seguir o mesmo padrão de disparidade, assim os profissionais de saúde conseguem com mais precisão reduzir essas desigualdades e solucionar o problema de pouco a pouco.</p><p>Das medidas específicas que considero obrigatórias em qualquer localidade ou país primeiro deve-se melhorar o acesso aos serviços de saúde com a melhoria nas infraestruturas das unidades médicas e instalando essas unidades em locais de difícil acesso para as populações mais carentes. Elaborar politicas publicas de inclusão para que reduza as decisões de forma errônea, inadequadas e arriscadas para a sua saúde. Contratar um numero maior de médicos para as zonas de difícil acesso e garantir que esses médicos seja bem estabelecidos e remunerado e com isso trazendo benefícios para os atendimentos de forma mais rápida e sem burocracias. Promover programas de saúde focadas em prevenção e cuidados de doenças crônicas para que essas pessoas tenham acesso as informações de forma que facilite sua compreensão sobre os cuidados com sua saúde.</p><p>Referências bibliográficas</p><p>Juárez-Ramírez C, Márquez-Serrano M, Salgado de Snyder N, Pelcastre-Villafuerte BE, Ruelas-González MG, Reyes-Morales H. La desigualdad en salud de grupos vulnerables de México: adultos mayores, indígenas y migrantes. Rev Panam Salud Publica. 2014;35(4):284–90.</p><p>Secretaría de Gobernación de México. [Internet]. 2017. Programa de apoyos para la protección de las personas en estado de necesidad. [Citado em 22 de maio de 2020]. Retirado de: https://www.dof.gob.mx/nota_detalle.php?codigo=5509801&fecha=30/12/2017</p><p>2</p>

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