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<p>Planejamento em Serviço Social</p><p>1. Compreender o processo de</p><p>Planejamento</p><p>2. Analisar o Planejamento de Planos,</p><p>Programas e Projetos</p><p>2. Discutir sobre os níveis básicos de</p><p>formulação da ação social</p><p>Apresentação</p><p>Professora Especialista Luana Euzébia da Silva</p><p>Graduada em Serviço Social pela UNISA/SP, com</p><p>especialização em Trabalho Social com Famílias.</p><p>Assistente Social na área da Saúde Pública</p><p>O Planejamento inerente a condição humana</p><p>O planejamento está inscrito nas diversas culturas ao redor do mundo desde a</p><p>antiguidade. Foi necessário desde os primeiros grupos humanos, passando pela</p><p>construção das pirâmides no Egito, pelos grandes castelos da Idade Média, até as</p><p>Navegações que possibilitaram o conhecimento do “Novo mundo”. Planejar faz</p><p>parte da história do homem.</p><p>Em nosso cotidiano o planejamento também está inserido, e muitas vezes não</p><p>percebemos que estamos planejando. Por exemplo, planejamos festas (casamento,</p><p>aniversário, etc), planejamos a compra de um bem (imóvel, carro, etc), planejamos</p><p>a chegada de um filho e a ida para a faculdade.</p><p>“Em essência, o planejamento é uma definição dos planos da organização, ou seja,</p><p>é em geral, um plano para as ações do futuro, que leva em conta fatores como:</p><p>finalidade da ação; objetivos; meios, suportes e recursos necessários para colocar o</p><p>planejamento em prática; tempo estimado para que ele se efetive; e tomada de</p><p>decisões acerca das questões relativas ao planejamento.” (BORDIN, 2018)</p><p>• Apesar de estar presente há séculos na história da humanidade, o</p><p>planejamento já teve diversas concepções.</p><p>• Na sociedade pré-capitalista ainda não havia uma lógica mercadológica sobre</p><p>prover as necessidades básicas. O trabalhador camponês dependia mais da</p><p>terra do que de seu próprio trabalho. Utilizava-se a prática da pré-vidência que</p><p>significava ver de antemão. O homem pautava-se pelos ciclos da natureza, e</p><p>movido pela religião, determinante dos processos na época, aceitava que “o</p><p>futuro a Deus pertence”.</p><p>• Na sociedade Capitalista o futuro não mais pertencia a Deus, o futuro estava</p><p>nas mãos do homem, e seria o resultado de suas ações. A partir daí o mercado</p><p>regula as relações e a forma de viver em sociedade.</p><p>• Com o avanço do Capitalismo o planejamento passou a ser entendido como:</p><p>(...) projeção, cálculo de futuro, e a programação objetiva facilitar a utilização</p><p>de recursos e a escolha dos melhores meios a empregar para atingir o objetivo</p><p>desejado de máxima eficiência, máximo lucro (GIOVANELLA, 1989, p. 28).</p><p>4</p><p>O conhecimento da realidade como</p><p>fundamento do Planejamento</p><p>• O Planejamento assume função bastante importante na lógica do capital. E</p><p>é após a Segunda Guerra Mundial que vai ganhar novos contornos,</p><p>principalmente no interior da Administração.</p><p>• A Administração é pensada prioritariamente para o ambiente empresarial.</p><p>Neste contexto as organizações são unidades construídas com objetivos</p><p>específicos e que estão suscetíveis a mudanças. Dada a necessidade de</p><p>compreender o desenvolvimento das organizações e a consequente</p><p>necessidade de administra-las de forma adequada é que surgiu a Teoria</p><p>Geral da Administração.</p><p>• O planejamento estará então atrelado a administração com objetivo de</p><p>aumentar a lucratividade das organizações fazendo com que estas atinjam</p><p>sucesso, gerando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento</p><p>econômico e social.</p><p>• Mas como se dará nas organizações que não são voltadas para a</p><p>lucratividade?</p><p>5</p><p>O conhecimento da realidade como</p><p>fundamento do Planejamento</p><p>• O Planejamento tem uma dimensão política, pois trata-se de um processo</p><p>continuo de tomada de decisão.</p><p>• O processo do planejamento envolve:</p><p>6</p><p>Dimensões e Níveis do Planejamento</p><p>REFLEXÃO</p><p>DECISÃOAÇÃO</p><p>• Existem dois lados do planejamento.</p><p>De um lado há o planejamento político, em sua forma estratégica, que é o</p><p>momento em que se buscam informações na ciência, na filosofia e no estudo</p><p>situacional para se estabelecer um foco. É a REFLEXÃO!</p><p>A reflexão será determinante para a tomada de decisão, é ela quem</p><p>determinará a intencionalidade da ação, seu direcionamento.</p><p>De outro lado, há uma vertente mais operacional, em sua forma técnica,</p><p>momento em que se definem os meios pelos quais determinada ação será</p><p>aplicada. É a DECISÃO.</p><p>Os dois lados dependem um do outro.</p><p>Ao planejar ações é preciso ter criticidade e grande foco na interpretação da</p><p>realidade, estabelecendo uma relação dialética entre o que se deseja (a</p><p>realidade pretendida) e o que ocorre (realidade existente), evitando reproduzir</p><p>práticas e valores com base no senso comum ou em uma ideologia.</p><p>Planejamento enquanto processo Político</p><p>Níveis do Planejamento</p><p>• Existem três níveis hierárquicos distintos:</p><p>1. O Planejamento estratégico – que abrange a</p><p>organização como um todo. (duas modalidades)</p><p>2. O Planejamento tático – de nível intermediário e</p><p>mais focado em departamentos.</p><p>3. O Planejamento Operacional – que se refere a cada</p><p>tarefa ou atividade especificamente.</p><p>8</p><p>Planejamento estratégico</p><p>• Não significa que deve ser elaborado exclusivamente pela diretoria, o processo</p><p>de planejar precisa ocorrer de forma mais participativa, como um processo de</p><p>colaboração e integração.</p><p>• Principais características:</p><p> Ser pensado a longo prazo, de forma que seus efeitos e consequências</p><p>perdurem por vários anos;</p><p> Estar focado em atingir objetivos máster, de forma que envolva a organização e</p><p>todas as suas áreas;</p><p> Considerar que os outros níveis de planejamento (tático e operacional) estarão</p><p>subordinados a ele;</p><p> Ter como objetivo a eficácia da organização.</p><p>É neste momento que serão definidos os valores, a missão e a visão de mundo da</p><p>organização. Os objetivos serão estabelecidos após identificadas as forças e</p><p>fraquezas, ameaças e oportunidades. A questão da mudança de paradigmas deve</p><p>vir a tona no exercício do planejamento estratégico.</p><p>9</p><p>• O Planejamento surge no contexto organizacional com objetivo de aumentar o</p><p>lucro e a produção e posteriormente é aplicado a Administração Pública. O</p><p>Planejamento tradicional já não correspondia as necessidades das organizações</p><p>uma vez que seus enfoques e metodologias, bem como as técnicas utilizadas, não</p><p>tinham nenhum foco reflexivo nem abriam espaço para as alternativas novas. Surge</p><p>neste contexto o Planejamento Estratégico Situacional (PES) como uma nova</p><p>ferramenta de gestão (Carlos Matus, 1970).</p><p>• O PES é uma metodologia criada, inicialmente, para lidar enfrentando os desafios</p><p>da administração pública. Com o passar dos anos, ganhou força no meio</p><p>corporativo e hoje é utilizado em várias organizações por permitir maior</p><p>flexibilidade no planejamento e reflexão quanto ao contexto.</p><p>• A outra modalidade é o Planejamento Participativo, mais recente, fundamentado</p><p>na ideia de que a nossa realidade é injusta e de que essa injustiça se deve à falta de</p><p>participação em todos os níveis e aspectos da atividade humana.</p><p>• Desafios: Manipulação; não haver compreensão das pessoas do que é</p><p>efetivamente a participação; as autoridades simularem a participação das pessoas.</p><p>10</p><p>Modalidades do Planejamento</p><p>estratégico</p><p>Planejamento Tático</p><p>• De nível intermediário, cada unidade organizacional deve elaborar</p><p>seu próprio planejamento, mas sempre alinhado ao planejamento</p><p>estratégico.</p><p>• Os principais requisitos do Planejamento tático são:</p><p> Ser pensado a médio e longo prazo, preferencialmente 12 meses;</p><p> Estar focado em atingir objetivos de cada unidade/departamento da</p><p>organização, abrangendo recursos específicos.</p><p>11</p><p>Planejamento operacional</p><p>• Serve para desenvolver planos e procedimentos detalhados nas diversas</p><p>áreas e procedimentos detalhados nas diversas áreas da organização. É o</p><p>momento em que se definem os meios para que todos executem suas</p><p>tarefas com foco nos objetivos pretendidos. Seus principais requisitos são:</p><p> Ser pensado a curto prazo, de forma imediata, na resolução de questões</p><p>do cotidiano;</p><p> Estar focado em cada tarefa/atividade de forma isolada e no alcance de</p><p>objetivos/metas específicos;</p><p> Estar voltado para a eficiência na realização de</p>
<p>tarefas: fazer bem feito.</p><p>• Eficaz (adj.) - É algo adequado para atingir um propósito, de modo a</p><p>alcançar o resultado pretendido ou esperado.</p><p>• Eficiente (adj.) - Quando a tarefa é executada da melhor maneira possível,</p><p>com o menor desperdício de tempo, esforço e recursos.</p><p>12</p><p>13</p><p>Fonte: BORDIN, Erica Bomfim. Planejamento em Serviço Social. Curitiba:</p><p>InterSaberes, 2018</p><p>Notem que:</p><p>A Política pública está no nível Estratégico, portanto, aquilo que está inserido</p><p>nos níveis tático e operacional tem, dentro de seus objetivos micro, de médio</p><p>e curto prazo, o alcance dos objetivos determinados na Política Pública</p><p>(macro);</p><p>Essa Política foi construída inicialmente com um diagnóstico (análise</p><p>situacional), depois definidos os princípios e diretrizes, por fim sua</p><p>operacionalização.</p><p>Existe uma estrutura, objetivos, metas e estratégias para se alcançar cada</p><p>uma das metas propostas. A forma como será aplicada, sua operacionalização</p><p>é bastante clara.</p><p>ORÇAMENTO – está submetido diretamente ao jogo político de poder, uma</p><p>vez que as ações podem ser aprovadas ou reprovadas em caráter imperativo</p><p>pelas autoridades soberanas. Logo, elas também estão submetidas ao</p><p>contexto social histórico pelo qual o Estado passa em determinado momento.</p><p>Níveis do Planejamento</p><p>Níveis de formulação da Ação Social:</p><p>Planos, Programas e Projetos</p><p>• O Planejamento não deve ser confundido com a Política ou com o Plano,</p><p>Programa ou Projeto, uma vez que estes são apenas instrumentos pelos</p><p>quais o próprio planejamento se expressa.</p><p>• Três níveis básicos de formulação da ação social:</p><p>1. Primeiro nível chamamos de Política Pública;</p><p>2. Segundo nível nomeado Programa;</p><p>3. Terceiro nível chamado Projetos.</p><p>15</p><p>Planejamento de Políticas Públicas</p><p>• Devemos ter em mente que as políticas sociais estão diretamente relacionadas ao</p><p>sistema de proteção social, que por sua vez tem relação com o conceito de cidadania.</p><p>• Cidadania: conceito construído historicamente, decorrente da democracia, engloba</p><p>dimensões importantes do modo de vida das pessoas, como liberdade, participação,</p><p>desenvolvimento, igualdade e justiça social. Relacionado aos direitos civis, políticos e</p><p>sociais.</p><p>• Direitos civis, são chamados de 1º geração dos direitos, englobam o direito de ir e vir,</p><p>liberdade religiosa e de expressão, igualdade perante a lei.</p><p>• Direitos políticos, envolvem o direito de participar das decisões políticas do seu país,</p><p>de votar e ser votado.</p><p>• Direitos sociais: garantem a participação na riqueza coletiva. Incluem o direito à</p><p>educação, saúde, trabalho, aposentadoria, etc.</p><p>• Os direitos sociais permitem às sociedades politicamente organizadas reduzir os</p><p>excessos de desigualdades produzidos pelo capitalismo e garantir um mínimo de bem-</p><p>estar para todos. A ideia central em que se baseiam é a da justiça social. (Carvalho,</p><p>2004, pg. 10)</p><p>16</p><p>Planejamento das Políticas sociais</p><p>• Existe uma relação direta entre os direitos sociais, políticas sociais e sistema</p><p>de proteção social.</p><p>• As políticas sociais são marcadas por relações de poder e conflitos de</p><p>interesses públicos e privados.</p><p>• Assim, as políticas sociais evidenciam um caráter contraditório: podem ser</p><p>estratégias (1) para a emancipação dos sujeitos e grupos sociais ou (2) para a</p><p>manutenção do status quo, no sentido de amortecer os efeitos das</p><p>desigualdades.</p><p>• As Políticas Públicas, é importante lembrar estão no nível estratégico.</p><p>17</p><p>Planejamento de Programas</p><p>Programa Social é uma fase intermediária entre o que está em nível máster,</p><p>estratégico, e a efetiva operacionalização do projeto. O Programa Social é um</p><p>desdobramento da Política Social. Estão no nível tático. Elementos básicos:</p><p> Clara relação entre a situação real, a ser modificada, e o que se espera, no que diz respeito à</p><p>transformação, com essa modificação;</p><p> Reconhecimento por parte de cada instância ou órgão envolvido na execução do programa</p><p>de seu papel;</p><p> Consonância entre os objetivos propostos e as políticas previamente estabelecidas, inclusive</p><p>em suas diretrizes;</p><p> Consciência de todos os envolvidos sobre as dinâmicas de trabalho e as estratégias que</p><p>devem ser adotadas;</p><p> Predefinição das atividades e projetos que comporão o programa.</p><p> Clareza sobre os recursos que serão mobilizados para a execução do programa;</p><p> Consciência das pessoas envolvidas sobre o seu papel;</p><p> Ciência de todos os envolvidos sobre as medidas administrativas que serão usadas para a</p><p>implementação e a manutenção do programa.</p><p>• “O Projeto Social nasce da ideia de realizar e qualificar ações sociais e</p><p>indica um planejamento estruturado em objetivos, resultados e atividades</p><p>– considerando os recursos e o tempo. O projeto sistematiza a forma de</p><p>enfrentar um problema social específico de maneira organizada, ágil e</p><p>prática. Salientamos que os projetos não existem isolados; eles só fazem</p><p>sentido na medida em que estão vinculados a programas e políticas mais</p><p>amplas.”</p><p>• “(...) os projetos são pontes entre o desejo e a realidade. São ações</p><p>estruturadas e intencionais de um grupo ou organização social que partem</p><p>do diagnóstico de determinada problemática e da reflexão sobre ela, com</p><p>o objetivo de contribuir, em alguma medida, para um mundo possível.”</p><p>• Ferramentas de elaboração, análise e gerenciamento de Projetos Sociais;</p><p>• Mobilização de recursos.</p><p>Planejamento de Projetos</p><p>Avaliação das Políticas Sociais</p><p>• Bordin (2018) aponta para a ausência de neutralidade do avaliador;</p><p>• Reforça que a avaliação não está atrelada a questão custo-benefício;</p><p>• Observa que o foco da avaliação deve ser “a real compreensão das instâncias</p><p>sociais sobre seus papéis na construção dos direitos democráticos.</p><p>• Boschetti (2009) “ao avaliar os impactos das políticas públicas, não podemos</p><p>deixar de considerar a (im)possibilidade de justiça social e de equidade no</p><p>capitalismo.”</p><p>20</p><p>Planejamento em Serviço Social</p><p>Planejamento e processo de trabalho</p><p>• Alguns elementos são fundamentais ao processo de trabalho do</p><p>Assistente Social:</p><p>1. Matéria prima (objeto)</p><p>2. Meios (instrumentos)</p><p>3. Produto (resultado)</p><p> O objeto ou matéria prima de intervenção do assistente social são as</p><p>expressões da questão social, que se materializam no cotidiano da vida</p><p>social. Questão social apreendida como o conjunto das expressões das</p><p>desigualdades da sociedade capitalista.</p><p> Os meios de trabalho são as mediações teórico-metodológicas, técnicas e</p><p>ético-políticas que permitem a construção ou reconstrução do trabalho.</p><p>(Couto; Peruzzo, 1999)</p><p>21</p><p>REFLEXÃO</p><p>DECISÃOAÇÃO</p><p>• Quanto ao produto de trabalho e/ou resultado</p><p>dos processos de trabalho em que participam os</p><p>assistentes sociais situam-se tanto no campo da</p><p>reprodução da força de trabalho, da obtenção das</p><p>metas organizacionais, “da viabilização de direitos</p><p>e da prestação de serviços públicos de interesse</p><p>da coletividade”.</p><p>• Em suma, o produto oriundo da ação profissional</p><p>do Assistente Social será a produção e</p><p>reprodução social, que tanto pode servir a ordem</p><p>do capital quando desconectada dos princípios</p><p>éticos da profissão, quanto podem subsidiar o</p><p>processo de transformação societal , quanto mais</p><p>se aproxima das diretrizes presentes em seu</p><p>Código de ética.</p><p>22</p><p>Planejamento em Serviço Social</p><p>• É possível pensar o trabalho do assistente social profissional de muitas</p><p>maneiras, usando várias técnicas. Consideramos, no entanto, que o</p><p>planejamento é o processo mais adequado.</p><p>• Como técnica de racionalização do trabalho e de escolha de objetivos e</p><p>ações que articulem positivamente meios e fins, o planejamento pode,</p><p>por meio de determinadas estratégias e ações, prever produtos e</p><p>resultados supostamente alcançáveis. A racionalidade desse processo</p><p>envolve:</p><p> Conhecer a realidade;</p><p> Definir caminhos,</p><p> Definir alternativas de ação – decisão e críticas.</p><p>• A esse profissional cabe analisar suas demandas com interpretação</p><p>teórico-metodológica adequada, cuidando para centralizar, em sua ação</p><p>os saberes que acumulou na profissão.</p><p>23</p><p>Planejamento em Serviço Social</p><p>Referências</p><p>BATISTA, Myrian Veras.</p>
<p>Planejamento Social: intencionalidade e</p><p>instrumentação. São Paulo: Veras Editora, 2000</p><p>BEHRING, Elaine Rossetti. Política Social: fundamentos e história. 4.ed. São</p><p>Paulo: Cortez, 2008</p><p>BORDIN, Erica Bomfim. Planejamento em Serviço Social. Curitiba:</p><p>InterSaberes, 2018. (Série Formação Profissional em Serviço Social)</p><p>BOSCHETTI, Ivanete. Avaliação de políticas, programas e projetos sociais. IN.</p><p>CFESS. SERVIÇO SOCIAL: Direitos Sociais e Competências Profissionais. São</p><p>Paulo: Cortez, 2009</p><p>24</p><p>BOA NOITE!</p><p>ABRASUS À TODES.</p><p>Professora Luana Euzébia da Silva</p>

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