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<p>MÓDULO AVALIATIVO</p><p>20</p><p>Algumas diferenças marcadas podem ser percebidas na transição do Ensino Fundamental para o</p><p>Ensino Médio no que diz respeito aos processos do neurodesenvolvimento e às capacidades de</p><p>exercer controle sobre processos cognitivos e sobre a expressão do comportamento. Dentre as</p><p>principais diferenças, podemos destacar uma progressão da capacidade do adolescente em:</p><p>Adquirir capacidade de leitura e escrita em uma velocidade maior.</p><p>Direcionar esforços cognitivos para metas e objetivos de longo prazo.</p><p>Direcionar esforços cognitivos para gratificações imediatas.</p><p>Desenvolver pensamentos concretos e com pouca reflexão crítica.</p><p>Diminuir a necessidade do uso da metacognição, ou seja, da capacidade do pensar sobre o próprio</p><p>pensamento.</p><p>21</p><p>São exemplos de estratégias pedagógicas que podem ser implementadas com adolescentes do</p><p>Ensino Médio a fim de estimular o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias</p><p>para a realidade da vida adulta:</p><p>Brincadeiras e atividades lúdicas infantis.</p><p>Leitura e cópia de materiais fundamentais para o vestibular.</p><p>Resolução de cadernos de exercícios de fixação.</p><p>Técnicas de resolução de problemas, organização e planejamento.</p><p>Nenhuma das respostas anteriores.</p><p>22</p><p>Discute-se que a EJA deve oportunizar o desenvolvimento e a prática de diferentes estratégias</p><p>pedagógicas e não apenas reproduzir os modelos educacionais dos anos escolares. Isso se deve a</p><p>diferenças reconhecidas na população-alvo, tais como aspectos da história de vida dos alunos</p><p>jovens e adultos e, também, especificidades que envolvem esta fase posterior do</p><p>neurodesenvolvimento. Sobre algumas das características que devemos pensar para a EJA, pode-se</p><p>dizer que:</p><p>O educador deve considerar que a capacidade de aprender de um jovem ou adulto é superior à de</p><p>alunos na infância e adolescência, portanto, o uso de aulas expositivas e dialogadas é a estratégia</p><p>única a ser utilizada neste contexto.</p><p>O educador deve considerar que a capacidade de aprender de um jovem ou adulto é inferior à de</p><p>alunos na infância e adolescência, portanto, deve reforçar o uso de aulas expositivas e dialogadas,</p><p>bem como exercícios de fixação a fim de reforçar as aprendizagens.</p><p>O educador não precisa demandar esforços para estimular aprendizagens ativas, pois adultos já</p><p>possuem esse tipo de habilidade e tendem a se envolver facilmente nos processos de</p><p>aprendizagem.</p><p>O educador deve investir na criação de um ambiente de ensino formal, com poucas atividades</p><p>lúdicas e práticas, uma vez que adultos já passaram por estas fases do desenvolvimento e querem</p><p>ter aulas expositivas e conteudistas.</p><p>O educador deve considerar o uso de práticas e metodologias ativas e que incentivam o papel</p><p>participativo do aluno em sua formação, articulando os conteúdos e conhecimentos a serem</p><p>aprendidos com as experiências e práticas individuais dos alunos.</p>

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