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REVISÃO DE CONTEÚDO 
PRINCIPAIS ASPECTOS DA 
ANAMNESE 
Relação médico-paciente 
01 Identificação 
Nome, sexo e gênero, etnia e raça, estado civil, 
profissão, naturalidade e procedência, religião, 
residência. Avaliar a confiabilidade das informações 
I 
02 
Queixa principal e História da doença 
atual 
QP: O que motivou o paciente procurar ajuda 
médica? Citação da queixa mencionada pelo 
paciente. HDA: parte mais importante, abrange 
sinais e sintomas, descrição cronológica, tratamentos 
,etc. 
 
I 
03 
i I 
04 História médica pregressa 
Antecedentes pessoais: doenças prévias, cirurgias, 
acidentes, traumas, transfusões sanguíneas, alergias, 
vacinas, menarca, menopausa, etc 
 
I 
de entrevistas 
Revisão de sistemas 
Check list com sinais e sintomas para enriquecer mais a HDA. 
Questionar por segmentos ou sistemas. 
05 I História médica familiar 
 
 
Doenças prevalentes, hereditárias e genéticas. 
 
06 Perfil Psicossocial 
Hábitos de vida, perfil econômico, local de moradia, 
Banhos de rio, saneamento básico, tabagismo, 
dependência química ou de álcool. 
 
I 
ROTEIRO DA ANAMNESE 
Diferentes construções de entrevistas 
 Modelo tradicional e SOAP 
Eixo 1-PROTOCOLOS 
BIOSSEGURANÇA-HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS 
 
 
BIOSSEGURANÇA -É o conjunto de ações voltadas para 
prevenção, minimização ou eliminação de riscos 
inerentes às atividades de pesquisa, produção, ensino, 
desenvolvimento tecnológico e prestação de serviços, 
visando à saúde do homem, dos animais e a 
preservação do meio ambiente 
Técnica de higienização simples e antisséptica das mãos 
– “Os 11 passos” 
 
• 1º momento: abrir torneira, molhar as mãos com água corrente 
• 2º momento: coletar o sabão líquido ou antisséptico 
• 3º momento: friccionar as palmas da mãos entre si 
• 4º momento: esfregar a palma da mão no dorso da outra mão 
• 5º momento: entrelaçar os dedos para lavagem nos espaços interdigitais 
• 6º momento: esfregar o dorso dos dedos de uma mão com a palma da mão oposta segurando 
os dedos em movimento de vai e vem e vice-versa 
• 7º momento: esfregar os polegares com a palma da outra mão 
• 8º momento: friccionar polpas digitais e unhas em movimentos circulares na palma da mão 
inversa 
• 9º momento: esfregar os punhos em movimento rotatório completo 
• 10º momento: enxaguar em água corrente * cuidado 
• 11º momento: secagem das mãos com toalha descartável iniciando pela ponta dos dedos, 
palma, dorso e punho. 
 
Técnica da ANVISA 
 
ECTOSCOPIA Avaliação do estado geral 
 
 Bom 
 
 Regular 
 
 Mau/ grave 
 
Debilitado 
 
É uma avaliação subjetiva baseada no conjunto de dados exibidos 
pelo paciente e interpretados pelo médico. 
Fácies 
 
 É a expressão fisionômica 
 
Menor valor propedêutico na atualidade 
 
 Diagnósticos mais precoces e terapêutica mais eficiente 
 
 “Impressão inicial” 
Fácies 
Leonina 
Cushigóide 
Hipocrática 
Como verificar a FC com estetoscópio? 
1- Higienizar as mãos 
2- Explicar o procedimento ao usuário 
3- Colocar o paciente em posição confortável preferencialmente 
sentado 
4- Realizar a desinfecção das olivas do estetoscópio e Introduzir 
as olivas nos ouvidos com as extremidades curvas para frente 
 5-Identificar o pulso que será utilizado, imediatamente à 
esquerda da linha hemiclavicular no quarto espaço intercostal 
esquerdo. 
6- Coloque o estetoscópio no quinto espaço intercostal, na linha 
clavicular média, ou seja, acima do ápice cardíaco, (no adulto 
abaixo da linha mamária, na criança na linha mamilar) 
8-Colocar o diafragma do estetoscópio sobre o local 
9- Aproximar o cronômetro ou relógio do local 
10- Realizar a contagem dos batimentos cardíacos por 1 min 
11- Observar o ritmo e a qualidade do som 
12- Comunicar ao usuário ou acompanhante sobre o resultado 
13 Realizar a higienização das mãos 
 
Verificação de pulsos 
RADIAL: 
. 
O examinador utiliza as polpas dos dedos indicador e médio, variando a 
força de compressão. 
O polegar fixa-se de forma delicada no dorso do punho do paciente. 
Utiliza-se uma mão para palpar o pulso contralateral, ex: mão direita: 
pulso esquerdo. 
ULNAR: 
O paciente fica sentado ou em décubito dorsal. 
O médico fica ao lado ou na frente do paciente. 
A mão homolateral segura a mão do paciente, fazendo leve flexão, e os 
dedos indicador, médio e anular da mão contralateral. 
Procura sentir as pulsações da artéria cubital, situada entre os músculos 
flexor superficial dos dedos e o flexor ulnar do carpo, utilizando o polegar 
como ponto de apoio no dorso do punho. 
Verificação de pulsos 
BRAQUIAL: 
Paciente fica sentado ou em decúbito dorsal; 
O médico fica ao lado do paciente e faz leve flexão sobre o braço com a 
mão homolateral segurando a mão do paciente. 
Assim, os dedos indicador, médio e anular da mão contralateral sentem as 
pulsações no sulco bicipital, abarcando o braço do paciente e fazendo uso 
do polegar para fixar a mão na face lateral do braço. 
POPLÍTEO: 
1-O médico fica ao lado e abarca o joelho com as mãos,fixando os polegares 
na patela e aprofundando os dedos 
indicador, médio e anular das duas mãos no oco poplíteo. 
2- O médico fica ao lado direito e, com a mão direita, faz leve flexão da 
perna do paciente para diminuir a tensão no oco poplíteo. Firma os dedos 
indicador, médio e anular no oco poplíteo e aprofunda até sentir as 
pulsações arteriais. 
Verificação dos pulsos 
 
Subclávia 
O paciente fica sentado, fazendo leve flexão da cabeça para o lado a ser examinado. 
O médico pode estar ao lado, atrás ou à frente do paciente, procurando a subclávia com os 
dedos indicador, médio e anular, na fossa supraclavicular, profundamente e posteriormente 
à clavícula. 
Nem sempre o pulso é encontrado, principalmente em indivíduos obesos e brevilíneos 
Carotídeo: 
 
O médico fica diante do paciente, que pode estar em pé ou deitado; 
Cada pulso é palpado pelo dedo da mão contralateral. ex: o pulso direito é palpado 
com a polpa do polegar esquerdo, que afasta a borda do músculo 
esternocleidomastóideo e procura as pulsações; 
 
Os demais dedos ficam fixos sobre as últimas vértebras cervicais. 
NÃO SE DEVE PALPAR AS DUAS ARTÉRIAS AO MESMO TEMPO, a fim de evitar a 
isquemia cerebral, caso o paciente apresente a oclusão de uma das árterias carotídeas 
Verificação dos pulsos 
 
Pedioso: 
O paciente fica em decúbito dorsal, fazendo leve flexão do joelho. 
A palpação ocorre entre o primeiro e o segundo metatarsianos. 
O médico fica ao lado do membro examinado e palpa a artéria utilizando os dedos 
indicador, médio e anular de uma das mãos, enquanto usa a outra para fixar o pé em 
dorsiflexão. 
Tibial Posterior: 
 
O paciente fica em decúbito dorsal, fazendo leve flexão do joelho. 
O médico fica ao lado a ser examinado; 
Deve-se firmar o pé do paciente em dorsiflexão, com uma das mãos. 
Com os dedos indicador, médio e anular da mão contralateral, procura-se sentir as 
pulsações arteriais. 
ETAPAS PARA REALIZAÇÃO DA PA 
Focos Cardíacos 
Ausculta Cardíaca 
PRIMEIRA BULHA (B1) 
• Mitral: 5º EICE, LHC, decúbito lateral esquerdo 
• Tricúspide: 4º EICE LPE, apnéia pós inspiratória 
 
 
“ É formada por uma série de vibrações de intensidade variada que se iniciam 
com o período de contração isovolumétrica e se estendem até o início da 
ejeção ventricular.” 
 
“ Coincidente com o pulso carotídeo, seu timbre é mais grave e sua duração é 
maior do que a segunda bulha. É de maior intensidade no foco mitral - 
TUM” 
Ausculta Cardíaca 
SEGUNDA BULHA (B2) 
• Aórtico: 2º EICD LP. 
• Pulmonar: 2º EICE LP. 
 
“ É produzida por vibrações nas estruturas cardiovasculares. É composta pelos 
componente aórtico e pulmonar. Seu timbre é agudo e soa de maneira seca – TA .” 
Pode ocorrer desdobramento fisiológico - TLA 
● . 
PREPARAÇÃO PARA O EXAME FÍSICO DA PELE 
Serão sistematicamente investigados os seguintes elementos: 
(Neste momento não vamos focar nas patologias)• Coloração 
• Continuidade ou integridade 
• Umidade 
• Textura 
• Espessura 
• Temperatura 
• Elasticidade e mobilidade 
• Turgor 
• Sensibilidade 
• Lesões elementares. 
REVISAR TODAS ESTAS 
CARACTERÍSTICAS! 
EXAME FÍSICO DA PELE 
SENSIBILIDADE 
 
Sensibilidade dolorosa: Agulha romba 
 
 
 
Sensibilidade tátil: com algodão 
 
 
 
 
Sensibilidade térmica: com tubos de ensaio 
 
 
 
SSISTEMA LINFÁTICO 
SISTEMA HEMOLINFOPOIÉTICO 
 
Outras Características Semiológicas 
• Coalescência: é a junção de dois ou mais linfonodos, formando massa de limites imprecisos. A coalescência é 
determinada por processo inflamatório ou neoplásico da cápsula dos linfonodos acometidos, que os une 
firmemente, indicando certa duração na evolução da doença. 
• Consistência: o linfonodo pode estar endurecido (processos neoplásicos) ou amolecido (Inflamação) , com 
flutuação ou não (Inflamatório ou infeccioso). 
• Mobilidade: com palpação deslizante ou, se possível, fixando-o entre o polegar e o indicador, procura-se 
deslocar o linfonodo, o qual pode ser móvel ou estar aderido aos planos profundos. Esses caracteres indicam 
comprometimento capsular com as estruturas adjacentes 
• Sensibilidade: o linfonodo pode estar doloroso (as adenopatias infecciosas bacterianas agudas são dolorosas 
São pouco dolorosos nos processos infecciosos crônicos ) ou indolor( São pouco dolorosos nos processos 
infecciosos crônicos e, em geral, indolores nas infecções virais e nos processos parasitários. Os linfonodos 
metastáticos, além de consistência pétrea, são indolores. Os linfonodos leucêmicos ou linfomatosos são 
indolores ou levemente doloridos.) 
• Alteração da pele: observar a presença de sinais flogísticos (edema, calor, rubor e dor), e de fistulização, 
descrevendo-se o tipo de secreção que flui pela fístula. 
 
SEMIOTÉCNICA 
 
SEMIOTÉCNICA 
 
● Fique atento a sinais de febre, hipotermia ou hipertermia. 
● Avalie outros sintomas associados, como calafrios, sudorese excessiva ou 
mal-estar geral. 
 
Técnica axilar com termômetro digital: Higienizar as mãos, higienizar o 
termômetro, reduzir a umidade do oco axiliar, ligar termômetro, verificar se está 
funcionando bem, colocar em oco axilar, aguardar 3 min ou até o acionamento 
do termômetro. 
 
 
Classificação da febre quanto a intensidade: 
 
• Febre leve ou febrícula: até 37,5°C 
• Febre moderada: 37,6 a 38,5°C 
• Febre alta ou elevada: acima de 38,6°C 
Avaliação da temperatura corporal 
MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS 
 
Altura corporal: estatura e comprimento 
Peso e Índice de Massa Corpórea (IMC) 
Circunferências corporais: pescoço, cintura, 
abdômen, quadril e cabeça 
Avaliação antropométrica na gestação- peso, 
altura, IMC e altura uterina 
– ESTÁTICA 
TIPOS PATOLÓGICOS DE TÓRAX 
 
Chato: diâmetro ântero-posterior é bem menor que 
o diâmetro transverso. A parede anterior perde a 
convexidade, o ângulo de Luis fica mais avantajado. 
Defeito congênito ou doença caquetizante. 
 
Enfisematoso ,barril, globoso ou em tonel : 
diâmetro ântero-posterior é aproximadamente igual 
ao diâmetro transverso. 
Ex: enfisema pulmonar 
 
Cifoescoliótico: defeito congênito ou adquirido 
por tuberculose, raquitismo, 
traumatismo,poliomielite, etc. 
 
Em sino: aumento exagerado da parte inferior. 
Comum nas ascites ou hepatoesplenomegalias 
 
Palpação do tórax 
Frêmito TORACO-VOCAL 
Manobra de expansibilidade 
Percussão do tórax 
• Normal: Som claro pulmonar 
 
• Hiperinsuflação: Hipersonoridade e 
Timpanismo 
 
• Exudatos: Submacicez 
• Consolidações/atelectasias: Macicez 
 
• Aréas: 
- Cardíaca e hepática – macicez 
- Esplênica – submacicez 
- Espaço de Traube - timpanismo 
Ausculta Respiratória 
Normas: 
 Ambiente silencioso e posição confortável. 
 
 Paciente sentando com o tórax descoberto. 
 
 Instruir o paciente em linguagem clara. 
 
 Usar estetoscópio com o lado Membrana. 
 
 Examinar com a respiração normal e posteriormente sob 
 ventilação profunda. 
 
 Artefatos como pelos – falsos ruídos. 
 
 Avaliar de forma simétrica e comparativa. 
Ausculta Respiratória – focos de ausculta 
Face posterior do tórax 
Face anterior do tórax 
A ausculta constitui o método semiótico por excelência da exploração 
clínica do tórax, tanto para o exame dos pulmões como do coração. 
Ausculta Respiratória 
REGIÕES DO ABDOME 
Essenciais para o estudo da 
propedêutica abdominal: 
• O reconhecimento dos pontos de 
referência anatômicos. 
• Divisão do abdome em regiões 
clínicas. 
• Projeção dos órgãos desta 
cavidade na parede abdominal e 
torácica são. 
INSPEÇÃO DO ABDOME 
 
• Forma e volume do abdome 
• Presença de estrias/Cicatrizes 
• Abaulamentos ou retrações localizadas 
• Eventual existência de soluções de 
continuidade da parede (diástase dos 
músculos retos anteriores do abdome e 
hérnias). 
• Circulação venosa colateral superficial 
• Lesões elementares da pele 
• Coloração da pele 
• Manchas hemorrágicas 
• Distribuição dos pelos 
 
AUSCULTA DO ABDOME 
AVALIAR MOTILIDADE 
• É importante que se realize a ausculta do abdome antes de 
se realizar a percussão e a palpação, pois estas podem 
estimular o peristaltismo e encobrir uma hipoatividade dos 
ruídos hidroaéreos! 
 
• Apresenta como objetivo a avaliação de motilidade intestinal 
e sopros arteriais 
PERCUSSÃO DO ABDOME 
 
• Na percussão do abdome, a posição fundamental do paciente é o 
decúbito dorsal. 
• A percussão do abdome tem por objetivo a determinação do limite 
superior do fígado e da área de macicez hepática, a pesquisa de ascite 
e a avaliação da sonoridade do abdome. 
 
 
PERCUSSÃO DO ABDOME 
Tipos de sons 
• Timpânico : 
Indica a presença de ar dentro de uma víscera oca. Em condições normais, é percebido em 
quase todo o abdome, porém é mais nítIdo no espaço de Traube. 
• Hipertimpânico: 
Aumento da quantidade de ar, tal como acontece na gastrectasia, no meteorismo, na 
obstrução 
intestinal, no vólvulo, no pneumoperitônio. 
• Submaciço: 
Menor quantidade de ar ou superposição de uma víscera maciça sobre uma alça intestinal 
origina o som. 
• Maciço: 
Ausência de ar como se observa nas áreas de projeção do fígado, baço e útero gravídico. 
Ascite, tumores e cistos contendo líquido . 
PALPAÇÃO DO ABDOME 
ETAPAS A SEREM CUMPRIDAS 
Palpação 
superficial 
Palpação 
profunda 
Palpação do 
Fígado 
Palpação do 
baço e 
outros 
órgãos 
Manobras 
especiais 
PALPAÇÃO PROFUNDA DO ABDOME 
Atenção para os SINAIS! 
SINAL DE MURPHY: Ao se comprimir este local, pede-se ao paciente que inspire profundamente. Neste 
momento, o diafragma fará o fígado descer, o que faz com que a vesícula biliar alcance a extremidade do 
dedo que está comprimindo a área. Nos casos de colecistite aguda, tal manobra desperta uma dor 
inesperada que obriga o paciente a interromper subitamente a inspiração; 
SINAL DE ROVSING: Quando se suspeita de apendicite aguda este ponto deve ser comprimido, fazendo-se 
uma pressão progressiva, lenta e contínua, procurando-se averiguar se isso provoca sensação dolorosa. 
SINAL DE BLUMBERG: Dor que ocorre à descompressão brusca da parede abdominal. Pode ser aplicada em 
qualquer região da parede abdominal,e seu significado é sempre o mesmo, ou seja, peritonite. Nos casos 
de peritonite generalizada, o sinal de Blumberg é observado em qualquer área do abdome em que for 
pesquisado. 
Exame do baço/Palpação 
 
O paciente deve estar a princípio em decúbito dorsal, relaxando tanto 
quanto possível a parede abdominal. 
Emprega-se um artifício para aproximar o baço da parede anterior do 
abdome, de modo a facilitar sua palpação. Consiste em colocar a mão 
esquerda na região dorsal à esquerda, forçando-a para cima. A mão 
direita pressiona o quadrante superior esquerdo. 
Cuidado para não confundir 
a última costela, que é 
flutuante, com o baço!! 
Não se conseguindo 
palpar o baço 
empregando-seas 
manobras na posição de 
Schuster 
BONS ESTUDOS! 
OBRIGADA! 
Profa. Ma. Kátia Macário 
Katia.macario@unima.edu.br 
(82) 99603-8248 
 
Profa Dra. Daniela Lessa 
Barreto 
daniela.barreto@unima.edu.br 
(82) 991116771 
mailto:Katia.macario@unima.edu.br
mailto:daniela.barreto@unima.edu.br

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