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AULA 1 INOVAÇÃO E BOAS PRÁTICAS NA GESTÃO PÚBLICA Prof. Nivaldo Vieira Lourenço 2 TEMA 1 – GESTÃO PÚBLICA, ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E INOVAÇÃO NA GESTÃO PÚBLICA A Administração Pública está inserida em um ambiente excessivamente complexo, em que as mudanças acontecem de maneira imprevisível e com um ritmo acelerado. Em virtude disso, a amplitude das diversidades de fatores internos e externos influenciam o desempenho organizacional. Neste contexto, a Administração Pública deve estar sempre inovando e apresentando as boas práticas no gerenciamento da coisa pública. Sendo assim, a disciplina Inovação e boas práticas na Gestão Pública tem como objetivo definir, analisar e discutir ações importantes para que os governos, por não estarem isentos dessas pressões por mudanças, tenham como ponto principal o alcance de maior eficiência, eficácia e efetividade nas políticas públicas. A Administração Pública sofre pressões do ambiente por inovação e modernização e, nesta aula 1, estudaremos a gestão pública contemporânea pelos seguintes temas: Gestão pública, administração pública e inovações na gestão pública; Estado, Governo e Nação; O que são políticas públicas; O que são serviços públicos, e as possíveis “falhas” de governo, tema mais conhecido como corrupção. 1.1 Gestão Pública e Administração Pública Para entendermos a importância da inovação na elaboração de políticas públicas e as boas práticas na gestão pública, é necessário conhecermos a definição de gestão. Sabemos que o mundo contemporâneo está passando por transformações sociais e econômicas, fazendo com que haja uma participação mais efetiva dos cidadãos no acompanhamento da elaboração das políticas públicas, de maneira que os gestores públicos carecem de mais agilidade e qualidade no atendimento ao cidadão no que diz respeito aos problemas sociais. Então, concluímos que o conceito de gestão está relacionado ao ato de gerir e, portanto, à condução dos meios em direção a um resultado. Assim, analisaremos tal definição em três dimensões, conforme os estudos de Paludo (2012, p. 343). 3 1. Quando se referir ao todo administrativo: praticamente sinônimo de administração, compreende estrutura e recursos. 2. Quando se referir às áreas de gestão: trata-se de uma especialização da administração, por exemplo, a Gestão de Finanças, a Gestão de Pessoas e a Gestão dos Processos. 3. Quando se referir à função de gerir: ultrapassa as funções de planejar, organizar, dirigir, coordenar e controlar, pois utiliza conhecimentos, técnicas e ferramentas inovadoras na busca de melhores resultados. Com esses elementos básicos, Castro e Castro, (2014 p. 109) definem gestão pública como sendo “o campo de conhecimento e de trabalho relacionados às organizações cuja missão seja de interesse público ou que afete diretamente a estes, abrangendo áreas como recursos humanos, finanças públicas e as políticas públicas”. Já a definição de Administração Pública pode ser considerada o conjunto de entes (órgãos e entidades) constituídos pelo Poder Público (Estado) para consecução do bem comum. Assim, os gestores públicos devem ter como foco principal contribuir para que as atividades de gestão pública sejam planejadas por meio do Planejamento Estratégico Governamental (PEG). Dagnino (2009, p. 45, 46) nos explica o termo Gestão Pública: A literatura anglófona de Administração (que mantém uma perspectiva que, apesar de alegadamente genérica, aquela da “Administração Geral”, se refere às empresas) costuma utilizar o termo management para referir- se ao mundo privado. O termo administration tem um significado mais amplo, buscando um status “universal” capaz de abarcar todos os âmbitos de atividade humana, inclusive o mundo público; ou aquilo que em seguida se designa como “Administração Geral”. O primeiro termo – administration – tem sido traduzido para o português como gestão e o segundo – management – como administração. A mesma literatura usando o prefixo public enfatiza o que tem sido traduzido como administração pública para referir ao ambiente público, de governo. Concluímos que no Brasil o termo “gestão pública” é aplicada para fazer referência às atividades voltada ao público, ou melhor, efetuadas em ambientes públicos que têm como objetos a formulação, elaboração e implantação de políticas públicas. Os gestores públicos, para inovar e fazer com que surjam boas práticas na gestão pública, devem conhecer algumas das principais funções da gestão, as quais, conforme os estudos de Bugarim et al. (2011), são: 4 1. Definir objetivos futuros e estabelecer metas a serem alcançadas; 2. Analisar e solucionar problemas (problemas sociais); 3. Respeitar e garantir a aplicabilidade das leis; 4. Alocar recursos (conhecer o orçamento público); 5. Ser um líder (comunicar, dirigir e motivas as pessoas); 6. Saber negociar; 7. Relacionar-se corretamente com fornecedores, entidades públicas, empresas privadas e terceiro setor; 8. Tomar decisões; 9. Avaliar e controlar as ações, orientando-se por resultados. 1.2 Inovações na gestão pública Muitos são os desafios a serem superados no processo de inovação da gestão pública, mas também devemos compreender que alguns deles foram ou estão sendo superados, permitindo assim que o foco da gestão pública se fundamente em questões mais sofisticadas e complexas. Jacobi e Pinho (2006, p.95) afirmam que “as inovações constituem mudanças mais radicais e revolucionárias, que trazem e impõem novos paradigmas e arquétipos de ação, abrangendo diferentes áreas ou perspectivas: estratégias, estruturais, tecnológicas, culturais, humanas, políticas de controle”. Podemos concluir, portanto, que o setor público considera a evolução pela qual a sociedade está passando, principalmente em relação às tecnologias da informação, uma das razões pela qual a inovação constante é pré-requisito para a sustentabilidade dos serviços públicos. Por esses motivos é que devemos conhecer e diferenciar algumas definições que estamos estudando. Para inovar na gestão pública, é necessário existir uma Nova Administração Pública – NAP, que os estudiosos definem como gerencialismo e que adota os padrões gerenciais advindos do setor privado. A Nova Administração Pública parte do pressuposto da necessidade de buscar a melhoria na eficiência, eficácia e efetividade nos serviços públicos. Jacobi e Pinho (2006 p.87) apresentam quatro focos básicos, tendo como referência as seguintes ideias: 1. Impulso para a eficiência: busca pela transformação do setor público por meio da introdução de padrões de eficiência desenvolvidos pelo setor privado; 5 2. Descentralização: flexibilizar os serviços por meio da criação de Organizações Sociais – contratos sociais; 3. Busca da excelência: adoção de métodos e técnicas de gerenciamento do setor privado; 4. Orientação para o serviço público: integração de métodos e técnicas de gerenciamentos públicos e privados para aumentar a qualidade nos serviços. TEMA 2 – ESTADO, GOVERNO E NAÇÃO 2.1 Definições de Estado, Governo e Nação Para compreendermos as inovações na gestão pública, é importante conhecermos algumas definições, entre elas, as definições de Estado, Governo e Nação. Neste contexto, Estado é entendido como o conjunto de instituições que administram e controlam uma nação, ou seja, é um instrumento por meio do qual os homens podem exercitar a cooperação. O Estado pode ser percebido como um contrato social que tem como sua representação máxima a Constituição. Nação, por sua vez, é um grupo étnico politicamente consciente, ou seja, grupo de pessoas com determinadas tendências comuns de ordem moral, cultural e psicológica. Conforme Bresser Pereira (2007, p.8), “o Estado é uma organização burocrática ou que se diferencia essencialmente das demais organizações porque é a única que dispõesde poder extroverso – de um poder político que ultrapassa os seus próprios limites organizacionais”. Entendemos como poder extroverso o poder que o Estado tem de conceber unilateralmente obrigações a terceiros, ou seja, é o poder de fiscalizar, regulamentar e fomentar as obrigações das pessoas físicas e jurídicas. O Governo são os cidadãos eleitos e com mandatos, mais os funcionários públicos, e seus elementos constitutivos, conforme Queiroz (2009, p. 27), são: 1. Um grupo de governantes detentores de mandatos políticos; 2. Uma burocracia hierarquicamente organizada; 3. Uma força policial e militar; 4. Um ordenamento jurídico impositivo. 6 Após conhecermos as definições de Estado, Governo e Nação, é importante considerar alguns fatos históricos para compreender as inovações e boas práticas na gestão pública contemporânea, pois o Estado foi obrigado a alterar seu modelo ou suas funções para se adequar às novas exigências que passaram a ser requeridas pelas mudanças nos ambientes econômico, social e, principalmente, tecnológico. Vejamos: As transformações produtivas, políticas e sociais se intensificaram em todo o mundo a partir da década de 1970. Houve considerável avanço da globalização e do aumento da democratização das sociedades. O Estado vem passando por significativas reformas nas últimas décadas, entre os motivos podemos citar: 1. Delegação da prestação de serviços públicos a iniciativa privada; 2. Privatização de empresas estatais; 3. Descentralização político-administrativa. 2.2 Crises e reformas do Estado A história registra, em seus embasamentos teóricos, que até a crise econômica mundial dos anos de 1930 prevaleceu nos grandes países um modelo de Estado caracterizado por apresentar um aparelhamento institucional pequeno, com pouca intervenção na economia. Esse modelo era denominado liberal. Para a realização dos ajustes no papel do Estado, visando enfrentar a crise econômica após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), foi preciso superar o modelo liberal. Passa-se, então, a aceitar a necessidade de uma intervenção maior nas economias, tendo como consequência a crise do Estado Liberal, dando lugar ao Estado social-burocrático. Surgiu, assim, o Estado do bem-estar nos países desenvolvidos e o Estado desenvolvimentista e protecionista nos países em desenvolvimento. O estado do bem-estar social nos países capitalistas desenvolvidos é o modelo de estado que se configurou após a Segunda Guerra Mundial, sendo suas características centralizadoras, reguladoras e é o provedor de bens e serviços sociais. Já nos Estados de modelos socialista, no Leste Europeu, e no modelo desenvolvimentista, sustentado em regimes militares na América Latina, embora com regimes políticos diferentes, caracterizavam-se pelas fortes participações e intervenção dos seus governos nas respectivas economias. (Queiroz, 2009, p. 29) Vejamos dois ciclos de reformas do Estado no período contemporâneo: 7 1º: Reformas do Estado de Primeira Geração: ocorreram no período entre os anos de 1970 e 1980, destacavam-se pela diminuição do Estado e demissão dos funcionários porque esse modelo apresentava como característica principal a visão das empresas privadas. Concluímos, então, que as reformas do Estado de Primeira Geração seguiam as características do antigo modelo Liberal de Estado. 2º: Reformas do Estado de Segunda Geração: doutrinavam a reorganização do Estado para exercer novas funções e novas estratégicas: Estado deve assegurar os interesses coletivos; Objetiva reconstruir a capacidade técnico-administrativa do Estado; Inclui princípios da gestão pública orientada para resultados. No Brasil, as reformas envolvem: Criação do Estado Democrático de Direito em 1988; Reformas na Administração Pública; Reformas no planejamento, no orçamento e na gestão das políticas públicas. TEMA 3 – POLÍTICAS PÚBLICAS Políticas públicas podem ser definidas como tudo o que é feito no âmbito do governo. A expressão política pública é empregada de várias formas e contextos diversos. Conforme explica Queiroz (2009, p. 85), pode ser: 1. Área de atividade governamental (política social); 2. Objetivo ou situação desejada (estabilizar a moeda); 3. Propósito específico (política de tolerância zero); 4. Decisão de governo ou situação emergencial (calamidade pública); 5. Programa (PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil). As políticas públicas podem abranger tanto aspectos imateriais, como no caso de uma nova lei ou decreto, quanto um bem ou um serviço oferecido diretamente à população, no caso, um programa ou uma ação de governo. Podemos também definir política pública como o processo de escolha dos meios para a realização dos objetivos da sociedade geridos pelo governo. 8 Toda política pública apresenta algumas características, as quais estão voltadas para o contexto de suas finalidades e, assim, se relacionam às funções que o Estado exerce na sociedade. Vejamos alguns tipos ou categorias: Políticas reguladoras: Queiroz (2009, p. 87) afirma que seu objetivo é regular a atividade econômica mediante Leis e disposições administrativas, por exemplo, o controle de preços e a regulação dos mercados. As políticas reguladoras são muito importantes tendo em vista as concessões dos serviços públicos para a iniciativa privada. Políticas estabilizadoras: Queiroz (2009, p. 87), ainda, explica que as políticas estabilizadoras têm como objetivos principais a otimização do nível de emprego, o aumento da renda per capita e a busca pela estabilidade de preços. Um exemplo muito conhecido são as políticas monetárias por meio do controle da oferta de papel-moeda, e também podemos citar as taxas de juros. Políticas alocativas: compreendem as políticas relacionadas aos serviços públicos que visam estabelecer o rol e a quantidade de serviços a serem disponibilizados à população. Políticas compensatórias: destinadas aos segmentos mais pobres da população, ou seja, aos excluídos do processo de crescimento econômico e social. Um exemplo muito conhecido são as políticas de renda mínima, como o auxílio-desemprego. Políticas distributivas: seu objetivo principal é a distribuição da renda. As políticas de transferência de renda podem ocorrer, por exemplo, pela aplicação, por um lado, de impostos maiores sobre as camadas de maior renda. Os programas governamentais devem ser destinados a solucionar ou a mitigar os problemas sociais e, para isso, em seus estudos, Queiroz (2009, p. 106) apresenta o ciclo para a elaboração de políticas públicas, sendo: a formulação > a execução > a avaliação > a reprogramação. TEMA 4 – SERVIÇOS PÚBLICOS Na Constituição Federal de 1988, podem ser encontradas diversas normas que tratam de serviços públicos, que consistem em todos aqueles serviços que a administração pública presta à comunidade. Oliveira, (2003, p. 22) apresenta a 9 seguinte definição para serviços públicos: “toda atividade cuja realização é assegurada, regulada e controlada pelos governantes, porque a realização dessa atividade é indispensável à realização e ao desenvolvimento da interdependência social e não pode se realizar a nãos ser com a intervenção da força governamental”. Portanto, podemos entender que os serviços públicos são a intenção dos governantes de prestar os serviços à população, formulando políticas públicas para o bem comum. Vejamos a classificação dos serviços Públicos, conforme Brudeki e Bernardi (2013, p. 77-78): Serviço de utilidade pública: oferecido de forma direta ou por delegação de terceiros, condições previamente regulamentadas e sob o seu controle. Serviços próprios: clara responsabilidade do Poder Público, entre eles os serviços de segurança, polícia, higiene e saúde pública. Serviços impróprios: não têm como objeto as necessidades básicas da comunidade,mas as atividades que a administração presta de forma remunerada, por seus órgãos ou entidades descentralizadas (autarquias, empresas públicas ou sociedades de economia mista), ou ainda serviços cuja prestação é delegada a concessionários, permissionários ou autorizados. Serviços administrativos: satisfazem às necessidades internas de um órgão, exemplo: imprensa oficial. Serviços industriais: produzem renda para quem os presta por meio de remuneração (tarifa ou preço público). Exemplo: concessionária distribuidora de energia elétrica. Serviços uti universi (universais): prestados pelo Poder Público sem a possibilidade de prévia identificação individual dos seus usuários, são os financiados pelos impostos. Serviços uti singuli (individuais):prestados a um número determinado de usuários ou que possibilitem a sua individualização (água, energia elétrica). Assim, finalizaremos afirmando que os serviços públicos são de extrema importância para a sociedade, pois o serviço público, conforme definição de Brudeki e Bernardi (2013, p. 69), é considerado “toda atividade fornecida pelo Estado ou por quem esteja a agir no exercício da função administrativa, sempre que houver a permissão constitucional e legal para a prestação dos serviços. TEMA 5 – “FALHAS” DE GOVERNO No contexto histórico e no mundo contemporâneo, a população está mais voltada ao processo de responsabilidade com as questões vinculadas à gestão pública. Sendo assim, há uma cobrança dos gestores públicos para que não ocorram desvios de conduta, desvios estes denominados “falhas” de governo, que se introduzem na esfera da teoria da escolha pública, ou seja, os gestores públicos, ao tomarem decisões, podem fazê-las de maneira a atender interesses 10 pessoais. A seguir, Queiroz (2013, p. 36 a 44) nos apresenta alguns tipos de “falhas” de governo, vejamos: Decisões temporais: trata-se dos conflitos entre os interesses de curto prazo dos políticos e os interesses de médio ou longo prazo da sociedade. Falta de integração entre os programas das esferas de governo: um programa deve receber das três esferas de governo a mesma atenção. Conflito entre a sustentabilidade econômica-ambiental futura e o presente imediato: diz respeito às decisões de interesse imediato que produzem benefícios instantâneos e/ou aparentes à sociedade. Superposição de ações governamentais: a não adequada integração entre programações governamentais e seus órgãos, exemplo um programa em mais de um ministério sem ter uma integração. Falta de foco das programações: dificuldade com que os decisores políticos tem em priorizar as demandas ou problemas que surgem. Conflito de representatividade nas decisões de alocação de recursos setoriais: acontece, pois os responsáveis por ministérios e secretarias representam. Uso inapropriado de critério político em certas escolhas: preenchimento de cargos e funções por critérios inadequados. Atendimento a interesses ilegítimos: trata-se de influências indevidas em decisões de Estado territórios políticos. Desvio das funções essenciais do Estado: escolha de políticas públicas não essenciais e implementadas em detrimento de políticas mais essenciais. Conflito entre racionalidade e compromisso nas decisões: as decisões dos gestores políticos levam a atender fundamentalmente aos critérios de compromissos assumidos, não correspondendo a critérios de racionalidade. Ainda nesse contexto, é necessário conhecermos as definições de Captura do Estado e “rent-seeking”, e Queiroz (2013, p. 44) afirma que “rent-seeking é o comportamento predatório por parte dos indivíduos ou de grupos que têm como objetivo extrair parte do excedente social em benefício próprio”, ou seja, é a utilização dos bens e serviços oferecidos pelo Estado de maneira a prejudicar a sociedade como um todo que necessita dos serviços públicos. 11 REFERÊNCIAS BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 5 out. 1988. BRUDEKI, N. M.; BERNARDI, J. Gestão de serviços públicos. Curitiba: InterSaberes, 2013. BUGARIM, M. C. C. et al. Gestão pública responsável. Curitiba: Juruá, 2011. CASTRO, A. C.; CASTRO C. O. Gestão pública contemporânea. Curitiba: InterSaberes, 2014. DAGNINO, R. P. Planejamento estratégico governamental. Florianópolis: UFSC, 2009. 166p. JACOBI, P.; PINHO, J.A.G. de (Org.). Inovação no campo da gestão pública local: novos desafios, novos patamares. Rio de Janeiro: FGV, 2006. MATIAS-PEREIRA, J. Curso de administração pública: foco nas instituições e ações governamentais. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2009. OLIVEIRA, R. H. P. Entidades prestadoras de serviços públicos e responsabilidade extracontratual. São Paulo: Atlas, 2003. PALLUDO, A. V. Administração pública: teoria e questões. 2. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. PEREIRA, L. C. B. Estado, aparelho de Estado e sociedade civil. Texto para discussão. Brasília, ENAP, 1995. 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