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Relatório Estagio Oficial 2 Estágio Curricular Obrigatório II - Anos Iniciais (Universidade Norte do Paraná) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade ( lOMoARcPSD|23969245 ) ( Baixado por Lucia Sales (luciasalesoo89@gmail.com) ) UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA PEDAGOGIA – LICENCIATURA THIFANY FONSECA LIMA RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II: ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Xique-Xique 2024 THIFANY FONSECA LIMA RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO II: ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Relatório apresentado à universidade Pitágoras Unopar Anhanguera, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de estágio curricular obrigatório II do curso de Pedagogia – Licenciatura. Xique-Xique 2024 SUMÁRIO 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS.......................................................... 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP)............ 3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE.......................... RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA 10 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC 12 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE 13 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE 15 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS 16 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA 18 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR 20 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA 22 RELATO DA OBSERVAÇÃO 24 PLANOS DE AULA 25 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE aula AO PROFESSOR 36 RELATO DA REGÊNCIA 38 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO 39 CONSIDERAÇÕES FINAIS 40 REFERENCIAS 41 INTRODUÇÃO O presente trabalho, visa descrever todas as atividades realizadas durante o 5° semestre do meu curso de licenciatura em pedagogia. Nele, consta um conjunto de práticas e estudos produzidos através de muito esforço e dedicação, apresentados de maneira clara e objetiva. Esse estágio ocorreu no período de 11 de março a 26 de abril de 2024, na Associação de Pais e Mestres da Escola Júlio Esteves Gomes, localizada no povoado de Retiro da picada, zona rural do município de xique-xique. Além disso, o estágio obrigatório contribuiu significativamente para o meu crescimento pessoal e profissional por isso, nele consta de maneira crítica o meu ponto de vista sobre alguns temas relevantes para educação brasileira, além de contarem os planejamentos das aulas ministradas durante o estágio de regência. 1 RELATO DAS LEITURAS OBRIGATÓRIAS Mediante a leitura do artigo “A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem”, foi possível analisar com mais clareza, sobre a importância de entender a temática dentro do ambiente educacional. Entende-se como interdisciplinaridade a relação entre saberes fundamentais, porém divergentes, que inventam a interação sensível e racional. O tratamento desta questão pode ser abordado a partir de duas perspectivas principais: epistemológica (que é o estudo do conhecimento e suas formas, também conhecida como teoria do conhecimento) e pedagógica (que diz respeito, ao processo de educação, de ensino e de desenvolvimento dos estudantes), cada uma abrangendo conceitos distintos, mas, muitas vezes inter-relacionados. Pelo enfoque pedagógico, antigamente as disciplinas escolares dividiam o currículo em várias matérias e, essas disciplinas eram vistas como independentes das outras, desse modo a interdisciplinaridade vem atuar para confrontar esses saberes, fazendo com que todas as disciplinas interajam entre si, rompendo essa visão antiga que se tinha sobre o currículo. Deste modo, René Descartes, em sua renomada obra “Discurso do Método” ao apresentar a noção de que o mundo é composto de componentes interligados, porém distintos, que interagem entre si, faz com que essa perspectiva também seja aplicada ao âmbito educacional, onde o conhecimento é dividido em diferentes disciplinas ou espaços de conhecimento, porém suas fronteiras são tênues. A interdisciplinaridade serve então, como meio de reunir essas áreas fragmentadas do conhecimento, enfatizando suas características compartilhadas, valorizando, em última análise, a totalidade dos saberes. Para isso, é crucial também, que os professores reconheçam e adotem a intrigada rede de conexões que existe entre a sua área disciplinar e várias outras disciplinas. Observa-se ainda, que ao trabalhar os conteúdos de maneira interdisciplinar, faz com que os alunos experienciem um novo modelo de aprendizagem, que os colocam mais próximos de sua realidade, além de trabalhar conceitos que dialogam com seu contexto social e cultural. E, embora esta “nova” maneira de transmitir conhecimentos ainda esteja sendo implementada nas redes de ensino, é notório que ela causa medo, estresses e resistência por parte do corpo docente, seja por falta de conhecimento envolvendo a temática ou por terem que sair da sua “zona de conforto”. De qualquer forma, com o tempo as instituições de ensino vão se acostumando e atribuindo metodologias diversas que contribuirão para o trabalho com a interdisciplinaridade em sala de aula e independentemente disso, é importante que os educadores adotem uma postural profissional e abracem essa nova perspectiva educacional, pois possuir um conhecimento aprofundado de sua área específica de atuação é considerado insuficiente para se navegar com eficácia pelas complexidades do processo de ensino. Assim sendo, é importante trabalhar a interdisciplinaridade nas escolas, visto que, essa forma de ensino reside na capacidade de promover uma aprendizagem significativa, facilitando a interação e a integração de diferentes áreas de conteúdo, cultivando assim uma compreensão lógica, crítica e reflexiva que é diretamente relevante para a vida dos alunos. Além disso, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), considera o princípio da interdisciplinaridade por meio do conceito de “competências”. Com base nesse documento: “Competência é definida como a mobilização de conhecimentos (conceitos e procedimentos), habilidades (práticas, cognitivas e socioemocionais), atitudes e valores para resolver demandas complexas da vida cotidiana, do pleno exercício da cidadania e do mundo do trabalho” (BNCC, p. 8). Portanto, “a BNCC propõe a superação da fragmentação radicalmente disciplinar do conhecimento, o estímulo à sua aplicação na realidade, a importância do contexto para dar sentido ao que se aprende e o protagonismo do estudante em sua aprendizagem e na construção de seu projeto de vida” (BNCC, p. 15). Por fim, para superar de fato os obstáculos primordiais das disciplinas escolares tradicionais, é importante aplicar estratégias pedagógicas que envolvam ativamente os alunos em experiências de aprendizagem significativas. 2 RELATO DA ANÁLISE DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO (PPP) O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um documento extremamente importante para uma unidade de ensino. Nele contém um conjunto de propostas pedagógicas, estratégias e diretrizes que regulamentam a ação docente e auxilia na condução e funcionamento daquele local. Com base na análise do Projeto Político Pedagógico (PPP), da Associação de Pais e Mestres da Escola Júlio Esteves Gomes, escola onde foi realizado o meu estágio curricular obrigatório, têm-se que, esta é uma unidade de ensino regular da rede municipal, que está localizada na zona rural, mais precisamente na comunidade de Retiro da Picada, município de Xique-Xique, Bahia, que oferta as seguintes modalidades de ensino: Educação Infantil (Grupos 04 e 05) e Ensino Fundamental Anos Iniciais (1° ao 5° ano). Possuí em sua totalidade dezesseis (16) funcionários atuantes, sendo que nove (9) funcionários compõem o corpo técnico administrativo e de serviços gerais e sete(7) funcionários compõem o corpo docente desta escola. A unidade de ensino, conta também com duas (2) salas de aula, uma (1) sala utilizada como diretoria/sala de professores, uma (1) cozinha, uma (1) sala que funciona como dispensa/depósito, utilizada para armazenar a merendar escola, os produtos de limpeza e demais materiais, dois (2) pequenos banheiros (masculino e feminino) para uso dos alunos, um (1) armário para arquivar documentos, duas (2) estantes de aço, para organização dos livros didáticos, um (1) computador, uma (1) impressora, três (3) filtros de barro, uma (1) geladeira, quatro (4) ventiladores (dois em cada sala de aula), área externa cercada por tela, duas (2) mesinhas com cadeiras, utilizadas para os alunos merendar ou realizar atividades externas, além de gozar de energia elétrica, água canalizada, boa iluminação e acesso à internet. Apesar de estar bem localizada e ocupar uma área de 118m², a quantidade de salas de aula são insuficientes para atender todas as turmas, visto que, a escola atende sete (7) turmas – duas (2) de educação infantil e cinco (5) do ensino fundamental anos iniciais – e para reparar essa deficiência, faz-se uso três (3) salas de uma outra unidade de ensino, denominada Colégio Municipal Dom Thiago Gerard Cloin, durante o turno matutino, pois está atende as turmas do Ensino Fundamental Anos Finais (6° ao 9° ano) e o Ensino Médio, nos turnos vespertino e noturno. Ainda mediante a verificação do PPP desta escola, consta que o procedimento de avaliação segue uma metodologia convencional e/ou cumulativa, ocorrendo ao final de cada trimestre, onde é atribuída uma pontuação quantitativa a cada aluno. E, notavelmente, está instituição educacional dá ênfase significativa ao “comportamento” do estudante, como uma das expectativas mais conceituadas. A escola oferece também, ao final de cada três meses, o processo de recuperação paralela, conforme prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). Além disso, dentro do segmento instrucional designado, o currículo é composto por disciplinas individuais, carecendo de integração entre as disciplinas e para que a proposta interdisciplinar seja “implementada” é trabalhado trimestralmente sob orientação da Secretaria Municipal de Educação e Cultura – SEMEC, um projeto educacional. Embora essa proposta seja aceitável, não ocorre como de fato deveria e muitas vezes se desintegra da proposta interdisciplinar, evidenciando as dificuldades de incorporar essa proposta na unidade educacional. A escola, segue o calendário letivo propagado pela Secretaria Municipal de Educação, de modo que, tanto a quantidade de dias letivos, quanto os planejamentos, reuniões, férias, recessos e eventos não estão explícitos em seu Projeto Político Pedagógico, tampouco detalha os procedimentos do conselho de classe, por mais que este ocorra a cada três meses, com intuito apenas de aprovação ou reprovação do estudante, apenas com o corpo docente e administrativo. A escola também não apresenta projetos educacionais em seu PPP, porém anualmente, acontece no mês de junho, a quadrilha, que é uma tradição da comunidade e a participação da escola serve para aproximar a escola e as famílias, pois por mais que conste em seu documento a participação comunitária esse é o único momento que ela se efetiva. No caso dos professores, ocorre alguns encontros com a secretaria Municipal de Educação, contudo, em geral, não procuram ativamente métodos alternativos a fim de melhorar sua abordagem pedagógica. Nota-se ainda uma deficiência de recursos e materiais de apoio que tornem a escola mais inclusiva; e por mais que não tenha atualmente alunos portadores de necessidades especiais, não está preparada para acolhê-los, caso necessário. Como diz Maria Teresa Égler Mantoan: “A escola tem que ser um lugar onde as crianças têm a oportunidade de ser elas mesmas e onde as diferenças não são escondidas, mas destacadas”. 3 RELATO DA ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO DOCENTE O plano de trabalho docente é um documento elaborado pelo próprio professor e cada um, por mais que conste no projeto pedagógico de curso (PPC), o mesmo conteúdo que é lecionado por outros educadores, que lecionam a mesma matéria, na mesma escola, aborda seu trabalho de maneira única. Consequentemente, é dentro do plano de trabalho docente (PTD) que o professor determina a abordagem específica que pretende adotar para os diversos temas. De acordo com o estatuto do magistério, em sua lei complementar n° 7/76, no artigo 82, diz que: “O professor ou especialista da educação tem o dever constante de considerar a relevância social de suas atribuições, cabendo-lhes manter conduta moral, funcional e profissional adequada à dignidade do magistério, observando as seguintes normas: I - Quanto aos deveres: [...] H - Participar no processo de atividades relacionadas com a educação para o estabelecimento de ensino em que atuar.” Entende-se, portanto, que para que a prática docente seja bem-sucedida, o desenvolvimento do plano de trabalho docente deve ser orientado pela tomada de decisões dos professores e para que a democracia prospere nas unidades de ensino, ela é crucial. E, apesar dos desafios colocados pelos recursos limitados e pelas lacunas ocasionais de comunicação, os professores devem exercer um enorme esforço para garantir a oferta de uma educação de qualidade aos alunos. Com base nesse contexto e fazendo comparação com o trabalho docente, na unidade de ensino estagiada, é notório que a prática pedagógica precisa ser modernizada e seguir as instruções previstas em Lei e em documentos normativos. Pois, observa-se que o trabalho docente nesta escola é muitas vezes realizado de maneira equivocada, visto que, parte dos educadores seguem o plano de curso, a fim de escolher os temas a serem trabalhados nas unidades, mas não realizam um planejamento prévio para definir metas e objetivos a serem alcançados durante a aplicação deste conteúdo, e este planejamento ocorre de maneira tardia, após aplicação da aula apenas para afixar no portfólio anual da escola. Observa-se ainda, que a falta de recursos pedagógicos e demais situações desmotivam e limitam a prática docente consequentemente, afeta o aprendizado do aluno. Portanto, para que a escola implemente efetivamente o que se pede na BNCC e evite que o documento seja meramente teórico, é imprescindível atualizar as práticas de ensino, destinar recursos para materiais e garantir a gestão adequada dentro da unidade de ensino. Em contrapartida, existe um grande esforço por parte de alguns educadores para que a prática pedagógica seja validada e para que os estudantes consigam adquirir conhecimentos necessários conforme previsto para sua série. E embora envolva diversos desafios grande parte desses docentes têm buscado meios de progredir seu trabalho docente, de alcançar suas metas e de ofertar um ensino de qualidade. 4 RELATO DA ANÁLISE DE MATERIAIS DIDÁTICOS DA ESCOLA Existe uma necessidade crucial de uma compilação de materiais educativos que visem enriquecer e expandir a compreensão dos alunos. Esses recursos são essenciais tanto para os pais, quanto para os professores, especialmente nas fases iniciais de aprendizagem de uma criança. Por isso, é imprescindível que as escolas forneçam aos alunos ferramentas de aprendizagem que não apenas facilitem seu aprendizado, mas também o torne uma experiência agradável. Ao elaborar o plano de trabalho docente, o professor irá analisar, escolher e utilizar diversos materiais didáticos, com o intuito de facilitar o aprendizado dos estudantes. Desse modo, o uso de diversos recursos, sejam eles próprios da escola, adquiridos, comprados ou produzidos pelo educador são indispensáveis para o trabalho docente. Assim sendo, ao analisar os materiais didáticos que são utilizados pelos professores na escola estagiada, observa-se uma escassez desses recursos didáticos acessíveis, o que faz com que os professores muitas vezes tenham que adquirir ou produzir esses materiais; e essa carência representa um desafio no atendimento as demandasda educação, de maneira a contribuir para uma possível restrição da prática pedagógica, além de tornar o educador mais criterioso na escolha desses materiais. Da mesma maneira, pela ausência de uma equipe multidisciplinar e por não haver salas específicas para armazenar os poucos recursos pedagógicos, a escola faz uso de armários e estantes para acomodar esses recursos. Sendo que, o Plano Nacional de Livros Didático – PNLD, é um dos recursos mais utilizados nesta unidade de ensino, visto que, além das obras literárias, didáticas e pedagógicas é empregado como suporte para a prática docente, uma vez que, são distribuídos de forma gratuita, regular e sistemática nas escolas de educação básica estaduais, municipais, distritais e federais. No entanto, além dos livros didático, que são usados diariamente, a escola também possui alguns recursos próprios como: Cartazes, murais e cartolinas, porém em pequena quantidade, não podendo ser usados com frequência. Para tanto, devido a inexistência de locais específicos e adequados para a realização de atividades de ensino e a carência de recursos educacionais, grande parte da prática pedagógica ocorre dentro das salas de aula e as atividades externas são bastante limitadas. Por isso, durante o processo de planejamento, a professora Marly, seleciona meticulosamente os recursos a serem utilizados em sua aula, levando em consideração as necessidades dos alunos, o conteúdo e o nível de seu desenvolvimento, com o objetivo de adaptar as competências que serão promovidas, ao mesmo tempo que reconhece as circunstâncias individuais dos alunos. Infelizmente, este não seja o mesmo processo adotado por todos os educadores. 5 PROPOSTA DE ATIVIDADE PARA ABORDAGEM DOS TEMAS CONTEMPORÂNEOS TRANSVERSAIS DA BNCC A atividade proposta para abordar os temas contemporâneos transversais (TCTs), está explícita a seguir: Tema Contemporâneo Economia. A quem será destinado Alunos do 5° ano de Ensino Fundamental – Anos Iniciais. Tempo de duração 4 horas Objetivos · Refletir sobre o consumo consciente e o consumismo; · Despertar/aprofundar o senso crítico em relação ao tema; · Pensar se a mídia contribui para a prática do consumo não ponderado. Metodologia · Debater, por meio de uma roda de conversa, com os alunos, a diferença entre consumo e consumismo e explicar como funcionam as propagandas antigas e recentes. · Apresentar vídeos de algumas propagandas e levar para a sala de aula imagens de slogans, para realizar um novo debate através de perguntas direcionadas. · Realizar a leitura compartilhada, do trecho da música “Põe na conta” de Ao Cubo, e solicitar que os alunos façam um texto reflexivo. · Elaborar, junto com os alunos uma planilha de planejamento financeiro e expor no pátio da escola. Durante a elaboração e produção, retomar pontos importantes sobre a aula. Recursos Projetor de mídia; Materiais impressos; Quadro-branco e marcador; Lápis; Caneta; borracha; Cartolina. Avaliação A avaliação ocorrerá ao longo da atividade, através da observação e cumprimento das etapas propostas. 6 RELATO DA ENTREVISTA COM O PROFESSOR REGENTE Durante o estágio Curricular foi realizado uma breve entrevista com a professora regente da turma do 5° ano do ensino fundamental – anos iniciais, a fim de conhecer um pouco mais sobre sua prática pedagógica. A professora Marly Ferreira Leite, casada, mãe, é graduada em Pedagogia desde o ano de 2009 e ensina na educação básica desde então. Lecionou pelo período de três (3) anos na cidade de Xique-Xique, município baiano, na Escola Luiz Viana Filho e posteriormente na zona rural do mesmo município, na Associação de Pais e Mestres da Escola Júlio Esteves Gomes, onde leciona até o presente momento e compõe o quadro de funcionários efetivos. Além da experiência profissional, de aproximadamente 15 anos, a professora realizou curso de especialização em psicopedagogia e participa gradativamente de cursos de capacitação profissional e formação continuada, com o intuito de aprofundar seus conhecimentos e ofertar e ofertar um ensino qualitativo aos seus alunos. Para aprimorar seus métodos de ensino, a educadora tenta incorporar novas metodologia a suas aulas como mídias, livros didáticos específicos, internet, música, desenhos e produções, dentro das restrições que enfrenta. E ao abordar os temas contemporâneos transversais, escolhe o tema específico com muito cuidado e a partir de então, elabora aulas que sejam envolventes e interativas, práticas e prazerosas. Ao fazer isso, os alunos não apenas absorvem o conteúdo, mas, também promove o diálogo, o respeito e o companheirismo entre os pares. Além disso, a docente utiliza as datas comemorativas como oportunidade para trabalhar com mais facilidade e respaldo, atividades embasadas na cultura afro- brasileira e indígena e embora não receba suporte, nem materiais da Secretaria Municipal de Educação para desenvolvê-los, procura realizar atividades de produção, utilizando materiais reciclados ou comprados a fim de aproximá-los das realidades dessas culturas. A professora relata que, apesar de não trabalhar com alunos com necessidades especiais, sempre busca adequar suas atividades para que atenda a todos os alunos com mais equidade, respeitando as limitações de cada um. E ainda relata que o processo de avaliação de seus alunos, ocorre por meio de uma extensa observação, análise e diálogo ocasional com os próprios alunos, permitindo-lhes expressar seus desafios e limitações e contribui para sua própria experiência de aprendizagem. Por fim, e não menos importante, a professora Marly afirma que ainda há um caminho considerável a ser percorrido para que consiga oferecer um ensino satisfatório aos seus discentes. Apesar disso, contínua dedicada a estabelecer uma forte conexão com seus alunos e com as famílias e isso ocorre principalmente, por meio da rotina diária que ela faz antes de iniciar as aulas, onde introduz alguns costumes locais. 7 RELATO DE REUNIÃO PEDAGÓGICA OU CONSELHO DE CLASSE As reuniões pedagógicas ocorrem por meio de encontros entre os profissionais de educação a fim de debater os principais conceitos associados ao processo de ensino-aprendizagem e possibilita trocas de ideias e definições de metas e ações que visem a melhoria do ensino. Já os conselhos de classe estão correlacionados a um acompanhamento voltado exclusivamente, ao processo de ensino-aprendizagem do estudante, de maneira individualizada e possibilita uma relação mais próxima entre professor e aluno. Durante o estágio tive a oportunidade de participação em ambas, todas de suma importância para a garantia da qualidade do ensino. As reuniões pedagógicas no estabelecimento de ensino, ocorrem por meio de atividades complementares, denominadas ACs, todas as Sextas-feiras, no turno matutino, onde se reúnem todo corpo docente e administrativo desta instituição, para uma troca de informações e adequação dos trabalhos docentes; podendo durar cerca de 1:30h e ambos os alunos, dos turnos matutino e vespertino são liberados mais cedo que o horário convencional de saída. No entanto, é possível perceber uma certa dificuldade entre o compartilhamento de ideias e trocas de experiências, principalmente entre coordenação pedagógica e professores, o que gera certos embates entre as partes. Quanto ao conselho de classe, ocorre três (3) vezes durante o ano letivo, ao final do trimestre, também com a participação da direção escolar, coordenação pedagógica e professores. Os conselhos de classe estão evidenciados no PPP da escola e deriva da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB, em que acontecem com a intenção de analisar o comportamento dos alunos e verificar se estão aptos para o próximo ano letivo. E, por mais que o ensino tenha se modificado e venha se ajustando, a escola ainda favorece o ensino tradicional, em que, o principal meio de avaliação se dá por meio da atribuição de uma pontuação quantitativa e mantém enfoque nas questões comportamentais, visando sempre que o aluno mais quieto, que fala pouco, “bonzinho”mesmo que não tenha desenvolvimento as habilidades almejadas ou aprendido de fato os conteúdos curriculares “merece” ser aprovado mais do que o aluno que não atende esses padrões . 8 RELATO DO LEVANTAMENTO DE MATERIAIS DE APOIO ESPECÍFICOS PARA ABORDAGEM DOS TEMAS TRANSVERSAIS CONTEMPORÂNEOS Os Temas contemporâneos Transversais (TCTs), estão divididos em seis grandes áreas temáticas: Cidadania e civismo, saúde, ciência e tecnologia, multiculturalismo, meio ambiente e economia. Para tanto, com base no Ministério da Educação e Cultura (MEC), o objetivo principal dos Temas contemporâneos transversais é estabelecer uma ligação abrangente entre os diversos elementos curriculares, ao mesmo tempo que conecta as situações da vida real encontrados pelos alunos. Essa abordagem visa contextualizar e dar relevância aos conhecimentos descritos na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Portanto, após a aprovação da BNCC, em 2017, para a educação infantil e o ensino fundamental, e em 2018, para o ensino médio, a inclusão dos TCTs tornou- se uma exigência na elaboração de novos currículos. Desse modo, reconhecendo a importância de uma abordagem multidisciplinar na criação de um ambiente de aprendizagem adaptável que atenda às necessidades dos alunos, entende-se que é um meio de promover o conhecimento integrado. Embora a escola onde ocorreu o estágio não disponha de equipes multidisciplinares, todos os esforços pedagógicos são orientados pelos professores com auxílio da equipe pedagógica da secretaria municipal de educação. No entanto, é fundamental reconhecer a valiosa contribuição que uma equipe multidisciplinar traz para a implementação dos Temas Contemporâneos Transversais. Na Associação de Pais e Mestres da Escola Júlio Esteves Gomes, já fazem parte do planejamento de curso, quatro (4) TCTs: Cidadania e civismo, meio ambiente, economia e saúde. E, para desenvolvê-los conta com os livros de educação financeira que recebem do município para trabalharem economia, no entanto, os demais são produzidos/adquiridos com a intenção de contribuir para a condução da abordagem desses conteúdos. Durante observação na turma do 5° ano, foi notório que a abordagem da professora envolve estabelecer conexões entre vários métodos de ensino ao abordar os TCTs, garantindo que seus alunos compreendam a situação, relacionem com sua realidade e desenvolvam soluções inovadoras para melhorar o seu entorno. Ao se envolver com assuntos significativos, a professora transmite efetivamente conhecimentos valiosos aos seus alunos. Além disso, embora a escola reconheça o dever de abordar os TCTs de uma forma simples, os educadores devem continuamente procurar novos conhecimentos para ensinar eficazmente as crianças. Devem também incentivar discussões sobre esses temas em ocasiões apropriadas, envolvendo pais, professores e alunos em palestras. E, ao abordar de forma consistente a realidade social, os indivíduos podem participar ativamente como cidadãos responsáveis na definição do seu futuro, não apenas nos ambientes educativos, mas também na sua vida cotidiana, promovendo uma consciência contínua dos seus deveres. Portanto, observa-se que para garantir que os Temas Contemporâneos Transversais – TCTs, sejam efetivamente implementados nessa escola e produzam resultados visíveis e tangíveis em toda unidade de ensino, é essencial melhorar a formação, as qualificações e a compreensão dos educadores. 9 RELATO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA BNCC NA ESCOLA A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento crucial que delineia os conhecimentos fundamentais que devem ser transmitidos nas escolas brasileiras desde a educação infantil até o ensino médio. Seu objetivo é garantir que cada aluno tenha a oportunidade de aprender e desenvolver seu potencial máximo. Como resultado, desempenha um papel significativo na promoção da igualdade no sistema educativo, no avanço de uma educação abrangente e no progresso da criação de uma sociedade mais equitativa, democrática e inclusiva. Para se alinhar às diretrizes estabelecidas pela Base Nacional Comum Curricular – BNCC, o projeto político pedagógico (PPP) serve como um documento norteador que traça a abordagem pedagógica e as diretrizes a serem implantadas nas escolas. Na instituição estagiada, em seu projeto político pedagógico, estão introduzidos os conceitos previstos na BNCC, embora o maior contato que a equipe gestora possui desse documento foi adquirido através de formações promovidas pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura, onde é discutido e transmitidos esses conhecimentos, principalmente ao início de cada ano letivo, como parte do processo pedagógico e há pouca controvérsia quanto sua importância no âmbito de ensino. O projeto político pedagógico – PPP dessa escola, passa por uma atualização precisa a cada quatro anos, mas também pode ser revisado para refletir quaisquer alterações que ocorram na instituição educacional. Além disso, nesse processo, o professor assume um papel limitado, sendo assim, ajustam suas práticas educativas as competências descritas na Base Nacional Comum Curricular - BNCC, através de pesquisas e discussões com a gestão, conforme necessário e através dos materiais didáticos adotados pela escola. A BNCC, veio, portanto, para revolucionar o currículo dos estudantes da educação básica. Uma mudança significativa destacada é a nova importância atribuída ao envolvimento dos alunos. Outrossim, o sistema de avaliação implantado pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC), busca proporcionar uma compreensão abrangente e holística de cada aluno. Nesse sentido a avaliação formativa, torna-se uma ferramenta valiosa, levando em conta os contextos individuais e os ambientes de aprendizagem, permitindo o registro do progresso e servindo como guia para melhorar o desempenho acadêmico. Embora, o processo avaliativo nessa unidade de ensino ainda segue um modelo ultrapassado. 10 RELATO DA ANÁLISE DOS INSTRUMENTOS AVALIATIVOS UTILIZADOS PELO PROFESSOR Escolher um bom instrumento avaliativo é crucial para o bom desenvolvimento pedagógico dentro das escolas. Compreender que os modos de “ensinar” e “aprender” são diversos e saber adequar isso é garantir um ensino equitativo e qualificador. Segundo Paulo Freire “A avaliação é a mediação entre o ensino do professor e suas aprendizagens e as aprendizagens do aluno, é o fio da comunicação entre formas de ensinar e formas de aprender. É preciso considerar que os alunos aprendem diferentemente porque têm histórias de vida diferentes”. Com ênfase nesse pensamento, é possível afirmar que ao observar todo o procedimento avaliativo e educacional da Associação de Pais e Mestres da Escola Júlio Esteves Gomes, a unidade de ensino tem na avaliação educacional uma concepção pedagógica ultrapassada, onde as formas de avaliação servem unicamente para uma classificação e/ou seleção, ou seja, se restringe apenas em medir a quantidade de informações armazenadas pelos alunos. E, por mais que a professora Marly, procure adequar seus métodos avaliativos incluindo nesse processo: observações, análises e relatórios, ainda é muito difícil, retirar os meios avaliativos tradicionais de sua prática pedagógica, visto que, esse processo de avaliação precisa estar em concordância com o que é exigido na instituição educacional. Assim como afirma Libânio (1994) “A avaliação é em última análise uma reflexão do nível qualitativo do trabalho escolar do professor e do aluno. Sabe-se também que ela é complexa e não envolve apenas testes e provas para determinar uma nota”. Portanto, infelizmente, não somente nesta escola, mais em várias outras, o sistema de avaliação continua sendo embasado em uma mera troca de pontos servindo apenas como meio de controle. E por mais que haja diversos estudos sobre a temática e o modelo de ensino venha se modificando, essas “notas” continuam servindo como uma representação concreta do processo de avaliação, cumprindo um papel regulador ao quantificar o resultado por meio de pontuações numéricas, descritores e taxativos.11 RELATO DA ANÁLISE DA ATUAÇÃO DA EQUIPE PEDAGÓGICA NO ACOMPANHAMENTO DA DISCIPLINA O apoio pedagógico desempenha um papel vital não só na prestação de assistência direta, mas também como canal de comunicação entre alunos e professores, melhorando assim o seu relacionamento. Consequentemente, quando a equipe pedagógica toma conhecimento de que um aluno enfrenta desafios em determinada disciplina, pode traçar planos estratégicos para oferecer o suporte necessário. A utilização desta abordagem pode beneficiar muito os educadores, pois possuem um profundo conhecimento da dinâmica individual de cada aluno. Este conhecimento permite a identificação de estratégias mais eficazes para atingir os objetivos do processo de ensino e aprendizagem, melhorando, em última análise, o desempenho educacional global. Para que o apoio pedagógico produza resultados frutíferos, é crucial incorporá-lo nos planos de aula e integrá-lo no currículo. Ao fazê- lo, a carga sobre os professores é aliviada, permitindo-lhes envolver-se num planeamento mais abrangente e atender eficazmente a um número crescente de alunos diariamente. E embora o planejamento seja indispensável para alcançar os resultados almejados, se faz necessário que exista uma cooperação entre o corpo docente e a coordenação pedagógica, visto que o coordenador pedagógico assume um papel essencial no acompanhamento do professor durante a condução da sua proposta pedagógica na disciplina. O coordenador pode contribuir com o trabalho docente de diversas maneiras e para que esse processo se consolide eficazmente, devem ser levados em conta considerações importantes como: observar atentamente os conteúdos ministrados e documentados no diário de classe, promover o relacionamento com profissionais de outras áreas ou turmas, avaliar o relacionamento do professor para com seus alunos e suas habilidades de gestão de sala de aula, estimular a participação dos professores em reuniões pedagógicas e enfatizar a importância da pontualidade desses profissionais, são alguns exemplos da atuação da coordenação. Após um breve levantamento de informações, tanto da gestão escolar quanto do corpo docente na escola estagiada, há apenas uma coordenadora pedagógica que é responsável por fazer esses acompanhamentos. Embora este ocorra apenas através de conversas entre coordenação e professores de maneira vaga. Os registros do professor passam por análise e validação ao concluir cada trimestre ou ao termo do ano letivo, quando o portfólio da escola é elaborado e encaminhado à secretaria municipal de educação. Não há debates sobre os métodos de avaliação utilizados pelos professores, pois essa avaliação ocorre precisamente ao final de cada trimestre, após a realização das avaliações trimestrais. Durante esse processo, os alunos recebem uma pontuação que é registrada no diário de aula, enquanto o comportamento dos alunos é objeto de discussão e análise mais aprofundadas. Quando surgem conflitos entre professores e alunos, geralmente a ênfase é dada ao educador, pelo fato de a escola adotar uma conduta autoritária, o aluno raramente é ouvido ou questionado sobre a dinâmica da aula. No caso de conflitos entre educadores, ambos são ouvidos pela coordenação, no entanto, muitas vezes falta confiança entre as equipes e a coordenação pedagógica. Portanto, nota-se que nessa escola, falta uma compreensão de que além das responsabilidades pedagógicas, o coordenador deve atuar como mediador de conflitos e, da mesma forma quando há conflitos entre discentes e docentes esse papel de mediador deve ser crucial. 12 RELATO DA OBSERVAÇÃO De acordo com o método Montessori, cada criança segue um ritmo único e todas possuem a capacidade de aprender por conta própria. Nesse contexto, o papel do professor é atuar como mediador desse conhecimento, respeitando as limitações individuais de cada aluno, evitando criar competições entre eles e sem recorrer a punições. Durante os dias 27 e 28 de março de 2024 e os dias 01 a 03 de abril de 2024, estive na unidade de ensino Associação de Pais e Mestres da Escola Júlio Esteves Gomes, nas turmas do 1° ao 5° ano do ensino fundamental – anos iniciais, para acompanhar e observar o trabalho docente dos professores nessas turmas. No decorrer desse período foi possível observar as diferenças existentes nas práticas docentes de cada educador, uns adotando modelos e métodos de ensino mais atuais, outros, ainda abrangendo uma perspectiva tradicional, antiga e autoritária. Não obstante, essa conduta tradicional do ensino, gera alunos desmotivados, que apresentam um comportamento mais agressivo, ora com os professores, ora com os colegas, além de interferir no aprendizado desses educandos. Os professores utilizam principalmente, os livros didáticos e a transcrição de textos do quadro para o caderno, como recursos didáticos, e, poucas vezes foi visto a utilização de outros materiais que estimulassem os estudantes seguindo sempre esse processo monótono. E como já mencionado anteriormente, nenhuma das turmas atendem alunos com necessidades especiais, sejam elas físicas ou mentais. 13 PLANOS DE AULA Plano de Aula 01 Identificação Escola A. P. M. E. Júlio Esteves Gomes Professor regente Marly Ferreira Leite Professor estagiário Thifany Fonseca Lima Disciplina Língua Portuguesa Série 5° ano Turma Única Período Matutino Conteúdo Identificando os sinais de pontuação; Pontuação nos discursos direto e indireto Habilidades da BNCC EF05LP29; EF05LP30; EF35LP17; EF05LP08; EF05LP12; EF35LP01. Objetivos Objetivo Geral: · Identificar e utilizar sinais de pontuação distinguindo suas funções, para a leitura e escrita em textos. Objetivos Específicos: · Compreender quais são os sinais de pontuação utilizados na língua portuguesa, bem como suas funções e usos; · Utilizar de forma adequada os sinais de pontuação para a produção de textos; · Identificar os sinais de pontuação e sua função no texto; Metodologia · Inicialmente, será feito a acolhida dos alunos através da rotina diária e leitura de leite. · (Sequência Didática) - Em seguida, apresentar a temática da aula para os alunos, através de uma roda de conversa e formar duplas para que identifiquem as diferentes maneiras de fala dos personagens nos textos que serão entregues a eles, discutir as obras dos autores, estilo e características do gênero e em seguida anotar como cada autor organizou o discurso ( lOMoARcPSD|23969245 ) ( Baixado por Lucia Sales (luciasalesoo89@gmail.com) ) utilizando a pontuação. · Posteriormente, realizar um debate com a turma, a fim de, instigá-los a observar as diferenças existentes entre os textos em relação ao discurso direto e indireto e explanar sobre como um mesmo sinal de pontuação pode ser utilizado em diferentes contextos. · Na sequência, retomar os conceitos sobre os sinais de pontuação e aplicar isso na atividade proposta, realizando também uma leitura expressiva para a turma, com o intuito que percebam o emprego destes na leitura do texto. · Para finalizar, dividir a turma em dois grupos para realização de atividade lúdica, onde deverão encontrar palavras em um livro, a partir de comandos, reforçando conhecimento sobre pontuação e produzir individualmente, textos, utilizando os saberes adquiridos, realizar a correção coletiva das produções, dando enfoque e exposição destas. Recursos Cópias de textos de um mesmo gênero; livros; caderno; lápis; caneta; quadro-branco; marcador; placas de papelão ou cartolina; latas vazias e papel sulfite. Avaliação Acontecerá por meio da observação quanto a participação e interação dos alunos e suas dificuldades em realizar o que lhes é pedido. Referencias Plano de Aula 02 Identificação Escola A. P. M. E. Júlio Esteves Gomes Professor regente Marly Ferreira Leite Professor estagiário Thifany Fonseca Lima Disciplinas Matemática e História Série 5° ano Turma Única Período Matutino Conteúdo A história da matemática; Sistemas de numerações e as quatrooperações fundamentais. Habilidades da BNCC EF05MA07; EF05HI08; EF01MA00; EF04MA03; EF04MA06; EF05MA07. Objetivos Objetivo Geral: · Interligar o estudo da matemática com seu cotidiano e perceber a presença da matemática em tudo que fazemos. Objetivos Específicos: · Conhecer e contar a história de como surgiu a noção dos números desde as civilizações antigas, percebendo os sistemas de numeração utilizados por esses povos; · Compreender o sistema de numeração decimal, identificando conjunto de regras e símbolo que o caracterizam; · Resolver problemas com ideias e adição, subtração, multiplicação e divisão; Metodologia · Realizar inicialmente, a corrida dos alunos através da rotina diária e leitura deleite e introduzir por meio de uma roda de conversa, a história de como surgiu a matemática, acionado os conhecimentos prévios e hipótese dos alunos e registrar nos cadernos. · Posteriormente, ainda por meio da roda de conversa, dialogar sobre problemas que acontecem nas famílias e, a partir de então, construir coletivamente uma história matemática, discutindo e anotando as diversas maneiras de construção e resolução de problemas matemáticos, dialogar sobre o que foi aprendido durante a aula e formular um questionamento final combinando as ideias. · Em seguida, explicar quais são os sistemas de numerações utilizados pelas civilizações antigas, dando enfoque ao sistema de numeração romana e decimal, fazendo assim um levantamento dos conhecimentos prévios dos alunos. · Após, ensinar como os algarismos são usados e construir números com algarismos romanos, realizar a escrita através da atividade de fixação do conteúdo onde os alunos deverão realizar a transformação dos números romanos para decimais e vice-versa e finalizar com um jogo da memória. · Para finalizar, retomar os conceitos sobre as quatro operações fundamentais e, dividir a aula em duas etapas, para trabalhar através de aulas expositivas, exercícios práticos e jogos didáticos, na primeira etapa trabalhar com os conceitos de adição e subtração e na segunda etapa multiplicação e divisão. Recursos Cartolinas, material impresso, caderno, lápis, quadro-branco; marcador e folha sulfite. Avaliação Avaliação acontecerá de maneira progressiva a fim de verificar o desempenho dos alunos ao longo das atividades propostas. Referencias SILVA, Roberta Tavares. Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/4ano/m atemática/resolvendo-problemas-com-as-quqtro-operqcoes/ 478. Acesso em: 08 de abril de 2024. Plano de Aula 03 Identificação Escola A. P. M. E. Júlio Esteves Gomes Professor regente Marly Ferreira Leite Professor estagiário Thifany Fonseca Lima Disciplina Ciências Série 5° ano Turma Única Período Matutino Conteúdo A importância da água e seu ciclo hidrológico. Habilidades da BNCC EF05CI02; EF05CI04. Objetivos Objetivo Geral: · Sensibilizar os estudantes para que repente em seu consumo de água, a partir do compartilhamento de informações sobre o ciclo hidrológico, a importância da água e como ela é consumida em atividades cotidianas. Objetivos Específicos: · Reconhecer a importância da água discutindo questões que explica em a degradação em as formas de prevenção; · Compreender a relação entre meio ambiente (natureza) e atividades humanas (sociedade). · Refletir sobre o uso consciente da água pelo governo e pela população; Metodologia · Iniciar aula com a rotina diária e leitura deleite e em seguida apresentar a música “planeta água” de Guilherme Arantes para os alunos e a partir de então, analisar a letra da música com os alunos por meio de um diálogo direcionado, levantando conhecimento prévio dos alunos a respeito da temática da aula. · Explicar de forma expositiva e dialogada sobre a importância da água para manutenção da vida e as maneiras de preservá-la. · Posteriormente, realizam uma dinâmica de perguntas e respostas sobre o ciclo da água, dividindo a turma em dois grupos e aproveitar esse momento para explicar sobre o ciclo da água e sua importância através de uma aula expositiva, explicativa e exercícios práticos. · Em seguida, elaborar, junto com os alunos uma lista coletiva de posturas, que devem ser adotadas, a fim de evitar o desperdício da água e retomar os conceitos a respeito do ciclo hidrológico. · Para finalizar, realizam uma pequena experiência utilizamos água morna/quente, vasilha transparente e papel filme, para demonstrar de maneira mais clara como ocorre o circo ciclo hidrológico. Recursos Folha sulfite; texto impresso; pote com fichas; caderno; lápis; quadro-branco; marcador; vasilha transparente; papel filme; pedaços de gelo; desodorante spray. Avaliação Acontecerá de forma progressiva, levando em consideração a participação, o desenvolvimento e o interesse nas atividades propostas. Referencias Dia da água – atividades e experiências com água incríveis. Professora Coruja. Disponível em: https://youtu.be/3oB8NoEPIWY?si=-fylHXBP9LEu2whl. Acesso em: 09 de abril de 2024. Plano de Aula 04 Identificação Escola A. P. M. E. Júlio Esteves Gomes Professor regente Marly Ferreira Leite Professor estagiário Thifany Fonseca Lima Disciplinas Geografia e Ensino Religioso Série 5° ano Turma Única Período Matutino Conteúdo Regiões do Brasil. Habilidades da BNCC EF05GE02; EF04GE05. Objetivos Objetivo Geral: · Promover a reflexão sobre a importância da diversidade regional e a valorização das diferentes culturas e geografias presentes no Brasil. Objetivos Específicos: · Compreender o conceito de região isso aplicação no contexto geográfico do brasil; · Identificar e descrever as características físicas, culturais e econômicas das cinco regiões brasileiras: norte, nordeste, centro-oeste, sudeste e sul. · Desenvolver habilidades de análise e comparação entre as diferentes regiões, reconhecendo suas particularidades contribuições para diversidade do país. Metodologia · Inicialmente, será feita a rotina diária e acolhida dos alunos, e a partir de então, organizar a turma em círculo e fazer uma breve revisão dos conceitos de geografia já abordados, como a definição de país, estados e capitais e apresentar duas situações-problemas a fim de despertar o interesse dos alunos e os motivar para prender sobre as regiões do Brasil. · Posteriormente, apresentar aos alunos as cinco regiões do Brasil: norte, nordeste, centro-oeste, sudeste e sul, destacando as suas características principais: clima, relevo, vegetação, economia, cultura e população, utilizando o mapa do Brasil, fazendo com que as aulas se tornem mais dinâmicas e interativas. · Em seguida, dividir a turma em grupos e propor um jogo de perguntas e respostas sobre as regiões do Brasil, tendo como objetivo associar corretamente as perguntas às respostas e após o jogo os grupos deverão produzir um mapa conceitual sobre o tema da aula, relacionando diferentes aspectos de cada região. · Depois, promover uma discussão em grupo sobre as soluções encontradas por cada equipe na atividade de produção do mapa conceitual, e cada grupo terá oportunidade de explicar o seu mapa, onde será possível retomar os principais conceitos da aula. · Para finalizar, ensinar aos alunos a regiões do brasil na língua brasileira de sinais (LIBRAS). Recursos Mapa do brasil; fichas de perguntas e respostas; cartolina; marcadores e lápis. Avaliação Avaliação acontecerá de maneira progressiva a fim de verificar o desempenho dos alunos ao longo das atividades propostas. Referencias MARQUES, Vinícius. Regiões do Brasil e suas características (com mapa). Toda Matéria, [s.d]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/regiões-brasileiras/. Acesso em: 10 de abril de 2024. Plano de Aula 05 Identificação Escola A. P. M. E. Júlio Esteves Gomes Professor regente Marly Ferreira Leite Professor estagiário Thifany Fonseca Lima Disciplina História e Artes Série 5° ano Turma ÚnicaPeríodo Matutino Conteúdo O brasil indígena: aprendendo sobre os povos tradicionais. Habilidades da BNCC EF05HI01; EF05HI04; EF05HI05. Objetivos Objetivo Geral: · Estimular o pensamento crítico e a reflexão sobre referências e semelhanças entre os povos originários, promovendo a tolerância e a valorização da diversidade. Objetivos Específicos: · Ampliar os conhecimentos sobre si e o outro, a partir de características culturais, reconhecendo-se como único no grupo; · Compreender a importância e o significado dos povos originais para formação da cultura brasileira, permitindo que os alunos cultivo em respeito valorização pela diversidade cultural; · Perceber as semelhanças e diferenças quanto aos gêneros e as etnias. Metodologia · Iniciar a aula com rotina diária e promover uma roda de conversa, a fim de debater a importância da preservação e respeito as culturas indígenas e analisar a percepção dos alunos sobre a população indígena, suas impressões e ideias sobre esse grupo étnico. · Em seguida, criar um jogo de memória com imagens representativas da cultura indígena, onde os alunos deverão encontrar os pares corretos ao mesmo tempo em que aprendem sobre a diversidade cultural desses povos. · Posteriormente, ensinar os alunos a pesquisarem sobre as diferentes tribos indígenas do Brasil e do mundo, destacando suas características, costumes, línguas e localização geográfica e, promover uma exposição na sala de aula, onde cada grupo apresentará as suas descobertas de forma criativa. · Em sequência, reservar um momento da aula para compartilhar curiosidades sobre povos tradicionais, estimulando a reflexão dos estudantes sobre a riqueza das tradições e registrar nos cadernos. · Para finalizar, organizar uma oficina de artes, onde os discentes poderão criar pinturas e artesanatos inspiradas na arte indígena, utilizando materiais reciclados e/ou naturais. Recursos Caderno; lápis; caneta; quadro-branco; marcador; folha sulfite a4; papelão; material reciclado; etc. Avaliação Acontecerá de forma progressiva, levando em consideração a participação, o desenvolvimento e o interesse nas atividades propostas. Referencias Plano de Aula 06 Identificação Escola A. P. M. E. Júlio Esteves Gomes Professor regente Marly Ferreira Leite Professor estagiário Thifany Fonseca Lima Disciplinas Língua Portuguesa. Série 5° ano Turma Única Período Matutino Conteúdo Dia Nacional do Livro infantil: roda de leitura. Habilidades da BNCC EF01HI08. Objetivos Objetivo Geral: · Conhecer o dia do livro e Monteiro Lobato através das comemorações escolares. Objetivos Específicos: · Desenvolver habilidades de interpretação e compreensão de texto; · Explorar diferentes gêneros literários; · Estimular o gosto pela leitura. Metodologia · Inicialmente será feita acolhida dos alunos através da rotina diária e leitura de leite e posteriormente organizar a turma em círculo. · Em seguida contar a história sobre o dia Nacional do livro infantil para os alunos e realizar uma pequena discussão a respeito dessa história. · Após isso apresentar aos alunos o escritor Monteiro Lobato, através de um vídeo extraído do YouTube e apresentar suas principais obras como o sítio do pica-pau amarelo. · Feito isso, pedi para que os alunos levem para sala de aula algumas obras literárias que eles costumam ler em casa, para fazerem uma troca de experiências durante a aula. · Para finalizar, levar diversos livros literárias para que os alunos façam uma roda de leitura dentro da sala de aula. Em seguida, produzir um pequeno texto sobre o que aprenderam desse conteúdo. Recursos Caderno; lápis; caneta; livros literários. Avaliação Avaliação acontecerá de maneira progressiva a fim de verificar o desempenho dos alunos ao longo das atividades propostas. Referencias 14 RELATO DA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS DE AULA AO PROFESSOR O plano de aula, elaborado por professores de todos os níveis educacionais, é um documento oficial que proporciona organização às aulas, estabelecendo uma linha de raciocínio tanto para os educadores quanto para os alunos. Essencial para professores que buscam criar uma metodologia de ensino eficaz. Antes de elaborar os planos de aula que seriam ministrados durante o estágio de regência, foi dialogado com a professora da turma do 5º ano do Ensino Fundamental anos iniciais, a respeito dos conteúdos a serem ministrados, para que o meu planejamento dialogasse com as aulas que estavam sendo aplicadas por ela, a fim de que esse processo não interferisse no aprendizado dos alunos de maneira negativa, mas que viesse somar. Após a elaboração desses planos, estive novamente em contato com a docente para lhe apresentar minha proposta pedagógica e adequar o que fosse necessário. A ideia central durante a elaboração desse planejamento foi, manter os conteúdos que os alunos estavam aprendendo, acrescentando novas metodologias, as quais considerei coerente e dialogavam com as propostas da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), de modo que o conteúdo ensinado pela professora regente fosse sequenciado pelo meu planejamento. Foi pensado em propostas de atividades voltadas para debates e aulas expositivas e de produção, nas quais os estudantes tivessem autonomia e se sentissem a vontade para interagir. Apresentei a professora os materiais que seriam utilizados e, como observei um déficit em relação aos recursos didáticos da escola, me propus a produzi-los ou comprá-los e ainda sugeri seguir um processo de avaliação contínua por meio da observação e interação dos alunos nas atividades propostas. Além disso, foi organizado os horários em que as aulas seriam aplicadas, bem como sua duração. E, após esse processo, recebi a aprovação da professora, sem necessidade de alterações nos planejamentos, de acordo com a docente, estavam todos de acordo com a proposta pedagógica adotada por ela. Em seguida, apresentei esses planos ao corpo administrativo da escola, onde também houve aprovação. Esse processo serviu como aprendizado para mim e me fez ter um olhar mais abrangente sobre a prática pedagógica, além de compreender a importância de ter um olhar voltado para o aluno durante o processo de elaboração das aulas. 15 RELATO DA REGÊNCIA Relato de Regência Escola Associação de Pais e Mestres da Identificaçã o da aula Escola Júlio Esteves Gomes Datas 17, 18, 19, 22, 23 e 24 de abril de 2024 Turno Matutino Série e Turma 5° ano do Ensino Fundamental – Anos Iniciais. Número de alunos 10 alunos Conteúdos Identificando sinais de pontuação; Pontuação nos discursos direto indireto; A história da matemática; Sistemas de numeração e as quatro operações fundamentais; A importância da água e seu ciclo hidrológico; Regiões do brasil; O Brasil indígena: aprendendo sobre os povos tradicionais; Dia nacional do livro infantil; Roda de leitura. Professor regente Marly Ferreira Leite Descrição da aula A princípio me apresentei para a turma, apresentei os conteúdos que seriam ministrados, pedi que se apresentassem, conheci a rotina diária, estipulamos alguns combinados e iniciei as aulas. Reflexão Durante o ensino, alcancei os objetivos planejados durante a sobre aula preparação das aulas. Os temas foram abordados de maneira eficaz, pois as metodologias empregadas foram bem compreendidas e recebidas pelos alunos. Antes das aulas, conduzi diversas pesquisas sobre os temas, o que me proporcionou um conhecimento aprofundado sobre cada um deles. Além disso, os materiais didáticos foram adequados para a condução das aulas. Houve uma compreensão geral por parte dos alunos, e a interação durante as aulas foi positiva, não havendo necessidade de intervenção de supervisores. As aulas transcorreram de forma dinâmica, com uma boa troca de conhecimentos entre os alunos e eu. Não houve dificuldades para aplicação das aulas, visto que os alunos já possuíam conhecimentos prévios em relação aos temastrabalhados, por isso, houve êxito em todas as atividades propostas. Todos os alunos foram bem participativos e as aulas foram aplicadas seguindo uma sequência lógica. Houve uso de ferramentas tecnológicas diversas vezes, o que tornou essa troca de experiências mais prazerosa. Esse processo foi de suma importância para minha formação ( pedagógica, visto que pude quebrar alguns patamares, e me preparar da melhor maneira possível. ) 16 VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO CONSIDERAÇÕES FINAIS Para finalizar esse documento, deixo em evidência a importância de se processo de estágio obrigatório para o meu crescimento pessoal profissional. Consegui colocar em prática, conceitos e conhecimentos adquiridos durante todo o meu aprendizado na área da educação, portanto, reforça em mim a necessidade de sempre procurar atualizar meus métodos de ensino ao lecionar, para que uma conduta ultrapassada não prejudique meu aluno. Finalizo aqui, essa etapa crucial para o meu aprendizado, com o sentimento de dever cumprido visto que todas as metas e objetivos foram alcançados. REFERÊNCIAS MARQUES, Vinícius. Regiões do Brasil e suas características (com mapa). Toda Matéria, [s.d]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/regiões-brasileiras/. Acesso em: 10 de abr. de 2024. Dia da água – atividades e experiências com água incríveis. Professora Coruja. Disponível em: https://youtu.be/3oB8NoEPIWY?si=-fylHXBP9LEu2whl. Acesso em: 09 de abril de 2024. SILVA, Roberta Tavares. As quatro operações fundamentais. Nova Escola. Disponível em: https://novaescola.org.br/planos-de-aula/fundamental/4ano/matemática/resolvendo- problemas-com-as-quatro-operações/478. Acesso em: 08 de abril de 2024. FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987. LUCK, Heloísa. Pedagogia da interdisciplinaridade. Fundamentos teórico-metodológicos. Petrópolis: Vozes, 2001. MORAES, Maria Cândida. O paradigma educacional emergente. São Paulo: Papirus, 2002. MORIN, Edgar. Educação e complexidade, os sete saberes e outros ensaios. São Paulo: Cortez, 2005. PIAGET, Jean. Para onde vai a educação? Rio de Janeiro: José Olympio, 1973. image2.png image3.png image4.jpeg image1.png