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UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ SUPERIOR TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA ALANA OLIVEIRA DE SOUZA MAMOGRAFIA E DENSITOMETRIA ÓSSEA CRUZEIRO DO SUL 2023 UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ ALANA OLIVEIRA DE SOUZA RELATÓRIO DE ATIVIDADE PRÁTICA Atividade Prática individual apresentado como requisito do curso superior de Tecnologia em Radiologia. CRUZEIRO DO SUL 2023 SUMÁRIO INTRODUÇÃO ______________________________________________________ 04 PROPOSTA 1________________________________________________________ 05 PROPOSTA 2________________________________________________________ 07 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS____________________________________ 10 INTRODUÇÃO A mamografia e a densitometria óssea são técnicas radiográficas fundamentais para o diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas à saúde dos seios e dos ossos, respectivamente. A mamografia é a principal ferramenta para o diagnóstico do câncer de mama, enquanto a densitometria óssea é usada para avaliar a densidade mineral óssea e identificar a osteopenia e a osteoporose. PROPOSTA 1 Para a resolução das questões situadas na proposta 1, primeiramente foi feita a análise de duas imagens de mamografia em CC e MLO, tal etapa foi realizada através do MedDream Web DICOM, posteriormente, um vídeo aula foi disponibilizada para facilitar o entendimento de todo o processo técnico envolvido no exame de raio-x. 1. Dois métodos são comumente utilizados para subdividir a mama em áreas menores para propósitos de localização, sendo estes: sistema quadrante e o sistema relógio. Entre os dois, o sistema quadrante é o mais simples de usar para localização de lesões generalizadas. Utilizando a imagem a seguir, ilustre como a mama é dividida no sistema quadrante: A localização e descrição da mama, para identificação de patologias benignas ou malignas pode ser feita de duas opções divergentes: Em quatro quadrantes, separando-os em superior e inferior, lateral e medial. Logo: · Quadrante superior lateral e medial (QSL e QSM); · Quadrante inferior lateral e medial (QIL e QIM). 2. Descreva, detalhadamente, como um paciente deve ser posicionado nas incidências básicas de rotina de mamografia? Qual é a incidência do raio central? Na mamografia, existem duas incidências básicas de rotina: a incidência crânio-caudal (CC) e a incidência médio-lateral oblíqua (MLO). Na incidência CC, o paciente é posicionado em pé, de frente para o equipamento. O mamógrafo comprime o seio entre duas placas de acrílico, achatando-o e espalhando o tecido mamário. O mamógrafo então captura a imagem do seio de cima para baixo, com o raio central direcionado para o mamilo. Na incidência MLO, o paciente é posicionado em pé, de lado para o equipamento. O mamógrafo comprime o seio entre duas placas de acrílico, achatando-o e espalhando o tecido mamário. O mamógrafo então captura a imagem do seio em um ângulo oblíquo, com o raio central direcionado para o mamilo. Quanto à incidência do raio central, ele é direcionado para o mamilo em ambas as incidências básicas de rotina de mamografia. Isso permite uma visualização adequada das estruturas mamárias e auxilia na detecção de possíveis alterações. O raio central deve entrar perpendicularmente e o foco deve estar posicionado a uma distância fixa de 60 cm, podendo sofrer alterações, dependendo do aparelho. O chassi a ser utilizado para esse procedimento pode ser o de 18 × 24 cm ou o de 24 x 30 cm, seguindo-se a padrão mamário. 3. Os posicionamentos crânio caudal (CC) e MLO (médio lateral oblíqua) em mamografia são incidências a fim de avaliar quais estruturas? Em cada uma dessas incidências, a imagem deve incluir qual área? Os posicionamentos crânio caudal (CC) e MLO (médio lateral oblíqua) em mamografia são utilizados para avaliar as estruturas da mama. Na incidência crânio caudal (CC), a imagem deve incluir toda a mama, desde a região próxima ao esterno até a região próxima à axila. Essa incidência permite uma visualização mais completa das estruturas mamárias, incluindo o tecido glandular, os ductos mamários e possíveis lesões. Já na incidência MLO (médio lateral oblíqua), a imagem deve incluir a maior parte da mama, desde a região próxima ao esterno até a região próxima à axila, mas com uma inclinação oblíqua. Essa incidência permite uma melhor visualização do tecido mamário próximo à parede torácica e das áreas mais laterais da mama. É importante ressaltar que essas incidências são parte do exame de mamografia e são realizadas para avaliar possíveis alterações nas estruturas mamárias, como nódulos, calcificações ou outras anomalias. 4. A diferença de densidade entre os tecidos é responsável pelas divergências de contraste que são aparentes na imagem final. Analise a mamografia a seguir e indique quais os tecidos observados em 1 e 2, e qual a incidência utilizada. 1: Tecido mamário. 2: Gordura retromamária. PROPOSTA 2: Assim como na proposta 1, nessa etapa também foi disponibilizada uma vídeo aula para direcionar o aluno quanto ao equipamento de densitometria, demonstrando a maneira de manuseá-lo corretamente, o mesmo é responsável por medir a massa óssea do paciente. 1. Descreva o posicionamento do paciente no protocolo de coluna lombar de Densitometria Óssea (DXA). Quais regiões devem ser incluídas? No protocolo de coluna lombar de Densitometria Óssea (DXA), o paciente deve ser posicionado de forma que a região lombar seja adequadamente avaliada. O paciente deve deitar-se de costas na mesa de exame, com as pernas estendidas e os pés apoiados em um suporte. Os braços devem estar ao lado do corpo, com as palmas das mãos voltadas para baixo. A região a ser incluída no exame abrange desde a base da coluna torácica até a região sacral. É importante seguir as orientações do profissional de saúde responsável pelo exame para garantir uma avaliação precisa da densidade óssea na região lombar. 2. Paciente de 78 anos, em pós-menopausa sem terapia de reposiçãoo hormonal e com história familiar positiva para fratura de quadril. Procura assistência médica com queixa de lombalgia crônica, cujos sintomas pioram ao final do dia ou após exercícios físicos. Entre outros exames complementares, foi solicitada densitometria óssea de coluna. Explique o resultado obtido a partir da densitometria óssea. Como podemos interpretar o T-score? A densitometria óssea é um exame utilizado para avaliar a densidade mineral óssea e diagnosticar a osteoporose. O resultado obtido a partir da densitometria óssea é expresso por meio do T-score, que é uma medida estatística que compara a densidade óssea do paciente com a densidade óssea média de um adulto jovem saudável do mesmo sexo. O T-score é utilizado para classificar o paciente em relação ao seu risco de fraturas ósseas. Um T-score igual ou acima de -1 é considerado normal, entre -1 e -2,5 é classificado como osteopenia (baixa densidade óssea) e igual ou abaixo de -2,5 é indicativo de osteoporose. No caso da paciente em questão, se o T-score obtido na densitometria óssea for igual ou abaixo de -2,5, isso indica que ela possui osteoporose, o que pode estar relacionado à sua queixa de lombalgia crônica e à história familiar positiva para fratura de quadril. Nesse caso, é importante buscar tratamento adequado para prevenir fraturas e melhorar a qualidade de vida da paciente. 3. Registre através de uma foto, o posicionamento de um paciente em um protocolo de fêmur de Densitometria Óssea (DXA). Este posicionamento pode ser realizado em si mesmo, mas você poderá contar com o auxílio de um familiar ou amigo. Em seguida, descreva o posicionamento e quais regiões devem ser incluídas na imagem, para análise. No protocolo de Densitometria Óssea (DXA) para o fêmur, o posicionamentocorreto é essencial para obter uma imagem precisa e confiável. O paciente deve estar deitado de costas na mesa de exame, com as pernas estendidas e os pés paralelos. O fêmur deve estar alinhado com o eixo longitudinal da mesa. Para a análise adequada, a imagem deve incluir as seguintes regiões: 1. Colo do fêmur: É a região próxima à cabeça do fêmur, onde ocorrem muitas fraturas em idosos. É importante incluir essa região para avaliar a densidade óssea e identificar possíveis problemas. 2. Trocânter maior: É uma proeminência óssea na parte lateral do fêmur, logo abaixo do colo. Também é uma área de interesse para análise, pois fraturas nessa região são comuns em idosos. 3. Colo intertrocantérico: É a região entre o colo do fêmur e o trocânter maior. Também deve ser incluída na imagem para uma análise completa. 4. Diáfise do fêmur: É a parte longa e cilíndrica do osso, localizada abaixo do trocânter maior. Embora a análise principal seja focada nas regiões mencionadas anteriormente, a diáfise também pode ser avaliada em alguns casos. É importante seguir as orientações específicas do protocolo de Densitometria Óssea (DXA) fornecidas pelo profissional de saúde responsável pelo exame, pois podem haver variações dependendo do equipamento utilizado e das necessidades clínicas do paciente. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CAMARGO, R.; CAMPOS, A. P. D. Ultrassonografia, Mamografia e Densitometria Óssea. São Paulo: Editora Saraiva, 2015. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788536521473/. image1.png image2.png image3.png image4.png image5.jpeg