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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
Introdução:
Aula 14/03
Patologia do sist�a reprodutivo
� fêmeas
Vulva:
● porção final do trato genital tubular
● a abertura do aparelho reprodutor
para o exterior
● tem um barreira contaminação da
genitália interna
● é influenciada pelo perfil hormonal
● é composta por uma extremidade
inferior da comissura vulvar
● tem uma fossa clitoriana que é
bem desenvolvida na égua e na
porca.
Vagina:
● local de ejaculação para algumas
espécies (em algumas espécies o
ejaculado dos machos fica nesta
região)
● forma cônica- partes flácidas
● composição músculo membrana
● também é influência hormonal
● tem uma flora bacteriana própria
● A separação da vulva é feita pela
pregação himenal.
● rudimentares em éguas/
inaparentes em vacas e búfalas.
patologias congênitas:
persistencia de himen
● sua etiologia é uma fusão
imperfeita dos ductos de muller e
seio urogenital
● Sintomatologia ocorre um acúmulo
de secreções no fundo vaginal.
● tratamento através de uma
correção cirúrgica- cobertura.
anomalias do desenvolvimento vulvar
1. ectopia da vulva: deslocamento
ventral - maior separação entre
anus e vulva
2. hipoplasia de vulva e vestibulo
vvaginal: anomalias congenitas da
organogênese; tem uma
ocorrência rara; tamanho
incompatível com a idade e porte
(vaca com vulva “infantil”)
anomalias do desenvolvimento vaginal
1. septação vaginal: pode ter essa
vagina dividida; ou seja existe uma
vagina dupla;
● é uma banda de tecido
fibroso que cruza o lúmen
da vagina.
● Malformação consequente
da fusão incompleta dos
ductos paramesonéfricos;
● Na vaginoscopia- septo de
tecido fibroso dividindo a
vagina.
2. estenose do lúmen vaginal: a parte
externa por algum motivo é
estenose (congênita)
patologias adquirida:
Fístula retovaginal: conexão entre a
vagina e o retrô, normalmente ocorre por
parto distócico.
● sua etiologia- contrações intensas
mais estática fetal inadequada.
● classificação- deve avaliar
extensão da lesão vaginal +
comunicação do reto.
1
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
Grau 1 :fístula; Grau 2 :ruptura; Grau 3
:laceração de períneo
Pneumovagina: entrada de ar na vagina;
em égua ocorre com mais frequência que
em vaca, a maior incidência em pluriparas
e idosas.
● etiologia: imperfeição da oclusão
da rima vulvar possibilitando a
entrada de ar contaminado;
comprometimento da musculatura
perineal, vestibular e vaginal;
contaminação como fezes e
sujidades e microorganismo.
● O posicionamento da vulva
predispõe da pneumovagina/ ou
seja, distância da comissura;
retração do anus; inclinação
horizontal dos lábios.
Diagnóstico
● histórico: infertilidade, repetição do
cio, morte embrionária, éguas
sugadores de ar.
● vaginoscopia:
vaginites/cervicites/endometrites
com frequência nesses animais; e
pode ter catarro genital purulento
ou mucopurulento.
tratamento: tratamento uterino
(antibioticoterapia); tratamento cirúrgico
(sutura de Caslick).
Patologias uterinas:
patologias congênitas: são anomalias de
desenvolvimento que acometem os
ductos de muller ou paramesonéfricos
durante a fase embrionária; esta estrutura
se diferencia em útero, tubas uterinas,
cérvix e parte da vagina.
● características hereditária
● sinais clínicos: infertilidade e
distocia
● diagnóstico: ultrassom ou achado
de castração ou matadouro
● tratamento: descarte do animal,
não apto a reprodução.
aplasia segmentar: parte do segmento
reprodutivo não existe.
útero duplo (DIDELFO): são duas
aberturas, ou seja, duas entradas.
Patologias adquiridas:
endometrite: processo inflamatório ou
infeccioso da mucosa uterina; geralmente
vai isso com a queixa de repetição de cio;
determina morte embrionária
● fatores predisponentes: baixo
escore corporal, sensibilidade,
cobertura/IA no puerpério, distocia,
retenção de placenta.
● sinais clínicos: presença de líquido
no útero; muco opaco na ocasião
do cio; edema exacerbado
cistos endometriais: são cistos que se
encontram dentro do endométrio.
persistência dos cálices endometriais
somente em éguas: são estruturas
responsavei pelo gonadotropina
patologias ovarianas:
patologias congênitas:
2
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
agenesia e hipoplasia ovariana:
Patologia adquiridas:
folículos anovulatórios:
O folículo hemorrágico anovulatório é um
folículo que cresce demais, o seu grande
problema é que ele chega a esse
tamanho, ele se enche de sangue pode
ter um quadro de dor em abdômen adulto.
neoplasia:
1. Estro prolongado ou anormal
2. Anestro
3. Hiperestrogenismo
4. ↑[testosterona]
5. Comportamento de garanhão
6. Diminuição do ovário contralateral
7. Aumento de tamanho e peso
significativo do ovário alterado
Cistos ovarianos: não são comuns em
éguas; estruturas sem circulação; não
luteinizante; não regride; atenção para a
fossa ovulatória em éguas.
PATOLOGIAS DO SISTEMA
REPRODUTOR MASCULINO
patologias testiculares:
1. criptorquidismo: falha na decência
do testiculo, pode ser uni ou
bilateral; tem origem congênita;
gera baixa produção e qualidade
espermática. Não significa que
esse animal não terá testosterona,
ou seja, esse animal tem semen.
● causas:
Falha total ou parcial do gubernáculo;
infecções levando a demora do
fechamento do canal umbilical; anomalias
no desenvolvimento dos testículos
embrionários; fechamento parcial do canal
inguinal.
● Sintomas:
Encurtamento dos vasos espermáticos,
ducto deferente ou músculo cremaster;
Aderências peritoneais; Anéis ou canais
inguinais subdesenvolvidos;Malformações
escrotais.
● Diagnóstico:
Exame físico; exame ultrassonográfico;
dosagem hormonal
● diagnóstico diferencial: orquite e
hipoplasia.
● tratamento cirúrgico
● prognóstico reservado
● recomendação: retirar do
programa reprodutivo.
2. Torção testicular: rotação unilateral
ou bilateral dos testículos; rotação
total ou parcial; maior incidência
em testiculo ectópico.
● sintomas:
Dor, edema, relutância ao andar.
● diagnóstico:
exame físico; exame ultrassonográfico.
● diagnóstico diferencial: epididimite
e orquite.
● tratamento cirúrgico
● prognóstico reservado.
3. Hérnia inguino-escrotal: E a
passagem do conteúdo abdominal
pelo canal inguinal; origem
congênita em animais jovens;
origem adquirida em animais
adultos.
● sintomas: baixa temperatura,
aumento de volume, desidratação
(estrangulamento)
3
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
● diagnóstico: exame físico;
ultrassonografia.
● tratamento cirúrgico
● prognóstico reservado.
4. neoplasia:
● Mastocitoma (mastócitos/cutâneo)
● Melanoma (melanócitos/cutâneo)
● Hemangiossarcoma (endotélio
vascular)
● Sertolioma (células de sertoli)
● Leydigocitoma (células de leydig)
● Seminoma (células germinativas)
patologias epididimárias:
1. Epididimite: é uma inflamação do
epidídimo; pode ser uni ou
bilateral; a cauda costuma ser o
segmento mais afetado.
● sintomas:
→ edema, aumento de
temperatura, letargia, baixa
fertilidade.
● diagnóstico:
→exame físico; ultrassonografia,
tomografia; cultura microbiológica.
● tratamento: conservativo
(antibiotico e antiinflamatorio);
cirúrgico (orquiectomia
● prognostico favoravel.
2. aplasia segmentar: é a ausência
de parte do epidídimo; mais
comum no corpo e na cauda;
caráter hereditário; pode ser uni
(assimetria escrotal) ou bilateral
(aspermia) .
● diagnóstico: histórico; palpação;
exame ultrassonográfico.
● diagnóstico diferencial para
epididimitis crónica.
● tratamento- orquiectomia
● prognostico favoravel
● retirar do programa reprodutivo.
patologias do pênis e prepúcio:
1. fimose: estreitamento do orifício
prepucial, de forma que o penis
não pode ser exteriorizado
(inabilidade de abrir o penis); pode
ser congênito (caes, gatos e
equinos) ou adquirido (ruminantes)
● diagnóstico diferencial hipoplasia e
hermafroditismo
● tratamento cirúrgico
2. parafimose: (incapacidade de
retrair o penis); menos comum em
equinos e felinos; pode ser
traumatica, neoplasica,
neurologica e pós copula.
● sintomas: edema,
comprometimento da circulação,
aumento da temperatura.
● Tratamento: Repousosexual;
Limpeza da área exposta;
Compressas com água fria;
cirúrgico→ alargamento cirúrgico
do orifício prepucial para evitar
recidiva.
3. Balanopostite: processo
inflamatório do prepúcio e do pênis
● pode ocorrer por traumas,
neoplasias, infecções.
● diagnostico: exame clinico e
avaliação de presença de
corrimento prepucial.
● diagnostico diferencial: prostatite e
cistite
● tratamento conservativo com
antibiotico e antiinflamatorio
4. persistência do frênulo:
Persistência do tecido conjuntivo
que conecta o penis ao prepúcio;
doença congênita; é a
incapacidade de expor o penis e
disuria.
● diagnostico: exame fisico
● tratamento : cirúrgico
● prognostico é favoravel.
5. acrobustite: Processo inflamatório
da extremidade do prepúcio
● causa: trauma
4
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
● comum em animais que tenha
prepúcio pendular
● diagnostico: exame fisico
● O tratamento pode ser
conservador (quando está no
início) ou cirúrgico.
● prognostico é favoravel.
6. habronemose: É uma verminose
causada pelo ciclo errático de
larvas dos nematódeos
Habronema spp e Draschia
megastoma
● sintomas: lesoes pequenas nas
regioes suscetiveis com prurido
intenso.
● Diagnóstico: Exame físico;
Raspado e biópsia cutânea da
lesão
● Tratamento: Controle da
verminose; Controle das moscas;
Limpeza e pomada cicatrizante na
ferida.
patologias das glândulas acessórias
1. Vesiculite: é a afecção mais
comum das glandulas acessorias
nos garanhoes
● tem alto risco de
transmissao sexual
● afeta a fertilidade
● quadro de piospermia,
hemospermia e baixa
motilidade espermatica.
● diagnostico: exame fisico;
ultrassonografia,
endoscopia, cultura
microbiologia
● tratamento conservativo
● prognostico favoravel.
2. Prostatite : inflamação da próstata;
pode ser infecciosa ou não
● a aguda: dor abdominal
intensa, depressao, frebre,
anorexia, esforço para
micção e defecação, andar
enrijecido e corrimento
uretral.
● cronica: aumento do
volume, assimetria e
menos dolorida a palpação.
● diagnostico: exame fisico,
ultrassonografico, coleta
urinaria (cultura
microbiologica), avaliação
cito/histopatologica
● tratamento conservativo ou
cirurgicos
● prognostico favoravel
3. Hiperplasia prostática benigna:
aumento do numero de celulas
prostaticas secundarias à
estimulação com hormonios
androgenicos, mais comum em
caes, normalmente é subclinica
● diagnostico diferencial para
prostatite e neoplasia
● diagnostico: exame fisico,
ultrassonografico,
avaliação
cito/histopatologico
● tratamento→ orquiectomia
com involução prostatica
em 12 semanas.
● prognostico favoravel.
4. Neoplasia: caes, > 10 anos,
localmente invasivos, rapida
metástase
● diagnostico: exame fisico,
ultrassonografico e
histopatologico
● tratamento cirurgico
associado a quimio e
radioterapia
● prognostico desfavoravel.
Aula 21/03
5
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
Neuro�docrinologia aplicada a
reprodução
Neuroendocrinologia:É importante estudar
a neuroendocrinologia porque é preciso
conhecer os locais de produção dos
hormônios sexuais e seus mecanismos de
ação e de controle.
● O entendimento disto dá base para
que consigamos entender a
dinâmica folicular, a
espermatogênese e aplicar a ciclo
estral.
Regulação da reprodução ela
basicamente se dá por 2 pilares, o pilar
endócrino e o pilar nervoso, e eles
interagem . Essa interação chama-se
neuroendocrinologia.
Sistema endócrino:
● o sistema endócrino é composto
por um conjunto de glândulas que
secretam hormônios (onde tem a
adrenal, tireóide, hipófise, e outras
regiões do corpo que secretam
hormônios)
● também é responsável pela
comunicação e regulação de
processos fisiológicos (o fato das
células se comunicam entre si, e
regular processos naturais pode
ser feito através do sistema
endócrino)
Existe dois tipos de células, de
glândulas que estão envolvidas
nesse sistema que são as:
● Glândulas exócrinas (são
aquelas que vão produzir
secreções que são
exteriorizadas como as
glândulas lacrimais,
sudoríparas, ou seja,
secretam para canais,
órgãos ou exterior do
corpo)
● Glândulas endócrinas elas
secretam substâncias
(hormônios) diretamente na
corrente sanguínea
Sistema endócrino: = whatsapp
● ele tem um remetente “uma
pessoa que queira passar uma
mensagem” chamado de glândula
secretora → “uma vez que essa
pessoa escreve essa mensagem e
envia” essa mensagem se chama
hormônio (que vai de um lugar
para outro) → e o destinatário “a
pessoas que recebe a mensagem”
chama célula alvo com receptores.
A neuroendocrinologia é a ciência que
estuda as interações do sistema nervoso
e sistema endócrino.
Quem faz essa integração é o eixo
hipotálamo-hipofisário.
Eixo hipotálamo-hipofisário: a interacção do
eixo hipotálamo-hipófise na verdade ela
atua iniciando, coordenando e regulando
todas as secreções. grande parte desse
estímulos são nervosos e vão influenciar
nessas mensagens que são transmitidas
ao longo das células (destinatários)
Neste eixo temos uma vascularização
chamada sistema porta hipotalâmico
hipofisário→ essa vascularização
hipotalâmico hipófise é direta , ou seja
esse hormônio ele não precisa cair na
circulação sistêmica para fazer efeito na
hipófise.
● orgão que secretam os hormônios
importantes para reprodução nós
temos hipotálamos, hipófise,
glândula pineal, gónadas
(testículos), placenta.
6
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
Então o que é secretado no hipotálamo,
prontamente ficará disponível na hipófise
por conta deste sistema porta.
O hipotálamo é dividido em dois centros
que serão importantes (para entender
regulação hormonal, puberdade):
● centro tonico - secreta GnRH de
forma constante (“é uma torneira
que pinga em um ritmo só”)- em
machos só existe ele.
● Centro pré ovulatório= surge
center - que basicamente é um
centro que secretam GnRH em
picos (“torneira que abre e fecha”)
Glândulas, hormônios e células- alvo:
O GnRh é o hormônio liberador de
gonadotrofinas (ele é produzido no
hipotálamo) e ele vai atuar na hipófise
estimulando dois outros tipos de
gonadotrofinas que são o LH (hormônio
luteinizantes), e o FSH (Hormônio folículo
estimulante), através do sistema porta.
● na hipófise quando o LH ou o FSH
for produzido eles vão atuar
diretamente nas gônadas (seja os
testículos, seja os ovários)
glândula pineal que é responsável pela
secreção da melatonina que é um
hormônio específico do ciclo circadiano
(ciclo de dia e noite) e vai ser
especialmente importante as espécies
sensíveis ao fotoperíodo (caprinos,
ovelhas e éguas)
órgãos
feedback: e uma forma de
retroalimentação, é uma forma de
regulação, ou seja, é uma informação, um
retorno de um processo. esse feedback
irá gerar uma informação, podendo ser
um feedback negativo (que é uma
regulação negativa ou que reduz), ou um
feedback positivo ( que é a resposta que
aumenta)
→ então teremos hormônios que ao cair
na corrente sanguínea teremos alguns
destinos:
1. excreção por urina e fezes
2. inativação
3. ativação
4. ligar-se a receptores de
células-alvo e exercer sua ação.
classificação (de maneira química): temos
alguns hormônios fazendo isso:
→ proteínas: ou polipeptídeos:
● são cadeias de aminoácidos
● o sistema nervoso central e a
hipófise que produzem os
polipeptídeos-opióides
● e existem outros grupos de
hormônios polipeptídeos que
também são classificados como
glicoproteínas.
Hormônio GnRH: é produzido no
hipotálamo, é um hormônio protéico; e ele
ter a função de estimular a liberação de
LH e FSH na hipófise; eles também é
responsável pelo controle da sua
secreção que é feito pelo LH e FSH, e aí
consequentemente vai estimular também
outros tipos de hormônios no organismo.
7
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
● Uma vez que eles têm a função de
estimular a gonadotrofinas
hipofisária, a gente vai estar
influenciando por exemplo a
progesterona e o estradiol (na
fêmea) e a testosterona (no
macho).
● Além disso, tem alguns
medicamentos no mercado para
mimetizar a ação do GnRH como a
buserelina, e o fertirelina (base de
GnRH sintético que são utilizados
nareprodução). Podendo ser
utilizado para manipulação de ciclo
estral, transferência de embrião,
IATF.
Hormônio FSH: é produzido pela hipófise,
principalmente na adenohipófise; ele é um
hormônio estimulado pelo GnRH.
● Nos machos o FSH atua nas
células de sertoli estimulando a
espermatogênese.
● Nas fêmeas o FSH vai atuar nos
folículos estimulando a
foliculogênese (e eles vão agir nos
ovários estimulando o crescimento
e a maturação dos folículos).
● também existe a possibilidade
sintética, comercial desse
hormônio.
Hormônio LH: é produzido na hipófise,
também é estimulado pelo GnRH, porém
a função dele é focada no
amadurecimento final desse folículo e na
ovulação;
Ele também terá o efeito sobre a síntese
de estrógeno pelo folículo e
consequentemente tendo o LH atuando
de forma fisiológico irá induzir uma
ovulação, ou seja, uma consequente
formação de corpo lúteo e a estimulação
da progesterona.
● nos machos atua nas celulas de
leydig estimulando a secreção
testosterona.
● Nas fêmeas o LH atua nos
folículos pré ovulatório
estimulando a ovulação,
luteinização e formação inicial do
corpo lúteo.
Inibina:
● é um hormônio secretado pelas
células da granulosa do folículo
(em fêmeas) com ação inibitória de
FSH na hipófise, para limitar o
crescimento de outros foliculos
● pelas células de sertoli (em
machos) e atua na hipófise, e tem
a função específica de inibir a
secreção de FSH para limitar a
produção espermática(quando tem
muita produção de
espermatozóide, a inibina é
liberada para reduzir essa
produção, como mecanismo de
auto regulação).
Ativina: Hormônio também secretado na
fêmea pelo fluido folicular que vai causar
estimulação sobre a secreção de FSH em
vez da inibição. Nos machos também terá
a atuação no túbulo seminífero, produzido
pelo fluido testicular quando é baixa a
produção de espermatozoide.
Ocitocina: é produzida pelo hipotálamo e
pelo corpo lúteo, ela é armazenada na
neurohipófise; e a secreção da ocitocina é
estimulada na via neurogênica (o que
significa que na amamentação, ordenha,
visualização da cria são estímulos para a
secreção de ocitocina.
● Nas fêmeas: a ocitocina atua na
contração uterina, tanto para
auxiliar o transporte espermático,
quanto na hora do parto, além
disso também atua na ejeção do
leite.
● Nos machos: A ocitocina causa
contração no canal ajaculatorio.
8
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
● em ambos os sexos a ocitocina é
capaz de estimular a secreção de
prostaglandina.
Relaxina: é o hormônio mais relacionado
às vacas gestantes; é secretada
principalmente pelo corpo lúteo e pela
placenta durante a gestação.
O principal efeito biológico da relaxina é a
dilatação da cérvix e da vagina antes do
parto.
● Ela tem a função de inibir a
contração uterina; e em conjunto
com o estradiol promove também
o crescimento da glândula
mamária.
Prolactina: hormônio sintetizado na
adenohipófise; é um hormônio
lactogênico, ou seja, ele estimula a
lactação; é controlada inibitória mente
pela ação da dopamina, e é estimulada
pelas endorfinas pois estas inibem a
secreção de dopamina.
a secreção de prolactina também está
favorecida pela secreção de estrógenos e
progesterona, e por estímulos
neurogênicos como a sucção do mamilo
pelo lactente, ou pela sensação de calor,
dor e estresse pode afetar a produção de
prolactina que pode afetar a produção de
leite; também é responsável pelo
comportamento materno das fêmeas.
→Ela ocorre o aumento durante a
lactação e no parto; a prolactina faz parte
do complexo que ajuda no crescimento
mamário junto com outros hormônios, ela
mantém a lactação e também é
responsável pela ação inibitória da
amamentação no início da atividade
ovariana durante o pós-parto em vacas de
corte.
eGG: é produzido pelo córion fetal; a
secreção de eGG estimula o
desenvolvimento desse folículo ovarianos,
e aí quando os folículos ovulação ou
luteinização tem a formação de corpos
lúteos acessórios que produzem a
progesterona e auxiliando na manutenção
de gestação de éguas.
● Ele é um hormônio exclusivo em
fêmeas equinas (com 40-120 dias
de gestação).
hormônios esteróides:
● Eles são aqueles compostos por
lipídio que as moléculas
precursoras vão ser o colesterol.
● Aí entra o fator do por que a
nutrição e reprodução são tão
importantes, ou seja, por que
vacas com escore corporal ruim
tem problemas reprodutivos? É
preciso ter o colesterol por
exemplo para que o animal
produza estrógenos, testosterona
e progesterona.
● Esses hormônios são produzidos
pelas gônadas.
Estrógeno: O FSH estimula o
desenvolvimento dos folículos e estimula
consequentemente as células da
granulosa nesse folículo, e são elas as
responsáveis por produzir estrógenos,
estradiol por exemplo.
→ Como esse estrógeno é produzido pelo
folículo dominante, nós vamos ter uma
atuação muito importante no
comportamento sexual desse animal. O
estrógeno é aquele hormônio responsável
pelo cio, ou pelos sinais de cio, e ele faz
feedback positivo com GnRH (isso quer
dizer que o estrógeno ao chegar no
hipotálamo, vai fazer com que ele produza
mais FSH e LH)
→ na fêmea vai agir dessa forma, o
estrógeno ele vai ser uma mensagem que
vai ter um resposta de feedback positivo
para FSH e LH. e aí como nós também
temos a inibina ela vai fazer a resposta de
feedback negativo no FSH.
→ e nos machos é produzido pelas
células de sertoli, atua na libido e no
9
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
controle e regulação da
espermatogênese.
Testosterona: Fêmeas e machos
produzem essa pequena quantidade de
testosterona através das adrenais.
→ nos machos é produzido
principalmente nas células de leydig; atua
na libido, atua como anabolizante, atua no
estímulo espermatogênese, e as
características sexuais, no metabolismo
→ e nas fêmeas ela também é produzida
nos folículos, e atua na libido.
Progesterona: é um hormônio que é
produzido pelo corpo lúteo e pela
placenta; ela também irá atuar na
manutenção da gestação, e na inibição da
contratilidade uterina.
→ nos machos ela é precursora de outros
hormônios esteróides, vai atuar no
metabolismo, e em caso de machos ela
também vai ser produzida nas células de
leydig.
● lembrando que a progesterona e o
Estrógeno sempre vão atuar de
forma contrária, quando tiver E2
alto, teremos P4 baixo, e quando
tiver P4 alto, teremos E2 baixo.
ácidos graxos ou Eicosanóides:
→ que fazem parte do 3° grupo de
hormônios.
● na função reprodutiva basicamente
vamos se ater na PGF2a* (para
reprodução ela será a mais
importante)
● Nas fêmeas elas vão ser
produzidas no útero e ela tem
ação luteolítica, ou seja, ela não
tem a função de ir la no corpo
lúteo que está no ovário e
promover a luteólise.
● nos machos tem a prostaglandina
e ela é produzida nas glândulas
anexas
Aminas: estudaremos basicamente a
melatonina, ela é produzida pela glândula
pineal; e ela é produzida durantes as
horas de escuridão (durante o período da
noite) nas espécies sensíveis ao
fotoperíodo ela vai ter especial atenção,
pois é ela que será a responsável por
estimular o eixo hipotálamo hipófise e
gonadal.
quando tem animais de fotoperíodo
positivo (éguas- pois elas circulam quando
os dias são mais longos- maior período de
luz) e a menor secreção de melatonina vai
ser responsável por estimular a secreção
de GnRH, por isso que tendo esse
conhecimento consegue por exemplo no
final do inverno colocar esses animais
sobre luz para começar a estimular o ciclo
estral em éguas por exemplo.
os animais de fotoperíodo negativo
(cabras e ovinos) que circulam nos
períodos de inverno e outono (quando os
dias são mais curtos e as noites mais
longas) e aí a maior secreção de
melatonina vai estimular a secreção de
GnRH. sabendo disso também é possível
estimular o ciclo estral também.
Aula 28/03
Puberdade � machos
10
Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
Definição:puberdade é da idade
considerada quando aparece os primeiros
espermatozoides no ejaculado.
● Nesse período o tourinho começa
a exibir os primeiros sinais de
interesse sexual, produção
espermática e acentuada
crescimento testicular.
● Apresentaum ejaculado com 10%
de motilidade espermática e
concentração espermática com no
mínimo de 50 milhões de
espermatozóides.
puberdade: é a aquisição da capacidade de
se reproduzir. liberação de gametas
(espermatozóides) e manifestação de
comportamento sexual. Ou seja, indica o
momento que o animal esta capacitado
para iniciar a vida reprodutiva.
A puberdade tem reflexo em aspectos
econômicos e melhoramento genético.
● Econômico: A antecipação
proporciona retorno mais rápido do
investimento; aumenta a vida útil
dos animais destinados como
reprodutores; maior produção de
bezerros.
● melhoramento genético: Permite
maior intensidade de seleção;
reduz o intervalo entre gerações;
maior ganho genético.
Parâmetros que podemos avaliar:
Para um macho entrar na vida reprodutiva
é necessário alguns parâmetros:
● Idade em que os machos
apresentam ejaculado com
primeiros sptz
● 30-40% do seu peso adulto nas
raças leiteiras
● 50% nas raças de corte
o início da puberdade começa a ter uma
liberação de hormônio
Revisão de função de cada hormônio
● As células de Leydig secretam
testosterona em resposta ao LH.
● Este esteróide é fundamental para
a espermatogênese, mas sua ação
ocorre “via” células de Sertoli.
● As células de Sertoli respondem
ao FSH sintetizando fatores de
crescimento (GF) que modulam a
mitose, meiose e diferenciação
dos diversos tipos de células
germinativas nos túbulos
seminíferos
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
Puberdade E Maturidade
● Puberdade: É marcada pelo início
da atividade sexual e pela
capacidade de produzir gametas
funcionais (espermatozoides).
● Maturidade: A maturidade sexual
vai além da puberdade e
representa um estágio em que os
animais atingem plena capacidade
reprodutiva. Além de serem
capazes de se reproduzir, os
animais atingem um estado de
pleno desenvolvimento físico e
reprodutivo.
→ nem todo animal púbere é maduro
sexualmente, porém todo animal maduro
sexualmente é púbere!
→ a maturidade sexual dos touros ocorre
em períodos diferentes da puberdade,
normalmente 16 a 20 semanas após a
puberdade.
→ a maturidade sexual é alcançada
quando o crescimento gonadal e corporal,
juntamente com concentrações de
testosterona e desenvolvimento sexual,
se estabilizam.
● touros
|Fatores que afetam a puberdade:
● nutrição
● genética
● sazonalidade
● manejo.
Leptina: Na puberdade, a leptina pode
sinalizar informações sobre a
disponibilidade de energia e a quantidade
de gordura corporal.
Neuropeptídeo Y: Y é um
neurotransmissor e um hormônio
produzido no hipotálamo. Está envolvido
em diversas funções fisiológicas, incluindo
a regulação do apetite, do metabolismo e
da reprodução. O NPY pode influenciar a
liberação de hormônios gonadotróficos
como LH e FSH
Nutrição: Inadequada alimentação
durante as fases iniciais da vida, como
durante a gestação, na pré-desmama e
desmama tem como consequência:
→ Baixa produção das gonadotrofinas na
pré-puberdade
→Secreção de LH mais baixa do que o
normal.
→ Alongando o tempo em que as
gonadotrofinas atingem a frequência e
amplitude necessárias para iniciar a
espermatogênese e atingir a puberdade.
sazonalidade: A estação de nascimento
afeta a idade da puberdade.
● Animais nascidos na primavera
permanecem reprodutivamente
inativos até que o próximo
incremento nas horas de luz
ocorra, ou seja, na próxima
primavera-verão.
● Por outro lado, os animais que
nascem no outono atingem o peso
para suportar a puberdade ao
mesmo tempo em que ocorre o
incremento nas horas de luz, o que
quer dizer que chegam na
puberdade mais jovens que os
nascidos na primavera.
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
genética: o animal que não sofre pressão
de seleção para a puberdade precoce,
não antecipa a puberdade.
● deve identificar animais precoces
tanto no bos indicus quanto no bos
taurus.
→A puberdade em machos é uma fase
crucial do desenvolvimento sexual,
marcada por mudanças físicas, hormonais
e reprodutivas que culminam na
capacidade de reprodução.
Espermatogênese
Definição: processos de divisão e
diferenciação celular sucessivos através
dos quais se formam os espermatozóides.
espermatogênese:
Testículos= túbulos seminíferos
duas funções
● produção de sptz
● produção de andrógenos
parenquima testicular:
● tubulos seminiferos: São os
maiores componentes dos
testículos; local da
espermatogênese; composto por
células da linhagem germinativa e
células de Sertoli.
● tecido intersticial: Formado por
tecido conjuntivo frouxo, vasos
sanguíneos e linfáticos; nervos,
células de Leydig e células livres
(fibroblastos e células de defesa).
túbulos seminíferos: Formado por uma
lâmina basal e sobre esta as células de
Sertoli e as células da linhagem
germinativa (Espermatogônias,
espermatócitos I e II, espermátides e
espermatozóides) *
As celulas de sertoli alem da função de
sustentação, forma uma barreira qque
isola as celulas germinativas em
diferenciação da circulação geral. Essas
celulas estão situadas fora do tubulo
seminifero, ou seja, no espaço intersticial,
por isso sao chamadas de celulas
intersticiais do testiculos.
Funçoes:
● suporte estrutural, barreira
hemato-testicular, translocaçõa
das CG, espermiação, nutrição,
fagocitose, controle endocrino.
Porque é necessário uma barreira
hemato-testicular:
Celulas de Leydgy: tem como função
produção da testosterona, a produção é
controlada pelo LH.
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
espermatocitogênese: tem haver com a
compreensão do desenvolvimento desde
espermatogônia até espermatócito
secundário.
● tipos de espermatogonia (A, I e B)
A espermatogonia precursora divide-se
por mitose para formar espermatogonias
A de reposição assim como as
intermediarias (I) e a espermatogonia tipo
B.
A espermatogonia tipo B divide-se por
mitose e se diferencia para formar os
espermatocitos primarios
● os espermatocitos I sofrem a
primeira meiose para formar os
espermatocito II; e os
espermatocitos II sofrem uma
segunda meiose formando
espermatides.
espermiogênese: é a diferenciação e a
maturação da célula espermática. vai do
estágio de espermatide ate o de
espermatozoide.
→ fase de golgi - caracterizada pela
formação dos granulos pró-acrossomais
no aparelho de golgi e pela migração dos
centriolos.
→ fase de capuchão - o nucleo da
espermatica é recoberto por um envoltorio
fino de dupla camada. inicio do
desenvolvimento axonema.
→ fase do acrossomo - caracterizado por
modificaçoes no nucleo, no acrossomo e
na cauda da espermatite.
→ fase de maturação - envolve a
transformação final das espermtides
alongadas em celulas que serao liberadas
para dentro da luz do tubulos seminiferos.
Aula 11/04
Oogênese e foliculogênese
a ovogênese e a foliculogênese começa
quando a femea ainda esta na fase
embrionária; a formação dos gametas
começam antes da puberdade.
A importancia de se estudar a
foliculogenese se da pelo inicio da fase
pre-natal; pela capacidade reprodutiva de
uma femea; e a base fisiologica para
aplicação de biotecnologia.
Ovogênese
Definição: é uma sequencia de eventos
pelo qual as celulas germinativas
primordiais na femea passam, ate
atingirem o estagio de oóocito maturo
para a fecundação.
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
origem embrionaria:
1. Origem e migração
2. mitose
as ovogonais dividem-se por mitose e
transfoem-se em ovocitos primarios. apos
esse processo ocorre a meiose (que é o
processo de divisão celular atraves de
uma celula que tem seu numero de
cromossomos reduzido pela metade.
NO inicio da meiose ocorre uma parada
de etagio de diolhoteno da profase 1 e da
meiose
formação embrionaria
a ovogenese tem ate a puberdade desse
animal
Foliculogênese
Definição: E o processo após é o
processo , crescimento e maturação
folicular o nascimento; ao nascer essa
femea nasce, o numeros de foliculos
primordiais ja está esstabelecido
classificação morfologica:
classificação fisiologica foliculo primordial;
foliculo primario; flicuii secundario;
terciario e foliculo de graaf ou pre
ovulatório.
folículo primordial: compõem o estoque de
folículosformado durante a vida fetal
no terciário esse folículo responde a FSH
so consegue aspirar foliculo que temm
antro, e so tem antro dar para ver no
exame, ou seja a partir do terciario
O QUE MARCA A PUBERDADE DA
FEMEA É A PRIMEIRA OVULAÇÃO.
Classificação fisiologica dos foli
Puberdade � fêmeas
P1
Aula 18/04
Dinamica folicular
Devinição: processo continuo de
crescimento e de regressao de um grupo
de foliculos, um dos quais se desenvolve
ate foliculo pré ovulatorio.
A dinamica folicular ela acontece durante
o cicloestral, durante a gestação, antes da
puberdade, no preiodo pós parto, durante
a lactação, durante o anestro.
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
todo contraceptivo deve ser aplicado no
anestro.
Relembrando funções do ovario
● produção ciclica de oocitos fertil
● produção de hormonio esteroides
● o foliculo e a estrutura ovariana
que permite ao ovario desenvolver
suas 2 funçoes:gametogenese e
esteroidogenese.
Classificação morfologica dos foliculos:
● Folículo Primordial
● FolículoPrimário
● FolículoSecundário
● FolículoTerciário
● Folículo de Graaf ou Pré-ovulatório
NAscimento do animal: quando a femea
nasce, o numero de foliculos primordiais
ja esta estabelecido.
classificação fisiologica dos foliculos:
● quiescente → primordial
● independentes de gonadotrofina →
primario segundario
● dependente de gonadotrofina e
secreção de esteroides→ terceario
pre ovulatorio.
FAses da foliculogenese:
Foliculogenese:
● refere-se ao surgimento e aa
maturação do foliculo ovariano.
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
nesse processo ocorre a
progressao de foliculos desde o
estagio primordial ate a fase pre
ovulatoria, podendo resultar na
ovulação ou na atresia.
● mais de 90% desses foliculos vai
se degenerar no processo
conhecido como atresia folicular.
● atresia: processo de degeneração
irreversivel.
controle endocrino:
P4- corpo lúteo
PGF2a → endometrio
esteroidogenese:
● A esteroidogênese ovariana é feita
através de uma interação entre as
células da teca e da granulosa
(Teoria das 2 células).
● Sob a ação do LH, as células da
teca convertem o colesterol em
androgênios, principalmente
androstenediona e testosterona.
● Estes androgênios difundem-se
para as células da granulosa onde,
por ação do FSH, são convertidos
em estrogênios, principalmente
estradiol (E2).
Dinâmica folicular
Crescimento folicular:
● representa uma serie de
transformaçoes sequenciais de
varios componentes do foliculo
como oocito, a granulosa e a teca
Ondas foliculares:
quando os foliculos começam a crescer,
eles começam a crescer de forma
organizada, foliculos antrais, chamado de
ondas foliculares.
é a parte que começa a ver
normalmente vaca tem 2 a 3 ondas,
cabras tem 4 ondas.
o numero de ondas parece ser uma
caracteristica que se repete dentro de um
individuo.
dinamica folicular é sobre foliculo antral
(foliculos que consegue ver ni ultrassom)
a cada onda tem um recrutamento de
foliculos em que o maior foliculo ira
dominar, e esse maior foliculo tera muito
receptores de LH, e vai começar a
produzir inibina e vai inibir a produção de
FSH dos outros foliculos.
fase de recrutamento
fase de seleção
o selecionado geralmente o maior e com
mais receptores de LH, exerce
dominancia atraves da inibina
Emergencia de uma onda folicular
● regulação.
é o mecanismo que regula a dinamica
folicular está baseada nas diferentes
respostas ao FSH e ao LH
● aumentos periodico nas FSH são
responsáveis pela emergencia das
ondas foliculares.
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
comparação entre ciclos de 2 e 3 ondas
foliculares
Processos de recrutamento, seleção e
dominancia folicular:
● recrutamento: é o processo
dinâmico o, por meio do qual um
grupo de pequenos folículos
antrais inicia o desenvolvimento e
a maturação, sob influência de
suficiente estimulação
gonadotrófica.
→ O recrutamento está relacionado à alta
concentração de FSH (pico).
● seleção: processo pelo qual
somente um folículo é escolhido,
evitando a atresia, se desenvolve
e adquire a competência para
alcançar a ovulação. Fase também
conhecida como Divergência.
→ O folículo escolhido será aquele
apresentando maior tamanho e maior
número de receptores para LH.
● Dominancia:é o meio pelo qual um
folículo selecionado exerce
dominância, inibindo o
recrutamento de um novo grupo de
folículos.
→ O folículo DOMINANTE produz inibina,
um hormônio proteico, que atua
diretamente na hipófise reduzindo os
níveis plasmáticos de FSH.
Ovulação: processo semelhante a um
processo inflamatoio e ocorre durante os
primeiros estagios do processo de
luteinização.
Os foliculos pré-ovulatorios tornam-se
hiperemica (agentes vasoativos como a
histamina)
As prostaglandina induzem um aumento
dos niveis de proteases que vão digerir a
parede folicular e a lamina basal, e tem
aumento a permeabilidade dos capilares
da teca levando ao aumento do volume
folicular.
ovulação e formação do CL: Formação do
estigma ovulatório (afrouxamento de
tecido no ápice do folículo).
As camadas da granulosa e da teca se
rompem e o oócito é liberado.
Alterações morfológicas do folículo
ovulado levam a formação do CL. As cels
granulosa dão origem às cels luteais
grandes e as da teca às cels luteais
pequenas
fomação do CL e luteolise:
O corpo lúteo começa a se organizar logo
após a ovulação mas só atinge a função
plena após 5 dias.
Sua funcionalidade é regulada pelo LH.
A regressão do CL é atribuída à presença
da PGF2α produzida pelo endométrio.
Ela é sensível a oxidação (mecanismo
contra-corrente)
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Resumo med. vet.
fisiopatologia da reprodução
Matéria deP2
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