Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Saúde coletiva bucal
Professora: Ellen Karla Pereira Cunha de Paula
	Atividades em sala de aula
	1.000
	Avaliação 1
	1.000
	Seminário
	500
	Atividades em sala de aula
	1.000
	Avaliação 2
	4.000
Total= 7.500
AVALIAR
 Promover saúde é uma estratégia complexa que implica na compreensão da relação do homem ou das populações com sua história, seus padrões de desenvolvimento, suas relações com o mundo, com seu ambiente sócio-cultural, com suas necessidades, direitos e condições de vida. Portanto, promover saúde é atuar sobre estes determinantes que condicionam a realização da saúde.
Intersetorialidade em Saúde e Saúde Bucal 
 A nova Política Nacional de Promoção de Saúde compreende a intersetorialidade como uma articulação entre os distintos setores no pensar a questão complexa da saúde, assumir a co-responsabilização pela garantia da saúde como direito humano e de cidadania, e mobilizar-se na formulação de intervenções que a propiciem.
Intersetorialidade em Saúde e Saúde Bucal 
 O processo de construção de ações intersetoriais voltadas para a promoção da saúde implica na troca e na construção coletiva de saberes, linguagens e práticas entre os diversos setores envolvidos na tentativa de equacionar questões sanitárias, produzindo soluções inovadoras para a melhoria da qualidade de vida de forma democrática e resolutiva.
A ação intersetorial
 É um processo de aprendizagem e determinação dos sujeitos, que deve resultar em uma gestão integrada, capaz de responder com eficácia a solução de problemas da população de um determinado território. O desenvolvimento de ações com base territorial, buscando a integração com instituições e organizações sociais para o desenvolvimento de parcerias que garantam a construção da cidadania é parte dos princípios gerais da atual Política Nacional de Atenção Básica no Brasil.
 Esta política aponta como atribuições de todos os profissionais das equipes de saúde, em especial aqueles atuando na Estratégia de Saúde da Família, desenvolver ações intersetoriais, buscando parcerias e recursos na comunidade que possam potencializar estas ações, além de favorecer a integração de projetos sociais e setores afins voltados para a promoção de saúde.
A ação intersetorial é também uma estratégia importante para a reorganização da atenção em saúde bucal em todos os níveis de atenção, tendo o conceito do cuidado como eixo de reorientação do modelo. As diretrizes da atual Política Nacional de Saúde Bucal indicam para a necessidade de incorporação de ações programáticas abrangentes e para o desenvolvimento de ações intersetoriais para reforçar a concepção de saúde não centrada somente na assistência aos doentes, mas, sobretudo, na promoção da boa qualidade de vida e intervenção nos fatores que a colocam em risco.
Portaria 648/2006 - Política Nacional de Atenção Básica e as diretrizes e pressupostos da PNAB
 PORTARIA Nº 648/GM DE 28 DE MARÇO DE 2006.Aprova a Política Nacional de Atenção Básica, estabelecendo a revisão de diretrizes e normas para a organização da Atenção Básica para o Programa Saúde da Família (PSF) e o Programa Agentes Comunitários de Saúde (PACS).
A atenção básica, com a Estratégia Saúde da Família, tem como fundamentos: Portarias nº 648/2006 GM/MS e nº 2.488/2011 GM/MS.
I - Possibilitar o acesso universal e contínuo a serviços de saúde de qualidade e resolutivos, caracterizados como a porta de entrada preferencial do sistema de saúde, com território adscrito de forma a permitir o planejamento e a programação descentralizada e em consonância com o princípio da equidade;
II - Efetivar a integralidade em seus vários aspectos, a saber: integração de ações programáticas e demanda espontânea; articulação das ações de promoção à saúde, prevenção de agravos, vigilância à saúde, tratamento e reabilitação, trabalho de forma interdisciplinar e em equipe, e coordenação do cuidado na rede de serviços;
III - Desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população adscrita, garantindo a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado;
IV - Valorizar os profissionais de saúde por meio do estímulo e do acompanhamento constante de sua formação e capacitação; 
V - Realizar avaliação e acompanhamento sistemático dos resultados alcançados como parte do processo de planejamento e programação;
VI - Estimular a participação popular e o controle social.
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO BÁSICA (PNAB): PRINCÍPIOS E DIRETRIZES
 Em 2006 o Ministério da Saúde Brasileiro aprova a PNAB (BRASIL, 2006), revisado em 2011 por meio da portaria 2488 de 21/10/2011, com o objetivo de fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS), entendida como porta de entrada ao 2 Sistema Único de Saúde e coordenadora do cuidado nas Redes de Atenção. Definiu ainda, uma reorientação no modelo de atenção, utilizando a Estratégia de Saúde da Família (ESF) como tática prioritária de expansão, consolidação e qualificação da APS (BRASIL, 2012). 
 A reformulação da PNAB em 2017, pela portaria 2423 de 21/09/2017
 Define as Redes de Atenção à Saúde (RAS) como estratégia para a organização do SUS e destaca a Atenção Básica como porta de entrada preferencial ao sistema. Tal reformulação admite, além da ESF, outras estratégias de organização da Atenção Primária, com vagos parâmetros populacionais de adscrição e carga horária profissional (BRASIL, 2017).
São princípios e diretrizes do SUS e da RAS a serem operacionalizados na Atenção Básica e utilizados na Portaria da PNAB de 2017 (BRASIL, 2017):
 Princípios: a universalidade, a equidade e a integralidade
 Diretrizes: regionalização e hierarquização, territorialização, população adscrita, cuidado centrado na pessoa, resolutividade, longitudinalidade do cuidado, coordenação do cuidado, ordenação da rede e participação da comunidade.
Princípios
Universalidade, definida como o acesso universal e contínuo aos serviços de saúde, é exercida na Atenção Primária pelo acolhimento de todas as pessoas que procuram seus serviços, oferecendo fácil acesso e sem diferenciações, assim como, busca responder as necessidades da população.
Equidade, perceba que as iniquidades no campo da saúde têm origem social. De acordo com Whiteread (1985, p. 02), as iniquidades são “desigualdades de saúde entre grupos populacionais que, além de sistemáticas e relevantes, são também evitáveis, injustas e desnecessárias”. 
 Na PNAB (BRASIL, 2017, p. 06), a “equidade é definida como a oferta de cuidado, reconhecendo as diferenças nas condições de vida e saúde e de acordo com as necessidades das pessoas, considerando que o direito à saúde passa pelas diferenciações sociais e deve atender à diversidade”. 
 Integralidade é alcançada quando as redes de atenção atendem às necessidades de saúde da população adscrita, preservando sua autonomia. Na PNAB (BRASIL, 2017) a integralidade deve atender aos campos da promoção, prevenção, tratamento, reabilitação, redução de danos e cuidados paliativos.
Diretrizes
 As diretrizes são normas que devem ser adotadas pelos entes federados para a Atenção Primária. Dentre essas, a regionalização é o modelo de organização das Redes de Atenção à Saúde (RAS), tendo a Atenção Primária como porta de entrada ao sistema.
 A Atenção Básica tem como fundamentos e diretrizes:
 
Ter território adstrito sobre o mesmo, de forma a permitir o planejamento, a programação descentralizada e o desenvolvimento de ações setoriais e intersetoriais com impacto na situação, nos condicionantes e nos determinantes da saúde das coletividades que constituem aquele território, sempre em consonância com o princípio da equidade;
 Ter território adstrito sobre o mesmo, de forma a permitir o planejamento, a programação descentralizada e o desenvolvimento de ações setoriais e intersetoriais com impacto na situação, nos condicionantes e nos determinantes da saúde das coletividades que constituem aquele território, sempre em consonância com o princípioda equidade;
3. Adscrever os usuários e desenvolver relações de vínculo e responsabilização entre as equipes e a população adscrita, garantindo a continuidade das ações de saúde e a longitudinalidade do cuidado. 
 A adscrição dos usuários é um processo de vinculação de pessoas e/ou famílias e grupos a profissionais/equipes, com o objetivo de ser referência para o seu cuidado.
Coordenar a integralidade em seus vários aspectos, a saber: 
Integrando as ações programáticas e demanda espontânea;
Articulando as ações de promoção à saúde; 
Prevenção de agravos;
Vigilância à saúde;
Tratamento e reabilitação e manejo das diversas tecnologias de cuidado e de gestão necessárias a estes fins e à ampliação da autonomia dos usuários e coletividades;
Trabalhando de forma multiprofissional;
 Interdisciplinar e em equipe;
 Realizando a gestão do cuidado integral do usuário e coordenando-o no conjunto da rede de atenção.
5. Estimular a participação dos usuários como forma de ampliar sua autonomia e capacidade na construção do cuidado à sua saúde e das pessoas e coletividades do território, no enfrentamento dos determinantes e condicionantes de saúde, na organização e orientação dos serviços de saúde a partir de lógicas mais centradas no usuário e no exercício do controle social.
Sobre as Diretrizes Operacionais
Devemos saber que a USF nada mais é que uma unidade pública de saúde destinada a realizar atenção contínua nas especialidades básicas, com uma equipe multiprofissional habilitada para desenvolver as atividades de promoção, proteção e recuperação, pertinentes ao nível primário de atenção à saúde. Ela deve trabalhar com a definição de um território de abrangência, que significa a área sob sua responsabilidade; representa o primeiro contato da população com o serviço de saúde do município, 
Assegurando a referência e contrarreferência, para os diferentes níveis do sistema. Caracteriza-se como porta de entrada do sistema local de saúde
No âmbito de abrangência da unidade básica, uma equipe seja responsável por uma área onde residam de 600 a 1.000 famílias, com o limite máximo de 4.500 habitantes (BRASIL et al., 2005).
Atenção
equipe mínima ou básica de uma unidade de saúde da família 
1 médico de família ou generalista;
1 enfermeiro;
2 auxiliares e/ou técnicos de enfermagem;
 4 a 6 agentes comunitários de saúde (ACS). 
Outros profissionais de saúde poderão ser incorporados a essas unidades, como a equipe de saúde bucal, composta por:
1 dentista;
1 auxiliar e ou técnico de saúde bucal, de acordo com as demandas e características da organização dos serviços de saúde locais.
 A inclusão de cirurgiões dentistas nas equipes de saúde da família denota a preocupação com a atenção à saúde bucal no país.
 Com isso, a população brasileira passou a ter maior compreensão e cuidado com sua saúde bucal, agora inserida no conceito amplo de saúde, integrada às demais práticas de saúde coletiva e como parte integrante da saúde geral do indivíduo e essencial para sua qualidade de vida.
Promoção em Prevenção em Saúde
“O termo `prevenir´ tem o significado de ‘preparar’; chegar antes de; dispor de maneira que evite (dano, mal); impedir que se realize”.
Carta de Ottawa
Define promoção da saúde como “o processo de capacitação da comunidade para atuar na melhoria da sua qualidade de vida e saúde, incluindo uma maior participação no controle deste processo” (Brasil, 2002: 19)
Assume o conceito de saúde da OMS, e insiste, ainda, que “a saúde é o maior recurso para o desenvolvimento social, econômico e pessoal, assim como uma importante dimensão da qualidade de vida” (2002: 20).
 A saúde deve ser vista como um recurso para a vida e não como objetivo de viver. Neste sentido, a saúde é um conceito positivo, que enfatiza os recursos sociais e pessoais, bem como as capacidades físicas. (Brasil, 2002: 19’)
O enfoque da promoção da saúde é mais amplo e abrangente, procurando identificar e enfrentar os macro-determinantes do processo de saúde-doença, e buscando transformá-los favoravelmente na direção da saúde.
 Já a prevenção das doenças buscaria que os indivíduos fi cassem isentos das mesmas.
 A promoção da saúde busca modificar condições de vida para que sejam dignas e adequadas; aponta para a transformação dos processos individuais de tomada de decisão para que sejam predominantemente favoráveis à qualidade de vida e à saúde; e orienta-se ao conjunto de ações e decisões coletivas que possam favorecer a saúde e a melhoria das condições de bem-estar (Franco et al. apud Gutierrez et al., 1997).
Já a prevenção, diferente da promoção, orienta-se mais às ações de detecção, controle e enfraquecimento dos fatores de risco ou fatores causais de grupos de enfermidades ou de uma enfermidade específica; seu foco é a doença e os mecanismos para atacá-la mediante o impacto sobre os fatores mais íntimos que a geram ou precipitam.
Neste sentido, promover a inclusão social significa tomar como recurso teórico-conceitual a categoria eqüidade.
 A eqüidade nas implementações de políticas significa não tratar de forma igual os desiguais, uma vez que a idéia de igualdade não se sustenta em si, mas é impregnada de valores morais e historicamente contextualizada (Rawls, 1992; Vita, 1992).
image2.png
image3.png
image4.png
image5.png
image6.png
image7.png
image8.png
image9.png
image10.png
image1.png

Mais conteúdos dessa disciplina