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A LUDICIDADE E A 
PEDAGOGIA DO 
BRINCAR
Juliana Matos Leon
 
Brincar e aprender como 
um binômio inseparável
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Reconhecer a brincadeira como um elemento indissociável do pro-
cesso de aprendizagem.
 � Identificar as brincadeiras como veículos de aprendizagem.
 � Refletir acerca do desenvolvimento da linguagem e do raciocínio 
lógico a partir do brincar.
Introdução
Brincar é uma das experiências mais importantes da vida de uma criança. 
É de fundamental importância pensar sobre a relação existente entre as 
brincadeiras e as aprendizagens das crianças, compreendendo o brincar 
como uma das mais potentes linguagens da infância.
Neste capítulo, você vai estudar como o brincar é importante dentro 
da educação, sendo de grande auxílio no desenvolvimento da aprendi-
zagem, principalmente na fase inicial da criança, na qual ela é inserida 
no mundo e rodeada de diversas novidades e muitas oportunidades 
ao seu redor. 
Brincadeira: elemento indissociável do 
processo de aprendizagem
Desde pequenos, nos comunicamos por meio de gestos, cores, símbolos, 
sinais, choro, riso, brincadeiras. Existem diversas formas para expressar 
a comunicação, caracterizada pela troca de informações por meio da qual 
o professor facilita o processo de adaptação e socialização da criança. O 
desenvolvimento da linguagem ocorre a cada fase, desde o balbucio até a 
da linguagem compreensiva, sendo a brincadeira uma das melhores formas 
de a criança se expressar, pois é por meio dela que observa e interage, ou 
seja, se comunica com o mundo. Isso lhe possibilita tomar decisões, elaborar 
estratégias, resolver problemas e construir relações; percebe-se, assim, que o 
ato de brincar é muito importante no processo de aprendizagem da criança. 
Quando brinca, ela não se preocupa com a realidade, nem com a fantasia, 
apenas brinca. Brincar é um exercício de liberdade, por meio do qual a criança 
sonha, recria, age, aventura, decide, arquiteta, o que lhe possibilita elaborar 
suas fantasias. Além disso, o brincar propicia o desenvolvimento da criança, 
além de ser bom, gostoso e lhe proporcionar felicidade. Quando as crianças 
estão felizes, sentem-se mais predispostas a serem bondosas, a amar o próximo, 
a partilhar, e isso só pode ser vivenciado por meio das brincadeiras. 
A atividade lúdica é uma satisfação direta ou deslocada de acordo com o 
brinquedo, permitindo à criança divagar por meio de suas fantasias e utilizar 
jogos de competição para expressar sua agressividade, seus ataques de defesa 
protegidos por regras e, assim, adaptar-se à realidade de exercer a tolerância 
e a frustração. No lúdico, há liberdade para brincar, para imaginar; por outro 
lado, o jogo possui regras, as crianças devem aprender a esperar, ganham 
poder, e isso acaba fortalecendo a autoestima delas.
Os jogos podem fornecer oportunidades para explorar aspectos da vida. 
Quando jogam ou criam os próprios jogos, as crianças compreendem mais 
como o mundo funciona e como poderão lidar com ele a sua maneira, além 
de aprenderem a se expressar utilizando explicações do jogo. O professor é o 
gerador de situações estimuladoras à criança, que passa por um processo de 
aprendizagem, de fazer experiências e de aprender novas descobertas. Segundo 
Celso Antunes (2003, p. 36), “Seu interesse passou a ser a força que comanda 
o processo de aprendizagem, suas experiências e descobertas, o motor de seu 
progresso e o professor um gerador de situações estimuladores e eficazes”.
Os jogos despertam o fascínio, o interesse e a curiosidade das crianças 
para obter resultados positivos na absorção dos conteúdos. É por meio deles 
que a criança desenvolve o raciocínio e constrói o conhecimento de maneira 
descontraída; além disso, os jogos poderão ser desenvolvidos como recursos 
pedagógicos, sendo utilizados em atividades de leitura e escrita, em matemática 
e outros conteúdos; no entanto, deve-se saber usar o jogo no momento oportuno.
Brincar e aprender como um binômio inseparável2
As atividades lúdicas proporcionam diversão, prazer e novas descobertas. 
O jogo é uma ferramenta de aprendizagem do conteúdo que será ensinado. 
Desse modo, a brincadeira serve como facilitador de crescimento cognitivo e 
afetivo da criança, bem como um meio de desenvolvimento das habilidades.
Transmitir a ludicidade na arte de educar é um desafio para o educador, 
que constitui o centro de toda atividade da sala de aula. Direta ou indireta-
mente, os educadores controlam grande parte da atividade e são responsáveis 
por tudo que acontece às crianças na escola. Desse modo, devem atender às 
muitas necessidades das crianças, à medida que elas apareçam ao longo do dia. 
Além disso, são responsáveis por planejar atividades que tragam benefícios 
educacionais aos educandos.
Como a brincadeira favorece a aprendizagem?
A brincadeira é um recurso capaz de estimular o desenvolvimento infantil, 
proporcionando meios facilitadores no processo de aprendizagem e tornando-
-a mais atraente. Vygotsky (1991) ressalta que a brincadeira cria zonas de 
desenvolvimento proximal e que estas proporcionam saltos qualitativos no 
seu desenvolvimento e na aprendizagem infantil.
O professor utiliza as brincadeiras como veículo de aprendizagem, assim 
deve proporcionar um ambiente que estimule e promova atividades práticas, 
onde a criança brinque naturalmente, o que resulta na aprendizagem. Além 
disso, o professor deve oportunizar às crianças o desenvolvimento do conhe-
cimento e das habilidades sem orientação do adulto.
Desse modo, a brincadeira deve atender às necessidades das crianças, 
pois o brincar proporciona benefícios no desenvolvimento da aprendizagem. 
O aprendizado ocorre por meio das descobertas, e o papel do educador é 
proporcionar uma vasta oportunidade para que as crianças sejam motivadas 
a se envolver. O professor deve, portanto, analisar as brincadeiras e estar 
atento aos benefícios da aprendizagem. A Figura 1 apresenta um exemplo de 
brincadeira a ser utilizada com as crianças. 
3Brincar e aprender como um binômio inseparável
Figura 1. A brincadeira desenvolve o lado lúdico das crianças.
Fonte: Vasilyev Alexandr/Shutterstock.com.
De acordo com Martins (2009, p. 36), Vygotsky (1991) compreendia que:
[...] o brincar possibilita uma interação sujeito-objeto, impulsionando o 
desenvolvimento dentro de uma zona de desenvolvimento proximal. 
Isto implica dizer que a criança, enquanto brinca, soluciona problemas 
que estão além do seu desenvolvimento atual, pois o brincar exige certo 
exercício cognitivo em que ela sempre se comporta além do compor-
tamento habitual de sua idade.
Brincadeiras como veículo de aprendizagem
Para a criança, brincar é uma atividade sem consequência; ela se diverte, recria, 
interpreta, relaciona-se com o mundo que a cerca e aprende. A dimensão lúdica 
é muito importante, pois, por meio das brincadeiras e dos jogos, ela faz com 
que a criança tenha compreensão, saiba desenvolver, construir e reflita sobre 
Brincar e aprender como um binômio inseparável4
o aprendizado. Segundo Elvira Lima (2002, p. 12), “A criança brinca muito. 
Brincar é fundamental para a criança, pois é uma das formas principais que ela 
dispõe nesta fase para entender sobre os projetos, as pessoas e sobre si próprio”.
Brincar é fundamental para o desenvolvimento, e constitui a principal 
atividade das crianças. Desde muito cedo, estas gostam de ser estimuladas, 
assim, o papel dos educadores é organizar e criar um ambiente para contribuir 
decisivamente a fim de que as crianças exercitem a inteligência, os afetos e 
sentimentos, construindo conhecimentos e valores, além de viver e conviver 
ativa e construtivamente. As brincadeiras são utilizadas de modo a proporcionar 
às crianças momentos de aprendizagem.
Quando a criança brinca, desenvolve a atenção e a concentração. Ela é a 
única protagonista do seu jogo, portanto, deve ser livre para utilizar tempo, 
espaço,seu corpo e seus conhecimentos como forma de relacionar-se com as 
pessoas, os objetos e as atividades. As brincadeiras trazem muitos benefícios 
para a aprendizagem imediata ou a longo prazo. Veja alguns exemplos da 
fase do brincar.
 � Brincar (locomotor): atividades sugeridas corporalmente, como escalar, 
correr, engatinhar, favorecendo o treinamento físico dos músculos, a 
resistência e habilidades.
 � Brincar social: utiliza-se da interação lúdica. A criança adquire co-
ordenação social e compreende diversos papéis sociais. A partir dos 
2 anos de idade, brinca com os pais e cuidadores; entre 3 e 4 anos, 
aprende socialmente a brincar com o faz de conta e a dividir os papéis 
com os demais.
 � Brincar paralelo: envolve crianças de 2 e 3 anos de idade. Elas brincam 
próximas, mas não juntas, não interagem muito, preferindo brincar 
sozinhas.
 � Brincar turbulento: brincadeiras de lutas, perseguições, que podem 
parecer reais, mas as crianças riem e se divertem. Esse tipo de brinca-
deira ocorre com os amigos do cotidiano.
 � Brincar com objetos: brincadeiras com blocos de construção, bonecas, 
carros. Às vezes, envolve brincadeiras imaginárias, como construir 
casas, alimentar bonecas; essas atividades ajudam a desenvolver habi-
lidades e a resolver problemas.
 � Brincar linguístico: inicia-se na faixa dos 2 anos de idade. A criança 
fala com ela mesma; aos 3 e 4 anos, a linguagem assume forma mais 
divertida. Algumas habilidades fonoaudiológicas se desenvolvem em 
monólogos, mas a maioria resulta das brincadeiras sociodramáticas.
5Brincar e aprender como um binômio inseparável
Todas as brincadeiras são um veículo para a aprendizagem, cada qual com 
o seu nível diferente: somar, ler, soletrar, pular, entre outras. É possível brincar 
de amarelinha, mas também ensinar os números; para cada brincadeira, há uma 
maneira de aproveitar e aprofundar o aprendizado. Segundo Smole (2000, p. 14):
Quando brinca, a criança se defronta com desafios e problemas, devendo 
constantemente buscar soluções para situações a ela colocadas. A brincadeira 
auxilia a criança a criar uma imagem positiva de si mesma, manifestar gostos, 
desejos, dúvidas, mal-estar, críticas, aborrecimentos, etc. Se observarmos uma 
criança brincando, constatamos que nesse brincar está presente a construção 
de representações de si mesma, do outro e do mundo, ao mesmo tempo que 
comportamentos e hábitos são revelados e internalizados por meio das brin-
cadeiras. Através do brincar a criança consegue expressar sua necessidade 
de atividade, sua curiosidade, seu desejo de criar, de ser aceita e protegida, 
de se unir e conviver com os outros.
Aprendizagem vs. jogo
Antunes (2014, p. 32) associa o jogo à aprendizagem significativa da seguinte forma:
A aprendizagem resulta da recepção e da troca de informações entre o 
meio ambiente e diferentes centros nervosos do cérebro. Assim, o meio 
ambiente fornece estímulos que são transformados pelo córtex cerebral 
em sensações que muitas vezes são “usinadas” e evoluem para o estágio 
mais complexo, ao qual se dá o nome de percepções, isto é, imagens com 
significados. Dessas áreas, o estímulo rapidamente se associa a saberes 
contidos no cérebro e evolui para percepção mais global.
Ainda em mutação, as zonas secundárias e terciárias do córtex transfor-
mam essa percepção em imagens sensoriais, o que, entretanto, requer a 
imprescindível colaboração da linguagem, mesmo que seja a linguagem 
interior. Assim, linguagem e memórias começam juntas, desenvolvem-
-se unidas e uma sempre necessitará do apoio da outra. Como produto 
desses processos neuronais, temos a assimilação e seus “produtos” mais 
importantes: aprendizagem e pensamento, que são desmembrados para 
sua análise e melhor compreensão.
Entre os fatos facilitadores da aprendizagem, cabe destacar a motivação, 
a curiosidade e alegria da descoberta, a satisfação pelos resultados alcan-
çados, o elogio, o bom e estimulante ambiente, a empatia do professor 
e a simpatia dos colegas, o que pode ser resumido nas expressões de 
Brincar e aprender como um binômio inseparável6
afetividade ou ternura. Provavelmente, não existe qualquer outro recurso 
material (ou não) que propicie a integração de todos os elementos facili-
tadores que envolvem a afetividade, como o jogo o faz. O conhecimento 
não é, pois, “cópia da realidade”, mas uma reconstituição da informação 
que chega com os saberes existentes na memória, aproximando-se mais 
de um “desenho” do que de uma cópia.
A assimilação é uma transformação da sensação de modo a torná-la 
compatível com nossas estruturas mentais, e estas, por sua vez, depen-
dem da maturação.
Essa “estrada rodoviária” que nos leva do estímulo ambiental ao cére-
bro e sua “usinagem”, transformando a informação em conhecimento, 
mostra-nos que saberes não vêm de fora ou se captam do meio, mas 
são processos interativos de construção e reconstrução interior e, dessa 
forma, jamais serão cópia da realidade. Poucas atividades desenvolvidas 
pela criança em sua interação com o ambiente podem abrigar tantos 
estímulos para essa usinagem como as experiências e os jogos.
A motivação, a curiosidade e um ambiente estimulador são facilitadores 
da aprendizagem. Dessa forma, o jogo (como atividade) está presente no 
cotidiano da criança e funciona como canal de comunicação que permite à 
criança se apropriar no mundo. É por meio dele que se constrói grande parte 
do conhecimento caracterizado pelo aspecto lúdico, sendo possível não apenas 
trabalhar o afetivo, o motor, o cognitivo e o social, mas também ensinar os 
conceitos fundamentais da aprendizagem.
Para entender melhor o conteúdo abordado neste capítulo, faça a leitura do livro 
“A excelência do brincar: a importância da brincadeira na transição entre educação 
infantil e anos iniciais”, de Janet R. Moyles e colaboradores. Esse livro conceitua o 
brincar, apresenta como relacionar o currículo e avaliar o seu papel na aprendizagem 
nos primeiros anos.
7Brincar e aprender como um binômio inseparável
O desenvolvimento da linguagem e do 
raciocínio lógico por meio do brincar
O processo de desenvolvimento da linguagem se inicia no ventre da mãe; 
após o nascimento, o bebê capta sons (choro, gritos, balbucios, entre outros), 
iniciando durante o crescimento o processo da fala. Assim, a linguagem nada 
mais é do que um processo de aprendizagem. Durante esse processo, a criança 
estabelece vínculos de comunicação, cria habilidades, desenvolve melhor o 
vocabulário. Além disso, quando a criança inicia esse processo de linguagem, 
ela necessita falar sozinha para que seu cérebro entenda o processo de percep-
ção e organização do movimento e das palavras que levam à aprendizagem.
O brincar auxilia no movimento, amplia a capacidade de fala, organiza pensamentos. 
Durante as brincadeiras, a criança exercita habilidades não apenas de contar, mas 
também de raciocínio.
A criança é um ser em constante formação. Assim, o brinquedo possibilita a 
ela compreender melhor as realidades interna e externa. Tanto o brincar como 
o jogar e ouvir histórias possibilitam à ir além, ou seja, usar seu potencial 
criativo. O importante é que existem muitas brincadeiras capazes de trabalhar 
com o raciocínio lógico da criança.
Quando esta é convidada a participar da brincadeira, já é colocada dentro 
da lógica da atividade. Na matemática, por exemplo, a criança desenvolve o 
raciocínio de pensar, resolver problemas e estimular a criatividade. Existem 
muitos brinquedos a serem explorados para esse fim; veja algumas opções 
que podem estimular a criança no raciocínio lógico.
 � Jogos de sequência: desenvolvem o raciocínio lógico matemático e a 
concentração.
 � Jogos de tabuleiros: objetivam estimular o raciocínio lógico e a es-
tratégia da criança.
 � Jogos de quebra-cabeça: servem para estimular o psicomotor, a capa-
cidade de concentração, noção especial e percepção visual da criança.
Brincar e aprender como um binômio inseparável8
 � Jogos digitais: são os inúmeros jogos atuais,cada um com uma função 
diferente, que exercem grande influência sobre as crianças.
 � Jogos de Lego: estimulam o raciocínio lógico e a habilidade motora 
fina, bem como a capacidade de seguir instruções, habilidades de 
pensamento e criatividade.
Com as atividades citadas, torna-se mais fácil trabalhar e desenvolver o 
raciocínio lógico da criança, mas deve-se sempre respeitar a idade e o limite 
individual antes de impor as brincadeiras. Brincando, a criança cria habilidades 
de comunicação por meio do uso da fala, a principal característica humana. 
As brincadeiras são uma excelente motivação para o raciocínio lógico.
Veja a seguir algumas características da linguagem dentro do processo de 
desenvolvimento da criança.
Do nascimento até 1 ano: repete vogais, procura a fonte sonora, sente 
prazer em balbuciar, para de chorar ao ouvir músicas, vocalização curtas, 
responde quando é chamada, repete sons, compreende palavras, reconhece 
sons e usa gestos. 
Dos 12 meses aos 2 anos: surgem as primeiras palavras, a criança localiza 
a fonte sonora, compreende os verbos (dá, acabou, entre outros), identifica as 
partes do corpo, inicia o surgimento de frases, presta atenção e compreende 
histórias, usa o próprio nome. 
Dos 2 aos 3 anos: inicia a sequência de frases (nenê come pão), aponta 
gravuras, identifica familiares, compreende – como?
A partir dos 3 anos: o vocabulário da criança expande muito chegando 
aos 5 anos com domínio completo da língua.
A linguagem é a base da inteligência e das relações, e seu desenvolvimento 
passa por estágios, até que o ser humano possa abstrair e reconhecer os conte-
údos. Uma criança em fase de alfabetização tem o brincar como possibilidade 
do aprendizado, tornando-se capaz de repetir, reconhecer, associar, comparar, 
separar e criar sons (sílabas e fonemas) para depois movê-los e transpô-los. 
Brincando, a criança cria habilidades de comunicação por meio do uso da 
fala; o brincar alimenta a linguagem e é na primeira infância que se constitui 
o tempo de perceber, ouvir canções, histórias, brincar. Segundo Brock et al. 
(2011), as crianças brincam de forma natural por meio de um processo de 
desenvolvimento, não apenas para descobrir o seu ambiente, mas também 
para aprender sobre o que acontece e por que acontece. No entanto, o principal 
ainda é se divertir.
9Brincar e aprender como um binômio inseparável
ANTUNES, C. O jogo e a educação infantil: falar e dizer, olhar e ver, escutar e ouvir. 
Petrópolis: Vozes, 2014. 
BROCK, A. et al. Brincar: aprendizagem para a vida. Porto Alegre: Penso, 2011. 
LIMA, E. S. A criança pequena e suas linguagens. São Paulo: Sobradinho, 2002.
MARTINS, I. C. As relações do professor de Educação Infantil com a brincadeira: do brincar 
na rua ao brincar na escola. 2009. 181 f. Tese (Doutorado em Educação)–Faculdade 
de Ciências Humanas, Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba, 2009.
SMOLE, K. S.; DINIZ, M. I.; CÂNDIDO, P. Brincadeiras infantis nas aulas de matemática. 
Porto Alegre: Artes Médicas, 2000.
VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psi-
cológicos superiores. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
Leituras recomendadas
COLL, C.; TEBEROSKY, A. Aprendendo a matemática: conteúdos essenciais para o ensino 
fundamental de 1° a 4° série. São Paulo: Ática, 2002.
KAMII, C. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de Piaget para a 
atuação com escolares de 4 a 6 anos. 33. ed. Campinas: Papirus, 2004.
MACEDO, L.; PETTY, A. L. S.; PASSOS, N. C. Os jogos e o lúdico na aprendizagem escolar. 
Porto Alegre: Artmed, 2005.
MOYLES, J. R. et al. A excelência do brincar: a importância da brincadeira na transição 
entre educação infantil e anos iniciais. Porto Alegre: Artmed, 2005.
OLIVEIRA, M. A. C. Intervenção psicopedagógica na escola. 2. ed. Curitiba: IESDE, 2009.
REDE DE ENSINO CAMINHO DO SABER. Brincadeiras estimulam o raciocínio lógico. You-
Tube, 4 out. 2016. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=nhA0lflAq2U>. 
Acesso em: 7 abr. 2018.
SMITH, P. K.; PELLEGRINI, A. Aprender por meio da brincadeira. In: TREMBLAY R. E.; 
BOIVIN, M.; PETERS R. D. (Ed.). Enciclopédia sobre o desenvolvimento na primeira infância 
[on-line]. Disponível em: <http://www.enciclopedia-crianca.com/brincar/segundo-
-especialistas/aprender-por-meio-da-brincadeira>. Acesso em: 7 abr. 2018.
TEBEROSKY, Ana. Psicopedagogia da linguagem escrita. Petrópolis: Vozes, 2001.
Brincar e aprender como um binômio inseparável10
https://www.youtube.com/watch?v=nhA0lflAq2U
http://www.enciclopedia-crianca.com/brincar/segundo-
Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para 
esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual 
da Instituição, você encontra a obra na íntegra.
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